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Crítica | Um Pai em Apuros – Rafael Infante e Dani Calabresa Fazem Simpática Releitura de Comédia Espanhola

2026 e a dinâmica familiar ainda precisa ser conversada. Por mais que hoje consigamos falar abertamente sobre divisões de tarefas domésticas e corresponsabilidade na criação dos filhos, por exemplo, e que muito se tenha avançado na vida familiar, é também um fato que muito ainda precisa melhorar. A mulher ainda tem a maior carga de responsabilidade dentro da gerência de um lar, e isso se reflete na sobrecarga mental, física, emocional da mulher. E exatamente sobre esse ponto da vida de um casal estreou essa semana nos cinemas brasileiros a comédiaUm Pai em Apuros’.

Roberta (Dani Calabresa, de ‘O Palestrante’) está à beira de uma síncope. Mãe de quatro filhos, ela está no seu limite pois a toda hora é uma aula de natação, levar pra escola, fralda do bebê, granola do café. E o marido, Fred (Rafael Infante, de ‘Não Tem Volta’), não só não ajuda como atrapalha. É que em vez de ser um pai participativo, ele fica pedindo mil coisas pra Roberta, porque ela era advogada antes de largar a carreira para cuidar dos filhos. Então um dia Roberta decide largar tudo e sair de férias real oficial com sua irmã, deixando Fred a cargo dos filhos e da casa. Só que essa ação além de coincidir com um período delicado do trabalho dele, que está às vésperas de uma possível promoção, também o forçará a um choque de realidade ao qual Fred não estava preparado. Agora, da noite para o dia, ele precisará aprender a ser pai.

Baseado na comédia espanhola ‘Mamãe Saiu de Férias’, a versão brasileira busca ilustrar, através do humor, os desafios que uma mãe enfrenta ao ser a única responsável pela administração de uma casa/família. Assim, o roteiro centra a maior parte do longa na jornada desse homem de negócios que se vê, “do nada, obrigado” a assumir o papel de pai – e, para que isso fique bem evidente ao espectador, as situações que ele enfrenta precisam ser bastante claras, beirando o clichê.

Ainda assim, há muitas piadas e situações de humor que fazem rir. Como, pode exemplo, toda a sequência em que ocorre a celebração na empresa em que Fred trabalha, que culmina num caos total. Mas é o elenco base que proporciona a dinâmica dos protagonistas e que provoca a maior parte das risadas, com especial destaque à humorista Macla Tenório, que interpreta Brenda, uma ex-funcionária da empresa em que Fred trabalha e que, por uma enorme consciência, acaba indo trabalhar para a família dele. Macla tem humor nato, tem timing e consegue transformar uma cena boba em engraçada sem parecer ensaiada. Destaque também para o elenco mirim, principalmente a dupla de gêmeos Caio Costa e Pedro Costa, que interpreta, ambos, o mesmo personagem – TomTom – o filho caçula do casal protagonista. Esses meninos têm carisma de sobra e brilham em todas as cenas. O filme conta ainda com Babu Santana, Xande Valois, Lara Infante e Bella Alelaf no elenco.

Dirigido por Carol Durão (de ‘Doce Família’), o longa entretém e diverte ao propor reflexões sobre o cotidiano atribuído às mulheres mas que precisa ser assumido também pelos companheiros destas. A diretora fez boas escolhas ao optar por cenas mais solares, iluminadas e com a trilha sonora original, assinada pelo mestre Plínio Profeta, que encaixa muito bem as sensações dos personagens ao que ocorre no momento na trama.

Com um humor bem estilo Multishow, só que com um núcleo familiar, ‘Um Pai em Apuros’ é uma simpática comédia que, de quebra, pode fazer o público refletir sobre a sobrecarga que é alguém sozinho cuidar de uma família tão cheia de demandas.

Terror inovador para assombrar seus sonhos está disponível no Prime Video

Para os entusiastas de um verdadeiro cinema de horror, que valorizam tramas originais capazes de mesclar suspense psicológico com um roteiro inteligente, ‘Sleep: O Mal Nunca Morre’ já está disponível no catálogo do Prime Video. O longa marca a estreia na direção e roteiro de Jason Yu.

A trama acompanha o drama de um jovem casal em um momento de vulnerabilidade.

“Uma jovem esposa grávida fica preocupada quando os hábitos de sonambulismo do marido se transformam em comportamentos cada vez mais grotescos. Após uma consulta sem sucesso em uma clínica do sono, eles buscam desesperadamente a ajuda de um xamã”, revela a sinopse oficial.

O elenco principal conta com performances de Lee Sun-kyun, Jung Yu-mi e Kim Geum-soon, que dão vida à tensão crescente da obra.

No agregador Rotten Tomatoes, o filme conquistou a impressionante marca de 95% de aprovação dos críticos (baseado em 63 avaliações) e 72% por parte do público.

A crítica especializada foi unânime em elogiar a originalidade do projeto, destacando que a experiência se torna ainda mais rica em uma segunda visualização, quando as nuances do roteiro de Yu ficam mais evidentes.

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“Sleep é mais inteligente e envolvente do que assustador, dispensando recursos banais do gênero, como sustos fáceis”, disse
Dennis Harvey da Variety.

“Sleep já é divertido na primeira vez, mas uma segunda assistida provavelmente revelará ainda mais reviravoltas elegantes e um roteiro inteligente, aqui não há nada que dê sono”, disse Kate Erbland do IndieWire.

“Yu para exatamente onde precisa para preservar e manter a atmosfera sugestiva e as ambiguidades encantadoras de Sleep”, disse A
Simon Abrams do RogerEbert.

“A direção, o design de som e os atores principais ainda fazem desta uma recomendação fácil, embora o ato final de Sleep tropece feio e acabe impactando retroativamente tudo o que veio antes”, disse Joe Lipsett do Bloody Disgusting.

“O sono da razão é o que supostamente produz monstros… mas não tantos quanto a privação de sono. Esse é o terrível paradoxo que impulsiona este elegante, íntimo e deliciosamente ousado suspense sul-coreano de Jason Yu, estreante em longas-metragens”, disse
Peter Bradshaw do The Guardian.

“Terminamos com um desfecho frenético que satisfaz todo desejo de catarse, ao mesmo tempo em que transforma em arte a propagação da dúvida criativa. Um excelente drama de câmara”, disse Donald Clarke do Irish Times.

‘Sleep: O Mal Nunca Morre’ está disponível no Prime Video.

‘Mother Mary’: Diretor revela inspiração em Taylor Swift para longa estrelado por Anne Hathaway

A atriz Anne Hathaway assume o papel da icônica cantoraMother Mary em seu novo projeto cinematográfico, sob a direção de David Lowery. Em entrevista à revista Empire, o cineasta revelou que a principal fonte de inspiração para a construção visual e técnica do longa foi, surpreendentemente, Taylor Swift.

“O filme-concerto de Reputation dela é um dos melhores já feitos. É realmente fenomenal. Para nossas sequências de show, assistimos aquilo repetidamente. Vocês não imaginam o quanto falamos sobre Taylor”, contou Lowery.

A turnê de 2018 de Swift foi fundamental para ajudar o diretor e sua equipe a viabilizar a produção de Mother Mary dentro de limitações orçamentárias rígidas. A estratégia consistiu em utilizar a estrutura da popstar como um modelo de engenharia cinematográfica.

“Pegamos três músicas de Reputation, destrinchamos cena por cena e pensamos: ‘Ok, se fôssemos fazer isso, quanto custariam esses planos em efeitos visuais?’ Usamos isso como ferramenta de orçamento, porque não sabíamos como viabilizar um show de estádio com orçamento reduzido. Estávamos literalmente usando Reputation como guia. Posso falar sobre Reputation o dia todo”, explicou o diretor.

‘Mother Mary’: Anne Hathaway revela inspiração em Beyoncé para viver cantora em novo longa

A influência de Swift ultrapassou os aspectos técnicos e permeou o ambiente de set e a relação entre o elenco.

“Quando encerramos as gravações, Annie [Hathaway] me deu uma pulseira de miçangas no estilo Taylor Swift escrita ‘Anti-Hero'”, revelou Lowery, mencionando ainda que ambos assistiram a uma apresentação da “The Eras Tour” na Europa.

Para o diretor, a projeção do futuro da carreira de Swift foi o alicerce para a composição da protagonista vivida por Hathaway.

“Definitivamente trouxe muito de Taylor Swift para a construção de quem é Mother Mary. Eu dizia com frequência: ‘Imagine Taylor Swift daqui a 10 ou 15 anos, esse tipo de pessoa poderia ser essa personagem'”, concluiu.

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O elenco ainda conta com Hunter Schafer, Atheena Frizzell, Kaia Gerber, Jessica Brown Findlay, Isaura Barbé-Brown, Alba Baptista, Sian Clifford e FKA Twigs.

Feridas há muito enterradas vêm à tona quando a icônica estrela pop Mother Mary se reúne com sua melhor amiga distante e ex-figurinista, Sam Anselm, na véspera de sua apresentação de retorno.

David Lowery (‘A Lenda do Cavaleiro Verde’) é responsável pela direção e roteiro.

A trilha sonora fica por conta de Charli XCX e Jack Antonoff.

Harrison Ford relembra luta contra a depressão na juventude: “Eu estava socialmente doente”

Indiana Jones and the Kingdom of the Crystal Skull (2008) Harrison Ford credit: David James/ ? Lucasfilm Ltd. & TM. All rights reserved

O ator Harrison Ford, eterno ícone de franquias comoStar Wars e Indiana Jones, compartilhou recentemente detalhes sobre um período sombrio de sua juventude. Em um relato, o astro descreveu como o início da faculdade foi marcado por um quadro severo de depressão e como sua primeira aula de atuação foi o divisor de águas para sua recuperação.

De acordo com a revista People, o ator de 83 anos relembrou os desafios de saúde mental que enfrentou no início da vida adulta.

