Na trama, um homem negro de classe média alta luta para criar seus filhos com um senso de identidade cultural, apesar de constantes contradições e obstáculos vindos de sua esposa liberal, de seu pai de valores tradicionais e de suas próprias crianças, que enxergam o mundo de outra maneira. A série problematiza relações sócio-culturais com um humor conciso.
O longa ‘As Marvels‘, sequência de ‘Capita Marvel‘, acabou de quebrar um recorde – que, infelizmente, não é nada positivo. O teaser trailer da produção se tornou o vídeo de um longa-metragem com mais dislikes da história do MCU.
De acordo com o MovieWeb, o vídeo já registra mais de 468 mil dislikes – e está prestes a superar a quantidade de likes (471 mil). Apesar da enorme negatividade por parte dos espectadores, a produção ainda perde para rejeição do trailer de ‘Mulher-Hulk: Defensora de Heróis‘.
Embora tenha conquistado mais de 786 mil likes, o trailer da série registrou 554 mil dislikes – recorde absoluto nas produções da Marvel. O vídeo havia sido muito criticado na época de seu lançamento por causa do seu tom cômico e dos efeitos visuais questionáveis.
Vale lembrar que, à época da divulgação de ‘Capitã Marvel‘, em 2019, o YouTube tomou medidas para enfrentar o crescente número de dislikes ao tentar mudar o algoritmo. O motivo dessa recepção, inclusive, vem amparada em uma visão bastante machista e retrógrada que a saga de Carol Danvers enfrenta desde seu anúncio.
‘As Marvels‘ chegará aos cinemas nacionais no dia 9 de novembro.
Confira o trailer:
Carol Danvers (BrieLarson), também conhecida como Capitã Marvel, recuperou sua identidade dos tirânicos Krees e se vingou da Inteligência Suprema. Mas as consequências levam Carol a carregar o fardo de um universo desestabilizado.
Quando seus deveres a enviam para um buraco de minhoca anômalo ligado a um revolucionário Kree, seus poderes se confundem com os da sua superfã de Jersey City, Kamala Khan (Iman Vellani), também conhecida como Ms. Marvel, e a sobrinha distante de Carol, a capitã Monica Rambeau (Teyonah Parris). Juntas, esse trio improvável deve se unir e aprender a trabalhar em conjunto para salvar o universo como ‘As Marvels‘.
Lembrando que ‘As Marvels‘ terá direção de Nia DaCosta (‘A Lenda de Candyman’) com Brie Larson de volta ao papel principal, além de Teyonah Parris como Fóton e Iman Vellani como Ms. Marvel.
Vale destacar que o roteiro é responsabilidade de Megan McDonnell, que trabalhou em ‘WandaVision‘. Trata-se de uma troca completa na equipe criativa do primeiro filme.
De acordo com o TVLine, o Hulu decidiu engavetar a adaptação de ‘Corte de Espinhos e Rosas‘, série que seria baseada na literária escrita por Sarah J. Maas.
O site afirma que o projeto foi cancelado pelo serviço de streaming, e não há planos para a 20th Television/Disney encontrar um novo lar para a produção.
A notícia foi divulgada poucos dias após Craig Erwich, presidente da Disney Television Group, ter evitado comentar sobre o status da adaptação durante uma coletiva de imprensa na Television Critics Association.
O projeto seria conduzido pela própria autora e Ronald D. Moore (‘Outlander’).
Na época, Maas havia compartilhado a notícia em seu Instagram:
“É oficial: Eu e o Ron Moore (criador de ‘Outlander’ e um dos meus ídolos) iremos adaptar ‘Corte de Espinhos e Rosas’ como uma série de televisão no Hulu! Atualmente estou escrevendo o episódio piloto com o Ron. E, apesar de ter muitas outras notícias para compartilhar com vocês sobre trazer essa história à vida, eu me sinto incrível por finalmente poder falar sobre isso! Fiquem ligados para mais detalhes!”
Depois de anos sendo escravizados pelos feéricos, os humanos enfim se rebelaram; mas a liberdade tem seu preço e, em meio a batalhas épicas, um Tratado é forjado para selar a paz e determinar os espólios de guerra. Uma muralha mágica então separa as espécies. Do lado feérico, mistério; do humano, apenas medo, desconfiança e dificuldade. Num mundo sem futuro ou esperança, Feyre, filha caçula de um mercador humano falido, se torna caçadora para sustentar a família. Dura como as flechas que carrega, letal como sua pontaria, ela abandona as fantasias de garota pela árdua vida nas florestas ao redor de sua aldeia. Sua única alegria é observar as cores e sonhar em capturá-las. Mas, na floresta coberta de neve, tudo é branco e árido; como o ódio pelos feéricos que carrega no coração; como as telas que não pode comprar ou colorir. Até que um enorme lobo cruza seu caminho… Sem hesitar, Feyre dispara… uma flecha. Um ato de rebelião. Após matar o lobo, uma criatura bestial surge, exigindo uma reparação. Arrastada para além do muro, para uma terra mágica e traiçoeira – que ela só conhecia por meio de lendas -, a jovem descobre que seu captor não é um animal, mas Tamlin, Grão-Senhor da Corte Primaveril. Um feérico com um segredo, escondido sob uma máscara. À medida que ela aprende mais sobre este mundo onde a magia impera, seus sentimentos por Tamlin passam da mais pura hostilidade a uma paixão avassaladora. Enquanto isso, uma sinistra e antiga sombra avança sobre o mundo das fadas, e Feyre deve provar seu amor para detê-la… ou Tamlin e seu povo estarão condenados.
A saga ainda conta com mais quatro livros, ‘Corte de Névoa e Fúria‘, ‘Corte de Asas e Ruínas‘, ‘Corte de Gelo e Estrelas‘ e ‘Corte de Chamas Prateadas‘.
Na trama, dois policiais da comunidade indígena Navajo, o xerife Joe Leaphorn (Zahn MacClarnon) e o novato Jim Chee (Kiowa Gordon), investigando um homicídio duplo em um motel de uma comunidade pacífica no sudeste dos Estados Unidos. Ambientado na década de 1970, a série explora as motivações por trás dos assassinatos e as consequências dessa brutalidade em todos os envolvidos.
A série é baseada na série de livros de Tony Hillerman, a produção tem recebido ótimas críticas e atraiu mais de 2.2 milhões de espectadores somente em sua estreia.
Durante o painel na San Diego Comic-Con, o produtor Roy Lee compartilhou uma atualização sobre o desenvolvimento do aguardado reboot de ‘O Massacre da Serra Elétrica‘.
“Nós ainda estamos discutindo [sobre o reboot], mas não chegamos a nenhum acordo concreto,”declarou.
