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‘O Diabo Veste Prada 2’ arrecada US$ 430 milhões e SUPERA a bilheteria total do 1º filme

Sucesso! A sequência ‘O Diabo Veste Prada 2‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 430 milhões nas bilheterias mundiais.

Em menos de duas semanas, o longa superou a arrecadação total do primeiro filme (US$326.5M), além de subir para o TOP 5 das maiores arrecadações globais do ano.

Com o sucesso da continuação, a Disney se tornou o primeiro estúdio a superar a marca dos US$ 2 bilhões em arrecadação em 2026. A empresa do Mickey contou com produções como ‘Cara de um, Focinho de Outro‘ (US$371.6M), ‘Socorro!‘ (US$94M) e a excelente retenção de ‘Avatar: Fogo e Cinzas‘ e ‘Zootopia 2‘ – ambos lançados no final do ano passado.

Nos EUA, a sequência soma US$ 144.8 milhões. Internacionalmente, foram US$ 288.4 milhões através de 51 mercados – totalizando uma arrecadação global de US$ 433.2 milhões.

Vale lembrar que o novo filme abriu com US$ 233.6 milhões mundialmente, tornando-se a segunda maior abertura global do ano para uma produção hollywoodiana, atrás apenas de ‘Super Mario Galaxy‘ (US$372.5M). Além disso, o longa também se tornou o maior lançamento da carreira das atrizes Mery Streep (doméstica, internacional e mundialmente) e Emily Blunt (internacional e mundialmente).

Com 77% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, a continuação recebeu uma nota A- do público no CinemaScore. Para termos de comparação, a média supera a aprovação registrada pelo primeiro filme (B), há duas décadas.

O Diabo Veste Prada 2’ segue em exibição nos cinemas nacionais.

A continuação, que adapta elementos da obra ‘A Vingança Veste Prada’, mostra Andy Sachs anos após deixar os corredores implacáveis da revista Runway. Agora, Andy é uma jornalista investigativa respeitada e premiada, mas seu passado volta a assombrá-la quando o nome de Miranda Priestly ressurge no centro das atenções.

Desta vez, Miranda enfrenta o maior desafio de sua carreira: lutar pela relevância em uma indústria dominada por influenciadores digitais e pela queda das revistas impressas. Questionada por investidores e pressionada a se adaptar a um mundo que já não se curva automaticamente ao seu olhar gélido, a lendária editora precisará provar seu valor.

É nesse cenário de transformação que os caminhos de Andy e Miranda se cruzam novamente.

Anne HathawayMeryl StreepEmily BluntStanley Tucci retornam.

Com direção de David Frankel, o filme tem um orçamento estimado em US$ 100 milhões.

‘O Diabo Veste Prada 2’: Ator explica ausência na sequência e revela desejo de estrelar possível spin-off

Will Ferrell comenta sobre a possível sequência de ‘O Âncora: A Lenda de Ron Burgundy’

O Âncora: A Lenda de Ron Burgundy’ foi lançado em 2004 e sua sequência só chegou às audiências ao redor do mundo nove anos depois, mais precisamente em 2013.

A possibilidade da produção virar uma trilogia ainda não havia sido abordada, mas em uma recente entrevista ao site da Entertainment Weekly, o protagonista Will Ferrell tocou no assunto, deixando bem claro que há sempre uma chance.

Segundo ele:

“Nós não temos nenhum plano de retorno em vigor, mas nunca diga nunca. O mais divertido em ‘O ncora’ é que esses personagens sempre podem ser trazidos de volta, ainda que passem 10 ou mais anos. Nós ainda conseguiríamos interpretar esses bobões e torná-los ainda mais idiotas. Além disso, eu posso falar por mim mesmo que ainda temos muitas outras ideias originais que adoraríamos usar”.

O Âncora: A Lenda de Ron Burgundy‘ é uma comédia lançada em 2004. A produção traz a história do famoso apresentador Ron Burgundy, que acolhe a novata repórter Veronica Corningstone ao mundo do telejornalismo dos anos 90, dominado pelos homens. A jovem começa a ofuscar Ron e ele provoca sua ruína ao vivo. Mas uma matéria envolvendo o zoológico de San Diego é a chance para Ron se redimir.

o filme conta também com a sequência ‘Tudo por Um Furo‘, lançada em 2013

‘Jurassic World: Reino Ameaçado’ estampa divertida capa da EW; Confira!

Jurassic World: Reino Ameaçado é o grande destaque da mais nova edição da revista Entertainment Weekly e ganhou um divertida capa com o astro da sequência, Chris Pratt.

