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Claudia Raia e Myra Ruiz irão estrelar ‘O Diabo Veste Prada – Um Novo Musical’, com estreia em 2027

Foto: Andy Santana

Um dos títulos mais aguardados do teatro musical internacional acaba de confirmar sua chegada ao Brasil — e já abre caminho para a formação de seu elenco. Apresentado pelo Ministério da Cultura, o musical ‘O Diabo Veste Prada’, visto por mais de um milhão de pessoas e em cartaz de sucesso em Londres, estreia em 25 de fevereiro de 2027 no Teatro Santander, no Complexo JK Iguatemi, em São Paulo. Com vendas abertas, os ingressos estão disponíveis pela plataforma Sympla e na bilheteria física do teatro. A iniciativa posiciona o país como uma das primeiras praças do mundo a receber a montagem, antes mesmo de sua estreia na Broadway, prevista para 2028. O musical conta com patrocínio do Santander e Esfera

O projeto marca um novo momento na trajetória da Touché Entretenimento em parceria com a Artnic. No portfólio da empresa, sob liderança de Renata Borges — responsável por alguns dos principais sucessos recentes do teatro musical no país —, estão montagens premiadas como Beetlejuice, Uma Babá Quase Perfeita, Bob Esponja – O Musical, Peter Pan – O Musical da Broadway, Cinderela – O Musical da Broadway, Alguma Coisa Podre e Querido Evan Hansen, títulos que ajudaram a consolidar um padrão de produção em larga escala no Brasil. Ao mesmo tempo, a produtora amplia seu campo de atuação ao investir em seu primeiro musical brasileiro original, Meu Filho é um Musical, inspirado na trajetória de Paulo Gustavo, com estreia marcada para maio. Nesse contexto, a Touché avança agora em mais uma iniciativa de alcance global, consolidando uma trajetória que articula grandes títulos internacionais e novas criações nacionais. 

Com direção de José Possi Neto, a montagem de ‘O Diabo Veste Prada’ propõe uma leitura cênica que articula sofisticação estética, precisão narrativa e diálogo direto com o universo da moda e da cultura contemporânea. A encenação parte do imaginário já reconhecido do público para construir uma experiência que equilibra espetáculo e dramaturgia, conectando diferentes gerações em torno de uma mesma referência.

A produção antecipa ainda os primeiros nomes convidados que passam a integrar o elenco, reunindo artistas que, em suas trajetórias, se consolidaram como referências no teatro musical brasileiro. O anúncio acontece por meio de um teaser cinematográfico inédito, produzido pela Smiley Pepper — produtora de Lucas Pimenta, também responsável pelo roteiro e direção —, marcando também a abertura oficial das vendas. A estratégia dialoga com o retorno da franquia ao cinema após 20 anos, com a continuação estrelada por Meryl Streep e Anne Hathaway, que estreia nos cinemas brasileiros em 30 de abril, reposicionando a história no imaginário contemporâneo e ampliando sua circulação entre diferentes públicos e plataformas. 

Na superprodução brasileira, Claudia Raia assume Miranda Priestly, dando corpo à icônica editora-chefe com a autoridade cênica e o rigor técnico que marcam sua carreira em grandes protagonistas, enquanto Myra Ruiz dá vida a Andrea Sachs, trazendo sua reconhecida potência dramática para a construção de uma personagem em transformação. Ao lado delas, Bruna Guerin interpreta Emily Charlton, imprimindo ritmo e precisão a uma figura marcada pela acidez e pelo humor, e Maurício Xavier assume Nigel Kipling, personagem-chave na engrenagem da narrativa, em uma leitura marcada pela elegância e pela presença. Juntos, os quatro nomes inauguram o elenco com um encontro de diferentes trajetórias e linguagens, reforçando o nível artístico da montagem e projetando, desde já, a escala e a ambição do espetáculo no país. A partir dessa base, a produção avança para a próxima etapa e realiza, em maio de 2026, audições em São Paulo, mobilizando artistas de diferentes regiões do país para compor os demais personagens e o ensemble. 

Baseado no romance de Lauren Weisberger, publicado em 2003, e na adaptação cinematográfica de 2006, com roteiro de Aline Brosh McKenna, a obra reúne uma equipe criativa de projeção internacional. A trilha é assinada por Elton John, com letras de Shaina Taub e Mark Sonnenblick, e libreto de Kate Wetherhead, em colaboração com a própria autora, consolidando uma adaptação que expande o material original para o palco sem perder sua identidade.

Antes de sua chegada ao Brasil, o espetáculo construiu seu percurso em importantes praças internacionais, com estreia em Chicago, em 2022, em temporada pré-Broadway, e nova montagem no Reino Unido a partir de 2024, com apresentações em Plymouth e, na sequência, no West End de Londres, onde permanece em cartaz. Nesse contexto, a produção vem se afirmando junto ao público e à crítica, ampliando sua presença no circuito internacional.

No cenário britânico, o espetáculo também alcançou reconhecimento institucional, com indicação ao Olivier Awards 2025 na categoria de Melhor Atriz Coadjuvante em Musical para Amy Di Bartolomeo, por seu trabalho como Emily Charlton, evidenciando a força do projeto em um dos principais centros do teatro mundial.

Com um título de projeção internacional, uma equipe criativa consolidada e a expertise de uma produtora à frente de sucessos recentes no país, O Diabo Veste Prada – Um Novo Musical’ se apresenta como uma das estreias mais relevantes do teatro musical no Brasil nos próximos anos, antecipando um movimento que conecta mercado, público e novas possibilidades de circulação para o gênero.

‘Demolidor: Renascido’: Imagens de bastidores revelam VISUAL do Rei do Crime para a 3ª temporada; Confira!

A 2ª temporada de Demolidor: Renascido ainda está em exibição no Disney+, com dois capítulos restantes para o encerramento do ciclo – mas a já confirmada terceira iteração está a todo vapor na idade de Nova York.

Agora, imagens inéditas de bastidores ganharam as redes sociais, dando destaque a Vincent D’Onofrio com um visual muito diferente de Wilson Fisk/Rei do Crime para a próxima temporada.

Como visto abaixo, o astro foi fotografado com uma longa barba branca e claramente tentando permanecer irreconhecível. É possível ver também alguns pôsteres ao fundo, revelando a campanha de Sheila Rivera (Zabryna Guevara) para se tornar prefeita da cidade (algo que se torna realidade, como visto revelado no trailer de ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’).

As imagens em questão, todavia, não apresentam nenhum contexto para o que esperar dos novos episódios.

Confira:

‘Demolidor: Renascido’: Elden Henson diz estar satisfeito com desfecho de Foggy

Demolidor: Renascido’ já está disponível no Disney+.

