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Crítica | Brasil S/A

 Evolução ou involução?

O cinema de Marcelo Pedroso sempre foi experimental, mesmo o documentário Pacific (2009) possui estranheza no formato, mas este Brasil S/A transcende o significado e aparece como o longa mais difícil de sua carreira. Trazendo tópicos que já debateu em títulos anteriores (o curta Em Trânsito (2013) pode ser o embrião), como homem versus máquina e a urbanização inumana, Pedroso realiza uma obra belíssima do ponto vista estético visual (cada plano poderia ser facilmente emoldurado) e narrativo. E, mesmo que algumas abordagens possam soar tolas se vistas isoladamente, quando juntas conferem uma forte mensagem consciente.

Isento de diálogos, desde o primeiro plano o filme se preocupa em falar através de imagens e até o fim utiliza o artificio do chamado Efeito Kuleshov. Logo de cara começamos a notar inúmeras alegorias, como a do tratamento despojado dado aos trabalhadores e a máxima segurança com os tratores.

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Daí em diante o diretor segue esse esquema e vai empreendendo, um a um, os temas que julga nocivos para sociedade moderna. O caso das infindáveis construções civis, que excluem qualquer verde, a compra exacerbada de automóveis, gerando engarrafamentos quilométricos e o problema da era digital, que vem nos tornando mais alheios à vida real.

Em alguns momentos durante a exibição, vemos a bandeira brasileira (com o “Ordem e Progresso” excluído do meio) tremular sobre as edificações e empalidecer todos que estão em sua sombra. Mais uma óbvia metáfora que se completa ao final do longa, quando o estandarte toca o sol, mas as pessoas não conseguem enxergar, tanto que agora precisam de um binóculo. Aliás, tudo aqui são símbolos e, como a fita possui uma linguagem peculiar, certamente irá causar a rejeição de alguns espectadores. No entanto, só pela ousadia de Pedroso realizar algo tão incomum em solo brasileiro, o troço já merece destaque.

Texto originalmente publicado na cobertura do VII Janela Internacional de Cinema do Recife.

Gostou de ‘Dhamer’? Conheça 13 filmes baseados em seriais killers reais

O subgênero do true crime sempre despertou a curiosidade de muita gente, e não (apenas) pela morbidez das mortes em si, mas pelo interesse em entender como funciona a mente e o modus operandi dessas figuras que, são consideradas verdadeiros monstros, mas que, acredite, são pessoas reais, das quais convivemos diariamente, seja em um grau menor ou mesmo maior. Vai saber…

O cinema sempre entregou grandes filmes que tomaram como inspiração alguns desses “celebres assassinos”, clássicos como ‘Psicose’, ‘O Silêncio dos Inocentes’ e ‘Seven’ são exemplos perfeitos de filmes que entenderam como funciona, tanto na parte criminosa quanto na vertente criminal investigativa, que acaba tornando esses casos ainda mais interessantes por todo estudo realizado durante as famosas caçadas.

Porém, dessa vez, vamos citar aqui 13 filmes que abordaram casos reais, ou melhor dizendo, produções que adaptaram as histórias de assassinos verdadeiros, como foi o caso da série recente de grande sucesso feita pela Netflix, ‘Dahmer – Um Canibal Americano’, que detalhou a história de vida de Jeffrey Dahmer, um dos seriais killers mais falados dos EUA, e que não à toa já havia recebido outros filmes, séries e até histórias em quadrinho.

13 – A Condessa (2009)

Ainda que os casos mais famosos de seriais killers tenham acontecido no século XXI, existem criminosos muito mais antigos. No século XVII, a húngara Isabel Báthory se tornou famosa ao assassinar centenas de jovens garotas, pois acreditava que o sangue das virgens seria o segredo da beleza eterna. Ao contrário de tantos assassinos em séries especializados em ocultar suas ações, Báthory jamais ocultou realmente as mortes, que aconteciam em conivência com o marido.

Os planos da condessa Báthory envolviam múltiplas técnicas de tortura que iam desde jogar água fria no corpo das vítimas e fazê-las morrer de frio sobre a neve até espetar alfinetes nos mamilos e sob as unhas. O filme dirigido, escrito e estrelado pela sempre incrível Julie Delpy foi aclamado pela crítica e se tornou um grande sucesso de público na França e apreciado pelos fãs do estilo.

12 – Do Inferno (2001)

Tomando como base a grapfic novel de Alan Moore, ‘Do Inferno‘ faz uma reimaginação dos crimes de Jack, O Estripador. Nunca capturado, o Estripador ficou no imaginário dos fãs pelo mistério que envolve sua figura, algo que também foi realizado pelo assassino Zodíaco. Passado em Londres em plena Era Vitoriana, Do Inferno acompanha as investigações do excêntrico Inspetor Frederick Abberline, interpretado por um Johnny Depp ainda não-cancelado.

Albert Hughes, que também é diretor de ‘O Livro de Eli‘ e ‘Alfa‘, as referências do cineasta somadas à graphic novel indicam um pouco o tipo de estilização que você verá em Do Inferno, o que significa que esta não é uma boa indicação para quem está procurando filmes mais realistas.

11 – Henry: Retrato de um Assassino (1986)

Henry Lee Lucas não é um assassino tão conhecido quanto os demais da lista, porém, ainda assim, rendeu um dos mais elogiados filmes do estilo, com Michael Rooker (‘Guardiões da Galáxia’) no papel principal. O filme é tão visceral que é um dos poucos que atinge o gênero terror, ao invés de ser classificado como drama, suspense, crime ou policial. Em ‘Henry: A Sombra de Um Assassino‘ não há espaço para a brincadeira de gato e rato entre polícia e assassino, o ponto central é a mente insana do sujeito.

Rooker, em parceria com o diretor John McNaughton, cria um personagem que vai muito além do mero assassino a serviço de um espectador ávido por sangue. A ideia de que pessoas como Henry possam existir transborda do filme e atinge o que nos é mais caro: nossa vulnerabilidade humana.

10 – Caçada ao Assassino BTK (2005)

Durante 31 anos, um assassino em série conhecido como BTK aterrorizou a pequena cidade de Wichita, no Kansas. BTK matou dez pessoas entre 1974 e 1991 e voltou a agir em 2005, quando foi capturado. Seu nome era Dennis Rader. Um psicopata que matou 10 pessoas. Rader enviava cartas aos jornais locais e à polícia descrevendo detalhes de seus crimes. Gregg Henry entrega uma atuação séria e muito verdadeira, semelhante ao que era o temível BTK, que também chegou a ser abordado na série ‘Mindhunter‘, da Netflix.

09 – Cidadão X (1997)

Conhecido como Açougueiro de Rostov, O Estripador Vermelho ou O Estripador de Rostov, Andrei Chikatilo aterrorizou parte da união soviética entre o final dos anos 1970 e 1990. Produzido pelos EUA em parceria com a Hungria, Cidadão X não é uma visão soviética da história. A direção é de Chris Gerolmo, que na década anterior havia dirigido ‘Mississipi em Chamas’, filme pesado sobre racismo.

Gerolmo também foi o responsável por escrever o roteiro adaptado a partir do livro de Robert Cullen, autor de ‘The Killer Department‘, um livro que acompanha a caçada de oito anos, a captura e a condenação Chikatilo, até hoje considerado o serial killer mais selvagem da Rússia. Jeffrey DeMunn interpreta o terrível Chikatilo, mas o foco maior é no trabalho do detetive Viktor Burakov, interpretado por Stephen Rea.

08 – Perseguidor Noturno (2016)

São muitas as razões que levam uma pessoa a se tornar um assassino em série. No caso de Richard Ramirez, que atuou em 14 carnificinas de 1984 a 1985, não há como determinar exatamente. Em ‘Perseguidor Noturno‘, de 2016, seguimos uma série de entrevistas fictícias entre um advogado e o assassino, que precisa confessar seus crimes.

O longa traz uma interpretação brilhante de Lou Diamond Phillips no papel de Ramirez, e mostra detalhes de seu modus operandi, conforme ele assaltava casas e matava suas vítimas, deixando um pentagrama no local como parte de uma devota prática satanista. É um filme denso e complexo, mas que mostra os lados inumanos desse criminoso. Talvez esse seja um dos assassinos seriais mais perversos da história.

07 – Os Crimes de Snowtown (2011)

Os Crimes de Snowtown‘ apresentou ao mundo o diretor Justin Kurzel (‘Macbeth: Ambição e Guerra’) e é baseado na mais famosa série de crimes da história australiana. Nos anos 1990, James Vlassakis, John Bunting e Robert Wagner foram condenados por torturar e matar doze pessoas. No filme, a iniciativa dos crimes parte de John Bunting (Daniel Henshall), uma espécie de líder extremista que ataca homens presumidos homossexuais ou pedófilos.

A construção dos crimes de ódio se torna o foco do filme, contado pelo ponto de vista de James Vlassakis (Lucas Pittaway), um jovem sem perspectivas de vida, que enxerga em John uma possibilidade de pertencimento social.

06 – Dahmer – Mente Assassina (2002)

Assim como na famosa série da Netflix, os passos de Jeffrey Lionel Dahmer, ou como é mais conhecido, o Canibal de Milwaukee, são retratados fielmente neste filme, chamado aqui de ‘Dahmer – Mente Assassina‘. Dahmer foi um dos seriais killers mais perversos da história, deixando uma trilha de morte, estupro, canibalismo e necrofilia por seu caminho de horror. Aqui temos Jeremy Renner, o Gavião Arqueiro, no início de sua carreira interpretando um Dahmer ainda mais misterioso que àquele de Evan Peters, que parece mais insano.

05 – Helter Skelter (2004)

Charles Manson não é um assassino tão brutal quanto os demais citados, mas é bem conhecido pelo assassinato de Sharon Tate, que, além de atriz, modelo e companheira do cineasta Roman Polanski, também estava grávida de nove meses quando foi atacada pelos membros da Família Manson. E ‘Helter Skelter‘ tem como base direta do roteiro as informações cedidas por Vincent Bugliosi, promotor do caso contra Manson, o que traz para o filme uma sensação de menos ficção.

Steve Railsback está completamente insano como Manson e é realmente assustador como ele demonstra que, não importa o que aconteça, saiu ganhando. Muitos anos após o filme, que exagera na dramaticidade da justiça e acentua o fanatismo dos réus, sabemos que Manson continuou muito bem na prisão, namorando, recebendo cartas de fãs e vendendo objetos autografados. Ainda que com um grande foco no julgamento de Charles e da Família Manson, o filme não deixa de ser gráfico.

