Sabrina Carpenter, uma das maiores vozes da Geração Z na música, revelou o título e a data de lançamento oficiais de seu sétimo álbum de estúdio.
Intitulado ‘Man’s Best Friend’, o compilado de originais será disponibilizado nas plataformas de streaming em 29 de agosto e conta com o lead single“Manchild”.
Confira o anúncio:
My new album, “Man’s Best Friend”
is out on August 29, 2025.
Lembrando que seu álbum mais recente foi o elogiado ‘Short N’ Sweet’, que lhe duas estatuetas da 67ª edição do Grammy Awards – Melhor Álbum Pop Vocal pelo disco e Melhor Performance Pop Solo pelo single“Espresso”.
Carpenter fez sua estreia oficial no mundo da música com ‘Eyes Wide Open’, em 2015, ascendendo a uma carreira meteórica nos últimos anos – principalmente depois de ter lançado o aclamado ‘emails i can’t send’ e sua subsequente versão deluxe.
Em 2023 e 2024, a cantora, compositora e atriz também foi chamada por Taylor Swift como um dos atos de abertura da ‘The Eras Tour’, apresentando-se, inclusive, no Brasil.
Dentre suas músicas mais famosas, podemos citar “Thumbs”, “Paris”, “read your mind” e “feather”.
O cineasta James Gunn relembrou recentemente sua experiência com a franquia ‘Guardiões da Galáxia’, da Marvel, revelando que enfrentou o estúdio ao se recusar a incluir Thor no terceiro filme da saga, mesmo após o Deus do Trovão se juntar ao grupo na cena final de ‘Vingadores: Ultimato’.
“Escrevi nas anotações do roteiro: ‘Não vou colocá-lo. Não quero ter o Thor com os Guardiões. Não quero fazer um filme com o Thor'”, explicou Gunn, conforme a Variety. “Eu não entendo muito bem esse personagem. Adoro assistir aos filmes dele, e adoro o Chris Hemsworth como pessoa. Mas eu não sei escrever para esse personagem”.
Gunn também comentou sobre a introdução de Will Poulter como Adam Warlock, apresentada na cena pós-créditos de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 2’. Apesar de o personagem ganhar destaque em Guardiões 3, o diretor admitiu que, na época, a decisão de incluí-lo foi precipitada.
“Não gostei do que fiz em Guardiões 2, quando apresentamos o Adam Warlock e deixamos várias pontas soltas para a franquia, coisas que eu nem tinha, de fato, planejado”, disse. “Claro, eu meio que pretendia cumprir essa promessa, mas é preciso ter cuidado. A função de uma cena pós-créditos é ser um impacto, algo tipo ‘Meu Deus! Olha isso’. Quando você usa esse momento apenas para plantar sementes para o futuro, pode acabar se complicando. Não foi fácil encaixar o Adam Warlock em Guardiões 3”.
Apesar das tensões iniciais, a questão da presença de Thor foi resolvida com a ajuda de Taika Waititi, diretor de ‘Thor: Amor e Trovão’. Ele assumiu a responsabilidade de conectar o herói aos Guardiões, o que deu a Gunn liberdade total para seguir sua própria visão em Guardiões da Galáxia Vol. 3.
“Eles escolheram aquele final [de Ultimato] na sala de edição”, contou Gunn à Rolling Stone, na época. “E eu não achava que aquilo fosse ser mantido. Ultimato saiu logo depois de eu aceitar retornar para Guardiões, então eu não tive muita influência sobre o que entraria naquele filme. Quando vi o resultado, pensei: ‘Que p* eu vou fazer agora?’ Aí o [presidente da Marvel Studios] Kevin Feige me disse que o Taika cuidaria do Thor e que os Guardiões estariam lá. Eu só pensei: ‘Graças a Deus!'”.
“Pra ser totalmente honesto, o Thor nunca esteve nos meus planos para esse filme. O Taika levou essa bala por mim. Porque eu realmente não ia colocá-lo. Eu começaria Guardiões 3 direto. Sem Thor”, concluiu.
Nosso amado grupo de desajustados está se estabelecendo na vida em Lugar Nenhum. Porém, não demora muito para que suas vidas sejam viradas de cabeça para baixo, pelos ecos do passado turbulento de Rocket. Peter Quill, ainda se recuperando da perda de Gamora, deve reunir sua equipe para salvar a vida de Rocket, em uma missão que, se não for concluída com sucesso, pode muito possivelmente levar ao fim dos Guardiões da Galáxia como os conhecemos.
Disney e NBCUniversal abriram um processo federal contra a empresa de inteligência artificial Midjourney, acusando-a de violação de direitos autorais ao permitir a geração de imagens que utilizam indevidamente personagens icônicos de suas produções. A ação foi protocolada na Corte Distrital dos Estados Unidos para o Distrito Central da Califórnia.
Segundo a Variety, as gigantes do entretenimento alegam que a plataforma da Midjourney exibe “centenas, senão milhares, de imagens geradas a pedido de seus assinantes”que infringem diretamente obras protegidas por direitos autorais. Entre os exemplos citados no processo estão versões não autorizadas de personagens como Deadpool, Wolverine e os Minions.