O diretor JT Mollner (‘Desconhecidos’) ainda aproveitou a oportunidade para esclarecer alguns rumores sobre possibilidade de comandar um novo capítulo da icônica saga: “Fico muito feliz em ver que as pessoas estão interessadas na minha versão [de ‘O Massacre da Serra Elétrica’]. Tenho muita sorte de me reunido com Glen [Powell] e ele ficou muito animado. Adoraria colaborar com ele em algum momento, mas esses rumores envolvendo ‘O Massacre da Serra Elétrica’ são estranhos. Não sei de onde eles surgiram.”
Anteriormente, o Deadline havia revelado que muitos cineastas e estúdios estão interessados em ressuscitar a clássica franquia.
O site destacou que a possibilidade de um novo capítulo da saga despertou o interesse de Jordan Peele (‘Corra!’), que tem a intenção de produzir o longa através da Monkeypaw Productions.
Osgood Perkins, diretor de ‘Longlegs – Vínculo Mortal‘ e ‘O Macaco‘, e Taylor Sheridan, criador do popular universo de ‘Yellowstone‘, também estariam entre os interessados em reviver a lendária figura do Leatherface nas telonas.
Alegadamente, ao menos oito estúdios/serviço de streaming estão brigando pelos direitos da franquia.
Inicialmente, havia sido reportado que JT Mollner, diretor do aclamado ‘Desconhecidos‘, e o produtor Roy Lee, já estavam discutindo sobre reviver a saga. Fontes ainda apontam que o astro Glen Powell (‘Twisters’) estaria interessado em ler o roteiro de Mollner.
Lionsgate e A24 também estariam entre os estúdios interessados.
“A Verve representa a franquia ‘O Massacre da Serra Elétrica’ e tem o objetivo de construir uma estratégia multimídia para a saga de terror. A empresa ainda não fechou acordo com nenhum cineasta, produtor ou investidor, mas as propostas continuam a ser apresentadas,” declarou um representante da agência ao site.
Vale lembrar que o filme mais recente da franquia, ‘O Massacre da Serra Elétrica: O Retorno de Leatherface‘, foi lançado direto pela Netflix, em 2022. Apesar da recepção negativa, o longa alcançou 29 milhões de horas assistidas em sua primeira semana no serviço de streaming.
A Netflix renovou oficialmente a série animada ‘Stranger Things: Histórias de 85‘ para a 2ª temporada.
O próximo ciclo chegará ao serviço de streaming ainda este ano – durante o outono norte-americano (período que compreende os meses entre setembro e novembro).
“Estamos muito animados para retornar ao inverno de 1985 para a segunda temporada,” declarou o produtor executivo Eric Robles. “O Clube de Investigadores de Hawkins está de volta, e uma nova ameaça paranormal surgiu das minas de prata abandonadas da cidade. Mal posso esperar para que os fãs descubram aonde essa entidade e a misteriosa flor azul que vimos florescer no Mundo Invertido no final da primeira temporada levarão nossos jovens heróis.”
Ambientado entre a 2ª e a 3ª temporada de ‘Stranger Things‘, o derivado leva os espectadores de volta a Hawkins no rigoroso inverno de 1985, onde os personagens originais precisam enfrentar novos monstros e desvendar um mistério paranormal que está aterrorizando a cidade.
O elenco de voz de ‘Histórias de 85’ conta com Brooklyn Davey Norstedt (Eleven), Jolie Hoang-Rappaport (Max), Luca Diaz (Mike), Ej Williams (Lucas), Braxton Quinney (Dustin), Ben Plessala (Will) e Brett Gipson (Hopper).
Odessa A’zion, Janeane Garofalo e Lou Diamond Phillips também participam do projeto.
A comédia com abordagem de mistério, ‘The Happytime Murders’, parece que está saindo do papel, após nove anos em gestação. A notícia veio junto ao anúncio de que a comediante Melissa McCarthy vai estrelar a produção.
Em processo de desenvolvimento desde 2008, o filme de Brian Henson inicialmente traria uma abordagem estritamente para adultos sobre a vida de fantoches. ‘The Happytime Murders’ se passa em um mundo onde humanos e seus amigos de feltro vivem lado a lado, mas os fantoches são tratados como cidadãos de segunda classe. Uma série de assassinatos começa a desencadear, à medida que ex-estrelas de um programa popular para crianças, The Happytime Gang, começam a morrer um a um e o único capaz de investigar os crimes é um fracassado fantoche, que se junta ao seu ex-parceiro da polícia de Los Angeles.
Embora não esteja especificado qual será o papel da Melissa, espera-se que ela interprete a parceira do fantoche.
Em um comunicado, a atriz revelou seu entusiasmo em participar da produção:
“Quando um roteiro realmente bom combina fantoches strippers, o lado negro de Los Angeles e comédia, é como se meu sonho mais louco finalmente tivesse se tornado realidade”.
Todd Berger e Dee Robertson são os responsáveis pela história original, com Berger, Jon e Erich Hoeber trabalhando em rascunhos do roteiro.
O sci-fi ‘Mudo’, dirigido por Duncan Jones, filho de David Bowie, estreou na Netflix nesta sexta-feira (23) e a nossa jornalista Rafa Gomes te conta o que achou da produção, pontuando os erros e acertos, sem spoilers.
As particularidades combinadas dos cinco sentidos do corpo humano são o que fazem com que a nossa percepção do mundo ao redor seja completa. Não é difícil concordar que a ausência de uma delas promove lacunas na nossa compreensão sobre tudo, mas dimensionar isso na prática é uma experiência totalmente diferente do que simplesmente ter a empatia sobre o assunto. Abordando a complexidade de uma vida com certas limitações, BirdBox acaba sendo muito mais que um filme pós-apocalíptico. E embora, erroneamente, seja comparado com Um Lugar Silencioso, sua essência caminha para uma vertente mais distinta. Muito mais do que enfrentar os desafios do desconhecido em situações adversas, o longa faz uma sensível e profunda reflexão sobre o que nós nos acostumamos a chamar de deficiências.
E talvez o erro seja justamente analisar BirdBox como uma extensão barata de um estrondoso sucesso independente nos cinemas. A nova produção da Netflix é sim capaz de promover uma tensão palpável, mas também articula uma narrativa que faz uso da nossa própria imaginação, sem mostrar as “criaturas” donas do pavor e do medo, apresentando apenas sua sombra diante do público. E por fazer jogos mentais com um medo que nasce e mata a partir dos receptores sensoriais, a gigante do streaming também promove uma experiência sinestésica na audiência. Naturalmente, somos tragados por um contexto tortuoso de um mal que não tem face, mas gera consequências fatais. Talvez isso seja um clichê do gênero, mas aqui, ele funciona por uma ótica um pouco mais ampla (olha o trocadilho!).
