Site Página 1050

Espectador quase INFARTOU durante exibição-teste de ‘Missão Impossível 8’

Em uma recente entrevista à Empire, o diretor Christopher McQuarrie revelou que o público se surpreenderá com o capítulo final da franquia Missão Impossível’ – e uma exibição-teste do filme aparentemente já provou isso.

McQuarrie revelou que, durante uma das primeiras exibições do filme, um dos membros da audiência quase teve um ataque do coração ao conferir umas das sequências de ação.

“Tivemos uma pequena exibição e alguém disse: ‘eu estava sufocando durante a sequência inteira. Quase tive um infarto’. E eu pensei: ‘acho que fizemos algo certo'”, ele disse.

Na trama, Ethan Hunt e sua equipe da IMF embarcam em uma missão perigosa e de vingança para recuperar uma nova arma que ameaça toda a humanidade e enfrentar o maior vilão de seu passado.

Além de Tom Cruise, a produção contará com o retorno de Hayley Atwell, Ving Rhames, Simon Pegg, Esai Morales, Pom Klementieff, Vanessa Kirby, Mariela Garriga, Henry Czerny, Shea Whigham, Greg Tarzan Davis, Charles Parnell e Frederick Schmidt.

Holt McCallany, Janet McTeer, Nick Offerman, Hannah Waddingham, Katy O’Brian e Stephen Oyoung completam o elenco.

Lembrando que ‘Missão: Impossível – O Acerto Final‘ chega aos cinemas nacionais em 22 de Maio.

Christopher McQuarrie retorna à direção, além de assinar o roteiro.

O orçamento do filme está na casa dos US$ 300 milhões, o mais caro da franquia.

Edward Berger, o diretor de ‘Conclave’, quer trabalhar com Fernanda Torres

Durante uma entrevista para o The Independent, Edward Berger, o diretor de ‘Conclave‘, revelou que adoraria trabalhar com a atriz Fernanda Torres, de ‘Ainda Estou Aqui‘.

“Eu vi a Fernanda Torres, que foi indicada por seu papel no filme de Walter Salles. Se algum dia eu tivesse a chance de trabalhar com ela, seria lindo”, afirmou.

‘Conclave’, que adapta o best-seller homônimo de Robert Harris, continua a fazer bonito na temporada de premiações.

O filme conquistou nada menos que oito indicações ao Oscar – incluindo Melhor FilmeMelhor Ator para Ralph FiennesMelhor Atriz Coadjuvante para Isabella Rossellini.

Os vencedores serão revelados no dia 02 de março.

“O filme explora um dos eventos mais secretos e antigos do mundo: a escolha do novo Papa. O Cardeal Lawrence é designado para conduzir esse processo sigiloso após a morte inesperada do querido Papa. Quando os líderes mais poderosos da Igreja Católica se reúnem no Vaticano, trancados juntos nos corredores, Lawrence descobre uma série de segredos profundos deixados pelo Papa falecido, segredos que podem abalar as fundações da Igreja”, revela a sinopse.

Ralph Fiennes lidera um elenco que também conta com Stanley Tucci, John Lithgow, Carlos Diehz e Sergio Castellito.

Tim Blake Nelson ficou DEVASTADO por não reprisar seu papel como o Líder após ‘O Incrível Hulk’

Tim Blake Nelson irá finalmente reprisar seu papel como o vilão O Líder no vindouro Capitão América: Admirável Mundo Novo’ – anos depois de ter interpretado o personagem em O Incrível Hulk.

Entretanto, apesar de ter participado do filme de 2008, Nelson não foi chamado pela Marvel Studios para reprisar seu papel – comentando ao THR que ficou de coração partido pelo acontecimento.

“Eu aprendi com a atriz Lois Smith, em um momento muito bom em minha carreira, que, para os atores de personagens – e eu decididamente sou um deles, com orgulho -, não é sobre um filme ou conquistar uma coisa em particular”, ele afirmou. “É mais sobre acumular os personagens, o que eu gosto de chamar de minha galeria de estranhos disfuncionais que pude interpretar”.

Nelson continua: “os filmes precisam dessas pessoas para deixarem os atores principais bons, e estou feliz em fazer esse papel. Eles, normalmente, são os personagens mais interessantes de um filme. Ser trazido de volta para o MCU [pelos produtores] Kevin FeigeNate MooreKyana F. Davidson para ser um vilão ao lado de Giancarlo Esposito contra Anthony Mackie tem sido uma grande honra. Tendo sido uma aventura interessante”.

O astro completa, revelando como se sentiu após não reprisar seu papel como o Líder depois de O Incrível Hulk.

“Fiquei de coração partido quando pareceu que não voltaria como o Líder, mas estou feliz que levou dezesseis anos – porque tornou o personagem mais interessante. E consegui fazer outras coisas ótimas durante esses anos que, talvez, não teria conseguido fazer caso eu tivesse interpretado o vilão principal em uma sequência de O Incrível Hulk. Eu adorei trabalhar com Edward [Norton] e consegui dirigir Edward em um filme logo depois disso [‘Irmãos de Sangue’, em 2009], então, para não tomar uma atitude panglossiana em relação a tudo isso, ainda acho que tudo aconteceu da melhor maneira possível, mesmo que tenha houve muito desespero associado aos anos seguintes”.

Lembrando que Capitão América: Admirável Mundo Novo’ já está em exibição nos cinemas.

Artigo | Conclave: Thriller sobre Vaticano Reflete Mudanças Históricas na Igreja

Conclave estreou com grande impacto, recebendo no mesmo dia oito indicações ao Oscar, incluindo Melhor Filme. Com direção de Edward Berger (Nada de Novo no Front), o longa não apenas oferece um thriller instigante, mas também reflete diretamente as transformações e os dilemas éticos enfrentados pela Igreja Católica no mundo contemporâneo.

Logo no início de 2025, o Vaticano anunciou mudanças históricas, como a nomeação de uma mulher para um cargo inédito de liderança e a aceitação de padres gays, desde que vivam em celibato. Promovidos sob a liderança do Papa Francisco, esses avanços desafiam séculos de tradição e apontam para uma instituição em busca de adaptar-se às demandas do mundo em constante mudança.

Grupo de cardeais em vestes vermelhas
Ralph Fiennes indicado ao Oscar de Melhor Ator por Conclave (Foto: divulgação)

Essas notícias adicionam uma camada de relevância contemporânea ao enredo de Conclave, adaptado do romance homônimo de Robert Harris, publicado em 2016, que retrata um momento crítico para a Igreja: a escolha de um novo líder em meio a alianças políticas, dilemas morais e segredos cuidadosamente guardados. Adaptado por Peter Straughan, o filme possui um final diferente do livro. 

Um Jogo de Poderes no Coração do Vaticano

Na trama, o cardeal Lawrence (Ralph Fiennes) está prestes a se tornar o primeiro Papa inglês desde Adriano IV (1154-1156), o único pontífice britânico da história. Enquanto o atual Papa agoniza, outros cardeais ambiciosos se reúnem para o conclave, cada um com suas estratégias ocultas para alcançar o papado. O filme apresenta um elenco diversificado de personagens, cada qual simbolizando facções e ideologias dentro da Igreja — reflexo também das disputas vistas em lideranças políticas ao redor do mundo.

