Site Página 1462

Confira os BELÍSSIMOS créditos de abertura de ‘Silo’, nova série distópica da Apple TV+

A Apple TV+ divulgou um novo vídeo com os belíssimos créditos de abertura de ‘Silo‘, série pós-apocalíptica estrelada por Rebecca Ferguson (‘Duna’) e Tim Robbins (‘Um Sonho de Liberdade’).

Confira, com o trailer:

A produção contará com 10 episódios, e está prevista para estrear no dia 5 de maio.

A série é uma adaptação da saga literária ‘Wool’, escritos por Hugh Howey.

Em um futuro distópico onde uma comunidade existe em um silo gigante com centenas de andares abaixo da terra, homens e mulheres vivem em uma sociedade cheia de regulamentações que acreditam ser destinada a protegê-los. Depois que seu xerife quebra uma regra fundamental e os residentes morrem misteriosamente, a engenheira Juliette (Rebecca Ferguson) começa a descobrir segredos chocantes sobre o silo.

Também estrelam Common (‘Esquadrão Suicida’), Harriet Walter (‘Ted Lasso’), Chinaza Uche (‘Dickinson’), Avi Nash (‘The Walking Dead’), David Oyelowo (‘Selma: Uma Luta Pela Igualdade’) e Rashida Jones (‘On the Rocks’).

Graham Yost (‘Justified’) é o criador e roteirista, enquanto Morten Tyldum (‘O Jogo da Imitação’) será o diretor dos episódios.

Tom Cruise estrelará o novo filme do diretor de ‘O Regresso’

De acordo com o Deadline, Tom Cruise (‘No Limite do Amanhã’) estrelará o novo filme do aclamado diretor Alejandro G. Iñárritu  – vencedor de 4 Oscars pelo seu trabalho em ‘Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância)‘ e ‘O Regresso‘.

Ainda sem título oficial, este será o primeiro projeto em língua inglesa do cineasta desde ‘O Regresso‘, em 2015.

Além de dirigir, ele também assinará o roteiro ao lado de Alexander Dinelaris e Nicolas Giacobone. Anteriormente, o trio já havia colaborado em ‘Birdman‘.

Este será o primeiro projeto do Tom Cruise após sua fechar uma parceria com a Warner Bros. O astro também servirá como produtor.

Infelizmente, detalhes sobre a trama não foram revelados.

O site afirma que o diretor tem participado de reuniões com o seleto grupo de atores nas últimas semanas, com Cruise sendo um dos primeiros a discutir sobre o longa.

Legendary Entertainment também está por trás do projeto.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Charlize Theron terá que lutar pela sobrevivência em ‘Apex’, novo thriller da Netflix

De acordo com o Deadline, Charlize Theron (‘Branca de Neve e o Caçador’) será a protagonista de ‘Apex‘, novo thriller de sobrevivência que está sendo desenvolvido pela Netflix.

Na trama…

“Uma alpinista experiente precisa lutar pela sobrevivência quando se vê sendo caçada na natureza.”

Taron Egerton (‘Kingsman: Serviço Secreto’) também estrelará a produção.

Escrito por Jeremy Robbins (‘The Purge’), o roteiro chegou a aparecer na The Black List (uma lista anual com os melhores roteiros não produzidos de Hollywood), de 2021.

Baltasar Kormákur (‘Dose Dupla’) é responsável pela direção.

“Os executivos da Netflix amaram tanto o roteiro que eles adquiriram os direitos apenas com o envolvimento dos produtores. Quando chegou a hora de escolher o elenco e diretor, Theron e Kormákur foram suas primeiras escolhas – e ambos concordaram em participar após lerem o roteiro,” declarou o site.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Daryl e Carol retornam no cartaz da 3ª temporada de ‘The Walking Dead: Daryl Dixon’; Confira!

A AMC divulgou o novo cartaz da 3ª temporada de ‘The Walking Dead: Daryl Dixon‘, estrelada por Norman Reedus e Melissa McBride.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Twd

O próximo ciclo tem estreia agendada para o dia 7 de setembro.

Lembrando que a série já foi renovada para a 4ª e última temporada.

Na trama, Daryl (Reedus) acorda na França pós-apocalíptica e se encontra em uma busca para entender como chegou lá e como voltar para casa. Enquanto isso, ele se depara com novos desafios, inimigos e aliados, e se vê envolvido em uma missão que pode salvar a humanidade. 

O elenco ainda conta com Clémence Poésy, Adam Nagaitis, Anne CharrierEriq EbanoueyLaika Blanc Francard, Louis Puech Scigliuzzi Romain Levi.

No Brasil, a série é exibida no Prime Video.

‘Mortal Kombat 2’ arrecada US$ 63 milhões em estreia GLOBAL

De acordo com Deadline, a sequência ‘Mortal Kombat 2‘ arrecadou US$ 63 milhões em seu primeiro final de semana nas bilheterias mundiais.

Os números representam quase 75% da arrecadação total do live-action de 2021 (US$84.4M) – que teve seu desempenho fortemente afetado por conta da pandemia de COVID.

Nos EUA, o longa abriu em segundo lugar com US$ 38.7 milhões (abaixo das projeções iniciais, que indicavam uma estreia em torno de US$ 50 milhões) – sendo desbancado pelo fenômeno ‘O Diabo Veste Prada 2‘ (US$41M).

Internacionalmente, a produção acrescenta US$ 23 milhões através de 78 mercados – novamente abaixo das expectativas, que indicavam uma abertura internacional acima de US$ 30 milhões.

Com 65% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o filme recebeu uma nota B do público no CinemaScore. Para termos de comparação, a avaliação fica abaixo do primeiro filme (B+) e da adaptação original de 1995 (A-), mas supera a infame sequência ‘Mortal Kombat: Aniquilação‘ (C+).

Vale lembrar que a produção foi orçada em US$ 80 milhões, sem considerar os gastos com marketing.

Mortal Kombat 2‘ já está em exibição nos cinemas nacionais!

No novo filme, os campões favoritos dos fãs – agora acompanhados pelo próprio Johnny Cage – são colocados uns contra os outros numa sangrenta e derradeira batalha, sem regras ou limites, para derrotar o sombrio governo de Shao Kahn que ameaça a própria existência do Plano Terreno e seus defensores.

O elenco conta com o retorno de Lewis Tan (Cole Young), Jessica McNamee (Sonya Blade), Josh Lawson (Kano), Tadanobu Asano (Lord Raiden), Mehcad Brooks (Jax), Ludi Lin (Liu Kang), Chin Han (Shang Tsung), Joe Taslim (Bi-Han & Sub-Zero), Hiroyuki Sanada (Hanzo Hasashi & Scorpion) e Max Huang (Kung Lao), além de introduzir Karl Urban (Johnny Cage), Tati Gabrielle (Jade) e Adeline Rudolph (Kitana), além de Martyn Ford (‘The Sandman’), Desmond Chiam (‘Falcão e o Soldado Invernal’), Ana Thu Nguyen (‘Suka’) e Damon Herriman (‘A Casa de Cera’).

Simon McQuoid retorna na cadeira de direção, enquanto Jeremy Slater assina o roteiro.

‘Mortal Kombat 2’: Vídeo nos leva aos BASTIDORES da sequência; Confira!

Lembrando que o primeiro filme está disponível no streaming da HBO Max.

Canal do Youtube aponta os erros do aclamado terror ‘CORRA!’

Um canal do Youtube chamado CinemaSins, fez um compilado trazendo quais são os erros presentes no aclamado terror sobre racismo, ‘CORRA!’.

Em 15 minutos, o vídeo fala sobre pequenas falhas de continuidade da narrativa, entre outros aspectos.

Lembrando que – como o material faz uma análise do filme – o vídeo possui vários SPOILERS!

Confira, em inglês!

[SPOILER]

 

O site Westwood divulgou o final alternativo do terrorCORRA!‘, que era muito mais assustador que o final exibido nos cinemas.

Para quem não sabe, esse seria o final original do filme – mas após exibições-testes, o público rejeito o desfecho e o diretor Jordan Peele decidiu usar um final mais “feliz”.

Se você ainda não assistiu ao filme, NÃO PROSSIGA!

Confira:

Crítica | Get Out – Um dos filmes de terror mais ANGUSTIANTES da década 

A história acompanha um final de semana na vida de Chris (Daniel Kaluuya), um jovem afro-americano que visita a propriedade da família de sua namorada. A princípio, Chris vê o comportamento exageradamente hospitaleiro da família como uma tentativa desajeitada de lidar com a relação interracial da filha, mas, no decorrer do final de semana, uma série de descobertas perturbadoras o levam a uma verdade que ele nunca poderia imaginar.

Corra!” é estrelado por Caleb Landry Jones (X-Men), Stephen Root (Onde os Fracos Não Têm Vez), Milton “Lil Rel” Howery, Betty Gabriel, Marcus Henderson e Lakeith Stanfield (Straight Outta Compton – A História do N.W.A).

Oferta de compra feita pela Comcast a Fox foi superior a da Disney

A disputa para comprar a Fox foi bem acirrada e o conglomerado Comcast estava disposto a oferecer muito mais que a própria Disney. A informação foi revelada pelo jornal The New York Times.

Segundo a publicação, um documento referente à venda da 20th Century Fox traz os números ofertados por ambas as empresas. O material confirma que a Comcast teria feito um lance 16% mais alto do que a Casa do Mickey Mouse.

Considerando que a proposta feita pela Disney corresponde a US$ 52,4 bilhões, a oferta da Comcast deve ter girado em torno de US$ 60 bilhões.

Em se tratando da divisão de ações, a distribuição da Disney ficou de U$ 29,54 por acionista. Já a concorrente ofereceu uma parcela maior, referente a US$ 34,41.