Antes da ação judicial, Disney e NBCUniversal afirmam ter solicitado que a Midjourney interrompesse o uso indevido de suas propriedades intelectuais, mas, de acordo com os estúdios, a empresa seguiu atualizando seus serviços e lançando versões que geram imagens com “ainda mais qualidade de infração”, conforme palavras atribuídas ao fundador e CEO da Midjourney, David Holz.
Na ação, os estúdios classificam a conduta da empresa como um exemplo de “plágio sem fundo” e acusam a plataforma de explorar o trabalho criativo de terceiros sem investir nada em sua criação. “Pirataria é pirataria, e o fato de a imagem ou vídeo infrator ser produzido com inteligência artificial não torna isso menos ilegal”, afirmam os estúdios no processo.
Em comunicado à Variety, Horacio Gutierrez, vice-presidente executivo sênior e diretor jurídico da Disney, defendeu que a propriedade intelectual da empresa é fruto de “décadas de investimento financeiro, criatividade e inovação”.
Gutierrez afirmou ainda que a Disney vê com otimismo o uso responsável da IA para impulsionar a criatividade humana, mas reforçou: “O uso indevido por uma empresa de IA não deixa de ser uma infração.”
Kim Harris, vice-presidente executiva e conselheira geral da NBCUniversal, acrescentou:
“Estamos movendo esta ação para proteger o trabalho árduo de todos os artistas que nos inspiram e entretêm, e o investimento significativo que fazemos em nosso conteúdo. Roubo é roubo, independentemente da tecnologia usada.”
A Midjourney, sediada em San Francisco, se apresenta como uma equipe pequena e autofinanciada, com 11 funcionários em tempo integral. Seu CEO, David Holz, é ex-pesquisador da NASA e cofundador da Leap Motion, uma startup focada em realidade virtual e aumentada. Em entrevista ao site The Register, em 2022, Holz afirmou que a Midjourney já era lucrativa.
Disney e NBCU solicitam à Justiça uma indenização ainda não especificada, além de medidas cautelares que impeçam a Midjourney de continuar distribuindo ou facilitando o acesso a obras protegidas por direitos autorais.
Para os estúdios, trata-se de uma ação necessária para preservar os fundamentos legais que sustentam a indústria criativa dos EUA — um setor que, segundo eles, movimenta mais de US$ 260 bilhões e gera milhões de empregos.
A Midjourney ainda não se manifestou oficialmente sobre o processo.
Cenários da nova série de ‘Harry Potter’ já estão em construção no Reino Unido — e vazaram imagens do set que mostram a construção da icônica Plataforma 9 ¾.
— Wizarding World Direct (@WW_Direct) May 21, 2025
Além das artes, temos o primeiro vislumbre do novo número 4 da Rua dos Alfeneiros.
A nova versão da famosa casa dos Dursley aparenta ser um pouco mais moderna e imponente do que a vista nos filmes anteriores, mas ainda mantém uma estética tipicamente britânica, algo que deve tranquilizar os fãs preocupados com uma possível “americanização” da franquia na adaptação para a televisão.
Na história, o número 4 da Rua dos Alfeneiros é a casa onde Harry Potter é forçado a viver com os tios durante sua infância, antes de descobrir que é um bruxo e ser levado para Hogwarts, a Escola de Magia e Bruxaria. Ele retorna ao local todo verão, e esses períodos geralmente marcam o início de cada capítulo da saga.
É importante lembrar que a Max confirmou os seis primeiros nomes do elenco da aguardada série baseada em ‘Harry Potter’, a renomada saga de fantasia criada porJ.K. Rowling.
A produção tem lançamento agendado para o dia 12 de agosto no Disney+.
Quando a misteriosa nave de pesquisa espacial USCSS Maginot cai na Terra, Wendy (Sydney Chandler) e um grupo desorganizado de soldados táticos fazem uma descoberta fatídica que os coloca cara a cara com a maior ameaça do planeta.
No ano de 2120, a Terra é governada por cinco corporações: Prodigy, Weyland-Yutani, Lynch, Dynamic e Threshold. Nessa Era Corporativa, ciborgues (humanos com partes biológicas e artificiais) e sintéticos (robôs humanoides com inteligência artificial) coexistem com os humanos. Mas o jogo muda quando o prodígio Fundador e CEO da Prodigy Corporation desbloqueia um novo avanço tecnológico: híbridos (robôs humanoides imbuídos de consciência humana).
O primeiro protótipo híbrido, chamado Wendy (Chandler), marca um novo começo na corrida pela imortalidade. Após a nave espacial de Weyland-Yutani colidir com a Cidade Prodígio, Wendy e os outros híbridos encontram formas de vida misteriosas, mais aterrorizantes do que qualquer um poderia imaginar.
A produção será ambientada em 2120, dois anos antes dos eventos do longa original, ‘Alien, o 8º Passageiro‘.