04 – Ted Bundy – A Irresistível Face do Mal (2019)

Ted Bundy: A Irresistível Face do Mal‘, filme lançado pela Netflix em 2019, segue o ponto de vista de Elizabeth Kendall, uma mulher que se relacionou anos com Ted Bundy sem suspeitar de seus crimes. Ela escreveu um livro que serviu como base para o longa, e aqui vemos Zac Efron no papel do sádico assassino. Vale notar: o filme é dirigido por Joe Berlinger, que também fez uma série documental sobre Bundy para a Netflix.

O filme foi dirigido por Joe Berlinger, que também dirigiu a série documental ‘Conversando com um ‘Serial Killer: Ted Bundy‘. Elizabeth Kendall é interpretada pela atriz Lily Collins, da franquia ‘Os Instrumentos Mortais’.

03 – O Bar Luva Dourada (2019)

O Bar da Luva Dourada‘ é sem dúvidas a melhor apresentação que podemos ter desse filme. O vídeo promocional não apenas indica que é necessário ter estômago forte para assistir, como ostenta uma mistura interessante de louros e críticas que alertam o espectador: este é um filme que talvez você se arrependa de assistir. A junção do humor sombrio alemão e a tragédia de uma história real, já que o protagonista é o serial killer alemão Fritz Honka.

Absolutamente bizarro, tosco e grotesco até no estilo, o filme é outra obra do premiado roteirista e diretor Fatih Akin, que adaptou o romance de Heinz Strunk. O filme parece gostar de ser controverso e ostenta notas baixas com orgulho, o que, junto à passagem do filme por festivais como o de Berlim, dá ao título um certo status cult.

02 – Monster: Desejo Assassino (2003)

Aileen Wuornos tem uma história bem pesada, pois a mulher foi agredida pelo pai psicopata quando criança, e depois estuprada pelo irmão. Começou a desenvolver comportamentos agressivos, incluindo a automutilação, que deixou várias marcas no rosto. Depois de ser presa e condenada por diversos delitos, a prostituta iniciou relacionamentos com mulheres e passou a envolver a namorada Tyra Moore no -assassinato de sete homens de meia-idade.

Charlize Theron, irreconhecível por baixo da maquiagem, e muitíssimo parecida com Aileen, venceu o Oscar, o Globo de Ouro e o Urso de Ouro de melhor atriz. Aileen também foi citada na série ‘American Horror Story: Hotel’, onde foi interpretada por Lily Rabe.

01 – Zodíaco (2007)

Ali pelo fim dos anos de 1960 e começo de 1970, os Estados Unidos ficaram apavorados com o surgimento do Assassino do Zodíaco, este que é um dos maiores mistérios sem solução da justiça norte-americana. Esse serial killer alega ter matado 37 pessoas, embora só 7 vítimas tenham sido descobertas até hoje. E no filme ‘Zodíaco‘, dirigido por David Fincher, vemos sua história.

Diferente dos outros citados aqui, o filme não segue o assassino, mas sim os investigadores do caso. Tudo começa quando uma carta é enviada para um jornal, escrita por alguém alegando ser o famigerado serial killer. Assim como no caso real, o filme não entrega as respostas sobre sua identidade. Robert Downey Jr., Jake Gyllenhaal e Mark Ruffalo estão no elenco. É simplesmente o grande filme a trazer um caso real para os cinemas.

Um Time Show de Bola

(Metegol)

 

Elenco:

Vozes de: Rupert Grint, Anthony Head, Peter Serafinowicz, Rob Brydon, Juan José Campanella, David Masajnik, Fabián Gianola, Horacio Fontova, Miguel Ángel Rodríguez, Pablo Rago, Sebastián Mogordoy.

Direção: Juan José Campanella

Gênero: Animação

Duração: 106 min.

Distribuidora: Universal Pictures

Orçamento: US$ 22 milhões

Estreia: 29 de Novembro de 2013

Sinopse:

Desde garoto Amadeo é apaixonado por totó. Um dia ele é desafiado por Colosso, um arrogante garoto que vive se gabando por ser um exímio jogador de futebol de verdade. Mas a partida épica de pebolim entre os dois não foi vencida por ele. Anos mais tarde, ele retorna rico e com seu dinheiro quer transformar a cidade natal em um espécie de parque temático. Agora, para salvar a cidade, Amadeo terá que aceitar o desafio proposto pelo vilão: enfrentá-lo numa partida de futebol de verdade. É quando algo mágico acontece e os bonecos da mesa de jogo ganham vida para ajudar o seu companheiro de grandes jogadas.

Curiosidades:

» Dirigido por Juan José Campanella (O Segredo dos Seus Olhos).


Trailer:

Cartazes:

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Fotos:

Novos cartazes de ‘Star Wars: O Despertar da Força’

Star Wars: O Despertar da Força‘ teve novos cartazes divulgados, voltados para a venda de produtos licenciados (que acontece à partir de 3 de Setembro).

‘Star Wars: O Despertar da Força’ ocupará TODAS as salas IMAX por um mês

Trailer de ‘Star Wars: O Despertar da Força’ rendeu US$ 2 bilhões a Disney 

Confira, com imagens:

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Segundo o Deadline, analistas de mercado preveem que o filme quebrará recordes de bilheteria em sua estreia, que acontece dia 18 de Dezembro. A previsão é que o filme arrecade incríveis US$ 615 milhões mundialmente em seu primeiro final de semana, se tornando a maior abertura da história do cinema – leia mais!

A visão original de George Lucas para o filme e os problemas no roteiro

Papel de Daniel Craig em ‘Star Wars: O Despertar da Força’ é revelado

Diretor de ‘Star Wars 7′ diz que cortou referências a outros filmes da saga

O sétimo episódio da franquia atualmente passa pela fase de pós-produção em Londres. Sua estreia nos cinemas brasileiros está programada para 17 de dezembro de 2015.

Star Wars: Episódio VII‘ se passa trinta anos após os acontecimentos de ‘Episódio VI: O Retorno de Jedi‘ e terá um trio de jovens protagonistas.

Império e Rebeldes terão novos nomes em ‘O Despertar da Força’

Harrison Ford reprisa o papel de Han Solo ao lado de outras estrelas originais da saga –  Carrie Fisher (Princesa Leia), Mark Hamill (Luke Skywalker), Anthony Daniels (C3PO), Peter Mayhew (Chewbacca), Kenny Baker (R2-D2) – e com novos rostos da franquia – Daisy Ridley, John Boyega (‘Ataque ao Prédio’), Adam Driver (da série ‘Girls’), Oscar Isaac (‘Inside Llewyn Davis – Balada de Um Homem Comum’), Andy Serkis (‘O Senhor dos Anéis’), Domhnall Gleeson (‘Questão de Tempo’), Max von Sydow (‘O Exorcista’), Lupita Nyong’o (’12 Anos de Escravidão’), Gwendoline Christie, Miltos Yerolemou e Jessica Henwick (sendo os três últimos de ‘Game of Thrones’).

 

‘Café Society’: Kristen Stewart e Jesse Eisenberg em nova imagem no longa de Woody Allen

Nos preparativos para o Festival de Cannes, os produtores do evento liberaram uma nova imagem da produção que irá abrir o festival de cinema mais importante do mundo, ‘Café Society‘, do espetacular Woody Allen.

Confira:

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É a terceira vez que uma produção de Allen que abre a premiação, após os homenageados ‘Dirigindo no Escuro‘, em 2002; e ‘Meia-Noite em Paris‘, de 2011.

O Festival de Cinema de Cannes acontece entre 11 e 22 de maio em Cannes, França.

Café Society‘ tem um dos elencos mais grandiosos dos últimos anos: Kristen Stewart (‘Crepúsculo’), Blake Lively (‘Gossip Girl’), Jesse Eisenberg (‘A Rede Social’), Parker Posey (‘Blade: Trinity’), Anna Camp (‘A Escolha Perfeira’), Corey Stoll (‘Homem-Formiga’), Ken Stott (‘O Hobbit’), Stephen Kunken (‘Para Sempre Alice’) e Paul Schneider (‘Água Para Elefantes’).

Steve Carell (O Virgem de 40 anos) foi contratado para substituir Bruce Willis (‘Duro de Matar’), que foi demitido após problemas com o diretor.

A história acompanha um jovem que se muda para Los Angeles na Era de Ouro dos grandes estúdios, curtindo a efervescência da boemia local.

Confira algumas fotos do set:

 

 

 

 

‘Esquadrão Suicida’ reunido em belas capas da Entertainment Weekly

A Entertainment Weekly liberou a sua capa de julho, quer dizer, as suas capas de julho.

Afinal, o elenco espetacular de ‘Esquadrão Suicida‘ realmente merecia vir em várias páginas.

Confira:

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Vale lembrar que ontem, o Collider afirmou que conseguiu a duração com suas fontes internas da Warner Bros., e o filme terá 2 horas e 10 minutos (incluindo os créditos finais).

Para comparação, ‘Batman vs Superman‘ tinha 2 horas e 33 minutos.

‘Esquadrão Suicida’: Vídeo traz 4 minutos de cenas do Coringa 

Detalhes sobre a participação do Batman em ‘Esquadrão Suicida’ 

Dirigido por David Ayer,  ‘Esquadrão Suicida‘ trará o debut dos personagens nos cinemas e tem lançamento marcado para 5 de agosto de 2016.

Batman em imagens de ‘Esquadrão Suicida’ 

Em ‘Esquadrão Suicida‘, Amanda Waller dirige uma agência secreta do governo que se chamado ARGUS e cria uma força tarefa ‘suicida’ de super-vilões. O governo norte-americano recruta um grupo de criminosos, formado por Pistoleiro, Arlequina, Capitão Bumerangue, Coringa e Rick Flagg, para missões especiais.  Eles são obrigados a embarcar em uma missão perigosa e mortal em troca de penas mais curtas.



 

EXCLUSIVO: Assista a um TENSO clipe de ’12 Horas para Sobreviver’

O CinePOP divulga, com EXCLUSIVIDADE, um tenso clipe legendado de ‘12 Horas para Sobreviver: O Ano da Eleição‘, o terceiro filme da franquia ‘Uma Noite de Crime’ (The Purge).

Já imaginou essa galera demoníaca chegando para te matar?

Assista:

O filme chega aos cinemas nacionais em 6 de Outubro.

Lançado dia 1º de julho nos EUA, o longa bateu Spielberg e ‘A Lenda de Tarzan’ nas bilheterias – leia mais!

Após estrelar o segundo filme da franquia, Frank Grillo (‘A Perseguição’) retorna. O elenco conta com Betty Gabriel (‘Beyond Skyline’), Edwin Hodge (‘Assim na Terra Como no Inferno’), Kyle Secor (‘Veronica Mars’), Joseph Julian Soria (‘Camp X‑Ray’) e Elizabeth Mitchell (‘Lost’, foto acima).