Embora a proposta da Comcast seja visivelmente maior e melhor, é possível que a escolha pela Disney tenha em partes a influência de produtos culturais de grande porte, como as produções do Marvel Cinematic Universe (além de, claro, alguns termos burocráticos). Vale ressaltar que parte dos personagens da marca de quadrinhos pertencem a Fox e a que a fusão das empresas permitiria que quase todo o hall de heróis estivessem sob o domínio de apenas um estúdio.

A compra da Fox pela Disney está caminhando em direção aos trâmites finais e segundo o portal Deadline, a oficialização do acordo deve ser feita ainda no primeiro semestre de 2019.

 

Netflix abre novo estúdio em Toronto

A Netflix está expandindo seus negócios e vai abrir um estúdio em Toronto, no Canadá. A informação foi compartilhada pelo portal CP24.
O novo espaço ficará na área industrial da capital, onde os estúdios da Cinespace arredarão um local de 164 mil pés quadrados com palcos de som e escritórios. Além deles, a Pinewood Toronto Studios fará o mesmo, arrendando 84.580 pés quadrados de palcos de som e escritórios.
Com essa nova cartada, a gigante do streaming deve gerar cerca de 1.850 empregos por ano na cidade, aumentando significativamente a indústria cinematográfica do Canadá.
A decisão vem em um momento bem particular da empresa, que embora esteja projetando seu crescimento de maneira bem abrangente, está tomando cuidado com suas finanças, a fim de reduzir seus prejuízos.
Atualmente com US$ 130 milhões de assinaturas ativas ao redor do mundo, a gigante revelou recentemente que é esperado um registro negativo equivalente a US$ 3 bilhões em seu fluxo de caixa livre para este ano. E após anunciar um investimento possível de até US$ 15 bilhões em 2019, a Netflix decidiu aumentar os valores de seu serviço, cancelando várias séries com baixo desempenho.

‘Star Wars’: Animação homenageia jornada da Leia de princesa à general; Assista!

A princesa Leia teve uma jornada inspiradora na saga de ‘Star Wars‘, finalizando sua trajetória como uma general, responsável por conduzir uma revolução libertária.

E para homenagear a história da personagem, o canal Star Wars Kids, pertencente à Disney, preparou uma rápida animação cativante, que apresenta ao público infantil quem foi a heroína vivida por Carrie Fisher nas telonas.

Assista:

Assista nossa crítica de ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker‘:

Dirigido por J.J. Abrams, o novo filme traz o desfecho da nova trilogia.

Os sobreviventes da Resistência enfrentam a Primeira Ordem mais uma vez no capítulo final da saga Skywalker.

O grandioso elenco conta com Daisy RidleyAdam DriverJohn BoyegaOscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall GleesonKelly Marie TranJoonas Suotamo, Billie Loud, Naomi AckieRichard E. Grant, Kery Russell e os veteranos Mark Hamill e Billy Dee Williams.

Carrie Fisher também aparecerá como a General Leia Organa através do uso de imagens nunca antes divulgadas de ‘O Despertar da Força‘.

‘A Lenda do Hip Hop’: Documentário sobre Notorious B.I.G. já está disponível na Netflix

O documentário musical ‘Notorious B.I.G. – A Lenda do Hip Hop’ (‘Biggie: I Got a Story to Tell‘) já está disponível na plataforma de streaming da Netflix. A produção teve sua estreia na grade de programação nesta segunda-feira (01).

Toda lenda tem sua origem. Christopher Wallace, conhecido como The Notorious B.I.G., permanece um dos grandes ícones do hip-hop, com seus flows característicos e letras autobiográficas. Este documentário celebra sua vida por meio de imagens raras e depoimentos de familiares e amigos próximos.

Assista a um clipe do documentário, junto ao trailer:

O filme foi produzido por Violetta Wallace, mãe do cantor e compositor, e por Sean “Diddy” Combs.

A obra conta com aparições de outras lendas da música, incluindo Faith EvansLil Cease.

Biggie foi induzido ao Hall da Fama do Rock and Roll em 2020, em virtude de seu extenso legado e de sua importância para o cenário do rap. Ele faleceu em 1997, aos 24 anos, depois de ser baleado quatro vezes.

Crítica | Ruptura: Apple TV+ entrega uma das melhores séries dos últimos anos

O mistério que rege seus personagens transcende a tela em seus poucos minutos, convidando a audiência a uma espiral alucinante e pitoresca dentro de um peculiar e desconfortável ambiente de trabalho. Ruptura, criada por Dan Erickson, começa sua jornada em um ritmo bastante lento, que até poderia ser cansativo, não fosse seu genial e intrigante roteiro e toda a inusitada e convidativa atmosfera trabalhista que exala um tipo de terror inesperado e que nos enche de calafrios.

Na trama, os funcionários da Lumon Industries são submetidos a uma cirurgia consensual que compartimenta suas memórias, separando a rotina pessoal da profissional. Com suas vidas tecnicamente rachadas ao meio, eles atuam em um ambiente de trabalho misterioso, realizam tarefas pouco explicadas e regadas de significados (ainda desconhecidos por todos – protagonistas e audiência) e jamais sabem o que enfrentam em suas vidas domésticas e vice e versa. No entanto, o peculiar ambiente de trabalho passa a ser questionado a partir do momento em que Mark começa a duvidar das motivações de seus chefes e da empresa para a qual trabalha.

Apresentando Adam Scott como um solitário homem que evita lidar com a traumática morte de sua esposa, Ruptura aborda uma questão crucial relacionada à existência humana: é possível se dissociar de seu próprio passado e de suas próprias experiências a fim de ser um trabalhador melhor? Mas mais do que esta questão um tanto óbvia, a série original da Apple TV+ e dirigida por Ben Stiller vai muito mais além, explorando as rachaduras do ambiente corporativo, muitas vezes construído para manipular e ostracizar seus funcionários.

Sob uma estética limpa, excessivamente branca que emana limpeza e uma falsa sensação de quietude e paz, a produção aborda o tormento existente em seus personagens, que dia após dia são confrontados pelo fato de que conhecem apenas metade de si mesmos e de que não fazem a menor ideia do trabalho que desenvolvem. Com paralelos reais que ironizam e criticam duramente a metodologia das grandes corporações, como seus inúteis prêmios que dão a falsa sensação de importância, suas salas de descanso feitas para te manter dentro da empresa e festas corporativas desconfortáveis, Ruptura analisa o ambiente profissional e seus funcionários por uma ótica fatalista e genuína, que apresenta os perigos emocionais e físicos que certas empresas e chefes oferecem às suas equipes.

E sob uma realidade repleta de interrogações, mentiras mal ditas e verdades nunca ditas, Ruptura é um retrato caótico e distópico do ser humano sem suas memórias e raízes, à medida em que explora a codependência emocional a qual muitas vezes somos submetidos em nossas relações corporativas com líderes carrascos e narcisistas que sugam nossas energias. E o elenco da série, composto também por Patricia Arquette, Britt Lower, Zach Cherry, Tramell Tillman, John Turturro e Christopher Walken, se encarrega de tornar essa experiência televisiva ainda mais realista, com uma coletânea de performances assustadoramente poderosas.

E em sua direção impecável, que abusa dos ângulos e da diferença de proporções, Stiller faz um poderoso contraste entre os profissionais e seus patrões. Reduzindo os primeiros à pequenas e insignificantes peças dentro de uma enorme e desconhecida engrenagem, a série abusa dos planos plongée contra-plongée para nos lembrar que nossas memórias afetivas são parte fundamental da nossa identidade e que quando ela é forjada apenas dentro do ambiente de trabalho, se torna submissa a todo e qualquer tipo de abuso profissional. Com uma estética minimalista marcada por tons de azul e vermelho, com pequenas variações de verde, Ruptura é um presente inesperado recebido em 2022 e logo se consolida como uma das melhores séries não apenas deste ano, mas também dos últimos tempos.

Crítica | Dente por Dente – Suspense irrisório e reflexão diminuta empacam narrativa

O que desaparece sempre volta”. Esta é a frase de impacto escolhida pelo roteirista Arthur Warren (Historietas Assombradas: O Filme) para dar início ao suspense Dente por Dente, protagonizado por Juliano Cazarré e Paolla Oliveira. A narrativa é contagiada por dezenas de bordões dessa espécie, ditos pelo protagonista/narrador como um guia de introspecção ao personagem. O artifício, no entanto, soa como a leitura de um romance de banca de jornal, de modo verborrágico a completar o mínimo de páginas de uma trama simplista. 

Eu sonhava muito, porque dormia mal ou dormia mal porque sonhava muito?”, questiona-se Ademar (Cazarré). Dente por Dente desenvolve-se por meio dos sonhos e frases de efeito do segurança/guarita de um empreendimento imobiliário. Numa noite, ele presencia uma dos seus colegas quebrando um pavimento da obra. O estranho acontecimento é seguido do sumiço do mesmo, o que desperta a curiosidade do guarita e os seus sonhos aparentam ter uma estranha relação com o caso. 

O problema é que os sonhos não desaparecem…” Instigado pelos seus pesadelos de dentes sendo arrancados, Ademar investiga o sumiço do colega Teixeira (Paulo Tiefenthaler) e o envolvimento ao que parece escuso do desaparecido com a empreiteira, comandada por Valadares (Aderbal Freire Filho) e Meirelles (Renata Sorrah). Após o ocorrido, os sócios da empreiteira são apresentados como gananciosos e pouco empáticos em relação aos crimes ao redor do empreendimento. Algo nada sutil para fomentar o suspense da trama. 

