A série ‘Inumanos’ ganhou um teaser do 8º e último episódio da 1ª temporada de ‘Inumanos‘, que vai ao ar nos EUA dia 10 de novembro.
No Brasil, a série só estreia em 14 de novembro, às 21h, no Canal Sony.
Assista:
A série está acumulando baixíssima audiência nos EUA e o lançamento dos dois primeiros episódios nos cinemas em IMAXteve uma bilheteria mediana.
Rich Gelfond, representante da empresa, revelou em entrevista ao Deadline que foi “uma decepção e um erro” e que não deve trabalhar com a Marvel na TV novamente:
O público esperava uma produção parecida com filmes com grandes orçamentos e não pilotos para um programa de televisão fraco. Além disso, o fato de que esta é uma franquia da Marvel, estabeleceu um nível mais alto do que você veria em outros projetos ou franquias por causa da reputação e do alto valor de produção dos filmes da Marvel.
As exibições no IMAX renderam apenas US$ 3,5 milhões, não pagando todo o investido feito pela empresa. Na televisão, a série teve uma estreia abaixo do esperado, com cerca de apenas 3,8 milhões de espectadores nos EUA.
Aproveitando o feriado do Dia da Independência, a Playarte lança hoje nos cinemas a fofa animação ‘Wheely‘.
Wheely é um pequeno táxi que sonha em se tornar o rei da estrada. Para isso, ele precisará provar que é um verdadeiro herói enfrentando os carros de elite e o terrível caminhão de 18 rodas, que comanda o sindicato de carros de luxo da cidade.
Como um garoto preso dentro do corpo de um adulto, Zachary Levi é a personificação de um herói ainda imaturo e bem brincalhão, diferente dos demais.
E durante uma entrevista ao CinePOP, o intérprete do personagem falou sobre a experiência de encarar um herói que foge dos principais padrões e que se comporta como o verdadeiro adolescente que é:
“Foi demais! Eu sou uma criança no corpo de um adulto. Eu ainda leio graphic novels, jogo videogame, amo aventuras, sempre fui muito otimista e realmente amo personagens que tem muito coração, até mesmo quando estou jogando algum game. Eu sempre quero ser o cara legal. Até hoje eu sou muito entusiasmado e poder interpretar um garoto é basicamente perfeito. Quem não ficaria empolgado, como adulto, por ser escalado como um super herói e não ter que esconder isso? Eu sei que Henry Cavill e Ben Affleck ou qualquer um que seja escalado como esse heróis mais sérios ficam animados no set, mas hora de gravar precisam ficar mais sérios e tal. Eu não precisei fazer nada disso. Então é super divertido”.
Todos nós temos um super-herói dentro de nós, basta um pouco de mágica para colocá-lo para fora. No caso de Billy Batson (Angel), ao gritar uma palavra – SHAZAM! – esse garoto adotivo de 14 anos pode se transformar no super-herói adulto Shazam (Levi), cortesia de um antigo bruxo (Hounsou). Ainda uma criança de coração – dentro de um corpo divino e bombado – Shazam se diverte nesta versão adulta de si mesmo fazendo o que qualquer adolescente faria com superpoderes: divirta-se com eles! Ele pode voar? Ele tem visão de raios X? Ele pode atirar raios de suas mãos? Ele pode faltar em seu teste de estudos sociais? Shazam se propõe a testar os limites de suas habilidades com a imprudência alegre de uma criança. Mas ele precisará dominar esses poderes rapidamente para combater as forças mortais do mal controladas pelo Dr. Thaddeus Sivana (Strong).
A sequência ‘Frozen 2‘ se tornou a animação com a MAIOR bilheteria da história do cinema, ultrapassando a marca de US$ 1.3 bilhão mundialmente.
Sua enorme popularidade ainda veio acompanhada de um grande prestígio por sua qualidade técnica, gerando uma forte especulação de que o filme pudesse receber uma indicação ao Oscar e, quem sabe, até mesmo levar uma nova estatueta, repetindo o feito do primeiro filme da franquia.
No entanto, a divulgação da lista de indicados trouxe uma surpresa bem inesperada. A galinha dos ovos de ouro da Disney ficou de fora da categoria de Melhor Animação, com o filme natalino da Netflix, ‘Klaus‘, desbancando a narrativa da Elsa.
Outra surpresa na categoria foi o vencedor do Globo de Ouro, ‘Link Perdido‘. A produção da Fox, que contou com uma pequena divulgação por parte da Disney, surpreendeu em seu sucesso e segue uma jornada promissora, estando também entre os indicados de Melhor Animação.
‘Frozen 2’ continua em exibição nos cinemas nacionais!
A dupla Chris Buck e Jennifer Lee, que dirigiu o primeiro filme, retorna à direção.
Anna, Elsa, Kristoff e Olaf se aventuram nas profundezas da floresta para descobrir a verdade por trás de um antigo mistério do reino.
O editor-chefe Renato Marafon traz a Crítica em VÍDEO do suspense ‘Rede de Ódio‘ (The Hater), que em poucas horas entrou para a listas dos 10 títulos mais assistidos do streaming.
Na história, Tomasz é um estudante de direito que foi expulso da universidade, é obcecado pela família progressista e trabalha em uma empresa de relações públicas.
O que parecia ser apenas mais uma tarefa acaba sendo uma fazenda de trolls em desenvolvimento acelerado, onde ele se destaca no negócio de espalhar notícias falsas e ódio online atacando personalidades famosas, celebridades da Internet e políticos. Com o tempo, Tomasz começa a usar suas habilidades recém-adquiridas para perseguir, assediar e, por fim, controlar seus inimigos.
O filme é dirigido por Jan Komasa, indicado ao Oscar de melhor filme de língua estrangeira em 2020 por ‘Corpus Christi‘.
O aclamado terror ‘Nós‘ (US) já está disponível no catálogo do Amazon Prime Video.
O longa foi escrito e dirigido por Jordan Peele, que venceu o Oscar de Melhor Roteiro Original com ‘Corra!‘.
Na trama, “Uma mãe e um pai levam seus filhos para a casa na praia esperando relaxar e se divertir com seus amigos. Mas quando a noite cai, a serenidade se transforma em tensão e caos após visitas chocantes aparecerem sem convite.”
‘Mal Nosso‘, terror nacional selecionado para mais de 30 festivais, já está disponível no catálogo da Netflix.
A trama acompanha Arthur, homem com poderes mediúnicos. Avisado pelo seu mentor espiritual que uma entidade demoníaca pretende destruir a alma de sua filha, ele toma medidas drásticas, contratando um serial killer nas profundezas da deep web.
O editor-chefe Renato Marafon traz a crítica em vídeo de ‘O Telefone Preto‘, novo suspense da Blumhouse que já arrecadou quase US$ 100 milhões nas bilheterias mundiais.
O filme capricha no suspense e traz um clima sufocante.
A trama acompanha um jovem de 13 anos nos anos 70 que é sequestrado por um homem com uma van preta, e é levado para um porão com um telefone preto. Mesmo desconectado, o telefone recebe ligações das vitimas anteriores do assassino tentando ajudar o protagonista a escapar.
A recente polêmica em torno da nova política de compartilhamento de senhas da Netflix pode ter gerado controvérsias, mas os resultados parecem indicar que a plataforma de streaming está alcançando exatamente o que almejava.
Uma pesquisa realizada pela Antenna nos Estados Unidos, no período de 24 a 27 de maio, revelou que a Netflix conquistou o maior número de novos assinantes dos últimos quatro anos e meio. (via Variety)
Em apenas dois dias, 26 e 27 de maio, a Netflix obteve quase 100 mil novos assinantes no país. Durante o período total da pesquisa, de 24 a 27 de maio, a média diária foi de 73 mil novas assinaturas.