Na trama da 2ª temporada…

A batalha pela alma de Nova York atinge um novo patamar: Wilson Fisk, agora como prefeito, domina a cidade e inicia uma caçada implacável contra o seu inimigo público número um: o vigilante de Hell’s Kitchen. Por trás da máscara, Matt Murdock tenta reagir das sombras para desmantelar o império corrupto do Rei do Crime e salvar a cidade.

‘VisionQuest’: Imagem de bastidores pode ter revelado visual de Madripoor na série

VisionQuest irá concluir a trilogia seriada da Marvel Studios que teve início em 2021 com o lançamento de WandaVision e que continuou com o lançamento do spin-off Agatha Desde Sempre.

A série reunirá Visão (Paul Bettany) com seus filhos, Billy e Tommy Maximoff, bem como algumas IAs familiares de seu passado e do MCU (que, com base em rumores anteriores, estão escondidas em Madripoor depois de assumirem uma forma “humana”). Mais do que isso, Visão irá lidar com as consequências de sua ressurreição pelas mãos da organização conhecida como S.W.O.R.D. – e que o transformou no Visão Branco, um ser desprovido de qualquer emoção.

Agora, uma nova imagem de bastidores da atração ganhou espaço nas redes sociais, revelando o visual de um personagem menor (interpretado por Cristian Lavin) no que parece ser o set de Madripoor. Para aqueles que não conhecem, o lugar é uma ilha-nação fictícia que, nos quadrinhos, funciona como um refúgio para criminosos, sendo centro de vários esquemas de espionagem e contrabando.

Confira:

Em uma recente entrevista ao Screen Rant durante o tapete vermelho do Saturn Awards, Bettany aproveitou o hype da atração para rasgar elogios para o showrunner e criador Terry Matalan – e disse o que os fãs podem esperar da série.

“Acho que Terry percebeu e concordou comigo que a Marvel é recompensada quando arrisca muito”, ele explicou. “E acho que ele simplesmente entendeu, no fundo, para quem o Visão foi criado.”

“E o Visão é para o garoto que eu era quando criança — aquele garoto que se sentia um estranho, sem nenhuma comunidade à qual pertencer. E ele sabia para quem essas histórias são e para quem o Visão foi criado. E acho que fizemos uma série muito divertida e envolvente sobre um cara que é um excluído e está tentando descobrir quem ele é”, o astro continua.

‘Vision Quest’: Emily Hampshire revela que não conhecia o MCU; “Tive que procurar no Google”

A série ainda traz Henry Lewis, Jonathan Sayer, Ruaridh Mollica, T’Nia Miller, Lauren Morais, Diane Morgan e Faran Tahir no elenco. James Spader reprisará seu papel como Ultron.

Terry Matalas (produtor executivo de ‘Star Trek: Picard’) assume o cargo de showrunner.

VisionQuest’ está prevista para estrear ainda este ano no Disney+.

‘O Diário de uma Babá’: Scarlett Johansson irá produzir nova série da Netflix

Segundo o Deadline, a Netflix deu sinal verde para a série original ‘O Diário de uma Babá’ (‘The Nanny Diaries’), baseada na saga literária best-seller homônima de Emma McLaughlinNicola Kraus.

A indicada ao Oscar Scarlett Johansson (‘História de um Casamento’), que estrelou a adaptação cinematográfica de 2007, entra como produtora executiva, ao lado de Greg Berlanti pela Berlanti Productions e da Warner Bros. Television.

‘O Diário de uma Babá’ gira em torno de Annie, uma aspirante a escritora sem dinheiro em busca de uma história. Ela aceita um emprego de babá para uma socialite carismática do Upper East Side, mergulhando em um mundo de excessos inimagináveis. Quando consegue o contrato dos seus sonhos para se infiltrar e expor a vida escandalosa dos ultrarricos, Annie precisa manter essa vida dupla enquanto se apega às pessoas e a esse mundo… E descobre do que sua misteriosa chefe é realmente capaz.

Amy Chozick (‘As Garotas do Ônibus’) e Jenny Bicks (‘Sex and the City’) entram como produtoras, roteiristas e showrunners.

O primeiro volume da saga foi lançado em 2002, sendo traduzido para mais de vinte idiomas e inspirado livremente pela experiência de Kraus e McLaughlin como babás.

Escrito e dirigido por Shari Springer Berman e Robert Pulcini, a adaptação cinematográfica de 2007 contou com Johansson, Laura Linney, Paul Giamatti e Chris Evans no elenco.

Produtor de ‘Gossip Girl’ está em negociações para desenvolver novo drama ESPORTIVO para a Netflix

Segundo o Deadline, a Netflix está em negociações iniciais para supervisionar a série esportiva ‘Glory Days’, criada por Josh Safran (‘Gossip Girl’, ‘Quantico’) e pela Skydance Sports.

Safran entra como roteirista, showrunner e produtor executivo da atração, caso ela ganhe sinal verde pela gigante do streamingNancy Cotton assume o cargo de produtora executiva.

Em Glory Days’, todo verão, os melhores jogadores de beisebol universitários são recrutados para Cape Cod para serem avaliados por olheiros do mundo todo em busca de uma vaga nas grandes ligas. A série acompanha os treinadores, jogadores e moradores locais enquanto seus futuros, famílias, segredos e vidas sexuais se entrelaçam durante o verão de suas vidas.

A atração é descrita como uma mistura de The OC’ com Bull Durham’.

Mais detalhes não foram divulgados.

Safran é conhecido por seu trabalho como criador, produtor executivo e showrunner da popular série sci-fi ‘Quantico’, da ABC. Seus outros créditos incluem ‘Soundtrack’, da Netflix, o reboot de ‘Gossip Girl’, da HBO Max, e ‘Smash’, da NBC. Ele também foi produtor e roteirista da série original de ‘Gossip Girl’.

Emile Hirsch e Kate Beckinsale irão estrelar o novo drama CÔMICO ‘Turnbuckle’

black canary kate beckinsale

Segundo o DeadlineEmile Hirsch (‘Na Natureza Selvagem’), Kate Beckinsale (‘Anjos da Noite’), Terrence Howard (‘No Ritmo do Coração’), Evan Ross (‘Jogos Vorazes’), Cara Delevingne (‘Esquadrão Suicida’) e Famke Janssen (‘X-Men’) irão estrelar a comédia dramática ‘Turnbuckle’, cujas filmagens já foram encerradas.

O projeto é dirigido e escrito por Sean McEwen (‘Braking for Whales’).

Rodado em Arkansas, detalhes sobre a narrativa estão sendo mantidos sob segredo. Porém, sabe-se que a trama é uma reflexão obscura e cômica sobre redenção, sobrevivência e caos.

