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Libertem Angela Davis

(Free Angela)

 

Elenco: Angela Davis, Eisa Davis

Direção: Shola Lynch

Gênero: Documentário

Duração: 102 min.

Distribuidora: Imovision

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 2 de Outubro de 2014

Sinopse: 

A vida da professora universitária Angela Davis, e como seu ativismo social implicou na fracassada tentativa de sequestro que terminou em troca de tiros, quatro mortos e seu nome na lista dos 10 mais procurados do FBI. Tornando-se a mulher mais procurada dos EUA, símbolo de luta pelos direitos dos negros e das mulheres.

Curiosidades: 

» Coproduzido por Estados Unidos e França.

» Levou oito anos para ser finalizado.

» Angela Davis aparece no longa junto com sua sobrinha, Eisa Davis, que faz a versão jovem da militante.

» Participou da competição oficial dos festivais de Toronto, Londres e Estocolmo.

 

Trailer:

Cartazes: 

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Uma Viagem Extraordinária

(L’extravagant voyage du jeune et prodigieux T.S. Spivet)

 

Elenco:

Helena Bonham Carter, Robert Maillet e Callum Keith

Direção: Jean-Pierre Jeunet

Gênero: Aventura

Duração: 105 minutos

Distribuidora: California

Orçamento: US$ 33 mil

Estreia: 6 de Novembro de 2014

Sinopse:

T.S. Spivet, vive num rancho isolado de Montana. Garoto superdotado e apaixonado por ciência, ele inventou a máquina de movimento perpétuo, o que o fez receber um prêmio muito prestigioso. Sem dizer nada à família, ele parte, sozinho, para buscar sua recompensa e atravessa os EUA num trem de mercadorias. Mas ninguém imagina que o feliz premiado só tem dez anos e carrega um segredo tão pesado…

Crítica em vídeo:

Curiosidades:

» Baseado no best-seller ‘O Mundo Explicado por T. S. Spivet‘.

» Novo filme do diretor dos sucessos ‘O Fabuloso Destino de Amélie Poulain’ e ‘Alien – A Ressurreição’.

» Primeiro trabalho em 3D de Jean-Pierre Jeunet.

 

Trailer:

Cartazes:

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Fotos:

 

O Casamento de Gorete

(O Casamento de Gorete)

 

Elenco: 

Rodrigo Sant’Anna, Tadeu Melo, Ataíde Arcoverde, Tonico Pereira, Leticia Spiller.

Direção: Paulo Vespúcio Garcia

Gênero: Comédia

Duração: 93 min.

Distribuidora: Europa Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 27 de Novembro de 2014

Sinopse:

Gorete, é uma popular apresentadora de rádio, que recebe uma herança de seu pai, há anos ausente em sua vida, porém para receber tal herança, surge a condição de casar-se. Para isso, Gorete e suas duas melhores amigas: Domitila e Marivalda, preparam um torneio para achar o par ideal, por outro lado Gorete nunca conseguiu esquecer o grande amor de sua juventude.

Curiosidades:

» —

Crítica em vídeo:

Trailer:

Cartazes:

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Fotos:

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Crítica | Cássia Eller (2)

Os discos jogados num quarto repleto de quadros e violões, ah… e aquele all star azul ao lado do de cano alto. Como um furacão de emoções, dramas e muita verdade, que promete emocionar a todos, chega aos cinemas brasileiros nesta semana o espetacular documentário Cássia Eller. Dirigido pelo excelente diretor Paulo Henrique Fontenelle, que a cada novo projeto vem brindando os cinéfilos com trabalhos fabulosos (como foi em Dossiê Jango), tentamos decifrar os segredos e a timidez de uma artista que marcou seu nome na história não só pela música mas nas conquistas importantes que conquistou, também quando se foi. O filme é pura emoção e bate aquela vontade de bater palmas de pé quando já emocionados vemos as letrinhas dos créditos subirem.

Nesse projeto 100% nacional, acompanhamos em pouco mais de 110 minutos de fita, toda a história que cercou o nascimento de uma lenda da música popular brasileira. Filha de um paraquedista e uma dona de casa, Cássia usava a música como uma intensa fuga para sua timidez. Com um alcance vocal único e com uma força enorme quando estava no palco, a protagonista deste documentário, que não deixa de ser uma linda homenagem a essa baita mulher, aos poucos foi se tornando uma bomba relógio de emoções.

Como todo bom documentário, todas as verdades são ditas e apresentadas, deixando o próprio público tirar suas conclusões sobre os fatos. Os vícios de drogas também não são escondidos, acompanhamos todos os dramas por conta de tratamentos, problemas amorosos, estresses e abstinências. Cássia teve uma vida intensa, não temos dúvida. Com o sucesso batendo na porta a todo instante, seu jeito simples e a falta de estrutura emoção para lidar com a fama aos poucos vão incomodando a cantora que sempre contava com todos os amigos nessa hora.

A amizade entre Cassia e Nando Reis gera os mais emocionantes depoimentos que vemos na tela. É como se a menina tímida ainda estivesse aqui entre nós, tamanha a força que marcou sua presença durante suas décadas neste país. Percebemos o carinho que todos que conheciam Cássia tinham por ela. Sua relação com a eterna Maria Eugênia e com o filho Chicão mostram um lado doce que transformam o furacão Cássia em uma ventania poética de felicidade. E sobre sua família, falamos da conquista que conseguiu quando seu filho teve a guarda dada a mulher que sempre amou. Uma vitória inédita para o amor.

