Muito em breve, o DCU irá se expandir com o lançamento de ‘Lanternas’, série da HBO que trará à cena a legião de heróis conhecidos como Lanternas Verdes.
Agora, foi divulgado um teaser trailer inédito da vindoura atração, que teve sua data de estreia confirmada para 16 de agosto na plataforma da HBO Max.
Em uma recente entrevista ao The Today Show (via CBR), o astro Kyle Chandler, que interpreta Hal Jordan na vindoura atração, trouxe alguns detalhes sobre o projeto e revelou que nunca se divertiu quanto no set de gravações.
“Nunca me diverti tanto gravando algo como nesse projeto”, ele disse. “As pessoas envolvidas foram absolutamente maravilhosas, do início ao fim. Não tenho palavras para descrever [o showrunner] Chris Mundy, os produtores e o pessoal da DC. Foi uma experiência excelente e espero que a série seja tão boa quanto a experiência que tive [gravando-a]. Trabalhei com Aaron Pierre e nos divertimos muito; e Kelly Macdonald foi simplesmente fantástica”.
A atração contará com oito episódios, sendo exibida simultaneamente na HBO e na plataforma da Max, em vez de estrear sob a marca Max Originals.
O projeto, que integra o capítulo ‘Deus e Monstros‘ do DCU, terá um tom sombrio, inspirado em ‘True Detective‘.
James Hawes comanda os dois primeiros episódios e assume a cadeira de produtor executivo. Stephen Williams, Geeta Vasant Patel e Alik Sakharov também comandam a produção.
Pouco a pouco, fica claro que a sequência ‘Superman: Homem do Amanhã’ terá um escopo ainda maior que o filme original lançado no ano passado – e, caso os rumores se confirmem, é possível que grandes personagens do cânone da DC deem as caras nas telonas.
Agora, segundo novas informações do conhecido insider Daniel Richtman, é possível que o popular Caçador de Marte faça sua estreia no DCU já no ano que vem – corroborando as especulações de quem Sinqua Walls (‘Bagagem de Risco’) interpretaria no projeto após ter sido escalado recentemente ao elenco.
“Em uma lista de elenco… Dizia que estavam escalando atores para o Caçador de Marte, então acredito que a escalação recente tenha sido para esse papel”, Richtman escreveu. “Dito isso, [James] Gunn gosta de chamar os personagens por outros nomes em suas listas, então veremos”.
James Gunn (‘O Esquadrão Suicida’) retorna à direção.
A trama do novo filme promete elevar as apostas do DCU ao apresentar uma aliança improvável: o Homem de Aço precisará unir forças com o Lex Luthor para deter a ameaça tecnológica de Brainiac, que visa a coleção de mundos.
O longa tem estreia mundial marcada para 9 de julho de 2027, consolidando a nova era da DC nos cinemas sob o comando de Gunn e Peter Safran.
O elenco conta com David Corenswet como o Homem de Aço, Nicholas Hoult como Lex Luthor,Lars Eidinger como Brainiac, Rachel Brosnahan como Lois Lane, Skyler Gisondo como Jimmy Olsen, Sara Sampaio como Eve Teschmacher, Isabela Merced como Mulher-Gavião, Nathan Fillion como Guy Gardner e Edi Gathegi como Senhor Incrível. Adria Arjona, Aaron Pierre e Matthew Lillard também fazem parte do elenco.
Muito em breve, o vencedor do Oscar Nicolas Cage irá retornar ao Aranhaverso com a ambiciosa e aguardada série ‘Spider-Noir’, que chega ao catálogo do Prime Video ainda este mês.
Agora, em uma recente entrevista à People, Cage explorou sua prolífica carreira e revelou que, em 2002, recebeu a oferta de interpretar Norman Osborn/Duende Verde no aclamado live-action‘Homem-Aranha’, de Sam Raimi (o primeiro da franquia estrelada por Tobey Maguire).
O astro disse que teve várias conversas com o diretor sobre encarnar um dos principais arqui-inimigos do Cabeça de Teia, mas recusou o papel para estrelar a comédia criminal ‘Adaptação’, de Spike Jonze. Eventualmente, o papel foi dado a Willem Dafoe (que retornou como o vilão em ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’).
“Para mim, foi a escolha certa naquela época”, ele explicou.
“Já interpretei muitos vilões. Gosto de ambos”, Cage acrescentou quando questionado se prefere interpretar vilões a mocinhos. “Acho que ambos são parte importante do cinema. Não gostaria de ficar preso fazendo uma coisa só”.
Vale lembrar que ‘Spider-Noir’ tem estreia marcada para o dia 27 de maio.
Brendan Gleeson (‘Mr. Mercedes’), Lamorne Morris (‘New Girl’), Abraham Popoola (‘Andor’), Jack Huston (‘As Bruxas Mayfair’), Li Jun Li (‘Babilônia’) e Kai Caster (‘Yellowstone’) também fazem parte do elenco.
