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ASSUSTADOR! Assista ao trailer do novo reboot de ‘Resident Evil’, do diretor de ‘A Hora do Mal’

A Sony Pictures divulgou o assustador trailer do novo filme da franquia ‘Resident Evil‘.

Contando uma história original que promete capturar o “espírito” dos jogos, o longa será dirigido pelo aclamado Zach Cregger – cineasta por trás dos sucessos ‘Noites Brutais‘ e ‘A Hora do Mal‘.

Em uma reinvenção totalmente nova, Resident Evil acompanha Bryan (Austin Abrams), um mensageiro médico que se vê em uma corrida eletrizante e sem parar pela sobrevivência, enquanto uma noite fatídica e aterrorizante desmorona ao seu redor em meio ao caos.

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Recentemente, foi realizada uma exibição-teste do filme e, embora o feedback tenha sido positivo (via World of Reel), diz-se que a versão de Cregger “praticamente não tem nada a ver com os jogos, com exceção de alguns easter eggs e alguns monstros reconhecíveis”.

“Os primeiros comentários indicam que Cregger não fez apenas mais uma adaptação de videogame — ele entregou algo enxuto, impactante e muito confiante. A duração é de 90 minutos e, aparentemente, é pura adrenalina, sem freios. Dizem que o filme é quase inteiramente construído em torno da tensão. Um participante com quem conversei o chamou de uma versão de terror de Mad Max: Estrada da Fúria“.

“O escopo também é pequeno e contido”, acrescenta o site. “Em vez de uma mitologia extensa, Cregger mantém o elenco reduzido e o foco restrito. Quase não há construção de mundo. As primeiras reações dizem que é muito mais cinematográfico do que os filmes anteriores de Resident Evil, com enquadramentos visuais fortes e efeitos práticos fazendo a maior parte do trabalho”.

Lembrando que a nova versão chegará aos cinemas nacionais no dia 17 de setembro, mesmo dia em que estreia ‘Da Magia à Sedução 2‘.

Além de dirigir, Cregger assina o roteiro ao lado de Shay Hatten (‘Army of the Dead: Invasão em Las Vegas’).

A Constantin Film, que detém os direitos de exibição do título desde o final dos anos 1990 e está por trás dos filmes anteriores, produz o reboot junto com a PlayStation Productions.

Vale lembrar que a adaptação mais recente, ‘Resident Evil: Bem-vindo a Raccoon City‘, foi massacrada pelos críticos – com apenas 30% de aprovação no Rotten Tomatoes –, além de ter fracassado nas bilheterias, arrecadando meros US$ 41.9 milhões mundialmente, a partir de um orçamento de US$ 25 milhões.

Estreou com ‘Star Wars’ e ‘Indiana Jones’! Os 10 Primeiros Filmes Exibidos na Tela Quente da Globo…

Hoje, os cinéfilos e fãs de cinema podem escolher entre seus streamings favoritos na hora de assistir a um filme. A oferta das plataformas digitais é imensa. É claro que isso se deu graças ao advento da internet. Mas você já parou para pensar em como era a ligação do público com os filmes antes da internet? Ou ainda por cima, antes dos canais a cabo chegaram ao Brasil?

Pois é, a vida não era fácil, mas era bem divertida. A geração dos anos 80 tinha que se virar com as exibições dos queridos clássicos na TV aberta mesmo, que foi a porta de entrada para diversos pequenos fãs no fantástico mundo da sétima arte. É claro que já existia o cinema, e as locadoras também nos anos 80.

Mas definitivamente, a TV entra na vida de uma criança antes de tudo isso. Sendo assim, os canais abertos foram parte essencial na formação dessa geração – algo que se perdeu hoje.

E quando falamos em TV aberta não tem jeito, a Globo sempre dominou sendo a líder de audiência. Dentre seus clássicos programas nos quais exibe filmes, a Tela Quente é um dos mais marcantes. Esta sessão ficou marcada como sendo a casa dos filmes inéditos na Globo, em especial as maiores produções.

Mas você sabia que a Tela Quente surgiu somente no fim dos anos 80, no ano de 1988 para ser mais preciso. Pois é, antes disso tínhamos outros programas em outras datas e horários onde os filmes eram exibidos.

Nessa nova matéria nostálgica iremos apresentar justamente os dez primeiros filmes exibidos na então recém-inaugurada sessão de filmes inéditos da Globo, a Tela Quente. Confira.

 

Fechando o top 10 dos primeiros filmes exibidos na Tela Quente lá no ano de 1988, temos uma comédia com doses apimentadas, afinal eram os anos 80. ‘A Dama de Vermelho’ é o remake americano de uma comédia francesa, estrelada por Gene Wilder, no papel de um tímido e comportado pai de família, que perde a cabeça ao ver uma bela mulher vestida de vermelho. Ele fica tão mexido que decide ter um caso extraconjugal. Seu “alvo” é a belíssima Kelly LeBrock. O longa conta com a icônica canção de Stevie Wonder, ‘I Just Called to Say I Love You’, que ganhou o Oscar.

Por falar na dupla Dennis Quaid e Louis Gossett Jr., os dois voltariam logo na semana seguinte para a nona exibição da Tela Quente, em um filme de teor bem diferente. Se no item acima eles enfrentavam a fúria do peixe mais letal de todos, aqui eles eram seres de espécies diferentes, inimigos em um planeta inóspito, que precisam aprender a conviver e enfrentar um mal maior – numa bela história de amizade e afeto. ‘Inimigo Meu’ é uma ficção icônica, uma aventura exibida no dia 2 de maio de 1988.

8. 08. Tubarão 3

O ser mais mortífero dos mares também esteve lá nos primórdios da Tela Quente na Globo. A segunda continuação do primeiro blockbuster da história foi o oitavo filme exibido na sessão de segunda-feira à noite na Globo. ‘Tubarão 3’ é protagonizado pela dupla Dennis Quaid e Louis Gossett Jr. (falecido há pouco tempo), e move a ação para um parque aquático. A exibição foi na última semana de abril daquele ano, em 25 de abril de 1988.

Uma das maiores vantagens da Tela Quente em relação aos demais espaços de filmes das TVs abertas era que tinha a proposta de passar todo tipo de filme ou gênero, desde que fosse popular. Assim, aventura espacial, ficção científica, terror, aventura, ação e todo tipo de história era contada no espaço. O sétimo filme a ser exibido foi uma aventura ao mesmo tempo moderna (para a época – tratando do problema do tráfico de drogas) e à moda antiga nos moldes de ‘Indiana Jones’. ‘Tudo por uma Esmeralda’ foi exibido no dia 18 de abril de 1988.

 

6. 06. Jornada nas Estrelas II

Sim, querido leitor. Assim como ‘Star Wars’ era ‘Guerra nas Estrelas’ para a geração dos anos 80, a saga ‘Star Trek’ era conhecida como ‘Jornada nas Estrelas’ naquela época. Aqui, a Tela Quente apresentava uma das aventuras mais populares e queridas da equipe da Enterprise, contra o vilão Khan, em ‘A Ira da Khan’. Foi no dia 11 de abril de 1988.

E se Sylvester Stallone tinha vez na Tela Quente em seu início, é claro que seu maior “rival” na década de 1980 também encontraria espaço na mesma sessão. Arnold Schwarzenegger é quem comandava a ação no quinto dia da sessão. O filme escolhido foi ‘Comando para Matar’, que embora seja um cult não muito popular quanto outros filmes do ator, marcou toda uma geração e fez um tremendo sucesso na época. ‘Comando para Matar’ é quase um Rambo, mas com um pouco mais de coração, afinal o protagonista está atrás de resgatar a filha. O filme abria o mês de abril naquele ano, em 4 de abril de 1988.

4. 04. Alien

A Globo não poupou esforços e deve ter gastado uma grana para impulsionar sua plataforma de filmes inéditos no fim dos anos 80. E deu muito certo, afinal ainda hoje a Tela Quente possui grande importância. Em especial nos anos 90, o espaço serviu para a ignição no cérebro de vários pequenos cinéfilos se tornarem apaixonados por filmes. No primeiro ano da safra, a seleção foi de filmes que continuam a render frutos até hoje. O quarto filme exibido na sessão foi ‘Alien – O Oitavo Passageiro’, clássico da ficção científica e do terror, que apresentou um dos maiores monstros do cinema, no dia 28 de março de 1988.

3. 03. Rocky III

E se nos dois primeiros Tela Quente tivemos sucessos de George Lucas e Steven Spielberg com duas das maiores franquias da sétima arte, e que até hoje continuam a render frutos, na terceira sessão, ocorrida no dia 21 de março de 1988 a coisa não ficou muito diferente. Quem teve o privilégio de ocupar o terceiro dia da Tela Quente foi Sylvester Stallone encarando uma de suas maiores aventuras nas telas, em ‘Rocky III – O Desafio Supremo’, onde o boxeador mais famoso do cinema encarou o vilão Clubber Lang.