Stanley Tucci interpreta Bellini, um cardeal liberal que busca reformas profundas; Sergio Castellitto dá vida ao reacionário Tedesco, um fundamentalista racista; John Lithgow é Tremblay, cujo comportamento conciliador esconde suas verdadeiras intenções; Lucian Msamati interpreta Adeyemi, um cardeal africano confiante e incisivo; e Carlos Diehz assume o papel de Benítez, uma figura misteriosa que surpreende a todos ao ser nomeado cardeal arcebispo de Cabul. 

Apesar de tantos personagens masculinos intrigantes, o destaque vai para Isabella Rossellini, que interpreta a irmã Agnes, confidente do falecido papa. Com menos de seis minutos em cena  — os quais lhe valeram uma indicação ao Oscar  —, Rossellini entrega uma performance magnética, dando à sua personagem uma presença astuta e estrategista, que rouba os holofotes em um universo dominado por homens.

Quando Ficção e Realidade se Encontram

Conclave se junta a uma tradição de filmes que exploram os bastidores da Igreja Católica e seus dilemas morais e institucionais. Enquanto Spotlight: Segredos Revelados (2015) aborda a investigação jornalística sobre os escândalos de abuso sexual no clero e Os Dois Papas (2019), de Fernando Meirelles, oferece uma visão humanizada do relacionamento entre Bento XVI e Francisco, Conclave foca no lado político-religioso das eleições papais, trazendo uma tensão quase shakespeariana às disputas de poder no Vaticano.

A direção de Edward Berger em Conclave constrói tensão com maestria, utilizando a performance intimista de Ralph Fiennes e elementos visuais cuidadosamente projetados para criar um clima de constante inquietação, como o forte contraste entre vermelho e branco. Em parceria com o diretor de fotografia Stéphane Fontaine, o diretor alemão explora ângulos fechados e iluminação sombria para intensificar a claustrofobia e o peso emocional que permeiam o conclave

Isabella Rossellini indicado ao Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante por Conclave (Foto: divulgação)

A produção de Suzie Davies contribui com cenários que evocam uma atmosfera onírica e, ao mesmo tempo, ritualística, transportando o público para o centro das intrigas políticas e espirituais. Cada votação, pontuada por silêncios estratégicos e expressões contidas, é coreografada como um jogo de xadrez psicológico, amplificando a sensação de perigo iminente e transformando o processo de escolha papal em um suspense asfixiante.

O filme nos leva a refletir sobre dilemas que vão além das paredes do Vaticano, como a tensão entre escolhas pessoais e coletivas. Assim como o cardeal Lawrence enfrenta o peso de um destino que não escolheu, muitos de nós lidamos com decisões difíceis que afetam nossas comunidades ou nossos próprios valores. Essa conexão humana, entre poder, sacrifício e redenção, torna a trama profundamente ressonante para qualquer espectador, religioso ou não. 

As Mudanças Reais no Vaticano

Enquanto o filme explora os bastidores de um evento fictício, o Vaticano real enfrenta debates profundos sobre inclusão e igualdade. Um marco recente foi a nomeação da irmã Simona Brambilla, de 59 anos, como prefeita do Dicastério para os Institutos de Vida Consagrada e Sociedades de Vida Apostólica, no dia 6 de janeiro, tornando-a a primeira mulher a liderar um dos principais departamentos do Vaticano.

Se existisse a plena igualdade de oportunidades, as mulheres poderiam contribuir para um mundo de paz, de inclusão, de solidariedade e sustentabilidade integral”, afirmou o Papa Francisco no prefácio do livro Mais Liderança Feminina para um Mundo Melhor: O Cuidado como Motor para a Nossa Casa Comum, organizado por Anna Maria Tarantola, ex-diretora do Banco da Itália. A decisão reflete não apenas uma igualdade simbólica, mas um impacto prático no funcionamento da Igreja.

Cardeais e freira em túnicas religiosas.

Outra questão atual que dialoga com Conclave é a aceitação de homens gays nos seminários, desde que vivam em celibato — assim como todos os sacerdotes. Embora o tema ainda encontre resistência em setores mais conservadores da Igreja, o Papa Francisco deu passos significativos ao afirmar que pessoas LGBTQIA+ devem ser acolhidas com respeito e dignidade. O longa reflete que as escolhas que moldam o futuro da Igreja, tanto na ficção quanto na realidade, carregam implicações políticas e sociais.

Reflexos de uma Igreja em Transformação

Essas transformações, que transitam entre o espiritual e o político, fazem de Conclave mais do que um suspense: ele se torna um espelho das crises e adaptações enfrentadas pela Igreja Católica. Desde a substituição de Bento XVI por Francisco, o Vaticano vem promovendo mudanças significativas, como a simplificação de protocolos funerários papais, em 2024, e a declaração da pena de morte como inadmissível no Catecismo, em 2018. Essas decisões demonstram como a instituição busca se reinventar diante de um mundo cada vez mais diverso e plural.

Imagem customizada por Simone Ashmoore (ScreenRant)

Assim como cada cardeal no filme representa uma posição política para o futuro da instituição, o Vaticano atual navega por debates que envolvem não apenas tradições religiosas, mas também questões sociais e políticas de grande impacto global. Se na ficção a cada contagem de votos aparece um empecilho para o candidato “ideal”, na vida real a cada eleição democrática, vemos crescer discursos separatistas e interesses pessoais acima dos dos eleitores. 

Ao explorar as transformações internas de uma das instituições mais influentes do mundo, Conclave nos convida a olhar para nossas próprias estruturas de poder, sejam elas religiosas, políticas ou sociais. Estaríamos prontos para abraçar mudanças que desafiam séculos de tradição em nome de um futuro mais inclusivo? Essa é uma questão que transcende o cinema e ecoa em nosso cotidiano.

‘Capitão América: Admirável Novo Mundo’ tem a MELHOR estreia do ano no Brasil

Capitão América: Admirável Mundo Novo‘ teve a melhor estreia do ano no Brasil.

O filme abriu em primeiro nas bilheterias no Brasil com público de 860 mil pessoas – é mais que ‘As Marvels‘ (420 mil) e menos que ‘Deadpool e Wolverine‘ (2 milhões).

Confira o TOP 10, segundo o FilmeB:

filmerenda (R$)
1Capitão América – Admirável mundo novo19.893.000
2Ainda estou aqui2.815.000
3Mufasa – O rei leão1.947.000
4Conclave1.293.000
5Bridget Jones – Louca pelo garoto1.085.000
6Acompanhante perfeita903.000
7Sonic 3 – O filme627.000
8O Auto da Compadecida 2552.000
9O homem do saco480.000
10Chico Bento e a goiabeira maraviosa415.000

 

A aventura da Marvel da Disney voou para o primeiro lugar nos EUA com US$ 88,5 milhões no fim de semana tradicional e US$ 100 milhões no feriado do Dia dos Presidentes na segunda-feira. Para comparação, ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania‘ abriu com US$ 104 milhões em seus três primeiros dias.