RossGreg Carney entram como produtores através da recém-fundada Film Mafia EntertainmentDaemon HillinRyan R. JohnsonMia Chang completam o time.

HowardMira Pak HowardAlexander Foard assumem os cargos de produtores executivos.

O restante do elenco inclui Macy Gray (‘Dia de Treinamento’), Sam Strike (‘Nightflyers’), Lily Mo Sheen (‘O Peso do Talento’), Randall J. Bacon (‘Temporada de Sangue’) e Tammin Sursok (‘Pretty Little Liars’).

“Este é um daqueles raros filmes que transmite uma sensação simultaneamente de perigo e sofisticação. O elenco é eletrizante, o tom é inovador e acreditamos que ‘Turnbuckle’ se destacará como um filme de prestígio com verdadeiro impacto cultural”, disse Ross ao Deadline. “Nada disso teria sido possível sem Christopher Crane e a Comissão de Cinema do Arkansas. O Arkansas, especialmente o Parque Nacional de Hot Springs, é um pequeno paraíso com seus lagos, spas, restaurantes, cassino e a atmosfera perfeita para a filmagem de um filme”.

Mais informações não foram divulgadas.

Elizabeth Banks irá estrelar nova série de COMÉDIA do Apple TV

Apple TV deu sinal verde para uma nova série de comédia estrelada por Elizabeth Banks (‘As Panteras’, ‘Jogos Vorazes’).

Ainda sem título oficial, o projeto foi criado po Liz Heldens (‘Will Trent’) e Matt Ward (‘Best Medicine’). Banks assume a função de produtora executiva também.

Anteriormente conhecida como ‘We’re All Gonna Die’, a série é supervisionada pela 20th Television.

A produção começa a ser rodada em Los Angeles ainda este ano e traz Banks de volta ao cenário das comédias após participar de obras como ‘Scrubs’’30 Rock’.

A comédia gira em torno de Heidi (Banks), que acaba de sair de um divórcio conturbado e decide dar um novo rumo à sua vida e à de seus filhos. Mas, ao se ver envolvida na organização dos encontros sexuais do pai na comunidade de aposentados, Heidi se vê obrigada a formar uma aliança improvável com o filho solteiro da namorada dele.

Mais detalhes não foram divulgados.

Meghan Trainor está de volta ao mundo da música com o álbum ‘Toy With Me’; Ouça!

A vencedora do Grammy Meghan Trainor lançou hoje (24) o seu aguardado sétimo álbum de estúdio.

O compilado de originais já está disponível nas principais plataformas de streaming e conta com os singles “Still Don’t Care”“Get In Girl”.

Ouça:

Após o lançamento do álbum ‘Timeless’ em 2024, Trainor começou a trabalhar em material inédito que descreveu como o seu “mais honesto e destemido” até o momento. Em um comunicado oficial, ela explicou que Toy with Me gira em torno de temas como autoconfiança, liberdade pessoal e conexão, afirmando que o disco representa “aprender a acolher as pessoas onde elas estão”.

A artista também anunciou a Get In Girl Tour, que tem início marcado para junho de 2026, com o apoio do grupo Icona Pop. A turnê incluirá paradas em grandes cidades como Nova York, Chicago e Boston, antes de terminar em 15 de agosto de 2026 com uma apresentação em Los Angeles.

Demi Lovato lança versão DELUXE do álbum ‘It’s Not That Deep’; Ouça!

A indicada ao Grammy Demi Lovato lançou hoje (24) a versão deluxe do elogiado ‘It’s Not That Deep’.

Intitulado ‘It’s Not That Deep (Unless You Want It To Be)’, o compilado foi disponibilizado nas plataformas de streaming hoje, 24 de abril, e conta com 8 músicas inéditas – incluindo a recém-lançada “Low Rise Jeans”.

Crítica | Com referências a Britney Spears, Demi Lovato celebra o dance-pop com a inédita “Low Rise Jeans”

 

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Vale lembrar que Lovato começou a turnê promocional do álbum no dia 8 de abril na cidade de Charlotte, Carolina do Norte, estendendo-se até 25 de maio em Houston, Texas.

Lovato ganhou fama ao participar da mini-franquia ‘Camp Rock’ e a série ‘Sunny Entre Estrelas’, ambas produções originais do Disney Channel. Sua estreia solo no mundo da música se deu com ‘Don’t Forget’, que ajudou em seu caminho ao estrelato.

Em 2018, teve um lapso após seis anos de sobriedade e sofreu uma overdose em virtude de opioides, motivo pelo qual lançou a canção “Sober”, pedindo desculpas aos fãs pela “fraqueza”. Após entrar em uma clínica de reabilitação, agradeceu o apoio dos fãs e comentou que contaria ao mundo pelo que passou quando estivesse bem, criticando aqueles que criavam histórias fantasiosas sobre sua vida.

Vendendo mais de 25 milhões de records apenas nos Estados Unidos, seus principais prêmios incluem um VMA, 14 Teen Choice Awards, cinco People’s Choice Awards, uma entrada no Livro dos Recordes e outra na listagem anual do Time 100 como uma das personalidades mais influentes de 2017.

Lovato também levanta bandeira de inúmeras causas sociais, incluindo a luta pela igualdade da comunidade LGBTQ+ e discussões sobre saúde mental.

NOSTÁLGICO! Novo trailer de ‘Mortal Kombat 2’ faz homenagem ao estilo clássico dos jogos; Confira!

A Warner Bros. divulgou um novo trailer da aguardada sequência ‘Mortal Kombat 2‘.

O vídeo destaca o icônica trilha sonora da saga, fazendo homenagem ao estilo clássico dos jogos.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

No novo filme, os campões favoritos dos fãs – agora acompanhados pelo próprio Johnny Cage – são colocados uns contra os outros numa sangrenta e derradeira batalha, sem regras ou limites, para derrotar o sombrio governo de Shao Kahn que ameaça a própria existência do Plano Terreno e seus defensores.

O filme está programado para estrear no dia 8 de maio.

O elenco conta com o retorno de Lewis Tan (Cole Young), Jessica McNamee (Sonya Blade), Josh Lawson (Kano), Tadanobu Asano (Lord Raiden), Mehcad Brooks (Jax), Ludi Lin (Liu Kang), Chin Han (Shang Tsung), Joe Taslim (Bi-Han & Sub-Zero), Hiroyuki Sanada (Hanzo Hasashi & Scorpion) e Max Huang (Kung Lao), além de introduzir Karl Urban (Johnny Cage), Tati Gabrielle (Jade) e Adeline Rudolph (Kitana), além de Martyn Ford (‘The Sandman’), Desmond Chiam (‘Falcão e o Soldado Invernal’), Ana Thu Nguyen (‘Suka’) e Damon Herriman (‘A Casa de Cera’).