Logo após a estreia da Tela Quente com ‘O Retorno de Jedi’, a nova casa dos grandes lançamentos da Globo não deixou a peteca cair, e emendou com outro campeão de bilheteria dos anos 80 de forma inédita na TV aberta. Vale dizer, é claro, que todos os filmes exibidos na nova sessão da Globo eram todos inéditos, não apenas na Globo, mas de forma geral na TV aberta. O segundo filme da Tela Quente foi ‘Indiana Jones’, o primeiro filme do maior arqueólogo da sétima arte, que na época era conhecido apenas como ‘Os Caçadores da Arca Perdida’ – no dia 14 de março de 1988.

1. 01. O Retorno de Jedi

A Tela Quente estreou no dia 7 de março de 1988, uma segunda-feira à noite na Globo. E para marcar o novo espaço do canal, que tinha a proposta de trazer os melhores filmes da época, a estreia foi nada menos do que épica. Simplesmente um dos maiores filmes da história do cinema!

É claro que falamos de ‘O Retorno de Jedi’, a conclusão da saga original de ‘Star Wars’. O filme foi a porta de entrada de toda uma geração, incluindo este que vos fala, para a saga mágica de George Lucas. ‘O Retorno de Jedi’ foi o primeiro filme exibido na Tela Quente!

Você assistiu?

 

Luta pela sobrevivência nas primeiras imagens da sequência do SUSPENSE ‘A Queda 2’; Confira!

O ComicBook e o Screent Rant divulgaram as primeiras imagens oficiais da sequência ‘A Queda 2‘ (Fall 2), destacando uma nova luta intensa pela sobrevivência.

O novo filme chegará aos cinemas nacionais no dia 6 de agosto, pela Paris Filmes.

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Na trama…

“Arrasada pela morte de sua irmã Hunter, Jax (Slater) se conecta com Luce (Thomas), a amiga destemida de Hunter. Para superarem o luto, elas planejam fazer uma escalada no Monte Kwan, na Tailândia. Depois que um deslizamento repentino as deixa presas a 910 metros de altura, Jax precisa confrontar seus medos mais profundos e lutar pela sobrevivência para encontrar a solução.”

Harriet Slater (‘O Tarô da Morte’), Arsema Thomas (‘Rainha Charlotte: Uma História Bridgerton’) e Tom Brittney (‘De Volta à Ação’) estrelam a produção.

Michael e Peter Sprierig (‘Jogos Mortais: Jigsaw’) são responsáveis pela direção.

Scott Mann vai roteirizar o segundo filme ao lado de Jonathan Frank.

Através de um comunicado, Christian Mercuri, CEO da Capstone, disse que:

“Essas duas novas sequências são oportunidades maravilhosas para expandir o original. Queremos agora levar a franquia ainda mais longe enquanto reunimos a melhor equipe e ideias para garantir que o próximo filme seja de arrepiar os cabelos, desafiar a morte e acelerar o coração do público global.”

Mann também se pronunciou, comemorando a parceria.

“Estou emocionado por continuar a jornada de ‘A Queda‘ e levar a franquia para o próximo nível. Temos uma experiência cinematográfica realmente especial planejada e estou imensamente grato aos meus colegas produtores por apoiarem essa visão. Também estou animado por trabalhar com novos colaboradores, bem como por me reunir com a turma original, e obviamente mal posso esperar para voltar a filmar a milhares de metros de altura.”

Ambos os novos filmes trarão de volta alguns dos personagens originais, ao mesmo tempo que deixam espaço para a introdução de novos.

Conheça a nova série de SUSPENSE com astro de ‘Aquaman’ que chegou ao streaming!

Homem em Chamas, nova série estrelada por Yahya Abdul-Mateen II (‘Watchman’, ‘Aquaman’), já está disponível na grade de programação da Netflix.

A produção, que foi lançada hoje, 30 de abril, na plataforma de streaming, é baseada na saga literária best-seller de A.J. Quinnell, que teve início em 1980 com o romance homônimo.

Homem em Chamas acompanha John Creasy, um ex-mercenário das Forças Especiais altamente eficiente e habilidoso, conhecido por sobreviver até mesmo às situações mais desoladoras. No entanto, John agora luta contra um transtorno de estresse pós-traumático (TEPT) extremo e demônios pessoais. Ao tentar recomeçar a vida, ele se verá de volta ao fogo (metafórico) e lutando com mais afinco do que nunca.

Billie BoulletAlice BragaScoot McNairyBobby Cannavale também fazem parte do elenco.

Steven Caple Jr. comanda os dois primeiros capítulos, além de assumir o cargo de coprodutor executivo.

Kyle Killen (‘Rua do Medo’) entra como roteirista, produtor executivo e showrunner da atração, que conta com sete episódios.

Relembre o trailer:

Crítica | ‘Confiança’ – Um desfile de erros que roubam a atenção

Chega a ser surpreendente como algumas produções usam das conveniências narrativas de forma descontrolada para criar um cenário de impossibilidades, afastando um básico de real e deixando tudo no campo que a ficção permite. Confiança, suspense que chegou à Netflix nesse mês de abril, segue por essa linha, recheado de cenas que buscam causar impacto da maneira mais inverossímil possível.

Em seu terceiro longa-metragem como diretora, a atriz e cineasta Carlson Young conduz uma narrativa que não sustenta o suspense e ainda tropeça em problemas de continuidade e um desenvolvimento limitado de personagens, transformando a obra em uma experiência frustrante que simplesmente não convence.

Lauren (Sophie Turner) é uma famosa atriz que brilha em Hollywood desde a infância. Certo dia, vê sua intimidade ser exposta quando um ataque hacker divulga na internet fotos íntimas, que geram um verdadeiro tsunami em sua vida. Para tentar fugir um pouco dessa situação, ela resolve alugar uma casa em uma região mais afastada para passar um tempo sozinha. Nesse lugar, é surpreendida pela invasão de criminosos e precisará lutar pela própria vida.

O roteiro, escrito por Gigi Levangie, apresenta equívocos nas conveniências, deixando escapar uma oportunidade de um olhar mais profundo sobre os assuntos polêmicos que se apresentam, como o assédio no mundo do entretenimento, a cultura da exposição por meio da mídia sensacionalista e o tão falado cancelamento.

A sensação que temos é que tudo parece desencontrado, simplesmente as peças não se encaixam. Personagens vão surgindo de forma aleatória e não contribuem para a construção do roteiro, extremamente confuso, que transforma a luta pela sobrevivência em algo como um divisor de águas, sugerindo um significado renovador à experiência vivida – uma conclusão, no mínimo, incoerente de acordo com tudo que é apresentado.

Será que o público está disposto a embarcar em uma história que nunca chega na tensão? Partindo de uma premissa limitada – e muito parecida com à de outros filmes -, que não dá margem para possibilidades de grande desenvolvimento nem encontra camadas além da superfície, esse longa-metragem se torna um verdadeiro teste de paciência para o público ao longo dos seus 90 minutos de projeção.

 

Crítica | ‘A Caixa Azul’ – Suspense psicológico chega ao Prime Video trazendo surpresas na troca de perspectiva

Quase dez anos após seu último longa-metragem como diretor, o ótimo Neve Negra, o cineasta argentino Martín Hodara volta às telonas, depois de uma passagem pelo mundo das séries, para entregar ao público um filme que segue pelas surpresas das trocas de perspectiva como principal ponto de uma narrativa objetiva, com tensão e reviravoltas. Estamos falando de A Caixa Azul, longa-metragem que acabou de chegar ao Prime Video.

Rodado inteiramente no Canadá, essa produção – ambientada na ficção em torno da região da Patagônia -, nos leva ao encontro do trauma à ambição, de forma a conduzir o público por uma série de situações que colocam em destaque a ambivalência moral de seus misteriosos personagens. O roteiro tenta, de muitas formas, criar caminhos para que as surpresas futuras se apresentem com forte impacto, mas a falta de contexto deixa as revelações na estrada do previsível.

Pablo (Gustavo Bassani) é um homem introspectivo, marcado por traumas do passado, que herdou toda a riqueza de seus pais. Vivendo sozinho em uma enorme casa numa região afastada, ele passa seus dias sem muito contato com o mundo exterior. Certo dia, acaba acessando um aplicativo de encontros e, através desse dispositivo, conhece Lara (Luisana Lopilato). Aos poucos, os dois vão se conhecendo melhor e, prestes a oficializar uma relação saudável, Pablo recebe um telefonema que muda o rumo dessa história.

O suspense psicológico proposto não se revela até entendermos direito do que se trata essa história. Não é preciso ficar atento a deixas ou dicas pelo caminho, as revelações são mostradas de forma escancarada, junto às verdades de personalidades ambíguas que embarcam em um jogo contraditório, mas com seus significados.

