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‘Mergulho Noturno 2’: Diretor tem IDEIA para sequência do terror da Blumhouse

Mergulho Noturno já está em exibição nos cinemas nacionais em meio a criticas negativas e um desempenho abaixo do esperado nas bilheterias.

Mesmo assim, o diretor Bryce McGuire revelou ter ideias para uma possível sequência do longa.

“Olha, se houver uma sequência, eu tenho uma ideia e há muito mais da mitologia. Eu queria que esse primeiro fosse tão simples e arquetípico. Há muito mais que já foi discutido e poderia ter estado no filme que adoraria explorar, se as pessoas quiserem mais., compartilhou McGuire com a Entertainment Weekly.

O editor-chefe Renato Marafon traz a crítica em vídeo do desastroso filme:

O terror ‘Mergulho Noturno‘ (Night Swim) arrecadou apenas US$ 12 milhões em sua estreia nas bilheterias norte-americanas. O longa foi desbancado por ‘Wonka‘, que permaneceu no topo das bilheterias do país com US$ 14.4 milhões arrecadados em seu quarto final de semana.

Apesar de ter registrado números decentes para uma produção orçada em US$ 15 milhões, o site destaca que o mês de janeiro já rendeu um retorno muito maior para as produções do gênero.

Para termos de comparação, ‘M3GAN‘ e ‘Escape Room‘ arrecadaram US$ 57 milhões e US$ 18.2 milhões em seu primeiro final de semana no país, respectivamente. Isso mostra que há público para filmes de terror em janeiro, mas que os espectadores simplesmente não se interessaram pelo novo terror da Blumhouse.

Além disso, a produção recebeu uma baixa nota C dos espectadores no CinemaScore, o que provavelmente afetará sua estabilidade nas próximas semanas nas telonas.

Infelizmente, o longa também não agradou aos críticos e foi massacrado pelos especialistas, amargando apenas 25% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

O consenso geral afirma que o longa entrega poucas cenas de terror, desperdiçando o conceito simples e falhando em causar qualquer impacto no gênero.

Dirigido por Bryce McGuire, o longa é baseado em seu curta homônimo de 2014, criado ao lado de Rod Blackhurst.

“Ray Waller é um ex-jogador da liga principal de beisebol que foi forçado a se aposentar precocemente em função de uma doença degenerativa. Ele muda para uma nova casa com sua preocupada esposa Eve, a filha adolescente Izzy e o filho Elliot. Ray, que no fundo ainda espera, contra todas as probabilidades, voltar à liga profissional, convence Eve de que a cintilante piscina do quintal da nova casa pode ser uma diversão para as crianças e uma ótima alternativa para as sessões de fisioterapia dele. Mas um segredo sombrio do passado da casa vai desencadear uma força malévola que levará a família ao terror mais profundo e inevitável.”

O elenco conta com Wyatt Russell, Kerry Condon, Amélie Hoeferle e Gavin Warren.

McKenna Grace pode viver a filha de Sidney Prescott em ‘Pânico 7’

A atriz McKenna Grace, de ‘Ghostbusters – Mais Além‘ e ‘Annabelle 3‘, está em negociações para se juntar ao elenco de ‘Pânico 7‘.

De acordo com o insider Daniel Richtman, Grace está cotada para o papel da filha mais velha de Sidney Prescott (Neve Campbell), que se chamará Tatum.

Courteney Cox está oficialmente confirmada para reprisar seu papel como Gale Weathers no sétimo filme da franquia Pânico’.

Cox viveu Gale Weathers nos seis primeiros filmes da franquia ‘Pânico‘, e agora teve retorno confirmado no sétimo.

A atriz confirmou que estará no filme, brincando sobre sua longevidade na franquia durante a Inc. 5000 Conference.

“Sou a rainha do grito que está há mais tempo na franquia, então acho que não posso parar agora”, afirmou a atriz.

Vale lembrar que vazamentos indicam que ‘Pânico 7′ poderá apresentar um novo tipo de estrutura na franquia, abordando duas histórias principais ao mesmo tempo.

A trama voltará a ser focada em Sidney (Neve Campbell) e suas duas filhas.

As filmagens vão começar em janeiro e se estendem até abril de 2025 em Atlanta. Inicialmente, o filme começaria a ser filmado no final desse ano.

O filme chega aos cinemas dia 27 de fevereiro de 2026.

Confira as nossas reações ao anúncio do filme:

Crítica | ‘Pânico VI’ é um espetáculo gore e um dos melhores filmes da franquia

Marlon Wayans, de As Branquelas, fala em português e brinca que já tem CPF [EXCLUSIVO ‘GOAT’]

O aguardado filme de terrorGOAT (HIM), produzido por Jordan Peele e estrelado por Marlon Wayans, estreia nesta quinta-feira nos cinemas – e nossa correspondende internacional Cleide Klock entrevistou o elenco em Hollywood.

Wayans, de ‘As Branquelas‘, falou em português e brincou que já tem CPF. Ele namora a cantora brasileira Ruby. Tyriq Withers, que vive o protagonista, esbanjou simpatia e beleza.

Assista a entrevista e siga o CinePOP no YouTube:

Após amargar 32% de aprovação no Rotten Tomatoes, Wayans resolveu falar sobre as críticas negativas do projeto – afirmando que, ainda que respeite o trabalho dos críticos, o intuito da arte é ser subjetiva e não com uma opinião engessada.

“Só para deixar claro… Eu respeito os críticos”, escreveu ele. “O trabalho deles é criticar. Eu respeito o trabalho deles. Ele molda a nossa indústria. Mas uma opinião nem sempre significa a opinião de todos. Alguns filmes estão à frente da curva. A inovação nem sempre é aceita e a arte deve ser interpretada e é subjetiva. Eu tive uma carreira fazendo filmes clássicos que não foram recebidos pela crítica [sic] e esses filmes se tornaram CLÁSSICOS. Então, não aceite a opinião de ninguém, apenas vá ver você mesmo. Abraços a todos. Ele está nos cinemas agora”.

No geral, o projeto recebeu elogios pela técnica e pela estética, mas foi duramente criticado pela construção da história, pelo ritmo e pela superficialidade com que os temas são tratados.

Confira alguns comentários abaixo: 

GOATespera perturbar, chocar e abalar os sentidos, mas acaba se resumindo a uma apreciação superficial da sedução e da submissão. Tenho certeza de que foi uma leitura e tanto, mas o filme é um grande fracasso” – Blu-ray.com.

“O filme às vezes se assemelha a um filme estudantil de alto orçamento: está ansioso para nos impressionar com sua técnica. E consegue, pelo menos até percebermos que não há muito mais acontecendo” – New York Magazine/Vulture.

GOAT não tem o toque de Peele. O que tem é uma premissa intrigante, mas nenhuma história coerente e nenhuma ideia clara do que quer dizer” – Newsday.

“Apesar das falhas, vale a pena assistir a GOATpela atuação de Marlon Wayans” – Slashfilm.

“Mas quando GOATchega a uma sequência final verdadeiramente ridícula, é difícil se prestar até mesmo a uma sensação forçada de choque” – AwardsWatch.

“A trama acompanha Cameron Cade (interpretado por Tyriq Withers), um jovem jogador de futebol americano que começa a viver situações aterrorizantes após ser orientado pelo veterano quarterback Isaiah White (Marlon Wayans). À medida que sua obsessão por se tornar o ‘maior de todos os tempos’ cresce, as consequências se tornam cada vez mais sombrias, e sangrentas”, diz a sinopse.

40 ANOS de ‘Bar Esperança, o Último que Fecha’, um filmaço brasileiro ainda pouco lembrado

Lançado no início da década de 80, um dos grandes clássicos da comédia brasileira, Bar Esperança, nos leva até os saudosos tempos da clássica boemia carioca. Falando sobre diversos assuntos que vão desde os bastidores do cenário artístico da época até mesmo a causa indígena, passando por um recorte de uma crise conjugal, o longa-metragem dirigido e protagonizado por Hugo Carvana tem um elenco maravilhoso com destaque para a outra protagonista, a fabulosa e inesquecível Marília Pêra. De Caetano à Gretchen, a trilha sonora também ganha destaque dentro de uma empolgante narrativa.

Vencedor de vários Kikitos no Festival de Cinema de Gramado, Bar Esperança nos leva a um badalado estabelecimento no número 39 de alguma das famosas ruas do bairro de Ipanema, na zona sul carioca de décadas atrás. Nesse lugar, encontramos diversos personagens que se reúnem noite após noite para tomar aquela cervejinha, ouvir música e papear sobre os mais diversos assuntos que envolvem a sociedade. Tem artista, tem camelô, tem jornalista do Pasquim. Assim conhecemos mais profundamente o relacionamento conturbado de Ana (Marília Pêra) e Zeca (Hugo Carvana), uma atriz que trocou o cinema pela televisão e um operário da dramaturgia, um escritor, num presente de desilusão na profissão. Quando a dona do bar esperança, cansada, desiludida, sozinha nos negócios da família, resolve vendê-lo, os assíduos frequentadores resolvem se unir contra a demolição ou até mesmo num último encontro.

Já nos tempos da televisão colorida mas ainda na época do Telex e da ditadura, esse bar (assim como tantos outros por aqueles tempos), uma espécie de catedral da boemia carioca, era a fonte de informação de muitos, uma troca de experiências que de alguma forma fazia a vida fazer mais sentido. Os dramas, os conflitos, eram vistos diariamente, os duelos de argumentações sobre causas políticas, sociais, também faziam parte de qualquer uma rodinha de bate-papo do local. A narrativa abre um pequeno espaço para falar também sobre Gentrificação, aqui na aquisição do bar por um grupo de investidores que querem criar um shopping center no lugar. Há espaço também para as causas indígenas, uma profunda crítica social ligado ao descaso.

Um cacique demitido da própria tribo. A crise conjugal ganha maiores espaços e acaba se tornando o grande alicerce do roteiro. Ana e Zeca estão em um momento sem se entenderem, deixando a pressão que sofrem nos seus respectivos trabalhos influenciarem o cotidiano em um Brasil à beira de transformações. As tomadas de decisões ditam o ritmo da narrativa, que nos leva a subtramas que envolvem o cenário artístico instável numa época onde a televisão era a grande porta de entrada para a fama e onde alguns atores faziam de tudo para conseguirem seguir na profissão.

Você é meu caminho. Meu vinho, meu vício. Na trilha sonora, a música de Caetano Veloso Meu bem, meu mal se torna um ponto importante sob a ótica da crise conjugal e o misto de sentimentos provocados por esse conflito. Também ouvimos o clássico de Gretchen, Conga, Conga, Conga além de uma das mais emblemáticas marchinhas de carnaval, Bandeira Branca (essa já no desfecho).

Anos atrás, o filme entrou na lista da Associação Brasileira de Críticos de Cinema (Abraccine) dos 100 melhores filmes brasileiros de todos os tempos. Essa obra-prima do nosso cinema, pouco visto pelas novas gerações, completa 40 anos em 2023 sem perder o fôlego nem sua capacidade de refletir sobre tudo que acontece até hoje ao nosso redor.