Esse crescimento é ainda mais expressivo do que o registrado durante o auge da pandemia. Embora o número de cancelamentos também tenha aumentado, a proporção entre novas assinaturas e cancelamentos teve um acréscimo de 25,6% em relação aos últimos 60 dias.
É importante destacar que a nova política de compartilhamento de senhas da Netflix foi anunciada em 23 de maio, ou seja, a pesquisa considera os dias subsequentes a essa divulgação.
Após impedir o compartilhamento de senhas, a Netflix dos EUA teve um dos maiores picos de novas assinaturas da história. Ou seja, o plano da empresa funcionou direitinho. E quem paga é o público.
A Netflix bloqueou o compartilhamento de senhas entre usuários que não vivem na mesma residência, o que gerou reclamações e notificações nos órgãos de defesa do consumidor.
Procons de São Paulo, Paraná, Maranhão, Rio Grande do Sul e Espírito Santo solicitaram esclarecimentos sobre a nova política da empresa. O Procon questiona se a cobrança adicional é abusiva e se há infrações contra o Código de Defesa do Consumidor.
Alega-se que a mudança unilateral do contrato e o slogan da Netflix (“assista onde quiser”) podem configurar propaganda enganosa.
Vários assinantes foram às redes sociais ameaçar cancelar a assinatura.
Veja:
Netflix espero que você sinta pra caralho dor no bolso depois dessa. 12,90? Com isso só abre margem pra sucesso da concorrência e olhe lá. Se antes já tinha cancelamento por causa de série, agora que vai ter. Aguardo o fracasso, beijos pic.twitter.com/wquxhyHGy3
vou cancelar a netflix fodase não tem nada de bom lá a não ser black mirror que lança mês que vem de resto pode jogar fora vou assinar o plano nivel 6 do mercado livre kkpic.twitter.com/fGm2iwwLMe
Vários assinantes tiveram que colocar novamente a senha no aplicativo e não poderão usar a senha em outro IP.
Os usuários da plataforma terão que fazer login em seus perfis a cada 30 dias através do Wi-Fi de seus endereços principais para evitarem o bloqueio do catálogo em outros aparelhos da casa. Para impedir que pessoas de fora uma residência acessem a plataforma, a companhia vai rastrear endereços de IP dos dispositivos conectados ao Wi-Fi principal.
Dessa forma, um aparelho que não esteja configurado com o mesmo IP gerado pelo Wi-Fi principal de uma residência terá seu acesso bloqueado à plataforma de streaming.
Mas como fica o acesso a dispositivos móveis quando um usuário não estiver em sua residência?
Caso você esteja viajando ou fora de casa por algum motivo, basta solicitar um código temporário para acessar o catálogo por sete dias consecutivos.
Para isso, será necessário atualizar seu local principal se estiver em outro endereço.
Nos testes, foram liberados os compartilhamentos através de notebooks, smartphones e tablets enquanto o usuário estiver viajando, mas só será possível usar a plataforma numa televisão fora de sua casa por duas semanas sem pagar a taxa.
Esse período grátis só será válido para um local por ano. Depois disso, o aplicativo será bloqueado nas TVs que não pertencem à determinada residência, a não ser que o usuário pague a taxa extra.
As mudanças não param por aí…
ANetflix pretende converter em assinantes pagos quem usa contas pertencentes a famílias separadas, com a introdução de restrições de compartilhamento de contas e taxas extras para membros em mais países.
“O compartilhamento desenfreado de senhas limita nossa capacidade de investir e melhorar a Netflix a longo prazo, e de construir nosso negócio. Enquanto os termos de uso limitam a Netflix para uma residência, nós reconhecemos isso como uma mudança para membros que compartilham suas contas para além de seus lares.”
Ambientada no mesmo universo do Senhor do Sono, a trama gira em torno de dois adolescentes que se conhecem após suas mortes e fazem de tudo para continuar juntos, incluindo escapar de bruxas más, do Inferno e da Morte em pessoa.
O que alguns não esperavam é que a Morte é interpretada por Kirby Howell-Baptiste, reprisando seu papel como a Perpértua, introduzida em ‘Sandman‘.
Vale lembrar que a Morte só aparece no episódio 6 da 1ª temporada de Sandman, mas foi o bastante para conquistar o coração dos fãs devido a sua trama sentimental e sua personalidade gentil.
Já em ‘Garotos Detetives Mortos’, ela aparece logo no primeiro episódio, acolhendo um soldado da Primeira Guerra Mundial em sua jornada na vida após a morte, sempre demonstrando sua gentileza para aqueles que recebem sua visita.
Confira as reações do público:
EU NÃO ACREDITO que essa série nova da Netflix, Garotos Detetives Mortos é do mesmo universo de Sandman, já apareceu a Morte e o rei dos gatos, eu to surtandoooo, já amei
Não sabia que Garotos Detetives Mortos era do Gailman e se passa no mesmo universo que Sandman, dei play de bobeira e nos primeiros minutos já tivemos a Kirby de Morte!! Foi minha personagem preferida em Sandman!! pic.twitter.com/5Y32bo9xXe
Inicialmente desenvolvida para a HBO Max, a adaptação dos quadrinhos homônimos de Gaiman (‘Sandman’) encontrou um novo lar na Netflix– e foi lançada como um derivado de ‘Sandman‘.
Rexstrew dará vida a Edwin Paine, enquanto Revri e Nelson serão Charles Rowland e Crystal Palace, respectivamente.
Além do trio, a série também vai contar com Lukas Gage(‘Euphoria’) como Thomas, Rei dos Felinos; Briana Cuoco (‘The Flight Attendant’) como Jenny, amiga e confidente de Crystal Palace; Jenn Lyon (‘Justified’) como Esther, uma bruxa obcecada pela juventude eterna; Yuyu Kitamura (‘Mother Tongue’) como Niko, uma estudante que deseja se juntar aos detetives-fantasma; e Ruth Connell (‘Supernatural”), como Night Nurse, uma entidade demoníaca que guia o fluxo de almas no plano pós-vida.
O roteiro da adaptação é escrito porSteve Yockey (‘The Flight Attendant’), que também será um dos produtores executivos, junto com Greg Berlanti (‘Supergirl’) e Jeremy Carver (‘Patrulha do Destino’).
Beth Schwartz também divide a função de showrunner com Yockey.
O polêmico rapper e empresário Sean “Diddy” Combs será o foco de um novo documentário intitulado ‘Diddy: The Making of a Bad Boy‘, que promete explorar com profundidade sua vida e carreira.
O projeto, que será lançado no serviço de streaming Peacock, terá uma duração de 90 minutos e se propõe a desvendar não apenas os primeiros anos de vida de Combs, mas também a sua transformação ao longo das décadas.
A produção irá fornecer uma visão detalhada das forças e influências que moldaram sua trajetória, incluindo aspectos que podem ter contribuído para a construção da imagem de um homem controverso, que muitos consideram ter se tornado um “monstro” ao longo de sua ascensão.
O documentário será uma oportunidade para o público entender melhor as diversas facetas da personalidade de Diddy, desde suas origens até sua ascensão como um dos nomes mais influentes da indústria musical e do entretenimento.
A estreia está marcada para o dia 14 de janeiro no Peacock, e promete ser um dos lançamentos mais aguardados do ano para os fãs e curiosos sobre a vida do ícone do hip-hop que causou no último ano.
Diddy foi preso em 16 de setembro de 2024, sendo acusado de liderar um esquema de anos visando o abuso e exploração sexual de mulheres, utilizando seu império corporativo para cometer os crimes. Combs foi preso por agentes federais em um hotel de Nova York e, por enquanto, não há informações sobre quando ocorrerá o julgamento oficial. Todavia, caso declarado culpado, ele pode pegar prisão perpétua pelos atos cometidos.
As acusações emergem meses depois de diversos processos que começaram em novembro do ano passado quando a cantora Cassie, ex-namorada de Diddy, o acusou de abuso físico e sexual enquanto estavam juntos.