Vale lembrar que Cage já havia dublado o personagem titular na franquia animada ‘Homem-Aranha no Aranhaverso‘.
A trama será ambientada nos anos 30, em Nova York, e seguirá um investigador particular que é forçado a confrontar seu passado como o único super-herói da cidade. A produção se passa em um universo paralelo sem a presença de Peter Parker, o Homem-Aranha original.
Anteriormente, Cage havia confirmado que ‘Spider-Noir‘ contará com oito episódios: “a 1ª temporada terá oito episódios de quarenta e cinco minutos. Então, é o equivalente a quatro filmes em cinco meses. E eu tenho outro filme para o qual tenho que me preparar, e então um filme logo depois dele.”
Oren Uziel (‘Mortal Kombat’) e Steve Lightfoot (‘O Justiceiro’) serão os showrunners. Harry Bradbeer (Fleabag, Killing Eve) fica responsável pela direção.
‘Superman’ se tornou um grande sucesso ao chegar aos cinemas no ano passado e dar início ao DCU da melhor maneira possível – e não demorou muito até que o realizador e produtor James Gunn desse aval para a sequência ‘Superman: Homem do Amanhã’.
O novo capítulo contará com o retorno de vários personagens do filme original e nos introduzirá ao icônico vilão Brainiac, interpretado por Lars Eidinger (‘Toda Luz que Não Podemos Ver’).
Em uma recente entrevista ao The Hollywood Reporter, o ator germânico falou sobre o aguardado projeto e falou sobre a experiência de ver David Corenswet (Superman/Clark Kent) vibrando por ele no set de filmagens.
“Mesmo que pareça surpreendente à primeira vista, esses filmes têm uma ambição filosófica séria. Eles carregam um grande peso alegórico para mim”, ele disse. “Veja só a palavra ‘super’ — ela é usada como um superlativo, para algo excelente, maravilhoso. Mas ‘super’ na verdade significa apenas ‘acima’ ou ‘sobre’. Então, o Superman é o Übermensch [além-homem]. Temos o Superego”.
“Já existe uma dimensão psicológica profunda embutida nisso”, continuou Eidinger. “Na semana passada, eu estava no set durante os ensaios e perguntei se podia assistir a algumas filmagens, que já tinham começado. E vi um ator com a roupa do Superman, suspenso por cabos em frente a um fundo azul. Olhei para aquela imagem e pensei: esta é a essência da ficção.”
“É uma imagem tão significativa quanto Hamlet segurando a caveira: o Superman, naquela pose de Superman, pendurado por cabos em frente a um fundo azul. Estar no universo do Superman não era um sonho ou um desejo ardente para mim. Mas agora que está acontecendo, consigo ver uma certa inevitabilidade nisso, algo quase predestinado”.
Pouco depois, o astro falou sobre como seu trabalho no teatro o ajudou “enormemente” a se preparar para sua estreia no cinema. “Envolve um registro diferente de atuação, um que não é primordialmente realista e permite um estilo de interpretação muito mais expressivo.”
“Quando assisto a um filme como ‘Guardiões da Galáxia’, de James Gunn, acho que ele tem uma grande qualidade teatral — na abordagem do bem e do mal, e em uma certa tendência à alegoria”, observou. “Brainiac é descrito como a encarnação de Satanás. Acho isso quase shakespeariano. O rei, o bobo — há tantos paralelos para mim.”
James Gunn (‘O Esquadrão Suicida’) retorna à direção.
A trama do novo filme promete elevar as apostas do DCU ao apresentar uma aliança improvável: o Homem de Aço precisará unir forças com o Lex Luthor para deter a ameaça tecnológica de Brainiac, que visa a coleção de mundos.
O longa tem estreia mundial marcada para 9 de julho de 2027, consolidando a nova era da DC nos cinemas sob o comando de Gunn e Peter Safran.
O elenco conta com David Corenswet como o Homem de Aço, Nicholas Hoult como Lex Luthor,Lars Eidinger como Brainiac, Rachel Brosnahan como Lois Lane, Skyler Gisondo como Jimmy Olsen, Sara Sampaio como Eve Teschmacher, Isabela Merced como Mulher-Gavião, Nathan Fillion como Guy Gardner e Edi Gathegi como Senhor Incrível. Adria Arjona, Aaron Pierre e Matthew Lillard também fazem parte do elenco.
‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’ chega aos cinemas de todo o mundo em julho deste ano e promete ser uma das produções mais bem-sucedidas de 2026.
Recentemente, novas artes promocionais que integram mercadorias inéditas do longa-metragem ganharam espaço nas redes sociais. As artes em questão são inspiradas no confronto entre o Cabeça de Teia (Tom Holland) e Hulk (Mark Ruffalo) que irá se desenrolar na trama.
O novo filme apresentará um Peter Parker transformado pelo sacrifício visto em ‘Sem Volta Para Casa’.
