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Crítica | Renascida do Inferno

Olivia Wilde é Carrie, Jean Grey e Lucy nesse terror B

O terror era o meu gênero preferido na infância e adolescência. O fato não é um caso raro. Ao contrário de qualquer outro gênero cinematográfico, o terror é onde o público consegue um maior imediatismo de sensações. O que conta é o momento e não tanto o que ressoa, ou o que levamos conosco. Por isso, o terror permanece como o gênero mais jovem do cinema, cujo público tem como base os adolescentes. Não os culpo, justamente porque já fui um.

A inquietude típica da fase nos volta para a ação e a adrenalina. Se não estiver acontecendo correria e gritos na tela, a atenção é perdida. Justamente por isso, não se pode perder tempo com muitos diálogos, mesmo que sejam justificados para explicar a trama. O que conta mais são os sustos e por vezes, o sangue. Com a idade, muitos avaliadores, como o que vos fala, continua sua paixão pelo gênero – ainda não me tornei esnobe o suficiente para desprezá-lo por completo. No entanto, começamos a prezar justamente o que “nossos eu” do passado achariam chatos. Os filmes de terror mais voltados para o psicológico, para o desenvolvimento de personagens, diálogos expositivos e não tanto a matança desenfreada.

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Pensando por este aspecto, chega para os brasileiros neste fim de semana, Renascida do Inferno (The Lazarus Effect), filme de terror encabeçado por um bom elenco, fazendo uso de uma trama interessante e a promessa de referências legais. Veja essa história: cientistas trabalham em um laboratório subterrâneo desenvolvendo um experimento que trará os mortos de volta à vida. Calma, tem mais. Após um acidente, o experimento precisa ser usado numa das cientistas. O problema é que ela não volta “pura”. Com uma premissa dessas, tudo desde Re-Animator: A Hora dos Mortos Vivos, Hellraiser – Renascido do Inferno, A Volta dos Mortos Vivos 3 e Linha Mortal vem à mente do ávido cinéfilo, louco por um bom terror nas telonas.

O segredo está na diversão e na criatividade. Tais elementos parecem cada vez mais raros. Mas a explicação está no próprio público, sempre querendo mais do mesmo. Qualquer coisa que fuja dos moldes do que já deu certo não é aceito. O resultado é uma safra de filmes de terror genéricos, todos padronizados, dos quais é difícil diferenciá-los ou sequer lembrá-los. E infelizmente é onde se encaixa este Renascida do Inferno, um filme promissor que se deixa guiar pelos clichês do subgênero. Além disso, o filme nunca consegue quebrar o molde, ficando preso em conceitos antigos e pouco inspirados.

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O elenco, como dito, é bom, e tem nomes como Olivia Wilde e Mark Duplass, atores proeminentes do cinema independente norte-americano – fato que somou na curiosidade em relação ao filme. Estreia na direção de ficção do cineasta de documentários David Gelb, o filme foi escrito pela dupla Luke Dawson (Imagens do Além) e Jeremy Slater (do novo Quarteto Fantástico). Wilde e Duplass interpretam um casal de cientistas criadores do tal soro da ressurreição. É espantoso, por exemplo, como o roteiro trata o personagem de Duplass, que entra para o hall dos homens da ciência mais estúpidos do cinema. O personagem toma uma decisão equivocada atrás da outra, começando por levar um cachorro ressurgido da morte para casa, e terminando por… bem, veja o filme.

O que mais incomoda em Renascida do Inferno é o filme não ser nada além de um slasher, mesmo que um sobrenatural. A estrutura tem um vilão, ou no caso deste, uma vilã, que sai matando um a um, todos os membros da equipe. Muitos podem dizer que existem fatores interessantes, como um elemento que assemelha o filme ao acelerado Lucy (com Scarlett Johnasson), mas tais pequenos detalhes simplesmente não são o suficiente para redimir uma produção que nos faz passar por (mesmo que apenas) 83 minutos de material muito reciclado.

Crítica 2 | Simplesmente Acontece

Já discuti aqui a falta de originalidade (não de premissa, mas de estrutura de roteiro e narrativa) nos filmes de terror recentes, com o meu texto sobre Renascida do Inferno. Infelizmente, terei que voltar ao tema com este novo texto, dessa vez envolvendo as comédias (ou dramas) românticos juvenis. Baseado no livro de Cecelia Ahern, Simplesmente Acontece traz uma história de amor muito usada no cinema, a de melhores amigos que se descobrem apaixonados, mas são incapazes de consumar o ato até o desfecho.

Tal texto é mais do que reciclado, e o roteiro de Juliette Towhidi (Garotas do Calendário) e a direção do alemão Christian Ditter (em seu filme americano de estreia) não fazem nada para tirá-lo da mesmice. Se fosse uma obra planejada estrategicamente para conter o maior número de clichês e situações piegas por frame, talvez Simplesmente Acontece merecesse algum tipo de prêmio, porque o realiza com êxito.

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Um dos fatores, por exemplo, é a trilha sonora, recheada de canções pop de variadas épocas. Uma boa trilha, mas que começa a irritar quando percebemos que está pontuando, através de suas letras, a história. Quando a protagonista Rosie se vê sozinha de novo, cabisbaixa no quarto, temos tocando “Alone Again (Naturally)”, de Gilbert O´Sullivan. Quando percebe que deve se declarar para seu verdadeiro amor, “Suddenly I See”, de KT Tunstall é a pedida. Quando pega no flagra a traição do marido, o hit é “Fuck You”, de Lily Allen. E por aí vai. Mais óbvio impossível.