De Nirvana à Piaf. De Buarque ao blues. Um alcance vocal único. Um ícone da música brasileira. Música é uma coisa bela que toca lá dentro. E não temos dúvidas de que Cássia cumpriu seu objetivo, tocou profundamente e se tornou inesquecível em nossos corações.

 

A Mulher de Preto 2: O Anjo da Morte

(The Woman In Black: Angel Of Death)

 

Elenco: Helen McCrory, Jeremy Irvine, Leilah de Meza, Phoebe Fox, Leanne Best, Oaklee Pendergast, Ned Dennehy, Adrian Rawlins.

Direção: Tom Harper

Gênero: Terror

Duração: 98 min.

Distribuidora: Diamond Films

Orçamento: US$ 20 milhões

Estreia: 29 de Janeiro de 2015

Sinopse:

A história da sequência se passa 40 anos após os acontecimentos do original, com outro protagonista. Em ‘A Mulher de Preto 2‘, a mansão Eel Marsh foi transformada em um hospício, durante a Segunda Guerra Mundial. A chegada dos soldados perturbados despertam a sombria moradora da casa. Eve, uma bela e jovem enfermeira, começa a tratar os pacientes, mas logo percebe que algo sobrenatural está ameaçando seu trabalho e todos os que habitam o local: a Mulher de Preto. Ela inicia uma batalha para salvar seus pacientes e a si mesma.

 

Crítica:

Crítica | A Mulher de Preto 2: O Anjo da Morte, por  (Nota: 2,0)

 

Curiosidades:

» O pouco conhecido Tom Harper (da série ‘Misfits’) dirige. O roteiro é escrito por Jon Croker.

» Daniel Radcliffe foi convidado para uma pequena participação. Não foi revelado como seu personagem irá retornar.

» ‘A Mulher de Preto‘ arrecadou US$ 112 milhões mundialmente.

Trailer:

Cartazes:

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Fotos:

 

 

O Grande Hotel Budapeste

(The Grand Budapest Hotel)

 

Elenco:

Ralph Fiennes, F. Murray Abraham, Mathieu Amalric, Adrien Brody, Willem Dafoe, Jeff Goldblum, Harvey Keitel, Jude Law, Bill Murray, Edward Norton, Saoirse Ronan, Jason Schwartzman, Tilda Swinton, Tom Wilkinson, Owen Wilson e Tony Revolori, Léa Seydoux.

Direção: Wes Anderson

Gênero:  Comédia

Duração: 100 min.

Distribuidora: Fox Film

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 3 de Julho de 2014 (relançamento: 29 de Janeiro de 2015)

Sinopse:

A história se passará no O Grande Hotel Budapeste, na Europa, e acompanha o concierge do famoso hotel ao longo do período de duas grandes guerras que assolaram o país, e sua amizade com um jovem empregado que se torna seu protegido. Ao longo do período vemos a batalha por uma fortuna de família, o roubo e a recuperação de uma pintura renascentista inestimável e súbitas mudanças que atingiram a Europa durante a primeira metade do século 20.

Crítica:

O Grande Hotel Budapeste, por Pablo Bazarello (Nota: 10,0)

 

Curiosidades:

» ‘O Grande Hotel Budapeste‘ corria por fora entre os favoritos ao Oscar 2015, até surpreender a todos e abocanhar o prêmio de Melhor Filme de Comédia ou Musical, no Globo de Ouro 2015. Com a moral em alta e nove indicações ao Oscar, incluindo melhor filme, a Fox Film anunciou que irá relançar ‘O Grande Hotel Budapeste‘ nos cinemas nacionais a partir do dia 29 de janeiro. Originalmente, o filme havia ganhado as telas brasileiras dia 3 de Julho de 2014.

» ‘O Grande Hotel Budapeste‘ (The Grand Budapest Hotel), novo filme de Wes Anderson (‘Moonrise Kingdom’), estreou nos EUA batendo recorde de maior bilheteria para um lançamento em circuito limitado: em apenas quatro salas, arrecadou mais de US$ 800 mil em seu primeiro final de semana, média de US$ 200 mil por sala. Trata-se da maior média da história do cinema norte-americano. O recorde anterior pertencia ao premiado ‘O Mestre‘, que arrecadou US$ 736 mil em quatro salas quando foi lançado em 2012.

 

Trailer:

Cartazes:

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Fotos:

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Crítica | A Entrevista

Polêmico para alguns, tolo para outros

Após o anúncio do que se tratava a nova produção da dupla Evan Goldberg e Seth Rogen, onde dois jornalistas armaram um plano para assassinar o presidente/ditador da Coreia do Norte, muitos, inclusive o próprio Kim Jong-un, não estava de acordo com o lançamento do filme. E, mesmo diante de toda crítica, a Sony Pictures resolveu comprar a briga e disse que, sim, distribuiria o longa mundialmente. No entanto, semanas depois, um grupo terrorista de hackers norte-coreanos ameaçou e chegou a invadir dados preciosos da empresa, causando assim o cancelamento imediato da estreia.

Em contrapartida, profissionais de marketing e produtores indagaram se esse tipo de censura era algo realmente necessário, já que isto poderia causar um precedente ainda maior – ora, jamais poderiam realizar novamente esse estilo de humor em qualquer outro país. Isso causou uma euforia imensa não só por parte dos produtores, mas também pelo público que estava louco querendo saber o que diabos havia de tão pesado no material.

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Pouco tempo depois, perto do Natal, a Sony resolveu disponibilizar o filme (no caso, vendê-lo) online em streaming/download, logo este vazou e o boca-a-boca se espalhou. Resultado, hoje ele é o lançamento digital mais lucrativo da história de Hollywood. E mais: a companhia voltou atrás e o longa acabou sendo distribuído em vários país, chegando com mais notoriedade e tendo uma repercussão deveras calorosa.

