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Crítica 4 | Vingadores: Era de Ultron

UM GRANDE FILME MENOR

 

Imagine ir ao teatro assistir uma ópera grandiosa, cheia de grandes cenas e personagens cativantes. Porém, no lugar da orquestra, colocam um MP3 e uma caixa de som tocando a música. É mais ou menos essa a sensação de assistir Vingadores: Era de Ultron (Avengers: Age of Ultron): um filme grande, sequências de ação em vários pontos do planeta, personagens que amamos, mas, sem aquele o som e a fúria que tornam um filme grandioso.

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Antes de acusarem o parágrafo anterior de ser “coisa de crítico”, deixo claro que Era de Ultron diverte, mas, comparado com outros filmes da Marvel, falta algo. Quando saiu o primeiro filme da equipe, disse que ele era como um episódio crossover, unindo personagens de séries diferentes que amamos; esses episódios, em geral, são interessantes, mas não mais que isso. Era de Ultron acomoda-se na fórmula que deu certo no primeiro filme, amarra uma ponta ou outra e tem alguns momentos interessantes. Parece que o diretor, Joss Whedon, sabendo que a legião de fãs da Marvel garantiria a bilheteria, acomodou-se em berço esplendido. E falo o diretor – e talvez também o roteirista – porque parece que a Marvel já notou que algo não saiu dentro dos altos padrões da casa e chamou os irmãos Russo – de Capitão América: Soldado Invernal – para dirigir os dois próximos filmes.

As sequências de ação são repetitivas e pouco criativas. Tal pasteurização pode anestesiar parte da plateia – ao menos, eu fiquei… O curioso é que o filme almeja a grandiosidade. A ação transcorre em vários países e vários tipos de ambientes, e a sequência do ato final é realmente surreal. Porém, fica faltando algo. Nem o fato de vermos os civis em perigo – escolha que normalmente dá humanidade e urgência para a ação – ajuda. As sequências de ação de Soldado Invernal, para ficarmos no mesmo exemplo, possuem muito mais adrenalina e uma verdadeira noção de perigo. Para completar, os dialogo cômicos são pouco inspirados, e tão preguiçosos quanto às cenas de ação.

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Era de Ultron parecia ser um filme que traria um subtexto interessante, especialmente se pensarmos na ideia de um inteligência artificial que quer trazer a paz arrasando com a humanidade. Porém, se a primeira aparição Ultron (voz de James Spader) é espetacular, a personagem que começa insana, vai ficando menor. É curioso como à medida que o físico dele aumenta seu lado diminui. Com isso, não só o lado ameaçador do filme, como seu subtexto esvazia-se. Uma grande pena, porque toda a série X-Men já provou que filmes de equipe não precisam ser rasos e limitar-se a uma confraternização entre amigos.

Alguns dos melhores momentos do filme são, justamente, fora das cenas de ação, como a festa na Torre dos Vingadores (belo cenário!), a vida privada do Gavião Arqueiro (Jeremy Renner), a relação amorosa entre a Viúva Negra (Scarlett Johansson) e o Hulk (Mark Ruffalo) e o nascimento do Visão (Paul Bettany). A imagem do Visão promete deslumbrar os fãs. A atuação de Bettany, mesmo pequena, marca. Na sequência do seu nascimento, Whedon tem um instante inspirado, quando o seu primeiro close é no reflexo do rosto dele nas janelas da Torre dos Vingadores, dando-lhe uma humanidade instantânea. Também merecem destaque os irmãos Pietro (Aaron Taylor-Johson) e Wanda Maximoff (Elizabeth Olsen).

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Claro que Era de Ultron não é um filme ruim. O ingresso se paga, há várias pistas de como os próximos filmes serão e os fãs vão adorar. O triste é ver um filme que prometia tanto não entregar nem metade do prometido. E se pensarmos, mais uma vez, no nível que a Marvel estabeleceu nos últimos filmes (inclusive com excelentes subtextos) e que Era de Ultron encerrou a fase 2 da Marvel, realmente é decepcionante.

Noite sem Fim

(Run All Night)

 Run All Night (2015) on IMDb

Elenco:

Liam Neeson, Ed Harris, Joel Kinnaman, Common, Nick Nolte, Vicent D’Onofrio

Direção: Jaume Collet-Serra

Gênero: Ação

Duração: 114 min.

Distribuidora: Warner

Orçamento: US$ 50 milhões

Estreia: 30 de Abril de 2015

Sinopse:

O mafioso do Brooklyn e matador profissional Jimmy Conlon (Neeson), que era conhecido como o Coveiro, já viveu dias melhores. Amigo de longa data do chefão da máfia Shawn Maguire (Harris), Jimmy, hoje aos 55 anos, é assombrado pelos pecados cometidos no passado – além de um persistente detetive da polícia que há 30 anos está a um passo atrás de Jimmy. Ultimamente, parece que o único consolo de Jimmy está no fundo de um copo de uísque.
Mas quando o filho de Jimmy, Mike (Kinnaman), torna-se um alvo, Jimmy tem que optar entre a família do crime, que ele escolheu, e sua verdadeira família, que ele abandonou há muito tempo. Com Mike em fuga, a única penitência para os erros que Jimmy cometeu no passado é evitar que seu filho tenha o mesmo destino que ele certamente terá… no lado errado de uma arma, ou seja: com uma arma apontada para ele. Agora, sem ter a quem recorrer, Jimmy tem apenas uma noite para decidir exatamente a quem pertence sua lealdade e ver se finalmente fará a coisa certa.

Curiosidades:

» Nova parceria entre o diretor espanhol Jaume Collet-Serra e o ator Liam Neeson após ‘Desconhecido‘ e ‘Sem Escalas‘.

Trailer:

Cartazes:

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Fotos:

 

Crítica | Um Dia Difícil

Você nunca vê dias difíceis em um álbum de fotografias, mas são eles que levam de uma foto feliz até a próxima. Depois de oito anos longe das telonas, o diretor sul-coreano Kim Seong-hoon volta aos cinemas com o suspense misturado com a ação Um Dia Difícil, uma história eletrizante que lembra e muito o ótimo Oldboy de Park Chan-wook. Um dos grandes méritos deste fabuloso trabalho é a criatividade na hora de rodar as cenas, o roteiro tenta fugir o tempo todo do óbvio e chega bem próximo a uma realidade que realmente pode existir nas situações e ações que acontecem com o personagem principal.