Simon McQuoid retorna na cadeira de direção, enquanto Jeremy Slater assina o roteiro.

‘Mortal Kombat 2’: Vídeo nos leva aos BASTIDORES da sequência; Confira!

Lembrando que o primeiro filme está disponível no streaming da HBO Max.

If I Can’t Have Love, I Want Power | As melhores músicas do ACLAMADO álbum de Halsey

A famosa cantora e compositora Halsey (cujo nome verdadeiro é Ashley Nicolette Frangipane) fez sua estreia no cenário da música ainda em 2015, com o adorado álbum ‘Badlands’ – que já a marcou no escopo fonográfico como uma das promissoras artistas da nova geração.

Desde então, calcou uma carreira de enorme sucesso crítico e comercial que já lhe rendeu duas indicações ao Grammy Awards e inúmeras outras estatuetas. Apesar de ter apenas cinco álbuns de estúdios em sua discografia, Halsey já causou impacto o bastante para querermos conhecer e revisitar suas incursões criativas mais de uma vez – e que, como vem se mostrando, ganha cada vez mais espaço na esfera mainstream.

Em 2026, uma de suas melhores produções, o aclamado ‘If I Can’t Have Love, I Want Power’, completa cinco anos desde seu lançamento oficial. O projeto contou com treze irretocáveis faixas que trouxeram Halsey em uma persona mais agressiva, principalmente após ter dado à luz ao seu filho, aproveitando o momento para trazer à tona discussões sobre gênero e maternidade.

Para celebrar seu quinto aniversário, preparamos uma breve lista elencando suas melhores canções.

Confira abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual a sua favorita – ou qual deixamos de fora:

  1. “I AM NOT A WOMAN, I’M A GOD”

“I am not a woman, I’m a god” tornou-se, em tempo recorde, uma das assinaturas de Halsey no mundo da música e uma de suas canções mais fortes e importantes. Na track, que prenuncia o ato final de seu mais recente álbum, há a exploração total do synth-pop, trazendo referências a Arcade Fire, por exemplo, em uma atmosfera incrementada e sem qualquer remorso sobre o que cria.

  1. “YA’ABURNEE”

A beleza do álbum está em não saber o que a próxima música nos guarda e, no final das contas, abrir uma caixinha de surpresas com uma mixtape exuberante, sonoramente colorida e incansavelmente excêntrica. É nesse quesito que “Ya’aburnee” se transforma em uma das melhores entradas do disco: aqui, a faixa toma uma direção diferente do esperado, desde o críptico título árabe até o sólido alicerce causado pelo baixo, finalizando essa sensorial e cinemática aventura com os melancólicos versos “querido, você vai me enterrar, antes que eu enterre você”.

  1. “GIRL IS A GUN”

Considerando a estrutura do projeto, Halsey poderia muito bem resvalar nas superficiais fórmulas declamativas e dizer obviedades cansativas e que já foram repetidas inúmeras vezes por várias pessoas. Felizmente, não é isso o que ela faz e, através de experimentalismos ousados, ela coloca as guitarras de lado em prol da exaltação do hyperpop e do PC music com “Girl is a Gun”, cujo sucesso é alcançado em virtude de outros dois produtores que emprestam suas habilidades para a track: os vencedores do Oscar Atticus Ross e Trent Reznor

  1. “EASIER THAN LYING”

Com ‘If I Can’t Have Love, I Want Power’, Halsey apostou suas fichas em histórias românticas e arromânticas, experimentando como nunca e sem perder a mão de uma produção irretocável. Encarnando uma de suas musas, a lendária Dolores O’Riordan, vê-se seu apreço pelo peso dramático e explosivo do grunge e do hard rock em “Easier than Lying”, por exemplo, num hino de empoderamento digna da nossa atenção e que se configura como um dos vários ápices da obra.

  1. “THE TRADITION”

O álbum é um produto conceitual que analisa as dicotomias da sociedade, as “alegrias e os horrores da gravidez e da maternidade”, “a dicotomia entre a Madona e a Prostituta”, em um mundo regido pela fragilidade emblemática dos homens e pela necessidade de controlar o corpo e o pensamento das mulheres. É nesse escopo que partimos para a faixa de abertura, “The Tradition”, cuja pungente narrativa é acompanhada de um afiado e épico refrão, guiado pelo mote “peça perdão, nunca permissão” – um início bastante forte para o que se tornaria o disco de sua carreira.

Conheça a nova animação ADULTA criada por Aubrey Plaza que chegou ao Prime Video!

O Prime Video lançou recentemente mais uma animação adulta em seu extenso catálogo – Kevin, comédia escrita, produzida e estrelada por Aubrey Plaza (‘Agatha Desde Sempre’).

A temporada de estreia chegou à plataforma de streaming no último dia 20 de abril, contando com oito episódios que conquistaram 67% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Na trama, vagamente inspirada em uma história real, após seus “donos” humanos terminarem inesperadamente, Kevin decide terminar o relacionamento com eles também. Ele sai de casa e se muda para um abrigo de animais em Astoria, Queens, onde um grupo de animais desajustados o ajuda a descobrir o que ele realmente quer da vida.

Jason Schwartzman estrela como o gato titular, enquanto Plaza interpreta Dana, uma das donas do pet.

O elenco de voz ainda conta com Whoopi GoldbergJohn WatersAparna NancherlaGil OzeriAmy Sedaris.

Joe Wengert entra também como roteirista, produtor e showrunner.

Relembre o trailer:

Prepare-se para uma nova AVENTURA no trailer da 4ª temporada de ‘A Lenda de Vox Machina’

O Prime Video divulgou o trailer oficial da 4ª temporada da elogiada animação A Lenda de Vox Machina‘.

O novo ciclo chega à plataforma de streaming no dia 3 de junho.

Confira, junto a um cartaz inédito:

Vale lembrar que a série já foi renovada para a 5ª e última temporada.

A trama acompanha o grupo de desajustados Vox Machina, um time de improváveis heróis que gosta de beber e brigar. Eles recebem a missão de salvar o reino de Exandria de uma ameaça mortal que utiliza magias ocultas e obscuras. Durante o percurso, eles terão de enfrentar diversos inimigos poderosos, testando não apenas suas habilidades em batalha, mas também seu vínculo enquanto grupo.

A série foi criada por Matthew Mercer, que também estrela a produção.

A produção ainda conta com as vozes de Ashley JohnsonTravis WillinghamLaura BaileyLiam O’BrienTaliesin JaffeMarisha RaySam Riegel.

