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Crítica | Lana Del Rey se mostra melancólica e saudosista com a canção “Henry, Come On”

Se há algo que Lana Del Rey sabe fazer muito bem é construir baladas: a cantora e compositora, que despontou em sucesso estrondoso em 2012 com seu segundo álbum de estúdio, ‘Born To Die’, sempre teve um apreço por incursões mais lentas, denotando uma proximidade entre seus desejos e ímpetos mais íntimos e seu desejo de construir narrativas que, mesmo que similares a tantas outras, são delineadas sob uma ótima diferenciada – seja na lírica, seja no arranjo instrumental.

Ao longo de sua carreira, Del Rey remodelou a carreira a seu bel-prazer, utilizando elementos similares que continuam a construir um elo entre seus múltiplos compilados – mas que refletem um amadurecimento artístico aplaudível e prestigiado não apenas pelos fãs, como pelos apreciadores de uma boa música. Seja com as investidas mais críticas e calculistas de ‘Norman Fucking Rockwell!’, seja com as glórias de um saudosismo melancólico de ‘Did You Know That There’s a Tunnel Under Ocean Blvd.’, as pulsões criativas da performer nos tiram o fôlego e nos engolfam em impecáveis ambiguidades narrativas e sonoras.

Agora, Del Rey está de volta com o primeiro vislumbre de seu aguardado décimo álbum de estúdio, The Right Person Will Stay: a track “Henry, Come On” já vinha sido mencionada pela artista há algum tempo, desde o anúncio do disco – para ver a luz do dia em um suntuoso épico romântico que reúne os melhores elementos de sua identidade em uma canção de mais de cinco minutos de duração. Afastando-se do trap e do pop que explorou no álbum anterior, Del Rey se rende aos conhecidos traquejos do country para uma história de amor que chegou ao fim e que não nutre de ressentimentos – pelo contrário, abre espaço para uma comunhão entre término e rememorações que carregam consigo um gostinho agridoce de melancolia e de letargia.

Aqui, duas personalidades muito distintas entre si percebem que o relacionamento que têm não funciona mais – e não existe uma culpa, per se, que os tenha afastado. Lana, ocupando a primeira pessoa do enredo, reflete sobre uma ambição intrínseca de que não consegue e não quer se desvencilhar, assemelhando-se ao mito grego de Ícaro, que inclusive é citado nos versos “ouvi Deus dizer: você nasceu para ser aquela que segura a mão do homem que voa muito perto do Sol”; dessa forma, seu companheiro a deixa ir em um último ato de amor enquanto se afasta (“não é sua culpa que você está partindo; algumas pessoas vêm e vão, apenas voando para longe”) em uma espécie de comum-acordo entristecido e marcante.

Luke Laird co-assina a canção com Del Rey e também fica responsável pela produção dessa cândida track ao lado de Drew Erickson – construindo uma história cinemática de três atos que se inicia com os acordes do violão e do piano até transformarem-se na epopeica sonoridade orquestral dos violoncelos e dos violinos. Rearranjando-se os tropes do country para uma saudosa lembrança da famosa “Summertime Sadness”, temos uma emulação daquilo que veio e daquilo que virá, pautado pela sensual performance da cantora, com seus icônicos vocais sensuais e abafados.

“Henry, Come On” traz Del Rey em seu estado mais puro de declamações confessionais que, apesar de não trazer muitas originalidades – visto a semelhança dessa incursão a outras de sua própria carreira -, cumpre com o que se dispõe de maneira prática e aprazível, representando um bom início para sua nova era.

Lembrando que o álbum The Right Person Will Stay tem lançamento marcado para o dia 21 de maio de 2025.

Wendigos atacam em novo clipe do terror ‘Until Dawn’; Confira!

A Sony Pictures divulgou uma cena inédita do terror ‘Until Dawn – Noite de Terror‘, adaptação do homônimo jogo clássico.

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Na trama, um ano após o misterioso desaparecimento de sua irmã Melanie, Clover e seus amigos vão para o vale remoto onde ela desapareceu em busca de respostas. Explorando um centro de visitantes abandonado, eles se veem perseguidos por um assassino mascarado e são brutalmente assassinados… apenas para acordarem e se encontrarem de volta no início da mesma noite. Presos no vale, eles são forçados a reviver o pesadelo repetidamente – só que, cada vez, a ameaça assassina é diferente, cada uma mais aterrorizante que a anterior. Com a esperança diminuindo, o grupo logo percebe que tem um número limitado de mortes restantes, e a única maneira de escapar é sobreviver até o amanhecer.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 24 de abril, pela Sony Pictures.

David F. Sandberg, diretor de ‘Quando as Luzes se Apagam‘ e ‘Annabelle 2: A Criação do Mal‘, comanda a adaptação.

O elenco conta com Ella Rubin (‘Uma Ideia de Você’), Maia Mitchell (‘Good Troube’), Michael Cimino (‘Com Amor, Victor’), Odessa A’zion (‘Hellraiser’), Ji-young Yoo (‘Expatriadas’), Belmont Cameli (‘Saved by the Bell’) e Peter Stormare (‘Constantine’).

No game ‘Until Dawn‘, os jogadores assumem o controle de um grupo de amigos que, em uma noite isolada em Blackwood Mountain, precisam lutar para sobreviver enquanto suas vidas são constantemente ameaçadas.

O jogo se destaca por seu sistema de “efeito borboleta”, no qual as escolhas feitas pelos jogadores influenciam diretamente o curso da história, podendo resultar em diferentes desfechos e consequências.

Esse tipo de mecânica, que é um dos maiores atrativos do jogo, seria difícil de ser implementado de forma satisfatória em uma adaptação cinematográfica.

O filme baseado no jogo, no entanto, tomará uma direção bastante diferente ao incorporar elementos de uma narrativa inspirada no conceito de ‘Feitiço do Tempo‘.

Ao invés de seguir a lógica original do jogo, onde os jogadores fazem escolhas para alterar o destino dos personagens, a versão cinematográfica propõe que, quando os amigos morrem, eles retornam para o início do dia, como se vivessem um loop temporal.

Cada vez que isso acontece, o filme os coloca em um novo cenário de terror, explorando diferentes subgêneros do gênero.

Essa abordagem, embora intrigante, se distorce bastante da essência do jogo, criando uma experiência que pouco ou nada tem a ver com o que os jogadores vivenciaram nas telas.

Vale destacar que, de acordo com o insider @Cryptic4KQual, pessoas que eram fãs do jogo e assistiram às exibições de teste do filme “não ficaram particularmente impressionadas com a adaptação, mas os novatos, que não tinham uma conexão prévia com o jogo, pareceram gostar muito mais do resultado”.   