A trama se passa quatro anos após o mundo esquecer a identidade de Peter. Agora adulto e vivendo em isolamento total, ele abandonou qualquer tentativa de vida social para se dedicar 24 horas por dia à proteção de uma Nova York que já não sabe quem ele é. No entanto, essa dedicação extrema e a pressão constante desencadeiam uma surpreendente evolução física que coloca sua própria vida em risco. Em paralelo, um padrão criminoso misterioso começa a emergir, revelando uma das ameaças mais poderosas que o herói já enfrentou no cinema.
A 2ª temporada do drama sul-coreano ‘Em Movimento’, do Disney+, finalmente começou a ser rodada – e escalou um Won Guy-bin ao elenco protagonista (via Deadline).
Ryu Seung-ryong, Han Hyo-joo, Zo In-sung, Go Youn-jung, Ryu Seung-bum, Go Younjung, Kim Do-hoon e Shim Dal-gi reprisam seus papéis do ciclo de estreia, interpretando agentes coreanos com superpoderes que arriscam tudo para proteger suas famílias.
Gyu-bin, ator de ‘Btch x Rich’, é a principal novidade no elenco, substituindoLee Jung-ha como Kim Bong-seok. Lee deixou o papel para cumprir o serviço militar.
A primeira temporada contou a história de um grupo de agentes especiais que trabalham para proteger seus filhos com superpoderes de danos e exploração por parte de agências governamentais maliciosas. De acordo com a sinopse, a nova iteração começará nos dias imediatamente posteriores ao incidente na escola Jeongwon, no final da primeira temporada, quando agentes norte e sul-coreanos entraram em confronto, e mostrará os heróis retomando suas vidas normais, apenas para que novas ameaças surjam.
A Netflix divulgou um clipe inédito de ‘Mating Season‘ (Temporada de Acasalamento, em tradução livre), nova série animada adulta dos criadores de ‘Big Mouth‘.
A produção é estrelada por ursos, guaxinins, veados, raposas e vários outros animais com tesão da floresta, enquanto eles lidam com o amor, relacionamentos sexuais e a necessidade universal de encontrar um parceiro.
A Netflix divulgou recentemente o trailer oficial da 2ª temporada da aclamada série ‘Bad Thoughts’, comédia estrelada, produzida e criada por Tom Segura.
Além disso, foi revelado que o novo ciclo chega à plataforma de streaming no dia 24 de maio.
Confira:
A comédia foi criada, dirigida e produzida por Segura e conta com seis episódios, sendo descrita como uma mistura entre ‘Black Mirror’ e ‘The Twilight Zone’.
Nesta sombria e distorcida, Tom Segura dá vida às suas reflexões sem filtros em um mundo cinematográfico onde nada é o que parece.
Rami Hachache e Jeremy Konner entram como diretores ao lado de Segura. Konner também assina o roteiro dos episódios.
Foram divulgados novos cartazes oficiais da agaurdada sequência ‘Todo Mundo em Pânico 6‘, que chega em breve aos cinemas.
Os pôsteres dão destaque aos protagonistas Cindy (Anna Faris), Brenda (Regina Hall), Shorty (Marlon Wayans) e Ray (Shawn Wayans), além de parodiar aclamadas produções de terror contemporâneas, como ‘A Hora do Mal’, ‘Corra!’, ‘Sorria!’, ‘A Substância’, ‘Pecadores’, ‘Backrooms’ e mais.
O 6º filme da franquia irá parodiar filmes como ‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado‘, ‘Pânico‘, ‘Hereditário‘, ‘Longlegs – Vínculo Mortal‘, ‘Corra!‘, ‘Não! Não Olhe‘ e ‘Pecadores‘.
O próximo filme também terá o retorno dos Irmãos Wayans, idealizadores dos dois primeiros filmes, como roteiristas.
“Não poderíamos estar mais animados para fazer parte do novo Todo Mundo em Pânico e trabalhar juntos novamente. Esta é uma franquia que criamos há mais de 20 anos.”, eles revelaram ao Deadline.
“Lembramos das pessoas rindo nos cinemas e esperamos ver isso acontecer novamente. Estamos ansiosos para trabalhar com Jonathan Glickman e sua equipe na nova Miramax para levar essas risadas aos cinemas, onde elas pertencem. É uma reunião dupla.” , concluíram.
Michael Tiddes (‘Inatividade Paranormal’) será responsável pela direção.
Jonathan Glickman, da Miramax, servirá como produtor do novo filme.
Ao total, a franquia já arrecadou US$ 896 milhões mundialmente.
Neste capítulo final, o cenário global é de instabilidade total sob o domínio egocêntrico do Capitão Pátria. Enquanto o grupo formado por Hughie, Leitinho e Frenchie enfrenta situações de risco extremo, Annie tenta organizar uma resistência contra o avanço dos Supers. O mistério sobre o paradeiro de Kimiko continua, ao passo que o retorno de Billy Bruto, agora armado com um vírus capaz de exterminar todos os Supers, promete levar a série a um desfecho de consequências irreversíveis.