O sonho te persegue. Para se livrar, você tem que olhar o que ele está querendo te mostrar”. Assim como na série O Mentalista (2008-2015), Ademar utiliza dos seus sonhos dedutivos para solucionar o mistério por trás dos crimes. Se não fosse a pesada tentativa de criar um clima de horror e subjetividade, Dente por Dente seria até um suspense mediano, tal como um episódio de seriado policial, no qual é mais interessante seguir a vida dos policiais do que os crimes investigados. Ademar, no entanto, não é um policial habilidoso e a sua vida é um vazio de interrogações. Construída a partir da ideia da literalidade da metáfora “dente por dente, olho por olho”, a narrativa de folhetim contrapõe-se totalmente a um thriller de vingança ou uma instigante investigação policial. 

O sonho não é espelho da realidade, é outra coisa”. Com direção de Pedro Arantes e Júlio Taubkin, os quais trabalharam juntos no curta A Guerra de Arturo (2009), Dente por Dente tem a intenção de misturar mistério, horror psicológico e crítica social. O conjunto, entretanto, não encontra harmonia. A narrativa introspectiva torna-se cansativa; as pistas para os enigmas são excessivamente óbvias; os caminhos de resolução são gritantes; e o esforço de uma crítica social afoga-se em um mar de concreto endurecido. 

O sonho é a realidade que está atrás do espelho”. Com um roteiro defectível, a proposta do filme é simples, no entanto, toda a mise-en-scène joga contra o desenvolvimento da trama. As cenas de dentes arrancados, como metáfora de interpretações dos sonhos e vingança do proletariado, tornam-se um apêndice para o título do filme, ao invés de representação de dor e de desespero. Se os elementos de dualidade, entre sonho e realidade, fossem subtraídos, o enlace policial ganharia mais projeção e, igualmente, mais relevância para a pauta de luta de classe embutida na retórica  “o que [ou melhor, quem] desaparece sempre volta”. Ou seja, a culpa eternamente vai infernizar a consciência dos responsáveis. 


Dente por Dente, entretanto, nos coloca em um inferno de camadas subjetivas grosseiras. As especulações oníricas funcionam mais como apelo visual sanguinolento do que um mergulho no inconsciente do personagem e no seu papel de mensageiro. Assim como, o mistério revelado funciona como uma espécie de anticlímax, já que as sequências mastigam o caminho do espectador e o caráter denunciativo perde o rumo. Ao final, Ademar sela a sua narrativa insípida – com a mesma frase inicial – entre o mundo dos sonhos e a vida real, mas do outro lado do pavimento. 

‘Aniquilação’: Netflix divulga belíssimo cartaz do misterioso sci-fi

O novo sci-fi estrelado por Natalie Portman, intitulado ‘Aniquilação‘, teve seu trailer legendado divulgado pela Netflix e data de estreia, além de um novo cartaz belíssimo:

O elogiado blockbuster chega no catálogo dia 12 de março.

Confira o trailer e as primeiras reações da crítica, que o considerou hipnotizante e instigante, com uma trama bem construída e executada:


“Acabei de assistir Aniquilação e, cara, é maravilhoso. Lindamente feito, instigante e esperto. Precisarei processar isso por um tempo e tudo que quero é assisti-lo novamente!”

 


Aniquilação, de Alex Garland, é absolutamente fenomenal. É maravilhoso e hipnotizante, com atuações brilhantes de todo o elenco. É uma visão memorável e possui uma sequência tão empolgante que eu fiquei literalmente confusa. Ele estará no meu Top 10 de 2018, sem sombra de dúvidas”.

 

“Não se iluda, Aniquilação é um novo clássico do sci-fi. Brilhante, empolgante e provocativo, possui tanta profundidade metafórica bem como uma tensa narração. Eu estou no chão”.

 

Aniquilação: Este é o tipo de sci-fi que nós sempre dizemos que queremos ver. Ousado, desafiador, singular e visualmente hipnotizante. Não ficaria nem um pouco surpreso de vê-lo ser aclamado como uma obra-prima (e pode muito bem ser uma)”.

 

Aniquilação é um filme de Alex Garland com grande orçamento e com toda aquela inteligência de girar a cabeça de Ex Machina. É violento, paciente de derepente é tão perfurador que você é pregado no assento”.

A adaptação do primeiro livro da trilogia Comando Sul (The Southern Reach Trilogy), de Jeff Vandermeer, teve seus direitos de distribuição vendidos pela Paramount – quem cuidará do lançamento internacional é a Netflix, que lançará o filme direto em seu serviço de streaming.

O diretor Alex Garland, de ‘Ex-Machina‘, se revoltou com a decisão.

“Estou decepcionado. Fiz esse filme para ser exibido nos cinemas. Não tenho preconceito com a exibição na TV, mas ele não foi feito para ser visto nessa mídia. Pelo menos, ele ainda será exibido nos cinemas dos EUA, o que me agrada muito. O bom da Netflix, é que ele atingirá um público maior. Vejo os lados positivos e negativos, mas ele foi feito para ser visto nos cinemas”, afirmou em entrevista ao Collider.

Ao que parece, a decisão se deu após uma briga entre os produtores David Ellison e Scott Rudin após o filme não performar positivamente nas exibições-teste.

A misteriosa trama acompanha um biólogo que aceita ir a uma expedição secreta e perigosa, em que as leis da natureza não se aplicam. Isaac e Portman serão marido e mulher.

O roteiro e a direção fica por conta de Alex Garland (roteirista de ‘Extermínio’, ‘Sunshine – Alerta Solar’ e ‘Dredd’), que comandou o sucesso de ‘Ex-Machina‘ – ficção científica que ele roteirizou e dirigiu.

Hilary Swank lida com Alzheimer da mãe em emocionante trailer de ‘What They Had’

O drama ‘What They Had’ ganhou um novo trailer. O filme, ainda sem previsão de lançamento no Brasil, traz Hilary Swank tendo que lidar com o agravamento do Alzheimer de sua mãe, vivida pela Blythe Danner. Assista:

A trama de gira em torno da personagem de Swank, que retorna para casa atendendo ao pedido de seu irmão para lidar com o Alzheimer de sua mãe.

O elenco ainda conta com Michael Shannon, Robert Foester e Taissa Farmiga. A direção é de Elizabeth Chomko (‘A Minha Casa Caiu’).

‘What They Had’ chega em outubro nos EUA.

 

Crítica 2 | Pantera Negra: Wakanda Para Sempre abraça aventura política sem apelar para sentimentalismo

Em 2019, pouco tempo depois de Vingadores: Ultimato se tornar um fenômeno, começaram a surgir boatos de que o Pantera Negra de Chadwick Boseman ocuparia a posição de liderança sob o vácuo deixado pela morte ou aposentadoria de Tony Stark (Robert Downey Jr.) e Steve Rogers (Chris Evans), centrando as novas fases no Rei de Wakanda. No entanto, o ator faleceu tragicamente após esconder um tratamento de câncer por anos, o que pegou a todos de surpresa. Por algum tempo, houve um debate se a produção deveria reescalar um ator para assumir o papel de T’Challa ou se deveriam matar o personagem também nos cinemas. Para evitar maiores delongas, a produção logo anunciou que o legado de Chadwick seria respeitado, já que ele se tornou um ícone para a Cultura Pop e transformou o primeiro Pantera Negra (2018) em um marco cultural.

Agora, com a chegada do filme, deu para entender melhor quais eram os planos para o personagem. A trama de Wakanda Para Sempre é mais complexa que a do primeiro filme, porque abraça mais o lado político de ter uma nação africana com acesso exclusivo ao metal mais valioso e com potencial bélico do mundo. Ao mesmo tempo, as novas regentes de Wakanda precisam lidar com essas questões internacionais e com o luto pela perda de seu filho ou irmão. E como se não bastasse, uma nova ameaça, o povo de Talocan, surge em mais uma intriga internacional, mas dessa vez com uma nação secreta ligada ao país africano pelo surpreendente acesso a recursos únicos.

Desde o primeiro filme, a questão do Vibranium e seu papel na comunidade internacional permitiam uma abordagem geopolítica cinematográfica bem interessante, mesmo que tenha ficado em segundo plano em prol do espetáculo sociocultural no longa de 2018. Na sequência, o diretor e roteirista Ryan Coogler consegue equilibrar mais esse ponto, tendo a diplomacia e os aspectos culturais como os pilares da história, complementada pelo luto e pela fé. Mas é interessante ver os projetos internacionais de Wakanda funcionando e levando adiante o legado de T’Challa de compartilhar seus recursos com crianças e jovens negros sendo direcionados para uma educação de qualidade, mostrando que essa é a base de toda sociedade desenvolvida. E mesmo com todas as homenagens prestadas ao Chadwick, acredito que nenhuma tenha sido tão certeira e significativa quanto as cenas em que as “sedes globais de Wakanda” estão funcionando, com os pequeninos uniformizados, estudando e produzindo arte nos colégios, aspirando a um futuro melhor. O trabalho de Chadwick Boseman, que só se tornou ator por ter seus estudos pagos por um benfeitor (no caso, Denzel Washington), transcendeu as telas, transformando o ator em ícone. Ele foi inspiração para milhões de fãs ao redor do mundo, mostrando que, se houver incentivo, nada é impossível. E ver a materialização de seu legado por meio desses colégios foi um acerto colossal da produção.

Divulgação: Marvel Studios. © 2022 MARVEL.

