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PODEROSA! Natalie Portman ganha seu próprio cartaz de ‘Thor: Amor e Trovão’

Após a Marvel Studios divulgar o primeiro cartaz de ‘Thor: Amor & Trovão‘, estampado por Chris Hemsworth, chegou a vez da atriz Natalie Portman estampar sua própria arte.

Ela surge como a Poderosa Thor. Este é o retorno de Portman à franquia depois de ficar de fora de ‘Thor: Ragnarok‘.

Nos quadrinhos, Jane – a namorada de Thor nos dois primeiros filmes – desenvolveu uma forma agressiva de câncer, e Thor permitiu que ela empunhasse o Mjolnir, com seus poderes de “deus do trovão” mantendo-a viva.

Confira:

O teaser bateu recorde e teve mais de 209 milhões de visualizações em suas primeiras 24 horas de lançamento, se tornou o quarto trailer MAIS VISTO da história do MCU.

O trailer mais visto do MCU foi o de ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa‘ (355,5 milhões de visualizações em suas primeiras 24 horas), seguido pelo de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘ (230 milhões) e ‘Vingadores: Ultimato‘ (289 milhões).

Assista:

Visual Clássico

O teaser começa com um passagem de tempo do Thor (Chris Hemsworth) desde a infância até a vida adulta. Em meio a essa corrida, ele usa várias roupas, incluindo o visual clássico dos quadrinhos dos anos 60. É um easter egg daqueles.

Velha Infância

O vídeo se desenrola ao som de Sweet Child O’ Mine, do Guns N’ Roses, enquanto o Thor fala sobre descobrir quem ele realmente é. A música foi escrita para a ex-esposa do vocalista Axl Rose, Erin Everly, que foi o grande amor da vida do cantor. A infância de Axl foi repleta de traumas, mas ainda assim a música começa dizendo que o sorriso da amada o faz lembrar dos poucos momentos de felicidade da infância. Estou ressaltando essa história da música porque esse filme trará de volta Jane Foster (Natalie Portman), que foi o grande amor do Thor nos cinemas, mas que não prosseguiu por conta da vida interplanetária dos dois. Da mesma forma, é interessante que Thor busque se reaproximar de seu passado, numa época em que a vida ainda era boa e ele não havia perdido a todos que já amou, justamente sua infância.

Crossfithor

Da última vez que vimos o Thor, ele estava bastante rechonchudo, afundado em uma depressão profunda na Terra. Depois de resolver o conflito com Thanos, ele ruma ao espaço junto com os Guardiões da Galáxia. Para esse filme, ele voltará ao visual bombado e o teaser já mostrou como ele fez para perder peso: uma rotina pesada de malhação interplanetária com as correntes de uma fera morta. No entanto, como se isso não fosse o bastante para dar o tom galhofa, vale a pena reparar no boné que ele está usando: “Vingador Mais Forte”, com a fonte dos quadrinhos dos Vingadores. Praticamente uma paródia de si mesmo.

Uma jaqueta a menos

Já fortão, o Thor aparece junto aos Guardiões em um planeta diferente. Nesse momento, o Thor revela seu visual novo, que causou um certo estranhamento nos fãs quando vazou. Essa pegada bem anos 80 não costuma estar associada ao personagem. No entanto, a roupa coladinha e a reação do Senhor das Estrelas (Chris Pratt) entrega tudo. Provavelmente, o Thor assaltou o guarda-roupas de Peter Quill e arrancou as mangas de uma de suas jaquetas vermelhas, além de pegar uma calça e camisa de desenho animado que ele coleciona. Esperem piadas sobre ele estar forte demais para as roupas do Quill e coisas do tipo, intensificando o conflito de ego entre os dois.

Nova fauna

Da última vez que vimos, Nova Asgard era apenas uma vila na Noruega com os sobreviventes do Ragnarok. Agora, porém, a vila está mais desenvolvida e similar ao antigo reino dourado, como dá para ver pelo porto de ouro e pelas balsas voadoras. Vale notar também que elas estão sendo puxadas pelos bode gigantes voadores, coisa que saiu diretamente dos quadrinhos. Eles fazem parte de uma nova fauna que veio para a Terra, assim como o Pégasus da Valquíria.

Machado

Quando foi forjado, o Rompe-Tormentas foi descrito como uma arma mais poderosa que o próprio Mjölnir. Apesar do Thor já ter usado a arma para conjurar a Bifrost para chegar em Wakanda, pouco da arma foi visto que justificasse essa superioridade do machado sobre o martelo. Nesse frame, vemos o Thor com sua nova armadura e o Rompe-Tormentas expelindo um tipo de energia parecida com aquela que envolve a Capitã Marvel (Brie Larson). Será que é uma nova habilidade do herói ou apenas um poder oculto da arma?

Zeus

A trama dessa nova aventura envolve Gorr, o Carniceiro dos Deuses (Christian Bale). Ou seja, é provável que outras divindades que foram cultuadas ao longa da história humana façam aparições. Uma que já está confirmada é o Zeus, que será vivido por Russell Crowe. Sua representação no filme é outro indício da pegada galhofa do diretor. Isso porque ele está sendo retratado como um rei gorducho e metido.

Enquanto sua estátua no Olimpo, que será retratado como um outro planeta, fazendo dos deuses gregos alienígenas, mostra o deus como uma entidade malhada e definida. Além disso, a presença de Zeus abre brecha para a introdução do Hércules no Universo Cinematográfico Marvel, mesmo que a história de Peter Quill em Guardiões da Galáxia Vol.2 (2017) já seja uma adaptação do mito do semideus mais famoso do mundo. Ao mesmo tempo, essa existência dos deuses gregos pode ir ao confronto das histórias contadas em Eternos (2021), de que alguns daqueles personagens do filme foram deuses gregos.

O Carniceiro dos Deuses

Esse momento é FANTÁSTICO porque saiu diretamente da HQ Thor: Carniceiro dos Deuses, que serviu de inspiração para a trama do filme. Ele mostra Thor e Korg (Taika Waititi) encarando o cadáver de Falligar, o deus da Fronteira Galáctica, deixado após o confronto contra Gorr.

A fidelidade da cena é assustadora e dá bons indícios de que o material base será mais usado do que foi Ragnarok.

Vida de Rainha

Promovida a Rainha de Nova Asgard após a saída de Thor, a Valquíria (Tessa Thompson) está longe das expectativas que tinha para o cargo. Em vez de precisar proteger e lutar contra ameaças espaciais, sua função na Terra a levou ao cargo de representante de uma nação e agora ela terá responsabilidade políticas comuns dos humanos, como debates, reuniões e votações. Obviamente, isso não dará certo.

Guardiões

O teaser também dá uma mostra do novo visual dos Guardiões. O Groot está um pouco mais alto, já indicando que poderemos ver sua versão adulta no próximo filme do grupo, o Rocket voltou a usar a roupinha laranja do primeiro filme, abandonando o traje azul, Nebulosa e Mantis adotaram roupas pretas e o Drax agora usa um bracelete que ocupa todo seu antebraço.

Recauchutado 

Quando anunciaram o retorno do Mjölnir, os fãs apostaram que ele seria roubado de outra dimensão ou algo do tipo, mas o teaser confirmou que ele será consertado por alguém, talvez o próprio anão Eitri (Peter Dinklage), permitindo que a arma asgardiana escolhesse seu novo portador…

Ou melhor: portadora. Por fim, o teaser revela o visual da Poderosa Thor, que é a Jane Foster. Não sabemos se a história das HQs em que a Dra. está tratando um câncer será adaptada para o filme, mas o visual dela está incrível e o supino está em dia, porque ela tá incrivelmente forte. É bom ver super-heroínas que são fortes mesmo, em vez de ficar no clichê do poderes psíquicos e físico delicado. Também vale a pena ressaltar que eles estão em um momento de guerra e dá para ver um carro ali ao fundo. Vale esperar para ver se é uma batalha na Terra ou apenas um corte feito em momentos distintos do filme apenas para confundir o público.

E aí, ansiosos?

Thor: Amor & Trovão estreia em 7 de Julho de 2022.

INCRÍVEL! ‘Barbie’ ganha fã-trailer ao som de “Barbie Girl”, do Aqua

A Warner Bros. já revelou que não vai usar a música “Barbie Girl” do Aqua em ‘Barbie‘, o que deixou vários fãs frustrados. Agora, o canal YouTube HYTT Films resolveu reeditar o trailer com a música e o resultado é incrível.

Confira:

O novo trailer levou o público ao divertido e colorido mundo da adaptação estrelada por Margot Robbie (‘O Esquadrão Suicida’) e Ryan Gosling (‘Agente Oculto’).

Nas redes sociais, o público está rendendo elogios ao visual da produção, tanto pelos cenários quanto pela caracterização das diferentes versões da Barbie e do Ken.

Além disso, a prévia também deixou os fãs curiosos e ansiosos para conferir a trama, que parece ser bastante descontraída e alto astral.

Confira as reações:


O trailer da Barbie tem uma vibe meio teen beach movie né… pic.twitter.com/wowBinSj2p

Lembrando que o longa estreia em 21 de julho.

Assista ao trailer, nas versões dublada e legendada:

Além da dupla, o elenco também é formado por Kate McKinnon, Will Ferrell, America Ferrera, Issa Rae, Micheal Cera, Hari New, Ncuti Gatwa, Kingsley Ben-AdirAlexandra ShippMarisa Abela.

Greta Gerwig (‘Adoráveis Mulheres’) dirige e assina o roteiro ao lado de seu parceiro Noah Baumbach.

EXCLUSIVO! Entrevistamos Dakota Johnson, que falou sobre ‘Madame Teia’ e com quais heróis e vilões ela quer lutar

Muito conhecida por seu trabalho em ‘50 Tons de Cinza’, Dakota Johnson estrela sua primeira participação em filmes de heróis em ‘Madame Teia‘ – que já está em exibição nos cinemas.

Em entrevista à nossa jornalista Janda Montenegro, Dakota falou sobre o filme e com quais heróis e vilões ela quer lutar nos próximos filmes.

Assista e siga o CinePOP no Youtube:

Crítica | Madame Teia – Dakota Johnson em aventura Sessão da Tarde que parece saída dos anos 90

Na trama, Johnson interpreta Cassandra Webb, uma paramédica que começa a ter visões do futuro, tecendo teias que ligam o destino de diversos personagens.

Madame Teia destaca Dakota Johnson como a heroína principal, ao lado de Julia Carpenter (Sydney Sweeney), Anya Corazon (Isabela Merced) e Mattie Franklin (Celeste O’Connor).

Enquanto isso, em outro universo… Madame Teia conta a história do filme solo da história de origem de uma das heroínas mais enigmáticas da Marvel. O thriller estrela Dakota Johnson como Cassandra Webb, uma paramédica em Manhattan que pode ter habilidades de clarividência. Forçada a confrontar revelações sobre seu passado, ela forja uma relação com três jovens destinadas a futuros poderosos… se elas conseguirem sobreviver ao presente ameaçador.