Fora isso, temos as infames montagens, recurso obrigatório e preguiçoso para a maioria dos enlatados em massa. Essas são as cenas para mostrar como a vida dos personagens está correndo, com o passar do tempo, sem verdadeiramente precisar mostrar nada importante. Dessa forma, temos uma colagem de situações sem diálogos, como as cenas da protagonista preparando a filha para o colégio, ou na praia dando chance para o novo companheiro. Outro exemplo de clichê bem ruim, que parece apenas existir no universo de filmes – sem qualquer apego com a realidade – é no citado flagra da traição. E como a personagem resolve tal momento de grande trauma para qualquer humano? Bem, ela dá um soco na cara do sujeito canalha, solta um sorrisinho logo em seguida, concluindo assim o problema de tal situação.

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Quer mais? Então, toma. Simplesmente Acontece também sofre do mal preconceituoso, que estipula que qualquer mulher que tenha passado pela vida de seu objeto de afeto, mesmo que a protagonista sequer a conheça, é naturalmente sua rival para a vida. E por que não? Tudo isso para reforçar que o filme é simplesmente bobinho e inocente demais. Parece ter sido criado por adolescentes e não apenas mirado a eles. Ou melhor, elas. Por falar em adolescentes, quem mais sofre é a gracinha azarada Lily Collins, filha do icônico Phil Collins, cujo carisma não é nem de longe o suficiente para impulsionar essa produção leve como uma pluma.

Collins se destacou como a filha de Sandra Bullock em Um Sonho Possível (2009), filme que deu o Oscar para a veterana. De lá para cá, Collins esteve metida em uma furada atrás da outra, com filmes como Padre (2011), Sem Saída (2011), Espelho, Espelho Meu (2012) e Os Instrumentos Mortais (2013). A sorte da menina de 26 anos (e aparência de 15) poderá mudar este ano, com o lançamento do novo filme escrito, dirigido e estrelado pelo veterano Warren Beatty (saindo da aposentadoria) – do qual faz parte do elenco.

Crítica | Simplesmente Acontece

Depois de lançar alguns títulos que nunca chegaram no Brasil, o bom diretor Christian Ditter volta as telonas com um filme que tinha tudo para ser chatinho e bobinho mas, com muita maturidade e desenvolvimento dos personagens, se torna um dos bons filmes desse ano que vão falar sobre a arte do amar. Simplesmente Acontece, baseado no best-seller da irlandesa Cecelia Ahern, que também escreveu P.S Eu Te Amo, promete e certamente vai conquistar o público.

Na trama, conhecemos a jovem Lily Collins, uma menina graciosa que possui uma amizade (quase colorida) com seu vizinho Alex (Sam Claflin). Ao longo do tempo vamos vendo os personagens se desenvolvendo, passando pela adolescência e chegando na fase adulta mas sem nunca terem tido um relacionamento amoroso duradouro. Obviamente há uma atração nítida em cada cena entre os dois pombinhos mas o destino teima em não deixar que essa história de amor se realize por completo. Assim, lutando contra um destino nada promissor, ambos irão enfrentar muitos obstáculos esperando a grande chance de serem felizes.

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Dançando ao som de Beyoncé, pagando micos adolescentes, lutando para não perderem contato, os dois personagens principais irão proporcionar lindas e inspiradoras cenas ao longo do filme. Lily Collins e Sam Claflin, mesmo as vezes faltando um clímax de carisma entre os dois, executam muito bem tudo que seus personagens podem proporcionar. A falta de personagens coadjuvantes de peso, e com certa influência na história, deixa o filme praticamente nas mãos desses dois personagens.

Os encontros e desencontros vão modelando a trama, às vezes os absurdos dos desencontros podem fazer o público se distanciar da trama mas as reversões para os encontros são cheias de charme e carisma enchendo o público de expectativa. Os exageros em forma de clichês que assistimos ao longo dos 102 minutos de fita são deixados para trás, pois a trama é envolvente. Assim como na vida, um filme pode amadurecer ao longo de seus minutos isso certamente acontece com essa simpática história.

O roteiro possui arcos bem definidos. A história se passa ao longo de 12 anos, cobrindo a fase adolescente e adulta dos personagens. O trabalho do diretor Christian Ditter é bastante competente, eleva a qualidade do filme com sua câmera em mãos. Simplesmente Acontece estreia na próxima quinta-feira, dia 05 de março, e deve agradar a adolescentes e adultos.

Crítica | Força Maior

O inimigo é a imagem que temos do herói. O cineasta sueco Ruben Östlund resolve voltar as telonas de todo mundo para contar uma história tensa sobre medos, constrangimentos e uma relação deteriorada por uma ação inconsequente. Com uma trilha sonora moldada a partir de solos intensos de violinos, Força Maior é um daqueles filmes que causam um grande impacto em todos nós durante as duas horas de fita. O diretor, que também assina o roteiro, dá um show atrás das câmeras, a cena da avalanche, epicentro da trama, é simplesmente eletrizante.

Na trama, conhecemos uma família sueca que vai para uma estação de esqui para passar um período de férias. Tudo ia bem até que um dia, almoçando em um restaurante ao ar livre, uma avalanche inesperada surge, dando um grande susto. Na hora em que estava se aproximando o fenômeno natural, o pai pega suas luvas e celular e sai correndo, deixando o restante da família para trás. Agora, a partir desse ato, terá que viver as consequências que impulsionarão brigas e desconfianças com sua mulher.

