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‘Aladdin’: Will Smith faz bela homenagem ao Gênio de Robin Williams; Vem ver!

A chegada do novo trailer de ‘Aladdin‘ deixou os fãs mais animados com a versão de Will Smith para o Gênio da Lampada.

E o astro aproveitou o lançamento do novo vídeo para homenagear Robin Williams, o intérprete original do personagem.

Por meio de seu Instagram, ele compartilhou uma bela arte feita por um designer, que traz as duas versões do gênio em animação.

Na legenda, Smith disse: “Eu sei que gênios não possuem pés…mas você deixou sapatos bem grandes para preencher. Descanse em paz Robin!”

Confira:

 

Visualizar esta foto no Instagram.

 

I know Genies don’t have Feet… But you left some Big Shoes to fill. 😊 R.I.P., Robin!  And Thank You, @helloluigi Love the art work!

Uma publicação compartilhada por Will Smith (@willsmith) em

Confira o trailer completo abaixo:

Dirigido por Guy Ritchie (‘Sherlock Holmes‘), o live-action será lançado quase 27 anos após a estreia da animação.

Um jovem humilde descobre uma lâmpada mágica, com um gênio que pode lhe conceder desejos. Agora o rapaz quer conquistar a moça por quem se apaixonou, mas o que ele não sabe é que a jovem é uma princesa que está prestes a se noivar. Agora, com a ajuda do Gênio, ele tenta se passar por um príncipe e para conquistar o amor da moça e a confiança de seu pai.

O elenco conta com Menda Massound (Aladdin), Marwan Kenzari (Jafar), Naomi Scott (Jasmine), Will Smith (Gênio), Navid Negahban (Sultan), Nasim Pedrad (Dalia), Billy Magnussen (Anders) e Numan Acar (Hakim).

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 23 de maio.

‘The Walking Dead’: Daryl é atacado em cena do final de temporada; Assista!

A 10ª temporada de ‘The Walking Dead‘ está chegando à sua season finale e o episódio em questão teve uma intensa cena divulgada, que traz Daryl (Norman Reedus) sendo atacado por um um zumbi.

Confira:

Angela Kang retorna como showrunner da nova temporada.

A trama gira em torno de um mundo pós-apocalíptico dominado por zumbis, onde os vivos têm que sobreviver não só aos mortos, como também a si mesmos.

O elenco conta com Norman Reedus, Danai Gurira, Melissa McBride, Josh McDermitt, Seth Gilliam, Ross Marquand, Jeffrey Dean Morgan, Khary Payton e Samantha Morton.

‘Liga da Justiça’: Zack Snyder explica porque Superman aparece usando o traje azul em sonho do Batman

O Snyder Cut de ‘Liga da Justiça‘ já é um sucesso de público e crítica e para o deleite dos cinéfilos, a produção apresentou o Superman com seu traje negro.

No entanto, em uma das últimas cenas do longa, é possível ver o herói – vivido por Henry Cavill – vestindo o uniforme tradicional, em azul e vermelho, em um sonho do Batman.

Para esclarecer a circunstância, o cineasta Zack Snyder explicou o motivo da alteração no visual do herói, durante a sua participação no podcast Reel Blend, do site Cinema Blend (via ComicBook.com).

Ao ser questionado a respeito do assunto, o diretor ponderou que o Superman aparece com o uniforme azul pelo fato de ele ter sucumbido ao poder de controle da equação anti-vida, se tornando um escravo de Darkseid.

Vale lembrar que a campanha pedindo que a Warner e a DC restaurem o Universo Cinematográfico criado por Snyder com ‘O Homem de Aço‘, ‘Batman vs Superman‘ e ‘Liga da Justiça‘ continua ganhando força e novos seguidores.

Por conta disso, a tag #RestoreTheSnyderVerse continua ocupando os trendings das redes sociais.

Confira:

Você acha que o estúdio devia atender ao pedido ou seguir em frente?

“Na ‘Liga da Justiça‘ de Zack Snyder, determinado a garantir que o sacrifício final do Superman (Henry Cavill) não fosse em vão, Bruce Wayne (Ben Affleck) alinha forças com Diana Prince (Gal Gadot) com planos de recrutar uma equipe de metahumanos para proteger o mundo de uma ameaça iminente de proporções catastróficas. A tarefa é mais difícil do que Bruce imaginou, já que cada um dos recrutas deve enfrentar os demônios de seus próprios passados para transcender o que os impediu, permitindo que se unissem e, por fim, formassem uma liga de heróis sem precedentes. Agora unidos, Batman (Affleck), Mulher Maravilha (Gadot), Aquaman (Jason Momoa), Cyborg (Ray Fisher) e The Flash (Ezra Miller) podem ser tarde demais para salvar o planeta de Steppenwolf, DeSaad e Darkseid e suas terríveis intenções . ”.

Conheça a série de comédia dramática da Star+ que é uma das MELHORES da atualidade

Cortes cirúrgicos como o de uma afiada faca e uma montagem enérgica – que simula o frenético pensamento humano em uma fração de segundos – fazem de O Urso uma experiência impactante em seus primeiros cinco minutos de episódio piloto.

Entre cenas de relance da agitada cidade de Chicago e a fervilhante atmosfera de uma cozinha caótica e desorganizada, a nova série original da emissora FX, também disponível na plataforma Star+, é como um inesperado choque anafilático, uma descarga de adrenalina que trava nossa mente e rapidamente nos consome para o tumultuado universo de Carmen.

Aqui um dos melhores chefs de cozinha do mundo, o jovem vivido por Jeremy Allen White abre mão de seu estrelato para assumir a lanchonete bairrista de seu irmão mais velho, que tirou sua própria vida. Logo ele descobrirá que consertar as coisas dá muito mais trabalho do que construí-las do zero.

Assista ao trailer:

A incansável mente de Carmy, suas memórias angustiantes e a vida real que lhe batem à porta todos os dias são trazidos aqui por uma ótica espetacular e bem apurada, que convida a audiência para uma experiência catártica e sensorial. Criada por Christopher Storer, O Urso é uma série de comédia dramática bem temperada, que sabe equilibrar o humor sombrio e o drama de forma que haja sempre uma delicada reflexão em meio à intensidade dos assuntos abordados.

Com Jeremy Allen brilhando em tela de forma arrebatadora, a produção original da Disney é um sopro de originalidade, identidade visual e autenticidade narrativa. Explorando o submundo do submundo da gastronomia – nos átrios de uma lanchonete de baixa categoria, ela é o supra sumo do que todo e qualquer filme ou série desse subgênero deveria ser.

Hiperrealista em alguns momentos, a produção intercala o dia-a-dia da cozinha com constantes lapsos mentais e emocionais, em que acompanhamos Carmy lidando e fugindo de seus problemas familiares, traumas e passado. Em episódios de pouco mais de 30 minutos de duração, Storer e sua equipe de roteiristas conseguem nos absorver para a insanidade de O Urso, explorando personagens tão díspares que formam esse pequeno aglomerado disfuncional.

Sabendo tratar os arcos dos coadjuvantes sempre com um certo viés protagonista, vemos os papéis de apoio de destacarem à medida em que orbitam ao redor de Jeremy. De um jeito ou de outro, todos possuem seu momento – que constante acrescenta uma boa dose de profundidade à própria narrativa do personagem principal, bem como à essência da trama, que é esse problemático restaurante e suas peculiares figuras.

Entre pratos bem executados, que exalam seu perfume em direção ao paladar da audiência, e circunstâncias dramáticas que sempre escalonam a trama, O Urso é um presente dado pela Disney.

Com um elenco poderoso formado por Ebon Moss-Bachrach, Ayo Edebiri, Oliver Platt e Jon Bernthal, a série eleva os nossos sentidos, os aguçando a todo momento – enquanto abre nosso apetite. Abordando a síndrome do pânico e o transtorno pós-traumático com perspicácia e precisão, a dramédia nos permite entrar na mente de seu protagonista e perceber o mundo por sua ótica. Essa perspectiva intimista e onipresente garante ao público a rara oportunidade de viver toda e qualquer emoção. Ainda assim, seu ótimo ritmo nos impede de enxergar os fatos apenas a partir de seu campo de visão.

Com um roteiro dinâmico, ainda mais valorizado sob uma montagem excelente e uma trilha sonora que acompanha o caos que rege os personagens, a série original da Star+ ainda é escrita e dirigida em formatos distintos.

Além da onipresença que frequentemente entra em cena, a produção é também dirigida na 3ª pessoa, mantendo um certo distanciamento para que acompanhemos a narrativa por um prisma mais amplo. Mantendo o otimismo a todo momento – até nos piores cenários -, O Urso é uma surpresa que chegou timidamente no Brasil. Com personagens identificáveis e um sentimento de familiaridade, carinho, amor e mutualidade que salpicam todos os seus oito episódios, a nova dramédia é um prato principal de sabor inestimável, que promete um cardápio ainda mais rico em sua 2ª temporada.

Crítica | May December – Todd Haynes cria sátira melodramática com Natalie Portman e Julianne Moore [Cannes 2023]

Filme visto no Festival de Cinema de Cannes 2023.

Como compor um personagem baseado em fatos reais? Esta é a pergunta 100% das vezes feitas aos intérpretes na época de lançamento de seus filmes e séries. Como a indústria se acostumou a chamar, o laboratório é uma parte importante para os artistas entenderem seu personagem e apresentarem suas emoções. Apresentado em Competição no Festival de Cannes, May December é exatamente uma sátira melodramática deste processo.

Com um tom propositalmente baratinado, Todd Haynes (Carol) tem a intenção de criar uma metalinguagem de um drama televisivo. Para isso, ele conta com um elenco afiado encabeçado por Natalie Portman, como a atriz Elizabeth Berry, e Julianne Moore, na pele da indecifrável Gracie Atherton-Yoo. No meio da tensão entre as duas está o marido da segunda, Joe, vivido por Charles Melton (da série Riverdale).

Se você cresceu na década de 1990, pode estar acostumado com a enxurrada de filmes sobre dramas familiares presentes na TV Globo, sábado à noite ou de madrugada durante a semana. Essas obras eram baseadas em casos reais, tinham pouco orçamento, atores desconhecidos e, portanto, uma uma produção decadente. A base do filme era a história sensacionalista por trás do emaranhado de péssimos diálogos. Alguns exemplos são os títulos: Violentada Pelo Destino (1994), Ato Imoral (1996) e Ciúme e Obsessão (1997). 