Confira:

O longa recebeu classificação indicativa e aparentemente será mesmo mais sombrio que o filme anterior, dirigido por Colin Trevorrow.

Jurassic World 2‘ foi classificado como PG-13 (para maiores de 13 anos) por “sequências intensas de violência e perigo de ficção científica”.

“Passaram-se quatro anos desde que o parque temático e resort de luxo Jurassic World foi destruído por dinossauros que escaparam do cativeiro. Isla Nublar agora se encontra abandonada por humanos enquanto os dinossauros restantes sobrevivem sozinhos na selva.

Quando o vulcão inativo da ilha começa a dar sinais de que vai entrar em erupção, Owen (Chris Pratt) e Claire (Bryce Dallas Howard) fazem uma campanha para resgatar os dinossauros desse evento que pode levá-los novamente à extinção. Owen está determinado a encontrar Blue, a líder das velociraptors que ainda está perdida na selva, e Claire passou a respeitar essas criaturas que agora são a sua missão de vida.

Ao chegarem na instável ilha quando a lava começa a jorrar, a expedição deles descobre uma conspiração que pode levar todo o nosso planeta a um estado perigoso que não é visto desde tempos pré-históricos. Todas as maravilhas, aventuras e emoções que são sinônimo de uma das mais populares e bem sucedidas franquias da história do cinema, essa novo longa marca o retorno de personagens queridos e dinossauros – junto com novas raças ainda mais impressionantes e aterrorizantes que antes. Bem-vindos a Jurassic World: Reino Ameaçado.”

‘Jurassic World 3’ ganha data de estreia; Vem ver!

James Cromwell,Ted Levine, Rafe Spall, Toby Jones e Justice Smith foram confirmados na nova produção, ao lado de Chris Pratt e Bryce Dallas Howard. A estreia é prevista para 21 de junho de 2018.

Jurassic World‘ arrecadou US$ 1,66 bilhão, a quarta maior na história do cinema mundial – saiba mais!

‘Rocketman’: Taron Egerton como Elton John em novo cartaz nacional; Confira!

Rocketman‘, a cinebiografia do cantor Elton John, estrelada por Taron Egerton, ganhou um novo cartaz nacional.

Confira, com um novo vídeo:

Rocketman‘ é uma fantasia musical épica sobre a incrível história dos anos de progresso de Elton John. O filme mostra a fantástica jornada de transformação do tímido pianista prodígio Reginald Dwight no superstar internacional Elton John, como um garoto de uma cidadezinha se tornou uma das figuras mais icônicas da cultura pop.

A direção do filme fica a cargo de Dexter Fletcher, que assumiu a produção de ‘Bohemiah Rhapsody‘ em meio a saída de Bryan Singer.

Jamie Bell assume o papel de Bernie Taupin, compositor que possui uma longa parceria com o músico.

O roteiro é assinado por Lee Hall (‘Billy Elliot‘). Matthew Vaughn será o produtor, ao lado de John e David Furnish.

O filme chegará aos cinemas em 30 de maio de 2019.

‘The Flash’: Pré-produção do filme começaria no mês de abril

O período de reclusão determinado ao redor do mundo, a fim de conter a proliferação do Coronavírus, impactou diretamente na condução de projetos cinematográficos.

E a pré-produção do filme solo ‘The Flash‘ estava agendada para começar em breve, mas em virtude do delicado momento, os trabalhos tiveram que ser interrompidos.

Segundo a coordenadora de dublês Eunice Huthart, seu próximo projeto – que seria ‘The Flash‘ – começaria em abril desse ano. No entanto, tudo fora suspenso, sem data prevista de retorno.

Em uma entrevista ao ScreenRant, ela revelou:

“O projeto que eu ia começar era ‘The Flash’. Era pra eu começar no final do mês de abril, início de maio. Mas agora eu não sei o que vai acontecer com isso”.

Flash‘, filme da DC que será estrelado por Ezra Miller, ganhou data de estreia.

Dirigida por Andy Muschietti (It: A Coisa), a produção teve seu lançamento agendado pela Warner Bros. para o dia 1º de julho de 2022.

Novidades serão divulgadas em breve.

No passado, Muschietti falou sobre a produção.

“O que me encantou no Flash é o drama humano nele. Os sentimentos e emoções humanas que fazem parte do drama disso. Vai ser muito divertido, também. Eu não posso prometer que terá elementos assustadores, mas terá uma bela história humana.”

Christina Hodson, de ‘Aves de Rapina‘, fica a encargo da reescrita do roteiro.