Após o processo, Joi Dickerson-Neal afirmou que Cassie a inspirou a contar sua própria história: em 1991, quando era apenas uma estudante, Combs a drogou, abusou dela sexualmente e gravou o crime sem ela saber. De acordo com o relatório, ela havia concordado em sair para jantar com Diddy no dia 03 de janeiro de 1991, em Harlem, durante as férias de inverno da Universidade de Siracusa.
Foi lá que Combs “intencionalmente a drogou” e a levou para um lugar onde estava ficando. Sem quaisquer “capacidades físicas e mentais de se defender dele”, ele abusou sexualmente dela. Como se não bastasse, ela descobriu mais tarde, através de um amigo, que ele havia gravado o abuso e mostrado a outras pessoas. Combs, por sua vez, negou as alegações.
No último dia de elegibilidade do Adult Survivors Act, legislação que permitiu que supostas vítimas de crimes sexuais para os quais o prazo de prescrição expirou pudessem abrir ações civis pelo período de um ano (entre 24 de novembro de 2022 e 24 de novembro de 2023), Liza Gardner também abriu um processo contra o produtor, acusando-o de tê-la violentado quando tinha apenas dezesseis anos. No documento, ela afirmou que em 1990 ou em 1991, ela e uma amiga se encontraram com Combs e com o cantor de R&BAaron Hall em um evento supervisionado pela MCA Records, em Manhattan. Depois da festa, ela foi convidada para o apartamento de Hall, juntamente a Combs, e ambos lhe ofereceram várias bebidas ao longo da noite.
Diddy, então, a forçou a ter relações sexuais, deixando-a “chocada e traumatizada”. Hall entrou no quarto após Combs “terminar” e fez a mesma coisa.
Em dezembro de 2023, uma vítima que preferiu não se identificar, abriu outro processo contra Combs, alegando que foi violentada e traficada sexualmente por um grupo de pessoas comandado por Combs e Harve Pierre, ex-presidente da produtora Bad Boys Records (que fazia parte do império de Diddy). A mulher afirmou que o abuso ocorreu em 2003, quando ela tinha 17 anos, enquanto seu agressor tinha 34.
Mais nomes que não se pronunciaram em relação ao ocorrido e mantinham uma relação próxima com Diddy incluem Naomi Campbell, que participava ativamente de suas festas, e o supracitado Usher.
‘Pânico 7‘ se tornou a maior bilheteria da franquia, arrecadando impressionantes US$ 178,6 milhões nas bilheterias mundiais. O valor representa a maior arrecadação da história da franquia, superando o longa original (US$173M) – que manteve o recorde por três décadas.
Nos EUA, o longa soma US$ 111,5 milhões. Internacionalmente, foram US$ 67,1 milhões.
O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com o Reino Unido (US$8.5M), França (US$7.2M), México (US$5.4M), Brasil (US$4.6M) e Austrália (US$4.3M).
Com o sucesso, já era de se esperar que o oitavo filme aconteça. A produtora executiva Marianne Maddalena revelou à Variety que as filmagens de ‘Pânico 8‘ podem começar no outono norte-americano de 2026, que acontece entre 23 de setembro a 21 de dezembro.
Além dela,Courteney Cox se empolgou com seu possível retorno.
“Como você sabe que eu sobrevivi a [‘Pânico 7’]?. Acho que todo mundo deveria querer fazer outro ‘Pânico’. É divertido e ótimo. Não acho que consiga fazer o próximo, mas talvez. Veremos!”
Porém, o filme não tem diretor definido.Em entrevista ao Hello Sidney, Kevin Williamson confirmou que não planeja retornar à direção da sequência ‘Pânico 8‘.
O cineasta, que só havia comandado um único longa-metragem antes de dirigir o sétimo capítulo da franquia que ele ajudou a criar, revelou que só assumiu a posição após um pedido pessoal da Neve Campbell (‘Jovens Bruxas’). “Ela pediu e eu vim correndo,” declarou.
“É ótimo fazer parte da família ‘Pânico’, mas isso não significa que eu tenha que estar sempre em evidência. Nem sempre preciso escrever ou dirigir. Outras pessoas podem assumir o comando.”
Na trama, quando um novo Ghostface surge na pacata cidade onde Sidney Prescott (Neve Campbell) reconstruiu sua vida, seus medos mais sombrios se tornam reais enquanto sua filha (Isabel May) se torna o próximo alvo do assassino. Determinada a proteger sua família, Sidney terá que enfrentar os horrores do seu passado para acabar com o massacre de uma vez por todas.
Kevin Williamson, criador dos personagens da franquia, é diretor e roteirista da produção. Guy Busick assina o roteiro em conjunto com Williamson e a história ao lado de James Vanderbilt. Vanderbilt ainda atua como produtor ao lado de William Sherak e Paul Neinstein.
Um dos cineastas brasileiros que vem conquistando um importante espaço no maior dos streamings, o mairiporense Diego Freitas, emplacou dois sucessos em sequência na Netflix. Um dos filmes, O Lado de Bom de ser Traída, ficou no top 10 da plataforma em mais de 30 países, já Depois do Universo até hoje é o filme brasileiro que tem mais views por lá.
Mas antes de chegar até esse sucesso todo, começou como a maioria dos realizadores inicia a carreira: pelos curtas-metragens. 13 anos atrás deu o pontapé inicial na profissão com o curta-metragem Aline Alone, depois dirigiu o grande Lima Duarte no filme A Volta para Casa. Em 2018, realizou seu primeiro longa-metragem, o suspense O Segredo de Davi, protagonizado por Nicolas Prattes.
Durante sua passagem pelo Festival Internacional de Cinema de Paraty, onde participou da mesa ‘Os rumos das produções de cinema e a influência dos streamings’, o Cinepop conversou com o diretor que inclusive contou pra gente um pouco sobre seu novo projeto:
Qual a importância de mais um festival de cinema nascendo no circuito brasileiro de festivais?
Diego Freitas: “Eu sou apaixonado por festivais de cinema. Frequentei muito antes de fazer os filmes de streaming que estou fazendo atualmente. Rodei muitos curtas, um longa. Conheci muita gente importante na minha trajetória pelos festivais e esses filmes alcançaram um público e isso é muito legal, principalmente os curtas-metragens algo que o Brasil faz com excelência.”
Diego Freitas: “Tem sido muito desafiador mas também prazeroso e recompensador. Os filmes tem chegado nas pessoas. A Netflix acaba dando essa visibilidade de num mesmo dia o filme chegar pra quase 200 países e você chegar em pé de igualdade, na mesma plataforma, no mesmo lugar, que filmes de todo o mundo. E os filmes que eu fiz conseguiram uma repercussão, os dois foram muito bem: O Lado Bom de ser Traída ficou no top 10 em mais de 86 países além de ter sido o primeiro lugar em mais de 30 países e até terceiro lugar no Estados Unidos. E o Depois do Universo é o filme brasileiro que tem mais views até hoje na Netflix. Agora estou fazendo meu terceiro filme com eles, é um filme sobre o vira-lata caramelo, o primeiro filme de cachorro brasileiro da plataforma, eu apresentei o projeto ano passado e a Netflix logo aprovou, estamos em pré-produção e em breve nós rodamos. O filme deve estrear ano que vem.”
Tem conseguido acompanhar as produções brasileiras? O que está achando do nosso cinema?
Diego Freitas: “Eu procuro acompanhar tudo. Nós como realizadores precisamos no unir mais e assistir aos trabalhos dos outros. Por exemplo, a série Pedaço de Mim, da Netflix, foi um grande sucesso mundial, assim como várias outras, como Os Outros do Globoplay, também o Sob Pressão. Tem muitas pessoas fazendo coisas boas. Sobre o cinema brasileiro, estou muito animado pra ver O Auto da Compadecida 2, também fiquei feliz com o sucesso de Farofeiros 2. Sou um grande entusiasta do nosso cinema, tento ver tudo que posso e aplaudir sempre.”