O sofrimento causado pela inusitada situação é enorme,  atinge todos os membros da família com a mesma intensidade. A mulher, Ebba (Lisa Loven Kongsli), não se conforma que o marido não admita que saiu correndo por medo da avalanche. O homem, Tomas (Johannes Kuhnke), fica constrangido toda vez que o assunto volta a tona em conversas, parece lutar para não admitir sua ação no trauma em que passaram, é uma vítima de seus próprios instintos. Outros casais (e seus outros problemas) vão passeando pela história e os protagonistas precisam segurar seus pensamentos e tentam blindar a família a todo instante. Porém, o assunto da atitude durante a avalanche nunca perde espaço e propaga uma série de reações inesperadas.

O diretor realiza um trabalho muito competente atrás das câmeras. Ajuda a compor várias cenas emblemáticas como: a forçada não troca de olhares no espelho do banheiro, a tentativa de sexo entre o casal de protagonistas visto pelo reflexo de uma janela, entre outras. A capacidade de gerar ao público um raio-x completo sobre os problemas que um relacionamento pode enfrentar é feito com louvor.

O longa-metragem, que figurou entre os melhores filmes do cinema europeu ano passado, chega ao Brasil em março e promete deixar a plateia satisfeita pelo belo trabalho de Östlund e todo o elenco. É um grande filme, sem dúvidas.

Crítica 2 | Birdman Ou (A Inesperada Virtude da Ignorância)

AS VIRTUDES DE UM FILME INESPERADO

 

De tempos em tempos, surgem filmes que chegam a ofender por tantas qualidades. Ousadia formal, elenco com atuações fortes, aspectos técnicos impecáveis, roteiro com diálogos deliciosos e uma história que fala sobre e para o nosso tempo. Assim, Birdman Ou (A Inesperada Virtude da Ignorância) – Birdman Or (The Unexpected Virtue of Ignorance), Oscar de melhor filme, é bastante ofensivo! Alejandro Gonzáles Iñárritu, diretor e roteirista, construiu um filme que reflete muito sobre o que vivemos hoje.

O enredo é simples: Riggan Thomson (Michael Keaton), velho ator de Hollywood, que no passado interpretou icônico super-herói, tenta montar uma peça para provar suas qualidades dramáticas. Birdman pode ser resumido nisso. Ou: ator decadente, neurado por fantasmas do passado, precisa superar as dificuldades de montar uma peça para provar que seu ego tem razão.

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De uma premissa singela, Iñárritu vai colocando em xeque várias questões não só do mundo do cinema e da criação como do nosso cotidiano. Num primeira camada, aparecem basicamente questões do mundo do cinema (e das artes de forma geral); inclusive a questão mais ostensiva do filme: que tipo de cinema a Hollywood vem produzindo? Hoje, adaptações de quadrinhos, livros Best-sellers e refilmagens dominam a indústria. Em tese, é o que vende. O filme enfia o dedo na ferida e coloca, com humor e sagacidade, o dilema de muitos artistas entre produzir algo “pra vender” ou fazer algo “pela arte”.

O filme questiona a qualidade da produção atual. Na primeira cena em que Birdman aparece, ele indaga a plateia sobre nossas preferências. E no diálogo entre Riggan e a crítica Tabitha (Lindsay Duncan) a questão é colocada novamente. Trata-se de algo essencialmente moderna: o desejo do artista de produzir algo que ele considere relevante e que o público gosto. Estamos acostumados a vincular o gosto do público à vulgaridade e o do artista incompreendido à qualidade. E quando digo estamos, incluo parcela da crítica especializada. Infelizmente, é erro comum achar que tudo que sai de Hollywood é lixo e que qualquer filme obscuro é uma grande obra. Através de seus personagens Iñárritu encena não só essa crise como as consequências delas em seus protagonistas.

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Teria sido só por isso que ele venceu? Seria um prêmio uma autocrítica da indústria? Talvez sim, mas Birdman tem méritos demais. Por de trás dos dramas criativos de Riggan, há um ego inflado implorando por reconhecimento. São nos diálogos entre ele e sua filha Sam (Emma Stone) que é exposto o drama de desejar o reconhecimento – algo que qualquer pessoa sente ao postar uma foto nas redes sociais. E é através de Mike (Edward Nortan) e da crítica Tabitha que o lado over da fama e da popularidade é mostrado.

Revirando mais essa busca pelo reconhecimento, chegamos à questão da solidão. Nesse labirinto de imagens que se torna Birdman, parece que seus personagens estão em busca de uma plateia, ou pelo menos, de alguém que curta seus comentários vulgarmente genais. Nenhuma sequencia sintetiza melhor esse dilema entre reconhecimento e solidão quanto a do voo de Riggan. Da sarjeta ao teatro, a sequência faz uma composição lírica e melancólica da solidão e dos delírios que cada um de nós sonha para nosso futuro.

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Chamará atenção do público a estrutura da obra. Birdman foi concebido para ser montado como se a fosse um único plano-sequência. A regra do cinema é que os filmes sejam a colagem de vários fragmentos que foram filmados de diversos pontos de vista. Cada fragmente entre os cortes é um plano. O corte é justamente a passagem de um plano para outro. No plano-sequência, o que vemos na tela foi filmado de uma única vez, sem desligar a câmera. Raríssimos filmes fizeram essa façanha. O feito de Iñárritu e do diretor de fotografia Emmanuel Lubezki é simular um longo plano-sequência.

