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Relato de 5 dias e 18 Filmes | Como foi cobrir do Festival de Berlim pela Primeira Vez

Depois de 10 dias de festival na capital alemã — e apenas cinco meus por lá —, eu compartilho minhas impressões como marinheira de primeira viagem, tanto na cobertura do evento quanto na cidade sede.

Chegar em um local desconhecido, correr para colocar as malas no hotel e buscar a credencial para poder começar assistir filmes é uma prova de triatlo. O que você precisa ter em mente? Organização prévia, planejamento e paciência para quando as coisas não saírem como imaginamos.

Após ter participado do TIFF (2017), Festival do Rio (2018) e do Festival de Cannes (2021), acreditei que estava mais preparada para esta excursão. Ter mais experiência na bagagem conta bastante, mas isso não evita repetir erros antigos. Neste caso, mais uma vez me hospedei há uma distância considerável a pé — 35 minutos — do palácio do festival, o Berlinale Palast, o que me obriga a utilizar o transporte público. 

Para não ter problemas, eu comprei um passe de sete dias por meio do aplicativo de transportes BVG. Ninguém cobra passagem em Berlim, os metrôs não tem roletas, nem as estações de trem. Caso alguém faça uma vistoria, você apresenta o seu ticket no aplicativo, mesmo que seja apenas uma passagem. Todavia, em cinco dias andei de trem, metrô, tramway e ônibus de cima para baixo no município e ninguém me pediu nada, nem dinheiro, nem informação. 

Por falar em andar para cima e para baixo, eu apenas “descobri” que o evento era realizado em 26 locais diferentes dois dias antes de embarcar para o festival. Por que não pesquisei antes? Estava com o Festival de Cannes na cabeça, onde todos os filmes importantes, cabines e coletivas de imprensa são realizados dentro ou ao redor do Palais du Festival. Por consequência, o tempo de deslocamento encurtou o tempo de visualização de filmes. 

Além desses detalhes de transporte, hospedagem, ainda tenho que conhecer o local e procurar onde vende comida vegetariana. No primeiro dia, eu avistei um Subway na entrada de um metrô, no segundo encontrei o Fat Monk, um quiosque dentro do enorme espaço gastronômico chamado Manifesto. Eles vendem seis bowls vegetarianas diferentes. Ou seja, fiz todas as minhas refeições lá. Caso tenha curiosidade, a tigela pequena custava 7,90 euros e a grande 12,90.

Lidar com a frustração também é algo enorme para lidar durante o festival. Perdi eventos, sessões por não conseguir encontrar a conexão exata ou a saída certa do metrô. Para se ter uma ideia, tem estações com mais de cinco linhas diferentes, além de conexões internas com trens. O caótico metrô de Paris, tornou-se fichinha perto dos três primeiros dias. No quarto dia, acreditei ter aprendido o caminho, mas me perdi outra vez no quinto. 

O espaço de imprensa é muito limitado para milhares de jornalistas. Apesar de serem divididos em três: 1) o Hotel Grand Hyatt Berlin, onde eram realizadas as coletivas de imprensa e serviam café e chocolate quente para os jornalistas; 2) o subsolo do Berlinale Palast, onde tínhamos filtros de água, mesas mais confortáveis, computadores conectados a impressoras e ótimo wi-fi; 3) Berlinale Service Center, onde pegamos a credencial no primeiro dia, encontramos material de divulgação, como as edições diárias das revistas Variety e ScreenDaily, e são disponibilizadas várias mesas de piquenique, porém o wi-fi não funciona tão bem. 

Como tenho um laptop de 17 polegadas, eu não saio carregando para todos os cantos. Deixo um apelo: “Produtores de festivais, disponibilizem mais espaços com mesas, boas cadeiras e computadores para os jornalistas”. Ninguém merece digitar sentado no chão ou só quando chegar no hotel morto de cansaço.

As frustrações? Gostaria de ter visto muito mais filmes e de estar presente em mais coletivas de imprensa e chegadas do tapete vermelho. Lamento, principalmente, não ter visto o homenageado do festival: Steven Spielberg. Sobre os filmes? As minhas impressões de todas as obras estão disponíveis em vídeos no YouTube e nas críticas do site, mas ainda fiz este ranking maroto de TOP 5 Filmes Visto no Festival de Berlim 2023. 

  1. Past Lives (Vidas Passadas), de Celine Song
  2. 20.000 Especies De Abejas, de Estibaliz Urresola Solaguren
  3. Afire (Em Chamas), de Christian Petzold
  4. Infinity Pool, de Brandon Cronenberg
  5. Ash Wednesday (Quarta-feira de Cinzas), de Bárbara Santos, João Pedro Prado

Mulheres e negros são maioria do público que vão ao cinema, aponta estudo

De acordo com um novo levantamento feito pela UCLA (Universidade da Califórnia em Los Angeles), que publicou o seu Hollywood Diversity 2018 essa semana, mais de 50% dos ingressos de cinema foram comprados por pessoas não-brancas (negras, latinas, asiáticas, etc) durante o ano de 2017.

De acordo com a publicação, apesar do grande número, apenas 14% dos papéis principais em filmes lançados nos Estados Unidos são para elas. O público feminino, que representa mais da metade dos compradores, tem um aumento significativo no número de protagonistas, cerca de 33% em relação aos anos anteriores.

Ou seja, de acordo com a UCLA, filmes com maior diversidade no elenco podem se beneficiar desse público diverso e lucrar mais, como o caso de Pantera Negra, da Marvel Studios.

Representatividade importa: Séries com protagonistas negros para maratonar já!

Uau! ‘Os Incríveis 2’ supera US$ 1 bilhão em bilheteria mundial

Os Incríveis 2 chegou aos cinemas e bateu recorde de público. De acordo com dados publicados pelo Box Office Mojo, nesse fim de semana o filme ultrapassou a marca de US$ 1 bilhão mundialmente.

Vale lembrar que o filme também já se tornou a maior bilheteria da história para uma animação nos EUA, fazendo US$ 572 milhões, e já ultrapassou a bilheteria mundial do primeiro filme.

Já no Brasil, levou 1,6 milhão de pessoas aos cinemas em sua estreia, a maior média de público para uma animação, somando R$ 25 milhões arrecadados, o longa também ficou na liderança isolada do fim de semana.

As 25 Animações mais RENTÁVEIS da história – incluindo OS INCRÍVEIS 2

Na trama, Helena (Holly Hunter) decide iniciar uma pedindo a volta dos super-heróis, enquanto Beto (Craig T. Nelson) vive um dia a dia normal de dono de casa cuidando de Violeta (Sarah Vowell), Flecha (Huck Milner) e do bebê Zezé, cujos superpoderes estão prestes a serem descobertos. A missão deles sofre uma reviravolta, quando um novo vilão surge com um brilhante e perigoso plano que ameaça acabar com o mundo. Mas a família Pêra não foge do desafio, ainda mais com Gelado (Samuel L. Jackson) combatendo o vilão ao seu lado.

Retcon ou planejamento? | As mudanças que a Marvel tentou fazer na franquia ‘Guardiões da Galáxia’

[ANTES DE COMEÇAR A MATÉRIA, FIQUE CIENTE QUE ELA CONTÉM SPOILERS] 

Se você ainda não assistiu aos filmes da franquia Guardiões da Galáxia, incluindo Guardiões da Galáxia Vol.3, talvez seja melhor evitar esta matéria, pois ela contém spoilers.

James Gunn dirige uma cena do grupo em ‘Guardiões da Galáxia Vol.3’. Foto: Jessica Miglio. © 2023 MARVEL.

Agora que a franquia principal dos Guardiões da Galáxia chegou ao fim, é interessante ver como a saga avançou e como os personagens evoluíram ao longo dos filmes e especiais. No entanto, por se tratar de um universo compartilhado, criando crossovers com outras franquias, como visto em Vingadores: Guerra Infinita (2018), Vingadores: Ultimato (2019) e Thor: Amor e Trovão (2022), nem sempre há uma coesão de pensamentos entre seus diretores e roteiristas. Pensando nisso, selecionamos algumas dúvidas que rondaram os fãs na franquia, sendo algumas delas tentativas de retcons que a Marvel tentou fazer com esses personagens fora da saga principal de cada um – e que o James Gunn parece não ter dado muita bola, porque ignorou a grande maioria delas. Confira!

Ressuscitou ou foi pai?

Talvez a polêmica mais antiga da franquia seja essa sobre o Groot (Vin Diesel) original. No filme de 2014, ele é introduzido como uma criatura repleta de amor e com a capacidade de dizimar um corredor de capangas com apenas um braço, exibindo um sorrisão enquanto acaba com a vida deles. Ao fim de sua jornada, ele decide se sacrificar para salvar seus novos amigos. Porém, o Rocket (Bradley Cooper) guarda uma parte dele e replanta em um vasinho, o que faz nascer o Bebê Groot.

Desde então, parte dos fãs ficou em dúvida se o Bebê Groot era o mesmo Groot renascido ou se era um personagem novo. E essa pergunta foi feita tantas vezes em entrevistas e nas redes sociais, que o diretor e roteirista James Gunn fez um pronunciamento para acabar com todas as dúvidas de uma vez por todas: o Groot do primeiro filme morreu, e o Bebê Groot, que vimos crescer até o Vol.3, é um outro personagem, que pode ser considerado o filho do Groot que se sacrificou.

Em uma tradução mais literal, foi isso aqui que ele escreveu em 2017, alguns meses depois de Guardiões da Galáxia Vol.2 ser lançado em mídia física:

“SOBRE OS PERSONAGENS QUE VOLTARAM DA MORTE E COMO GROOT ESTÁ MORTO, ontem eu tuitei:
‘Personagens constantemente morrendo e sendo trazidos de volta em quadrinhos, filmes e TV fazem com que a morte/perigo não tenha peso em toda a história – eu odeio isso’.
Embora o tweet tenha sido bastante retuitado, eu também tive os exemplos de Groot, Deadpool e Jesus Cristo sendo jogados contra mim.
Expliquei em um tweet complementar que não estava falando sobre o que aconteceu na própria estrutura da história. Não se trata de mitos de ressurreição (como Groot ou Jesus) ou de diversão, mortes falsas como o que acontece com Deadpool.
O que me incomoda é quando um personagem recebe uma morte bonita ou poderosa na cultura popular, que preenche o arco do personagem… E então é trazido de volta no filme, quadrinho ou episódio seguinte, porque, você sabe… ele é muito popular [para morrer]. Isso se tornou tão comum na TV, filmes e (especialmente) quadrinhos que qualquer morte significativa, pelo menos em franquias, perde seu impacto emocional. E, por extensão, toda morte e perigo perdem seu poder nessas histórias.
Se “Um Estranho no Ninho” virasse Um Estranho no Ninho 2, 3 e 4, e em todas as sequências Randall Patrick MacMurphy fosse trazido de volta por algum procedimento médico de ponta no início do filme e sacrificasse por outro paciente em busca de redenção no final – bem, essa história meio que perderia o efeito. E até mesmo Um Estranho no Ninho original poderia deixar de ser um dos meus filmes favoritos de todos os tempos.
Minha postagem original não foi direcionada a nenhuma empresa ou franquia – Marvel, DC e Days of Our Lives, que são rotineiramente apontados como culpados disso. Foi simplesmente em resposta a um tweet que me pedia para

— VOL. 2 SPOILER ABAIXO, GALERA —

“por favor, traga Yondu de volta.”
Embora seja sempre possível ver Yondu em flashbacks ou prequels, eu pessoalmente nunca o trarei de volta à vida porque isso anularia seu sacrifício e o amor de pai para filho que tanto me afeta pessoalmente, assim como a todos os fãs ao redor do mundo. Uma das razões pelas quais Yondu é o personagem mais popular do segundo filme é POR CAUSA desse sacrifício, e a ideia de trazê-lo de volta no Vol. 3 ou 4 ou numa série do Yondu na Netflix porque vende muitos Pop Funko me horroriza e me enjoa. Como eu disse, eu odeio isso. E eu nunca vou fazer isso.
Também mencionei que há exceções para a maioria das regras e, às vezes, a estrutura da história não precisa ocorrer em um filme – por exemplo, às vezes pode acontecer uma revelação que foi planejada o tempo todo, e às vezes essa revelação funcionará. A palavra “constantemente” no meu tweet original era importante – se os personagens fossem ocasionalmente revividos de maneiras interessantes que não diminuíssem a morte original, mas realmente melhorassem a história geral, eu não me importaria.
Eu também mencionei para as pessoas que não entenderam o tweet original e que não leram o tweet seguinte, e que continuaram jogando o renascimento do Groot na minha cara, que esse exemplo realmente não funciona porque Groot está morto.
Embora eu não pense necessariamente que é óbvio no Vol. 1, é importante dizer que se você explodisse e um pequeno pedaço de você começasse a se transformar em um bebê, eu não presumiria que esse bebê fosse você.
Eu acho que é mais óbvio no Vol. 2, já que Baby Groot tem uma personalidade diferente de Groot, não guarda nenhuma de suas memórias e é muito, muito mais burro.
E, claro, embora eu tenha dito tudo isso dezenas de vezes antes, é sobre isso que o tópico se tornou, com pessoas fazendo um “Grootsplaining” para me explicar por que eu estava errado e por que os personagens que criei para a tela não são o que penso que eles são. Desculpe, pessoal, não funciona assim. O sacrifício de Groot também teve peso e verdade.
De qualquer forma, espero que todos tenham um ótimo final de semana. Estou aqui na bela St. Louis com minha família, feliz por estar de volta à minha cidade natal.”