Já se passaram dois anos desde que Leo Barnes (Frank Grillo) deu fim a uma ação de vingança lamentável em uma noite de expulsão. Servindo agora como chefe de segurança para a Senadora Charlie Roan (Elizabeth Mitchell), sua missão é protegê-la durante sua corrida para a presidência e sobreviver ao ritual anual que tem como alvo os pobres e inocentes. Mas quando uma traição os força a sair às ruas da capital em uma noite onde nenhuma ajuda é disponível, eles devem continuar vivos até o  pôr do sol… ou ambos serão sacrificados por seus pecados contra o Estado.

Uma Noite de Crime‘ inaugurou a franquia em 2013, arrecadando US$ 91 milhões pelo mundo. Sua continuação, lançada no último ano, faturou ainda mais: US$ 108 milhões. Juntos, os dois títulos custaram apenas US$ 12 milhões.

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Johnny Depp é eleito o ator menos rentável de 2016

A revista Forbes divulgou a lista das celebridades menos rentáveis do cinema. A soma se dá pelo custo-beneficio, o salário recebido versus a arrecadação nas bilheterias.

Pelo segundo ano consecutivoJohnny Depp foi eleito o ator menos rentável.

Depp deixou seus dias de ‘Piratas do Caribe‘ para trás e encabeçou a lista, rendendo apenas US$ 2,80 para cada dólar de cachê. Entre os fracassos recentes estão ‘Alice Através do Espelho‘ e ‘Aliança do Crime ‘.

Para criar a lista, a publicação analisou a arrecadação dos últimos três filmes dos atores, que tenham sido exibidos em mais de 500 salas de cinemas, nos últimos três anos.

Depp deve sair da lista em 2017, afinal, para o próximo ano ele tem o lançamento de ‘Piratas do Caribe – A Vingança de Salazar‘.

Will Smith ficou com a segunda posição, seguido por Channing Tatum.

Confira a lista:

1 – Johnny Depp – Rendeu US$ 2,8 por cada dólar de cachê
2 – Will Smith – Rendeu US$ 5,0 por cada dólar de cachê
3 – Channing Tatum – Rendeu US$ 6,0 por cada dólar de cachê
4 – Will Ferrell – Rendeu US$ 6,5 por cada dólar de cachê
5 – George Clooney – Rendeu US$ 6,7 por cada dólar de cachê
6 – Adam Sandler – Rendeu US$ 7,6 por cada dólar de cachê
7 – Mark Wahlberg – Rendeu US$ 9,2 por cada dólar de cachê
8 – Leonardo DiCaprio – Rendeu US$ 9,9 por cada dólar de cachê
9 – Julia Roberts – Rendeu US$ 10,8 por cada dólar de cachê
0 – Bradley Cooper – Rendeu US$ 12,1 por cada dólar de cachê

Primeiro teaser de ‘Cinquenta Tons de Liberdade’; Assista!

A Universal Pictures liberou em suas redes sociais o primeiro teaser de ‘Cinquenta Tons de Liberdade‘, filme que encerra a trilogia inspirada nas obras de E.L. James.

Confira:

 

No Brasil, ‘Cinquenta Tons de Liberdade’ estreia em fevereiro de 2018.

Crítica | Cinquenta Tons Mais Escuros (Nota: 4.0)

Jamie Dornan rejeitou oferta de US$ 1,5 milhão para aparecer pelado em ’50 Tons Mais Escuros’

 

Vídeo mostra tudo o que aconteceu no 1º episódio da série ‘O Nevoeiro’

A série ‘O Nevoeiro‘ estreou nessa quinta-feira, no canal Spike, e inclusive, repleta de elogios.

E no vídeo abaixo você confere – sem spoilers – o que rolou no episódio de estreia.

Assista:



A primeira temporada terá 10 episódios, e estreia dia 22 de junho.

A atração também contará com o envolvimento de Frank Darabont, diretor do longa. Alguns anos depois de dirigir o filme, Darabont se aventurou com o gênero na TV, criando o fenômeno ‘The Walking Dead’.

Segundo o TV Guide, a série terá um final inédito, similar ao criado por Frank Darabont no filme de 2007.

“Eu amo aquele final sombrio do filme dirigido por Frank Darabont. Achei genial. É baseado no livro de Stephen King, mas ele mesmo preferiu o final criado por Darabont. Nós faremos a nossa própria versão de um final bastante original e surpreendente”, revelou.

No livro, o final fica em aberto e os leitores ficaram com esperança em relação ao futuro dos personagens. A versão do filme no entanto, é muito mais escura.

David Boyd, que comandou alguns episódios da segunda e terceira temporada de ‘The Walking Dead‘, funcionará como produtor executivo da série.

Adam Bernstein, vencedor do Emmy Awards por um episódio de ‘30 Rock‘, dirige o piloto. Ele tem no currículo episódios das séries ‘Fargo‘, ‘Better Call Saul‘, ‘Nurse Jackie‘ e ‘Bloodline‘.

O Nevoeiro‘ adapta um conto de Stephen King, presente no livro ‘Tripulação de Esqueletos’. Na trama, um grupo de pessoas fica preso dentro de um supermercado quando a cidade é coberta por um nevoeiro denso, no qual habitam várias criaturas monstruosas.

O filme trouxe em seu elenco: Thomas Jane (‘O Justiceiro’), Laurie Holden (‘Terror em Silent Hill’), Andre Braugher (‘Poseidon’) e Marcia Gay Harden (‘Pollock’).

Elogiado pela crítica por sua trama sombria, o longa faturou apenas US$ 57,2 milhões nas bilheterias mundiais, sendo que seu orçamento foi de US$ 18 milhões.

Christian Torpe (‘Rita’) trabalha no roteiro, com o aval de Stephen King.

As 10 Melhores Adaptações de Stephen King 

 

Matt Damon e Kristen Wiig querem ser encolhidos no trailer de ‘Pequena Grande Vida’

A Paramount Pictures divulgou o primeiro trailer de ‘Pequena Grande Vida‘ (Downsizing), novo filme de Alexander Payne estrelado por Matt Damon, Kristen Wiig, Christoph Waltz e Hong Chau.

A trama envolve cientistas noruegueses que descobrem um jeito de encolher humanos para meros centímetros, com o objetivo de combater o aumento excessivo da população. Damon e Kristen Wiig interpretam um casal que decide comprar a ideia.

Confira:

Crítica | Pequena Grande Vida – Que p#**a de filme é esse?

O longa abre hoje o 74° Festival de Veneza. A estreia no Brasil está agendada para 18 de Janeiro de 2018!

Trailer de ‘O Duende Retorna’, sequência do terror B com Jennifer Aniston

A Lionsgate divulgou o trailer da sequência de ‘O Duende‘ (The Leprechaun, 1993), filme de terror B estrelado por Jennifer Aniston antes de alcançar a fama.

Confira:

O filme retoma 25 anos após os acontecimentos do original de 1993, que encontrou um Duende maníaco fazendo o que fosse necessário (incluindo assassinatos horríveis) para rastrear sua pote de ouro roubada.

Recentemente, o original ganhou um remake chamado ‘O Duende – A Origem‘, lançado direto em DVD e Blu-Ray nos EUA.

Com um orçamento de US$ 900 mil, o filme original arrecadou baixos US$ 9 milhões nos EUA, mas anos depois conquistou uma legião de fãs, e teve seis sequências.

Assista o trailer do original e veja Aniston em sua juventude:

 

‘Hellboy’: Primeira imagem oficial de Milla Jovovich como Nimue

Após divulgar o trailer, a Lionsgate divulgou hoje a primeira imagem oficial de Milla Jovovich como a Rainha de Sangue Nimue, a vilã do filme.

Confira:

O trailer foi divulgado ontem e não agradou muito os fãs. A nova versão do filme estava sendo vendida como “sombria e sangrenta”, mas o vídeo entrega basicamente uma comédia. Obviamente, a internet não perdoou!

Confira as reações:

Dirigido por Neil Marshall (‘Abismo do Medo‘), o reboot terá um tom mais sombrio que a franquia original.

Ian McShane viverá o Professor Trevor Bruttenholm, o pai adotivo do anti-herói, vivido por David HarbourMilla Jovovich será a Rainha de Sangue Nimue. Sasha Lane vive Alice Monaghan.

Daniel Dae Kim (‘Lost‘), Brian Gleeson (‘Mãe!‘), Sophie Okonedo (‘Depois da Terra‘) e Alistair Petrie (‘Rogue One: Uma História Star Wars‘) completam o elenco.

O longa chegará aos cinemas em 12 de abril de 2019.

‘Tenet’: Teaser do novo filme de Christopher Nolan é exibido de surpresa nos cinemas

O novo e misterioso longa do aclamado cineasta Christopher Nolan, intitulado ‘Tenet‘, teve seu teaser exibido de surpresa junto com as cópias de ‘Velozes & Furiosos: Hobbs e Shaw‘ nos EUA.

Ainda sem previsão de ser divulgado na internet, o vídeo apresenta o protagonista John David Washington.

“O tempo chegou de termos um novo protagonista”, afirma o vídeo.

O personagem de Washington é mostrado olhando para um buraco de tiro em um vídeo, enquanto ele caminha vemos várias trincas e frase: “O tempo chegou para uma nova missão”. Vemos várias cenas de ação épicas em Washington e um homem usando uma máscara de oxigênio.

Tenet‘ será um épico de ação no estilo James Bond envolvendo viagem no tempo.

Confira o cartaz:

 

Além de John David Washington, Robert Pattinson e Michael Caine, que já trabalhou em vários filmes de Nolan, incluindo os três filmes do ‘Cavaleiro das Trevas’, o elenco é composto por Kenneth Branagh, Dimple Kapadia, Aaron Taylor-Johnson, Clemence Poesy e Elizabeth Debicki.

A trilha sonora de ‘Tenet’ fica sob o comando do compositor Ludwig Goransson.

Em 2018, Goransson compôs as trilhas de ‘Pantera Negra’, ‘Venom’, ’Creed II’ e ‘Desejo de Matar’, além de produzir a premiada faixa ‘This Is America’, de Childish Gambino. Atualmente, Goransson está montando a trilha sonora da aguardada série ‘The Mandalorian’, da Disney +.

Tenet’ chegará aos cinemas em 17 de julho de 2020.

Netflix divulga vídeo explicando cada detalhe e simbolismo de ‘O Poço’

O Poço‘ dividiu opiniões por deixar um final aberto e trazer muitas dúvidas sobre qual é a real mensagem do filme. Afinal, a garota é real? ‘O Poço‘ é uma crítica ao capitalismo, socialismo ou faz referências religiosas?

Pensando nisso, a Netflix divulgou um vídeo oficial explicando alguns detalhes e referências que possam ter passado despercebidos durante o filme.

Assista:

Crítica | O Poço – Netflix entrega seu filme mais angustiante e impactante

Em entrevista ao iHorror, o diretor Galder Gaztelu-Urrutia explicou sobre as metáforas e simbolismos no filme ‘O Poço‘ (The Plataform), que estreou recentemente na Netflix.