Para termos de comparação, os números representam a quarta maior estreia da história para o feriado do Dia do Presidente, atrás apenas de ‘Pantera Negra‘ (US$242M), ‘Deadpool‘ (US$152M) e ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania‘ (US$120M).

No mercado internacional, o filme fez US$ 92,4 milhões em 52 países – levando a abertura mundial para US$ 192,4 milhões.

O valor também é US$ 40 milhões mais baixo que a abertura global do terceiro filme do Homem-Formiga, que fez US$ 238,3 milhões mundialmente em seu primeiro fim de semana.

Apesar do desempenho, o novo filme do Capitão América recebeu uma nota B- do público no CinemaScore – o que representa a avaliação mais baixa de todo o MCU. Os três primeiros filmes da franquia obtiveram uma média A-.

Para termos de comparação, fracassos do estúdio, como ‘Eternos‘, ‘As Marvels‘ e ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania‘, receberam uma nota B dos espectadores.

Com 51% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

Confira nossa entrevista e siga o CinePOP no Youtube:

Com 52% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

Dirigido por Julius Onah (‘O Paradoxo Cloverfield’), o longa serve como sequência direta da série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘. Além disso, é o primeiro filme solo do herói desde ‘Capitão América: Guerra Civil‘, lançado em 2016.

O roteiro fica por conta de Malcolm Spellman e Dalan Musson.

Anthony Mackie, Danny Ramirez, Carl Lumbly, Tim Blake Nelson, Shira Haas, Harrison Ford e Liv Tyler estrelam.

capitaoamerica4 2

Dafne Keen deve REPRISAR seu papel como X-23 em ‘Vingadores 5’ e ‘6’

Deadpool e Wolverine continua exibição nos cinemas nacionais – e trouxe o retorno de diversos personagens amados do panteão mutante.

Como pudemos ver no trailer, Dafne Keen retorna como Laura/X-23, reprisando seu papel do aclamado Logan e se reunindo com Hugh Jackman (Wolverine) após tantos anos desde o longa que estrelaram juntos.

Agora, segundo Alex Pérez, do site The Cosmic Circus, especula-se que a jovem atriz retorne para os vindouros projetos ‘Avengers: Doomsday’ (que segue sem título nacional) e ‘Vingadores: Guerras Secretas’.

Enquanto mais detalhes não foram revelados, sabe-se que Jackman também está sendo cotado para voltar como Wolverine em ambos os longas-metragens.

Em uma recente entrevista ao ComicBook.com, Keen comentou sobre como ela abordou a emocionante reunião com Jackman (mesmo que o astro tenha interpretado outra variante do herói).

“Há algo tão maravilhosamente trágico [sobre isso]… Ela nunca disse que o amava ou que é grata a ele (em Logan), e ela está tendo esta oportunidade agora, mas não é realmente ele”, Keen explicou. “Então, é trabalhar com a tragédia que está tão perto, mas tão longe. O mais próximo que ela irá conseguir é dizer a esse homem que acabou de conhecer, mas que ela ama porque ele é Logan, o quanto ela se preocupa muito com ele, porque ele não a conhece, mas ela o conhece. É tão doloroso e genial para eles.”

A Marvel Studios apresenta seu erro mais significativo até agora – ‘Deadpool e Wolverine‘. Um apático Wade Wilson trabalha duro na vida civil. Seus dias como o mercenário moralmente flexível Deadpool ficaram para trás. Quando seu mundo natal enfrenta uma ameaça existencial, Wade deve relutantemente se equipar novamente com uma ainda mais relutante… Relutante? Mais relutante? Ele deve convencer um Wolverine relutante a – p****. As sinopses são estúpidas para c******.

Ryan Reynolds e Hugh Jackman estrelam como Deadpool e Wolverine, respectivamente.

O elenco ainda conta com Emma Corrin (Cassandra Nova), Morena Baccarin (Vanessa), Rob Delaney (Peter), Leslie Uggams (AI Cega), Karan Soni (Dopinder) e Matthew Macfadyen (Paradox).

Shawn Levy (‘Free Guy – Assumindo o Controle’) é o responsável pela direção.

10 filmes com investigações cheias de reviravoltas

Grandes filmes policiais, com enormes mistérios que vão sendo resolvidos conforme a trama avança, sempre chamam a nossa atenção. Afinal, é do ser humano o desejo pela curiosidade em decifrar o segredos de uma história. Pensando nesse recorte, resolvemos criar uma lista de 10 filmes com investigações cheias de reviravoltas:

 

Pecados Antigos, Longas Sombras

Na trama, acompanhamos a saga de dois detetives de Madri, Juan (Javier Gutiérrez) e Pedro (Raúl Arévalo) com ideias, personalidade e ações sob pressão completamente diferentes, que são enviados a um pequeno povoado para resolver um caso intrigante de desaparecimento de duas jovens. Ao longo dos intensos 105 minutos, vamos descobrindo segredos, traições, e um grande mistério, muito maior que os assassinatos, que é aos poucos desvendado.

 

Assalto Brutal

Na trama, ambientada na época onde os VHS dominavam as prateleiras das milhares de locadoras pelo mundo, um misterioso assalto a banco, com vítimas, deixa Varsóvia em estado de alerta. Com uma proposta para voltar à ativa na forças da lei caso consiga desamarrar a investigação do crime, o policial Tadeusz Gadacz (Olavo Lubaszenko) fará de tudo para chegar as verdades.

 

Anatomia de uma Queda

Na trama, conhecemos Sandra (Sandra Hüller), uma famosa escritora alemã que mora com o marido francês, o também escritor Samuel (Samuel Theis), e o filho Daniel (Milo Machado Graner), de 11 anos, na região dos alpes franceses. Certo dia, Samuel é encontrado morto em uma parte na frente da casa. A polícia logo começa uma investigação e começa a suspeitar que Sandra cometeu o crime, iniciando assim uma jornada de incertezas rumo as verdades em um detalhado julgamento onde o filho do casal, que ficou com deficiência visual após um acidente num passado recente, pode ser uma testemunha chave.

 

Camaleões

Na trama, conhecemos o detetive Tom Nichols (Benicio Del Toro), um brilhante agente da lei, casado com Judy (Alicia Silverstone), que é designado para um crime ocorrido em uma casa de luxo. Com inúmeros suspeitos ao seu redor, inclusive o namorado da vítima, o agente imobiliário Will (Justin Timberlake), Tom começa aos poucos a perceber que o assassinato em questão abre brechas para novas variáveis, fatores que o fazem começar a repensar sua relação com os amigos e a comunidade, situada em Boston, onde se sentia feliz após traumas no passado.

 

A Suspeita

Na trama, conhecemos a comissária da polícia Lúcia (Glória Pires), uma mulher forte, sozinha, batalhadora, querida por todos, que inicia uma investigação por meio de escutas fato que a leva a um enorme esquema onde estão metidas pessoas do alto escalão do poder. Paralelo a isso, ela descobre uma grave doença. Ela então se dedica a esse último caso da carreira, tendo que conviver com a suspeita que cai sobre ela após uma emboscada que presencia.