Atriz de ‘Grey’s Anatomy’ se junta ao elenco de ‘Count My Lies’, nova série de SUSPENSE estrelada por Lindsay Lohan

Segundo o DeadlineSophia Bush (‘One Tree Hill’, ‘Grey’s Anatomy’) foi escalada para o elenco de Count My Lies, nova minissérie de suspense desenvolvida pela Hulu.

Bush dará vida a Allison, uma mãe e uma estilosa arquiteta de Tribeca.

Lindsay Lohan (‘Uma Sexta-Feira Mais Louca Ainda’) será a protagonista. Shailene Woodley (‘Big Little Lies’) e Katherine LaNasa (‘The Pitt’) integram o elenco.

Na trama…

Quando a mentirosa compulsiva Sloane Caraway (Woodley) consegue um emprego de babá para os lindos e carismáticos Violet (Lohan) e Jay Lockhart, parece que ela finalmente conseguiu o emprego dos seus sonhos. Mas Sloane mal sabe que acaba de entrar em uma casa repleta de segredos que estão prestes a explodir — com consequências potencialmente catastróficas para todos.

A produção é baseada no livro homônimo escrito por Sophie Stava.

O projeto está sendo desenvolvido por Isaac Aptaker e Elizabeth Berger, que foram os produtores executivos e co-showrunners de ‘This Is Us‘, em parceria com a 20th Television.

Além disso, Lohan e Woodley também servirão como produtoras executivas ao lado de Aptaker e Berger, que também assinam o roteiro.

Embora essa seja a primeira série de Lindsay Lohan como protagonista, a atriz possui um longo histórico com a Disney. Seus cinco primeiros filmes — para cinema e TV — foram todos pela empresa: ‘Operação Cupido‘ (1998), ‘A Boneca Que Virou Gente‘ (2000), da emissora ABC, ‘Seguindo as Pistas‘ (2002), do Disney Channel, ‘Sexta-Feira Muito Louca‘ (2003) e ‘Confissões de uma Adolescente em Crise‘ (2004).

Seu maior papel em uma série de TV americana até hoje também foi na Disney, um arco de quatro episódios de ‘Ugly Betty‘, da ABC, produzido pela ABC Studios, agora parte da 20th Television.

Outras novidades devem ser divulgadas em breve.

‘Assassinato por Escrito’: Reboot estrelado por Jamie Lee Curtis tem estreia ADIADA

O aguardado reboot deAssassinato por Escrito (Murder, She Wrote), estrelado pela vencedora do Oscar Jamie Lee Curtis, teve sua estreia adiada em pouco mais de um mês pela Universal Pictures (via Deadline).

Anteriormente programado para chegar às telonas em 22 de dezembro de 2027, o longa-metragem agora será lançado em 4 de fevereiro de 2028. O estúdio acredita que a nova data tem maior jogabilidade com o filme em vez da época natalina – e o projeto não enfrentaria muita competição das outras companhias.

No filme, Jamie Lee Curtis assume o papel da icônica escritora de mistérios e detetive amadora Jessica Fletcher, personagem eternizada por Angela Lansbury na série original, que foi ao ar por 12 temporadas entre 1984 e 1996. Embora os detalhes da trama ainda sejam mantidos em sigilo, o projeto deve resgatar o charme da pacata e fictícia cidade de Cabot Cove, no Maine, onde a protagonista desvendava crimes intrigantes.

A produção chegará às telonas em um dos momentos mais competitivos do calendário cinematográfico. O longa enfrentará o desafio de dividir o público com grandes blockbusters comoVingadores: Guerras Secretas, da Disney, e O Senhor dos Anéis, da Warner Bros.

Especialistas apontam que essas datas ainda podem sofrer ajustes estratégicos, dependendo do desempenho nas bilheterias de outros gigantes, como Vingadores: Doutor Destino eDuna: Parte Três.

A equipe técnica deAssassinato por Escrito traz nomes de peso da indústria. A direção fica a cargo de Jason Moore (‘A Escolha Perfeita’), com roteiro assinado pela dupla Lauren Schuker Blum e Rebecca Angelo (‘Dinheiro Fácil’).

Na produção, destacam-se Amy Pascal, Phil Lord e Christopher Miller, conhecidos pela recente colaboração emDevoradores de Estrelas, consolidando o projeto como uma das grandes apostas da Universal Pictures para o final de 2027.

Se a vida está uma piada, pelo menos ria dela: 10 Dicas de ÓTIMAS comédias

Tem dias que só o humor consegue nos tirar de pensamentos sobre os obstáculos de uma semana interminável! Na hora de relaxar, nada melhor que preparar a pipoca, ligar a televisão e esquecer do mundo. Se você está vivendo essa situação, chegou ao lugar certo: aperta o play em alguma dessas comédias imperdíveis e esqueça um pouco dos problemas:

 

A Família Perfeita (Netflix)

Na trama, conhecemos Lucía (Belén Rueda), uma mulher com a vida equilibrada, que mora como o marido, o astrônomo Ernesto (Gonzalo de Castro). Um dos seus grandes sonhos é que seu filho, Pablo (Gonzalo Ramos), se case com uma mulher que lhe agrade. Só que quando ele lhe apresenta a pretendente, Sara (Carolina Yuste), isso acaba ficando em segundo plano, pois Lucía acaba se apaixonando pelo pai de Sara, Miguel (Jose Coronado). A partir dessa inusitada situação, Lucía, a grande protagonista dessa história, acaba embarcando em uma jornada de auto descoberta.

 

Comer, Rezar, Ladrar (Netflix)

Na trama, acompanhamos um grupo de pessoas que buscam um famoso lugar especializado em técnicas de adestramento, com o foco de melhorar a relação dos donos com os seus animais. Assim, conhecemos a política Ursula (Alexandra Maria Lara), a atrapalhada Babs (Anna Herrmann), o casal Helmut (Devid Striesow) e Ziggy (Doga Gürer), e também o policial Hakan (Kerim Waller). Durante alguns dias, eles vão criar uma forte ligação com seus cachorrinhos, sob o olhar do misterioso Nordon (Rúrik Gíslason).

 

53 Domingos (Netflix)

Julián (Javier Cámara), Natalia (Carmen Machi) e Victor (Javier Gutiérrez) são três irmãos, com pouca convivência recente, que precisam se reunir para discutir sobre os próximos passos em relação à situação do pai, que mora sozinho e já está na casa dos 90 anos. Julián é o anfitrião e conta com a ajuda da esposa, a enfermeira Carol (Alexandra Jiménez), para organizar um encontro na casa deles. No entanto, com as desavenças do passado vindo à tona logo que começam a conversar, o assunto principal acaba girando em torno de um romance escrito por um deles.