Originalmente planejado para ser a adaptação de ‘Flashpoint‘, a possibilidade acabou sendo descartada no final de 2018, com o roteiro seguindo uma linha criativa diferente.

 

‘Shang-Chi’: Imagem vazada revela o uniforme do herói

Muitos detalhes relacionados ao vindouro filme ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis‘ ainda permanecem em sigilo, mas uma nova imagem está circulando na internet, trazendo detalhes referentes ao uniforme do herói.

A imagem corresponde e uma embalagem de um brinquedo da marca LEGO e traz o protagonista Simu Liu em um figurino bem característico da Ásia, nas cores preto e vermelho.

Confira:

Lembrando que ‘Shang Chi e a Lenda dos Dez Anéis’ estreia em 09 de julho 2021.

O elenco também conta com Tony Leung, Awkwafina, e Rosalind Chao.

Sobre o personagem

A criação de Shang-Chi, que significa Ascensão Espiritual em chinês, data dos anos 70, quando filmes e séries de Kung Fu eram uma verdadeira febre no mercado de entretenimento norte-americano. Seus idealizadores eram grandes fãs desse tipo de material e, acima de tudo, fanáticos pela Lenda das Artes Marciais, o inigualável Bruce Lee. Esse fanatismo refletiu diretamente na identidade do honrado herói, que além de ter aventuras inspiradas em Lee também teve seu rosto baseado no artista multitalentoso.

Criado por Steve Englehart, dono de uma fase bem interessante dos Vingadores, e Jim Starlin, a mente por trás de Thanos, Shang-Chi é filho do mítico Fu Manchu. Você provavelmente já ouviu falar em Fu Manchu. Ele é oriundo da literatura inglesa e é o grande estereótipo do chinês Líder de Quadrilha.

Ele possui ascendência da Família Imperial Chinesa, fascínio pelo misticismo e sua característica mais marcante são os bigodes finos e compridos. Como o Shang-Chi ganhou muita popularidade entre os fãs de quadrinhos, a Marvel decidiu comprar os direitos das histórias de Fu Manchu do autor Sax Rohmer e incorporou alguns elementos delas à mitologia do herói, fazendo as devidas adaptações, é claro, e até mesmo misturando com alguns personagens dos filmes de Bruce Lee.

Crítica | 892: John Boyega brilha em suspense baseado em fatos reais

Filme assistido durante o Festival de Sundance 2022

892 é a história de uma América que não deu certo. De um homem honesto, que por estar a serviço do seu governo como militar, carregou em si os horrores e as marcas de uma guerra para a qual os Estados Unidos nunca foram chamados. E o filme dirigido por Abi Damaris Corbin e estrelado por John Boyega e Michael K. Williams, é muito mais que a despedida deste último – que faleceu em 2021, após uma overdose. A emocionante e dolorosa cinebiografia do veterano de guerra Brian Easley é um relato sobre injustiça social, que expõe as rachaduras de um sistema que frequentemente não funciona para os seus.

Na trama, co-escrita por Corbin e Kwame Kwei-Armah, depois que o seu benefício por invalidez é retido por um órgão do governo, o veterano de guerra e membro da Marinha norte-americana, Brian Brown-Easley, se encontra à beira da falta de moradia. Sem outras opções, ele entra em um banco da rede Wells Fargo e afirma ter uma bomba, exigindo que seu valor lhe seja devolvido. Encurralado e sem um plano formulado, o jovem de 33 anos tenta solucionar uma terrível injustiça pessoal da pior forma possível. O caso chamou a atenção por acompanhar a história de um homem relatado como sendo gentil, educado e bem articulado que – embora fizesse promessas assustadoras – estava de fato completamente assustado por saber que mais uma parte de si estava prestes a ser tirada pelo Estado.

E o pavor de um futuro incerto e a insegurança de uma vida regada à memórias dolorosas são aqui revisitados pela brilhante performance de Boyega, que imprime com precisão toda a angústia de Easley, um homem machucado pelo tempo e pelo descaso, que só queria ser visto por seus governantes. E debaixo de uma tensão crescente que banha sua face com suor, o astro de Star Wars mostra mais uma vez seu excepcional talento para o drama, trazendo à lembrança uma triste história que jamais deve ser esquecida.

E sempre sondando os ambientes por de trás de um par de óculos de grau, Boyega surge no thriller dramático como a sombra do que um dia já foi um homem. Cabisbaixo, de fala angustiada e pausada, ele mostra a história de vida de seu personagem, à medida em que Corbin e Kwei-Armah trazem ao centro da mesa um debate importante sobre a ineficiência do sistema público e a espiral de consequências que surgem a partir disso.