Em BirdBox, uma onda de suicídios é desencadeada a partir de uma manifestação “alienígena”, que cega a lucidez das pessoas, levando-as a cometer atrocidades a si mesmas a partir de estímulos da própria consciência. Basicamente, é como se traumas ou memórias dolorosas do passado chamassem ao pé do ouvido, provocando uma drástica e explosiva insanidade mental. Dentro dessa premissa, Sandra Bullock divide parte do seu tempo cercada por sobreviventes enclausurados em uma quase mini sociedade e rodeada pelas claras águas de um rio sem fim. Com uma narrativa que se desenvolve com sua cronologia entrelaçada, início e meio se misturam, desenhando um roteiro que mais diz respeito à sobrevivência humana do que a um mal aterrorizante em si.
E é aí que está a má compreensão: achar que Bird Boxé um conto pós-apocalíptico sobre criaturas sombrias e misteriosas. O cerne da produção, de fato, reside no próprio homem, nas durezas e dores que carrega, nas mentiras que esconde e em suas respostas sensoriais ao mundo. E nesta espiral psicológica, Mallorie (Bullock) é forçada a descobrir novos sentidos e a aflorar aqueles que já possui, levando uma vida em plena escuridão, não importa quão claro esteja o dia. Esse contraste entre o físico e a psique humana produzem um drama encantador, que desafia nossa percepção sobre o que seria, genuinamente, a cegueira. Explorando – inicialmente – apenas a ausência da vista, o longa cresce vertiginosamente, trazendo uma tensão sufocante consigo, que explode em uma das atuações mais profundas de Sandra Bullock.
Intensa, a vencedora do Oscar entrega uma atuação que chega ao seu pico mais caótico, tamanha fragilidade. Com seus movimentos limitados por uma cegueira temporária, ela tenta tatear no escuro em busca de sobrevivência, à medida que descobre uma maternidade às avessas, em virtude do contexto social vigente. Profunda e dolorosa, é notável o quão delicada e real foi sua entrega, que atinge o seu ápice em uma declaração desesperada em um bosque com árvores altas, cercada pelo verde que não se pode ver e por uma enorme exaustão de uma vida vivida pela metade. Um dos momentos mais poderosos do filme, ele também é um sensível grito de socorro pela solidão que a vida se tornara sem a visão.
Com uma fotografia que tem seus pontos altos nas paisagens naturais por onde o rio e a correnteza passam, o filme se concentra em seus personagens, fazendo com que toda a trama parta e gire em torno deles. Bem mais que um conto apocalíptico sobre o fim do mundo, o filme de Susanne Bier é mais um relato emocional sobre a consciência humana mediante as circunstâncias mais adversas. E fazendo do seu fim uma surpresa agradável e imprevisível, a produção se encerra de maneira extremamente simbólica e representativa. Sem dizer muito, os minutos finais coroam Bird Box como um conto avassalador sobre a vida, muito além do que os olhos podem ver.
A Netflix divulgou um novo e intenso trailer de ‘Ragnarok‘, sua nova série original focada na Mitologia Nórdica.
Assista legendado:
A trama acontece na pequena cidade fictícia de Edda, no meio do vasto e cativante campo da Noruega, e é um drama moderno sobre a chegada à idade adulta, ambientada numa escola do ensino médio e misturada à mitologia nórdica.
“É um prazer enorme estar envolvido na criação da nova série norueguesa para a Netflix. Acreditamos que os nórdicos têm a sua própria voz quando se trata de contar histórias, e gostaríamos de ajudar a provar isso com esta série, escrita por uma equipe nórdica com roteiristas da Noruega, Suécia e Dinamarca”, disse Adam Price, idealizador da série.
O elenco inclui David Stakston, Jonas Strand Gravli, Theresa Frostad Eggesbø, Herman Tømmeraas e Emma Bones.
‘Ragnarok’ será lançada exclusivamente na Netflix em 31 de Janeiro de 2020 e vai contar com apenas seis episódios.
A produção de ‘Thor: Amor e Trovão‘ está gradativamente ganhando forma e parece que a Mantis de ‘Guardiões da Galáxia‘ deve ser uma das personagens do MCU que participará da sequência.
A intérprete da peculiar alienígena, Pom Klementieff, chegou recentemente na Austrália, em um período bem estratégico: Pouco antes do início das filmagens do longa de Taika Waititi. Isso acabou levantando muitas suspeitas a respeito do seu envolvimento com a continuação.
A informação foi compartilhada pelo Twitter Marvel News.
Vale lembrar que, recentemente, a atriz Tessa Thompson confirmou a presença de alguns dos personagens do MCU na produção.
Além disso, já é de conhecimento que algumas figurinhas carimbadas da franquia de ‘Guardiões da Galáxia‘ farão uma participação especial na sequência, o que fortalece ainda mais a possibilidade do retorno da peculiar Mantis em ‘Thor: Amor e Trovão‘.
Ainda assim, considerando que a Marvel Studios ainda não confirmou a informação, trate tudo como especulação.
Vale lembrar que a atriz Jamie Alexander, intérprete da personagem Lady Sif, fará o seu retorno na sequência.
Christian Bale também estrela a sequência como o vilão Gorr, o Carniceiro dos Deuses.
Anteriormente previsto para fevereiro de 2022, o quarto filme da saga agora estreia em 06 de maio de 2022, o que, por consequência, adiou outras produções do MCU – incluindo ‘Pantera Negra 2’ e ‘Capitã Marvel 2’.
Dirigido por Taika Waititi, o novo filme traz de volta Thor (Hemsworth), Jane Foster (Natalie Portman), Valquíria (Tessa Thompson), Korg (Taika Waititi) e o Grão-Mestre (Jeff Goldblum).
Lembrando que a Marvel já havia adiado todos os seus lançamentos nos cinemas devido a pandemia do Coronavírus, que fechou quase todas as salas de cinemas pelo mundo.
A 12ª cerimônia de gala do Oscar honorário, originalmente agendada para o dia 15 de janeiro de 2022, foi adiada em virtude da nova variante ômicron do coronavírus. A informação foi revelada pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood na última quarta-feira (23).
A decisão segue como uma medida preventiva, a fim de evitar que possíveis novos contágios aconteçam durante o evento. E por meio de um comunicado oficial, a Academia ponderou sobre a decisão, afirmando ainda que uma nova data será anunciada.
“Nós tomamos a difícil decisão de mudar os nossos planos de celebrar a gala presencial dos prêmios do Conselho de Governadores em 15 de janeiro. Dadas às incertezas em torno das variantes [do coronavírus] e o impacto que poderiam ter na nossa comunidade, nós achamos que essa foi a melhor e mais segura decisão a se tomar para nossos convidados e homenageados. Planos de reagendamento virão numa data futura, conforme continuamos a priorizar a saúde e o bem-estar de todos os envolvidos”.
