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Crítica | Com referências a Britney Spears, Demi Lovato celebra o dance-pop com a inédita “Low Rise Jeans”

Woman with long black hair looks over her shoulder, wearing a pink top and a beaded necklace against a gray background.

Demi Lovato tem tido uma carreira bem interessante no cenário do entretenimento, principalmente no tocante a seu trabalho como musicista. Tendo feito estreia em meio ao considerável estrelato conquistado por seu tempo no Disney Channel, Lovato acabou as incursões teen pop e pop-rock do mainstream da década de 2000, fazendo uma gradativa passagem para uma identidade mais amadurecida com Confident e Tell Me You Love Me, até promover um retorno às suas raízes com o subestimado Holy Fvck.

No ano passado, a indicada ao Grammy fez um glorioso retorno à indústria com o lançamento de um de seus melhores álbuns, o vibrante e despojado ‘It’s Not That Deep’, que se afastou da produção anterior ao apostar fichas no narcótico universo do dance-pop e nos rendendo faixas incríveis e que uniram passado e presente em um mesmo lugar: rendendo-se à nostalgia e às homenagens que incontáveis artistas prestam para as décadas de 70, 80 e 90 da música norte-americana (com a explosão inenarrável do disco, do synth e do house), tracks como “Kiss” e “Here All Night” nos levaram a uma viagem no tempo e nos trouxeram um lembrete da inegável potência artística da cantora e compositora.

Agora, Lovato está de volta com mais um capítulo dessa memorável era com o anúncio da versão deluxe ‘It’s Not That Deep (Unless You Want It To Be)’, cujo lançamento está agendado para o dia 24 de abril – e que já conta com um sólido lead single que presta homenagens às grandes lendas da música pop sem deixar de lado os conhecidos maneirismos da artista. Intitulada “Low Rise Jeans”, a faixa promocional traz Demi adotando uma persona poderosa e sensual que nos envolve em uma inebriante jornada vocal e dançante de três minutos e meio – e que consagra mais uma forte entrada de sua discografia.

Logo de cara, somos engolfados em uma emulação gritante do icônico álbum ‘Blackout’, de Britney Spears, que discorre em instrumentais mais sombrios e atmosféricos que incluem a urgência dos sintetizadores, as batidas contínuas da bateria eletrônica e uma inclinação indesculpável a “Get Naked (I Got a Plan)”. Conforme nos leva nesse túnel do tempo, Lovato embarca em um crescendo bastante pragmático dentro do escopo pop, mas que não tem qualquer pretensão de oferecer algo inovador, e sim focar num hedonista escapismo cuja narrativa ganha força em meio à tensão sexual entre dois amantes.

Zhone, colaborador de longa data de Demi, fica responsável pela pulsante produção, apropriando-se do conhecido trabalho de nomes como Max Martin e Danja para exaltar o fascinante cosmos do dance-pop, do avant-disco e do EDM, acrescentando algumas pitadas de R&B que ecoam na quase imperceptível presença do baixo. E, funcionando como plataforma para a rendição da performer, os arranjos transformam-se em personagens ativos dessa instigante aventura.

Lovato ganhou fama ao participar da mini-franquia ‘Camp Rock’ e a série ‘Sunny Entre Estrelas’, ambas produções originais do Disney Channel. Sua estreia solo no mundo da música se deu com ‘Don’t Forget’, que ajudou em seu caminho ao estrelato.

Em 2018, teve um lapso após seis anos de sobriedade e sofreu uma overdose em virtude de opioides, motivo pelo qual lançou a canção “Sober”, pedindo desculpas aos fãs pela “fraqueza”. Após entrar em uma clínica de reabilitação, agradeceu o apoio dos fãs e comentou que contaria ao mundo pelo que passou quando estivesse bem, criticando aqueles que criavam histórias fantasiosas sobre sua vida.

Vendendo mais de 25 milhões de records apenas nos Estados Unidos, seus principais prêmios incluem um VMA, 14 Teen Choice Awards, cinco People’s Choice Awards, uma entrada no Livro dos Recordes e outra na listagem anual do Time 100 como uma das personalidades mais influentes de 2017. Lovato também levanta bandeira de inúmeras causas sociais, incluindo a luta pela igualdade da comunidade LGBTQ+ e discussões sobre saúde mental.

‘Bob Esponja: Em Busca da Calça Quadrada’ ganha data de estreia na Paramount+; Confira o trailer DUBLADO!

SpongeBob and Patrick lean on a green railing, wearing pirate hats with a skull emblem, aboard a colorful ship.

A Paramount+ finalmente anunciou quando a animação ‘Bob Esponja: Em Busca da Calça Quadrada‘ será lançada em seu catálogo brasileiro.

O longa chegará ao serviço de streaming no dia 11 de maio.

Com 79% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, a produção arrecadou mais de US$ 160 milhões nas bilheterias mundiais.

Crítica | Bob Esponja: Em Busca da Calça Quadrada – Novo Filme da Franquia Começa Bem, mas Perde Fôlego

Na trama, Bob e Patrick mergulham no desconhecido para enfrentar o terrível Holandês Voador. O objetivo? Provar ao Sr. Sirigueijo que a coragem mora dentro de uma calça quadrada.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Dirigido por Derek Drymon (‘Hotel Transilvânia 4: Transformonstrão’), o longa é baseado na clássica série animada da Nickelodeon.

A produção conta com as vozes de Tom Kenny, Clancy Brown, Rodger Bumpass, Bill Fagerbakke, Carolyn Lawrence, Mr. Lawrence e Mark Hamill.

Vale lembrar que os três primeiros filmes estão disponíveis na Paramount+.

John Krasinski enfrenta inimigo mortal no trailer LEGENDADO de ‘Jack Ryan: Guerra Fantasma’; Confira!

Tense street chase with three adults fleeing; center man points a pistol while a woman and another man back him as they run down a city street far from danger.

Prime Video divulgou o trailer legendado de ‘Jack Ryan: Guerra Fantasma‘ (Jack Ryan: Ghost War), thriller de ação político que funciona como extensão da elogiada série estrelada por John Krasinski.

O filme (o sexto da franquia completa e o terceiro reboot) chega à plataforma de streaming em 20 de maio.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O longa é dirigido por Andrew Bernstein, com roteiro coassinado por Krasinski e Aaron Rabin.

Na trama…

Jack se reúne com o experiente agente da CIA Mike November (Michael Kelly) e o ex-chefe da CIA James Greer (Wendell Pierce). A experiência combinada deles é a única vantagem que possuem contra um inimigo que conhece cada um de seus movimentos. Apoiados por uma nova e improvável parceira – a perspicaz agente do MI6 Emma Marlowe (Sienna Miller) – Jack e a equipe navegam por uma teia traiçoeira de traições, confrontando um passado que acreditavam estar esquecido há muito tempo.

O elenco ainda conta com Betty GabrielMckenna BridgerMax BeesleyDouglas HodgeJJ Field.