 

Sem Saída

Na trama, conhecemos Tom (Kevin Costner), um comandante da Marinha norte-americana, boa praça, que em uma festa acaba conhecendo Susan (Sean Young) por quem se apaixona perdidamente. Só que ela é amante do Secretário de Defesa David Brice (Gene Hackman) pra quem Tom irá trabalhar, por intermédio de um colega dos tempos de estudos navais Scott (Will Patton), após se destacar em um resgate num navio em alto mar. Esse triângulo amoros acaba virando tragédia quando David mata Susan o que resulta em uma caçada a um assassino que já existe mas que insiste em ser intocável levando Tom até uma investigação com o relógio contra ele.

 

Terra Selvagem

Na trama, conhecemos Cory (Jeremy Renner) um homem solitário com um passado repleto de tristeza que trabalha como caçador no Estado de Wyoming, mais precisamente em uma reserva indígena de frio intenso. Durante o inverso, com temperaturas abaixo de zero e neve para todos os lados, o corpo de uma adolescente é encontrada por Cory em uma região isolada. Conhecendo a adolescente, de quem é amigo da família, Cory busca ajudar as investigações assumida pelo FBI e designada pela agente Jane Banner (Elizabeth Olsen). Conforme vão descobrindo mais pistas sobre o ocorrido, a dupla enfrentará diversas adversidades para conhecer a verdade.

 

Entre Facas e Segredos

Na trama, conhecemos o milionário escritor de suspenses Harlan Thrombey (Christopher Plummer) na noite do seu aniversário de 85 anos. Toda a família reunida e também Marta (Ana de Armas) uma jovem enfermeira, imigrante, que cuida das medicações e do bem estar do dono da casa. O tabuleiro narrativo se transforma em um grande quebra-cabeça com inimigos virando amigos, uniões improváveis, após o assassinato de Harlan. Para tentar descobrir o que houve no fim daquela noite, um detetive ao melhor estilo Agatha Christie aparece em cena, Benoit Blanc (Daniel Craig) e não medirá esforços e excentricidades para conseguir chegar a conclusão desse complicado caso.

 

O Guardião Invisível

Na trama, conhecemos a Inspetora Amaia Salazar (Marta Etura), uma mulher na casa dos 40 anos que descobre estar grávida de seu marido, o pintor norte americano James (Benn Northover). Amaia é designada a chefiar uma investigação sobre um possível serial killer que cometeu seu último assassinato em uma região que morou quando criança e onde vive sua misteriosa família. Chegando até o lugar onde foi criada, percebe que as coisas mudaram pouco desde sua saída, e, assim, além de participar de uma implacável busca pelo assassino, precisará combater fantasmas do seu passado cheio de tensão e que poucos conhecem.

 

Segredo do Passado

Na trama, conhecemos Aaron (Eric Bana) um agente federal australiano que após saber da morte do melhor amigo em circunstâncias misteriosas resolve voltar para a cidadezinha onde foi criado, Kiewarra, no interior da Austrália, para ajudar a família do amigo a desvendar o crime. Só que ele não estava preparado para encontrar de frente seu passado e um outro mistério, ocorrido na sua adolescência, a morte de uma jovem, começa a encontrar suas verdades.

 

 

Remake de CLÁSSICO de Akira Kurosawa com Denzel Washington deve estrear em Cannes

O remake de ‘Céu e Inferno’, clássico dirigido por Akira Kurosawa, deve estrear nono Festival de Cannes, que vai acontecer entre os dias 13 e 24 de maio.

Denzel Washington estrela, ao lado de  Jeffrey Wright (‘Ficção Americana’).

Spike Lee fica responsável pela direção e também assina o roteiro ao lado de Alan Fox.

O filme original, lançado em 1963, a produção foi aclamada à época de seu lançamento e estende-se a um sólido legado que influencia realizadores cinematográficos até os dias de hoje.

Na trama, um executivo hipoteca tudo o que tem na tentativa de dar um golpe e assumir a Companhia Nacional de Sapatos, na tentativa de manter a empresa fora das mãos dos outros executivos incompetentes e gananciosos. Contudo, o mesmo dinheiro que ele arrecada pode pagar o resgate que possivelmente irá salvara vida de uma criança. Levando o executivo a tomar decisões extremas e elaborar procedimentos policiais.

A produção trouxe nomes como Toshiro MifuneTatsuya NakadaiKyoko KagawaTatsuya MihashiKenjiro Ishiyama e outros ao elenco.

‘Clube dos Cinco’ completa 40 ANOS | Por onde anda o elenco?

Uma questão que constantemente permeia o pensamento de muitos cinéfilos pelo mundo é: por onde anda o elenco daquele filme que adoram? E as respostas podem ser as mais variadas. Pensando nisso, nós aqui no CinePOP decidimos responder tais dilemas intrigantes para você, nosso caro leitor e razão de ser. Retomando nossa coluna “Por Onde Andam”, investigaremos o paradeiro do elenco e envolvidos de um dos maiores clássicos adolescentes da década de 1980, Clube dos Cinco (The Breakfast Club) – que completou 40 ANOS essa semana.

Não deixe de conferir também a primeira edição da coluna, com As Patricinhas de Beverly Hills, clicando neste link.

Vem com a gente.

 

Molly Ringwald (Claire Standish)

Musa máxima da década de 1980, você pode não associar o nome à pessoa, mas com certeza lembra da menina ruivinha, tida como a namoradinha adolescente da América nesta época. Ringwald foi também a musa do diretor John Hughes, e com ele fez Gatinhas e Gatões (1984) e A Garota de Rosa-Shocking (1986). Nesta época, protagonizou ao lado de Robert Downey Jr. o clássico da Sessão da Tarde, O Rei da Paquera (1987).

Na década seguinte, Ringwald se enveredou pelo terror e suspense, a fim de mudar um pouco de ares e gênero. Neste período a atriz participou de A Dança da Morte (1994), minissérie baseada num livro de Stephen King – cuja refilmagem começa a ser planejada – e Tentação Fatal (1999), primeiro e único filme como diretor do roteirista estrela Kevin Williamson (Dawnson´s Creek e Pânico). Recentemente, esteve na série A Vida Secreta de uma Adolescente Americana (2008 – 2013), protagonizada por Shailene Woodley, e em Jem e as Hologramas (2015), malfadada adaptação (porém elogiada pela crítica) de um desenho da década de 1980.

 

Ally Sheedy (Allison Reynolds)

Ally Sheedy viveu a anti-social Allison, que fazia desenhos com a caspa de seu cabelo. Alternativa e toda vestida de preto, a personagem não tinha muito prazer com a interação humana. Sheedy não foi lançada pelo longa de Hughes, no entanto, e em 1983 havia participado do cult adolescente Jogos de Guerra, ao lado de Matthew Broderick – outra estrela jovem da época. Sheedy também foi um dos membros do Clube dos Cinco que figurou em O Primeiro Ano do Resto de Nossas Vidas (1985), ao lado de Estevez e Nelson.

