Demorou quase uma década e meia para que a Pixar resolvesse revisitar o icônico panteão marítimo de Procurando Nemo. Treze anos mais tarde, a infância daqueles que acompanharam as aventuras de Marlin, Nemo e Dory no fundo do oceano seria ressurgida com Procurando Dory, uma sequência que exploraria o passado da adorável peixinha com síndrome de perda de memória recente.

Dirigido por Andrew Stanton, o longa-metragem ganhou aclame por parte da crítica internacional, que rasgou elogios para a profundidade emocional, para os avanços dos efeitos visuais e pelo constante humor do roteiro. Não é surpresa que tenha ultrapassado a marca de US$1 bilhão ao redor do mundo e ascendido à terceira maior bilheteria de 2016, quebrando recordes e conquistando inúmeras indicações ao Annie Awards, o Oscar da animação.

Para celebrar o aniversário de cinco anos do filme, o CinePOP separou uma lista com curiosidades de bastidores da produção.

Confira abaixo:



RECORDES E MAIS RECORDES

O filme torno-se o segundo título da Pixar a cruzar a marca de um bilhão de dólares, precedido apenas por ‘Toy Story 3’. Como já mencionado, a arrecadação quebrou inúmeros recordes, incluindo o de maior abertura de um filme animado na América do Norte e também o mais bem sucedido financeiramente no continente.

UM PROBLEMA TENTACULAR

Hank, dublado por Ed O’Neill, tem apenas sete tentáculos devido ao fato dos animadores perceberem que não conseguiriam colocar oito em seu corpo. Por isso, a história do personagem foi reescrita para levar em conta o “membro perdido”. O mesmo aconteceu no clássico sci-fi ‘O Monstro do Mar Revolto’, em que o mestre dos efeitos especiais Ray Harryhausen só conseguiu criar um polvo gigante em stop-motion com seis braços.



MUDANÇAS NECESSÁRIAS

Hayden Rolence substituiu Alexander Gould como a voz de Nemo, visto que Gould tinha crescido e passado por mudanças vocais desde o filme original de 2003. Entretanto, Gould faz aparição como Carl, um dos passageiros da van que leva os animais doentes para Cleveland.

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EASTER EGGS

Como sabemos, os filmes da Pixar sempre estão recheados de referências a produções anteriores (e até mesmo posteriores). Em Procurando Dory, o carro de entrega do Pizza Planet (de ‘Toy Story’) aparece no fundo do mar, mais precisamente na sequência em que Dory, Marlin e Nemo cruzam com a lula gigante – além de dar as caras mais uma vez na cena em que Dory e Hank estão no caminhão para Cleveland.

FÚRIA ANIMAL

Originalmente, a animação seria ambientada em um parque aquático. Entretanto, a ideia foi reformulada por completo quando a equipe da Pixar assistiu ao documentário ‘Blackfish: Fúria Animal’, que denunciou os maus-tratos às baleias orcas no parque SeaWorld Orlando. No final, o enredo é centrado em um Instituto de Biologia Marinha.

PARTICIPAÇÃO ESPECIAL



A voz da intercomunicação no Instituto Marinho, como é frequentemente dito, é atribuída a Sigourney Weaver. Essa foi o segundo papel da atriz no universo Pixar, visto que também dublou o computador da Axiom, a nave da animação ‘WALL-E’ (que também foi dirigido por Stanton). No Brasil, a jornalista Marília Gabriela forneceu a voz da intercomunicação.

FINAL (IN)FELIZ

Um dos roteiristas do filme queria que a cena final da sequência trouxesse a barracuda do primeiro capítulo da saga de volta, olhando faminta para o coral antes do fim. Entretanto, a sequência foi cortada, porque não fazia sentido colocá-la ali e isso poderia assustar as crianças depois do que aconteceu em Procurando Nemo.

DORY: A 8ª PASSAGEIRA

Enquanto guia Dory pelo encanamento do Instituto, Bailey (Ty Burrell) usa seu sonar para detectar algo que lembra um grande peixe indo bem em direção a ela. A sequência é reminisciscência de ‘Alien – O 8º Passageiro’, em que Dallas (Tom Skerritt) é guiado pelos dutos de ar na Nostromo por Ripley (Weaver).


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