Charlie Sheen está pronto para confessar seu erros do passado no primeiro trailer de seu novo documentário para a Netflix, intitulado ‘aka Charlie Sheen‘.
No vídeo promocional, o controverso ator revisita suas memórias e enfrenta – de forma definitiva – todos os seus erros, vícios, má decisões e o histórico de pessoas que magoou ao longo de sua trajetória.
Além de remontar a infância de Sheen até seu estrelato na juventude – nos idos dos anos 80 -, ‘aka Charlie Sheen‘ reúne entrevistas com uma série de artistas e personalidades que tiveram algum tipo de relacionamento com o veterano, tanto profissional, bem como pessoal.
Confira o trailer:
Com sete anos de sobriedade conquistados com muito esforço, Charlie Sheen — como você nunca viu — finalmente deixa tudo claro e revisita os altos e baixos públicos de sua vida com humor, emoção e uma franqueza de cair o queixo.
O buraco negro dos tabloides, Charlie Sheen, sabe o que foi dito sobre ele e está finalmente pronto para confessar. O documentário acompanha sua criação em Malibu até sua ascensão sem esforço ao estrelato — e sua queda dramática — tudo sob os olhos do público. Com uma clareza impressionante conquistada ao longo de sete anos de sobriedade, Sheen fala abertamente sobre assuntos e eventos que nunca havia discutido publicamente antes.
Por meio de entrevistas extraordinariamente francas com sua família, amigos e membros do elenco, incluindo Denise Richards, Heidi Fleiss, Jon Cryer, Sean Penn, Ramon Estevez, Brooke Mueller, Chris Tucker e seu traficante Marco, os momentos mais escandalosos da vida de Sheen são revisitados com emoção crua e calor excepcional, pintando o retrato de um homem imperfeito cuja propensão à autodestruição não é párea para o amor feroz e o perdão que ele inspira naqueles mais próximos a ele.
Andrew Renzi (Pepsi, Cadê Meu Avião?) assina a direção.
Em uma reviravolta chocante, o filme teve sua estreia cancelada nos cinemas e só será exibido nas telonas dos Estados Unidos, Canadá e China. No Brasil, o filme seria lançado nos cinemas dia 22 de fevereiro, mas agora deve chegar direto pela Netflix.
A adaptação do primeiro livro da trilogia Comando Sul (The Southern Reach Trilogy), de Jeff Vandermeer, teve seus direitos de distribuição vendidos pela Paramount – quem cuidará do lançamento internacional é a Netflix, que lançará o filme direto em seu serviço de streaming.
O diretorAlex Garland, de ‘Ex_Machina: Instinto Artificial‘, se revoltou com a decisão.
“Estou decepcionado. Fiz esse filme para ser exibido nos cinemas. Não tenho preconceito com a exibição na TV, mas ele não foi feito para ser visto nessa mídia. Pelo menos, ele ainda será exibido nos cinemas dos EUA, o que me agrada muito. O bom da Netflix, é que ele atingirá um público maior. Vejo os lados positivos e negativos, mas ele foi feito para ser visto nos cinemas”, afirmou em entrevista ao Collider.
Ao que parece, a decisão se deu após uma briga entre os produtores David Ellison e Scott Rudin após o filme não performar positivamente nas exibições-teste.
A misteriosa trama acompanha um biólogo que aceita ir a uma expedição secreta e perigosa, em que as leis da natureza não se aplicam. Isaac e Portman serão marido e mulher.
O roteiro e a direção fica por conta de Alex Garland (roteirista de ‘Extermínio’, ‘Sunshine – Alerta Solar’ e ‘Dredd’), que comandou o sucesso de ‘Ex-Machina‘ – ficção científica que ele roteirizou e dirigiu.
O núcleo de cinema de horror brasileiro está comendo pelas beiradas e conquistando seu espaço e prestígio. O cinema nacional, que nunca conseguiu ser um cinema de gênero, agora está vendo em produções premiadas como o ótimo ‘As Boas Maneiras’, a chance de atrair um público que consome fielmente os filmes de terror estrangeiros, mas que nunca deram uma chance sequer ao que está sendo feito por aqui. Agora, com o crescimento e confiança do espectador, projetos menores, mas não menos interessantes, como é o caso do longa ‘O Nó do Diabo’, estão surgindo à superfície e provando que nossos cineastas também sabem assustar, e como sabem.
Aproveitando uma trama criativa e original, o longa de terror é, na verdade, cinco contos unidos, que apesar de cada um possuir uma história própria e se passar em um ano distinto, todos funcionam como uma única unidade, com pequenas e macabras conexões entre si, algo semelhante as temporadas do seriado ‘American Horror Story’, mostrando o local onde a trama se passa em diferentes épocas, começando em 2018 e se encerrando em 1818, em um antigo engenho do Nordeste.
Apesar de ter o terror como pano de fundo, o foco principal dos pequenos filmes é criticar o histórico passado racista do Brasil e suas consequências, abordado de diversas formas, desde o homem branco que defende seu terreno abandonado com medo de que negros possam assumir o lugar, até fantasmas e zumbis que dominaram aquela terra amaldiçoada. E, assim como ‘Corra!’ fez, o longa trata a questão do ponto de vista das vítimas, se preocupando em mostrar os absurdos pelos quais passaram. O que assusta saber que todo aquele terror não existiu apenas na ficção e o pior, não se extinguiu por completo até hoje.
O laço que emenda as histórias é coeso e criativo, o que se completa pelo elenco talentoso, que visivelmente se dedicou ao trabalho de retratar aquela realidade de forma fiel, além de veteranos como Zezé Motta, a estrela em ascensão Isabél Zuaa (‘As Boas Maneiras’) também brilha, mais uma vez. Mérito também da direção dos cineastas Ramon Porto Mota (Partes 1 e 5), Gabriel Martins, Ian Abé eJhésus Tribuzi, que sabem extrair a dor dos atores e utilizar esse projeto como um experimento em que podem ousar em enquadramentos e narrativas diferentes, somados a uma fotografia lavada, que eleva o ar de antigo, durante o dia, e de medo e escuridão, durante a noite.
Agora, olhando de forma individual, todos os curtas levam a trama adiante, de trás para frente (ordem cronológica dos eventos), sendo assim, o Parte 1 retrata uma realidade atual, a mais fraca entre todas e que talvez devesse ser ainda mais assustadora que o passado, uma falha de roteiro. Porém, logo a Parte 2 assume a ideia geral: causar terror e desconforto. Partindo desse princípio, os caminhos tomados envolvem experimentação com o sobrenatural, como acontece na ótima Parte 3 e com uma narrativa complexa, que explora o místico de forma poética, na Parte 4, se encerrando com um final digno dos mais macabros filmes de terror de George A. Romero, na Parte 5.