‘Todo Mundo em Pânico’ é uma das franquias cinematográficas mais populares e adorada da atualidade e, desde seu lançamento mais de duas décadas atrás, continua angariando fãs ao redor do mundo. E, vinte e seis anos depois de chegar aos cinemas pela primeira vez, a saga de comédia e de terror ganhará um aguardado sexto capítulo que tem estreia marcada para o dia 4 de junho. Na trama, tempos depois de escaparem de um assassino mascarado muito familiar, o quarteto formado por Shorty (Marlon Wayans), Ray (Shawn Wayans), Cindy (Anna Faris) e Brenda (Regina Hall) está novamente na mira do criminoso – e nenhuma franquia de terror está a salvo.
E é claro que, acompanhando as várias sequências-legado que vêm dominando o cenário mainstream – vide os recentes ‘Pânico 7’ e ‘O Diabo Veste Prada 2’, a produção do longa contaria com elementos inéditos, incluindo uma música-tema que foi lançada recentemente nas plataformas de streaming. Intitulada “Bigger Than Ever”, a canção é performada pelo rapper emergente Chris Patrick (que encabeçou uma das faixas da animação ‘Um Cabra Bom de Bola’) e encapsula o teor despojado da franquia ao unir hip-hop e trap em uma explosiva e breve construção fonográfica.
Patrick começou a ganhar notoriedade em Nova Jersey através de suas letras afiadas, de seus flows versáteis e de narrativas extremamente honestas sobre dificuldades financeiras e pessoais, solidificando uma reputação respeitável no cenário underground e indie do hip-hop com um apreço por versos rápidos e intrincados aliados a uma atmosfera melódica e muito instigante. Aqui, Patrick não exatamente se destitui de sua identidade, mas encontra uma espécie de bonança que vem após a tempestade – resumida pelo próprio título do single, que inclusive faz menção direta ao retorno do elenco do filme original ao próximo capítulo da saga.
“Maiores do que nunca, estamos de volta” é o verso que melhor traduz todo enredo metadiegético que o rapper constrói, não apenas aproveitando o momento para tecer comentários sobre sua contínua ascensão à fama, mas à antecipação que os fãs carregam para conferir ‘Todo Mundo em Pânico 6’ nas telonas. Não é surpresa que a breve faixa de pouco menos de três minutos seja engolfada em uma espécie de bomba-relógio (traduzida pelos toques de um metrônomo autorreferenciado) que explode em uma mixórdia vibrante e frenética de sintetizadores e bateria.
Toda a estrutura parte de uma premissa quase antêmica, garantindo que a simples e funcional lírica de Patrick vá de encontro proposital às pulsões do power-trap e de um electro-hip-hop que não nos deixa respirar em momento algum – e que nos faz ansiar por mais à medida que caminha para uma catártica conclusão. E, à medida que somos envolvidos por essa irruptiva ambientação, não podemos deixar de notar uma interessante versatilidade que o rapper nos mostra com essa despretensiosa incursão.
Segundo o Deadline, a dupla irá colaborar no drama ‘I’m Not Here to Hurt You’, série co-comissionada pela plataforma canadense Crave e pela Sony Pictures Television (esta ficando responsável pela distribuição internacional da atração).
Ambos entram como criadores do projeto, com Highmore assumindo o papel protagonista.
A série acompanha um homem de família exemplar que mergulha no mundo do crime após matar alguém em um acidente de bicicleta, movido pelo nobre, porém fútil, objetivo de nunca mais ferir ninguém. A trama é inspirada na história real do homem que ficou conhecido como “o ladrão de bancos mais educado da Irlanda” e no podcast de mesmo nome do jornal The Irish Independent.
“Afinal, ainda não tínhamos terminado completamente um com o outro”, disseram Shore e Highmore em um comunicado. “Estamos muito felizes em colaborar novamente, animados para retornar ao Canadá ao lado de nossos parceiros da Bell e da Blink49 Studios, e gratos pelo apoio contínuo da Sony. E agora, mãos à obra!”.
Criada por Ben Nedivi, Matt Wolpert e Ronald D. Moore — os mesmos nomes por trás da série original — ‘Star City‘ propõe uma nova releitura da corrida espacial, desta vez sob a perspectiva da União Soviética, que na narrativa alternativa conseguiu colocar o primeiro homem na Lua.
A nova série se passa por trás da Cortina de Ferro e acompanha a vida dos cosmonautas, engenheiros e agentes de inteligência envolvidos no programa espacial soviético — explorando os sacrifícios e riscos assumidos em nome do avanço da humanidade.
Consagrando-se como uma das principais vozes do country contemporâneo, Musgraves fez sua estreia oficial no cenário fonográfico com ‘Same Trailer Differente Park’, em 2013, que lhe rendeu o Grammy de Melhor Álbum Country.