Mas, enfim, o tal A Entrevista é tudo isso que falam? Será tão agressivo e satírico, politicamente crítico e digno de todo esse bafafá? Para alguns, como as vítimas, sim, para outros, talvez, para a maioria, certamente não. Analisando de forma rasteira, o filme é novamente um apanhado de piadas de Seth Rogen e Cia, recheado de assuntos da cultura pop – quase um pastelão de O Senhor dos Anéis – e detentor de algumas doses de humor negro, algo que o ator, roteirista e diretor canadense geralmente faz, a diferença é que dessa vez mexeram num vespeiro – ou com um povo que gosta de criar caso.

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Ao lado do intrépido James Franco – com quem já fez parceria em vários outros títulos como É o Fim (2013), O Besouro Verde (2011), Segurando as Pontas (2008) e Ligeiramente Grávidos (2007) -, Rogen segue o seu habitual caráter, com piadas surrealmente descoladas ou deslocadas, que beiram o ridículo. É daquele tipo de humor ame ou deteste. Parte do público acha as gags do sujeito tão absurdas que se divertem com o jeitão nerd-canastra; a outra parte considera as tiradas absolutamente tolas e enfadonhas, até de mau gosto. Particularmente gosto do comediante, principalmente em seus trabalhos com o cineasta Judd Apatow. Logo, se não vai com a cara dele, aconselho passar longe daqui.

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Como produto, é algo que até vale a pena ser conferido, já que, além de toda polêmica, o filme possui momentos interessantes, como uma visão mais séria que traz versões de ambas as partes da realidade social contemporânea; a hipocrisia e falácia dos dois lados em determinadas situações; as inúmeras referencias à obras de várias mídia e andamentos um tanto cômicos envolvendo o zoado Kim Jong-un. O maior problema de A Entrevista é o seu tamanho. Com quase duas horas de duração e enormes barrigas no segundo e terceiro ato, o longa acaba ficando aborrecido e deixando o público impaciente. Mas, enfim, desapontando ou não as expectativas, Seth Rogen deu o que falar com este peculiar trabalho.

Crítica | Cássia Eller

O encontro da poesia com o escarnio

Estranho seria se eu não me apaixonasse por você…” Este trecho da canção All Star, de Nando Reis, sintetiza bem a impressão que geralmente as pessoas tinham quando conheciam Cássia Eller, como figura e cantora. Reis, não por acaso, a compôs pensando nela, num período que passou produzindo um de seus discos. O ex-integrante dos Titãs, na verdade, estava muito próximo da interprete e pôde absorver toda força artística e humana emanada ali – que era tátil tanto para a crítica, quanto pelo público. De modo que, cerca de treze anos após nos deixar, sua obra está mais viva do que nunca e é felizmente cultuada pelas mais variadas tribos. Ainda que os mais novos notem só a primeira camada punk.

Foi talvez pensando nessa pujança que o infalível Paulo Henrique Fontenelle – dos ótimos Loki – Arnaldo Baptista (2008) e Dossiê Jango (2012) – resolveu resgatar tal impressionante trajetória e mostrar para nova era digital quem foi a fenomenal Cássia Eller. Também seguindo a ótima safra nacional de documentários musicais, o caso dos recentes Raul – O Início, o Fim e o Meio (2012) e A Música Segundo Tom Jobim (2012), registros que não são apenas valiosos dentro de critérios informativos, mas cinematograficamente importantes.

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Mesmo introduzindo algumas trucagens visuais, como grifes de textos, molduras e símbolos, que esteticamente enriquecem a fita, Fontenelle prefere contar a história da roqueira carioca num formato linear, que pode soar convencional à primeira vista. No entanto, com o caminhar da trama, percebemos as sutilizas que estão impressas no documentário. Como a narração de antigos escritos ou exposição de fotos e vídeos da cantora, passados de maneira inimista, embalados por canções mais suaves.

O documentarista também conseguiu reunir um grande leque de personalidades que fizeram parte, direta ou indiretamente, da vida de Cassia. De produtores e músicos a amigos e familiares. E não é embuste dizer que cada depoimento, carinhoso ou não, possui função concisa para que entendamos a figura estudada. Por exemplo, vemos em Maria Eugênia uma visão mais humana e pessoal da interprete; já Zélia Duncan tem papel fundamental no que se refere a comentar sobre o estilo agressivo e a importância artística dela, como mulher, para a música; Nando Reis, num momento muito particular, além de expressar sua grande admiração, fala a respeito da relação de ensaios e feições mais técnicas que eram notavelmente singulares.

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Acima de tudo, Paulo Henrique Fontenelle faz aqui o trabalho mais apaixonado de sua carreira. Algo que, assim como O Equilibrista (2008), transcende a mídia documental, por enxergar a arte de modo sensorial. Por imprimir em tela a verdadeira essência de seu protagonista – no caso a inesquecível Cássia Eller, que carregava na alma e na voz a revolta e explosão do Rock, a beleza e sutileza da MPB e a elegância e estética do Blues. Em suma, é um belo filme que não desperdiça momentos e cumpre perfeitamente o seu propósito.