Crítica | Remasterizado em 4K, ‘Cidade dos Sonhos’ permanece como a magnum opus de David Lynch

O período entre guerras (1918-1939) na Europa serviu de ignição para que diversos movimentos ganhassem força para expressar a insegurança das pessoas e o constante medo de que a momentânea paz fosse colocada em xeque; enquanto todos prezavam pelo controle e pelo respeito (de certa forma), tal desejo tornava-se cada vez mais abstrato e insano conforme as tensões voltavam a crescer em meio a divergências ideológicas e sentimentos de represália que logo se transformariam em uma vendeta mundial. É a partir daí que surgiu a estética do Surrealismo.

Tendo como origem a sociedade parisiense de 1920, o movimento artístico-literário tinha como base o onirismo. Em outras palavras, nomes como Salvador Dalí André Breton viraram expoentes dessas bizarras e loucas incursões, que tinham como raízes o dadaísmo de Tristan Tzara e a pintura metafísica de Giorgio de Chirico. Segundo o Manifesto Surrealista, assinado por Breton, a vanguarda reflete o “automatismo psíquico em estado puro, mediante o qual se propõe exprimir, verbalmente, por escrito, ou por qualquer outro meio, o funcionamento do pensamento” – em outras palavras, a total falta de lógica.

Ao longo dos anos, não apenas a literatura e a pintura abraçariam essa estética diferente de tudo que já havia sido apresentado, mas também o cinema. Afinal, enquanto esta era apenas uma ilusão congelada e aquela criava apenas metáforas linguísticas abstratas, a sétima arte fornecia uma perspectiva em movimento e emoldurava cenas estranhas, maravilhosas, colocando em ponto reflexivo o que era a realidade – como é o caso de ‘O Cão Andaluz’, certamente uma das obras que mais representa esse estilo. E é claro que podemos traçar certas semelhanças com obras fantásticas, mas a ideia do Surrealismo é a anulação dos limites da realidade, enxergando o meio audiovisual como a expressão da linguagem e do pensamento do modo mais puro possível – inclusive os fluxos de consciência que simplesmente não têm explicação concreta.

Mas o que acontece quando essa estética europeia é levada para Hollywood? Bom, não há ninguém melhor para mostrar o encontro esses dois mundos que o icônico e saudoso cineasta David Lynch, que, ao longo de sua carreira, bebeu com constância assustadora dessas inflexões imagéticas. Responsável por elevar a ideia surrealista a um crítico espectro político-social, Lynch traz tais elementos à exploração do falido “sonho americano”, seja em qual âmbito que for. E, com o lendário longa-metragem Cidade dos Sonhos, facilmente sua melhor produção para os cinemas, o diretor remodelou uma simples história de amor, ressentimento e frustração sob uma perspectiva analítica da decadência da indústria fílmica e da apropriação de diversos conceitos da psicanálise.

A trama é centrada em Betty Elms (Naomi Watts), uma aspirante à atriz que se muda de Ontário, no Canadá, para tentar a sorte em Hollywood ao se hospedar na casa da tia – que também teve seus momentos de glória como performer. Porém, ao chegar lá, ela se depara com uma misteriosa mulher (Laura Harring) que sofreu um acidente de carro e que não se lembra do que é, adotando o pseudônimo de Rita (em homenagem ao ícone do cinema clássico Rita Hayworth) à medida que se alia a Betty para descobrir sua verdadeira identidade. Entrelaçadas com outras tramas que funcionam como vinhetas narrativas, as duas se apaixonam uma pela outra à medida que descobrem segredos que podem mudar o rumo de tudo o que conhecem – para o bem ou para o mal.

Considerando a estética principal do longa, Lynch não entregaria nada de bandeja para os espectadores. Tanto à época do lançamento oficial da produção quanto em seu relançamento em 4K no próximo dia 17 de abril, o cineasta mergulhou de cabeça nas múltiplas camadas da psique humana para delinear personagens complexas, que vivem à sombra de sonhos descontruídos até se encontrarem em uma paixão fervorosa. Betty e Rita são personalidades complementares uma à outra, mas infundidas em um falso enredo cujas verdades vêm à tona em uma reviravolta espetacular, cortesia de um roteiro assinado pelo próprio Lynch – que reitera sua hábil versatilidade artística e o eterniza como um dos grandes autores da sétima arte.

Cada engrenagem do projeto é pensada nos mínimos detalhes, motivo pelo qual rendeu ao realizador o prêmio de Melhor Direção no Festival de Cannes: de um lado, a condução da câmera mescla realidade e sonho em atos cujo sentido parte de um âmago amargurado e melancólico, ainda que permeado por sonhos que, talvez, nunca se concretizem. Betty tem o desejo de se tornar uma atriz renomada – não tanto uma estrela de cinema, mas sabe que às vezes é impossível escapar desse rótulo em terras hollywoodianas; Rita tem os impulsos de entender o que aconteceu à medida que tem plena ciência de que algo está errado e que essa investigação pode culminar em uma tragédia para uma vida recém-iniciada e que a afasta de um passado que insiste em assombrá-la.

A imagética promovida por Lynch é esplendorosa do começo ao fim: aliando-se à fotografia de Peter Deming, ele constrói um paralelo entre o que se quer e o que se tem, apostando em ângulos e enquadramentos propositalmente exagerados que dialogam tanto com a intimidade das personagens principais – em planos close-up e planos detalhes -, quanto com a importância de celebrar o conceito de persona. As tomadas durante o dia são mais palpáveis e, ao passo que a noite cai, a linha entre a loucura e a sanidade se torna mais tênue a ponto de seguir o purismo da sinestesia cinematográfica. Em outras palavras, há um contraste impactante entre tons mais amarelados e brilhantes que acompanham Betty no início de sua jornada em Los Angeles, e o uso indiscriminado de tons vermelhos e azuis que representam uma mudança brusca em um cotidiano pré-programado a partir do encontro com Rita.

Watts, Harring e o restante do elenco são a cereja do bolo. Ao encarnar Betty, Watts se entrega ao que podemos apenas encarar como o melhor papel de sua carreira, mantendo-se firme ao seu próprio entendimento do roteiro e do que essa ambígua jornada da protagonista significa – e desfrutando de sequências irretocáveis com expressões fascinantes e uma entrega de corpo e alma; Harring desmistifica os arquétipos que lhe são dados para delinear uma personagem intrincada, cujo mistério não é mantido de propósito, e sim em virtude de traumas que logo se desenrolam em um suspense neo-noir de tirar o fôlego. Funcionando com exímia narcótica tanto juntas quanto separadas, as duas atrizes são acompanhadas por performances aplaudíveis de nomes como Justin Theroux, Ann Miller, Robert Forster e tantos outros.

Cidade dos Sonhos retorna muito em breve aos cinemas com uma merecida remasterização, que moderniza o clássico de Lynch em uma celebração de sua carreira e de sua importância para a sétima arte – denotando um legado que se estende até os dias de hoje e que influencia nomes como Ari Aster, Noah Hawley e Donald Glover. Eventualmente, uma constatação faz-se necessária: o filme não é apenas um filme; é uma representação impiedosa e magistral sobre o cinema em seu ápice artístico e criativo.