O elenco é formado por Isabela MercedSydney SweeneyCeleste O’Connor, Emma RobertsTahar RahimMike EppsAdam Scott Zosia Mamet.

S.J. Clarkson dirige, enquanto Burk SharplessMatt Sazama assinam o roteiro.

‘Demolidor: Renascido’ ganha imagem inédita

Enquanto os fãs aguardam ansiosamente porDemolidor: Renascido’, a Marvel Studios continua aumentando as expectativas do público com novidades.

O estúdio divulgou uma nova imagem da série, que será lançada no Disney+.

Confira:

Vale lembrar que, durante a D23 Brasil, o CinePOP conversou com o astro Charlie Cox, que falou sobre a nova temporada de Demolidor e o universo Marvel.

Em ‘Demolidor: Renascido’, da Marvel Television, Matt Murdock (Charlie Cox), um advogado cego com habilidades aprimoradas, está lutando por justiça por meio de seu movimentado escritório de advocacia, enquanto o ex-chefe da máfia Wilson Fisk () vai atrás de seus próprios empreendimentos políticos em Nova York. Quando suas identidades passadas começam a emergir, os dois homens se encontram em rota de colisão inevitável.

Demolidor: Renascido‘ chega dia 04 de março de 2025 no Disney+

Além de Charlie Cox como o personagem-título e Vincent D’Onofrio como Wilson Fisk, Elden Hanson (Foggy Nelson), Deborah Ann Woll (Karen Page), Jon Bernthal (Justiceiro) e Wilson Bethel (Ben Poindexter/Mercenário) integram o elenco.

Matt Corman e Chris Ord, criadores da série ‘Assuntos Confidenciais‘, estão por trás do roteiro e produção do show.

Fique ligado para mais informações!

‘MIB – Homens de Preto’ vai ganhar novo filme com roteirista de ‘Bad Boys for Life’

Depois de relançar com sucesso a franquia Bad Boys, a Sony Pictures parece estar pronta para tirar o pó de seu traje preto.

Um novo filme da franquia ‘MIB: Homens de Preto‘ está em desenvolvimento.

Segundo o Deadline, embora nenhum talento esteja ligado ainda, o roteirista de Bad Boys For Life, Chris Bremner, está a bordo para escrever a próxima parcela da franquia de comédia de ficção científica.

A Sony Pictures não teve nenhum comentário.

Os detalhes do enredo são desconhecidos, mas insiders dizem ao Deadline que a ideia é que, uma vez que Bremner tenha terminado o roteiro, a estrela da série original Will Smith seria uma das primeiras a recebê-lo na esperança de reprisar o papel do Agente J. Não se sabe como o personagem seria apresentado — se é um papel principal ou mais um papel do tipo coadjuvante/passagem da tocha que vimos em filmes como Creed — mas o plano é ter o personagem de volta no primeiro rascunho.

Homens de Preto‘ arrecadou em 1997 mais de US$ 250 milhões no mercado americano e mais de US$ 587 milhões mundialmente. ‘Homens de Preto 2‘ faturou US$ 190 milhões nos EUA e US$ 440 milhões ao redor do mundo. Já o terceiro filme custou US$ 225 milhões e faturou US$ 624 milhões mundialmente.

A Sony tentou fazer um revival da franquia com o fracassado ‘MIB: Homens de Preto – Internacional‘, que foi detonado pelos críticos e faturou apenas US$ 253 milhões nas bilheterias mundiais.

Recentemente, a produtora Laurie MacDonald cedeu uma entrevista à Variety e explicou porquê um quarto filme com Will Smith e Tommy Lee Jones nunca aconteceu.

“Quando terminamos o terceiro filme, sentamos para conversar e decidimos que não devíamos fazer o quarto filme. O arco daqueles personagens acabou ali de maneira redondinha, pois havíamos lidado com a história envolvendo o pai do Will e toda a jornada emocional do personagem foi completada”, afirmou.

Barry Sonnenfeld, que comandou toda a trilogia ‘Homens de Preto‘, explicou porque a franquia ganhou um derivado ao invés de uma sequência.

“Eu adoraria que houvesse um quarto filme. Mas Will Smith e nem eu estávamos envolvidos. Eu amo a franquia, porque eu a desenvolvi e a criei. Mas há muitos elementos caros nessa mistura. Há Steven Spielberg como um dos produtores, há outros produtores também, e acho que a maneira mais barata de se fazer foi ter novos agentes”, afirmou.

Não há mais novidades sobre o projeto.

10 curiosidades de MIB: Homens de Preto – Internacional | O filme que falhou em tentar trazer a MIB para a nova geração

Relembre o trailer:

Crítica | A Teoria de Tudo

O universo tem o tamanho do nosso mundo. Que tamanho tem o nosso mundo? Tem o tamanho dos nossos sonhos. Depois de dirigir alguns trabalhos pouco vistos aqui no Brasil, como o excelente documentário O Equilibrista, o diretor made in “terra da Rainha” James Marsh topou o maior desafio de sua carreira, contar uma parte da vida do mundialmente famoso cosmólogo e físico britânico Stephen Hawking. Totalmente baseado no livro escrito pela primeira esposa de Stephen , Jane Hawking, Travelling to Infinity: My Life with Stephen, o roteiro do filme tem a assinatura de Anthony McCarten e deve emocionar a muitos cinéfilos mundo à fora, principalmente pelas espetaculares atuações de Eddie Redmayne e Felicity Jones, ambos, cotadíssimos para o próximo Oscar.

Na trama, conhecemos já na fase do doutorado o brilhante estudante Stephen Hawking (Eddie Redmayne), um homem pacato, com um senso de humor afiado, que adora leitura sobre xadrez e ouvir música clássica. Certo dia, em uma comemoração na faculdade que estudava, conhece a bela Jane (Felicity Jones), uma estudante por quem se apaixona intensamente. Tudo ia bem na vida do jovem casal até que Hawking é diagnosticado com uma rara doença do Neurônio Motor que o faz ao longo de um curto período perder todos os movimentos do corpo, até a fala. Assim, combatendo todo tipo de limitação, a brilhante mente irá provar que o viver é um dos grandes mistérios do universo.

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Que tamanho tem o universo? Hawking se dedicou durante anos em sua famosa teoria sobre os buracos negros, sua família, seus amigos e todos que estiveram por perto tiveram influência nessa grande descoberta. O longa-metragem mostra bem toda essa relação, que começa em casa , com os grandes cuidados que Jane tinha com ele, depois acompanhamos melhor sua relação com seus pais que sempre estavam com um pé atrás parecendo estar preparados sempre para o pior, as inúmeras idas a sua faculdade para debates, teses e aulas com outros renomados cientistas. A Teoria de Tudo consegue, ao longo dos 123 minutos de fita, apresentar ao público um leque de argumentos que preencheram a personalidade desse notório ser humano. Bravo!

Quando o filme entra a fundo nos contornos e dramas familiares, além das dificuldades que, principalmente, Jane passa com 3 filhos e um marido com problemas motores, a qualidade da fita eleva-se de uma maneira que comove. Os responsáveis por isso são Eddie Redmayne e Felicity Jones. O primeiro mostra uma dedicação de Pacino para um papel extremamente difícil que requer muito esforço do ator, merece ser indicado ao Oscar por esse papel, absurdamente detalhista para que tudo saísse o mais perfeito possível, uma impressionante atuação. Já a segunda, consegue transmitir uma força emocional gigantesca com sua personagem, na expressão, na fala mansa, nos gestos, no olhar. Faz com que o público julgue sua personagem, apresenta Jane Hawking com uma transparência tão verdadeira que sofremos junto com ela em cada cena difícil. Felicity Jones tem um real chance de ser a ganhadora do próxima Oscar de melhor atriz.

A Teoria de Tudo estreia dia 22 de janeiro de 2015 e vai se tornar um filme inesquecível para muita gente, tem o poder da física e da emoção em uma equação que você não pode deixar de tentar decifrar! Bravo!

Crítica | ‘Os Ruminantes’ – Doc revela os motivos de um filme nunca feito e considerado AMALDIÇOADO [CineOP 2025]

Partindo de fatos curiosos sobre um filme — considerado ‘maldito’ por muitos — que nunca saiu do papel, o documentário Os Ruminantes nos conduz por memórias de uma época marcada pela escassez de recursos e pela pressão política. A narrativa se constrói a partir da intimidade dos depoimentos e da presença de grandes trechos do cinema nacional, que ajudam a preencher as lacunas deixadas por um cineasta marcante na história do cinema brasileiro, falecido precocemente antes dos 40 anos. Dirigido por Tarsila Araújo e Marcelo Mello, o longa foi selecionado para a Mostra Competitiva da CineOP 2025.

O projeto parte da trajetória de Luiz Sergio Person, mas se expande para retratar todo um cenário audiovisual da época. Com olhar voltado para o final da década de 1960, o documentário se destaca pela sólida pesquisa e cuidadosa montagem. A partir de um roteiro que tinha potencial para se tornar mais uma obra marcante do nosso cinema, a narrativa nos conduz por contextos políticos e culturais do período, revelando curiosidades pouco conhecidas — como a intervenção do regime militar que impediu o sucesso de um dos filmes de Person nos Estados Unidos.

 

O roteiro em questão é uma adaptação do romance A Hora dos Ruminantes, de José J. Veiga — uma obra que explora a imprevisibilidade da vida por meio das transformações provocadas pela ruptura do cotidiano, após a chegada de misteriosos personagens à fictícia cidade de Manarairema. Os paralelos com a sempre conturbada política brasileira e com temas relevantes da sociedade saltam aos olhos — elementos que despertaram o interesse do cineasta Luiz Sergio Person e de seu grande amigo, o também cineasta Jean-Claude Bernardet.

A construção do documentário parte de perguntas ainda sem respostas sobre os motivos que impediram a realização do filme, e se desenvolve a partir dos depoimentos de Marina Person (filha de Luiz Sergio Person) e Jean-Claude Bernardet. Um de seus grandes méritos está em revelar as dificuldades de se produzir uma obra audiovisual em um contexto histórico adverso, ao mesmo tempo em que reforça a importância de manter viva a memória documentada — funcionando como uma espécie de continuidade da obra de um cineasta que, mesmo décadas após sua morte, segue como referência no cinema brasileiro.

 

Os Ruminantes mantém os pés no chão, mas não deixa de dialogar com o universo do realismo fantástico presente na obra original — um clássico da literatura brasileira. Por meio do inusitado, o filme abre espaço para aprendizados e provoca reflexões profundas. A história, agora novamente documentada, convida o espectador a olhar com atenção. Basta querer enxergar.