Crítica | A Mulher de Preto 2: O Anjo da Morte

Que saudade do “Harry Potter”

A Mulher de Preto 2 marca o novo lançamento do estúdio inglês Hammer, responsável por sucessos cult na década de 1970, como os filmes de Drácula, protagonizados por Christopher Lee. Sequência do filme de 2012, que tinha Daniel Radcliffe (o eterno Harry Potter) em seu primeiro trabalho após o término da multimilionária franquia da Warner. Os holofotes estavam voltados para ele, e o jovem optou por um terror gótico no qual pôde interpretar talvez seu papel mais adulto até hoje, o de um pai viúvo.

Sem Radcliffe, ou uma razão para existir, a continuação se passa quarenta anos depois dos eventos do original. O filme também marca a primeira sequência produzida pela Hammer desde 1974. Desta vez, a trama ocorre durante a Segunda Guerra Mundial, e a assombrada mansão é novamente o cenário aonde a história irá se desenrolar, servindo de abrigo para um grupo de crianças, e alguns adultos, se refugiarem durante o conflito.

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Fugindo de uma Londres devastada para o interior, o comboio permanecerá no local por tempo indeterminado até que a situação tenha um desfecho. A ideia do terror da Guerra contrastando com o terror de assombrações é interessante por si só, infelizmente a obra não faz nada com ela além de elaborar seu conceito. Este é um filme de fantasmas genérico, que aposta em sustos fáceis, no qual coisas pulam do escuro cronometradas com som alto.

Sem qualquer graça, A Mulher de Preto 2 não pode ser usado nem como prazer culposo, daqueles que conseguimos extrair ao menos risadas involuntárias. Substituindo Radcliffe, temos a nova protagonista Eve (Phoebe Fox), a encarregada de cuidar das crianças. A jovem enfrentará um desafio maior do que espera quando se deparar com a entidade do título, um espírito extremamente vingativo.

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Ao escrever este texto, luto verdadeiramente buscando alguma memória do filme, me certificando que realmente o assisti e que meu corpo estava presente na sala durante a exibição. Talvez esteja sendo muito duro comigo mesmo, e a culpa não seja minha. Talvez seja culpa de mais um produto planejado como caça-níquel rápido, que promete dar a uma fatia específica do público exatamente o que ele quer (ou ao menos pensa).

O problema é que mesmo eles saberão estar sendo enganados, e que conseguem algo muito melhor dentro do subgênero. Para não dizer que falta qualquer qualidade aqui, a direção de arte é interessante. A fotografia, porém, muito escura.

Crítica | Caminhos da Floresta

Depois dos chatíssimos Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas (2011) e Nine (2009), o diretor indicado ao Oscar pelo espetacular Chicago, Rob Marshall volta as telonas para apresentar seu mais novo musical Caminhos da Floresta. Com a “Pelé” das atrizes no elenco (Meryl Streep), Marshall tenta recriar no cinema um sucesso do teatro, uma história que é uma releitura de várias histórias infantis, porém, o roteiro peca demais na hora de tentar encontrar um clímax que nunca chega. Com longos números musicais, cansativos 125 minutos de projeção e uma história que deixa muito a desejar (pelo menos da maneira como foi contada no cinema), Caminhos da Floresta não cumpre o que promete.

Na trama, acompanhamos a vida de um casal, interpretados por Emily Blunt e James Corden, que sonham em ter filhos. Certo dia, descobrem que possuem uma maldição executada por uma vizinha bruxa (Streep). Para acabar com esse feitiço, precisam reunir uma série de estranhos elementos , e assim a história desses humildes personagens começa a se entrelaçar com personagens de contos de fadas como a Cinderela (Anna Kendrick), a Chapeuzinho Vermelho, João e o Pé de Feijão e Rapunzel.

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Esse novo musical de Marshall tenta crescer e chamar a atenção do espectador nos tons cômicos dos personagens, que são acompanhados por diálogos cantados cheios de elementos místicos. Nessa hora, o bom elenco segura a história. Emily Blunt e Meryl Streep se destacam, a primeira sempre muito segura em seus papeis e ainda possui o charme do sotaque britânico, já a segunda…bem, o que falar de Streep? Se doa ao personagem ao extremo, é a melhor atriz em atividade, mesmo que suas indicações a prêmios importantes do cinema por sua atuação neste filme tenham sido deveras forçadas. Outras atrizes se destacaram mais neste ano do que a nossa querida Meryl.

Caminhos da Floresta não empolga em instante algum. Por mais que conte com boas, e algumas hilárias, atuações em competentes números musicais, navega por mares já descobertos que fazem parte do imaginário de muitos de nós. Para ser impactante e chamar a atenção, precisaria de muita criatividade na modelagem dessa ideia. Infelizmente, em seu resultado final,  não acrescenta nada além do que já vimos em tentativas de novas roupagens para histórias conhecidas. Falta dinamismo coerente ao roteiro assinado por James Lapine, parece que as peças estão fora do lugar o tempo todo.

Crítica | Birdman Ou (A Inesperada Virtude da Ignorância)

A vida não passa de uma sombra nômade para os que necessitam de algum gesto de reconhecimento. Estimado em US$ 22 milhões, o novo e inovador projeto do cineasta mexicano Alejandro González Iñárritu é uma crítica à uma sociedade que necessita dos aplausos e deseja algum dia se tornar um viral da tecnologia.

‘Birdman’ vence prêmio e sai na frente na corrida pelo Oscar

Em Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância)’, somos apresentados a um ator, interpretado de maneira brilhante por Michael Keaton, que confunde amor com admiração e que se encontra em uma semi-realidade nada confiante. Nos bastidores de uma peça na Broadway o filme vai ganhando ritmo, tendo por base um roteiro inteligente e dinâmico. Vai papar muitos prêmios e deve premiar merecidamente Keaton com seu primeiro Oscar.