Mesmo com pequenas falhas nos roteiros das tramas, a soma do conjunto faz de ‘O Nó do Diabo’ um filme essencial, não apenas para amantes do terror, mas também para compreender o horror que a escravidão causou em nosso país e as raízes racistas que dão as caras até hoje. O filme certo para o momento certo que estamos vivendo.
Estreou no Brasil o terceiro capítulo da saga dos Warren nos cinemas. Em Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio, os caçadores sobrenaturais Ed e Lorraine Warren (Patrick Wilson e Vera Farmiga, respectivamente) vão investigar o caso de Arne Cheyenne Johnson(Ruairi O’Connor), o primeiro homem dos Estados Unidos a tentar se defender de uma acusação de homicídio justificando estar possuído pelo demônio. A trama é interessante e a franquia tem bastante crédito com os fãs, então é bem provável que o filme agrade. E como esse caso macabro foi inspirado em uma história real, a situação fica ainda mais assustadora.
[Possíveis SPOILERS adiante]
Tudo começou com a família Glatzel, em 1980. Na época, o pequenoDavid Glatzel, de apenas 11 anos, foi limpar uma casa antiga alugada junto da família. Ele levou um tombo muito feio e disse ter sido empurrado e ameaçado por um idoso de aparência estranha, que falava latim e além de ter ameaçado roubar sua alma, afirmou que, caso a família se mudasse para aquela residência, seria amaldiçoada com uma série de desgraças. A princípio, a família achou que o menino estava enrolando para não ter que arrumar a casa. Porém, conforme os dias foram passando, ele foi demonstrando um comportamento esquisito. Ele acordava de pesadelos terríveis cheio de hematomas, arranhões e machucados, e estaria vendo criaturas sinistras com chifres e olhos escuros. Desesperados, os Glatzel recorreram a um padre da igreja, que teria convocado os Warren para analisar o caso.
Com a chegada do casal, o garoto teria passado a falar em idiomas distintos, rosnar, ser visto próximo a névoas escuras e aparentando estar sendo sufocado por uma pessoa invisível. A cada nova sessão dos Warren, o menino ficava acompanhado de um familiar ou pessoa próxima, enquanto sofria dores, convulsões e perda de ar. Assim, os caçadores paranormais iniciaram pequenos exorcismos para tentar livrar o menino do suposto mal. Eles identificaram nada menos que 43 demônios dentro do corpinho da criança, que precisou passar por diversas sessões. Em uma delas, na presença do namorado da irmã de David, Arne Johnson, o rapaz teria intercedido no exorcismo e feito um desafio aos demônios: deixar o corpo de David para assumir o seu.
A direção contou com muita computação para distorcer o coitado do menino.
E foi aí que começou a controvérsia. Em diversos relatos, Arne afirmou ter feito contato com um demônio pouco tempo depois, o que teria consumado a possessão. Conforme o tempo foi passando, ele começou a ter lapsos de memória e a apresentar comportamentos parecidos com o de David. Temendo pela vida da namorada, ele e Debbie Glatzel se mudaram, e a garota começou a trabalhar como cuidadora dos cachorrinhos de Alan Bono, um novo residente da região.
Arne afirmou que lidava com lapsos de memória e que não se recordava do assassinato.
Em 16 de fevereiro de 1981, em Brookfield, Connecticut, que não registrava um caso de homicídio há décadas, o jovem Arne Johnson, se sentindo mal, levou a irmãzinha, Wanda, a namorada, Debbie e a priminha dela, Mary, para um almoço com Bono. Tudo estava indo bem, com muita bebedeira, até que Arne começou a discutir com Alan, puxou um canivete, desferindo cinco golpes no peito de Bono e um corte que ia do estômago ao coração do futuro defunto. Tudo isso enquanto rosnava e fazia sons estranhos. Johnson foi encontrado a cerca de três quilômetros de distância do local do crime, desmemoriado, segundo o próprio. Ele foi preso.
Com as notícias se espalhando, Lorraine Warren reconheceu o rapaz da sessão de exorcismo do ano anterior e comunicou à imprensa que ele estaria possuído pelo demônio. Em meio a uma onda de filmes sobre demônios e exorcismos que assolava os Estados Unidos, a imprensa se interessou pelo caso e o povo embarcou na histeria, transformando o caso em um fenômeno. Quem gostou dessa história foi o advogado de Arne, Martin Minnella. Com a imprensa ao seu favor, ele começou a buscar depoimentos e algo que embasasse a suposta possessão demoníaca para liberar seu cliente. Ele tentou emplacar uma declaração de inocência em seu cliente alegando que o diabo o teria obrigado a cometer o crime. No entanto, por falta de evidências, o juiz negou o pedido. Enquanto isso, os Warren davam grandes entrevistas, comentavam o caso e apresentavam supostas provas que não provavam nada. Eles surfaram na onda enquanto puderam, mas logo a situação virou uma grande piada na imprensa e Arne Cheyenne Johnson foi condenado por homicídio culposo a cumprir de 10 a 20 anos de prisão. Desse tempo, ele cumpriu apenas cinco anos e foi solto por bom comportamento.
Vinte anos atrás, quando a comédia romântica ‘Do Que as Mulheres Gostam’, estrelada por Mel Gibson, estreou nos cinemas, ela fez grande sucesso de bilheteria, afinal, o filme basicamente realizava o sonho de muitos homens: saber exatamente o que as mulheres pensam e, consequentemente, saber como agradar e satisfazer todo tipo de desejo delas. Porém, o filme de Nancy Meyers trazia um protagonista machista que, a partir do dom que ganha, se desconstrói e passa a entender melhor as mulheres. Agora, vinte anos depois, os papéis se invertem em ‘Do Que os Homens Gostam‘ (What Men Want’), comédia romântica que tem estado entre os dez mais da Netflix.
Ali Davis (Taraji P. Henson) é uma super agente, prestes a se tornar sócia da empresa em que trabalha, repleta de homens machistas que competem entre si e a excluem de tudo. Até por conta disso, Ali se tornou uma mulher bem rígida, mandona, fechada e um bocado ríspida, afastando tudo e todos de si, especialmente os homens, menos a seu pai, Skip (Richard Roundtree). Então, na despedida de solteiro de uma de suas melhores amigas, Ali se consulta com uma vidente charlatã, que lhe dá um chá suspeito que faz com que ela perca o controle e acabe batendo a cabeça. Quando acorda, Ali percebe que ganhou um dom: a habilidade de ouvir os pensamentos particulares dos homens. Então, ela pensa em utilizar esse benefício para conseguir fechar contrato com o jogador da NBA, Jamal Barry (Shane Paul McGhie) e conseguir a sonhada sociedade na empresa.