 

Click (HBO MAX)

Click, dirigido pelo cineasta nova iorquino Frank Coraci e protagonizado por Adam Sandler, bate na tecla do desperdício da vida aos olhos de um workholic que navega nas desilusões de seus próprios atos.

 

Nonnas (Netflix)

Joe (Vince Vaughn), um simpático homem de meia idade que trabalha com consertos automotivos, acaba de perder a mãe. Nesse momento de luto, lembranças das comidas que ela e sua vó faziam dominam suas lembranças. Um dia, com o dinheiro da herança, resolve comprar um restaurante e fazer dele um lugar especial. Para isso, contará com a ajuda de amigos de longa data e quatro mulheres na melhor idade que tem receitas deliciosas para atrair o público.

 

Obrigado, Rapazes

Na trama, conhecemos Antonio (Antonio Albanese), um experiente ator, pai de uma jovem, que trabalha no seu presente como dublador de filmes para adultos e parece não estar nada feliz com os rumos que sua vida e carreira levaram. Certo dia, após receber uma ajuda de um amigo dono de teatro, tem a chance de um novo trabalho: como professor de um curso de teatro dentro de um presídio italiano. Assim, conhece alguns presidiários, os ajudando a encenar a peça Esperando Godot, do autor irlandês Samuel Beckett. Será esse o empurrãozinho que precisavam para enxergar suas vidas com outros olhos?

 

Fight or Flight (Prime Video)

Lucas (Josh Hartnett) é um ex-agente da CIA que após uma situação em uma missão é praticamente retirado do sistema, conseguindo abrigo em Bangkok. Anos se passam e ele recebe um telefonema de Katherine (Katee Sackhoff), uma ex-namorada e atual chefona de uma rede poderosa que está com um enorme problema. Tendo em vista a possibilidade de voltar para casa, Lucas resolve aceitar um trabalho perigoso que só se complica quando entra em um avião repleto de assassinos impiedosos.

 

O Grande Golpe do Leste (Filmelier +)

Maren (Sandra Hüller) e Robert (Max Riemelt) são um casal que vivem os tempos de incertezas após o início da reunificação da Alemanha, meses depois da queda do Muro de Berlim. Moradores de um condomínio onde outros moradores passam pelas mesmas dificuldades e sem saber o que será do futuro, um dia encontram um bunker cheio de dinheiro prestes a perder o valor. Buscando trocar esse dinheiro o mais rápido possível, a família comunista e seus amigos embarcam numa série de aventuras para conseguir estabilidade num mundo novo que está por vir.

Crítica | ‘O Grande Golpe do Leste’ – Bem-humorado recorte sobre a queda do socialismo na Alemanha

 

O Último Episódio (Tem para aluguel em algumas plataformas)

Ambientado em Laguna, um bairro de Contagem, em Minas Gerais, no início da década de 1990, acompanhamos a história de um jovem que está à beira de momentos importantes de sua vida. Um dia, resolve espalhar uma notícia inusitada: afirma ter o último episódio do seriado Caverna do Dragão – algo que o coloca de frente com situações inusitadas.

 

Improvisação Perigosa (Prime Video)

Na vida profissional, as coisas vão de mal a pior para Kat (Bryce Dallas Howard), Marlon (Orlando Bloom) e Hugh (Nick Mohammed). Kat é uma professora de improvisação que ainda não conseguiu emplacar sua carreira como comediante. Marlon, um ator em busca do papel que mude sua trajetória, vive de pequenas oportunidades que nunca o levam ao estrelato. Já Hugh, um funcionário tímido e deslocado em uma grande empresa, vê nas aulas de improviso uma tentativa de dar algum rumo à sua vida. Certo dia, o destino cruza o caminho dos três e, sob a orientação de um agente da polícia, eles embarcam em uma missão inusitada: se infiltrar em uma perigosa gangue, criando personagens como disfarces. A partir daí, uma série de confusões e situações inusitadas está garantida.

Cadeiras vazias, esperança viva: Como o cinema está sobrevivendo na era do streaming?

Imagem de Johny Kessler por Pixabay
Imagem de Johny Kessler por Pixabay

Você já parou para pensar o quanto gasta quando vai ao cinema? Desde que a era dos streamings chegou – mais ou menos depois da pandemia da covid-19 -, as salas de cinema em todo o mundo sofreram um enorme abalo em sua frequência, tornando-se reféns da esperança de que o próximo blockbuster equilibre as finanças. Mas essa situação não é um algo tão simples: há outros fatores que tentaremos desenvolver nos tópicos a seguir:

Imagem de gautherottiphaine por Pixabay
Imagem de gautherottiphaine por Pixabay

Somente exibir um filme é pouco

Uma das coisas mais legais é chegar em uma sala de cinema, assistir ao filme e, por exemplo, ter um debate em seguida. Essa ação, muitas vezes vistas em pré-estreias ou em eventos dedicados a uma obra, é fundamental para ampliar o olhar e trazer reflexões sob muitos pontos de vista, enriquecendo demais toda a experiência.

Em muitas redes de cinema, algumas novas ideias poderiam aparecer, como sessões especiais e preço mais acessível. Limitar promoções de 2ª a 4ª já se mostra muito pouco para um público que coloca em prática seu lazer aos fins de semana. É necessário transformar a ida ao cinema em algo especial, que a pessoa queira estar ali por muito tempo. A questão é se a maioria das salas do circuito exibidor vão conseguir se desprender da acomodação de um modelo clássico que já se mostra obsoleto há muito tempo.

 

O preço dos ingressos e a necessidade de obter lucro através dos caríssimos combos de pipoca

Imagem de Devon Breen por Pixabay
Imagem de Devon Breen por Pixabay

A cada filme que entra em cartaz, geralmente, metade do que se arrecada vai pra distribuidora e a outra metade fica para o cinema. Viver de bilheteria é algo que nunca aconteceu pra nenhum cinema. E mesmo assim, há preços exagerados por aí, descartando possibilidades para grande parte do público. É muito triste você receber relatos de pessoas que gostariam de ir ao cinema e não podem, por se tratar de um programa caro.

Desde sempre, o lucro dos exibidores está na bombonière. Esse fato encarece demais um simples combo de pipoca – que vem do milho, algo barato – revendido a preços exorbitantes, se tornando mais um fator que limita o acesso de muitas pessoas ao cinema.

Cadê os Lanterninhas do Cinema? – A saga de tentar ver um filme em Paz!!!