Os Filmes de Terror que Completam 10 Anos em 2020

Sim, caros amigos, o tempo voa cada vez mais rápido e fora de nosso alcance. Para termos uma ideia, filmes que parecem ter sido lançados “ontem”, como A Origem e A Rede Social, por exemplo, estão completando dez anos de sua estreia em 2020. Já está se sentindo velho? No entanto, como você pode ter lido no título, o tema desta matéria é um assunto muito caro para todos aqui no CinePOP, filmes de terror. E se voltarmos um pouco no tempo, perceberemos que 2010 não foi o melhor dos anos quando falamos no gênero.

É verdade que tivemos o retorno às telonas de dois verdadeiros mestres do horror, John Carpenter e o saudoso Wes Craven, assim como alguns remakes de novos clássicos das décadas de 1970 e 1980, e até mesmo uma nova roupagem para um dos filmes mais icônicos do cinema quando o tema é monstro imortal. Ah sim, as continuações de sucessos recentes não poderiam faltar, assim como versões americanas para obras de terror europeias. No fim das contas, a maioria resultou em longas abaixo da média, seja na opinião dos críticos ou do público. Do lote, podemos citar um projeto verdadeiramente bem sucedido também, que resultou em sua própria franquia muito querida, terminando por cimentar os nomes de uma dupla de cineastas responsáveis ao estrelato.

Sem mais delongas, vamos conhecer alguns filmes de terror famosos que completam 10 anos em 2020.

Leia também: 12 Filmes de Terror que Completam 40 Anos em 2020

Sobrenatural

Começamos a lista com o filme bem sucedido citado acima. Do lote que separamos para vocês, Sobrenatural (Insidious) é o que melhor coexistiu entre boas avaliações da crítica e sucesso do público. Tanto que seguiu para gerar mais três continuações, e a possibilidade de novos capítulos. Esse, no entanto, foi um sucesso surpresa de um filme independente, que se comporta como grande herdeiro do clássico Poltergeist (1982).

Fora isso, o primeiro Insidious deu continuidade para a parceria do diretor James Wan e o roteirista Leigh Whannell, iniciada em Jogos Mortais (2004), outro grande acerto. Hoje, é claro, Wan e Whannell são estrelas do Time A de Hollywood tendo comandado trabalhos como Aquaman e O Homem Invisível respectivamente.

Demônio

Saindo de grandes nomes do cinema atual para outro, o indiano M. Night Shaymalan já teve seus dias de glória e seus dias de luta. E aqui, o cineasta se via basicamente na segunda parte da frase citada. Após escorregadas consecutivas em A Dama na Água (2006) e Fim dos Tempos (2008), Shyamalan teve um 2010 sofrido. Primeiro com a adaptação de O Último Mestre do Ar, um pretenso e malfadado blockbuster. Depois com a criação de um selo de horror que em muito pouco tempo morreu na praia.

Talvez nem todos lembrem, mas este Demônio seria o primeiro passo do ‘The Night Chronichles’, proposta do diretor para diversos filmes do gênero lançados sob o selo, que contariam com sua produção e direção de artistas em início de carreira. Bem, o resultado deste longa sobre cinco estranhos presos num elevador, onde um deles é o próprio mal encarnado, tratou de pôr um fim a esta empreitada. E você, curte o filme?

Leia também: Os Filmes de Terror que Completam 30 Anos em 2020

A Hora do Pesadelo

Cada época tem a sua tendência no cinema. E quando falamos em terror, as refilmagens começavam a bater muito forte em meados da década de 2000 e ainda não possuem data para acabar. É fato que daqui a pouco todos os filmes antigos do gênero terão ganhado novas roupagens, e quando penso nisso, o que mais resume essa sensação é uma cena de Pânico 4 na qual a personagem de Hayden Panettiere narra em fração de segundos diversas refilmagens de clássicos famosos do gênero das décadas de 1970 e 1980. Pânico 4, Wes Craven… olha a ponte para este remake.

A Hora do Pesadelo (1984) é não somente um dos slashers mais famosos do cinema, como um dos filmes de terror mais icônicos de todos os tempos. E há dez anos ganhava sua refilmagem – após seis continuações e um derivado. Sem qualquer envolvimento de Craven, o novo A Hora do Pesadelo terminou não dando em nada e serviu para colocar, até o momento, um ponto final nas matanças de Fred Krueger. O melhor foi deste remake foi nos apresentar Rooney Mara como protagonista.

O Lobisomem

Agora adentramos por um terreno de obras subestimadas. Por menor apreço que eu tenha por refilmagens de clássicos, não gosto de taxa-las sempre no mesmo patamar, e acredito sim que existam boas “reimaginações”. Não me leve a mal, O Lobisomem foi sem dúvidas uma produção pra lá de problemática, vivendo para se tornar um verdadeiro flop. Com mais jeitão de blockbuster do que de um filme intimista sobre o tema, a versão 2010 para o clássico guarda igualmente seus atrativos, boas atuações e muita criatividade na hora de criar suas cenas.

Os efeitos são legais, temos boas atuações do elenco, em especial Benicio Del Toro e Anthony Hopkins, e a maquiagem… bem, nem precisa ser dito, já que levou o Oscar para o excepcional Rick Baker – o clássico de 1941 foi o que fez o artista se apaixonar por cinema e a profissão. Ou seja, vale muito a pena dar novas chances a este filme incompreendido.

Leia também: Os Filmes de Terror que Completam 20 Anos em 2020

Deixe-me Entrar

Por falar em refilmagens que recebem menos amor do que deveriam dos fãs, há dez anos ganhávamos a versão americana do cult sueco Deixa Ela Entrar (2008). Não me leve a mal (parte 2), o original é irretocável, perfeito em todos os sentidos e, além disso, não apoio este mau costume dos EUA de querer refilmar sucessos de outras nacionalidades para fugir das legendas – o que só propaga o preconceito com o cinema estrangeiro.

Porém, tirando todos estes entraves da frente, vale mencionar a surpresa com uma obra que todos estavam prontos para odiar, inclusive este que vos fala. O medo era de uma versão muito mais “domada” e que fugisse dos temas principais propostos. No entanto, para a surpresa geral, embora desnecessária, esta refilmagem acerta em todos os quesitos, demonstrando o talento do diretor Matt Reeves e nos deixando muito animados para o seu vindouro The Batman (2022).

Piranha 3D

Este é outro grande acerto quando falamos em terror de dez anos atrás. O longa do francês Alaxandre Aja demonstra como tirar da cartola um remake original, adicionando novos elementos e inclusive mudando a dinâmica do gênero. O Piranha (1978), de Joe Dante, era uma desavergonhada cópia de Tubarão (1975), que tentava desesperadamente surfar em tal onda, no processo se levando a sério. Foi só na sequência comandada por James Cameron (1981) que os realizadores se tocaram do quão ridículo era o material que tinham em mãos, decidindo tirar sarro da coisa toda.

Já o remake, de começo já se mostra uma grande brincadeira, se comportando como uma verdadeira ida a um parque de diversões. O humor é elemento pulsante na produção, que não esquece os sustos, o sangue e as referências: como Richard Dreyfuss num barco, por exemplo. Fora isso, enfatizando ainda mais a diversão, Piranha 3D, como diz o título, se mostrou um dos melhores exemplares da tecnologia dos “óculos no cinema” no período de seu boom – deixando toda a experiência ainda mais saborosa.

Doce Vingança

Por falar no ano de 1978, foi exatamente de onde saiu este puro exemplar do exploitation. Filmes de baixo orçamento cuja trama explorava (no sentido mais literal e intenso da palavra) algum tema – fosse o cinema negro, as lutas marciais, etc., eram lançados a torto e a direito durante seu auge na década de 1970. E o cruel e visceral A Vingança de Jennifer se enquadrava no tópico dos exploitation de “estupro e vingança”, no qual ainda se encaixa Aniversário Macabro (1972), primeiro filme de Wes Craven, por exemplo.

A Vingança de Jennifer viveu para se tornar um dos filmes mais polêmicos da época. E é claro que os produtores de Hollywood iriam tirá-lo do baú durante a “febre das refilmagens”. Assim, há exatos dez anos, chegava às salas a nova versão de I Spit on Your Grave – título original de ambos o clássico e o remake, que por aqui ficou chamado de Doce Vingança. Na trama, uma jovem escritora decide trabalhar em sua casa de campo na floresta, quando é atacada, estuprada e deixada para morrer por caipiras trogloditas. Uma vez recuperando suas forças, a caça agora é caçadora.

A Epidemia

Seguindo pelos remakes de clássicos setentistas, quem entra em pauta agora é o filme do mestre George Romero, pai do cinema zumbi. O Exército do Extermínio (1973), como ficou conhecido este The Crazies no Brasil, nada mais é do que uma tentativa do cineasta em retocar os filmes dos zumbis, dando-lhes uma leve repaginada. Na trama, um vírus feito pelo homem faz uma tremenda bagunça numa cidadezinha, transformando os contaminados em criaturas insanas e raivosas – ou seja, zumbis.

A diferença aqui é um tom mais crítico ao governo americano. Seguindo esta mesma lógica, o remake moderniza o tópico, tem produção do próprio Romero, e trouxe Timothy Olyphant, Radha Mitchell e Danielle Panabaker no elenco. Quem diria que dez anos depois estaríamos vivendo no mundo nossa própria versão deste filme.

Jogos Mortais: O Final

Para sentirmos o drama da situação, até o momento na lista tivemos apenas duas produções originais (bem, uma quase, já que Sobrenatural é praticamente um remake não declarado de Poltergeist) e nada menos que seis remakes. Bem, agora adentramos no terreno das continuações – sempre populares também. Citamos Jogos Mortais (2004) no início do texto, a primeira colaboração entre o diretor James Wan e o roteirista Leigh Whannell. E acho que nem mesmo eles esperavam o tamanho sucesso que o filme se tornaria.

O longa se tornou influente, criando (ou modernizando) seu próprio subgênero (os torture porn) e viveu para se tornar o “Sexta-Feira 13” dos anos 2000, com um exemplar lançado a cada ano durante toda a década.  Após cinco continuações lançadas até 2009, finalmente a série chegava à sua autoproclamada conclusão com este Jogos Mortais: O Final – em inglês “Saw 3D”, enfatizando mais o artifício em terceira dimensão do que o fim da franquia em si. E os americanos estavam certos, já que sete anos depois era lançado Jogos Mortais: Jigsaw, e ano que vem estreia Espiral, o reboot encabeçado por Chris Rock. Largar o osso pra quê?

Atividade Paranormal 2

E se Jogos Mortais chegava a seu pseudo desfecho há dez anos, outra franquia de sucesso no terror estava em seus primeiros passos. Assim como Jogos Mortais, Atividade Paranormal foi um sucesso independente inesperado. Este ainda mais, levando em conta que o filme foi feito a troco de banana, com a câmera no estilo found footage e basicamente dois atores numa casa – é quase um filme amador destes de conclusão de curso mesmo.