Em 2018, a artista lançaria a obra-prima de sua carreira, ‘Golden Hour’, que lhe rendeu a estatueta de Álbum do Ano e entrou para a nossa lista dos Melhores Álbuns Internacionais do Século XXI, contando com faixas como “Space Cowboy” e “Butterflies”.
Na remota vila de Hope Harbor, perto da fortemente fortificada Zona Desmilitarizada (DMZ), a comunidade mergulha no caos quando se suspeita do aparecimento de um tigre e o chefe de polícia local, Bum-seok, é alertado. Mas o que começa como uma emergência local logo se transforma em um mistério mais profundo e aterrorizante, que força os moradores da cidade a confrontar o desconhecido.
A queridinha da música country e cantora e compositora Ella Langley dominou a 61ª edição do Academy of Country Music Awards, levando para casa sete troféus e vencendo em todas as categorias em que atuava.
A voz de “Choosin’ Texas” conquistou alguns dos maiores prêmios da noite, incluindo Artista Feminina do Ano, Canção do Ano, Single do Ano, Evento Musical do Ano e Artista/Compositora do Ano.
No entanto, o prêmio de Artista do Ano foi para Cody Johnson, categoria para a qual Langley não conquistou nomeação. Johnson triunfou sobre os concorrentes Luke Combs, Jelly Roll, Megan Moroney, Chris Stapleton, Morgan Wallen e Lainey Wilson.
Confira a lista de vencedores abaixo:
ARTISTA DO ANO
Luke Combs
Jelly Roll Cody Johnson (VENCEDOR)
Megan Moroney
Chris Stapleton
Morgan Wallen
Lainey Wilson
ARTISTA FEMININA DO ANO
Kelsea Ballerini
Miranda Lambert Ella Langley (VENCEDORA)
Megan Moroney
Lainey Wilson
ARTISTA MASCULINO DO ANO
Luke Combs
Riley Green Cody Johnson (VENCEDOR)
Chris Stapleton
Zach To
GRUPO DO ANO
49 Winchester
Flatland Cavalry
Old Dominion
Rascal Flatts The Red Clay Strays (VENCEDOR)
DUPLA DO ANO Brooks & Dunn (VENCEDORES)
Brothers Osborne
Dan + Shay
Muscadine Bloodline
Thelma & James
ARTISTA REVELAÇÃO FEMININA DO ANO Avery Anna (VENCEDORA)
Mackenzie Carpenter
Dasha
Caroline Jones
Emily Ann Roberts
ARTISTA REVELAÇÃO MASCULINO DO ANO
Gavin Adcock
Vincent Mason
Shaboozey
Hudson Westbrook Tucker Wetmore (VENCEDOR)
ÁLBUM DO ANO
Ain’t In It For My Health – Zach Top
Cherry Valley – Carter Faith
Don’t Mind If I Do (Deluxe) – Riley Green
I’m The Problem – Morgan Wallen Parker McCollum – Parker McCollum (VENCEDOR)
CANÇÃO DO ANO
A Song To Sing – Miranda Lambert & Chris Stapleton
Am I Okay? – Megan Moroney Choosin’ Texas – Ella Langley (VENCEDORA)
I Never Lie – Zach Top
Somewhere Over Laredo – Lainey Wilson
SINGLE DO ANO
6 Months Later – Megan Moroney Choosin’ Texas – Ella Langley (VENCEDORA)
I Never Lie – Zach Top
Somewhere Over Laredo – Lainey Wilson
The Fall – Cody Johnson
EVENTO MUSICAL DO ANO
A Song To Sing – Miranda Lambert & Chris Stapleton
Amen – Shaboozey & Jelly Roll Don’t Mind If I Do – Riley Green feat. Ella Langley (VENCEDOR)
Trailblazer – Reba McEntire, Miranda Lambert, Lainey Wilson
You Had To Be There – Megan Moroney & Kenny Chesney
MÍDIA VISUAL DO ANO
6 Months Later – Megan Moroney
A Song To Sing – Miranda Lambert & Chris Stapleton Cuckoo -Stephen Wilson, Jr. (VENCEDOR)
Somewhere Over Laredo – Lainey Wilson
The Fall – Cody Johnson
COMPOSITOR DO ANO Jessie Jo Dillon (VENCEDORA)
Ashley Gorley
Charlie Handsome
Chase McGill
Blake Pendergrass
ARTISTA-COMPOSITOR DO ANO
Luke Combs
Riley Green Ella Langley (VENCEDORA)
Megan Moroney
Morgan Wallen
Olivia Rodrigoé, sem sombra de dúvida, uma das maiores vozes da nova geração da música – e seu impacto continua se estendendo continuamente, mesmo tendo apenas dois álbuns em sua discografia.
Dona de três estatuetas do Grammy e de inúmeros recordes, Rodrigo fez sua estreia oficial no cenário fonográfico com ‘SOUR’, que lhe garantiu um gramofone dourado de Artista Revelação e outros dois nas categorias de Melhor Álbum Pop Vocal e Melhor Performance Pop Solo (esta pelo lead single“drivers license”, uma das canções mais populares da década). O álbum não apenas colocou a artista no centro dos holofotes, como preparou terreno para o pop-punk de ‘GUTS’, seu segundo compilado de originais, e para o vindouro ‘you seem pretty sad for a girl so in love’, que será lançado em breve em todas as plataformas de streaming.