Assim, a narrativa busca um mergulho em estados psicológicos – dos conflitos internos às emoções – de forma subjetiva, explorando a psique humana. Tudo isso, construído em torno de um modelo convencional, que não busca criar inovações com as possibilidades que a linguagem oferece, nem mesmo algo que se complemente as sugestões oferecidas pelas ações dos personagens.

Dos comportamentos humanos ao campo das percepções, ao longo de seus 90 minutos, A Caixa Azul se limita ao tempo presente de seus personagens para conduzir o público para uma trama que busca surpreender – e convencer – com uma troca brusca de perspectiva. Será o suficiente? Tire suas próprias conclusões.

Crítica | 2ª temporada de ‘Treta’ mantém o alto nível da antologia com drama em dose dupla

Em 2023, a Netflix lançava uma de suas produções mais aclamadas da década: Treta. Acompanhando dois estranhos que se viram no centro de um incidente de trânsito e transformaram uma intercorrência em uma prolongada e insana rixa, a temporada de estreia trouxe Ali Wong e Steven Yeun em uma das narrativas mais originais da gigante do streaming e conquistou dúzias de prêmios por sua inegável qualidade. Três anos mais tarde, a plataforma nos convida de volta para esse vibrante e irruptivo microcosmos com uma segunda temporada que, apesar de não ter o mesmo frescor da anterior, nos envolve em uma complexa rede de traições, mentiras e assassinato.

Os novos episódios acompanham dois casais: o primeiro deles é formado por Josh (Oscar Isaac), o gerente geral de um imponente country club na Califórnia, e por Lindsay (Carey Mulligan), que enfrentam uma crise matrimonial prestes a explodir. O segundo, por Ashley (Cailee Spaeny) e Austin (Charles Melton), dois jovens noivos que trabalham no clube de luxo e que lutam dia após dia para sobreviverem com salários pífios e um prospecto cada vez mais distante. Em uma determinada noite, porém, Ashley e Austin presenciam e gravam uma grande briga entre Josh e Lindsay – dando início a uma série de eventos que servem como combustível para uma artimanha inesperadamente perigosa e que culmina em um inesperado finale.

Two adults in a dimly lit kitchen/basement look terrified and alert, as if facing danger together.

O showrunner, roteirista e diretor Lee Sung Jin retoma parceria com seus colaboradores de longa data para mais um ano recheado de reviravoltas e de intrincados estudos de personagens que permeiam pelos tropos da sátira social para discutir temas conhecidos e recorrentes na complicada realidade em que vivemos. É claro que todo o escopo realista é pincelado com a absurdez conhecida de Jin, que, repetindo os feitos do ciclo anterior, sabe como dosar o exagero com a veracidade em um delicioso banquete audiovisual.

Aqui, o realizador traz de volta o conflito interpessoal, mas dessa vez abrindo espaço para um embate multigeracional que traz mais camadas a um suculento enredo que cresce episódio a episódio. De um lado, Josh e Lindsay enfrentam desavenças internas que já premeditam o fim de um matrimônio que nunca deveria ter sido firmado e que, ano após ano, apenas trouxe o pior de cada um à tona – por mais que insistissem em colocar máscaras e fingir que tudo estava bem. De outro, a inescapável atomização da classe trabalhadora ganha expressivo espaço com Ashley e Austin, que desejam mais que tudo conseguir realizar seus sonhos, mas se veem num beco sem saída quando uma oportunidade se posta à frente deles, pondo em voga obstáculos que, cedo ou tarde, os encontrariam.

Apesar do inebriante sarcasmo da primeira temporada não aparecer com tanta força nos novos capítulos, Jin faz questão de tecer comentários sobre as relações humanas quando subjugadas em um sistema predatório cíclico cuja abstração é transformada em um jogo de gato e rato que toma proporções inimagináveis à medida que as tramas encontram um ponto de convergência. Cada um dos diálogos é delineado para compor uma personalidade específica e, por mais que algumas escolhas apostem em convencionalismos conhecidos do gênero, elas funcionam dentro do que é proposto.

Não apenas isso, mas o brilho da temporada destina-se ao trabalho primoroso do elenco. Isaac e Mulligan nutrem de uma química aplaudível e que permite que ambos trabalhem sozinhos ou juntos, não ofuscando um ao outro, mas complementando-se sem deixar de lado uma independência narrativa. Spaeny e Melton, tendo conquistado um merecido espaço no cenário do entretenimento nos últimos anos, rendem-se a performances emocionantes e catárticas. Unidos por uma sutil metáfora de paciência, coletividade e sacrifício que dá as caras de formas nada óbvias, o quarteto protagonista ainda é acompanhado da bem-vinda presença da vencedora do Oscar Youn Yuh-jung, William Fitchtner, Song Kang-ho e outros.

A 2ª temporada de Treta mantém o alto nível de qualidade de uma das melhores séries antológicas da atualidade e dobra a carga dramática ao selecionar, a dedo, atores e atrizes que mergulham de corpo e alma em personagens que nos envolvem logo de cara – e que engendram uma das histórias mais insanas do ano.

‘The Morning Show’: Apple TV escala DOIS novos membros ao elenco da 5ª temporada

the morning show

Segundo o Deadline, Sydney Park (‘Todo Mundo em Pânico’) e Jeff Wilbusch (‘Algo Horrível Vai Acontecer’) foram escalados para o elenco da 5ª temporada do aclamado drama The Morning Show, estrelado e produzido por Reese Witherspoon e Jennifer Aniston.

Em caráter recorrente, Park será Leah, a nova assistente de Cory Ellison (Billy Crudup). Wilbusch, por sua vez, será Roman, Chefe dos Serviços de Proteção da divisão jornalística da UBN.

A dupla se junta aos previamente confirmados Jesse Williams (‘Grey’s Anatomy’, ‘Only Murders in the Building’), Jeff Daniels (‘The Newsroom’), Renée Rapp (‘Meninas Malvadas’), Boyd Holbrook (‘Sandman’) e Sean Hayes (‘Will & Grace’).

Lembrando que as quatro primeiras temporadas estão disponíveis no Apple TV.

No mais recente ciclo…

Alex (Aniston) quer garantir voz ativa sobre o futuro do canal, enquanto Bradley (Witherspoon) tenta manter o foco no que acredita ser o melhor para a empresa. Mas como já ficou claro em temporadas anteriores, boas intenções raramente garantem estabilidade na UBA — e o embate entre lealdades pessoais e interesses profissionais será inevitável.

O elenco original, que inclui Billy Crudup, Jon Hamm, Karen Pittman e Greta Lee, ganhou reforços de peso nesta nova fase: Marion Cotillard e Boyd Holbrook se juntam à trama como novos personagens centrais, ao lado de Jeremy Irons, Aaron Pierre e William Jackson Harper.

A produção é da Media Res em parceria com a Hello Sunshine e a Echo Films. A showrunner Charlotte Stoudt assume novamente o comando, com direção de Mimi Leder. A série segue com produção executiva de Michael Ellenberg, Jennifer Aniston, Kristin Hahn, Reese Witherspoon e Lauren Neustadter.

Bryce Dallas Howard é escalada para ‘Anything But Ghosts’, novo TERROR do diretor de ‘Obsessão’

De acordo com o DeadlineBryce Dallas Howard (‘Jurassic World’) foi escalada para o elenco de Anything But Ghosts, novo longa-metragem que está sendo desenvolvido pela Blumhouse.

Howard se junta aos previamente confirmados Aaron Paul (‘Breakind Bad’), Curry BarkerCooper Tomlinson.

Barker fica responsável pela direção do projeto, que marca sua segunda investida cinematográfica após o aclamado Obsessão, que conquistou 95% de aprovação no Rotten Tomatoes. Ele também assina o roteiro ao lado de sseu colaborador de longa data, Tomlinson.

Infelizmente, detalhes sobre a trama não foram divulgados.

O site afirma que as filmagens do longa já foram encerradas, em Vancouver.

Vale lembrar que, recentemente, Barker foi confirmado na direção do novo filme da franquia ‘O Massacre da Serra Elétrica‘, da A24.

Obsessão, por sua vez, chega aos cinemas nacionais em 14 de maio.

Na trama, após quebrar o misterioso “One Wish Willow” para conquistar o coração de sua crush, um romântico incurável se vê recebendo exatamente o que pediu, mas logo descobre que alguns desejos vêm acompanhados de um preço sombrio e sinistro.

As Comédias Esquecidas que Completam 40 anos!

Em 2026, vários clássicos muito queridos do cinema completam 40 anos de sua estreia. Nem dá para acreditar! Obras inesquecíveis, que passavam sem parar na Sessão da Tarde quando estávamos crescendo, como ‘Curtindo a Vida Adoidado’, ‘Top Gun – Ases Indomáveis’ e ‘Os Aventureiros do Bairro Proibido’, estão se tornando quarentonas. É, o tempo passa.