Na trama, conhecemos o detetive Gun-Su (Lee Sun-kyun), um homem que vive uma vida simples ao lado de sua família. Certo dia, no dia do enterro de sua mãe, quando estava dirigindo por uma avenida deserta, atropela um homem. Desesperado e sem saber o que fazer, tem a ideia de esconder o corpo do acidentado dentro do caixão de sua mãe. Com a consciência pesada mas achando que tudo estava resolvido, Gun-Su é surpreendido mais uma vez com uma ligação anônima dizendo saber tudo o que aconteceu. Assim, o protagonista precisa reunir todas as partes do quebra-cabeça e tentar de vez sair limpo desta história.

Desde o primeiro minuto de projeção, já percebemos que estamos diante de um filme no mínimo interessante. Os mistérios que envolvem a trama, os intrigantes personagens, o show na manipulação da câmera do diretor, a ótima atuação (e reações) do protagonista Lee Sun-kyun vão criando um longa-metragem completo que abastecem a sede de qualidade que todos nós cinéfilos sentimos.

Explosivo, tenso, misterioso. Um Dia Difícil é um daqueles filmes em que não conseguimos tirar os olhos da tela. O roteiro, assinado por Seong-Hun Kim, Seong-hoon Kim, Hae-jun Lee, é brilhante! Lembra em vários aspectos o clássico sul-coreano Oldboy e alguns blockbusters norte-americanos mas com a diferença fundamental de que os clichês contidos nos blockbusters simplesmente não existem nesse ótimo filme que foi exibido em Cannes no ano passado. É um filme para todo tipo de público. A diversão é mais que garantida, é quase vivida!

Crítica 3 | Vingadores: Era de Ultron

À MODA DA CASA É AÇÃO E DIVERSÃO

Entra ano, sai ano e a Marvel Studios continua solidificando o que é hoje a franquia cinematográfica mais rentável da história. Não por acaso, tal posto apenas reflete a capacidade desse grupo presidido por Kevin Feige, que, cercado de profissionais competentes e comprometidos, vem fazendo um trabalho minuciosamente planejado e eficiente. Até mesmo em outras mídias, o caso das séries televisivas. E com a chegada da aguardada continuação de Os Vingadores (2012), o futuro parece ainda mais resplandecente.

Joss Whedon retorna como diretor e agora também assina sozinho o roteiro deste Era de Ultron, que pode facilmente ser rotulado como um blockbuster autentico. Um filme sem muitas pretensões artisticamente textuais, mas que acaba sendo grandioso por essência. É recheado de cenas de ação, possui personagens absolutamente carismáticos e tem um humor que caminha organicamente em seus três atos. Sim, apesar do material de marketing apresenta-lo por um viés deveras obscuro, a atmosfera vivenciada aqui não é diferente da anterior. As já conhecidas gags do estúdio são recorrentes, não incomodam e funcionam como alívio cômico.

Outra boa surpresa é que, diferente do esperado, o longa não fica preso ao background do universo de qual faz parte, pelo contrário, é bem direto e tem um arco central definido. Ainda que muitos dos acontecimentos sejam importantes, futuramente, para a divisão da equipe na aclamada saga Guerra Civil, ou certas decisões afetem, diretamente, os planos do vilão Thanos. A questão é que esses e os demais tópicos são passados sutilmente e em nada interferem dentro da trama.

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Esta que traz a dupla Tony Stark (Robert Downey Jr.) e Bruce Banner (Mark Ruffalo) construindo um sistema de inteligência artificial (Ultron) capaz de proteger a Terra e manter a paz mundial. Precisamente porque, depois dos acontecimentos em Nova Iorque, Stark é atormentado pelo negro futuro reservado ao planeta, devido à incapacidade do grupo diante do ataque alienígena eminente. No entanto, o projeto não sai exatamente como previsto, um novo e quase indestrutível ser cibernético surge com uma ideologia semelhante à de Noé: encontrar a salvação da raça humana, nem que pra isso precise exterminá-la.

Com a S.H.I.E.L.D. destruída, após os eventos de O Soldado Invernal (2014), os Vingadores tem como base militar o antigo prédio das empresas Stark, e por assim a fortuna do empresário como fonte de renda. Para impedir a ascensão de Ultron, a equipe junta forças novamente. No entanto, com a chegada dos irmãos inumanos, Pietro (Aaron Taylor-Johnson) e Wanda Maximoff (Elizabeth Olsen), as coisas complicam ainda mais, principalmente quando descobrem que o robô está criando uma forma de vida com poderes incógnitos.

Bem como o original, a fita possui um roteiro assumidamente simplório, a história basicamente é: heróis unidos lutando para destruir o vilão – este que mesmo não tendo uma forma realmente sólida, já que está ciberneticamente enraizado em qualquer software ou inserido na internet, soando invencível dessa maneira, absorveu conceitos e valores humanos, tornando sua causa ainda mais obsessiva ou até falha. Então, como é notado, Whedon parece de novo não se preocupar em criar contos que sejam intrigantes ou apresentem subtramas. Algo que pode soar preguiçoso, mas que tem como foco o drama enfrentado pelos personagens em meio às aflitas situações aludidas.

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Ambas as escolhas não devem ser encaradas como certas ou erradas, tais fatores podem funcionar, perfeitamente, juntos ou separados. Talvez o autor procure o lugar comum e use uma fórmula que deu certo; ou quem sabe ver em tela tanta gente fantasiada sempre possa soar como puro entretenimento escapista. É algo que não temos como saber.

Com ininterruptas sequências de batalhas, que até cansam, o título ganha fôlego em momentos mais pessoais e alegres. Não que as tomadas de ação sejam mal executadas – a primeira delas, então, é um belo exercício narrativo, onde, através de um plano-sequência aéreo, vemos os heróis lutando e invadindo uma fortaleza, num andamento que de pronto deixa o espectador fincado na cadeira – aliás, isso também acaba sendo fundamental para o ritmo fílmico, que se mostra completamente frenético. Porém, quando o artificio é repetido invariavelmente, a história acaba sendo deixada de lado e pode perder o interesse.