Ridley Scott, diretor do filme original, entra como produtor da série.
Noah Hawley (‘Legion’) é responsável pelo projeto.
Bryce Dallas Howard fez parte de algumas das maiores franquias de Hollywood, como atriz (na trilogia original de ‘Jurassic World’, por exemplo), ou diretora (na série ‘The Mandalorian’). Entretanto, nem só de sucessos sua carreira é marcada, visto que ela participou de fracassos de crítica e de público como ‘Argylle – O Superespião’ e ‘A Dama na Água’.
Porém, para a atriz, esses altos e baixos do show business não são nenhuma surpresa.
Em uma recente entrevista ao The Independent, Howard comentou sobre projetos que são considerados “flops” ao longo de sua filmografia, visto que é sempre possível prever quando uma produção será um sucesso ou um fracasso.
“Você sempre consegue prever o que vai acontecer enquanto faz. Nunca fiquei chocada quando algo não deu certo. Mas sou apenas uma atriz – você está lá para servir à visão de um diretor. Se um filme não sai como você imaginou, você dificilmente se sente decepcionado, porque ele não é seu. Você não é a pessoa que está construindo a coisa”, ela explicou.
Entretanto, o mesmo não pode ser dito da resposta do diretor ao fracasso. Bryce disse ter visto seu pai, o cineasta vencedor do Oscar Ron Howard, entrar em colapso emocional quando um de seus filmes não faz sucesso, acrescentando: “ele fica impressionado por eu não fazer isso.”
“Ele disse: ‘Ronnie, uma carreira é como uma temporada de televisão. Você tem 24 episódios, alguns serão ruins, outros serão razoáveis, talvez um pouco esquecíveis, e talvez cinco desses episódios sejam realmente fortes e duradouros’”, ela continua.
A atriz Dakota Johnson revelou recentemente um contato inusitado e divertido de Sandra Bullock após sua “vitória” no prêmio Framboesa de Ouro de Pior Atriz.
Bullock, que também já havia recebido o mesmo prêmio em 2010 por sua atuação na comédia romântica ‘Maluca Paixão’ (All About Steve), estendeu a mão para a nova “membro do clube”.
“Recentemente troquei algumas mensagens, na verdade, recebi um áudio, da Sandra Bullock, porque não sei se você sabe, mas ganhei o Framboesa de Ouro de Pior Atriz”, contou Johnson, conforme a Variety. “Tem muita gente boa que já ganhou isso… e a Sandra Bullock me mandou um áudio dizendo algo como: ‘Soube que você entrou para o clube dos Framboesa. A gente devia marcar um brunch, tipo um brunch mensal'”.
Johnson destacou a peculiaridade da situação de Bullock, que levou o Framboesa no mesmo ano em que conquistou o Oscar de Melhor Atriz por ‘Um Sonho Possível’ (The Blind Side) em 2010.
“Eu surtei quando recebi a mensagem dela, porque ela é super icônica pra mim, tipo estrela de cinema mesmo”, acrescentou Johnson. “Fiquei tipo: ‘Meu Deus’. Foi uma loucura”.
Aproveitando a conversa, Johnson também comentou sobre a experiência de ‘Madame Teia’, afirmando que o corte final do filme era “um roteiro completamente diferente daquele com o qual eu me comprometi”. Ela expressou sua frustração com o processo:
“É uma coisa insana, uma jornada muito louca como artista, porque você está ali usando seu corpo, sua mente, seu coração, suas emoções… está se entregando. E aquilo está sendo distorcido e manipulado. Mas você não pode fazer nada. Tipo, o que eu vou fazer? Ficar chorando por causa de Madame Teia? Claro que não”, concluiu.
‘Madame Teia’ está disponível para streaming no Prime Video.
A adaptação live-action de ‘Madame Teia‘ já está disponível no catálogo brasileiro do Max.
Na trama, Cassandra Webb é uma paramédica em Manhattan que tem habilidades de clarividência. Forçada a confrontar revelações sobre seu passado, ela forja uma relação com três jovens destinadas a futuros poderosos.
Com orçamento de US$ 80 milhões, o longa arrecadou US$ 100.2 milhões mundialmente.
Nathan Fillion fará sua estreia como Guy Gardner/Lanterna Verde no aguardado filme ‘Superman’, que chega em julho aos cinemas mundiais, e já foi confirmado como o personagem na 2ª temporada de ‘Pacificador’.
Como se não bastasse, Fillion também irá reprisar seu papel como o icônico super-herói na ambiciosa série ‘Lanternas’, cruzando o caminho dos protagonistas Hal Jordan e John Stewart.
Agora, em uma recente entrevista à EW, o astro trouxe detalhes sobre a série focada nos Lanternas Verdes e revelou de que maneira Guy terá uma abordagem um tanto diferente em comparação a ‘Superman’.
“Adoro a ideia de que, se você tiver uma emergência e precisar de um Lanterna Verde — há milhares deles por aí na galáxia — este [Guy Gardner] é o último que você quer”, ele começa.