‘O Beijo da Mulher Aranha’: Remake com JLo ganha data de estreia mirando na temporada de premiações

O aclamado remake de ‘O Beijo da Mulher Aranha‘, estrelado por Jennifer Lopez, finalmente ganhou data de estreia. A produção será lançada em 10 de outubro nos cinemas norte-americanos, já mirando na temporada de premiações de 2026.

O longa fora adquirido pela Roadside Attractions, a Lionsgate e pela produtora independente LD Entertainment, que cuidarão de seu lançamento na América do Norte. O musical ainda não possui data de estreia para o Brasil.

O Beijo da Mulher Aranha‘ terá uma árdua tarefa para conquistar seu espaço nas bilheterias, pois disputará a atenção da audiência com mais três outros filmes, que também estreiam na mesma data.

Além do remake, estreiam no dia 10 de outubro a sequência ‘Ton: Ares‘, ‘Animal Friends‘- estrelado por Jason Momoa e Ryan Reynolds -, além do novo filme de Luca Guadagnino, o thriller ‘After The Hunt‘, com Julia Roberts, Andrew Garfield e Ayo Edebiri.

A nova versão musical de ‘O Beijo da Mulher-Aranha‘ foi lançada no Festival de Sundance 2025 e foi financiado de forma independente, com um orçamento de cerca de US$ 30 milhões.

O longa, que ainda conta com Diego Luna no elenco, teve uma estreia positiva no Rotten Tomatoes, conquistando 83% de aprovação com base em 29 análises.

Os críticos, de maneira geral, elogiaram a adaptação, especialmente a performance de Tonatiuh, embora tenham apontado que o filme falha em alguns momentos.

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“Em essência, o diretor filmou um drama de prisão intenso combinado com o glamour e a grandiosidade em technicolor de um musical da MGM dos anos 40 e 50. É uma mudança inspirada e dá ainda mais razão para esta abordagem existir como uma peça cinematográfica”, disse Pete Hammond do Deadline.

“É o relativamente novo Tonatiuh quem rouba a cena, encontrando tanto força quanto vulnerabilidade em um personagem que parece menos fútil a cada cena que passa”, disse Peter Debruge da Variety.

Bill Condon se impõe uma tarefa difícil ao tentar transformar o material complexo em um grande musical cinematográfico, mas, graças em parte ao trabalho louvável de seus três protagonistas, ele consegue chegar perto em alguns momentos”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.

“‘O Beijo da Mulher Aranha’ é mais uma adaptação decente, mas nem mesmo o estilo visual e a grandiosidade de Condon conseguem elevar essa história à grandeza”, disse Ross Bonaime do Collider.

“Tonatiuh faz uma performance sinceramente capaz de fazê-lo brilhar como o extravagante e sonhador Luis… Mas o que é uma performance de estrela quando o pacote ao redor do ator é, de outra forma, tão ordinário e desprovido de qualquer brilho cósmico?”, disse Ryan Lattanzio do IndieWire.

“Números de dança emocionantes e afiados, fantasias cintilantes e diálogos exagerados se unem para criar um musical deslumbrante que nem sempre se encaixa perfeitamente”, disse Mae Abdulbaki do Screen Rant.

“‘O Beijo da Mulher Aranha’ é uma mistura de acertos e erros. Os números musicais são um pouco irregulares, a história tem um ritmo um tanto lento, e J-Lo e Diego Luna acabam deixando a desejar. No entanto, este musical vale o preço do ingresso apenas pela performance de Tonatiuh”, disse Sean Boelman do FandomWire

“A direção de Condon de toda a produção é tecnicamente competente… deslumbrante, até, em algumas partes. Mas toda essa ostentação não é forte o suficiente para esconder a lacuna entre a melodia que ela canta e a rotina que dança”, disse Marshall Shaffer do The Playlist.

Confira as imagens do reboot:

A nova versão para as telonas terá John Kander Fred Ebb como responsáveis pelas canções.

Barry JosephsonTom KirdahyGreg YolenMatt Geller entram como produtores. Lopez, Elaine Goldsmith-ThomasBenny Medina são os produtores executivos.

‘O Alquimista’: Diretor de ‘Adolescência’ está em negociações para comandar o longa

O diretor Philip Barantini, conhecido pela aclamada série Adolescência, está em negociações para dirigir uma adaptação cinematográfica épica do renomado romanceO Alquimista, de acordo com informações da Variety.

O longa-metragem será baseado no livro escrito por Paulo Coelho, originalmente publicado em 1988.

O Alquimista narra a jornada de Santiago, um jovem pastor andaluz que sonha em viajar em busca de um tesouro de magnitude incomparável.

Segundo outra fonte, a Legendary Pictures planeja iniciar a produção do filme em 2026. Jack Thorne (‘Adolescência’) está cotado para escrever.

Barantini deverá assumir este novo projeto logo após finalizar a direção do terceiro filme da franquia Enola Holmes, estrelado por Millie Bobby Brown.

Gwyneth Paltrow está em negociações para retornar como Pepper Potts ao MCU

A estrela Gwyneth Paltrow, que interpretou Pepper Potts no Marvel Studios, aparentemente se despediu da personagem em ‘Vingadores: Ultimato’. No entanto, tudo indica que ela pode reprisar o papel no próximo longa.

Segundo o ComicBookMovie, Paltrow está atualmente em negociações para retornar como Pepper Potts em futuras produções do estúdio.

Os filmes mais prováveis para seu retorno são ‘Vingadores: Apocalipse’ ou ‘Vingadores: Guerras Secretas’, ou possivelmente em outras séries do MCU, conforme teorizam os fãs.

Apesar de ter vestido uma armadura própria e ganhado mais tempo de tela do que em muitas de suas aparições anteriores, Paltrow revelou recentemente que ainda não assistiu a ‘Vingadores: Ultimato’:

“Para ser sincera, parei de assistir em algum momento”, disse a vencedora do Oscar sobre os filmes do Marvel Studios. “Nunca vi Ultimato. Não consigo acompanhar quem é quem. Mas provavelmente deveria assistir em algum momento”.

Quando questionada sobre o motivo de seu distanciamento do MCU, Paltrow explicou que sente que a franquia mudou, sugerindo que os filmes perderam aquele toque de produção independente com o tempo:

“O primeiro filme que fizemos era muito diferente dos demais, porque o estúdio não achava que seria um grande sucesso”, disse. “Eles contrataram o Jon Favreau, que é ótimo, para dirigir. E contrataram o Robert Downey Jr., que na época era considerado ‘incontratável’. A carreira dele estava em baixa”.

“A gente improvisava quase todas as cenas daquele filme”, continuou a atriz. “Escrevíamos as cenas pela manhã no trailer do Jon. Era como fazer um filme independente. Depois que o filme foi um sucesso enorme, nunca mais fizemos os outros assim”.

Paltrow já havia expressado anteriormente pouco interesse em retornar ao papel de Pepper — especialmente sem a presença de Tony Stark.