“O roteiro foi originalmente escrito para ser uma peça de teatro, que, no final das contas, nunca aconteceu. Quando eu li o roteiro, eu percebi que havia um grande potencial. Também sabia que o roteiro precisava de muitas alterações para transformá-lo em um filme, mas havia uma boa base para se trabalhar.Você consegue ver as metáforas e a simbologia do filme ao ler o roteiro, então sabia que o conceito era muito bom.”

Sobre o simbolismo do filme, o diretor afirma: “Se você assiste ao filme, percebe que existem vários níveis; existem pessoas ricas nos níveis superiores e pobres nos níveis inferiores. A metáfora é sobre essas diferentes classes sociais, norte e sul. Também há outro nível de simbologia: se você assistir ao filme novamente, descobrirá mais sobre ele. O filme não é sobre mudar o mundo, mas de entender e colocar o espectador em um dos níveis e ver como eles se comportariam dependendo do nível em que estão. As pessoas são muito parecidas entre si. É muito importante onde você nasceu – em que país e qual família -, mas somos todos muito parecidos. Então, o filme está colocando o espectador na situação para enfrentar os limites de sua própria solidariedade. É fácil ter solidariedade se você estiver no nível 6; se você tem muito, pode desistir de parte disso. Mas você será solidário se não tiver o suficiente para si mesmo? Essa é a questão.”

 

O suspense é dirigido por Galder Gaztelu-Urrutia e o elenco conta com Iván MassaguéAntonia San JuanZorion EguileorAlexandra MasangkayEmilio Buale.

Dentro de um sistema prisional vertical, os detentos são destinados a um andar em específico e forçado a racionar comida de uma plataforma que se move pelos diferentes níveis. O filme é uma alegoria social sobre a raça humana em seu momento de maior desespero: a fome.

‘The Boys’: Homem fantasiado de Capitão Pátria salva rapaz em chamas; Veja o vídeo!

Um homem fantasiado de Capitão Pátria (Homelander) se tornou famoso após salvar um rapaz em chamas na cidade de Greenville, Ohio.

A notícia foi compartilhada pelo próprio ator Antony Starr, que interpreta o vilão da série ‘The Boys‘.

A ação aconteceu durante o Halloween (31), quando o americano Chris Taylor estava vestido como Capitão Pátria e viu uma casa em chamas com um homem gritando por socorro, e conseguiu salvá-lo.

“Nós chegamos na rua e eu olho para trás, há chamas saindo da casa e todo o andar de cima foi consumido, as chamas estavam destruindo a casa e era muito desagradável. Havia chamas ao redor e a apenas alguns centímetros de mim; minha fantasia estava esquentando, parecia que estava derretendo; Eu não conseguia respirar, a fumaça era real, muito pesada”, explicou Taylor.

“Ummmm …. então …. quando eu disse que vocês são os verdadeiros heróis, eu quis dizer que ESSE CARA é o verdadeiro herói!! Não estou surpreso que um fã de The Boys fez isso… (nossos fãs são os melhores!).”

Confira o post e o vídeo da matéria original:

 

Lembrando que a 2ª temporada de ‘The Boys‘ já está disponível na Amazon Prime.

Confira nossa crítica:

Crítica | The Boys – 2ª temporada: Ainda mais sádica, violenta e ofensiva

Criada por Evan GoldbergEric Kripke e Seth Rogen, a série é baseada nos quadrinhos homônimos lançados em 2006.

A trama se passa em um mundo onde os super-heróis abraçaram o lado negro de suas famas, e irá focar em um grupo de vigilantes conhecido como “Os Garotos”, que são mandados para derrotar super-heróis corruptos com não mais do que coragem e disposição para lutar sujo.

O elenco inclui Karl Urban, Jack Qaudi, Karen Fukuhara, Erin Moriarty, Antony Starr, Dominique McElligott, Chace Crawford, Jessie T. Usher e Nathan Mitchell.

‘Velozes e Furiosos 9’ tem estreia ANTECIPADA e vai chegar bem antes do previsto no Brasil

A Universal Pictures antecipou em quase um mês a estreia da sequência ‘Velozes e Furiosos 9‘ nos cinemas nacionais.

O filme teve sua estreia antecipada de 22 de julho para 24 de Junho.

Vale destacar que ‘Velozes e Furiosos 9‘ é o primeiro filme hollywoodiano desde ‘Vingadores: Ultimato‘ a estrear com mais de US$ 100 milhões na China.

Além disso, o forte desempenho da sequência nas bilheterias fez a franquia ultrapassar a marca dos US$ 6 bilhões em arrecadação global.

Confira as primeiras críticas do filme:

“Aqueles que já estão imersos na tradição da franquia irão apreciar o cuidado de ‘Velozes e Furiosos 9’ com os personagens secundários – incluindo alguns cujo retorno à narrativa certamente trará aplausos em cinemas lotados. Mas parte desse fan service acaba parecendo forçado. De qualquer forma, o filme nos dá a impressão de que a franquia já perdeu sua criatividade e singularidade.” – Screen Daily.

“Como no último filme de Lin, o decepcionante ‘Star Trek: Sem Fronteiras‘, o diretor adota uma abordagem de quantidade em no lugar da qualidade, tem mais ação, mais subtramas e muitos personagens na mistura. Mais do que qualquer filme precisa. Ainda assim, o ‘Velozes e Furiosos 9‘ deixa uma sensação de que faltou algo. A estratégia maximalista não dá espaço para que a trama desenvolva a relação entre Dom e seu irmão.” – The Hollywood Reporter.

“Às vezes, quando você menos espera, uma franquia de sucesso se transforma essencialmente em algo diferente. Com o tempo, ‘Missão Impossível‘ se tornou parecida com ‘007‘, e ‘Velozes e Furiosos‘ se tornou ‘Missão Impossível‘. Mas Velozes e Furiosos 9‘ não é construído em torno de uma missão emocionante. É construído em torno de Vin Diesel e John Cena vivenciando a angústia sobre o passado dos irmãos Toretto. O enredo da família ‘funciona’ (mesmo que você esteja ciente de como o personagem de Cena é mal escrito), mas não é suficente para sustentar o filme; é mais como uma desculpa. A verdade é esta franquia não precisava de mais ‘emoção’. – Variety.

“Este é, de longe, o maior, mais selvagem e desafiador da franquia Velozes e Furiosos‘ (uma cena no final com certeza vai fazer você ficar de boca aberta com a estúpida audácia de alguns personagens), a direção de [Justin] Lin e o roteiro de Daniel Casey é capaz de alavancar a ação a níveis ridiculamente satisfatórios e tudo isso é compensado quando nos profundamos no personagem de Dom, em um nível mais pessoal do que a franquia jamais conseguiu antes.” – IndieWire

“Para o público que deseja retornar aos cinemas em 2021 com um espetáculo grande, barulhento e empolgante, ‘Velozes e Furiosos 9‘ faz os carros andarem rápido, pularem alto e geralmente fazerem o impossível. É extremamente fantasioso, sim, mas também é ridiculamente estimulante se você precisar de um passatempo.” – The Wrap.

Assista ao trailer em versão dublada e legendada:

Dominic Toretto (Vin Diesel) sempre viveu a toda velocidade. Após a perda do melhor amigo e a descoberta do filho, ele reduziu o ritmo de vida, ao lado de Letty (Michelle Rodriguez). Mas não é fácil viver o presente quando o passado acelera em sua direção. E é o que acontece quando Dom reencontra seu irmão Jacob Toretto (John Cena), que é estimulado por Cypher (Charlize Theron) e Magdalene Shaw (Helen Mirren) a executar um plano de vingança. É hora de Dom reunir a irmã Mia (Jordana Brewster) e a família de fiéis amigos, como Roman (Tyrese Gibson), Tej (Ludacris) e Han (Sung Kang).

Dirigido por Justin Lin, o filme também conta com Finn Cole, Anna Sawai, Vinnie Bennett e Michael Rooker.

Trama de ‘Premonição 6’ mostrará paramédicos e bombeiros enfrentando a morte

No começo da semana, foi revelado pela Variety que o cineasta Jon Watts (‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’) irá produzir o novo filme da franquia ‘Premonição‘, que será lançado direto no serviço de streaming da HBO Max.

Baseado em um tratamento de Watts, o roteiro será escrito por Lori Evans Taylor (‘Wicked Wicked Games’) e Guy Busick (‘Pânico’).

O produtor Craig Perry deu detalhes da trama e revelou como será a história:

“Estamos brincando com o mundo dos primeiros que respondem: paramédicos, bombeiros e policiais. Essas pessoas lidam com morte nas linhas de frente todos os dias, e fazem escolhas que podem causar ou não a morte das pessoas… Estamos pensando que esse mundo pode ser um viés interessante para um filme [da saga] Premonição, e um que pode gerar um panorama único de um modo bem crível”.

Dianne McGunigle, Craig Perry e Sheila Hanahan Taylor também servirão como produtores.

“Eu e a Dianne somos grandes fãs da franquia ‘Premonição’ desde o começo,” afirmou Watts em uma declaração. “Poder participar ativamente no desenvolvimento de uma nova história com a equipe original e a New Line será divertido e emocionante.”c

O primeiro ‘Premonição‘ foi lançado em 2000 e gerou 4 continuações. O ápice da série foi em 2009, com ‘Premonição 4‘, que faturou quase US$ 200 milhões nas bilheterias mundiais. O quinto, e último filme, foi lançado em 2011 e arrecadou US$ 157 milhões mundialmente.

Combinados, os cinco longas arrecadaram mais de US$ 665 milhões.

Zoe Saldana vive mulher em busca de VINGANÇA em filme que estreou entre os mais vistos da Netflix

Zoe Saldana está mais em alta do que nunca: além de estrelar o fenômeno de bilheteria ‘Avatar 2‘, em breve ela será vista em ‘Guardiões da Galáxia – Vol. 3‘.

Com o sucesso da atriz, um de seus filmes que passou batido nos cinemas estreou na Netflix fazendo sucesso.

O suspense ‘Colombiana – Em Busca de Vingança‘ se tornou o terceiro filme mais visto da Netflix, e acompanha uma jovem que testemunha o assassinato a sangue frio de seus pais ainda criança, na Colombia.

Mais velha, ela trabalha para seu tio durante o dia como assassina e durante as noites é uma justiceira que mata pessoas na esperança de chegar em seu alvo final: o mafioso que assassinou seus pais.

Confira, com o trailer:

O roteiro do filme foi escrito por Luc Besson – que também produziu o filme – e por Robert mark Kamen.

No Rotten Tomatoes, o filme conquistou apenas 27% de aprovação dos críticos. 