O design de produção é um deleite, tanto os cenários internos e externos quanto o figurino e o visual das figuras apresentadas merecem destaque. A aparência física e mecânica dos robôs soa bastante verossímil. Do mesmo modo que os uniformes dos heróis não parecem tão coloridos como antes. O que está ligado à fotografia de Ben Davis, que utiliza paletas escuras, deixando a atmosfera com tons de cinza e conferindo um clima mais pesado. Que poderia casar com a trilha sonora do experiente Danny Elfman, conhecido por melodias misteriosas, o que não acontece aqui. Elfman e seu parceiro Brian Tyler reaproveitam as composições de Alan Silvestri entregam um trabalho pouco inspirador, que passa quase despercebido.

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Mas é mesmo no elenco (ou nos personagens) que todas as fichas foram depositadas. Além dos já citados Downey Jr. e Ruffalo, Chris Hemsworth, Chris Evans, Scarlett Johansson e Jeremy Renner debutam, novamente, com suas figuras já marcadas na cultura pop. Sem maiores exceções, todos convencem, já que, depois de vários encontros, o dinamismo e química acontece naturalmente.

E que bom destacarem dessa vez o personagem de Renner, Gavião Arqueiro, seu arco é o alicerce dramático do texto. Do mesmo modo que a Wanda (de Olsen) faz jus à  importância que detém como estopim e/ou resolução – que nem de longe teve o mesmo peso da cena final do Homem de Ferro salvando o mundo de Loki e companhia. O ponto negativo do casting fica a cargo do sempre insosso Taylor-Johnson, que tem em mãos um grande papel, mas desperdiça e não diz à que veio. Ao contrário de Paul Bettany, que ao tridimenssionalizar seu Visão, vira um dos personagens mais interessantes e decisivos.

No frigir dos ovos, realmente constatamos que, ainda que não traga o mesmo delírio catártico do anterior – também pelo ineditismo do material na época -, a segunda aventura dos Vingadores no cinema consegue manter o bom nível e ainda assim supera-lo em certos aspectos. Como, por exemplo, no desenvolvimento pessoal e temático. A tal expectativa é algo natural nosso, no entanto é sempre bom separar “o que é” do que em tese “devia ter sido”. E nesse sentido, no que se propõe ser, Era de Ultron cumpre bem sua função, obrigado.

Crítica | A Viagem de Yoani

A maior expressão da liberdade de nossa parte, é quando respeitamos o direito à liberdade dos outros. Chegou aos cinemas brasileiros na última quinta-feira (23), o polêmico documentário, dirigido pela dupla Raphael Bottini e Peppe Siffredi, A Viagem de Yoani. Construindo um computador sozinha, comprando peças no mercado clandestino nas periferias de Cuba, a jovem protagonista se tornou rapidamente um sucesso da rede mundial de computadores. Seu site, Geração Y, é traduzido para 20 países e hoje é considerada por pesquisas como uma das mulheres mais influentes do mundo.

Com belíssimas imagens da eterna ilha de Fidel, o documentário conta um pouco sobre a história da cubana Yoani Sanchez e sua conturbada visita ao Brasil depois de anos sem poder sair da ilha onde nasceu. Somos jogados em um mundo cubano de anos atrás com várias curiosidades, como: o acesso à internet nos hotéis, uma das poucas formas de contato de liberdade do povo com o mundo. Um país tão controlador, ter um blog e expressar sua opinião é algo que gera um certo medo mas Yoani era movida pela vontade de contar ao mundo a sua visão da história cubana nas últimas décadas. Mas ao longo dos curtos 75 minutos, outros argumentos são apresentados e colocam em xeque a credibilidade dessa celebridade da internet mundial.

Quando a protagonista desembarca no Brasil, muitos manifestantes a favor de Fidel fazem protestos calorosos por onde ela passa. Um copo cheio de insatisfações com o totalitarismo de Fidel e Cia são um dos grandes focos de Yoani na maioria de seus textos. Militantes, alguns obviamente movidos por motivos duvidosos, pois, deixam claros em depoimentos curtos ao longo do filme que nunca visitaram e viram as realidades de Cuba, fazem protestos que se seguram na linha tênue entre a violência verbal e a física. Esses intensos relatos são as partes mais tensas deste excelente documentário.

O filme é uma grande mesa de debates, apresenta argumentos a favor e contra Yoani. O público é munido de pensamentos, situações e teorias, chegando a diversas conclusões que podem ir variando conforme os minutos de projeção passam. Essa imparcialidade com o tema, eleva a qualidade deste trabalho que merece ser discutido e a discussão ampliada em salas de aula e em universidades. Usar o cinema como forma de ensinar e formar a opinião crítica dos jovens é uma das coisas mais inteligentes que existem.

Crítica | Vingadores: Era de Ultron

Desde que assumiu a produção dos filmes baseados em seus quadrinhos, a Marvel não decepcionou. Sem os direitos dos carros-chefes das HQs, ‘Homem-Aranha‘ e ‘X-Men‘, a Marvel Studios investiu pesado na adaptação para o cinema de seu grupo de super-heróis, começando pelas histórias individuais de cada um dos integrantes da equipe.

O estúdio se tornou responsável pela produção de ‘Homem de Ferro’, ‘O Incrível Hulk’, ‘Thor’ e ‘Capitão América – O Primeiro Vingador’, e em cada um das produções preparou terreno para um dos mais ambiciosos projetos: ‘Os Vingadores’.

Quando o filme foi lançado, o estúdio parecia ter chegado ao seu apogeu: ‘Os Vingadores‘ foi o melhor filme lançado pelo estúdio, misturando ação, comédia e drama na proporção ideal e trazendo personagens profundos e com personalidades delineadas.

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Foi então que a Marvel conseguiu uma proeza sem igual: fez ‘Capitão América: O Soldado Invernal‘, um filme de super-herói sombrio com toques dos clássicos espionagem dos anos 70. O feito deixou ‘Os Vingadores‘ no chinelo e o estúdio conseguiu se superar, elevando o nível de suas produções para filmes mais sérios com roteiros extremamente inteligentes. A tarefa do estúdio se superar a cada filme está ficando cada vez mais impossível, mas ‘Vingadores: Era de Ultron‘ veio para provar que o estúdio ainda tem muito a nos mostrar.