Que dica você pode dar pra galera que tá começando ou quer começar no audiovisual?
Diego Freitas: “O que posso dar de dica pra quem tá começando é você fazer seu portfólio, com o recurso que você tiver, com seu celular, sua câmera. As pessoas precisam fazer e colocar seu trabalho pra ser visto, é a melhor dica que posso dar exatamente porque foi isso que eu fiz.”
A talentosa atriz havaiana foi redescoberta nesta nova fase de sua carreira (será que algum dia foi esquecida?), e se encontra em nada menos do que três filmes em cartaz atualmente nos cinemas – só no Brasil: Aquaman, Amigos para Sempre e O Peso do Passado (além de Boy Erased, que ainda não estreou por aqui). E nem falamos sobre a série Big Little Lies. Kidman recebeu muitos elogios por sua atuação em O Peso do Passado, mas esta não foi sua primeira transformação no cinema. Em 2003, a atriz levou o Oscar para casa por seu retrato da escritora Virginia Woolf em As Horas, pelo qual usou uma prótese no nariz, ficando irreconhecível.
A Academia adora transformações físicas. Seguindo esta linha, a beldade sul-africana Charlize Theron igualmente abocanhou a estatueta dourada quando se tornou irreconhecível para o papel da serial killer Aileen Wuornos em Monster – Desejo Assassino(2003), filme de Patty Jenkins (Mulher-Maravilha). Coincidentemente, a premiação de Theron ocorreu no ano seguinte de Kidman. Para o filme, a atriz engordou muitos quilos e usou próteses e maquiagem se tornando outra pessoa. Sua segunda indicação veio poucos anos depois com Terra Fria (2005), filme no qual também se “desglamourizou”.
Esta é batata. Swinton deve ter uma cláusula em seu contrato para sempre viver personagens bizarros e que a escondem por completo. O fato faz da atriz o Johnny Deep de saias – ou será que está mais para Gary Oldman? Seja como for, estamos falando aqui da atriz mais camaleônica da atualidade. São muitos os papeis nos quais Swinton se transforma por completo – aliás, em anos recentes é mais difícil vê-la “normal” em tela. A coisa é antiga e começou lá atrás com Orlando – A Mulher Imortal (1992), de Sally Potter, no qual vive um nobre recebendo o dom da imortalidade e trocando de sexo. A qualidade andrógena de Swinton a faz cair como uma luva para este tipo de papel.
Ela também viveu o anjo Gabriel em Constantine (2005). Depois vieram personagens excêntricos nos quais pôde se disfarçar em Expresso do Amanhã (2013), O Teorema Zero (2013), Amantes Eternos (2013), O Grande Hotel Budapeste (2014), Ave César (2016), Doutor Estranho (2016), Okja(2017), e o remake ainda inédito de Suspiria.
Poucos conheciam ou lembravam de Hilary Swank quando a atriz levou seu primeiro Oscar ao interpretar Brandon Teena (ou Teena Brandon), uma jovem se passando por rapaz no filme baseado numa história real, Meninos Não Choram (1999). Afinal, quem lembrava do terrível Karate Kid 4(1994)? Para o papel, Swank cortou o cabelo bem curto e perdeu muito peso. Sua aparência ficou impressionante. Anos mais tarde, e uma nova transformação. Para Menina de Ouro (2004), de Clint Eastwood, no qual interpretou uma lutadora de boxe, a atriz ganhou peso e muitos músculos. Ganhou também mais um Oscar como atriz principal num intervalo de cinco anos.
Onda maior tirou a francesa Marion Cotillard. Igualmente uma ilustre desconhecida até então, a atriz encantou plateias com seu desempenho como a Môme em pessoa, Edith Piaf. Além do trabalho fenomenal, a maquiagem acertou em cheio ao deixar a atriz sem qualquer traço que lembrasse Marion Cotillard e tudo o que vimos foi a reencarnação da icônica cantora em Piaf – Um Hino ao Amor. E o melhor: tudo falado em francês. Alguns anos depois, em Dois Dias, Uma Noite (2014), novamente descaracterizada, Cotillard recebeu sua segunda indicação – e novamente era um filme falado em francês. Que venha a trinca!
Veteraníssima, a atrizGlenn Close é uma das grandes esnobadas pela Academia. No total são seis indicações ao Oscar ainda sem vitória. Quadro que pode mudar este ano com A Esposa – filme que traz um dos melhores desempenhos da carreira da atriz (sem demagogia). No entanto, A Esposa não faz uso de uma transformação física da atriz – e embora sua atuação internalizada seja fantástica, o longa exibe as formas atuais da atriz. Ao contrário, digamos, de sua última performance agraciada com uma indicação da Academia – Albert Nobbs (2011). No filme, Close vive uma mulher se passando por homem, e para isso precisou usar próteses no rosto.
A jovem Rooney Mara é uma das atrizes mais talentosas de sua geração. Provando isso, ela chegou rápido aos holofotes (em seu terceiro trabalho significativo), demonstrando muita entrega e paixão pela arte que desempenha. É claro que estamos falando de seu trabalho como Lisbeth Salander em Milleninum – Os Homems que Não Amavam as Mulheres(2011), de David Fincher. Para a composição da estranha personagem, além de mudanças em seu rosto e forma física (cabelo, sobrancelhas e a tatuagem do dragão – falsa, é claro), Mara foi mais longe e colocou de verdade um piercing em seu mamilo para as cenas de nudez no filme – como revelou ao apresentador David Letterman em entrevista. Seu plano era deixá-lo para as continuações, que infelizmente nunca ocorreram.
Outra jovem atriz na lista, que logo cedo decidiu mostrar a que veio. A beldade australiana Margot Robbie tem apenas 28 anos, mas importância suficiente no mercado para ser considerada uma das estrelas mais quentes da atualidade. Robbie chegou chutando a porta em O Lobo de Wall Street(2013), de Martin Scorsese. No entanto, não se acomodou em papeis como símbolo sexual. Antes mesmo de se tornar a insana Arlequina em Esquadrão Suicida(2016), Robbie havia se descaracterizado para Os Últimos na Terra (2015), ficção subestimada e pouco comentada – muitos inclusive sequer a reconhecem no longa. Fora isso, foi seu trabalho em Eu, Tonya (2017) – que igualmente a transportou para o passado e futuro – que a garantiu a primeira indicação ao Oscar. O filme também traz a transformação de Allison Janney, que interpreta sua mãe e saiu com a vitória no Oscar.
Ah, Amy Adams. A eterna injustiçada do Oscar. Quando será a sua vez? Da jovem grávida de Retratos de Família (2005) até a namorada de um vigarista em Trapaça (2013), são cinco indicações ao Oscar no total, sem vitória. Se formos levar em conta que uma veterana como Glenn Close possui 6, Adams, bem mais jovem, está muito no lucro. Temos certeza que não irá demorar para que a atriz seja vitoriosa. E não podemos reclamar, pois ela faz por onde. Suas transformações mais notáveis nas telas incluem trabalhos como Na Estrada (2012), O Mestre(2012), Ela(2013), Grandes Olhos (2014) e o recente Vice(2018), pelo qual pode ser indicada ao Oscar este ano.
Outra atriz com grande qualidade camaleônica, Jessica Chastain conseguiu se camuflar em seu início de carreira, fazendo com que o público tivesse dificuldade em reconhecê-la a cada trabalho. Chastain surgiu para o mundo em 2011, e logo de cara marcou presença em premiações, sendo indicada ao Oscar por seu desempenho em Histórias Cruzadas – no qual atua loira, num papel diferente de tudo que já fez. No mesmo ano, havia aparecido de forma angelical, filmada por Terrence Malick em A Árvore da Vida(2011). As mudanças nas madeixas, de ruiva (A Hora Mais Escura), ruivo curto (Armas na Mesa), morena (A Grande Jogada), morena curto (Mama) e loiro (O Ano Mais Violento) apenas enfatizam a atuação da talentosa atriz – mudando por completo as personalidades de suas personagens, ao ponto de torná-las completamente distintas.