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Na trama, conhecemos Riggan (Keaton), um ator famoso nos 90 por interpretar um super-herói que agora, já em decadência, resolve montar uma peça teatral na Broadway em busca de recuperar prestígio e ter o talento reconhecido. O problema é que precisará combater os egos dos outros artistas, resolver problemas familiares e se livrar de uma voz estranha que conversa com ele a todo instante.

As complexas emoções por trás dos artistas que vivem para seu trabalho é muito bem caracterizada, elevando a fita. As subtramas ganham espaço louvável sob as lentes de Iñárritu. A relação do personagem principal com sua filha é muito bem encaixada, conseguimos entender toda a profundidade e mágoas dessa relação. Emma Stone e Michael Keaton executam profundos e divertidos diálogos a todo instante. O ótimo Edward Norton quase rouba a cena, com seu personagem explodindo em um complexo de emoções dentro e fora dos palcos, mas o filme é de Keaton.

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Com uma trilha sonora envolvente, assinada por Antonio Sanchez, o filme é moldado perfeitamente em torno do protagonista. Michael Keaton dá quase um show, exalando empatia a cada segundo, ele faz o espectador gargalhar, voa, e consegue uma interpretação que é uma das grandes de sua vasta carreira. Seu personagem cresce ao lado dos outros ótimos Edward Norton, Emma Stone, Naomi Watts e Zach Galifianakis, transformando Birdman em um filme bastante peculiar que merece ser visto por todo mundo que ama cinema.

 

Crítica | A Teoria de Tudo

O universo tem o tamanho do nosso mundo. Que tamanho tem o nosso mundo? Tem o tamanho dos nossos sonhos. Depois de dirigir alguns trabalhos pouco vistos aqui no Brasil, como o excelente documentário O Equilibrista, o diretor made in “terra da Rainha” James Marsh topou o maior desafio de sua carreira, contar uma parte da vida do mundialmente famoso cosmólogo e físico britânico Stephen Hawking. Totalmente baseado no livro escrito pela primeira esposa de Stephen , Jane Hawking, Travelling to Infinity: My Life with Stephen, o roteiro do filme tem a assinatura de Anthony McCarten e deve emocionar a muitos cinéfilos mundo à fora, principalmente pelas espetaculares atuações de Eddie Redmayne e Felicity Jones, ambos, cotadíssimos para o próximo Oscar.

Na trama, conhecemos já na fase do doutorado o brilhante estudante Stephen Hawking (Eddie Redmayne), um homem pacato, com um senso de humor afiado, que adora leitura sobre xadrez e ouvir música clássica. Certo dia, em uma comemoração na faculdade que estudava, conhece a bela Jane (Felicity Jones), uma estudante por quem se apaixona intensamente. Tudo ia bem na vida do jovem casal até que Hawking é diagnosticado com uma rara doença do Neurônio Motor que o faz ao longo de um curto período perder todos os movimentos do corpo, até a fala. Assim, combatendo todo tipo de limitação, a brilhante mente irá provar que o viver é um dos grandes mistérios do universo.

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Que tamanho tem o universo? Hawking se dedicou durante anos em sua famosa teoria sobre os buracos negros, sua família, seus amigos e todos que estiveram por perto tiveram influência nessa grande descoberta. O longa-metragem mostra bem toda essa relação, que começa em casa , com os grandes cuidados que Jane tinha com ele, depois acompanhamos melhor sua relação com seus pais que sempre estavam com um pé atrás parecendo estar preparados sempre para o pior, as inúmeras idas a sua faculdade para debates, teses e aulas com outros renomados cientistas. A Teoria de Tudo consegue, ao longo dos 123 minutos de fita, apresentar ao público um leque de argumentos que preencheram a personalidade desse notório ser humano. Bravo!

Quando o filme entra a fundo nos contornos e dramas familiares, além das dificuldades que, principalmente, Jane passa com 3 filhos e um marido com problemas motores, a qualidade da fita eleva-se de uma maneira que comove. Os responsáveis por isso são Eddie Redmayne e Felicity Jones. O primeiro mostra uma dedicação de Pacino para um papel extremamente difícil que requer muito esforço do ator, merece ser indicado ao Oscar por esse papel, absurdamente detalhista para que tudo saísse o mais perfeito possível, uma impressionante atuação. Já a segunda, consegue transmitir uma força emocional gigantesca com sua personagem, na expressão, na fala mansa, nos gestos, no olhar. Faz com que o público julgue sua personagem, apresenta Jane Hawking com uma transparência tão verdadeira que sofremos junto com ela em cada cena difícil. Felicity Jones tem um real chance de ser a ganhadora do próxima Oscar de melhor atriz.

A Teoria de Tudo estreia dia 22 de janeiro de 2015 e vai se tornar um filme inesquecível para muita gente, tem o poder da física e da emoção em uma equação que você não pode deixar de tentar decifrar! Bravo!

Crítica | O Grande Hotel Budapeste

Wes Anderson entrega seu filme mais abrangente e Ralph Fiennes brilha na pele de um protagonista raro

Meia Noite em Paris é o maior sucesso financeiro da carreira de Woody Allen, um cineasta que de outra forma se restringe ao seu público cativo. Em entrevista para o documentário sobre o diretor, o protagonista da obra, Owen Wilson, brincou dizendo que de uma hora para outra Allen havia se tornado Michael Bay. Meia Noite em Paris arrecadou mais de US$ 56 milhões de dólares somente nos EUA e mais de US$ 151 milhões ao redor do mundo, o que para os parâmetros de seus filmes (que muitas vezes não ultrapassam os US$ 5 milhões em bilheterias) sem dúvidas é uma explosão.