Este é o melhor filme até aqui, graças ao diretor e roteirista Joss Whedon, que alcançou o sucesso com a elogiada série de TV ‘Buffy – A Caça Vampiros’ (1996-2003), onde uma jovem Sarah Michelle Gellar lutava contra vampiros e monstros, traçando uma metáfora com o difícil período da adolescência.

Quando Tony Stark tenta reiniciar um programa de manutenção da paz, as coisas não dão certo e os heróis mais poderosos da Terra, incluindo Homem de Ferro, Capitão América, Thor, Hulk, Viúva Negra e Gavião Arqueiro, terão que passar no teste definitivo para salvar o planeta. Quando o misterioso Ultron aparece, a equipe precisa se reunir novamente para deter o terrível vilão tecnológico que quer a extinção da humanidade. No caminho, eles terão que enfrentar dois novatos misteriosos e poderosos, Wanda Maximoff e Pietro Maximoff, e também um velho amigo em uma nova forma, chamado Visão.

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Com o mundo sob ameaça, os Vingadores precisam neutralizar seus terríveis planos com alianças complicadas e acontecimentos inesperados pavimentando o caminho para uma aventura épica em inédita escala global.

Com poucos – mas inteligentes – diálogos, Whedon consegue definir cada personagem e suas personalidades, de uma maneira que nenhum diretor de cinema é capaz de falar. Ao contrário do que ele havia afirmado quando começou as filmagens, a sequência é maior e mais complexa que o original.

Vários novos personagens são adicionados, o que geralmente é sinônimo de fracasso (vide ‘Homem-Aranha 3‘). Mas cada um dos personagens – novos e antigos – tem seu tempo ideal em tela para não ser supérfluo. Todos exercem uma função determinante para a história central. O atrativo principal – e diferencial deste para outros blockbusters – está na qualidade do roteiro. Apesar do grande número de astros em tela, cada um deles é trabalhado individualmente e decentemente, fazendo com que o público se identifique.

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As adições no elenco ganham destaque excepcional: a Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen) e o Mercúrio (Aaron Taylor-Johnson) tem desempenho fundamental na trama, assim como o vilão Ultron (na voz de James Spader) e sua motivação. A maneira como o passado de cada um dos personagens é trabalhado é simplesmente brilhante.

Vários filmes tentam trabalhar a ideia dos perigos da Inteligência Artificial, mas poucos conseguem finalizar o conceito de maneira eficaz. O ser humano não deve brincar de Deus e criar uma máquina a sua semelhança, e Tony Stark descobre isso da pior maneira possível.

As cenas de ação são incessantes, e ‘Vingadores: Era de Ultron‘ consegue a proeza de ser superior que o primeiro filme em todos os níveis. A cada cena de ação, são adicionados diálogos hilários (o martelo de Thor e o linguajar do Capitão América são os melhores respiros cômicos), romance (Viúva Negra e Bruce Banner) e drama (o enredo dos irmãos Maximoff). Importante também é o destaque que ganha o Gavião Arqueiro, que no primeiro filme foi tratado como um coadjuvante e neste se torna um dos protagonistas.

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Por fim, ‘Vingadores: Era de Ultron‘ não só é o melhor blockbuster dos últimos anos, como também um marco para a Marvel Studios e os fãs dos quadrinhos. É uma lição de como fazer um filme arrasa-quarteirões com toques de filme de arte.

Parabéns Joss Whedon, você se superou!

Área 51

(Area 51)

 

Elenco:

Brenda Whitehead, Reid Warner, Darrin Bragg, Ben Rovne.

Direção: Oren Peli

Gênero: Suspense

Duração: — min.

Distribuidora: Playarte Pictures

Estreia: —

Sinopse:

O personagem principal de ‘Área 51‘ é Chris, um nerd que dispõe de uma vasta aparelhagem para detectar sinais de vida extraterrestre. Ele começa a descobrir a verdade depois de um encontro com um ex-funcionário dessa Área 51.

Curiosidades:
» Novo filme do diretor e roteirista Oren Peli, do terror ‘Atividade Paranormal’, fenômeno de baixo orçamento que já arrecadou US$ 100 milhões nos EUA.

» Peli vai usar a mesma técnica de câmera na mão de ‘Atividade Paranormal’.

» O orçamento será 400 vezes mais caro que ‘Atividade Paranormal’: ele poderá gastar U$ 5 milhões.

Trailer:


Cartazes:

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Loucas Para Casar

(Loucas Para Casar)

 

Elenco:

Ingrid Guimarães, Tatá Werneck, Suzana Pires, Marcio Garcia, Fabiana Karla, Alice Borges.

Direção: Roberto Santucci

Gênero: Comédia

Duração: 108 min.

Distribuidora: Downtown/Paris Filmes

Orçamento: R$ 3 milhões

Estreia: 08 de Janeiro de 2015

Sinopse:

Malu (Ingrid Guimarães), Lúcia (Suzana Pires) e Maria (Tatá Werneck) encontraram o homem ideal e planejam se casar. Até que elas descobrem que esse homem, na verdade, é o mesmo: Samuel (Márcio Garcia), que vinha mantendo um namoro com todas elas nos últimos anos. As três terão que decidir se vão disputar entre si pela exclusividade ou unir-se pela vingança.

Curiosidades:

» Tatá Werneck e Ingrid Guimarães já haviam atuado juntas em ‘De Pernas pro Ar 2‘.

 

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Uma Noite no Museu 3: O Segredo da Tumba

(Night at the Museum: Secret of the Tomb)

 

Elenco: Robin Williams, Ben Stiller, Dan Stevens, Owen Wilson, Ben Kingsley, Rebel Wilson, Dick Van Dyke, Steve Coogan.

Direção: Shawn Levy

Gênero: Comédia

Duração: 97 min.

Distribuidora: Fox Film

Orçamento: US$ 100 milhões

Estreia: 1º de Janeiro de 2015

Sinopse: Prepare-se para a noite mais louca e mais aventureira já passada em um museu quando Larry (Ben Stiller) une seus já conhecidos personagens com novas figuras ao embarcar em uma épica jornada para salvar a magia antes que ela esteja perdida para sempre.