“Eu levantava da minha cama de solteiro, ia até o telefone, pedia uma pizza, voltava para a cama e ficava deitado até a pizza chegar. Eu comia a pizza, jogava as caixas no canto e voltava a dormir”, afirmou.

Na época, Ford vivia em um isolamento quase total, evitando compromissos acadêmicos e sociais: “Eu tinha um quarto individual e aulas para frequentar, mas raramente saía. E, nas raras vezes em que eu ia até a sala de aula, muitas vezes eu tocava a porta do lado de fora do prédio, me virava e voltava”.

Ao analisar aquele período, o ator acredita que sua condição ia além de uma tristeza profunda: “Eu estava mais do que deprimido. Acho que eu estava doente. Eu estava socialmente doente, psicologicamente mal”.

A mudança começou de forma inesperada. Motivado pelo baixo rendimento acadêmico, o ator decidiu se matricular em uma disciplina intitulada “Drama” na esperança de elevar suas notas. Ford admitiu que leu apenas parte da descrição do curso, acreditando que a matéria consistia apenas na leitura e análise de textos teatrais.

A surpresa veio quando descobriu que a grade exigia a performance no palco. O que inicialmente parecia um erro, revelou-se a cura para sua alienação social.

“Fiquei surpreso ao descobrir que as pessoas que eu considerava meus colegas esquisitos e deslocados eram, na verdade, algumas das pessoas mais interessantes que eu conhecia”, afirmou.

Para o veterano de Hollywood, encontrar aquela comunidade deu um novo sentido à sua trajetória.

“Eles estavam fazendo algo que eu não compreendia totalmente, contando histórias sobre a vida. Alguns tinham uma capacidade excepcional de entender o comportamento humano. Acho que simplesmente encontrei meu lugar entre contadores de histórias. Isso realmente mudou meu mundo, mudou minha vida”, concluiu.

‘Pela Metade’: Nova série de Richard Gadd conquista 74% no Rotten Tomatoes; Confira as críticas!

‘Pela Metade’ (Half Man), série estrelada e criada por Richard Gadd, já está disponível na HBO Max. A produção conquistou 74% de aprovação no Rotten Tomatoes, com base em 43 avaliações.

No geral, os críticos elogiaram a série, destacando o trabalho de Richard Gadd. No entanto, parte da imprensa considerou a produção inferior a outros trabalhos do criador.

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“Gadd tem talento para criar personagens coadjuvantes cativantes e reconhecidamente humanos. Mas eles não conseguem compensar a falta de substância no centro de ‘Pela Metade'”, disse Mike Hale do New York Times.

“Posso respeitar as conexões que Gadd traça entre natureza e criação, destino e autodeterminação, trauma e cura. Só não posso dizer que achei a revelação dessas verdades especialmente prazerosa ou reveladora”, disse Daniel Fienberg do The Hollywood Reporter.

“As maneiras pelas quais ‘Pela Metade’ compreende com precisão essa dinâmica fazem dela uma série imperdível, apesar de algumas ressalvas ao longo do caminho, apresentando-se no fim como uma experiência singular que permanece com você”, disse William Goodman do TheWrap.

“‘Pela Metade’ não apenas termina sem alcançar o mesmo nível de complexidade vivida dos trabalhos anteriores de Gadd, como seu desfecho também faz com que a única forma de interpretar a história seja como uma alegoria. Eles são meio-homens que, juntos, somam ainda menos”, disse Ben Travers do IndieWire.

“Com ‘Pela Metade’, Gadd consolida sua reputação ao despir seu segundo projeto de qualquer ligação real com suas raízes na comédia e demonstrar o que é possível quando ele conta uma história sobre ruína absoluta”, disse Therese Lacson do Collider.

“‘Pela Metade’ é algo sombrio e brilhante”, disse Lucy Mangan do The Guardian.

‘Pela Metade’ está disponível no HBO Max.

https://www.youtube.com/watch?v=4AG3O786M-4&t=10s

Ambientada no decorrer de quarenta anos, desde 1980 até os dias atuais, a história segue dois irmãos distantes, Niall e Ruben. Quando o seu irmão aparece no dia de seu casamento, isso leva Niall a um confronto violento que nos leva a testemunhar os acontecimentos ao longo de suas vidas.

A produção irá se aprofundar no relacionamento entre os irmãos, desde adolescentes até seu desentendimento como adultos. Além disso, a série também promete capturar a energia em constante mudança da cidade e do mundo.

Jamie Bell (‘Iluminadas’) também estrela a produção.

O elenco ainda contará com Stuart Campbell, Mitchell Robertson, Neve McIntosh, Marianne McIvor, Charlie De Melo, Bilal Hasna, Julie Cullen, Amy Manson, Philippine Velge, Stuart McQuarrie, Piers Ewart, Scot Greenan, Charlotte Blackwood e Calum Manchip.

Além de criar, roteirizar e estrelar a série, Gadd também servirá como produtor executivo ao lado de Tally Garner e Morven Reid.

Alexandra Brodski e Eshref Reybrouck serão responsáveis pela direção.

‘Michael’: Cinebiografia teria cena do cantor sendo PRESO em 1979

A cinebiografia Michael, que narra a trajetória do Rei do Pop, já está em exibição nos cinemas nacionais, acompanhando a jornada do astro até a emblemática era do álbum “Bad”, em 1988. Embora o longa apresente muitos dos momentos mais marcantes do cantor, uma sequência curiosa presente nas versões iniciais do roteiro acabou ficando de fora da montagem final: um episódio que terminava com a prisão do artista.

De acordo com o The New York Times, a cena em questão mostrava Michael Jackson em 1979, aos 20 anos, dirigindo por uma rodovia de Los Angeles a caminho do estúdio. Sozinho em sua Mercedes desorganizada e repleta de blocos de notas, ele cantava para si mesmo uma versão inicial de “I Can’t Help It”, a balada melancólica que se tornaria uma das joias do álbum “Off the Wall”.

No painel do carro, mensagens inspiradoras anunciavam a fase sublime que sua carreira estava prestes a atingir. Naquele momento, Jackson ainda possuía os traços característicos do início da fase adulta e o penteado afro que marcou a capa de seu disco de transição, apesar de já ser um veterano com 15 anos de estrada no show business.

A sequência foi inspirada em um relato da autobiografia de sua mãe, Katherine Jackson. Segundo ela, Michael acabou detido após ser parado por um policial que não o reconheceu e suspeitou que seu Rolls-Royce fosse um veículo roubado.

Embora o episódio parecesse o material ideal para humanizar o ídolo em uma cinebiografia, a cena foi descartada. Segundo a reportagem, a decisão pode ter ocorrido por ser uma anedota pouco conhecida ou, possivelmente, para evitar que o público associasse o jovem Michael, de forma precoce, aos graves e complexos problemas judiciais que ele enfrentaria décadas mais tarde.

Diretor de ‘Deixando Neverland’ DETONA ‘Michael’ por ignorar denúncias de abuso sexual: “Era pior que Jeffrey Epstein”

Vale ressaltar que Michael Jackson foi acusado pela primeira vez de abuso sexual em 1993 por Jordan Chandler, então com 13 anos. O cantor negou as alegações e posteriormente firmou um acordo em um processo civil movido pela família do jovem, no valor superior a US$ 20 milhões. As autoridades investigaram o caso, mas afirmaram não ter encontrado provas suficientes para apresentar acusações criminais.

Em 2003, Jackson voltou a ser investigado e acabou preso sob acusações de abuso infantil. Posteriormente, foi indiciado por dez acusações criminais. As denúncias partiram de Gavin Arvizo, além do filho de um ex-funcionário da residência do artista, que também o acusou de abuso. Em junho de 2005, o cantor foi absolvido de todas as acusações.

Michael Jackson morreu em 2009, aos 50 anos.

Em 2013, Wade Robson acusou o artista de anos de abuso sexual ao abrir processos contra o espólio do cantor e as empresas MJJ Productions e MJJ Ventures. No ano seguinte, James Safechuck apresentou uma ação semelhante. Ambos os casos foram arquivados em 2017 por questões processuais, sem que a Justiça analisasse o mérito ou a credibilidade das acusações.

Lembrando que originalmente, o roteiro planejava avançar na cronologia para abordar as acusações de abuso infantil de 1993 e as investigações que se seguiram. Contudo, advogados do espólio descobriram que um acordo jurídico firmado no passado com um dos acusadores impedia qualquer menção ou representação direta dessa pessoa em produções cinematográficas.

Essa barreira legal forçou a equipe a desenvolver um novo terceiro ato para o longa. A mudança exigiu 22 dias de refilmagens e gerou um custo adicional estimado entre US$ 15 milhões e US$ 20 milhões, impactando o cronograma e o orçamento final da obra.

Dirigido por Antoine Fuqua e realizado em colaboração com o espólio do cantor, o filme foca na trajetória de Jackson desde a infância no Jackson 5 até o fenômeno global da turnê Bad, em 1988.

‘Michael’: Cinebiografia sobre o rei do pop é MASSACRADA pela crítica internacional; Confira!

Michael’ está em cartaz nos cinemas nacionais.

Crítica 1 | ‘Michael’ – Antoine Fuqua constrói uma singela carta de amor a Michael Jackson com a cinebiografia

Crítica 2 | ‘Michael’ é uma embalagem bonita para uma caixa VAZIA. Para alguns, isso basta…

Dirigido por Antoine Fuqua (‘Dia de Treinamento’, ‘O Protetor’), o filme propõe um retrato cinematográfico profundo sobre a vida e o legado de Michael Jackson. A trama vai além dos palcos, acompanhando a jornada do artista desde a descoberta de seu talento precoce como líder dos Jackson Five até sua transformação em um visionário global, impulsionado pela busca incessante de se tornar o maior artista do mundo.