Conheça os maiores sets de filmagens do Cinema

Em um mundo cinematográfico atual, regido pela praticidade das telas verdes (nas quais computadores criam com facilidade o que o homem não teria como), a nostalgia bate forte. A artificialidade, por outro lado, impera, ao sabermos que tais “construções” são tão irreais que de fato não parecem estar ali. A verdade é que os grandes sets (cenários cinematográficos) da história foram verdadeiramente construídos, e não deixam de ser uma obra feita pelo homem, o que garante grande realismo. Pensando em resgatar uma Hollywood (e até mesmo produções não oriundas dos EUA) do passado, resolvemos formular esta lista baseada no site Wallpaperdirect, com os maiores sets da história do cinema. Veja:

Intolerância (Intolerance: Love´s Struggle Throughtout the Ages, 1916)

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Este clássico de 1916 do diretor D.W. Griffith (O Nascimento de uma Nação), tem como tema a palavra de seu título, e mostra uma jovem mulher pobre, separada do marido e bebê pelo preconceito. Intercalando, temos contos de intolerância através da história. O cenário em questão é o da Grande Muralha da Babilônia, construído Frank “Huck” Wortman e Walter L. Hall, inspirado pelas pinturas do artista do século XIX, Lawrence Alma-Tadema. A grandiosidade era tanta para a época, que todos acreditavam que o cenário seria usado para pelo menos quatro filmes, e não apenas um. O set possuía 30 metros de altura por 1.615 metros de largura, custando US$2.5 milhões, uma verdadeira fortuna.

Os Dez Mandamentos (Ten Commandments, 1923)

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A versão mais famosa e a que você deve estar pensando é a do diretor Cecil B. DeMille, de 1956, protagonizada por Charlton Heston e Yul Brynner. No entanto, o que poucos sabem é que o próprio DeMille havia filmado a mesma história algumas décadas antes, em 1923. E esta é a que vamos abordar, por ter chamado atenção na época. O cenário em questão é a cidade do Faraó , criado por Arnold Frieberg e Walter L. Hall. Custando US$1 milhão, o set possuía 39 metros de altura por 219 metros de largura.

Metrópolis (1927)

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Outro clássico icônico e uma aula de direção de arte. Metrópolis, do diretor alemão Fritz Lang, mudou para sempre o cinema em sua dimensão, entregando muito do que conhecemos de ficção científica. Para ter uma ideia, esta produção inspirou em estilo filmes como Blade Runner: O Caçador de Androides e Batman (1989). O visual desta obra do expressionismo alemão, passada na sociedade distopica do futuro na fictícia cidade de Metrópolis, foi baseado no trabalho do arquiteto futurista Antonio Sant´Elia. O set Cidade de Metrópolis, criado por Eric Kettelhut, possuía mais de 5.500 metros quadrados.

Ben-Hur (1959)

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Mil homens trabalharam na construção do grandioso cenário que reproduziu esta arena. Somente a cena em questão, da corrida de carruagens na arena, custou US$4 milhões, 1/5 do orçamento da produção dirigida por William Wyler e protagonizada por Charlton Heston – como podemos ver, o ator era o grande astro dos filmes mais caros de sua época. O set para a corrida de carruagens, criado por Horning, Hunt, Carfagno & Valentini, possuía 609 metros de comprimento por 20 metros de largura.

Cleópatra (1963)

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Considerado até hoje um dos maiores desastres cinematográficos de todos os tempos, num aspecto financeiro, a produção dirigida por Joseph L. Mankiewicz e estrelada pela musa Elizabeth Taylor foi tão cara e grandiosa que não se pagou. O set em questão é o fórum de Roma, duas vezes maior do que o original, por motivo de maior dramaticidade. A chuva destruiu grande parte do cenário nos estúdios Pinewood, onde Cleópatra era filmado, então o set precisou ser enviado para a Itália e reconstruído. O orçamento inflado quase faliu a Fox, no entanto, o criador John De Cuir saiu da empreitada premiado com um Oscar e um novo apelido: O Da Vinci de Hollywood. O set possuía 500 metros de altura por 339 metros de largura.

A Queda do Império Romano (Fall of the Roman Empire, 1964)

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O estúdio espanhol de Samuel Bronston (produtor da obra) foi fechado abruptamente após o fracasso comercial deste filme, que tratava do fim do império romano (como diz o título), numa obra recheada de ação e astros como Sofia Loren, Alec Guinness, Omar Sharif e Chrisopher Plummer. O fracasso da produção significou o fim da era dos épicos do produtor Bronston. O fracasso se deu devido a críticas pouco elogiosas e a falta de interesse do público por épicos históricos. Outra vez, o set que chama atenção é o do fórum de Roma, aqui criado por Veniero Colasanti e John Moore. O cenário possuía quase 400 metros de altura por 230 metros de largura.

Jogos de Guerra (Wargames, 1983)

Jogos de Guerra

O filme com um Matthew Broderick adolescente, apresenta a premissa do que aconteceria se um jovem gênio da informática acidentalmente entrasse nos computadores de defesa americanos e iniciasse a Terceira Guerra Mundial. Era o medo da Guerra Fria potencializado. O diretor John Badham não teve acesso para filmar no interior do centro de pesquisa NORAD, precisando assim criar o seu próprio através de um gigantesco set. O diretor definiria posteriormente o cenário como “o sonho do verdadeiro NORAD”. De fato, conhecedores do local afirmaram que o set de US$1 milhão era mais impressionante do que sua contraparte real, o que supostamente convenceu os oficiais a elevarem a tecnologia do verdadeiro NORAD. O set criado por Geoffrey Kirkland possuía 2.787 metros quadrados aproximadamente.

Os Goonies (1985)

Goonies

Um dos maiores clássicos de todas as épocas, a aventura, que continua a formar e a encantar várias gerações de cinéfilos, é imortal. O design dos sets do filme dos jovens aventureiros é impressionante. Nesse texto iremos abordar o maior deles. Você acertou, o navio Inferno do infame pirata Willie “Caolho”. O navio foi inteiramente construído, assim como os arredores: a cachoeira, o lago que desembocava no mar e a caverna. Além disso, existia também um polvo, numa famosa cena deletada. O navio Inferno foi mantido em segredo das crianças pelo produtor Steven Spielberg, a fim de uma reação genuína assim que todos o vissem. A artimanha do cineasta não funcionou, pois uma vez em que colocaram os olhos na construção, os jovens dispararam diversos palavrões abismados, que precisaram ser cortados. O navio foi criado por J. Michael Riva e possuía 32 metros de comprimento.

Batman (1989)

Batman

Como já citado, Batman teve como grande influência o filme Metrópolis. No entanto, Tim Burton acrescentou sua visão única, tratando de introduzir influencias góticas na arquitetura. Dezoito hangares foram utilizados nos estúdios Pinewood para a construção de Gotham City, tal design depois viria a influenciar os quadrinhos da DC Comics. O criador do Batmóvel, Anton Furst chamou tanta atenção com seu projeto automobilístico, que foi convidado pela DC para criar também a cidade. O maior set possuía 380 metros quadrados.

O Segredo do Abismo (The Abyss, 1989)

Abismo

O plano inicial do diretor James Cameron era filmar diretamente no oceano. No entanto, dois grandes tanques especialmente criados foram construídos em uma usina nuclear abandonada, para o controle mais preciso dos efeitos visuais. O tanque de sete milhões de galões era o maior tanque de água fresca do mundo. Os tanques foram criados por Leslie Dilley.

Hook – A Volta do Capitão Gancho (1991)

Hook

Steven Spielberg contratou John Napier como consultor visual após ficar impressionado com seu trabalho no espetáculo da Broadway, Cats. Os sets do navio Jolly Rogers e a praça dos piratas, no entanto, foram criados por Norman Garwood. O resultado foi tão impressionante que Tom Cruise, Michael Jackson, Prince e até mesmo a Rainha Noor da Jordânia fizeram um tour pelo set. O local possuía 2.787 metros quadrados aproximadamente.

O Último dos Moicanos (The Last of the Mohicans, 1992)

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O set do Forte que reconstitui o Lake James State Park é dito ser o maior cenário já construído ao leste do Mississipi. O objetivo era evocar o estilo da época, até mesmo nos pequenos detalhes. Os artesãos do local confeccionaram peças para a decoração, como frascos medicinais e panelas para cozinhar. O Forte William Henry foi criado por Wolf Kroeger, e possuía 14.164 metros quadrados aproximadamente.

Waterworld – O Segredo das Águas (1995)

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A maioria dos filmes desta lista, por se tratarem de produções extremamente caras, vieram a se tornar grandes fracassos financeiros (já que um orçamento monumental dificilmente se paga), e Waterworld não é exceção. A Universal, o astro Kevin Costner e o diretor Kevin Reynolds aprenderam da pior maneira possível que filmar no mar pode ser um grande prejuízo. Entre furacões, enjoos e a falta de banheiros, o filme ultrapassou sua verba se tornando um dos maiores desastres do cinema recente. Mesmo assim, o set do atol criado por Dennis Gassner impressiona. O Local possuía 12.541 metros quadrados.

Titanic (1997)

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O navio réplica da famosa embarcação foi criado em uma escala de 90%. Grande demais para qualquer estúdio, a reprodução intitulada “100 Dias de Estúdio” foi construído na costa do México. A água era bombeada direto do mar, para encher os tanques de 17 e 5 milhões de galões. O navio criado por Peter Lamont possuía 243 por 27 metros.

Gangues de Nova York (Gangs of New York)

Gangues

O próprio Martin Scorsese, diretor do filme, disse que os sets em sua produção representam uma arte perdida. Fato confirmado pelo cineasta George Lucas, que visitou os cenários. A praça Paradise Square é o trecho mais chamativo do set, criado por Dante Ferretti. O local possuía 243 por 243 metros. Ironicamente, a direção de arte é a parte mais interessante deste filme do mestre Scorsese.

Matrix Reloaded (2003)

Matrix 2

A autoestrada em uma das cenas mais memoráveis da sequência criada pelos irmãos Wachowski foi totalmente desenvolvida de forma artificial. O cenário que reconstitui as pistas da autoestrada foi confeccionado na Estação Aérea desativada da base Naval de Alameda. A decisão foi tomada porque os criadores não acharam que a longa cena surtiria efeito caso criada apenas por computadores. O tempo de filmagem para a cena foi de três meses, mais do que o tempo de filmagens da maioria de filmes inteiros. A autoestrada foi criada por Owen Patterson e possuía 2.414 metros de comprimento.

O Hobbit (2012)

Hobbit

Após o sucesso da trilogia Senhor dos Anéis, o set da cidade dos Hobbit se tornou uma atração turística, mesmo que grande parte do cenário tenha sido desmontado. Os novos sets, no entanto, foram construídos para durar. Trinta e sete buracos de Hobbits, uma ponte e seus interiores foram construídos. O cenário foi criado por Dan Hennah e possui 48.562 metros quadrados.