O primeiro filme se passou no Museu de História Natural de Nova York, enquanto a sequência se ambientava no Instituto
Smithsonian, em Washington. Thomas Lennon, roteirista dos dois primeiros filmes, escreveu o esboço do terceiro. A história não foi revelada.

Curiosidades:

» Ben StillerRobin WilliamsOwen WilsonSteve Coogan e Ricky Gervais retornam para os papeis que viveram nos dois filmes anteriores. O diretor da franquia, Shawn Levy, também retoma seu cargo.

» Dan Stevens (o Matthew Crawley de ‘Downton Abbey’) viverá o cavaleiro Lancelot. Ben Kingsley (‘Homem de Ferro 3’) interpretará um faraó egípcio. Rebel Wilson (‘A Escolha Perfeira’) será a guarda noturna no museu britânico que serve de palco para a história.

» Thomas Lennon e Robert Ben Garant, roteiristas dos dois primeiros filmes, escreveram o esboço do terceiro. O roteiro também conta com o trabalho da dupla Michael Handelman e David Guion (‘Um Jantar Para Idiotas”).

» O primeiro filme arrecadou US$ 575 milhões mundialmente, enquanto a sequência fez US$ 413 milhões mundialmente.

 

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Uma Noite de Crime: Anarquia

(The Purge: Anarchy)

 

Elenco:

Frank Grillo, Michael K. Williams, Zach Gilford, Kiele Sanchez, Carmen Ejogo, Nicholas Gonzalez, Zoe Borde, Edwin Hodge, Amy Paffrath.

Direção: James DeMonaco

Gênero: Suspense

Duração: 103 min.

Distribuidora: Universal Pictures

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 04 de Dezembro de 2014

Sinopse:

Em Uma Noite De Crime: Anarquia (The Purge: Anarchy), um jovem casal dirige a caminho de casa, quando seu carro quebra e os deixa a pé, no meio da rua, em plena noite do Expurgo. Sem ter para onde ir e sem ninguém para ajudá-los, eles devem tentar a sorte para conseguir chegar em casa. Porém eles se tornam o alvo de uma gangue de motoqueiros e terão que lutar para sobreviver às próximas doze horas.

Curiosidades:

» O roteirista e diretor do original, James DeMonaco também ficará responsável pela sequência. 25% do orçamento do terror será provido por incentivos fiscais do estado da Califórnia.

» O produtor Brad Fuller concedeu uma entrevista ao CraveOnline e falou sobre o enredo. “A continuação de ‘Uma Noite de Crime’ cumpre a promessa do original pois não ficaremos na casa. Não é um filme de invasão doméstica. Você está nas ruas com pessoas expurgando e um grupo de pessoas que ficam presas no meio, e precisam ir do ponto A para o ponto B.”.

» Frank Grillo (‘A Perseguição’), Zach Gilford e Kiele Sanchez estrelam. Ethan Hawke (‘Atraídos pelo Crime’) e Lena Headey (‘Dredd’) não retornam.

Crítica:

Uma Noite de Crime 2: Anarquia, por Leonardo Campos (Nota: 8,0)

 

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Marcas da Vida

(Sunlight Jr.)

 

Elenco: Norman Reedus, Naomi Watts, Matt Dillon, Tess Harper, Antoni Corone, Vivian Fleming-Alvarez.

Direção: Laurie Collyer

Gênero: Drama

Duração: 90 min.

Distribuidora: Focus Filmes

Orçamento: R$ — milhões

Estreia: Nas Locadoras – Dezembro de 2014

Sinopse: 

Melissa (Naomi Watts), que trabalha como caixa de um mercado, e Richie (Matt Dillon), seu namorado paraplégico, formam um casal feliz, apesar das grandes dificuldades financeiras que enfrentam. Quando ela descobre que está grávida, o casal comemora a notícia, mas pouco depois Melissa perde o emprego, e ambos são expulsos da casa onde vivem. Na contramão do sonho americano, eles devem tomar decisões difíceis sobre a vida e sobre o próprio relacionamento.

Curiosidades: 

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Trailer:

Cartazes: 

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Quero Matar meu Chefe 2

(Horrible Bosses 2)

 

Elenco: Jason Bateman, Charlie Day, Jason Sudeikis, Christoph Waltz, Chris Pine, Jamie Foxx, Jennifer Aniston, Kevin Spacey, Kelly Stables, Keeley Hazell, Suzy Nakamura, Brianne Howey.

Direção: Sean Anders

Gênero: Comédia

Duração: 108 min.

Distribuidora: Warner Bros.

Orçamento: US$ 37 milhões

Estreia: 04 de Dezembrode 2014

Sinopse:

Cansados de terem que obedecer seus chefes, Nick, Dale e Kurt (Jason Bateman, Jason Sudeikis e Charlie Day) decidem criar o próprio negócio. Mas um investidor (Christoph Waltz) logo puxa o tapete debaixo deles. Desesperados e sem recursos legais, os três aspirantes a empreendedores criam um plano para seqüestrar o filho do investidor (Chris Pine) para recuperar o controle de sua empresa.

Curiosidades:

» Os roteiristas John Francis Daley e Jonathan Goldstein (do original) roteirizam ‘Quero Matar Meu Chefe 2‘.

» Christoph Waltz (‘Bastardos Inglórios’) vive o vilão, pai do personagem de Chris Pine (‘Além da Escuridão – Star Trek’).

» Sean Anders (‘Este é o Meu Garoto‘, ‘Sex Drive: Rumo ao Sexo) substitui o diretor Seth Gordon, que comandou o primeiro filme.

Crítica:

Quero Matar meu Chefe 2, por Pablo Bazarello (Nota: 4,5)

 

Trailer:

Cartazes:

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Fotos:

Pássaro Branco na Nevasca

(White Bird in a Blizzard)

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(2014) on IMDb
Elenco:

Shailene Woodley, Eva Green, Gabourey Sidibe, Christopher Meloni

Direção: Gregg Araki

Gênero: Drama

Duração: 91 min.

Distribuidora: Imovision

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 23 de Abril de 2015

Sinopse:

O longa situado nos anos 1980 acompanha Katrina Connors, uma jovem problemática que vê seu mundo virar de cabeça para baixo após sua bela e enigmática mãe Eve abandonar a família. Katrina e o pai tentam colocar a vida em ordem, mas logo a moça começa a ter sonhos perturbadores. Aos poucos, ela percebe que há uma verdade terrível por trás do desaparecimento da mãe.