James confirmou que o Bebê Groot não é o mesmo Groot do primeiro filme, mas um “filho” dele

Por um tempo, essa questão parecia ter sido resolvida, com os fãs aceitando que o Bebê Groot não era o mesmo personagem, até porque ele foi retratado com uma personalidade bem distinta em suas aparições posteriores, até mesmo quando cresceu e virou um Groot Adolescente. E agora, como um Groot adulto parrudo, ele lembra um pouco mais aquele personagem do primeiro filme, apesar disso refletir muito na criação que ele teve dos Guardiões, que conheceram o “Groot Pai” e certamente tentaram ensinar valores parecidos.

Mas essa polêmica voltou à tona em 2022, quando a Disney lançou a série de curtas Eu Sou Groot, que traz o bebê descobrindo o mundo assim que sai do vasinho. Os filminhos contam com o Groot fazendo coisas padrões dos bebês, como dando os primeiros passos, tomando o primeiro banho, dizimando a primeira população inteligente… E coisas do tipo. Porém, no último episódio, o Bebê Groot faz um desenho para dar de presente ao Rocket e aí que os fãs apontaram para uma tentativa de retcon.

Isso porque o Bebê Groot desenhou a cena do primeiro filme em que seu pai envolve os Guardiões com seu corpo para salvá-los, consumando assim o sacrifício que encerrou sua vida. Um dos argumentos trazidos na época era que a série foi a primeira produção envolvendo os Guardiões que não foi escrita e dirigida por James Gunn.

Porém, Gunn supervisionou o projeto e até mesmo emprestou sua voz a um relógio que aparece na série. Ou seja, ele sabia o que estava acontecendo ali. Então, o mais provável é que o Bebê Groot tenha apenas desenhado a despedida do pai baseado nas histórias que os Guardiões contaram para ele. Inclusive, se for comparar o desenho com a cena em questão, os personagens não estão na mesma posição, corroborando para que seja apenas a forma como o bebê imaginou a cena por meio das histórias que ouviu. Até porque o desenvolvimento do personagem se deu como uma figura completamente nova, o que teria ignorado esse suposto “retcon”.

Sabia ou não?

Em Guardiões da Galáxia (2014), a Gamora (Zoe Saldana) é enviada por Thanos (Josh Brolin) para ajudar na captura do Orbe. Durante o filme, ela planeja trair o “pai” e vender o objeto para o Colecionador (Benicio Del Toro), que explica para o grupo – surpreso – que aquilo é uma Joia do Infinito extremamente poderosa. Então, quando a assistente do Colecionador pega a joia com as mãos e explode tudo, os Guardiões decidem deixá-la com a Tropa Nova, em Xandar.

Só que em Vingadores: Guerra Infinita, Gamora diz que já sabia do plano de Thanos desde sempre e que sabia onde estava a única joia cujo paradeiro era desconhecido. Para complicar mais, em Vingadores: Ultimato, a Gamora de 2014 de outra linha do tempo sequer chegou a conhecer e formar os Guardiões, mas sabia sobre as Joias, então é um retcon, certo? Não necessariamente.

Primeiro porque, como visto em Guardiões da Galáxia Vol.3, apesar dessa Gamora de outra realidade ter outras vivências e uma personalidade distante da Gamora que morreu em 2018, quando Thanos a jogou do penhasco em Vormir, ela pode ter um desenvolvimento parecido com a da Gamora que acompanhamos por mais tempo. Ela mesma diz em Guerra Infinita que sua missão era encontrar a Joia da Alma, não as outras (não por acaso, Thanos tinha diversos filhos e aliados para isso). Mas, fora isso, o plano da Gamora do primeiro filme teoricamente já supõe que ela sabe do risco que o Orbe representa se cair nas mãos de Thanos, por isso que ela o leva para o Colecionador, uma entidade cósmica cujo propósito de vida é colecionar coisas e criaturas, mantendo-as protegidas em um porto repleto de capangas.

O Colecionador foi introduzido na cena pós-créditos de Thor: O Mundo Sombrio (2013).

A prova de que o plano da Gamora seguia a lógica de quem tinha conhecimento da letalidade das Joias do Infinito é que os Asgardianos, a mando de Odin, levaram o Éter, a Joia da Realidade, para ficar guardado com o Colecionador por não ser considerado seguro manter duas Joias do Infinito no mesmo lugar, como visto na cena pós-créditos de Thor: O Mundo Sombrio (2013), já que eles mantinham o Tesseract nos cofres de Odin. Neste caso, Gamora provavelmente não sabia que ele já tinha uma Joia em suas posses, mas deixar a Joia com o Colecionador não parecia ser uma ideia ruim para esses dois núcleos. E o próprio Colecionador, fazendo valer seu nome, confiava em seu poder de defesa para tentar ele mesmo manter as Joias em seus cofres.

Em outras palavras, por mais que pareça inicialmente um retcon, quando se para pra pensar, não se encaixa no conceito.

A última Gamora?

No primeiro filme, quando os Guardiões são capturados em Xandar, eles são fichados pela Tropa Nova e algumas informações são mostradas em seus registros. No de Gamora, sua origem indica que ela é a última sobrevivente de seu povo. O problema é que Guerra Infinita mostra o momento em que Thanos chegou ao planeta natal de Gamora e matou metade do povo, como ele queria fazer com o universo, enquanto usa um punhal para explicar suas ideias para a menina e manipulá-la para se juntar a ele em sua missão supostamente em busca do equilíbrio perfeito para todos.

A situação complica ainda mais quando Thanos sequestra a Gamora adulta e eles conversam sobre os conceitos deturpados de salvação que o Titã quer pôr em prática. Durante a conversa, ele diz a ela que as pessoas de seu planeta natal não conhecem mais a fome e pobreza, que as crianças de lá estão felizes e bem alimentadas. Nesse ponto, a produção de Guerra Infinita provavelmente não se atentou para a informação colocada no canto da tela do primeiro Guardiões e tomou essa liberdade.

Também existe a possibilidade do Thanos apenas ter mentido para a Gamora. Afinal, ele diz que nunca ensinou a filha a mentir, por isso que ela mente tão mal. E isso faria de Thanos um grande mentiroso? Pode ser, mas principalmente sua versão de Guerra Infinita não parece se apoiar em mentiras, apenas em conceitos deturpados. Pode ser também que os registros da Tropa Nova, lá no primeiro filme, estivessem errados. Mas considerando que eles são uma grande força policial da galáxia, não parece ser o caso. Então, é bem provável que isso seja mesmo um retcon não proposital.

Vingadores poliglotas?

A comunicação entre os heróis espaciais é uma grande polêmica no MCU. Porém, nos filmes dirigidos por James Gunn, ele explica que os Guardiões se entendem e entendem outros aliens por conta dos tradutores intergalácticos implantados em seus corpos. Inclusive, em Guardiões da Galáxia Vol.3, a Mantis (Pom Klementieff) diz que não consegue entender o que dizem as crianças presas na nave porque a língua delas não constava em seu tradutor, mostrando todo um cuidado do diretor com esses detalhes.

Em 2020, em uma sessão de perguntas e respostas no Twitter, Gunn foi questionado sobre a comunicação dos heróis em Guerra Infinita, principalmente porque o Thor (Chris Hemsworth) surpreende o Rocket ao supostamente entender o que o Groot adolescente fala. O Deus do Trovão, então, diz que aprendeu a falar “Groot” em Asgard. No Tweet, James Gunn disse que tudo não passou de uma brincadeira do asgardiano, que conseguia entendê-lo pela pureza.

Thor estava fazendo uma de suas tradicionais piadas quando disse que ‘Groot’ era uma aula [lecionada em Asgard]. Meio que sendo um deus, ele não tem a mesma dificuldade que os Guardiões possuem para entender o Groot, disse James Gunn.

Em outro Tweet, que questionou como Thor o entendeu de primeira e Peter Quill (Chris Pratt), que tinha um tradutor universal, não, James enfim explicou como funciona o tradutor de Quill e a linguagem do Groot:

“Ele não possui um tradutor universal. Ele possui um tradutor. E ele não possui todas as línguas nele (não tinha a linguagem de Sakaaran no primeiro filme, por exemplo) e as pessoas não aprendem Groot através da linguagem – eles aprendem isso se conectando com o Groot, completou Gunn.

Em outras palavras, o Groot tem uma linguagem empática e isso gera um dos momentos mais bonitos do Vol.3, que é quando a Gamora e o público enfim se conectam ao Groot e pela primeira vez na saga, todos entendem o que ele diz: “Eu amo vocês”. Mas fora o Groot, os outros Vingadores entendem perfeitamente o que os Guardiões dizem, como o Bucky (Sebastian Stan), que entende o Rocket perguntando sobre o preço de seu braço metálico ou o Homem-Aranha (Tom Holland) entendendo a Mantis e o Drax (Dave Bautista) mesmo sem ter tradutor implantado. Isso não chega a ser um retcon, porque James segue com o conceito desse tradutor no último filme, então é só um grande erro/ descuido dos Irmãos Russo, que deixaram passar esse detalhe importante.

Sem capacete

Em Guerra Infinita e em Ultimato, Peter Quill aparece usando seu icônico capacete durante as cenas de batalha. No entanto, em Guardiões da Galáxia Vol.2, o Ego (Kurt Russell) quebra não apenas o capacete do Senhor das Estrelas, mas também seu precioso Walkman, com o Awesome Mix Vol.2 lá dentro. E no contexto do filme, essas quebras têm uma importância narrativa muito grande, porque é o momento em que seu pai, Ego, destrói contra a vontade de Peter os dois objetos que representam seus vínculos com sua persona da Terra (Walkman) e sua persona espacial (capacete), forçando o rapaz a se aceitar um Celestial e servir ao pai como uma bateria para A Expansão.

Essa quebra é tão importante para o desenvolvimento do Peter, que durante a luta final, em que ele consuma sua vingança contra o pai, ele cita que ele não deveria ter matado sua mãe e destruído suas coisas. E como James Gunn disse no caso do Groot, ele não é adepto de trazer de volta elementos narrativos que já serviram ao seu propósito e deixaram a cena. No entanto, os Irmãos Russo não parecem ter entendido o personagem da mesma forma e só trouxeram o capacete de volta para os filmes. Até mesmo por uma questão de conveniência, para poder usar o Senhor das Estrelas em cenas espaciais sem precisar justificar uma troca de roupa para um traje espacial.

Foto: Jessica Miglio. © 2023 MARVEL.

Bom, fato é que novamente James ignorou o que os Russo fizeram nos filmes dos Vingadores e manteve-se fiel a seu próprio planejamento para seus personagens. Por isso, no Especial de Festas (2022) e em Guardiões da Galáxia Vol.3 (2023), vemos Peter perambular por aí sem seu famoso capacete, que poderia, inclusive, tê-lo salvo ao final do último filme, sem precisar da ajuda de Adam Warlock (Will Poulter). Foi tipo um retcon do retcon.

Guardiões da Galáxia Vol.3 está em cartaz nos cinemas.

Crítica | ‘I Wanna Dance With Somebody: A História de Whitney Houston’ é um ESPETÁCULO

Em se tratando de Hollywood (e, a bem da verdade, de Brasil também), as cinebiografias musicais têm dado muitíssimo certo com o público (a ver ‘Bohemian Rhapsody’, ‘Elvis’, ‘Rocketman’ e por aí vai). Para abrir a temporada cinematográfica de 2023, uma grande potência chega às salas de cinema com cheirinho de indicações às premiações: o impressionante ‘I Wanna Dance With Somebody – A História de Whitney Houston’.

Uma coisa Nippy (Naomi Ackie) sempre soube: queria cantar. De jovem, fazia parte do coro da igreja e era backing vocal nas apresentações de sua mãe (Tamara Tunie), mas, no fundo, Whitney Houston sempre soube que sua voz podia se expandir muito mais do que estava fazendo. Certo dia, ela conhece Robyn (Nafessa Williams), uma jovem que rapidamente se transforma de melhor amiga à companheira inseparável de Nippy, tornando-se presença fundamental no dia em que o empresário Clive Davis (Stanley Tucci) vê Whitney se apresentar no bar e percebe que a jovem poderá se tornar a maior voz daquela geração. Com pouco mais de vinte anos, Whitney assina contrato com a gravadora, e, em pouquíssimo tempo, se torna um verdadeiro fenômeno mundial, quebrando recordes atrás de recordes, despertando, ao mesmo tempo, todo tipo de interesse nas pessoas que a cercam, desde seu próprio pai (Clarke Peters) a Jermaine Jackson (Jaison Hunter) e Bobby Brown (Ashton Sanders), que mais tarde se tornaria seu marido.