Com uma direção simples, mas um roteiro afiado que é cirúrgico ao relatar os fatos, o thriller é uma experiência dolorosa para a audiência, que não possui outra saída a não ser testemunhar o horror diante dos olhos. Nos atingindo no âmago da alma, tamanha a indignação que nos provoca, 892 relata uma epopeia de erros evitáveis, nos levando ao limite – junto ao protagonista. Nos deixando à deriva com o seu final, Abi Damaris Corbin e Kwame Kwei-Armah ainda confrontam a audiência ao deixá-la com um sabor agridoce nos lábios. Diante de um filme muito bem executado, paira também o temor de que histórias como essa voltem a se repetir.

Do Pior ao Melhor: Filmes do Festival Varilux de Cinema Francês 2020

Em maio deste ano o Festival Varilux de Cinema Francês promoveu uma versão online com obras de suas edições anteriores. Contudo, o espaço digital não foi suficiente para os organizadores do evento, no qual registrou 666.514 visualizações na plataforma Looke. Ávidos por trazer os recentes títulos franceses aos cinemas brasileiros e prestar a devida homenagem aos 60 anos da Nouvelle Vague, o festival apresenta uma programação inédita e nostálgica por todo o país a partir de 19 de novembro até meados de fevereiro. 

Com a reabertura dos cinemas nacionais em outubro, o projeto é um chamariz para trazer o público de volta às salas de maneira segura. Por conta da pandemia da Covid-19, espaços de projeção têm declarado fechamento de portas, como o Cine Joia, no Rio de Janeiro, e o Petra Belas Artes, em São Paulo, ambos na última semana. Com objetivo de atender às necessidades do público, os filmes do festival ficarão em cartaz por até três meses. 

Ainda sem uma vacina para proteger a população, as medidas sanitárias e porte de máscaras são as principais barreiras contra a disseminação do vírus e a manutenção da indústria cultural no país. Para isso, o Festival Varilux de Cinema Francês caprichou na programação e o CinePOP apresenta a lista detalhada de obras obrigatórias para os amantes da sétima arte e, principalmente, os apaixonados pela cultura francesa

Com base nas notas do termômetro de crítica francês, Sens Critique (SC), o CinePOP apresenta uma lista de pior ao melhor da seleção do festival deste ano. Confira abaixo: 

18. Persona Non Grata (2019, SC – 4.7)

Em seu quinto longa como diretor, Roschdy Zem (Chocolate), realiza a adaptação do brasileiro O Invasor (2001), de Beto Brant. Sem Marcos Rica e Alexandre Borges, o filme conta a história dos sócios José (Nicolas Duvauchelle) e Maxime (Raphaël Personnaz), que diante de uma dificuldade financeira, encontra uma saída para um futuro melhor de maneira ilícita. Como no romance de Marçal de Aquino, a lógica desse suspense policial é que o “homem é o lobo do homem”. 

17. Donas da Bola (2020, SC – 5.1)

Com o mote de driblar o patriarcado, a comédia Une Belle Équipe apresenta uma equipe de jogadoras de futebol de uma pequena cidade na França. Contra o costume local e com a intenção de salvar o time da região, o treinador Marco (Kad Merad) tem a ideia de colocar as mulheres em campo e mudar o cotidiano e os velhos costumes da ultrapassada cidade. Amor pelo esporte e transposição de velhas normas sociais dão o resultado de uma agradável comédia. 

16. A Boa Esposa (2020, SC – 5.6)

Encabeçado por Juliette Binoche, La Bonne Épouse é uma comédia que brinca com o papel social da esposa. Na trama, Paulette (Binoche) dirige uma escola de donas de casa, onde as mulheres aprendem a manter uma casa e cumprir os deveres conjugais. Após a morte repentina do seu marido e à beira da falência, ela começa a duvidar do seu trabalho e a questionar sua liberdade. Antes dos movimentos de maio de 68, a comédia é uma engraçada caricatura patriarcal encarnada por excelentes atrizes, como ​​Yolande Moreau (O Fabuloso Destino de Amélie Poulain) e Noémie Lvovsky (Camille Outra Vez).

15. Meu Primo (2020, SC – 5.6)

À primeira vista, Mon Cousin é uma típica comédia francesa de exageros, diálogos rápidos e mal entendidos. Contudo, o cineasta Jan Kounen (Coco Chanel & Igor Stravinsky) discute a relação de dois primos com o trabalho e os seus modos de vida, um sendo o louco na visão do outro. Pierre (Vincent Lindon), o executivo de uma grande empresa familiar, precisa da assinatura do seu primo Adrien (François Damiens) para fechar um ótimo negócio. O segundo, no entanto, quer aproveitar a visita do primo para aventurar-se com ele, enquanto o sério empresário quer apenas resolver a questão o mais cedo possível. Ou seja, situações inusitadas para no fazer rir. 