No ano seguinte, a atriz protagonizou Short Circuit: O Incrível Robô, clássico cult sobre um robô (Johnnie 5), que desenvolve inteligência artificial, se tornando altamente consciente. Ainda nos anos 1980, seguiu com Cinderela às Avessas (1987) – outro clássico da Sessão da Tarde. Na década seguinte estrelou O Casamento de Betsy (1990), protagonizado pela amiga Molly Ringwald; Mamãe não quer que Eu Case (1991), com o saudoso John Candy; e o terror B Max – Fidelidade Assassina (1993). Assim como a maioria dos membros da trupe, ficou esquecida nos últimos vinte anos. Suas participações mais marcantes neste período foram na série Psych (2009 – 2013), no elogiado indie Irmã (2016) e uma ponta em X-Men: Apocalypse (2016), no qual interpretou a professora de Scott Summers, o Ciclope.

Emilio Estevez (Andrew Clark)

Alguns podem não saber, mas Emilio Estevez é irmão de Charlie Sheen na vida real, e filho de Martin Sheen. Na época, um jovem de 23 anos, Estevez interpretou o esportista certinho Andrew Clark, que vivia batendo de frente com o rebelde Bender, e com a experiência de um dia de castigo na escola, aprendeu a “sujar” um pouco as mãos.

Na época, Estevez protagonizou filmes de certa repercussão, como O Primeiro Ano do Resto de Nossas Vidas (1985), Comboio do Terror (1986), dirigido por Stephen King, Tocaia (1987), Os Jovens Pistoleiros (1988) e Freejack: Os Imortais (1992). Apesar disso, o ator nunca emplacou verdadeiramente no time A de Hollywood, ou teve sucesso como o irmão. Estevez fez parte da geração conhecida como Brat Pack – referência ao Rat Pack, grupo de amigos de Frank Sinatra no cinema – jovens atores que decolavam na década de 1980. Hoje, com 55 anos, o ator tem trabalhado mais como diretor, entregando produções interessantes como Bobby (2006) e O Caminho (2010).

Judd Nelson (John Bender)

John Bender era o rebelde, o delinquente, que estava a um passo de se tornar um criminoso. No filme, o personagem foi interpretado por Judd Nelson, que acabou pegando para si a persona e se tornando um bad boy do cinema na época, fato que impediu sua carreira de decolar verdadeiramente. Na trama, Bender é o meio que os outros jovens seguem para se libertar e sair de suas zonas de conforto.

Após o sucesso do filme, Nelson também fez parte do chamado Brat Pack, participando igualmente de O Primeiro Ano do Resto de Nossas Vidas e cedendo a voz para a animação Transformers – O Filme (1986). Na década seguinte, esteve no violento New Jack City – A Gangue Brutal (1991), filme que causou furor na época, hoje tratado como obra cult. Alguns anos depois, Nelson estrelou, ao lado de Brooke Shields (outra musa 80´s esquecida pelo tempo), a série cômica Suddenly Susan, que durou de 1996 a 1999. Atualmente, o nome de Nelson é sinônimo de produções do cinema B.

Anthony Michael Hall (Brian Johnson)

Toda história de escola precisa ter um nerd, desde que o tempo é tempo. Assim, Anthony Michael Hall ocupa essa vaga na pele de Brian Johnson. Hall também pode ser considerado um ator fetiche de John Hughes, tendo participado de outras produções do diretor, como Gatinhas e Gatões (1984) e Mulher Nota Mil (1985). Antes, havia participado da comédia icônica Férias Frustradas (1983) como o primeiro Rusty Griswold do cinema – a cada filme o personagem era interpretado por um ator diferente. Nos anos 1990, seu trabalho mais conhecido foi com o diretor Tim Burton, no filme Edward – Mãos de Tesoura.

Na década passada, Hall descolou o papel protagonista na série O Vidente (2002 – 2007), baseado no livro de Stephen King, que havia virado um longa-metragem de 1983 chamado Na Hora da Zona Morta, protagonizado por Christopher Walken. Hall também participou do fantástico O Cavaleiro das Trevas (2008), de Christopher Nolan, e Foxcatcher: Uma História que Chocou o Mundo (2014). Este ano foi visto ao lado de Ben Affleck no drama de máfia A Lei da Noite, baseado num livro de Dennis Lehane e dirigido pelo próprio Affleck.

Paul Gleason (Richard Vernon)

O ator Paul Gleason ficou imortalizado no consciente da geração 80´s como a figura severa e quase ditatorial de Richard Vernon, diretor do colégio Shermer High School, em Illinois. O “vilão” nada mais era do que um educador que pretendia colocar nossos “heróis”, alunos infratores, nos eixos. O ator fez carreira com personagens dentro deste padrão, em filmes como Trocando as Bolas (1983) e Duro de Matar (1988).

Gleason, no entanto, sempre ficou preso ao status de coadjuvante, se tornando um ator-personagem, daquele tipo que muitas vezes não sabemos de onde conhecemos. Seus últimos trabalhos de maior relevância foram em comédias no início da década passada, como Não é Mais um Besteirol Americano (2001), sátira descerebrada de filmes adolescentes, no qual reprisou o papel de Richard Vernon, e O Dono da Festa (2002), protagonizado por Ryan Reynolds. Gleason faleceu em 2006, aos 67 anos.

John Hughes (diretor)

Citado até hoje como referência de cinema adolescente de qualidade, aonde conhecemos verdadeiramente as angústias e aspirações dos jovens, o cineasta John Hughes continua a marcar gerações. Falecido em 2009, aos 59 anos, o diretor parece ter existido, ou sido mais relevante, na década de 1980, na qual seus filmes entraram verdadeiramente para a história. É curioso quando um cineasta imprime tamanho significado em uma geração, para ficar marcado mesmo tendo atuado durante apenas uma década.

Como diretor, Hughes criou apenas 8 filmes, sendo 7 deles ainda na década de 1980, de 1984 a 1989. As críticas não muito favoráveis que seu último filme recebeu, A Malandrinha (1991), apontavam que a sintonia de Hughes talvez não estivesse mais tão clara com o público. Seja como for, no papel de produtor e roteirista, Hughes ainda tem no currículo o sucesso de Esqueceram de Mim (1990). A presença do cineasta foi tão impactante para a cultura, que seus filmes seguem sendo lembrados em sucessos atuais como Deadpool (Curtindo a Vida Adoidado) e Power Rangers (Clube dos Cinco).

Leia nossa crítica de Power Rangers (2017)

Crítica | ‘Invasão de Lua de Mel’ – Comédia francesa na NETFLIX diverte sem medo de escorregar nos clichês

Sem medo de escorregar nos clichês – de forma nada pretenciosa – a comédia francesa Invasão de Lua de Mel, novo sucesso da Netflix, nos leva até uma história longe de ser inovadora, com a autodescoberta dominando o desenvolvimento e os conflitos dos personagens. Dirigido pelo cineasta Nicolas Cuche, o roteiro bem ajustado busca a diversão abordando com certa maturidade sobre relações mães e filhos, também a diferença de idade nas várias formas do amar.