Anthony McCarten assina o roteiro. Caso o nome não lhe soe familiar, Anthony é simplesmente o responsável pelos roteiros dos premiados ‘Bohemian Rhapsody’, ‘A Teoria de Tudo’, ‘Dois Papas’ e ‘O Destino de uma Nação’. Isso significa que não só o cara não dá ponto sem nó, mas que também sabe entregar exatamente o que tanto público quanto crítica querem de um filme. Por outro lado, para quem já viu todas essas produções, pode esperar exatamente a mesma estrutura narrativa: um catártico número musical para encerrar o filme, flashbacks de momentos marcantes na vida da biografada, recriação fidedigna aos figurinos utilizados e muita, muita música, interpretadas com competência por Naomi Ackie, ainda que 95% da voz utilizada no filme seja da própria Whitney.

A principal escolha que o roteiro fez foi se dedicar principalmente à fase de ascensão de Whitney, ao impacto de sua voz na indústria fonográfica e sua importância enquanto legado para pessoas negras. Em outras palavras, o filme de Kasi Lemmons (‘Harriet’) pouco aborda as drogas e a violência doméstica vivida pela cantora. Esses elementos estão no filme, mas colocados como apenas como menção, não como tema principal, e esta foi provavelmente a escolha mais acertada da produção: fazer um filme que mostre quem Whitney foi, sem permitir que a violência de seu marido e as drogas a definisse como pessoa e como artista. Sem apontar muito o dedo para culpados, o filme mostra uma Whitney vulnerável e inocente em um mundo onde todos ao seu redor queriam um pedaço dela, e os inúmeros assédios vividos por ela pelos dois principais homens de sua vida (o pai e o marido) – incluindo assédio moral, financeiro, emocional -, em oposição às duas mulheres de sua vida (a mãe e a namorada), que, embora fossem exigentes, sempre demonstraram apenas querer o bem da cantora e fazê-la alcançar seus objetivos.

Assim, ‘I Wanna Dance With Somebody: A História de Whitney Houston’ é um filme positivo, sensivelmente representativo, emocionante, impactante e, ainda que ficção, bastante real, trazendo detalhes da vida da biografada que muitos desconheciam, construindo uma trajetória de vida inspiradora para as próximas gerações, fazendo com que Whitney seja lembrada para sempre,e acima de tudo, como a incrível potência vocal que foi, para além das pessoas que a cercaram e que destruíram sua carreira.

Com duas horas e meia, certamente a duração do filme pode acabar assustando alguns espectadores (e, vamos lá, dava para fazer com um pouquinho menos), mas a real é que em ‘I Wanna Dance With Somebody: A História de Whitney Houston’ é um espetáculo. Para os fãs, é um deleite aos olhos e aos ouvidos. Para quem não a conhece ou pouco a conheceu, é um ótimo caminho para conhecer a cantora para além de sua fase obscura. Imperdível nas telonas.

‘Army of the Dead’: Ray Fisher declara seu apoio a Zack Snyder pelo seu novo filme

Ray Fisher, um dos astros de Liga da Justiça, está bem animado em ver o diretor Zack Snyder voltar para a cadeira de direção com o remake de ‘Army of the Dead’.

O apoio a Snyder ocorreu via seu Twitter pessoal. O ator, que deu vida a Ciborgue, repostou um artigo escrito pela The Hollywood Reporter, que detalhava o novo longa-metragem de zumbis e trazia o nome de Snyder.

Confira:

https://twitter.com/rehsifyar/status/1090409049902837760

Snyder havia deixado sua carreira de lado pouco antes do lançamento de Liga da Justiça, em 2017, devido a tragédias familiares. Nesse meio-tempo, ele voltou para a internet com vídeos exclusivos sobre sua visão funesta para a DCEU.

Agora, o diretor foi chamado para trabalhar pela primeira vez dentro da Netflix.

Não há data prevista para o lançamento do filme.

‘9-1-1: Lone Star’: Série derivada contrata mais quatro nomes para o elenco

Segundo a VarietyNatacha KaramBrian Michael SmithRafael SilvaJulian Works foram elencados em 9-1-1: Lone Star’. Seus papéis, entretanto, ainda não foram revelados.

O grupo se junta aos previamente anunciados Ronen Rubinstein, Sierra McClain, Rob LoweLiv TylerJim Parrack. Lowe dará vida ao bombeiro nova-iorquino Owen Strand que, junto a seu filho já adulto, se muda para a cidade de Austin e tenta equilibrar sua problemática vida com sua necessidade de ajudar os outros.

Tyler, por sua vez, será a chefe dos paramédicos Michelle Blake, descrita como brilhante, irônica e a única que consegue enfrentar Owen na estação de bombeiros. Michelle tem uma obsessão que luta para controlar: descobrir o que aconteceu com sua irmã Iris, que desapareceu dois anos atrás.

Parrack será Judd, um bombeiro texano marcado pela tragédia. Rubinstein será TK Strand, o filho adulto de Owen; McClain, por sua vez, será Grace Ryder, operadora do centro de bombeiros e esposa de Judd Ryder.

A série funciona como spin-off da aclamada 9-1-1, que retorna para sua 3ª temporada no final deste mês. Ambas as produções foram criadas por Ryan Murphy, Brad FalchukTim Minear.

9-1-1: Lone Star’ tem estreia marcada para o dia 19 de janeiro de 2020.

‘Fargo’: Estreia da 4ª temporada é adiada devido ao Coronavírus

FX anunciou hoje (16) que a estreia da quarta temporada de Fargo foi adiada indefinidamente devido ao surto de Coronavírus.

Ainda há dois episódios a serem rodados e, por causa da pandemia, a produção foi suspensa. Dessa forma, a emissora decidiu cancelar o lançamento previsto para 19 de abril.

Mais informações devem ser divulgadas em breve.

 

A première será composta por um episódio duplo.

Timothy OlyphantChris Rock, Ben Whishaw, Jessie BuckleyJack Huston, Jason Schwartzman, Salvatore Esposito, Andrew Bird, Jeremie Harris, Gaetano Bruno , Anji White, Francesco Acquaroli, E’myri CrutchfieldAmber MidthunderUzo Aduba fazem parte do elenco do novo ciclo.

Na produção de Noah Hawley, após duas grandes ondas de imigrantes chegarem nos Estados Unidos, uma família italiana e uma negra comandam o crime organizado de Kansas City. Para conseguir alcançar a paz entre as duas organizações, os chefes de cada família trocam seus filhos mais velhos. Rock será o líder de um dos grupos grupos.

Crítica | Like a Prayer – O state-of-art do pop

Nos primeiros anos de sua carreira, Madonna deu a entender que ‘True Blue’ seria seu melhor álbum. Lançado em 1986 e seguindo o não tão original ‘Like a Virgin’, a composição musical da obra em questão superou a expectativa de todos e mostrou com bastante competência que a união de diversos gêneros pode funcionar sim quando feita com cautela, paciência e esmero. Entretanto, a cantora havia apenas começado o seu extenso e memorável legado, aparecendo pouco tempo depois do fracasso de ‘Quem É Essa Garota?’ com a maior e melhor iteração de toda a sua carreira: o icônico e revolucionário ‘Like a Prayer’.

A quarta rendição de Madonna é, sem sombra de dúvida, um divisor de águas em sua discografia e até mesmo na história da música pop – afinal, esta foi uma das primeiras vezes em que o gênero em questão alcançou um patamar aplaudível, raspando na perfeição fonográfica. Não é surpresa, pois, que a artista se valha de seus melhores vocais e performances que oscilam do proposital melodramático ao puro cinismo, conversando em uma deliciosa contradição com o CD anterior. ‘Like a Prayer’, inclusive, serviria de inspiração para inúmeras construções contemporâneas e ressurgiria com mais força em futuros álbuns da lead singer – caso prestemos atenção, alguns versos são bastante familiares com os de compilações como ‘Confessions on the Dancefloor’ (2005) e ‘MDNA’ (2012).

A investida em questão já abre com uma canção nada menos que perfeita: a faixa-título abre com um poderoso, porém breve, solo de guitarra que logo é ofuscado pelos tons propositalmente gospel de um órgão, que prepara terreno para a clássica bateria que já apareceu em outras composições (como “Material Girl”). Entretanto, apesar do escopo “animador” da música, a cantora reside nas harmonias de seu alcance mezzosoprano e brinca com as estruturações convencionais de tantas outras produções de artistas conterrâneos, adicionando uma singela camada de ousadia para uma envolvente letra. “Quando você me chama pelo meu nome, é como se fosse uma oração”: com esse verso, Madonna encontra sua fraqueza mesmo se consagrando como independente – e deixa espaço considerável para os elementos de idolatria voltarem com a forte presença do coro.

A balada desconstruída, que remonta a ares clássicos assim como ‘True Blue’ e ‘Like a Virgin’ fizeram com algumas faixas, é seguida da clássica “Express Yourself”. A track, como nunca antes, reflete a necessidade de empoderamento do eu lírico, ainda mais considerando que seu declamador é uma mulher inserida numa indústria controlada por homens. Por isso, os versos que podem parecer superficiais carregam consigo um significado dúbio (“não aceite o segundo lugar, baby” repete-se no início de cada refrão), acompanhado pela expressividade dos trompetes e, mais uma vez, da retumbante bateria.

A obra em si é o exato oposto de sua predecessora – ainda mais considerando que havia acabado de se separar de Sean Penn. E foi com um coração quebrado e um talento inigualável que a artista criou uma declaração difamatória e satírica extremamente sutil que, pelo título, já nos causa estranhamento: “Love Song” nos dá a entender que Madonna irá se entregar mais uma vez aos affairs românticos, mas logo depois do primeiro acorde, percebemos, como ela, que “esta não é uma canção de amor” – e até mesmo os diálogos em francês ajudam a reafirmar isso. Já aqui, percebemos a volta dos sintetizadores, que, diferente de antes, não seriam os principais instrumentos a ganharem nossa atenção.

O álbum cresce em originalidade e não recua em nenhum momento: seja com o chocante desabafo em “Till Death Do Us Part” ou com a catártica “Promise to Try”, Madonna explora com força vocais esplêndidos, tangenciando uma majestuosidade de nos arrepiar: nesta canção, por exemplo, ela se mantém em um tom único que harmoniza com o piano e o violino, ambos se postando diante de uma performance adorável. Seria apenas com “Cherish” que a produção optaria pelos acordes do electro-pop com uma narrativa, se é que é possível, mais romantizada e menos trágica que ‘Romeu e Julieta’, citando-os conforme caminhamos para o último ato (“eles nunca sentiram o que sinto”).

É interessante observar de que forma a cantora volta para suas premissas de amor na faixa supracitada e busca uma rendição mais teatral e anacronicamente perfeita em “Dear Jessie”: ela também aproveita para mostrar que cada uma de suas entregas é única e, aqui, cria uma atmosfera onírica acompanhada de arquiteturas que nos arremessam para décadas muito anteriores. Os dinâmicos violinos, regendo a imponência de uma paixão intrínseca, mesclam-se de modo radiofônico com “Oh Father”, cuja ambiência muda fluidamente para uma épica jornada coming-of-age que explode em um honrável chorus que repete “nunca me senti tão bem comigo mesma”.

A idealização narrativa não se resume apenas ao amor entre duas pessoas, mas sim do amor que Madonna sente por sua família, compreendendo-o como o âmbito mais importante da vida. A priori, a delineação musical nos passa uma sensação supérflua demais; porém, é imprescindível lembrar que essa track carrega uma profundidade mascarada, ainda mais porque a lead perdeu sua mãe com apenas cinco anos de idade. Logo, “não se esqueça de que sua família é ouro” ganha uma dimensão muito maior do que podemos dar crédito.

A epopeia termina com o bruto retorno latino em “Pray for Spanish Eyes”, com a utilização híbridas das castanholas e, mais uma vez, dos sintetizadores. Madonna até mesmo arrisca uma rouquidão que funciona em sua completude antes de finalizar com o brevíssimo resumo-conclusão “Act of Contrition”, misturando o imediato reconhecimento da guitarra com o coro da primeira música em um último esforço catártico, cuja influência atuaria diretamente em outro grande nome da música: Lady Gaga.

‘Like a Prayer’ sem sombra de dúvida, o mais próximo que o pop se aproximou da perfeição. Provando definitivamente sua versatilidade estilística, a artista cria e cultiva por gerações um state-of-art do gênero, uma joia lapidada que nos guia, em um inebriante e sinestésico conto de fadas distorcido, pelo imortal legado de Madonna.