Jack Ryan: Ghost War’ e a série original são baseados na saga literária best-seller de Tom Clancy.

‘Avatar: A Lenda de Aang’: Paramount inicia investigação sobre vazamento do filme

A Paramount Global anunciou a abertura de uma investigação minuciosa para identificar a origem do vazamento do aguardado filme de animação da franquia Avatar: A Lenda de Aang. A produção, que dá sequência à jornada de Aang após os eventos da série original, foi publicada ilegalmente na íntegra nas redes sociais no último final de semana.

De acordo com a Variety, fontes familiarizadas com o caso indicam que, até o momento, a empresa concluiu que o incidente não teve origem interna nos sistemas do estúdio.

O vazamento ocorreu inicialmente na plataforma X (antigo Twitter). A conta responsável pelas primeiras publicações, sob o nome “ImStillDissin”, alegou que o material teria sido enviado por um erro da Nickelodeon: “Alguém da Nickelodeon acidentalmente me enviou por e-mail o filme inteiro de Avatar Aang”.

Entretanto, investigadores próximos ao caso reiteram que a falha não possui relação com a infraestrutura digital da Paramount ou de suas subsidiárias.

O estúdio de animação Flying Bark, parceiro na produção, também se manifestou oficialmente, negando qualquer envolvimento na brecha de segurança:

“Foi devastador ver imagens de Avatar: A Lenda de Aang vazarem online. Esse vazamento não se originou na Flying Bark”, afirmou o porta-voz. “Nosso estúdio teve orgulho de participar da produção até o fim e reconhecemos os cineastas, elenco, artistas e animadores que trabalharam incansavelmente para criar este filme cuidadosamente elaborado”.

Diretora de ‘Avatar: A Lenda de Aang’ defende exibição nos cinemas; “O filme é incrível!”

Embora a pirataria seja um desafio recorrente na indústria, o vazamento de uma obra completa meses antes da estreia é considerado um evento extremamente raro e grave. Artistas envolvidos no projeto expressaram profunda frustração nas redes sociais.

A animadora Julia Schoel utilizou suas redes sociais para condenar duramente o vazamento e lamentar a forma como o projeto foi exposto. Para ela, o ato ignora anos de dedicação da equipe técnica:

“Trabalhamos no filme do Aang por anos com a expectativa de celebrar todo o nosso esforço nos cinemas… só para ver pessoas vazarem o filme sem cerimônia e compartilharem nossas cenas no Twitter como se fossem doces”, desabafou Schoel.

A artista também rebateu as justificativas de parte do público, que utilizou a decisão da Paramount de lançar o filme diretamente no streaming como pretexto para a pirataria:

“Não gosto de ver pessoas usando a péssima decisão da Paramount de retirar o filme dos cinemas para justificar o vazamento. Eu entendo totalmente quem não quer pagar ou apoiar o Paramount+, mas piratear o filme após o lançamento ao menos teria sido melhor do que isso. Isso é extremamente desrespeitoso com todo o trabalho duro que os artistas colocaram no projeto”, acrescentou.

O animador Tom Barkel, que também integrou a equipe do longa, reforçou o coro de insatisfação, destacando o impacto econômico e profissional que tais incidentes causam na indústria:

“Também trabalhei neste filme como artista. Tenho um orgulho enorme dele. Entendo os fãs que consomem vazamentos depois que eles já estão por aí, eu realmente entendo. O problema é o lançamento, aquele pelo qual todos nós trabalhamos durante anos, sendo prejudicado tanto pela Paramount quanto pelos próprios vazamentos. Poderia ter sido um momento para todos os fãs, mas o tapete foi puxado e agora há uma divisão sobre assistir ou esperar”, afirmou.

Barkel ainda alertou para as consequências a longo prazo para os trabalhadores do setor:

“Para aqueles que dizem: ‘quem se importa, os artistas já foram pagos’, a verdade incômoda é que, ao não apoiar o lançamento oficial, você acaba prejudicando quem depende disso para trabalhar. Isso coloca em risco trabalhos futuros para artistas em uma indústria cada vez mais hostil. Por favor, não simplifiquem a situação. Dito isso, o filme em si é uma bela realização artística. Tenho muito orgulho de ter participado. Se você consumir e gostar, apoie para que mais arte possa ser feita!”, destacou.

Em uma tentativa de conter os danos, a Paramount Pictures iniciou uma operação para derrubar os links e vídeos que circulam na internet, embora o conteúdo continue a ser replicado em diversas plataformas.

Situado cronologicamente anos após o fim de ‘A Lenda de Aang’ e antes deA Lenda de Korra, o filme explora a fase adulta do Time Avatar original. Na trama, Aang descobre um poder ancestral capaz de salvar sua cultura da extinção, precisando protegê-lo de forças que ameaçam a paz mundial.

Avatar: A Lenda de Aang’ estreia dia 09 de outubro de 2026 no Paramount+

“Avatar Aang descobre um poder ancestral que pode salvar sua cultura da extinção. Com a ajuda de seus amigos, ele embarca em uma jornada global para encontrá-lo antes que caia em mãos erradas e ameace destruir a paz pela qual eles sacrificaram tudo”, diz a sinopse.

Lauren Montgomery, Steve Ahn e William Mata, assumem a direção.

Eric NamDave BautistaSteven YeunKe Huy QuanTaika WaititiGeraldine ViswanathanFreida Pinto estrelam o longa.

Crítica | Angelina Jolie entrega uma performance arrebatadora no frustrante drama ‘Vidas Entrelaçadas’

Woman with long blonde hair wearing a black coat, standing near a railing inside a modern building with stairs in the background, looking to the left.

Alice Winocour começou sua carreira no início do século XXI, mas ganhou proeminência no circuito cinematográfica após sua estreia oficial com o longa-metragem ‘Augustine’, em 2012, que lhe garantiu atenção imediata após a exibição do projeto no Festival de Cannes. Indicada a diversos prêmios, Winocour se tornou um nome bastante falado no escopo independente da sétima arte por seus profundos estudos de personagens, atrelados a temas psicológicos e emocionais que apareceriam em outras incursões – como ‘Disorder’, ‘Proxima’ e ‘Revoir Paris’. Agora, a realizadora está de volta com o lançamento de Vidas Entrelaçadas, um drama tripartido que, apesar de contar com atuações irretocáveis, não consegue exatamente mostrar o que quer dizer.

Como mencionado, a história divide-se em três partes que pertencem a um mesmo cosmos – o vibrante e controverso universo da moda. O primeiro núcleo nos apresenta à vencedora do Oscar Angelina Jolie, recém-saída de seu aclamado trabalho na cinebiografia de Maria Callas, como Maxine Walker – uma diretora e roteirista que viaja para a capital francesa para a Fashion Week de Paris, aceitando a tarefa de dirigir um curta-metragem para o evento enquanto lida com o crescente afastamento de sua filha adolescente, que não a vê há semanas e que parece mais um encaixe na agenda da mãe do que um membro de sua família.