Atriz tarimbada, vencedora de dois Oscar, Cate Blanchett já pode ser considerada uma veterana, e uma que está no auge de sua forma. Apontada por muitos como uma das melhores atrizes da atualidade, Blanchett igualmente se disfarça entre papeis – muitas vezes sequer fazendo uso de maquiagem – apenas mudando o penteado e a cor do cabelo. O poder de uma grande intérprete é sumir no personagem, e Blanchett faz justamente isso. É só dar uma olhada em trabalhos como O Aviador (2004), Blue Jasmine (2013), Carol(2015) e Thor: Ragnarok (2017). Porém, a atriz também já se disfarçou completamente em papeis no passado. Em Não Estou Lá(2007), foi uma das versões de Bob Dylan e recebeu uma indicação no Oscar. No recente Manifesto (2015), interpreta diversos personagens distintos (até homens) em monólogos.
Natalie Portman é uma das jovens atrizes mais celebradas de sua geração. Sua primeira indicação ao Oscar saiu ao interpretar uma stripper em Closer: Perto Demais (2004), um de seus trabalhos mais ousados. O prêmio sairia alguns anos depois com Cisne Negro(2010), no qual emagreceu e treinou balé exaustivamente – e dá para sentir na tela. Alguns anos depois, e Portman foi novamente lembrada pela Academia por seu retrato impressionante da primeira dama Jacqueline Kennedy, na biografia Jackie(2015). No recente Vox Lux(2018), deixa fluir o lado fútil e desumano, como nunca antes em sua carreira. No entanto, o que resolvemos apontar nesta lista, foi seu trabalho corajoso em V de Vingança (2005), no qual a atriz, no melhor estilo Carolina Dieckmann, raspa a cabeça na frente das câmeras. Se isso não é entrega… . Vale ressaltar que a talentosa Sanaa Lathan desempenhou recentemente a mesma tarefa no elogiado Felicidade por um Fio (2018), filme original da Netflix.
Mais do que nunca anteriormente, Hollywood hoje vive de marcas estabelecidas. Isso tem a ver com o selo de qualidade – confiamos em marcas que conhecemos e atestamos sua eficácia. No cinema, o termo é “IP”, que significa propriedade intelectual – ou seja, uma franquia, um título como Star Wars ou os filmes da Marvel. Todo estúdio corre atrás de uma, e toda grande produtora tenta fazer alguma acontecer, ao mesmo tempo em que tenta estabelecer um IP já em vigor para que não perca popularidade. É a luta da Sony por exemplo com marcas como ‘Ghostbusters’ e ‘Os Bad Boys’.
Justamente por isso, a cada ano, os diferentes grandes estúdios, assim como as produtoras menores, tentam emplacar com uma nova franquia – nem todos conseguem. Os que conseguem, no entanto, podem se tornar o mais novo fenômeno adorado pelos fãs. Abaixo iremos voltar no tempo dez anos para ver quais foram os filmes lançados na época que de fato conseguiram se tornar franquias de sucesso.
PS. Não falaremos sobre continuações de filmes que já haviam sido lançados em anos anteriores, como por exemplo ‘Planeta dos Macacos – O Confronto’ e ‘X-Men Dias de um Futuro Esquecido’, para nos concentrarmos em filmes originais que deram certo e geraram muitos frutos. Confira.
Sem dúvida uma das maiores franquias a terem estreado há 10 anos, tudo começou de forma “humilde”, em um thriller de ação e vingança estrelado por Keanu Reeves em uma época em que sua carreira não estava como antes. Mais eis que o filme caiu nas graças do público e virou cult. Assim, ‘John Wick’ se tornou uma das raras franquias que foi crescendo a cada novo exemplar – arrecadando mais bilheteria a cada filme – e gerando inclusive uma série de TV e um derivado (‘Bailarina’ – que estreia em breve). ‘John Wick’ se prepara para estrear o quinto filme em 2025.
‘John Wick’ talvez seja a franquia mais popular da atualidade a ter começado há 10 anos, mas ‘Guardiões da Galáxia’ é a mais rentável! Também, tendo o selo da Marvel fica fácil – ainda mais em uma época em que o estúdio estava a toda e tudo o que tocava virara ouro (diferente de hoje). Seja como for, ‘Guardiões da Galáxia’ foi então a aposta mais arriscada do estúdio de milhões, pois focava em um grupo de personagens do lado B da editora. A jogada de mestre do gênio James Gunn se provou e mostrou que com um bom desenvolvimento de personagens e uma boa história que equilibre emoção, aventura e humor, tudo pode dar certo. E assim foi. Agora só nos resta imaginar como os ‘Guardiões’ irão continuar sem James Gunn e com outra configuração na Marvel.
‘Godzilla’ é uma das propriedades mais valiosas do Japão – com uma franquia de “trocentos” filmes. É sério, fica até difícil catalogar todos, entre sequências e spin-offs. Fica mais fácil contar as vezes em que o lagartão radioativo foi parar em terras ianques, em produções norte-americanas. A primeira investida em um filme Hollywoodiano de Godzilla ocorreu em 1998, em um filme que apesar do sucesso, dividiu a opinião dos fãs e dos críticos. O plano de mestre ocorreria há 10 anos, com a intenção da Warner em criar um universo compartilhado de monstros, entre ‘Godzilla’ e ‘King Kong’, que já ganhou dois filmes do crossover. Mas tudo começou aqui, há 10 anos, com uma primeira peça neste tabuleiro que precisou dar certo.
A franquia mais fofa da atualidade atende pelo nome ‘Paddington’. Baseado em uma série de livros infantis britânicos sobre o ursinho do título, comedor de sanduíches de geleia, quase que a versão para o cinema foi por água abaixo. Tudo por causa de uma campanha de marketing que virou meme ao apresentar um tom meio macabro com o personagem principal. Mas a intenção dos trolls não deu certo e quando foi de fato lançado, ‘Paddington’ imediatamente foi abraçado e adorado por críticos e público. O segundo, de 2017, foi ainda mais longe e se tornou ainda mais enaltecido – se tornando por exemplo, até 2020 o filme mais bem-avaliado no Rotten Tomatoes, batendo clássicos como ‘Cidadão Kane’ (1941). Este ano, um terceiro filme será lançado nos cinemas, com uma nova aventura do ursinho e sua família visitando os parentes do Peru.
Outro que começou há 10 anos e já rendeu três filmes foi a franquia estrelada por ninguém menos que Denzel Washington, a primeira de sua irretocável filmografia. Surpreende sem dúvida um ator do porte de Washington aceitar ser o rosto de uma franquia, para tal o roteiro deve ter lhe agradado muito. O que acontece é que na verdade ‘O Protetor’ é baseado em uma série dos anos 80 chamada ‘The Equalizer’ – que se tornou mais cult do que de fato fez sucesso na época.
Há 10 anos, Washington levava a proposta para o cinema. E deu tão certo que a continuação sairia quatro anos depois com apelo público. Existe inclusive certa similaridade com ‘John Wick’, outra franquia lançada na mesma época – por se tratarem de protagonistas que são os melhores no que fazem e estão atrás de vingança. A diferença é que John Wick busca vingança pessoal, e ‘O Protetor’ é mais um serviço de ajuda extrema aos oprimidos. Ano passado estreou o que foi chamado de ‘O Capítulo Final’ da trilogia. Será? Ah sim, na TV uma série está no ar com Queen Latifah.