O destino vem pregando peças no introspectivo – e por vezes chato – Lucas (Julien Frison), um homem que quando encontra o amor de sua vida é abandonado no altar. Sem saber o que fazer e com a viagem de lua de mel já comprada, resolve chamar sua mãe Lily (Michèle Laroque) para aproveitar alguns dias mais relaxados num verdadeiro paraíso repleto de casais. Nesse período irá descobrir mais sobre ela e também novas formas de enxergar o mundo que sempre se colocou à sua disposição.

Destrinchando um relacionamento maternal, algo que sempre chama a atenção em qualquer linha de roteiro, esse projeto consegue um interessante recorte no presente de um dos personagens principais em conflito dominado pelas amarguras da vida. Nada de muito novo até aqui. Mas olhando mais profundamente, mesmo com os exageros correndo soltos e uma ingenuidade na resoluções de conflitos, uma coisa chama muito a atenção: há uma leveza e maturidade nos pontos de reflexões.

Entre o riso e as pitadas dramáticas encontram-se elementos harmônicos que nos levam até ações e consequências sem muitas camadas. O duplo protagonismo e a duas visões da vida naquele presente, vira duas linhas que andam em paralelo mas com pontos que se encontram dentro de um contexto improvável. Ajudando a contar essa história, merece destaque o elenco super carismático, com nomes como: Michèle Laroque, Kad Merad e a fabulosa artista espanhola Rossy de Palma.

Invasão de Lua de Mel ainda brinca com os sentimentos e os olhares sobre as diferenças de idade, situação que de alguma forma aproxima a ficção de pitacos para análises do comportamento, da realidade. Nesse projeto água com açúcar, o que vale como entretenimento é o distrair em forma de divertimento mas sem esquecer de abrir o olhar para questões sobre a vida cotidiana.

‘Homicídio nos EUA: Gabby Petito’: Diretores revelam detalhe ANGUSTIANTE momentos antes da morte da influenciadora

Julia Willoughby Nason e Michael Gasparro, diretores da série documental Homicídio nos EUA: Gabby Petito, falaram recentemente sobre o documentário que revela que, antes de morrer, a influenciadora entrou em contato com um ex-namorado.

O desaparecimento de Gabby Petito foi amplamente coberto pela mídia até que seu corpo fosse encontrado na Floresta Nacional Bridger-Teton, em Wyoming, em 19 de setembro de 2021. A autópsia revelou que ela morreu por homicídio. Brian Laundrie, namorado da vítima, que foi identificado como o assassino, morreu por suicídio em outubro de 2021.

Em entrevista à Variety, os diretores contaram como descobriram que Gabby havia conversado com o ex-namorado no dia em que foi assassinada.

“Sim. Nós não sabíamos disso. Não sabíamos que ela havia se comunicado com ele durante um momento tão vulnerável (durante sua viagem com Brian). Ela estava obviamente sofrendo. Ela confiou em seu ex e buscou ajuda. Foi um verdadeiro grito de socorro. Acreditamos que provavelmente Brian percebeu isso”, disse Gasparro.

Eles também revelaram que tentaram falar com os pais de Brian, Christopher e Roberta Laundrie.

“Sim. Eles também recusaram. Tivemos que respeitar isso. Você pode fazer apenas até certo ponto, e não somos uma organização de notícias. Não vamos ficar em frente à casa deles pedindo para participarem da série. Para nós, o foco era contar a história de Gabby primeiro. As pessoas costumam se interessar mais pela história do assassino, mas sentimos que a história de Gabby era mais importante”, afirmou Gasparro.

Sobre a possível participação dos pais de Brian no assassinato, o cineasta expressou sua opinião.

“Com base nos registros telefônicos que destacamos na série, sabemos que Brian ligou para os pais por quase uma hora de Wyoming, na época em que Gabby desapareceu. Para nós, isso realmente sugere que algo foi comunicado entre eles desde o início. Não sabemos o quê, mas sabemos que ele disse ao pai: ‘Gabby se foi e eu preciso de um advogado’. Vemos nos registros telefônicos que os pais entraram em contato com um advogado em Wyoming logo após a ligação de Brian. Então, é suspeito“, disse Willoughby Nason.

Vale lembrar que foi encontrada uma carta de Brian, na qual ele confessa o crime.

A morte de Gabby Petito é o tema da terceira temporada da série documental ‘Homicídio nos EUA’, da Netflix.

A produção apresenta a família de Petito e vários de seus amigos próximos. Além disso, são utilizadas mensagens de texto inéditas, imagens de câmeras corporais da polícia e trechos do diário pessoal de Petito para contar sua história.

Notavelmente, o documentário também utiliza trechos do vlog #Vanlife de Petito, que mostram que seu sorriso “perfeito para o Insta” nas redes sociais era, especialmente nas últimas semanas de sua vida.

Essa série documental marca a terceira temporada da franquia série. O primeiro, ‘Cenas de um Homicídio: Uma Família Vizinha’ foi lançado em 2020 e foi seguido por ‘Homicídio nos EUA: Laci Peterson’, em 2024.

Homicídio nos EUA: Gabby Petito’ está disponível na Netflix.

‘Karate Kid’: Criadores de ‘Cobra Kai’ falam sobre o futuro da franquia: “Continuar neste universo, tanto quanto nos permitirem”

Cobra Kai chegou oficialmente ao fim com sua sexta temporada. Agora, em entrevista à Variety, os criadores da franquia, Josh Heald, Hayden Schlossberg e Jon Hurwitz, comentaram sobre o futuro do universoKarate Kid’.

Vale lembrar que Karate Kid: Lendas’ contará com a participação de Ralph Macchio no papel de Daniel Larusso.

“Temos planos de continuar neste universo, tanto quanto nos permitirem. Não há nada oficial que possamos compartilhar ainda, mas nunca paramos de conversar sobre como seguir evoluindo as histórias dentro deste universo, em parceria com a Sony e a Netflix. Continuaremos essas conversas até que haja algo oficial para anunciar. Cobra Kai nunca morre, mas a série ‘Cobra Kai’ chegou ao fim. Este é o final da série principal, mas isso não significa que não veremos esses personagens novamente”, afirmaram os criadores.

Cobra Kai’ já está disponível na Netflix.

Relembre o trailer:

Após um resultado chocante no Sekai Taikai, Miyagi-Do e Cobra Kai devem acertar as contas com seus passados ​​enquanto enfrentam um futuro incerto dentro e fora do tatame. Quase 40 anos após os eventos do All Valley Karate Tournament de 1984, tudo resultará nisso.

O elenco conta com Xolo Maridueña, Tanner Buchanan, Mary Mouser, Jacob Bertrand, Peyton List, Dallas Dupree Young, Gianni DeCenzo, Courtney Henggeler, Vanessa Rubio, Alicia Hannah-Kim e Thomas Ian Griffith.

‘Emilia Pérez’: Após polêmicas, Zoe Saldaña dedica vitória no BAFTA ao sobrinho trans

A estrela Zoe Saldaña venceu o BAFTA de Melhor Atriz Coadjuvante por sua atuação em ‘Emilia Pérez’ e, durante seu discurso, dedicou o prêmio ao seu sobrinho trans.

Segundo a Variety, Saldaña não teve tempo de fazer a dedicatória durante a cerimônia, mas mencionou aos jornalistas na sala dos vencedores: “Há uma última coisa que não consegui dizer no palco”.