Fillion acrescenta: “acho que ele se sente um pouco mais tenso em ‘Lanrernas’. Já fiz uma cena [na série], já a rodamos, em que ele está contente e presunçoso. É legal vê-lo em diferentes ambientes e como esses diferentes ambientes afetam o personagem”.
“O que é verdade sobre Guy Gardner… É que você não precisa ser bom e puro de coração para ser um Lanterna Verde. Você só precisa ser destemido. Você só precisa ter força de vontade. E Guy Gardner acha que pode enfrentar o Superman”, brincou. “É assim que ele é destemido. Não, você não pode enfrentar o Superman, cara”.
A trama de ‘Lanternas’ gira em torno do recruta novato John Stewart (Aaron Pierre) e a lenda dos Lanternas Hal Jordan (Kyle Chandler), dois policiais intergalácticos envolvidos em um mistério obscuro na Terra enquanto investigam um assassinato no coração dos Estados Unidos.
Reuben dará vida a Mae Silver, promotora pública de Boston e matriarca de uma família mista de profissionais da lei. Viúva de um juiz assassinado na escadaria do tribunal, Mae se esforça para priorizar a família sempre que possível. Sua filha é a Detetive Lena Silver (Sonequa Martin-Green) e sua enteada Sarah (Maggie Lawson) é a superintendente de polícia. Seu filho Jonah é um policial novato; seu pai é o reverendo Peters (Ernie Hudson). Mae está acostumada a tomar decisões e a segui-las.
A produção derivada, que traz Donnie Wahlbergde volta como o detetive Danny Reagan, estreia entre setembro e novembro de 2025 – ainda sem data definida.
Na trama, o detetive Danny Reagan do Departamento de Polícia de Nova York assume uma posição no Boston PD. Uma vez em Boston, ele é pareado com a detetive Lena Peters, a filha mais velha de uma importante família de policiais.
A série é um mistério investigativo e sobrenatural que traça os anos de Wandinha como estudante na Escola Nunca Mais, enquanto ela tenta dominar sua habilidade psíquica emergente, frustrar uma monstruosa matança que aterrorizou a cidade local e resolver o mistério sobrenatural que envolveu seus pais há 25 anos – tudo isso ao mesmo tempo em que mergulha em complicados relacionamentos sociais.
O elenco também conta com Catherine Zeta-Jones, Luís Guzmán, Isaac Ordonez, Emma Myers, Hunter Doohan, Percy Hynes White e outros.
Pouco depois de rumores indicarem a produção do quinto capítulo da franquia ‘Thor’ sem o retorno de Taika Waititi à cadeira de direção, o famoso insider@DanielRichtman revelou que a Marvel Studios está desenvolvendo um projeto solo focado em Hércules.
Para aqueles que não conhecem, Hércules Panhellenios é um personagem que aparece nas HQs da Marvel Comics, tendo feito sua estreia na Era de Prata das histórias em quadrinhos. O personagem é baseado no herói Hércules da mitologia grega e, desde sua primeira aparição, ele tem sido um membro constante da equipe de super-heróis Vingadores.
O personagem já apareceu diversas vezes em âmbito multimidiático, e foi interpretado por Brett Goldstein(‘Ted Lasso’) em uma das cenas pós-créditos de ‘Thor: Amor e Trovão’.
Segundo os rumores, Goldstein irá reprisar o papel do super-herói.
De acordo com o próprio ator, a Marvel o abordou “literalmente do nada, uma noite” para interpretá-lo em ‘Amor e Trovão’.
“Eles se viraram e disseram: ‘é o Hércules! É você!’. E eu pensei: ‘o quê?’ Tipo: ‘você está falando sério? Tá brincando comigo? Isso é só uma pegadinha?’. Então, sim, foi tão surpreendente para mim quanto acho que foi para outras pessoas”.
Lembrando que a franquia completa do ‘Thor’ está disponível no Disney+.
David Harbour, a estrela de ‘Stranger Things’, revelou recentemente seu alívio com o encerramento da bem-sucedida série da Netflix após uma década de produção. Em conversa com Scarlett Johansson para a revista Interview, Harbour confessou que a conclusão do seu papel como Jim Hopper veio em boa hora.
“Quando comecei, eu amava muito aquilo”, disse Harbour. Ele relembrou que amigos com experiência em séries longas o alertaram: “Na terceira ou quarta temporada você já vai estar querendo sair”.
Na época, Harbour respondia com convicção: “Nunca! Amo muito essas pessoas”.
No entanto, o ator admitiu que o tempo trouxe uma nova perspectiva, e ele começou a questionar a longevidade da narrativa de ‘Stranger Things’.
“Você chega a um momento em que se pergunta: ‘Ainda há mais história pra contar?’ Você acaba repetindo muitas das mesmas batidas”, explicou ele. “E chega uma hora em que pensa: ‘Quero me arriscar. Quero fazer algo que as pessoas nunca me viram fazer’. Então, depois de 10 anos, é tipo: ‘Ok, deu'”.