Com uma trilha sonora de suspense aguda e incessante, Tom Haynes constrói um relacionamento passivo-agressivo e um jogo de farsa entre as duas mulheres. Depois de 17 anos de um escândalo propagado em capas de jornais e revistas, o casal Gracie e Joe se confronta com as memórias do início do seu relacionamento conflituoso e, principalmente, criminoso. 

Quando Gracie conheceu Joe, ela era casada e tinha três crianças, enquanto ele era amigo da escola do seu filho. Aos 36 anos, Gracie teve relações sexuais com um adolescente de 13 anos e engravidou de gêmeos. Após cumprir sua pena perante a justiça, os dois estão casados e criaram os dois filhos, agora, prestes a entrarem na universidade. A chegada de Elizabeth desestabiliza o castelo de cartas criado ao longo dos anos por Gracie.

Sempre desconfiada e com uma aspereza ímpar, Gracie controla o marido e o trata como um dos seus rebentos. Situado em 2015, May December percorre o caminho de uma atriz avessa com o papel de detetive e psicóloga. Ao invés de apenas observar os dois para compor a sua personagem, ela invade os espaços do casal e, assim, expõe vários esqueletos no armário.

As duas atrizes estão brilhantes dentro do esquema criado por Tom Haynes, no entanto, a sátira não causa humor, mas um estranhamento. É possível compreender a dimensão que o diretor tenta alcançar desde a fotografia opaca dos filmes de baixo orçamento até as frases soltas sem sentido na narrativa. É interessante o crescente envolvimento de Elizabeth com a família Yoo, contudo, o exercício de confronto não é completamente resolvido.

Sob um aspecto de espelho, Elizabeth olha, olha e olha e não consegue enxergar exatamente o que há por baixo dos olhos e sorriso condescendente do seu “objeto de estudo”. Ela entrevista o ex-marido, os filhos, os sogros e todos parecem propensos a colocar Gracie em um pedestal de bravura, o qual a atriz deseja não somente copiar, mas também derrubar.  

Por que histórias polêmicas tornam-se filmes? May December é uma provocação ao sensacionalismo e a reprodução em busca da curiosidade do público. Entre o crime e a paixão, entender Gracie é uma tarefa árdua. Ver que seu marido é uma criança de 36 anos é constatar que ela não precisa de compreensão, mas de controle da sua ambição manipulativa. Cuidado, Gracie — através da maravilhosa Julianne Moore — também manipula o público.

‘Tomb Raider: A Origem’: Revelada a duração do filme; Vem ver!

Foi revelada a duração de ‘Tomb Raider: A Origem’. Segundo o British Board of Film Classification, órgão que faz a classificação indicativa dos filmes, o longa terá 118 minutos, ou seja, 1 hora e 58 minutos de duração.

Enquanto isso, ‘Tomb Raider: A Origem’ chega aos cinemas muito em breve e a atriz Alicia Vikander já se adiantou para esclarecer possíveis comparações da crítica especializada de sua personagem com a personagem vivida por Angelina Jolie nos filmes de 2001 e 2003. A atriz disse ao Games Radar:

“Nunca poderia me comparar com ela. Ela tornou a personagem icônica, porque ela mesma é um ícone! Essa é uma versão diferente da personagem. Não estamos tentando copiar nem reinventar o que ela fez. É outra história, outra Lara. Definitivamente outra origem”.

Analistas de bilheterias indicam que ‘Tomb Raider: A Origem’ será um fracasso 

Saiu na internet uma cena completa da sequência de ação da cachoeira, de ‘Tomb Raider: A Origem’, confira:

Vale lembrar que ‘Tomb Raider: A Origem‘ estreia em 16 de março de 2018.

No filme, Lara Croft estabelece em sua primeira expedição para terminar a pesquisa arqueológica do seu pai e descobrir segredos antigos, a fim de limpar seu nome desonrado. A tragédia começa quando sua aventura se transforma em uma luta pela sobrevivência.

Alicia Vikander vive a personagem título. Dominic West (The Affair) vive Richard Croft e Walton Goggins (Os Oito Odiados) interpreta o vilão.  Daniel Wu e Hannah John-Kamen também estão no elenco.

‘Guardiões da Galáxia 3’: Disney NÃO voltará atrás na demissão de James Gunn

Parece que a comoção dos fãs e o recente pedido assinado em carta aberta pelo elenco não surtiu nenhum efeito no caso James Gunn.

Pelo menos é o que garante a Variety em um relatório com informações exclusivas. Segundo o site, a Disney não voltará atrás na demissão do diretor e sequer se preocupa com a possibilidade de atores como Chris Pratt e Zoe Saldaña abandonarem a franquia de ‘Guardiões da Galáxia’. A empresa está confiante que a dupla retornará para o terceiro filme sem grandes problemas.

Porém, o site não comenta se o roteiro de ‘Guardiões da Galáxia 3’ será reescrito.

Entenda o caso e leia a carta aberta assinada por todo o elenco da franquia:

O astro e protagonista da franquia ‘Guardiões da Galáxia’Chris Pratt, publicou em seu Instagram pessoal uma carta aberta pedindo o retorno de James Gunn ao posto de diretor do filme.

O texto, que está assinado por todo o elenco da saga, foi postado com a seguinte legenda escrita por Pratt:

“Embora eu não apoie as péssimas piadas de James Gunn feitas há anos, ele é um homem bom. Eu pessoalmente adoraria vê-lo reintegrado como diretor do Volume 3. Por favor, leia a seguinte declaração assinada por todo o nosso elenco.”, ele firma.

No texto, o elenco elogia e agradece o diretor por ter trazido o mundo dos Guardiões às telonas, além de deixarem claro que apoiam Gunn e que o terceiro e último filme não será o mesmo sem a visão e a presença dele.

“Nós estamos dando todo o apoio a James Gunn. Ficamos todos muito chocados com a repentina demissão e esperamos esses dez dias para nos posicionarmos para podemos pensar, rezar, ouvir e discutir sobre o ocorrido. Nesse tempo, nos encorajamos com o grande apoio dos fãs e membros da mídia que desejam ver James voltando como diretor de [Guardiões  da Galáxia] Volume 3, e também fomos desanimados por aqueles tão facilmente enganados que acreditaram nas muitas teorias de conspiração extravagantes sobre James.

Estar nos filmes dos Guardiões é uma honra para cada um de nós. Não podemos deixar esse momento passar sem demonstrar nosso amor, apoio e gratidão por tudo que James fez por nós. Não estamos aqui para defendê-lo de suas piadas, feitas há muitos anos, mas queremos compartilhar a nossa experiência em passar tantos anos com ele nos sets de filmagens.

A forma que ele se mostrou após sua demissão é consistente com o homem que ele era todos os dias nos sets, e seu pedido de desculpas, tanto de agora como o de anos atrás, quando falou pela primeira vez sobre essas piadas, acreditamos que é do coração.”

‘Guardiões da Galáxia 3’: Dave Bautista critica demissão de James Gunn 

Atores apoiam James Gunn e pedem retorno do diretor a ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’

O diretor foi demitido depois que personalidades conservadoras reapareceram velhos tweets nos quais o cineasta brincou sobre assuntos polêmicos como pedofilia e estupro.

Em alguns tweets, Gunn escreveu coisas como:

“Eu gosto quando menininhos tocam em minhas partes íntimas. Shhh!”

“Filmes não românticos: Três homens e um bebê fazendo sexo”

“Meu novo filme ‘Jerkloose’ se passará em uma cidade pequena onde se masturbar é proibido e jovens fazem na frente de criancinhas para mostrar como é divertido”

“Rir é o melhor remédio. é por isso que eu rio de pessoas com AIDS”

“Acabei de fazer uma piada sobre sodomizar a minha amiga quando ela estava dormindo”

“Queria caçar animais de grande porte, mas sei que isso é moralmente questionável. Então estou indo atrás de caçar alguém para estuprar”

Depois das acusações, Gunn publicou uma série de mensagens no Twitter pedindo desculpas aos fãs:

“As pessoas que seguiram minha carreira sabem como comecei. Me via como um provocador, fazendo filmes e contando piadas que eram escandalosas e tabu para muitos. Como disse publicamente muitas vezes, na medida em que desenvolvi como pessoa, meu trabalho e meu humor também desenvolveram. Não posso dizer que sou melhor, mas sou muito diferente do que eu era  passado. A época em que falava coisas só para chocar e ver as reações de todos definitivamente já acabou. No passado, me desculpei pelo meu humor ácido. Me sinto arrependido e realmente quis dizer tudo que disse nas minhas desculpas. Eu sei que é uma declaração estranha e que pode parecer óbvia, mas estou aqui dizendo isso. Esta é a verdade completa: costumava fazer piadas ofensivas, não faço mais. Não culpo meu passado por isso, mas me sinto mais humano e mais criativo hoje. Amo vocês”.

O presidente da Walt Disney Studios, Alan Horn, anunciou a demissão em comunicado:

“As atitudes e declarações ofensivas descobertas no feed do Twitter de James são indefensáveis ​​e inconsistentes com os valores de nosso estúdio, e nós rompemos nosso relacionamento comercial com ele”.

Ranking | Do pior ao MELHOR Homem-Aranha de ‘Através do Aranhaverso’…

Homem-Aranha: Através do Aranhaverso segue em cartaz nos cinemas, enquanto vê sua bilheteria crescer e se consolidar como o grande favorito do ano a levar as principais premiações de animação da temporada. E como o novo filme traz uma série incontável de novas versões do Homem-Aranha, o CinePOP ranqueou as principais variantes do longa, do pior ao melhor. Ah sim, caso não tenha ficado claro, o ranking terá muitos SPOILERS, então nada de ler se não tiver assistido o filme ainda.

Dito isso, os critérios escolhidos para fazer o ranking foram os seguintes:

  • Desenvolvimento no filme;
  • Visual em tela;
  • Melhoria em relação aos quadrinhos.

Explicado isso, vamos lá! E se você discordar do nosso ranking, monte o seu nos comentários!

