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Jon Bernthal vai estrelar reboot de ‘Gigolô Americano’

De acordo com o TVLine, Jon Bernthal (‘The Walking Dead’ e ‘O Justiceiro’) vai estrelar o reboot de ‘Gigolô Americano‘, que está sendo desenvolvido pelo canal Showtime.

A série, que recebeu apenas a encomenda de um piloto, está sendo descrita como uma “reimaginação atual” do filme de 1980.

A trama apresentará Julian 18 anos depois de ter sido preso por assassinato, lutando para se encontrar na indústria do sexo em Los Angeles. Em paralelo, ele procura quem armou sua prisão e espera se reconectar com Michelle, seu grande amor.

David Hollander será o roteirista, diretor e showrunner do projeto.

O longa original, estrelado por Richard Gere, acompanhava Julian Kaye, um gigolô para mulheres sofisticadas, ricas e entediadas, que se envolve com Michelle Stratton, uma cliente casada com um político. Enquanto está curtindo sua paixão, Julian é acusado do assassinato de outra cliente, mas devido à profissão que exerce torna-se vulnerável a pagar por um crime que não cometeu. Mesmo Michelle pagando excelentes advogados para defendê-lo, a situação de Julian é no mínimo delicada.

‘Prodigal Son’: Novo serial killer espreita no trailer 2ª temporada; Assista!

A FOX divulgou o novo trailer da 2ª temporada da série ‘Prodigal Son‘.

Confira:

A nova temporada irá estrear em janeiro de 2021.

A série foi criada por Chris FedakSam Sklaver.

Malcolm Bight (Payne) é um psicólogo criminal de sucesso que usa a sua genialidade para ajudar o Departamento da Polícia de Nova York a resolver crimes. Acontece que grande parte do seu sucesso se dá pelo fato de que seu pai é um dos mais notórios serial killers da cidade.

O elenco inclui Tom Payne, Michael Sheen, Lou Diamond Phillips, Bellamy Young e Halston Sage.

‘Ghostbusters: Mais Além’: Novo trailer será lançado amanhã; Confira a prévia!

Através do Twitter, foi anunciado oficialmente que o novo trailer de ‘Ghostbusters: Mais Além‘ será lançado amanhã (27).

Confira a prévia:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 11 de novembro.

Além de dirigir, Jason Reitman também ajudou a escrever o roteiro em parceria com Gil Kenan (‘Poltergeist’).

Na trama, uma mãe solteira e seus dois filhos chegam em uma cidade pequena e começam a descobrir sua conexão com os caça-fantasmas originais, além do legado secreto que seu avô deixou para trás.

Finn Wolfhard (‘It: A Coisa’), Mckenna Grace (‘A Maldição da Residência Hill’) e Carrie Coon (‘The Sinner’), Paul Rudd (‘Vingadores: Ultimato’) estrelam. O elenco também conta com o retorno de Bill Murray, Dan Aykroyd, Annie PottsSigourney Weaver.

‘Star Trek: Strange New Worlds’: Série derivada ganha trailer INCRÍVEL; Confira!

Paramount+ divulgou o trailer completo de ‘Star Trek: Strange New Worlds‘, série derivada de ‘Star Trek: Discovery‘.

Confira:

A produção irá estrear oficialmente no dia 5 de maio.

O elenco é formado por Anson MountRebecca Romijn, Ethan Peck, Babs OlusanmokunChristina ChongCelia Rose GoodingJess Bush e Melissa Navia.

Paul Wesley, conhecido por seu trabalho em séries como ‘The Vampire Diaries’‘Tell Me a Story’, dará vida ao icônico Capitão James T. Kirk.

Jonatahn Frakes (‘Star Trek: The Next Generation’) entra como um dos diretores.

Depois de localizarem o outrora perdido Spock, a temporada terminou com a nave Discovery e sua tripulação viajando no futuro, enquanto Pike e o restante da Enterprise ficou para trás. A nova produção irá girar em torno dessas aventuras, “na década anterior ao aparecimento do Capitão Kirk”.

Akiva Goldsman, veterano da franquia, assina o roteiro do episódio piloto ao lado de Alex Kurtzman e Jenny Lumet.

O trio também entra como produtor executivo ao lado de Henry Alonso MyersHeather KadinRod Roddenberry e Trevor Roth.

Para os iniciantes na saga, o Capitão Christopher Pike apareceu na série original de 1960 por um episódio antes de ser interpretado por Bruce Greenwood nos filmes de J.J. Abrams. Número Um, a segunda comandante da nave, apareceu algumas vezes no show antes de ser ressuscitada por Romjin no ano passado. Spock, por sua vez, é um dos personagens principais de praticamente toda a franquia – e poucos não conhecem o personagem.

Vale lembrar que a série já está renovada para a 2ª temporada!

‘Quarteto Fantástico’: Austin Butler se torna o Tocha-Humana em INCRÍVEL arte feita por fã

Após rumores apontarem que Austin Butler (‘Elvis’) tem interesse em interpretar o Tocha-Humana no reboot de ‘Quarteto Fantástico‘, um fã criou uma arte incrível com o ator caracterizado como o personagem.

Confira:

Segundo o jornalista Jeff Sneider, durante o mais recente episódio do podcast The Hot Mic, Butler pediu aos seus agentes que tentassem encaixá-lo em vindouros testes para o papel. Sneider não deu maiores detalhes sobre o pedido do astro e, apesar de não haver como comprovar a informação, o jornalista tem um histórico bastante positivo ao divulgar furos dos bastidores de Hollywood.

De qualquer forma, isso não significa que Butler esteja em negociações para dar vida ao Tocha-Humana, considerando que o processo de escalação para o filme ainda nem começou.

Vale lembrar que o novo filme do ‘Quarteto Fantástico‘ tem estreia marcada apenas para 14 de fevereiro de 2025.

Matt Shakman, diretor que já havia se consagrado em ‘WandaVision‘, substitui Jon Watts no comando do projeto.

O roteiro fica a cargo de eff Kaplan e Ian Springer.

O curioso é que nenhum dos dois roteiristas têm experiência com grandes projetos do cinema, a não ser com comédias românticas como ‘Bert and Arnie’s Guide to Friendship‘ (2013) e ‘The Last of the Great Romantics‘ (2014).

Esta será a quarta tentativa de honrar o legado da equipe, logo depois do imemorável filme de Roger Corman em 1994, a mini-franquia fracassada de Tim Story iniciada em 2005, e a versão de Josh Trank em 2015, que foi massacrada pelo público e pela crítica. 

Por enquanto, ainda não há nenhuma outra informação sobre a vindoura adaptação.

O último reboot de ‘Quarteto Fantástico‘ foi um dos maiores fiascos de críticas e público na história recente, enquanto os bastidores caóticos geraram uma das histórias mais interessantes da indústria cinematográfica (especialmente quando foi revelado que um dos atores quase chegou às vias de fato com o diretor Josh Trank).

O remake de ‘Quarteto Fantástico‘ custou US$ 120 milhões e a arrecadou apenas US$ 167 milhões mundialmente. O novo filme do ‘Quarteto Fantástico‘ chega aos cinemas em 8 de novembro de 2024.

O jogo vai começar no trailer de ‘Round 6: O Desafio’, reality competitivo inspirado na série

A Netflix divulgou o primeiro trailer de ‘Round 6: O Desafio‘ (Squid Game: The Challenge), reality show competitivo inspirado na popular série ‘Round 6‘ (Squid Game).

Confira:

Com estreia marcada para 22 de novembro, Round 6: O Desafio‘ recruta 456 jogadores para competirem por US$4.56 milhões ao participarem de jogos inspirados na série original – além de alguns novos –, com o objetivo de evitar a eliminação.

Felizmente, os perdedores não serão assassinados. Neste jogo, o pior destino será voltar para a casa de mãos vazias.

Vale lembrar que o reality causou polêmica nos bastidores. De acordo com a Rolling Stone, quatro dos 456 participantes denunciaram que sofreram tratamento desumano e passaram por condições cruéis durante as gravações do programa.

Inclusive, uma das brincadeiras da competição causou um acidente, no qual um participante machucou o ombro e precisou de atendimento médico. Outros participantes sofreram ferimentos leves.

Na mais recente atualização sobre o reality, uma das participantes alegou que:

“Esse jogo foi uma das coisas mais cruéis e horríveis que já passei na vida. Estávamos numa corrida de cavalos humanos, e eles estavam nos tratando como animais enquanto estávamos passando frio na rua.”

Após as reclamações, a plataforma de streaming emitiu uma nota dizendo que investigou o caso e todos os procedimentos de segurança estavam adequados.

“Apesar do clima muito frio no set, os participantes estavam preparados para isso e quaisquer alegações de danos graves são fruto de falso testemunho”, diz parte do texto.

Por outro lado, fontes ligadas à produção disseram ao portal que a Netflix foi negligente.

Ao que parece, a companhia forneceu apenas roupas térmicas, meias e casacos para os participantes acreditando que seria o suficiente para conter a sensação térmica de -10°C.