O roteiro, assinado pelo três vezes indicado ao Oscar John Logan (‘Gladiador’, ‘O Aviador’), oferece ao público um lugar na primeira fila para observar a vida de Michael fora dos holofotes, alternando com as performances mais emblemáticas do início de sua fase solo.

A cinebiografia marca a estreia de Jaafar Jackson no cinema, assumindo o desafiador papel de seu tio. O elenco principal conta ainda com nomes de peso da indústria: Colman Domingo, Nia LongMiles TellerLaura Harrier e Juliano Krue Valdi.

A produção executiva está sob o comando do vencedor do Oscar Graham King (‘Bohemian Rhapsody’), em parceria com John Branca e John McClain, figuras ligadas diretamente ao espólio de Michael Jackson e responsáveis por projetos como This Is It’.

Crítica | ‘180’ – Preguiçoso filme de AÇÃO chega ao Top 1 da Netflix

Com um discurso que segue pela impulsividade causado pela necessidade de vingança – uma questão bastante pessoal e debatida aos montes por aí -, o novo filme da Netflix, que logo alcançou o Top 1 da plataforma, não reinventa a roda sobre o assunto e segue por uma narrativa convenciona, sem muita empolgação.

Geralmente partindo de tragédias e guiando personagens pelos caminhos de uma reta só pela sede de justiça, muitas obras que abordam o tema buscam no impacto de cenas de ação e violência um lugar cômodo que, muitas vezes, chama a atenção mas carece de desenvolvimento dos próprios personagens.

Esse é o caso do novo lançamento da líder dos streamings, o longa-metragem sul-africano 180. Com um protagonista exposto à gangorra da moralidade ambígua, precisando lidar com um labirinto emocional dominado pela violência que está ao seu redor, a obra se limita a entregar um retrato sem profundidade, com lições de moral que se mostram frágeis em torno do tema, que abraça a culpa e o luto de forma conveniente.

Em uma cidade dominada pela violência, Zak (Prince Grootboom),  empresário do ramo alimentício e dono de uma rede de hamburguerias, se vê preso em um caminho sem volta quando seu filho é morto por integrantes de uma gangue ligada a um chefão da máfia local, que comanda uma frota de táxis de fachada. Embarcando em uma vingança descontrolada pelas ruas da cidade, Zak ficará a ponto de perder tudo e todos que ama.

Da dor da perda à corrupção policial, o roteiro insiste, sem muita eficiência, a nos levar até uma história em que o comodismo e a busca pelas facilidades dominam as ações – algo que vem se tornando uma constante em alguns lançamentos nos streamings em 2026. A partir do sentimento corrosivo da vingança, somos convidados para uma narrativa repleta de violência que não impacta nem sugere, e ainda trava em camadas superficiais ao longo de seus 94 minutos.

Escrito e dirigido por Alex Yazbek, 180 é mais uma daquelas obras que tentam transformar uma ação desenfreada em um organizado caminho para camadas dramáticas. A questão aqui é que nem uma coisa, nem outra funciona, nos conduzindo rapidamente para um filme preguiçoso, que começa, acaba e logo vamos esquecer.

Você sabe quais FILMES chegavam aos cinemas no ano em que você nasceu?

Não sei se você já pensou nisso, mas, no ano em que você nasceu, centenas de produções cinematográficas ganharam as telas do mundo, apresentando algumas histórias que viriam a se tornam marcantes para muitas pessoas. Pode ter certeza: você provavelmente conhece um filme lançado no ano em que nasceu – e pode nem saber disso.

Como estou fazendo aniversário esta semana, pratiquei um exercício de pesquisa sobre o ano que nasci, 1986, e me deparei com filmes que adoro e que vieram ao mundo no mesmo ano que eu. As surpresas foram muitas – e as lembranças, mais ainda. Abaixo, divido com vocês uma lista de alguns filmes desse período, em meados dos anos 1980:

 

Highlander – O Guerreiro Imortal (Tem para aluguel em algumas plataformas)

Na trama, conhecemos Connor MacLeod (Christopher Lambert), nascido em meados de 1500 na Escócia que, após ser banido pelo próprio povo quando se recuperou milagrosamente de ferimentos mortais durante uma sangrenta batalha, descobre ser imortal. Seu caminho logo se cruza com Juan Sanchez Villa-Lobos Ramirez (Sean Connery), um experiente imortal, ex-grande metalúrgico do Rei Carlos V da Espanha, nascido no Egito, que o ensina a arte das espadas. O tempo passa, quatro séculos e meio depois, Connor trabalha, no tempo presente, como dono de uma loja que vende antiguidades nos Estados Unidos e logo percebe que uma última batalha está em iminência, já que seu grande inimigo, Kurgan (Clancy Brown), o achou.

 

Momentos Decisivos (Tem para aluguel em algumas plataformas)

Na trama, acompanhamos um homem que, após uma punição no passado, é recrutado por um amigo de longa data para ser o novo treinador de basquete de um colégio, situado em uma cidadezinha de Indiana, mudando a vida de todos – e a própria – através do esporte.

 

Labirinto – A Magia do Tempo

Labirinto – A Magia do Tempo nos leva para um mundo de faz de conta, da fantasia, em um lugar onde as coisas nem sempre são o que aparentam ser. A partir da jornada de uma jovem heroína, na sua descoberta aos valores morais, com uma narrativa que transforma o roteiro em um criativo percurso com pitadas de veia lúdica, paralelos com as emoções e a realidade são vistos por todos os lados.

 

Peggy Sue – Seu passado a espera (Tem para aluguel em algumas plataformas)

Peggy Sue (Kathleen Turner) é uma mulher de meia idade, mãe de dois filhos, que está prestes a se divorciar do marido, Charlie (Nicolas Cage), por conta de inúmeras traições por parte dele. Durante um baile de comemoração de 25 anos da formatura da sua turma do High School, inclusive onde conheceu Charlie, a protagonista desmaia e acaba indo parar 25 anos atrás, podendo assim reviver momentos, driblar algumas escolhas e seguir um novo caminho. Ou não.

 

Conta Comigo (Netflix)

Baseado em um conto chamado O Outono da Inocência escrito pelo genial Stephen King, em Conta Comigo acompanhamos memórias de um homem com seus três amigos na adolescência que vão atrás de uma pessoa desaparecida.

 

Platoon (Tem para aluguel em algumas plataformas)

Um dos filmes mais impactantes quando pensamos em obras que retratam as famosas guerras que o mundo já viu, em Platoon vamos acompanhando a visão da guerra do Vietnã por meio de um jovem que se voluntariou para o conflito.

 

Curtindo a Vida Adoidado (Mercado Play, Paramount Plus)

Dirigido pelo lendário John Hughes, esse clássico da ‘sessão da tarde’ nos leva até a história de Ferris Bueller que resolve matar aula e curtir ao lado da namorada e do melhor amigo um dia bem agitado.

 

A Cor do Dinheiro (Disney Plus)

A Cor do Dinheiro nos mostra um duelo de personalidades, entre um experiente jogador de sinuca e um jovem brilhante do mesmo esporte que resolvem fazer uma road trip, caçando disputas. Protagonizado por Paul Newman e Tom Cruise, o filme nos leva ao mundo das apostas, onde a malandragem rola solta em busca de alguma vantagem.

 

Top Gun – Ases Indomáveis (Paramount Plus, Netflix)

Lançado quatro décadas atrás e até hoje lembrado, Top Gun – Ases Indomáveis nos mostra a trajetória de um brilhante, porém arrogante, piloto da marinha norte-americana que precisa enfrentar enormes desafios de relacionamentos e também outros obstáculos que aparecem na sua vida profissional.

 

Caminhos Violentos (Tem para aluguel em algumas plataformas)

Violência gera violência. Explorando uma relação explosiva entre pai e filho, o cineasta nova iorquino James Foley nos apresenta um longa-metragem repleto de questões que envolvem principalmente questões familiares e a falta de uma maturidade em um início de uma fase adulta conturbada, sem muitas referências. Somos testemunhas de caminhos inconsequentes, violentos em uma primavera de 1978 no interior da Pensilvânia. Vale o destaque também para a trilha sonora, com direito a canção Live to Tell da Madonna. Destaques para as atuações de Christopher Walken e Sean Penn.

 

Diretor de ‘Deixando Neverland’ DETONA ‘Michael’ por ignorar denúncias de abuso sexual: “Era pior que Jeffrey Epstein”

Dan Reed, o documentarista por trás do impactante Deixando Neverland(2019), criticou severamente a cinebiografia Michael. Em declarações recentes, o cineasta acusou a produção de ignorar deliberadamente as denúncias de abuso sexual e outras polêmicas que cercam o legado do “Rei do Pop”.

Conforme relatado pela Entertainment Weekly, Reed comentou sobre a persistente popularidade do cantor, mesmo diante dos relatos de Wade Robson e James Safechuck, que afirmam terem sido abusados por Jackson quando crianças.

“Isso mostra que as pessoas não se importam que ele fosse um molestador de crianças. Literalmente, as pessoas simplesmente não se importam. Acho que muita gente apenas ama a música dele e faz ouvidos moucos. E, tirando a existência de um vídeo real mostrando Michael Jackson mantendo relações sexuais com uma criança de 7 anos, não sei o que seria suficiente para mudar a opinião dessas pessoas”, afirmou Reed.

Recentemente, o diretor da cinebiografia, Antoine Fuqua, defendeu o projeto em entrevista à The New Yorker, sugerindo que “às vezes as pessoas fazem coisas desagradáveis por dinheiro”. Reed rebateu a fala com ironia:

“Para Antoine Fuqua acusar pessoas de estarem atrás de dinheiro é meio irônico. Parece para mim que todos os envolvidos nesse filme estão ganhando muito dinheiro”, destacou.