8- Jessica Drew

A Mulher-Aranha foi uma das primeiras personagens do novo filme a ser apresentada para o público. Apesar de ganhar um visual bem mais elaborado que nos quadrinhos e eliminar toda a sexualização exacerbada a qual a personagem é submetida nas HQs, a Jessica Drew do filme prometeu muito e entregou pouco. Posta de lado pela própria trama, ela tem uma cena de destaque logo no início da aventura e depois pouco faz. Esperamos que o vindouro Homem-Aranha: Além do Aranhaverso dê mais tempo de tela e desenvolvimento para ela.

7- Mancha

Ok, ele não é um “Homem-Aranha”, mas vai integrar a lista como menção honrosa. O Mancha passou de ameaça de terceira divisão dos quadrinhos para um vilão cheio de potencial nos cinemas, em meio a uma época em que o tal Multiverso domina todas as produções. Seu jeito despojado de vilão iniciante entretém e diverte, e ajuda a compor a ideia de um vilão ameaçador partindo da mágoa de ser subestimado. Ele é carregado de frustrações, não tem mais nada a perder e agora encontrou uma forma de colocar em risco toda a existência dos Homens-Aranhas pelo Multiverso. Infelizmente, não conseguimos ver muito de sua versão mais maligna atuando, que ficou guardada para o próximo filme, quando ele fará o mundo de Miles Morales desmoronar.

6- Miguel O’Hara

Ok, essa aqui talvez seja uma colocação polêmica para a ameaça do filme que mais tem tempo de tela. Apesar de ter seu visual melhorado desde a aparição na cena pós-créditos de Homem-Aranha no Aranhaverso (2018), o Homem-Aranha 2099 dos cinemas teve sua introdução tão focado em apresentá-lo como uma ameaça que mal tivemos a oportunidade de vê-lo se transformar do nobre e amigável herói para a ameaça mostrada no filme. A trama permite apenas uma breve explicação sobre sua motivação, mas é tudo são superficial que certamente incomodou os fãs do personagem. Sem contar que ele convenceu todas as outras variantes de que a morte de pessoas queridas é necessária para a existência do Multiverso. Só que isso não parece ser fácil de se fazer, ainda mais se tratando de Homens-Aranhas. Ver como ele se convenceu e convenceu os outros de que a crença da necessidade de perdas é fundamental seria interessante. Porém, há margem para crescimento e provavelmente veremos ele ser engolido pela própria crença no próximo filme, o que traria um excelente desenvolvimento para ele, em vez de ser apenas o “vilão ameaçador com fins compreensíveis”.

5- Peter B. Parker

Se tem uma coisa que os fãs mereciam era ver um Peter Parker que enfim colocou a vida nos trilhos e está vivendo feliz em equilíbrio. Depois de vermos todas as tragédias que Peter B. Parker passou em Homem-Aranha no Aranhaverso (2018), em que ele chegou a cogitar morrer para ajudar o Miles, Peter superou seu medo da própria vida, deu seu “salto de fé” e tomou coragem para falar novamente com o amor de sua vida: Mary Jane. O resultado foi melhor do que o que ele poderia esperar, já que saiu do poço de depressão em que estava afundado, recuperou sua forma atlética para enfrentar os vilões, dedicou tempo para sua esposa e agora vive a aventura da paternidade, criando a pequena e serelepe Mayday. Introduzido para ser um mentor do protagonista, Peter agora tem sua própria aprendiz em casa, criando a pequena para ser não apenas uma mulher incrível, mas também para saber se proteger e lidar com as responsabilidades de integrar o legado do Homem-Aranha. Será muito legal ver mais dessa duplinha no próximo filme.

4- Miles Morales

O protagonista do filme retorna em uma versão adolescente, precisando lidar com as mudanças no corpo, com os desafios de se fazer entender em casa e com a dificuldade da vida dupla entre um estudante promissor e o principal super-herói de sua realidade. Mais maduro quanto a suas responsabilidades como herói, Miles se desentende com os pais, num típico conflito entre pais e filhos adolescentes. Porém, sua maior questão é quanto seu papel como Homem-Aranha. Ele foi criado com conceitos de que o Homem-Aranha não desiste e tenta salvar todo mundo. No entanto, com a chegada de Miguel e a traição de seus únicos amigos, ele terá de se manter fiel a suas próprias crenças, o que geralmente não é a coisa mais simples de se sustentar nessa idade. A revelação final, que o colocará frente a frente contra uma versão sua que pendeu para o caminho do mal, é um embate de egos significativo de alguém que precisará superar o passado para salvar seu futuro e se mostrar de uma vez por todas que ele não é uma falha, ele é o Homem-Aranha.

3- Pavitr Prabhakar

O Homem-Aranha Indiano é a representação perfeita dos três critérios escolhidos aqui pelo ranking. Nos quadrinhos, Pavitr Prabhakar é a definição de dicionário da palavra “genérico”. Seu traje é igual ao do Peter Parker, com a adição de um pano cobrindo as pernas, e seu universo tem um total de zero desenvolvimento, tal qual sua personalidade. No filme, eles desenvolveram a sensacional Mumbattan, que mistura elementos clássicos de Bombaim e Manhattan, além de dar um background bem divertido para o personagem, que tem uma vida praticamente perfeita e está acostumado a tudo dar certo para ele por sua crença na renovação e na positividade. Fora isso, ele tem um traje novo criado especificamente para o filme, que reflete diretamente a cultura indiana, com as novas peças, as cores e sua arma de ataque, que é um Damaru, um tamborzinho das culturas indiana e tibetana, cujas batidas simbolizam o compasso sonoro da criação do universo.

2- Gwen Stacy

A Gwen é outra personagem que reúne os três atributos de nossas considerações. Primeiro que ela ganha um desenvolvimento muito interessante e detalhado nesse filme, fazendo com que ela divida o posto de protagonista com Miles, já que é ela quem conduz a trama por meio de seus traumas e das consequências de não saber lidar direito com eles. Seu visual segue icônico, mas agora a vemos em sua dimensão original, que traz um dos artifícios mais belos do filme. Assim como nos quadrinhos, sua realidade é toda marcada por tons de azul, verde, roxo e rosa, só que os diretores decidiram fazer com que o ambiente retratado interagisse diretamente com as emoções e sentimentos da Gwen. Isso foi visual e narrativamente sensacional. E esse trabalho tão delicado feito com a personagem nos cinemas fez o interesse do público pelos quadrinhos dela crescer bastante.

1- Hobie Brown

Em primeiro lugar, temos o Aranha-Punk, Hobie Brown. Apesar dele existir nos quadrinhos, ter um visual icônico e um universo próprio conhecido pela anarquia, o personagem conseguiu expandir TUDO isso com sua participação no filme. Nas HQs, ele é tratado de forma completamente superficial e geralmente só aparece por conta do visual famoso da máscara com os spikes na cabeça. Em Através do Aranhaverso, Hobie ganha uma personalidade própria completamente condizente com os conceitos de seu universo, joga para os dois lados, funciona como um porto de apoio e até mesmo mentoria para Miles, quando todos se viraram contra ele, e teve alguns dos momentos mais divertidos do filme. Ele saiu como o personagem mais marcante e comentado da aventura, ainda mais porque grande parte do público não dava nada por sua presença. Mais do que isso, seu visual, que já era icônico, ficou ainda mais espetacular com uma técnica de animação complexa, que, segundo a produção, demorou cerca de três anos para ser concluída.

E aí, concorda com nosso ranking? Diga nos comentários!

Homem-Aranha: Através do Aranhaverso está em cartaz nos cinemas.

 

10 ÓTIMOS Filmes e Séries Brasileiros no StarPlus

A plataforma do StarPlus é um braço das empresas Disney, e, nela, é reunido todo o conteúdo anteriormente produzido pela antiga 20th Century Fox, além de outras produções que vieram após a fusão com a empresa do Mickey Mouse. Embora seja uma plataforma majoritariamente com conteúdo estrangeiro, surpreendentemente há muita produção brasileira disponível no StarPlus – filmes e séries de muita boa qualidade! Por isso, separamos aqui 10 títulos imperdíveis para você conferir:

10 – ‘A Jaula’

Você curte filmes de terror que envolvem confinamento, estilo ‘Jogos Mortais’? Então corre assistir ao tenso ‘A Jaula’, estrelado por Chay Suede e Alexandre Nero

9 – ‘Vale Night’

Quem é pai ou mãe sabe o valor de um ‘Vale Night’ para curtir uma noite sem se preocupar com fraldas e papinhas, né? Mas o que acontece nessa comédia nacional é que o bebê vai pro rolê!

8 – ‘Abestalhados 2’

Pensa num filme que reúne parte do elenco do ‘Choque de Cultura’ com ‘Hermes e Renato’, com personagens super cinéfilos e loucos para gravar o próprio filme! Agora acrescenta José Loreto e pronto, esta é a comédia ‘Abestalhados 2’.

7 – ‘Me Chama de Bruna’

A picante cinebiografia de Bruna Surfistinha, estrelada por Deborah Secco, mostrou que havia muito mais histórias a serem contadas nesse universo, por isso surgiu a série ‘Me Chama de Bruna’, estrelada por Maria Bopp, cujas quatro temporadas estão disponíveis na plataforma.

6 – ‘Impuros’

Exibida primeiramente no então Canal Fox, esta série situada no Rio de Janeiro dos anos 1990 retrata o complexo e tentador mundo do crime através dos olhos do personagem Evandro, que vive uma divisão entre o mundo do tráfico e sua vida familiar.

5 – ‘1 Contra Todos’

Com quatro temporadas, a premiada série estrelada por Júlio Andrade conta a história de um simples pai de família que, da noite para o dia, vê sua vida virar de ponta cabeça quando é preso após ser confundido com o maior traficante do país.

4 – ‘Santo Maldito’

Mais novo lançamento da plataforma, esta nova série estrelada por Felipe Camargo conta o difícil dilema de um homem que, após presenciar um suposto milagre, é chamado para ser pastor em uma congregação, o que vai contra seus próprios princípios.

3 – ‘Ninguém Entra, Ninguém Sai’

Comédia nacional dirigida por Hsu Chien, onde um grupo de personagens aleatórios acaba confinado em um motel devido a uma suposta pandemia originada neste local. Vivendo às custas do governo em um motel, o que pode dar errado?