E com essa pegada de conflito internacional, quem ganhou muito destaque na sequência foi a Rainha Ramonda (Angela Bassett). Poucas pessoas nesse núcleo sofreram tanto quanto ela, sempre aguentando essas perdas calada, como se fosse inerente à rainha aceitar e engolir a seco essas situações sem ter o mesmo destaque dos reis. Agora, como a autoridade máxima da nação mais poderosa do mundo, ela está mais forte e imponente do que nunca. Literalmente. E isso passa diretamente pela caracterização da personagem, que agora usa roupas que mostram mais seus braços e ombros fortes, bem diferente dos trajes mais conservadores e cobertos do primeiro longa. Essa semiótica, que também a faz revelar seus cabelos brancos bem mais do que na aventura original, faz parte da construção de uma líder forte, sábia e imponente. Para completar, suas ações como regente são bem mais incisivas do que as do Rei T’Chaka e do Rei T’Challa.

E como já comentado anteriormente, um dos grandes desafios para a realeza wakandana é lidar com os conflitos internacionais e com o luto. Ou seja, além de rainha, Ramonda segue com suas responsabilidades de mãe, que precisa cuidar e aconselhar sua filha, a princesa Shuri (Letitia Wright), que é uma cientista brilhante e se apoia na ciência para recusar a espiritualidade e as tradições de seu país. O problema é que essa abordagem mais racional, que ignora o contato com o Sagrado, a joga num estágio de culpa do luto que toma conta de sua existência. E como existir diariamente se os únicos sentimentos que te guiam são a tristeza, a culpa e a raiva?

Foto: Eli Adé. Divulgação: Marvel Studios © 2022 MARVEL.

Nesse ponto, Shuri assume um papel fundamental na trama e termina o filme como uma personagem muito superior àquela menina brincalhona e descompromissada do primeiro capítulo. Aqui, a direção vai atrás do motivo pelo qual ela sempre foi desligada das tradições e de sua cultura, contando até mesmo com uma ligação familiar muito surpreendente. É possível enxergar que algumas das situações pelas quais ela é submetida foram pensadas para serem vividas pelo T’Challa quando Chadwick ainda estava vivo, mas como eles são personagens completamente diferentes um do outro, a tratativa mais passional dela acaba dando um ar mais agressivo que é muito bem-vindo.

Enquanto T’Challa era mais diplomático, mais benevolente, Shuri passou anos em segundo plano, como a irmã tímida, então era de se esperar que ela reprimisse seus sentimentos. Então, por mais racional que ela se considere, há uma hora em que esse acúmulo sentimental forma uma bola de neve e explode. E quando ela explode… De qualquer forma, o roteiro trata isso de forma bem intensa, acompanhando a jovem em sua jornada de autodescobrimento, de superação do luto e de contato com sua própria fé, ou quase.

Tenoch Huerta Mejía como Namor. Foto: Eli Adé. Divulgação: Marvel Studios © 2022 MARVEL.

Em meio a essas questões pessoais de Wakanda, surge a ameaça de Talocan, um reino submarino localizado nas profundezas dos oceanos, cujo povo teve origem mesoamericana. Seu líder é o lendário Namor (Tenoch Huerta Mejía) – lê-se ‘Námôr’ e o filme dá uma excelente justificativa para isso -, um filho da terra e dos mares, cujos poderes estão intrinsecamente ligados ao embate das duas nações fictícias do longa.

Ele é o grande protetor de seu povo, já que tem poderes praticamente divinos. Não à toa, ele é chamado de Kukulkán por seus comandados, a versão maia da lendária serpente emplumada asteca, o Quetzalcóatl. E com esse status de ‘Deus entre Humanos’, Namor é imbatível em seu mundo submarino. Ele é mais do que um líder, então seus comandados o seguem para onde ele for, garantindo a ele um exército praticamente imbatível e disposto a morrer por suas ideias e pela segurança de sua nação. Vale lembrar também que essa origem proposta no filme é diferente da versão dos quadrinhos, mas é um trabalho tão bem-feito e que funciona tanto em tela, que acaba se tornando uma das coisas mais fantásticas do filme. Essa chegada do Namor aumenta a tensão política e faz com que o longa abrace de vez a proposta de aventura.

Divulgação: Marvel Studios. © 2022 MARVEL.

Obviamente, um dos motivos dessa mudança foi distanciar o personagem do rival da DC, o Aquaman (Jason Momoa). Apesar do Aquaman ter sido inspirado no Namor nas HQs, o personagem da DC estreou antes nas telonas. Então, para evitar críticas e acusações de quem não conhece as histórias, esse distanciamento um do outro é bem lógico. Além disso, apostar em Talocan em vez de Atlântida é uma questão até mesmo de coerência no MCU, já que os mitos e lendas gregos foram justificados pelos Eternos (2021). E como eles sequer citaram a existência do Namor, faz sentido que se afastem dessa mitologia e apostem num reino submerso inspirado pelas tradições maias.

Sem contar que isso dá ao filme um valor cultural maior, explorando artes e tradições da Mesoamérica. Porém, ao mesmo tempo que isso agrega valor, Talocan acaba sofrendo um pouco com esse distanciamento do que foi apresentado pela DC nas telonas. Enquanto a Atlântida de Aquaman era excessivamente luminosa e colorida, Talocan tem uma iluminação mais sóbria e escura, replicando a sensação de estar mergulhando em uma caverna submarina. Não que isso chegue a incomodar, mas depois de construir tantos mundos mágicos tão vibrantes e coloridos, fica uma breve decepção de não explorarem tanto as cores vibrantes da arte mesoamericana para compor a criação desse reino.

Divulgação: Marvel Studios. © 2022 MARVEL.

Por outro lado, a movimentação aquática do povo é mais interessante visualmente do que a proposta pelo rival da DC. Na verdade, a abordagem dessa sociedade é bem mais crível. Os costumes, as tradições, as atividades do povo no dia a dia. Todo o conceito de existência dessa população é muito bem construído e crível, explorando elementos e animais marinhos como parte funcional dessa civilização. E por ser apenas a introdução desse núcleo, fica aqui uma expectativa colossal para o que poderá ser mostrado no futuro.

Outro ponto interessante é justamente a construção imagética do exército de Namor. Por ser um híbrido do povo atual com a vida ancestral, o líder mantém sua aparência humana (com orelhas pontudas e asinhas nos pés, é claro) o tempo todo, o que o diferencia de seus liderados, que ficam com a pele azulada quando estão fora d’água, o que acaba dando a eles um visual místico muito interessante, que brinca diretamente com outros mitos e lendas do mar, como as sereias. E suas armas e aparatos, como os respiradores, remontam a armas e vestimentas indígenas, dando uma caracterização incrível para esse povo, mesmo que esteja ali efetivamente para ocupar um papel de “capangas”.

 

Reprodução

O filme também introduz uma personagem com bastante potencial para o futuro do MCU e que já tem até série própria confirmada: Riri Williams, a Coração de Ferro (Dominique Thorne). Não vou entrar em detalhes, mas a menina está muito bem adaptada para esse universo e já chega na história como se fosse uma velha conhecida do público. Nessa proposta de Jovens Vingadores que a Marvel vem construindo nessa Fase Quatro, ela se encaixa perfeitamente.

Da mesma forma, o longa insere outros personagens que claramente estão ali para chamarem atenção para projetos futuros. Eles não incomodam e estão bem encaixados no roteiro, de modo que sua presença faça sentido.

Divulgação: Marvel Studios. © 2022 MARVEL.

E essas adições de última hora ajudam a compor o clima de aventura geopolítica que o filme propõe. A visão de Riri de Wakanda, por exemplo, traz um deslumbramento muito grande para o filme, que adota momentaneamente a visão de uma jovem “comum” àquele mundo quase mágico. Em comparação com o primeiro filme, as cenas de ação evoluíram bastante, fazendo melhor uso das habilidades especiais da Pantera Negra e das propriedades únicas que o vibranium e afins proporcionam a quem o estiver manipulando.

Porém, se há um ponto que não chega a ser incômodo, mas pode ser um problema para alguns é a longa duração do filme: cerca de 2h40. Só que, como Coogler tem tantas coisas para trabalhar, essas quase três horas acabam sendo bem preenchidas com conteúdo. Em momento algum fica aquela sensação de estarem enchendo linguiça. Mas, como estamos em uma fase na qual muitos desacostumaram a ver filmes nos cinemas, por conta do período de confinamento ocasionado pela pandemia, pode ser que isso pese para alguns.

Divulgação: Marvel Studios. © 2022 MARVEL.

Enfim, Pantera Negra: Wakanda Para Sempre é um filme tributo que se recusa a ser resumido apenas a uma homenagem. Ele abraça a aventura e a trama política para romper com conceitos estabelecidos no original e questionar as crenças dos próprios personagens. É uma sequência ousada que não tem medo de trilhar seu próprio caminho, levando a Shuri a uma zona cinzenta interessantíssima e pouco explorada do MCU, enquanto introduz um personagem fantástico, que encerra sua participação deixando aquele “gostinho de quero mais”. E por ser uma trama política, é muito difícil definir quem é o vilão – ou se há mesmo um vilão -, sendo que algumas das principais atitudes tomadas podem ser vistas apenas como visões políticas diferentes ou proteção de soberanias. É um dos filmes mais instigantes dessa Fase Quatro da Marvel, que chega ao fim com essa aventura divertida e madura.

Pantera Negra: Wakanda Para Sempre estreia nos cinemas nesta quinta-feira (10), mas já há sessões de pré-estreia disponíveis a partir desta quarta (9).

Crítica | Os Crimes da Nossa Mãe – Mulher Vira Fanática Religiosa e Some com os Filhos em Docuseries da Netflix

A figura da mãe na estrutura familiar é o pilar fundamental que mantém o equilíbrio dos parentes. Na maioria dos lares, a mãe é uma pessoa que se preocupa com os filhos, os cuida, os educa, se dedica a torná-los pessoas melhores, ainda que por vezes isso possa significar algum sacrifício em sua vida pessoal. Entretanto, ainda que isso ocorra na maioria dos casos, há sempre alguma exceção – e é da exceção que estamos falando aqui em ‘Os Crimes da Nossa Mãe’, série documental da Netflix que vem causando alvoroço entre os assinantes.