O filme foi exibido pela primeira vez em 2007 em um festival de terror, mas só veria a luz do dia dois anos depois, após ter chamado atenção de um certo Steven Spielberg, que bancou seu lançamento. Foi só o que o longa assustador precisava para ficar conhecido como A Bruxa de Blair do fim dos anos 2000. O longa virou fenômeno e a campanha de marketing foi insana. Com tanto sucesso é claro que os produtores não iriam dormir no ponto, e um ano depois a continuação era lançada.  Assim, novas sequências e derivados foram lançados em 2011, 2012, 2014 e 2015. Um novo exemplar é prometido para 2022.

A Sétima Alma

Terminando a lista, mas não menos importante, muito pelo contrário, temos as voltas de duas verdadeiras lendas do cinema de terror: Wes Craven e John Carpenter. Aqui, começamos pelo primeiro, falecido em 2015 e deixando muita saudade. Os anos até sua morte não foram tão gentis para a carreira do inesquecível Wes Craven, que durante toda a sua filmografia viu altos (A Hora do Pesadelo, Pânico) e baixos (A Maldição de Samantha, Shocker). Depois da trilogia Pânico, Craven lançou apenas mais quatro filmes, incluindo a tardia quarta parte da franquia citada (seu melhor trabalho dentre os últimos, mas igualmente subestimado).

O primeiro que viria era o malfadado Amaldiçoados (2005) – que o reuniu ao roteirista Kevin Williamson para uma história de lobisomens desta vez – você pode ler sobre o filme aqui. Cinco anos sem filmar e o diretor retornava neste longa saído de uma ideia unicamente sua. E mais uma vez, Craven viu um terror seu passar completamente em branco. A história pensada pelo cineasta aqui fala sobre alguns jovens ligados por uma tragédia. A ideia era promover um novo vilão icônico, nos moldes de Freddy Krueger e Ghostface. O resultado? Bem, veja por si mesmo – se tiver coragem.

Aterrorizada

Caminho parecido trilhou outra verdadeira lenda do horror, esta ainda viva. John Carpenter também não estava obtendo bons resultados em seus últimos filmes. Nos anos 2000, por exemplo, dirigiu apenas a ficção com doses de Fuga de Nova York, Fantasmas de Marte – que viveu para se tornar um de seus últimos flops, após o subestimado Vampiros (1998). Assim, quase dez anos após sua visita a Marte, Carpenter resolveu que uma história sobre uma ala só de jovens mulheres num hospital psiquiátrico assombrado seria um bom tema para seu novo filme.

Quem protagoniza é a então promissora Amber Heard – e apesar do título esta não é uma recriação de seu casamento com Johnny Depp (de fato eles ainda não estavam juntos aqui, o que teria sido um grande favor para o universo caso seguissem desta forma). Heard se sai bem como uma jovem traumatizada, que precisa enfrentar seus demônios e talvez alguns externos também, nesta mistura de Garota, Interrompida (1999) num manicômio amaldiçoado. Completando o elenco de jovens problemáticas, Mamie Gummer (a filha de Meryl Streep), Danielle Panabaker (ela de novo!) e Lyndsy Fonseca. E você, tinha ouvido falar deste filme do grande John Carpenter?

As Continuações de Comédias Cult que Ficaram bem abaixo do original

Quem é rei, nunca perde a majestade. Bem, esse ditado não é inteiramente verdade. Pelo menos não para estas comédias cult de imenso sucesso. Acontece que ser sucesso em uma época específica, não significa que o sucesso irá retornar muitos anos depois. Afinal, muitos filmes são produtos de sua época, de um período específico, no qual se tinha uma mentalidade específica sobre certos temas e assuntos. Assim como a sociedade evolui, o pensamento sobre determinados tópicos também. E assim, como resultado temos filmes que ficam deslocados, tentando resgatar o sucesso que não está mais lá. Abaixo daremos uma olhada em alguns casos assim. Confira.

Abracadabra 2

Uma grande demonstração de perda de prestígio que se tem com o passar das décadas é lançar a continuação de um sucesso dos cinemas direto em streaming. Ou seja, o seu filme, que antes era digno das telonas e levou massas ao cinema, agora ficou restrito a um lançamento para ser assistido em casa. Esse é o caso com quase todos os itens que separamos para você nessa lista. A começar com ‘Abracadabra 2’.

O primeiro filme não foi um sucesso em seu lançamento nos cinemas em 1993, mas fez barulho no mercado de vídeo nas locadoras, tornando a história sobre o trio de irmãs bruxas um item cult adorado por gerações. Esses fãs clamavam por uma sequência por três décadas. Até que ela finalmente chegou, diretamente na Disney+. E não apenas isso, como não gerou, nem de perto, o mesmo burburinho do anterior. De qualquer forma, novos rumores apontam para um terceiro filme ainda.

Desencantada

Seguindo a mesma linha de sucesso cult, ‘Encantada’ é outra produção da Disney, mirada para toda a família, que colocou verdadeiramente o nome de Amy Adams no mapa (apesar de a atriz já ter sido indicada ao Oscar antes disso, mas por um filme que ninguém conhece até hoje). A ideia aqui era subverter o conto clássico das princesas, mostrando que a mulher empoderada não precisa mais de um príncipe (mesmo já em 2007). ‘Encantada’ recai praticamente na mesma categoria do primeiro ‘Abracadabra’, embora tenha feito muito mais sucesso em sua estadia nos cinemas. Assim, no mesmo ano de ‘Abracadabra 2’, a Disney lançava também ‘Desencantada’, a continuação do sucesso com Adams. E o que podemos dizer é que ‘Desencantada’ passou tão em branco, que muitos sequer notaram que o longa foi lançado.

Um Príncipe em Nova York 2

Já tivemos continuações de sucessos dos anos 90 e dos anos 2000, agora voltaremos mais um pouco no tempo para a sequência de um cult dos anos 80 (a época mais inesquecível e incorreta da história da humanidade). No entanto, o que podemos dizer é que ‘Um Príncipe em Nova York’ foi um sucesso retumbante, que se tornou um dos maiores trabalhos da carreira do astro Eddie Murphy. O ator havia se tornado um astro internacional em 1984 com ‘Um Tira da Pesada’, e quatro anos depois consolidaria sua carreira como um dos maiores nomes de Hollywood – graças ao primeiro ‘Um Príncipe em Nova York’. Durante mais de três décadas, o primeiro filme se manteve como um dos melhores que nunca haviam ganhado uma continuação. Isso mudou em 2021, com a sequência lançada direto para a Amazon Prime Video – sem, é claro, o mesmo impacto cultural do icônico primeiro.

Um Maluco no Golfe 2

Os fãs já perceberam a mais nova tendência de Hollywood: as sequências-legado, ou seja, continuações tardias de grandes sucessos cult do passado. Seja dos anos 80, 90 ou 2000. O que o público já pôde perceber também é que tirando raros casos (vide, ‘Top Gun Maverick’ e o recente ‘O Diabo Veste Prada 2’), em sua grande maioria essas sequência-legado deixam muito a desejar. Foi assim com ‘Um Maluco no Golfe 2’ também. O que todas elas têm em comum é que se tornam lançamentos exclusivos nos streamings – ou seja, se fosse antigamente, seriam consideradas continuações direto em vídeo de algum sucesso dos cinemas. ‘Um Maluco no Golfe’, de 1996, não foi um enorme sucesso comercial, mas se tornou um dos filmes mais apreciados da carreira de Adam Sandler (quiçá sua comédia mais querida). E bem, a continuação, como sabemos, passou bem longe disso, apesar da expectativa.

Borat 2

O mesmo pode ser dito da sequência de ‘Borat’. O primeiro filme, de 2006, se tornou uma das comédias mais incorretas da história do cinema. Pertencente ao gênero conhecido como “mockumentary”, o longa original era herdeiro do clássico ‘Isto é Spinal Tap’ e influenciou obras como ‘O que Fazemos nas Sombras’, por exemplo. Aqui, acompanhamos um repórter cazaquistanês viajando até os EUA para o maior choque cultural que o cinema já viu. ‘Borat’ se tornou um fenômeno pop, sendo imitado e referenciado em todos os cantos, se tornando inclusive uma das melhores comédias de todos os tempos, na opinião de muitos. Mas essa era uma época em que se fazer humor incorreto ainda era permitido. Em meio à pandemia, com um lançamento direto no streaming, o segundo ‘Borat’ seguiu com seu estilo incorreto, desafiando os padrões atuais. Porém, o público atual já tem outra mentalidade, e viu tudo de outra forma. Resultado, o segundo ‘Borat’ sequer foi notado.

Uma Sexta-Feira Mais Louca Ainda

Esse é o único exemplo da lista em que a sequência foi lançada nos cinemas, embora tivesse toda a cara de uma estreia direto na Disney+. O que acontece é que a estrela Jamie Lee Curtis, ainda mais depois de seu prestígio na vitória do Oscar 2023, deve ter lutado com unhas e dentes para colocar esta continuação nos cinemas. E deu certo. O problema é que ninguém estava a fim de prestigiar. O primeiro filme, ‘Sexta-Feira Muito Louca’, de 2003, era na verdade o remake de uma produção de 1976 chamada ‘Se Eu Fosse Minha Mãe’, estrelada por Jodie Foster novinha como a filha.

Para o remake, os produtores tentaram trazer Foster para o papel da mãe, mas a atriz duas vezes vencedora do Oscar não aceitou. Assim, a solução foi substituí-la por Jamie Lee Curtis. O longa se tornou um sucesso (mais nas locadoras) e marcou a boa fase da então promissora Lindsay Lohan. Em 2025, vinte e dois anos depois do original, chegou a tão aguardada sequência. E bem, o que temos a dizer é que as coisas não são mais como antes, principalmente para a carreira de Lohan. Assim, a sequência conseguiu o feito de arrecadar menos nas bilheterias que seu antecessor.

Good Burger 2

Que filme é esse? É o que a grande maioria pode perguntar. Vamos lá, estamos aqui para explicar. O ano era 1996, e o canal infantil Nickelodeon estava à toda, rivalizando com a programação para toda a família do Disney Channel, por exemplo. Uma das atrações de maior sucesso era a série ‘Kenan e Kel: Dois Caras Muito Doidos’, estrelada por Kenan Thompson e Kel Mitchell, jovens astros negros do canal. O programa durou de 1996 a 2001, e no auge dessa popularidade, a dupla resolveu estrelar seu próprio filme com ‘A Guerra do Hambúrguer’, de 1997 (ou ‘Good Burguer’).

Na trama a dupla interpreta funcionários de uma rede de fast food que leva o título do filme em inglês. O longa, feito para os fãs da dupla e do seu programa na TV, se tornou um sucesso cult. Assim, numa época de sequências-legado para filmes cult que nem todos conhecem, Kenan e Kel também retornaram. E sim, direto para o streaming. Porém, para complicar ainda mais a vida da dupla, seu streaming sequer é popular com a Disney+, a Amazon Prime Video ou a Netflix. Acontece que o filme da dupla foi lançado na Paramount+, que quase ninguém assina.