O documentarista questionou a autenticidade de uma obra que omite o lado sombrio da trajetória do artista: “Como você pode contar uma história autêntica sobre Michael Jackson sem sequer mencionar o fato de que ele foi seriamente acusado de ser um molestador de crianças? Se alguém está ganhando dinheiro, é o espólio de Michael Jackson e as pessoas que trabalharam nessa cinebiografia”.

Reed também saiu em defesa de Robson e Safechuck, ressaltando que ambos não lucraram com suas participações no documentário de 2019.

“Wade e James, os protagonistas de Deixando Neverland, nunca ganharam um centavo com suas acusações. As pessoas parecem não entender: se você entra com um processo, não recebe dinheiro até vencer na Justiça. E quando vence, isso significa que provou seu caso, certo?”, afirmou.

Além disso, o cineasta criticou a postura de parte da imprensa, que ele acredita estar “bajulando a máquina Jackson” por medo de represálias da base de fãs ou por interesses financeiros.

“Acho claramente que parte da imprensa está bajulando a máquina Jackson porque: A, o espólio e a base de fãs sempre garantiram que criticar Michael custaria anos de insultos e difamações. E B, há muito dinheiro a ser ganho com qualquer associação à marca Jackson. Muita gente, eu acho, engole qualquer desconforto que possa ter e apenas diz: ‘Ah, bem, é um ótimo filme musical’, ignorando completamente o fato de que esse cara era pior que Jeffrey Epstein”, concluiu.

‘Michael’: Elenco defende decisão da cinebiografia de não abordar polêmicas da carreira do astro

Michael Jackson foi acusado pela primeira vez de abuso sexual em 1993 por Jordan Chandler, então com 13 anos. O cantor negou as alegações e posteriormente firmou um acordo em um processo civil movido pela família do jovem, no valor superior a US$ 20 milhões. As autoridades investigaram o caso, mas afirmaram não ter encontrado provas suficientes para apresentar acusações criminais.

Em 2003, Jackson voltou a ser investigado e acabou preso sob acusações de abuso infantil. Posteriormente, foi indiciado por dez acusações criminais. As denúncias partiram de Gavin Arvizo, além do filho de um ex-funcionário da residência do artista, que também o acusou de abuso. Em junho de 2005, o cantor foi absolvido de todas as acusações.

Michael Jackson morreu em 2009, aos 50 anos.

Em 2013, Wade Robson acusou o artista de anos de abuso sexual ao abrir processos contra o espólio do cantor e as empresas MJJ Productions e MJJ Ventures. No ano seguinte, James Safechuck apresentou uma ação semelhante. Ambos os casos foram arquivados em 2017 por questões processuais, sem que a Justiça analisasse o mérito ou a credibilidade das acusações.

Lembrando que originalmente, o roteiro planejava avançar na cronologia para abordar as acusações de abuso infantil de 1993 e as investigações que se seguiram. Contudo, advogados do espólio descobriram que um acordo jurídico firmado no passado com um dos acusadores impedia qualquer menção ou representação direta dessa pessoa em produções cinematográficas.

Essa barreira legal forçou a equipe a desenvolver um novo terceiro ato para o longa. A mudança exigiu 22 dias de refilmagens e gerou um custo adicional estimado entre US$ 15 milhões e US$ 20 milhões, impactando o cronograma e o orçamento final da obra.

Dirigido por Antoine Fuqua e realizado em colaboração com o espólio do cantor, o filme foca na trajetória de Jackson desde a infância no Jackson 5 até o fenômeno global da turnê Bad, em 1988.

‘Michael’: Cinebiografia sobre o rei do pop é MASSACRADA pela crítica internacional; Confira!

Michael’ está em cartaz nos cinemas nacionais.

Crítica 1 | ‘Michael’ – Antoine Fuqua constrói uma singela carta de amor a Michael Jackson com a cinebiografia

Crítica 2 | ‘Michael’ é uma embalagem bonita para uma caixa VAZIA. Para alguns, isso basta…

Dirigido por Antoine Fuqua (‘Dia de Treinamento’, ‘O Protetor’), o filme propõe um retrato cinematográfico profundo sobre a vida e o legado de Michael Jackson. A trama vai além dos palcos, acompanhando a jornada do artista desde a descoberta de seu talento precoce como líder dos Jackson Five até sua transformação em um visionário global, impulsionado pela busca incessante de se tornar o maior artista do mundo.

O roteiro, assinado pelo três vezes indicado ao Oscar John Logan (‘Gladiador’, ‘O Aviador’), oferece ao público um lugar na primeira fila para observar a vida de Michael fora dos holofotes, alternando com as performances mais emblemáticas do início de sua fase solo.

A cinebiografia marca a estreia de Jaafar Jackson no cinema, assumindo o desafiador papel de seu tio. O elenco principal conta ainda com nomes de peso da indústria: Colman Domingo, Nia LongMiles TellerLaura Harrier e Juliano Krue Valdi.

A produção executiva está sob o comando do vencedor do Oscar Graham King (‘Bohemian Rhapsody’), em parceria com John Branca e John McClain, figuras ligadas diretamente ao espólio de Michael Jackson e responsáveis por projetos como This Is It’.

‘A Múmia 4’: Universal antecipa lançamento do novo longa estrelado por Brendan Fraser e Rachel Weisz

A Universal Pictures anunciou recentemente uma importante mudança em seu cronograma de estreias, antecipando o lançamento do novo A Múmia. O novo capítulo da franquia, que marca o aguardado retorno de Brendan Fraser e Rachel Weisz aos seus papéis icônicos, agora chegará aos cinemas em 15 de outubro de 2027.

Com a mudança, o longa ‘Miami Vice ’85’, estrelado por Michael B. Jordan e Austin Butler, foi adiado para 19 de maio de 2028, assumindo a data que anteriormente pertencia à sequência de terror e aventura.

Para preencher a lacuna deixada pelas movimentações no calendário, a Universal já reservou o mês de agosto para um “filme-evento” ainda mantido em sigilo. Além disso, o estúdio agendou um novo longa da Blumhouse para lançamento amplo em 8 de outubro de 2027, reforçando sua grade para o segundo semestre daquele ano.

‘A Múmia 4’: Brendan Fraser se diverte na atração Revenge of the Mummy nos Universal Studios; Veja foto!

Os cineastas Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett compartilharam recentemente o entusiasmo de reunir Brendan Fraser e Rachel Weisz para um novo capítulo da franquiaA Múmia. Em entrevista à Entertainment Weekly, Gillett descreveu o projeto como um “sonho”, algo que a dupla nunca imaginou que se tornaria realidade.

“É simplesmente muito bonito, assustador e grandioso, é incrível”, afirmou o diretor.

A dupla revelou que o grande responsável por viabilizar o retorno foi o produtor William Sherak, parceiro de longa data em filmes como Casamento Sangrento (2019),Pânico (2022) ePânico VI’.

Segundo Gillett, a ideia surgiu de forma inesperada nos bastidores de Abigail“William está sempre um passo à frente de nós. Enquanto eu e Matt estávamos focados em terminar o dia de filmagem com oito cenas complexas pela frente, William já falava do próximo projeto. Ele disse: ‘Acho que vou conseguir A Múmia para vocês’. Nós pensamos que era loucura, que não haveria como ele realizar isso”.

Entretanto, o produtor provou que estavam errados. Ao final das filmagens de Abigail, os diretores já estavam reunidos com o roteirista David Coggeshall para desenvolver a proposta oficial. Apesar da empolgação, Gillett admite que manteve os pés no chão: “Estamos neste meio tempo suficiente para saber que nada é real até que aconteça de fato. Aprendemos a manter certa distância emocional para evitar decepções”.

Para os diretores, o maior selo de qualidade do projeto é o aval dos protagonistas originais.

“O roteiro tem todo o coração e o desenvolvimento de personagens que se poderia esperar. Não acho que Brendan e Rachel aceitariam se não amassem o texto. É um roteiro excelente e será muito divertido de filmar”, concluiu.

TUDO o que sabemos sobre ‘A Múmia 4’

Grandes Dicas de Filmes Clássicos dos anos 90 para curtir na Netflix

A Netflix parece ouvir o seu público. E não por colocar os lançamentos que grande parte quer assistir, ou trazer aquela série badalada do momento. Me refiro a ouvir o público mais velho e todos interessados na nostalgia de uma época que se recusa a ficar esquecida. Ou seja, as décadas de 80 e 90. Essa época foi muito especial, não apenas por ter sido a escola de cinema de toda uma geração, mas especialmente por ter sido o berço do cinema entretenimento como o temos hoje. Os anos 80 aprimoraram esse tipo de cinema escapista e apostaram intensamente no estilo – fosse em blockbusters ou comédias. A diversão vinha em primeiro lugar (e pensar que hoje as comédias não são mais produzidas).

Mas se os anos 80 iniciaram, os anos 90 consolidaram, aprimorando a ideia do entretenimento, introduzindo bastante conteúdo no escapismo. Ou seja, os anos 90 trouxeram mais filmes que equilibraram o entretenimento com a seriedade e a ressonância. Estes são filmes que até hoje são apreciados sem ter ficado muito datados (como na década anterior). A Netflix sabe o que uma parcela de seu público quer ver, e traz um acervo sempre interessantes de obras saídas dos anos 80 e 90. Pensando nisso, selecionamos nessa nova matéria 10 filmes dos anos 90 para você conferir na plataforma. Veja abaixo.

Jurassic Park – O Parque dos Dinossauros

Só estando vivo na época para saber o que foi o fenômeno ‘Jurassic Park’ nos cinemas. Poderíamos dizer que é o mesmo que hoje filmes como ‘Avatar’ e ‘Os Vingadores’ representam para as gerações mais novas, mas não estaríamos sendo justos. Isso porque já existia efeitos especiais de CGI quando estes longas foram lançados, ao contrário de ‘Jurassic Park’, que praticamente os criou. Ou seja, era a primeira vez que o público estava vendo tais efeitos impressionantes, que trouxeram os dinossauros de volta à vida, sem que ninguém entendesse muito bem como. Só sabíamos que eles estavam ali na nossa frente.