Mas o tempo também passa para os filmes que, infelizmente, ao contrário de seus irmãos mais famosos, não resistem ao teste do tempo e terminam esquecidos pelo caminho. Abaixo iremos falar destes filmes que caíram no anonimato. Mas não apenas isso, pois selecionamos 10 produções de um gênero que gostamos muito, mas que infelizmente não são mais produzidas como antes: as comédias. Confira abaixo.

Um Dia a Casa Cai

Começamos a lista com outro verdadeiro ícone da Sessão da Tarde, que era extremamente popular nos anos 80 e 90, mas que hoje ficou completamente esquecida. O motivo para isso é apenas um: sua relevância nos dias de hoje. Acontece que nos anos 80, quando o cinema entretenimento estava à toda, eram produzidos filmes sobre tudo, sobre qualquer assunto mundano do nosso dia a dia. Veja por exemplo o caso de ‘Um Dia a Casa Cai’, que tem produção de Steven Spielberg e é protagonizado por Tom Hanks e Shelley Long.

A premissa é a mais simples possível: um casal compra uma grande casa achando estar fazendo um grande negócio, somente para descobrir que foram enganados e precisarão passar uma verdadeira epopeia fazendo uma obra para reformar o local inteiro. Um tema muito identificável para qualquer um que já passou por uma obra em casa. Mas é só isso, todo o humor é gerado em cima disso. Algo difícil de ser comprado nos dias cínicos de hoje.

Os Três Amigos!

Aqui temos mais um filme “de uma piada só”. Como dito, na década de 80, o tema mais simples poderia ser assunto de um filme de quase duas horas de duração. Aqui quem comanda o show é o carisma de Steve Martin, Chevy Chase e Martin Short, como três atores de filmes muito famosos. Eles são como ‘Os Três Patetas’. Porém, quando seu ato cai na mesmice, eles terminam demitidos pelo estúdio. Sem emprego, eles recebem uma carta para irem ao México, e aí começa a confusão. Essa é uma comédia que recai no gênero da farsa, ou seja, funciona com o mecanismo das “informações trocadas”.

Acontece que o trio de amigos tapados acreditam estar indo ao México estrelar um filme. Na verdade, o povo humilde de um vilarejo acredita se tratar de três pistoleiros reais, que irão salvar seu povo de ditadores tiranos. E assim, nessa confusão, é criado todo o enredo do filme. A direção é de John Landis – o mesmo de ‘Um Príncipe em Nova York’ e ‘Trocando as Bolas’.

Por Favor, Matem Minha Mulher

Além de terem temas simples, que não seriam mais usados hoje em dia, como um filme inteiro sobre reformar uma casa, algumas premissas eram extremamente incorretas, afinal falamos dos anos 80. Essa era a época, por exemplo, de casamentos extremamente infelizes e miseráveis, onde os casais queriam se matar, mas não se separavam para resolver o problema, simplesmente permaneciam casados como uma disputa de força, tendo casos e querendo literalmente se matar.

Esse foi o tema de várias comédias da época, como ‘A Guerra dos Roses’ e ‘Um Salto para a Felicidade’. E, claro, é o tema deste ‘Por Favor, Matem Minha Mulher’, dá para ver pelo título. No filme, Danny DeVito é um ricaço que tem a mulher sequestrada por dois criminosos de primeira viagem, papel de Judge Reinhold (de ‘Um Tira da Pesada’) e Helen Slater (a primeira ‘Supergirl’ do cinema). Acontece que a mulher (papel de Bette Midler) é insuportável, e o marido dá é uma festa ao saber que alguém resolveu esse “problema” para ele. Mais incorreto impossível.

Fábrica de Loucuras

Na lista já tivemos uma comédia sobre a reforma de uma casa, agora que tal uma comédia sobre o funcionamento de uma fábrica de automóveis? Essa era toda a graça dos anos 80, usar como tema tópicos do dia a dia, altamente identificáveis, coisa carente nos dias de hoje, com obras cada vez mais fantásticas e fantasiosas. Nos anos 80, Tom Hanks e Michael Keaton eram atores muito similares, tanto em sua aparência física, com seus cabelos encaracolados, quanto no tipo de comédias que faziam – ao ponto de serem confundidos.

Aqui quem estrela é Keaton, como um sujeito que tem a ideia de reabrir uma fábrica de carros, após seu fechamento em uma pequena cidade americano. Para a empreitada ele importa funcionários japoneses para dar uma força, gerando um conflito cultural com os funcionários americanos que também trabalham no local. Estava criada outra comédia clássica que passava sem parar na Sessão da Tarde da época. A direção é de Ron Howard, então saído dos sucessos de ‘Splash – Uma Sereia em Minha Vida’ e ‘Cocoon’.

Salve-me Quem Puder

Não dá para falar dos anos 80, sem falar da icônica Whoopi Goldberg, o maior nome representativo feminino da época. Curiosamente, o primeiro papel de destaque da atriz no cinema foi com o poderoso drama de Steven Spielberg, ‘A Cor Púrpura’, que foi indicado ao Oscar de melhor filme e deu uma indicação para Goldberg no papel de uma protagonista bem sofrida. Por alguma razão depois disso, os produtores de Hollywood acharam que ela deveria fazer comédia. E assim, a atriz fez toda a sua carreira em cima do gênero – até conseguir de fato sua estatueta por ‘Ghost – Do Outro Lado da Vida’.

Antes disso, ela estrelava sua primeira comédia, e o primeiro filme que fez após o sucesso de crítica do filme citado de Spielberg. Aqui, a comédia de espionagem e certa ação usa como tema a famosa música dos Rolling Stones, “Jumpin’ Jack Flash” (o título original do filme). Esse é também o código que a programadora de computadores vivida por Goldberg recebe inadvertidamente e se vê no meio de uma trama de espionagem digna de ‘Missão: Impossível’.

Um Vagabundo na Alta Roda

Por falar em Bette Midler, a atriz retorna em mais uma produção de humor esquecida de 40 anos atrás. A vida dos ricaços de Beverly Hills sempre encantou os americanos, e o mundo. Esse estilo de vida é sinônimo de fama, sucesso e glamour. Na trama, Midler e Richard Dreyfus são um casal da alta sociedade que veem a chegada de um mendigo mudar suas vidas. O vagabundo é interpretado por Nick Nolte, que um belo dia chega na mansão do casal e mergulha na piscina com o objetivo de se matar. Os ricos salvam sua vida, e agora os destinos deles estarão entrelaçados. Em meio a muitas confusões, eles acabam influenciando positivamente as vidas uns dos outros.

Totalmente Selvagem

Outro tema de vida que fazia muito sucesso na década de 80 era o da mulher de espírito livre e bastante sensual, que chega para virar a vida de algum homem certinho de cabeça para baixo. Essa era a fantasia de todo homem responsável da época, cansado da rotina e de bater ponto no trabalho. Muitos deles eram roteiristas e sacavam esse tipo de história do bolso. Essa é por exemplo a trama do veículo de Madonna em ‘Quem é Essa Garota?’, de 1987. Um ano antes, porém, Melanie Griffith fazia primeiro, como a sexy Lulu, a mulher de cabelo Chanel que irá mudar a vida do engravatado, papel de Jeff Daniels. A direção é de Jonathan Demme, que depois viria a comandar o clássico thriller, ‘O Silêncio dos Inocentes’.

Uma Gatinha Boa de Bola

Como dito, tudo e qualquer coisa poderia virar o tema de uma comédia dos anos 80, era só querer. Na lista já tivemos a reforma de uma casa e até o funcionamento de uma fábrica de carros. Que tal os bastidores de um time de futebol americano colegial? Ah sim, mas tem uma grande sacada aqui (será?). Acontece que o técnico desse time “casca-grossa” é na verdade uma treinadora, papel de Goldie Hawn. E aqui temos elementos de outro filme da atriz, do começo da mesma época.

Falo de ‘A Recruta Benjamin’, no qual Hawn interpretou uma dondoca decidindo entrar no serviço militar, e se mostrando totalmente inapta, somente para no final superar as dificuldades. Aqui é o mesmo, só que no comando de um time de machões. Também temos elementos de filmes como ‘Loucademia de Polícia”, com personagens excêntricos ganhando destaque no time. A prova desta semelhança é que o falecido Tab Thacker, que aqui interpretou Finch, no ano seguinte seria o grandalhão House em ‘Loucademia de Polícia 4’.

Armados e Perigosos

E se não poderíamos falar de uma lista dos anos 80 sem trazer Whoopi Goldberg, podemos dizer o mesmo do saudoso John Candy. Outro que nos deixou cedo demais, recentemente a Amazon Prime Video disponibilizou em seu acervo um documentário sobre a vida e a carreira do astro canadense. Candy brilhou na década de 80, participando de verdadeiros clássicos da época. um dos menos conhecidos e falados foi ‘Armados e Perigosos’, no qual atua e faz parceria com o colega canadense Eugene Levy. O primeiro é um policial demitido da força injustamente, enquanto o segundo é um advogado sem muito brilho. Ambos decidem se tornar seguranças particulares. O longa ainda conta com Meg Ryan, tem roteiro de Harold Ramis (‘Os Caça-Fantasmas’) e Brian Grazer (‘Uma Mente Brilhante’), e direção de Mark L. Lester (de ‘Comando para Matar’).