“Meu Deus, parem de gritar comigo!”, brincou a atriz ao ser questionada em uma sessão de perguntas e respostas no Instagram sobre por que deixou de viver a personagem. “A gente simplesmente parou porque o Homem de Ferro morreu. E por que precisariam da Pepper Potts sem o Homem de Ferro? Não sei. Liguem pra Marvel e reclamem com eles, não comigo. Eu tô só sentada aqui”.

Além de Robert Downey Jr. como Victor Von Doom/Doutor Destino, o elenco contará com Tom Hiddleston (Loki), Anthony Mackie (Capitão América), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Letitia Wright (Pantera Negra), Wyatt Russell (Agente Americano) Simu Liu (Shang-Chi), Florence Pugh (Yelena Belova), Danny Ramirez (Falcão), Winston Duke (M’Baku), Vanessa Kirby ( Mulher Invisível), Ebon Moss-Bachrach (Coisa), Joseph Quinn (Tocha Humana), Lewis Pullman (Bob), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma), Patrick Stewart (Professor Xavier), Alan Cumming (Noturno), Ian McKellen (Magneto), Rebecca Romijn (Mística), James Marsden (Ciclope), Kelsey Grammer (Fera), Channing Tatum (Gambit), Paul Rudd (Homem-Formiga), Chris Hemsworth (Thor) e Pedro Pascal (Sr. Fantástico).

robert downey jr dr destino marvel vingadores
robert downey jr dr destino marvel vingadores

‘Vingadores: Apocalipse’ chega aos cinemas no dia 01 de maio de 2026, enquanto ‘Vingadores: Guerras Secretas’ tem estreia agendada para 07 de maio de 2027.

‘A Odisseia’: Tom Holland e Anne Hathaway surgem em novas imagens dos bastidores; Confira!

Atualmente em gravação na Grécia, ‘A Odisseia’ ganhou novas fotos inéditas de bastidores. Nas imagens, vemos os atores Tom Holland e Anne Hathaway em destaque, cercados pelo oceano, gravando uma cena do longa-metragem de Christopher Nolan.

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Lembrando que o filme segue envolto em mistério, com poucos detalhes revelados até o momento.

“O filme é um épico de ação mítico filmado em todo o mundo usando a novíssima tecnologia de filme IMAX e traz a saga fundamental de Odisseu para as telas de filme IMAX pela primeira vez. A estreia nos cinemas acontece mundialmente em 17 de julho de 2026.”

O elenco conta com nomes como Robert PattinsonJon BernthalJohn LeguizamoElliot PageHimesh PatelBill IrwinSamantha Morton e outros.

A Odisseia‘ continua sendo uma das mais antigas peças literárias lidas pelo público moderno. Ele narra a história do herói grego Odisseu durante sua tumultuada jornada para casa após a Guerra de Troia.

A narrativa foi levada às telonas algumas vezes antes, primeiro com um filme mudo de 1911 de Giuseppe de Liguoro, e depois com ‘Ulisses‘ de 1954, estrelado por Kirk Douglas.

Nolan começou a escrever o filme em março. Donna Langley, presidente da Universal Pictures, é a única pessoa que já leu o roteiro.

‘A Vida Sexual das Universitárias’: Rejeitada por outros streamings, série é definitivamente CANCELADA

Mulheres segurando copos decorados em festa temática.

Agora é definitivamente oficial. A série ‘A Vida Sexual das Universitárias‘ está definitivamente cancelada, sem chance de ser adquirida por outra plataforma de streaming. A informação foi confirmada pelo Deadline.

Segundo a publicação, A Warner Bros. Television ainda tinha expectativas de resgatar a série, vendendo seus direitos para uma nova casa. No entanto, todas as tentativas foram sem sucesso.

Em resposta às infrutíferas negociações, o presidente do Warner Bros. TV Group, Channing Dungey, lamentou o cancelamento da série:

“Esperávamos muito encontrar um novo lar para aquela série e acho que agora chegamos ao fim do caminho, o que é decepcionante, porque é uma série que realmente amamos. Estou muito orgulhoso das três temporadas que fizemos pela Max, mas não acho que haverá mais das College Girls”.

O último ciclo chegou à plataforma de streaming em novembro do ano passado.

Lembrando que Reneé Rapp deixou o elenco da série. A atriz, que interpreta Leighton Murray, retornará para o terceiro ciclo apenas para encerrar a narrativa de sua personagem.

Criado pela roteirista e produtora indicada ao Emmy®, Mindy Kaling, e Justin Noble, a trama segue quatro colegas de faculdade no prestigioso Essex College, na Nova Inglaterra. A segunda temporada retoma a história enquanto os estudantes retornam das férias de outono, enfrentam os desafios que encararam no final da primeira temporada e um novo semestre cheio de novos rostos, festas e dificuldades.

Mindy Kaling e Justin Noble continuam a capturar brilhantemente a experiência universitária da maneira mais divertida. Esta série é o equilíbrio perfeito entre comédia, sexo, curiosidade e caos, e mal podemos esperar para ver o que a próxima temporada traz”, disse Suzanna Makkos, vice-presidente executiva de Comédia Original e Animação para Adultos

O elenco é formado por Paulina ChalametAmrit KaurRenée RappAlyah Chanelle ScottMidori Francis, Gavin Leatherwood e outros.

Justin Noble também assina a criação da série, ao lado de Kaling.

‘A Vida Sexual das Universitárias’ é oficialmente DESCARTADA após não encontrar nova plataforma de streaming

Mulheres segurando copos decorados em festa temática.

Más notícias para os fãs de ‘A Vida Sexual das Universitárias‘.

Depois de ter sido cancelada pela Max após três temporadas, a Warner Bros. Television procurou outras plataformas de streaming para dar continuidade à narrativa. Todavia, a busca não gerou resultados e a série foi oficialmete descartada pela companhia.

“Estávamos muito ansiosos para encontrar um novo lar para aquela série, e acho que chegamos ao fim do caminho, o que é decepcionante, porque é uma série que realmente amamos”, disse Channing Dungey, presidente da Warner Bros. TV Group, ao Deadline. “Estou muito orgulhoso das três temporadas que fizemos com a Max, mas não acho que haverá mais [da série].”

O último ciclo chegou à plataforma de streaming em novembro do ano passado.

Lembrando que Reneé Rapp deixou o elenco da série. A atriz, que interpreta Leighton Murray, retornará para o terceiro ciclo apenas para encerrar a narrativa de sua personagem.

Criado pela roteirista e produtora indicada ao Emmy®, Mindy Kaling, e Justin Noble, a trama segue quatro colegas de faculdade no prestigioso Essex College, na Nova Inglaterra. A segunda temporada retoma a história enquanto os estudantes retornam das férias de outono, enfrentam os desafios que encararam no final da primeira temporada e um novo semestre cheio de novos rostos, festas e dificuldades.