Além da questão da forma, este plano-sequência traduz a turbulência da vida de Riggan naquelas semanas até a estreia da peça. E como se o cinema prestasse uma homenagem ao teatro, os cortes se escondem para aproximar o cinema da continuidade teatral.

 

Reynaldo Gianecchini mostra bumbum em foto de ‘SOS Mulheres ao Mar 2’

As filmagens de ‘SOS Mulheres ao Mar 2‘ continuam a todo vapor em Cozumel, no México. O ator Reynaldo Gianecchini volta a viver o protagonista masculino, e postou duas fotos do set em seu perfil do Instragam.

Em uma das fotos, Gianecchini aparece com o bumbum todo molhado.

“Por hoje é só. Buenas noches, muchachos e muchachas. Sim, estava com a bunda molhada do mar”, escreveu na rede social.

Confira:

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Giovanna Antonelli, Reynaldo Gianecchini, Thalita Carauta e Fabiula Nascimento retornam para o elenco, e as filmagens já passaram pelo Universal Orlando® Resort.

Assista ao anúncio:

A sequência se passará em Orlando e no México. Cris D’ Amato volta à direção.

No primeiro filme, Adriana (Giovanna Antonelli) está desiludida com o fim de seu casamento, e decide reconquistar o ex-marido Eduardo (Marcelo Airoldi), embarcando no mesmo cruzeiro onde ele está com a nova namorada, uma estrela de novelas. Adriana leva no navio a irmã, Luiza (Fabíula Nascimento) e a empregada, Dialinda (Thalita Carauta). Essas três mulheres acabam descobrindo caminhos novos e surpreendentes para suas vidas.

A estreia é prevista para o final de 2015.

 

Valdomiro e Ferdinando em fotos inéditas de ‘Vai Que Cola – O Filme’

Foram divulgadas fotos inéditas de ‘Vai Que Cola – O Filme’, estampadas pelos queridos Valdomiro (Paulo Gustavo), Ferdinando (Marcus Majella) e elenco.

Confira:

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No longa, Valdomiro (Paulo Gustavo) perde todo seu dinheiro após se envolver em uma falcatrua na empresa da qual era sócio. Para fugir da polícia, o malandro se muda para a pensão de Dona Jô (Catarina Abdalla), onde passa os dias reclamando da nova realidade de entregador de quentinhas. Quando um ex-sócio o procura com um plano para recuperar sua cobertura de frente para o mar, Valdo se vê com a oportunidade de retornar à antiga vida de luxo, mas não esperava ter que carregar toda a turma do subúrbio com ele. Com a pensão interditada pela defesa civil, Dona Jô, Jéssica (Samantha Schmutz), Máicol (Emiliano D’Avila), Ferdinando (Marcus Majella), Seu Wilson (Fernando Caruso), Velna (Fiorella Mattheis) e Terezinha (Cacau Protássio) se mudam com Valdomiro para o amplo apartamento e prometem causar muita confusão no bairro mais caro do país.

Recentemente, o protagonista Paulo Gustavo falou sobre o filme e não economizou nos elogios:

“É uma honra fazer o filme ‘Vai Que Cola’. O programa do Multishow mudou minha vida e tenho certeza que esse filme será outro passo importante. O texto está uma delícia, a produção é incrível e o elenco já virou certamente uma família. Eu me divirto muito fazendo e espero divertir muita gente também. Nos encontramos em breve nos cinemas!”, revelou.

César Rodrigues, que também dirige Paulo Gustavo e elenco na série ‘Vai Que Cola’, do Multishow, fala sobre a expectativa de levar a comédia de maior audiência na TV por assinatura para o cinema:

“O desafio agora é ser fiel ao humor livre, libertário e sem freios. Diversão, alegria e uma boa dose de anarquia é o que vamos imprimir no filme”, garante o diretor.

O elenco conta ainda com Oscar Magrini, Werner Schünemman, Rogério Froes, Márcio Kieling, Flávia Reis, Jonathan Haagensen e participação especial de Kleber Toledo.

A comédia é produzida pela Conspiração Filmes e por Luiz Noronha, com distribuição da H2O Films e estreia marcada para o segundo semestre de 2015.

 

Saiba como ganhar Kits de ‘Kingsman – Serviço Secreto’

O CinePOP disponibilizou dois kits exclusivos de ‘Kingsman: Serviço Secreto‘ (The Secret Service) para um Concurso Cultural.

Para participar é super fácil. Confira abaixo:

Colin Firth, Samuel L. Jackson e Taron Egerton estrelam. Leia nossa crítica.

Featurette de ‘Kingsman: Serviço Secreto’ apresenta James Bond teen

Trata-se do novo filme de Matthew Vaughn (Kick-Ass’), diretor de ‘X-Men: Primeira Classe‘. A história é baseada na HQ escrita por Mark Millar e desenhada por Dave Gibbons.

Kingsman: Serviço Secreto‘ conta a história de uma organização supersecreta que recruta um deselegante mas promissor garoto para o programa de treinamento supercompetitivo da agência justo quando um perverso gênio tecnológico ameaça o planeta.

‘Kingsman: Serviço Secreto’ ganha trailer para maiores

Colin Firth, Samuel L. Jackson e pernas prostéticas em trailer e cartazes de ‘Kingsman: Serviço Secreto’

Os novatos Taron Egerton e  Sophie Cookson vivem os protagonistas. Colin Firth, Michael Caine e Samuel L. Jackson estrelam.

O filme chega ao Brasil hoje, 5 de março de 2015.