“Estou dedicando todos esses prêmios e o filme Emilia Pérez ao meu sobrinho, Eli. Ele é a razão — eles são a razão — de eu ter aceitado fazer este filme em primeiro lugar”, disse ela. “Então, como a tia orgulhosa de uma vida trans, sempre estarei ao lado da minha comunidade trans”.

Vale lembrar que o longa foi alvo de críticas por parte da GLAAD, organização responsável por monitorar as representações LGBT na mídia. A entidade publicou um artigo com a afirmação de que ‘Emilia Pérez’ “não é uma boa representação trans”, classificando o filme como uma “representação profundamente retrógrada de uma mulher trans” e descrevendo-o como “um retrocesso”.

Vale lembrar que, devido às polêmicas envolvendo a atriz Karla Sofía Gascón, estrela do longa, ela não compareceu à cerimônia.

Mesmo assim, Saldaña fez questão de agradecer a Gascón em seu discurso de aceitação: “Quero agradecer ao meu maravilhoso elenco, Karla, Selena, Adriana… Os filmes devem mudar corações e desafiar mentes. E espero que Emilia Pérez tenha feito algo assim, por favor, porque as vozes precisam ser ouvidas”.

“Em Emília Perez, ambientado no México, acompanhamos a história de Rita (interpretada por Zoe Saldana), uma advogada excepcional cujo talento é subutilizado em uma firma de baixa qualidade. Em vez de buscar a justiça, a firma encobre crimes. Um dia, surge uma proposta irrecusável para Rita: ajudar Juan Del Monte, o temido chefe do cartel, a se aposentar de seu negócio e desaparecer para sempre”.

O filme é dirigido por Jacques Audiard, conhecido porO Profeta, com roteiro também de Jacques Audiard (Paris, 13º Distrito).

Confira a sequência de abertura da 3ª temporada de ‘The White Lotus’

Para promover o lançamento da 3ª temporada de ‘The White Lotus‘, a HBO compartilhou a sequência de abertura do novo ciclo.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Vale lembrar que o segundo episódio, intitulado Special Treatments, estreará no dia 23 de fevereiro.

No Rotten Tomatoes, a terceira iteração abriu com espetacular 95% de aprovação – tendo a maior porcentagem da série até agora (contra 90% de aprovação na 1ª temporada e 94% de aprovação na 2ª).

Segundo o consenso geral, “mais sombria e paciente com sua narrativa do que as temporadas anteriores, ao mesmo tempo em que ostenta um novo conjunto excelente cheio de performances ácidas, a terceira temporada de The White Lotus oferece uma trégua espiritual que abala a alma”.

Confira os principais comentários:

“No seu melhor, é um retrato incisivo de classe, riqueza, poder e o vaivém entre as aparências e a realidade” – The Daily Beast.

“Mais uma vez apoiado por cenários lindos, escrita excelente e um elenco de estrelas, Mike White reafirma o status de The White Lotus como um dos melhores programas da televisão” – The Gate.

“Os primeiros seis episódios são indicativos de grandeza, um retorno à forma que faz a série alcançar novos patamares, buscar novos níveis de estranheza e voltar a ser o programa mais quente da televisão” – AwardsWatch.

“Essa temporada é sombria, distorcida e extremamente desconfortável de assistir (mas no bom sentido). O novo elenco se encaixa perfeitamente neste mundo, mas Jennifer Coolidge faz falta” – Mama’s Geeky.

“Um novo capítulo grandioso, o festival de miséria de White aproveita os pontos fortes de seus antecessores, ao mesmo tempo que mantém as coisas novas e interessantes” – Empire Magazine.

Ambientada na Tailândia, a terceira temporada foca em um grupo multigeracional, incluindo um patriarca, uma executiva, uma atriz, duas mães, um desajustado e um praticante de ioga.

O elenco conta com Walton Goggins, Carrie Coon, Leslie Bibb, Michelle Monaghan, Parker Posey e Lisa, além do retorno de Natasha Rothwell.

Fernanda Montenegro celebra indicação ao Oscar da filha Fernanda Torres: “Ela já venceu”

A atriz Fernanda Montenegro celebrou recentemente a indicação ao Oscar de sua filha, Fernanda Torres, por Ainda Estou Aqui.

Durante uma entrevista ao The Hollywood Reporter, Montenegro destacou o imenso orgulho que sente da filha.

“Há um milagre na minha vida”, afirmou Montenegro. “Viver quase 100 anos e ver minha filha se realizar como ser humano e artista criativa. Fernanda é uma alma renascentista”.

Quando questionada sobre que conselho daria a Torres, Montenegro ressaltou como a filha já é vitoriosa.

“Ela já venceu! Antes, durante e depois”, disse Montenegro. “Ser indicada é o próprio Oscar”.

Lembrando que os vencedores do Oscar serão anunciados no dia 02 de março.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

O longa-metragem é inspirado no livro homônimo de Marcelo Rubens Paiva sobre a história de sua família. O relato começa no início dos anos 70, quando um ato de violência muda a história da família Paiva para sempre. O livro e o filme abraçam o ponto de vista daqueles que sofrem uma perda em um regime de exceção, mas não se dobram.

No elenco principal, estão nomes como Valentina Herszage, Luiza Kosovski, Bárbara Luz, Guilherme Silveira e Cora Ramalho, que interpretam os filhos na primeira fase do filme, e Olivia Torres, Antonio Saboia, Marjorie Estiano, Maria Manoella e Gabriela Carneiro da Cunha, integrando a família no segundo momento.

aindaestouaqui 1

‘A Mulher no Jardim’: Novo terror do diretor de ‘A Casa de Cera’ é ADIADO para maio no Brasil

Inicialmente programado para o final de março, o terror ‘A Mulher no Jardim‘ (The Woman in the Yard) teve sua estreia adiada em dois meses no Brasil.

Agora, o novo filme da Blumhouse será lançado nos cinemas nacionais no dia 8 de maio, pela Universal Pictures.

Na trama, quando uma mulher misteriosa que aparece no jardim de uma família, os moradores começam a questionar suas intenções…

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Jaume Collet-Serra, diretor de ‘A Casa de Cera‘ e ‘Águas Rasas‘, comanda a produção.

“Ramona é uma mulher afetada pela dor após sobreviver a um acidente de carro que levou seu marido. Gravemente ferida, Ramona agora deve cuidar de seu filho de 14 anos e sua filha de 6 anos, sozinha em sua casa rural. Então, um dia, uma mulher aparece em seu quintal.”

“Ramona assume que a mulher está perdida ou louca, mas conforme a mulher se aproxima cada vez mais da casa, fica claro que ela não é uma figura comum e suas intenções não são pacíficas. Agora, Ramona deve resistir para proteger a si mesma e seus filhos das garras da mulher que simplesmente não os deixa em paz.”

Danielle Deadwyler (‘Till – A Busca por Justiça’) estrela. O elenco ainda conta com Estella Kahiha, Russell Hornsby, Peyton Jackson e Russell Hornsby.

O roteiro foi assinado por Sam Stefanak.