Mindy Kaling e Justin Noble continuam a capturar brilhantemente a experiência universitária da maneira mais divertida. Esta série é o equilíbrio perfeito entre comédia, sexo, curiosidade e caos, e mal podemos esperar para ver o que a próxima temporada traz”, disse Suzanna Makkos, vice-presidente executiva de Comédia Original e Animação para Adultos

O elenco é formado por Paulina ChalametAmrit KaurRenée RappAlyah Chanelle ScottMidori Francis, Gavin Leatherwood e outros.

Justin Noble também assina a criação da série, ao lado de Kaling.

‘The White Lotus’: Atriz de ‘Grey’s Anatomy’ fez teste para a 3ª temporada, mas foi REJEITADA

A atriz Jessica Capshaw, de ‘Grey’s Anatomy‘, revelou que chegou a fazer um teste para ingressar a 3ª temporada da aclamada série antológica ‘The White Lotus‘. No entanto, ela acabou perdendo o papel de Kate para a atriz Leslie Bibb.

A informação foi compartilhada por ela mesma em seu podcast “Call It What It Is”, que ela conduz com Camilla Luddington. Capshaw, que fez parte do elenco de ‘Grey’s Anatomy‘ por 10 anos, ainda comentou que não desistirá da oportunidade e continuará tentando um papel nas próximas temporadas da produção.

“Fiz o teste para o papel da Leslie Bibb e me lembro de chegar ao teste e falar: ‘tipo, sou uma grande fã da série’, então eu estava super animada”. 

Capshaw continuou e comentou sobre o processo de disputa pelo papel:

“É sempre muito divertido organizar uma audição, ver no que dá e depois ver se concretizar. Porque o que é incrivelmente notável e louco sobre o processo de seleção — e acho que não é chocante — é que somos todas muito diferentes, todas temos uma visão muito diferente sobre isso”. 

A atriz e apresentadora de podcast ainda elogiou a performance de Bibb na 3ª temporada. Sua personagem fez parte do núcleo de três melhores amigas – que ainda contou com as atrizes Michelle Monaghan e Carrie Coon.

“Assistindo a Leslie, eu pensei: ‘Meu Deus!’Eu estava totalmente envolvida e achei ela fantástica”. 

E apesar de ter perdido o papel, Capshaw ainda mantem as esperanças e revelou que permanecerá fazendo testes de elenco, em todas as vezes que for necessário:

“Vou fazer testes, vou continuar fazendo testes. Foi o que eu fiz para ‘Grey’s Anatomy‘. Eu adorava ‘Grey’s Anatomy‘ e pensei: ‘Vou fazer testes todas as vezes!’ E fiz três testes, então espero que precisem de apenas dois para Mike White e ‘The White Lotus‘. Vou continuar”. 

Lembrando que todas as temporadas deThe White Lotusestão disponíveis na Max.

No Rotten Tomatoes, a terceira iteração conquistou sólidos 89% de aprovação, contra 90% de aprovação na 1ª temporada e 94% de aprovação na 2ª.

Segundo o consenso geral, “mais sombria e paciente com sua narrativa do que as temporadas anteriores, ao mesmo tempo em que ostenta um novo conjunto excelente cheio de performances ácidas, a terceira temporada de The White Lotus oferece uma trégua espiritual que abala a alma”.

Confira os principais comentários:

“No seu melhor, é um retrato incisivo de classe, riqueza, poder e o vaivém entre as aparências e a realidade” – The Daily Beast.

“Mais uma vez apoiado por cenários lindos, escrita excelente e um elenco de estrelas, Mike White reafirma o status de The White Lotus como um dos melhores programas da televisão” – The Gate.

“Os primeiros seis episódios são indicativos de grandeza, um retorno à forma que faz a série alcançar novos patamares, buscar novos níveis de estranheza e voltar a ser o programa mais quente da televisão” – AwardsWatch.

“Essa temporada é sombria, distorcida e extremamente desconfortável de assistir (mas no bom sentido). O novo elenco se encaixa perfeitamente neste mundo, mas Jennifer Coolidge faz falta” – Mama’s Geeky.

“Um novo capítulo grandioso, o festival de miséria de White aproveita os pontos fortes de seus antecessores, ao mesmo tempo que mantém as coisas novas e interessantes” – Empire Magazine.

Ambientada na Tailândia, a terceira temporada foca em um grupo multigeracional, incluindo um patriarca, uma executiva, uma atriz, duas mães, um desajustado e um praticante de ioga.

O elenco conta com Walton Goggins, Carrie Coon, Leslie Bibb, Michelle Monaghan, Parker Posey e Lisa, além do retorno de Natasha Rothwell.

‘O Poder e a Lei’: Netflix escala TRÊS novos membros à 4ª temporada

o poder e a lei

Segundo o Deadline, a Netflix escalou três novos membros para o elenco da 4ª temporada do elogiado drama O Poder e a Lei.

As informações indicam que Kyle Richards (‘The Real Housewives of Bevery Hills’), Jason Butler Harner (‘Ozark’) e Scott Lawrence (‘Paradise’) foram contratados para o próximo ciclo como atores convidados.

Richards interpretará Celeste, descrita como a fabulosa de Beverly Hills, que procura a Haller & Associates para contratar Lorna como advogada de divórcio após ter sido indicada por uma cliente anterior satisfeita.

Harner será o detetive Drucker, um experiente investigador de homicídios e roubos, com muitos anos de experiência em investigações. Ele se mostra um adversário especialmente determinado para Mickey.

Lawrence interpretará o Juiz Stone, um ex-promotor conhecido por sua atitude irritadiça e sentenças severas. Ele é intimidador e impaciente, mas, em última análise, suas decisões buscam tratar ambos os lados igualmente.

O trio se junta à previamente confirmada Constance Zimmer (‘UnReal’), que dará vida a Dana Berg.

Criada por David E. Kelley, a série é baseada na saga de livros ‘Nos Meandros da Lei‘, de Connelly.

A trama acompanha o idealista iconoclasta Mickey Haller (Manuel Garcia-Rulfo) que comanda uma firma de advocacia no banco de trás de seu carro, trabalhando em pequenos e grandes casos em Los Angeles. Após algum tempo longe do direito, Mickey está tentando encontrar um novo caminho na profissão. Quando retorna para Los Angeles, ele se depara com um mistério para resolver assim que inicia o novo negócio.

O elenco ainda conta com Neve Campbell, Becki Newton, Jazz Raycole, Angus Sampson e Christopher Gorham.

MARINA lança videoclipe do single “CUNTISSIMO”; Assista!

A cantora e compositora MARINA lançou hoje (11) o videoclipe oficial do single “CUNTISSIMO”, que integra o vindouro álbum ‘Princess of Power’.

O compilado de originais também conta com as canções “Butterfly”“Cupid’s Girl”, e tem estreia marcada para 06 de junho.

Assista:

Lembrando que o último álbum de estúdio de MARINA foi Ancient Dreams in a Modern Land, lançado em 2021 e recebido com bastante fervor por parte da crítica e de seus fãs.