Nota por faixa:

  • Like a Prayer – 5/5
  • Express Yourself – 5/5
  • Love Song – 4,5/5
  • Till Death Do Us Part – 5/5
  • Promise to Try – 5/5
  • Cherish – 4,5/5
  • Dear Jessie – 5/5
  • Oh Father – 4,5/5
  • Keep It Together – 4/5
  • Pray for Spanish Eyes – 5/5
  • Act of Contrition – 5/5

‘Homem-Aranha 3’: Toby Maguire, Andrew Garfield e Tom Holland reunidos em incrível arte de fã

Em seu Instagram oficial, o artista Israel J. Soteldo compartilhou uma incrível arte de fã do aguardado Homem-Aranha 3, reunindo os astros Toby MaguireAndrew GarfieldTom Holland.

Confira:

A estreia da continuação continua marcada para 17 de dezembro de 2021, mas é possível que, com o adiamento da produção, o lançamento seja afetado.

Além de Tom Holland voltando como o personagem-titular, Zendaya irá reprisar seu papel como MJ. E é bem provável que grande parte do elenco também retorne, incluindo Marisa Tomei e Jacob Batalon.

Alfred MolinaAndrew GarfieldKirsten Dunst também foram confirmados, enquanto Emma StoneTobey MaguireWillem DafoeThomas Hayden Church estão em negociações para participar do longa-metragem.

Lembrando que Amy Pascal atuará como produtora da sequência ao lado de Kevin Feige, representando a Sony e a Marvel, respectivamente.

Assista à nossa crítica sobre ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘:

‘Rugrats: Os Anjinhos’: Série animada ganha trailer e data de estreia!

A Paramount+ divulgou hoje (05) o trailer oficial da série animada de Rugrats: Os Anjinhos’.

A produção tem estreia marcada para o dia 27 de maio.

Confira:

David Bowers (‘Diário de um Banana’) fica responsável pela direção dos episódios. Os criadores da série original, Arlene Klasky, Gábor Csupó e Paul Germain, retornam como produtores executivos.

Tommy, Angelica, Chuckie e o restante dos Anjinhos estão de volta para uma nova série animada na Paramount+! Ajuste a altura das cadeiras para o show, que continua o conto dos bebês do clássico sucesso dos anos 1990. Então, prepare-se para a reunião do icônico grupo de crianças – dublados pelos membros do elenco original – à medida que embarcam em novas aventuras épicas.

E.G. DailyNancy CartwrightCheryl ChaseCree SummerKath Soucie fazem parte do elenco. Ashley Rae SpillersTony HaleNatalie MoralesAnna ChlumskyTimothy SimonsNicole ByerOmar MillerMichael McKean entram como novos personagens.

Rugrats: Os Anjinhos‘ foi uma das séries animadas de maior sucesso da Nickelodeon, sendo exibida entre 1991 e 2004 – com um hiato entre 1995 e 1997. Na trama, um grupo de crianças aparentemente normais vivem diversas aventuras, possuem habilidades cognitivas avançadas e chegam a se comunicar como adultos, de maneira articulada e interativa.

A série chegou a ter um spin-off, intitulado ‘Rugrats Crescidos‘, que trazia os personagens na fase da adolescência, além de ter ganhado um longa de animação.

Curiosidades | ‘Annabelle’, pré-sequência de ‘Invocação do Mal’, completa 7 anos!

Depois do sucesso sem precedentes de Invocação do Mal, lançado em 2013, os produtores James WanPeter Safran perceberam que tinham em mãos o início de um universo que perduraria até os dias de hoje. E, como novo capítulo dessa famosa franquia de terror, deram vida à ‘Annabelle’, pré-sequência lançada em 2014 e que conta a história da boneca titular – um dos casos mais famosos do casal EdLorraine Warren.

Estrelado por Annabelle WallisWard Horton, a história acompanha John Form (Horton), um homem que acredita ter encontrado o presente ideal para sua esposa grávida (Wallis): uma boneca vintage. No entanto, a alegria do casal não dura muito. Numa noite terrível, membros de uma seita satânica invadem a casa do casal em um ataque violento. Ao tentarem invocar um demônio, eles mancham a boneca de sangue, tornando-a receptora de uma entidade do mal.

Apesar das críticas negativas, o longa se tornou um sucesso de bilheteria e arrecadou quase US$260 milhões mundialmente, contra meros US$6,5 milhões de orçamento – motivo pelo qual gerou uma elogiada pré-sequência chamada Annabelle 2: A Criação do Mal e uma sequência intitulada Annabelle 3: De Volta para Casa.

Para comemorar seu sétimo aniversário, celebrado hoje, 29 de setembro, o CinePOP preparou uma breve lista com algumas curiosidades de bastidores, que você pode conferir abaixo:

  • O filme retrata Annabelle como uma boneca de porcelana, mas a verdadeira pertence à linha Raggedy Ann e inclusive está exposta no museu de demonologia dos Warren. A ideia foi transformar a “personagem” em uma criatura mais assustadora e envolvente, motivo pelo qual teve seu design alterado.
  • O móbile que paira acima do berço do futuro filho do casal toca a mesma trilha da caixinha de música de Invocação do Mal.

  • A premiada apresentadora Ellen DeGeneres costumava morar no apartamento utilizado para o longa. Durante a promoção do filme em seu programa, ela explicou: “o apartamento do filme foi o primeiro apartamento que tive quando me mudei para Los Angeles. Aquele era o prédio onde eu morava. Eu estava assistindo e ficava pensando: ‘isso é bem familiar’, e era meu prédio. Era assustador naquela época também”.
  • A verdadeira boneca Annabelle foi dada à Donna, uma estudante da faculdade à época, pela mãe, em 1970. Ela e a colega, Angie, perceberam que a boneca se mexia sutilmente; em algumas semanas, conseguiu se mover por completo, transitando de um quarto para o outro enquanto elas não estavam em casa.

  • Alfre Woodard, que intepreta Evelyn no filme, não havia assistido a Invocação do Mal antes da produção do filme começar. Em vez disso, preparou-se para o projeto pesquisando sobre a história verdadeira que inspirou a trama.
  • Os protagonistas se chamam Mia e John e fazem referência direta aos atores do clássico ‘O Bebê de Rosemary’Mia FarrowJohn Cassavetes. O filme de 1968 gira em torno de um jovem casal que mora em um apartamento de luxo e que se tornam alvo de uma seita satânica. O frequente barulho dos vizinhos em ‘Annabelle’ também faz homenagem ao outro longa.
  • Mia grita o nome “Leah!” nada menos que 89 vezes no longa-metragem, quebrando o recorde do número de vezes que o nome de um personagem é dito repetidamente em um filme.

  • Morganna BridgersZach PappasJoseph Bishara são os únicos atores a retornarem do filme anterior para este. Bridgers e Pappas reprisam seus papéis de Debbie e Rick, respectivamente, enquanto Bishara, que deu vida a Bathsheba em Invocação do Mal, interpreta a Figura Demônica em ‘Annabelle’.
  • Em uma das cenas, é-nos mostrado um logotipo gigantesco de um prédio com o nome Barclay. Barclay é sobrenome do personagem Andy Barclay, protagonista da franquia ‘Brinquedo Assassino’, cuja narrativa também gira em torno de um boneco possuído.
  • Apesar de ser creditado apenas como produtor, Wan ficou responsável pela direção da cena do elevador.

‘The Flash’: Bart e Nora tentam consertar a linha do tempo na sinopse oficial do episódio 08×06; Confira!

The CW divulgou a sinopse oficial de “Impulsive Excessive Disorder”, sexto episódio da 8ª temporada de The Flash, que deve começar um novo arco para a iteração (ou seja, fora do evento de cinco episódios que ficou conhecido como “Armageddon”).

Na trama, “continuando de onde a 7ª temporada parou, depois de voltar para casa de uma visita aos votos de renovação de seus parentes, Bart e Nora logo percebem que as coisas não estão exatamente como eles as deixaram. A dupla corre para reparar quaisquer fissuras na linha do tempo e restaurar tudo à normalidade”.

O episódio será exibido no dia 09 de março.

Confira a promo:

Criada por Greg Berlanti, Geoff Johns e Andrew Kreisberg, ‘The Flash‘ faz parte do Arrowverse.

Barry Allen era um funcionário da Polícia Científica que, ao sofrer um acidente, foi banhado por produtos químicos em seu laboratório e, em seguida, atingido por um raio. Foi a partir disso que ele começou a ser capaz de canalizar os poderes vindos do “Campo de Velocidade”, e se locomover em altíssimas velocidades. Usando uma máscara e um uniforme vermelho, ele começa a usar suas habilidades para patrulhar Central City com a ajuda dos cientistas da S.T.A.R. Labs.

O elenco conta com Grant Gustin, Candice Patton, Danielle Panabaker, Carlos Valdes, Tom Cavanagh e Jesse L. Martin.

A paixão é perigosa no novo teaser oficial do suspense ‘Um Lugar Bem Longe Daqui’

Sony Pictures divulgou o novo teaser oficial do suspense ‘Um Lugar Bem Longe Daqui‘, estrelado por Daisy Edgar-Jones (‘Fresh’).

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 1º de setembro.

Confira, junto ao trailer completo:

Dirigido por Olivia Newman, o longa é uma adaptação do romance homônimo de Delia Owens.

Kya é uma garota abandonada, que teve que se criar sozinha no brejo da Carolina do Norte. Por anos, rumores da “Menina do Brejo” assombraram Barkley Cove, isolando a afiada e inteligente Kya de sua comunidade. Atraída por dois jovens na cidade, Kya se abre para um mundo novo e estimulante, mas quando um deles é encontrado morto, ela é imediatamente considerada a principal suspeita. Conforme o caso vai se desdobrando, a verdade sobre o que aconteceu se torna cada vez mais nebulosa, ameaçando revelar os muitos segredos que existem no brejo.

O elenco ainda conta com Taylor John SmithHarris DickinsonMichael Hyatt, Sterling Macer Jr. e David Strathairn.

Taylor Swift assina “Carolina”, canção original para a produção.

As 10 Melhores Séries de 2022

2022 já está acabando e, como é de costume aqui no CinePOP, chegou a hora de revisitar o melhor da televisão e dos streamings.

O ano tem sido ótimo para o mundo seriado, entregando ao público séries maravilhosas e memoráveis, desde a ótima fantasia A Casa do Dragãoaté a incrível comédia de mistério The Afterparty – ambas duas grandes surpresas do ano.

Nesta nova lista especial, separamos as dez melhores séries do ano, e garantimos que esse não foi um trabalho fácil.

Confira abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual foi a sua favorita:

10. WANDINHA

“A série, como já podemos imaginar, é uma celebração do macabro e funciona com fluidez invejável – algo muito bem-vindo, considerando a carreira oscilante de Burton nas telonas. O diretor e produtor aproveitar incursões de grande sucesso de um passado não muito distante, como ‘A Noiva Cadáver’‘Sweeney Todd’ e ‘Frankenweenie’, para delinear um universo que, em qualquer outro lugar, seria impossível demais para ter credibilidades. Felizmente, Burton sabe como organizar cada um dos elementos e se alia a um time competente de artistas para dar origem à sua visão, firmando colaboração com os criadores Alfred Gough e Miles Millar e nos encantando do começo ao fim. Claro que o show comete deslizes, ainda mais no tocante aos efeitos especiais, mas um elenco de peso e uma história envolvente são o bastante para nos querer fazer maratonar a temporada de estreia.” – Thiago Nolla

9. A CASA DO DRAGÃO

“A temporada segue uma linha bem explícita de equilibrar drama com ação e algumas incursões reflexivas que mais servem como metáforas para a compreensão do mundo em que vivemos que para auxiliar no ritmo da história. Mesmo com o saldo positivo, é notável como a série é muito apaixonada pela original e não pensa duas vezes antes de homenageá-la como pode, com referências pontuais e escolhas estéticas que puxam elementos de capítulos como “The Rains of Castamere”, no tocante à atmosfera de suspense e angústia, e “Battle of the Bastards” “The Bells”, no tocante a acontecimentos mais grandiosos que premeditam o desenlace dos capítulos. Ainda que as semelhanças sejam óbvias, o time criativo procura ao máximo se desvencilhar de repetições – ora, Ramin Djawadi, por exemplo, se inspira na trilha sonora primogênita, remodelando-a para uma ambientação mais densa e condizente com o que acontece” – T.N.

8. O SENHOR DOS ANÉIS: OS ANÉIS DE PODER

“Nada disso viria à tona sem um realizador competente por trás das câmeras e que conseguisse trazer o mais detalhado aspecto da Terra-Média às telinhas – e é graças a J.A. Bayona, nome por trás do subestimado ‘Sete Minutos Depois da Meia-Noite’, que os episódios se tornam realidade. O diretor espanhol já demonstrou ter um olho crítico para obras de fantasia, utilizando uma sólida bagagem para celebrar aqueles que o inspiraram, mas sem deixar suas peculiaridades de lado. Bayona, aliado ao incrível time criativo da Amazon Studios, tem o espaço necessário para retratar a imensidão da natureza contra a pequenez da ambição dos personagens (cujo contraste é reiterado pela sensação de infinitude) e a eterna batalha entre o bem e o mal (não no sentido maniqueísta, essencialmente, mas na beligerância externa e interna de cada persona)” – T.N.