2 – ‘Elis’

Filmaço em que Andréia Horta dá vida à Elis Regina, uma das maiores cantoras brasileiras de todos os tempos.

1 – ‘O Rei da TV’

A impressionante história de vida de um dos maiores comunicadores do Brasil é contada nessa série, que mostra desde quando Sílvio Santos se torna camelô nas ruas do Rio e, com sua sagacidade, vai crescendo na vida até ter seu próprio programa e canal de televisão: o SBT

Kevin Smith diz que Tom Cruise faria um ótimo Wolverine

Mais cedo nesta semana, o diretor Kevin Smith se reuniu com o colaborador Marc Bernardin para discutir as notícias mais recentes da cultura pop em seu show ‘Fatman Beyond’. E um tópico no qual focaram foi Tom Cruise e a esperança que Smith tem que o ator um dia chegará ao Universo Cinemático Marvel.

“Estou esperando que eles o levem para dentro desse mundo”, Smith explicou. “Tipo, acho ele perfeito para uma das entradas Marvel”.

Smith e Bernardin conversaram bastante sobre a franquia ‘Missão: Impossível’, a qual já ganhou mais duas sequências a serem dirigidas por Christopher McQuarrie e com previsão de estreia para 2021 e 2022.

“Ele tem essa franquia, o que é gigante para ele, mas tipo, você não vai rejuvenescer e, você sabe, esses filmes podem trazer mais vida para uma carreira do c******”, ele acrescentou. “Você consegue imaginar se eles o transformassem em um vilão? Ele seria bom pra c******”.

“Ele daria um ótimo Striker quando rebootarem a franquia ‘X-Men’“, Bernardin sugeriu.

“Não, que se f*** isso. Transforme-o no Wolverine”, Smith respondeu.

Logo depois, eles tiveram outra ideia, que também deu o que falar na entrevista entre os dois. “Faça-o o Sr. Fantástico, Reed Richards!”, Smith falou. “Tom Cruise é perfeito pro papel”.

Apesar das especulações serem ótimas, é preciso ainda que o acordo entre a Disney e a Fox finalmente se feche e os direitos de imagem de vários personagens retornem para a subdivisão Marvel, incluindo os amáveis mutantes e os pertencentes ao ‘Quarteto Fantástico’.

‘Star Wars: A Ascensão Skywalker’: Rey e Kylo Ren estampam novos cartazes oficiais; Confira!

‘Star Wars: A Ascensão Skywalker’ ganhou dois novos cartazes estampando Rey e Kylo Ren.

Confira:

New HQ pictures of Rey and Kylo Ren in The Rise of Skywalker from r/StarWarsLeaks

O filme chega aos cinema nacionais em 19 de dezembro deste ano.

Assista ao trailer:

Dirigido por J.J. Abrams, o novo filme trará o desfecho da nova trilogia.

Os sobreviventes da Resistência enfrentam a Primeira Ordem mais uma vez no capítulo final da saga Skywalker.

O grandioso elenco conta com Daisy Ridley, Adam Driver, John Boyega, Oscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall Gleeson, Kelly Marie Tran, Joonas Suotamo, Billie Loud, Naomi Ackie, Richard E. Grant, Kery Russell e os veteranos Mark Hamill e Billy Dee Williams.

Carrie Fisher também aparecerá como a General Leia Organa através do uso de imagens nunca antes divulgadas de ‘O Despertar da Força‘.

Cine Retrô | ‘Cidadão Kane’ e a perfeição cinematográfica

‘Cidadão Kane’ é, sem qualquer sombra de dúvida, um dos filmes mais controversos de todos os tempos, além de insurgir como um clássico atemporal que ditou as regras até mesmo do cinema contemporâneo. E o mais interessante é que não apenas a sua construção fílmica é extremamente envolvente, mas toda a backstory envolvendo a produção é misteriosa e digna também de ganhar sua própria adaptação para as telonas. Afinal, em plena II Guerra Mundial, no qual os ideais de patriotismo e nacionalismo encontravam extremismos e barreiras muito além do que se poderia imaginar, criar uma narrativa que se opusesse a um dos nomes mais poderosos da indústria da comunicação da época não era algo a ser abraçado por qualquer pessoa – e as drásticas consequências que acometeram o longa-metragem apenas reafirmam a sua grande importância para a História.

É importante ter em mente que o jovem Orson Welles, com seus meros vinte e seis anos de idade, provinha de uma onda de construções artísticas muito questionáveis pela crítica e pelo conservadorismo da época – e talvez a coragem com a qual comandava seus projetos foi o que lhe permitiu total independência para a realização de ‘Cidadão Kane’. Welles vinha do teatro, no qual dirigira uma versão com elenco totalmente negro de ‘Macbeth’, uma das tragédias mais famosas de William Shakespeare, além de ter causado uma comoção generalizada com a adaptação radiofônica de ‘Guerra dos Mundos’, de H.G. Wells, no dia 31 de outubro de 1938. Tal releitura do clássico romance deu origem às produções ultrarrealistas e trouxe o pânico para a sociedade norte-americana, crente de que o país estava sendo invadido por alienígenas.

Entretanto, o maior desafio de Welles chegaria três anos mais tarde, ao ser contratado pelos estúdios RKO para dirigir uma cinebiografia livremente inspirada na vida de um dos maiores magnatas dos meios de comunicação dos Estados Unidos, o empresário William Randolph Hearst. E é justamente aqui que dois mundos totalmente opostos se chocam: o cineasta sempre teve apreço pela polêmica, e com o filme em questão não faria muito diferente; em mãos, ele possuía a oportunidade de traduzir a partir de uma perspectiva muito ácida a história de Hearst, que ficou conhecido por resgatar o jornal comandado pelo pai das ruínas e dar início à “imprensa marrom” – como ficou conhecida as matérias sensacionalistas que circularam pelos newspaper desde a década de 1940. A megalomania de Hearst e seu desejo pela manipulação abriram margem para que inúmeras notícias falsas, às vezes criadas pela própria mente deturpada, fossem espalhadas sem qualquer filtro a quem estivesse interessado em ouvir.

E com isso, Charles Foster Kane (interpretado pelo próprio Welles) ganhou as telas, em uma representação clara do empresário – e mais assustador ainda, divulgando o quanto o diretor conhecida sobre a vida e os podres de Hearst. Em uma macro-conjuntura, a história de Kane é uma sátira anacrônica que, em termos narrativos, segue o simples padrão de ascensão e queda de uma celebridade movida pela ambição e cuja ruína vem pelos próprios meios. O anti-herói foge aos convencionalismos do protagonismo cinematográfico e serve de exemplo para a ostentação, o luxo descabido e o sucesso advindo de mentiras, traições e manipulações constantes – e isso não se restringe apenas a ele, mas também a todos que o acompanharam.

É importante ressaltar que Welles tinha plena liberdade como diretor, autor e produtor: movido pelas vanguardas de final de século da Europa e pela busca de novas técnicas de filmagem que procuravam fornecer uma nova perspectiva para o cinema norte-americano, ele conseguiu transformar sua própria obra em uma investida avant-garde que influenciaria inúmeros outros nomes da esfera do entretenimento – e não, não estou exagerando ou fazendo apologias forçadas: ser considerado o melhor longa-metragem de todos os tempos é um título incontestável por uma série de razões.

Ao contrário do que muitos podem imaginar, a narrativa não começa do modo convencional: em conjunto com Herman J. Mankiewicz, Welles orquestrou o seu roteiro de modo a fugir da cronologia passado-presente, mergulhando em uma narrativa fragmentada (ratificada pela própria montagem). Em outras palavras, a primeira cena do filme é a morte de Kane, trancafiado e solitário em sua mansão, onde murmura a misteriosa palavra Rosebud antes de encontrar seu fim. O que muitos podem chamar de furo do roteiro – visto que o personagem estava sozinho -, eu, pessoalmente, encaro como um profundo mergulho nesse cosmos: pois, logo depois, um jornalista aparece determinado a entender sua história e o significado do vocábulo, entrando em uma jornada através da infância, adolescência e vida adulta do empresário.

A estrutura não-linear viaja inúmeras vezes no tempo em múltiplas perspectivas que, para a época, representavam um avanço incomensurável e que voltaria à moda após a virada do século – de forma mais palpável, é possível ver essa multiplicidade em séries contemporâneas como ‘13 Reasons Why’, que parte da história microcósmica de cada um dos personagens envolvidos. Ainda que traga o protagonista em foco em grande parte, outros nomes aparecem para dar mais apoio ao “furo de reportagem”, incluindo Susan Alexander Kane (Dorothy Comingore), equivalente a Marion Davies, esposa de Hearst, e James W. Gettys (Ray Collins), que emerge como um tutor do futuro jornalista. Todo o escopo é uma simples amostra que se aprofunda a cada cena construída de como realidade e ficção encontram pontos convergentes quando postas lado a lado.

‘Cidadão Kane’ não é apenas uma obra-prima pela coragem e ironia com a qual tratou um tema bastante peculiar e perigoso – que transformou o próprio Hearst como inimigo de Welles. “Kane teria aceitado.”, ele disse ao magnata quando este simplesmente se recusou a ir à estreia do filme e armou um boicote que o tornou um fracasso total de bilheteria. O ambicioso projeto também trouxe inovações técnicas que seriam emuladas com toda a certeza, além de unir estéticas predecessoras de essencial importância: o expressionismo, provindo principalmente de F.W. Murnau, é traduzido pelas construções imagéticas do diretor de fotografia Gregg Torland, o qual se utiliza de jogos de luz e sombra para aumentar a complexidade da personalidade dos personagens, mantendo sempre um lado do rosto escurecido em detrimento da verdade e da clareza dialógica – e surpresa, surpresa: tais investidas seriam base para o cinema noir de alguns anos mais tardes.

A expressividade do próprio cenário fornece uma nova perspectiva para os diretores de artes e cenógrafos: a utilização do teto é e extrema importância para conversar diretamente com a megalomania e as tendências psicóticas e tirânicas do protagonista – a sequência de seu discurso preza por um teto baixo que indica opressão ditatorial, expandindo a metalinguagem para a conjuntura sociopolítica da época e colocando a persona da qual faz menção em uma saia justa propositalmente hilária.As técnicas de filmagem também encontram um novo espaço: Welles introduziu a grande profundidade de campo para sua obra e a utilização desenfreada do plano-sequência. Quando a narrativa migra para a infância de Kane, o diretor orquestra uma longa cena que se inicia com o jovem protagonista brincando na neve e, à medida em que a câmera se afasta, mostrando sua morada campesina e dois supostos tutores conversando com a mãe, Mary Kane (Agnes Moorehead), o foco permanece o tempo inteiro e permite que o espectador se sinta mais próximo de cada um dos personagens que são apresentados.