Marina começou sua carreira em 2010 com o lançamento de The Family Jewels, que misturava indie-popnew wave. Desde então, fez fama com a divulgação de Electra Heart (2012), com os famosos singles “How to be a Heartbreaker”“Primadonna”, e Froot (2015), acompanhado da música epônima e “Blue”.

‘Um Filme Minecraft’: Diretor comenta reação do público ao longa de sucesso

‘Um Filme Minecraft, a adaptação cinematográfica do clássico jogo de videogame, consolidou-se como um verdadeiro fenômeno de bilheteria, já tendo dobrado seu orçamento.

Além do sucesso financeiro, o longa recebeu uma impressionante aprovação de 88% do público no Rotten Tomatoes, contrastando com a recepção menos entusiástica da crítica.

Segundo o Collider, o diretor do filme, Jared Hess, comentou recentemente sobre a reação do público ao filme.

“É estranho quando você está se divertindo demais e a polícia é chamada. É engraçado, porque acho que é literalmente só gritaria e gente jogando pipoca, o que é tão engraçado pra mim — chamar a polícia por causa de pipoca. Sim, é hilário. Eu já vi tantos vídeos engraçados. É incrível, especialmente quando as pessoas sobem nos ombros dos amigos e ficam de pé aplaudindo em certos momentos. É uma expectativa maluca. Mas, cara, só fico feliz que as pessoas estejam criando memórias com seus amigos e familiares”, afirmou

Vale lembrar que diversos vídeos têm circulado nas redes sociais, mostrando as sessões do filme com fãs gritando a cada momento, jogando pipoca e aplaudindo efusivamente cenas do longa.

Apesar de essa tendência ser, em sua maioria, inofensiva, algumas pessoas consideram o comportamento excessivamente barulhento e disruptivo, chegando ao ponto de a gerência dos cinemas e até as autoridades precisarem intervir.

Já há relatos de redes de cinema que afixaram avisos alertando para a expulsão de pessoas envolvidas em “comportamento antissocial”, não tolerando “gritos, aplausos ou barulho excessivo”.

Vale lembrar que o filme já está em exibição nos cinemas nacionais!

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

 

‘Terra Selvagem’: Thriller criminal com Elizabeth Olsen e Jeremy Renner será REMOVIDO da Netflix em breve; Saiba quando!

O elogiado thriller criminal ‘Terra Selvagem‘ (Wind River), estrelado por Elizabeth Olsen e Jeremy Renner, será removido da Netflix em breve.

A produção deixa a grade de programação do streaming na próxima segunda-feira, dia 14 de abril.

A trama traz o agente americano de Pesca e Vida Selvagem, Cory Lambert, que encontrou um corpo em meio à Reserva Indígena de Wind River. O FBI acaba enviando uma parceira para ajudá-lo com a missão, chamada Jane Banner. No entanto, a jovem não está preparada para lidar com as dificuldades oriundas da intemperes climáticas e da isolação gerada pelo intenso inverno de Wyoming. Ao longo da jornada, a dupla passa a descobrir que encontrar as respostas para suas perguntas é mais difícil do que imaginavam.

Confira o trailer:

Terra Selvagem‘ foi escrito e dirigido pelo roteirista de ‘Sicário: Terra de Ninguém’, Taylor Sheridan.

Gil Birmingham, Graham Greene e Jon Bernthal completam o elenco.

‘Black Mirror’: 7ª temporada conquista 89% de aprovação no RT; Confira as avaliações!

A 7ª temporada de Black Mirror, elogiada série antológica criada por Charlie Brooker, já está disponível na Netflix e os novos episódios surpreenderam a crítica especializada, conquistando 89% de aprovação no Rotten Tomatoes.

A aclamada produção, famosa por trazer alguns confrontos assombrosos envolvendo o futuro da tecnologia, foi elogiada por trazer uma leva de capítulos mais calorosos, que exploram os conflitos da era digital, mas com um outra sensibilidade.

Além disso, a nova temporada foi reconhecida pelo exímio talento de Brooker e explorar o submundo da tecnologia pela ótica das relações sociais, ainda que nem todos os episódios sejam perfeitos.

Confira as principais avaliações:

“Antologias são um trabalho árduo. Mas este Black Mirror mais caloroso e convincentemente humano está mais fácil do que nunca de perdoar”. – Jack Seale, Guardian

“Talvez seja saudável que Brooker tenha mantido as coisas leves em relação aos sustos, quando a vida real já tem reviravoltas de revirar o estômago o suficiente”. – India Block, London Evening Standard

Black Mirror recaptura sua magia negra na 7ª temporada, que oferece uma sequência digna de ‘USS: Calister‘, juntamente com episódios que abrangem toda a gama de emoções e visões sobre tecnologia”. – Samantha Nelson, IGN Movies

“Assistindo a esses episódios, comecei a sentir que o número aparentemente infinito de histórias que a série pode explorar não é mais tão infinito. O que é absurdo de se considerar, em uma época em que os potenciais abusos da tecnologia parecem mais desenfreados do que nunca”. – Liz Shannon Miller, Consequence

“As fábulas tecnológicas de alto conceito de Brooker podem ser mais vitais do que nunca”. – Jenna Scherer, AV Club

“O resultado faz maravilhas com um elenco talentoso e histórias que continuam a impressionar, ao mesmo tempo em que deixa espaço para outras produções entreterem com comentários originais sobre a dependência da humanidade na tecnologia em evolução — muitas vezes com resoluções de partir o coração”. – Matthew Creith, TheWrap

“‘Black Mirror tem sido frequentemente comparado a ‘Além da Imaginação‘, e os elogios nunca foram tão exagerados. Poucas séries, se é que alguma, são tão astutamente criativas sobre o modo como vivemos hoje”. – Chris Vognar, San Francisco Chronicle

“Se as duas temporadas anteriores pareciam curiosamente monótonas, esta efervesce com invenção, humor e amor, e encontra a alegria nos cantos mais sombrios. Brooker está de volta”. – Chris Bennion, Daily Telegraph (UK)

“Esta edição da antologia talvez não seja tão nova e emocionante quanto as versões anteriores, mas alguns de seus episódios exploram profundamente as riquezas enterradas em ‘Black Mirror“. – Laura Babiak, Observer

Relembre o trailer:

Os novos episódios contarão com Awkwafina, Milanka Brooks, Peter Capaldi, Emma Corrin, Patsy Ferran, Paul Giamatti, Lewis Gribben, Osy Ikhile, Rashida Jones, Siena Kelly, Billy Magnussen, Rosy McEwen, Cristin Milioti, Chris O’Dowd, Issa Rae, Jimmi Simpson e Harriet Walter no elenco.

A sétima temporada trará seis novos episódios – incluindo uma sequência direta de USS Callister, primeiro capítulo da quarta temporada.

Charlie Brooker, Annabel Jones e Jessica Rhodes retornam como produtores executivos.