7. EUPHORIA

“Se existe algo que merece destaque em ‘Euphoria‘ é esse leque de personagens curiosos e fascinantes. É difícil achar alguém que não mereça ter suas histórias explanadas, ou mesmo que o background não desperte a atenção do espectador. Por fim, a segunda temporada de ‘Euphoria‘ vem para provar, novamente, porque a criação da A24 é atualmente uma das produções tematicamente mais ricas e interessantes para ser acompanhada. Rivalizando somente com a também ótima realização da NetflixSex Education, no quesito de abordar de maneira primorosa o subgênero coming of age. E mesmo que ambas abordem culturas distintas, já que a obra do streaming rival se passa na Inglaterra, e a da HBO nos EUA, no fim das contas entendemos que o individuo é daquela maneira em qualquer lugar do mundo” – Wilker Medeiros

6. THE WHITE LOTUS

“Há uma série de críticas trazidas por White que também são encarnadas por cada uma das engrenagens da série. A alienação sociopolítica é uma das inflexões que surgem no núcleo envolvendo Harper e Ethan contra Daphne e Cameron: enquanto estes posam como um casal perfeito, livre de problemas por não se importar com eles e tendo um aval inexplicável para fazer o que bem entenderem, aqueles lutam para aguentá-los até o fim do dia, lidando com um senso de despertencimento e com o choque de um privilégio branco que se manifesta das mais diversas maneiras. E, enquanto o desenrolar da trama nos deixa furiosos, é impossível desviar os olhos das cenas que estrelam – talvez pelo fato de sermos seduzidos pela tragédia e pela vergonha alheias.” – T.N.

5. THE BOYS

“Expandindo ainda mais o arco narrativo de todos os heróis – com ou sem o composto V – de forma brilhante, a produção já se prepara para uma nova temporada, à medida que presenteia a audiência com um 3° ciclo grotesco, mas ironicamente bastante apaixonante. Destacando Kimiko (Karen Fukuhara) e Frenchie (Tomer Capone) de forma diferente e encantadora, ‘The Boys‘surpreende com capítulos dignos de extensas maratonas, encerrando sua temporada mais uma vez com um sabor agridoce, apenas para aguçar o paladar dessa audiência incansável por confusão e pancadaria. E se depender daqueles 10 segundos finais, a 4ª temporada promete desafiar o restinho de compreensão humana que ainda nos restava após tantos episódios de ‘The Boys‘” – R.G.

4. ANDOR

“Desde o início de ‘Andor’ o espectador encontra uma grande produção, e o diretor Benjamin Caron encontra formas de também inserir novos elementos e registrar sua própria assinatura na série, como a acertada escolha de colocar a música ao vivo no set nos momentos-chave do enredo, que vemos no terceiro episódio; dá para sentir a diferença que isso fez na entrega do elenco ao sentimento das cenas. Ainda sobre este ponto, toda a dinâmica do sistema de alerta em Ferrix faz o espectador brasileiro pensar na engenhosa rede de comunicação das comunidades periféricas que temos em nosso país” – Janda Montenegro

3. HACKS

“A 2ª temporada de ‘Hacks‘ nos deixa à deriva, perplexos diante de uma história excepcional tão bem destrinchada em oito episódios de meia hora. Nos consumindo para dentro da disfuncionalidade relacional de Deborah e Ava, a original HBO Max meio que nos deixa ao relento, magoados por um final tão impecável, que é difícil demais de ser encarado. Mas DownsAniello e Statsky ainda possuem uma carta na manga e o que parece ser um ponto final definitivo, talvez seja apenas um ponto e vírgula de uma futura 3ª temporada. Mas quem vai realmente poder decidir isso é só a HBO Max” – R.G.

2. THE AFTERPARTY

Se você ainda não assistiu a The Afterparty, não sabe o que está perdendo: a série da Apple TV+ chegou sem muito barulho ao catálogo da plataforma de streaming e rapidamente se tornou uma das melhores do ano, apostando fichas em uma miscelânea de gêneros narrativos comandados por um elenco espetacular. Ao longo de oito episódios, a obra apresenta diversas perspectivas de um mesmo evento: um assassinato em meio a uma reunião de antigos colegas de escola. No final das contas, cabe à Detetive Danner (Tiffany Haddish) e a seu parceiro, o Detetive Culp (John Early), descobrir quem cometeu o crime.

1. RUPTURA

“Sob uma realidade repleta de interrogações, mentiras mal ditas e verdades nunca ditas, ‘Ruptura‘ é um retrato caótico e distópico do ser humano sem suas memórias e raízes, à medida em que explora a codependência emocional a qual muitas vezes somos submetidos em nossas relações corporativas com líderes carrascos e narcisistas que sugam nossas energias. E o elenco da série, composto também por Patricia Arquette,Britt Lower,Zach Cherry,Tramell Tillman, John Turturro e Christopher Walken, se encarrega de tornar essa experiência televisiva ainda mais realista, com uma coletânea de performances assustadoramente poderosas” – R.G.

Miles Morales está de volta no novo clipe oficial ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso’; Confira!

Sony Pictures divulgou um novo clipe oficial de Homem-Aranha: Através do Aranhaverso, sequência da aclamada animação lançada em 2018.

A estreia está marcada pra 02 de junho nos cinemas nacionais.

Confira:

De acordo com o Box Office Pro, a sequência deve arrecadar pelo menos US$ 85 milhões durante seu primeiro fim de semana em exibição no território norte-americano.

As excelentes análises dos críticos e dos fãs ao filme anterior são um dos motivos que está deixando o público com tanta expectativa pela continuação, além da ansiedade em ver centenas de variantes do Cabeça de Teia.

Caso a projeção se confirme, a marca representa mais do que o dobro da bilheteria doméstica do filme original no mesmo período.

Lançado em 2018, ‘Homem-Aranha no Aranhaverso’ abriu com US$ 35,4 milhões no mercado interno.

Ao fim da temporada em cartaz na região, a sequência deve fechar o caixa com uma estimativa entre US$226 e US$ 325 milhões.

Já o anterior fez US$ 190,2 milhões ao fim de suas exibições.

E aí, você está animado?

Assista ao trailer:

Kemp PowersJustin K. Thompson também entram como diretores.

Vale lembrar que Chris Lord e Phil Miller roteirizaram a continuação ao lado de David Callaham (‘Shang-Chi’). Lord originalmente co-assinou o filme original ao lado do diretor Rodney Rothman.

Daniel Pemberton também retorna para compor a trilha sonora das próximas aventuras de Miles Morales.

Matéria | Conheça ‘Olhos Prateados’, romance baseado na clássica franquia de jogos ‘Five Nights at Freddy’s’

Em 2014, Scott Cawthon ganhava conhecimento da indústria de games ao lançar a primeira iteração de uma franquia que viria a se tornar tão icônica quantos os clássicos jogos point-and-click que fizeram sucesso algumas décadas atrás. A série, intitulada Five Nights at Freddy’s’, não apenas insurgiu em uma perspectiva com grande originalidade, mas também gerou inúmeras teorias da conspiração e abriu espaço para uma nova vertente do storytelling – e, seguindo os passos de outras franquias como Assassin’s Creed’ e Warcraft’, não poderia deixar de adquirir uma versão literária e, como já podemos imaginar, uma futura releitura para as telonas, ainda que este projeto ainda esteja em seus estágios iniciais.

Partindo dessa premissa, a romancista Kira Breed-Wrisley tinha uma tarefa um tanto quanto árdua em mãos: se pensarmos bem – e aqui evoco memória de algumas pessoas que já tenham se aventurado na Pizzaria Freddy Fazbear -, todo o pano de fundo construído por Cawthon não necessariamente segue uma cronologia sensata. Na verdade, o microcosmos funciona em suas próprias regras, e o jogador assume a posição de um guarda noturno que deve sobreviver durante cinco noites enquanto é atacado por animatrônicos demoníacos que querem transformá-lo em um deles. Como trazer essa trama para as páginas – e como torná-la tão envolvente quanto o game que a originou? Certamente Breed-Wrisley não poderia cometer os mesmos erros que outros novelistas que adotaram a missão de traduzir os épicos online para o meio literário e falharam miseravelmente em criar algo satisfatório o suficiente.

Felizmente a autora já tem uma experiência considerável na área – além de ser uma dramaturga de talento inegável; Olhos Prateados’, como ficou conhecido sua primeira expansão para o universo de FNAF’, não apenas superou todas as expectativas como também endossou a própria capacidade artística e narrativa da responsável pela nova história. Apesar dos poucos capítulos serem longos em termos quantitativos, em momento algum nos vemos frente a frente com sequências extenuantes ou monótonas, mas sim pequenas pérolas de tensão e suspense que conseguem capturar o leitor desde o primeiro momento em que abre as páginas do livro até as palavras finais – e, diferente do que podemos pensar, esta não é apenas mais um medíocre produto de gênero, mas sim algo que brinca com a temporalidade em uma montagem que beira o cinematográfico.

A história central gira em torno de Charlotte, também conhecida como Charlie, que retorna para sua cidade natal para reencontrar seus amigos de infância no aniversário de um trágico acontecimento ocorrido dez anos atrás: o desaparecimento de Michael, uma criança de seis anos que foi raptada dentro da Pizzaria Freddy Fazbear e nunca mais foi encontrada. Destruindo a relação entre inúmeros habitantes da pequena Hurricane e mudando para sempre a dinâmica comunidade – o pai de Charlie, responsável pelo restaurante e por toda a decoração fincada em animatrônicos e brinquedos tecnológicos, acabou se matando após o ocorrido -, a jovem garota se sente desconfortável ao voltar para lá e nem mesmo poderia imaginar os segredos que ressurgiriam para assombrá-la.

A romancista cria imagens vívidas a cada uma das páginas, e já começa a narrativa de modo impactante, delineando um prólogo mórbido que nos mantém um pouco preparados para o que virá a seguir. Entretanto, nem mesmo essa investida anacrônica consegue premeditar as viradas e a explicitação com a qual as coisas se desenrolam – estamos falando de adolescentes de dezessete anos experienciando o gosto mais puro do terror, do medo, e que consegue nos deixar arrepiados e intrigados.

Não é à toa que, apesar do linguajar levemente rebuscado e descritivo, a leitura de Olhos Prateados’ seja de razoável facilidade ao mesmo tempo em que não se restringe a mergulhar em passagens intimistas – em diversos momentos, Charlie se vê vasculhando a memória e retornando a traumas de um passado distante que ainda insistem em se fazer presentes.

Em nenhum momento as tramas e subtramas se confundem em uma mescla amorfa de previsibilidade; muito pelo contrário, aqui há espaço para desenvolver o conflito principal com começo, meio e um fim cheio de cliffhangers para possíveis continuações – que inclusive já existem -, e também margem para possibilitar o crescimento e amadurecimento de seus protagonistas, desde o pequeno Jason que se vê num tour-de-force compulsório e cruel, até as centelhas complicadas da relação entre Charlie e um velho amigo de infância, chamado John. De modo equilibrado, vemos alguns escapes cômicos tomarem conta de certas passagens, como a construção arquetípica e controversa de Jessica, e alguns estereótipos propositais que contribuem para o andamento mais dinâmico do livro.

Talvez as coisas se mostrem repetitivas em dado momento, porém é provável que Breed-Wrisley tenha pensado em alguns deslizes e buracos que seriam mais complicados de fechar sem tangenciar o ridículo. É por isso que elementos tanto do drama quanto do sobrenatural se encontrem inúmeras vezes, oscilando entre o que é real e o que é loucura, dançando através dessas inúmeras vertentes para possibilitar um fechamento mais conclusivo e satisfatório aos leitores. Ainda que o protagonismo dos animatrônicos seja ofuscada pelos outros personagens – sim, nós queremos mais brinquedos demoníacos e, de preferência, mais terror -, é quase instantâneo visualizar os rostos deformados de Freddy, Chica, Bonnie e Foxy, as mesmas personas criadas para os jogos, mas agora com uma motivação mais especial.

‘Olhos Prateados’ é apenas o início de uma franquia literária muito interessante e com potencial gigante. Unindo o útil ao agradável, o vanguardista ao convencional, a parceria entre virtual e material tornou-se uma surpresa muito bem-vinda – e recheada daquilo que mais gostamos: o trágico.

‘Longlegs’: ELOGIADO terror que traz Nicolas Cage como serial killer ganha teaser INTENSO e data de estreia

O terror psicológico ‘Longlegs‘, que trará o veterano Nicolas Cage (‘O Peso do Talento’) como um sádico serial killer, ganhou um novo teaser intenso.

A Diamond Films lançará o filme nos cinemas nacionais no dia 11 de julho.

Na trama…

“A agente do FBI Lee Harker (Monroe) é a talentosa nova recruta designada para o caso não resolvido de um perigoso serial killer (Cage). À medida que o caso sofre reviravoltas complexas, desenterrando evidências de ocultismo, Harker descobre uma conexão pessoal com o assassino impiedoso e deve correr contra o tempo para detê-lo antes que ele reivindique a vida de outra família inocente.”