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Sigourney Weaver diz que novo ‘Alien‘ vai abrir novos caminhos para a franquia

Sigourney Weaver garantiu que a franquia ‘Alien’ estará em boas mãos com o diretor Neill Blomkamp (‘Distrito 9’, ‘Elysium’).

A atriz, que já teve seu retorno como Ripley confirmado, falou o que esperar da nova sequência em entrevista à Variety, durante a première do novo filme de Blomkamp, ‘Chappie’.

“Eu não consigo pensar em um diretor melhor. Ele é um verdadeiro fã. Eu acredito que ele será fiel ao universo [de ‘Alien’] e vai levá-lo para direções inesperadas. [A nova sequência] Com certeza vai se destacar entre as outras e provavelmente vai abrir novos caminhos [para a franquia] também.”

Weaver disse ainda que o convite para estrelar o novo ‘Alien’ surgiu durante as filmagens de ‘Chappie’.

“De repente, pareceu tão óbvio que o filme aconteceria. Nós mantivemos contato pelo último ano e ele compartilhou imagens conceituais maravilhosas.”

Diretor volta atrás e diz que novo ‘Alien‘ não vai desfazer a franquia

Anteriormente, em entrevista à EW, Blomkamp falou sobre as origens do filme.

“Tem a ver com o fato de ter tido Sigourney em ‘Chappie’ [novo sci-fi de Blomkamp]. Era algo do qual sempre quis fazer parte um dia. Os primeiros dois ‘Alien’ provavelmente são os meus filmes favoritos. E, com o passar dos anos, criei uma história para um filme dentro desse universo. Aí, quando falei com Sigourney sobre a experiência que ela teve fazendo esses filmes, e sobre o que ela achava de Ripley e tudo mais, isso configurou e mudou o filme que eu planejava para algo diferente. Um ano depois, durante a pós-produção de ‘Chappie’, comecei a amadurecer a ideia de um filme incluindo Sigourney. A Fox nunca soube. Eu trabalhava nisso quando eu podia. Quando percebi, eu já tinha esse filme incrível com um monte de artes conceituais e informações, mesmo sem saber se eu o faria ou não”, explicou.

Segundo o Deadline, a produtora Scott Free, de Ridley Scot , vai supervisionar o projeto. O roteiro é do próprio Blomkamp e se passa em um futuro distante, à frente de ‘Prometheus 2‘.

Veja algumas das artes conceituais de Blomkamp, que o fizeram conquistar o trabalho:

Was working on this. Don’t think I am anymore. Love it though. #alien #xenomorph

A photo posted by Brownsnout (@neillblomkamp) on

Wtf? A photo posted by Brownsnout (@neillblomkamp) on

Woulda rocked. Was a mental stroll into the world Ridley Scott created.

Ett foto publicerat av Brownsnout (@neillblomkamp)

#ripley #hicks Фото опубликовано Brownsnout (@neillblomkamp)

#weyland corp

A photo posted by Brownsnout (@neillblomkamp) on

Oh shit A photo posted by Brownsnout (@neillblomkamp) on

And finally, my home desk #xenomorph A photo posted by Brownsnout (@neillblomkamp) on

Awesome Art by Geoffroy Thoorens #hicks

A photo posted by Brownsnout (@neillblomkamp) on

And Doug Williams – maybe I’ll go back to it ….love the world A photo posted by Brownsnout (@neillblomkamp) on

Melhores momentos do novo trailer de ‘Os Vingadores 2’

Caíram na rede (via Screen Crush) os momentos mais incríveis do recém-lançado trailer de ’Vingadores: Era de Ultron’ em forma de gifs.

Entre eles, o surgimento do Visão, a Viúva Negra sendo hipnotizado pela Feiticeira Escalarte, o soco poderoso do Mercúrio no Capitão América e o Hulk destroçando o exército de Ultron.

Confira, junto com o trailer:


“Filmar ‘Os Vingadores 2′ foi um pesadelo”, diz Joss Whedon

O blockbuster chegará aos cinemas nacionais antes de estrear nos EUA. A Marvel Brasil divulgou a nova data de estreia no Brasil: 23 de Abril, uma semana antes do lançamento norte-americano (1º de Maio).

A continuação de ‘Os Vingadores’ será o filme mais longo do universo Marvel. Um recorde já confirmado é o de maior número de efeitos especiais da história do estúdio. Serão 3.000 cenas com efeitos especiais, contra 2.500 cenas de ‘Capitão América: O Soldado Invernal‘ e 2.250 de ‘Guardiões da Galáxia‘.

Em ‘Vingadores: Era de Ultron‘, quando Tony Stark tenta reiniciar um programa de manutenção de paz, as coisas não dão certo e os super-heróis mais poderosos da Terra, incluindo Homem de Ferro, Capitão América, Thor, Hulk, Viúva Negra e Gavião Arqueiro, terão que passar no teste definitivo para salvar o planeta. Com o aparecimento do vilão Ultron, a equipe dos Vingadores tem a missão de neutralizar seus terríveis planos. Alianças complicadas e ação inesperada pavimentam o caminho para uma aventura épica global.

O longa tem roteiro e direção de Joss Whedon.

Produtor de ‘Dredd’ explica o que é preciso para a sequência ser feita

Adi Shankar, produtor de ‘Dredd’, ainda não desistiu de tentar tirar a sequência do filme de 2012 do papel.

Ele postou um vídeo no YouTube em que afirma ter encontrado a fórmula para a realização de ‘Dredd 2’. De acordo com o produtor, é preciso reduzir o orçamento, contratar um diretor mais conhecido que Pete Travis (‘Dredd’) e colocar um grande astro para co-estrelar o filme com Karl Urban.