O segundo é centrado em Ada (Anyier Anei), uma jovem sul-sudanesa que é selecionada como modelo da Fashion Week e como protagonista do curta de Alice. Ada, sentindo-se deslocada no traiçoeiro mundo dos desfiles, não tem certeza se irá seguir nessa carreira, visto que começou seu curso para se tornar farmacêutica e, na verdade, viajou escondida do pai (que não aprovava seu apreço pelo mundo fashion) para poder participar do evento. O terceiro se fecha na maquiadora profissional Angèle (Ella Rumpf), que acompanha os ensaios de Ada e a produção de Alice à medida que se vê em um dilema existencialista sobre seu desejo entorpecente de se tornar uma escritora bem-sucedida.

O título do filme justifica-se pelo fato das três personagens colidirem em meio a problemas internos que, de certa maneira, refletem umas nas outras – mas a ideia do projeto nunca se concretiza como deveria ao centrar-se majoritariamente no dramático e quase novelesco arco de Alice. Ela não apenas deseja reconstruir os frágeis laços com a filha, mas percebe que talvez não tenha muito tempo quando é diagnosticada com câncer de mama e precisa começar o tratamento imediatamente, forçando-se a deixar de lado uma carreira que apenas começou. É claro que essas conjecturas e reflexões aparecem para as outras personagens, mas há uma predileção bem clara de quem é a verdadeira protagonista da história.

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Vidas Entrelaçadas explora território conhecido ao trazer elementos novelescos para compor os belíssimos quadros de uma Paris que não costumamos ver nos cinemas – apoiando-se em um lado mais melancólico, real e que singra entre a tangibilidade e o abstrato à medida que o cenário não apenas se transmuta para acompanhar as personagens, mas as engolfa em um labirinto interminável. Cada uma é colocada à prova de sua maneira, reunindo-se em um ponto em comum que prenuncia a continuidade ou o término de suas respectivas jornadas.

Jolie entrega uma das melhores performances de sua carreira, mergulhando de corpo e alma na intrincada complexidade de Alice, que, sem sombra de dúvida, é o elemento de maior sucesso do projeto. Aqui, ela pega páginas emprestadas de seu trabalho em ‘MARIA’ e expande a fantasmagórica presença da cantora de ópera para o leniente entendimento do que o diagnóstico significa para Alice e para as ambições que tinha. Algo similar acontece com a presença de Anei e Rumpf como Ada e Angèle, ambas navegando por tortuosos caminhos e que, ao lado de Alice, desenvolvem uma espécie de desprezo inconsciente por tudo que as cerca.

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Winocour faz um sólido trabalho estético, mas se deixa levar tão mais pela preocupação estilística que se esquece do conteúdo de sua análise psicossocial. Em meio a longos takes e a escolhas de lentes que isolam as protagonistas em seus respectivos núcleos – além da letárgica fotografia assinada por André Chemetoff e a melodramática trilha sonora de Filip Leyman e Anna Von Hausswolff. E, enquanto a composição imagética dá indícios de poderosos tours-de-force que servem como “provas de fogo” para as personagens, Winocour promove uma metáfora paralela que envolve a produção de um vestido de alta-costura que é tão especulativa que não encontra o sentido que deveria.

Eventualmente, Vidas Entrelaçadas é um filme que poderia ser muito maior do que é se acreditasse com firmeza no conceito inicial da história – que é, neste caso, mostrar como pessoas muito diferentes e cada qual em sua trajetória se cruzam em inesperadas intersecções do cotidiano. Enquanto as potentes atuações são o suficiente para nos engajar nessa breve produção, não podemos deixar de sentir um gostinho agridoce de frustração quando o pleno potencial do projeto não é esquadrinhado como deveria.

‘Law & Order: SVU’: Veterano drama policial é renovado para 28ª temporada

O veterano drama policial Law & Order: SVU, estrelado por Mariska Hargitay, acaba de expandir seu reinado na televisão americana. Oficialmente renovada para sua 28ª temporada, a produção consolida-se como a série de drama mais longa da história da TV aberta dos EUA.

De acordo com o Deadline, a NBC garantiu a continuidade da obra da Wolf Entertainment e Universal Television, com estreia prevista ainda para este ano.

Sob o comando de Michele Fazekas, que fez história na temporada passada como a primeira showrunner mulher da franquia, a série mantém um desempenho comercial impressionante: É o drama nº 1 da NBC entre adultos de 18 a 49 anos no consumo multiplataforma.

Após 27 temporadas, a série ainda mantém um orçamento estimado entre US$ 5 e US$ 6 milhões por episódio, fator que ajuda a sustentar sua longevidade.

Enquanto o futuro de Olivia Benson está garantido, a série original ‘Law & Order’ (atualmente em sua 25ª temporada) ainda aguarda uma definição. A NBC deve avaliar o título em conjunto com novas apostas como ‘The Hunting Party e Mentes Extraordinárias, além de cinco pilotos inéditos.

As decisões finais serão anunciadas em maio, durante a apresentação da grade de programação para 2026-27.

Mariska Hargitay revela que fez testes para ‘Friends’ antes de se tornar Olivia Benson em ‘Law & Order: SVU’

Law & Order: SVU’ está disponível na Netflix. 

“Os detetives que fazem parte da Unidade de Vítimas Especias (SVU) do Departamento de Polícia de Nova York (NYPD) investigam crimes de natureza sexual. Enquanto o foco das outras séries do “Law & Order” lidam principalmente com casos de assassinato, os detetives da SVU cuidam mais de crimes como estupros, em que as vítimas sobrevivem e ajudam as autoridades na investigação. A série apresenta um elenco de atores veteranos, como Mariska Hargitay, Richard Belzer, Dann Florek e, depois da primeira temporada, o rapper Ice-T”, diz a sinopse.

‘Stranger Things’: Gaten Matarazzo comenta sobre o destino de Eleven

O jovem ator Gaten Matarazzo, eternizado como Dustin Henderson em Stranger Things, refletiu recentemente sobre o final da série de sucesso e comentou um dos maiores debates deixados pela produção: afinal, Eleven está viva ou morta?

Em entrevista ao The Hollywood Reporter, Matarazzo comentou como acredita que seu personagem interpretaria a situação:

“Inicialmente, pensei: vou continuar me esquivando da resposta. Mas então todo mundo começou a dizer o que achava, então talvez eu faça o mesmo. Só que seria meio decepcionante entrar nessa onda e dizer que também acho que ela está morta. Eu definitivamente acredito que Dustin pensa que ela está morta. Ele é um cara tão pragmático e científico, que olha para todas as evidências diante dele, e não acho que ele realmente acreditaria nisso da mesma forma que um otimista como Mike acreditaria. Mas, pelo amigo dele, provavelmente sempre dirá que acredita que ela está viva”, explicou.