Com quase duas horas de duração, ‘Do Que os Homens Gostam’ se propõe uma releitura da história criada por Cathy Yuspa, Diane Drake e Josh Goldsmith, mas se expande para outras direções para, ao final, não conseguir concluir todos os pontos levantados. Os primeiros trinta e seis minutos do longa são focados na dificuldade da protagonista em trabalhar num ambiente cheio de testosterona que não tolera não só a uma mulher no ambiente, mas uma mulher preta. Então, quando Ali bate a cabeça e ganha o dom, finalmente o longa começa, mas então já se passaram quase quarenta minutos do longa, e ficamos com a sensação de que fomos sendo distraídos até aí.
O roteiro de Tina Gordon, Peter Huyck e Alex Gregory, baseado na história de Jas Waters e Tina Gordon, parece dividido em duas partes e se dedica em construir uma protagonista tão dura, que sobra pouco espaço para simpatizarmos com ela. Ao menos as cenas carregam uma leve comicidade, às vezes exageradas, que chegam a conquistar algumas risadas, porém, já no terceiro arco do enredo o picote de Adam Shankman no filme tenta resolver todos os pontos com certa pressa, acelerando o ritmo para atingir sua conclusão.
‘Do Que os Homens Gostam’ é uma releitura interessante do sucesso dos anos 2000, mas, ao centrar como tema a dificuldade da mulher de se conectar com os homens, meio que acaba recaindo no estigma de que para ser bem-sucedida, a mulher necessariamente é sozinha, bruta e mau humorada. Com algumas piadas legais e um olhar atualizado sobre o tema, é uma comédia que entretém, mas não aprofunda a reflexão.
‘Aquaman‘ conquistou mais uma marca incrível: superou a bilheteria expressiva de ‘Homem de Ferro 3’, um dos maiores sucesso do MCU ao conquistar a marca de U$815 milhões domésticos.
Com US$ 1,139 bilhão arrecadado mundialmente, o filme também superou ‘Transformers: O Lado Escuro da Lua‘ (US$ 1,12 bilhão) como a 20ª maior bilheteria da história.
James Wanrecentemente falou sobre a possibilidade de um Universo Compartilhado Aquaman, principalmente agora que um spin-off para ‘A Trincheira’ está nos primeiros estágios de desenvolvimento.
Conforme explicou o diretor, seu trabalho no filme original não necessariamente incluía derivados, mas agora ele acredita que há mais aventuras dentro desse mundo submarino.
“Aquaman sempre foi sobre a construção de um mundo maior e único dentro de si. Há muitas aventuras nos sete mares para se contar.”, afirmou.
Thank You. What I do in my little corner doesn’t affect other projects from getting made.
Aquaman was always about building a bigger, unique world within itself. There are many adventures within the Seven Seas.
Com ‘Aquaman 2‘ confirmado e ‘A Trincheira‘ em produção, o Hollywood Reporter revelou que a Warner Bros. pode estar planejando realizar vários filmes derivados do maior sucesso da DC.
‘A Trincheira‘ pode ser baseado nas HQs de Peter David e Esteban Maroto, de 1990, então poderíamos ter uma visão fascinante do declínio de uma civilização, da criação de uma cultura e da história de alguns dos mais antigos mitos, tudo através das lentes de um filme de terror mostrando uma tripulação de humanos encontrando os monstros. Um filme de terror ambientado no universo dos filmes da DC é uma das melhores ideias que a Warner Bros já planejou, e não precisa parar por aí.
É seguro dizer que os cinéfilos voltarão mais uma vez para o Universo Estendido DC e para Atlântis de uma forma ou de outra.
Os novos episódios de ‘Titãs’ estão a caminho e, além de marcarem o retorno do elenco original, a próxima temporada irá introduzir uma série de personagens, incluindo Superboy e Krypto.
Agora, novas fotos de bastidores revelam a primeira interação de Mutano (Ryan Potter) com Superboy (Joshua Orpin) e seu cachorro, Krypto.
A trama segue jovens heróis do Universo DC enquanto eles crescem e se encontram em uma versão sombria da franquia clássica dos Jovens Titãs. Dick Grayson e Rachel Roth, uma jovem garota especial possuída por uma estranha escuridão, acabam no meio de uma conspiração que pode trazer o Inferno para a Terra. Eles se juntam à cabeça-quente Estelar e o amável Mutano. Juntos, eles se tornam uma família e uma equipe de heróis.
A Marvel Studios divulgou a sinopse oficial de ‘Falcão e Soldado Invernal’, pouco depois de divulgar o primeiro teaser da série durante o Super Bowl 2020.
Confira:
Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato’, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência – em ‘Falcão e SoldadoInvernal’.
Estrelada por Anthony Mackie e Sebastian Stan, a produção será lançada na primavera norte-americana de 2020 (20 de Março a 20 de Julho). Emily Van Camp, Daniel Brühl e Noah Mills completam o elenco.
Kari Skogland, veterana da televisão norte-americana, será responsável pela direção de todos os seis episódios da nova série.
A HBOdivulgou um novo vídeo de bastidores incrível sobre a aclamada e premiada série ‘Watchmen’, que traz o narrador Michal Zak destrinchando todos os temas e a arte narrativa da produção.
Segundo a ANN, o aclamado Studio Ghibli anunciou a data de estreia oficial de ‘Aya e a Bruxa’, sua mais nova animação original.
O filme chegará aos cinemas no dia 30 de dezembro.
Além disso, o site também revelou o elenco protagonista da animação, que é formado por Shinobu Terajima, Etsushi Toyokawa e Kokoro Hirasawa (esta última dando vida a Aya).
Na história, Earwig vive em um orfanato – e até gosta disso, até ser adotada por uma bruxa e ser levada para uma casa assombrada. Entretanto, em vez de ficar horrorizada, a esperta garota se mostra determinada em se transformar a mestra de sua nova situação.
Na versão do estúdio, o nome da jovem foi mudada para Aya, mas não se sabe a extensão das revisões narrativas.
Pouco depois de anunciar o fim das gravações da 2ª temporada, a Netflix divulgou um novo vídeo de bastidores de ‘The Witcher’, revelando alguns detalhes do que os fãs podem esperar dos próximos episódios.
O segundo ano ainda não tem previsão de estreia. A 1ª temporada, por sua vez, já está disponível na plataforma de streaming.
Criada por Lauren Hissrich, a série é baseada em uma saga literária escrita pelo polonês Andrzej Sapkowski.
Geralt de Rivia (Henry Cavill), um solitário caçador de monstros, luta para encontrar seu lugar em um mundo onde as pessoas muitas vezes se mostram mais perversas que as bestas. Mas quando o destino o leva a uma feiticeira poderosa e a uma jovem princesa com um segredo perigoso, os três precisam aprender a navegar juntos pelo crescente e volátil Continente.