Anne Hathaway faz 40 ANOS | O que aconteceu com a carreira da atriz vencedora do Oscar?

Vencedora do Oscar e com mais uma indicação ao maior prêmio do cinema em seu currículo, a jovem estrela Anne Hathaway completa 40 anos neste dia 12 de Novembro.

Hathaway esteve no topo do mundo como uma das “donas” de Hollywood em meados da década passada. De lá para cá, no entanto, sua carreira parece ter desandado, saindo dos trilhos. São pelo menos cinco produções consecutivas que se tornaram fracasso de crítica e/ou bilheteria estreladas pela talentosa atriz nos últimos cinco anos, sem que Hathaway consiga um único sucesso nesse tempo. Assim, aqui em nossa nova matéria, iremos revisitar a carreira desta renomada intérprete e analisar mais de perto suas escolhas equivocadas nos últimos anos. Confira abaixo.

Anne Jacqueline Hathaway é nativa do Brooklyn, Nova York, e começou sua carreira nas telas em 1999 ao lado de Jesse Eisenberg na série Caindo na Real (Get Real), aos 17 aninhos de idade. O programa não vingou e foi cancelado logo em sua primeira temporada, mas o destino de Hathaway estava traçado e ela seguiu para estrelar o que seria a porta de entrada a fama: o infantil O Diário da Princesa (2001), da Disney – que ano passado completou 20 anos de lançamento. Com isso podemos perceber que Hathaway está ativa nas telonas há duas décadas, a tornando um dos nomes mais experientes de sua geração.

Três anos depois de sua revelação, e a atriz continuva “presa” a papeis inocentes em produções miradas para toda a família, como Uma Garota Encantada e a continuação de O Diário da Princesa. Foi nessa época também, em 2004, que Hathaway, uma soprano bem avaliada de Nova York, esteve na disputa pelo papel de Christine no musical O Fantasma da Ópera (2004), de Joel Schumacher, mas conflitos de agenda a fizeram desistir da personagem, que terminou nas mãos de Emmy Rossum.

Para evitar o estereotipo em personagens infantis, Hathaway decidiu ousar e demonstrar que já era mulher, e não mais uma menina – como Hollywood a enxergava no período. Assim, em 2005 vieram papeis mais arriscados e dramáticos em obras como Garotas sem Rumo (onde encarou suas primeiras cenas de nudez) e O Segredo de Brokeback Mountain – ambos desempenhos rendendo elogios para a atriz. Depois da nova investida, veio o segundo grande ponto de virada na carreira de Anne Hathaway: O Diabo Veste Prada (2006) – filme no qual atuou ao lado da irretocável Meryl Streep e pelo qual ainda é lembrada até hoje. O longa se tornou um fenômeno e serviria para marcar o grande sucesso da carreira da atriz – quiçá até hoje.

O leque performático de Anne Hathaway estava aberto e ela seguia encarando personagens desafiadoras. Daí foi um passo para a primeira indicação ao prêmio máximo do cinema, o Oscar, que ocorreu aos 27 anos de idade, dez depois de sua estreia nas telinhas, em 2009 com O Casamento de Rachel, onde interpreta uma jovem problemática que vive entrando e saindo de clínicas de reabilitação, e precisa se manter “limpa” e longe de problemas para o casamento da irmã mais velha.

O status de superestrela foi alçado a partir disso, e logo Anne Hathaway estava por todos os lados, fosse como chamariz em comédias e romances (vide Noivas em Guerra, Idas e Vindas do Amor, Amor e Outras Drogas e Um Dia), dublando em animações famosas (vide Rio) ou como parte de superproduções que arrasavam nas bilheteiras (Alice no País das Maravilhas, de Tim Burton). E nessa escalada podemos dizer que a atriz sentou no topo do mundo em 2012; primeiro por ser eleita a nova Mulher-Gato do cinema, sucedendo a inigualável Michelle Pfeiffer – mas não apenas isso, como adentraria o universo prestigiadíssimo do Cavaleiro das Trevas criado por Christopher Nolan, na conclusão da trilogia em O Cavaleiro das Trevas Ressurge. E o melhor, Hathaway não fez feio na pele da anti-heroína. No mesmo ano, mais magra e abatida (tendo perdido peso para o papel), a estrela entregaria a performance que lhe renderia a vitória no Oscar, como a sofredora Fantine no musical operístico Os Miseráveis.

Teria sido Anne Hathaway, como tantas antes dela, vítima da chamada “maldição do Oscar”? Bem, não necessariamente, já que após sua vitória, a estrela seguiu em produções que se tornaram sucesso de crítica e/ou público – algumas das quais são enaltecidas até hoje, como Interestelar (em nova parceria com Nolan) e Um Senhor Estagiário (um O Diabo Veste Prada às avessas). A carreira da atriz começaria a sair dos trilhos há mais ou menos cinco anos, em 2016. Neste período ela participaria da continuação de Alice no País das Maravilhas (Alice Através do Espelho), blockbuster que quase ninguém deu atenção, e Colossal, drama de alto conceito que mistura cinema independente com filme de monstros gigantes. A ideia é boa, mas resultou num longa pouco visto e rapidamente esquecido.

O pior ainda estaria por vir, no entanto. Após a recepção no mínimo morna (para não dizer fria) e a falta de entrosamento do elenco de peso em Oito Mulheres e um Segredo (2018) – reimaginação só com mulheres para a franquia dos Onze Homens e um Segredo -, o que fez escoar para o ralo a possibilidade de uma sequência; Hathaway sentiria o peso do ano de 2019 em sua carreira. Primeiro a estrela protagonizaria o incompreensível Calmaria – pseudo thriller noir que prometia uma premissa interessante, mas renderia a reviravolta mais negativamente extasiante de anos recentes; não por menos se tornando um must nas listas dos piores dos últimos tempos. Depois seria a vez da refilmagem sem energia, sem alma, sem coração, sem gás e, o pior, sem graça As Trapaceiras – reformulação de Os Safados (1988), que mais uma vez substitui o elenco masculino pelo feminino, e coloca Hathaway em mais uma parceria sem qualquer química (desta vez com Rebel Wilson) e numa atuação extremamente forçada e desinteressada.

Com três flops em sequência, a carreira de Hathaway foi tomando danos e nem mesmo bons filmes como O Preço da Verdade a fariam tomar novo fôlego – em especial aqui por este ser um veículo para Mark Ruffalo, no qual muitos sequer lembram da participação da atriz. Hathaway, infelizmente, não teria espaço para manobra – já que seguiria com projetos como A Última Coisa que Ele Queria – execrado pela crítica (novamente figurando em muitas listas de piores) e esnobado pelo público -, o remake do cult Convenção das Bruxas (igualmente ignorado, mesmo tendo direção do prestigiado Robert Zemeckis); e encerrando (até o momento) a fase “nuvem negra”, Locked Down – o filme “sobre o confinamento”, o qual passamos durante o isolamento social devido à Covid-19. A ideia do pioneirismo para falar sobre o tema, um lançamento para a HBO Max, resultou em novo bater de ombros do público e desdém da crítica.

Nesse período de “vacas magras” para sua filmografia, um dos poucos acertos foi o episódio “Take me as I am, Whoever I am” da série Modern Love (2019), no qual Anne Hathaway interpreta uma jovem sofrendo de transtornos resultantes da depressão.

Uma tática que a estrela poderia aplicar em sua carreira para conseguir domar melhor a imprevisibilidade dos resultados de suas produções foi a utilizada pela colega Reese Witherspoon. Em baixa com seus filmes no cinema, Witherspoon resolveu ela mesma “pôr a mão na massa” e através de sua produtora selecionou a dedo os projetos que se envolveria. E para isso, a atriz precisou recorrer à TV, já que os bons papeis para mulheres nas telonas eram cada vez mais escassos. Assim nasciam Big Little Lies, Pequenos Incêndios por Toda Parte e The Morning Show – três grandes sucessos bancados e estrelados por Witherspoon (e grande elenco) para plataformas como a HBO, a Hulu (no Brasil Amazon) e Apple. Com a empreitada Witherspoon recuperou seu prestígio como uma das rainhas atuais de Hollywood e voltará às telonas em breve com Legalmente Loira 3 repleta de moral.

Anne Hathaway também já produziu seus próprios longas, mas suas escolhas foram por obras do cinema independente que passaram em branco pelo público e não causaram o impacto planejado (o ignorado Uma Canção e o citado Colossal). Em breve, Hathaway poderá tentar de novo com The Lifeboat, projeto dos sonhos para a atriz, o qual ela vem tentando tirar do papel há algum tempo. Produzido e estrelado por ela, trata-se da adaptação do livro de Charlotte Hogan sobre uma mulher indo a julgamento por assassinato, e relatando sua experiência como sobrevivente de um naufrágio – o problema é que o barco salva-vidas carregava pessoas demais. Fora isso, também estará no próximo filme de James Gray, o diretor de Ad Astra – Rumo às Estrelas, a ser lançado este ano. Trata-se do drama Armageddon Time, uma história de amadurecimento passada no Queens da década de 1980. Que bons ventos cheguem e tragam novo fôlego para a carreira desta talentosa jovem atriz.

‘Crimes em Happytime’: Polêmico filme com Muppets fazendo sexo é adiado

A polêmica comédia ‘Crimes em Happytime‘ teve sua estreia adiada em uma semana. Inicialmente programado para 17 de agosto, o filme agora chegará às telonas no dia 24 de agosto.

Há algumas semanas, o criadores de Vila Sésamo abriram um processo contra o filme, alegando que confundiria o público e prejudicaria sua marca. O processo, no entanto, já chegou ao fim, e eles perderam.

Um juiz de Nova York alegou que o processo “não demonstrava que os cinéfilos estavam confusos, ou que os responsáveis ou parentes estavam reclamando” sobre o marketing de ‘The Happytime Murders‘. Desta forma, a produtora STX pode continuar promovendo a produção da forma que bem entender.

No final das contas, todo o “escândalo” acabou servindo para promover ainda mais o filme.

A trama da comédia mostra dois detetives que não se dão muito bem, uma humana e outro uma marionete, que precisam trabalhar juntos quando o elenco de bonecos do ‘The Happytime Show’ começa a ser assassinado aos poucos.

Brian Henson (‘Word Party’) comanda a produção.

‘Manto e Adaga’: 2ª temporada ganha primeiro teaser; Assista!

A 2ª temporada de ‘Manto e Adaga‘ (Cloak and Dagger) ganhou o primeiro teaser.

Confira:

O segundo ano da série estreará no dia 4 de abril, com um episódio duplo.

Criada por Joe Pokaski, a produção é baseada nos quadrinhos da Marvel.