Zona de Perigo

Na época em que ‘Jurassic Park’ foi lançado nos cinemas, um dos maiores astros de Hollywood era o querido Bruce Willis. O ator teve que se ausentar das telas devido a um grave problema de saúde, mas estará para sempre gravado na história do cinema. Willis, é claro, se tornou um astro graças ao sucesso de ‘Duro de Matar’, e dois anos depois, com sua sequência. Em 1993 ele se arriscava em um thriller subestimado, no qual vive um policial da guarda-costeira americana. Ele é um veterano e começa a trabalhar junto com uma policial novata, papel de Sarah Jessica Parker. No entanto, assassinatos começam a ocorrer e a investigação leva até seus antigos companheiros e familiares da alta cúpula da polícia.

O Homem que Fazia Chover

Recém-chegado na Netflix, temos esta obra que conta com grandes nomes na frente e atrás das câmeras. Para começar, dirigindo a produção temos ninguém menos que Francis Ford Coppola, cineasta responsável por filmes lendários como a trilogia ‘O Poderoso Chefão’ e ‘Apocalypse Now’. Aqui ele resolve adentrar o mundo do suspense jurídico e adapta um livro de John Grisham, sumidade no tema. Para a história, ele escalou Matt Damon (que surgia como astro graças a ‘Gênio Indomável’) como o protagonista, e o colocou para contracenar com Claire Danes (saída do sucesso de ‘Romeo + Julieta’). Mas não acaba por aí, pois no elenco de apoio temos gente como Danny DeVito, Jon Voight, Mickey Rourke e Virginia Madsen.

Epidemia

O público mais jovem do cinema deve considerar o filme ‘Contágio’ (2011) como a obra definitiva sobre a pandemia – altamente profético. E não estariam errados, pois ‘Contágio’ é assustadoramente real. Porém, ainda na década de 90 tivemos outro filme sobre um vírus altamente letal – este fazendo alusão ao Ebola, que dominou as notícias na época. Igualmente impressionante, ‘Epidemia’ deu o que falar na época – certamente marcando todos que o assistiram. Aqui também temos um grande elenco, encabeçado por Dustin Hoffman, Rene Russo, Morgan Freeman e Donald Sutherland.

Robin Hood – O Príncipe dos Ladrões

Por falar em marcar época, a versão de Kevin Costner para ‘Robin Hood’ foi considerada a versão definitiva do lendário personagem no cinema. Verdade seja dita, depois dele não tivemos verdadeiramente um Robin Hood de sucesso nas telonas. ‘O Príncipe dos Ladrões’ foi um fenômeno, uma das maiores bilheterias de 1991, e um filme que chamou atenção, fosse por sua estética mais realista, pelos efeitos visuais inovadoras (como a câmera colocada no ponto de vista da flecha) ou com a canção que se tornou icônica de Bryan Adams (“Everything I Do, I Do it for You”).

O motivo para isso é que Kevin Costner estava no topo do mundo, e havia ganhado muitos Oscar com ‘Dança com Lobos’ no ano anterior, um filme extremamente popular. Assim, Costner emplacava outro golaço com um filme mais pop, uma versão considerada mais realista do herói lendário – e um elenco de peso, com Morgan Freeman, Alan Rickman, Mary Elizabeth Mastrantonio e Christian Slater, com direito à participação do eterno James Bond, Sean Connery.

Tempo de Matar

Por falar em obras de John Grisham, aqui temos não apenas o melhor texto do autor, como o melhor filme da carreira de Joel Schumacher e também um dos melhores filmes do cinema – bem, ao menos na opinião deste humilde amigo que vos fala. ‘Tempo de Matar’ é um de meus filmes preferidos de todos os tempos (faz parte de meu top 10). Aqui temos a revelação de Matthew McConaughey, que na época era enaltecido como o novo Paul Newman. E logo de cara o ator marcou com um trabalho verdadeiramente impactante.

Temos também o trabalho mais corajoso da carreira de musa das comédias românticas Sandra Bullock, em um papel realmente fora da curva de todos os seus outros. Esse é um filme subestimado, que deveria ter tido mais sucesso e até mesmo mais prestígio de Oscar quando foi lançado. Na trama, um homem negro (Samuel L. Jackson), pai de família, busca vingança contra os brancos que estupraram e tentaram matar sua filha, no Sul dos EUA, local ainda muito racista. Ele termina fazendo justiça com as próprias mãos, e agora cabe ao advogado de McConaughey tentar livra-lo da pena de morte.

Drácula de Bram Stoker

Voltando para Francis Ford Coppola, a Netflix traz outra de suas obras da década de 90, e não falo sobre ‘O Poderoso Chefão 3’. Esse é justamente o filme que Coppola fez depois do encerramento da que é considerada a melhor trilogia do cinema. Curiosamente, o diretor queria Winona Ryder para o papel de Mary Corleone. Muitos podem não saber, mas Ryder era considerada a melhor jovem atriz de sua geração na época, talentosa e carismática, todos os diretores queriam trabalhar com ela. Mas como a agenda da atriz estava cheia, Coppola terminou tendo que escalar sua filha, Sofia, para o papel e sabemos como isso terminou. No entanto, o diretor finalmente conseguiria trabalhar com Ryder aqui em ‘Drácula’, seu filme seguinte. Outro sucesso gigantesco, que marcou época em especial devido ao seu visual chamativo e maquiagem alucinante. A atuação de Gary Oldman é monstruosa. E o filme ainda conta com o vencedor do Oscar Anthony Hopkins como Van Helsing.

O Enigma do Horizonte

O diretor Paul W.S. Anderson, marido da atriz Milla Jovovich, não é, por assim dizer, considerado um cineasta muito apreciado. Isso porque o diretor tem algumas tranqueiras bem brabas em seu currículo, em especial os filmes que fez ao lado da esposa – como a franquia ‘Resident Evil’. Porém, alguns entusiastas podem até defender e dizer que Anderson tem um filme bom em seu currículo. Bem, todos sempre mencionam (ou mencionavam) o primeiro ‘Mortal Kombat’ – que com mais de 30 anos talvez não tenha envelhecido tão bem hoje em dia.

Mas não tem problema, porque além de ‘Mortal Kombat’ existe ‘O Enigma do Horizonte’, um filme ainda mais celebrado do diretor, e o verdadeiro melhor filme de seu currículo. Este é também um filme mais obscuro, que nem todos conhecem, mas fez certo sucesso cult na época. Superprodução da Paramount, o longa remete aos textos de H.P. Lovecraft e ao cinema de ficção científica. Na trama, Laurence Fishburne e Sam Neill protagonizam, como parte de uma equipe espacial que se depara com uma verdadeira casa assombrada no espaço, a tal nave Event Horizon do título. Daí em diante é uma descida em espiral na loucura.

O Cliente

Para finalizar, temos duas obras com Tommy Lee Jones. A primeira é ainda mais uma adaptação de John Grisham, também dirigida por Joel Schumacher. Essa aqui, no entanto, foi lançada dois anos antes de ‘Tempo de Matar’. Na trama, um adolescente testemunha um assassinato cometido pela máfia, e agora sua vida corre perigo. O rapaz termina contratando uma advogada para defende-lo, papel de Susan Sarandon. Acontece que um promotor público, papel de Jones, deseja usá-lo para derrubar os criminosos. Sarandon foi indicada ao Oscar pelo filme. A ideia foi transformada em uma série logo no ano seguinte, com outros atores no elenco, claro, mas o programa não vingou, durando apenas uma temporada.

Risco Duplo

O segundo filme com Tommy Lee Jones é este thriller lançado cinco anos depois de ‘O Cliente’, em 1999. Aqui, ele vive um agente de fiança responsável por manter uma mulher recém-saída da prisão na linha. A história gira em torno da personagem de Ashley Judd, uma mulher que foi considerada culpada pela morte do marido, e passou anos na prisão pagando sua pena. Ela jura que é inocente. E quando finalmente é liberada da prisão, descobre que o marido está não apenas vivo, como vivendo muito bem, tendo armado tudo para cima dela. Agora, como ela já foi condenada pela morte dele, não tem como pagar duas vezes pelo mesmo crime. Uma ideia muito interessante para um suspense.

‘O Jogo do Predador’: Suspense da Netflix estrelado por Charlize Theron conquista 67% de aprovação no Rotten Tomatoes; Confira as críticas!

‘O Jogo do Predador’, novo suspense de sobrevivência estrelado pela vencedora do Oscar Charlize Theron, conquistou 67% de aprovação no Rotten Tomatoes, com base em 36 avaliações da crítica especializada.

No geral, os críticos elogiaram as atuações de Charlize Theron e Taron Egerton, apontados como os grandes destaques do longa. No entanto, muitos avaliaram que o filme entrega apenas um resultado mediano dentro da proposta que apresenta.

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“Essa dinâmica entre Egerton e Theron, de um psicopata contra uma estrela de ação, é suficiente para movimentar a primeira metade do filme, embora se deseje que Kormákur tivesse mais alguns truques na manga”, disse Brandon Yu do New York Times.

Charlize Theron e Taron Egerton estão incríveis juntos neste thriller eletrizante e distorcido de gato e rato. Egerton claramente está se divertindo ao máximo, mostrando o quão insano consegue interpretar um personagem”, disse Tessa Smith do Mama’s Geeky.

“A fisicalidade da atuação de Charlize Theron, junto da cinematografia vertiginosa do filme, acabam fazendo de Apex uma viagem de aventura infernal que vale a pena encarar”, disse Robert Brian Taylor do Collider.

“Toda a produção parece elegante, porém sem alma, sem personalidade e, apesar dos cenários luxuosos, sem qualquer verdadeiro senso de ambientação”, disse Luke Buckmaster do The Guardian.