Talvez fosse o bastante para uma prova de duas horas, mas que acabou se estendendo por mais sete, o que resultou em pelo menos 10 desmaios… Os participantes ainda afirmam que os atendimentos médicos foram adiados porque atrapalharia as filmagens.

Como solução, pessoas mascaradas em macacões rosa foram colocadas no chão com caixões pretos e se posicionaram para bloquear os médicos que atendiam o jogador caído – enquanto o resto dos competidores permanecia congelando.

Com uma quantia de dinheiro em jogo que mudaria suas vidas, os ex-concorrentes disseram que se sentiram presos – temendo que pudessem ser eliminados se se mexessem para ajudar as pessoas que estavam desmaiando.

“As pessoas não sabiam o que fazer. Eu mesmo me critiquei por não ajudar uma garota que estava tendo uma convulsão enquanto ficamos parados lá como estátuas. Em que planeta isso é humano?. Obviamente, você pularia e ajudaria – isso é o que nossa natureza humana deveria nos impulsionar a fazer. Mas era como um experimento social. Estávamos jogando contra a nossa ética, isso é doentio. É absolutamente doentio”, disse outro participante.

Também há denúncias de fraudes em favor de participantes que já são conhecidos por serem influencers nas redes sociais.

Foi dito que esses participantes eram pré-selecionados para as próximas fases das competições, independentemente do resultado da prova anterior.

Um ex-concorrente disse que viu um jogador eliminado participando de um novo jogo, enquanto outro alega que as regras eram moldadas para privilegiar certos indivíduos.

Até o momento, a Netflix não divulgou novos comunicados sobre as acusações.

Prime Video está desenvolvendo adaptação de ‘Quarta Asa’

De acordo com o TVLine, o Prime Video está desenvolvendo uma série baseada em ‘Quarta Asa‘ (Fourth Wing), adaptação da popular saga literária de Rebecca Yarros.

Moira Walley-Beckett, produtora executiva de ‘Breaking Bad‘ e ‘Anne with an E‘, foi contratada como showrunner.

Na trama…

“Violet Sorrengail, de vinte anos, deveria ter entrado no Quadrante dos Copistas, e viver uma vida tranquila entre livros e história. Contudo, a general comandante, que também é a sua mãe, ordenou-lhe que se juntasse às centenas de candidatos que se esforçam por se tornarem elite de Navarre: os cavaleiros de dragões.”

Lançamento originalmente em abril de 2023, o livro teve sua sequência, ‘Iron Flame‘, publicado em novembro do mesmo ano. No entanto, o terceiro volume, intitulado ‘Onxy Storm‘, será lançado apenas no dia 21 de janeiro de 2025.

Os direitos da projeto foram adquiridos pela Amazon MGM Studios, e terá a autora atuando como produtora da ao lado de Michael B. Jordan.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

quarta asa livro

‘Adolescência’ sobe para o TOP 3 das séries de língua inglesa MAIS ASSISTIDAS da história da Netflix

Sucesso! De acordo com o Deadline, a aclamada série ‘Adolescência‘, que conquistou 99% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, continua dominando o serviço de streaming da Netflix.

A produção acrescentou 9.7 milhões de visualizações na última semana, subindo para o TOP 3 das séries de língua inglesa mais assistidas da plataforma.

Com 124 milhões de visualizações desde o seu lançamento, ‘Adolescência‘ fica atrás apenas da primeira temporada de ‘Wandinha‘ (252.1 milhões de views) e da quarta temporada de ‘Stranger Things‘ (140.7 milhões de views).

A métrica da Netflix considera os primeiros 91 dias desde o lançamento, então o seriado ainda tem mais de dois meses para subir ainda mais no ranking e, possivelmente, conquistar o topo.

Vale lembrar que, com o sucesso da série, o desenvolvimento de uma segunda temporada já está sendo discutida.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A série foi criada por Graham, Jack Thorne e Philip Barantini.

A minissérie narra a história história de como o mundo de uma família vira de cabeça para baixo quando um jovem de treze anos é preso pelo assassinato de uma adolescente que estuda em sua escola.

Ashley WaltersErin DohertyFaye MarsayChristine TremarcoMark StanleyJo HartleyAmélie PeaseOwen Cooper completam o elenco.

Graham também fica responsável pelo roteiro ao lado de Thorne.

 

Roteiristas de ‘Guerreiras do K-Pop’ escreveram derivado de ‘Shrek’ focado no Lorde Farquaad

De acordo com o The Hollywood Reporter, Danya Jimenez e Hannah McMechan, conhecidas pelo fenômeno ‘Guerreiras do K-Pop‘, escreveram o roteiro de um inesperado spin-off de ‘Shrek‘.

O site afirma que a dupla criou uma narrativa focada no Lorde Farquaad – vilão do primeiro filme.

Infelizmente, detalhes sobre o projeto não foram divulgados, mas os fãs especulam se tratar de uma pré-sequência (considerando o desfecho do personagem no final do longa original).

Vale lembrar que, anteriormente, as roteiristas foram contratadas para assumir o enredo do reboot de ‘O Ataque da Mulher de 15 Metros‘, que está sendo desenvolvido pela Warner Bros. Pictures.

A nova versão será dirigida pelo Tim Burton (‘Alice no País das Maravilhas’).

A produtora LuckyChap (de Margot Robbie) também está envolvida no desenvolvimento do longa, com Morgan Begg na supervisão e Kai Dolbashian como produtor executivo. O projeto, que está em desenvolvimento desde 2024, já contou anteriormente com a roteirista Gillian Flynn (‘Garota Exemplar’).

Lançado originalmente em 1958, o filme B conta a história de uma herdeira rica que, após um período em uma instituição psiquiátrica, transforma-se em uma gigante para confrontar seu marido infiel e a amante dele.

“Somos obcecadas pela ideia de uma mulher de quinze metros causando o caos porque um homem fez algo terrível com ela”, declararam as roteiristas. “Temos a sensação de que muita gente vai se identificar”.

‘Em Ritmo de Fuga’: Filme do diretor de ‘Todo Mundo Quase Morto’ é ovacionado em Festival

A Mais nova produção do cineasta Edgar Wright, intitulada ‘Em Ritmo de Fuga’ (Baby Driver), foi ovacionada pelo público e pela crítica especializada durante o Festival South by Southwest.

O filme, escrito e dirigido por Wright é um thriller de ação musicado, que traz Ansel Elgort como o protagonista, um jovem motorista de fuga que trabalha para um chefe do crime organizado, interpretado por Kevin Spacey. O personagem “Baby” escuta música quase constantemente e a usa como um artifício para abafar os zunidos e sons. Na trama, as cenas de perseguição são todas coreografadas ao som da trilha sonora.

Durante a mesa redonda de perguntas e respostas, conduzida pelo cineasta Robert Rodriguez, Edgar Wright, ao lado de parte do elenco, que também é composto por Jon Hamm, Jamie Foxx, Lily James, Jon Bernthal e Eiza Gonzalez, respondeu alguns questionamentos sobre o trabalho de produção feito em ‘Baby Driver’.

O diretor comentou que tebe a ideia para o filme há mais de duas décadas atrás e admitiu que chegou a fazer uma primeira leitura do roteiro em 2012, que incluía Jon Hamm, o único ator que permaneceu até o fim. O cineasta de ‘Scott Pilgrim Contra o Mundo’ também revelou que ele já tinha toda a parte musical planejada antes da câmeras começarem a rodar:

“Tudo estava escrito no roteiro. Quando eu comecei, genuinamente, a escrevê-lo, tive ideias para partes do set, então só de ouvir minha coletânea de discos eu já conseguia visualizar temas. Então quando eu escrevi o resto do script e não escreveria a cena até encontrar a trilha sonora ideal”.

Ao longo da rodada de perguntas e respostas Wright também falou sobre o uso de dublês, que foi feito sem CGI nas sequências feitas com carros e o mínimo de tela verde foi aplicado. Segundo ele, muitas destas tomadas foram feitas durante a luz do dia em vias principais, além de auto-estradas na cidade de Atlanta.

“Foi incrivelmente difícil…eu sempre me surpreendo com essas pessoas que fazem grandes cenas com carros e agora que eu fiz tais sequências, eu estou ainda mais boquiaberto com eles, porque essas tomadas são tão árduas de serem feitas assim como também são divertidas de serem assistidas”.

O cineasta também comentou sobre a decisão de se prender dentro do carro durante as cenas de perseguição, ao invés de optar por filmar tudo logo atrás, dentro de outro veículo:

“Isso foi uma daquelas coisas malucas da cabeça que uma vez que você se compromete, tem que fazer”.

O filme ainda teve sua data de estreia confirmada para 11 de agosto de 2017 nos EUA. A estreia está marcada para 17 de agosto no Brasil.

Confira o trailer:

 

Vale lembrar que estão no elenco: Ansel Elgort , Jon Bernthal, Lily James, Jon Hamm, Eiza Gonzalez, Jamie Foxx e Kevin Spacey.