Em 2026, ‘SOUR’ completa cinco anos e, para celebrar o grandioso début de Olivia no cenário fonográfico, preparamos uma breve lista elencando as cinco melhores músicas do álbum.
Confira abaixo o nosso ranking e conte para nós qual a sua faixa favorita – ou qual deixamos de fora do pódio:
5. “JEALOUSY, JEALOUSY”
‘SOUR’ é uma esplêndida estreia para uma jovem artista que, com apenas dezoito anos, emergiu como um ícone da própria geração – e, por esse motivo, não é surpresa que o compilado conte com várias faixas muito bem trabalhadas. Uma delas é “jealousy, jealousy”, em que a performer fornece uma sensação proposital de cansaço e irritabilidade com o denso baixo que se apropria da atmosfera. Essa ambientação logo dá espaço para as dissonâncias do piano que ganham força após a bridge e pelos vibrantes sintetizadores que implodem em um dos melhores refrões do álbum.
4. “BRUTAL”
Em ‘SOUR’, Rodrigo nutre de uma singularidade apaixonante que dá as caras logo na primeira faixa do álbum, “brutal”, que dá início à jornada com propósitos muito bem delineados e que oblitera o “livrinho de regras” que todos somos forçados a seguir na vida. A faixa, que nos soa ligeiramente emprestada de Taylor Momsen, é resumida no verso “eu estou cansada dos meus 17, onde diabos está meu sonho adolescente?”, seguido e precedido de uma consciência de (des)pertencimento absolutamente fantástica.
3. “TRAITOR”
O álbum faz um claro movimento de dilatação e contração – algo que explica a intercalação constante de baladas e frenéticas explosões. Inspirada até mesmo pela “bênção” que recebeu de Taylor Swift alguns meses atrás, Olivia mergulha em dramatizações teatrais da belíssima “traitor”, cuja poética verborrágica é o melhor elemento da canção, bem como a retórica envolvente da cantora, além de servir como emblema para as hábeis mãos do produtor Dan Nigro.
2. “GOOD 4 U”
Se há algo que Olivia sabe fazer muito bem é construir reflexos das angústias e dos problemas da vida jovem-adulta com uma análise sarcástica e quase cética do que a incomoda. Quando pensamos nisso, talvez não haja uma faixa que melhor represente esse seu apreço além da ácida “good 4 u”, cujo impacto, inclusive, pode ser visto em outras narrativas irônicas de sua discografia, como “bad idea right?” e “get him back”. Aqui, Rodrigo trabalha com quebras de expectativa muito sagazes, dando vida a uma nostálgica vendeta pessoal que mistura pop-punk, grunge e pop-rock em um mesmo lugar.
1. “DRIVERS LICENSE”
A conquista de Rodrigo sobre o cenário mainstream definitivamente veio com o lançamento de seu primeiro single oficial, “drivers license”. Tornando-se a maior estreia feminina de todos os tempos – debutando em primeiro lugar nos charts da Billboard pelo íntimo bedroom pop a que se prestou a construir, a canção recebeu aclame universal por parte da crítica internacional e nos deixou bastante intrigados para descobrir o que vinha a seguir e o que a artista estava escondendo em sua borbulhante mente.
Billie Eilish se tornou uma das vozes mais emblemáticas da nova geração da música e, em pouco tempo de carreira, transformou-se em uma powerhouse inegável que lhe garantiu inúmeras estatuetas do Grammy e nada menos que duas estatuetas do Oscar (ambas na categoria de Melhor Canção Original). Responsável por pungentes e densas canções que trouxeram o dark-pop e o bedroom pop de volta aos holofotes, Eilish angariou uma legião de fãs ao redor do mundo e eternizou uma discografia que se torna cada vez mais imaculada, lançamento a lançamento.
Em 2024, a cantora, compositora e produtora lançou seu terceiro álbum de estúdio, ‘HIT ME HARD AND SOFT’, que se tornou um sucesso de vendas e de crítica assim como suas incursões anteriores – e que foi elogiado como a melhor entrada da carreira de Eilish até agora. E, após embarcar na turnê promocional, ela se aliou ao vencedor do Oscar James Cameron para um projeto especial rodado em IMAX e que chegou recentemente aos cinemas nacionais e internacionais: ‘Hit Me Hard and Soft: The Tour (Live in 3D)’, como ficou conhecido o longa-metragem, é um encontro entre música e cinema que o destitui dos conhecidos convencionalismos de outros filmes-concerto e que oferece uma visão inédita sobre o processo criativo de uma das mentes mais prolíficas e originais da atualidade.