Assista ao vídeo:

No final do ano passado, Karl Urban deu novos detalhes sobre a possível continuação de ‘Dredd‘ – que, apesar do pífio desempenho nas bilheterias em 2012, pode mesmo ganhar um segundo filme por conta da insistência dos envolvidos com a franquia.

Segundo Urban, o novo longa contará as origens do justiceiro. “Será mais um prelúdio do que uma sequência. Vamos contar uma história de origem, com Dredd caminhando pela terra amaldiçoada para encontrar o primeiro Juiz Chefe, Fargo”, adiantou (via ComicBook).

Nos quadrinhos originais de Dredd, Fargo foi o primeiro Juiz e serviu como molde para os clones de outros juízes, como Joseph Dredd e seu irmão Rico Dredd.

Fargo foi vivido no cinema por Max von Sydow, na adaptação de 1995 com Sylvester Stallone no papel principal.

O grande problema de tirar a sequência do papel é a baixa bilheteria: custou US$ 50 milhões e arrecadou apenas US$ 35 milhões mundialmente. Porém, as vendas em DVD e Blu-Ray pagaram a produção.

Dredd‘ é baseado em uma HQ de William Wisher Jr. e Michael De Luca. A adaptação estrelada por Stallone também foi fracasso de público e crítica, arrecadando apenas US$ 34,6 milhões mundialmente, bem menos que o orçamento do filme que foi de US$ 90 milhões. Porém, com o passar dos anos, se tornou um clássico cult.

Sylvester Stallone aparta briga no set do filme derivado de ‘Rocky’

O clima esquentou nos bastidores de ‘Creed’, filme derivado da franquia ‘Rocky’.

Segundo o tabloide Daily Mail, Sylvester Stallone, o intérprete de Rocky Balboa, foi obrigado a apartar uma briga entre um ator (não identificado) e o boxeador Tony Bellew durante as filmagens.

Não há informações sobre o que teria provocado a briga, mas a polícia foi chamada. Um representante do estúdio afirmou ao TMZ que os dois não chegaram às vias de fato, apesar de testemunhas afirmarem o contrário.

Além de focar na jornada do filho de Apollo Creed, o filme também mostrará Rocky Balboa tendo sua própria batalha – provavelmente contra uma doença.

Leia a sinopse oficial:

Adonis Johnson (Michael B. Jordan) nunca conheceu seu pai famoso, o campeão mundial dos pesos pesados Apollo Creed, que morreu antes de ele nascer. Ainda assim, não há como negar que o boxe está em seu sangue, então Adonis parte para a Filadélfia, local da lendária luta de Apollo Creed com um adversário durão chamado Rocky Balboa.

Uma vez na Cidade do Amor Fraternal, Adonis localiza Rocky e pede para ele ser seu treinador. Apesar de insistir que está fora do universo da luta para sempre, Rocky reconhece em Adonis a força e determinação que viu em Apollo – seu rival feroz que se tornou seu amigo mais próximo. Rocky então concorda em treinar o jovem lutador, mesmo com o ex-campeão lutando contra um adversário mais mortal do que qualquer outro que já enfrentou no ringue.

Com Rocky no canto do ringue, não falta muito para Adonis receber sua própria chance de conseguir o título… mas ele pode desenvolver não só a motivação, mas também o coração de um verdadeiro lutador, a tempo de entrar no ringue?

Tessa Thompson, das séries ‘666 Park Avenue’, ‘Heroes’ e ‘Veronica Mars’, será a protagonista feminina. Os lutadores da vida real Andre Ward e Tony Bellew também estão no elenco. Bellew interpretará Pretty Ricky Porter, principal oponente de Creed; não há detalhes sobre o papel de Ward.

Ryan Coogler, que já trabalhou com Jordan no drama ‘Fruitvale Station’, coescreveu o roteiro de ‘Creed’ e também assumirá a direção.

As filmagens estão acontecendo em Las Vegas e Filadélfia (cidade natal de Rocky).

A Warner Bros. agendou a estreia para o dia 25 de novembro deste ano.

Confira as primeiras fotos do set:

Série baseada em ‘O Pestinha’ escala seu protagonista

O ator mirim Jack Gore (‘The Michael J. Fox Show’) foi escolhido para estrelar o piloto de ‘Problem Child’, série do canal NBC baseada na popular comédia de 1990 ‘O Pestinha’.

Definida como uma comédia familiar, a atração acompanhará o jogo de gato e rato de um casal com sua brilhante, mas endiabrada criança (Gore).

O roteirista Scot Armstrong (‘Se Beber, Não Case! Parte I!’, ‘Starsky & Hutch’) vai adaptar o filme e também assumirá a produção executiva ao lado de Rachel Kaplan e Peter Traugott.

Dirigido por Dennis Dugan, o longa original acompanhou as travessuras de Junior (Michael Oliver), um garoto peralta que atormentou seus pais também em duas sequências, ‘O Pestinha 2 (1991)’ e ‘O Pestinha 3’ (1995), e numa série animada que durou 26 episódios.

Veja Gore contracenando com Michael J. Fox em seu último trabalho na TV:

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Problem Child‘ ainda não tem cronograma definido.

Veja a boa forma da Mulher-Maravilha para ‘Batman e Superman’

Gal Gadot realizou um ensaio fotográfico que mostra sua boa forma para viver a Mulher-Maravilha em ‘Batman e Superman: Alvorecer da Justiça’.