Zoolander 2

Acima eu havia dito que ‘Uma Sexta-Feira Mais Louca Ainda’ era a única continuação da lista a ter sido lançada nos cinemas ao invés do streaming. Na verdade, temos mais uma. ‘Zoolander 2’ chegava aos cinemas há exatamente dez anos. Durante mais de uma década, o ‘Zoolander’ original (de 2001) teve tempo para crescer e se tornar uma comédia de sucesso cult, graças às locadoras e suas exibições na TV a cabo e na TV aberta. O filme original, escrito, dirigido e estrelado por Ben Stiller, apresenta o personagem título, em uma grande brincadeira com o mundo da moda, das passarelas e dos modelos masculinos. O longa não foi um sucesso retumbante nos cinemas, mas teve tempo de crescer no mercado de home vídeo. Foi esse status de cult que possibilitou o sinal verde para uma sequência quinze anos depois do original. Mas ‘Zoolander 2’ é mais um filme que demonstra que por mais que um filme tenha um público fiel e faça sucesso em uma determinada época, sua continuação irá seguir pelo mesmo caminho.

Pequenos Espiões: Apocalipse

Nos dois últimos itens da lista, teremos filmes infantis mirados para toda a família. E ambos com assinatura do diretor Robert Rodriguez, que nos últimos anos luta para conseguir se envolver com bons projetos. Sua ideia para o ‘Pequenos Espiões’ original (de 2001) era criar um filme que seus filhos pudessem assistir. Um homem muda quando tem filhos, e Rodriguez, após uma carreira fazendo filmes violentos e subversivos de ação, terror e suspense, resolveu criar obras mais aprazíveis para todo tipo de público. Além de testar a capacidade dos efeitos especiais de sua própria companhia, a Troublemaker Studios. Assim nascia o filme original, sobre dois irmãos, uma menina e um menino, que precisam se tornar super espiões tecnológicos para salvar os pais. O sucesso garantiu duas sequências lançadas de forma consecutiva até 2003. Todos escritos e dirigidos pelo cineasta. Em 2011, ele voltava para o quarto filme, com novos atores para um reboot da franquia, que não deu muito certo. E novamente Rodriguez esteve à frente de ainda mais um reboot, em 2023, que não apenas morreu na praia, mas foi ainda menos aceito pelo grande público – lançado direto na Netflix.

Pequenos Grandes Heróis

Finalizando a lista, e também um lançamento da Netflix com assinatura de Robert Rodriguez temos a sequência espiritual do infantil ‘As Aventuras de Sharkboy e Lavagirl’, de 2005. O filme original é o exemplo de que um cineasta jamais deve ceder ao impulso do nepotismo e deixar seus filhos pequenos participarem de um projeto por pura vaidade. Mas foi o que Rodriguez fez aqui, já que a ideia para o longa partiu de seu filhinho, Racer. A aventura infantil flopou, mas o cineasta até que teve uma tirada criativa para a sequência. Ao invés de simplesmente realizar um filme dois com os mesmos personagens, o que o diretor fez foi criar uma história original sobre heróis e seus filhos, e encaixar os personagens Sharkboy e Lavagirl no roteiro, como coadjuvantes.

‘Knives Out’: Christopher Plummer está em negociações para se juntar ao elenco do suspense

De acordo com o THR, Christopher Plummer está em negociações para se juntar ao elenco do suspense ‘Knives Out‘. Ainda não se sabe qual será seu possível papel na produção.

Os poucos detalhes referentes ao roteiro afirmam que Daniel Craig interpretará um detetive que está tentando solucionar um misterioso assassinato. A trama ainda mescla o estilo contemporâneo com uma atmosfera mais clássica, de romance policial.

O elenco ainda conta com Chris Evans, Jamie Lee Curtis, Lakeith Stanfield, Michael Shannon, Don Johnson e Ana de Armas.

A expectativa é que as filmagens comecem em novembro deste ano.

Rian Johnson (‘Star Wars: Os Últimos Jedi‘) é responsável pelo roteiro e a direção do filme.

Knives Out ainda não possui data de estreia.

‘How to Get Away with Murder’: 6ª temporada ganha data de estreia

A ABC finalmente divulgou quando a 6ª temporada de ‘How to Get Away with Murder‘ será lançada. O próximo ciclo irá estrear na televisão norte-americana no dia 26 de setembro.

Apesar das especulações, ainda não foi confirmado se esse será o ano final da produção.

Criada por Peter Nowalk, a série é produzida pela Shonda Rhimes, e foi lançada no Brasil com o título ‘Como Defender um Assassino‘, exibida pelo Canal Sony.

Um grupo de ambiciosos estudantes de direito e sua brilhante professora de defesa criminal se envolvem em uma conspiração de assassinato distorcida que promete mudar o curso de suas vidas.

O elenco conta com Viola Davis, Billy Brown, Jack Falahee, Rome Flynn, Aja Naomi King, Matt McGorry, Conrad Ricamora, Karla Souza, Amirah Vann, Charlie Weber, Liza Weil e Timothy Hutton.

‘Superstore’: Despedida da America Ferrera deve acontecer na 6ª temporada

Apesar de ser sido previamente anunciado que a atriz America Ferrera não retornaria para a 6ª temporada de ‘Superstore‘, parece que os planos mudaram.

Devido ao coronavírus, a 5ª temporada sofreu uma redução nos episódios e se encerrará no episódio 21 — o penúltimo. Por causa disso, a narrativa de despedida da personagem da America Ferrera, que deixaria o programa ao final do ciclo atual, deve ficar para o próximo ano.

“Hoje é inesperadamente o meu último dia de filmagem para essa temporada de ‘Superstore’. A produção irá parar, assim como todos os programas da Universal. Acredito que eu retornarei para a próxima temporada para terminar a narrativa da Amy,” revelou a atriz em seu Instagram.

A série foi criada por Justin Spitzer.

A comédia acompanha uma família única de empregados de uma gigantesca loja. Desde os novatos deslumbrados ao veteranos que já viram de tudo, passando pelas contratações de verão, a narrativa acompanha o dia a dia da chegada dos caçadores de barganhas, promoções de causar comoção e sessões de treinamento com direito a cochilos.

O elenco conta com America Ferrera, Ben Feldman, Lauren Ash, Colton Dunn, Nico Santos, Mark McKinney, Nichole Bloom e Jon Miyahara.

‘COVID 21: Lethal Virus’: Vírus sofrerá mutação em novo TERROR sobre a pandemia

A pandemia de COVID-19 foi responsável por um grande impacto na indústria cinematográfica, com o adiamento de incontáveis lançamentos.

Produtores independentes, no entanto, viram no cenário pandêmico atual uma chance de produzir novos filme sobre o tema, como o ‘Songbird‘, que é produzido pelo Michael Bay e abordará a pandemia de COVID-23.

De acordo com o Variety, um novo terror sobre a pandemia está a caminho, intitulado ‘COVID 21: Lethal Virus‘.

“A trama se passa em um mundo destruído, ainda tentando se recuperar da pandemia de COVID-19, onde a mutação de um novo vírus ameaça acaba com o restante da humanidade. Quando o novo vírus se espalha, os resultados são caóticos e mortais, levando o mundo a uma nova crise. Com a última esperança sendo uma brilhante cientista, os militares têm uma missão final: levá-la ao seu laboratório a qualquer custo. Enquanto a pandemia se intensifica, e o progresso, número e otimismo do grupo começa a diminuir, os sobreviventes precisam enfrentar não só a população infectada, como também um dilema sombrio: a humanidade realmente merece ser salva?”

Vale destacar que a produção do filme começou em 2019, bem antes da pandemia de COVID-19 se tornar uma ameaça global.

Daniel H. Torrado é responsável pela direção.

O elenco conta com Christian StamLoretta HopeRamón Álvarez e Tomás Paredes.

Julgamento histórico no trailer LEGENDADO do drama ‘O Direito de Viver’; Assista!

O drama ‘O Direito de Viver‘ ganhou trailer legendado.

Confira:

Cathy Allyn e Nick Loeb são responsáveis pela direção.

Depois de um discurso conservador e racista sobre a legalização do aborto em uma convenção da Ku Klux Klan, um médico que ganhou notoriedade justamente por realizar abertamente o procedimento e uma líder feminista se unem à causa e decidem processar o governo dos EUA. Só que para o processo dar resultado, eles precisam de uma gestante que aceite ser a vítima do sistema. Um grupo de ativistas percorre os EUA e encontra a pessoa perfeita para a ação: uma jovem pobre que mal terminou o ensino fundamental, cheia de problemas. Eles dão à moça o nome Jane Roe e processam Henry Wade, o promotor público de um condado de Dallas. Nasce neste momento uma das maiores batalhas, tanto jurídicas quanto de opinião pública, de todos os tempos!

O elenco conta com Jon Voight, Nick Loeb, Stacey Dash, Jamie Kennedy, Joey Lawrence, Corbin Bernsen, Greer Grammer e John Schneider.

No Brasil, o longa será lançado em VOD pela A2 Filmes.

‘Rebel Moon’: Alfonso Herrera se junta ao elenco do novo sci-fi de Zack Snyder

De acordo com o The Hollywood Reporter, Alfonso Herrera (‘Sense8’) entrou para o elenco de ‘Lua Rebelde‘ (Rebel Moon), ficção científica dirigida por Zack Snyder (‘Army of the Dead’).

Infelizmente, detalhes sobre o seu papel não foram divulgados.

Além dele, Michiel Huisman (‘A Maldição da Residência Hill’), Cary Elwes (‘Jogos Mortais’) e Corey Stoll (‘The Strain’) também foram confirmados no projeto.

O grandioso elenco ainda contará com Charlie Hunnam, Djimon Hounsou, Rupert Friend, Doona Bae, Ray Fisher, Sofia Boutella, Stuart Martin, Jena Malone, Staz Nair, E. Duffy, Charlotte Maggi, e Sky Yang.

Ao comentar sobre o elenco do novo projeto, Snyder disse:

“Eu amo meu pessoal. Eu sempre chamo esses caras para trabalhar comigo. Gosto da minha família de atores, e se eles não estão ocupados ou algo assim, é sempre uma honra ter a oportunidade de trabalhar com eles novamente.”

Ele continuou:

“Por exemplo, Billy Crudup é um desses casos. É que eu tive muita sorte e trabalhei com pessoas tão incríveis e considero tantos meus amigos que seria ótimo trabalhar com eles sempre que eu puder.”

Além de dirigir, Snyder também irá escrever o roteiro ao lado de Shay Hatten (‘Army of the Dead’) e Kurt Johnstad (‘300’).