Sobre sua opinião pessoal, o ator preferiu a neutralidade: “Quanto a mim, vou apenas dizer que não sei. Acho que ela estaria morta, mas também consigo imaginar um cenário em que Matt e Ross mudem tudo em algum momento. Acho que essa é meio que a intenção deles. Então, por enquanto, minha resposta é: ‘não sei'”.

No final da série, Eleven permanece no Mundo Invertido e, aparentemente, morre após a explosão das bombas que eliminam a Matéria Estranha, destruindo a dimensão. Contudo, após o evento, Mike desenvolve uma teoria de que Eleven teria solicitado a ajuda de sua irmã, Eight (Kali), para forjar a própria morte e conseguir fugir.

Astro de ‘Stranger Things’ DETONA o desfecho da série: “Não gostei”

Anteriormente, os produtores Matt e Ross Duffer também abordaram o desfecho da icônica personagem. Conforme relatado pelo SFFGazette, os irmãos evitaram uma confirmação explícita, mas detalharam a motivação por trás da escolha narrativa.

“O que queríamos fazer era confrontar a realidade da situação dela depois de tudo isso e como ela poderia viver uma vida normal. Essas são as perguntas que levantamos nesta temporada e que Hopper simplesmente não quer nem pensar ou falar. Mike fala muito sobre isso, mas é uma versão meio fantasiosa que nunca funcionaria”, explicou Matt Duffer.

Ross complementou afirmando que nunca houve uma versão do roteiro em que Eleven simplesmente terminasse feliz com o grupo: “Para nós e para os roteiristas, não queríamos tirar os poderes dela. Eleven representa a magia, e a magia da infância. Para que os personagens seguissem em frente e a história de Hawkins e do Mundo Invertido chegasse ao fim, ela precisava se afastar”.

Para os criadores, a incerteza é o que torna o encerramento poético. A crença em um final feliz, mesmo sem provas, simboliza o amadurecimento dos personagens.

“Se Eleven ainda estiver por aí, o máximo que eles podem fazer é acreditar nisso, porque não podem ter contato com ela. Tudo desmoronaria se fosse diferente. Essa é a melhor maneira de mantê-la viva, e de mostrar Mike e os outros encontrando uma forma de seguir em frente”, concluiu Matt.

Originalmente, ‘Stranger Things’ teria um final DIFERENTE para Eleven, Hopper e os outros; Entenda!

Stranger Things’ está disponível na Netflix.

‘Stranger Things’: Criador faz apelo para que fãs desliguem as “configurações lixo” da TV antes de assistirem à série

Os novos episódios se passam no outono de 1987. Hawkins segue abalada pela abertura dos portais, e nossos heróis se unem pelo mesmo objetivo: encontrar e matar Vecna (Jamie Campbell Bower). Mas ele desapareceu e ninguém sabe seu paradeiro. Para complicar tudo, o governo colocou a cidade sob quarentena militar e intensificou a caça à Onze (Millie Bobby Brown), que precisou se esconder novamente. Conforme o aniversário do desaparecimento de Will (Noah Schnapp) se aproxima, uma ameaça familiar volta à tona. A batalha final se aproxima e, com ela, uma escuridão ainda mais poderosa e mortal. Para acabar com esse pesadelo, todo o grupo precisará se unir de novo pela última vez.

O elenco estelar conta com Millie Wolfhard, Millie Bobby Brown, Noah Schnapp, Caleb McLaughlin, Gaten MatarazzoSadie Sink, Joe Keery, Maya Hawke, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Jamie Campbell Bower, Brett Gelman, David Harbour e Winona Ryder.

Jessie Ware está de volta com o álbum de inéditas ‘Superbloom’; Ouça!

A aclamada cantora e compositora britânica Jessie Ware lançou hoje (17) seu aguardado sexto álbum de estúdio, Superbloom.

O compilado de originais já está disponível nas principais plataformas ao redor do mundo e conta com os singles “I Could Get Used to This”“Ride”“Automatic”, além de outras dez faixas.

Vale lembrar que, para promover o disco, Ware irá embarcar na The Superbloom Tour, com início marcado para 6 de outubro em Toronto, no Canadá, estendendo-se até 6 de dezembro em Manchester, no Reino Unido.

Relembre a tracklist completa:

1. “The Garden Prelude”
2. “I Could Get Used to This”
3. “Superbloom
4. “Automatic”
5. “Chariots of Love Interlude”
6. “Sauna”
7. “Mr. Valentine”
8. “Love You For”
9. “Ride”
10. “Don’t You Know Who I Am?”
11. “16 Summers”
12. “No Consequences”
13. “Mon Amour”

A artista britânica fez sua estreia oficial no mundo da música em 2012, com o lançamento do disco Devotion. Em 2020, ela ganhou o mundo com ‘What’s Your Pleasure’, que se tornou um sucesso tanto crítico e comercial – aparecendo em nossa lista de Melhores Álbuns de 2020Melhores Álbuns do Século XXI. A faixa titular, por sua vez, apareceu na nossa lista de Melhores Músicas Internacionais Femininas do Século.

Seu álbum mais recente, ‘That! Feels Good!’, contou com singles como “Free Yourself”“Pearls”“Freak Me Now”, e alcançou sucesso similar ao redor do planeta – além de ocupar o primeiro lugar da nossa lista de Melhores Álbuns de 2023.

Em sua carreira, Ware foi indicada a diversos prêmios, incluindo seis BRIT Awards.

‘American Horror Story’: Joey Pollari, ator de ‘American Crime’, é escalado para a 13ª temporada

A man sits indoors by a window with green plants, hands clasped in front, looking thoughtful or pensive.

O ator Joey Pollari, conhecido por seu trabalho em American Crime, foi confirmado na 13ª temporada de American Horror Story, a aclamada antologia de terror da FX criada por Ryan Murphy e Brad Falchuk. Com a produção do novo ano já em andamento, Pollari se junta a um elenco estelar.

De acordo com o Deadline, ele atuará ao lado de veteranos e grandes nomes da franquia, como Ariana Grande, Sarah Paulson, Evan Peters, Angela Bassett, Kathy Bates, Jessica Lange, Emma Roberts, Billie Lourd, Gabourey Sidibe e Leslie Grossman. Assim como muitos de seus colegas de cena, Pollari já colaborou anteriormente com Murphy em outros projetos.

Embora os detalhes sobre a trama e o personagem de Pollari permaneçam sob sigilo, sabe-se que a nova temporada trará o retorno de figuras icônicas. A produção confirmou a volta das bruxas de Coven, com Emma Roberts reprisando seu papel como Madison Montgomery e Gabourey Sidibe retornando como Queenie.

A última aparição das bruxas ocorreu na oitava temporada (‘Apocalypse’), onde enfrentaram a ameaça do Anticristo, personagem cuja origem remonta à primeira temporada da série, ‘Murder House’. Como uma antologia, American Horror Story explora histórias diferentes a cada ano, mas frequentemente utiliza crossovers e participações especiais para interligar seu universo.