O elenco ainda conta com Millie Brady, Freya Allan, Anna Shaffer, Jodhi May, Anya Chalotra e Björn Hlynur Haraldsoon.
O novo capítulo será exibido nesta próxima quarta-feira, 25 de agosto.
Laura Karpman, conhecida por seus trabalhos em ‘Lovecraft Country’ e ‘L.A.’s Finest’, fica responsável pela trilha sonora da série.
‘What If’ é uma antologia que apresenta ao público cenários alternativos para os personagens mais icônicos da Marvel, e eles desde coisas sutis, como o Homem-Aranha entrando para o Quarteto Fantástico ou então o que aconteceria se o mundo soubesse que Demolidor é cego, até cenários mais extremos – por exemplo, e se Loki tivesse encontrado o martelo no lugar de Thor, ou Doutor Estranho tivesse se tornado um discípulo de Dormammu?
Outro aspecto bastante popular dessa compilação é explorar como o mundo seria se certos personagens tivessem sobrevivido ao invés de morrer. Por exemplo, um dos quadrinhos explora o mundo em que Ben Parker, tio de Peter, não tivesse morrido, ou então em que Gwen Stacy não tivesse morrido nas mãos do Duende Verde.
‘Inventando Anna’ (‘Inventing Anna’) é a mais nova produção realizada com a parceria entre Shonda Rhimes e a Netflix – e, depois de ter ganhado seu primeiro trailer oficial, foi divulgado um belíssimo cartaz da obra.
Confira:
A produção será lançada na plataforma no dia 11 de fevereiro de 2022.
Uma jornalista investiga o caso de Anna Delvey, a lendária herdeira que roubou os corações – e o dinheiro – da elite social de Nova Iorque.
‘Coringa’, adaptação de Todd Phillips lançada em 2019, se tornou um enorme sucesso de crítica e de público, e inclusive rendeu o Oscar de Melhor Ator a Joaquin Phoenix, que fez um trabalho incrível como o personagem titular.
Não é nenhuma surpresa, é claro, que rumores sobre uma possível sequência surgiriam pouco depois do lançamento do longa-metragem – e, ainda que a Warner Bros. não tenha dado nenhum sinal oficial confirmando um segundo capítulo, Phillips vem comentando através de comentários e entrevistas que ‘Coringa 2’ está mais perto do que imaginamos.
O problema é que os fãs parecem não querer ou não se importar com uma continuação, dizendo, através das redes sociais, que o primeiro filme já foi ótimo e coeso o suficiente.
Veja algumas das reações abaixo:
if we get the joker 2 before i see a live action nightwing on screen i’m becoming the joker https://t.co/JbXuBr7TSt
“Eu quero ‘Coringa 2’, porque o primeiro foi ótimo. Mas o primeiro terminou tão bem, que não precisamos de um ‘Coringa 2’, cara”.
Joker 2 wont happen relax 🤷🏾♀️
Todd’s plan was solo for many characters … Freeze , deathstroke , scarecrow , clayface …. Maybe we can get the flannagan clayface movie going? @wbd what do you say?
“‘Coringa 2’ não vai acontecer, relaxem. O plano de Todd era solo para vários personagens… Senhor Frio, Exterminador, Espantalho, Cara-de-Barro… Talvez nós consigamos um Cara-de-Barro de Mike Flanagan?”.
honestly just curious what the title is going to be bc ‘joker 2’ sounds wrong idk.. https://t.co/b2Rf5BHdsV
“Honestamente, estou curioso para ver qual será o título, porque ‘Coringa 2’ soa errado”.
Em entrevista ao The Playlist, Phoenix comentou que não sabe se haverá sequência do filme.
“Eu ainda não sei se vou voltar. Quando estávamos filmando, começamos a conversar sobre aonde podíamos ir com esse personagem. Queremos explorar mais dele. Mas se realmente vamos fazer… Ainda não está definido”, afirmou.
Por outro lado, o jornal Daily Mirror afirma que Phoenix estaria negociando um contrato de US$ 50 milhões para interpretar o Coringa em mais dois filmes.
A fonte afirma que os roteiros das duas sequências já estão sendo escritos e Joaquin está “bastante engajado” com a produção.
O Hollywood Reporter confirmou que o cineasta Todd Phillips – diretor do primeiro longa – retornará como coroteirista da nova produção.
A novidade foi compartilhada pela publicação em uma matéria sobre o maiores advogados de Hollywood. Na ocasião, o texto pontua a respeito de Warren Dern, salientando que Todd Phillips teria “fechado um acordo para co-escrever o próximo filme do Coringa”.
Vale lembrar que a Warner Bros. ainda não se posicionou oficialmente. No entanto, o THR é mundialmente conhecido por seus furos de reportagem.
A The CW divulgou a promo oficial de “Rescue”, sexto episódio da 3ª temporada de ‘Kung Fu’.
Na trama, “Nicky, Henry, Ryan e Pei-Ling tentam entender algumas informações perturbadoras que descobriram sobre Xiao. Althea e Dennis ajudam a irmã após ela descobre que o dinheiro da instituição de caridade da família desapareceu. Enquanto isso, Mei-Li é forçada a tomar uma decisão impossível”.
O episódio será exibido no dia 09 de novembro.
Confira:
Criada por Christina M. Kim (‘Lost’), a produção é um reboot do seriado homônimo estrelado por David Carradine, que foi exibida entre 1972-75. A nova versão, no entanto, é estrelada por uma mulher.
“Enquanto os Shen se preparam para a grande reabertura do Harmony Dumplings, eles descobrem que se tornaram as últimas vítimas de uma onda de crimes que atingiu sua comunidade em Chinatown. Enquanto Nicky (Olivia Liang) e sua equipe se preparam para resolver o problema com suas próprias mãos, um encontro com um vigilante chamado Bo (Ben Levin) deixa Nicky imaginando quem é esse estranho misterioso em sua cidade.
Além disso, após as consequências legais de seu aplicativo, Althea (Shannon Dang) e Dennis (Tony Chung) voltam a morar com Mei-Li (Kheng Hua Tan) e Jin (Tzi Ma); Ryan (Jon Prasida) e Sebastian (JB Tadena) se adaptam a viver juntos, enquanto fazem malabarismos com suas agendas lotadas. Finalmente, a chegada inesperada de alguém do passado de Nicky a abala profundamente.”
O elenco da série também conta comTony Chung, Ludi Lin, TziMa, Kheng Hua Tan, Jon Prasida, Gavin Stenhouse, Shannon Dang, Gwendoline Yeo e Eddie Liu.
ACW divulgou três novas imagens de “It’s My Part And I’ll Die If I Want To”, nono episódio da 9ª e última temporada de ‘The Flash’.
O capítulo traz Stephen Amell de volta como Oliver Queen/Arqueiro Verde e David Ramsey como John Diggle.