Estendendo-se por pouco menos de duas horas, o projeto funciona como uma celebração do álbum mais íntimo e mais especial para a própria Eilish, mostrando de que maneira sua visão artística continua a ser recepcionada pelo público. Contando com uma mistura de vídeos de bastidores e uma espetacular rendição performática que ocorreu no Co-op Live, em Manchester, o filme é um grande presente para os fãs da artista e um lembrete de que a jovem performer ainda tem muitas cartas na manga – e é justamente isso o que explica nosso contínuo interesse por ela.
Toda a arquitetura do longa parte de uma premissa sensorial e sinestésica, acompanhando a estética que Eilish vem firmando desde sua estreia no cenário fonográfico. À medida que seus incontáveis hits ganham uma roupagem diferente nos palcos, somos convidados a conhecer não só a ideia por trás do show, mas a preparação vocal, física e emocional que a cantora passa antes de se conectar com seu público – e, dessa maneira, a condução de Cameron permite uma abordagem mais humanizada, mas que não deseja explorar a biografia de Eilish, e sim o momento em que ela está na carreira.
Alguns podem argumentar que o projeto é mais focado no estilo do que na substância, mas em momento algum a dupla promete fornecer uma narrativa a que estamos acostumados, optando por unir arte e técnica à medida que “bad guy”, “oxytocin”, “the diner” e tantas outras músicas são delineadas com uma ótica distinta, em que até mesmo a paleta de cores é definida de acordo com o estilo de apresentação de Eilish. Seja sentada no centro do palco e tomada por uma catártica luz branca, seja gravando a si mesma com uma câmera enquanto singra por um palco tomado por pulsões do dourado e do amarelo, cada segmento tem sua identidade e nos engolfa de uma maneira peculiar e inescapável.
Os momentos mais cândidos podem ser escassos, mas carregam uma pungência gritante, principalmente quando explora a já conhecida relação entre Eilish e seu irmão, Finneas O’Connell, com destaque a uma das sequências em que artista encabeça o show pela primeira vez sozinha; aqui, Cameron consegue capturar fortes emoções que servem de combustível para as performances da artista e de que maneira ela utiliza isso para construir seu próprio storytelling, contrariando as expectativas à medida que foca seus esforços em um espetáculo visual que precisa ser conferido na melhor tela e com o melhor som.
Lembrando que o filme ainda está em exibição nos cinemas nacionais.
A popularidade da série ‘The Boys’ pode ser explicada por uma gama de fatores, desde os densos e complexos personagens até os ácidos e pungentes comentários políticos que traz aos espectadores. Um dos elementos que sempre conquistou o público foi a total franqueza dos assuntos abordados, pincelados com um frenesi incontrolável de muitas cenas de ação e muito sangue – e talvez por essa mesma razão a temporada de encerramento da aclamada produção tenha atraído tantos comentários divisivos nas redes sociais, com muitos internautas criticando o ritmo do ciclo e o fato de todos os episódios parecem fillers.
Este que vos escreve prefere encarar a quinta temporada como uma meticulosa iteração slow-burn que pega a sátira política e a eleva à enésima potência em cada uma de suas cenas mais insanas. Desde o início do ciclo, que nos mostrou uma América sob o comando autoritário e fascista do Capitão Pátria (Antony Starr) até sua consagração como “divindade” no episódio anterior, o showrunnerEric Kripke nos alimenta pouco a pouco com as intrincadas engrenagens que regem um Estados Unidos submetido às vontades de um super-herói agora imortal e com uma enorme personalidade ególatra e mitomaníaca que pode colocar todos em risco – e que, ao transformá-lo em um mimado psicopata, oferece uma metáfora muito clara ao que acontece no mundo nos dias de hoje.
Cada episódio parece propositalmente constrito a uma mensagem determinada que pretende entregar – e não apenas isso, como também mostra-se determinado a fornecer a mais insana e inesperada conclusão aos personagens que aprendemos a amar (ou a odiar, neste caso). E enfim chegamos ao penúltimo capítulo da série, “The Frenchman, the Female, and the Man Called Mother’s Milk”, que chegou recentemente à grade de programação do Prime Video e, que, mais uma vez, toma o tempo necessário para garantir que possíveis pontas soltas sejam amarradas e pavimentar o terreno para um épico finale que será exibido nesta próxima semana.
Após ser injetado com o V1, o Capitão Pátria enfim assume sua verdadeira forma psicótica e, tornando-se a divindade que sempre quis, ele tira o presidente dos Estados Unidos da reta e dá aval a uma série de medidas totalmente excludentes que inclui a dissolução dos Sete (transformando-o no único a ser adorado pelos EUA e, em breve, pelo mundo), a instituição da Igreja Democrática da América como o único conduíte religioso do país e a invasão de quaisquer cidades que tenham abrigado luzestrelistas. Mas isso não é tudo: seu domínio de terror se estende até mesmo a seus seguidores, que se veem atraídos para uma armadilha comandada por Ó Pai (Daveed Diggs) e que pune os “hereges” com uma morte dolorosa e violenta.