A trama acompanha o protagonista Bebê (Ansel Elgort, de ‘A Culpa é das Estrelas’), chamado assim por conta de sua jovem aparência, que trabalha como motorista para diferentes ladrões de banco em fuga. Certo dia, ele se mete em apuros quando um assalto à banco dá errado.

O roteiro foi escrito por Wright. Eric Fellner e Tim Bevan, produtores da trilogia Cornetto, de Wright, voltam a trabalhar com o cineasta no filme de ação.

‘O Poderoso Chefinho’ ganha divertido trailer honesto; Assista!

O divertido canal do Youtube, ScreenJunkies, divulgou seu mais recente trailer honesto e a vítima da vez foi a animação ‘O Poderoso Chefinho‘.

Confira:

O primeiro filme foi lançado em Abril e arrecadou ótimos US$ 470 milhões mundialmente.

O Poderoso Chefinho é uma história universal hilária sobre como a chegada de um novo bebê impacta a família, contada do ponto de vista de um narrador deliciosamente confiável, Tim, um garoto de 7 anos com uma imaginação vívida. O bebê que usa terno e carrega uma maleta misteriosa precisa impedir que um inescrupuloso CEO acabe com o amor no mundo. A missão é salvar os pais, impedir a catástrofe e provar que o mais intenso dos sentimentos é uma poderosa força.

O elenco de vozes conta com Alec Baldwin, Steve Buscemi, Jimmy Kimmel, Lisa Kudrow, Patton Oswalt, Miles Bakshi.

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‘Alerquina’: Ator de ‘iZombie’ será o Espantalho na nova animação da DC

A animação da DC para o público adulto, ‘Alerquina’, já ganhou seu primeiro teaser, divulgado durante o painel do estúdio na New York Comic-Con, mas seu elenco de dubladores continua crescendo.

E a mais recente adição é Rahul Kohli, mais conhecido por seu trabalho em ‘iZombie‘. O ator emprestará sua voz para o vilão Espantalho.

O anúncio foi feito por ele mesmo, por meio de sua conta oficial do Twitter.

Confira:

A série animada terá um viés cômico e promete ser bem dinâmica, quebrando a quarta parede e tocando em temáticas vinculadas ao universo da cultura POP. A linguagem é um dos destaques da produção, aspecto que também pondera o tom da narrativa e determina a censura R-rated.

O elenco de dubladores é liderado pela atriz Kaley Cuoco (‘The Big Bang Theory‘) no papel de Alerquina, além de Lake Bell, Alan Tudyk, Ron Funches, JB Smoove, Jason Alexander, Wanda Sykes, Giancarlo Esposito, Natalie Morales, Jim Rash, Diedrich Bader, Tony Hale e Chris Meloni.

 

 

‘WandaVision’: Elizabeth Olsen revela o lado mais difícil de trabalhar para a Marvel Studios

A atriz Elizabeth Olsen tem estado bem ocupada em Hollywood, envolvida em duas séries bem distintas. Entre ‘WandaVision‘, da Disney+, e ‘Sorry For Your Loss‘, do Facebook Watch, ela não tem encontrado tempo suficiente para se dedicar a outros gêneros artísticos.

E durante uma entrevista à revista EW, ela revelou que trabalhar para a Marvel Studios tem um lado bem difícil. Segundo Olsen, ela sente falta de estrelar em produções independentes e gostaria de retornar para os palcos também.

Disse:

“O que tem sido um pouco difícil para mim é que eu adoraria fazer um filme independente, gravado em quatro semanas, onde há um começo, meio e fim. Com ‘Sorry For Your Loss‘, ainda que eu tenha amado a experiência… ser uma produtora na série é um trabalho que leva 10 meses. Então, entre a Marvel e isso tem sido bem difícil ter uma agenda para os pequenos filmes artísticos que eu amaria ter tempo para fazer. Mas eu literalmente não tenho tempo para fazê-los. Então há uma parte de mim que realmente senta falta disso. E há outra parte que realmente quer voltar ao teatro”.

 

Lembrando que ‘WandaVision’ estará disponível no catálogo da Disney+. A estreia é prevista para 2021. 

Confira a primeira imagem oficial:

Paul BettanyElizabeth Olsen reprisam seus papéis como Visão e Wanda/Feiticeira Escarlate, respectivamente.

Crítica Netflix | Os 7 de Chicago: Aaron Sorkin comanda cinebiografia com elenco estelar

Recortes rápidos, tomadas documentais que flertam com imagens produzidas em um set de filmagens e uma trilha sonora que habilmente pulsa nos ouvidos da audiência marcam os primeiros sete minutos de Os 7 de Chicago. Inadvertidamente, a cinebiografia de Aaron Sorkin já se inicia dispensando apresentações e prepara os nossos olhos para uma experiência cinematográfica que promete (e eventualmente cumpre) ser bem imersiva. Trazendo à luz uma história guardada em livros históricos empoeirados, a produção remonta o caso homônimo do grupo de jovens que liderou uma manifestação passiva contra a Guerra do Vietnã, apenas para vê-la tomar corpo por conta própria, gerando um dos confrontos com policiais mais famosos da história norte-americana.

Os 7 de Chicago é preciso em seu timing e chega à plataforma da Netflix diante de um público local cheio de incógnitas e com o poder de decisão na ponta dos dedos. Em meio a um cenário de eleições presidenciais, a produção dirigida e roteirizada por Aaron Sorkin apresenta confrontos ideológicos, ataques à liberdade de expressão, um governo com características comprovadamente manipuladoras e opressoras e um julgamento político. Se dialogando socialmente com os assinantes norte-americanos, à medida que introduz as demais audiências mundiais a uma história pouco contada, o cineasta vencedor do Oscar por A Rede Social honra sua estatueta e usa sua paixão pelo viés jornalístico – que tanto trouxe aos seus trabalhos anteriores, como The Newsroom e Studio 60 on the Sunset Streep – como um gatilho narrativo para a construção de seu roteiro.

E por vezes se apropriando também do gênero de documentário, Sorkin constrói o seu longa a partir da combinação entre espetáculo cinematográfico e abordagem documental, fazendo do drama um relato genuíno e o mais fiel possível da realidade dos fatos. Com sua estética e fotografia também seguindo a mesma perspectiva, Os 7 de Chicago muitas vezes se confunde em seu gênero, se tornando um filme tão clínico e bem executado, que em alguns momentos poderia até passar pelo crivo de um exímio documentário. Fazendo da sua edição um banquete visual ágil que conecta os fatos entre si, a estética da cinebiografia ajuda a contar a sua história que, ainda que majoritariamente se passe dentro das quatro paredes de um tribunal, consegue caminhar com voracidade e ritmo, encantando até mesmo aquele cinéfilo que foge dos dramas jurídicos.

Trabalhando os personagens de maneira equilibrada, o drama não desperdiça os talentos em tela e sabe administrar o tempo de cada um de seus protagonistas, permitindo que a história caminhe de forma concisa e bem ajustada. E aqui, o brilhante elenco de Sorkin se destaca em cenas de impacto e repletas de discursos poderosos, que evidenciam a versatilidade dos atores Yahya Abdul-Mateen II, Sacha Baron Cohen e Jeremy Strong, conforme também valorizam os já consagrados Frank Langella, Mark Rylance, Eddie Redmayne e Joseph Gordon-Levitt. Com excelentes dinâmicas em tela, os atores se entrosam com facilidade e contribuem para o desenvolvimento da trama, fazendo com que a audiência se identifique com seus respectivos arcos – que são trabalhados de forma efêmera, mas muito eficaz.

Envolvente do começo ao fim e com diálogos reflexivos que mais uma vez fortalecem o cirúrgico timing da produção, Os 7 de Chicago é mais uma evidência da versatilidade narrativa de Aaron Sorkin, que passeia pelo gênero de cinebiografia com uma maestria um tanto rara na indústria. Transformando os fatos em também alegorias artísticas e envolventes, o drama baseado em uma história real é jornalístico por seu levantamento de dados e autoral por sua abordagem Hollywoodiana, que reúne alguns pequenos clichês clássicos que, embora sejam bem batidos, não tiram o vigor e o brilho deste que é mais dos atemporais trabalhos do cineasta.

‘Insiders’: Reality show apresentado por atriz de ‘La Casa de Papel’ já está disponível na Netflix

O reality show ‘Insiders’, apresentado pela atriz Najwa Nimri (‘La Casa de Papel‘ e ‘Vis a Vis‘) já está disponível na Netflix. A produção teve a sua estreia nesta quinta-feira (21) na grade de programação.

No programa, doze pessoas acreditam estar participando da seleção final para um reality show quando, na realidade, estão sendo filmadas sem saber. O prêmio: 100.000 euros.

Confira o trailer:

‘Sandman’: Novo vídeo faz resumão da 1ª temporada; Assista!