Clube Paraíso

Fechando a matéria, que tal um filme sobre um resort em uma ilha paradisíaca. Esse tipo de hospedagem vêm fazendo muito sucesso no Brasil atualmente, mas nos EUA já era assunto de filme desde a década de 80. Aqui, quem comanda o show é o saudoso Robin Williams, como o responsável pelo local. Apesar de ser o protagonista, o filme faz parte de um seleto grupo de produções obscuras da carreira do ator. Mas aqui também temos um grande elenco, de nomes como Peter O’Toole, por exemplo, o eterno ‘Lawrence da Arábia’. Fora ele, temos também a dupla formada por Rick Moranis e Eugene Levy (ele de novo), dois sujeitos tentando se dar bem com a mulherada. O elenco feminino é comandado pela modelo Twiggy e Joanna Cassidy (de ‘Blade Runner’). Até mesmo o cantor Jimmy Cliff dá as caras em uma participação especial.

10 séries para dias em que o universo está de mau humor

Uma obra seriada pode ser um ótimo tira gosto de uma semana ruim. E que bom que pelos streamings entram e saem, em grande quantidade, algumas produções que acabam se tornando um ótimo passatempo. Para você que está em busca do que assistir, não perde as dicas da lista abaixo:

 

Reprovado (Netflix)

Nessa nova série da Netflix, acompanhamos um golpista e gênio da matemática que precisa se passar por professor para ajudar a polícia a encontrar o filho de um criminoso. Aos poucos, vai percebendo que a tarefa não será nada fácil.

 

Uma Esposa em Miniatura (HBO MAX)

Criada por Jennifer Ames e Steve Turner, essa nova série disponível na HBO MAX nos apresenta Lindy (Elizabeth Banks) e Les (Matthew Macfadyen), um casal em crise que precisa se adaptar a uma nova rotina quando Lindy é reduzida de tamanho por meio da nova invenção tecnológica do marido.

 

Jogo Cruzado (Disney Plus)

Matheus (José Loreto) é o craque de um time que busca sempre os títulos mais importantes. Elisa (Carol Castro) é uma jornalista fiel aos princípios da profissão que escolheu em busca de novos desafios na carreira. Eles nunca se deram bem. Quando Matheus precisa parar com o futebol por ordem médica, seu destino volta a se cruzar com o de Elisa, e juntos são convidados a apresentar um programa esportivo que promete chocar o mundo do jornalismo esportivo.

 

Seus Amigos e Vizinhos (Apple Tv)

Nessa hilária série, também cheia de camadas de crises existenciais, acompanhamos um homem bem sucedido que passa a viver um verdadeiro inferno astral ao pegar a esposa o traindo, e tempos depois ser demitido. Sem direção do que fazer, resolve roubar seus amigos e vizinhos ricos para não quebrar.

 

Melou (Prime Video)

Dedicada aos cuidados do marido em coma, a produtora canadense de xarope de bordo (um tipo de adoçante) Ruth (Margo Martindale) vem encontrando dificuldades financeiras e na comunicação com a associação responsável por melhorias no seu ofício. Quando uma oportunidade de um roubo mirabolante surge, seu destino se cruza com o ingênuo segurança Remy (Guillaume Cyr) e o alucinado mafioso Mike (Chris Diamantopoulos).

 

Fallout (Prime Video)

Na trama, bem à frente no futuro, conhecemos a Terra dizimada por ações nucleares. Para proteger alguns, os Estados Unidos junto à um grupo de empresas, resolve criar refúgios subterrâneos. Assim, 200 anos depois do caos começar, conhecemos a jovem Lucy (Ella Purnell) que, após o lugar onde nasceu e foi criada ser atacado, e ainda com o sequestro de seu pai, resolve ir atrás dele e desbravar a superfície, um lugar onde nunca antes havia ido.

 

O Sinal (Netflix)

Na trama, conhecemos Paula (Peri Baumeister), uma brilhante cientista alemã, enviada por uma empresa privada para o espaço com um único objetivo: realizar pesquisas sobre possíveis sinais vindos de fora da Terra. Perto de completar sua missão, Paula se depara com uma descoberta e conflitos se desenrolam. Ao voltar ao nosso planeta acaba sendo responsabilizada por uma tragédia, modificando completamente a vida de sua família.

 

Falando a Real (Apple Tv)

Jimmy (Jason Segel) é um terapeuta que trabalha com outros dois amigos em um enorme consultório que, depois de um ano apenas sobrevivendo após o falecimento da esposa em um trágico acidente de carro, volta a despertar para a vida, reconectado laços perdidos, principalmente com a única filha, a adolescente Alice (Lukita Maxwell). Para buscar soluções para suas próprias barreiras, contará com a ajuda dos amigos Paul (Harrison Ford) e Gaby (Jessica Williams), com quem divide esse enorme consultório de atendimento psicológico e também de um casal de curiosos vizinhos, Derek (Ted McGinley) e Liz (Christa Miller).

 

Ninguém Quer (Netflix)

Nessa simpática trama, conhecemos uma apresentadora de podcast que acaba encontrando o amor em um rabino. Ao longo do tempo, precisam equilibrar as instabilidades que aparecem pelo caminho.

 

Vinagre de Maçã (Netflix)

Trazendo ao público a ascensão, o dolo e a queda de uma influenciadora australiana completamente narcisista, que inventou estar com câncer para fazer sucesso pelas redes sociais, ao longo de seis episódios maravilhosos acompanhamos os desenrolares com uma narrativa acelerada, contemporânea, atual, quebrando a quarta parede em muitos momentos.

 

 

EXCLUSIVO! Produtora de Histórico Criminal revela como Martin Scorsese inspirou série de suspense

Uma das maiores surpresas da Apple TV, ‘Histórico Criminal’ resgata a atmosfera noventista de aclamados thrillers investigativos para um novo tempo, a partir de uma atípica parceria policial entre um veterano da corporação (Peter Capaldi) e uma jovem e idealista policial (Cush Jumbo).

Tornando-se um impressionante sucesso que cruzou as fronteiras britânicas – conquistando o público ao redor do mundo -, a série retorna com sua 2ª temporada e um novo e tumultuado caso que desafia não apenas a eficácia da Polícia de Londres, mas também a compreensão social sobre moralidade, profissionalismo e justiçamento por conta própria.

E, em meio a dilemas éticos e cenas eletrizantes que fisgam a nossa atenção, a produtora executiva Elaine Collins revelou, com EXCLUSIVIDADE ao CinePOP, detalhes dos próximos episódios e o que os fãs de suspense podem esperar da trama.

Mergulhando nas complexas questões que se esgueiram habilmente no centro das cenas de ação, Collins reflete sobre como ‘Histórico Criminal‘ é um espelho dos diversos conflitos e problemas enfrentados ao redor do mundo, à medida que bebe de fontes artísticas poderosas, como as primeiras obras de Michael Mann e o estilo inigualável de Martin Scorsese.

Confira a entrevista:

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Criminal Record apresenta Capaldi no papel do Inspetor-Chefe de Polícia Daniel Hegarty e Cush Jumbo como a Sargento Detetive June Lenker, ambos encarregados de investigar um caso de assassinato antigo. Enquanto Hegarty procura proteger o passado, Lenker vai além dos limites em busca da verdade.

A sinopse oficial diz: Criminal Record é um drama poderoso, focado nos personagens, ambientado no coração de Londres contemporânea. Uma ligação anônima atrai dois detetives brilhantes para um confronto sobre um antigo caso de assassinato – uma jovem mulher no início de sua carreira e um homem bem conectado determinado a proteger seu legado. A série aborda questões de raça, falhas institucionais e a busca por um terreno comum em uma Grã-Bretanha polarizada.”

No segundo ciclo, June Lenker (Jumbo) é a oficial sênior na cena quando um comício político é atacado por contramanifestantes de extrema direita. O confronto violento deixa um jovem morto e June, consumida pela culpa, está desesperada para levar o assassino desconhecido à justiça. Parece que sua melhor esperança é Daniel Hegarty (Capaldi), agora uma figura essencial no mundo sombrio da inteligência policial. Ele pode ter as respostas de que ela precisa, mas para obter sua ajuda, ela terá que aceitar uma barganha perigosa.

No elenco estão também Charlie Creed-Miles, Dionne Brown, Shaun Dooley, Stephen Campbell Moore, Zoë Wanamaker, Rasaq Kukoyi, Maisie Ayres, Aysha Kala, Cathy Tyson e Tom Moutchi.