A série apresenta os personagens Tyrone Johnson e Tandy Bowen, a dupla Manto e Adaga, enquanto eles descobrem seus poderes recém adquiridos, ao mesmo tempo em que se apaixonam um pelo outro. Manto é capaz de se teletransportar através da “dimensão da escuridão”, mas também pode deixar os inimigos presos em outro mundo. Adaga tem a capacidade de criar punhais de luz com sua mente. Seus punhais podem tanto drenar a vida de seus alvos quanto curá-los.

Olivia Holt e Aubrey Joseph estrelam.

 

‘Atypical’: Trailer da 3ª temporada traz novos desafios; Assista!

A Netflix divulgou o trailer completo da 3ª temporada de ‘Atypical‘.

Confira:

A próxima temporada irá estrear na plataforma no dia 1 de novembro.

Crítica | Atypical Temporada 2: Original da Netflix segue ritmo cíclico sem perder seu brilho 

A série foi criada por Robia Rashid.

Sam é um jovem autista de 18 anos que está em busca de sua própria independência. Nesta jornada, repleta de desafios, ele e sua família aprendem a lidar com as dificuldades da vida e descobrem o verdadeiro significado de “ser uma pessoa normal”.

O elenco inclui Keir Gilchrist, Jennifer Jason Leigh, Michael Rapaport, Brigette Lundy-Paine e Amy Okuda.

Tessa Thompson afirma que representatividade será importante na Fase 4 no MCU

Em entrevista especial ao Variety, Tessa Thompson falou sobre representatividade e diversidade, afirmando que esse será um tópico muito importante na Fase 4 do MCU.

“A verdade é que esses filmes têm alcance global e se você puder representar pessoas de raças diversas, pessoas desabilitadas e a comunidade LGBT nesses filmes, isso é muito importante. Acredito que é importante para todos, mas especialmente para os mais jovens. Eles poderão assistir a esses filmes e ver uma projeção de si mesmos. É por isso que estou muito animada por continuar a quebrar as barreiras e poder interpretar a Valkyrie. Há muitos personagens LGBTs nos quadrinhos e eles merecem ter espaço nas telonas.”

Vale lembrar que a personagem Valkyrie é bissexual e sua sexualidade deve ser aprofundada na sequência ‘Thor: Amor e Trovão‘.

Lembrando que ‘Thor: Amor e Trovão’ tem estreia prevista para em 11 de fevereiro de 2022 (abrindo o fim de semana do Dia dos Namorados norte-americano).

Durante uma live com o apresentador Jimmy Kimmel, Chris Hemsworth revelou que já leu o roteiro do novo longa-metragem e que o público vai adorar a história.

“Eu já li o roteiro e posso dizer que é um dos melhores que eu li na minha carreira. Não posso revelar nada, então como eu posso definir? É [Taika] Waititi ao extremo, e está dando o melhor de si para esse filme. Se a versão que eu li for definitiva, o público vai pirar com tanta insanidade.”

Antes disso, Waititi fez uma live em seu Instagram e comentou sobre o desenvolvimento da aguardada sequência, dizendo que o enredo é bem mais ousado que o anterior.

“[O roteiro] é super exagerado da melhor forma possível. Faz com que ‘Ragnarok’ pareça um filme dentro da zona de conforto… Esse novo filme dá a sensação de que perguntamos para crianças de dez anos de idade o que ela queriam em um filme, e então dissemos ‘sim’ para tudo”.

Lembrando que a Marvel adiou todos os seus lançamentos nos cinemas devido a pandemia do Coronavírus, que fechou quase todas as salas de cinemas pelo mundo.

‘Fear the Walking Dead’ ganhará novo spin-off digital ambientado em um submarino; Saiba mais!

De acordo com o ComicBook, a AMC está desenvolvendo um novo spin-off digital de ‘Fear The Walking Dead‘, que terá conexão direta com a sexta temporada da série.

Intitulada ‘Dead in the Water‘, a produção contará com episódios curtinhos e girará em torno da tripulação de um submarino lutando pela sobrevivência, isolada da superfície assim que o apocalipse começa, o que acaba deixando os sobreviventes presos com zumbis em uma situação sem escapatória.

Na temporada atual, o Morgan (Lennie James) está em posse da chave de um submarino encalhado que traz uma mensagem enigmática pintada com spray quando ele chega em Galveston, Texas.

Parece que o spin-off mostrará a origem desse submarino e o que aconteceu com os seus tripulantes.

Vale lembrar que ‘Fear The Walking Dead‘ já lançou dois spin-off digitais, ‘Flight 462‘ e ‘Passage‘.

Fear the Walking Dead‘ já está renovada para a 7ª temporada.

Derivada de ‘The Walking Dead‘, a série segue um grupo de sobreviventes improvável em um mundo pós-apocalíptico dominado por zumbis. Depois de enfrentar diversos obstáculos e inimigos, o grupo decide se unir para ajudar outros sobreviventes que possam estar precisando de ajuda.

‘Mother/Android’: Chloë Grace Moretz enfrenta androides assassinos no trailer do sci-fi; Confira!

O suspense de ficção científica ‘Mother/Android‘, estrelado pela Chloë Grace Moretz, ganhou o primeiro trailer.

Confira:

O longa será lançado pelo Hulu no dia 17 de dezembro.

Mattson Tomlin, roteirista do vindouro ‘Batman‘, fará sua estreia na direção.

A trama segue Georgia (Moretz), uma jovem que tenta escapar de seu país ao lado do namorado (Algee Smith) enquanto os humanos iniciam uma guerra contra uma poderosa inteligência artificial. Juntos, o casal tenta correr contra o tempo para abandonar o campo de guerra e dar uma vida digna ao bebê que estão esperando.

A narrativa é inspirada na própria vida de Tomlin, contando uma versão sci-fi da época que seus pais lutaram para salvar o filho em meio aos perigos da Revolução Romena.

Novo vídeo de ‘Mulher-Hulk’ revela ALTERAÇÃO na história de origem da heroína

O Disney+ divulgou um novo vídeo dos bastidores da série ‘Mulher-Hulk: Defensora de Heróis‘, que revela uma importante alteração na história de origem da heroína.

Nos quadrinhos, a Jennifer ganha seus poderes após uma transfusão de sangue do seu primo Bruce Banner, que salva sua vida. No entanto, na série, a personagem aparentemente ganha poderes após seu sangue se misturar com o do Bruce depois de um acidente.

Confira o vídeo:

A trama acompanha Jennifer Walters (Maslany), advogada especializada em casos jurídicos sobre-humanos, começa a ganhar poderes idênticos ao de Hulk após receber uma transfusão de sangue de emergência de Bruce Banner (Mark Ruffalo), seu primo.

“Esta nova série de comédia mostra Bruce Banner ajudando sua prima, Jennifer Walters, quando ela precisa de uma transfusão de sangue de emergência e adivinhem? Ela também recebe seus poderes. Tatiana Maslany interpretará Jennifer, que é uma advogada especializada em casos jurídicos sobre-humanos, enquanto Mark Ruffalo retorna como o Hulk ao lado de Tim Roth, o Abominável.”

O elenco também conta com Jameela Jamil, Ginger Gonzaga, Griffin Mathews, Renée Elise Goldsberry e Josh Segarra. A rapper Megan Thee Stallion fará aparições na produção.

Kevin Feige, diretor criativo da Marvel Studios, disse que a série terá 10 episódios com cerca de 30 minutos de duração cada.

Viagem se torna um PESADELO no trailer do terror ‘Influencer’; Confira!

O terror ‘Influencer‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

Kurtis David Harder (‘Spiral’) é responsável pela direção.

A trama segue Madison (Emily Tennant), uma popular influencer que está em uma viagem solitária pela Tailândia – diferente do que ela contou aos seus seguidores no Instagram. Lá, ela conhece CW (Cassandra Naud), uma mochileira enigmática e energética que a oferece levar para os lugares mais populares da região. Após visitarem locais incríveis, a viagem se torna um pesadelo quando CW a leva para um destino surpreendente – uma ilha deserta completamente desconhecida…

Sara CanningRory J. Saper também estrelam a produção.

O terror será lançado pelo Shudder no dia 26 de maio.

‘Os Estranhos’ retornam no assustador trailer LEGENDADO do reboot; Confira!

O reboot de ‘Os Estranhos‘, que servirá como a primeira parte de uma trilogia, ganhou trailer legendado.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Estrelado por Madelaine Petsch (‘Riverdale’) e Froy Gutierrez (‘Teen Wolf’), o terror estreia nos cinemas nacionais no dia 16 de maio, pela Paris Filmes.

Na trama, Petsch viaja para o campo com seu namorado (Gutierrez) para começar uma nova vida. Quando seu carro quebra, o casal é forçado a passar a noite em uma isolada casa Airbnb, onde a dupla é aterrorizada até o amanhecer por três estranhos mascarados.

O elenco ainda conta com Rachel ShentonEma HorvathGabe Basso.

Renny Harlin (‘Do Fundo do Mar’) fica responsável pela direção.

O roteiro é assinado pela dupla Alan R. CohenAlan Freedland.

‘Jumanji’: Diretor revela por que Kirsten Dunst nunca retornou para as sequências

Em entrevista ao The Hollywood Reporter, o diretor Jake Kasdan explicou por que a atriz Kirsten Dunst (‘Guerra Civil’) nunca retornou à franquia ‘Jumanji‘ – nem mesmo para uma participação especial.

O cineasta afirma que teria sido muito desafiador continuar a história dos personagens do filme original, considerando que eles acabam esquecendo da aventura que passaram no final da narrativa.

“Nós amamos a Kirsten Dunst. Ela é fantástica. Quando fizemos ‘Bem-vindos à Selva’, nós estávamos focados em manter continuidade com o longa original, que nós amamos. Nós queríamos honrá-lo e mantê-lo vivo. Além disso, a forma como o filme original termina, por mais brilhante que seja, cria complicações na trama ao tentarmos voltar a acompanhar aqueles personagens.”

Ele completa, “A decisão narrativa no final do primeiro filme tornou muito complicado continuar a história daqueles personagens. Apesar disso, nós amaríamos descobrir um jeito que fosse divertido e passasse algum tipo de fidelidade ao desfecho original.”

Vale lembrar que o 4º filme da saga está programado para estrear no dia 11 de Dezembro de 2026.

Jake Kasdan dirige e o elenco terá Dwayne Johnson, Kevin Hart, Jack Black e Karen Gillan.

O filme acontece após ‘Jumanji‘, estrelando Robin Williams, e ‘Jumanji: Bem-vindo à Selva‘ e ‘Jumanji: Próxima Fase‘, ambos protagonizados por The Rock.

A notícia já era esperada, já que ‘Jumanji: Bem-vindo à Selva‘ arrecadou quase US$ 1 bilhão nas bilheterias globais, e sua sequência cerca de US$ 800 milhões. Combinados, os filmes arrecadaram US$ 1,7 bilhão ao redor do mundo.

Relembre o trailer do filme anterior:

Conheça ‘Seleção Final’, reality competitivo estilo ‘A Batalha dos 100’ que está fazendo SUCESSO na Netflix

O programa japonês ‘Seleção Final‘ (Final Draft), reality competitivo na mesma veia de ‘A Batalha dos 100‘, já está disponível na Netflix.