Curiosidades:

» Baseado no livro homônimo da escritora Laura Kasischke.

Crítica:

Pássaro Branco na Nevasca, por Raphael Camacho (Nota: 5.0)

Trailer:

Cartazes:

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Fotos:

 

Bizarro! Warner já planejava ‘Batman vs. Superman’ desde ‘Eu sou a Lenda’

Durante a Comic-Con de 2013, os executivos da Warner Bros. e da DC Comics anunciaram o desenvolvimento de ‘Batman vs. Superman’, sequência de ‘O Homem de Aço’ que trará o Cavaleiro das Trevas.

Porém, o anúncio parece ser parte de um bizarro plano maior do estúdio: Uma cena de ‘Eu Sou a Lenda’, de 2007, mostra que o filme estava nos planos do estúdio há cinco anos atrás.

A cena em questão mostra o protagonista vivido por Will Smith procurando algum sobrevivente do apocalipse zumbi na Times Square, e podemos conferir o logotipo da produção.

E o mais estranho: o logotipo é praticamente o mesmo divulgado no painel da DC na Comic-Con.

Coincidência? Ou um apocalipse zumbi acontecerá antes da estreia do Blockbuster?

Assista a cena em questão:

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Depois da versão legendada, a Warner Bros. Brasil liberou o trailer dublado de ‘Batman vs Superman: A Origem da Justiça’.

Trailer dublado:

Trailer legendado:

‘Batman vs Superman’ não é uma sequência de ‘O Homem de Aço’, diz Henry Cavill

Fotos e vídeo mostram trajes da trindade de heróis

Batman vs Superman: A Origem da Justiça‘ chega aos cinemas nacionais em 24 de março de 2016.

Ben Affleck deve aparecer mais que Henry Cavill em ‘Batman vs Superman’

Revelado qual herói vencerá a batalha de ‘Batman vs Superman: A Origem da Justiça’

No filme, Ben Affleck será Bruce Wayne/Batman. Jeremy Irons (‘Dezesseis Luas’) viverá o mordomo Alfred. A atriz israelense Gal Gadot, conhecida por interpretar Gisele em ‘Velozes e Furiosos 4, 5 e 6‘, será a Mulher-Maravilha. Ela concorria ao papel com Olga Kurylenko (‘Oblivion’) e Elodie Yung (‘G.I. Joe: Retaliação’). Jesse Eisenberg (‘A Rede Social’) será Lex Luthor. O elenco contará com a volta dos principais astros de ‘O Homem de Aço’: Henry Cavill (Clark Kent), Amy Adams (Lois Lane), Laurence Fishburne (Perry White) e Diane Lane (Martha Kent).

O roteiro foi escrito por Chris Terrio (‘Argo’) com supervisão de  David S. Goyer, que assinou a trilogia ‘Batman’ e ‘O Homem de Aço’. O diretor Zack Snyder retorna.

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Joss Whedon lamenta não poder dirigir Homem-Aranha em ‘Os Vingadores 3 e 4’

Após anunciar sua saída da franquiaOs Vingadores’, o diretor Joss Whedon (‘Vingadores: Era de Ultron’) confessou em entrevista ao Yahoo! Movies que só se arrepende de uma coisa: não poder dirigir o Homem-Aranha em ‘Os Vingadores 3 e 4’.

“Sim, eu gostaria de poder ter trabalhado com o Homem-Aranha, ele é o garoto-propaganda [dos super-heróis]. Os quadrinhos dele foram os primeiros que li, e acho que foi assim para muita gente. Tem tantas coisas que eu gostaria de fazer, até mesmo com os Vingadores ou um deles. A questão de fato é que eles estão se saindo bem e eu provavelmente tenho que seguir em frente”, afirmou.

Para a mesma publicação, Paul Bettany, intérprete do androide Visão, comemorou a entrada do teioso no universo cinematográfico da Marvel.

“Eu achei ótimo a Marvel a Sony terem acertado um acordo, porque esses filmes são feitos por fãs e ver o Homem-Aranha ganhar vida neles – que é onde ele deveria estar – será demais.”

Joss Whedon elogia ‘Batman vs Superman’ e compara filme com ‘Os Vingadores 2′

Whedon passou o bastão para a dupla Joe e Anthony Russo, de ‘Capitão América 2’. Os irmãos vão dirigir as duas partes da sequência de ‘Os Vingadores 2’, ‘Vingadores: Guerra Infinita’, consecutivamente entre 2016 e 2017. Antes, eles filmam ‘Capitão América 3‘ – emendando, assim, três filmes da Marvel.

A propósito, antes de estrelar um novo filme solo, marcado para 28 de julho de 2017, o Homem-Aranha será visto em ‘Capitão América: Guerra Civil‘, que chegará aos cinemas em 6 de Maio de 2016.

Vingadores: Era de Ultron‘ entrou em cartaz nesta quinta-feira (23) nos cinemas brasileiros, com expectativas de ter a maior abertura de todos os tempos.

Game Of Thrones – Temp. 05 – Ep. 02

OBSESSÃO OU OBSTINAÇÃO? O QUE OS MOVE?

 

Obsessão ou obstinação? O que move as personagens de Game Of Thrones – GoT? Boa parte das ações das personagens de maior destaque neste segundo ep. foram alimentadas pela obsessão ou pela obstinação, aí depende da sua simpatia pela figura. Os maiores destaques foram Arya (Maisie Williams), Brienne (Gwendoline Christie), Cersei (Lena Headey) e Daenerys (Emilia Clarke). Neste ep., elas tiveram uma postura entre a obsessão e a obstinação.

O ep. começou com a minha personagem favorita. Arya chegou à Cidade Livre de Braavos. A composição da sequência realçou a imponência da cidade, com especial destaque para o Colosso de Braavos. Ficamos tão embasbacados quanto a personagem. O capitão do navio a deixou às portas da Casa do Preto e Branco. Mas, não lhe abriram as portas. Logo, saberemos que o homem que negou o seu ingresso era, na verdade, Jaqen H’ghar (Tom Wlaschiha), com outro rosto. As cenas reforçaram que Arya retira força da sua obsessão.