Os efeitos visuais e especiais também não deixam a desejar – e, diferente de outras obras fílmicas, essa aqui não envelheceu de um jeito ruim, mas tornou-se clássica pelos motivos apresentados acima. Welles encontrou um modo de elevar a maquiagem de envelhecimento para outro nível, tornando-a mais realista e que também serviria de base para as modelagens em 3D e para os pontos sensoriais do cinema digital: o diretor e roteirista interpreta, exceto na fase juvenil, todas as fases de Kane, e consegue traçar paralelos e diferenças entre uma personalidade corrompida pela ambição e que, paradoxalmente, reflete com nostalgia um apego pelo passado, onde tudo era mais simples. As estratégias de fluidez para a montagem insurgem com a sobreposição de imagens, criando ilusões tão realistas que chegam a confundir o público sobre a veracidade das informações do filme mais de uma vez.

É claro que um produto como este não insurgiria em bons olhos por todos. Ainda que a crítica tenha ovacionado desde a época do seu lançamento, Hearst, dito anteriormente, organizou um boicote para a estreia do filme e para suas consecutivas semanas em cartaz, chegando até a ameaçar os cinemas que ousassem transmiti-lo de não divulgar mais suas programações nos jornais que controlava. Até mesmo na cerimônia do Oscar do ano seguinte as coisas não foram tão bem quanto o esperado: mesmo com oito indicações, incluindo Melhor Filme e Melhor Montagem, Welles levou para casa a estatueta de Melhor Roteiro Original junto com Mankiewicz, e desde então nunca mais obteve o mesmo sucesso na indústria fílmica como durante aquela época.

Justiça seja feita, Welles e ‘Cidadão Kane’ encontraram o pódio tão aguardado em 1970, quando a Academia condecorou o cineasta com o Oscar honorário, e quinze anos depois, em celebração ao centenário do cinema, o longa foi considerado o melhor de todos os tempos pelo American Film Institute – e ainda que sua posição seja ameaçada, talvez, por ‘O Poderoso Chefão’, nenhum outro longa conseguiu desbancá-lo do patamar, reafirmando sua importância e sua atemporalidade.

‘The Umbrella Academy’: Netflix divulga vídeo com as melhores lutas do Número 5

A 2ª temporada de ‘The Umbrella Academy’ estreou há alguns dias e, agora, a Netflix divulgou um novo vídeo promocional com as melhores cenas de luta protagonizadas por Número 5 (Aidan Gallagher).

Confira:

Criada por Jeremy Slater (‘The Exorcist‘), a série é baseada nos quadrinhos criados por Gerard Way e pelo brasileiro Gabriel Bá.

A trama acompanha uma família disfuncional de super-heróis que  se reúne para solucionar o mistério da morte de seu pai, uma ameaça de apocalipse e muito mais.

O elenco inclui Ellen Page, Robert Sheehan, Tom Hopper, David Castañeda, Aidan Gallagher, Emmy Raver-Lampman, Mary J. BligeCameron Britton.

‘The Wilds: Vidas Selvagens’: Conheça o elenco da nova série da Amazon!

A série de sobrevivência ao estilo de ‘Lost’, intitulada ‘The Wilds: Vidas Selvagens’, já está disponível na Amazon Prime Video. Para promovê-la, a plataforma de streaming divulgou um novo vídeo de bastidores apresentando o elenco protagonista.

Assista abaixo:

Parte drama de sobrevivência, parte festa do pijama distópica, The Wilds segue um grupo de meninas adolescentes de diferentes origens que devem lutar pela sobrevivência depois que um acidente de avião as deixa em uma ilha deserta. As garotas brigam e se unem enquanto aprendem mais umas sobre as outras, os segredos que guardam e os traumas que todas enfrentaram. Há apenas uma reviravolta neste drama emocionante… Essas meninas não acabaram nesta ilha por acidente.

Sarah Streicher (‘Demolidor’) entra como roteirista principal e produtora executiva ao lado da ABC. Amy B. Harris (‘Sex and the City’) serve como showrunner.

Rachel Griffiths, David Sullivan, Troy Winbush, Sophia Ali, Sarah Pidgeon, Jenna Clause e Erana James estrelam a produção.

‘A Escavação’: Conheça a história real por trás do novo filme com Ralph Fiennes e Carey Muligan

O aclamado drama ‘A Escavação‘ (The Dig) estreou no catálogo brasileiro da Netflix e, agora, a plataforma de streaming divulgou um vídeo de bastidores contando a história verdadeira por trás do longa-metragem.

Confira:

Na trama, às vésperas da Segunda Guerra Mundial, uma viúva inglesa faz uma descoberta histórica ao contratar um arqueólogo amador para escavar misteriosas formações em suas terras.

Dirigido por Simon Stone, o longa é baseado no livro homônimo escrito por John Preston.

Às vésperas da Segunda Guerra Mundial, uma rica viúva (Carey Mulligan) contrata um arqueólogo amador (Ralph Fiennes) para escavar sepultamentos ancestrais em sua propriedade. Ao fazerem uma descoberta histórica, os ecos do passado ressoam em um futuro de incertezas.

Lily James, Johnny Flynn, Ben Chaplin e Ken Scott completam o elenco.

Família luta para sobreviver em Marte no trailer de ‘Settlers’; Confira!

IFC Films divulgou hoje (17) o trailer oficial de ‘Settlers’, novo thriller sci-fi sobre um grupo de humanos que luta para sobreviver e colonizar Marte.

Confira:

O filme foi dirigido por Wyatt Rockefeller.

Os primeiros colonizadores da fronteira de Marte fazem o que for preciso para sobreviver aos elementos cósmicos que o cercam e uns aos outros nessa aventura arrepiante.

Sofia Boutella, Jonny Lee Miller e Brooklynn Prince estrelam.

‘Settlers’ tem estreia marcada em VOD para o dia 23 de julho, ainda sem previsão de lançamento no Brasil.

‘1883’: Pré-sequência de ‘Yellowstone’ ganha trailer oficial e data de estreia; Confira!

Paramount+ divulgou o primeiro trailer oficial de ‘1883’, pré-sequência do aclamado drama ‘Yellowstone’.

Além disso, foi revelado que a série tem estreia agendada para 19 de dezembro na plataforma de streaming.

Confira:

‘1883’ segue a família Dutton à medida que embarcam em uma jornada oeste adentro através das Grandes Planícies, em direção ao último bastião da América selvagem. É uma narrativa que reconta a expansão estadunidense e um estudo intenso de uma família que foge da pobreza em busca de um futuro melhor na terra prometida: Montana.

Taylor Sheridan, criador da série original, retorna para o spin-off e entra como produtor ao lado de John Linson, Art Linson, David Glasser, Ron Burkle Bob Yari.

O elenco conta com Sam ElliottFaith HillTim McGrawBilly Bob Thornton.

‘Choose Love’: Netflix anuncia nova rom-com interativa estrelada por Laura Marano

Netflix anunciou recentemente um novo e ambicioso projeto intitulado ‘Choose Love’, a primeira comédia romântica interativa da plataforma de streaming em que o público pode decidir o destino de cada um dos personagens (via THR).

As informações indicam que Laura MaranoAvan JogiaScott Michael FosterJordi Webber irão estrelar a produção.

Stuart McDonald (‘Crazy Ex-Girlfriend’) comanda o longa-metragem, que traz Robyn SnyderDeborah EvansMel TurnerAxel Paton como produtores.

Josann McGibbon, de ‘Descendentes’‘Noiva em Fuga’, assina o roteiro e também entra como produtora executiva.

A produção irá oferecer ao público a habilidade de decidir que jornada os personagens principais terão através de um enredo romântico, tomando decisões que criam uma variedade de tramas únicas e múltiplos finais.

A narrativa é centrada em uma engenheira de gravação chamada Cami (Marano), que, aparentemente, tem tudo o que sempre desejo, incluindo uma vida de bênçãos ao lado do novo namorado, Paul. Mas ela sente que algo está faltando – e é aí que entram os dilemas e as escolhas. E se ela estiver perdendo uma carreira ainda melhor, talvez a de cantora, abandonada há vários anos? E se Paul não é o amor de sua vida, e sim Rex Galier (Jogia), o sexy astro do rock britânico que a encanta assim que entra em seu estúdio? Ou poderia ser Jack Menna (Webber), seu primeiro amor e “aquele que escapou”, o idealista viajante do mundo que volta para casa e está pronto para reacender uma jovem paixão?

Virginia Patton Moss, estrela de ‘A Felicidade Não se Compra’, morre aos 97 anos

A atriz Virginia Patton Moss, conhecida por seu trabalho no clássico ‘A Felicidade Não se Compra’, morreu no último dia 18 de agosto aos 97 anos.

Moss era o último membro do elenco adulto do longa-metragem.

A triste notícia foi revelada por Karolyn Grimes, que interpretou a jovem Zuzu Bailey no filme. Grimes prestou homenagem em sua página oficial do Facebook, escrevendo: “temos um novo anjo! Virginia Patton Moss. Ela tinha 97 anos. Ela, agora está com seu amado [marido] Cruse [W. Moss]. Ela fará falta!”.

Moss começou sua carreira como estudante na Universidade do Sul da Califórnia, onde trabalhou em peças e tinha pequenos papéis em projetos cinematográficos.

Em 1946, foi selecionada pelo diretor Frank Capra para viver Ruth Dakin Bailey, esposa de Harry Bailey (Todd Karns), em ‘A Felicidade Não se Compra’. Seus outros créditos incluem ‘The Burning Cross’‘A Double Life’, em 1947; ‘Black Eagle’, em 1948; e ‘The Lucky Stiff’, em 1949, que se configurou como seu último papel antes da aposentadoria.

Pouco depois, casou-se com Cruse e deu início a uma carreira de empreendorismo, além de lecionar no Museu de Arte da Universidade de Michigan.