Veja as fotos (via Nana.co.il):

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Filmagens de ‘Mulher-Maravilha’ começam no fim do ano

As filmagens de ’Batman e Superman: Alvorecer da Justiça‘ já estão concluídas, após 203 dias de trabalho. Seu lançamento está marcado para 25 de março de 2016.

‘Batman e Superman’ pode introduzir o Coringa

Robin é mulher em ‘Batman v Superman’ e tem identidade revelada

Em ‘Batman e Superman: Alvorecer da Justiça‘, Ben Affleck será Bruce Wayne/Batman. Jeremy Irons (‘Dezesseis Luas’) viverá o mordomo Alfred. A atriz israelense Gal Gadot, conhecida por interpretar Gisele em ‘Velozes e Furiosos 4, 5 e 6‘, será a Mulher-Maravilha. Ela concorria ao papel com Olga Kurylenko (‘Oblivion’) e Elodie Yung (‘G.I. Joe: Retaliação’). Jesse Eisenberg (‘A Rede Social’) será Lex Luthor. O elenco contará com a volta dos principais astros de ‘O Homem de Aço’: Henry Cavill (Clark Kent), Amy Adams (Lois Lane), Laurence Fishburne (Perry White) e Diane Lane (Martha Kent).

O roteiro foi escrito por Chris Terrio (‘Argo’) com supervisão de  David S. Goyer, que assinou a trilogia ‘Batman’ e ‘O Homem de Aço’. O diretor Zack Snyder retorna.

 

Renascida do Inferno

(The Lazarus Effect)

 The Lazarus Effect<br />
(2015) on IMDb
Elenco:

Olivia Wilde, Sarah Bolger, Mark Duplass, Evan Peters, Donald Glover.

Direção: David Gelb

Gênero: Terror

Duração: 83 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ 3,3 milhões

Estreia: 5 de Março de 2015

Sinopse:

O terrorRenascida do Inferno‘ segue uma equipe de estudantes de pesquisa mapeando o cérebro humano. Quando eles acidentalmente matam uma colega, eles sem querer liberam uma força mortal após reanimá-la. Lutando por suas próprias vidas, a equipe deve impedir que a amiga saia do hospital e coloque a humanidade em perigo.

 

Crítica:

Renascida do Inferno, por Pablo Bazarello (Nota: 4,5)

 

Curiosidades:

» ‘Renascidos do Inferno‘ é produzido por Jason Blum (‘Atividade Paranormal’, ‘Sobrenatural’).

» A bela Olivia Wilde (‘Tron: O Legado’) estrela.

» Sarah Bolger (‘Once Upon a Time’), Mark Duplass (‘The League’), Evan Peters (‘Kick-Ass’) e Donald Glover (‘Community’) completam o elenco. David Gelb dirige.

Trailer:

Cartazes:

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Fotos:

 

 

‘Chappie’: Vídeos e fotos do sci-fi do diretor de ‘Elysium’ mostram robô senciente

Chappie – O Filme‘, próxima ficção científica do diretor Neill Blomkamp (‘Elysium’, ‘Distrito 9’), ganhou dois novos featurettes e imagens de bastidores.

Os vídeos apresentam o robô senciente (que tem a capacidade de sentir) do título, enquanto as fotos mostram a captura de movimentos de Sharlto Copley para o robô.

Hugh Jackman e sua bazuca em comerciais e fotos do sci-fi ‘Chappie’

Hugh Jackman (‘Wolverine: Imortal’), Dev Patel (‘Quem Quer Ser um Milionário?’), Sigourney Weaver (‘Avatar’), Jose Pablo Cantillo (da série ‘The Walking Dead’) e Brandon Auret (‘Elysium’) estrelam.

Toda criança chega ao mundo cercada de esperanças, e com Chappie não é diferente: ele é talentoso, especial e um prodígio. E como qualquer outra criança, Chappie sofrerá a influência daqueles que o cercam – algumas boas, outras ruins – e ele terá que confiar em seu coração e alma para encontrar o seu caminho no mundo e moldar sua própria personalidade. Mas há uma coisa que faz Chappie ser diferente de todos: ele é um robô. O primeiro robô com a capacidade de pensar e sentir por si mesmo. Essa é uma ideia perigosa e desafiadora, que vai fazer com que Chappie enfrente forças poderosas e destrutivas que querem garantir que ele seja o último de sua espécie.

Blomkamp escreveu o filme junto de Terri Tatchell, sua co-roteirista em ‘Distrito 9’.

A Sony Pictures já agendou a estreia de Chappie para 27 de março de 2015 nos EUA, e 16 de Abril no Brasil.

O longa é inspirado no curta-metragem ‘Tetra Vaal’, o primeiro trabalho de Blomkamp como diretor. Com menos de 1 minuto e meio de duração, trata-se de uma propaganda falsa para uma nova força policial robótica criada para o Terceiro Mundo.

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118 Dias

(Rosewater)

 Rosewater (2014) on IMDb
Elenco: Gael García Bernal, Kim Bodnia, Dimitri Leonidas

Direção: Jon Stewart

Gênero: Drama

Duração: 103 min.

Distribuidora: Diamond Filmes

Orçamento: US$ 10 milhões

Estreia: 05 de Março de 2015

Sinopse:

Em junho de 2009, o jornalista iraniano Maziar Bahari retorna para sua cidade natal, Teerã, para entrevistar Mir-Houssen Moussavi, o maior opositor do controverso presidente Mahmoud Ahmadinejad. Quando a reeleição é anunciada, Bahari vai às ruas e se arrisca a filmar as manifestações para a BBC. Mas é preso, interrogado e submetido a torturas por 118 longos dias.