Baseado nos quadrinhos de Mark Millar sobre uma agência secreta britânica, ‘Kingsman’ foi outro filme que fez enorme sucesso há 10 anos, vindo a se tornar uma franquia nos cinemas. O primeiro se tornou um fenômeno cult, entre outras coisas apresentando ao mundo os talentos e carisma de Taron Egerton e Sofia Boutella. Foi essa sensação que fez gerar poucos anos depois uma sequência ainda maior e mais insana, com Jeff Bridges, Julianne Moore, Channing Tatum, Pedro Pascal, Halle Berry e até mesmo Sir Elton John no elenco.
‘Kingsman 2‘, no entanto, foi considerado uma versão inchada e exagerada do original, apesar de ainda se manter extremamente divertido. Já a terceira parte, dirigida pelo mesmo Matthew Vaughn, foi uma prequel sem qualquer membro do elenco original. Agora, o plano é trazer os protagonistas originais para mais um filme, intitulado ‘The Blue Blood’, com estreia, espera-se, para o ano que vem.
Outro que deve lançar mais um exemplar muito em breve é ‘Malévola’. Só estando vivo na época para compreender o tamanho hype que foi ‘Malévola’. A começar que Angelina Jolie estava na crista da onda, como uma das estrelas mais populares de Hollywood na época. Vê-la adentrando um projeto totalmente pop era algo bem inusitado, mas a atriz não cansava de espalhar para os quatro ventos que ‘A Bela Adormecida’ era seu filme preferido na infância, o que fazia do projeto algo bem pessoal para a atriz.
Ao invés de adaptar o conto da princesa dorminhoca, os realizadores resolveram dar foco para a vilã, a icônica bruxa do título. Jolie ficou perfeita em sua caracterização da personagem. Mas a sequência demoraria a sair, cinco anos para ser mais exato. Agora, mais um filme (o terceiro) promete chegar, novamente impulsionado pelo carisma de Jolie – já em fase de pré-produção.
‘Annabelle’ faz parte do universo ‘Invocação do Mal’ da Warner, e chegou logo no ano seguinte do filme original, sendo o primeiro spin-off – já que a boneca havia roubado a cena no filme citado. De fato, ‘Annabelle’ estreou até mesmo antes de o segundo ‘Invocação’ chegar. De lá para cá nesses 10 anos, outros filmes deste universo foram lançados, como dois ‘A Freira’ e ‘A Maldição de Chorona’, além de três ‘Invocação do Mal’ e três ‘Annabelle’. Um verdadeiro império foi construído em 10 anos. Com um universo tão rico e lucrativo, alguém duvida que em breve os produtores irão tirar do papel novos filmes. Bem, e ‘Annabelle 4’ definitivamente está nos planos do estúdio, embora nada de concreto tenha sido revelado até agora.
Há 10 anos no cinema muitas franquias foram criadas. Umas continuam a pleno vapor até hoje, com diversos exemplares. Outras deram uma pausa momentânea (como o item acima), mas sabemos que irão voltar. E temos ainda outros dois tipos – que são os dois últimos itens da lista: as promissoras que não entendemos por que pararam e as promissoras que não atingiram seu potencial e foram interrompidas.
Começamos com as promissoras que ninguém sabe o motivo de não terem rendido mais filmes. Falamos de ‘Uma Aventura LEGO’, uma das surpresas mais agradáveis da última década. Ninguém achava que um filme de Lego seria uma boa ideia, mas eis que (assim como ‘Barbie’) o longa se tornou uma febre e fez a música ‘Everything is Awesome’ grudar que nem chiclete. Fora isso, no mesmo ano o ator Chris Pratt emplacava com a voz do protagonista aqui e estrelava em ‘Guardiões da Galáxia’.
O filme custou US$60 milhões e rendeu US$470 milhões mundiais – garantindo assim o sucesso. Mas a verdade é que apesar da boa ideia e da parente infinitude de possibilidades de histórias, no fim das contas tudo se resume a dinheiro na indústria cinematográfica. Assim, depois de ‘Uma Aventura Lego’, vieram mais três filmes nesta franquia: ‘Lego Batman’, ‘Lego Ninjago’ e ‘Uma Aventura Lego 2’. Cada um deles custando mais caro e recuperando menos bilheteria, até a ideia ser totalmente diluída.
E se a franquia ‘LEGO’ foi uma ideia muito promissora, que começou bem, mas que viu seu retorno financeiro diluir a cada novo filme e derivado – o reboot em live-action de ‘As Tartarugas Ninja’ não teve a mesma sorte. Um dos produtos mais queridos pelas crianças que cresceram nos anos 80 e 90, as tartarugas adolescentes, mutantes e ninja dominaram a cultura pop na época, com um desenho animado na TV, videogames e brinquedos (como bonecos) – mas tudo começou em uma HQ bem underground.
É claro que iriam parar no cinema, e o fizeram surfando no hype de ‘Batman’ (1989) logo no ano seguinte. Seguindo estes moldes o primeiro filme de ‘As Tartarugas Ninja’ (1990) foi sombrio e violento demais e fez os pais reclamarem. A continuação de 1991 foi mais suavizada para as crianças, mas ainda agradou. A franquia viria a ser interrompida em 1993, com o terceiro filme. Há 10 anos, Michael Bay resolveu tirar as tartarugas da gaveta para mais um round, porém, as transformou em monstros mutantes gigantescos.
Apesar de ter ficado muito longe de ser o filme que todos queriam, foi sucesso o suficiente para gerar uma continuação – que tinha tudo o que os fãs queriam ver (em especial diversos personagens, alguns que nunca haviam dado as caras nas telonas), mas o resultado igualmente não agradou – e terminou por colocar um ponto final nesta iteração. Agora, fala-se em um novo reboot com atores reais. Esperemos.
Na trama, “Um jovem casal de lésbicas recém-casadas vai para uma cabana remota na floresta para passar algum tempo de qualidade juntas. Infelizmente, uma delas acaba se revelando uma sociopata sem emoções, e uma serial killer sádica, que planeja caçar sua nova esposa, torturá-la até a morte física e mentalmente, assim como fez com sua primeira esposa. A história se repetirá?”
Apesar da Warner Bros. ter pausado da produção da série, a série ainda está programada para estrear no dia 31 de maio.
Baseada nos quadrinhos da DC Comics, a série será para maiores de 18 anos.
Quando a pesquisadora do Centro de Controle de Doenças, Abby Arcane, retorna à casa em que passou sua infância em Lousiana, para investigar um vírus mortal transmitido por um mistérios pântano, ela desenvolve um vínculo amoroso com o cientista Alec Holland. Mas enquanto forças poderosas descobrem o lugar, Abby descobrirá que o pântano guarda segredos místicos, horripilantes e maravilhosos.
A Netflix divulgou que o blockbuster ‘Esquadrão 6‘, filme de ação estrelado por Ryan Reynolds e dirigido por Michael Bay, já foi assistido por mais de 83 milhões de contas diferentes nas quatro primeiras semanas.
No entanto, o THR afirma que o serviço de streaming alterou a métrica de seus dados. Anteriormente, para uma produção contar como “assistida”, era necessário 70% dela ter sido assistida. Com a recente alteração, é necessário assistir apenas 2 minutos para que a visualização seja considerada.
A mudança na metodologia leva a números inflados e ao questionamento de quantas pessoas realmente assistiram ao filme.
Ao menos, vale destacar que o serviço de streaming não conta mais de uma visualização na mesma conta.
O terror chinês ‘Abyssal Spider‘ ganhou um novo trailer.
Confira:
O longa é dirigido por Joe Chien.
Após um incidente, Ajie (Wang Yangming) é único sobrevivente de um equipe de resgate. Muitos anos depois, ele tenta superar o acontecimento e embarca novamente em um barco pesqueiro. Quando um acidente os deixam presos e com poucos recursos e uma severa tempestade se forma, eles acabam descobrindo que o maior perigo se encontra do lado de fora… Na água.