A trama gira em torno de uma colônia pacífica na orla da galáxia que é ameaçada pelos exércitos de um regente tirânico chamado Balisarius. O povo desesperado despacha um jovem com um passado misterioso para procurar guerreiros de planetas vizinhos para ajudá-los a se posicionar.

“Este sou eu crescendo como um fã de Akira Kurosawa, um fã de Star Wars. É meu amor por ficção científica e será uma aventura gigante. Minha esperança é que isso também se torne uma franquia enorme e um universo que possa ser construído. Passei os últimos dois ou três anos construindo este universo. Cada canto tem que ser pintado. Tenho feito projetos, constantemente desenhando e realmente cultivando seu solo fértil para tornar este mundo totalmente realizado.”, disse Snyder ao The Hollywood Reporter.

A estreia deve acontecer em 2023.

‘RRR 2’: Sequência do fenômeno indiano já está em desenvolvimento

Em entrevista ao Deadline, o diretor S.S. Rajamouli afirmou que a sequência do fenômeno indiano ‘RRR: Revolta, Rebelião, Revolução‘ já está em desenvolvimento.

O cineasta não revelou detalhes sobre a trama, mas confirmou que o novo filme “acompanhará os mesmos personagens” da produção original.

“Sempre que um filme faz sucesso, nós – como roteiristas –, sentamos e discutimos como poderemos continuar a história. Nós geralmente criamos algumas ideias boas. Isso aconteceu com ‘RRR’. Nós pensamos em algumas ideias boas, mas nenhuma foi incrível. Então, após vir aos EUA e sentir a reação do público, contei ao meu pai sobre a minha experiência e, de repente, meu primo nos abordou com sua nova ideia.”

Ele completa, “Nós achamos a ideia incrível e queríamos transformá-la em um roteiro. Pedi que meu pai começasse a escrever o enredo e atualmente estamos no processo de desenvolvimento. Assim que completarmos o roteiro, veremos o que faremos para tirá-lo do papel.”

Vale lembrar que o longa original está disponível na Netflix!

Confira o trailer:

S.S. Rajamouli é responsável pela direção.

Na trama, um guerreiro corajoso em uma missão perigosa encontra um policial durão que serve ao exército britânico nesta saga épica ambientada na Índia pré-independência.

O elenco conta com N.T. Rama Rao Jr., Ram Charan Teja, Ajay Devgn, Alia Bhatt, Olivia Morris, Shriya Saran, Ray Stevenson e Alison Doody.

Além do sucesso nos cinemas, o longa também agradou aos críticos, conquistando sólidos 92% de aprovação no Rotten Tomatoes.

‘The Crown’: Criador afirma que a morte da Rainha Elizabeth alterou o desfecho da série

Em entrevista ao Variety, Peter Morgan, criador da aclamada série ‘The Crown‘, revelou que a morte da Rainha Elizabeth teve um impacto na conclusão de sua narrativa.

O realizador sentiu que precisava incluir este acontecimento no desfecho da produção – apesar de não se aprofundar em como a série irá abordar isso.

“Todos nós já passamos pela experiência do funeral. E, justamente por todos termos sentido profundamente esta perda, eu tive que tentar encontrar uma maneira do episódio final lidar com a morte da personagem, mesmo que isso ainda não tenha acontecido [na narrativa].”

Morgan também explicou que chegou a considerar finalizar a série com a morte da rainha, mas decidiu concluir a história em 2005: “Decidimos [finalizar a narrativa em 2005] para manter o aspecto histórico, não jornalístico. Sinto que foi uma decisão digna finalizar a história há quase 20 anos do presente atual.”

A primeira parte da última temporada chegará à plataforma de streaming em 16 de novembro; a segunda, em 14 de dezembro.

Um dos temas a serem explorados no ciclo de encerramento será o casamento entre o Príncipe Charles e a Duquesa Camilla Parker Bowles, amante do monarca enquanto ele estava em matrimônio com a saudosa Princesa Diana.

Confira fotos promocionais:

Segundo o jornal The Sun, diversas cenas especiais foram rodadas para a temporada final.

As cenas em questão contam com o retorno de Claire Foy, que interpretou a jovem monarca nas duas primeiras temporadas, e de Olivia Colman, que encarnou a rainha na terceira e na quarta iterações. Elas irão aparecer em cena com Imelda Staunton, intérprete atual da personagem, em um tributo à Elizabeth (que faleceu em setembro do ano passado).

E isso não é tudo: as informações também indicam que uma versão adolescente da monarca irá aparecer no auge da II Guerra Mundial. Viola Prettejohn foi escalada para interpretá-la.

Lembrando que o ciclo de encerramento chegará à Netflix no outono norte-americano, isto é, entre os meses de setembro e novembro de 2023.

Anteriormente, foram divulgadas as primeiras imagens oficiais de Ed McVey como Príncipe William e Meg Bellamy como Kate Middleton.

Na nova temporada, McVey assumirá o papel nos episódios posteriores, marcando sua estreia nas telas após trabalhar no palco.

Por sua vez, Bellamy é uma novata na atuação, tendo feito o teste para o papel depois de ver uma chamada de elenco nas redes sociais.

Confira as imagens:

Lembrando que todas as outras temporadas estão disponíveis na plataforma.

A mais recente temporada trouxe Imelda Staunton (‘Harry Potter e a Ordem da Fênix’) substituindo Olivia Colman como a Rainha Elizabeth II. Elizabeth Debicki (‘Guardiões da Galáxia Vol. 2’) entra no lugar de Emma Corrin como Princesa Diana.

Dominic West (‘The Wire’) substitui Josh O’Connor como Príncipe Charles, Jonathan Pryce (‘Game of Thrones’) substitui Tobias Menzies como Príncipe Philip, Lesley Manville (‘Phantom Thread’) seguirá Helena Bonham Carter como a Princesa Margaret e Olivia Williams (‘O Pai’) substituirá Emerald Fennell como Camilla Parker.

Baseado na premiada peça de teatro ‘The Audience‘, a produção conta a história dos bastidores do início do reinado da Rainha Elizabeth II, revelando as intrigas pessoais, romances e rivalidades políticas por trás dos grandes eventos que moldaram a segunda metade do século 20.

Sequência do slasher ‘In a Violent Nature’ é CONFIRMADA; Confira o cartaz!

Após surpreender nas bilheterias e ser aclamado pelos críticos, o terror slasher ‘In a Violent Nature‘ já teve sua sequência confirmada.

IFC FilmsShudder estão desenvolvendo o novo filme, que contará com o retorno de Chris Nash como roteirista.

“‘In a Violent Nature’ demonstrou que há interesse em histórias inventivas no gênero terror. Nós percebemos que esta visão única em torno dos slashers iria encantar os espectadores e estamos felizes em ver que a comunidade adotou Johnny como um novo ícone do gênero. Com a sequência, queremos trazer mortes ainda mais impressionantes,” declarou Scott Shooman, chefe da AMC Networks.

Confira o primeira cartaz da sequência:

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Infelizmente, o terror ainda não possui previsão de lançamento no Brasil.

Chris Nash é responsável pela direção e roteiro.

Quando um medalhão é removido de uma torre de incêndio abandonada na floresta, o espírito vingativo de Johnny ganha vida e o seu corpo apodrecido é ressuscitado. Em sua busca sangrenta pelo item roubado, o assassino sádico ataca um grupo de adolescentes e começa a matá-los metodicamente, um por um…

O elenco conta com Ry Barrett, Andrea Pavlovic, Cameron Love, Reece Presley, Liam Leone, Charlotte Creaghan, Lea Rose Sebastianis, Sam Roulston, Alexander Oliver Lauren Taylor.

Rob1n: Inteligência Assassina

(Rob1n)

 

Elenco:

Ethan Taylor
Simon Davies
Leona Clarke

 

Direção: Lawrence Fowler

Gênero: Terror

Duração: 90 min.

Distribuidora: PlayArte

Orçamento: US$ 5 milhões

Estreia: 13 de Novembro de 2025

Sinopse: 

Em ROB1N: INTELIGÊNCIA ASSASSINA, quando um especialista em robótica canaliza o luto pela perda do filho de 11 anos na criação de um boneco robótico, uma série de eventos horríveis deixa claro que Rob1n fará de tudo para ter seu criador só para si.

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Lawrence Fowler também assina o roteiro do longa;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘Extermínio: O Templo dos Ossos’ arrecada US$ 31.2 milhões em estreia GLOBAL

De acordo com o Deadline, a sequência ‘Extermínio: O Templo dos Ossos‘ arrecadou US$ 31.2 milhões em seu primeiro final de semana nas bilheterias mundiais.

Internacionalmente, o longa arrecadou US$ 16.2 milhões através de 61 mercados.

Nos EUA, o longa decepcionou e foi desbancado por ‘Avatar: Fogo e Cinzas‘ (US$17.2M), abrindo com apenas US$ 15 milhões em seu primeiro final de semana estendido (e US$13M no regular).

Para termos de comparação, o desempenho ficou abaixo das projeções, que indicavam um lançamento acima de US$ 20 milhões no país. Além disso, o quarto filme da franquia pós-apocalíptica registrou uma queda de -50% em comparação ao capítulo anterior (US$30M em 3 dias).

Apesar do lançamento morno, o novo filme recebeu uma nota A- do público no CinemaScore – uma média de aprovação muito acima de ‘Extermínio: A Evolução‘ (B) –, e tem chances de manter uma boa estabilidade nas telonas nas próximas semanas.

Os críticos também ficaram impressionados com a nova iteração, que recebeu sólidos 93% de aprovação no Rotten Tomatoes – o que representa a maior média de aprovação da história da saga.

Extermínio: O Templo dos Ossos‘ já está em exibição nos cinemas nacionais!

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

‘Mulan’: Live-action da Disney contrata diretora

Segundo o The Hollywood Reporter, a Disney acaba de contratar Niki Caro para a direção de sua live-action de ‘Mulan‘.

O estúdio também cogitou nomes como o de Patty Jenkins (‘Mulher-Maravilha’) e Michelle MacLaren (‘Breaking Bad’, ‘Game of Thrones’). A contratação de Niki Caro tira-a da corrida para a direção de ‘Capitã Marvel‘, já que o nome dela era cogitado pela própria Disney para dirigir o filme solo da heroína.

Niki Caro é a diretora do novo filme estrelado Jessica Chastain, o elogiado ‘O Zoológico de Varsóvia‘.

A Disney já agendou o lançamento do live-action de ‘Mulan‘ para 2 de novembro de 2018

Rick Jaffa e Amanda Silver fazer a nova versão do roteiro adquirido pelo estúdio em 2015, que foi escrito por Elizabeth Martin e Lauren Hynek. 

A busca por uma atriz chinesa também já foi iniciada. O objetivo da Disney é encontrar uma atriz com os traços chineses, mas que não necessariamente viva na China.