Chandler, Arizona, interior dos Estados Unidos. Lori Vallow é uma jovem mulher que vive uma vida mediana com seus pais e irmãos. Nada lhe falta, mas nada lhe sobra. Desde pequena, Lori sempre demonstrou especial interesse por assuntos religiosos, mas é de adulta que ela passa a se apegar cada vez mais a esse tema, especialmente depois que se separa de seu primeiro marido e se casa com o segundo, que mostra ser um cara bacana, exercendo o papel de pai de verdade para Colby Ryan, filho mais velho de Lori, e Tylee, filha que Lori tem com ele. Tempos depois, os pais de Lori, Janis e Barrie Cox, decidem adotar um garoto, Joshua, que é diagnosticado com autismo e, para a segurança do jovenzinho, Lori decide cuidar do menino, completando a família com os três filhos. Mas Lori começa a se aprofundar ainda mais nos assuntos religiosos, beirando o discurso apocalíptico, e quando conhece o autor de livros Chad Daybell, em 2019, ela muda completamente, separando-se do atual marido para viver com seu novo amor, levando consigo seus dois filhos menores de idade. Com a chegada da pandemia e o distanciamento social, Lori e Chad passam a ficar incomunicáveis, ao ponto de Janis e Barrie ativarem um alerta na polícia à procura de seus netos, Tylee e Joshua, com quem ninguém consegue contato e cujas seguranças o resto da família passa a temer.

Dividido em apenas três episódios, ‘Os Crimes da Nossa Mãe’ é uma minissérie documental de certa forma previsível, uma vez que se as suspeitas do espectador não se cumprissem, a série sequer existiria, para início de conversa. Mesmo assim, não deixa de ser bizarra a história real desta mulher, Lori Vallow, que aos poucos se torna uma fanática religiosa cujo discurso obtuso admite apenas a perspectiva daqueles que compartilham sua visão de mundo, relegando automaticamente os discordantes à posição de “inimigos”. A forma como a diretora Skye Borgman constrói a narrativa obedece exatamente a fórmula de redação – apresentação, desenvolvimento, conclusão – sem desperdiçar tempo com depoimentos ou cenas que não fossem para construir a série.

Ainda que a história não mencione diretamente a pandemia – possivelmente uma escolha para não datar o programa a um período histórico – o espectador mais atento poderá entender que a demora na investigação, a dificuldade em travar contato com as crianças e até mesmo o fanatismo de Lori podem ter sido corroborados pela pandemia, que, como sabemos, piorou muito a convivência humana e potencializou paranoias que já estavam engatilhadas na cabeça de pessoas cujas saúdes mentais andavam desequilibradas.

Enquanto entretenimento, ‘Os Crimes da Nossa Mãe’ é uma minissérie redondinha, com pouco mais de duas horas de duração e aspectos investigativos que prendem a atenção do espectador. E mostra a importância de darmos a devida atenção à saúde mental – à nossa e à das pessoas com quem convivemos.

10 Filmes de Terror no Amazon Prime Video

Que tal ficar em casa assistindo aquele filminho de terror?! O CinePOP separou dez filmes do gênero em destaque no streaming do Amazon Prime Video para quem quiser levar bons sustos.

São várias as opções, que vão desde sucessos recentes à clássicos do gênero. Temos obras sobrenaturais, umas mais sanguinolentas e outras pra lá de psicológicas. Não deixe de conferir!

Aproveitando a seleção, participe através dos comentários! Qual seu filme de terror/suspense favorito?

 

Hereditário (2018)

Um dos maiores hits recentes do cinema de horror, Hereditário foi o primeiro longa do cultuado diretor Ari Aster, também responsável por Midsommar: O Mal Não Espera a Noite. Estrelado por uma assustadora e maravilhosa Toni Collette, o filme conta a história de uma família que sofre uma perda importante e que, em meio ao luto, passa a ser atormentada por acontecimentos perturbadores. Trata-se de uma obra envolvente e impactantes, e que merecia mais atenção por parte da crítica e das premiações, principalmente no que diz respeito ao trabalho de Collette. O elenco conta ainda com boas participações de Alex Wolff, Gabriel Byrne e Milly Shapiro

 

O Bebê de Rosemary (1968)

Um dos maiores clássicos do cinema de terror, O Bebê de Rosemary conta a história de um casal que se muda para um novo apartamento. Lá, passa a lidar com vizinhos com hábitos bem estranhos. A gravidez da mulher, Rosemary (vivida por uma ótima Mia Farrow), aumenta a sensação de incerteza e paranóia envolvendo a dinâmica no prédio e a relação entre o casal. Escrito e dirigido por Roman Polanski, o filme rendeu um Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante para Ruth Gordon. O cultuado ator e diretor John Cassavetes interpreta o marido de Rosemary. Um dos finais mais impactantes da sétima arte. 

 

Mar Aberto (2003)

Orçado em aproximadamente US$ 500 mil, esta pequena produção independente foi verdadeiro fenômeno em 2004. Baseado em uma história real e com apenas 79 minutos de duração, Mar Aberto aposta no terror psicológico e na construção de um clima de tensão para contar a história de um casal que contrata o serviço de mergulhar numa região repleta de tubarões. Após um erro da equipe do barco, eles são deixados no meio do oceano. O que deveria ser umas férias tropicais se torna um verdadeiro pesadelo quando os tubarões passam a cercar a área em que o casal se encontra. Dirigido por Chris Kentis, o longa traz Blanchard Ryan e Daniel Travis nos papéis principais.

 

Madrugada dos Mortos (2004)

Muito antes de ficar conhecido pelos trabalhos na DC e por adaptações dos quadrinhos como 300, Watchmen e Batman vs Superman, Zack Snyder entregou um excepcional filme de zumbi. Trata-se de Madrugada dos Mortos, sua estreia em longas-metragens. A obra é uma releitura do clássico Despertar dos Mortos (1978), de George A. Romero, mas Snyder tratou de dar uma personalidade própria à mesma. A trama acompanha um grupo de estranhos que se refugia em um shopping center em meio a uma epidemia zumbi. É envolvente, divertido e assustador. É possível dizer que Madrugada dos Mortos ajudou a devolver os zumbis ao mundo mainstream da cultura pop. 

 

A Bruxa de Blair (1999)

Um verdadeiro fenômeno. Orçado em R$ 60 mil, A Bruxa de Blair faturou quase US$ 250 milhões nos cinemas mundiais. A equação entre custo/faturamento foi tão significativa que a produção foi parar no Guinness Book. Dirigido por Daniel Myrick e Eduardo Sanchez, o filme apresentou ao mundo do horror o formato do falso documentário, que se tornaria moda depois disso. A trama acompanha imagens de arquivo que mostram jovens cineastas visitando uma floresta remota para fazer um filme sobre a lenda da Bruxa de Blair. Aos poucos, o que seria um projeto de documentário se revela o relato de uma experiência sobrenatural. O longa é envolvente e impactante, e conta com algumas cenas memoráveis, que estão fixadas na cabeça dos cinéfilos.

 

REC (2007)

Outro filme que busca a pegada do falso documentário é [REC], envolvente produção espanhola que custou aproximadamente US$ 1 milhão. Dirigido por Jaume Balagueró e Paco Plaza, o longa acompanha uma repórter e seu câmera que investigam um misterioso acontecimento em um prédio. Eles acabam ficando presos em uma quarentena, sem saber direito o que está acontecendo ali. Aos poucos, vamos nos deparando com ataques e ameaças misteriosas. O trama é bobinha, mas o formato da câmera na mão e de uma falsa reportagem dá todo um trunfo à produção. Os diretores também conseguem transformar a câmera em personagem, ao se utilizar de funções específicas da mesma no desenvolver da narrativa. Manuela Velasco se destaca na pele da protagonista. O filme não só ganhou continuações, como também teve uma refilmagem americana, Quarentena.

 

Ring: O Chamado (1998)

O Chamado é um dos mais marcantes filmes de terror do início dos anos 2000. Mas quem quiser saber de onde surgiu a ideia para o longa pode conferir Ring: O Chamado. Lançada quatro anos antes, a produção japonesa acompanha uma repórter e seu ex-marido, que investigam a lenda de um misterioso vídeo amaldiçoado, que mataria quem assistisse ao mesmo sete dias após o fato. Ícone do horror japonês, Hideo Nakata é o responsável pela direção do filme, que, além da refilmagem, também ganhou uma continuação em seu país de origem. Nanako Matsushima, Miki Nakatani e Yûko Takeuchi são os protagonistas da obra.  

 

Cujo (1983)

Algum fã de Stephen King na área? O gênio do horror é responsável pelo livro que inspirou Cujo. Embora seja um filme um pouco datado e tecnicamente pobre, é uma obra interessante para os fãs do horror. É a chance de navegar pela perturbadora mente de King e também se assustar com a história de um cachorro que fica possesso após ser mordido por um morcego, e que acaba colocando em risco a vida de toda uma família. As atuações são exageradas, há muito de gore, mas também temos cenas marcantes. E um clima de tensão que realmente é quase que permanente após a revelação do “problema” com o animal. Dee Wallace, Daniel Hugh Kelly e Danny Pintauro são os protagonistas do longa dirigido por Lewis Teague.