Netflix divulga a primeira foto de Eddie Murphy em ‘Um Tira da Pesada 4’

O astro Eddie Murphy surge na primeira imagem oficial de ‘Um Tira da Pesada: Axel Foley‘, quarto filme da franquia marcada pelo ator.

A Netflix lança o filme em 2024.

Murphy falou também sobre como começou a produção do longa e os motivos que o fizeram voltar.

“Jerry Bruckheimer, o produtor original. Quando ele se envolveu e começou a desenvolver o roteiro, ele sabia o que Um Tira da Pesada deveria ser. Quando ele voltou a se envolver, foi quando tudo começou a se encaixar. Porque tentamos por anos e anos, talvez 10, 12 anos, e devo ter lido cinco ou seis roteiros diferentes, e nunca dava certo”, disse o ator.

“O estúdio dizia: ‘Vamos lá. Aqui está.’ Foi como: ‘Não é só isso.’ Jerry Bruckheimer voltou lá, e ele sabe o que faz, e juntou tudo. Ele fez Top Gun: Maverick no ano passado, e Bad Boys é Jerry Bruckheimer. Portanto, temos o mesmo cérebro por trás de Um Tira da Pesada, e ele colocou todas as peças no lugar necessárias para fazermos um ótimo filme. E estou animado para que as pessoas vejam”, conclui Murphy.

Mark Molloy‎‎ é o responsável pela direção. Trata-se de um recém-chegado em Hollywood, tendo recebido muitos elogios no circuito comercial especificamente com comerciais da Apple.

Adil El Arbi e Bilall Fallah seriam responsáveis pela direção, mas precisaram abrir mão devido ao compromisso com a pós-produção de ‎‎Batgirl. O filme da DC acabou sendo cancelado.

Lembrando que o acordo entre Netflix e Paramount Pictures prevê a produção de Um Tira da Pesada 5′ caso esse quarto filme seja bem-sucedido.

Originalmente, a Paramount lançou a franquia em 1984, com o primeiro filme dirigido por Martin Brest, que deu lugar a Tony Scott na sequência de 1987. Em 1994, John Landis assumiu o cargo, marcando o encerramento da trilogia.

Ao total, a trilogia rendeu US$ 712 milhões arrecadou pelo mundo.

Lady Gaga canta como a Arlequina no primeiro clipe de ‘Coringa: Delírio a Dois’

Coringa: Delírio a Dois’ ganhou seu primeiro clipe, que traz Lady Gaga como a Arlequina conversando com o Coringa.

Assista:

Coringa: Delírio a Dois’ é provavelmente o filme mais ousado e arriscado dos últimos anos. A sequência do longa bilionário traz uma abordagem única do icônico palhaço do crime da DC Comics, agora transformado em um musical com a cantora Lady Gaga.

Sobre o risco de possível fracasso, o astro Joaquin Phoenix comentou recentemente em entrevista à Empire: “É a única maneira de eu fazer um filme. Se não parecer perigoso, se não houver uma boa chance de falhar espetacularmente, então… qual é o ponto?”

Todd Phillips, o diretor, acrescentou: “Essa foi literalmente a razão para fazê-lo. A única razão para Joaquin considerar uma sequência foi se ela o assustasse. Uma coisa que ele realmente apreciou no primeiro filme foi esse medo constante, esse medo nauseante de, ‘O que estamos fazendo?’ Ele não queria que fosse fácil. E queria sentir o mesmo medo nesta sequência. Ele disse, ‘Bem, se eu vou fazer, quero sentir que pode não funcionar'”.

Sobre a natureza da sequência, Phillips explicou: “Não penso nisso como uma sequência tradicional. Se Beber, Não Case 2 foi uma sequência. Muito frequentemente, uma sequência é apenas mais do mesmo, só que maior. Claro, é uma sequência, mas parecia que estávamos fazendo algo completamente diferente. É tonal e inerentemente muito mais distinto.

Ele concluiu: “O primeiro filme subverteu as expectativas do que era. Então, como você faz isso novamente? Sempre disse, desde o início, que o filme deveria parecer feito por pessoas loucas. Como se os internos estivessem dominando o asilo. Realmente parece um grande risco. Você simplesmente pensa, ‘Bem, dane-se. Por que não? O que estamos fazendo aqui, se não for para fazer isso?’”. 

Lembrando que segundo Shawn Robbins, do Box Office Theory, o longa almeja a uma estreia entre US$120 e US$150 milhões apenas nos Estados Unidos – um montante considerável para um projeto desse calibre. Todavia, a venda de ingressos ainda não começou e, nas próximas semanas, as projeções devem se tornar mais certeiras.

A encargo de comparação, ‘Deadpool e Wolverine’, o título mais recente da Marvel Studios, abriu com estrondosos US$211 milhões, quebrando inúmeros recordes de arrecadação que se estendem até hoje (um mês depois de seu lançamento).

O valor, entretanto, é maior que a abertura do filme de 2019 – que arrecadou US$93,5 milhões e assegurou mais de US$1 bilhão em seu período de exibição nos cinemas.

Vale lembrar que o filme ganhou classificação indicativa para maiores de 18 anos devido a cenas de violência, linguagem inapropriada, nudez completa e sexo.

Essa é a mesma classificação do filme anterior, mas a sequência deve ser um pouco menos perturbadora, já que o original foi classificado para maiores por “extrema violência sangrenta”.

O longa será um musical. A decisão de transformá-lo em um musical dividiu os fãs, mas o filme está sendo descrito como um “jukebox”.

Para quem não está familiarizado, musicais jukebox são aqueles que usam canções populares interpretadas pelos próprios atores, como vimos em ‘Mamma Mia!’ e ‘Moulin Rouge!’.

Segundo a Variety, o filme apresentará pelo menos 15 reinterpretações de músicas “muito conhecidas”, além de algumas canções originais. Uma das músicas em destaque será “That’s Entertainment”, do musical ‘The Band Wagon’ (1953).

O orçamento do filme está estimado em cerca de US$ 200 milhões, sendo um dos lançamentos mais aguardados da Warner.

A estreia acontece em 04 de outubro de 2024.

 

Ficção científica com Robert Pattinson que prejuízo de US$ 75 milhões faz SUCESSO no Max

Mickey 17‘, sci-fi de Bong Joon-ho (‘Parasita’) estrelado por Robert Pattinson, estreou fazendo sucesso na Max.

O filme, que deu um prejuízo de US$ 75 milhões nas bilheterias, estreou em terceiro lugar no streaming.

Confira o TOP 6:

 

Crítica | ‘Mickey 17’ traz o melhor de Robert Pattinson e de Bong Joon-ho às telonas

Na trama, Mickey (Robert Pattinson) faz parte de um programa espacial de colonização e sempre é enviado para missões perigosas, quase suicidas. Se morrer, ele é clonado e boa parte de suas memórias são recuperadas. Mas, após seis mortes, ele começa a entender o porquê de seu cargo nunca ter sido ocupado antes.

O elenco também conta com Steven Yeun, Mark Ruffalo e Toni Collette.

10 filmes com finais ESPETACULARES

Um filme para ficar marcado em nossas memórias precisa ter um desfecho emblemático, marcante, que nos faça relembrá-lo muito tempo depois. Pensando em obras cinematográficas que provocam essa sensação, separamos abaixo uma lista com 10 filmes com finais ESPETACULARES:

 

7 Caixas

Em 7 Caixas somos apresentados a Víctor (Celso Franco), um carreteiro de 17 anos, que trabalha dia e noite em um famoso mercado no centro de Assunção (Paraguai) sonhando em algum dia ser famoso e aparecer nas telinhas das televisões que lotam as lojas do grande mercado. Certo dia, recebe uma proposta diferente e misteriosa, transportar 7 caixas de madeira até um lugar, cujo conteúdo ele desconhece, em troca de uma nota rasgada ao meio de 100 dólares. Assim, ao lado de sua amiga Liz (Lali Gonzalez) precisa chegar até o seu destino fugindo de todos que não querem que isso aconteça.

 

À Espera de um Milagre

Na trama, conhecemos Paul Edgecomb (Tom Hanks) que mora em um asilo e resolve contar segredos do seu passado para uma amiga. Assim, conhecemos sua vida anos atrás, quando era carcereiro da equipe que cuidava do chamado ‘corredor da morte’ de uma prisão norte-americana durante a grande depressão da década de 30. Entre idas e vindas de prisioneiros e suas histórias, uma em especial ele jamais esqueceu: a de John Coffey (Michael Clarke Duncan), um gigante gentil que tem um dom inexplicável de cura. Conforme vai chegando o dia da execução de John, Paul busca soluções para ajudar de alguma forma o novo amigo.

 

Saltburn

Na trama, conhecemos o recém chegado à faculdade de Oxford, o aparente solitário Oliver (Barry Keoghan), um jovem que parece sofrer com a vida que leva fora daquele lugar. Quando conhece Felix (Jacob Elordi), um jovem milionário também estudante de Oxford, Oliver se vê atraído pelo universo de Felix, de riqueza e poder. Até que um dia que Felix o convida para passar o verão na mansão da família, Saltburn, junto com sua família cheia de peculiaridades.

 

Incêndios

Na trama, conhecemos os irmãos gêmeos Jeanne (Mélissa Désormeaux-Poulin) e Simon (Maxim Gaudette) que chegam para a leitura do testamento que a mãe lhes deixou. Após serem surpreendidos com a possibilidade nada remota do pai estar vivo e a descoberta que eles tem um irmão, primeiro Jeanne e depois Simon embarcam para o Oriente Médio para descobrir as verdades escondidas de sua própria família tendo como epicentro a quase inacreditável história da mãe deles, Nawal (Lubna Azabal).

 

Aftersun

Na trama, conhecemos Sophie (Frankie Corio), uma jovem bastante esperta, curiosa, de recém completos 11 anos, que vai passar férias com o pai Calum (Paul Mescal), que é separado da mãe, na Turquia. Desde a chegada ao local, Sophie registra tudo com uma câmera, as alegrias, as discussões, as dúvidas, as descobertas, os marcantes momentos daquele curto período. Percebemos logo que são lembranças, memórias, com uma carga alta de sentimentos vindos de vários lados.

 

As Linhas Tortas de Deus

Na trama, conhecemos Alice (Bárbara Lennie, simplesmente fabulosa no papel) uma investigadora muito inteligente, que está em um momento conturbado no relacionamento com o marido, e resolve aceitar uma investigação de um crime em um hospital psiquiátrico. Para tal, resolve inventar uma personagem com determinado sintoma (aqui, a paranoia) e se internar por livre e espontânea vontade. Durante sua estadia nesse lugar, investigando de perto médicos e pacientes, passará por situações onde descobrirá segredos que aos poucos vão colocando tudo que ela própria pensa em xeque.