Isso significa que muito mais pessoas foram assistir ao filme, do que normalmente iriam a uma produção do diretor. O fato tornou a obra a mais abrangente da carreira de Allen. O filme para os que não conhecem, ou particularmente gostam do diretor, iniciarem-se em seu universo. O mesmo ocorre aqui, com O Grande Hotel Budapeste, novo filme do peculiar cineasta independente americano, Wes Anderson. Como o autoral Allen, os filmes de Anderson talvez não sejam para todos os gostos, mas são uma aula de cinema de autor.

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As obras de Anderson são estranhas, apresentam personagens extremamente excêntricos (porém muito identificáveis), uma cenografia teatral (que inclui figurinos chamativos e uma direção de arte propositalmente artificial e encantadora) e principalmente um humor tão seco, que ficamos muitas vezes sem saber se devemos rir ou não. Seus filmes talvez sejam também os menos manipulativos do cinema americano atual, no sentido de que além de não nos dar a deixa de que emoções sentir em determinadas cenas, ainda nos ludibria invertendo as emoções certas para momentos exatos.

O Grande Hotel Budapeste é o filme independente mais rentável de 2014 e o mais rentável da carreira de Anderson. Funciona, assim como Meia Noite em Paris, para os não escolados adentrarem o mundo da mente criativa do diretor. Apesar de utilizar de todos os elementos recorrentes de seus filmes anteriores, sua nova produção é, assim como a de Allen, um filme mágico, que nos transporta para um tempo específico e nostálgico. Talvez o motivo do sucesso de ambas as produções seja um desejo inerte e inerente de uma fatia do público de que as coisas voltassem a ser como antigamente.

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E como precisamos de cineastas como Anderson e Allen, e filmes como Meia Noite em Paris e O Grande Hotel Budapeste. Numa era na qual as produções mais barulhentas ditam regra, é muito bom termos um tipo de cinema mais calmo, onde podemos realmente apreciar uma obra de arte. Anderson também utiliza muitos efeitos visuais, mas em seu caso, todos usados a favor da trama, sem “serem a trama”. O novo exemplar de Anderson nos é contado através de três períodos de tempo distintos. Começa nos anos 1980, com a introdução de Tom Wilkinson, que abre e fecha o filme.

Em sua versão jovem, vivido por Jude Law, ele relata em um livro seu encontro com o então dono do grande hotel localizado na fictícia República de Zubrowka, Zero Moustafa (papel de F. Murray Abraham), durante a década de 1960. Voltando ainda mais no tempo, para os anos 1930, o respeitável Senhor conta para o jornalista sua formação de cavalheiro e na arte da hotelaria, provida pelo honorável M. Gustav, papel de Ralph Fiennes. O protagonista é o devoto concierge do Budapeste Hotel, e leva seu trabalho estritamente a sério.

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Sob sua tutela, o jovem Zero (vivido pelo estreante Tony Revolori), então um lobby boy, aprende muito mais do que o ofício. Gustav é um homem perdido fora de seu tempo, mesmo para a época, e a definição da palavra dignidade. Seu único defeito parece ser o gosto peculiar por velhotas endinheiradas, cujo afeto é recompensado de grande forma financeira. Quando uma de suas amantes, interpretada por Tilda Swinton, falece, uma obra de arte valiosa é deixada para ele. Logo, a suspeita de assassinato é trazida pelo filho da mulher, papel de Adrien Brody, e Gustav é agora um fugitivo da lei.

O Grande Hotel Budapeste é muitos filmes em um só, mas aqui isso é uma coisa boa. O fato apenas dificulta qualquer tipo de sinopse, o que se torna mais um ponto favorável para a produção. Existem diversas subtramas e como de costume muitos personagens, interpretados por rostos muito conhecidos, se amontoam na tela. Anderson abre seu leque sem nunca se afastar do tema central, a importância e valorização dos costumes. A atenção prestada pelo protagonista às pequenas coisas reflete o cineasta, que se importa com cada pequeno detalhe do que compõe suas obras.

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Esse é um texto que poderia ter pelo menos três páginas para expressar minimamente a alegria de assistir ao filme. São muitos tópicos que devem ser endereçados, porém, antes que sua paciência se esvaia, vale citar neste último parágrafo a atuação do protagonista Ralph Fiennes.O talentoso ator (e agora diretor) indicado para dois Oscar nunca esteve tão bem quanto na pele do pomposo e educado M. Gustav. A paixão com que declama o texto criado por Anderson é de vontade tamanha que hipnotiza. Será verdadeiramente um descaso se Fiennes não receber uma indicação ao próximo Oscar. E isso faltando sete menos para o anúncio.

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Elenco:

Vozes no Original de: Athipich Chutiwatkajornchai, Kongdej Jaturanrasamee, Noppan Chantasorn, Nuengthida Sophon, Thodsapol Siriwiwat.

Direção: Kompin Kemgumnird

Gênero: Animação

Duração: 81 min.

Distribuidora: Playarte Pictures

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 14 de Abril de 2016

Sinopse:

A história de um pequeno garoto, de uma tribo distante, que pode falar com animais – e sua irmã mais velha durona. Ambos ajudam a resgatar um pequeno escoteiro falastrão que, por acaso, é filho do presidente do maior país do planeta. Este trio embarca em uma aventura para impedir um projeto megalomaníaco que pode causar uma verdadeira destruição ambiental.