 

Dia dos Mortos (1985)

Madrugada dos Mortos está na nossa lista por resgatar (e renovar) o espírito da lenda do horror George A. Romero. Então, obviamente, não iríamos ignorar o filme do cineasta presente no Amazon Prime Video. Dia dos Mortos é mais um dos marcantes clássicos filmes de terror/zumbi realizados pelo diretor. Em um mundo infestado por uma epidemia de zumbis, um grupo de cientistas e militares sobrevive em um bunker subterrâneo na Flórida. A relação começa a ficar estremecida quando os cientistas decidem fazer experiências com os zumbis, o que incomoda os militares. O longa conta com cenas assustadoras e não economiza no sangue e no gore.

 

Cronos (1993)

Muitos anos antes de conquistar o Oscar de Melhor Filme com A Forma da Água, o diretor e roteirista mexicano Guillermo del Toro fez sua estreia em longas com o terror/suspense Cronos. Lançado em 1993, o filme quase acabou com a carreira de del Toro antes mesmo de começar, afinal foram muitas as dificuldades de produção e o orçamento foi ultrapassado várias vezes. O diretor teve que pegar empréstimos pessoais para concluir o projeto, contando com a ajuda do ator Ron Perlman, que aceitou um grande corte no salário e acabou se tornando um parceiro frequente do cineasta. A trama acompanha um negociante de antiguidades que se depara com um artefato misterioso chamado Cronos que estava desaparecido há 400 anos e que é capaz de oferecer a vida eterna, mas que desperta uma sede por sangue. A descoberta do objeto coloca o negociante na mira de um ambicioso magnata, que busca o poder para seguir vivo. Federico Luppi, Claudio Brook e Margarita Isabel completam o elenco principal.  

 

‘Riverdale’: Shannen Doherty estampa nova imagem da 4ª temporada; Veja!

O primeiro episódio da nova temporada de Riverdale será uma homenagem ao recentemente falecido Luke Perry e trará inclusive a aparição de Shannen Doherty, que trabalhou com o ator na série ‘Barrados no Baile’.

The CW divulgou a primeira imagem da atriz encarnando sua personagem.

Confira:

Vale lembrar que o próximo ciclo irá estrear no dia 9 de outubro.

Criada por Roberto Aguirre-Sacasa, a série é baseada nos quadrinhos do Archie Comics.

A pequena e tranquila cidade de Riverdale fica de cabeça para baixo quando é atingida pela misteriosa morte de Jason Blossom, um garoto popular do ensino médio e membro da família mais poderosa da cidade. Archie Andrews, Betty Cooper, Veronica Lodge, Jughead Jones, Cheryl Blossom, Josie McCoy e seus amigos exploram os problemas da vida cotidiana na pequena cidade, enquanto investigam o caso de Jason Blossom. Mas, para resolver este mistério, o grupo de amigos deve descobrir os segredos que estão enterrados profundamente na superfície da cidade, pois Riverdale pode não ser tão inocente como parece.

O elenco inclui KJ ApaLili ReinhartCamila MendesCole SprouseMadelaine Petsch, Madchen Amick, Luke Perry, Ashleigh Murray, Skeet Ulrich, Casey Cott, Charles Melton, Mark Consuelos e Vanessa Morgan.

Festival GRLS! 2020 | Linn da Quebrada, Gaby Amarantos e Ludmilla no primeiro dia do evento

Festival GRLS! 2020 teve início ontem, 07 de março, como forma de trazer ainda mais visibilidade à incrível presença das mulheres nacionais e internacionais nas diversas áreas culturais do entretenimento – confirmando a presença de nada menos que oito shows nesse final de semana.

E, levando em conta o teor político promovido pela Tickets 4 Fun e pelos parceiros do evento, era de se esperar que nomes ativos dentro da militância feminina, negra e LGBTQ+ despontassem como headliners da produção: além de inúmeras palestras e talks realizados no auditório do Memorial da América Latina (marcados pelos rostos de Astrid FontenelleAlessandra MundurukuLuana Xavier e os criadores da página Quebrando o Tabu), boa parte do local foi destinada às apresentações musicais.

Linn da Quebrada, ativista, cantora, compositora e atriz que ganhou fama em 2015, abriu o festival do modo mais potente e visceral possível, trazendo uma clareza necessária e realizando melódicos e ácidos discursos em prol da comunidade LGBTQ+ (destinando grande parte de suas letras às mulheres transsexuais e às travestis). Em meio a conjuntos provocativos e a um background expositório, Linn definitivamente deu as cartas do jogo, guiando-se pelo mote “um salve a todas as travestis presentes” em uma das primeiras tracks.

Mais do que isso, a artista trouxe uma sonoridade impecável e uma rendição espetacular, fazendo questão de honrar a cultura africana com ressonantes batuques atrelados, rasgando aplausos pelo que representa às minorias sociais. Os conhecidos instrumentais também foram compostos com sintetizadores e guitarras pontuais, pavimentando o caminho para Gaby Amarantos.

Amarantos teve o grande trabalho de lidar com uma plateia fria – mas sua borbulhante personalidade deu conta do recado ao lado do incrível grupo de dança conhecido como Turmalinas Negras e uma banda formada apenas de mulheres. Iniciando sua porção do evento com alguns de seus sucessos (incluindo “Cachaça de Jambu”“Ex My Love”, sempre exultando a cultura do Norte do país), ela superou a si mesma ao desconstruir letras de clássicos funks, além de trazer versões originais de divas nacionais.

Pabllo VittarElis ReginaMargareth Menezes foram alguns dos nomes que ganharam vida na potente e rouca voz da artista, bem como uma breve sample de “Run the World (Girls”, de Beyoncé. Com figurinos coloridos e cheios de vida, Amarantos definitivamente se valeu de atuações irretocáveis, críticas duras ao patriarcado e à condição da mulher numa retrógrada sociedade – além de mesclar rockbrega-funk, MPB, soft-pop e tantos outros estilos em pouco mais de sessenta minutos.

Substituindo Tierra WhackLudmilla foi confirmada de última hora no Festival, mas não falhou em mostrar que veio para animar a plateia. Aumentando consideravelmente o número de pessoas nas duas pistas do Memorial, a funkeira iniciou o show com famosas músicas – não deixando de fora a polêmica “Verdinha”, é claro -, além de ter ovacionado os fãs por cuidarem uns dos outros.

A cantora acrescentou uma camada a mais ao evento, com performances bastante sensuais e repletas de vocais incríveis – aproveitando o espaço para render-se à balada “Halo” com um toque brasileiro e para apresentar a dançante “Pulando na Pipoca”, parceria com Ivete Sangalo.

‘Chemical Hearts’: Romance com Lili Reinhart ganha pôster OFICIAL; Confira!

A Amazon divulgou o pôster oficial do romance ‘Chemical Hearts‘.

Confira, junto ao trailer legendado:

O romance será lançado no dia 21 de agosto.

Dirigido por Richard Tanne, o longa é baseado no livro ‘Our Chemical Hearts‘, escrito por Krystal Sutherland.

Henry Page, de 17 anos, nunca esteve apaixonado. Ele se imagina um romântico, mas o tipo de amor pelo qual ele está esperando ainda não aconteceu. Em vez disso, ele tem sido feliz em concentrar toda a sua atenção em finalmente se tornar o editor de jornal do ensino médio. Então, no primeiro dia do último ano, ele conhece Grace Town, e sabe que tudo está prestes a mudar.

Lili Reinhart (‘Riverdale’) e Austin Abrams (‘Euphoria’) estrelam a produção.

Taylor Swift lança “Willow”, primeiro single de seu novo álbum de estúdio

A titânica cantora e compositora Taylor Swift lançou hoje (11) o primeiro single oficial de Evermore, seu mais novo álbum surpresa.

A música veio acompanhada de seu videoclipe oficial.

Confira:

O álbum, por sua vez, já está disponível em todas as plataformas digitais!

Evermore conta com colaborações com o grupo feminino HAIM, com o lendário Bon Iver (com quem cantou a aclamada faixa “exile”) e The National.

O álbum é produzido por Swift e por seus parceiros de longa data Aaron DessnerJack AntonoffJustin Vernon.

Taylor Swift é uma das mais artistas mais vendidas de todos os tempos e uma das mais premiadas também. Ela já possui 10 estatuetas do Grammy para sua coleção, incluindo dois Álbuns do Ano por Fearless e por 1989. Na próxima edição da premiação, ela concorre em diversas categorias com Folklore, incluindo Álbum do AnoMúsica do AnoGravação do Ano.

‘O Inocente’: Série de suspense já está disponível na Netflix!

A minissérie de suspense O Inocente já está disponível na Netflix.

A produção foi lançada hoje, 30 de abril, no catálogo da plataforma de streaming.

Uma morte acidental lança um homem em uma espiral de intrigas e assassinato. Ele encontra o amor e recupera a liberdade, mas um telefonema traz de volta o seu passado.

A produção é baseada no best-seller homônimo de Harlan Coben.

O elenco conta com Mario Casas, Aura Garrido, Alexandra JiménezJose Coronado.

‘Sangue e Água’: 2ª temporada da série de suspense já está disponível na Netflix!

A 2ª temporada da série de suspense Sangue e Água (‘Blood & Water’) finalmente estreou na Netflix.

Os novos episódios foram lançados hoje, 24 de setembro, na plataforma de streaming.

Os vindouros episódios trarão Leroy Siyafa como Sam, novo interesse romântico que causará caos no Colégio Parkhurst; Katishcka ChanderlalAlzavia Abrahams, que darão vida a Paulina e Zayd, respectivamente; e Greteli Fincham como Reece, que terá mais tempo de cena na próxima iteração.

A série foi criada por Nosipho Dumisa.

O drama gira em torno de uma adolescente em busca do passado secreto de sua família, enquanto lida com a realidade complicada do ensino médio na África do Sul.