A Netflix divulgou o trailer completo da trilogia ‘Rua do Medo‘ (Fear Street), adaptação dos escritos homônimos do lendário romancista R.L. Stine.
Confira:
Lembrando que a saga terá classificação indicativa para maiores de idade (rated-R). A informação foi confirmada pelo próprio Stine.
“Os fãs de ‘Rua do Medo’ ficarão bem felizes – e terão várias surpresas. Os leitores sabem que os livros têm classificação PG. Mas os filmes serão para maiores. Isso significa muito mais medo – e muito mais terror!”, ele comentou em uma declaração oficial.
‘Rua do Medo: 1994’: durante os corolários de uma brutal tragédia em Shadyside, Ohio, um grupo de adolescentes descobre uma série de eventos horríveis que assolaram a cidade podem não ser meros acidentes – e eles podem ser as próximas vítimas.
‘Rua do Medo: 1978’: o Acampamento Nightwing está dividido entre os campistas e os monitores que vêm da próspera Sunnyside e aqueles que vêm da sinistra Shadyside. Porém, quando os horrores que suas cidades escondem ganham vida, eles devem se unir para desvendar um terrível mistério antes que seja tarde demais.
‘Rua do Medo: 1666’: uma cidade colonial é assolada por uma histérica caça às bruxas que traz consequências mortais durante séculos. Em 1994, cabe a um grupo de adolescentes dar um fim na maldição.
Madeira e Welch serão um casal lésbico tentando navegar por um conturbado relacionamento enquanto lidam com horrores inexplicáveis da pequena cidade de Shadyside. Madeira e Welch darão vida a dois personagens bem distintos – um da década de 1990 e outro do século XVII – e aparecerão em todos os filmes.
‘Rua doMedo’ é uma série de livros de terror adolescente que estreou em 1989. Os romances são menos conhecidos que o compilado predecessor, ‘Goosebumps’. Atualmente, a franquia possui 52 livros ambientados em Shadyside, Ohio.
De acordo com o Variety, Ben McKenzie (‘Gotham’) estrelará o terror sobrenatural ‘Bloat‘.
O ator irá interpretar um militar em uma estação na Turquia enquanto sua esposa (Novakovic) está de férias no Japão com seus filhos. Durante sua estada, o filho mais jovem quase se afoga em um lago. Logo após o acidente, os pais percebem que há algo de errado com a criança.
De acordo com o Deadline, Treat Williams (‘Tentáculos’) entrou para o elenco da 2ª temporada da série antológica ‘FEUD‘, que será intitulada ‘Feud: Capote’s Women‘.
O ator interpretará Bill Paley, ex-chefe da CBS e magnata da mídia.
A trama do novo ciclo mostrará como o autor Truman Capote traiu diversas de suas amigas ao publicar o conto ‘La Côte Basque’, em 1965.
As personagens da história eram versões mal disfarçadas das amigas e confidentes de Capote na vida real, e o conto revelou muitos de seus segredos mais escandalosos. Após sua publicação, as mulheres em questão cortaram o contato com Capote, e a história foi alvo de uma polêmica generalizada.
A produção será baseada no livro Capote’s Women: A True Story of Love, Betrayal, and a Swan Song for an Era, escrito por Laurence Leamer.
Gus Van Sant irá dirigir todos os oito episódios, com Jon Robin Baitz (‘Brothers & Sisters’) servindo como roteirista e showrunner.
Anteriormente, Ryan Murphy havia anunciado que a segunda temporada iria focar no divórcio de Charles e Princesa Diana, mas a narrativa foi eventualmente descartada.
A MGM+ divulgou o primeiro trailer da série documental ‘Psycho: The Lost Tapes of Ed Gein‘, que focará na história real do assassino Ed Gein.
A infame figura serviu de inspiração para diversos personagens icônicos, como o Buffalo Bill em ‘O Silêncio dos Inocentes‘, Norman Bates em ‘Psicose‘ e, mais notoriamente, o Leatherface em ‘O Massacre da Serra Elétrica‘.
A produção, que contará com quatro episódios, estreará no dia 17 de setembro.
James Buddy Day é responsável pela direção, além de servir como produtor.
A série irá explorar a infância e o distorcido relacionamento entre Ed e sua mãe, além de abordar seus roubos de túmulos, os assassinatos que levaram a sua prisão e a descoberta de sua “casa dos horrores”.
“Essa série documental tensa irá explorar um dos capítulos mais infames da nossa história de crimes reais,” declarou Michael Wright, chefe da MGM+. “A produção mostrará não só a vida de um dos serial killers mais notórios dos nossos tempos, como também irá se aprofundar em como seus crimes impactaram suas vítimas e nossa cultura.”
Ed Gein foi um assassino e ladrão de lápides americano condenado pelo homicídio de duas pessoas e suspeito no desaparecimento de outras cinco. Seus crimes cometidos em torno da sua cidade natal ganharam muita notoriedade após autoridades descobrirem que Gein exumou corpos de suas lápides e fabricou troféus e lembranças a partir de ossos e pele. Ele confessou ter matado duas mulheres: a dona de uma taverna, Mary Hogan, em 1954, e a proprietária de uma loja de ferragens, em 1957.
De acordo com o Deadline, a Paramount+ decidiu não seguir em frente com a série live-action baseada no jogo ‘Dungeons & Dragons‘, e anunciou o cancelamento da produção.
Em janeiro de 2023, o serviço de streaming havia encomendado oito episódios para o projeto – que contaria com a coprodução entre eOne e a Paramount Pictures.
Agora, a produção está sendo desenvolvida pela Hasbro Entertainment, divisão da empresa do próprio jogo. O site afirma que a adaptação passará por atualizações criativas antes de ser oferecida a possíveis canais e serviços de streaming.
Originalmente, a série estava sob o comando de Rawson Marshall Thurber, que escreveu o primeiro episódio e também serviria como diretor. Posteriormente, Drew Crevello se juntou ao projeto como produtor executivo e showrunner.
A Hasbro, que detém os direitos de todo o material, está comprometida em fazer a produção sair do papel.
Vale lembrar que a adaptação mais recente, ‘Dungeons & Dragons: Honra Entre Rebeldes‘, decepcionou nas bilheterias ao arrecadar apenas US$ 208.1 milhões mundialmente. O longa, no entanto, agradou o público e os críticos, conquistando 93% e 91% de aprovação no Rotten Tomatoes, respectivamente.
De acordo com o Deadline, Jac Schaeffer, criadora de ‘WandaVision‘ e ‘Agatha Desde Sempre‘, irá dirigir o episódio piloto da série baseada em ‘O Mistério dos Escavadores‘ (Holes), filme clássico de 2003, estrelado pelo Shia LaBeouf (‘Transformers’).
O longa original foi baseado no livro homônimo de Louis Sachar.
A nova versão será estrelada por uma personagem feminina. Na trama, uma adolescente é enviada para um acampamento de detenção onde o diretor força os campistas a cavarem buracos por um motivo misterioso.
Liz Phang servirá como showrunner, atuando como produtora executiva ao lado de Alina Mankin, Drew Goddard, Sarah Esberg e Mike Medavoy.
O episódio piloto está sendo produzido pela Walden Media, que também estava por trás do longa original.
Na trama original…
Stanley é condenado injustamente e enviado a um campo de detenção onde ele e seus colegas são forçados por uma carcereira a cavar buracos o dia todo. O que eles não sabem é que estão procurando um tesouro escondido em algum lugar do local.
De acordo com o Deadline, David Castañeda (‘The Umbrella Academy’) foi confirmado no elenco do novo terror de invasão domiciliar que está sendo desenvolvido pela Lionsgate – ainda sem título definido.