O longa fará uma releitura da lenda chinesa de Hua Mulan, guerreira que se disfarça de homem para substituir o debilitado pai nas forças armadas. A personagem já foi retratada numa animação de 1998.

O longa animado original faturou US$ 304,3 milhões pelo mundo, conquistou indicações ao Globo de Ouro, Oscar e deu origem a uma sequência lançada diretamente em DVD em 2005, ‘Mulan 2 – A Lenda Continua’.

‘Stranger Things’ ganha hilário trailer honesto; Assista!

O divertido canal do Youtube, Screen Junkies, liberou seu mais novo trailer honesto, que dessa vez é sobre nada menos que ‘Stranger Things’.

O hilário vídeo comenta as referências oitentistas existentes e brinca com a trama de forma divertida.

Confira:

A 2ª temporada de Stranger Things já está disponível com 9 episódios na Netflix.

‘O Estranho Mundo de Jack’ e ‘Abracadabra’ serão relançados no cinema

Os clássicos ‘O Estranho Mundo de Jack‘ e ‘Abracadabra‘ serão relançados nos cinemas. A informação foi compartilhada pelo portal CBR.

Segundo a publicação, o relançamento faz parte do Spooktacular Fanniversary, organizado pela Disney por meio da D23.

No entanto, para poder conferir os filmes nos cinemas, é preciso se tornar membro do fã clube oficial da Disney, também chamado D23.

As produções serão re-exibidas em locais específicos, estando disponíveis apenas na Disney Studios, em Burbank (Califórnia) ou na Disney Springs, no Disney World, em Orlando.

 

 

‘Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw’: [SPOILER] está mesmo morto? Entenda o final!

[SPOILER]

Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw‘ já está em exibição nos cinemas e embora o final da produção tenha encerrado também a jornada do vilão Brixton, isso não necessariamente significa que ele realmente esteja morto.

Pouco antes dos créditos finais, vemos que Hobbs e Shaw derrotam o vilão, mas não chegam a matá-lo. O homem por trás da cortina da organização Eteon desativou o personagem de Idris Elba que – aparentemente – apenas estava vivo em virtude da tecnologia implantada nele.

E após ter sido desativado, Brixton caiu de um penhasco samoano, indo parar direto no oceano. No entanto, seu corpo não aparece na produção, abrindo precedentes para uma reviravolta do personagem no futuro do spin-off. E considerando que se não há corpo, há sempre uma nova possibilidade, pode ser que essa não tenha sido a última vez que vimos o vilão.

Assista ao trailer final:

Dirigido por David Leitch (‘Atômica‘ e ‘Deadpool 2‘), o roteiro foi escrito por Chris Morgan, que é responsável por todos os roteiros da franquia desde ‘Desafio em Tóquio‘.

A trama será focada em Luke Hobbs e Deckard Shaw, que formam uma aliança improvável para executar uma missão secreta.

Dwayne Johnson e Jason Statham estrelam. Vanessa KirbyIdris Elba, Eiza GonzálezEddie Marsan completam o elenco.

Após este filme, o próximo filme da franquia é  ‘Velozes e Furiosos 9‘, que estreia em 10 de abril de 2020.

‘Lovecraft Country’: Primeiro episódio é disponibilizado gratuitamente no YouTube

A nova sensação da HBOLovecraft Country’, estreou no último domingo (16) e alcançou números impressionantes de audiência.

Trazendo uma temática racial poderosa, a partir de protagonistas majoritariamente negros, a série aborda questões como o racismo sistêmico em meio às leis de Jim Crow, a segregação racial, além de trazer um terror onde fantasia e ficção científica se unem.

E para aumentar o acesso da audiência a essa nova série – que exala representatividade preta em todos os seus aspectos -, a HBO norte-americana decidiu divulgar o seu primeiro episódio, intitulado ‘Sundown‘, na íntegra e de forma gratuita no YouTube.

No entanto, o episódio em questão está bloqueado para o público brasileiro e o conteúdo aparece como indisponível na tela do YouTube.

E infelizmente, a HBO Brasil não seguiu o mesmo exemplo da matriz norte-americana e não ampliou o acesso a um conteúdo estrelado e produzido por negros para um público mais amplo e abrangente no nosso país.

Segundo a Variety, a produção alcançou uma audiência de 760 mil telespectadores na grade linear das 21 horas, um número que ficou atrás apenas da première de Watchmen(800 mil) e de Perry Mason (884 mil). Através de todas as plataformas (incluindo as digitais), o piloto alcançou a marca surpreendente de 1,4 milhões de usuários, ficando atrás das séries supracitadas e de ‘The Outsider’.

Quando a análise se restringe apenas aos serviços digitais, Lovecraft Country tornou-se a segunda maior estreia desde WatchmenChernobyl, em 2019.

Confira o teaser dos próximos episódios:

Recebendo grandiosos elogios, a produção foi aclamada pelas performances dos astros Jonathan Majors e Jurnee Smollett-Bell, com a trama sendo considerada “uma abordagem emocionante sobre a tradição lovecraftiana, que prova que os deuses antigos não são a única coisa que fazem barulho no cosmos”.

E para te preparar para o que vem por aí, confira as principais avaliações disponíveis no momento:

“O que funciona melhor é o imenso poder simbólico, extraído de Lovecraft e também da imaginação de Green”. -Daniel D’Addario, Variety

“O que ajuda a manter todo o caos controlado – além das performances de destaque de Majors e Smollett-Bell – é uma trilha sonora vibrante que é nada menos do que cintilante”. – Brandon Katz, Observer

“É crédito de todo mundo o fato de Smollett não os tirar inteiramente da tela, mas Majors é um ator principal constante e progressivo e Vance e Williams adicionam decência aceitável e tormento ardente, respectivamente”. – Dan Fienberg, Hollywood Reporter

“Smollett é especialmente boa em assumir uma postura heroica. Ela é a personagem com a qual você mais não quer mexer, embora seja Wunmi Mosaku, no papel de sua irmã economicamente frustrada – Ruby, quem deixa a maior impressão, em um enredo de transformação”. – Robert Lloyd, Los Angeles Times

Lovecraft Country não será para todos. Pode ser lenta e os cultistas nefastos são geralmente um bando insosso… Ainda assim, há muita diversão polpuda e alguns momentos sangrentos (os que se assustam facilmente devem evitar)”. – Ed Power
Daily Telegraph (UK).

Baseada no livro homônimo de Matt Ruff, a trama gira em torno de Atticus Black, um rapaz de 25 anos que, quando seu pai desaparece, se dedica a buscá-lo junto com a sua amiga Letitia e seu tio George. Nesse processo eles enfrentam os horrores do racismo nos Estados Unidos na década de 1950, assim como espíritos malignos, e tentam sobreviver a tudo isso.

O elenco inclui Courtney B. Vance, Michael Kenneth WilliamsJurnee Smollett-Bell, Elizabeth Debicki, Aunjanune Ellis, Wunmi Mosaku e Jonathan Majors.

‘Diários de Intercâmbio’: Comédia com Larissa Manoela ganha canção de ANAVITÓRIA; Assista ao clipe!

A nova comédia nacional ‘Diários de Intercâmbio‘, estrelada por Larissa Manoela e Thati Lopes, já está disponível na Netflix e a produção ganhou uma nova canção da dupla ANAVITÓRIA.

A música, intitulada Preciso Me Encontrar, é um cover do clássico hit do Cartola e ganhou novos arranjos e uma sonoridade única, que extrai a essência da dupla musical.

A nova versão ainda ganhou um clipe oficial, que reúne algumas cenas da comédia.

Confira:

O filme conta a história de duas melhores amigas, que decidem fazer um intercâmbio fora do país com a esperança de resolverem todos os seus problemas. O que elas não esperavam é que, nas congelantes montanhas do estado de Nova Iorque, elas se encontrariam em situações hilárias e descobririam que há mais em seus sonhos do que imaginam.

Assista ao trailer:

Com produção da Ananã Produções, o filme tem direção de Bruno Garotti, roteiro de Sylvio Gonçalves e conta ainda com Emanuelle Araújo e Bruno Montaleone no elenco.

‘Outer Dark’: Jacob Elordi e Lily-Rose Depp vão estrelar adaptação de premiado livro

Dois dos nomes mais comentados da nova geração de Hollywood, Jacob Elordi (‘Jacob Elordi‘, ‘Saltburn‘) e Lily-Rose Depp (‘The Idol‘, ‘Nosferatu‘), foram confirmados como protagonistas de ‘Outer Dark‘, novo projeto cinematográfico baseado no romance sombrio de Cormac McCarthy, publicado em 1968.

A produção está programada para começar a ser filmada em 2026. A novidade foi revelada com exclusividade pelo Deadline.

A adaptação marcará a estreia em língua inglesa do diretor húngaro Laszlo Nemes, vencedor do Oscar por ‘O Filho de Saul‘ (‘Son of Saul‘). O cineasta também assina o roteiro, ao lado de Clara Royer.

Descrita como um “conto de fadas sombrio” a trama de Outer Dark se passa na região dos Apalaches durante a Grande Depressão e acompanha uma jovem que dá à luz o filho de seu próprio irmão. O homem abandona o bebê na floresta para morrer, mas mente dizendo que a criança faleceu de causas naturais. Ao descobrir a verdade, a irmã parte em busca do bebê. Paralelamente, os dois percorrem o interior do país, perseguidos por três figuras aterrorizantes que deixam um rastro de morte por onde passam.

A produção é de Mike Goodridge, da britânica Good Chaos, ao lado de Nemes. Os produtores executivos incluem Ilene Feldman, Ori Eisen (da Original Films) e Nicolas Gonda. Os direitos de adaptação da obra foram adquiridos por Good Chaos e pelo próprio diretor.

Atualmente no Festival de Cannes, Goodridge já iniciou conversas com possíveis parceiros para o projeto, que ainda não foi oficialmente colocado à venda, mas deve atrair grande interesse no mercado internacional.

Em declaração oficial, Laszlo Nemes compartilhou sua conexão profunda com o livro:

“Desde a primeira vez que li Outer Dark, sonhei em transformá-lo em filme e encontrar a linguagem cinematográfica apropriada para fazer jus à obra evocativa e cosmológica de Cormac McCarthy. Com dois atores magnéticos ao meu lado, agora sinto que isso é possível. O material de origem extraordinário é uma inspiração profunda para construir um mundo único, que pulsa com vida e morte ao mesmo tempo. Um road movie empolgante, uma jornada terrível e bela pelo labirinto da alma humana – essa é a ambição que tenho para ‘Outer Dark’“.

Além de ‘Outer Dark‘, Nemes está prestes a lançar seu novo filme, ‘Orphan‘, com estreia em festival marcada para este ano e lançamento em 23 de outubro na Hungria. Ele também se prepara para rodar ‘Moulin‘, longa em francês sobre o combatente da resistência Jean Moulin, estrelado por Gilles Lellouche e Lars Eidinger.