Johansson, com sua própria vivência no Universo Cinematográfico Marvel, ponderou que estar atrelado a um personagem por muito tempo pode limitar a flexibilidade criativa, pois “sua identidade acaba ficando atrelada a esse trabalho por muitos anos”.
Harbour concordou plenamente, traçando um paralelo com sua experiência na série.
“É a mesma coisa com essa série. Em certas temporadas, você sente vontade de seguir por outro caminho. Mas, como você disse, uma parte da sua psique fica ocupada com esse grupo de pessoas e essa história. Eu não pinto as unhas, mas entendo essa ideia de: ‘Não posso cortar o cabelo’ ou ‘Não posso tirar esse maldito bigode'”, concluiu.
Lembrando que o ciclo de encerramento será dividido em três partes:
Volume 1: 26 de novembro, às 22h Volume 2: 25 de dezembro, às 22h Episódio final: 31 de dezembro, às 22h
Outono de 1987. Hawkins está marcada pela abertura das Fendas, e nossos heróis estão unidos por um único objetivo: encontrar e matar Vecna. Mas ele desapareceu — seu paradeiro e planos são desconhecidos. Para complicar a missão, o governo colocou a cidade em quarentena militar e intensificou a busca por Onze, forçando-a a se esconder novamente. À medida que o aniversário do desaparecimento de Will se aproxima, um medo pesado e familiar também se aproxima. A batalha final se aproxima — e com ela, uma escuridão mais poderosa e mortal do que qualquer coisa que já enfrentaram. Para acabar com esse pesadelo, eles precisarão de todos — o grupo inteiro — unidos, uma última vez.
Os fãs da icônica super-heroína Mulher-Maravilha já vinham se perguntando o que os novos diretores da DC Studios, James Gunn e Peter Safran, estavam guardando para trazê-la de volta ao DCU – ainda mais considerando a repaginação completa pela qual esse universo super-heroico passará a partir de julho deste ano, com o lançamento de ‘Superman’.
Agora, em entrevista à EW, Gunn compartilhou as primeiras atualizações do projeto envolvendo a personagem.
“‘Mulher-Maravilha’ é um projeto à parte: lento, mas está em andamento”, disse o diretor de Superman. “Estamos trabalhando [no filme]. ‘Mulher-Maravilha’ está sendo escrito agora”.
Gunn não mencionou quem está responsável pelo roteiro, mas há especulações de que ele mesmo pode estar escrevendo o projeto, ou possivelmente até mesmo planejando apresentar a heroína na continuação de ‘Superman’, que ele já confirmou que não será uma “sequência direta”.
Gal Gadot, que interpretou a personagem na mini-franquia dirigida por Patty Jenkins, não irá retornar como a heroína – e ainda não se sabe qual atriz irá vivê-la no DCU.
De qualquer forma, várias atrizes surgiram como favoritas dos fãs para substituir Gadot, incluindo Melissa Barrera, estrela de ‘Pânico’ e ‘Abigail’. Barrera, inclusive, respondeu ao desejo dos fãs em vê-la como Mulher-Maravilha no começo deste ano.
“Acho isso muito legal, por causa do que a personagem representa”, ela havia comentado em entrevista ao site A Shot Magazine. “Espero que, quem quer que consiga o papel, consiga incorporar a essência da personagem, porque acho que esses filmes [de super-heróis], sejam da Marvel ou da DC, têm um alcance enorme. E como os artistas que conseguem esses papéis inevitavelmente conquistam uma base de fãs consolidada e atraem os olhos e os ouvidos de tantas pessoas, acho que seria legal se eles fizessem algo realmente positivo com a influência que têm, para pelo menos serem um bom exemplo do tipo de ser humano que você quer ser no mundo, em vez de usá-la apenas para fins egoístas”.
Durante o Festival de Annecy 2025, a criadora produtora executiva Rebecca Sugar revelou que a aclamada série ganhará uma sequência pelas mãos do Prime Video (via Deadline).
Intitulado ‘Steven Univrso: Lars das Estrelas’ (‘Steven Universe: Lars of the Stars’, no original), o novo projeto explora o passado, o presente e o futuro do universo. A narrativa acompanha Lars Barriga, eterno adolescente e fora da lei espacial, enquanto ele e sua tripulação pirata contrabandeiam, escapam das autoridades e descobrem os segredos mais obscuros do decadente Império Gem.
Sugar entra como produtora executiva ao lado de seu parceiro de longa data, Ian Jones-Quartey.
“Sinto falta do meu mundo e dos meus personagens”, ela disse, durante o evento. “Mal posso esperar para compartilhar [a sequência] com vocês e não consigo agradecer o suficiente pelo apoio de todos”.
Mais detalhes não foram revelados.
Vale lembrar que a última produção do panteão animado foi ‘Steven Universo: O Filme’, lançado em 2022 e que está disponível na plataforma da Max.
O show original estreou em 2013 no Cartoon Network e girou em torno do personagem-título e das Crystal Gems Garnet, Ametista e Pérola, todos se unindo para proteger os habitantes de uma cidade costeira. As tramas normalmente eram focadas em temas como aceitação, empatia e autodescoberta.