Curiosidades:

» Filme baseado em fatos reais.

» Marca a estreia na direção do apresentador Jon Stewart, que também escreveu o roteiro.

Trailer:

Cartazes:

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Fotos:

 

Cenas inéditas de ‘Os Vingadores 2’ em novos vídeos de bastidores

Depois do recém-lançado trailer, ’Vingadores: Era de Ultron’ teve três novos vídeos de bastidores divulgados.

Os featurettes mostram mais cenas inéditas do filme.

Confira, junto com o último trailer:

“Filmar ‘Os Vingadores 2′ foi um pesadelo”, diz Joss Whedon

O blockbuster chegará aos cinemas nacionais antes de estrear nos EUA. A Marvel Brasil divulgou a nova data de estreia no Brasil: 23 de Abril, uma semana antes do lançamento norte-americano (1º de Maio).

A continuação de ‘Os Vingadores’ será o filme mais longo do universo Marvel. Um recorde já confirmado é o de maior número de efeitos especiais da história do estúdio. Serão 3.000 cenas com efeitos especiais, contra 2.500 cenas de ‘Capitão América: O Soldado Invernal‘ e 2.250 de ‘Guardiões da Galáxia‘.

Em ‘Vingadores: Era de Ultron‘, quando Tony Stark tenta reiniciar um programa de manutenção de paz, as coisas não dão certo e os super-heróis mais poderosos da Terra, incluindo Homem de Ferro, Capitão América, Thor, Hulk, Viúva Negra e Gavião Arqueiro, terão que passar no teste definitivo para salvar o planeta. Com o aparecimento do vilão Ultron, a equipe dos Vingadores tem a missão de neutralizar seus terríveis planos. Alianças complicadas e ação inesperada pavimentam o caminho para uma aventura épica global.

O longa tem roteiro e direção de Joss Whedon.

Carros voadores em prévia estendida de ‘Velozes e Furiosos 7’

Foi divulgado um novo e estendido comercial de ‘Velozes e Furiosos 7‘ (Furious 7), estrelado por Vin Diesel e Paul Walker.

Assista, com os anteriores:

Dirigido por James Wan, de ‘Jogos Mortais‘ e ‘Invocação do Mal‘, ‘Velozes e Furiosos 7′ é uma das mais esperadas estreias do ano, além de ser o último filme de Paul Walker, que morreu na época das filmagens. Para dar prosseguimento às gravações, paralisadas durante quatro meses, o ator foi substituído por seus irmãos Caleb e Coby Walker nas últimas cenas. O filme tem roteiro assinado por Chris Morgan e Gary Scott Thompson.

Franquia ‘Velozes e Furiosos’ terá no mínimo mais três filmes

Os produtores revelaram que a franquia irá continuar, mesmo após a morte de Paul Walker.

“É uma franquia em crescimento. Veremos o que acontece depois de ‘Velozes 7’, obviamente, mas a bilheteria [dos filmes] tem crescido ao longo dos últimos três ou quatro filmes, e particularmente no mercado internacional. Então nós achamos que há mais para explorar. Mas, claro, vamos ficar muito atentos para não cansar [o público].”, revelou a presidente do estúdio Universal, Donna Langley.

Justin Lin, que dirigiu quatro filmes da série ‘Velozes e Furiosos’ mas abdicou do cargo no sétimo, pode retornar para comandar a conclusão da franquia.

A Universal iniciou negociações com o cineasta para assumir as últimas partes da série, que serão rodadas simultaneamente – seguindo o padrão de blockbusters como ‘Harry Potter‘, ‘Crepúsculo‘, ‘Jogos Vorazes‘ e o vindouro ‘Vingadores: Guerra Infinita‘. Lin só deve fechar contrato, porém, depois de dirigir os primeiros dois episódios da segunda temporada de ‘True Detective‘.

A reportagem diz ainda que o final da saga de Dominic Toretto (Vin Diesel) e companhia ganhará “múltiplos filmes” – provavelmente a nova trilogia citada pela presidente da Universal.

Depois de dirigir ‘Velozes e Furiosos 6‘ em 2013, Lin foi substituído por James Wan (‘Invocação do Mal’) em ‘Velozes e Furiosos 7’; ele, por sua vez, também vai abandonar a franquia de ação para voltar ao comando de sua própria série – dirigindo a sequência de ‘Invocação do Mal’.

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Ridley Scott vai produzir adaptação da série literária ‘Flashman’

A Fox está desenvolvendo um filme baseado na série de livros ‘Flashman’ em parceria com a Scott Free, produtora de Ridley Scott. As informações são da Variety.

Escrita por George MacDonald Fraser, a franquia literária começou a ser publicada em 1969 e gira em torno das memórias de Sir Harry Paget Flashman, fictício capitão do exército e anti-herói que foge do perigo, mas na maioria das vezes acaba sendo aclamado como um herói.

Na época do lançamento do romance, muitos chegaram a acreditar que as histórias do personagem de época, que se passam entre os anos 1830 e 1840, eram verdadeiras.

Flashman já foi interpretado no cinema por Malcolm McDowell em ‘O Heróico Covarde’ (1975). O personagem rendeu 12 publicações.

Peter Chernin e Daria Cercek vão auxiliar Scott na produção desta nova versão cinematográfica.

Não há cronograma definido para o projeto.