O ator interpretará Ben, um médico e marido da protagonista – que será interpretada pela Aimee Carrero (‘O Menu’).
Na trama…
Carrero interpreta Lorena Riveras, uma mãe focada na segurança de seu filho de 12 anos após um acidente recente. É por isso que o sistema de segurança da casa é tão crucial. Ele o mantém sob vigilância quando ela não pode. Mas quando estranhos invadem sua propriedade, as câmeras só podem assistir enquanto os criminosos mascarados perseguem mãe e filho em um pesadelo de invasão domiciliar em tempo real.
A atração épica segue navegadores nórdicos explorando e conquistando novos territórios na Era Medieval. Ragnar Lothrok (‘The Beast’) é o protagonista. Gabriel Byrne (‘In Treatment’) faz Earl Haraldson, o poderoso antagonista da série. Jessalyn Gilsig (‘Glee’), Gustaf Skarsgård (‘Expedição Kon Tiki’), Clive Standen (‘Camelot’, ‘Robin Hood’) e Katheryn Winnick (‘Almas à Venda’) completam o elenco principal.
Michael Hirst e Morgan O’Sullivan, os criadores de ‘The Tudors’ e ‘Camelot’, são responsáveis pela série.
No Brasil, ‘Vikings’ é exibida pelo canal pago NatGeo.
O aclamado cineasta Martin Scorsese saiu em defesa do cult ‘Mãe!’ e de seu diretor,Darren Aronofsky, em um artigo recente assinado por ele para o site The Hollywood Reporter.
Na publicação, o responsável por clássicos como ‘Touro Indomável’, ‘Os Infiltrados’ e ‘Taxi Driver’ fez duras críticas aos sites Rotten Tomatoes e Cinemascore, alegando que ambos são um desserviço como termômetros cinematográficos, não possuindo qualquer base empírica sobre a técnica na produção de filmes e a história do cinema.
Um dos aspectos mais criticados do Cinemascore foi a metodologia de avaliação da produção, que recebeu a pior nota no portal. De acordo com Scorsese, a avaliação provém de um desejo inflamado de algumas audiências em prejudicar um filme, simplesmente pelo fato de ele não conter uma narrativa simplista e padrão.
Diz ele:
“Muitos parecem se divertir com o fato de ‘Mãe!’ ter recebido uma nota F do Cinemascore. Isso acabou se tornando uma matéria. O filme foi esculachado pela pavorosa classificação F, um distinção terrível compartilhada com produções dirigidas por Robert Altman, Jane Campion, William Friedkin e Steven Soderbergh. Depois que tive a oportunidade de assistir ‘Mãe!’, eu fiquei ainda mais horrorizado por essa pressa em fazer julgamentos. As pessoas parecem estar atrás de sangue, simplesmente porque não pôde ser facilmente definido ou interpretado ou reduzido para uma descrição de duas palavras. É um filme de terror ou uma comédia sombria ou uma alegoria bíblica ou uma fábula admonitória sobre moral e a devastação do meio ambiente? Talvez um pouco de tudo isso, mas certamente não apenas uma dessas nítidas categorias”.
Scorsese foi além em seu artigo, abordando com propriedade as especificidades técnicas da produção, enaltecendo o talento de Aronofsky e sua paixão pela sétima arte:
“É uma obra que precisa ser explicada? Que tal a experiência de assistir ‘Mãe!’? Foi tão tangível, tão lindamente encenado, com uma câmera subjetiva e o ponto de vista através de ângulos reversos, sempre em movimento…o design de som, que vem ao público pelas extremidades e te profundamente para dentro do pesadelo…o desdobrar da trama, que gradativamente se torna cada vez mais inquietante à medida que o filme caminha adiante. O horror, a comédia sombria, os elementos bíblicos, a fábula admonitória. Está tudo lá, mas eles são aspectos que formam uma experiência total, que engolfa os personagens e a audiência com eles. Apenas um cineasta realmente apaixonado poderia ter feito este filme, cujo o qual eu ainda estou experienciando mesmo após semanas desde que o assisti”.
Quanto ao Rotten Tomatoes, o cineasta foi clínico em chamar até o título do portal de ofensivo, pontuando que o trabalho desenvolvido nada tem a ver com o trabalho de um crítico genuíno:
“Rotten Tomatoes não tem nada a ver com o verdadeiro trabalho de crítica. Eles avaliam um filme do mesmo jeito que você avalia um cavalo na pista de corrida ou um restaurante no guia Zagat ou um eletrodoméstico no Consumers Report. Eles tem tudo a ver com o ramo dos cinemas e absolutamente nada a ver com a criação ou a perspectiva inteligente de assistir um filme. O cineasta é reduzido a um fabricante de conteúdo e o espectador a um consumidor nada aventureiro”.
Scorsese fortaleceu seu argumento, salientando que sites como o Cinemascore e Rotten Tomatoes comprometem o minucioso trabalho de cineastas:
“Essas ‘empresas’ e agregadores estabeleceram um tom hostil para cineastas sérios e até mesmo o nome Rotten Tomatoes é ofensivo. E à medida as críticas de filmes feitas por pessoas engajadas e realmente apaixonadas com conhecimento genuíno da história do cinema acabam perdendo espaço, me parece que há cada um número cada vez maior de vozes mundo afora dispostas a fazer o puro julgamento sem propriedade, pessoas que parecem ter prazer em ver filmes e diretores sendo rejeitados, ignorados e em alguns casos, até mesmo destruídos completamente. Nada diferente do desespero crescente e da sede por sangue daquela multidão do final do filme de Darren Aronofsky, ‘Mãe!’”.
A minissérie da HBO, ‘Sharp Objects‘ (‘Objetos Cortantes’), estrelada por Amy Adams, ganhou um novo teaser, que traz detalhes do próximo episódio da produção, intitulado Calhoun Day.
Confira:
A produção é baseada num livro da autora Gillian Flynn, que já rendeu material para os filmes Garota Exemplar (2014), de David Fincher, e Lugares Escuros (2015), com Charlize Theron.
Na série de 8 episódios, Adams vive Camille Preaker, uma jornalista que retorna para sua cidade natal a fim de investigar um violento assassinato. Ao mesmo tempo, a mulher irá enfrentar demônios psicológicos de seu passado.
Já faz oito anos que a saga de ‘Harry Potter’ finalizou sua jornada nos cinemas, mas a Warner Bros. não está disposta a encerrar a trajetória desse universo tão cedo. Além de investir na saga de ‘Animais Fantásticos’, o estúdio vai trazer essa narrativa para as telinhas, com uma série de TV.
Segundo o portal We Got This Covered, uma série do universo de ‘Harry Potter’ estaria em estágio inicial de desenvolvimento por parte da Warner. O projeto será feito para a plataforma de streaming do estúdio.
Ainda não se tem muitos detalhes a respeito do projeto, mas conforme pontuou a publicação, a série será uma prequela e vai se passar em Hogwarts e em partes da Europa.
Os detalhes do roteiro permanecem em sigilo, mas o portal salienta que a produção deve trazer novos personagens, com a conexão com ‘Harry Potter’ se atendo apenas ao fato da série fazer parte do mesmo universo que a saga de livros e filmes.
A nova série de ficção científica da emissora NBC, intitulada ‘La Brea‘, ganhou sua sinopse oficial, que veio acompanhada do seu primeiro trailer.
Confira:
Na trama, uma aventura épica começa quando um buraco enorme se abre no meio de Los Angeles, puxando centenas de pessoas e edifícios para suas profundezas. Aqueles que caíram encontram-se em uma misteriosa e perigosa terra primitiva, onde eles não têm escolha a não ser se unir para sobreviver. Enquanto isso, o resto do mundo busca desesperadamente entender o que aconteceu. Na busca por respostas, uma família dilacerada por este desastre terá que desvendar os segredos desse evento inexplicável para encontrar um caminho de volta para o outro.
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