Lembrando que as seis primeiras temporadas da antologia estão disponíveis na Netflix.

Crítica | 6ª temporada de ‘Black Mirror’ é uma das mais FRACAS e decepcionantes da antologia

Fora de ‘Vingadores: Apocalipse’, Hailee Steinfeld comenta seu futuro na Marvel

O filme ‘Vingadores: Apocalipse’ surpreendeu os fãs ao revelar, durante uma transmissão ao vivo, os nomes do elenco principal. No entanto, os mais atentos notaram a ausência de Hailee Steinfeld, que interpretou Kate Bishop na série ‘Gavião Arqueiro’, do Disney+.

A última aparição da personagem foi em ‘As Marvels’, onde contracenou com Kamala Khan (Iman Vellani), que estava dando os primeiros passos na formação de uma nova equipe. Apesar disso, tanto Steinfeld quanto Vellani, ficaram de fora da lista oficial de elenco de ‘Vingadores: Apocalipse’.

Segundo o Collider, Hailee Steinfeld comentou sobre seu futuro no Universo Cinematográfico da Marvel e praticamente confirmou seu retorno:

“Estou empolgada com a ideia de continuar crescendo com uma personagem como a Kate, especialmente dentro de algo tão grandioso quanto o Universo Cinematográfico da Marvel. É como voltar para a família; voltar para aquele pequeno lar que acaba se tornando parte de algo ainda maior. Eu amo essa personagem e entendo totalmente por que ela é tão querida”, afirmou sem dar mais detalhes.

Além de Robert Downey Jr. como Victor Von Doom/Doutor Destino, o elenco contará com Tom Hiddleston (Loki), Anthony Mackie (Capitão América), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Letitia Wright (Pantera Negra), Wyatt Russell (Agente Americano) Simu Liu (Shang-Chi), Florence Pugh (Yelena Belova), Danny Ramirez (Falcão), Winston Duke (M’Baku), Vanessa Kirby ( Mulher Invisível), Ebon Moss-Bachrach (Coisa), Joseph Quinn (Tocha Humana), Lewis Pullman (Bob), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma), Patrick Stewart (Professor Xavier), Alan Cumming (Noturno), Ian McKellen (Magneto), Rebecca Romijn (Mística), James Marsden (Ciclope), Kelsey Grammer (Fera), Channing Tatum (Gambit), Paul Rudd (Homem-Formiga), Chris Hemsworth (Thor) e Pedro Pascal (Sr. Fantástico).

robert downey jr dr destino marvel vingadores
robert downey jr dr destino marvel vingadores

‘Vingadores: Apocalipse’ chega aos cinemas no dia 01 de maio de 2026, enquanto ‘Vingadores: Guerras Secretas’ tem estreia agendada para 07 de maio de 2027.

Vincent D’Onofrio surpreende ao revelar qual herói gostaria de interpretar

O ator Vincent D’Onofrio, conhecido por sua interpretação do temível Rei do Crime no Universo Cinematográfico Marvel (UCM), revelou recentemente qual outro personagem dos quadrinhos ele gostaria de levar para as telas.

Conforme o ComicBookMovie, ao ser questionado sobre qual outro personagem gostaria de interpretar além de Wilson Fisk, D’Onofrio respondeu de forma direta:Monstro do Pântano”.

Surpreendentemente, esta não é a primeira vez que D’Onofrio manifesta interesse no personagem.

Em 2024, ele já havia comentado: “Hoje em dia, não sei por quê… não sei se vocês curtem a DC como eu. Obviamente também gosto da Marvel, porque é meu trabalho. Mas meus quadrinhos favoritos quando criança eram Capitão América, Homem-Aranha e… Monstro do Pântano. Eu realmente gostaria de interpretá-lo”.

Vale lembrar queMonstro do Pântano foi anunciado como parte do Capítulo 1 do DC Studios, intitulado Deuses e Monstros. O diretor James Mangold foi escolhido para dirigir o filme.

Em uma recente entrevista ao MovieWeb, o cineasta revelou de que forma irá abordar o projeto – e quais inspirações trará para o projeto.

Monstro do Pântano na DC é uma questão de… Devemos encontrar um jeito de dizer algo original no papel?”, ele disse. “Enquanto estou certo de que o público da DC enxerga Monstro do Pântano como uma franquia, eu o enxergaria como um filme de terror gótico simples e limpo, sobre um homem/monstro. Apenas fazendo meu próprio filme, um filme solo”.

Descrito como um filme de terror, o longa irá explorar as origens sombrias do Monstro do Pântano.

Intitulado ‘Deuses e Monstros‘, o primeiro capítulo da nova fase da DC também irá incluir os filmes ‘Superman Legacy‘, ‘The Authority‘, ‘Brave and The Bold‘ e ‘Supergirl: A Mulher do Amanhã‘.

Vale lembrar que, em 2019, o ‘Monstro do Pântano‘ ganhou uma série que durou apenas uma temporada.

‘Seus Amigos e Vizinhos’: Nova série com Jan Hamm conquista 80% de aprovação no RT; Confira as avaliações!

your friends and neighbors

A nova série dramática estrelada por Jon Hamm, intitulada ‘Seus Amigos e Vizinhos‘ (Your Friends & Neighbors), já chegou ao catálogo da Apple TV+.

E abrindo com 80% de aprovação no Rotten Tomatoes, a produção foi elogiada pela excelente performance do protagonista, bem como por sua abordagem narrativa.

E embora não acerte em todo momento, a série ainda foi reconhecida por trazer um olhar inteligente sobre os ricos do mundo, fazendo uma crítica social, à medida em que explora dilemas mais complexos.

Confira as principais avaliações:

“Até mesmo seus momentos mais instáveis ​​são realçados por um Jon Hamm excepcional e pela igualmente cativante Amanda Peet — esta última com a melhor atuação de sua carreira — como ex-namorados tentando sobreviver e, até certo ponto, escapar de uma prisão materialista criada por eles mesmos”. – Nick Schager, The Daily Beast

“Seu roteirista, Jonathan Tropper, continua fraquejando. Seus produtores não conseguem se conter. O problema é que, coletivamente, eles estão obviamente apaixonados pelas mesmas coisas que seu herói supostamente passa a desprezar”. – Rachel Cooke, New Statesman

“‘Seus Amigos e Vizinhos’ é bastante agradável, assim como a bebedeira do Coop. Mas é impossível não pensar que poderia ser mais gratificante”. – Bill Goodykoontz, Arizona Republic

“O ritmo letárgico é pelo menos parcialmente compensado por uma atuação envolvente do protagonista e bons toques de humor”. – Dan Einav, Financial Times

“Mesmo que você não goste desta série tanto quanto eu, tenho a sensação de que você aprenderá algo sobre os preços de varejo de produtos de luxo de uma forma que nunca esperaria”. – Alex Maidy, JoBlo’s Movie Network

“Isso (pela primeira vez) justifica plenamente a narração de Hamm e o solilóquio que a acompanha. É cruelmente espirituosa, às vezes terrivelmente sombria”. – Benji Wilson,
Daily Telegraph (UK)

“Embora a série inicialmente capture a atenção do público com a perspectiva de assistir a um homem rico roubando de seus vizinhos, os segredos que continuam a ser revelados são o que realmente atrairá os espectadores”. – Kaiya Shunyata, RogerEbert.com

“‘Seus Amigos e Vizinhos‘ é um olhar inteligente sobre os ‘ricos’ do mundo”. – Diedre Johnson, TheWrap

A produção, que conta com nove episódios em sua primeira temporada, teve sua estreia nesta sexta-feira, 11 de abril, com dois episódios.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A série já foi renovada para sua 2ª temporada.