 

Os hábitos em uma sala de cinema

Não é de hoje, mas, ultimamente, a falta de educação do público nas salas de cinema tem extrapolado qualquer paciência, desanimando os amantes da sétima arte. A cada cinco sessões que você vá, pode ter certeza que, na maioria delas, haverá um show de telas de celulares acesos e conversas a todo instante no meio do filme. Esses e outros pontos comportamentais desanimam, e deixando a experiência desanimadora. Como fazem falta os lanterinhas numa sala de cinema!

 

Comodidade e ascensão dos streamings

Imagem de talktotippers por Pixabay
Imagem de talktotippers por Pixabay

Não sei se os gestores de salas de cinema estavam preparados – ou mesmo acreditavam -, na ascensão meteórica dos streamings. Se foram pegos de surpresa ou não, a verdade é que essa questão é a de maior impacto quando pensamos em cadeiras vazias nos cinemas. Por preços acessíveis e enormes catálogos, você pode fazer uma noite barata e divertida, mesmo que falte o impacto que uma tela grande proporciona ao assistir a um filme. Grande parte do público vai priorizar o bolso em vez da experiência –  e não há o que se contestar em relação a isso.

 

Mas e você? Ainda consegue ir regularmente aos cinemas? Tem percebido as salas vazias? Conte pra gente suas experiências.

Especial Michael Jackson | Relembrando ‘Off The Wall’, o álbum que ETERNIZOU o rei do pop

O conceito de zeitgeist discorre sobre alguém que teve um grande impacto, cultural, histórico ou social, ao longo de uma geração – promovendo remodelações que seriam reproduzidas anos mais tarde. E, sem sombra de dúvida, um dos grandes nomes que nos vêm à mente quando pensamos nesse quase intangível status é o de Michael Jackson. Alcunhado como o rei do pop, o icônico artista começou sua carreira nos anos 1960 como parte do popular e prestigiado grupo conhecido como Jackson 5, performando ao lado de seus quatro irmãos através do gerenciamento do pai, Joe Jackson.

Porém, após anos como membro desse quinteto, Michael começou a explorar sua carreira solo, fazendo sua estreia em 1972 com ‘Got to Be There’ através da Motown, mas ainda vivendo à sombra dos caprichos de Joe. Em 1979, porém, as coisas iriam mudar: apostando mais fichas em sua independência artística, ele se aliou com o produtor Quincy Jones, com quem já havia trabalhado na exagerada e divertida adaptação de ‘The Wiz’, para o que podemos considerar uma das obras-primas do cenário fonográfico. Ganhando o nome de Off The Wall, o compilado, agora sob cuidados da Epic e da CBS, representou um afastamento significativo da estética firmada pelo artista em seu tempo com a Motown e, ao longo de dez faixas, consagrou Michael como o nome mais popular e prestigiado do planeta.

O projeto se beneficia, a princípio, das pulsões quase compulsórias que o cantor e compositor experimentava sobre liberdade, hedonismo e uma espécie de “empoderamento” que já começava a catapultá-lo para um outro espectro da fama e do estrelato. Michael, que teve sucesso significativo ao lado dos irmãos, tinha o desejo de se transformar no melhor performer de todos os tempos, por mais que esse objetivo tenha se mostrado claramente intangível. De qualquer maneira, o jovem artista, à época com apenas 21 anos, talvez tenha alcançado esse propósito ao utilizar seu quinto álbum de estúdio para estabelecer uma merecida e necessária independência criativa.

Os temas esquadrinhados no álbum, centrados no hedonismo, no escapismo, no prazer e no amor, dessa forma, recebem um significado mais complexo do que imaginávamos, como se Michael finalmente estivesse encontrando alegria e tendo a oportunidade de ser quem é. Off The Wall, assim, transforma-se no epítome da era disco da música, reunindo conhecidos elementos dos anos 1970 para finalizar uma das épocas mais celebradas e relembradas de todos os tempos – e cujo legado se estende até os dias de hoje. Centrando-se tanto no disco quanto no funk e no R&B, Jackson e Jones unem forças para uma declamação celebratória da vida que os colocou no mesmo patamar de Donna Summer, Giorgio Moroder e Bee Gees.

Michael tem um projeto muito bem estruturado para o compilado, dividindo-o em dois atos que, ao passo que mantêm a coesão entre suas faixas, soam diferentes pelas múltiplas lendas da música que o auxiliaram nessa empreitada. O primeiro deles tem início com uma das canções mais famosas de sua carreira e um marco do final da década em questão que já prenunciava o fim do disco e o início de uma irruptiva fusão de gêneros. Aqui, o funk e o disco ganham proeminência através da mágica conexão entre bateria, baixo, saxofone e piano que ditariam os preceitos adotados por nomes como Madonna, Jessie Ware, Dua Lipa, Lady Gaga, The Weeknd e tantos outros.

Ficando responsável pela composição da track ao lado de Greg Phillinganes, Jackson traz seus versos para as ótimas “Workin’ Day and Night” e “Get on the Floor”, mas deixa espaço para que célebres membros da indústria fonográfica deixem sua marca para esse arauto artístico que é adorado até hoje. E, então, adentramos o segundo ato do projeto, que presta homenagens a Paul McCartney com um cover pop e R&B de “Girlfriend”, a Stevie Wonder e a Susaye Greene, compositores de “I Can’t Help It”, e Rod Temperton, que diverte-se ao assinar a sutil e narcótica sensualidade de “Rock with You”, da vibrante faixa-título e da subestimada “Burn This Disco Out” (cujas reminiscências, ao fundo, parecem ter premeditado a estrutura de “Bad”, do álbum homônimo de 1987).

O sucesso do álbum, que se tornou o mais vendido de 1980, prenunciou a parceria de nove anos entre Jackson e Jones. Porém, o impacto do álbum vai para muito além das sólidas vendas e da aclamação crítica, ramificando-se para um momento de grande orgulho para a comunidade afro-americana à medida que os gêneros explorados por Michael adentraram o mainstream e promoveu um encontro entre passado, presente e futuro em uma atemporalidade inegável e indelével. O artista, em outras palavras, remou contra o status quo que ditava a indústria fonográfica ao criar uma ponte entre o R&B e o pop que abriria portas para a versatilidade de artistas contemporâneos como The Weeknd, Beyoncé e Kendrick Lamar (apenas para citar alguns).

Ao encontrar a tão sonhada liberdade com Off The Wall, Michael Jackson não apenas celebrou a música como motor de felicidade e de prazer, mas nos presenteou com uma obra-prima incontestável que apenas refletiu sua imensa genialidade – e que abriria as portas para outras revoluções musicais que o reiterariam mais ainda como o único e legítimo rei do pop.