‘Nada de Novo no Front’: Novo vídeo de bastidores revela como o drama de guerra foi criado; Confira!

O drama de guerra ‘Nada de Novo no Front‘ (All Quiet on the Western Front) já chegou à Netfix e, agora, a plataforma de streaming divulgou um novo vídeo promocional contando como a narrativa foi criada.

Confira:

Dirigido por Edward Berger, o longa é baseado no best-seller homônimo de Erich Maria Remarque.

A trama conta a emocionante história de um jovem soldado alemão durante a Primeira Guerra Mundial. Nas trincheiras, lutando pelas próprias vidas, Paul e seus colegas sentem como a euforia inicial da guerra se transforma em desespero e medo.

O elenco conta com Daniel Brül, Felix Kammerer, Albrecht Schuch, Aaron Hilmer, Edin Hasanovic e Devid Striesow.

Crítica | 1ª parte da 3ª temporada de ‘The Witcher’ foca em tensões políticas e muita AÇÃO

Em 2019, a Netflix dava início a uma de suas empreitadas mais ambiciosas – a adaptação seriada de ‘The Witcher’, baseada nos romances homônimos de Andrzej Sapkowski. E, apesar de uma desequilibrada temporada de estreia, o contínuo investimento na produção nos presenteou com um segundo ciclo muito sólido, recheado de boas aventuras e de reviravoltas soberbas. Mas será que a série criada por Lauren S. Hissrich conseguiria manter o momentum com a vindoura e antecipada terceira iteração?

Para a nova leva de episódios, a gigante do streaming apostou em uma divisão aos moldes de ‘Stranger Things’: os cinco primeiros capítulos seriam disponibilizados no final de junho, enquanto os três restantes, no mês seguinte – talvez como forma de amenizar a já confirmada saída de Henry Cavill como Geralt de Rivia. E, apesar do gostinho agridoce que nos prepara para a despedida do ator, o conjunto inicial é marcado por intrigas políticas, tensões bélicas e muitas cenas de ação que devem agradar aos fãs dos livros originais. Além do cuidado estético e técnico, é sempre ótimo revisitar esse fantasioso mundo e se deleitar com um elenco de peso que continua não perdendo a mão na hora de entregar performances valiosas.

Diferente das iterações predecessoras, a terceira temporada é marcada por uma melancolia derradeira, que acompanha os protagonistas desde os primeiros minutos: Geralt, Yennefer (Anya Chalotra) e Ciri (Freya Allan) fogem de seus inimigos, sendo obrigados a se mudar constantemente para não serem achados – e para que forças malignas, élficas ou humanas, coloquem a mão em Ciri, cujo poder se tornou artigo de troca entre os poderosos. Entretanto, eles também devem lidar com problemas entre si; afinal, Geralt e Yennefer não estão em bons termos depois que a feiticeira o enganou quanto em suas verdadeiras intenções com Ciri – que, por sua vez está sendo orientada por Yennefer para desenvolver suas habilidades mágicas. Enquanto isso, Ciri e Geralt continuam a navegar pela complexa relação “pai-filha” à medida que enfrentam perigos inimagináveis.

Como se não bastasse, a frágil paz que existe no Continente está ameaçada pela própria existência de Ciri – cujo destino está atado a uma profecia milenar. A jovem tem um alvo em suas costas e, por essa razão, é assistida de perto por Geralt e Yennefer; mas isso não impede que forças élficas e humanas arquitetem os próprios planos para capturá-la e usá-la como bem entender. Ora, até mesmo o pai de Ciri, o Imperador Emhyr (Bart Edwards), participa dessa caçada, o que torna tudo mais complicado. Logo, é notável como a narrativa, que já foi apresentada e explorada nos capítulos passados, agora tem liberdade o suficiente para tomar seu tempo e abrir ramificações mais específicas.

Comentar sobre o trabalho do elenco soa desnecessário, visto que cada um dos atores e atrizes entrega-se de corpo e alma aos personagens que encarnam. Cavill é o centro de nossa atenção, embebido em uma letárgica visão de mundo que começa a dar ares de simpatia por Ciri e de um complexo e controverso amor por Yennefer; o astro nutre de uma química invejável com Chalotra e Allan, ambas amadurecidas dentro de seus próprios arcos e com uma força descomunal que trazem às telinhas. E é claro que não poderíamos deixar de mencionar a performance de Jaskier (Joey Batey), nosso adorado bardo que sai das sombras de Geralt para perseguir os próprios sonhos e continuar como um dos favoritos do público.

Outro aspecto que merece aplausos é o roteiro: Hissrich, acompanhada de uma competente equipe criativa, nos guia por um enredo sombrio e nebuloso, que não pensa duas vezes antes de destilar reviravoltas e acontecimentos chocantes, cliffhangers motivadores e um bem-vindo suspense que toma força a partir do quarto episódio. A ideia, aqui, é revelar as engrenagens políticas e ideológicas que se escondem por trás dos líderes do Continente – e quem controla quem. Afinal, é notável o peso dramático que paira sobre um status quo em frangalhos e de que forma isso premedita os eventos futuros. A confiança se tornou uma relíquia a ser resguardada; todos estão contra todos e não há acordo de paz que consiga selar a trégua entre membros até mesmo da própria aliança.

A temporada encontra sucesso em sua completude, ainda que alguns deslizes existam: temos desavenças rítmicas ou extensões cansativas de um mesmo núcleo que mancham um pouco a nossa experiência, mas nada que consiga ofuscar o brilho da nova temporada. Até mesmo as investidas técnicas melhoraram, afastando-se da inebriante paleta de cores monocromática ou dos efeitos visuais execráveis e dando espaço a um comprometimento visível.

A primeira parte do terceiro ciclo de ‘The Witcher’ serve como ótima continuidade aos eventos do passado e acerta em cheio em quase todos os pontos. O gostinho amargo existe, mas não pela perda de potencial, e sim por saber que, muito em breve, seremos forçados a dar adeus a Cavill como o icônico bruxo – motivo pelo qual somos levados a apreciar com muito mais carinho esse ótimo encerramento (ao menos até agora).

‘Hazbin Hotel’: Animação adulta do Prime Video e da A24 ganha novo cartaz e data de estreia!

Foi divulgado um cartaz inédito de ‘Hazbin Hotel’, animação adulta produzida pela A24 e que é ambientada no Inferno.

Além disso, foi revelado que a série chega ao catálogo do Prime Video em 19 janeiro de 2024.

Confira, junto ao primeiro teaser:

Vivienne Medrano entra como criadora, roteirista e diretora.

A história gira em torno de Charlie, a Princesa do Inferno, e sua tentativa quase impossível de transformar seus servos demoníacos em empáticos ajudantes para dar um jeito em seu reino caótico, violento e superpopulado. Com a ajuda de sua devota parceira Vaggie, a atriz Angel Dust e uma poderosa entidade conhecida como Demônio do Rádio, Charlie convida pecadores sinistros de todas as descrições para fazer parte do Hotel Hazbin e, com sorte, migrar para o Paraíso.

Erika Henningsen, Stephanie Beatriz, Blake Roman, Amir Talai, Keith David, Alex Brightman, Kimiko Glenn, Joel Perez e Christian Borle fazem parte do elenco de dublagem.

Medrano produziu e lançou o episódio piloto no YouTube no final do ano passado, conquistado mais de 40 milhões de visualizações.

Assista:

MENOS DE UM MÊS NOS CINEMAS! ‘Furiosa: Uma Saga Mad Max’ já ganha data nas plataformas digitais

Aclamado pela crítica e pelo público, ‘Furiosa: Uma Saga Mad Max’ continua em exibição nos cinemas mundiais – mas já tem data para chegar às plataformas digitais.

Segundo o World of Reel, o longa-metragem será lançado em serviços como Apple TV e Google Play no próximo dia 25 de junho – pouco mais de um mês desde sua estreia nas telonas.

Apesar da sólida recepção, o longa, estrelado por Anya Taylor-Joy (‘O Gambito da Rainha’) e Chris Hemsworth (‘Thor’), vem se provando um grande fracasso de bilheteria ao redor do mundo, tendo estreado com apenas US$59 milhões e, por enquanto, tendo arrecadado apenas US$74,7 milhões (contra um orçamento de US$168 milhões).

Para termos de comparação, ‘Mad Max: Estrada da Fúria‘ arrecadou US$ 45.4 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA, em 2015. O longa fechou sua passagem pelos cinemas com US$ 380.4 milhões arrecadados mundialmente.

Crítica | Furiosa: Uma Saga Mad Max: Anya Taylor-Joy brilha em uma odisseia vingativa, cercada pela devastação da humanidade

Confira nossa crítica em vídeo e siga o CinePOP no Youtube:

Estrelado por Anya Taylor-Joy e Chris Hemsworth, e dirigido pelo genial diretor vencedor do Oscar, George Miller, Furiosa: Uma Saga Mad Max é o aguardado retorno ao icônico mundo distópico criado pelo cineasta australiano há mais de 30 anos com os seminais filmes ‘Mad Max‘. Miller surpreende mais uma vez com uma nova aventura de ação original e autônoma que vai revelar as origens da poderosa personagem do sucesso global, vencedor de seis prêmios Oscar, ‘Mad Max: Estrada da Fúria‘. 

Quando o mundo entra em colapso, a jovem Furiosa é sequestrada do Green Place das Muitas Mães e cai nas mãos da horda de motoqueiros liderada pelo Senhor da Guerra Dementus. Vagando pelo deserto condenado, eles encontram a Cidadela controlada por Immortan Joe. Enquanto os dois tiranos lutam por poder e controle, Furiosa terá que sobreviver a muitos desafios para encontrar e trilhar o caminho de volta para casa.
Anya Taylor-Joy estrela o papel-título e, com Hemsworth, o filme também é estrelado por Alyla Browne e Tom Burke. 

‘Sintonia de Natal’: Nova comédia romântica da Netflix ganha cartaz INÉDITO; Confira!

A Netflix divulgou um cartaz inédito da comédia romântica ‘Sintonia de Natal‘ (Meet Me Next Christmas).

Confira, junto ao trailer, e siga o CinePOP no Youtube:

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A produção será lançada na plataforma no dia 6 de novembro.