O chocar é um elemento que muitas narrativas utilizam para criar o elo com a atenção às reflexões com o público. Em muitas obras, cenas perturbadas tomam conta de tramas que geralmente invadem dramas profundos e dilemas que percorrem o caminho. Pensando em alguns desses filmes, segue abaixo uma lista impactante:
Na trama, ambientada numa região do sul do país, conhecemos Amanda (Olivia Torres), que depois de muitos anos no exterior, volta para casa para se despedir do pai – perto da passagem – que é dono de uma enorme fazenda numa região isolada. Logo quando chega ao lugar, ao lado do namorado francês Martin (Corentin Fila), percebe que as coisas estão esquisitas e logo a tensão toma rumos inesperados quando descobrimos sobre as incertezas de um certo acordo que gera ações desesperadas entre os trabalhadores do local.
Na trama, conhecemos a história de Ellias (Marc-André Grondin), um homem que se vê em grande crescimento na carreira no mundo da moda em uma Paris atual. Após uma notícia surpreendente, ele precisa voltar pra casa, em Montreal, para ajeitar as questões referentes ao falecimento do pai com quem não tinha muito contato. Chegando lá, é surpreendido por uma série de descobertas macabras que mudam pra sempre sua trajetória.
Na trama, conhecemos três história. Na primeira, um homem praticamente vivendo uma vida dada pelo chefe resolve romper essa parceria de anos após um pedido absurdo e se vê perdido com o fim desse laço. Na segunda, um policial entra numa espiral de loucura e desconfiança quando sua esposa, sobrevivente de um acidente, volta pra casa. Na terceira, uma mulher, em busca de alguém com habilidades espirituais, que largou a família por conta de uma seita se vê em dúvidas quando é expulsa desse grupo.
Na trama, ambientada na segunda guerra mundial, conhecemos Rudolf Höss (Christian Friedel), alta patente nazista e comandante do campo de concentração de Auschwitz que vive com sua esposa Hedwig (Sandra Hüller) e seus filhos em uma casa confortável levando a vida que sempre sonharam. O lugar é situado ao lado do campo de concentração mencionado, onde atrocidades foram cometidas.
Na trama, conhecemos Lucie (Mylène Jampanoï) e Anna (Morjana Alaoui), duas jovens que se conheceram ainda criança quando a primeira delas sofria psicologicamente pelos abusos cometidos contra ela durante o período que fora sequestrada. Quando elas crescem, uma década e meia depois, resolvem ir atrás das pessoas que cometeram os abusos contra Lucie e acabam encontrando uma família que esconde um segredo ainda maior.
Um ambicioso casal em busca de um empreendimento, leva os pais de uma das partes para uma visita à uma ilha onde supostamente existe um ótimo lugar, onde não falta nada, e daria um ótimo hotel. O intuito desse convite é conseguir uma boa parte do dinheiro de entrada desse negócio. Acontece que o responsável pela casa na ilha, após algumas situações constrangedoras com elementos da família, acaba fugindo, deixando o restante das pessoas sem ter como sair da ilha. O que era pra ser um passeio agradável, regado à vinho e conversas descontraídas logo vira um ambiente hostil, tenso, onde facetas escondidas logo vem à tona.
Na trama, sem nenhum tipo de introdução, somos guiados para dentro do dia do aniversário de 11 anos da jovem Angeliki, que de repente e sem ninguém entender, se joga da janela da casa onde mora com sua mãe, seus irmãos e avós. A polícia e o serviço social são chamados e tentam a todo custo descobrir a razão desse suicídio. Assim, somos guiados para o cotidiano tenebroso dessa estranha família que tem na figura do avô (interpretado de maneira brilhante pelo ator Themis Panou) a razão de seu mistério.
Na trama, conhecemos Sascha (Victoria Carmen Sonne), uma jovem que desembarca em um aeroporto na Turquia para passar um tempo na casa de praia do namorado bandido Michael (Lai Yde) e acaba encarando uma normalidade de violência e abusos dentro do universo do namorado. Quando parece que começa a perceber que há algo errado, ou pelo menos que deseja sair daquele universo mesmo que de maneira não convicta, ela conhece um velejador holandês mas Michael não deixará as coisas irem para o rumo que estavam caminhando.
Na trama, conhecemos a romancista Jennifer (Sarah Butler) que aluga um chalé isolado numa cidadezinha para começar a escrever sua nova obra. O que ela não esperava era ser atacada covardemente por um grupo de moradores da região. Após horas sofrendo violência sem parar ela consegue se jogar em um rio e desaparece. Poucos dias depois, a vingança se torna o único objetivo dela.
Lançado duas décadas atrás, esse projeto dirigido por Gaspar Noé é um soco no estômago e com cenas que ficam marcadas em nossas memórias. Com uma narrativa peculiar, acompanhamos a história de uma mulher violentada e dois homens que partem em busca de vingança.