Na produção, ex-atletas experientes vão ao limite físico e mental para reconquistar a glória e faturar um prêmio de 30 milhões de ienes.

Sucesso no serviço de streaming, o seriado conseguiu alcançar o TOP 9 das produções mais assistidas na plataforma brasileira.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Dentre os participantes, a produção conta com Yoshio Itoi, Takashi Kurihara, Hozumi Hasegawa, Ryudai Onikura, Yuya Shozui, Katsuma Yonemura, Atsushi Arai, Kazuhiro Goya, entre outros.

Seleção final3

Confira as primeiras imagens de ‘The Punishing’, terror com John Boyega e Cara Delevingne

O site Deadline divulgou as primeiras imagens de ‘The Punishing‘, terror sobrenatural estrelado por John Boyega (‘Ataque ao Prédio’) e Cara Delevingne (‘Esquadrão Suicida’).

A trama se passa em uma ilha remota da Islândia, onde um homem se recupera milagrosamente de uma doença terminal, mas sua esposa descobre que os poderes de cura da terra têm um preço terrível.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Chris Sparling (‘Enterrado Vivo’) é responsável pela direção e roteiro.

O longa é produzido pela Spooky Pictures, Redwire Pictures e Tiki Tane Pictures.

Infelizmente, o terror ainda não possui previsão de lançamento.

‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’: Elenco demonstra apoio à ‘Mulher-Maravilha’

Marisa Tomei e Tom Holland estão percorrendo o mundo para divulgar ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar‘, mas mesmo assim eles tiraram um momento para demonstrar seu apoio à mais recente produção da DC Comics, ‘Mulher-Maravilha‘.

Para mostrar seu suporte, a dupla posou para fotos com um exemplar de uma revista que traz a heroína na capa. A demonstração de apoio pode ser simples, mas reforça a premissa de que não há rivalidade entre ambas as empresas.

Confira:

Marvel deve ganhar “reboot” nos cinemas após ‘Os Vingadores 4’ 

A estreia de ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar‘ está agendada no Brasil para o dia 6 de Julho de 2017.

 

‘Mamma Mia: Lá Vamos Nós De Novo!’ ganha uma nova imagem

Mamma Mia: Lá Vamos Nós de Novo!’ (Mamma Mia: Here We Go Again!) ganhou uma nova imagem.

Confira:

Nos anos 70, a jovem Donna (Lily James) viveu muitas aventuras com seu grupo musical Donna & The Dynamo, em parceria com suas amigas Tanya (Jessica Keenan Wynn) e Rosie (Alexa Davies). Porém, mais do que isso, Donna se apaixonou e viveu relacionamentos intensos com três homens diferentes: Harry (Hugh Skinner), Sam (Jeremy Irvine) e Bill (Josh Dylan).

A estreia acontece dia 19 de julho de 2018.

O roteiro e direção são de Ol Parker, roteirista dos agradáveis O Exótico Hotel Marigold (2012) e sua continuação (2015).

O elenco do primeiro filme retorna.

Mamma Mia’ (2008) é baseado no musical do teatro de enorme sucesso, que adapta as canções da icônica banda sueca ABBA. Para a sequência, as músicas que não encontraram lugar no primeiro farão parte da trilha, assim como a reprise das mais populares.

‘Turn Up Charlie’: Idris Elba faz bico de babá no trailer da nova comédia da Netflix

A nova série de comédia da Netflix e estrelada por Idris Elba, ‘Turn Up Charlie‘, ganhou seu primeiro trailer.

Assista:

Intitulada Turn Up Charlie, a série é uma comédia de meia hora de duração (nos moldes de Santa Clarita Diet), na qual Elba interpreta um DJ lutando para ganhar a vida. O sujeito é um eterno solteirão e sua sorte muda quando recebe a oportunidade de se tornar babá da filha problemática de seu famoso melhor amigo.

Turn Up Charlie foi criada por Elba, em parceria com Gary Reich. Ambos são produtores do programa também. A primeira temporada da série terá 8 episódios.

A produção estreia na plataforma de streaming em 15 de março.

‘Star Wars: A Ascensão Skywalker’: Daisy Ridley grava cena final em imagem dos bastidores

A sequência ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker‘ ganhou novas imagens dos bastidores, que trazem a atriz Daisy Ridley gravando sua última e emblemática cena como a Rey.

Confira:

Assista nossa crítica:

‘Supernatural’: Leia o final original que não foi filmado em virtude do Coronavírus

A amada série ‘Supernatural‘ encerrou a sua jornada em 2020, após alguns contratempos e atrasos em virtude da pandemia.

E a produção teria um final um pouco diferente daquele apresentado aos fãs nas telinhas. Originalmente, a CW tinha outros planos para encerrar a jornada dos irmãos Winchester, mas o coronavírus acabou comprometendo a proposta inicial.

Com a produção da última temporada sendo interrompida apenas 15 dias antes do início das filmagens do episódio final, os criadores foram forçados a se readequar aos tumultuados protocolos de segurança, o que acabou mudando os rumos do roteiro.

E um usuário do Twitter intitulado Fangasm compartilhou uma arte assinada pelo criador Andrew Dabb, que traz os detalhes do “final que quase aconteceu”.

Confira:

“Dean sempre iria acabar no céu, e nós sempre veríamos a vida de Sam em um fast forward, mas aqueles momentos finais deveriam acontecer em outro lugar.

“Quando Bob Singer e eu nos sentamos para conversar sobre a 15ª temporada e nosso inevitável fim, pensamos em algo que parecia uma versão adequada do paraíso de Sam e Dean: Todas as pessoas que os meninos conheceram ao longo do caminho (ou, pelo menos, aqueles que poderíamos convencer a voar para Vancouver) lotados em um Roadhouse reconstruído, enquanto a banda Kansas tocava nossa música tema (oficial não oficial): ‘Carry on Wayward Son.’

E quando voltamos a trabalhar em agosto, colocar tantas pessoas em um espaço fechado e até mesmo viajar alguns de nossos favoritos atores de Los Angeles e colocá-los em quarentena por duas semanas para o que seria meio dia de trabalho, simplesmente não era realista. Mesmo a banda Kansas, sempre disposta, não sentia que poderia fazer aquela viagem, o que nós entendíamos perfeitamente.

E então aquele final de Supernatural…chegou ao fim. Eu amo o que temos agora, Dean no carro em uma estrada aberta, mas tenho que admitir que às vezes penso em nossa ideia original – todos os amigos e familiares de Sam e Dean, e uma das maiores bandas de rock de todos os tempos em uma obra-prima de um set, e sinto falta disso…mesmo que nunca tenha realmente existido.

Eu sinto falta do que poderia ter sido”.

Confira uma imagem do box com todas as temporadas:

Criada por Eric Kripke, a série inicialmente foi planejada para durar 5 temporadas, mas continuou após se tornar um dos maiores sucessos do canal.

Sam (Padalecki) e Dean (Jensen Ackles) lutaram contra demônios e anjos, criaturas míticas e monstros, em uma busca aparentemente interminável para salvar o mundo. Mas na batalha final, eles enfrentam o próprio Deus (Rob Benedict), recusando-se a matar seu filho Nephilim Jack (Alexander Calvert), trazendo assim a decisão de Deus de acabar com essa realidade de uma vez por todas…

O elenco conta com Jared Padalecki, Jensen Ackles, Misha Collins, Samantha Smith, Mark Pellegrino, Ruth Connell e Alexander Calvert.

Crítica | The Fabelmans: Cinebiografia de Steven Spielberg é o filme mais emocionante e intimista de sua carreira

Filme assistido durante o Festival de Toronto 2022

Apenas cinco minutos de O Maior Espetáculo da Terra foram suficientes para nos trazer uma coletânea de décadas contemplando a criatividade de Steven Spielberg. O clássico de 1952 foi o primeiro filme assistido pelo amado cineasta, em uma época onde o fascínio pelo cinema estava em seus estágios iniciais. E a cena de colisão entre um carro e um trem se tornou aquele breve hiato no tempo onde tudo se transforma. Apavorado pela imensidão daquela tomada do longa de Cecil B. DeMille, o jovem Spielberg decidiu recriá-la. Com a ajuda de uma câmera 8mm, o pequeno garoto fazia o seu primeiro curta – uma repetição meticulosa do instante em que o medo gerado em uma sala de cinema se tornou sua maior história de amor.

The Fabelmans (co-escrito com Tony Kushner) é certamente o filme mais aguardado da carreira do prolífico cineasta. A cinebiografia de sua própria vida, o longa é a inebriante e fascinante história dos Spielberg, trazida pelo sobrenome fictício Fabelman. Uma família judia inventiva, divertida e bastante peculiar, o pequeno grande clã é marcado pela inteligência e brilhantismo do pai do diretor, sua mãe nascida de um conto de fadas e suas três irmãs tão únicas e criativas. Cercado por um ambiente familiar pouco ortodoxo, mas regado por tradições, Steven foi o narrador onisciente de sua própria casa. Em seu mais novo filme, ele toma a mão de Sammy – seu alter ego vivido por Gabriel LaBelle – e convida a audiência para uma aventura em um álbum de fotografias vivas, que ganham cor, profundidade e beleza diante dos nossos olhos.

Uma catarse profunda sobre sua própria história como um adolescente judeu que cresceu sob o escrutínio da xenofobia e do racismo, The Fabelmans é quase documental de tão meticuloso em termos de apuração de fatos. Determinado a se ater às suas memórias genuínas, Spielberg percorre os caminhos mais escondidos de sua mente e traz às telonas toda sua formação – a partir do seu primeiro contato com o cinema -, no instante em que foi convencido por seus pais a assistir O Maior Espetáculo da Terra. Desde então, sua relação com a sétima arte só se desabrochou, se transformando em uma jornada de pequenos filmes sempre gravados com a participação de suas irmãs mais novas. Mas em meio ao vigor de um lar sempre festivo e alegre, também havia um casamento frágil, marcado pela extrema ascensão profissional de um pai de família que contribuiu diretamente para o surgimento da era tecnológica ao redor do mundo.

Dentro dessa catarse metalinguística, Paul Dano, Michelle Williams e Seth Rogen assumem novas feições e honram a memória dos pais e tio de Spielberg com delicadeza, respeito e cuidado. Transcrevendo para as telonas três das figuras mais importantes da formação pessoal e profissional do diretor, o trio de protagonistas assume a árdua missão de eternizar uma história de amor familiar e o fazem com maestria e sensibilidade – tornando a vida de Spielberg ainda mais próxima de cada um de nós cinéfilo. Com a trajetória da família sempre sendo contada pela ótica de Sammy (Spielberg), o filho mais velho, percebemos a realidade a partir de sua própria visão, seus medos, anseios, sua delicada relação com sua mãe e sua dificuldade de identificação com seu pai. E ao longo de mais de duras horas de filme, mais de 70 anos são lindamente abreviados para o público, nos levando a uma espiral emotiva de auto descoberta, cura, e amor familiar.