Em busca de um romance de contos de fadas, Layla precisa correr por Nova York com a ajuda de um funcionário simpático e bonitão para conseguir o ingresso mais disputado da cidade: o show de Natal do Pentatonix.

Rusty Cundieff é responsável pela direção.

O elenco conta com Christina Milian, Devale Ellis, Kofi Siriboe e Kalen Allen.

Danielle Deadwyler irá estrelar e produzir adaptação do CLÁSSICO romance ‘A Rua’

Segundo o Deadline, a aclamada atriz Danielle Deadwyler (‘Till’) está desenvolvendo uma adaptação cinematográfica do elogiado e clássico romance ‘A Rua’, assinado por Ann Petry.

Além de entrar como produtora ao lado de Alix MadiganMichael Sherman, Deadwyler irá estrelar o longa-metragem.

Gina Atwater (‘Westworld’) também está a bordo do projeto como roteirista e produtora executiva.

Relançado em 2022, o romance de estreia de Petry ocorreu em 1946 e foi o primeiro livro de uma mulher negra a vender mais de um milhão de cópias. O livro conta a história angustiante da jovem mulher negra Lutie Johnson (Deadwyler) e sua luta espirituosa para criar seu filho em meio à violência, pobreza e dissonância racial do Harlem no final dos anos 1940.

Em uma declaração que acompanhou o anúncio do desenvolvimento, Deadwyler disse:

“’A Rua‘, de Ann Petry, abalou minha compreensão sobre a maternidade, as experiências de vida familiar negra e americana sobre como sobreviver (historicamente) e as emoções latentes que se desenvolvem junto com o otimismo murcho e a esperança sombria do sonho americano”.

Mais detalhes não foram divulgados.

Confira o INCRÍVEL trailer de ‘Extermínio 4: O Templo dos Ossos’

A Sony Pictures divulgou o primeiro trailer oficial da aguardada sequência ‘Extermínio 4: O Templo dos Ossos‘.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Nia DaCosta (‘A Lenda de Candyman’) é responsável pela direção.

Sucesso nos cinemas, o terceiro filme conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 150 milhões nas bilheterias mundiais – o representa quase três vezes o valor de seu orçamento – que girou em torno de US$ 60 milhões.

Além de ter entrado para o TOP 15 das maiores arrecadações do ano, o filme também subiu para o TOP 4 das maiores bilheterias do gênero em 2025 – atrás apenas de ‘Jurassic World: Recomeço‘ (US$718.3M), ‘Pecadores‘ (US$365.8M) e ‘Premonição 6: Laços de Sangue‘ (US$150M).

O Templo dos Ossos‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia dia 15 de janeiro de 2026.

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Zeca Pagodinho, Alcione e Jorge Aragão se reúnem com a turnê O Maior Encontro do Samba

O samba é o Brasil traduzido em ritmo. Talvez por isso atravesse gerações sem envelhecer: não pertence a um tempo específico, mas a um modo de ser, de sentir e de deixar a vida levar.

Em 2026, a 30e, maior companhia brasileira de entretenimento ao vivo, cria o encontro de três das maiores vozes que ajudaram a escrever essa história para celebrar uma trajetória que nunca acaba na turnê Zeca Pagodinho & Alcione & Jorge Aragão – O Maior Encontro do Samba.

Os shows passarão por sete cidades brasileiras e contarão com participações especiais de importantes nomes da música em cada uma delas. São eles: Martinho da Vila, Seu Jorge, Péricles Alexandre Pires. Como atração de abertura da tour, o público recebe o espetáculo Arlindinho canta Arlindo Cruz, um tributo à obra da figura emblemática do samba, que marcou gerações e será homenageada com interpretações de seus clássicos na voz do filho. A estreia será no Rio de Janeiro em 6 de junho, seguida por São PauloBrasíliaCuritibaPorto Alegre e Belo Horizonte, e encerrando a série de apresentações em Salvador (confira abaixo mais informações sobre datas e locais). O evento é apresentado pelo Itaú, que oferece pré-venda exclusiva para seus clientes a partir de 8 de fevereiro, disponível até as 20h do dia 10 de fevereiro. A venda geral começa em 11 de fevereiro, ao meio-dia, exclusivamente pelo site da Eventim.

Juntos, Zeca Pagodinho, Alcione & Jorge Aragão somam mais de 150 anos de carreira e um repertório que se tornou trilha sonora de uma nação. Zeca Pagodinho é sinônimo de espontaneidade, encontro e boas conversas. “Se fosse sozinho, eu não faria”, divertiu-se o cantor em uma das oportunidades em que se reuniram para falar sobre a turnê. Já Alcione representa força, autenticidade e presença — daquelas que não pedem licença para brilhar. “Encontrar essa galera aqui é festa. Vai ser um show que vai dar prazer”, comenta a eterna Marrom. Jorge Aragão é o poeta elegante, de sorriso largo e de versos que atravessam o tempo. “Vai ser uma felicidade. Nos encontrarmos é cotidiano; aqui é amizade mesmo. Temos muito trabalho pela frente, mas, se pudesse, mais do que cantar, ficaria mais admirando os dois”, diz o artista,  expressando a sensação de ter no palco os amigos (e também ídolos) de longa data. Personalidades distintas, mas complementares, que fazem com que o público se sinta próximo de cada um. “Vamos apresentar quem somos. Estamos felizes de poder agregar isso à nossa história”, finaliza Aragão.

Essa sensação de intimidade é justamente o fio condutor da turnê O Maior Encontro do Samba. Com a direção musical de Pretinho da Serrinha, o espetáculo reunirá, pela primeira vez, os três artistas no palco ao mesmo tempo e em uma só turnê. Os ícones do samba dividirão os vocais em canções que marcaram suas trajetórias e em clássicos presentes durante várias gerações, em uma celebração coletiva da música brasileira.

“O samba sempre foi sobre encontro, afeto e histórias compartilhadas. Colocar Zeca Pagodinho, Alcione e Jorge Aragão juntos no palco é materializar tudo isso em um espetáculo único. Esse projeto traduz muito do que a 30e acredita: experiências que conectam pessoas, respeitam a trajetória dos artistas e celebram a cultura brasileira em sua forma mais autêntica”, afirma Carol Pascoal, vice-presidente de Marketing e Comunicação da 30e.

Os convidados desta turnê complementam essa festa. Martinho da Vila participa da estreia, no Rio de Janeiro (6/6, Maracanã), e do show em São Paulo (20/6, Allianz Parque)Seu Jorge é o convidado da apresentação em Brasília (19/9, Arena BRB Mané Garrincha). Em Curitiba (7/11, Ligga Arena), o trio recebe Alexandre Pires e Martinho da Vila. Já em Porto Alegre (14/11, Estádio Beira-Rio), a participação especial é de Péricles. A cidade de Belo Horizonte (28/11, Estádio Mineirão) em breve terá o seu convidado revelado. No encerramento da turnê, em Salvador (19/12, Casa de Apostas Arena Fonte Nova)Martinho da Vila volta a dividir o palco com Zeca Pagodinho, Alcione e Jorge Aragão.

A direção artística da turnê é assinada por Leninha Brandão, que trabalhou no DVD Zeca Pagodinho – 40 anos (Ao Vivo), de 2024, além de projetos com O Rappa, Lulu Santos e mais nomes de prestígio.

O Maior Encontro do Samba celebrará um patrimônio vivo da cultura brasileira por meio de artistas que são seus pilares. O convite para este evento histórico está posto. Como o próprio samba já ensinou, quem não gosta de samba, bom sujeito não é. E, em 2026, o Brasil inteiro está convidado a provar dessa sensação ao vivo.

Jimmy Tatro é CONFIRMADO como Gorila Grodd na série derivada de ‘Superman’, focada no Jimmy Olsen

De acordo com o Deadline, Jimmy Tatro (‘Pânico 7’) foi oficialmente confirmado no elenco de ‘DC Crime‘, série derivada de ‘Superman‘ focada no Jimmy Olsen (Skyler Gisondo) – o icônico fotógrafo do Planeta Diário.

O ator dará vida a Gorila Grodd. O personagem é “um macaco telepata hiperinteligente que tentou governar tanto o mundo dos símios quanto o dos humanos, embora o Flash tenha frustrado seus planos com frequência”.

A produção está sendo descrita como documentário do gênero true crime.

O site Nexus Point News divulgou recentemente alguns detalhes adicionais, revelando que a produção — que inicialmente estava prevista para ocorrer simultaneamente à de ‘O Homem do Amanhã‘ — acontecerá em Atlanta entre agosto e outubro. Isso significa que as gravações da produção derivada de  começarão logo após o término dos trabalhos na sequência de ‘Superman‘.

O site acrescenta que questões orçamentárias atrasaram a aprovação da série, mas o processo de escalação do elenco já está em andamento, inclusive para o papel de Grodd. Atores com experiência em comédia estão sendo cotados para dublar o personagem, o que sugere que o spin-off terá um tom parecido ao de ‘Pacificador‘.

‘Superman’: Skyler Gisondo fala sobre viver Jimmy Olsen e o carinho inesperado dos fãs: “Tem sido emocionante”

A DC Studios também planeja escalar outros personagens com superpoderes e um advogado; o site acredita que isso pode ser um indício de que Grodd será levado a julgamento. Por enquanto, não há nada que sugira uma aparição do Flash na atração.

A série será escrita, produzida e dirigida por Dan Perrault e Tony Yacenda, dupla criadora do aclamado documentário em tom de sátira American Vandal.

James Gunn e Peter Safran, copresidentes da DC Studios, atuarão como produtores executivos, com Galen Vaisman supervisionando o projeto pela DC.

Crítica | James Gunn dá o pontapé inicial do DCU com o ESPETACULAR ‘Superman’

Como assim? James Gunn diz que o Baby Groot faria picadinho do Baby Yoda

Mesmo se tornando um fenômeno entre o público, parece que o Baby Yoda não conseguiu conquistar o coração de James Gunn, diretor de ‘Guardiões da Galáxia‘ e do vindouro ‘O Esquadrão Suicida‘.

Quando um fã perguntou a Gunn quem venceria uma luta entre o Baby Groot e o Baby Yoda, é claro que o cineasta ficou do lado de sua amada árvore alienígena, dizendo:

“Eu só conheço o Baby Yoda como um personagem dos memes. Ele parece o Yoda, mas é só um bebê, então imagino que o Baby Groot faria picadinho dele.”

