2020 é um ano ótimo para a música, talvez um dos melhores da última década – não só pela quantidade exorbitante de álbuns dançantes e memoráveis de astros e divas lendários, mas também por representar o aniversário de diversas produções icônicas.

E, seguindo os passos da nossa outra matéria sobre os aniversariantes de 10 anos, separamos uma breve lista com 15 álbuns que fazem 15 anos em 2020.

Confira abaixo nossas escolhas e conte para nós qual o seu favorito:

CONFESSIONS ON A DANCE FLOOR, Madonna

A rainha do pop fez um retorno triunfal em 2005 com o lançamento de Confessions on a Dance Floor – o último grande disco de sua carreira em mais de uma década. Trazendo singles como “Hung Up”“Jump”“Sorry, o disco foi aclamado pela crítica internacional, tornou-se um dos favoritos do público e vendeu mais de 10 milhões de unidades – além de ter garantido uma estatueta do Grammy de Melhor Álbum Eletrônico/Dance.

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A BIGGER BANG, The Rolling Stones

A icônica banda The Rolling Stones lançou seu 22º álbum de estúdio (e o último com canções originais até hoje) há quinze anos e, até hoje, permanece como uma das grandes incursões do século. A Bigger Bang representou um retorno do grupo ao que os havia colocado nos holofotes no início da carreira e trouxe músicas promocionais como “Rain Fall Down”“Biggest Mistake”.

DEVILS AND DUST, Bruce Springsteen

Debutando em primeiro lugar nas paradas da Billboard e garantindo a Bruce Springsteen sua quinta estreia em #1, ‘Devils and Dust’ foi um sucesso crítico e comercial desde a época de seu lançamento até hoje. Elogiado pela essência lírica de suas canções, o álbum trouxe como carros-chefe a música titular homônima e o single “All the Way Home”.

EXTRAORDINARY MACHINE, Fiona Apple

Fiona Apple é uma irreverente e revolucionária artista que não segue o padrão de lançar produções com pouco intervalo de tempo – mas quando decide se empenhar, entrega aos seus fãs obras-primas irretocáveis. Extraordinary Machine não ficaria de fora de uma discografia aplaudível – inclusive sendo integrado como o melhor álbum do ano em diversas revistas internacionais. Movido pelo art pop, a terceira obra de Apple trouxe singles bastante famosos como “Get Him Back”“Not About Love”.

BE, Common

O sexto álbum de estúdio do rapper Common foi promovido através de nada menos que cinco canções (incluindo “Testify”“Go!”), e o resultado não poderia ter sido outro: com uma sólida recepção crítica, a obra foi indicado a quatro categorias do Grammy Awards, infelizmente não levando nenhuma estatueta para casa – mas jamais apagando o histórico momento para o musicista.

12 SONGS, Neil Diamond

Trabalhando no álbum por quase quatro anos, Neil Diamond voltou para seu conhecido country-rock com sua 26ª iteração, 12 Songs. A produção tornou-se um dos maiores sucessos comerciais e críticos do músico, estreando em quarto lugar na Billboard 200 e rendendo-se aos acordes envolventes do violão e dos arranjos que relembravam suas clássicas canções.

THE BREAKTHROUGH, Mary J. Blige

Mary J. Blige seria indicada ao Oscar duas vezes apenas em 2018, mas em 2005 já nos encantava com o adorável e confessional álbum The Breakthrough. Recebendo críticas bastante positivas e a colocando no topo do mundo com os singles “Take Me As I Am”Be Without You”, a obra foi uma conclusão perfeita para o ano. Elogiada pelo teor íntimo e pessoal das faixas, The Breakthrough foi indicado a oito categorias do Grammy – levando três prêmios para casa.

ILLINOIS, Sufjan Stevens

O álbum conceitual Illinois (popularmente conhecido como ‘Illinoise’) é uma das produções mais insanas do século XXI – e talvez o melhor trabalho de Sufjan Stevens até hoje. Misturando baroque pop e tendências experimentalistas da virada do século, a obra recebeu aclame e vários prêmios da crítica, além de ter estreado no topo das paradas pela primeira vez na carreira do artista.

CHAOS AND CREATION IN THE BACKYARD, Paul McCartney

Depois de deixar os BeatlesPaul McCartney investiu em sua carreira solo – e provou que ainda se manteria como uma lenda da música. Com Chaos and Creation in the Backyard, o décimo terceiro álbum do cantor e compositor foi chamado por muitos como “uma de suas produções mais criativas”, ganhando reconhecimento pelo intimismo não convencional das canções.

MAKE BELIEVE, Weezer

A banda de rock estadunidense Weezer ganhou sua primeira indicação ao Grammy com Make Believe, quinto álbum de estúdio que teve um resultado comercial incrível e vendeu mais de 1 milhão de cópias em um ano. Entretanto, a produção teve recepção mista pela crítica e pelo público, sendo comparado como um rip-off de seus trabalhos anteriores. De qualquer forma, a obra foi redescoberta anos mais tarde e ganhou um número considerável de fãs.

THE FIRST LADY, Faith Evans

The First Lady é um daqueles álbuns que merecia mais reconhecimento do que teve, principalmente por colocar a incrível Faith Evans de volta nos holofotes. A quarta produção de estúdio da artista debutou em #2 na Billboard 200 e vendeu mais de 500 mil cópias apenas nos Estados Unidos. Ganhando críticas positivas à época do lançamento, o CD foi elogiado pelo envolvente R&B e, revisitado anos depois, alcançou um patamar honrável.

HYPNOTIZE, System of a Down

Vendendo mais de 8 milhões de cópias, Hypnotize foi lançado apenas seis meses depois de Mesmerize – e foi o último divulgado pela banda System of a Down até 2020. Com recepção sólida pelo público e pela crítica, o álbum ganhou reconhecimento internacional através de seus singles e de sua forte presença irreverente em um cenário então dominado pelo pop.

DON’T BELIEVE THE TRUTH, Oasis

‘Don’t Believe the Truth’ tornou-se a maior estreia do Oasis desde 1997 e vendeu como água para fãs que desejavam algo novo. Revisitado diversas vezes, a recepção calorosa de seu sexto álbum de estúdio foi elogiado pela introdução de uma sonoridade mais ácida e crítica que seria o principal elemento de exploração do grupo nos anos seguintes.

A FEVER YOU CAN’T SWEAR OUT, Panic! At the Disco

Em 2005, nascia o famoso grupo PANIC! At the Disco, liderado pelo vocalista Brendon Urie. O lançamento do álbum de estreia ‘A Fever You Can’t Sweat Out’ tornou-se um dos mais polarizantes da década de 2000, dividindo os críticos de música pela exorbitância e pela intrincada produção – que misturava diversos gêneros. De qualquer forma, o álbum ganhou a atenção do público e estourou nas paradas (alçando voo de seu début em 112º nas paradas da Billboard até o 13º lugar).

THE COOKBOOK, Missy Elliott

Missy Elliott é um ícone da música – e um dos poucos nomes que se mantém na ativa nos dias de hoje. A revolucionária rapper voltou à forma com o lançamento de The Cookbook, seu sexto álbum de estúdio, e ganhou reconhecimento da crítica, que elogiou a “bipolaridade instrumental e lírica” do CD e sua exuberância. A obra foi indicada ao Grammy de Melhor Álbum de Rap, mas infelizmente não levou a estatueta para casa.

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