“Priorizar emoções de tirar o fôlego em vez de sentimentalismo excessivo e explicações exageradas é uma das qualidades mais revigorantes deste filme belamente fotografado sobre sobrevivência e fortaleza”, disse Tomris Laffly do RogerEbert.

“Ao contrário de alguns filmes de ação da Netflix, em que as estrelas parecem estar apenas recebendo o cheque, seus dois protagonistas estão totalmente entregues à proposta”, disse Gavia Baker-Whitelaw do Inverse.

‘O Jogo do Predador’ está disponível na Netflix.

Taron Egerton (‘Kingsman: Serviço Secreto’) e Eric Bana (‘Livrai-nos do Mal’) também estrelam a produção.

Na trama…

“Uma alpinista experiente precisa lutar pela sobrevivência quando se vê sendo caçada na natureza.”

Escrito por Jeremy Robbins (‘The Purge’), o roteiro chegou a aparecer na The Black List (uma lista anual com os melhores roteiros não produzidos de Hollywood), de 2021.

Baltasar Kormákur (‘Dose Dupla’) é responsável pela direção.

“Os executivos da Netflix amaram tanto o roteiro que eles adquiriram os direitos apenas com o envolvimento dos produtores. Quando chegou a hora de escolher o elenco e diretor, Theron e Kormákur foram suas primeiras escolhas – e ambos concordaram em participar após lerem o roteiro,” declarou o site.

Bomba! Produção de ‘A Hora do Rush 4’ é adiada para setembro em meio a crise nos bastidores

a hora do rush (1)
a hora do rush (1)

O aguardado retorno da franquia A Hora do Rush 4 encontrou novos obstáculos. Embora o diretor Brett Ratner estivesse otimista após sinalizações positivas da Warner Bros. e a articulação de financiamento independente, as filmagens, previstas para ocorrer na China, África e Arábia Saudita entre o outono e o inverno deste ano, foram adiadas para setembro, no mínimo.

Conforme o Puck News, Fontes da indústria indicam que o orçamento estimado entre US$ 115 milhões e US$ 120 milhões ainda não está totalmente garantido.

Os produtores Arthur Sarkissian e Tarak Ben Ammar enfrentam, adicionalmente, dificuldades nas negociações com os protagonistas: Chris Tucker e Jackie Chan teriam recusado ofertas iniciais de US$ 8 milhões cada. O valor está consideravelmente abaixo dos cerca de US$ 20 milhões que ambos receberam em ‘A Hora do Rush 3’ (2007).

Bomba! ‘A Hora do Rush 4’ afasta estúdios por ser caro demais

Outro sinal de alerta é a ausência de contratos no formato “pay-or-play”, que asseguram o pagamento dos talentos independentemente da conclusão do filme. A falta dessa garantia reforça as dúvidas sobre a liquidez do financiamento captado por Ben Ammar no Oriente Médio, região que atravessa um período de instabilidade geopolítica.

Enquanto isso, a Paramount, que atuaria como distribuidora passiva do longa, foca seus esforços na tentativa de aquisição da Warner Bros. Discovery.

Anteriormente, o astro Jackie Chan havia comentado sobre seu possível retorno à saga: “Não sei. Pergunte ao diretor, ao estúdio, ao roteirista. Depressa! Caso contrário, eu e o Chris Tucker vamos estar com 100 anos. Seremos dois velhos fazendo A Hora do Rush”.

Iman Vellani reforça desejo de retornar como Kamala Khan em ‘Vingadores: Dr. Destino’ e ‘Vingadores: Guerras Secretas’

A atriz Iman Vellani, que dá vida a Kamala Khan no Universo Cinematográfico Marvel (MCU), comentou recentemente sobre o futuro de sua personagem, destacando o forte desejo de integrar o elenco de Vingadores: Dr. Destino e ‘Vingadores: Guerras Secretas’.

Em entrevista ao portal ComicBookMovie, Vellani reforçou sua expectativa em ver a heroína novamente em ação nas telonas, compartilhando o sentimento dos fãs sobre a ausência de atualizações oficiais da Marvel Studios.

“Sim, eu também estou desesperada, então estamos no mesmo barco”, afirmou a atriz, enfatizando sua torcida pelo retorno de Kamala.

A última aparição da personagem nos cinemas ocorreu na cena pós-créditos deAs Marvels (2023), na qual Kamala iniciava o recrutamento para o que parecia ser a formação dos Jovens Vingadores. Na época, especulava-se que o grupo seria liderado pela Miss Marvel e contaria com nomes como Gaviã Arqueira, Coração de Ferro, Wiccano, Célere e Estatura, além de possíveis participações do Rapaz de Ferro e Kid Loki.

RUMOR revela planos da Marvel para os Jovens Vingadores em ‘Vingadores: Doutor Destino’

Apesar do gancho narrativo, o projeto da equipe jovem permanece apenas no campo dos rumores, sem confirmações de seguimento imediato por parte da Marvel. O trabalho mais recente de Vellani como a personagem foi na série de animação Marvel Zombies’.

Agora, a expectativa recai sobre os próximos eventos épicos da “Saga do Multiverso”. Os fãs aguardam para saber se Kamala Khan terá um papel relevante no confronto multiversal liderado pelo Doutor Destino, que promete redefinir os rumos do MCU.

Trailer de ‘Vingadores: Doutor Destino’ VAZA… em LEGO!

Vingadores: Dr. Destino’ estreia no dia 17 de dezembro de 2026.

Já a sequência, ‘Vingadores: Guerras Secretas’, está programada para chegar às telonas exatamente um ano depois, em 17 de dezembro de 2027.

Além de Robert Downey Jr. como Victor Von Doom/Doutor Destino, o elenco deVingadores: Doutor Destino contará com Tom Hiddleston (Loki), Anthony Mackie (Capitão América), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Letitia Wright (Pantera Negra), Wyatt Russell (Agente Americano), Simu Liu (Shang-Chi), Florence Pugh (Yelena Belova), Danny Ramirez (Falcão), Winston Duke (M’Baku), Vanessa Kirby ( Mulher Invisível), Ebon Moss-Bachrach (Coisa), Joseph Quinn (Tocha Humana), Lewis Pullman (Bob), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma), Patrick Stewart (Professor Xavier), Alan Cumming (Noturno), Ian McKellen (Magneto), Rebecca Romijn (Mística), James Marsden (Ciclope), Kelsey Grammer (Fera), Channing Tatum (Gambit), Paul Rudd (Homem-Formiga), Chris Hemsworth (Thor) e Pedro Pascal (Sr. Fantástico).

‘Michael’: Rei do Pop quase ganhou cinebiografia inusitada sob o olhar de Bubbles, o famoso chimpanzé do astro

A cinebiografiaMichael, que retrata a trajetória do Rei do Pop, já está em cartaz nos cinemas nacionais. Porém, antes do lançamento do longa, que acompanha a jornada de Michael Jackson até a era do álbum “Bad”, em 1988, outro filme sobre o cantor chegou a ser desenvolvido sob uma perspectiva bastante inusitada: a partir dos olhos de Bubbles, o famoso chimpanzé de estimação do astro.

De acordo com o The New York Times, em 2015, quando o espólio da família Jackson ainda rejeitava cinebiografias tradicionais, o roteiro que mais chamava atenção em Hollywood era uma comédia sombria intituladaBubbles, escrita por Isaac Adamson.

O longa começaria em um santuário de primatas na Flórida, apresentando Bubbles como “um chimpanzé grisalho, barrigudo e de meia-idade”, para então mergulhar no passado. A partir das memórias do animal, a trama revisitaria sua convivência com Jackson e momentos marcantes da carreira do cantor.

Entre os episódios retratados estariam participações de Prince, convidado para cantar em “Bad”, mas incapaz de passar da primeira frase de “Your Butt Is Mine”, além dos integrantes do Bon Jovi, que surgiriam festejando com Bubbles em um hotel em Tóquio. Ambos os acontecimentos seriam inspirados em histórias reais.

Entretanto, a narrativa assumia tons mais densos com a chegada de Kyle Bosman, personagem fictício inspirado em Jordan Chandler, o primeiro acusador de Jackson. Na trama, Bubbles passaria a enxergar o garoto como um rival pelo afeto do cantor em Neverland.

Sobre a controvérsia em torno do artista, Adamson optou por manter a história sob a ótica limitada do chimpanzé. “Claro que seria ambíguo, porque Bubbles não entende o que está acontecendo”, explicou o roteirista.

Na época, o projeto rapidamente ganhou força em Hollywood. Adamson revelou que, apenas uma semana após concluir o roteiro, foi chamado para Los Angeles e participou de cerca de 20 reuniões em apenas três dias. O então presidente da Creative Artists Agency entrou em contato, Taika Waititi negociava para dirigir e, posteriormente, a Netflix adquiriu os direitos da produção.

Pouco depois do anúncio, porém, Adamson recebeu uma carta do espólio de Michael Jackson, descrita por ele como um “aviso preventivo”, informando que nenhum direito envolvendo músicas, nome, imagem ou semelhança seria liberado. Em seguida, o documentário Deixando Neverland estreou no Festival de Sundance, mudando o clima em torno da imagem pública do cantor.

Após esses acontecimentos, Taika Waititi deixou o projeto e a Netflix abandonou o longa. Adamson ainda revisou o roteiro, tornando o comportamento de Jackson mais sombrio e alterando o desfecho para uma “punição satisfatória” ao artista, mas o interesse comercial esfriou de vez.

EnquantoBubbles permaneceu apenas na imaginação de Hollywood, Michael finalmente chegou aos cinemas nacionais.

‘Michael’: O que aconteceu com Bubbles, o chimpanzé de Michael Jackson?

Michael’ está em cartaz nos cinemas nacionais.