Confira, junto ao trailer, e siga o CinePOP no Youtube:

O elenco ainda contará com Maika Monroe (‘Corrente do Mal’), Alicia Witt (‘Lenda Urbana’) e Blair Underwood (‘American Crime Story’).

Comandado por Osgood Perkins, diretor de ‘A Enviada do Mal‘ e ‘Maria e João: O Conto das Bruxas‘, o projeto está sendo descrito como “um horror psicológico na mesma veia dos antigos clássicos de Hollywood”.

 Além de dirigir, Perkins também é responsável pelo roteiro do terror.

C2 Motion Picture Group irá produzir, além de financiar o longa.

Cage também servirá como produtor ao lado de Dan Kagan (‘Significant Other’), Brian Kavanaugh-Jones (‘Sobrenatural’), Dave Caplan (‘The End We Start From’) e Chris Ferguson (‘Brinquedo Assassino’).

Beau DeMayo explica DRÁSTICA decisão da 1ª temporada de ‘X-Men ’97’

O último episódio de X-Men ’97’ trouxe inúmeras aparições icônicas do Universo Marvel, incluindo o Pantera Negra. Entretanto, como bem descobrimos, era T’Chaka quem estava por debaixo da máscara, e não T’Challa.

A decisão deixou os espectadores perplexos e, através das redes sociais, o showrunner Beau DeMayo foi questionado sobre a chocante mudança. Apesar de, a princípio, ter escrito que não tinha nada a declarar, ele esclareceu a decisão.

“Não sei por que a Marvel teve certos diretores tentando mentir sobre isso, mas produzimos a 1ª temporada [de X-Men ’97’] no começo de 2021″, DeMayo afirmou em seu perfil oficial no X. “A perda de [Chadwick] Boseman pesou muito para o estúdio, e para mim também como um homem negro. Pareceu cedo demais fazer [T’Challa]. Coloquei a humanidade antes da continuidade”.

Pouco depois, ele acrescentou: “como eu disse, na época, não parecia certo. Apenas uma questão de respeito. Se fosse hoje, acho que a escolha seria diferente. De qualquer forma, tentar mudar isso como outra coisa não faz o menor sentido para mim”.

Lembrando que a 1ª temporada da animação já está disponível na Disney+, e ainda não há previsão de lançamento para a 2ª.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Continuando após os eventos de X-Men: A Série Animada’, os X-Men enfrentam novos desafios perigosos após a perda de seu líder, o Professor Xavier.

Cal DoddLenore ZannGeorge BuzaCatherine DisherChris PotterAlison Sealy-SmithAdrian Hough e outros estão no elenco de dublagem.

Vídeo INÉDITO mostra as audições do elenco de ‘Sintonia’; Confira!

A 5ª (e última) temporada da série brasileira ‘Sintonia‘ já está disponível no serviço de streaming da Netflix e, agora, a plataforma de streaming divulgou um vídeo inédito compilando as audições do elenco protagonista.

Confira:

 

No ciclo final, Nando enfrenta novos desafios na prisão, que pode ameaçar a segurança das pessoas ao seu redor; Rita realiza seu sonho de se tornar uma advogada, mas precisa enfrentar um dilema profissional; e Doni toma uma decisão importante para o futuro de sua carreira.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

A série foi criada e dirigida por KondZilla.

A produção brasileira segue um trio de amigos que cresceram juntos na mesma favela, em São Paulo, influenciados pelo fascínio do funk, do tráfico de drogas e da igreja. Cada um deles transforma suas experiências de infância em caminhos muito divergentes, ao mesmo tempo em que tentam equilibrar a amizade e se manterem firmes.

Jottapê CarvalhoChristian MalheirosBruna Mascarenhas estrelam.

Pôster da série Sintonia da Netflix, três jovens abraçados.

Pôster da série 'Sintonia', Netflix, estreia 5 de fevereiro

‘Acapulco’: 4ª temporada da ELOGIADA comédia com Eugenio Derbez chega ao streaming!

A 4ª temporada de Acapulco, elogiada série de comédia estrelada por Eugenio Derbez, finalmente chegou ao catálogo da Apple TV+.

O novo ciclo estreou hoje, 23 de julho, na plataforma de streaming.

Relembre o trailer:

acapulco 3
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acapulco 2
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acapulco 1
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Lembrando que as três primeiras iterações da série também estão disponíveis na plataforma.

Na mais recente temporada, é hora de reconciliar os erros do passado e novos começos emocionantes. O velho Máximo (Derbez) volta para Las Colinas que não reconhece mais. Enquanto em 1985, o jovem Maximo (Enrique Arrizon) continua sua escalada na escada do sucesso, ao mesmo tempo que coloca em risco todos os relacionamentos que ele trabalhou tanto para construir.

A série foi criada por Austin WinsbergEduardo CisnerosJason Shuman, baseada no longa-metragem ‘Como se Tornar um Conquistador’.

Camila PerezFernando CarsaRaphael AlejandroJessica CollinsRegina ReynosoRafael Cebrián e outros completam o elenco.

Hero Fiennes Tiffin é Sherlock Holmes no cartaz INÉDITO da série ‘Jovem Sherlock’; Confira!

Prime Video Brasil divulgou um cartaz inédito e nacional de ‘Jovem Sherlock’ (‘Young Sherlock’), série inspirada no icônico detetive criado por Sir Arthur Conan Doyle.

A atração, que traz Hero Fiennes Tiffin como Sherlock Holmes e Max Irons como Mycroft Holmes, chega à plataforma de streaming no dia 4 de março de 2026.

Confira, junto ao trailer, e siga o CinePOP no Youtube:

Hero Fiennes Tiffin (‘After’) interpretará uma versão mais jovem do Sherlock Holmes. Joseph Fiennes e Natasha McElhone darão vida aos seus pais, Silas e Cordelia Holmes, respectivamente.

Colin Firth (‘O Diário de Bridget Jones’) interpretará o Sir Bucephalus Hodge.

“Esta história de origem irreverente e cheia de ação reimagina um Sherlock Holmes aos 19 anos, que se encontra desonrado, amador, sem filtro e sem forma. Logo, ele se vê envolvido em um mistério de assassinato na Universidade de Oxford que ameaça sua liberdade. Mergulhando em seu primeiro caso com uma total falta de disciplina, Sherlock consegue desvendar uma conspiração mundial que mudará sua vida para sempre.”

Matthew Parkhill servirá como roteirista, produtor executivo e showrunner.

Oito episódios foram encomendados para a primeira temporada.

Astra TV Awards 2026 | ‘The Pitt’, ‘Falando a Real’ e MAIS na lista de indicados à premiação

Hollywood Creative Alliance anunciou recentemente os indicados ao Astra TV Awards 2026, premiação que ocorre no dia 15 de agosto em Los Angeles.

O drama ‘The Pitt’, da HBO Max, lidera a lista com 12 nomeações, incluindo Melhor Série de Drama, Melhor Ator em Série de Drama para Noah Wyle, duas indicações para Melhor Ator Coadjuvante em Série de Drama e quatro para Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Drama.

‘Falando a Real’, do Apple TV, dominou as categorias de comédia com dez indicações, seguido de perto por ‘Rooster’, estrelada por Steve Carell, com nove. A 2ª temporada de ‘Treta’, da Netflix, liderou nas categorias de minissérie ou antologia com nove indicações, incluindo nomeações para Oscar Isaac, Carey Mulligan, Charles Melton e Cailee Spaeny.

Confira a lista abaixo:

MELHOR SÉRIE DE COMÉDIA
Abbott Elementary (ABC)
Elsbeth (CBS)
Hacks (HBO Max)
I Love LA (HBO)
Margô Está em Apuros (Apple TV)
Rooster (HBO)
Scrubs (ABC)
Falando a Real (Apple TV)
Ted (Peacock)
Casadas e Caçadoras (Netflix)

MELHOR ELENCO EM SÉRIE DE COMÉDIA – BROADCAST
Abbott Elementary (ABC)
Best Medicine (FOX)
Ghosts (CBS)
Scrubs (ABC)
Shifting Gears (ABC)
St. Denis Medical (NBC)

MELHOR ELENCO EM SÉRIE DE COMÉDIA – CABO
American Classic (MGM+)
It’s Always Sunny in Philadelphia (FX)
I Love LA (HBO)
Rooster (HBO)
The Chair Company (HBO)
The Lowdown (FX)

MELHOR ELENCO EM SÉRIE DE COMÉDIA – STREAMING
Gen V (Prime Video)
Hacks (HBO Max)
Margô Está em Apuros (Apple TV)
Ninguém Quer (Netflix)
Only Murders in the Building (Hulu)
Falando a Real (Apple TV)

MELHOR ATOR EM SÉRIE DE COMÉDIA
Adam Brody – Ninguém Quer (Netflix)
David Alan Grier – St. Denis Medical (NBC)
Ethan Hawke – The Lowdown (FX)
Jason Segel – Falando a Real (Apple TV)
John Cena – Pacificador (HBO Max)
Martin Short – Only Murders in the Building (Hulu)
Steve Carell – Rooster (HBO)
Steve Martin – Only Murders in the Building (Hulu)
Yahya Abdul-Mateen II – Magnum (Disney+)
Zach Braff – Scrubs (ABC)
Utkarsh Ambudkar – Ghosts (CBS)

MELHOR ATRIZ EM SÉRIE DE COMÉDIA
Brittany Snow – Casadas e Caçadoras (Netflix)
Carrie Preston – Elsbeth (CBS)
Elle Fanning – Margô Está em Apuros (Apple TV)
Jean Smart – Hacks (HBO Max)
Jenna Ortega – Wandinha (Netflix)
Keke Palmer – The Burbs (Peacock)
Lisa Kudrow – The Comeback (HBO)
Malin Akerman – Casadas e Caçadoras (Netflix)
Quinta Brunson – Abbott Elementary (ABC)
Rachel Sennott – I Love LA (HBO)
Selena Gomez – Only Murders in the Building (Hulu)

MELHOR ATOR COADJUVANTE EM SÉRIE DE COMÉDIA
Daniel Radcliffe – The Fall and Rise of Reggie Dinkins (NBC)
Donald Faison – Scrubs (ABC)
Harrison Ford – Falando a Real (Apple TV)
John C. McGinley – Rooster (HBO)
Josh Hutcherson – I Love LA (HBO)
Nick Offerman – Margô Está em Apuros (Apple TV)
Paul W. Downs – Hacks (HBO Max)
Phil Dunster – Rooster (HBO)
Ted McGinley – Falando a Real (Apple TV)
Tyler James Williams – Abbott Elementary (ABC)

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM SÉRIE DE COMÉDIA
Charly Clive – Rooster (HBO)
Danielle Deadwyler – Rooster (HBO)
Emma Myers – Wandinha (Netflix)
Hannah Einbinder – Hacks (HBO Max)
Janelle James – Abbott Elementary (ABC)
Jessica Williams – Falando a Real (Apple TV)
Michelle Pfeiffer – Margô Está em Apuros (Apple TV)
Odessa A’zion – I Love LA (HBO)
Sarah Chalke – Scrubs (ABC)
Sheryl Lee Ralph – Abbott Elementary (ABC)

MELHOR ATOR CONVIDADO EM SÉRIE DE COMÉDIA
Brett Goldstein – Falando a Real (Apple TV)
Christopher McDonald – Hacks (HBO Max)
Elijah Wood – I Love LA (HBO)
John C. McGinley – Scrubs (ABC)
Michael J. Fox – Falando a Real (Apple TV)
Ryan Gosling – Saturday Night Live (NBC)

MELHOR ATRIZ CONVIDADA EM SÉRIE DE COMÉDIA
Amy Sedaris – Elsbeth (CBS)
Cherry Jones – Hacks (HBO Max)
Christina Ricci – Wandinha (Netflix)
Jamie Lee Curtis – O Urso (FX)
Kaitlin Olson – Hacks (HBO Max)
Taraji P. Henson – Abbott Elementary (ABC)

MELHOR SÉRIE DE DRAMA
From (MGM+)
Rivalidade Ardente (HBO Max)
Uma Mente Excepcional (ABC)
Landman (Paramount+)
Outlander (Starz)
Paradise (Hulu)
Pluribus (Apple TV)
The Boys (Prime Video)
A Diplomata (Netflix)
The Pitt (HBO Max)

MELHOR SÉRIE DE DRAMA – BROADCAST
9-1-1 (ABC)
Grey’s Anatomy (ABC)
Uma Mente Excepcional (ABC)
Marshals (CBS)
Matlock (CBS)
Will Trent (ABC)

MELHOR SÉRIE DE DRAMA – CABO
Euphoria (HBO)
From (MGM+)
Outlander (Starz)
The Audacity (AMC)
The Beauty (FX)
IT: Bem-Vindos a Derry (HBO)

MELHOR SÉRIE DE DRAMA – STREAMING
Landman (Paramount+)
Paradise (Hulu)
Pluribus (Apple TV)
Stranger Things (Netflix)
The Boys (Prime Video)
The Pitt (HBO Max)