Criminal Record é escrito e criado por Paul Rutman. Jim Loach e Shaun James Grant atuam como diretores da série de oito episódios. Elaine Collins é produtora executiva junto com Capaldi, Jumbo e Rutman.

‘Gasparzinho’: Disney+ adquire direitos de nova série live-action produzida por Steven Spielberg

O icônico “Fantasminha Camarada” está prestes a retornar às telas. O Disney+ adquiriu o projeto de uma nova série baseada em Gasparzinho (Casper), que promete uma abordagem inédita para o personagem clássico.

Conforme reportado pelo Deadline, a produção em live-action conta com nomes de peso nos bastidores. O projeto será comandado por Rob Letterman e Hilary Winston, produtores executivos da série ‘Goosebumps: Monstros e Arrepios’ (também do Disney+). O time conta ainda com o retorno de Steven Spielberg, que produziu o memorável filme de 1995, estrelado por Christina Ricci. A produção é da UCP, divisão do Universal Studio Group.

Embora os detalhes da trama ainda sejam mantidos em sigilo, a série é descrita como uma atualização moderna da história original. Fontes indicam que o projeto seguirá um tom mais sombrio e atmosférico, traçando paralelos com a abordagem de Wandinha (Wednesday) para a Família Addams.

Rob Letterman assume a direção e assina o roteiro ao lado de Winston. Ambos dividem a produção executiva com Spielberg. Assim como na versão cinematográfica dos anos 90, o protagonista será recriado por meio de efeitos visuais em CGI.

Gasparzinho estreou originalmente em uma série de curtas animados entre 1945 e 1959. Após ser adquirido pela Harvey Comics, o personagem tornou-se um fenômeno cultural, estrelando cinco séries animadas e diversas histórias em quadrinhos ao longo das décadas.

O projeto destaca-se por dois marcos importantes na indústria: Caso avance, será a primeira série do Universal Studio Group produzida para o Disney+. É uma das raras produções da plataforma baseada em uma propriedade intelectual que não pertence originalmente ao ecossistema Disney.

Anteriormente, em 2022, a UCP chegou a desenvolver uma versão live-action de Casper para o serviço de streaming Peacock, mas o projeto acabou não seguindo adiante. Agora, sob o selo da Disney e com o envolvimento de Spielberg, o Fantasminha Camarada ganha uma nova chance de conquistar as gerações atuais.

Anne Hathaway desmente rumores sobre demissões nos bastidores de ‘O Diabo Veste Prada 2’

A atriz Anne Hathaway veio a público esclarecer uma história que viralizou recentemente sobre os bastidores da sequência deO Diabo Veste Prada. Rumores indicavam que modelos teriam sido demitidas do set após a atriz solicitar aos produtores que não contratassem profissionais extremamente magras.

Em entrevista à Variety, Hathaway negou qualquer desligamento e explicou a natureza de sua intervenção: “Foi só uma coisa rápida que aconteceu no set e agora virou uma história muito maior. Quero mencionar que há uma certa desinformação circulando de que pessoas foram demitidas por causa da inclusão de tamanhos, e isso simplesmente não aconteceu”.

Segundo a vencedora do Oscar, a mudança foi, na verdade, expansiva para a equipe: “Ninguém perdeu o emprego, na verdade, isso criou mais empregos… É difícil porque não posso dizer exatamente sobre o que é a cena, mas há uma música que Lady Gaga escreveu e é linda, incrível. Não é melhor quando você vê vários tipos de corpos diferentes ali com isso?”.

A polêmica ganhou força após Meryl Streep comentar o episódio, elogiando a postura da colega. Na ocasião, Streep afirmou ter ficado surpresa com a magreza excessiva das modelos no set e acrescentou: “Annie também percebeu isso e foi direto aos produtores, garantindo promessas de que as modelos no desfile que estávamos montando para o filme não seriam tão esqueléticas! Ela é uma garota firme”.

SUCESSO! ‘O Diabo Veste Prada 2’ abre com 76% de APROVAÇÃO no RT; Confira as críticas!

Durante a estreia mundial deO Diabo Veste Prada 2’, em Nova York, Hathaway reagiu pela primeira vez à declaração de Streep e detalhou seu ponto de vista criativo:

“Percebi que tínhamos modelos lindas no set, e muitas delas tinham o padrão mais tradicional de passarela. Eu sabia qual era o contexto da cena e achei que ela seria muito mais interessante para o público se tivéssemos uma variedade maior de corpos, porque todas as formas são bonitas”, explicou.

Hathaway enfatizou que sua sugestão foi bem recebida pela equipe de produção, que agiu prontamente para diversificar o elenco da cena em questão.

“Eu apenas fui até os produtores e perguntei: ‘Vocês não acham que a cena ficaria mais forte com uma abordagem mais inclusiva de tamanhos?’. Eles ficaram surpresos por não terem pensado nisso. Acho que estavam apenas seguindo o fluxo. Mas assim que perceberam, foram eles que resolveram tudo em cerca de uma hora”, destacou.

A atriz reforçou que a inclusão de modelos com diferentes biotipos não resultou na dispensa das profissionais já escaladas, mas sim em uma representação mais ampla e realista da beleza na cena final.

Lembrando que oO Diabo Veste Prada 2’ chega aos cinemas nacionais em 30 de abril, com lançamento pela 20th Century Studios.

A continuação, que adapta elementos da obra ‘A Vingança Veste Prada’, mostra Andy Sachs anos após deixar os corredores implacáveis da revista Runway. Agora, Andy é uma jornalista investigativa respeitada e premiada, mas seu passado volta a assombrá-la quando o nome de Miranda Priestly ressurge no centro das atenções.

Desta vez, Miranda enfrenta o maior desafio de sua carreira: lutar pela relevância em uma indústria dominada por influenciadores digitais e pela queda das revistas impressas. Questionada por investidores e pressionada a se adaptar a um mundo que já não se curva automaticamente ao seu olhar gélido, a lendária editora precisará provar seu valor.

É nesse cenário de transformação que os caminhos de Andy e Miranda se cruzam novamente.

Anne HathawayMeryl StreepEmily BluntStanley Tucci retornam.

Com direção de David Frankel, o filme tem um orçamento estimado em US$ 100 milhões.

‘O Diabo Veste Prada 2’: Ator explica ausência na sequência e revela desejo de estrelar possível spin-off

Crítica | ‘Beladona’ – Distopia revela o despertar no envelhecer

Um dos pontos existenciais que, volta e meia, chega com forte pensar em nossa trajetória é o envelhecimento – um período da vida marcado pelas possibilidades de descobertas e desafios sociais. Buscando por meio de uma distopia apresentar questões ligadas à melhor idade, o longa-metragem francês Beladona chega forte com suas belas reflexões em breve no circuito exibidor brasileiro. Antes, foi um dos filmes integrantes do 2º Festival de Cinema Europeu Imovision.

Dirigido pela cineasta lituana Alanté Kavaïté, a obra nos leva para uma série de situações que colocam na vitrine o comportamento e os desejos, em uma abordagem que impulsiona o refletir sobre o envelhecer em um futuro mundo ainda mais opressor, onde a única saída é contar com a compaixão de quem enfrenta um sistema que não dá margens para respiros.

Gaëlle (Nadia Tereszkiewicz) é uma jovem que vive em uma ilha isolada, cuidando de algumas pessoas com idade avançada que se protegem de uma lei que atinge o continente, que consiste na obrigatoriedade de pessoas idosas serem internadas em instituições. Com a chegada da médica Aline (Daphne Patakia) e de sua família, uma renovação de alegria, desejos e apreensões começa a surgir para os habitantes do local.

Nadando a fortes braçadas rumo a um desfecho repleto de significados, nessa ficção científica, camuflada de drama existencial, percorremos tentativas de explorar um tema recheado de significados. Ainda assim, as camadas que se abrem não conseguem se traduzir na força que podia. Sob uma perspectiva de fora dessa realidade, uma jovem que se mantém paralisada no tempo para defender seus ideais, vamos sendo guiados para um despertar por meio de uma mudança de rotina e de um novo olhar para uma condição de limitações.

No mundo de hoje, com sérias restrições no mundo trabalhista, por exemplo, que invoca de maneira impiedosa um termo muito dito: o etarismo, um assunto como esse, proposto em um filme com múltiplas possibilidades, vai ganhando paralelos reais através da ficção. É interessante a proposta, que segue fielmente ao discurso sobre a importância de pensarmos sobre esse assunto. Poderia ser mais incisivo: algumas suavizações desaceleram a potência de suas mensagens – mas nada que atrapalhe muito a experiência.

‘Superman’: Lex Luthor conhece a identidade secreta do Homem de Aço? James Gunn responde

O cineasta James Gunn manifestou-se recentemente sobre Superman, o épico que marcou o início do novo Universo DC (DCU), esclarecendo uma das maiores indagações dos fãs: o vilão Lex Luthor conhece a identidade secreta de Clark Kent?