A 1ª leva de episódios da 2ª e última temporada de ‘Sandman’ estreia nesta semana na Netflix. E para preparar os fãs, a gigante do streaming divulgou um resumão com os principais detalhes referentes ao ciclo anterior.

Confira:

Lembrando que a parte inicial do ciclo de encerramento será lançada na plataforma de streaming neste próximo dia 3 de julho. A segunda parte tem estreia agendada para 24 de julho, enquanto o episódio bônus será disponibilizado em 31 de julho.

Relembre o trailer:

1. Season of Mists
2. The Ruler of Hell
3. More Devils Than Vast Hell Can Hold
4. Brief Lives
5. The Song of Orpheus
6. Family Blood
7. Time and Night
8. Fuel for the Fire
9. The Kindly Ones
10. Long Live the King
11. A Tale of Graceful Ends
12. Death: The High Cost of Living

A nova temporada irá introduzir Orfeu (Ruairi O’Connor), filho de Morfeu (Tom Sturridge), e os deuses nórdicos Odin (Clive Russell), Thor (Laurence O’Fuarain), Loki (Freddie Fox), além de Adrian Lester (Destino), Esmé Creed-Miles (Delírio) e Barry Sloane (Pródigo).

Sandman‘ é a criação mais popular de Neil Gaiman e é centrada no ser mítico Sonho, parte de um grupo conhecido como Os Perpétuos ou Os Sem Fim. Como seu nome indica, o protagonista dos quadrinhos reina sobre o mundo dos sonhos. A trama tem início quando ele escapa de seu cativeiro, que durou 70 anos, e encontra seu reino dilapidado nos dias atuais.

O elenco ainda conta com Vivienne Acheapong (Lucienne), Boyd Holbrook (Coríntio), Charles Dance (Roderick Burgess), Asim Chaudhry (Abel), Sanjeev Bhaskar (Cain), Kirby Howell-Baptiste (Morte), Mason Alexander Park (Desejo), Donna Preston (Desespero), Jenna Coleman (Johanna Constantine), Niamh Walsh (Ethel Cripps) e Joely Richardson (Ethel).

Allan Heinberg (‘Mulher-Maravilha’) é o showrunner da série.

O selo de histórias em quadrinhos Vertigo da DC publicou originalmente a série entre 1989 e 1996, com várias séries adicionais chegando em 2009 e entre 2013 e 2015.

‘Hangman’: Novo filme de Al Pacino conquistou 0% no Rotten Tomatoes

Não é todo filme que consegue o feito incrível de ser tão mal avaliado no Rotten Tomatoes. E parece que ‘Hangman’, o novo filme policial de Al Pacino, entrou para essa célebre lista de ter conquistado 0% das críticas por lá.

A trama do longa é sobre esse detetive (Al Pacino) e seu parceiro (Karl Urban), que estão atrás de um serial killer que joga uma versão macabra da brincadeira “Forca”.

Até agora, há 11 críticas no Rotten Tomatoes sobre o filme, todas são negativas e as avaliações são destruidoras.

A lista dos zero ainda conta com ‘Emoji: O Filme’ e o suspense ‘Além da Morte’.

Caso você ainda sinta vontade de assistir ‘Hangman’, o filme não possui data de estreia no Brasil, mas deve acontecer no primeiro semestre de 2018.

‘Mulher-Maravilha 2’: Vídeo vazado do set revela retorno de [SPOILER]

Mais novidades em torno da trama da sequência de ‘Mulher-Maravilha’, um dos maiores sucessos do ano passado e a primeira superprodução protagonizada por uma mulher no gênero, dirigida por Patty Jenkins.

[CUIDADO COM SPOILERS]

Após a Warner registrar o domínio de vários sites, que podem indicar qual será o título oficial de ‘Mulher-Maravilha 2’, vazou um suposto vídeo das filmagens da sequência que pode ter revelado um retorno inesperado no filme.

Segundo o vídeo (que já foi retirado do ar!) publicado pelo usuário Hyperionjinx, via Batman News, e mostra o ator Chris Pine nos sets de filmagem. Vale lembrar que Pine interpretou Steve Trevor no primeiro filme e seu personagem havia morrido, ou seja, sua participação contará com alguma explicação importante.

Já entre os destaques dos títulos estão: ‘Wonder Woman Returns’, ‘Wonder Woman Lives’, ‘Wonder Woman Part II’ e ‘Wonder Woman Rises’. As informações são do CBR.

Essa semana, durante a apresentação da Warner Bros. na Licensing Expo, em Las Vegas, também foi confirmado que a heroína ganhará um novo uniforme, que será usado para combate. Até mesmo a tiara foi modificada para parecer mais com um elmo.

Além disso, o filme ganhou também um novo logo, diferente do primeiro filme. Confira:

A trama será ambientada nos 80, no período da Guerra Fria, e deve trazer os retornos de Chris Pine, Saïd Taghmaoui e Ewen Bremner ao elenco.

A ficha também indica o retorno de Zack Snyder como produtor e David Callaham, escritor de ‘Os Mercenários’, como um dos roteiristas ao lado de Patty Jenkins e Geoff Johns. Confira:

Recentemente, após a atriz Kristen Wiig (‘Caça-Fantasmas’) ter sido oficializada como a vilã Mulher-Leopardo na sequência, foi revelada uma breve descrição da personagem pelo Omega Underground.

E, de acordo com a descrição, é provável que ela seja introduzida como amiga de Diana Prince antes de passar por sua transformação e se tornar a famosa vilã:

“Dra. Barbara Ann Minerva, uma arqueóloga britânica que descobre a cidade perdida de Urzkartaga e, quando se depara com um antigo ritual, se torna hospedeira da poderosa deusa Cheetah”

O papel da vilã foi oferecido a Emma Stone, porém a atriz teria rejeitado a proposta. Sarah Paulson também havia sido citada como favorita para o papel.

Enquanto isso, segundo o Heroic HollywoodGeoff Johns já está trabalhando no roteiro da sequência de ‘Mulher-Maravilha‘.

‘Mulher-Maravilha 2’ começa a ser filmado em maio e pode ter estreia antecipada

‘Mulher-Maravilha 2’ chega aos cinemas em 1º de novembro de 2019.

Aves de Rapina | Filmes que tiveram seus títulos alterados

A última semana ficou marcada pela mudança do título de Aves de Rapina: Arlequina e sua Fantabulosa Emancipação. Visando diminuir um possível prejuízo em bilheteria, os executivos da Warner decidiram, aos 49 do segundo tempo, mudar o título para Arlequina em Aves de Rapina.  A medida não agradou muito os fãs e deixou a impressão de que a Warner segue perdida nas decisões que toma em relação ao Universo DC. Porém, por mais que seja estranho, mudanças de títulos são mais comuns em Hollywood do que lembramos. Separamos algumas longas que tiveram seus títulos alterados. Confira!

 

Star Wars (1977)O primeiro capítulo de uma das maiores franquias de todos os tempos foi lançado apenas como Star Wars. Porém, vendo o sucesso do longa e o interesse da Fox em bancar uma franquia, a Lucasfilm, em 1981, logo após o lançamento de O Império Contra-Ataca, relançou o primeiro filme como Star Wars – Episódio IV: Uma Nova Esperança.

Caçadores da Arca Perdida (1981)Mais um dos maiores filmes da história também sofreu com alteração de título por conta do potencial de franquia. Assim como Star Wars, que também era da Lucasfilm, a aventura estrelada por Harrison Ford virou Indiana Jones e Os Caçadores da Arca Perdida.

O Hobbit: Lá e De Volta Outra Vez (2014)A franquia “O Hobbit” sofreu com muitas interferências dos estúdios Warner. Planejada para ser desenvolvida em dois filmes, a Warner achou melhor desenvolver a aventura de Bilbo Bolseiro (Martin Freeman) em três filmes. Em abril de 2014, faltando poucos meses para o lançamento do último capítulo, a Warner anunciou que o fim da trilogia se chamaria O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos. Apesar de parecer uma decisão puramente comercial, o diretor Peter Jackson afirmou ter sido uma decisão pessoal: “’Lá e De Volta Outra Vez’ pareceu ser o nome ideal para o segundo filme de uma sequência dupla na busca para recuperar Erebor, incluindo a chegada de Bilbo lá e também sua partida, sendo ambos contados dentro do segundo filme. Mas com três filmes, isso pareceu sem sentido. afinal, Bilbo já chegou ‘lá  em ‘O Hobbit: A Desolação de Smaug'”.

Capitão América: Sociedade da Serpente (2016)Anunciado junto aos filmes da Fase III da Marvel, o terceiro capítulo da saga do Capitão América se chamaria A Sociedade da Serpente, um grupo de vilões clássico dos quadrinhos. A trama daria foco na busca de Steve (Chris Evans) e Sam (Anthony Mackie) por Bucky (Sebastian Stan). Só que, no caminho, a Marvel refez o roteiro e resolveu adaptar a saga Guerra Civil. Por isso, o filme chegou como Capitão América: Guerra Civil.