MELHOR ATOR EM SÉRIE DE DRAMA
Antony Starr – The Boys (Prime Video)
Billy Bob Thornton – Landman (Paramount+)
Billy Magnussen – The Audacity (AMC)
Gary Oldman – Slow Horses (Apple TV)
Mark Ruffalo – Task (HBO)
Noah Wyle – The Pitt (HBO Max)
Ramon Rodriguez – Will Trent (ABC)
Sam Heughan – Outlander (Starz)
Sterling K. Brown – Paradise (Hulu)
Walton Goggins – Fallout (Prime Video)

MELHOR ATRIZ EM SÉRIE DE DRAMA
Angela Bassett – 9-1-1 (ABC)
Carrie Coon – A Idade Dourada (HBO)
Chase Infiniti – Os Testamentos (Hulu)
Ella Purnell – Fallout (Prime Video)
Kathy Bates – Matlock (CBS)
Kaitlin Olson – Uma Mente Extraordinária (ABC)
Keri Russell – A Diplomata (Netflix)
Michelle Pfeiffer – Madison (Paramount+)
Rhea Seehorn – Pluribus (Apple TV)
Zendaya – Euphoria (HBO)

MELHOR ATOR COADJUVANTE EM SÉRIE DE DRAMA
Bill Skarsgård – IT: Bem-Vindos a Derry (HBO)
Billy Crudup – The Morning Show (Apple TV)
James Marsden – Paradise (Hulu)
Jamie Campbell Bower – Stranger Things (Netflix)
Jason Ritter – Matlock (CBS)
Jensen Ackles – The Boys (Prime Video)
Patrick Ball – The Pitt (HBO Max)
Shawn Hatosy – The Pitt (HBO Max)
Tom Pelphrey – Task (HBO)
Zach Galifianakis – The Audacity (AMC)

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM SÉRIE DE DRAMA
Alfre Woodard – The Boroughs (Netflix)
Allison Janney – A Diplomata (Netflix)
Christine Baranski – A Idade Dourada (HBO)
Emilia Jones – Task (HBO)
Isa Briones – The Pitt (HBO Max)
Jennifer Love Hewitt – 9-1-1 (ABC)
Katherine LaNasa – The Pitt (HBO Max)
Rebecca Hall – The Beauty (FX)
Sepideh Moafi – The Pitt (HBO Max)
Taylor Dearden – The Pitt (HBO Max)

MELHOR ATOR CONVIDADO EM SÉRIE DE DRAMA
Bill Pullman – The Boroughs (Netflix)
Bradley Whitford – A Diplomata (Netflix)
Eric Dane – Euphoria (HBO)
Giancarlo Esposito – The Boys (Prime Video)
Macaulay Culkin – Fallout (Prime Video)
Paul Reiser – The Boys (Prime Video)

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM SÉRIE DE DRAMA
Elisabeth Moss – Os Testamentos (Hulu)
Isabella Rossellini – The Beauty (FX)
Kiernan Shipka – Industry (HBO)
Miriam Shor – Pluribus (Apple TV)
Shailene Woodley – Paradise (Hulu)
Tal Anderson – The Pitt (HBO Max)

MELHOR SÉRIE LIMITADA
All Her Fault (Peacock)
Treta (Netflix)
Pela Metade (HBO)
DTF: St. Louis (HBO)
O Monstro em Mim (Netflix)
A Namorada Ideal (Prime Video)

MELHOR FILME PARA TELEVISÃO
Improvisação Perigosa (Prime Video)
Mike, Nick, Nick e Alice (Hulu)
De Férias com Você (Netflix)
Criatuas Extraordinariamente Brilhantes (Netflix)
Swiped (Hulu)
Dupla Perigosa (Prime Video)

MELHOR ELENCO EM SÉRIE LIMITADA OU FILME PARA TV
All Her Fault (Peacock)
Treta (Netflix)
O Senhor das Moscas (Netflix)
Mike, Nick, Nick e Alice (Hulu)
Algo Horrível Vai Acontecer (Netflix)
A Namorada Ideal (Prime Video)

MELHOR ATOR EM SÉRIE LIMITADA OU FILME PARA TV
Lewis Pullman – Criaturas Extraordinariamente Brilhantes (Netflix)
Matthew Rhys – O Monstro em Mim (Netflix)
Oscar Isaac – Treta (Netflix)
Paul Anthony Kelly – Love Story (FX)
Richard Gadd – Pela Metade (HBO)
Riz Ahmed – Isca (Prime Video)

MELHOR ATRIZ EM SÉRIE LIMITADA OU FILME PARA TV
Camila Morrone – Algo Horrível Vai Acontecer (Netflix)
Carey Mulligan – Treta (Netflix)
Claire Danes – O Monstro em Mim (Netflix)
Sally Field – Criaturas Extraordinariamente Brilhantes (Netflix)
Sarah Pidgeon – Love Story (FX)
Sarah Snook – All Her Fault (Peacock)

MELHOR ATOR COADJUVANTE EM SÉRIE LIMITADA OU FILME PARA TV
Charles Melton – Treta (Netflix)
David Harbour – DTF: St. Louis (HBO)
Jake Lacy – All Her Fault (Peacock)
Jamie Bell – Pela Metade (HBO)
Jason Bateman – DTF: St. Louis (HBO)
Troy Kotsur – Black Rabbit (Netflix)

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM SÉRIE LIMITADA OU FILME PARA TV
Brittany Snow – O Monstro em Mim (Netflix)
Cailee Spaeny – Treta (Netflix)
Dakota Fanning – All Her Fault (Peacock)
Grace Gummer – Love Story (FX)
Linda Cardellini – DTF: St. Louis (HBO)
Youn Yuh-jung – Treta (Netflix)

MELHOR SÉRIE ANIMADA
Family Guy (FOX)
Hazbin Hotel (Prime Video)
Invencível (Prime Video)
Long Story Short (Netflix)
South Park (Comedy Central)
Os Simpsons (FOX)

MELHOR ANIME
Dandelion (Netflix)
Mao (Hulu)
Rooster Fighter (Adult Swim)
Sakamoto Days (Netflix)
Steel Ball Run: JoJo’s Bizarre Adventure (Netflix)
Witch Hat Atelier (Crunchyroll)

Confira a lista completa aqui!

Diretores de ‘Vingadores: Ultimato’ sentem falta de trabalhar com a Marvel Studios

Após o sucesso de ‘Vingadores: Ultimato‘, os diretores Joe e Anthony Russo estão seguindo em frente com suas carreiras, mas admitiram que já estão sentindo falta de trabalhar na Marvel Studios.

“Trabalhar com Kevin Feige, Louis D’Esposito, e Victoria Alonso foi a colaboração mais gratificante que tivemos em toda a nossa carreira.”, disse Joe à Sify Wire. “Eles são como uma família para nós, ficamos muito, muito próximos um do outro e sentimos falta de tudo isso, então tenho certeza de que encontraremos algo que possamos fazer juntos em breve.”

Ao total a colaboração dos irmãos Russo com a Marvel rendeu US$ 6,71 bilhões ao estúdio.

Presentes no MCU desde ‘Capitão América: O Soldado Invernal‘, os irmãos também dirigiram ‘Capitão América: Guerra Civil’, ‘Vingadores: Guerra Infinita’, e ‘Vingadores: Ultimato’.

Assista a nossa crítica sobre ‘Ultimato’:

Após os eventos devastadores de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, o Universo entrou em destruição por causa do Estalar de Dedos do Thanos, o Titã Louco. Com a ajuda dos heróis sobreviventes, os Vingadores devem se reunir mais uma vez para desfazer as ações de Thanos e restaurar a ordem do universo de uma vez por todas, não importa quais serão as consequências que os aguardam.

O elenco grandioso conta com Robert Downey Jr., Chris Evans, Mark Ruffalo, Chris Hemsworth, Scarlett Johansson, Jeremy Renner, Don Cheadle, Paul Rudd, Brie Larson, Karen Gillan, Danai Gurira, Bradley Cooper e Josh Brolin, entre outros.

Diretor de ‘A Morte do Demônio 4’ diz que está honrado por trabalhar com Sam Raimi

No início da semana, foi confirmado que o diretor e roteirista Lee Cronin (The Hole in the Ground‘) irá assumir o comando de ‘Evil Dead Now‘, próximo filme da franquia ‘A Morte do Demônio’.

De acordo com a Empire, Cronin foi escolhido a dedo pelo prórpio Sam Raimi, criador dos filmes originais.

Em seu perfil no Twitter, Cronin disse que está honrado pela oportunidade de trabalhar com Raimi, com o produtor Robert Tapert e com Bruce Campbell, protagonista da franquia.

Confira:

“Eu acho que o gato está fora da bolsa. Ou Henrietta está fora da adega? Estou emocionando por todas as palavras amáveis e desejos de boa sorte. Obrigado! Estou honrado por colaborar com as lendas que são Sam Raimi, Robert Tapert e Bruce Campbell em um novo capítulo da franquia ‘A Morte do Demônio‘.”

Lançado em 1981, o primeiro filme da franquia foi escrito e dirigido por Raimi, tornando-se um grande sucesso, arrecadando US$ 2,5 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de apenas US$ 350 mil.

Em 1987, foi lançado A Morte do Demônio 2’, seguido por Army of Darkness em 1992.

Em 2013, o aclamado cineasta Fede Alvarez investiu em um remake que, arrecadou US$ 100 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 16 milhões.

Além disso, garantiu uma recepção sólida pela crítica especializada, acumulando 62% de avaliações positivas no Rotten Tomatoes.

‘Loki’: Supervisor de efeitos visuais diz que a série vai desafiar as expectativas dos fãs; “Uma jornada muito louca!”

Assim como ‘WandaVision’, ‘Loki‘ promete ser uma das atrações mais comentadas da Disney+ este ano.

E como Tom Hiddleston interpreta ninguém menos que o deus da trapaça, os fãs esperam que a série tenha bastante elementos que desafiem a noção de realidade.

Durante uma entrevista para o Collider, Brad Parker, supervisor de efeitos visuais da Disney+, foi questionado sobre o assunto e garantiu que a série vai ultrapassar expectativas.

“Bem, tudo o que eu posso dizer é que será uma jornada muito, muito louca! Esse é outro projeto que vai desafiar ultrapassar expectativas de várias maneiras. Tem sido muito divertido trabalhar na série. cada episódio será uma aventura que vai levar os fãs à loucura.”

Ele continuou, agradecendo a oportunidade fazer parte da equipe:

“Estou ansioso para ver o resultado de tanto esforço. Eu sempre quis trabalhar com a Marvel e chegar assim, trabalhando em ‘Loki‘, é uma experiência simplesmente incrível. Estamos trabalhando com todo gás para fazer da série a melhor possível, e acho que as pessoas vão ficar emocionadas quando assistirem.”

Além de Loki‘, os créditos de Parker incluem ‘Godzilla: Rei dos Monstros’, ‘Ad Astra‘ e o vindouro ‘Bullet Train‘, novo filme de ação de David Leitch (‘Deadpool 2’).

Lembrando que a Disney já lançou a sua primeira linha de produtos e colecionáveis inspirados na série.

As mercadorias já estão à venda no site Zazzle e contam com itens dos mais diversos, como quadros conceituais, copos, almofadas, cases para smartphone, camisetas, garrafas e adesivos.

As peças ainda revelam o design conceitual do material publicitário da série, que é composto pelas cores verde, laranja, amarelo, azul e preto.

Confira aduas artes conceituais, à venda na loja:

A série estreia no dia 11 de Junho de 2021.

Além disso,  Kevin Feige revelou o número exato de episódios da produção.

O show estrelado por Tom Hiddleston será formado por seis episódios de 40 a 50 minutos cada, mesma quantidade de ‘Falcão e Soldado Invernal’.

‘Mulher-Hulk’, outra série pertencente ao panteão MCU, terá dez episódios de meia hora cada.

Assista ao primeiro trailer da produção:

Tom Hiddleston retorna como o protagonista. O elenco também traz nomes como Owen Wilson, Gugu Mbatha-Raw, Sophia Di Martino, Wunmi MosakuRichard E. Grant.

A trama dirigida por Kate Herron irá acompanhar as aventuras do Loki em 2012.

Ele ainda estará procurando vingança por seu relacionamento com o pai, que priorizava o irmão Thor, e irá modificar todos os eventos que vimos nos filmes, causando um grande estrago em sua jornada e criando uma linha temporal sombria e obscura.

‘Os Mercenários 4’: Dois membros da equipe foram hospitalizados após acidentes nos bastidores

De acordo com o Deadline, dois membros da equipe de ‘Os Mercenários 4‘ sofreram lesões nos bastidores da sequência, que atualmente está sendo gravada na Grécia.

Ambos os acidentes não foram tão graves e os funcionários já se recuperaram, mas não foi dito se eles vão voltar a trabalhar na produção.

Um deles foi um pintor que caiu de uma altura considerável enquanto pintava uma parede durante a pré-produção.