Thor enfrenta o Doutor DESTINO no trailer do novo ‘Vingadores’; Confira a descrição! #CinemaCon 2026

O primeiro trailer do aguardado ‘Vingadores: Doutor Destino‘ foi exibido com exclusividade durante o painel da Disney no CinemaCon 2026.

Narrado pelo Thor, o vídeo destaca a tensão do que parece ser o inimigo mais difícil já enfrentado pela icônica equipe de super-heróis – o Doutor Destino (Robert Downey Jr.).

Confira a descrição e siga o CinePOP no Youtube:

O trailer começa com o Professor Xavier observando uma fenda de energia de dentro da Mansão X, estabelecendo um clima de destruição e urgência. Cortes rápidos mostram a presença ameaçadora do Doutor Destino, intercalados com imagens da Torre dos Vingadores e sinais de um mundo à beira do colapso.

Em seguida, vemos Robert Downey Jr. sem máscara como Victor Von Doom falando com seu sotaque latveriano. Após o logotipo do estúdio, algumas alianças são forjadas; O Quarteto Fantástico e os Vingadores, liderados por Sam Wilson; e o Coisa com o povo de Wakanda.

O vídeo, então, destaca cenas eletrizantes de lutas, como o Shang-Chi contra o Gambit e o Thor contra o Doutor Destino. Na cena final, Thor se reúne com o Steve Rogers, que retorna como o Capitão América – empunhando o Mjolnir.

Vale lembrar que o filme tem estreia marcada nos cinemas brasileiros para o dia 17 de dezembro de 2026, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

Já a sequência, Vingadores: Guerras Secretas, está programada para chegar às telonas exatamente um ano depois, em 17 de dezembro de 2027.

Além de Robert Downey Jr. como Victor Von Doom/Doutor Destino, o elenco de ‘Vingadores: Doutor Destino‘ contará com Tom Hiddleston (Loki), Anthony Mackie (Capitão América), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Letitia Wright (Pantera Negra), Wyatt Russell (Agente Americano) Simu Liu (Shang-Chi), Florence Pugh (Yelena Belova), Danny Ramirez (Falcão), Winston Duke (M’Baku), Vanessa Kirby ( Mulher Invisível), Ebon Moss-Bachrach (Coisa), Joseph Quinn (Tocha Humana), Lewis Pullman (Bob), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma), Patrick Stewart (Professor Xavier), Alan Cumming (Noturno), Ian McKellen (Magneto), Rebecca Romijn (Mística), James Marsden (Ciclope), Kelsey Grammer (Fera), Channing Tatum (Gambit), Paul Rudd (Homem-Formiga), Chris Hemsworth (Thor) e Pedro Pascal (Sr. Fantástico).

Crítica | Olivia Rodrigo dá início a uma ambiciosa nova era com o irretocável single “drop dead”

Olivia Rodrigo começou sua carreira como atriz no Disney Channel, alcançando fama mundial após integrar o elenco da série inspirada na franquia High School Musical. Depois de deixar o projeto, ela voltou-se para sua carreira como musicista e encontrou sucesso imediato de crítica e de público com a aclamada estreia de SOUR, que lhe rendeu reconhecimento mundial e nada menos que três estatuetas do Grammy Awards. Em 2023, a cantora e compositora retornou com o espetacular GUTS, que entrou para nossa lista de Melhores Álbuns do Ano e que representou não apenas um amadurecimento de sua persona artística, mas uma expansão de um universo recheado de peculiaridades e ótimas histórias sobre os altos e baixos da vida.

Três anos mais tarde, Rodrigo revelou que estava pronta para voltar ao cenário musical com o anúncio de you seem pretty sad for a girl so in love. O álbum marca o terceiro compilado de originais da performer e promete dar continuidade a um invejável crescendo de que vem se valendo desde que roubou os holofotes – e, agora, temos o primeiro gostinho desse novo capítulo. A cantora e compositora lançou hoje (17) o lead single “drop dead”, que dá início à sua nova era da maneira mais vibrante e apaixonante possível – e no que apenas podemos citar como uma das melhores músicas de 2026.

Olivia sempre teve um modo único de se expressar, apoiando-se em estilos que não necessariamente estavam em voga no mainstream para encontrar o jeito certo de se expressar. Em outras palavras, a performer tem uma capacidade inexplicável de encontrar um elo entre a individualidade e a universalidade sob uma ótica intergeracional que reitera o lugar-comum das próprias pessoas – e, com a inédita canção, ela volta a fazer algo similar. Guiada por uma espécie de transe onírico, Rodrigo engendra uma arrebatadora declamação romântica que faz menções a seu relacionamento com o ator Louis Partdrige e que utiliza de uma experiência íntima para narrar algo muito comum.

Assim como o enlace romântico, a música tem uma construção bastante coerente que aposta em um crescendo constante e que acompanha a identidade artística que Olivia já esquadrinhou em seus álbuns anteriores. Aliando-se novamente a Dan Nigro e trazendo Amy Allen como reforço de peso ao single, Rodrigo se apropria das conhecidas notas da guitarra em um apreço celebratório pelo soft-rock e pelo indie-rock (uma marca registrada de sua discografia), que se amalgamam com os irruptivos e propositalmente dissonantes sintetizadores do synth-pop. E, por mais que a arquitetura soe familiar, ela e seus colaboradores conseguem remodelar os arranjos a fim de promover uma continuidade identitária, e não uma reestruturação completa.

“drop dead” nos deixa ainda mais ansiosos para o que um dos principais nomes da atual geração da música tem guardado na manga – mas, mais do que isso, funciona como um lembrete de uma das artistas mais interessantes das últimas décadas. Mantendo-se fiel aos conhecidos maneirismos e análises ácidas sobre o cotidiano que explorou anteriormente, Olivia Rodrigo está de volta com toda força e mostrou, mais uma vez, que veio para ficar.

Lembrando que o álbum tem estreia agendada para o dia 12 de junho nas plataformas de streaming.

Nascida em 2003, Rodrigo teve seu primeiro papel de destaque em ‘Bizaardvark’, série original do Disney Channel, antes de interpretar Nini Salazar-Roberts na série ‘HSM’, do Disney+.

Em 2021, a cantora e compositora fez sua estreia oficial no mundo da música com “drivers license”, que caiu no gosto da crítica e alcançou o primeiro lugar de diversas paradas musicais, incluindo a Billboard Hot 100. Com SOUR, seu álbum début, Rodrigo conquistou os prêmios de Melhor Álbum Pop Vocal por SOUR, Artista Revelação e Melhor Performance Pop Solo.

Em 2023, Rodrigo voltou a ganhar atenção da crítica e do público com o ovacionado GUTS, que contou com os singles “vampire”“bad idea right”“get him back”, lhe rendendo diversas indicações ao Grammy, incluindo Álbum do Ano.