No Brasil, foi Capitão América 2 que rendeu muita polêmica. Primeiro porque a Disney Brasil traduziu “Winter Soldier” como “Soldado do Inverno”, depois de muita reclamação, eles optaram por Capitão América 2: O Retorno do Primeiro Vingador. A justificativa dada foi que a palavra “Invernal” poderia ser mal interpretada e as pessoas poderiam acabar lendo “Infernal”, o que não pegaria bem em um filme da Disney. Mas não teve jeito. Os dois títulos horrorosos sofreram muita retaliação virtual e a empresa acabou usando o título certo: Capitão América 2: O Soldado Invernal. Posteriormente, visando padronizar os títulos da saga, o nome foi mundialmente alterado para Capitão América: O Soldado Invernal.

Arlequina em Aves de Rapina está em cartaz nos cinemas de todo o Brasil.

Crítica | A Missy Errada – Uma Comédia do Adam Sandler sem o Adam Sandler

O que pode dar errado quando você é um cara de meia idade cuja noiva, que trabalha com você na mesma empresa, te deixa para ficar com um sujeito bobalhão e, quando você tenta sair e conhecer outras pessoas acaba num encontro às cegas com uma completa lunática? É assim que começa ‘A Missy Errada’, nova comédia da Netflix que estreou hoje na plataforma de streaming.

Com um argumento básico que já foi explorado em outras comédias (na verdade, é beeem igual a ‘Antes Só do que Mal Casado’, com Ben Stiller, que, vejam só, também está disponível na Netflix), o enredo conta a história do frustrado Tim Morris (David Spade, quanto tempo!), que conhece o trem desgovernado que é Melissa (Lauren Lapkus), uma mulher sem ne-nhum filtro – dessas que você faz sentir vergonha alheia – e que, por uma infeliz coincidência, Tim acaba levando para um final de semana no Havaí junto com os colegas da empresa, onde Tim disputa um importante cargo. Já dá para imaginar o que acontece depois né.

O roteiro de Chris Pappas e Kevin Barnett é um bocado previsível – dá para adivinhar não só o que vai acontecer, como também dá para antecipar a forma como se dará as coisas. Não é muito difícil de entender o motivo: com um argumento já conhecido e com uma hora e meia de duração, ‘A Missy Errada’ tem seus atos bem marcadinhos, de modo que o espectador vai encontrar exatamente aquilo que busca no filme.

Mas, então, qual o grande diferencial? Lauren Lapkus, a protagonista, que faz tooooda a diferença nessa comédia sessão da tarde. Lauren transparece tanta confiança em todas as bizarrices que faz e é tão genuinamente engraçada (e, sim, ela exagera taaanto nas coisas que faz que, meo deos, consegue arrancar todo tipo de reação do espectador) que sua personagem se sobressai a todos os outros e rouba a cena. Sua química com David Spade é muito palpável (ou, no caso, a falta dessa química entre os dois personagens), com direito a piadas terríveis, muito humor politicamente errado e sobra até alguns momentos para a participação especial de Rob Schneider como o capitão Komante e suas cenas escatológicas.

A Missy Errada’ é uma comédia pipocão que faz gargalhar. Parece aqueles filmes do Adam Sandler, mas sem o Adam Sandler – e, talvez por isso, dá mais certo.

‘Capitã Marvel’: Pré-venda de ingressos fica entre os três melhores filmes da Marvel no 1º dia

Capitã Marvel‘, pelo jeito, será mais um grande sucesso da Disney-Marvel. Em afirmação oferecida pelo Fandango, site de vendas de ingressos na internet, o longa ficou entre os três filmes mais vendidos da Marvel em seu primeiro dia na pré-venda de ingressos.

Os números não foram revelados, mas o longa estrelado por Brie Larson ficou atrás apenas de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘ e ‘Pantera Negra‘.

Confira o trailer mais recente:

Dirigido por Anna Boden e Ryan Fleck, longa terá 130 minutos (2h10) de duração.

A Capitã Marvel é uma nova aventura dos anos 90, que mostra um período inédito na história do Universo Cinematográfico da Marvel. Acompanhamos a jornada de Carol Danvers, que se torna uma dos heroínas mais poderosas do universo. Quando uma guerra galáctica entre duas raças alienígenas atinge a Terra, Danvers encontra a si mesma e um pequeno grupo de aliados no centro do turbilhão.

Capitã Marvel‘ estreia em 7 de março de 2019 no Brasil e trará a heroína batalhando contra skrulls em 1995.

Site confirma que Abutre irá retornar para ‘Homem-Aranha 3’

O próximo filme da saga ‘Homem-Aranha’ está prestes a ser lançado nos cinemas de todo o Brasil e irá introduzir Jake Gyllenhaal como Mysterio ao Universo Cinemático Marvel. O personagem será a mais nova adição ao panteão aracnídeo, seguindo Abutre (Michael Keaton) e aparições de outros antagonistas como Escorpião, Consertador e Shoker.

Agora, o site We Got This Covered confirmou que Abutre e Escorpião (Michael Mando) irão retornar em ‘Homem-Aranha 3’, segundo fontes internas. Entretanto, os detalhes ainda não foram revelados, com exceção de que o próximo longa-metragem ainda trará Peter Parker (Tom Holland) em seus anos no colégio.

Além disso, especulações levantadas pelo próprio site indicam que os estúdios Marvel também têm planos para trazer às telonas o grupo intitulado Sexteto Sinistro – e que o time de super-vilões pode dar as caras na terceira iteração.

Homem-Aranha: Longe de Casa‘ chega aos cinemas nacionais em 4 de julho.

A sequência terá o retorno de Jon Watts na direção, e também contará com o retorno dos roteiristas John Francis Daley e Jonathan Goldstein.

Peter Parker (Holland) e seus amigos vão fazer uma viagem de férias de verão para a Europa. No entanto, eles dificilmente serão capazes de descansar – Peter terá que concordar em ajudar Nick Fury (Jackson) a descobrir o mistério das criaturas que causam desastres naturais e destruição em todo o continente. Para isso, ele se juntará ao Mysterio (Gyllenhaal) – que pode não ser quem parece.

O elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Marisa Tomei, Jacob Batalon, Samuel L. Jackson e Jake Gyllenhaal.

‘Adão Negro’: Dwayne Johnson compartilha pôster animado do longa; Confira!

Dwayne Johnson compartilhou hoje em seu Instagram oficial um pôster animado do vindouro ‘Adão Negro’ e duas fotos de seu intenso treinamento para viver o personagem titular.

Confira:

 

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As filmagens do longa começam no ano que vem, com estreia marcada para 22 de dezembro de 2021.

Recentemente, Johnson comentou um pouco sobre o que o público pode esperar sobre o projeto e a perspectiva acerca do protagonista.

“[O personagem] começará como um vilão”, Johnson declarou. “Ele, então, se torna um anti-herói. E só depois ele pode ou não se tornar um herói”.

O produtor Hiram Garcia também aproveitou as expectativas do projeto para revelar detalhes sobre a trama:

“[O diretor] Jaume [Collet-Serra] é puro talento. Ele é um dos meus diretores favoritos. E ele não é apenas talentoso, mas também é um colaborador inacreditável. Um visionário incrível”, Garcia comentou.

“O que temos guardado para os fãs é incrível. Estou muito animado”, o produtor acrescentou. “Por dentro, tenho orgulho como fan boy. Comecei como fã antes de me tornar produtor, então já está dentro do meu DNA. O que [Jaume] quer fazer com ‘Adão Negro’ é fantástico. O acordo está quase feito, e acho que os fãs vão ficar muito felizes”.

Crítica | Penny Dreadful: City of Angels – 01×08: Hide and Seek

‘Penny Dreadful: City of Angels’ tinha um legado honrável para seguir; afinal, a série protagonizada por Eva Green e Timothy Dalton e assinada por John Logan tornou-se um dos dramas sobrenaturais mais aclamados da década passada e ressignificou as clássicas narrativas vitorianas que tanto povoaram o imaginário popular. Entretanto, diferente da produção original, o spin-off poderia até trazer Logan de volta para o mundo televisivo, mas começaria do zero e teria um respaldo mais político, ambientado na explosiva Los Angeles do final dos anos 1930, às vésperas da II Guerra Mundial; mais do que isso, a ambientação seria regida pelos embates raciais entre o supremacismo branco da costa oeste estadunidense e dos imigrantes e descendentes latinos que haviam se estabelecido na “próspera terra”.

De fato, a obra derivada começou com pé esquerdo ao deixar de lado o teor espiritual e demoníaco que tanto esperávamos em virtude de focar num drama de época que parecia sair de lugar nenhum e chegar a nenhum lugar. Com o espectro panfletário falando mais alto e com performances derradeiras de um elenco de ponta, a premissa original se transgredia em uma metáfora didática para a ascensão do nazifascismo e do preconceito contra minorias sociais; felizmente, com o passar das semanas, Logan e seu time criativo começou a equilibrar as coisas com preocupação estética e narrativa muito maior, apostando em tramas angustiantes que conseguiam englobar o número infindável de protagonistas e coadjuvantes em um caminho que exala sucesso. E, com apenas duas semanas para o aguardado season finale, ‘City of Angels’ entregou seu primeiro capítulo irretocável que superou quaisquer expectativa que tínhamos.