Kim Sae-ron, da série ‘Cães de Caça’, morre aos 24 anos

A atriz coreana Kim Sae-ron, conhecida por participar de ‘Cães de Caça‘, série de ação da Netflix, morreu aos 24 anos.

Ela foi encontrada morta em sua casa em Seoul por um amigo, no último domingo (16), após ter perdido um compromisso agendado.

A causa da morte não foi divulgada, mas o polícia afirma que não há sinais de crime.

Apesar de ter iniciado sua carreira nas telinhas em 2011, na série ‘Can You Hear My Heart‘, a artista só foi estrelar seu próprio drama dois anos depois, em ‘The Queen’s Classroom‘.

Desde então, ela protagonizou ‘Hi! School – Love On‘, ‘To Be Continued‘, ‘Mirror of the Witch‘, ‘Love Playlist‘, ‘Leverage‘ e ‘The Great Shaman Ga Doo Shim‘.

Apesar de ter sido uma das protagonistas de ‘Cães de Caça‘, sua personagem foi removida dos episódios finais da série após a atriz ter sido flagrada dirigindo embriagada – o que levou ao seu afastamento da mídia e uma pausa abrupta em seu carreira.

Ela também participou dos filmes ‘The Neighbors‘, ‘Visiting Class‘, ‘A Girl at my Door‘, ‘Ordinary People‘, entre outros.

‘Mickey 17’: Longa estrelado por Robert Pattinson conquista 86% de APROVAÇÃO no Rotten Tomatoes; Confira as críticas!

‘Mickey 17’, estrelado por Robert Pattinson, teve uma estreia positiva no Rotten Tomatoes, com 86% de aprovação com base em 28 críticas.

Os críticos elogiaram amplamente o filme, destacando a excelente atuação de Robert Pattinson e o brilhantismo de Bong Joon-ho na direção.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

“A má notícia – e possivelmente uma explicação para os atrasos em seu lançamento – é que o filme realmente não sabe qual abordagem quer seguir. No geral, deve ser considerado uma grande decepção por parte do diretor”, disse Hugh Montgomery da BBC.

“Para aqueles que se identificam com a sensação de estar na fila apenas para parar o mundo e descer, este é o filme para você, uma jornada selvagem, de tirar o fôlego e desafiadora”, disse Pete Hammond do Deadline.

“Infelizmente, esse não é o tom em que a visão de Bong funciona melhor, e embora ganhe pontos pela pura estranheza, grande parte de Mickey 17 acaba sendo desleixada, estridente e moralista”, disse Peter Debruge da Variety.

“Embora a performance de Robert Pattinson, em dois papéis e disposto a tudo, mantenha o filme suficientemente divertido, a crítica satírica acaba parecendo exagerada”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.

“Mickey 17 inclui o melhor papel (ou papéis) de Robert Pattinson até hoje e solidifica ainda mais Bong Joon-ho como o cineasta mais forte e consistente do século 21”, disse David Opie do Total Film.

“Como o próprio Mickey, é engraçado e um pouco inconsistente, mas também é divertido, reflexivo e mais plausível do que gostaríamos. Uma peculiaridade encantadora do espaço para estes tempos incomuns”, disse Helen O’Hara da Empire Magazine.

“Se ‘Parasita’ foi um comentário sobre como o capitalismo é a raiz do classismo e da desigualdade social, então ‘Mickey 17’, sátira de Bong Joon-ho, é uma visão hilária, mas tocante, de um futuro onde essa mesma ganância capitalista drenou as pessoas de toda a sua humanidade”, disse Andrew J. Salazar do Discussing Film.

“‘Mickey 17’ é uma reflexão profundamente sincera e desconfortavelmente engraçada sobre o capitalismo, a colonização e a corrupção. É um filme perfeito para o nosso tempo e o melhor trabalho de Bong Joon-ho em língua inglesa até agora”, disse BJ Colangelo do Slashfilm.

Mickey 17′ estreia dia 06 de março nos cinemas.

Na trama, Mickey (Robert Pattinson) faz parte de um programa espacial de colonização e sempre é enviado para missões perigosas, quase suicidas. Se morrer, ele é clonado e boa parte de suas memórias são recuperadas. Mas, após seis mortes, ele começa a entender o porquê de seu cargo nunca ter sido ocupado antes.

O elenco também conta com Steven Yeun, Mark Ruffalo e Toni Collette.

Confira o novo trailer DUBLADO de ‘Presença’, terror contado da perspectiva da entidade maligna

O terror ‘Presença‘, que estreou no festival Sundance 2024 e fez diversos espectadores abandonaram a sala de cinema por ser considerado “muito intenso”, ganhou um novo trailer dublado.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

A produção, que acompanha uma história sobrenatural através da perspectiva da entidade maligna, será lançada nos cinemas nacionais no dia 3 de março, pela Diamond Films.

Na trama, após se mudaram para uma nova casa, a família Payne – uma mãe, pai e seus dois filhos – logo descobre que não está sozinha na residência.

A jornalista Rafa Gomes estava na exibição e traz a crítica direto do Festival de Sundance:

https://cinepop.com.br/critica-presence-steven-soderbergh-brilha-na-direcao-em-intimidador-drama-sobrenatural-467048/

Steven Soderbergh (‘Contágio’) é responsável pela direção.

O elenco conta com Lucy Liu, Julia Fox e Chris Sullivan.

O roteiro foi assinado por David Koepp (‘Anjos e Demônios’).

 

‘De Volta para o Futuro’: Criadores de ‘Cobra Kai’ revelam se vão REVIVER a franquia com novo derivado

Josh Heald e Jon Hurwitz, criadores de ‘Cobra Kai’, recentemente comentaram sobre os rumores de que, com o fim da série derivada de ‘Karate Kid’, eles estariam planejando um novo projeto baseado em outro clássico dos anos 80: De Volta para o Futuro.

Os boatos começaram devido a uma cena nos momentos finais de ‘Cobra Kai’, onde eles fazem uma participação especial como produtores discutindo a ideia de criar uma sequência para De Volta para o Futuro.

Durante uma entrevista a People, os produtores esclareceram que isso não passava de uma brincadeira.

“Isso foi só nós nos divertindo”, disse Hurwitz. “Sabemos que a franquia de De Volta para o Futuro é algo muito bem protegido e com razão. Se algum dia decidirem que querem fazer uma série de sequência, estaríamos totalmente dentro”.

“Tudo o que li sobre isso faz parecer que eles estão procurando alguém para apresentar uma ideia, então vamos ver”, acrescentou Hurwitz.

Hurwitz também revelou o interesse em reviver a franquia de De Volta para o Futuro, com um tratamento similar ao que deram a ‘Cobra Kai’.

“Tudo o que eu li e tudo o que entendo e talvez eu não tenha verificado os sites especializados nas últimas semanas, mas os Bobs [o roteirista Bob Gale e o diretor Robert Zemeckis] querem que isso aconteça”, disse ele. “Eles estão pedindo há anos para alguém chegar e revolucionar o universo de De Volta para o Futuro. E eu digo, quem melhor do que nós? Mas, no final das contas, depende deles. Então, estou curioso para saber o que eles pensam sobre isso”.