E à medida que Sammy cresce e amadurece, sua relação com o cinema também se transforma. Vemos sua família e seus dilemas pessoais mudarem ao longo dos anos, conforme contemplamos uma direção precisa e simbólica, que nos remete ao formato technicolor e ao mesmo padrão de direção adotado por Spielberg no remake de Amor, Sublime Amor. Sob uma estética sessentista bem plástica e vibrante, figurinos e design de produção ganham vida diante da tela, salientando cada precioso detalhe da produção técnica de The Fabelmans. Apaixonante e inspiradora, a produção é uma catarse intimista para o cineasta. Colocando-se em uma posição de fragilidade extrema, ele se despe diante do público para mostrar as rachaduras de sua família, em contraste com as apaixonantes e quase cinematográficas memórias que ele coleciona ao lado dos seus pais e irmãs.

Profundamente emocionante, o longa é uma aventura entre o drama e a comédia e convida a audiência para uma das experiências mais honestas e cruas das últimas décadas. Lindamente dirigido, o filme traz uma estética diretorial belíssima, que emana a Hollywood dos anos 60 sob uma trilha sonora original performática e teatral. Uma carta de amor à sua própria família e ao cinema, The Fabelmans é a obra mais intimista de Steven Spielberg e uma das mais difíceis de ser feita, tamanha a proximidade do diretor com a história. Com um elenco excepcional e uma visão otimista e inspiradora sobre a vida e os sonhos mais profundos que nutrimos no íntimo das nossas almas, o filme é a consumação máxima do diretor, que aos 75 anos nos lembra uma vez mais do quanto precisamos de cada um dos seus filmes para continuarmos alimentando os nossos próprios sonhos de infância.

Crítica | Viveiro – Terror alegórico com pinceladas de Kafka e Magritte estreia no Amazon Prime Video

Admiradores do seriado The Twilight Zone (1959-1964), os irlandeses Lorcan Finnegan e Garret Shanley conceberam Viveiro (Vivarium) para nos desconectar da realidade e nos transportar direto ao purgatório de uma vida muito semelhante a nossa, mas sem o privilégio do livre-arbítrio. Lançada no Festival de Cannes 2019 e disponibilizada em VOD em março, a obra protagonizada por Jesse Eisenberg e Imogen Poots é uma alegoria sobre as ilusões da felicidade familiar e nos remete ao romance O Processo (1925), de Franz Kafka.

Por meio da cena inicial, na qual um pássaro faminto derruba os seus semelhantes do ninho de forma energética e cruel, a produção já comunica ao espectador o seu objetivo de deixá-lo num ambiente desconfortável. Assim como icônico personagem Joseph K., preso em um processo interminável por um crime não específico, o casal Gemma (Poots) e Tom (Eisenberg) desconhece as razões do seu infortúnio. 

O essencial da narrativa, no entanto, não é explicá-las, mas nos confrontar com a experiência de cada um deles nesta jornada. O casal chega a uma imobiliária e são recebidos pelo agente Martin (Jonathan Arisa), portador de um sorriso horripilante e desprovido de trato social, ou seja, poderíamos compará-lo a um assombroso Sheldon Cooper, de The Big Bang Theory. De imediato, o casal é conduzido a visitar o espaço residencial Yonder e eles são apresentados a um infinito repetitivo de casas verdes idênticas com cercadinhos na varanda.

Logo de início, a decoração domiciliar causa estranhamento e eles reagem com aversão e escárnio. Para completar a atmosfera insólita, Martin desaparece sem deixar rastros e a vizinhança permanece completamente silenciosa. Sem titubear, ambos entram no carro em direção ao caminho de volta à cidade. Contudo, após rodar por horas e sempre encontrar as mesmas casas, a gasolina acaba e a saída torna-se inatingível. 

A partir desse momento, é preciso olhar a obra com um quê de desconfiança e curiosidade, equivalente a dos protagonistas. Depois de algumas tentativas de fuga, eles recebem um caixa com mantimentos e, posteriormente, um bebê, o que os revela como prisioneiros de alguém ou algo incompreensível. Como no romance de Kafka, Finnegan e Shanley nos conduz a enxergar para além do plano das imagens e fazer um esforço de interpretar a simbologia. 

Com uma composição minimalista, a força narrativa sustenta-se por meio da expressividade de Imogen Poots, sendo este um dos trabalhos mais eminente da atriz. Ela funciona como um pêndulo entre manter-se humana ou deixa-se seduzir pela loucura, principalmente nas cenas como o seu suposto filho (Senan Jennings). Nesta situação, os três sentados à mesa para o café da manhã perverte o lúdico fotográfico da constituição familiar, já que o garoto é uma amplificação horripilante do desenvolvimento de uma criança através dos hábitos parentais, neste caso, dos prisioneiros ao seu redor.

Seguindo o mesmo caminho do surrealismo das obras de Charlie Kaufman (Quero Ser John Malkovich [1999], Sinédoque Nova York [2018], Anomalisa [2015]), Viveiro joga um casal em um pesadelo de serventia a um ditador invisível. Em uma instância mais primária, é possível fazer uma contemplação que esta é exatamente a vida que ambos buscavam ao entrarem naquela residência. Os elementos de realidade com resquícios de fantasia, ou melhor, de composições surrealistas, são belos ao nosso olhar e intrigam a lógica presente na vida cotidiana, tal como um quadro do artista belga René Magritte.

Com uma excelente direção artística, Viveiro sobressai a estética em detrimento de uma mensagem simples, mas aberta a interpretações: seja o pesadelo da vida no subúrbio para a geração Y, seja a criação dos filhos. De fato, os elementos pincelados por Lorcan Finnegan aterrorizam e entretêm, mantendo o espectador capturado pela fascínio do alegórico purgatório, além de brincar com as questões apresentadas em Foi Apenas Um Sonho (2008) e Beleza Americana (1999).

Atriz de ‘Melrose Place’ é acusada de ter abusado sexualmente um adolescente

A atriz Jamie Luner, a Lexi Sterling da série ‘Melrose Place’, está sendo acusada de ter feito sexo oral em um adolescente menor de idade, de acordo com o TMZ.

A suposta vítima, agora um homem de 30 anos, registrou o crime em uma delegacia de Los Angeles, alegando que em 1998, quando tinha 16 anos, Luner fez sexo oral nele.

O relatório inicial da policia não revela a identidade do acusador e também não esclarece se a atriz e o adolescente tinham, na época, um relacionamento consensual. Procurada pela imprensa, a atriz ainda não se pronunciou publicamente sobre as acusações. Novas informações devem sair em breve.

‘Vingadores’: Vídeo do blu-ray mostra versão estendida da luta contra Thanos; Assista!

Um vídeo promocional do blu-ray de ‘Vingadores: Guerra Infinita está circulando na internet e podemos ver uma versão estendida da cena da luta contra Thanos. Confira:

Em outro vídeo, a Marvel explica exatamente qual o poder de cada uma das Joias do Infinito.

Destaque para a Joia da Alma, a pedra que menos apareceu no MCU até agora. No vídeo, seu poder é “controlar a vida e a morte”. Confira:

Joia do Espaço: Viajar através de qualquer dimensão.

Joia do Tempo: Ver o futuro, alterar o passado.

Joia da Realidade: Dobrar a realidade à sua vontade.

Joia do Poder: Destruir qualquer coisa em seu caminho.

Joia da Mente: Criar ou alterar consciências.

Joia da Alma: Controlar a Vida e a Morte.

Capitã Marvel chega aos cinemas em 8 de março de 2019, enquanto Vingadores 4 fica para 02 de maio de 2019.

10 curiosidades de ‘Uma Linda Mulher’, uma das comédias românticas mais famosas da história

Lançado em julho de 1990, Uma Linda Mulher é uma das mais clássicas e icônicas obras da década de 90. A história do amor incomum do executivo que contrata uma garota de programa para acompanhá-lo nas reuniões de negócios conquistou uma legião de fãs ao redor do mundo, que se encantaram com as atuações de Richard Gere e Julia Roberts, e imortalizaram na história do cinema a canção Oh Pretty Woman. Diante desse sucesso, o filme esconde alguns segredos e polêmicas de bastidores. Pensando nisso, selecionamos 10 curiosidades de Uma Linda Mulher. Confira!

Relatos

O roteirista do filme, J.F. Lawton, realizou uma série de entrevistas com as garotas de programa que trabalhavam na avenida ao lado de onde ele morava e adicionou esses relatos às incursões corporativas, que eram tão comuns na época. Assim, ele conseguiu misturar esses dois mundos para criar uma das comédias românticas mais famosas de todos os tempos.

3 mil pratas

Por conta da proposta que Vivian (Julia Roberts) recebe e acaba movimentando a trama do filme, o título original do projeto era “3 Mil Dólares”. Porém, a Disney não achou que esse nome chamaria atenção para o filme, então, assim que conseguiu os direitos de uso da música ‘Oh Pretty Woman’, de Roy Orbinson, o estúdio alterou o título para “Uma Linda Mulher”.

Roteiro polêmico

A ideia original da direção era contar com a ruivinha Molly Ringwald (O Clube dos Cinco), que chegou até a receber o roteiro para leitura. O problema é que ela não gostou do que leu e achou a trama meio ofensiva, além de não se sentir confortável interpretando uma garota de programa, com medo de como isso poderia afetar sua carreira. Com a recusa, a equipe foi atrás de Julia Roberts. Anos mais tarde, Molly disse ter se arrependido de não ter aceitado o papel.

Quase pulou fora

O grande charme do filme é química sobrenatural de Richard Gere e Julia Roberts em cena, mas é curioso como isso quase não aconteceu. É que o ator fez o teste junto a Roberts, e todos ficaram maravilhados com a química entre a dupla, só que ele não gostou tanto do projeto e estava prontinho para recusar o papel. Porém, um bilhetinho da própria Julia Roberts enviado para ele com as palavras “por favor, aceite o papel” fizeram com que ele mudasse de ideia e topasse estrelar o filme ao lado da atriz.

Outros planos

Julia mandou o bilhetinho para Gere porque já havia passado por experiências negativas durante os testes. A ideia original da direção era ter o eterno Superman, Christopher Reeve, no papel de Edward Lewis. No entanto, no dia do teste, Julia teve um conflito de agenda e não pôde comparecer para ler o roteiro com Reeve, que precisou fazer sua cena com o próprio diretor no papel de Vivian. Sua interpretação de Vivian foi tão ruim e vulgar que Reeve acabou recusando o papel na hora.

Não era o certo

Com a recusa de Reeve, a produção foi atrás do lendário Al Pacino. Porém, diferentemente do Superman, Al Pacino teve a chance de fazer o teste ao lado de Julia Roberts e achou o roteiro simplesmente fantástico. Então o que aconteceu para ele recusar o papel? Em um ato de muita honestidade, o ator simplesmente acreditou que não era a melhor escolha para o papel, acreditando que eles ainda encontrariam a química perfeita para o casal do filme. E não é que ele estava certo?