Confira:

E você, apostaria em qual deles?

Lembrando que Gunn retorna à direção de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3′

De acordo com o We Got This Covered, o diretor foi questionado em suas redes sociais se algum personagem morrerá em ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘, e sua resposta não foi nada agradável.

“Não me lembro de nenhum filme de quadrinhos em que ninguém tenha morrido!”, disse o cineasta.

Considerando as mortes de Groot e Yondu nos filmes anteriores, é de se esperar que a última peça da trilogia seja encerrada com a despedida de um querido personagem.

Anteriormente, Gunn revelou ao Comic Book que a sequência será a despedida de Rocket nas telonas.

Além disso, ele é o único membro dos Guardiões que ainda não morreu de alguma forma. Groot se sacrificou pela equipe, Gamora foi morta por Thanos, e os outros membros ‘morreram’ no estalar de dedos do vilão.

De qualquer forma, ainda há bastante tempo de planejamento, já que o filme não está programado para a próxima fase da Marvel Studios.

‘O Mandaloriano’: Fãs reclamam da ausência de Ahsoka Tano no trailer da 2ª temporada

Desde que Rosario Dawson foi anunciada como intérprete de Ahsoka Tano na 2ª temporada de ‘O Mandaloriano‘, os fãs estão ansiosos para ver sua versão live action pela primeira vez.

Infelizmente, a jedi renegada ficou de fora do trailer da 2ª temporada e é claro que a Disney+ não iria entregar a surpresa assim tão rápido.

No entanto, parece que isso deixou os internautas irritados e alguns chegaram a confundir a personagem de Sasha Banks com a adorada aprendiz de Anakin Skywalker.

Confira as reações:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Lembrando que os novos episódios estreiam em 30 de outubro na plataforma de streaming.

Lembrando que a série já foi renovada para sua 3ª temporada.

Criada por Jon Favreau (do live-action ‘O Rei Leão‘), a série se passa no mesmo universo da franquia ‘Star Wars‘.

A trama se passa depois da queda do Império e antes da insurgência da Primeira Ordem. A narrativa segue a jornada de um artilheiro solitário nos confins da galáxia, longe da autoridade da Nova República.

O elenco conta com Pedro PascalGina CaranoGiancarlo EspositoEmily SwallowCarl WeathersOmid Abtahi, Nick Nolte e Werner Herzog.

‘Snake Eyes’: Scarlett ganha destaque em pôster individual do derivado; Confira!

A Paramount Pictures divulgou um novo pôster individual do aguardado ‘Snake Eyes’spin-off da franquia ‘G.I. Joe’, que estreia nos cinemas nacionais em 22 de julho.

A imagem destaca Scarlett, a personagem vivida por Samara Weaving (‘Casamento Sangrento’).

Confira, junto com o trailer:

Robert Schwentke (‘RED: Aposentados e Perigosos’) é responsável pela direção, a partir um roteiro assinado por Evan Spiliotopoulos (‘O Caçador e a Rainha do Gelo’).

Henry Golding (‘Podres de Ricos’) estrela a produção. O elenco ainda conta com Samara Weaving (Scarlett), Ursula Corbero (A Baronesa), Iko Uwais (Hard Master), Andrew Koji (Storm Shadow) e Haruka Abe.

Snake Eyes esteve em ‘G.I. Joe: A Origem de Cobra‘ (2009) e ‘G.I. Joe: Retaliação‘ (2013), interpretado por Ray Park, e apareceu pela primeira vez na década de 1980, na HQ intitulada ‘G.I. Joe: Um Verdadeiro Herói Americano’.

Ao lado de seu fiel lobo de estimação, Timber, não demorou muito para que Snake Eyes se tornasse um dos personagens mais populares de toda a franquia. 

Henry Golding plays Snake Eyes in Snake Eyes: G.I. Joe Origins from Paramount Pictures, Metro-Goldwyn-Mayer Pictures and Skydance.
Henry Golding on the set of Snake Eyes in Snake Eyes: G.I. Joe Origins from Paramount Pictures, Metro-Goldwyn-Mayer Pictures and Skydance.
Haruka Abe plays Akiko in Snake Eyes: G.I. Joe Origins from Paramount Pictures, Metro-Goldwyn-Mayer Pictures and Skydance.
Andrew Koji plays Tommy in Snake Eyes: G.I. Joe Origins from Paramount Pictures, Metro-Goldwyn-Mayer Pictures and Skydance.

 

‘Esquadrão Suicida’: Ator do filme original RECUSOU convite para o novo filme; Saiba Porque!

Em 2016, Scott Eastwood fez parte do elenco de ‘Esquadrão Suicida‘, mas boa parte do público nem se lembra do seu personagem porque ele não teve nenhum destaque na adaptação.

Em entrevista para o Insider, o astro falou pela primeira vez sobre o assunto e disse que este foi um dos motivos pelos quais ele recusou retornar para o novo filme, dirigido por James Gunn.

O astro ainda disse que David Ayer, que comandou o original, deu bastante espaço para ele, mas boa parte de suas cenas foram excluídas da versão que foi para o cinema

“Eu não sei o que houve durante a pós-produção. Quando eu fui chamado, David [Ayer] me disse: ‘Topa embarcar nessa jornada comigo? Escolhi um personagem durão para você, e acho que ele vai estourar de popularidade. Vai fazer um grande sucesso’. Naquela primeira conversa, eu nem sabia qual era o personagem. O que posso dizer é que David me deu bastante espaço e recebi muito mais amor no corte original do filme.”

Ele continuou:‎

“Eles fizeram esse novo filme e eu fui convidado, mas disseram que não iriam me pagar e ainda não tinham um roteiro pronto. Eu não queria repetir o que foi feito no anterior, eu não queria fazer parte e algo que eu nem sabia o que era. Lembro de conversado com o meu pai [Clint Eastwood] e ele me disse: ‘Se parece que realmente precisam de você e é um bom papel, então faça. Se não, não tenha medo de recusar.”

Quem acompanhas adaptações de quadrinhos sabe que, desde o anúncio oficial do Snyder Cut de ‘Liga da Justiça‘, Ayer vem fazendo campanha para a realização de uma versão alternativa de ‘Esquadrão Suicida‘.

O cineasta tornou pública a sua insatisfação e explicou que seu projeto foi picotado, alegando que a versão que chegou aos cinemas não foi a que ele planejou.

Após o lançamento, o longa foi duramente criticado pela falta de ritmo e de identidade, apesar do estilo explosivo da condução.

Em entrevista ao CinemaBlend, o editor Kevin Hickman se abriu sobre o projeto e revelou de que forma os executivos do estúdio mudaram totalmente a visão que Ayer tinha para a obra.

“O filme que rodamos para ‘Esquadrão Suicida’ estava um milhão de vezes melhor – e era um grande filme de elenco que tinha inúmeros outros personagens que seriam introduzidos e através dos quais explicaríamos a camaradagem criada entre todos eles. Então, ‘Esquadrão Suicida’ era um desafio, porque tínhamos tantos personagens que, em dado momento, mostramos para o estúdio e eles queriam levar as coisas numa direção diferente. [A Warner Bros.] queria que a origem dos personagens acontecesse no início e inserir um nível de comédia no longa”.

Anteriormente, Ayer conversou com a EW e voltou a falar sobre o desejo pelo lançamento do corte original.

“Acredito que os estúdios agora percebem que podem existir versões oficiais e alternativas, e os fãs querem assisti-las. Eles amam os personagens e querem passar mais tempo com eles. As pessoas estão bem mais interessadas em como os filmes são feitos e querem fazer parte dessa jornada. Há espaço para coisas diferentes, versões diferentes, para serem compartilhadas com o público. Acredito que isso ajuda a reforçar nossa conexão com a comunidade. Mas devo dar o crédito para a Warner Bros. por apoiar o Zack [Snyder] e ter a coragem para explorar isso.”

Ele completa, “Eu entendo que faz parte dos negócios, mas é frustrante porque eu realmente fiz um drama profundo e a minha versão foi destruída, pois eles tentaram transformar o filme em um ‘Deadpool’ – o que não era para ser. Então, eu acabo sendo culpado, pois o meu nome está lá. Apesar de não representar o que eu realmente fiz, eu tenho que enfrentar a munição dos críticos e ser um bom soldado. Eu fiz um filme incrível, que acabou assustando os executivos.”

Infelizmente, a presidente e CEO da WarnerMedia, Ann Sarnoff, revelou que eles não pretendem lançar o Ayer Cut.

“Não iremos lançar a versão de David Ayer de Esquadrão Suicida”, afirmou.

‘1899’: Assinantes da Netflix estão completamente CONFUSOS com a nova série dos criadores de ‘Dark’; Confira as reações!

Chegou hoje ao catálogo da Netflix ‘1899’, produção de terror criada por Jantje FriseBaran bo Odar, responsáveis pela aclamada ‘Dark’,

A história acompanha um grupo de imigrantes europeus a bordo de um navio e em busca de uma nova vida em outro país.

No entanto, a jornada toma um rumo inesperado quando se deparam com um navio que havia desaparecido meses antes de sua viagem, e o que eles encontram a bordo transforma a passagem à terra prometida em um pesadelo mortal.

Nas redes sociais, os assinantes que começaram a assistir já estão completamente imersos e confusos com a trama, que promete dar tantos nós na mente quando ‘Dark‘.

E os elogios vão desde à abertura psicodélica, à profundidade e imprevisibilidade do roteiro, ao clima de suspense e às atuações convincentes, elementos que prendem a atenção do público a todo momento.

Confira as reações:

Relembre o trailer:

A produção terá oito episódios e será multilíngue.

A história gira em torno das circunstâncias misteriosas da viagem de um navio de imigrantes da Europa para Nova York. Os passageiros, todos com experiências e nacionalidades diferentes, são unidos pelas esperanças e pelos sonhos de um novo século e um futuro em outro país. Quando descobrem um segundo navio vagando no mar aberto que havia desaparecido meses atrás, a jornada toma um rumo inesperado. O que eles encontram a bordo vai transformar a passagem à terra prometida em um pesadelo mortal, conectando cada um deles a uma teia de segredos.

Aneurin Barnard, Andreas Pietschmann, Miguel Bernardeau e Emily Beecham estrelam.