 

O Segredo dos seus Olhos

Na trama, acompanhamos o solitário oficial de justiça Benjamin (Ricardo Darín) que acabara de se aposentar e preso a uma história de seu passado, um caso mal solucionado de assassinato, resolve escrever um livro e assim acompanhamos sua vida no tempo do ocorrido, anos atrás, onde inclusive ele conhece o grande amor de sua vida, Irene (Soledad Villamil). Com o passar dos fatos vamos acompanhando as investigações e absurdos dos fatos, que inclusive fere demais o ex-marido da vítima, uma homem que parou no tempo por conta da tragédia e a quem Benjamin promete ajudar.

 

Um Lugar Silencioso

Na trama, conhecemos uma família que se comunica pela linguagem de sinais e o espectador é surpreendido em sua ambientação, aparece um Dia X na tela. Durante os primeiros quinze minutos somos envolvidos no espaço/tempo da história, descobrindo aos poucos o porquê das ações estranhas dos personagens. Tentando reverter uma situação apocalíptica, e completamente isolada em uma casa gigante, a filhos dessa família aprenderão aos poucos regras de sobrevivência nesse mundo completamente novo e repleto de perigos causados pelo som.

 

Um Contratempo

Na trama, acompanhamos Adrián Doria (Mario Casas), um jovem homem de negócios que está na crista da onda profissionalmente falando. Já em sua vida pessoal, há várias contradições. Acusado recentemente de matar sua amante Laura (Bárbara Lennie), em um episódio que ele jura que não é como todos estão pensando, ele tem a decisão dos rumos de sua vida quando chega para entrevistá-lo uma das grandes advogadas de defesa da Espanha. Durante as próximas horas, muitas idas e vindas nas versões do crime cometido são detalhados e uma outra importante subtrama é jogada a limpa na mesa. Certo dia, após passar algumas horas com sua amante em uma casa isolada em uma região distante, acaba se envolvendo em um acidente de carro culminando fatalidade para um outro jovem que estava no outro carro. Assim, aos poucos vamos descobrindo e desmascarando a verdade que é chocante.

 

Os Suspeitos

Na trama, vamos vendo um interrogatório de um sobrevivente, criminoso, aleijado, de uma ação em um navio que deixou quase três dezenas de mortos questionado duramente por uma autoridade federal e também um outro sobrevivente numa cama de hospital, com o corpo tomado de queimaduras fazendo o retrato falado de quem seria o grande responsável pelo ocorrido. Assim, conhecemos a história de um grupo de experientes criminosos que são levados por autoridades policiais até uma sala de suspeitos da polícia de nova Iorque questionados por serem responsáveis por um suposto roubo de um caminhão com uma carga valiosa. Após esse encontro, eles planejam um outro crime, fato que os leva a cruzar o caminho de um alguém muito poderoso e temido, os levando para o protagonismo em um trabalho suicida à mando de um temível psicopata de quem ninguém nunca viu o rosto, conhecido por histórias de violência por todos os lados, uma espécie de bicho papão da criminalidade, Keyser Soze. Durante o interrogatório mencionado, as verdades vão começando a aparecer.

 

Crítica | Boneco de Neve – Suspense baseado em best seller é uma grande bagunça

Jack Frost

Não, Boneco de Neve não é a continuação de Uma Noite Mágica (1998), comédia natalina com Michael Keaton. Tampouco mais uma sequência do terror tosco, de baixíssimo orçamento, Jack Frost (1997). Trata-se de um suspense baseado no livro homônimo, parte de uma série policial protagonizada pelo detetive Harry Hole, do autor norueguês Jo Nesbo. Mas não apenas isso, olhe o pedigree do longa: produção de Martin Scorsese, edição de sua fiel escudeira Thelma Schoonmaker, distribuição da Universal, direção de Tomas Alfredson, e estrelado por Michael Fasssbender e Rebecca Ferguson. Ou seja, o sonho de qualquer cinéfilo.

Tenho uma particularidade que irei confessar agora neste texto. Quando sei que determinado livro está sendo adaptado para o cinema, corro para comprar e ler, a fim de usar como base comparativa e prestar atenção na forma que seu texto foi preparado para as telas. Obviamente é impossível fazer com todos, já que por ano dezenas de livros chegam aos cinemas. Decido me concentrar então em meu gênero preferido, o suspense. Em anos recentes, Paciente 67 (que virou Ilha do Medo, do citado Scorsese) e Garota Exemplar (que deu origem ao filme de David Fincher, uma das melhores transições já confeccionadas– justamente por ter sido feita pela própria autora Gillian Flynn), foram alguns dos alvos. E agora volto ao esporte com Boneco de Neve.

Na trama, o alcoólatra em recuperação Harry Hole é um detetive estrela da cidade de Oslo, na Noruega. Isso se deve pelo fato de que treinou com o FBI e estudou psicopatas, sendo o único policial da cidade a ter conseguido prender um – detalhe omitido do longa. Devido a isso, quando mulheres começam a desaparecer misteriosamente, algumas aparecendo mortas das formas mais cruéis, e bonecos de neve surgem nos locais, o errático homem da lei se mostra a escolha mais óbvia para tentar solucionar o caso. Na delegacia aparece Katrine Bratt, empenhada jovem agente, transferida da divisão de crimes sexuais, que desenvolve com Harry uma relação de pupilo e mentor.

Boneco de Neve é um whodunit (who done it?), termo usado para aquele tipo de suspense, sejam livros ou filmes, no qual precisamos descobrir o assassino perante um leque de possibilidades de personagens. Esta estrutura remete aos clássicos da literatura e do cinema, aos livros de Agatha Christie, por exemplo, e à velha máxima “o mordomo é o culpado” – quem nunca ouviu? De fato, o livro de Nesbo é um suspense básico, de caça ao serial killer, cuja particularidade do criminoso é espalhar bonecos de neve perto de seus ataques às vítimas, todas mulheres. Afinal, todo serial killer precisa de sua marca registrada.

O que conta, e muito, no livro são justamente as entrelinhas, os detalhes. A forma como o autor trabalha minuciosamente cada personagem, esmiuçando suas personalidades, criando para cada um deles um passado e uma história própria, entrelaçada igualmente em mistério e se misturando no todo, ao ponto de dificultar bastante uma adaptação, já que seria praticamente impossível retirar uma subtrama e os personagens nela envolvidos sem afetar o resultado final. Cada detalhe está interligado, como uma peça do grande quebra cabeça, capaz de ruir se um bloco for retirado.

Bem, até agora só falei do livro, que é sim um bom suspense e tem a capacidade de nos prender até o seu desfecho. Já o filme, escolhe um caminho bem mais tortuoso na hora de levar às telas o romance de Nesbo. Lembra o que eu disse das peças? Pois aqui no longa de Alfredson faltam tantas peças, que o quebra cabeças sequer consegue se erguer. Ele treme tanto que constantemente desaba. Tudo é tão despido e desmontado do livro, que, sem exageros, parece irreconhecível. É como se tivessem usado apenas os nomes dos personagens, mas retirado toda a sua personalidade, sua essência, seus relacionamentos uns com os outros, e as situações. Tudo é tão apressado, narrativa atropelada, grandes trechos esquecidos. Se o livro fosse um carro novo, o filme seria apenas sua carroceria, sem qualquer outra parte que o compõe, incluindo os pneus. E o que sabemos de carros sem pneus? Isso mesmo, ele não anda.

É realmente incrível, mas não dá para reconhecer nada do livro neste filme. Arcos dramáticos importantíssimos, como as constantes recaídas de Harry (Michael Fassbender), seja no álcool, ou com a ex-mulher Rakel (Charlotte Gainsbourg), e tudo que envolve Katrine (Rebecca Ferguson) e suas motivações, são jogados para escanteio sem a menor cerimônia. Mas aí você pergunta, e quem não leu livro. Receio que seja uma situação ainda pior, pois quem leu tem em mente o que poderia ter sido e a lembrança de algo melhor. Quem não leu ganhará apenas o mais genérico dos filmes de suspense, sem qualquer personalidade, sem alma, personagens apenas rascunhados e bons atores perdidos, lutando para não se afogar.

Até mesmo o motivo do assassino é alterado, criando uma revelação enfadonha, servido por um desfecho tão ridículo que beira risadas. De fato, os envolvidos precisaram se esforçar muito para tentar dar algum sentido a tudo, fazer as cenas terem alguma conexão. Em variados momentos me peguei boquiaberto, sem acreditar que tal cena tenha sido filmada, e pior, entrado no corte final do longa. São momentos pra lá de bizarros nos quais me perguntava se não teria outra forma de transmitir o almejado. Na apresentação de Harry e Rakel, por exemplo, o detetive ao acordar num banco de praça anda até a galeria onde a mulher trabalha e simplesmente para do lado de fora, olhando pela vidraça a ex-companheira falar. Já em outra cena, uma criança encapetada, faz caras e bocas demoníacas na janela do carro onde o detetive conversa com um suspeito. Acho que era a tentativa de um susto, mas não vingou.

Esta é outra deficiência de Boneco de Neve. É um suspense gelado, sem medo ou sustos. Não ficamos tensos ou tememos por qualquer dos personagens, pois não tivemos tempo suficiente para conhecê-los. O filme nos joga diretamente na ação e a sensação que fica é a de que começamos a ler um livro pela metade.

No lado positivo, Schoonmaker se vira como pode na montagem, e a fotografia de Dion Beebe é o chamariz. De resto, sabemos quando os envolvidos começam a se pronunciar contra o filme, como o diretor Alfredson (que afirmou ter deixado de filmar 15% do roteiro) e Fassbender (declarando sua falta de gosto pelo filme e seu desfecho), é que algo está realmente errado. Uma pena. Um baita desperdício de material, que poderia ter rendido uma interessante série policial no cinema; já que elogios como “macabro e perturbador, o livro mais ambicioso de Nesbo”, “diabolicamente complexo e terrivelmente prazeroso” e “tão arrepiante quanto O Silêncio dos Inocentes” foram tecidos respectivamente por importantes veículos como o The Guardian, New York Times e Sunday Times ao livro de Nesbo. Já ao filme de Alfredson, encontraremos poucos elogios.

Crítica | Hotel Artemis – Jodie Foster volta depois de 5 anos à frente de grande elenco

Bem-vindo ao Hotel Califórnia

Sempre reclamamos que ideias originais estão cada vez mais raras em Hollywood. Quando se trata de produções mais caras, com artistas de prestígio, realizadores de renome e ideias de alto conceito (como a ficção científica mirada a um grande público), a coisa se torna ainda mais escassa. Tudo o que é feito – e dá certo – são sequências intermináveis e adaptações. Ou seja, reciclagem de material.