Em “Hide and Seek”, o conflito social e racial ganha novos níveis ao atingir um patamar intimista e quase claustrofóbico, optando por centralizar cada arco em um personagem latino diferente. De um lado, Tiago (Daniel Zovatto) continua sua missão de desvendar os segredos do partido nazista-americano que ganha, dia após dia, mais membros dispostos a reafirmar a superioridade ariana e exterminar a presença de “pessoas inferiores” – seguindo a ideologia condenável de Adolf Hitler que se espalhava pela Europa Ocidental. O detetive, a pedido de seu parceiro Lewis (Nathan Lane), que vem sofrendo ataques de ansiedade e de pânico por ter ascendência judaica e estar na mira dos extremistas, vai falar com a matriarca evangelista Adelaide Finnister (Amy Madigan), mãe de Molly (Kerry Bishé), para tentar descobrir alguma coisa válida e palpável – mas é recebido com um caloroso pedido de agradecimento por seu trabalho na polícia local (e uma ameaça passiva-agressiva no que concerne à filha).

De outro lado, Maria (Adriana Barraza) luta para continuar cuidando dos filhos de Peter Craft (Rory Kinnear), especialmente do jovem e assustado Tom (Julian Hilliard), que conta para ela que os recém-chegados em sua casa não são quem dizer ser. É claro que, nesse momento, todos conhecemos a presença demoníaca de Magda (Natalie Dormer), um demônio que assume diversas formas e que usa seu incrível poder de sedução para conseguir o que quer e desencadear o caos na humanidade; na semana passada, ela tentou se aproximar de Maria, mas foi banida antes de poder usar seus poderes destrutivos. Agora, ela se infiltra na vida de Craft talvez com o propósito de transformar um retrato relativamente cotidiano para infligir mais desordem – aliada a uma espécie de filho-golem que consegue ser mais terrível que ela própria.

Na verdade, é nessa sequência que as explorações de terror e de suspense são escancaradas sem precedência, nos impactando com investidas quase cinematográficas que flertam com obras como ‘Invocação do Mal’ e até mesmo ‘O Exorcista’; porém, a direção de Sheree Folkson continua estampando o mote de que “nem tudo é o que parece ser”, mergulhando em uma espécie de agonia psíquica que pode, ao mesmo tempo, provar que a presença de Magda é muito mais forte do que se pensava, ou então que Maria está à beira de uma insanidade conformista que irá exigir dela ações desesperadas para salvar aqueles que ama. Como se isso não fosse o suficiente, ela também lida com a constante separação de sua família, ainda mais quando sua única filha, Josefina (Jessica Garza) decidiu morar no Templo de Molly e encontrar salvação, e o filho caçula, Mateo (Johnathan Nieves), permanece mais envolvido com a gangue latina.

Deixando de lado alguns elementos secundários e abrindo espaço para que outras personas ganhem espaço – como é o caso do prefeito Charles Townsend (Michael Gladis) e sua problemática e traumática personalidade -, o oitavo capítulo de ‘Penny Dreadful: City of Angels’ é um inesperado retorno à glória que mistura tensão, drama e romance proibido (e traz a ilustre presença de Patti LuPone para nos convidar a uma última dança).

‘Happiest Season’: Rom-com com Kristen Stewart e Mackenzie Davis ganha novas imagens promocionais

‘Happiest Season’, nova rom-com natalina estrelada por Kristen StewartMackenzie Davis, ganhou novas imagens promocionais.

O filme, dirigido por Clea DuVall, tem estreia marcada na plataforma de streaming do Hulu no dia 25 de novembro.

Confira:

O filme é estrelado por Stewart como Abby, que planeja pedir a mão de sua namorada, Harper (Davis), em casamento durante o jantar em família anual de Natal – mas fica em choque ao descobrir que Harper tem mantido o relacionamento das duas em segredo.

O elenco também é formado por Alison BrieAubrey PlazaDaniel LevyVictor GarberMary Steenburgen.

‘Mank’: Filme sobre o roteirista de ‘Cidadão Kane’ garante seis indicações ao BAFTA 2021

O novo filme do aclamado cineasta David Fincher para a Netflix, intitulado ‘Mank’, continua em sua onda de honrarias e garantiu seis indicações ao BAFTA 2021.

O longa foi indicado nas categorias de Melhor Roteiro Original para Jack FincherMelhor Trilha Sonora OriginalMelhor FotografiaMelhor Design de Produção, Melhor FigurinoMelhor Maquiagem & Cabelo.

Os vencedores serão revelados no dia 11 de abril.

O elenco conta com Gary Oldman, Amanda Seyfried, Tuppence Middleton, Lily Collins, Tom Burke e Tom Pelphrey.

Acompanhe esta jornada pela Hollywood da década de 1930 através dos olhos do roteirista alcoólatra e crítico social Herman J. Mankiewicz (Oldman), enquanto ele corre contra o tempo para terminar o roteiro de Cidadão Kane para Orson Wells (Burke).

Artigo | Como a saga ‘Harry Potter’ moldou uma geração inteira

Goste ou não, ‘Harry Potter’ tornou-se um marco na cultura pop, seja em termos dos romances escritos por J.K. Rowling, seja na franquia cinematográfica que até hoje está na ativa.

Lançado originalmente em 1997, ‘Harry Potter e a Pedra Filosofal’ veio a se tornar um divisor de águas no cenário literário – a despeito de críticas de especialistas em literatura. Afinal, é inegável que Rowling, aliando-se com diversos membros do alto escalão da esfera cinematográfica (Chris Columbus, Alfonso Cuarón, David Yates e muitos outros), arquitetou um universo bastante envolvente, que nutria de inspirações de clássicos da fantasia, como ‘O Senhor dos Anéis’ e ‘As Crônicas de Nárnia’. A narrativa trouxe à vida e imortalizou o personagem titular, um jovem de onze anos que, morando com os tios infernais e um primo insuportável após o acidente dos pais, descobriu ser um bruxo de potencial enorme e viu seu mundo virar de cabeça para baixo ao ingressar em Hogwarts, uma escola de magia regada a feitiços, poções e constantes problemas.

É claro que, a princípio, o enredo não parece fugir muito das fórmulas vistas em tantas obras similares – compiladas no guia ‘A Jornada do Herói’, de Joseph Campbell. Harry materializa, assim como Odisseu, Frodo e os irmãos Pevensie, o monomito, uma construção que parte do simplório e ergue-se como semblante da superação e da aventura. Confinado no armário embaixo da escada, o “menino que sobreviveu” não tem ideia das histórias que precedem seu monótono cotidiano e percebe que a invisibilidade mandatória em meio a familiares cruéis é apenas momentânea. Para aqueles que não se recordam, Harry recebe a visita do meio-gigante Rúbeo Hagrid no meio de uma noite chuvosa, com uma carta convidando-o para participar das aulas em Hogwarts. Descobrindo que as anedotas sobre sua vida quando bebê eram mentiras e escondiam segredos obscuros, ele cruza o limiar do mundo que conhecia e mergulha de cabeça em um turbilhão de novidades e de perigos.

Toda a franquia parte de uma premissa notável e que já foi emulada centenas de milhares de vezes. Se J.R.R. Tolkien e C.S. Lewis marcaram época com seus escritos, Rowling faria o mesmo décadas mais tarde ao traduzir para uma sociedade contemporânea e para um público-alvo jovem-adulto as mazelas que se escondem por aí, mostrando que nada é o que parece ser. Deixando para trás o microcosmos que admitia como imutável, Harry encontra seu lar ao lado de amigos como Hermione Granger e Rony Weasley e amadurece frente à crescente ameaça do mortal Lorde Voldemort – um bruxo das trevas que tentou matá-lo quando mais novo e que pode voltar a qualquer momento de um limbo fantasmagórico para concluir sua ardilosa missão.

A verdade é que a autora, em diversas entrevistas, comentara sobre os subtextos escondidos nas milhares de páginas dos sete romances. Seguindo os passos da infância, da adolescência de um amadurecimento obrigatório frente a tantos traumas, é notável como a temática da morte acompanha cada um dos personagens, com mais ou menos peso. Harry lida com a morte dos pais que nem mesmo chegou a conhecer; Voldemort, por sua vez, investe esforços num psicótico desejo pela imortalidade, motivo pelo qual esconde partes de sua alma em objetos malignos (as chamadas horcruxes). Em oposição, jubilam-se reflexões sobre racismo e preconceito, em que Voldemort, reunindo-se com seus seguidores, se lança a uma caça aos bruxos e bruxas mestiços e aos trouxas (pessoas não-mágicas), limpando o mundo de uma “raça inferior” e permitindo a ascensão dos puros-sangues.