Quem cresceu nos anos 80 e 90 irá para sempre lembrar das exibições dos filmes que marcaram sua juventude na TV aberta. Acontece que essa geração não tinha a internet como hoje, e a facilidade de encontrar um filme no toque de um dedo. Naquela época raiz tudo era mais difícil, e o contato que tínhamos com os filmes era quando eles passavam nas famosas redes de TV nacionais – em especial a Globo e o SBT. E dentro destes canais, a Tela Quente e a Sessão das Dez foram dois dos programas mais emblemáticos de filmes de seus respectivos canais.
Aqui falaremos mais uma vez da “então recém-inaugurada” sessão de filmes inéditos da rede Globo nas noites de segunda-feira. A Tela Quente se mantém até hoje como ícone do horário, mesmo enfrentando atualmente a concorrência pesada das plataformas de streaming em um mundo que mudou muito com a internet. Nos anos 80 as coisas eram muito diferentes, e sessões como a Tela Quente serviram de porta de entrada de toda uma geração no mundo mágico dos filmes. Em mais uma matéria nostálgica iremos revisitar alguns dos maiores sucessos clássicos dos anos 80 em suas primeiras exibições na TV. Confira abaixo.
Outra parte considerável dos fãs de cinema e dos anos 80 apontariam para ‘Curtindo a Vida Adoidado’, o maior expoente do diretor John Hughes, como o filme que tem mais a cara da citada década. O longa sobre o “rei dos gazeteiros” ficou muito marcado por suas exibições na Sessão da Tarde e até hoje vira e mexe aparece na programação da TV aberta – mas foi exibido de forma inédita em 3 de abril de 1989 na Tela Quente.
Indiscutivelmente um dos mais emblemáticos filmes dos anos 80, e um grande preferido de, digamos, 8 entre 10 fãs de cinema como o maior representante da década. A história do adolescente que volta no tempo e conhece seus pais jovens encantou plateias no mundo todo e no Brasil estreou na TV aberta no dia 11 de dezembro de 1989 na Tela Quente.
Os filmes da franquia ‘Indiana Jones’ fazem parte da história da Tela Quente, o programa de filmes mais famoso não apenas da rede Globo, como de todas as emissoras abertas no Brasil. Isso porque o primeiro filme da franquia foi o segundo exibido no então inaugurado programa, que trazia na época apenas produções inéditas. Sendo assim, ‘O Templo da Perdição’, o segundo filme, estreava o segundo ano da sessão no dia 5 de janeiro de 1989.
Esse ano o clássico absoluto da comédia policial, ‘Um Tira da Pesada’, completa 40 anos de sua estreia nos cinemas. Como forma de comemorar teremos o tão aguardado quarto longa estreando em breve e trazendo a volta de Eddie Murphy como Axel Foley. É inegável que o primeiro filme transformou Murphy em um astro internacional, e o longa estreava na TV aberta no dia 1º de agosto de 1988 na Tela Quente – o ano de lançamento do então novo espaço para filmes da Globo.
Mas nem só de filmes pipoca, de entretenimento e de aventuras escapistas era feito o espaço de produções inéditas da Globo, a Tela Quente, inaugurada em 1988. Na sessão também eram trazidos obras cult e “cabeça”, como a ficção científica existencialista e noir ‘Blade Runner – O Caçador de Androides’, que estreou na TV no dia 25 de dezembro de 1989, bem a tempo para o Natal daquele ano.
Por falar em obras mais cult, prestigiadas e “cabeça” – miradas a um público mais adulto, a Tela Quente investia simplesmente em um dos maiores ganhadores do Oscar dos anos 80: ‘Platoon’, um filme que descortinava de forma nua e crua os horrores da Guerra do Vietnã. O longa dirigido por Oliver Stone estreava no dia 4 de setembro de 1989.
A icônica franquia de terror do psicopata Jason também deu as caras nos primeiros anos da Tela Quente. Curiosamente, o primeiro filme não foi o primeiro da franquia a ser exibido na TV aberta. O primeiro a chegar foi a parte 2 exibido em 1987 no Domingo Maior (quando nem existia Tela Quente ainda). Depois veio a parte 3, aí sim estreando na Tela Quente. Isso porque o primeiro não conseguia ser liberado pelo estúdio para passar na TV aberta por aqui – o que só aconteceu no dia 12 de junho de 1989.
Quem viveu os anos 80 jamais esquecerá da família Griswold, em especial o patriarca Clark (Chevy Chase), e sua viagem de carro até um parque temático Wally World, que era sátira da Disney. No entanto, a memória afetiva da maioria certamente é do filme passando no SBT – que foi sua casa durante muito tempo. Mas sua estreia ocorreu mesmo na Globo, na Tela Quente em 12 de setembro de 1988.