‘Atração Fatal’, ‘Cisne Negro’ e outras Dicas de Dramas PSICOLÓGICOS para Você assistir

Um dos subgêneros mais interessantes do cenário cinematográfico é o que envolve os dramas psicológicos. Tais narrativas funcionam como palco para exploração da complexidade da mente humana, discorrendo sobre obsessões, traumas, crises de identidade, reflexões existenciais e vários outros temas que revelam como a psique de um indivíduo é muito mais intrincada do que imaginamos.

Tendo início na Era de Ouro de Hollywood e influenciando uma gama infindável de produções, desde incursões noir dos anos 1940, passando por thrillers psicológicos dos anos 1990 e até mesmo nos filmes de arte dos anos 2000 e 2010, filmes desse tipo costumam funcionar como um ponto de convergência de vários estilos – motivo pelo qual títulos como Atração Fatal e Cisne Negro podem ser enxergados sob um mesmo espectro.

Pensando nisso, preparamos uma breve lista com cinco populares dramas psicológicos para você conferir nos streamings.

Confira abaixo as nossas escolhas:

ATRAÇÃO FATAL (1987)

FATAL ATTRACTION, Michael Douglas, Glenn Close, 1987, (c) Paramount/courtesy Everett Collection

Onde assistir: YouTube (aluguel)

Sem sombra de dúvida um dos filmes mais icônicos e controversos dos anos 1980, Atração Fatal marcou época e se tornou um sucesso imediato de bilheteria e de público, arrecadando pouco mais de US$340 milhões ao redor do mundo e conquistando seis indicações ao Oscar – incluindo Melhor Atriz para Glenn Close, que dividiu as telonas ao lado de Michael Douglas em uma das suas performances mais memoráveis de suas respectivas carreiras. Não só isso, mas o longa se tornou um dos precursores do boom dos thrillers eróticos dos anos 1990.

Na trama, o advogado Dan tem um breve caso com a executiva Alex, que começa a exibir um comportamento descontrolado e obsessivo. Quando ele termina o romance, Alex não aceita ser rejeitada e começa a fazer da vida do ex-amante um verdadeiro inferno.

O EXAME (2009)

Onde assistir: Mercado Livre

Em ‘O Exame’, oito candidatos atingem a fase final de seleção para entrar em uma misteriosa empresa. O instrutor então dá a eles 80 minutos para responder a uma pergunta simples, mas aponta três regras que devem ser obedecidas, sob pena de desclassificação.

Dirigido, escrito e produzido por Stuart Hazeldine, o longa-metragem dividiu a opinião da crítica e sagrou-se como um dos títulos mais polarizantes do ano em que foi lançado, alcançando 63% de aprovação no Rotten Tomatoes. Alguns especialistas caracterizaram o projeto como “brilhante”, enquanto outros o taxaram como “decepcionante” – mas conquistou um status cult com o passar do tempo.

ILHA DO MEDO (2010)

Onde assistir: Netflix

Em Ilha do Medo, uma das produções mais conhecidas do lendário Martin Scorsese, Leonardo DiCaprio vive o inspetor Teddy Daniels, que chega ao asilo psiquiátrico de criminosos, na Ilha Shutter, para investigar a fuga de uma interna do Hospital Psiquiátrico Ashecliffe. À medida que a investigação se desenvolve, Teddy descobre mais fatos terríveis e chocantes sobre a ilha e descobre também que há lugares dos quais não se consegue sair.

Contando ainda com nomes como Mark Ruffalo, Ben Kingsley, Max von Sydow e Michelle Williams, o filme conquistou o público e arrecadou sólidos US$295 milhões ao redor do mundo e, pouco a pouco, ganhou um status especial em meio aos cinéfilos e aos inveterados fãs de Scorsese – ainda que parte dos espectadores e da crítica encare o projeto como um dos mais comerciais e “seguros” do cineasta.

CISNE NEGRO (2010)

Onde assistir: Disney+

Darren Aronofsky é um cineasta sem qualquer tipo de filtro cinematográfico, razão pela qual é um dos melhores de sua geração. Desde ‘Réquiem para um Sonho’ até o subestimado ‘Noé’, o diretor explora temas da psique humana como ninguém – e não pensa duas vezes antes de deixar bem claro que o destino de todos é a tragédia.

Em Cisne Negro, Aronofsky explora os cruéis bastidores do ballet clássico ao recontar a história do ‘Lago dos Cisnes’. Aqui, a jovem e introvertida bailarina Nina (Natalie Portman) enfrenta sua mãe (Barbara Hershey) e seus demônio interiores para ascender ao papel principal da peça, estando disposta ao impensável para conseguir o que quer.

MÃE! (2017)

Onde assistir: Paramount+

‘Mãe!’ é talvez um dos filmes mais subestimados de todos os tempos justamente por não se prender a nenhum convencionalismo narrativo e arquitetar uma jornada épica, bíblica e de tirar o fôlego em absolutamente cada uma das suas sequências.

Funcionando como mais uma bela alegoria de Darren Aronofsky para a mitologia católica que está presente em nossa cultura há mais de dois mil anos, o longa se assemelha a um agonizante pesadelo que foca na conturbada relação da personagem-titular (Jennifer Lawrence) e de seu marido (Javier Bardem), na qual ela se submete das mais diversas formas às loucuras do patriarca da família enquanto observa impotente sua casa se desmoronar à sua volta.

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O terror sci-fi ‘Backrooms: Um Não-Lugar‘ ganhou novas imagens oficiais.

A produção é baseada no curta original de Kane Parsons, que gira em torno de um jovem cineasta que vai parar em outra dimensão. Ele vaga por um escritório inquietantemente amarelo, vazio e labiríntico, que pode ou não abrigar seres sobrenaturais. O título e o cenário do filme são inspirados nas imagens de uma creepypasta (ou lenda urbana da internet) publicadas no site 4chan em 2019.

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O longa será lançado nos cinemas nacionais em 28 de maio, pela Imagem Filmes.

 

O elenco conta com Chiwetel Ejiofor (‘The Old Guard’), Renate Reinsve (‘A Pior Pessoa do Mundo’) Mark Duplass (‘The Morning Show’), Finn Bennett (‘True Detective’), Lukita Maxwell (‘Shrinking’) e Avan Jogia (‘Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City’).

Com apenas 20 anos, Kane Parsons faz sua estreia como diretor de longa-metragem, tornando-se o cineasta mais jovem a colaborar com a A24. Os detalhes do enredo estão sendo mantidos em sigilo absoluto, o que reforça o mistério que cerca o projeto desde o anúncio de sua adaptação para os cinemas.

A adaptação será coproduzida por James Wan, através da Atomic Monster.

Parsons assume a direção do longa, a partir de um roteiro assinado por Roberto Patino (‘Westworld’).

Shawn Levy, Dan Cohen e Dan Levine também servirão como produtores executivos ao lado da 21 Laps Entertainment.