A série foi criada pelo escritor Jonathan Tropper, que atua como showrunner e produtor executivo.

Após ser demitido em meio a um escândalo, Andrew “Coop” Cooper, um gestor de fundos de investimento ainda lidando com seu recente divórcio, começa a furtar a casa de seus vizinhos ricos de Westmont Village. Assim, ele descobre que os segredos e escândalos escondidos por trás dessas fachadas luxuosas podem ser mais perigosos do que ele jamais imaginou.

O elenco ainda conta com Amanda Peet, Olivia Munn, Hoon Lee, Mark Tallman, Lena Hall, Aimee Carrero, Eunice Bae, Isabel Marie Gravitt e Donovan Colan.

Hamm também entra como produtor executivo.

Câncer com Ascendente em Virgem

Três mulheres sorrindo em festa ao ar livre.

 

Elenco:

Suzana Pires
Marieta Severo
Nathália Costa

 

Direção: Rosane Svartman

Gênero: Drama

Duração: 95 min.

Distribuidora: Downtown Filmes

Orçamento: R$ — milhões

Estreia: 27 de Março de 2025

Sinopse: 

Em CÂNCER COM ASCENDENTE EM VIRGEM, Clara é uma professora de matemática que descobre ter câncer de mama. Com o apoio de sua família e amigos, Clara reavalia suas crenças, vaidades e relacionamentos, e encontra a força para enfrentar a doença.

Curiosidades: 

» Inspirado por uma história real, o roteiro é assinado por Martha Mendonça, Rosane Svartman, Suzana Pires e Pedro Reinato;

» O filme ainda conta com a participação de Fabiana Karla, Ângelo Paes Leme, Julia Konrad e Carla Cristina Cardoso;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Três mulheres sorrindo em festa ao ar livre.

Mulher sorrindo ao lado de barraca com artesanatos.

Astros de ‘O Senhor dos Anéis’ revelam se retornariam à amada franquia

Os atores Liv Tyler (Arwen), John Rhys-Davies (Gimli), Sean Astin (Sam) e Orlando Bloom (Legolas) comentaram recentemente sobre o novo filme da franquiaO Senhor dos Anéis, revelando sua disposição em retornar à Terra-média.

Durante uma entrevista ao ScreenRant, os atores foram questionados sobre a possibilidade de reprisar seus amados personagens.

A primeira a responder foi Liv Tyler, que expressou seu entusiasmo:

“Eu faria qualquer coisa. Escrevo para Fran [Walsh] e Philippa [Boyens] o tempo todo. Fico tipo: ‘Ei, será que vamos precisar da Arwen de volta?’. Foi um presente tão enorme em nossas vidas. É difícil descrever em palavras, mas foi algo profundamente marcante. Faria qualquer coisa para reviver isso, sentir aquilo de novo. Mas hoje vivemos isso no coração e na memória”, afirmou.

Astin e Rhys-Davies demonstraram uma abordagem mais cautelosa.

John Rhys-Davies: “[Topo] qualquer coisa, desde que eu não precise usar aquelas próteses de novo”.

Sean Astin: “A ideia de voltar a ser o Sam… Quando fizemos pela primeira vez, eu não tinha ideia da importância literária do personagem. Estava apenas focado no que fazíamos no set, tentando me conectar emocionalmente”.

“Hoje, 25 anos depois, com tantas pessoas contando como isso impactou suas vidas, superaram dificuldades, uniram famílias… me pergunto como seria atuar com esse tipo de pressão. Não sei como seria entrar no personagem de forma centrada e presente, sabendo de tudo isso”, acrescentou.

Orlando Bloom foi mais direto em seu entusiasmo, declarando que voltaria como Legolas, mesmo reconhecendo que a magia da trilogia original é irrepetível:

Orlando Bloom“Sempre penso que, se o Pete disser ‘pule’, eu pergunto ‘quão alto?’. Os elfos passam por tantas eras porque são imortais. Já voltei no tempo com ‘O Hobbit’, e foi interessante revisitar aquele mundo. Foi uma experiência bem diferente de ‘O Senhor dos Anéis'”.

“Voltar? Claro, quem não gostaria de voltar para aquele lugar? Mas, é claro, a magia daquele momento não pode ser repetida. A época, a fase da vida em que estávamos, o próprio planeta — tudo era diferente. Mas interpretar o Legolas de novo? Estar naquele estado de foco absoluto é algo que eu abraçaria com prazer. É uma sensação meditativa de ser onisciente e atento a tudo, algo muito especial”, concluiu.

O novo filme live-action de ‘O Senhor dos Anéis‘, que se chamará ‘O Senhor dos Anéis – A Caçada por Gollum‘ e será focado no Gollum, foi adiado.

Em entrevista ao The Direct, o ator e diretor Andy Serkis revelou que o lançamento foi adiado em um ano.

Previsto para 2026, o filme só deve chegar aos cinemas em 2027.

“Não lançaremos mais 2026. A estreia seria em dezembro de 2026. Agora, será em dezembro de 2027”, afirmou Serkis.

Serkis, que imortalizou o antagonista Gollum na trilogia original e na pré-sequência inspiradas no trabalho de J.R.R. Tolkien, volta a emprestar seus movimentos para o personagem, além de dirigir a produção.

Ele já dirigiu ‘Mogli: Entre Dois Mundos‘ e ‘Venom 2‘.

O cineasta original da trilogia, Peter Jackson, e os roteiristas dos originais Fran Walsh e Philippa Boyens, estão produzindo o filme e “estarão envolvidos em cada etapa do caminho” na produção sem título. A novidade foi revelada por David Zaslav, CEO da Warner Bros.

O projeto está atualmente nos estágios iniciais de desenvolvimento do roteiro e irá “explorar histórias ainda a serem contadas”, disse Zaslav.

O chefe do WBD acrescentou: “’O Senhor dos Anéis’ é uma das franquias mais bem-sucedidas e reverenciadas da história e apresenta uma oportunidade significativa para os negócios teatrais.”  

A trilogia original dirigida por Jackson arrecadou quase US$ 3 bilhões em todo o mundo.

O filme não terá ligação alguma com a série do Prime Video.