Joia rara

O icônico colar que Vivian recebe para usar na sequência da ópera é uma joia de verdade e tinha mesmo o preço avaliado em cerca de 250 mil dólares, conforme dito no filme. Para garantir que nada de ruim acontecesse com a joia durante as gravações, o diretor andava sempre acompanhado por um segurança armado da joalheria. Ainda bem que nada aconteceu com ele, não é mesmo?

Tira-manchas

Na famosa cena da banheira, em que Vivian se empolga com a cantoria enquanto se banha, a produção queria formar uma camada muito grossa de espuma para evitar que câmera mostrasse demais da Julia Roberts. Para isso, os responsáveis atolaram a banheira de detergente. Mas foi tanto sabão que a tinta vermelha do cabelo de Julia Roberts saiu ao fim da cena, fazendo com que ela precisasse pintar a cabeleira novamente quando chegaram à sequência final.

Pegadinha

Essa mesma cena conta com outra curiosidade divertida de bastidores. A sequência tem um momento em que Vivian está cantando empolgada até que decide afundar bem lentamente na espuma da água da banheira. Sabendo disso, a produção decidiu pregar uma peça na atriz. Quando ela mergulhou a cabeça embaixo d’água, todo mundo saiu correndo do set de filmagem, incluindo o câmera. Assim, quando ela levantou da banheira, ficou perdidinha sem achar ninguém e caiu na gargalhada.

Sucesso

Com mais de 460 milhões de dólares arrecadados em bilheteria, Uma Linda Mulher foi um sucesso mundial. Ainda assim, na Espanha, o filme é um dos maiores sucessos de todos os tempos, sendo o mais clássico filme das exibições das TVs locais. Até 2022, foram mais de 40 exibições em horário especial do filme. É praticamente A Lagoa Azul deles.

Uma Linda Mulher está disponível no Star+.

Crepúsculo | 16 motivos que fazem a saga ser tão INESQUECÍVEL

Todos os filmes da saga Crepúsculo serão relançados nos cinemas brasileiros a partir de hoje, dia 1º de Dezembro.

Será um lançamento por semana, começando por Crepúsculo hoje. Lua Nova, o segundo filme da saga, estará nas telonas a partir de 08/12, seguido pelo terceiro filme, Eclipse, que chega aos cinemas em 15/12. Os dois últimos filmes, Amanhecer partes 1 e 2 reestrearão a partir de 20 e 27/12 respectivamente.

Publicado no Brasil de 2005, a primeira edição de ‘Crepúsculo’ já vinha arrebatando leitoras nos Estados Unidos e no resto do mundo. Em pouco tempo, milhões de exemplares em diversas línguas foram vendidos e os direitos da história foram adquiridos para a produção de um longa-metragem. Três anos depois, em 2008, estreou nos cinemas o primeiro capítulo da improvável história de amor entre uma humana e um vampiro – que se tornaria uma das sagas mais inesquecíveis e importantes do século XXI e da cultura pop por inúmeras razões.

Com a Saga voltando aos cinemas, resolvemos criar uma lista com 16 Motivos que a fazem ser tão INESQUECÍVEL:

16 – Jovem protagonismo feminino

Foi a primeira vez na cultura pop dos anos 2000 que tivemos uma saga estrelada por uma mulher, e jovem ainda por cima. As grandes referências anteriores são aventuras protagonizadas por homens – ‘Star Wars’, ‘Harry Potter’, ‘O Senhor dos Anéis’, ‘Jornada nas Estrelas’, etc. A partir de 2005 e ‘Crepúsculo’, uma nova possibilidade se abre para as narrativas de filmes juvenis.

15 – O público alvo se identifica com Bella Swan

Até esse momento da cultura pop, não tínhamos visto ainda uma jovem protagonista com quem o público alvo se identificasse tanto! Bella é insegura, nova na escola, se veste super básica e não está focada em festas, meninos e maquiagem. O fato de Bella se vestir de jeans e blusinha e dirigir um carro todo ferrado a aproximou da realidade das espectadoras – e, consequentemente, aproximou sua história de amor da gente.

14 – Aparição da autora no filme

Para um escritor, ver sua história se tornar um longa-metragem é a concretização de um sonho. Porém, quase nunca o rosto do escritor fica associado ao filme. Embora muitos escritores já tivessem aparecido antes em suas produções, a partir da participação de Stephenie Meyer no casamento de Bella e Edward em ‘Amanhecer: Parte 1’ é que foi popularizado (e até esperado) essas aparições dos autores nas adaptações cinematográficas de livros da cultura pop.

13 – O resgate do vampiro sexy

A mais popular personificação do vampiro na literatura é o Drácula, e, em seguida, os vampirões super sensuais (e adultos) de Anne Rice, como o Lestat e o Louis de ‘Entrevista com o Vampiro’. Em ‘Crepúsculo’, temos um inovador vampiro adolescente, sem uma pegada infantil, mas na dose certa da malícia de acordo com a idade dos personagens. E, com isso, milhares de adolescentes no mundo inteiro passaram a amar e consumir a cultura gótica vampiresca.

12 – Popularização da literatura clássica

Essa estrutura de que estamos falando se assemelha com a de ‘O Morro dos Ventos Uivantes’, e a própria Stephenie Meyer admitiu ter se inspirado no romance de Emily Brontë. Inclusive Bella Swan aparece lendo e comentando o livro – artifício que foi repetido em muitas outras literaturas jovens, como ‘O Diário de Anne Frank’ em ‘A Culpa é das Estrelas’ e ‘A Divina Comédia’ em ‘O Inferno de Gabriel. Essa transmídia fez o público espectador se interessar por literaturas desconhecidas para eles até então, o que é bastante positivo, pois alavancou a venda de livros na época.

11 – Robert Pattinson cantando

Então com apenas 22 anos, Robert Pattinson agarrou a oportunidade na saga ‘Crepúsculo’ para mostrar que era um ator com muitos talentos, e não só um rostinho bonito. Já no primeiro filme, na cena do restaurante em que Bella e Edward estão jantando (bom, ele não né, rs), a música ao fundo é Robert Pattinson cantando. Mais tarde, em ‘Amanhecer: Parte 2’, o rapaz volta a cantar, mas dessa vez tocando piano.

10 – Saga iniciou um formato de narrativa que se popularizou no mundo inteiro

Se você analisar bem, a saga ‘Crepúsculo’ tem uma estrutura bastante simples: uma mocinha indefesa dividida pelo amor de dois rapazes – um bom e seguro, o outro mau e atraente; a jovem passa por uma grande mudança (vai morar em outra cidade), tem pais ausentes (até demais né), poucos amigos na cidade e fica quase totalmente dependente do protagonista – que é um rapaz misterioso, rico e culto. Os dois querem ficar juntos, mas não podem, e toda a saga no final das contas tem a ver com eles conseguirem ficar juntos. Você vê essa mesma estrutura se repetir em muitas outras histórias lançadas a partir daí, como ‘Cidade dos Ossos’, ‘Jogos Vorazes’, ‘Cinquenta Tons de Cinza’, ‘O Inferno de Gabriel’ e por aí vai.

9 – Aprender a dor da perda

Pode parecer bobagem, mas quando Edward e Bella se separam em ‘Lua Nova’, milhares de adolescentes no mundo inteiro sentiram a dor de uma separação – e, com isso, aprenderam que essa dor é real e que é preciso fazer algo a respeito (mas não andar de moto né). Ensinamentos à parte, Bella ficar em casa todos os dias o dia inteiro sem ver o tempo passar também nos preparou para o que encararíamos nesse 2020.

8 – Gravações no Brasil

De todos os lugares do mundo em que Bella e Edward poderiam passar a lua de mel (já que ele evita ficar no sol), eles decidiram vir para o Rio de Janeiro (!!!!), onde dançaram numa rua da Lapa, e para a Ilha Grande (presente de Carlisle). Em pleno início de década, isso alvoroçou os hormônios de milhares de fãs da saga (e do casal) e, consequentemente, fez o Brasil parecer um paraíso nas telonas.

7 – O Mocinho Bad Boy e Protetor

Edward não é qualquer mocinho. Ele é perigoso, e, portanto, mau. Mas também é extremamente protetor – ao ponto de aparecer do nada no beco escuro para salvar Bella de uma enrascada. Esse arquétipo também foi reproduzido por diversas literaturas que depois viraram filmes, como ‘Cinquenta Tons de Cinza’, ‘O Inferno de Gabriel’ e ‘365 DNI’. Perceba também que esses protagonistas são ricos, dão presentes inacreditavelmente caros, propõem passeios deslumbrantes e, ainda por cima, tocam piano. Edward destruiu o imaginário do mocinho comum, rsrsrss.

6 – Tem o Booboo Stewart novinho

Para quem não lembra, temos o Booboo Stewart noviiiinho em três dos cinco filmes da franquia como um lobinho pré-adolescente bem fofinho. Mais tarde ele iria crescer, ficar com os cabelos compridos e ganhar músculos ao estrelar a trilogia ‘Descendentes’, da Disney. Mas ele nunca perdeu o aspecto lobinho dele.

5 – Celulares que só ligam

A saga ‘Crepúsculo’ foi uma das últimas produções em que os personagens não tinham smartphone ainda. É sério! Os celulares, ainda que com um display moderninho, só ligavam e mandavam mensagem, não entravam na internet. Isso não é lindo? Até porque se eles tivessem acesso à internet, não teríamos Bella se fazendo de boba na visita ao herbário e o Edward mandando ela consultar o Google. Rá!

4 – Rapazes sem camisa

Uma vez que finalmente tínhamos o protagonismo focado em uma adolescente, finalmente o público feminino foi contemplado com a exibição de corpos jovens, sarados e sem camisa, respaldados pela desculpa super plausível de que lobisomens sentem calor e, portanto, andam sem camisa.

3 – Frases cafonas que amamos

A saga ‘Crepúsculo’ é recheada de frases cafonérrimas que se tornaram inesquecíveis para muita gente, como ‘E então, o leão se apaixonou pelo cordeiro’. Suspira… Mas uma das melhores frases está em ‘Amanhecer: Parte 1’, a cena em que Bella está quase congelando de frio dentro da barraca, Edward não pode fazer nada porque também ele é frio e, pra piorar, se dá conta de que o único que pode aquecer sua namorada nesse momento é justamente Jacob – seu concorrente pelo coração de Bella. Não bastasse a situação extremamente constrangedora pro vampirinho, Edward vira para Jacob e pergunta por quê ele acha que seria a única opção para salvar Bella naquele momento, e Jacob simplesmente devolve: “porque eu sou mais quente que você!”. Aaaahhh Nossa Senhora do Trocadilho!