Quem também se provou obsessiva – ou seria obstinada? – foi Brienne (Gwendoline Christie). Enquanto comiam em uma estalagem, Podrick (Daniel Portman) reconheceu Sansa (Sophie Tuerner). Brienne bem que tentou, mas as meias verdades de Baelish (Aidan Gillen) – quem diria que ele, um dia, diria (meias) verdades – conseguiram convencer Sansa a manter Brienne afastada. A sequência da perseguição de cavalos foi bastante interessante; o diálogo ao final, entre Podrick e Brienne, faz a gente ver o quanto ela não aceita a possibilidade do fracasso. A ambiguidade que Gwendoline Christie deu à cena não permite dizer se a personagem está obsecada e apenas recusa a reconhecer o seu fracasso ou se ela realmente é uma mulher obstinada.

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Cersei (Lena Headey) é mesmo uma das piores, mas ela ama seus filhos, e tema pela vida de Myrcella (Nell Tiger Free). Apesar da postura de Doran Martell (Alexander Siddig), irmão de Oberyn e rei de Dorne, Myrcella corre perigo com Ellaria Sand (Indira Varma) cega de vingança. O diálogo entre Cersei e Jaime (Nikolaj Coster-Waldau) mostrou o seu lado mãe-obstinada; nessas horas, quase visto a camisa “I Love Cersei”. Mas, por sua obsessão pelo poder, fico com a camisa “I Hate Cersei”. Ela substituiu o pai no comando do títere Tommem Lannister (Dean-Charles Chapman).

Ainda na sua educação sentimental sobre como governar, confesso que minha visão sobre Daenerys (Emilia Clarke) mudou radicalmente. Até à sua performance às portas de Meereen, sempre achei que a Targaryen tinha um q de demagoga. Talvez isso seja influência do noticiário político brasileiro, mas, neste ep., ficou mais clara a integridade dela.

As cenas em Meereen foram uma aula sobre as dificuldades de se legitimar como líder. Não é nada fácil. Conciliar interesses, dosar corretamente severidade e bondade, perdão e punição. A cena do julgamento deixou claro que impor justiça sem legitimidade é algo extremamente difícil.

De alguma forma, Daenerys lembra-me Ned Stark (Sean Bean). Ambos são guiados por uma nobreza e um senso de justiça que, no caso de Ned, o levou à ruína. O desfecho de Daenerys dirá muito sobre a noção de justiça em Westeros.

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Ao norte, a Patrulha da Noite elegeu Jon Snow (Kit Harington) como seu novo líder. Antes, Stannis Baratheon (Stephen Dillane) havia lhe proposto deixar a Patrulha e unir-se a ele. Em troca, ele deixaria de ser um bastardo. Jon confessou para Sam (John Bardley) seu velho desejo de se tornar um Stark. Durante a eleição, Sam defendeu o nome de Jon, como o melhor para liderar o grupo. Por um voto (muito importante), Jon venceu.

Mais do que uma defesa, as palavras de Sam foram frutos da intimação. Ele não defendia apenas o nome de Jon Snow, mas dirigia-se para o próprio, lembrando-o da sua importância para a Patrulha. Sam percebeu que Jon ficou tentado a seguir a proposta de Stannis. Sem dúvida, Sam é um obstinado.

P.S.: Foi muito bom rever Bronn (Jerome Flynn). Ele se unirá a Jamie na missão de resgate de Myrcella.

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Game Of Thrones – Temp. 05 – Ep. 01

TAXIANDO

 

O primeiro episódio-ep. da quinta temporada-temp. de Game Of Thrones – GoT foi como um avião taxiando na pista. Ficamos como passageiros ansiosos acompanhando cada cena como se a decolagem fosse ocorrer logo em seguida. Mas, ainda não foi. O ep. 01 ficou no esquenta das turbinas. Pudemos acompanhar como as peças foram reposicionadas neste tabuleiro.

A cena de abertura – primeiro flashback da serei – parece resumir as tormentas que Cersei Lanniester (Lena Headey) enfrentará na sua regência. Como a conversa com Jaime Lanniester (Nikolaj Coster-Waldau) deixou bem clara, a força de coerência do poder dos Lanniester era o patriarca Tywin (Charles Dance). Foi uma sequência breve, mas significativa.

Tiveram também breves aparições na série as duplas Sansa Stark (Sophie Tuerner) e Lorde Baelish (Aidan Gillen) e Brienne of Tarth (Gwendoline Christie) e Podrick (Daniel Portman). Podrick continua a tentar convencer Brienne de que ele lhe é útil. E as conversas entre Baelish e Sansa confirmam a guinada dela para o lado negro da força.

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Outros núcleos foram mais ostensivos em expor os caminhos que esta temp. irá trilhar. Com os acontecimentos na Muralha, descobrimos a estratégia de Stannis Baratheon (Stephen Dillane) para conquistar o Trono. E também percebemos que a ajudinha que ele deu para a Patrulha da Noite no final da 4ª temp. não tinha nada de altruísmo. Se ele conseguir uma aliança com os selvagens, suas chances de conquistar o Norte se fortalecem. Promessas de batalhas sangrentas estão no ar.

Daenerys Targaryen (Emilia Clarke) continua em sua educação sentimental sobre como governar. O dilema está em permitir a reabertura das arenas de gladiadores. As conversas, especialmente aquele com Daario Naharis (Michiel Huisman), foram mais uma demonstração das ambiguidades que o roteiro da série consegue produzir.

As aparições mais deliciosas ficaram sob a responsabilidade da dupla Lord Varys (Conleth Hill) e Tyrion Lannister (Peter Dinklage). Tyrion parece ter ligado a metralhadora giratória de ironias e foi responsável pelos melhores tiradas do ep. 01. De mais significativo, houve a proposta do Aranha deles se unirem à Daenerys.

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Nos próximos domingos, essa aeronave promete sair do solo.

P.S.: Ponto dramático mais alto deste ep., foi a morte de Mance Rayder (Ciarán Hinds), o rei-para-lá-da-muralha. A dignidade de Ciarán Hinds deu para a morte de Mance foi emocionante.