A dúvida fundamenta-se na premissa de que Luthor, sendo um dos homens mais inteligentes do planeta e capaz de criar um clone do Homem de Aço, logicamente teria deduzido a identidade do jornalista. Além disso, a eficácia do disfarce de Clark Kent é, há décadas, um tema recorrente de debate e humor entre os entusiastas de quadrinhos.

Conforme reportado pelo ComicBookMovie, Gunn utilizou suas redes sociais para oferecer uma explicação técnica e psicológica sobre o tema:

“Lex não sabe quem ele é, mas não vejo como saberia. A) Lex acredita que o Superman é um alienígena desconectado que quer dominar o mundo, então não sei por que ele presumiria que ele tem uma ‘identidade secreta’. B) Os óculos hipnóticos são reais. Clark parece outra pessoa. C) Ser um gênio em algumas áreas (no caso de Lex, genética, eletroquímica, nanotecnologia, física nuclear e quântica, para citar algumas) não significa que você é um gênio em tudo. Como muitos cientistas (e artistas!), ele pode deixar passar coisas básicas”, afirmou.

A discussão ganha relevância conforme o público aguarda a sequência, intitulada Superman: Homem do Amanhã’. Na nova trama, o herói precisará estabelecer uma aliança improvável com seu arqui-inimigo para enfrentar uma ameaça de escala global: o vilão alienígena Brainiac.

‘Homem do Amanhã’: James Gunn revela o LOGOTIPO da sequência de ‘Superman’; Confira!

O elenco ainda com David Corenswet no papel titular; Rachel Brosnahan como Lois Lane; Nicholas Hoult; Lars Eidinger como Brainiac; Skyler Gisondo como Jimmy Olsen; Sara Sampaio como Eve Teschmacher; Isabela Merced como Mulher-Gavião; Nathon Fillion como Guy Gardner; Edi Gathegi como Senhor Incrível; Aaron Pierre como John Stewart/Lanterna Verde; Adria Arjona como Maxima; e Andre Royo em um papel não revelado.

James Gunn (‘O Esquadrão Suicida’) retorna à direção.

A trama do novo filme promete elevar as apostas do DCU ao apresentar uma aliança improvável: o Homem de Aço precisará unir forças com o Lex Luthor para deter a ameaça tecnológica de Brainiac, que visa a coleção de mundos.

As filmagens oficiais estão agendadas para começar no próximo dia 17 de abril de 2026, dividindo-se entre os estúdios de Atlanta e locações em Londres. O longa tem estreia mundial marcada para 9 de julho de 2027, consolidando a nova era da DC nos cinemas sob o comando de Gunn e Peter Safran.

Ellen Pompeo abre o jogo sobre briga FEIA que teve com Denzel Washington nos bastidores de ‘Grey’s Anatomy’

Denzel Washington dirigiu um episódio de ‘Grey’s Anatomy’ e se envolveu em um conflito sério com Ellen Pompeo nos bastidores da filmagem.

Em um episódio do seu podcast ‘Tell Me with Ellen Pompeo’, a atriz, que interpreta a protagonista Meredith Grey, revelou detalhes sobre a tensão com o astro de Hollywood.

Pompeo discutiu a situação com seu ex-colega de elenco, Patrick Dempsey, mencionando que Washington parecia não levar a responsabilidade de dirigir o episódio tão a sério quanto deveria.

Afirmando acreditar que Washington via a situação como um exercício rápido de direção, a atriz também revelou que a tensão se agravou quando Pompeo resolveu improvisar em uma cena e deu orientações a um ator.

“Ele [Denzel] ficou furioso comigo e disse: ‘Eu sou o diretor! Não me diga o que fazer!'”, disse Ellen Pompeo.

A atriz ainda revelou que rebateu o ator, o que piorou o clima nos bastidores da produção.

“Eu disse: ‘Olha, seu filho da ****, esta é a minha série! Este é o meu set! Quem você pensa que é? Você mal sabe onde fica o banheiro!'”, contou a atriz.

Conversando com a Variety, Denzel Washington afirmou que não se lembrava do incidente e sorriu, dizendo: “Mas está tudo bem”.

A ABC renovou oficialmente a série ‘Grey’s Anatomy‘ para a 23ª temporada, estendendo seu recorde como o drama médico mais duradouro da televisão norte-americana.

Sucesso de audiência, a produção se tornou a série mais assistida mundialmente no ano passado através das plataformas do Disney+ e Hulu, e a segunda mais assistida nos EUA.

Infelizmente, o próximo ciclo retornará sem dois atores veteranos: Kevin McKidd (Dr. Owen Hunt) e Kim Raver (Dra. Teddy Altman).

Apesar da partida, o clima parece ser de otimismo. Shonda Rhimes sugeriu um “final feliz” para o casal, que recentemente reatou o romance após o divórcio. A atual showrunner, Meg Marinis, deixou as portas abertas para futuras participações, afirmando que, no universo de Grey’s, “isso nunca é realmente um adeus”.

‘Grey’s Anatomy’ está disponível no catálogo do Disney+.

Ryan Reynolds comenta futuro de ‘Deadpool’ no MCU: “Vamos descobrir quando for o momento certo”

Homem com cabelo longo e espada nas costas
deadpool (1)

O astro Ryan Reynolds, consolidado como a face do “Mercenário Tagarela” nos cinemas, comentou recentemente sobre a possibilidade de umDeadpool 4’ e uma aparição nas próximas produções do Universo Cinematográfico Marvel (MCU).

Em entrevista recente ao portal Collider, o ator detalhou como tem sido sua relação com o estúdio e o processo criativo por trás do personagem. Quando questionado sobre o futuro, Reynolds manteve o tom diplomático:

“Rapidamente, porque imagino que não temos muito tempo, eu converso com a Marvel de vez em quando, sempre. Temos uma relação muito boa, sabe? É sempre uma conversa. Estou sempre procurando contribuir e ajudar em qualquer coisa, mesmo que não seja um filme do qual eu participe”, afirmou.

Conhecido por seu envolvimento direto nos roteiros da franquia, Reynolds revelou que continua desenvolvendo ideias para o personagem, embora não haja um projeto confirmado no horizonte imediato.

“E estou sempre escrevendo. É assim que coloco isso para fora. Eu amo escrever. Esse personagem e esse universo são lugares onde tudo é possível, e isso por si só permite muita liberdade e narrativa”, acrescentou.

Apesar do entusiasmo com o material que já produziu, ele ressaltou que a paciência é a estratégia atual: “Tenho algumas coisas escritas que eu adoro. Não sei. Vamos descobrir quando for o momento certo. Não estou com nenhuma pressa enorme agora para fazer algo”.

Para o ator, parte do sucesso de Deadpool reside no fator surpresa, o que justifica um possível hiato entre as aparições do anti-herói nas telonas.

Deadpool funciona melhor com escassez e surpresa, então voltar imediatamente com tudo agora provavelmente não é algo que vou fazer”, destacou.

Por fim, Reynolds elogiou a parceria com a Disney e a Marvel Studios, reforçando o impacto positivo dessa colaboração em sua carreira: “Preciso dizer que a equipe da Marvel tem sido incrível, todos eles, e sou muito, muito sortudo por ter a oportunidade de trabalhar com eles da forma que tenho trabalhado”.

Você sabia que o Quarteto Fantástico iria Aparecer em ‘Deadpool 2’ (2018)? Conheça a Versão ALTERNATIVA Não Lançada do Filme

Anteriormente, o ator já havia sugerido que, caso um quarto filme solo receba o sinal verde, o protagonista poderia assumir uma dinâmica diferente, atuando mais como parte de um elenco coral do que como o centro absoluto das atenções, permitindo uma nova abordagem para o universo dos mutantes no MCU.

“Eu já tenho algumas coisas meio escritas. Acho que ele é um personagem coadjuvante. Ele é um cara que funciona muito bem em grupo”, afirmou o ator.

Rumores indicam que o novo projeto pode ser focado na equipe X-Force (ou fortemente inspirado nela). Nos quadrinhos, especialmente na fase de Rick Remender, Deadpool teve uma participação marcante no grupo ao lado de nomes como Wolverine, Arcanjo, Psylocke e Fantomex.

Vale lembrar que Reynolds já demonstrava interesse em desenvolver um filme da X-Force desde a época em que os direitos dos personagens pertenciam à 20th Century Fox. Atualmente, o desenvolvimento de um possívelDeadpool 4’ ocorre de forma separada do aguardado reboot dosX-Men no MCU.

O planejamento para o futuro do personagem surge após o fenômeno de bilheteria deDeadpool & Wolverine’, que arrecadou impressionantes US$ 1,3 bilhão em 2024.

Deadpool & Wolverine’ está disponível no Disney+.