Crítica 1 | ‘Michael’ – Antoine Fuqua constrói uma singela carta de amor a Michael Jackson com a cinebiografia

Crítica 2 | ‘Michael’ é uma embalagem bonita para uma caixa VAZIA. Para alguns, isso basta…

Dirigido por Antoine Fuqua (‘Dia de Treinamento’, ‘O Protetor’), o filme propõe um retrato cinematográfico profundo sobre a vida e o legado de Michael Jackson. A trama vai além dos palcos, acompanhando a jornada do artista desde a descoberta de seu talento precoce como líder dos Jackson Five até sua transformação em um visionário global, impulsionado pela busca incessante de se tornar o maior artista do mundo.

O roteiro, assinado pelo três vezes indicado ao Oscar John Logan (‘Gladiador’, ‘O Aviador’), oferece ao público um lugar na primeira fila para observar a vida de Michael fora dos holofotes, alternando com as performances mais emblemáticas do início de sua fase solo.

A cinebiografia marca a estreia de Jaafar Jackson no cinema, assumindo o desafiador papel de seu tio. O elenco principal conta ainda com nomes de peso da indústria: Colman Domingo, Nia LongMiles TellerLaura Harrier e Juliano Krue Valdi.

A produção executiva está sob o comando do vencedor do Oscar Graham King (‘Bohemian Rhapsody’), em parceria com John Branca e John McClain, figuras ligadas diretamente ao espólio de Michael Jackson e responsáveis por projetos como This Is It’.

Phoebe Dynevor explica ausência de ‘Bridgerton’ após a 2ª temporada

Phoebe Dynevor, que deu vida à icônica Daphne Bridgerton no fenômeno global da Netflix, revelou recentemente os bastidores de sua saída da produção após a segunda temporada. Em entrevista ao E! News, a atriz esclareceu que sua ausência nos episódios mais recentes não foi uma escolha deliberada, mas sim uma questão de roteiro e convites.

“Só quero dizer que não recebi nenhuma ligação”, contou Dynevor. “E quando eu receber essa ligação, estarei lá, se puder.”

Após protagonizar o primeiro ano da série, a participação de Daphne limitou-se a breves aparições na segunda temporada, onde atuou como conselheira de seu irmão Anthony (Jonathan Bailey). Desde então, a personagem não foi mais vista em tela.

A atriz explicou que a estrutura antológica da série, que foca em um irmão diferente a cada temporada, dificultou a permanência de arcos longos para os casais anteriores.

“Quando a primeira temporada saiu, eles não sabiam o que precisavam preparar. Então acho que fomos os que escaparam, de certa forma. Mas eu, só posso falar por mim, sempre voltaria se me chamassem”, acrescentou.

Independentemente de um possível retorno, Phoebe destacou como o papel transformou sua trajetória profissional:“De repente percebi que tinha oportunidades para interpretar muitas mulheres diferentes. E isso era tudo o que eu sempre quis na minha carreira”.

Embora seu par romântico na ficção, Regé-Jean Page, tenha demonstrado menos entusiasmo em reprisar o papel de Simon Bassett, a produção da série descartou qualquer possibilidade de recast (troca de atores). Em entrevista à Variety, a showrunner Jess Brownell afirmou que substituir os intérpretes seria “um desserviço a tudo o que Regé e Phoebe construíram na primeira temporada”.

“Adoraríamos tê-los de volta em algum momento, mas logisticamente queremos garantir que eles retornem quando tivermos algo realmente importante para eles”, concluiu Brownell. Atualmente, a expectativa para uma reaparição recai sobre a quinta temporada, que focará na história de Francesca Bridgerton e já está em fase de produção.

Bridgerton’ está disponível na Netflix.

“Baseada nos best-sellers de Julia Quinn, a série mergulha no mundo luxuoso e competitivo da alta sociedade de Londres durante o período da Regência. A trama acompanha os oito irmãos da poderosa família Bridgerton em busca de amor, amizade e propósito, enquanto lidam com os escândalos revelados pela misteriosa cronista social Lady Whistledown”, diz a sinopse.

Nicola Coughlan, Luke Newton, Jonathan Bailey, Claudia Jessie, Luke Thompson, Hannah Dodd, Adjoa Andoh, Ruth Gemmell, Golda Rosheuvel e Julie Andrews.

 

Shawn Levy revela status de ‘Star Wars: Starfighter’: “Estou no belo santuário da sala de edição”

star wars shawn levy
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O diretor Shawn Levy revelou recentemente que já iniciou os trabalhos de pós-produção deStar Wars: Starfighter, o mais novo longa-metragem da consagrada franquia intergaláctica. Em fase de montagem, o cineasta destacou o privilégio de trabalhar sem a pressão imediata de um calendário de lançamento rigoroso.

“Estou no belo santuário da sala de edição”, afirmou Levy, conforme a Variety. “Não sairemos de lá até o próximo ano, então é um filme raro em que não tenho uma data de estreia pressionando no horizonte. Estou no silêncio escuro da sala de edição tentando encontrar a melhor forma possível para o filme”.

Conhecido por sucessos como Deadpool & Wolverine, Stranger Things eO Projeto Adam, Levy indicou que a inteligência artificial não terá um papel protagonista no desenvolvimento desta obra.

“Até agora, não incorporei IA de forma relevante em nenhuma fase do meu processo de narrativa, mas não tenho dúvidas de que ao longo da minha carreira veremos sua integração”, explicou o diretor.

Para o cineasta, a tecnologia deve atuar como suporte, nunca como substituta da visão autoral.

“Trata-se de integrar essas tecnologias de forma responsável, mantendo a primazia da voz criativa e não permitindo que ela seja substituída. O que vem de uma visão criativa é singular e insubstituível”, defendeu.

Levy também ressaltou a necessidade urgente de diretrizes legais para o setor: “Passo parte de cada dia tentando entender melhor as opções regulatórias em torno disso. Será fundamental. Fingir que isso não vai se tornar uma parte essencial das nossas vidas seria ingênuo e tolo”.

No mesmo evento, o CEO da OpenAI, Sam Altman, compartilhou uma perspectiva otimista sobre o impacto da tecnologia em Hollywood, apesar das tensões sobre direitos autorais e empregos.

“Meu instinto é que acontecerá o contrário: no futuro, as pessoas valorizarão ainda mais os humanos e os criadores humanos, não menos”, declarou Altman.

Star Wars: Starfighter’ estreia no dia 28 de maio de 2027.

Embora detalhes da trama ainda sejam mantidos sob sigilo, o filme deve explorar novos horizontes da galáxia, focando em combates aéreos e na nova geração de pilotos estelares.

Shawn Levy assume a direção e Jonathan Tropper o roteiro.

Ryan Gosling, Amy Adams, Matt Smith, Mia Goth, Aaron Pierre, Flynn Gray, Simon Bird, Jamael Westman e Daniel Ings, estrelam o longa.

 

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Judy Greer relembra ajuda financeira de Matthew McConaughey nos bastidores de ‘O Casamento dos Meus Sonhos’

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A atriz Judy Greer revelou recentemente um episódio marcante de sua trajetória envolvendo Matthew McConaughey, seu colega de elenco na comédia romântica O Casamento dos Meus Sonhos (The Wedding Planner). Segundo a atriz, ela passava por dificuldades financeiras no início da carreira e foi salva pelo astro logo após a leitura do roteiro no icônico Roosevelt Hotel.

Conforme a Variety, na época, Greer confessou que estava “sem um centavo” e não possuía dinheiro sequer para pagar o serviço de manobrista.

“Eu deixei meu carro no valet, porque não sabia como funcionava direito. Eu não tinha dinheiro suficiente para tirar meu carro do estacionamento porque estava completamente quebrada. Eu estava no orelhão do saguão ligando para meu amigo Sean Gunn, e Matthew McConaughey ouviu a conversa e me deu US$ 20. Fiquei morrendo de vergonha, mas também pensei: meu herói”, relembrou.

Além da generosidade, Greer relembrou com carinho a presença descontraída do ator no set: “Eu adorava vê-lo no cabelo e maquiagem toda manhã, porque ele aparecia de pijama e com um chá. Não trabalhei com ele desde então, mas tenho a sensação de que pouca coisa mudou”.

Jennifer Lopez | Ranqueamos os Filmes (e Série) da musa latina do PIOR ao MELHOR – incluindo o recente ‘Casamento Armado’!

Apesar do sucesso no gênero, McConaughey passou por uma transição drástica anos depois. Em participação no podcast Good Trouble em 2024, o ator revelou que precisou se afastar fisicamente de Hollywood, mudando-se com a família para o Texas, quando a indústria tentou limitá-lo apenas às comédias românticas.

“Eu disse para minha esposa: ‘Não volto a trabalhar a menos que me ofereçam papéis que eu realmente queira fazer'”, contou o ator. Essa determinação foi levada ao extremo: em sua autobiografia, lançada em 2020, ele revelou ter recusado uma oferta de US$ 14,5 milhões para estrelar um novo projeto do gênero.

“Provavelmente isso foi visto como a atitude mais rebelde de Hollywood da minha parte, porque mostrou que eu não estava blefando”, afirmou na época. “E quando alguém não está blefando, há algo atraente nisso. Acho que foi isso que fez Hollywood pensar: ‘Ele agora é uma nova ideia. Uma nova aposta brilhante'”.

“Mary Fiore é uma prestigiada organizadora de casamentos em San Francisco que dedica todo o seu tempo ao trabalho, deixando sua vida amorosa de lado. Tudo muda quando ela é salva de um acidente por Steve Edison, um médico charmoso por quem se apaixona instantaneamente. O conflito surge quando Mary descobre que seu novo cliente, o noivo do maior casamento de sua carreira, é exatamente o homem de seus sonhos”, diz a sinopse.

Adam Shankman, assume a direção.

Pamela Falk e Michael Ellis assumem o roteiro.

Jennifer LopezMatthew McConaugheyJudy GreerBridgette Wilson-SamprasJustin Chambers.