Enquanto isso, Luz-Estrela (Erin Moriarty), Billy Bruto (Karl Urban), Hughie (Jack Quaid) e M.M. (Laz Alonso) invadem os estúdios da Vought para resgatarem os seguidores do Capitão Pátria das garras de seus asseclas, plantando uma semente de esperança que com certeza será explorada no último capítulo. O problema é que, nesse meio-tempo, Billy e Hughie são capturados e um dos seguidores do Capitão, o Verme (Ely Henry), descobre o paradeiro de Kimiko (Karen Fukuhara), Frenchie (Tomer Capone) e Mana Sábia (Susan Heyward) e vai atrás deles – culminando em uma das mortes mais tristes da série.
Como bem sabemos, o mote da temporada é focado no destrutivo complexo divino que o Capitão Pátria desenvolve e que o fez acreditar piamente de que é o novo Messias; porém, essa destruição não é tão visceral quanto já visto nos ciclos anteriores, optando por uma abordagem que não requer a explicitação, e sim um cuidado mais emocional que, aqui, encontra sucesso na comunhão do roteirista Anslem Richardson e da diretora Sylvain White, ambos ousando onde conseguem para arquitetar pequenas gemas audiovisuais.
O destaque vai também ao trabalho imprescindível do elenco, com destaque óbvio ao trabalho de Urban e Starr em incursões memoráveis, e de Fukuhara em uma de suas melhores performances dentro desse universo – nos guiando por uma pungente sequência que coloca sua personagem em uma dolorosa despedida de Frenchie. Terminando de maneira melancólica e sombria, fica claro que o penúltimo episódio de ‘The Boys’ representou a gota d’água para, enfim, o aguardado confronto que ocorrerá em alguns dias.
Lembrando que o episódio de encerramento vai ao ar em 20 de maio.
O penúltimo episódio da temporada final de ‘The Boys’ já está disponível no Prime Video e entregou um dos momentos mais sombrios da produção: a despedida do Francês (Frenchie). O personagem sacrificou a própria vida para impedir que o Capitão Pátria alcançasse Kimiko e Sister Sage, encerrando sua jornada como o “coração” técnico e emocional da equipe.
Agora, com a exibição do capítulo, a página oficial da série no Instagram compartilhou algumas imagens de bastidores inéditas que nos levam ao momento em que Capitão Pátria, interpretado por Antony Starr, brutalmente assassina Frenchie, vivido por Tomer Capone – reunindo os astros em um momento fofo e que antecede a tragédia.
Recentemente, o showrunner Eric Kripke explicou a difícil decisão de eliminar um dos integrantes originais do grupo de Billy Butcher às vésperas do series finale (via ComicBookMovie).
“Nós sabíamos que precisávamos matar um dos The Boys”, afirmou Kripke. “Você não pode ter uma chance de vitória sem que isso custe algo realmente importante aos seus heróis. Sempre achei que O Senhor dos anéis fazia isso muito bem, assim como Game of Thrones. Para criar impacto narrativo, os heróis precisam pagar um preço alto, porque é assim que funciona no mundo real.”
O produtor detalhou o processo de escolha do personagem que deixaria a trama: “Começamos a analisar cada personagem para decidir qual morte seria a mais devastadora emocionalmente. Acho que desde cedo sabíamos que seria o Francês. Em muitos sentidos, Francês e Kimiko são o coração da série. Apesar de serem assassinos, os dois possuem uma doçura emocional muito forte”.
Kripke concluiu reforçando a necessidade narrativa do sacrifício: “Sabíamos que isso causaria o máximo de destruição emocional possível, e acho que precisava acontecer. Eles não teriam chance de vencer se Francês não se sacrificasse”.
Na narrativa, Francês e Sister Sage trabalham contra o tempo para replicar em Kimiko o experimento que concedeu ao Soldier Boy a capacidade de neutralizar o Composto V. O objetivo era capacitar a jovem a remover o V1 do organismo do Capitão Pátria.
Entretanto, o líder dos Sete descobre o paradeiro do esconderijo. Para garantir a segurança de Kimiko, Francês a oculta e confronta o vilão em uma sala de urânio, ativando uma carga de radiação que atinge ambos. Embora o experimento tenha sido concluído, a eficácia contra o Capitão Pátria permanece incerta. Após o antagonista abandonar o local, Francês sucumbiu aos ferimentos e faleceu nos braços de Kimiko, consolidando o tom trágico do encerramento da série.
Neste capítulo final, o cenário global é de instabilidade total sob o domínio egocêntrico do Capitão Pátria. Enquanto o grupo formado por Hughie, Leitinho e Frenchie enfrenta situações de risco extremo, Annie tenta organizar uma resistência contra o avanço dos Supers. O mistério sobre o paradeiro de Kimiko continua, ao passo que o retorno de Billy Bruto, agora armado com um vírus capaz de exterminar todos os Supers, promete levar a série a um desfecho de consequências irreversíveis.