Crítica | Lana Del Rey toma as rédeas da cinemática “First Light”, música-tema do novo game da saga ‘007’

Close-up of a woman's face framed by large gold decorative letters.

A franquia ‘007’ é uma das mais famosas e aclamadas de todos os tempos, tendo se estendido por muitas gerações de galãs que eternizaram a figura do espião mais famoso do mundo, James Bond, nas telonas. Transformando-se em uma franquia multimidiática que inclui a saga literária original assinada por Ian Fleming e adaptações diversas para o mundo dos games, são poucas as pessoas que nunca ouviram falar das perigosas aventuras do agente secreto. E uma boa parte da mitologia construída em cima de Bond faz parte da trilha sonora – que foi imortalizada com faixas impecáveis como “Live or Let Die”, de Paul McCartney, e “Skyfall”, de Adele.

Agora, um novo nome se junta ao seleto grupo de artistas que emprestaram suas vozes para a franquia: a indicada ao Grammy Lana Del Rey. A performer, que fez sua grandiosa estreia no cenário fonográfico com o impecável Born To Die e que deu mais voz ao indie pop na década de 2010, se tornou um dos grandes nomes da indústria com letras pungentes e uma peculiar melancolia que lhe acompanha em todas as suas incursões. Lana já havia demonstrado interesse em cantar uma música-tema dos longas-metragens há bastante tempo – inclusive, em 2015, ela teve a faixa “24” rejeitada pelos produtores de ‘007 contra Spectre’, que escolheram “Writings on the Wall” como carro-chefe do projeto. Por esse motivo, a track integrou seu quarto álbum de estúdio, ‘Honeymoon’.

Mais de uma década depois, ela realiza um de seus maiores sonhos ao ser selecionada como a voz da inédita “First Light”, que anuncia o lançamento do vindouro game ‘007: First Light’. O jogo eletrônico, que chega às plataformas no dia 27 de maio, contará uma história original inspirada nos escritos de Fleming e explorando as origens de Bond, em uma arriscada missão que ele precisa completar para conquistar a licença para matar. Logo, Lana tinha uma missão bastante específica: criar uma canção que corroborasse para essa mítica atmosfera que é culminada de uma lendária saga de espionagem.

Apoiando-se na clássica composição de Monty Norman, que criou o tema principal de ‘007’, a track resgata o classicismo de Bond da melhor maneira possível e expande-se para uma variedade de gêneros conflitantes que singra do baroque pop ao rock sinfônico. Essa inesperada fusão é algo bem comum na discografia de Lana, principalmente se pensarmos em álbuns como Norman Fucking Rockwell!’ e ‘Did You Know That There’s a Tunnel Under Ocean Blvd.’ – e, aqui, ela mostra que não perdeu a mão em tais experimentalismos rompantes ao reunir instrumentos como saxofone, bateria, guitarra e piano em um mesmo espectro.

A cantora e compositora também fica responsável pela produção da faixa, com a tripla função dada a David Arnold da mesma maneira. Ambos unem forças para uma intrigante e nostálgica atmosfera que reúne os melhores momentos da franquia, mergulhando de cabeça em uma estrutura cinematográfica crescente e que une tradição e individualidade em um único lugar. Os vocais de Lana combinam com a envolvente angústia que se estende por três minutos e meio, mostrando-se em um ambiente já conhecido e confortável para se divertir e até mesmo arriscar alguns belts no clímax da faixa.

Talvez “First Light” deixe a desejar na conclusão, tomando escolhas um tanto quanto duvidosas e frustrantes; porém, por mais que os segundos finais não sejam do agrado de todos, nada apaga a operística atmosfera que Lana e seus colaboradores constroem com todo o esmero que conseguem.

Olivia Rodrigo lança a inédita “drop dead”, lead single de seu NOVO álbum de estúdio; Ouça!

A vencedora do Grammy Olivia Rodrigo está de volta ao mundo da música e lançou hoje (17) a inédita “drop dead”.

A canção funciona como lead single de seu terceiro álbum de estúdio, you seem pretty sad for a girl so in love, que tem estreia agendada para o dia 12 de junho nas plataforma de streaming.

Ouça e confira o videoclipe:

Nascida em 2003, Rodrigo teve seu primeiro papel de destaque em ‘Bizaardvark’, série original do Disney Channel, antes de interpretar Nini Salazar-Roberts na série ‘HSM’, do Disney+.

Em 2021, a cantora e compositora fez sua estreia oficial no mundo da música com “drivers license”, que caiu no gosto da crítica e alcançou o primeiro lugar de diversas paradas musicais, incluindo a Billboard Hot 100. Com SOUR, seu álbum début, Rodrigo conquistou os prêmios de Melhor Álbum Pop Vocal por SOUR, Artista Revelação e Melhor Performance Pop Solo.

Em 2023, Rodrigo voltou a ganhar atenção da crítica e do público com o ovacionado GUTS, que contou com os singles “vampire”“bad idea right”“get him back”, lhe rendendo diversas indicações ao Grammy, incluindo Álbum do Ano.

Crítica | ‘Zico, o Samurai de Quintino’ – A intimidade e o legado do inesquecível camisa 10 da gávea

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Zico no início de carreira no Flamengo, em 1971.

Um craque como poucos, dentro e fora de campo. Se você acompanha futebol – ou não -, já ouviu falar de Zico, um dos maiores camisas 10 da história do futebol mundial. Muito associado à nação rubro-negra, sua idolatria transborda para torcedores de outros times e outros países. Uma figura exemplar, que preencheu páginas gloriosas desse esporte que é uma paixão nacional.

Hoje, aos 73 anos, o galinho de quintino tem recortes de sua vida apresentados ao público no documentário Zico, o Samurai de Quintino, com estreia marcada para o próximo dia 30 de abril nos cinemas. Dirigido por João Wainer, o projeto busca um olhar amplo, construído desde seus primeiros passos na carreira até sua passagem pelo Japão, mostrando sua importância para a profissionalização do futebol naquela região – um legado visto até hoje -, com um recheio saboroso revisitando sua história profissional no Brasil.

Zico no Japão_Crédito_ Pedro Curi
Zico no Japão_Crédito_ Pedro Curi

O documentário segue por um modelo narrativo convencional, sem se arriscar, com entrevistas e focado nas experiências pessoais do protagonista da obra. Por meio de imagens raras, registros de arquivo e bate-papo com sua família, além de nomes de renome do mundo do futebol brasileiro e do jornalismo esportivo, a obra compõe uma narrativa que mergulha na intimidade do galinho dentro e fora dos gramados.

Foto: Peter Wrede
Foto: Peter Wrede

Deixando um pouco o coração rubro-negro de lado (muito difícil, neste caso, rs), é preciso mencionar que, ao não se arriscar em uma narrativa com maiores possibilidades – aproveitando todas as portas que se abrem em relação à linguagem cinematográfica -, em muitos momentos parece estarmos assistindo uma grande reportagem, informando o que aconteceu sem muita profundidade. Isso pode incomodar o olhar mais atento.