2 – Fez a gente esperar mais de uma década pelo novo livro

Poucas foram as sagas mundiais que cativaram seu público com tanto carinho, fazendo a galera esperar mais de 10 anos por um novo livro que, a bem da verdade, conta a mesma história que nós amamos, só que sob o ponto de vista do nosso doce vampiro. De repente, mulheres no mundo inteiro voltam a se sentir adolescentes por conta do frisson do lançamento de ‘Sol da Meia-Noite, que acaba de chegar às livrarias, trazendo uma onda de bem-estar e satisfação a milhares de leitoras em um ano tão difícil como o de 2020. Só resta o agradecimento à Stephenie Meyer por tudo.

1 – Proporcionou o primeiro contato de Robert Pattinson com os morcegos

Muitos nerds ficaram enfurecidos com a representação de um vampiro que brilhava e com o frisson que a história estava causando no público feminino. Mas a verdade é que esses mesmos nerds agora têm que morder a língua, pois, não fosse seu trabalho em ‘Crepúsculo’ – e seu estrondoso sucesso como vampiro – Robert Pattinson provavelmente não seria tão bem cotado para ser o novo ‘Batman’, doze anos depois.

‘Vingadores: Ultimato’: Teoria da viagem no tempo pode ter sido confirmada; Confira!

Há bastante especulação sobre a história de Vingadores: Ultimato. Os Irmãos Russo, diretores do filme, não deixaram nada vazar, e o presidente da MarvelKevin Feige, divulgou que a publicidade para o filme focará nos primeiros minutos.

De qualquer forma, os fãs do Universo Cinemático Marvel são impiedosos e têm muito a mostrar. Inúmeras teorias surgem a cada dia, dissecando acerca das mais ínfimas pistas sobre os novos filmes dos estúdios e conteúdos lançados.

Agora, uma lista do elenco do longa confirma uma das teorias que já viralizou entre o público, a qual diz respeito que os Vingadores restantes irão se reunir a Scott Lang (Paul Rudd) para utilizar o Reino Quântico como forma de viajar através do tempo e consertar a dizimação causada pelo “snap” de Thanos (Josh Brolin).

Obviamente não há confirmação dos CEOs da Marvel sobre isso, mas a lista em questão fala por si mesma. Os atores Miles WebbMonica Mathis irão dar vida aos papéis de um cientista dos anos 1970 e uma mulher dentro do carro, respectivamente. Isso nos leva a perguntar: o que os Vingadores, ou o filme, estão fazendo nessa década?

É claro que o IMDb, site que normalmente divulga a lista do elenco antes mesmo de uma confirmação clara, pode alterar seu conteúdo e toda essa teoria ir por água abaixo. Mas se for verdade, isso significa que há uma grande chance dos queridos super-heróis voltarem no tempo e salvar seus companheiros e o universo dos malignos planos de Thanos.

Dirigido por JoeAnthony Russo, o longa trará Robert Downey Jr.Chris HemsworthMark RuffaloChris EvansScarlett JohanssonDon CheadleTom HollandChadwick Boseman e inúmeros outros nomes familiares de volta às telonas, além de introduzir Brie LarsonPaul Rudd como Capitã Marvel e Homem-Formiga, respectivamente, na equipe.

Vingadores: Ultimato estreia no dia 25 de abril de 2019.

‘Malévola: Dona do Mal’: Bebe Rexha lança “You Can’t Stop the Girl”, música-tema da sequência

Em 2014, Lana Del Rey entregava uma belíssima rendição de “Once Upon a Dream”, canção original do clássico A Bela Adormecida para o remake-prequela Malévola.

Agora, a jovem Bebe Rexha tomou as rédeas da aguardada continuação e lançou a música-tema de Malévola: Dona do Mal’, intitulada “You Can’t Stop the Girl”.

Confira:

https://www.facebook.com/113852248646167/posts/2511932655504769?s=100000425583181&v=e&sfns=mo

A sequência traz o retorno da roteirista Linda Woolverton, que coescreve o roteiro ao lado de Jez Butterworth (‘No Limite do Amanhã‘).

Uma aventura que se passa vários anos depois de “Malévola” – em que o público aprendeu sobre os eventos que endureceram o coração da vilã mais famosa da Disney e a levou a amaldiçoar a pequena princesa Aurora, “Malévola II” continua a explorar a relação complexa entre a fada de chifres e a quase rainha, ao formarem novas alianças e enfrentarem novos adversários em sua luta para proteger os mouros e as criaturas mágicas.

Angelina Jolie e Elle Fanning retornam. Michelle Pfeiffer e Harris Dickinson se juntam ao elenco como a Rainha Ingrith e o Príncipe Phillip, respectivamente. Chiwetel Ejiofor, Ed Skrein, Robert Lindsay, Sam Riley, Imelda Staunton, Juno Temple e Lesley Manville completam o elenco.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 17 de outubro.

TODOS os filmes adiados devido ao surto do Coronavírus [ATUALIZADO]

A indústria do entretenimento vem sofrendo com o surto de Coronavírus que, outrora restringido apenas à China, agora se espalhou para o restante do mundo em velocidade recorde.

Emergindo ao patamar de pandemia global (com mais de 130 mil infectados e quase 5 mil mortes), várias distribuidoras e produtoras resolveram adiar o lançamento de alguns dos longas-metragens mais esperados do ano – como foi o caso de Mulan‘007 – Sem Tempo para Morrer’ e Velozes e Furiosos 9.

Por isso, o CinePOP separou uma lista com todos os filmes que foram adiado devido ao Coronavírus – e que será atualizada em tempo real.

Confira:

VELOZES E FURIOSOS 9

Lançamento original: 20 de maio de 2020.

Nova data: 02 de abril de 2021.

Velozes e Furiosos 9 pode não ter sido o primeiro filme a ser adiado, mas certamente é um dos maiores. O anúncio foi feito por Vin Diesel através de suas redes sociais e é bem provável que a espera de um ano também implique o futuro da franquia.

007 – SEM TEMPO PARA MORRER

Lançamento original: 09 de abril de 2020.

Nova data: 25 de novembro de 2020.

O 25º filme de James Bond (e o último a ser estrelado por Daniel Craig) já havia passado por alguns problemas de produção – mas nada poderia ter previsto seu adiamento em mais de seis meses. Agora, a nova entrada da franquia seguirá os passos dos lançamentos predecessores ao chegar aos cinemas no final do ano.

UM LUGAR SILENCIOSO 2

Lançamento original: 19 de março de 2020.

Nova data: ainda não confirmada.

A sequência de ‘Um Lugar Silencioso’ chegaria semana que vem aos cinemas de todo o mundo, mas o Coronavírus acabou atingindo a grande aposta da Paramount para este ano. Ainda não se sabe qual será o novo dia de estreia do longa, mas acredita-se que o diretor John Krasinski deva fazer um anúncio oficial nos próximos dias.

PEDRO COELHO 2: O FUGITIVO

Lançamento original: 30 de abril de 2020.

Nova data: 07 de agosto de 2020.

De todos os filmes adiados até agora, Pedro Coelho 2: O Fugitivo foi o que menos sofreu com as mudanças nas datas: em vez de ser lançado em abril, a sequência chega aos cinemas em agosto deste ano.

THE LOVEBIRDS

Lançamento original: 03 de abril.

Nova data: ainda não confirmada.

Paramount parece estar cautelosa acerca de seus lançamentos e, assim como ‘Um Lugar Silencioso 2’, a comédia The Lovebirds também foi adiada por tempo indefinido.

MULAN

Lançamento original: 26 de março de 2020.

Nova data: ainda não confirmada.

Já era de se esperar que o remake em live-action de Mulan eventualmente fosse adiado. Apesar da impactante estreia mundial há alguns dias, os estúdios Walt Disney perceberam que a caótica situação que o Coronavírus vem deixado impactaria no mercado cinematográfico – decidindo tirar o filme de seu cronograma oficial até segunda ordem.

OS NOVOS MUTANTES

Lançamento original: 02 de abril de 2020.

Nova data: ainda não confirmada.

A estreia de Os Novos Mutantes parece uma utopia do entretenimento: afinal, para aqueles que não se recordam, o filme deveria ter chegado aos cinemas em abril de 2018, sendo movido para fevereiro de 2019, agosto de 2019 e, enfim, abril deste ano. Porém, a Disney anunciou recentemente que o longa foi adiado mais uma vez, ainda sem uma nova data definida.

ESPÍRITOS OBSCUROS

Lançamento original: 16 de abril de 2020.

Nova data: ainda não confirmada.

O novo terror produzido Guillermo Del Toro deveria chegar aos cinemas em abril de 2020, ao lado de diversas outras produções aguardadas da Casa Mouse. Entretanto, o filme também foi adiado em meio à crise do Coronavírus e agora não tem data para chegar aos cinemas.

TROLLS 2

Lançamento original: 09 de abril de 2020.

Nova data: ainda não confirmada.

A sequência da animação Trolls também não ficou fora da lista de adiamentos. Programada para abril, a Universal Pictures emitiu uma declaração oficial dizendo que, “em função do cenário de acontecimentos globais”, o lançamento foi cancelado. Ainda não foi confirmada uma nova data.

A MENINA QUE MATOU OS PAIS / O MENINO QUE MATOU MEUS PAIS

Lançamento original: 19 de março de 2020.

Nova data: ainda não confirmada.

A inédita produção brasileira sobre o caso Richthofen – que se dividiria em duas sessões complementares – também foi vítima da pandemia viral. Antes programada para chegar aos cinemas nacionais na próxima semana, o longa foi adiado por tempo indefinido.

NO GOGÓ DO PAULINHO

Lançamento original: 16 de abril de 2020.

Nova data: ainda não confirmada.

A comédia de Roberto Santucci com Maurício Manfrini teria lançamento marcado para abril de 2020 e competiria com inúmeras produções de grande calibre. Entretanto, a Downtown Filmes cancelou a estreia e ainda não decidiu um novo dia para o longa.

‘The Devil All The Time’, filme com Robert Pattinson e Tom Holland, ganha primeiras imagens oficiais

EW divulgou com exclusividade as primeiras imagens oficiais de ‘The Devil All The Time’, novo filme da Netflix estrelado por Tom HollandRobert Pattinson.

Confira:

O filme tem estreia marcada para o dia 16 de setembro.

A produção será uma adaptação do livro homônimo de Donald Ray Pollock. Na trama, a esposa de Willard Russell está à beira da morte, lutando contra um câncer. Para tentar salvá-la, ele tenta de tudo: bebe sem medidas, ora e não mede esforços em sacrificar animais. Enquanto isso, seu filho, Arvin, está crescendo, aprendendo a lidar com o bullying da escola, se posicionando como pode. A conturbada família ainda é cercada por personagens dos mais nefastos: um grupo de serial killers insanos, um pregador que come aranhas e um xerife local corrupto.

Randall Poster, Jake Gyllenhaal e Riva Marker entram como produtores.

Bill Skarsgard, Riley Keough, Jason Clarke, Sebastian Stan, Haley Bennett, Mia Wasikowska, Eliza Scanlen e Harry Melling completam o elenco.