Dicas de filmes para quem amou ou odiou ‘Michael’

Jaafar Jackson as Michael Jackson and KeiLyn Durrel Jones as Bill Bray in Michael. Photo Credit: Glen Wilson/Lionsgate

Michael chegou aos cinemas nesta semana e vem dividindo opiniões. Enquanto a crítica parece não ter curtido muito, a reação do público vem se mostrando bastante positiva com a primeira parte da cinebiografia de Michael Jackson. O longa conta a história do menino que deixou The Jackson 5 para se tornar o maior astro Pop do planeta, apesar dos abusos infligidos pelo pai.

Apesar de trazer a playlist laureada da discografia do astro, o filme vem recebendo muitas críticas por ser muito vazio, evitar polêmicas e deixar capítulos importantes dessa fase de ascensão do cantor de fora. O famoso “filme chapa branca”. Pensando nisso, o CinePOP separou alguns longas que também trazem essa proposta de contar a história de vida de ícones da música, mas que investem um pouco mais em realmente contar uma história em vez de apenas ‘passar’ por ela. Confira!

A Noite que Mudou o Pop 

Por falar em Michael Jackson, nossa primeira dica é um documentário sobre um dos mais curiosos e divertidos capítulos da música norte-americana: a gravação do histórico videoclipe de We Are the World. Neste documentário, o público vai conhecer os bastidores dessa gravação que nasceu da rivalidade entre Michael e Prince, e contou com esforços de grandes nomes da indústria, como Lionel Richie, que conduz essa história.

Onde assistir: Netflix.

Rocketman

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Neste drama musical, o público acompanha a jornada do pequeno Reginald, um garotinho britânico oprimido pelo próprio pai e pelo entorno em que vivia, até se tornar o lendário Elton John. Interpretado por Taron Egerton, que efetivamente canta as músicas em vez de dublá-las, Elton vive seu auge e queda por conta dos vícios em drogas, bebidas, festas e pela pressão externa acerca de sua sexualidade, o que o leva a entrar em relacionamentos abusivos que podem destruir sua carreira e sua vida. É um filmaço que não evita polêmicas e constrói uma narrativa fascinante sobre um ícone que sempre quis encontrar seu lugar no mundo.

Onde assistir: disponível para aluguel no Amazon Prime Video e no Apple TV+.

Bruce Springsteen: Salve-Me Do Desconhecido

Completamente diferente de outras cinebiografias, Bruce Springsteen: Salve-Me Do Desconhecido aborda apenas um período específico, mas fundamental da vida de Bruce Springsteen (Jeremy Allen White). O longa é focado no momento de criação e lançamento do álbum Nebraska, em que Bruce começa a sentir um certo descolamento do mundo, como se não pertencesse àquele lugar e não se encaixasse nem mesmo onde sempre pertenceu. Diante disso, ele começa a sentir comportamentos estranhos, enquanto sofre pressões da gravadora para lançar um novo álbum seguindo suas estratégias para surfar no hype de seu sucesso anterior. Ao longo do filme, o cantor vai “morrendo por dentro”, conforme vai sendo tomado por um vazio desconhecido. É um drama muito intenso sobre a depressão, o impacto que ela pode ter em um ser humano e como é possível tratá-la para ter uma boa vida.

Onde assistir: Disney+.

Better Man – A História de Robbie Williams

No futuro, muito provavelmente será impossível falar de cinebiografias de ícones da música sem mencionar a bizarrice que aconteceu com Better Man, que apesar de ser um filmaço espetacular, praticamente ninguém assistiu. Dono de um prejuízo colossal para o estúdio, o longa foi elogiado pela crítica, mas sofreu com comentários de que “ninguém conhece o Robbie Williams fora da Inglaterra”. Pois bem, o longa conta a história de Robbie (interpretado por ele mesmo), um jovem britânico que cresceu em um lar complicado, marcado pela busca da aprovação de um pai que estava mais preocupado com sua própria performance do que em estar presente. Nesse contexto, o garoto cresce muito próximo de sua avó, mas sempre mirando a arte como uma forma de se provar digno do amor do pai. Com o passar dos anos, ele embarca em uma carreira musical que viria a consagrá-lo como um dos artistas britânicos mais vendidos de todos os tempos. No entanto, com a fama, vício em dinheiro, drogas, bebidas e sexo começaram a acompanhá-lo em uma jornada de excessos que tomou os tabloides da música. É um musical espetacular que traz seu protagonista como um chimpanzé de CGI a pedido do próprio músico/ ator, que disse se sentir um macaco a serviço do entretenimento do público e da mídia.

Onde assistir: Amazon Prime Video.

Nosso Sonho – A História de Claudinho e Buchecha

Fenômeno do cinema nacional, Nosso Sonho é uma comédia dramática sobre uma das duplas de MC’s mais carismática da história da música brasileira. O longa acompanha a jornada de amizade de Claudinho e Buchecha, dois garotos humildes das comunidades do Rio de Janeiro que se conheceram bem novinhos e acabaram separados pela vida. Porém, com o passar dos anos, eles se reencontraram por conta de episódios de abuso paterno na casa de Buchecha. Em busca de uma vida melhor, o rapaz embarca no sonho do amigo de fazerem uma dupla de MC’s para cantarem sobre o que veem no dia a dia, suas perspectivas de futuro e tudo mais. Inspirado pelos hits românticos, eles acabam ajudando a espalhar o funk pelo Brasil por conta de seus sucessos contagiantes do Funk Melody, enquanto aprendem a lidar com a fama.

Onde assistir: Telecine.

Elvis

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Filme que mudou a carreira de Austin Butler, Elvis é um musical fenomenal sobre parte da vida do Rei do Rock. Isso porque o longa não é contado pela ótica do músico, mas de seu empresário (Tom Hanks), que viu no garoto magrinho um potencial superastro e trabalhou para transformá-lo em um ícone da música. O longa mostra como Elvis conheceu e se conectou com a música na comunidade negra dos Estados Unidos, e como deu seus primeiros passos, até se tornar uma das figuras mais amadas e controversas de toda a história da música americana.

Onde assistir: HBO Max e Netflix.

Homem Com H

Sucesso de crítica e público nos cinemas brasileiros, Homem Com H é a cinebiografia de Ney Matogrosso. Por ter envolvimento do músico na produção, o longa não escondeu nenhuma polêmica a pedido do próprio cantor, que considera esses capítulos partes importantes de sua própria história. A trama acompanha as diferentes fases da vida de Ney, uma criança simples do interior que sofria repressão do pai por ser bastante criativo e dar sinais de ser diferente. Em um lar marcado pela homofobia, o garoto cresceu se sentindo inferior. Precisando se encontrar, o garoto sai de casa e dá início a sua jornada musical, se arriscando pelo país e utilizando seu estilo excêntrico para conquistar diferentes públicos em meio a um dos mais sombrios períodos da história brasileira: a ditadura militar. Enquanto encanta o público com sua música, Ney enfrenta vícios e preconceitos por conta de sua profissão e sexualidade, mostrando a construção de um dos maiores ícones da música nacional.

Onde assistir: Netflix.

Nicole Kidman revela que soube da morte da mãe momentos antes de vencer prêmio de Melhor Atriz em Veneza por ‘Babygirl’

A atriz Nicole Kidman relembrou recentemente o momento devastador em que soube da morte de sua mãe, Janelle Anne Kidman. A notícia chegou a ela poucos instantes antes de subir ao palco para aceitar o prêmio de Melhor Atriz no Festival de Veneza de 2024 por sua atuação no longa Babygirl.

Em entrevista à revista Variety, Kidman descreveu o choque emocional daquele dia: “Eu estava prestes a entrar no palco e descobri que minha mãe havia falecido. Voltei direto para o meu quarto em Veneza, fui para a cama e fiquei completamente devastada”.

Tentando processar a perda, a atriz recordou o sentimento de paralisia: “‘Não sei como vou seguir em frente ou funcionar agora’. Ela fazia muito parte da minha existência”. Kidman descreveu ainda a tentativa “angustiante” de deixar a cidade no meio da noite para se encontrar com a família, uma jornada solitária pelos canais italianos.

“Lembro de entrar em um barco no canal, literalmente à noite, tentando encontrar o caminho para o aeroporto, e então voltar pensando: ‘Nem consigo fazer isso'”, relatou. “Depois voltei para a cama. E eu estava sozinha. Meu marido não estava lá, meus filhos não estavam lá. Eu estava ali para ganhar um prêmio, algo que deveria ser lindo. Esse é o contraste da vida”.

Vídeo de bastidores explora a trilha sonora do suspense erótico ‘Babygirl’; Confira!

Janelle Anne Kidman, que era professora de enfermagem e integrante do Women’s Electoral Lobby, um grupo feminista australiano, foi a principal fonte de força da atriz. Segundo Nicole, a mãe dedicou-se à família em uma época que não lhe ofereceu as mesmas oportunidades de carreira que as gerações atuais.

“Ela me dizia: não deixe ninguém quebrar seu espírito. Ela era excepcionalmente inteligente. Basicamente, dedicou-se à família e não teve a carreira que gostaria de ter tido”, afirmou Kidman.

Kidman revelou que foi sua mãe quem a impediu de abandonar Hollywood quando os papéis começaram a escassear após os 40 anos: “Ela dizia: ‘Acho que você ainda precisa manter um pé nisso. Eu não desistiria completamente. Você faz isso desde pequena’. E graças a Deus ela disse isso”.

Babygirl’ está disponivel no Prime Video.

Na trama, uma executiva bem-sucedida coloca sua família e carreira em risco ao se envolver com seu estagiário bem mais jovem. No thriller erótico de Halina Reijn, Romy (Kidman) é uma executiva que conquistou seu posto como CEO com muita dedicação. O mesmo se aplica a sua família e o casamento com Jacob (Antonio Banderas).

O elenco ainda conta com Sophie Wilde, Gaite Jansen, Izabel Mar e Esther McGregor.

babygirl
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