Crítica | ‘Apocalipse Segundo Baby’ – Documentário de uma nota só apresenta Baby do Brasil por ela mesma

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Zico durante jogo entre Flamengo x Vasco, pelo Campeonato Carioca de 1971.

Ao mesmo tempo, o objetivo de mergulhar em um tema que se mostra amplo, e com as peças bem colocadas na forma de contar essa história, acaba deixando o filme com uma fluidez envolvente. Fruto de uma montagem eficiente e muito bem feita, mantendo o interesse de quem assiste a todo instante.

Three men sit and laugh around a wooden coffee table in a sports-filled living room with vintage jerseys on display behind them.
Foto: Peter Wrede

Zico continua, até hoje, inspirando a todos nós – e esse legado é sentido na conclusão do documentário. Pelas entrelinhas ou por tudo que foi apresentado, no Brasil ou do outro lado do mundo, essa lenda do futebol seguirá viva em nossas memórias pra sempre. Pode chover, pode o sol queimar: não deixe de assistir mais essa interessante produção brasileira documental nos cinemas.

 

‘Gladys’: Pré-sequência de ‘A Hora do Mal’ ganha data de estreia

A pré-sequência de ‘A Hora do Mal‘, intitulada ‘Gladys‘, finalmente ganhou data de estreia.

Durante o painel da Warner Bros. na CinemaCon 2026, foi anunciado que o novo filme será lançado nos cinemas no dia 8 de setembro de 2028.

Zach Cregger e Zach Shields serão responsáveis pelo roteiro.

Cregger e Roy Lee e Miri Yoon, da Vertigo Entertainment, retornam para produzir o filme. Cregger é representado pela CAA, Artists First e por Karl Austen e Michael Auerbach.

Confira detalhes:

A Hora do Mal‘ arrecadou mais de US$ 270 milhões em todo o mundo. Amy Madigan, que interpretou a principal antagonista, Tia Gladys, ganhou o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante. Madigan também ganhou um prêmio do SAG (Screen Actors Guild) por seu papel como a misteriosa parente de Alex (Cary Christopher).

“Essa é uma mulher que sabe o que tem que fazer e faz. É verdade que alguns dos métodos dela podem ser um pouco incomuns. Mas ela tem isso, e eu acho que todas as mulheres na nossa área deveriam ter mais dessa confiança, inclusive eu. Então, se eu puder tirar isso de positivo, direi que é uma vitória para a Tia Gladys e para mim.” 

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Crítica | ‘A Hora do Mal’ finca os dentes em uma poderosa e arrepiante narrativa

Originalmente, o roteiro de A Hora do Mal contava com um capítulo dedicado ao passado de Gladys, mas o trecho acabou cortado por questões de ritmo. Agora, com o longa dominando as bilheterias, a ideia é transformar esse material em um filme completo.

Cregger está em pré-produção de seu ambicioso reboot de Resident Evil para a Sony, previsto para setembro de 2026.

Jacob Elordi enfrenta mundo desolado no trailer de ‘Ponto Sem Retorno’, novo thriller pós-apocalíptico de Ridley Scott

A 20th Century Studios divulgou o trailer nacional de ‘Ponto Sem Retorno‘ (The Dog Stars), novo thriller pós-apocalíptico do diretor Ridley Scott (‘Gladiador’).

Estrelado por Jacob Elordi (‘Frankenstein’), Josh Brolin (‘Vingadores: Ultimato’) e Margaret Qualley (‘A Substância’), o longa será lançado no Brasil no dia 27 de agosto.

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O lendário cineasta Ridley Scott parece estar enfrentando um novo turbulento capítulo em sua prolífica carreira. Rumores recentes sobre seu próximo longa-metragem, The Dog Stars, indicam que as primeiras exibições teste da produção não atingiram os resultados esperados, gerando reações físicas e comentários contundentes por parte do público selecionado.

De acordo com o World of Reel, o clima após as sessões foi de decepção. Uma das críticas mais pesadas citadas pela publicação afirma: “Eu assisti a ‘The Dog Stars’, de Ridley Scott, e odeio dizer isso, mas está na hora de Sir Ridley se aposentar. Ele não vai… mas deveria”.

O ceticismo em torno do diretor surge em um momento delicado, logo após as recepções mistas e os altos custos de produção de Napoleão eGladiador II, projetos que ultrapassaram a marca de US$ 200 milhões, mas não alcançaram o desempenho esperado nas bilheterias mundiais.

Segundo relatos o principal problema de The Dog Stars não reside no elenco, que tem sido elogiado, mas sim na condução da narrativa. Espectadores descreveram o ritmo do filme como “entediante” e desprovido de urgência.

“O problema é que esta é uma história de tom mais intimista, que segue sem qualquer senso de urgência. Há um momento impactante no fim do primeiro ato, e depois disso quase não há ação antes de o filme terminar de forma bastante abrupta. Saí pensando: ‘É só isso?’. Parecia que faltavam de 20 a 30 minutos, e no final eu não sabia qual era o propósito da história ou por que esse filme foi feito”, criticou um expectador.

Benedict Wong se junta ao elenco de ‘The Dog Stars’, novo filme de Ridley Scott

Apesar do feedback negativo, Ridley Scott mantém sua habitual autoconfiança. Em entrevistas recentes, o cineasta afirmou ter “nascido com um bom olhar” e chegou a classificarThe Dog Stars como “talvez seu melhor filme”. No entanto, a indústria observa a declaração com cautela, lembrando que o diretor teceu elogios semelhantes a Gladiador II antes do lançamento.

“Baseado no romance de Peter Heller, o filme apresenta um futuro devastado por uma pandemia global. Hig (Jacob Elordi) é um piloto viúvo que vive de forma isolada em um hangar no Colorado com seu cachorro e um ex-fuzileiro naval ranzinza (Josh Brolin). Embora incompatíveis, a dupla depende um do outro para sobreviver a invasores. A rotina é interrompida quando uma transmissão de rádio desperta em Hig a esperança de uma vida melhor além de seu perímetro controlado, levando-o a uma jornada de risco sem retorno”, diz a sinopse.

Roteiro de Mark L. Smith, fotografia de Erik Messerschmidt e trilha sonora de Harry Gregson-Williams.

Jacob ElordiJosh BrolinMargaret QualleyBenedict Wong e Guy Pearce, estrelam o longa.

Cena de abertura de ‘A Era do Gelo 6’ apresenta um mundo de vulcões e chamas; Confira a descrição! #CinemaCon 2026

Durante sua apresentação no CinemaCon 2026, a Disney exibiu os primeiros minutos da sequência ‘A Era do Gelo 6‘, intitulada ‘Ice Age: Boiling Point‘ (A Era do Gelo: Ponto de Ebulição, em tradução livre).