O capitulo vai ao ar no dia 12 de abril.
Confira, junto à prévia:
Depois de derrotar o Flash Reverso de uma vez por todas, a nona temporada de ‘The Flash’ começa uma semana depois da batalha épica, e Barry Allen (Grant Gustin) e Iris West-Allen (Candice Patton) estão se reconectando e ficando mais próximos do que nunca. Mas quando um grupo mortal de Rogues chega a Central City, liderado por uma nova e poderosa ameaça, Flash e sua equipe – Caitlin Snow (Danielle Panabaker), a meta-empata Cecile Horton (Danielle Nicolet), a meta de luz Allegra Garcia (Kayla Compton), o brilhante nerd da tecnologia Chester P. Runk (Brandon McKnight) e o ladrão de criogenia reformado Mark Blaine (Jon Cor) – devem mais uma vez desafiar probabilidades impossíveis de salvar o dia. Mas quando os Rogues são derrotados, um novo adversário mortal surge para desafiar o legado heróico de Barry Allen. E em sua maior batalha até agora, Barry e o Time Flash serão levados ao limite para salvar Central City pela última vez.
Criada por Greg Berlanti, Geoff Johns e Andrew Kreisberg, ‘The Flash‘ faz parte do Arrowverse.
A 20th Century Studios divulgou mais um vídeo promocional de ‘A Noite das Bruxas’, nova adaptação da icônica romancista Agatha Christie que traz Kenneth Branagh de volta como Hercule Poirot.
O teaser celebra o legado de Poirot como o maior detetive do mundo.
Confira:
Com 40 críticas publicadas até o momento, o filme conquistou 80% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.
O consenso geral destaca a temática mais assustadora da produção, elogiando a mistura de elementos de terror sobrenatural com o clássico mistério de assassinato.
Separamos os trechos das principais críticas:
“Já fazia muito tempo, desde ‘Voltar a Morrer’, que o diretor não aplicava com tanto sucesso seu talento para as exigências de um bom mistério do assassinato.” (The Film Verdict)
“O diretor ancora essa digressão sobrenatural de Hercule Poirot com a teatralidade apropriada, enquanto as reviravoltas divertidas de seu elenco elevam este mistério a um adequado terror gótico.” (Variety)
“Quem diria que o Kenneth Branagh só precisava de um clima mais sinistro para salvar seus filmes do Poirot? Este é um sofisticado mistério de assassinato disfarçado de filme de assombração.” (Flickering Myth)
“O longa pega emprestado clichês suficientes do gênero terror para encher o Nilo.” (Collider)
“As cortes, o visual, o trabalho de câmera e o design de produção são excelentes, mas o humor não funcionou e senti que o final ficou muito expositivo.” (Pop Culture Planet)
“Com o Poirot enfrentando fantasmas à espreita em todos os corredores, ‘A Noite das Bruxas’ acabou se tornando uma história de Halloween melhor do que estávamos esperando.” (Nightmarish Conjurings)
“[O diretor] Kenneth Branagh consegue equilibrar um mistério de assassinato com elementos de terror sobrenatural de forma muito eficiente.” (Fiction Horizon)
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 14 de setembro.
“Ambientada após o período da 2ª Guerra Mundial, a trama acompanha mais um mistério aterrorizante com o retorno do célebre detetive Hercule Poirot. Agora aposentado e vivendo em um exílio auto imposto na cidade mais glamorosa do mundo, Poirot relutantemente assiste a uma sessão espírita em um palácio decadente e assombrado. Quando um dos convidados é assassinado, o detetive é jogado em um mundo sinistro de sombras e segredos.”
Além de estrelar, Branagh também retorna à direção, a partir de um roteiro escrito por Michael Green (‘Logan’).
Matthew Lillard, conhecido por interpretar Stuart Macher na franquia ‘Pânico’, revelou ao Fear HQ que não acha que retornará como o personagem em ‘Pânico 7’.
“Ninguém me ligou [risos]. Isso eu posso te dizer. Ninguém parece tão interessado no retorno de Stu, exceto os fãs. Os fãs estão pirando e adoram a ideia, e eu diria que se você jogar uma TV na minha cabeça, eu sobreviveria. Então, aí está.”, ele afirmou.
O ator revelou que já tem planos de se aposentar.
“Ouça, nesta cidade nos dias de hoje, e na minha idade, tive uma ótima carreira. Cheguei à segunda base e estou indo para casa. Essa é uma analogia do beisebo. Estamos nos acréscimos é uma boa analogia do futebol no Reino Unido. É algo de que estou muito orgulhoso, Teria que fazer muito sentido voltar e teria que ter uma boa história e um bom cineasta”, ele completou.
Anteriormente, conversando com o Collider, Lillard disse que não tem o mesmo apego pelo personagem que os fãs.
“Eu realmente não me importo com Stu Macher”, ele afirmou.
“É um papel que eu interpretei. É como se você fosse um encanador, você se importa com a casa que consertou na rua lá embaixo e na esquina? Não, é seu trabalho. E eu adoro esse trabalho, foi bom tê-lo no meu currículo, mas a realidade é que é um papel que fiz há mais de 20 anos.”
Apesar de Lillard não nutrir o mesmo apreço pelo personagem, os fãs continuam a considerá-lo um dos favoritos e até torcem por seu retorno à franquia.
O roteirista do Pânico original, Kevin Williamson, sugeriu um possível retorno dele a franquia, durante uma entrevista ao Entertainment Tonight no início deste ano: “Quero dizer, eu diria nunca, mas sempre estive errado quando faço isso… Não se pode dizer ‘nunca’… Sempre há aquela teoria do irmão gêmeo.”
Recentemente, a franquia ‘Pânico’ enfrentou controvérsias com a saída da atriz Jenna Ortega, logo após a demissão de Melissa Barrera.
No vídeo a seguir, Renato Marafon discute a saída surpreendente de Jenna e levanta a possibilidade do filme ser cancelado.
De acordo com o jornalista Alex Pérez, do site The Cosmic Circus, a Marvel Studios está trabalhando em um projeto animado secreto.
Segundo Pérez, a companhia está desenvolvendo um longa-metragem que será lançado nos cinemas – o primeiro do gênero com estreia prevista para as telonas.
“Oh, absolutamente”, ele disse, quando questionado sobre a possibilidade. “Eles estão trabalhando em um projeto da Marvel Animation previsto para ser lançado nos cinemas. Todavia, não tem ideia do que ele seja. Meu palpite é que envolva ‘X-Men ’97’“.
Visto que nada foi confirmado, considere as declarações como rumores.
Vale lembrar que a 1ª temporada de ‘X-Men ’97’ está disponível no Disney+ e que o próximo ciclo, apesar de confirmado, não tem previsão de estreia.
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