Bem, podemos dizer que algumas premissas de grande qualidade, porém, arriscadas costumam passar em branco, justamente por oferecer algo fora da caixinha da qual o público está acostumado. Por outro lado, para não sermos completamente injustos, é preciso dizer também que nem tudo que é original e ponto fora da curva se traduz em longa-metragem bem sucedido ou que funcione. Daí chegamos exatamente no ponto onde se encaixa este Hotel Artemis.

Lançado com a promessa de trazer frescor ao cinema entretenimento, Hotel Artemis nasceu de uma ideia original do roteirista Drew Pearce, renomado escritor de Hollywood que confeccionou os textos de Homem de Ferro 3 (2013) e Missão: Impossível – Nação Secreta (2015). O filme marca seu debute na direção de um longa e foi produzido pela bagatela de US$15 milhões – orçamento do lanche de megaproduções do nível de Vingadores, da Marvel por exemplo. Apesar da quantia pequena para uma produção ambiciosa, Pearce, com seu prestígio, foi capaz de alistar um verdadeiro elenco de astros e estrelas.

Jodie Foster, atriz duas vezes vencedora do Oscar (Acusados e O Silêncio dos Inocentes), é quem comanda o elenco como a protagonista e nome mais suntuoso à frente dos créditos. Ter a estrela em seu filme não é feito para qualquer um. Foster não estrelava um projeto desde 2013, quando participou ao lado de Matt Damon da ópera espacial Elysium, de Neill Blomkamp. A atriz, que freou bruscamente sua participação no cinema, só apareceu em três longas nesta década, Hotel Artemis é o quarto.

 

O papel que fez Jodie Foster sair de sua autoimposta reclusão foi o da Enfermeira, personagem (quase) sem nome, responsável pela administração do Hotel Artemis. A esta altura devemos mencionar que o filme se passa num futuro não muito distante, no qual a tecnologia e o caos mundial estão um passo adiante de nossa realidade presente. Neste cenário, no centro de Los Angeles, no meio de conflitos intensos – muito similares a uma zona de guerra urbana – por água limpa (escassa nesta versão semi-apocalíptica), se encontra o Hotel título, erguido como uma fortaleza impenetrável em meio à desordem. O recado social nada sutil, mas muito urgente, sobre um tema imprescindível, muito atual e discutido, se faz presente como pano de fundo da obra. E este é mais um item que amontoa o já muito lotado roteiro.

A proposta de Hotel Artemis é funcionar como uma espécie de hospital para criminosos, para que estes não precisem ir aos convencionais e correr o risco de serem presos. No entanto, você só é bem-vindo se for membro do seleto clube, como aprende da pior maneira possível o personagem de Kenneth Choi. Esta premissa foi percebida pelos fãs e comparada por eles ao The Continental, hotel de serventia similar nos filmes de ação John Wick, protagonizados por Keanu Reeves.

Sem perder muito tempo, somos jogados dentro de um assalto comandado por Sterling K. Brown (da fantástica minissérie The People VS O.J. Simpson) que dá errado e logo ele precisa se abrigar com os amigos feridos no local citado. Lá temos ainda a companhia de um almofadinha traficante de armas (Charlie Day) e uma exímia assassina, papel da sexy Sofia Boutella, além do enfermeiro grandalhão vivido por Dave Bautista (o Drax de Guardiões da Galáxia). A situação se agrava com a chegada de um poderoso rei da máfia (Jeff Goldblum) e uma policial ferida (Jenny Slate).

Parafraseando o grande e saudoso crítico Roger Ebert ao comentar sobre um filme do passado, Hotel Artemis é como jogar uma máquina de pinball com todas as bolas de uma vez só. A ideia para o projeto é interessante e criativa, mas o resultado fica parecendo que o longa passou por inúmeros cortes no estúdio para uma maior coesão e facilidade de compreensão, além de eventuais problemas de narrativa – sempre visando o ritmo mais acelerado.

São personagens demais, subtramas demais e muita coisa acontecendo em apenas 1h34min de projeção. Fora isso, nenhum dos personagens é desenvolvido de forma satisfatória, permanecendo no estágio da profundidade de pires e estereótipos. As cenas igualmente são pouco inspiradas e tudo caminha de uma forma imutável para a previsibilidade. Infelizmente é o tipo de filme cujas conclusões podemos perceber com bastante antecedência. Em sua segunda metade, Hotel Artemis joga fora qualquer elemento de seriedade, maturidade ou qualquer proposta de discutir temas relevantes, para se tornar apenas um veículo de ação. Estas duas ideias nunca conseguem coexistir, já que esta não era inicialmente a intensão. Existe um filme bacana escondido em algum lugar de Hotel Artemis, mas que, provavelmente, foi deixado na mesa de operação e faleceu.

De A Profecia a O Massacre da Serra Elétrica | Os Remakes de Filmes de TERROR que Completam 18 anos

Alguém lembra quando Hollywood parou de apostar em ideias originais para seus filmes? Muitos irão dizer que ainda hoje existem aqueles que preferem investir neste ineditismo. Mas sejamos sinceros, estes desbravadores são a grande minoria. E quando falamos em premissas recicladas, o movimento que mais salta aos olhos são as chamadas refilmagens. Nada contra, o problema foi quando os produtores da maior indústria do cinema resolveram querer “refazer” clássicos que sempre estiveram na mente do público.

Essa “reimaginação” sempre é mais interessante quando se dá em relação a uma produção obscura, ou muito antiga, que não ressoa mais com a audiência atual. Algo como um realizador do porte de Guillermo del Toro vem fazendo. Primeiro, ele homenageou os filmes de monstros clássicos – em especial O Monstro da Lagoa Negra (1954) -, com A Forma da Água (2017), que nem mesmo era uma refilmagem. E esse ano o cineasta dará sua visão ao clássico O Beco das Almas Perdidas, lançado originalmente em 1947. Ou seja, prato cheio para um remake.

Quando pensamos em remake, porém, nenhuma outra década chama tanto atenção quando os anos 2000. Em especial os meados da década.

O fato foi inclusive satirizado com muita esperteza por Pânico 4 (2011), quando um dos personagens cita com fugacidade as “trocentas” refilmagens de terror dos últimos anos para escapar com vida. Quando falamos de terror, a coisa fica ainda mais crítica, pois pouquíssimas obras resistem sem serem refeitas ao público de hoje. Nesta seara chega nossa nova matéria, voltada aos remakes lançados há exatos 18 anos, época de auge para estes projetos receberem sinal verde. Confira abaixo e assista neste dia das bruxas – se tiver coragem.

O Massacre da Serra Elétrica: O Início

Por falar em obras clássicas do terror lançadas em 1974, indiscutivelmente a que mais se destaca é O Massacre da Serra Elétrica, considerado um dos primeiros slashers do cinema. O filme fez sucesso e se tornou cult, porém, era tão visceral e explícito que terminou sendo banido de várias praças de exibição pelo mundo, ao contrário do mais contido e repleto de suspense Halloween, que se tornaria um clássico muito bem sucedido financeiramente. A continuação do Massacre só ocorreria mais de dez anos depois, num filme mais voltado ao humor sombrio. Mais duas continuações, em 1990 e 1994, e a franquia seria colocada no gelo. Isso é, até em 2003 um remake bem sucedido ser lançado, contendo a revelação de Jessica Biel em seu elenco. Aquele filme, no entanto, terminava de uma forma que simplesmente não podia ser continuado – tanto que nada o seguiu em sua linha narrativa até hoje. Assim, a opção dos realizadores foi por uma prequel, que ao invés de continuar, antecedia os fatos mostrados em 2003.

Viagem Maldita

Essa até foi uma pedida melhor do que a refilmagem do clássico atemporal A Profecia. Isso porque Quadrilha de Sádicos (1977), terror no qual este é baseado, embora seja o segundo filme do renomadíssimo Wes Craven, se tornou uma produção cult, desconhecida do grande público. Ou seja, era terror de nicho, assim cabendo aos produtores o repaginarem para a nova geração. E quando digo produtores, o próprio Craven está entre os responsáveis pelo longa. fora isso, um cineasta talentoso na direção: o francês Alexandre Aja. No elenco, um dos chamarizes era a presença de Emilie de Ravin, muito popular na época devido ao seu papel da grávida Claire, no fenômeno Lost (2004-2010).

 

A Profecia

A Profecia (1976), de Richard Donner, completa 47 anos em 2023 e há muito se encontra no panteão dos clássicos do terror sobrenatural. O longa faz parte do que eu gosto de chamar de “tríade” sobre crianças endemoniadas – ao lado de O Bebê de Rosemary (1968) e O Exorcista (1973). A Profecia, porém, foi o primeiro a receber uma refilmagem. No entanto, uma que foi rapidamente varrida para debaixo do tapete. Afinal, você ouve falar nela atualmente? Mas sim, ela existiu e era lançada nos cinemas há 18 anos, protagonizada por Liev Schreiber, Julia Stiles e a mesma Mia Farrow de O Bebê de Rosemary. Um dos problemas aqui foi a escalação do menino Seamus Davey-Fitzpatrick como Damien, que não possui a dualidade entre a fofura e ameaça como no original.

O Sacrifício

Muitos consideram este filme o ponto de virada na carreira do então astro Nicolas Cage. A intenção do ator, porém, era das melhores. E ao lado do então igualmente promissor cineasta Neil LaBute, escavaram o remake do cult O Homem de Palha (1973), clássico do horror britânico sobre seitas rurais – de onde o polêmico Midsommer (2019) tirou muitas de suas inspirações. A proposta da refilmagem era audaciosa e interessante, ao trocar o sexo não apenas da líder da seita (agora uma mulher, Ellen Burstyn), mas também colocar o feminino como foco central da narrativa. Do resultado, infelizmente, as pessoas só lembram da fantasia de urso de Cage e da infame cena das abelhas, com o surto do ator.

 

 

Natal Negro

Antes de Sexta-Feira 13, antes de A Hora do Pesadelo e antes mesmo de Halloween – A Noite do Terror, existiu Black Christmas – Noite do Terror (1974). O filme é considerado por muitos como um dos primeiros do subgênero terror adolescente e contava sobre uma casa de irmandade de jovens mulheres estudantes sendo aterrorizadas por um maníaco que faz ligações obscenas. O sujeito está escondido no sótão de sua casa, sem que nenhuma das moças saibam. E aos poucos, vai pegando uma a uma durante o feriado de natal. Ainda hoje é um clássico cult do gênero. Assim, há 18 anos estreava o remake, muito mais voltado ao clima teen espertinho surgido após Pânico – esse com dez anos de atraso, mas que poderia facilmente ter ocorrido ainda no fim dos anos 90. O atrativo eram os nomes das jovens promissores que vendiam o longa no cartaz, como Mary Elizabeth Winstead, Michelle Trachtenberg, Lacey Chabert e Katie Cassidy. Mas não parou por aí, e em 2019, a Universal e a Blumhouse apostaram num terror feminista que esqueceu de dar medo e apenas martelou sua mensagem óbvia e panfletária.