Assim como títulos anteriores ajudaram na formação da sociedade, ‘Harry Potter’ também foi responsável por resgatar elementos paidêuticos como a dualidade dos conceitos de bem x mal e certo x errado. As premissas de intolerância, aceitação, opressão e tirania, ainda que não exploradas ao seu máximo e pinceladas com máscaras fabulescas, ajudaram a instituir em leitores mais jovens pequenas faíscas de pensamento crítico – ainda que comentários recentes de Rowling tenham colocado em xeque as marcas ideológicas impressas na saga. Ora, se pararmos para encontrar as simbologias em meio aos parágrafos, há até certo flerte com questões sociológicas de despertencimento e de estratificação sociocultural, como vemos nas personalidades díspares de Severo Snape e Minerva McGonagall, por exemplo.

Movida também pela solidez da fórmula arturiana, Harry é auxiliado por um mentor – Alvo Dumbledore. A presença etérea do personagem é marcada e premeditada desde a primeira menção do bruxo e amalgama outros tantos que povoaram o imaginário popular, desde Merlin até Gandalf, em uma exaltação da sabedoria e do guiamento. É impossível se desvencilhar de tantas comparações, mas também é preciso dizer que Rowling recuperou um manual narrativo que há muito não se via – e que ajudou uma nova geração a traçar o caminho de volta para as gênesis da fantasia.

Enquanto os livros causaram um impacto contínuo no planeta, mencionar os longas-metragens é apenas reiterar essa importância. Além de alavancar as carreiras de Daniel Radcliffe, Emma Watson, Rupert Grint e Tom Felton no cinema e na televisão, eles ajudaram a (re)apresentar aos espectadores mais jovens nomes lendários do entretenimento, como Michael Gambon, Richard Harris, Maggie Smith, Alan Rickman, Emma Thompson, Helena Bonham-Carter e tantos outros. Como se não bastasse, tornaram-se epítomes dos blockbusters do século XXI, estabelecendo um processo midiático que influenciaria outras franquias – incluindo ‘Crepúsculo’ e ‘Jogos Vorazes’.

Creditados por popularizarem os romances infanto-juvenis e jovens-adultos no cenário fílmico, não há uma pessoa que nunca tenha ouvido do bruxinho mais famoso da história – e redescobrir ou revisitar essas histórias é sempre uma aventura inesquecível e surpreendente.

‘Julie and the Phantoms’: Fãs estão FURIOSOS com o cancelamento da série; Confira as reações!

A Netflix cancelou oficialmente a série ‘Julie and the Phantoms‘, remake internacional da série infantil brasileira ‘Julie e os Fantasmas‘, depois de apenas uma temporada.

Não demorou muito até que os fãs se manifestassem contra a decisão da plataforma de streaming, expressando seu descontentamento e até mesmo alavancando a hashtag “eu te odeio Netflix” no Twitter.

Confira os principais comentários:

O criador da série, Kenny Ortega, emitiu uma declaração oficial após a notícia, agradecendo ao apoio dos fãs e ao tempo que passou junto com sua equipe:

“Nós mandamos nosso amor e agradecimento aos fãs da série ao redor do mundo pelo apoio que vocês nos mostraram desde a estreia. Nós descobrimos essa semana que a Netflix não nos renovou para uma segunda temporada. Apesar de estarmos tristes, seguiremos em frente com orgulho pelo o que conquistamos como uma equipe e uma família que construíamos ao criar essa série.”

Na trama, a adolescente Julie descobre a paixão pela música e pela vida quando cria uma banda com um trio de fantasmas.

Madison ReyesCharlie GillespieJeremy ShadaOwen Joyner estrelaram a nova versão.

Vale lembrar que a produção original nacional fez um sucesso gigantesco e até mesmo ganhou uma indicação de Melhor Programa Infantil no Emmy Internacional.

‘As Crônicas de Spiderwick’: Diretora de ‘She-Hulk’ comandará os dois primeiros episódios da série do Disney+

Segundo o DeadlineKat Coiro foi escalada para dirigir os dois primeiros episódios da nova adaptação de ‘As Crônicas de Spiderwick’, série do Disney+ baseada na saga literária de Holly Black e Tony DiTerlizzi.

Coiro é conhecida por seu trabalho na recente rom-com ‘Case Comigo’, estrelada por Jennifer LopezOwen WilsonMaluma, e na vindoura produção ‘She-Hulk’, da Marvel Studios.

Confira as primeiras imagens do reboot:

Os romances, que se estendem em cinco volumes, gira em torno da família Grace – formada pelos gêmeos Jared e Simon, pela irmã Mallory e pela matriarca Helen -, que se mudam para um casarão pertencido a um distante tio e descobrem um mundo de fadas, goblins e inúmeros perigos que os cerca.

Com poucas informações reveladas, acredita-se que a série chegue à plataforma de streaming no final de 2022 ou no começo de 2023.

Em 2008, a saga ganhou uma adaptação para os cinemas, trazendo Freddie HighmoreSarah BolgerMary-Louise ParkerMartin ShortNick NolteSeth Rogen. Com direção de Mark Walters, o longa arrecadou quase US$163 milhões e recebeu críticas positivas.

‘American Horror Story’: Zachary Quinto e Charlie Carver são destaque nas novas imagens da 11ª temporada; Confira!

O FX divulgou mais dos cartazes promocionais da 11ª temporada de ‘American Horror Story‘, intitulada ‘American Horror Story: New York City‘.

As imagens em questão revelam o retorno de Zachary Quinto à franquia como Sam e também de Charlie Carver como Adam.

Confira:

Com estreia prevista para o dia 19 de outubro, o próximo ciclo terá sua história situada em Nova York, durante a década de 1970.

O elenco contará com o retorno dos veteranos Zachary Quinto, Evan Peters, Billie Lourd, Denis O’Hare e Leslie Grossman.

Também fazem parte do elenco da nova parcela Sandra Bernhard, que apareceu em outra série FX produzida por Murphy, ‘Pose‘; e Joe Mantello, que esteve em dois projetos de Murphy, ‘Hollywood‘ da Netflix e ‘The Normal Heart‘ da HBO.

Dica de Filme | ‘1922’ é uma ótima adaptação do conto de Stephen King que merece ser conferida na Netflix

Stephen King possui uma identidade única em seus escritos. Afinal, apesar de ser considerado o mestre do terror, suas narrativas não se restringem às saídas clichês de obras similares, principalmente no tocante aos arcos de seus personagens. E mesmo que peque na resolução das histórias, o contexto geral e a arquitetura de uma atmosfera inebriante, envolvente e visceral é sempre alcançada com grande maestria – salvo alguns romances. Em 1922, um dos contos que formam o compilado intitulado Escuridão Total sem Estrelas’, King nos apresenta a uma pacata e rudimentar família rural que se vê num dilema a priori fácil de ser resolvido, mas que se transforma numa ruína existencial viciosa e que divaga sobre até que ponto uma pessoa está disposta a ir para conseguir o que deseja.

É inegável dizer que 2017 se tornou o ano do autor. Inúmeras de suas obras foram adaptadas para o cinema neste ano e, apesar do fracasso de A Torre Negra, a maioria das releituras para o cinema e para o serviço de streaming surpreenderam os espectadores mais céticos e fãs de carteirinhas dos clássicos do século passado, como Carrie – A Estranha’ e O Iluminado. Felizmente, parece que a Netflix, conhecida por sua gama extensa de conteúdo original, assim como o diretor Andy Muschietti, parecem ter entendido o teor das obras de King e conseguiram traduzir em sequências imagéticas tensas e muito bem coreografadas o que queríamos ver desde o princípio.

Depois do sucesso de Jogo Perigoso, a plataforma resolveu investir nesta mais nova adaptação: o conto homônimo, transformado em longa-metragem, gira em torno do fazendeiro Wilfred James (Thomas Jane), um personagem calculista e inexpressivo que mantém todas as suas frustrações guardadas para si mesmo ao invés de mostrá-las para quem quiser. Ele é o patriarca de uma família em constante conflito, também formado pela esposa Arlette (Molly Parker em uma de suas melhores atuações desde House of Cards) e o filho Henry (Dylan Schmid). Esposa e marido acabam por discordar em inúmeros assuntos, principalmente no tocante às terras herdadas por ela após o falecimento da tia. Tal acontecimento mostra uma clara distinção entre os objetivos dos dois personagens: Arlette deseja abandonar sua vida primitiva e se tornar independente num cenário urbano – Omaha, para ser mais exato -, onde poderá abrir sua boutique e tornar-se o que sempre quis ser: uma empreendedora.