“O ‘Jesus da Marvel’ está de volta. Wade Wilson desfruta de uma vida de aposentadoria até que a Autoridade de Variação Temporal (TVA) o recruta para uma missão que ameaça a existência de seu universo. Para salvar seu mundo, ele precisa convencer um Wolverine relutante e de outra linha temporal a unir forças em uma jornada repleta de ação, humor ácido e participações especiais inesperadas”, diz a sinopse.

Ryan Reynolds, Hugh Jackman, Emma Corrin, Matthew MacfadyenMorena BaccarinLeslie Uggams.

deadpool wolverine deadpool variantes

‘John Wick’: Eva Longoria, que financiou o filme, revela seu único ARREPENDIMENTO

A atriz Eva Longoria (‘Desperate Housewives’) relembrou recentemente sua decisão de investir US$ 6 milhões em John Wick de 2014, um ato que foi fundamental para salvar o filme, que se tornou um grande sucesso de bilheteira, revelando apenas um arrependimento.

Longoria fez esse investimento menos de 24 horas antes que a produção fosse encerrada completamente.

“Isso é preciso. A propósito, eu estava no meu início. Meu capital era muito novo, era uma quantia significativa, e eu pensei: ‘Como isso funciona?’ Eu não tinha ideia. Adoraria dizer que era uma gênio dos investimentos e que sabia calcular meu risco, mas não, nada disso”, revelou a atriz ao Business Insider.

“Um agente, que nem era meu agente, me ligou e disse: ‘Você tem dinheiro, deveria investir aqui’. E eu nem sabia como um filme era feito. Estava pensando: ‘O que você quer dizer com financiamento de lacuna?'”, acrescentou.

“Mas algo que aprendi, olhando para trás, é que amo investir em pessoas. Você pode me dizer que está abrindo uma fazenda de frango, mas se você realmente é apaixonado por isso, fez o trabalho e conhece o mercado, então vale a pena. Os diretores Chad Stahelski e David Leitch realmente fizeram seu dever de casa. Eles colocaram suas 10.000 horas como dublês e diretores de segunda unidade; viram todos os filmes ruins e sabiam como fazer um bom. Eles eram indiscutivelmente apaixonados, e eu sabia que fariam um produto inegável”, completou.

Quando questionada se ainda recebe pagamentos do seu investimento emJohn Wick, Longoria respondeu: “Sim. O que me irrita é que eu não estava conectada ao resto deles. Isso foi uma oportunidade única. Esse foi o risco que eu assumi. Meu único erro foi não estar ligada a todos os filmes”.

O sucesso de John Wick gerou uma franquia que arrecadou mais de US$ 1 bilhão em quatro filmes. Embora Longoria não tenha participado das sequências, a popularidade duradoura da franquia mantém o original de 2014 em exibição constante, garantindo que os pagamentos continuem chegando. Quanto ela ganhou, afinal?

“Eu teria que verificar, mas com certeza é mais do que o dobro [de US$ 6 milhões]”, afirmou, revelando que ainda recebe dinheiro pelo sucesso do filme.

Como a heroína secreta da franquiaJohn Wick, Longoria disse que é sempre divertido encontrar os diretores ou o astro Keanu Reeves em Hollywood.

“[Keanu e eu] nos encontramos por causa da namorada dele, Alexandra. Conhecemos ela por meio de amigos e encontramos eles em um evento de arte”, lembrou Longoria. “Keanu disse: ‘Adoraria te levar para jantar; devemos celebrar 10 anos’. Então brindamos a ‘John Wick'”. 

Segundo a In Touch, Keanu Reeves topou retornar em ‘John Wick 5‘ somente com um salário bem maior.

Pela franquia inteira, é estimado que ele tenha recebido cerca de US$ 22 milhões, sendo que US$ 15 milhões foram só pelo quarto filme.

Para o quinto filme, seu salário será maior que o valor total dos quatro filmes anteriores.

“É um trabalho em progresso e é isso que você consegue quando aceita pagar US$ 35 milhões para Keanu para tê-lo em um filme gigante de ação. Ele vai fazer o seu melhor e tentar o que for possível para que o filme funcione, mas ele já está na casa dos sessenta e todos nós temos nossos limites”, afirmou a fonte da revista.

Nada mais justo, afinal, a franquia já arrecadou mais de US$ 1.011 bilhão mundialmente.

O mesmo acontece com Robert Downey Jr., que teve seu salário aumentado a cada filme da franquia Marvel. Downey Jr. ganhará US$ 50 milhões somente pelo quinto ‘Vingadores‘.

Além do cachê, o astro ainda deve receber valores originários à bilheteria dos filmes, aumentando ainda mais seu lucro final, o que pode girar em torno dos US$ 100 milhões.

Lembrando que o último filme da franquia, ‘Baba Yaga’, está disponível no Prime Video.

Em BABA YAGA, John Wick (Keanu Reeves) descobre um caminho para derrotar a Alta Cúpula. Mas antes que ele possa ganhar sua liberdade, Sr. Wick deve enfrentar um novo inimigo com poderosas alianças em todo o mundo e forças que transformam velhos amigos em inimigos.

Matthew Lillard revela que ficou FRUSTRADO após ‘Scooby-Doo 2: Monstros à Solta’; Saiba o motivo!

scooby doo 2

Matthew Lillard, astro conhecido por interpretar Salsicha na franquiaScooby-Doo, revelou recentemente uma frustração que marcou sua carreira.

Em entrevista ao Business Insider, Lillard confessou que esperava que o sucesso da sequênciaScooby-Doo 2: Monstros à Solta’ impulsionasse sua carreira para outro patamar, mas a realidade foi bem diferente.

Na época do lançamento deScooby-Doo 2’, Lillard recebeu o maior cachê de sua carreira até então.

“Eu achava que seria o número 1 na lista de chamadas pelos próximos 10 anos de filmes. E a realidade foi que o oposto aconteceu”, declarou o ator.

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Scooby-Doo 2: Monstros à Solta’ foi um fracasso crítico e não teve um bom desempenho nas bilheteiras, não conseguindo ultrapassar a marca de US$200 milhões mundialmente, que o original havia superado facilmente.

O fracasso da sequência fez com que Lillard reavaliasse suas prioridades como ator.

“Eu estava preso ao sucesso do que estava fazendo, preso aos papéis que estava conseguindo, preso nesse desejo de ser, entre aspas, famoso”, Lillard admitiu.

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Lillard chegou a considerar participar de programas de TV como ‘Dancing with the Stars’, mas logo percebeu que isso não era o que ele queria para sua carreira.

“Eu ia fazer Dancing With the Stars. E pensei, se eu fizer Dancing With the Stars, nunca vou ganhar um Oscar”, disse Lillard. “Se eu fizer Dancing With the Stars, serei famoso e não um grande ator, e eu realmente só queria ser um grande ator. Eu disse [ao meu agente], ‘Eu só quero ser um ator. Eu só quero estar em filmes. Quero redefinir minhas expectativas'”.

Por fim, ele afirmou: “Passei por fases boas e más. Já estive irrelevante e pensei que nunca mais ia trabalhar novamente”.

O ator comentou recentemente sobre a nova adaptação da franquia que está sendo desenvolvida pela Netflix.

Em entrevista ao ScreenRant, o ator confirmou que não está envolvido no elenco da série.

“Não. Aqueles dias de interpretar um adolescente esperto já ficaram para trás. Mas eu entrei em contato com eles e disse: ‘Qualquer coisa que eu possa fazer para ajudar'”, afirmou.

Questionado sobre uma possível participação especial, o ator demonstrou entusiasmo em passar o bastão para a próxima geração.

“Ou eu poderia simplesmente ajudar o próximo Salsicha a ser incrível. Para mim, esse foi um dos grandes momentos da minha vida, e essa franquia é muito importante para as crianças. O Salsicha representa a beleza da narrativa: um garoto que sente medo e consegue superar esse medo. A série inteira é sobre amizade”, acrescentou.

Matthew Lillard celebra reboot de ‘Scooby-Doo’ na Netflix: “É sobre amizade, união e trabalho em equipe”

A série live-action deScooby-Doo da Netflix teve sua primeira foto divulgada.

A série se chamará Scooby-Doo: A Origem’ e terá oito episódios, promete explorar as origens da icônica Mistério S/A e mostrar como a equipe se conheceu.

Confira:

Mckenna Grace como Daphne
Tanner Hagen como Salsicha
Abby Ryder Fortson como Velma
Maxwell Jenkins como Fred

A nova série da Netflix, que já encomendou oito episódios, é descrita como uma releitura moderna e sombria do clássico cult. Recentemente, foi anunciado que Mckenna Grace assumirá o papel de Daphne, personagem que ela já havia dublado na animação ‘Scooby! O Filme’.

O roteiro e a produção executiva ficam a cargo de Josh Appelbaum e Scott Rosenberg, ao lado de André Nemec e Jeff Pinkner.

Scooby-Doo 2: Monstros à Solta’ está disponível no Max.

scooby doo 2