Curiosidades:

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Trailer:

Cartazes:

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Fotos:

Nomes Originais de Pessoas Famosas

Nos EUA, isto se chama Stage Name. No Brasil, nome artístico (ou nome de guerra, para as profissões menos afortunadas…). De qualquer maneira, chega a ser engraçado saber que, muitas vezes, os nomes que vemos na tela nada tem haver com o nome original dos atores.

Muito comum entre as celebridades, elas escolhem novos nomes (ou misturam os originais com fictícios) por acharem os originais pouco atrativos para o público. E realmente, é muito pouco atrativo.

Você gostaria de assistir a um filme da Jennifer Linn Anastassakis? Não? Pois bem, ela nos cinemas e na TV é a famosa Jennifer Aniston!

Quer saber mais nomes (estranhos) de grandes astros:

  • Tim Allen – Tim Allen Dick

  • Woody Allen – Allen Stewart Konigsberg

  • Julie Andrews – Julia Elizabeth Wells

  • Jennifer Aniston – Jennifer Linn Anastassakis

  • Eric Bana – Eric Banadinovich

  • Brigitte Bardot – Camille Javal

  • Tom Berenger – Thomas Michael Moore

Jennifer Aniston (Jennifer Linn Anastassakis) – ‘Dizem Por Aí…’

  • Nicolas Cage – Nicholas Coppola

  • Michael Caine – Maurice Joseph Micklewhite

  • Cher – Cherilyn Sarkisian La Pier

  • Tom Cruise – Thomas Cruise Mapother, IV

  • Rebecca DeMornay – Rebecca George

  • Danny DeVito – Daniel Michaeli

  • Carmen Electra – Tara Leigh Patrick

  • Sally Field – Sally Mahoney

  • Jodie Foster – Alicia Christian Foster

  • Jamie Foxx – Eric Bishop

  • Greta Garbo – Greta Gustafsson

  • Goldie Hawn – Goldie Jean Studlendegehawn

  • Ice Cube – O’Shea Jackson

  • Diane Keaton – Diane Hall

  • Michael Keaton – Michael John Douglas

  • Ben Kingsley – Krishna Banji

  • Johnny Knoxville – Phillip John Clapp

Eric Bana (Eric Banadinovich) – Em ‘Tróia’

  • Bruce Lee – Lee Jun-fan

  • Janet Leigh – Jeanette Helen Morrison

  • Jennifer Jason Leigh – Jennifer Lee Morrow

  • Téa Leoni – Elizabeth Téa Pantleoni

  • Jet Li – Li Lian Jie

  • Sophia Loren – Sofia Scicolone

  • Courtney Love – Love Michelle Harrison

  • Shirley MacLaine – Shirley Beaty

  • MadonnaMadonna Louise Veronica Ciccone

  • Carmen Miranda – Maria Carmo Miranda de Cunha

  • Marilyn Monroe – Norma Jean Mortenson

  • Demi Moore – Demetria Gene Guynes

  • Ozzy Osbourne – Jonathan Michael Osborne

  • Lou Diamond Phillips – Lou Upchurch

  • Natalie Portman – Natalie Hershlag

  • The Rock – Dwayne Douglas Johnson

  • Diana Ross – Diane Ernestine Earle Ross

  • Meg Ryan – Margaret Mary Emily Anne Hyra

  • Winona Ryder – Winona Laura Horowitz

Kate Garry Hudson – Em ‘Como perder um Homem em 10 Dias’

Vin Diesel (Mark Vincent) – Em ‘Velozes e Furiosos’

Saiba TUDO sobre o Oscar 2015

Falta um mês para a 87ª cerimônia de entrega dos Academy Awards (mais conhecido como Oscar no Brasil), e o CinePOP compilou todas as notícias mais importantes sobre a premiação para que você saiba tudo sobre o maior prêmio do cinema.

A primeira entrega dos Prêmios da Academia aconteceu em 16 de maio de 1929, no Roosevelt Hotel em Hollywood, para honrar as realizações cinematográficas mais prominentes lançadas entre 1927 e 1928. A cerimônia foi apresentada pelo ator Douglas Fairbanks e pelo diretor William C. DeMille.

Entre os injustiçados, as fofocas, as acusações de racismo e as datas de estreia dos indicados a Melhor Filme, você pode conferir abaixo a lista com todas as notícias sobre o Oscar deste ano..

A cerimônia, marcada para 22 de fevereiro de 2015, será realizada no Dolby theater, em Los Angeles, e terá como apresentador o ator Neil Patrick Harris.

Confira:

O Homem Com Punhos de Ferro 2

The Man with the Iron Fists 2’, a continuação do filme de luta ‘O Homem Com Punhos de Ferro’ (2012), teve seu primeiro trailer divulgado.

O ator e rapper RZA reprisa o papel do implacável ferreiro Thaddeus, que retorna para liderar uma rebelião a fim de libertar uma aldeia chinesa do século 19 de seu senhor opressivo.

Assista:

Além de estrelar a sequência, RZA dividiu a autoria do roteiro com John Jarrell (‘Romeu Tem Que Morrer’). A direção ficou a cargo de Roel Reiné (‘O Escorpião Rei 3’, ‘Corrida Mortal 2’).

Completam o elenco internacional: Dustin Nguyen (‘Anjos da Lei 2’), Cary-Hiroyuki Tagawa (’47 Ronins’), Eugenia Yuan (‘O Tigre e o Dragão’), Pim Bubear (‘Ninja 2 – A Vingança’), Carl Ng (‘A Hora do Acerto’), Simon Yin (‘O Grande Mestre’), Ocean Hou (‘Man of Tai Chi’), Grace Huang e Andrew Lin, ambos de ‘O Homem Com Punhos de Ferro’.