O segundo foi um assistente de câmera que teve ferimentos no pé quando foi atropelado por um dublê que dirigia um veículo pesado em marcha à ré.

Apesar disso, um representante da produtora Millenium disse ao portal que foram acidentes isolados e que:

“Todos os funcionários que trabalham em ‘Os Mercenários 4’ estão tomando todas as precauções para garantir a segurança de toda a equipe diariamente.”

Maiores detalhes não foram divulgados.

Lembrando que o próximo filme da franquia vai marcar a despedida de Sylvester Stallone como líder da equipe, passando o manto para o personagem de Jason Statham

Além do retorno de Stallone, Statham, Dolph Lundgren e Randy Couture, o elenco também conta com Megan FoxJacob ScipioAndy Garcia e 50 Cent.

A história será focada em Lee Christmas (Statham), que viverá uma aventura ao lado da personagem de Fox.

Scott Waugh (‘O Poder e o Impossível’) será responsável pela direção, a partir do roteiro escrito por Spenser Cohen e revisado por Max Adams e John Joseph Connolly.

Lionsgate e Millennium Media irão produzir a sequência.

“Estamos animados em nos juntarmos com os nossos parceiros da Millennium Media para a nova sequência da franquia ‘Os Mercenários’,” declarou Jason Constantine, presidente da Lionsgate. “É muito divertido reunir esses astros para um filme cheio de ação. A nova sequência será nossa maior aventura até o momento.”

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Doutor Estranho 2’: Storyboard mostra o que aconteceu com o Mordo original; Confira!

Depois que ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘ foi lançado, o longa deixou muitas perguntas no ar…

Uma delas seria o paradeiro do Mordo original (Chiwetel Ejiofor), da Terra 616, onde acontecem os principais eventos do MCU.

Como os fãs devem se lembrar, a cena pós-créditos de ‘Doutor Estranho traz Mordo em uma missão de exterminar todos os usuários de magia do mundo.

Isso porque ele acredita que só assim conseguiria equilibrar a balança do universo.

No entanto, o personagem nunca mais foi visto… E o Mordo que aparece em ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’ é uma versão do universo 838.

Acontece que o Mordo original seria assassinado pela Feiticeira Escarlate logo no início da trama, mas a cena acabou sendo deletada.

No entanto, o ilustrador Jeremy Simser compartilhou um storyboard confirmando que a cena foi mesmo roteirizada.

Na legenda, ela escreveu:

“Sempre imagina o que aconteceu com o Mordo do Universo 616? Bem, uma resposta tardia… Isso foi o que aconteceu com ele! É sempre interessante estar envolvido à medida em que a história é refinada enquanto eu faço o storyboard. Quem sabe qual pode ser o destino final de Mordo? Eu não! Cenas deletadas não contam! (PS – eu li várias entrevistas em que o roteirista Michael Waldron fala diretamente sobre essa cena deletada, então eu sinto que é seguro postar isso).”

Confira:

De acordo com o Youtuber Heavy Spoilers:

“Se você se lembrar do final de ‘Doutor Estranho‘, vai se lembrar que a cena pós-créditos trouxe Mordo em uma missão para matar o Mundo Mágico pior do que acontece em ‘Animais Fantásticos’. No ‘Multiverso da Loucura‘, Strange até menciona como Mordo está tentando matá-lo quando conhece sua versão Illuminati, ele diz qualquer coisa nesse sentido em sua última reunião.”

Ele continua:

“Mordo seria o principal vilão no início da sequência, mas seria uma peça para mostrar o quão poderosa Wanda se tornou. Ele iria atacá-la, mas em vão, e seria decapitado no mesmo instante. Seria uma grande maneira de começar o filme e estabelecer Wanda como a vilã.”

Infelizmente, o vídeo não explica porque a cena foi deletada.

Na versão oficial, Strange (Benedict Cumberbatch) é quem visita Wanda em sua fazenda, descobrindo que ela foi a responsável por enviar demônios atrás de America Chavez (Xochitl Gomez) pelo Multiverso.

Assista à nossa crítica e siga o CinePOP no YouTube:

‘Missão Impossível 7’: Novas imagens revelam o visual da vilã vivida por Pom Klementieff; Confira!

A Entertainment Weekly divulgou novas imagens oficiais de ‘Missão: Impossível – Acerto de Contas: Parte 1′, revelando o visual da misteriosa vilã vivida por Pom Klementieff (‘Guardiões da Galáxia’).

As imagens também destacam o protagonista Ethan Hunt (Tom Cruise), em companhoa de seus fiéis aliados: Ilsa Faust (Rebecca Ferguson), Benji Dunn (Simon Pegg) e Luther Stickell (Ving Rhimes).

Também estão nas imagens as personagens de Hayley Atwell e Vanessa Kirby, Grace e Alanna Mitsopolis, respectivamente.

Confira:

De acordo com o World of Reel, um novo teste de exibição da aguardada sequência foi realizado.

O site afirma que o novo corte do longa, ainda não finalizado, tem menos de 3 horas de duração. A fonte também destaca que a reação do público foi extremamente positiva, além de revelar o vilão improvável do novo filme…

Confira a descrição:

“Um corte não finalizado de ‘Missão Impossível 7’ foi exibido. O público reagiu muito bem. As cenas de ação estão muito mais longas do que de costume, então dava pra ver porque um dos executivos quer fazer alguns cortes, mas o ritmo do filme está bom. A última cena de ação é um grande destaque na franquia. Hayley Atwell desempenha um papel importante na história e o vilão é uma Inteligência Artificial. O filme já está 90-95% finalizado; há apenas algumas cenas com telas verdes/azuis que precisam ser retocadas na pós-produção.”

Anteriormente, o diretor Christopher McQuarrie conversou com a Empire Magazine, dando detalhes sobre os filmes que vão concluir a história do agente Ethan Hunt (Tom Cruise).

O cineasta antecipa que os capítulos finais, intitulados ‘Acerto de Contas’ – Parte 1 e 2‘, serão épicos e ainda mais impressionantes que os filmes anteriores da saga.

“Há muitas coisas do passado do Ethan que virão à tona. ‘Acerto de Contas’ é um termo de navegação. Isso significa que você está escolhendo um curso baseado apenas em sua última posição conhecida e isso se torna uma metáfora não apenas para Ethan, mas para vários personagens.”

Ele completa, “A primeira coisa que nós sabíamos sobre o capítulo final era que seria uma aventura dividida em duas partes. Será épico. Terá que ser uma conclusão que irá superar toda a franquia. Não há outro jeito de terminar a história.”

McQuarrie assumiu a direção da franquia em ‘Nação Fantasma‘ (2016), retornou para ‘Efeito Fallout‘ (2018) e está por trás do 7º e do 8º, intitulados ‘Acerto de Contas’ – Parte 1 e 2‘.

Lembrando que o sétimo capítulo da franquia está programado para ser lançado em 14 de julho deste ano

Confira o teaser:

O elenco do novo filme também conta com o retorno de Rebecca FergusonSimon Pegg, Ving Rhames, Vanessa Kirby e Angela Bassett. Pom Klementieff e Hayley Atwell fazem parte das novas adições, ao lado de Rob Delaney (‘Deadpool 2’), Charles Parnell (‘Top Gun: Maverick’), Indira Varma (‘Game of Thrones’), Mark Gatiss (‘Sherlock’), Nick Offerman (‘Parks and Recreation’) e Janet McTeer (‘Ozark’) e Cary Elwes (‘Stranger Things’).

 

Christopher Nolan diz que adoraria fazer um filme de TERROR

Considerado um dos cineastas mais renomados da atualidade, Christopher Nolan já realizou diversas obras-primas, como ‘A Origem’, ‘Interestelare o recenteOppenheimer.

Ambos os filmes mencionados trazem conceitos científicos, sejam eles reais ou fictícios.

No entanto, parece que o cineasta está disposto a explorar outros gêneros em sua carreira, como o terror.

Durante uma sessão de perguntas e respostas em um evento do British Film Institute (via Variety), Nolan foi questionado sobre essa possibilidade.

Em resposta, ele disse que adoraria, desde que o filme seja uma ideia realmente excepcional.

“‘Oppenheimer definitivamente traz alguns elementos que lembram um filme de terror, o que acho apropriado para essa conversa. Acho que as produções desse gênero são muito interessantes porque dependem de muitos recursos cinematográficos. Então, sim, eu estaria disposto a fazer isso. Eu adoraria, na verdade.”

Ele continuou:

“Mas acho que um filme de terror realmente bom requer uma ideia realmente excepcional. E são poucos os títulos que se provaram assim. Por enquanto, ainda não encontrei uma narrativa atraente o bastante para isso.”

Lembrando que Oppenheimer conquistou treze indicações ao Oscar e arrecadou US$957,6 milhões ao redor do mundo

A trama apresenta a trajetória do físico americano J. Robert Oppenheimer, interpretado por Cillian Murphy, conhecido como o “pai da bomba atômica”. O filme explora o papel crucial que desempenhou no desenvolvimento dessa arma durante a Segunda Guerra Mundial.

Relembre o trailer:

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Kristen Bell vai estrelar nova série de COMÉDIA para Netflix

A atriz e comediante Kristen Bell vai retomar sua parceria com a Netflix para estrelar e produzir mais uma série de comédia para a plataforma (via THR).

A série, ainda sem título, é criada por Erin Foster (Barely Famous) e terá como produtor executivo Steven Levitan (Modern Family), e vai abordar na trama “o relacionamento improvável entre uma mulher irreverente, franca e agnóstica e uma rabina não convencional.

Por enquanto, a série conta apenas com Bell no elenco, que já estrelou as séries ‘The Good Place‘ e ‘A Vizinha da Mulher na Janela‘ na plataforma.

A produção ainda não possui data de lançamento prevista na Netflix.

Relembre o trailer de sua produção mais recente, ‘A Vizinha da Mulher na Janela‘:

Para Anna (Kristen Bell), todos os dias são iguais. Olhando pela janela, com o coração partido e uma taça de vinho, ela vê a vida passar. As coisas parecem dar uma guinada quando um vizinho bonitão (Tom Riley) e sua filha (Samsara Yett) se mudam para a casa da frente, mas Anna testemunha um terrível assassinato… ou será que foi só imaginação? 

 

‘As Marvels’ ganha cartaz internacional INÉDITO; Confira!

A Marvel Studios divulgou o cartaz internacional de ‘As Marvels‘, sequência de ‘Capitã Marvel‘ que trará também a participação de Fóton e Ms. Marvel na trama.

O filme estreia no Brasil em 9 de novembro.

Confira:

De acordo com o Film Ratings (via CBM), ‘As Marvels‘ ganhou classificação indicativa para maiores de 13 anos (PG-13).

Assim como na maioria dos filmes do MCU, a decisão foi tomada devido a algumas cenas de ação com violência e linguagem inapropriada para crianças.

Carol Danvers também conhecida como Capitã Marvel, recuperou sua identidade dos tirânicos Krees e se vingou da Inteligência Suprema. Mas as consequências levam Carol a carregar o fardo de um universo desestabilizado.

Quando seus deveres a enviam para um buraco de minhoca anômalo ligado a um revolucionário Kree, seus poderes se confundem com os da sua superfã de Jersey City, Kamala Khan (Iman Vellani), também conhecida como Ms. Marvel, e a sobrinha distante de Carol, a capitã Monica Rambeau (Teyonah Parris). Juntas, esse trio improvável deve se unir e aprender a trabalhar em conjunto para salvar o universo como ‘As Marvels‘.

As Marvels‘ terá direção de Nia DaCosta (‘A Lenda de Candyman’).

Vale destacar que o roteiro é responsabilidade de Megan McDonnell, que trabalhou em ‘WandaVision‘. Trata-se de uma troca completa na equipe criativa do primeiro filme.

Will Smith quer reprisar seu papel em ‘Eu, Robô 2’!

O astro Will Smith revelou recentemente seu interesse em ressuscitar outra saga de sucesso. Enquanto trabalha na sequência de Eu Sou a Lenda’, o ator expressou seu desejo de reprisar seu papel emEu, Robô’, lançado em 2004.

Durante uma entrevista ao ComicBook, Smith declarou: “Sabe, aqui está o negócio, neste momento no mundo, a nostalgia é tão deliciosa. Há tantas coisas acontecendo no mundo, uma dose de nostalgia está sendo apreciada. Eu humildemente aceitarei meu trabalho, como um entertainer neste mundo, para dar às pessoas o que elas querem”.

O filme, lançado em 2004, foi estrelado por Will Smith, Bridget Moynahan, Alan Tudyk, Bruce Greenwood e Shia LaBeouf.

Dirigido por Alex Proyas, o longa foi escrito por Isaac Asimov e Jeff Vintar.

“A trama se passa em 2035, em um mundo onde robôs são comuns como empregados e assistentes humanos. No entanto, quando o Dr. Miles aparece morto e um robô se torna o principal suspeito, surge a possibilidade de que tenham encontrado uma maneira de contornar a Lei dos Robóticos, que proíbe a violência contra humanos”.

Eu, Robô’ está disponível no Star Plus.