David Duchovny caça Charles Manson no trailer de ‘Aquarius’

O canal NBC divulgou o primeiro trailer de ‘Aquarius’, nova série policial estrelada por David Duchovny (‘Californication’, ‘Arquivo X’).

Na prévia, Duchovny tenta deter Charles Manson e sua seita.

Assista:

Situado nos anos 60, o seriado acompanha um detetive da polícia de Los Angeles (Duchovny) que está atrás de um criminoso desconhecido que começa a formar um pequeno culto. Este homem é ninguém menos que Chales Manson, que se eventualmente se torna um dos mais famosos serial killers da história.

Com 13 episódios encomendados, a primeira temporada estreia em 28 de maio nos EUA, com um episódio de duas horas.

Após trailer, ‘Star Wars: O Despertar Da Força’ ganha cartaz e fotos

Após ter seu segundo trailer divulgado durante a Star Wars Celebration 2015, ‘Star Wars: O Despertar Da Força’ ganhou um teaser-pôster e imagens do vídeo.

A prévia é narrada por Luke Skywalker e mostra o retorno de dois personagens da trilogia original, Han Solo e Chewbacca.

Confira:

 

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O sétimo episódio da franquia atualmente passa pela fase de pós-produção em Londres. Sua estreia nos cinemas brasileiros está programada para 17 de dezembro de 2015.

‘Star Wars’ pode ganhar série com atores depois de ‘O Despertar da Força’

J.J. Abrams pode retornar para a direção de ‘Star Wars: Episódio 9′

O segundo trailer de ‘Star Wars: O Despertar Da Força‘ deve ser exibido antes das cópias de ‘Vingadores: Era de Ultron’. Muitos ficaram desapontados com a falta de rostos familiares no primeiro teaser, mas o Latino Review garante que o novo trailer mostrará os retornos Mark Hamill, Harrison Ford, Carrie Fisher e Peter Mayhew como Luke, Han, Leia, Chewbacca, 32 anos depois.

Star Wars: Episódio VII‘ se passará trinta anos após os acontecimentos de ‘Episódio VI: O Retorno de Jedi‘ e terá um trio de jovens protagonistas.

Na trama, os novos heróis – feitos por Daisy Ridley e John Boyega, um ex-Stormtrooper agora renegado – encontam um sabre de luz perdido no espaço e decidem devolver a relíquia ao seu dono – que mais tarde descobrem se tratar de Luke. Eles partem numa jornada, ao lado de Han Solo e Chewbacca, para reencontrar Luke. Quando o Jedi Master reaparece, explica que sumiu nos últimos 30 anos – desde os eventos de ‘O Retorno de Jedi’ – por ter sido mantido prisioneiro e e as cenas são contadas por meio de flashbacks.

Harrison Ford reprisa o papel de Han Solo ao lado de outras estrelas originais da saga –  Carrie Fisher (Princesa Leia), Mark Hamill (Luke Skywalker), Anthony Daniels (C3PO), Peter Mayhew (Chewbacca), Kenny Baker (R2-D2) – e com novos rostos da franquia – Daisy Ridley, John Boyega (‘Ataque ao Prédio’), Adam Driver (da série ‘Girls’), Oscar Isaac (‘Inside Llewyn Davis – Balada de Um Homem Comum’), Andy Serkis (‘O Senhor dos Anéis’), Domhnall Gleeson (‘Questão de Tempo’), Max von Sydow (‘O Exorcista’), Lupita Nyong’o (’12 Anos de Escravidão’), Gwendoline Christie, Miltos Yerolemou e Jessica Henwick (sendo os três últimos de ‘Game of Thrones’).

Sai o novo trailer de ‘Star Wars: O Despertar Da Força’

Durante a Star Wars Celebration 2015, foi divulgado o segundo trailer de ‘Star Wars: O Despertar Da Força’.

Narrada por Luke Skywalker, a prévia legendada mostra o retorno de dois personagens da trilogia original, Han Solo e Chewbacca.

Assista:

O sétimo episódio da franquia atualmente passa pela fase de pós-produção em Londres. Sua estreia nos cinemas brasileiros está programada para 17 de dezembro de 2015.

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J.J. Abrams pode retornar para a direção de ‘Star Wars: Episódio 9′

O segundo trailer de ‘Star Wars: O Despertar Da Força‘ deve ser exibido antes das cópias de ‘Vingadores: Era de Ultron’. Muitos ficaram desapontados com a falta de rostos familiares no primeiro teaser, mas o Latino Review garante que o novo trailer mostrará os retornos Mark Hamill, Harrison Ford, Carrie Fisher e Peter Mayhew como Luke, Han, Leia, Chewbacca, 32 anos depois.

Star Wars: Episódio VII‘ se passará trinta anos após os acontecimentos de ‘Episódio VI: O Retorno de Jedi‘ e terá um trio de jovens protagonistas.

Na trama, os novos heróis – feitos por Daisy Ridley e John Boyega, um ex-Stormtrooper agora renegado – encontam um sabre de luz perdido no espaço e decidem devolver a relíquia ao seu dono – que mais tarde descobrem se tratar de Luke. Eles partem numa jornada, ao lado de Han Solo e Chewbacca, para reencontrar Luke. Quando o Jedi Master reaparece, explica que sumiu nos últimos 30 anos – desde os eventos de ‘O Retorno de Jedi’ – por ter sido mantido prisioneiro e e as cenas são contadas por meio de flashbacks.

Harrison Ford reprisa o papel de Han Solo ao lado de outras estrelas originais da saga –  Carrie Fisher (Princesa Leia), Mark Hamill (Luke Skywalker), Anthony Daniels (C3PO), Peter Mayhew (Chewbacca), Kenny Baker (R2-D2) – e com novos rostos da franquia – Daisy Ridley, John Boyega (‘Ataque ao Prédio’), Adam Driver (da série ‘Girls’), Oscar Isaac (‘Inside Llewyn Davis – Balada de Um Homem Comum’), Andy Serkis (‘O Senhor dos Anéis’), Domhnall Gleeson (‘Questão de Tempo’), Max von Sydow (‘O Exorcista’), Lupita Nyong’o (’12 Anos de Escravidão’), Gwendoline Christie, Miltos Yerolemou e Jessica Henwick (sendo os três últimos de ‘Game of Thrones’).