A primeira temporada conta com seis episódios e já está disponível na plataforma de streaming.

Ama QamataKhosi NgemaThabang MolabaDillon WindvogelNatasha ThahaneGail MabalaneSello MaakeArno GreefRyle De MornyGetmore SitholeXolile TshabalalaSandi SchultzMonique Rockman e Cindy Mahlangu fazem parte do elenco.

‘The White Lotus’: Theo James e mais astros se juntam ao elenco da 2ª temporada da série da HBO

HBO escalou mais quatro membros à 2ª temporada da aclamada série tragicômica The White Lotus (via Collider).

As informações revelam que Theo James (‘Sanditon’), Meghann Fahy (‘Armas na Mesa’), Will Sharpe (‘Sherlock’) e Leo Woodall foram contratados para fazer parte do próximo ciclo.

James dará vida a Cameron Babcock, marido de Fahy, que interpreta Daphne. Sharpe, por sua vez, será Ethan Spiller, jovem esposo de Harper (Aubrey Plaza). E, por fim, Woodall será um ator convidado e irá interpretar Jack, um magnético hóspede no centro de cura da Sicília (onde a narrativa será ambientada).

Além de Plaza, o elenco também contará com Michael Imperioli (‘Os Sopranos’), Jennifer Coolidge (‘Two Broke Girls’), F. Murray Abraham (‘Mythic Quest’), Adam DiMarco (‘The Magicians’), Tom Hollander (‘Piratas do Caribe’) e Haley Lu Richardson (‘Quase 18’).

O próximo ciclo ainda não tem data de estreia confirmada.

A narrativa é centrada nos hóspedes e nos funcionários do The White Lotus, um hotel-resort localizado em um paraíso idílico. À medida que as férias vão se desenrolando, entretanto, situações obscuras surgem entre os personagens e dentro do próprio hotel.

‘A Princesa’: Ação com Joey King divide a crítica internacional; Confira os comentários!

O filme de ação medieval ‘A Princesa‘, estrelado por Joey King (‘A Barraca do Beijo’), chega em breve ao catálogo do Star+, e parece que a produção vem dividindo a crítica internacional.

No Rotten Tomatoes, o longa amargou 54% de aprovação, com nota 5.10/10 baseada em 48 reviews. Segundo o consenso, “King é uma estrela de ação bastante crível, mas merece um reino melhor que este, que é arrastado por um roteiro obtuso e uma produção fraca”.

Confira os principais comentários:

A Princesa é uma aventura de ação feminista em que a personagem principal sai de sua dormência para lutar contra o patriarcado. Não poderia ser mais atual – e é uma bela diversão, também” – Los Angeles Times.

A Princesa poderia ter sido um filme melhor? Sim, é claro… A Princesa é super divertido? Com certeza” – Fanboys of the Universe.

“[O filme] parece uma encarnação jovem-adulta da CW de vários outros filmes melhores que já vimos” – Ready Steady Cut.

“Um filme de empoderamento feminino escondido sob um festival de sangue medieval, A Princesa é divertido, e nada mais” – Mama’s Geeky.

A Princesa é uma mudança de ritmo que vem a partir de uma recente tendência de colocar princesas erguendo uma espada e lutando por sua terra e sua família” – Screen Rant.

O longa será lançado na plataforma no dia 22 de julho.

Le-Van Kiet (‘Furie’) é responsável pela direção.

Descrita como uma mistura de ‘Rapunzel’‘The Raid’, o longa acompanha uma jovem princesa (King) que se sente muito mais confortável com uma espada do que com uma coroa – e cabe a ela salvar o reino de mercenários impiedosos.

O elenco ainda conta com Dominic Cooper (‘Preacher’), Olga Kurylenko (‘Viúva Negra’) e Veronica Ngo (‘The Old Guard’).

‘The Boys’: 4ª temporada escala TRÊS novos membros ao elenco

Prime Video anunciou recentemente que três novos membros entraram para o elenco da 4ª temporada da aclamada série The Boys (via ComicBook.com).

As informações indicam que Rosemarie DewittRob BenedictElliot Knight foram contratados para os próximos episódios. Além disso, Simon Pegg teve seu retorno confirmado como Hugh Campbell.

Anteriormente, foram divulgadas as imagens oficiais das personagens Irmã Sage (Susan Heyward) e Firecracker (Valorie Curry).

Ambos os trajes foram desenhados pela figurinista Laura Jean Shannon, uma veterana designer de trajes para adaptações de quadrinhos, creditada por ‘Homem de Ferro’, ‘Raio Negro’, ‘Titãs’ e ‘Patrulha do Destino’.

Lembrando que tanto a Irmã Sage quanto a Firecracker são criações exclusivas da adaptação. E, embora não haja detalhes sobre elas, o criador Eric Kripke já disse que elas são algumas das adições mais loucas que da série.

Confira as imagens:

Recentemente, Jeffrey Dean Morgan (‘Supernatural’) também se juntou ao elenco, mas não há informações sobre seu personagem.

Além disso, Cameron Crovetti, que interpreta o filho do Capitão Pátria, foi promovido ao elenco regular do próximo ciclo. O ator havia aparecido em caráter recorrente nas temporadas anteriores, mas faz sentido seu personagem ter mais destaque no quarto ano – considerando o cliffhanger envolvendo o Ryan no último episódio da terceira temporada.

Criada por Evan GoldbergEric Kripke e Seth Rogen, a série é baseada nos quadrinhos homônimos lançados em 2006.

A trama se passa em um mundo onde os super-heróis abraçaram o lado negro de suas famas, e irá focar em um grupo de vigilantes conhecido como “Os Garotos”, que são mandados para derrotar super-heróis corruptos com não mais do que coragem e disposição para lutar sujo.

O elenco inclui Karl Urban, Jack Qaudi, Karen Fukuhara, Erin Moriarty, Antony Starr, Dominique McElligott, Chace Crawford, Jessie T. Usher e Nathan Mitchell.

Os ‘Gotham Knights’ correm perigo na prévia oficial do 9º episódio; Confira!

A The CW divulgou a prévia oficial do nono episódio de Gotham Knights, intitulado “A Knight is in Trouble”.

Na trama, “depois que um dos Cavaleiros é capturado pela Corte de Corujas, o grupo se vê lutando contra o tempo. Stephanie e Harper trabalham juntas para localizar uma peça crucial de material que pode salvar um membro de sua equipe. Enquanto isso, Harvey age para proteger a si mesmo, apenas para ter seu maior medo confirmado”.

O capítulo vai ao ar no dia 16 de maio.

Confira:

Em ‘Gotham Knights‘, após o assassinato de Bruce Wayne, seu filho adotivo rebelde forja uma aliança improvável com os filhos dos inimigos de Batman quando todos são acusados ​​de matar o Homem-Morcego. Como os criminosos mais procurados da cidade, esse bando renegado de desajustados deve lutar para limpar seus nomes. Mas em uma Gotham sem Cavaleiro das Trevas para protegê-la, a cidade se torna a mais perigosa que já foi. No entanto, a esperança vem dos lugares mais inesperados, pois essa equipe de fugitivos incompatíveis se tornará sua próxima geração de salvadores.

O elenco conta com Oscar Morgan como Turner Hayes, Navia Robinson como Carrie Kelley, Fallon Smythe como Harper Row, Tyler DiChiara como Cullen Row, Olivia Rose Keegan como Duela, Anna Lore como Stephanie Brown, Rahart Adams como Brody, Misha Collins como Harvey Dent, Lauren Stamile como Rebecca Marchm e Damon Dayoub como Lincoln March.

A série foi criada por Chad FiveashJames StoterauxNatalie Abrams, roteiristas da adorada série Batwoman. Abrams também entra como co-produtora executiva.

Fiveash e Stoteraux entram como produtores executivos ao lado de Greg BerlantiSarah SchechterDavid Madden.

Criador de ‘A Queda da Casa de Usher’ revela detalhe IMPORTANTE sobre o episódio inspirado em ‘O Gato Preto’

Cuidado: muitos spoilers à frente.

A Queda da Casa de Usher, série de terror comandada por Mike Flanagan (‘A Maldição da Residência Hill’), chegou recentemente à Netflix e já se tornou uma das produções mais bem avaliadas do ano – além de conquistar os assinantes da plataforma de streaming.

Agora, através de seu Twitter oficial, Flanagan comentou sobre um dos episódios mais chocantes do show – o quarto capítulo, inspirado no conto ‘O Gato Preto’, de Edgar Allan Poe, e que acompanha a trágica morte de Napoleon Usher (Rahul Kohli), um dos filhos bastardos do magnata Roderick (Bruce Greenwood), que é atormentado por um felino até encontrar sua ruína.

Na postagem em questão, o realizador explicou de que forma abordou a história de Poe, dizendo: “OK, ‘O Gato Preto’ foi escrito por Edgar Allan Poe. Em sua versão, um gato é morto. Na minha versão, a morte do gato é revelada como uma alucinação. Na minha versão, o gato estão vivo e bem. Então, quem odeia gatos?”.

A produção conquistou nada menos que 90% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Confira as análises:

“Mesmo que assuma uma previsibilidade semelhante a de um slasher, empurrando os personagens para mortes inventivas, um por um, ‘A Queda da Casa de Usher’ também se torna mais sombria à medida que avança e enfrenta as ofensas do mundo real espelhadas na história.” – TV Guide.

“Embora a minissérie de Mike Flanagan tenha recebido muitos elogios, “O que Edgar Allen Poe teria pensado da família Sackler?” prova ser um arremesso substancial, elevado por um elenco que nunca esteve melhor.” – Consequence.