As coisas sairiam com o planejado se Wilfred não mantivesse relações estritas com a terra em que moram – um casarão centrado em meio a quarenta hectares de plantação. Não sabemos exatamente quais são os motivos através dos quais ele nega a decisão da esposa, mas não precisamos, para falar a verdade. A única coisa a entender é que essa discordância é o motivo principal que o leva a se tornar um homem manipulador e que começa a bombardear a frágil e leviana mente do filho com ideias para ficarem naquele lugar – incluindo utilizar um possível romance entre o rapaz e Shannon (Kaitlyn Bernard), filha da família vizinha que nutre um sentimento crescente por Henry.

O ápice do primeiro ato é a concepção de um plano de assassinato que, obviamente, culmina na morte da mãe. Uma sequência expositiva que envolve sangue, luta e gritos abafados. Eventualmente, Arlette acaba com a garganta cortada, e Wilfred e seu filho correm para jogar seu corpo no poço inutilizado da fazenda, tentando literalmente enterrar o segredo que terão que carregar para o resto da vida. Como toda boa história de suspense, os personagens têm certeza absoluta de que seus problemas acabaram – mas na verdade, esse evento é apenas o ponto inicial de um thriller psicológico que os leva a cometer uma série de autoflagelações e reflexões destrutivas sobre o propósito de terem mantido a casa, visto que todos estão afundados em dívidas e não têm como mantê-la por completo.

A identidade imagética parece pegar emprestado alguns elementos estéticos de Réquiem para um Sonho. Afinal, a ascensão e a queda dos protagonistas segue as estações do ano, começando com a primavera, durante a qual a câmera é mais dinâmica e utiliza planos mais gerais para mostrar uma paleta vibrante e uma iluminação difusa que envolve eles e a própria casa, e termina numa estética mais intimista engolfada nos tons monocromáticos do branco e do preto – ou seja, no momento em que Wilfred atinge o fundo do poço e resolve se abrir quanto à verdade, a qual, segundo ele, “sempre acaba aparecendo”.

Henry, sem sombra de dúvida, tem o arco mais conturbado. Após entrar em um processo de negação e aceitação pelo que aconteceu, o garoto mergulha em um trágico coming-of-age que o transforma num indivíduo amadurecido pelas razões erradas. Sua caracterização é acompanhada também pelo decorrer do ano: ele permanece constantemente ofuscado pelo pai e pela mãe, ocultado por uma luz forte e que o impede de ter sua própria identidade. Com a passagem do verão e a chegada do outono, ele começa a entender o que fez e acaba engravidando Shannon, admitindo para si mesmo uma responsabilidade para a qual não estava preparado e criando uma couraça a priori intransponível, mas que depois se mostra tão frágil quanto uma garrafa de cristal. Em meados do terceiro ato, ambos são castigados pela nevasca e pelas escolhas erradas – o casal, que se autointitula “Os Pombinhos Assassinos”, encontra a salvação num estilo contemporâneo e shakespeariano à la Romeu e Julieta, cometendo um ato de sacrifício que consiga salvar o amor que sentem um pelo outro.

Muitos podem encarar 1922’ como uma narrativa sobrenatural, mas na verdade, a trama principal tem como premissa os frutos de uma vingança desmedida e as consequências do agir compulsório. Wilfred fica tão cego por ser enfrentado pela esposa que não vê outras possibilidades para superar o obstáculo que enfrenta, abraçando a primeira oportunidade que tem de tirar do caminho alguém que passou a odiar, sem pensar no que isso poderia impactar na vida daqueles ao seu redor.

O problema do longa é, mais uma vez, seu final. King parece não ter uma mão muito firme para a resolução dos conflitos, valendo-se de saídas previsíveis para os personagens e que parecem extraídos de uma vertente insondável de deus ex machinas. E esses deslizes poderiam não ter tanto impacto, se a condução do diretor Zik Hilditch não prezasse pela construção de uma atmosfera tensa, pautada em uma montagem lenta e perscrutada por uma trilha animalesca e desafinada, servindo como extensão psíquica da conturbação de Wilfred. Apesar desse cuidado narrativo, as sequências angustiantes não têm justiça feita com o término do último ato, o qual dá ao protagonista algo que já esperamos desde o primeiro minuto: a redenção pela morte.

Essa subestimada adaptação do universo literário de King tem os seus problemas, mas é satisfatória em sua maior parte. Já entendemos que o terror das obras do autor definitivamente não é o convencional, e se alastra para outras camadas do medo e das falhas humanas, entregando uma tragédia de gênero interessante e até mesmo medonha.

‘A Noite das Bruxas’: Vídeo nos leva aos BASTIDORES do novo suspense inspirado em Agatha Christie

A 20th Century Studios divulgou um novo vídeo promocional do vindouro suspense ‘A Noite das Bruxas‘ (‘A Haunting on Venice’), novo mistério com o detetive Hercule Poirot (Kenneth Branagh), baseado na icônica saga da autora Agatha Christie.

featurette nos leva aos bastidores do longa-metragem, que chega aos cinemas nacionais em 14 de setembro.

Confira:

O elenco grandioso ainda contará com Michelle Yeoh, Jamie Dornan, Tina Fey, Kyle Allen, Camille CottinJude Hill, Ali KhanEmma Laird, Kelly ReillyRiccardo Scamarico.

“Ambientada após o período da 2ª Guerra Mundial, a trama acompanha mais um mistério aterrorizante com o retorno do célebre detetive Hercule Poirot. Agora aposentado e vivendo em um exílio auto imposto na cidade mais glamorosa do mundo, Poirot relutantemente assiste a uma sessão espírita em um palácio decadente e assombrado. Quando um dos convidados é assassinado, o detetive é jogado em um mundo sinistro de sombras e segredos.”

Além de estrelar, Branagh também retorna à direção, a partir de um roteiro escrito por Michael Green (‘Logan’).

Grammy Awards 2024 | As MELHORES apresentações da maior noite da música

A 66ª edição do Grammy Awards aconteceu ontem (04) e, como sempre, veio acompanhada de performances incríveis que encheram a noite de vozes icônicas e uma celebração do significado de boa música.

Desde a abertura do evento com um medley memorável de Dua Lipa até uma homenagem impecável de Fantasia Barrino para a saudosa Tina Turner, foram vários os momentos que nos chamaram a atenção.

Pensando nisso, preparamos uma breve lista com as cinco melhores apresentações do Grammy 2024.

Confira abaixo as nossas escolhas:

5. MILEY CYRUS

Após anos sendo esnobada pela Academia, Miley Cyrus finalmente conquistou suas primeiras estatuetas do Grammy – vencendo nas categorias de Melhor Performance Pop Solo e Gravação do Ano pela estrondosa “Flowers”, lead single do álbum ‘Endless Summer Vacation’. E, afastando-se de uma produção gigantesca e de uma espetacularização comum das apresentações da premiação, ela subiu aos palcos sozinha, acompanhada de um belíssimo look emulando Tina Turner e até mesmo pegando as incursões do soul e do rock para remodelar a música.

4. BILLY JOEL

Dezessete anos depois de sua última música original e três décadas depois de sua última performance ao vivo, o lendário Billy Joel arrancou aplausos em pé dos membros da audiência do Grammy ao aparecer à frente de um piano e soltar a voz na inédita “Turn the Lights Back On” (uma das melhores tracks do ano). Com sua apresentação, Joel nos relembrou do impacto significativo que causou e que continua causando no cenário do entretenimento – tornando impossível não se emocionar com sua potência artística.

3. BILLIE EILISH & FINNEAS O’CONNELL

Em pouco tempo de carreira, Billie Eilish se tornou uma das artistas mais aclamadas e respeitadas do cenário fonográfico contemporâneo – e é claro que sua investida no filme ‘Barbie’, “What Was I Made For?”, não ficaria de fora da lista de indicados. Vencedora na categoria de Música do Ano, a faixa foi performada por Eilish e seu irmão, Finneas O’Connell, em uma cândida e simples rendição, rememorando a apresentação que fizera no Grammy 2020 em que sentou-se ao lado do piano e deixou as emoções fluírem em uma pungente performance.

2. DUA LIPA

Se a vencedora do Grammy de Artista Revelação sofria críticas em seus primeiros anos como artista musical, ela realmente investiu esforços em suas performances – e, neste ano, Dua Lipa dominou os palcos do evento com um medley soberbo, do começo ao fim. Além de ter estreado um trecho de seu vindouro single, “Training Season”, ela aproveitou para soltar a voz na aclamada faixa “Dance the Night”, do filme ‘Barbie’, e finalizou sua apresentação com a envolvente “Houdini”.

1. FANTASIA BARRINO

Depois de ter ficado às escondidas dos holofotes, Fantasia Barrino retornou aos holofotes com a adaptação musical de ‘A Cor Púrpura’ – conquistando indicações às principais premiações e reiterando sua incrível versatilidade performática. E, durante o Grammy 2024, Barrino deu as caras na seção In Memoriam, sendo apresentada por ninguém menos que Oprah Winfrey para realizar uma irretocável homenagem à Tina Turner, a eterna rainha do rock, e entregar-se de corpo e alma a uma rendição memorável de “Proud Mary” – encarnando todos os trejeitos de Turner enquanto incendiava os palcos do evento.