A Universal Pictures Home Entertainment lançará ‘O Homem Com Punhos de Ferro 2’ diretamente em Blu-ray e DVD no dia 28 de Outubro de 2015.

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Crítica 2 | Whiplash – Em Busca da Perfeição

UM FILME APROPRIADO PARA NOSSA GERAÇÃO

 

Toda pessoa que se vitimiza deveria assistir à Whiplash – Em Busca da Perfeição (Whiplash). Sério! Se você se sente um gênio incompreendido, mas não se esforça nem para terminar de ler uma crítica chinfrim como esta, vá ver o filme! Se você achar que o método do professor Fletcher (J. K. Simmons) não é um método, mas bullying, poderá aproveitar a trilha sonora – um espetáculo! – mesmo se recusando a reconhecer que o filme foi feito para você!

A verdade que Fletcher tem um estilo controvertido. Ele torna a vida de Andrew (Miles Teller), jovem baterista que acaba de ingressar numa das mais prestigiadas escolas de música dos EUA, um inferno! Andrew buscará superar seus limites, mas sempre terá suas tentativas esmagadas por Fletcher. Falando assim, parece outro filme sobre a relação complicada entre professor e aluno. Nada mais errado! A direção e o roteiro do novato Damien Chazelle têm trunfos que fogem do lugar comum, colocando Whiplash em outro patamar.

 

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A qualidade das atuações de Miles Teller e, especialmente, de J. K. Simmons é a base na qual Chazelle constrói suas ótimas sequências, como aquelas que sentimos a exaustão física de Andrew tocando bateria. Essas sequências são costuradas com um tecido sonoro que dá densidade às imagens, ao mesmo tempo em que estas mudam os significados das músicas – destaque para a magistral sequencia final! Uma combinação excepcional!

Além dos confrontes feéricos, há, próximo do final, um diálogo que demonstra que Fletcher não é um maníaco, mas que segue um método. O diálogo – e o filme – não deixa de reconhecer os riscos desse método, mas o diretor parece acreditar nele, como também parece acreditar que vivemos num mar de medíocres que imploram por compreensão do mundo, enquanto não se esforçam para dar ao mundo nada mais do que um “bom trabalho!”

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O Pacto

(Seeking Justice)

 

Elenco: Nicolas Cage, January Jones, Jennifer Carpenter, Roger Donaldson, Guy Pearce, IronE Singleton, Harold Perrineau, Xander Berkeley, Monica Acosta.

Direção: Roger Donaldson

Gênero: Ação / Drama

Duração: 105 min.

Distribuidora: Imagem Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 9 de Março de 2012

Sinopse: Will (Nicolas Cage) leva uma vida pacífica até o dia em que sua esposa (January Jones) é atacada brutalmente por um desconhecido. Em seguida um estranho (Guy Pearce) aparece oferecendo a Will um plano de vingança com a condição de que o serviço seja retribuído em outra ocasião. O que Will não desconfia é que logo ele será cobrado para pagar a dívida cometendo um crime também! Agora o jogo virou e Will fará de tudo para proteger sua esposa e desmascarar uma organização secreta que envolve figuras poderosas da sociedade.

Críticas:

Crítica
Curiosidades:
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Crítica | O Pacto

Em um filme confuso, que tenta surpreender (naufragando nesse quesito), o diretor australiano Roger Donaldson (de ótimos longas, como: ‘Efeito Dominó’ e ‘Treze Dias Que Abalaram o Mundo’) reúne um elenco conhecido para contar esse Thriller que não deve agradar a maioria do público cinéfilo.

Na trama, um professor do ensino médio vive uma vida feliz e apaixonada com uma musicista loira, muito bonita. Até que um dia a paz e a felicidade deles é abalada. Quando está indo para casa após um ensaio, a mulher é atacada e violentada por um criminoso. Confuso e desnorteado, o marido aceita receber ajuda de um homem misterioso (para uma espécie de vingança encomendada) sem saber direito onde estava se metendo.

Nicolas Cage continua deixando os cinéfilos com dor de cabeça, com filmes que nem de longe lembram clássicos de sua filmografia, como: ‘Adaptação’, ‘Despedida em Las Vegas’, ‘O Senhor das Armas’. January Jones mais uma vez muito fria em um papel, sem saber demonstrar emoção. Já é o segundo trabalho dessa atriz (muito bonita, diga-se de passagem) que seu personagem não consegue passar veracidade, com suas emoções ao público (o primeiro foi em ‘O Desconhecido’). Guy Pearce aparece como o vilão e tenta dar um algo a mais para a embolada história, infelizmente não consegue levar o filme nas costas.

No elenco, nomes conhecidos do público que acompanha seriados americanos.
Harold Perrineau (ex- ‘Lost’) faz o melhor amigo do personagem de Cage, tem importância fundamental para o desfecho da trama. Jennifer Carpenter (do seriado de sucesso ‘Dexter’) aparece muito pouco e tem raríssimas falas, poderia ter sido melhor aproveitada e a história mais focada na amizade com a personagem de Jones.

O grave problema que o longa apresenta é a questão da ‘teoria da conspiração’ evidenciada a cada passagem de minuto da fita. Explicando: de repente todos os personagens que aparecem fazem parte da tal organização (que corre em paralelo do mundo da polícia e da justiça) e não é explicado o sentido dessa irmandade. As informações chegam sem nenhum propósito e o espectador fica refém de uma história sem fundamento.

O que muitos amantes da sétima arte temiam acontece: Cage erra de novo!