Outro que assim como ‘Curtindo a Vida Adoidado’ ficou muito marcado por suas intermináveis reprises na Sessão da Tarde durante o início dos anos 90. No entanto, a casa para os filmes inéditos da Globo era mesmo a Tela Quente. Assim, a primeira exibição deste cult absoluto de ação, aventura, fantasia e certo suspense e terror foi mesmo no programa que marcou as noites de segunda, no dia 19 de janeiro de 1989 – sendo o terceiro filme da “segunda temporada” da Tela Quente. O interessante é que na ocasião o programa foi exibido na quinta-feira e não na segunda.
Finalizando a matéria com os clássicos sucessos dos anos 80 em suas primeiras exibições na TV aberta, temos outro longa que virou sinônimo de reprises da Sessão da Tarde no início dos anos 90. Assim como ‘Indiana Jones’, essa foi outra franquia muito importante para o sucesso da Tela Quente. Isso porque ‘Tudo por uma Esmeralda’ foi o sétimo filme exibido no então recém-inaugurado programa para filmes na segunda-feira à noite. ‘A Joia do Nilo’ é a continuação do filme citado, e estreava no mesmo ano, no dia 12 de dezembro de 1988 – sendo uma das programações especiais de fim de ano do canal. Uma pena que um terceiro filme desta franquia nunca tenha saído do papel.
A Paramount+ divulgou o trailer inédito da 3ª temporada de ‘Star Trek: Strange New Worlds’, série derivada de ‘Star Trek: Discovery’.
O novo ciclo chega à plataforma de streaming no dia 17 de julho, com a exibição dos dois primeiros episódios.
A próxima iteração, que consiste em dez capítulos, incluirá um mistério de assassinato, o retorno de Paul Wesley como James T. Kirk, bem como respostas para o cliffhanger deixado em aberto no final da 2ª temporada.
Depois de localizarem o outrora perdido Spock, a temporada terminou com a nave Discovery e sua tripulação viajando no futuro, enquanto Pike e o restante da Enterprise ficou para trás. A nova produção gira em torno dessas aventuras, “na década anterior ao aparecimento do Capitão Kirk”.
O elenco ainda conta comAnthony Ramos como o vilão Capuz, além de Lyric Ross, Shea Couleé, Zoe Terakes,Manny Montana, Shakira Barrera, Jim Rash,Cree Summere Harper Anthony, todos escalados em papéis atualmente desconhecidos.
Chinaka Hodge (‘Snowpiercer’) servirá como showrunner da série.
Para quem não a conhece, Riri apareceu pela primeira vez em 2016, na série de quadrinhos escrita por Eve Ewing. Assim que Tony Stark foi deixado em coma após a Segunda Guerra Civil, o mundo precisava de um novo Homem de Ferro, e a prodígio de 15 anos de idade criou sua própria armadura, o que impressionou Stark ao ponto dele criar uma inteligência artificial de si mesmo para ajudá-la.
A indicada ao BAFTA Renate Reinsve (‘A Pior Pessoa do Mundo’) foi oficialmente escalada para o elenco de ‘The Backrooms’, novo terror sci-fi da A24 baseado nos famosos vídeos virais que dominaram a internet nos últimos anos (via Deadline).
Reinsve se junta ao previamente confirmado Chiwetel Ejiofor (’12 Anos de Escravidão’).
Detlahes sobre seus personagens não foram revelados.
O longa é baseado no curta original de Kane Parsons, intitulado ‘The Backrooms (Found Footage)’, acompanha a queda de um jovem cineasta em outra dimensão, que o leva a vagar por um escritório inquietantemente amarelo, vazio e labiríntico, que pode ou não abrigar seres sobrenaturais. O título e o cenário do filme são inspirados nas imagens de uma creepypasta (ou lenda urbana da internet) publicadas no site 4chan em 2019. O curta é o primeiro de uma série que já acumulou mais de 190 milhões de visualizações online até o momento.
Parsons assume a direção do longa, a partir de um roteiro assinado por Roberto Patino (‘Westworld’).
As gravações devem começar no próximo mês.
Shawn Levy, Dan Cohen e Dan Levine também servirão como produtores executivos ao lado da 21 Laps Entertainment.
Em menos de três semanas, a sequência ‘Missão: Impossível – O Acerto Final‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 450 milhões nas bilheterias mundiais.
Atualmente, o longa se encontra no TOP 4 das maiores arrecadações do ano, atrás apenas de ‘Ne Zha 2‘ (US$1.9B), ‘Um Filme Minecraft‘ (US$951.4M) e ‘Lilo & Stitch‘ (US$772.6M).
Nos EUA, a produção soma US$ 149.2 milhões. No mercado internacional, foram US$ 301.2 milhões.
O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com o Reino Unido (US$27.8M), Japão (US$23.4M), Coreia (US$20.5M), França (US$17.7M) e Índia (US$11.3M).
Além disso, o longa já soma US$ 69.1 milhões globalmente em IMAX.
Vale lembrar que ‘O Acerto Final‘ arrecadou sólidos US$ 204 milhões em sua estreia global, tornando-se a maior abertura da história da franquia.
Com 79% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o capítulo final da saga ‘Missão: Impossível‘ contou com um orçamento exorbitante que girou em torno de US$ 300-400 milhões.