Pulse

Agora entramos no terreno das refilmagens de produções asiáticas. Kairo (2001) seguia de perto O Chamado e O Grito (as versões originais) pegando a onda de filmes sobrenaturais que fizeram muito sucesso no Japão entre o fim dos anos 90 e início de 2000. O mote é até interessante e usa a internet como porta de entrada de espíritos malignos em nosso plano. Há 18 anos, em 2006, a internet estava mais difundida pelo mundo e era uma realidade de nosso dia a dia. Assim, a versão norte-americana  chegava, com a loirinha Kristen Bell como a protagonista assombrada – outra atriz mais acostumada a comédias.

O Grito 2

O Grito original japonês, ou Ju-On (no idioma do país), é uma produção de 2002, lançada no mesmo ano em que a versão americana de O Chamado fazia muito sucesso nos EUA. Assim, os produtores americanos não perdiam tempo em levar apenas dois anos depois sua própria versão desta história também, com O Grito (2004). Dentre estes produtores estava o renomado Sam Raimi. Estrelado pela eterna Buffy, Sarah Michelle Gellar, o terror obteve um sucesso moderado. Assim, dois anos depois chegava a continuação, há exatos 18 anos. Essa sequência, porém, passava completamente fora de todos os radares – com muitos sequer sabendo de sua existência. Em 2020, os produtores tentaram novamente com uma versão mais séria e dramática da história, igualmente sem sucesso.

 

Quando um Estranho Chama

Terminando a lista de clássicos americanos saídos da década de 1970, When a Stranger Calls foi lançado em 1979, e trazia Carol Kane (que depois ficaria mais ligada à papeis em comédias) como protagonista. Aqui, todo o mote para a trama teve certamente influência do citado Halloween, lançado no ano anterior. Ambos possuem jovens mulheres ainda na fase adolescente trabalhando como babás para famílias, tomando conta de crianças. Uma prática comum nos EUA. Em todos os casos, elas terminam sendo perseguidas por um maníaco. A diferença aqui, e que serve como mote, é que o psicopata deste filme faz ligações para atormentar a jovem vítima, e quando a polícia finalmente rastreia estas ligações, descobre que elas estão sendo feitas de dentro da casa. O remake já incorporava os telefones celulares em sua narrativa e contava como Camilla Belle como protagonista, e Katie Cassidy (novamente) e uma Tessa Thompson ainda menina no elenco.

 

‘Lobo’: Fã imagina Jeffrey Dean Morgan como o anti-herói da DC Comics; Veja o resultado!

Já imaginou o ator Jeffrey Dean Morgan (‘The Walking Dead‘) como o anti-herói ‘Lobo‘? Um fã criou uma arte incrível.

Confira o visual:

Após deixar a franquia ‘Transformers‘, Michael Bay pode ser recrutado para o time da Warner/DC. O diretor se reuniu com o estúdio para negociar a direção do filme inspirado no anti-herói ‘Lobo‘.

Bay deu algumas dicas no roteiro escrito por Jason Fuchs (‘Mulher-Maravilha‘) , e deve decidir se assume o projeto em breve.

Em 2014, Dwayne “The Rock” Johnson chegou a negociar para interpretar o protagonista, mas não assinou contrato.

A Warner Bros. começou a desenvolver em 2009 com Guy Ritchie (‘Sherlock Holmes’) na direção. Ele foi substituído por Brad Peyton (‘Viagem 2: A Ilha Misteriosa’), que abandonou o longa em 2012.

‘John Wick 3’ ganha novo comercial legendado; Assista!

A Paris Filmes divulgou um novo comercial do filme ‘John Wick 3: Parabellum‘.

Confira:

Vídeo reúne todas as mortes de ‘John Wick: Um Novo Dia Para Matar’

Chad Stahelski, que comandou os dois filmes anteriores, retorna na direção.

Na trama, John Wick está foragido por duas razões: ele é caçado por um contrato global de US$ 14 milhões por sua vida, e por quebrar a regra principal, que foi tirar uma vida dentro do terreno do Hotel Continental. A vítima era um membro da Alta Cúpula, que deu a ordem para o contrato. John já deveria ter sido executado, exceto pelo fato de que o gerente do hotel, Winston, lhe concedeu uma hora de vantagem antes de ser morto. Sua associação foi revogada, ele foi banido de todos os serviços e desligado dos outros membros. John usará a indústria de serviços para se manter vivo, enquanto luta para sair vivo de Nova York.

Keanu Reeves retornará como o protagonista. Halle Berry, John Leguizamo, Laurence Fishburne, Ian McShane, Mark Dacascos e Hiroyuki Sanada completam o elenco.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 16 de maio.

‘Star Wars: A Ascensão Skywalker’ ultrapassa US$ 700 milhões mundialmente

Em menos de duas semanas, ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker‘ conseguiu ultrapassar a impressionante marca dos US$ 700 milhões nas bilheterias mundiais.

Nos EUA, o longa acumula US$ 341.3 milhões. No mercado internacional, são US$ 363 milhões.

Ao total, a produção já arrecadou US$ 704.3 milhões mundialmente.

Crítica 3 | Star Wars: A Ascensão Skywalker – J.J. Abrams aposta no seguro e entrega o pior filme da saga

Lembrando que Star Wars: A Ascensão Skywalker‘ já está em exibição nos cinemas nacionais.

Assista nossa crítica:

O grandioso elenco conta com Daisy RidleyAdam DriverJohn BoyegaOscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall GleesonKelly Marie TranJoonas SuotamoBillie LoudNaomi AckieRichard E. GrantKery Russell e os veteranos Mark Hamill e Billy Dee Williams.

Carrie Fisher também aparecerá como a General Leia Organa através do uso de imagens nunca antes divulgadas de ‘O Despertar da Força‘.

‘Baby’: ÚLTIMA temporada já está disponível na Netflix!

A 3ª (e última) temporada da polêmica série ‘Baby‘ já estreou na Netflix! Todos os episódios do ciclo final já estão disponíveis no serviço de streaming.

Na última temporada, as protagonistas estão prontas para enfrentar as consequências de suas escolhas. Com o cerco da polícia se fechando e a pressão aumentando, amizades, laços de família e romances são colocados à prova.

Confira o trailer:

Baby é uma história de amadurecimento ambientada no sofisticado bairro de Parioli, em Roma. Livremente inspirada num caso real de prostituição de menores que chocou a Itália, a série gira em torno de um grupo de adolescentes que desafia as convenções sociais em busca de identidade e independência em meio a amores proibidos, segredos e pressões familiares.

Benedetta Porcaroli e Alice Pagani estrelam a produção.

‘Rodney & Sheryl’: Thriller criminal com Anna Kendrick contrata diretora

De acordo com o Deadline, Chloe Okuno, que irá dirigir uma vindoura adaptação de Stephen King, foi contratada para comandar o suspense criminal ‘Rodney & Sheryl‘, que será estrelado pela Anna Kendrick.

A atriz irá interpretar Cheryl Bradshaw, uma competidora que inconscientemente escolheu um infame serial killer como seu par em um programa de namoro dos anos 70, intitulado The Dating Game.

O assassino, Rodney Alcala, foi responsável por uma série de assassinatos em 1978, quando ele participou do programa.

Ian MacAllister McDonald escreveu o roteiro, que esteve presente na Black List.

A trama irá girar em torno dos eventos do programa, e contará com os veteranos do gênero Roy Lee e Miri Yoon como produtores para o Vertigo Entertainment.

Além de estrelar, Kendrick também será produtora executiva.

O mais estranho de tudo é que Rodney Alcala já havia sido condenado pela tentativa de assassinato de uma garota de 12 anos quando apareceu no programa em 1978. No entanto, as verificações de antecedentes criminais da emissora não foram precisas o suficiente, permitindo que ele conseguisse entrar no The Dating Game de qualquer maneira.

Ele foi condenado à morte por assassinato dois anos depois, em 1980, com detetives estimando que ele deve ter matado até 130 pessoas – embora ainda permaneça na prisão na Califórnia até hoje.

Rodney Alcala, o serial killer vencedor do reality show

‘Elite’: Netflix divulga imagens promocionais dos novos personagens da 5ª temporada

A Netflix divulgou as imagens promocionais dos novos personagens da 5ª de ‘Elite‘, que serão interpretados por Carmen Arrufat, Álvaro de Juana, Ana Bokesa, Ander Puig e Álex Pastrana.

Confira:

Vale lembrar que a série já está renovada para a 6ª temporada.

Confira nossa crítica da temporada anterior:

‘Bem-Vindos à Vizinhança’ destrona ‘Dahmer’ como a série mais POPULAR da Netflix atualmente

Desde sua estreia, ‘Dahmer: Um Canibal Americano‘ tem dominado a plataforma da Netflix. A produção já registrou mais de 700 milhões de minutos assistidos, tornando-se a segunda série de língua inglesa mais popular do serviço de streaming – atrás apenas de ‘Stranger Things 4‘.

No entanto, o reinado da série como a produção mais popular da Netflix chegou ao fim. O projeto estrelado por Evan Peters caiu para a segunda colocação, sendo destronado pela minissérie de suspense ‘Bem-Vindos à Vizinhança‘ (The Watcher).

Vale destacar que ambas produções foram desenvolvidas pelo Ryan Murphy, de ‘American Horror Story‘.

Nos EUA, o TOP 5 ainda conta com ‘O Clube da Meia-Noite‘, ‘The Blacklist‘ e o documentário original ‘Conversando com um Serial Killer: O Canibal de Milwaukee‘, que também foca na infame história do Jeffrey Dahmer.

Relembre o trailer de ‘Bem-Vindos à Vizinhança‘:

O sonho da família Brannock de viver na casa perfeita rapidamente se transforma em um verdadeiro pesadelo. Cartas assustadoras são apenas o começo de tudo o que está por vir depois que os segredos sinistros do bairro são revelados. Inspirada em uma história real.

Naomi WattsBobby CannavaleJennifer Coolidge estrelam.

Ian Brennan (‘Glee’) será o cocriador da série e servirá como produtor ao lado de Murphy.

A série é inspirada no perturbador caso real que aconteceu em Nova Jersey. Um casal comprou uma casa em 2014 por quase US$ 1.4 milhão, mas foram forçados a abandonar seu novo lar por causa de cartas arrepiantes do Observador, que afirmava ter estado “observando” a casa por décadas. “Eu sou o Observador. Dê-me seu sangue jovem,” dizia uma das notas. A família colocou a casa de volta no mercado. Ela não foi vendido, mas eles conseguiram alugar. Em 2017, o locatário também recebeu uma carta sinistra do Observador, ameaçando sua vida. A casa foi vendida em 2019 por US$ 959 mil. A identidade do Observador permanece um mistério até hoje.