Cormac McCarthy, que faleceu em 2023, é autor de diversas obras aclamadas que foram adaptadas para o cinema, como o vencedor do Oscar ‘Onde os Fracos Não Têm Vez‘ (No Country for Old Men) e ‘A Estrada‘ (The Road), estrelado por Viggo Mortensen.

CCXP 2017: Lin Shaye e Jason Blum virão para o painel de ‘Sobrenatural: A Última Chave’

A CCXP: Comic Con Experience 2017 confirmou as presenças da atriz Lin Shaye e o produtor Jason Blum para o painel de Sobrenatural: A Última Chave, que irá acontecer 9 de dezembro, às 16h. Confira o anúncio da Sony Pictures:

‘Sobrenatural: A Última Chave’: O medo é destaque do novo cartaz; Confira!

A CCXP 2017 acontece em São Paulo entre 7 e 10 de dezembro, no São Paulo Expo. O CinePOP vai estar lá para fazer a cobertura completa do evento.

Michael B. Jordan queima livros em novo pôster de ‘Fahrenheit 451’

A aguardada ficção científica ‘Fahrenheit 451 ganhou um novo pôster, que traz Michael B. Jordan queimando livros. Confira, junto com o novo trailer:

O telefilme será lançado pela HBO em 19 de maio de 2018.

A nova versão do clássico é dirigida por Ramin Bahrani, e tem no elenco Michael B. Jordan (Creed: Nascido para Lutar), Michael Shannon (indicado ao Oscar por Animais Noturnos), Sofia Boutella (A Múmia) e Laura Harrier (Homem-Aranha: De Volta ao Lar).

Baseado no livro clássico de Ray Bradbury, escrito em 1953 e tido como um dos precursores do gênero futuro distópico, Fahrenheit 451 foi adaptado para o cinema em 1966, num filme dirigido pelo cultuado François Truffaut e protagonizado por Julie Christie. A certa altura, o astro Mel Gibson esteve ligado a uma nova roupagem da obra, projeto que não foi para frente.

 

‘Titãs’: Ravena abraça a escuridão em novo teaser da série

A série live-action Titãs’, da DC, ganhou um novo teaser focado na Ravena. Assista:

Confira também um cartaz com todos os heróis reunidos:

Confira também novas imagens divulgadas com exclusividade pela revista EW.


Os 12 episódios estreiam no dia 12 de outubro no DC Universe, o serviço de streaming da DC.

 

 

 

 

A equipe da DC surgiu pela primeira vez em 1964, como uma equipe de jovens heróis, ainda com o nome de Turma Titã. A série, prevista para estrear em 2018, reunirá os justiceiros Asa Noturna, Estelar, Mutano, Ravena e a dupla Columba e Rapina.

O programa é de autoria de Greg Berlanti, produtor deArrow’, ‘The Flash’, ‘SupergirleLegends of TomorrowLindsey Gort também está no elenco. A série terá Akiva Goldsman (‘Star Trek: Discovery’) e Geoff Johns na equipe de roteiristas dos 13 episódios.

Brad Anderson (Fringe) dirigirá o piloto.

Brenton Thwaites será Dick Grayson (Asa Noturna)

Ryan Potter será o Mutano:

Teagan Croft viverá a Ravena:

Anna Diop será a Estelar:

Minka Kelly será Columba:

Alan Ritchson no papel de Rapina:

Panorama Suíço | Curtas-Metragens: ‘Ao Largo’ e ‘A Batalha de São Romano’

Por Nívia Passos

Os cinéfilos que se interessam por filmes fora do circuito já têm programação garantida para os meses de maio e junho. É que desde o dia 9 deste mês, começando por São Paulo, teve início a 7ª Edição do Panorama do Cinema Suíço Contemporâneo – que também passará por Brasília e, em seguida, Rio de Janeiro.

Por lá, além de longas de ficção e documentários, também serão exibidos curtas-metragens – como “Ao Largo” e “A Batalha de São Romano“, duas produções completamente diferentes entre si que já deixam uma prévia do que esperar do evento.

Enquanto o primeiro, com apenas dois minutos de duração, apresenta uma narrativa abstrata sobre uma famosa pintura renascentista de Paolo Uccello, o segundo conta uma história de duas amigas em um triângulo amoroso com o mar de uma ilha da França como pano de fundo. Confira a crítica sobre cada um deles:

 

Ao Largo

Triângulo amoroso sai do óbvio com a profundidade da protagonista

Triângulos amorosos são complicados em qualquer situação. Mas, quando são formados por duas melhores amigas, é claro que a história fica ainda pior – porque, além da disputa pelo amor de determinada pessoa, é quase inevitável lidar com uma ruptura na amizade se ela não for forte o suficiente para passar por isso. Em “Ao Largo” – curta suíço dirigido por Natalia Ducrey -, as inseparáveis Juliet (Joséphine Pittet) e Lisa (Marie Beraud) enfrentam essa crise durante o período em que o jovem parisiense Gaspard (François Labarthe) fica hospedado na ilha em que elas moram ao largo da costa da França. No entanto, ao contrário do que pode parecer à primeira vista, o filme de apenas 25 minutos vai além dessa premissa tão comum entre histórias da juventude pelo tom poético de sua narrativa e a construção de seus personagens – principalmente Juliet, a protagonista.

Com apenas 20 anos e um emprego no bar da ilha, Juliet é apaixonada pelo mar. Por causa disso, em várias cenas, o foco é apenas ela, o oceano e o silêncio que os acompanha – que, para olhos mais atentos, parece querer dizer muito sobre o interior da jovem. “Eu gosto da falta de oxigênio. Isso esvazia a minha mente“, ela chega a dizer em um momento quando fala sobre sua ligação com o mergulho, e fica claro sobre como a solidão e a quietude são indispensáveis para que se sinta bem. Já Lisa, a amiga, chama atenção com seu espírito livre e energia contagiante que contrastam com os olhos quietos e o silêncio reflexivo da protagonista. Mas, mesmo com a química imediata que surge entre Gaspard e a primeira, é com a última que ele começa a se envolver durante uma noite no bar – e, assim, o triângulo amoroso começa.

A partir daí, somos levados a achar que a narrativa vai caminhar para a típica história de intriga e disputa entre amigas pelo tal turista que flerta com as duas sem nem se preocupar em disfarçar. Só que, contrariando a expectativa, não é bem isso que acontece. O foco aqui não é o drama da amiga traída ou um possível complexo de inferioridade de uma em relação à outra; mas, sim, as diferentes camadas dos personagens – principalmente Juliet, que parece finalmente criar vínculos suficientes para sair da sua solidão e, fazendo referência ao título, não ficar mais “ao largo”.

Por fim, depois de acompanhar o roteiro sutil e intrigante ao mesmo tempo e todo o cuidado com a fotografia, figurino e cenário – com o azul em vários detalhes como uma referência clara à relação de Juliet com o mar -, fica o desejo de que o curta dure mais tempo. E o final aberto e cheio de interrogações só nos faz querer continuar com a protagonista para entender seus pensamentos e saber para onde o mar a levará dessa vez…

 

A Batalha de São Romano

Pintura renascentista ganha vida – e som – por dois minutos

Com apenas dois minutos de duração e direção de Georges Schwizgebel, La Bataille de San Romano (no original) mostra o famoso conjunto de três pinturas de Paolo Uccello – que leva o mesmo nome do curta – em movimento. E apesar de fazer parte do renascimento, com formas concretas e realistas no óleo sobre tela, a maneira como as imagens se mexem e se sobrepõem entrega ao público uma narrativa que beira o abstrato.

O que acontece é que, à primeira vista, o curta pode parecer extremamente confuso e sem grandes significados para quem não tem familiaridade com o quadro. No entanto, a informação que vem logo após a imagem congelar e ficar estática novamente – que revela que ele foi baseado na pintura de Paolo Uccello (1397-1475) – desperta a curiosidade de quem parou por alguns segundos tentando entender o que assistiu e precisa de respostas para absorver o máximo possível dessa breve história sem diálogos. Assim, o que até então parecia apenas uma série de imagens aleatórias, passa a ter um significado: através dessas pinturas que passam na tela por dois minutos, o artista renascentista representou alguns acontecimentos da Batalha de San Romano – embate entre Florença e Siena que aconteceu em 1432.

E pelas mãos do diretor Schwizgebel – que recebeu o prêmio de honra do cinema suíço neste ano -, as pinturas ganharam vida e se transformaram na animação. Nela, além dos cavalos, soldados e paisagens que vão se misturando em movimento para que uma figura seja imediatamente seguida por outra, as obras também vêm acompanhadas por uma música instrumental que ajuda a gerar tensão e a reprodução de sons do que está sendo mostrado na tela – como relinchos, gritos e batida de espadas. Já em relação à narrativa em si, um recurso muito bem usado é o de acelerar/diminuir a velocidade das imagens antes do “vídeo virar quadro” novamente para diferenciar a turbulência do início da calmaria do fim.

Para quem é ligado em arte, o curta é a oportunidade perfeita de ver a beleza da pintura renascentista ganhar vida, com uma animação que mantém o característico contraste entre claro/escuro do movimento e os mesmos contornos que chamam atenção nos quadros de óleo sobre tela. Por fim, junto com a experiência estética, também fica a certeza de que o diretor não foi premiado pelo cinema suíço à toa…

‘Capitã Marvel’: Nova arte exibe personagem trajando icônico capacete

Desde o lançamento das primeiras imagens oficiais e do trailer de ‘Capitã Marvel‘, os fãs aguardam ansiosamente por uma prévia ou dica se teremos o novo visual da heroína adotado em HQs mais recentes.

No caso, se trata da adição do capacete e do cabelo moicano. E pelo que indica essas artes divulgadas recentemente, parece que teremos a personagem trajando em algum momento esse novo uniforme.

Confira o visual abaixo:

Capitã Marvel tem estreia prevista para 8 de março de 2019.

‘Nancy Drew’: Reboot da The CW ganha pôster oficial; Confira!

‘Nancy Drew’, novo reboot da The CW, foi encomendado para uma primeira temporada completa e, para celebrar o anúncio, ganhou seu primeiro pôster oficial.

Confira:

O show é ambientado no verão logo depois da graduação de Nancy, após o qual a jovem de dezoito anos deseja sair de sua cidade natal começar a faculdade, mas acaba se envolvendo na investigação de diversos assassinatos que podem estar conectados com seu próprio passado.

‘Nancy Drew’ traz em seu elenco a novata Kennedy McMann como a personagem-título, acompanhada por Freddie Prinze Jr.Tunji KasimAlvina August, Maddison Jaizani e Alex SaxonPamela Sue Martin, que deu vida à personagem original, fará uma aparição especial.

Jonathan SchwartzStephania Savage, que trabalharam juntos em RunawaysGossip Girls, ficam responsáveis pelo roteiro do piloto ao lado de Noga Landau.

Ainda não há data de estreia confirmada.