O longa promete introduzir uma nova era de fogo e vulcões, deixando a era do gelo no passado.

Confira a descrição e siga o CinePOP no Youtube:

Como de costume, o filme começa com o Scrat, mas, desta vez, ele está acompanhado de um filhote. Na cena, Scrat entra em confronto com o bebê por algo que parece uma chupeta. Scrat tenta enterrá-la no gelo, mas lava emerge do buraco e ambos caem em um abismo profundo.

Nós somos introduzidos, então, ao Mundo Perdido. A “chupeta” de Scrat se transforma em cinzas, e o Scrat a joga em um fóssil de T-Rex, que, por sua vez, espirra no Scrat – deixando-o carbonizado.

No final da cena, Manny, Sid, Diego e Ellie chegam ao Mundo Perdido e observam o horizonte.

O novo filme chegará às telonas no dia 5 de fevereiro de 2027.

Com poucos detalhes revelados, sabe-se que a história irá explorar cantos ainda não vistos do Mundo Perdido, introduzido no terceiro capítulo da franquia.

Criador do esquilo Scrat, produtor e diretor de alguns filmes da franquia A Era do Gelo, o brasileiro Carlos Saldanha não retornará para o novo capítulo da saga.

A informação foi apurada pelo CinePOP, que confirmou a opção por outro nome para dar prosseguimento à saga dos animais pré-históricos. Vale ressaltar que a compra do 20th Century Studios pela Disney não trouxe obrigações contratuais especificamente para essa saga. Eles adquiriram os direitos totais e agora podem fazer o que quiserem com a franquia.

John Leguizamo, que dubla o Sid, Denis Leary e Simon Pegg retornam.

‘Outlander: Blood of My Blood’: 2ª temporada do spin-off ganha teaser INCRÍVEL e previsão de estreia!

Outlander blood of my blood

Outlander: Blood of My Blood‘, série pré-sequência do adorado drama de época ‘Outlander, caminha para sua já confirmada 2ª temporada – e acaba de ganhar seu primeiro teaser trailer oficial.

Além disso, foi revelado que o novo ciclo chega ao Disney+ no outono norte-americano de 2026, isto é, entre os meses de setembro e novembro.

Confira:

A produção foca em duas histórias de amor paralelas ambientadas em dois períodos de tempo diferentes, com os pais de Jamie nas Highlands escocesas do início do século XVIII e os pais de Claire na Inglaterra da Primeira Guerra Mundial.

Sara VickersBrian McCardieJhon LumsdenPeter Mullan são os protagonistas.

Vickers dá vida a Brian Fraser – avó de Jamie Fraser -, uma governanta da casa Lovat. McCardie será Isaac Grant, líder do Clã Grant; Lumsden, por sua vez, é seu filho, Malcolm, um pretendente em potencial para Ellen MacKenzie. Por fim, Mullan dá vida a Red Jacob MacKenzie, pai de Ellen, Dougal, Colum, Janet e Jocasta.

O restante do elenco conta com Rory Alexander (‘Pistol’), Sam Retford (‘Coronation Street’), Seamus McLean Ross (‘Payback’), Conor MacNeill (‘O Turista’), Harriet Slater (‘Indiana Jones e A Relíquia do Destino’), Jamie Roy (‘Flowers and Honey’), Hermione Corfield (‘Os Renegados’) e Jeremy Irvine (‘Mamma Mia: Lá Vamos Nós de Novo!’).

A trama explora a vida dos pais de Jamie, Ellen MacKenzie (Slater) e Brian Fraser (Roy), assim como a história de origem dos pais de Claire, Julia Moriston (Corfield) e Henry Beauchamp (Irvine).

‘Vingadores: Ultimato’ será relançado nos cinemas em NOVEMBRO, revela Kevin Feige na #CinemaCon 2026

Boas novas para os fãs do Universo Cinemático Marvel!

Durante a CinemaCon 2026, evento do qual o CinePOP participa in loco, o presidente da Marvel Studios Kevin Feige subiu ao palco e revelou que o aclamado ‘Vingadores: Ultimato’ retornará aos cinemas em novembro deste ano.

A ideia do relançamento é promover o Visão Infinita da Walt Disney Studios, um selo de certificação concedido apenas a cinemas que atendem a padrões rigorosos de escala premium, brilho e som.

Confira o anúncio:

As boas novas acompanham o lançamento de Vingadores: Doutor Destino, que dá início à conclusão da Saga do Multiverso.

O filme tem estreia marcada nos cinemas brasileiros para o dia 17 de dezembro de 2026, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

Já a sequência, Vingadores: Guerras Secretas, está programada para chegar às telonas exatamente um ano depois, em 17 de dezembro de 2027.

Além de Robert Downey Jr. como Victor Von Doom/Doutor Destino, o elenco de ‘Vingadores: Doutor Destino‘ contará com Tom Hiddleston (Loki), Anthony Mackie (Capitão América), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Letitia Wright (Pantera Negra), Wyatt Russell (Agente Americano) Simu Liu (Shang-Chi), Florence Pugh (Yelena Belova), Danny Ramirez (Falcão), Winston Duke (M’Baku), Vanessa Kirby ( Mulher Invisível), Ebon Moss-Bachrach (Coisa), Joseph Quinn (Tocha Humana), Lewis Pullman (Bob), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma), Patrick Stewart (Professor Xavier), Alan Cumming (Noturno), Ian McKellen (Magneto), Rebecca Romijn (Mística), James Marsden (Ciclope), Kelsey Grammer (Fera), Channing Tatum (Gambit), Paul Rudd (Homem-Formiga), Chris Hemsworth (Thor) e Pedro Pascal (Sr. Fantástico).

Confira o primeiro cartaz da sequência ‘A Era do Gelo 6’ #CinemaCon 2026

Durante sua apresentação na CinemaCon 2026, a Disney divulgou o primeiro cartaz da sequência ‘A Era do Gelo 6‘.

Intitulado ‘Ice Age: Boiling Point‘ (A Era do Gelo: Ponto de Ebulição, em tradução livre), o novo filme chegará às telonas no dia 5 de fevereiro de 2027.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Com poucos detalhes revelados, sabe-se que a história irá explorar cantos ainda não vistos do Mundo Perdido, introduzido no terceiro capítulo da franquia.

Criador do esquilo Scrat, produtor e diretor de alguns filmes da franquia A Era do Gelo, o brasileiro Carlos Saldanha não retornará para o novo capítulo da saga.

A informação foi apurada pelo CinePOP, que confirmou a opção por outro nome para dar prosseguimento à saga dos animais pré-históricos. Vale ressaltar que a compra do 20th Century Studios pela Disney não trouxe obrigações contratuais especificamente para essa saga. Eles adquiriram os direitos totais e agora podem fazer o que quiserem com a franquia.

John Leguizamo, que dubla o Sid, Denis Leary e Simon Pegg retornam.