“‘A Queda da Casa de Usher é uma fatia ferozmente divertida do gênero televisivo que você não deve perder.” – Guy at the Movies.

‘”Um elegante redemoinho de opulência, ganância, sangue e horror com vibes góticas, ‘A Queda da Casa de Usher‘ é a melhor criação de Flanagan até agora.” – TNM.

“Uma jornada intensa e cheia de suspense pela história de uma família realmente confusa e com muitos segredos de família. Não economiza sangue e sangue coagulado, o que é uma coisa muito boa.” – Mama’s Geeky.

Flanagan criou uma família Usher tão atraente quanto as lendas da TV ‘The Ewings’ ou ‘The Sopranos’. Alguns são tão desagradáveis ​​que sua punição é deliciosa, mas muitos também são simpáticos.” – United Press International.

Crítica | ‘A Queda da Casa de Usher’ é mais uma obra-prima do terror assinada por Mike Flanagan

Apesar de detalhes sobre a narrativa não terem sido revelados, o conto titular foi publicado originalmente em 1893 e analisa temas como loucura, família, isolação e identidades metafísicas. A história acompanha um narrador sem nome que viaja para a Casa de Usher em um “dia sombrio, sem som e monótono”. A casa, pertencente a um amigo de infância chamado Roderick Usher, é misteriosa e arrepiante – e o narrador percebe que a casa absorveu um mal inenarrável e uma atmosfera doentia de tudo o que a cerca.

Carla Gugino, Mark HamillCarl LumblyMary McDonnell estrelam a produção.

Henry Thomas, T’Nia Miller, Kyleigh Curran, Samantha Sloyan, Rahul Kohli, Sauriyan Sapkota, Zach Gilford, Michael Trucco, Paola Núñez, Katie Parker, Malcolm Goodwin, Crystal Balint, Aya Furukawa, Daniel Jun, Matt Biedel, Ruth Codd, Annabeth GishRobert LongstreetKate SiegelWilla Fitzgerald e Bruce Greenwood completam o elenco.

Flanagan também entra como produtor executivo ao lado de Trevor MacyEmmy GrinwisMichael Fimognari. Ele também dirige quatro episódios da série, enquanto Fimognari fica responsável pelos outros quatro.

O projeto é o sexto do acordo entre Flanagan e a Netflix, precedido por Missa da Meia-Noite, pelos elogiados A Maldição da Residência Hill‘A Maldição da Mansão Bly’, pelo thriller Jogo Perigoso e a cancelada The Midnight Club.

‘Os Observadores’, terror dirigido pela filha de M. Night Shyamalan, ganha novo trailer na #CinemaCon 2024

Durante a CinemaCon 2024, a Warner Bros. divulgou um trailer inédito de ‘Os Observadores‘ (The Watchers), terror dirigido por Ishana Night Shyamalan – filha do aclamado cineasta M. Night Shyamalan (‘Fragmentado’).

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 13 de junho – uma semana após a data de estreia original.

Confira a descrição (via DiscussingFilm):

Na trama, Dakota Fanning interpreta uma jovem taciturna que fica presa em uma remota floresta irlandesa durante uma viagem. Ela descobre que existe uma antiga força obscura em jogo, monstros misteriosos que mantêm pessoas desconhecidas presas na floresta e pregam truques mentais nelas. Ninguém viu sua aparência, mas o que vemos em seus designs quase bruxos vem do folclore céltico. Há outras três pessoas que estão presas na floresta com o personagem de Dakota, cada uma delas presa por períodos de tempo diferentes. Todos os quatro personagens principais são testados de várias maneiras pelos monstros aterrorizantes, que são provocados por jogarem esses jogos distorcidos há séculos.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Além de marcar sua estreia diretorial, Ishana Night Shyamalan também assina o roteiro – que é baseado no romance homônimo de A.M. Shine.

“A trama conta a história de Mina, artista de 28 anos, que se perde em uma imensa e assustadora floresta natural no oeste da Irlanda. Quando Mina finalmente encontra abrigo, ela acaba presa ao lado de três estranhos que são vigiados e perseguidos por criaturas misteriosas todas as noites. “

O elenco conta com Dakota Fanning, Georgina Campbell, Oliver Finnegan e Olwen Fouéré.

Emmy Awards 2024 | Jean Smart leva o prêmio de Melhor Atriz em Série de Comédia por ‘Hacks’

Hacks‘, aclamada comédia estrelada por Jean Smart, foi uma das relembradas da cerimônia de vencedores do Emmy Awards 2024.

Durante a celebração, Smart foi condecorada com o prêmio de Melhor Atriz em Série de Comédia por seu trabalho.

Lembrando que as três primeiras iterações estão disponíveis na plataforma de streaming.

Lembrando que o segundo ciclo acompanhou Deborah Vance (Smart) e Ava Daniels (Hannah Einbinder) saindo em turnê pelo Estados Unidos.

Mark Indelicato, Carl Clemons-Hopkins, Rose Abdoo, Susie Essman, Devon Sawa, Ming-Na Wen, Laurie Metcalf, Martha Kelly e Margaret Cho estão no elenco.

O show é uma criação de Paul W. Downs, Lucia Aniello e Jen Statsky.

Oscar Isaac vive Jesus Cristo no trailer INÉDITO da animação ‘O Rei dos Reis’; Assista!

The King of Kings (O Rei dos Reis, em tradução livre), animação na qual Oscar Isaac dá voz a Jesus Cristo, acaba de ganhar seu segundo trailer oficial.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O longa é dirigido Seong-ho “Jay” Jang, um pioneiro em efeitos visuais na Coreia, com produção de Anfernee Kim (‘Os Últimos Cavaleiros’).

O roteiro foi escrito por Jang em parceria com Rob Edwards (‘A Princesa e o Sapo’).

Além de Isaac, o filme conta com um elenco de estrelas de peso, incluindo Forest Whitaker (‘O Último Rei da Escócia’) como o apóstolo Pedro, Kenneth Branagh (‘Morte no Nilo’), Roman Griffin Davis (‘Jojo Rabbit’) e Uma Thurman (‘Kill Bill’).

O longa-metragem, vagamente inspirado em A Vida de Nosso Senhor, um conto pouco conhecido de Charles Dickens, retrata a vida de Jesus, seus desafios e tribulações, e seus relacionamentos com amigos e inimigos.

A trama acompanha Charles e Walter Dickens, dublados por Branagh e Davis, respectivamente. Pai e filho embarcam em uma jornada épica enquanto o pai envolve a imaginação do filho com a fascinante história de Jesus.

‘Harry Potter’: Ator que viverá Lorde Voldemort já foi escalado, aponta rumor

A HBO segue a todo vapor com a aguardada e ambiciosa série Harry Potter, baseada na popular saga de fantasia homônima assinada por J.K. Rowling – e mais detalhes sobre a produção foram revelados.

Segundo o site Redanian Intelligence, a emissora já escalou o ator que viverá o mortal Lorde Voldemort, antagonista principal da narrativa e arqui-inimigo de Harry. Porém, “a HBO não tem planos de anunciar sua escalação e quer mantê-lo em segredo até a temporada estrear. Se eles terão sucesso ou não, ainda não se sabe. Afinal, esta será a informação mais procurada sobre esta série”.

Vale lembrar que na franquia cinematográfica, Voldemort foi interpretado por Ralph Fiennes.

Dominic McLaughlin interpreta o protagonista titular.

Alastair StoutArabella Stanton co-estrelam a produção como Rony Weasley e Hermione Granger, respectivamente.

O elenco também conta com:

  • John Lithgow como Alvo Dumbledore
  • Janet McTeer como Minerva McGonagall
  • Paapa Essiedu como Severo Snape
  • Nick Frost como Rúbeo Hagrid
  • Luke Thallon como Profº Quirrell
  • Paul Whitehouse como Argus Filch
  • Lox Pratt como Draco Malfoy
  • Johnny Flynn como Lúcio Malfoy
  • Bel Powley como Petúnia Dursley
  • Daniel Rigby como Válter Dursley
  • Katherine Parkinson como Molly Weasley
  • Rory Wilmot como Neville Longbottom
  • Amos Kitson como Duda Dursley
  • Louise Brealey como Madame Rolanda Hooch
  • Anton Lesser como Garrick Olivaras.

Francesca Gardiner servirá como roteirista e showrunner.

Sem data de estreia, a primeira temporada está programada para 2026.

Rowling servirá como produtora executiva ao lado de Neil Blair e Ruth Kenley-Letts.

‘Lupin’: 4ª temporada ganha MISTERIOSO cartaz; Confira!

Netflix divulgou um misterioso cartaz da 4ª temporada de Lupin, aclamada série de mistério estrelada por Omar Sy (‘Jurassic World’).

Ainda sem um dia específico confirmado, sabe-se que a próxima iteração chega à plataforma de streaming no outono norte-americano de 2026, isto é, entre os meses de setembro e novembro do ano que vem.

Vale lembrar que as gravações dos novos episódios já foram finalizadas.

Confira:

Lembrando que as três primeiras iterações já estão disponíveis na plataforma de streaming.

A série é inspirada nos romances escritos por Maurice LeBlanc e traz Omar Sy como o primeiro ator negro a encarnar uma versão do icônico Lupin, aqui contemporaneizado na roupagem de Assane Diop.

Na adolescência, Assane Diop enfrentou a morte do pai, que foi acusado de um crime que não cometeu. Depois de 25 anos, como forma de vingança, ele passa a agir sob a alcunha de “Arsène Lupin, o Ladrão de Casaca”.

Ludivine SagnierClotilde HesmeNicole GarciaHervé PierreSoufiane GuerrabAntoine GouyFargass Assandé e outros completam o elenco.