14. Notre Dame (2019, SC – 5.8)

Dirigido, escrito e protagonizado por Valérie Donzelli (A Guerra está Declarada), Notre Dame é uma comédia romântica sobre a vida atribulada da mulher moderna na capital francesa. Na pele da arquiteta Maud Crayon, mãe de dois adolescentes e às voltas com o ex-marido, Donzelli busca em seu quinto filme fazer um retrato bem-humorado de uma sociedade galopante em desordem e frustração. Após o infortúnio incêndio da Catedral Notre Dame de Paris em 2019, o nome do filme nos remete também a um tom melancólico da cidade. 

13. O Capital do Século XXI (2019, CS – 6.0)

Adaptação do livro do economista francês Thomas Piketty, com mais de 25 milhões de exemplares vendidos no mundo, Le Capital au XXIe siècle apresenta referências da cultura pop para explicar o ciclo do capitalismo no mundo. Com direção do neozelandês Justin Pemberton, o documentário conta com a participação de outros especialistas para descortinar a contraposição da riqueza e o poder de um lado e o progresso social e as desigualdades de outro, além de apresentarem as suas perspectivas para o amanhã. 

12. Apagar o Histórico (2020, SC – 6.1)

Se objetivo é rir do cotidiano digital, Effacer l’historique é a indicação certa. A dupla de diretores e roteiristas Benoît Delépine e Gustave Kervern conta a aventura de três vizinhos em pé de guerra com as redes sociais e novas tecnologias. Eles têm os seus motivos, afinal Marie (Blanche Gardin) é vítima de chantagem com uma sextape, já Bertrand (Denis Podalydès) sofre com o assédio moral da filha na escola, enquanto Christine (Corinne Masiero), uma motorista particular, vive irritada com as notas de seus clientes no aplicativo. Juntos, eles unem forças para destruir os gigantes da internet. Será que eles têm alguma chance? 

11. DNA (2020, SC – 6.1)

Após os pungentes Polisse (2011) e Meu Rei (2015), Maïwenn apresenta a composição das origens francesas neste drama protagonizado pelas estrelas Louis Garrel (Adoráveis Mulheres) e Fanny Ardant (Os Belos Dias), selecionado para o Festival de Cannes 2020. Com uma mensagem tocante sobre laços familiares, Neige (Maïwenn) explora sua herança e suas raízes argelinas a partir do falecimento do seu avô. O longa disputa ao lado de Mignonnes, de Maïmouna Doucouré, e Verão de 85, de François Ozon, o posto para representar a França no Oscar 2021

10. Sou Francês e Preto (2020, SC – 6.2)

Lançado logo após a reabertura dos cinemas na França este ano, a comédia dirigida, escrita e protagonizada por Jean-Pascal Zadi, em parceria com John Wax, levou mais 700 mil pessoas aos cinemas no país. De forma burlesca, a obra debruça-se sobre a questão das múltiplas identidades étnicas na França, principalmente a situação dos negros. Para mudar o atual cenário, JP, um ator mal sucedido de 40 anos, decide organizar um grande protesto pela causa negra no país, mas seus malfadados encontros com personalidades influentes da comunidade o fazem refletir sobre os seus verdadeiros anseios.

9. Verão de 85 (2020, SC – 6.4)

Na disputa por representar a França no Oscar 2021, o drama de François Ozon foi agraciado pela crítica francesa e desponta como um dos melhores filmes do país neste ano. Com uma atmosfera idílica, Ozon nos envolve na história de amor jovem de Alexis (Félix Lefebvre), de 16 anos, e David (Benjamin Voisin), de 18 anos, nas praias da Normandia durante as férias de verão. Graças ao trabalho fantástico dos atores, o filme nos embala em momentos trágicos, tocantes e com a canção de Rod Stewart em nossos ouvidos até os créditos finais. 

8. A Garota da Pulseira (2020, SC – 6.7)

Enigmático até o último minuto, o terceiro longa-metragem de Stéphane Demoustier acompanha o julgamento de Lise Bataille, uma adolescente de 18 anos acusada de matar sua melhor amiga. Com um semblante completamente blasé a novata atriz Melissa Guers provoca os espectadores a decidir seu veredito antes da sentença final. Contudo, a narrativa explora a confusão dos pais da jovem, vividos por Chiara Mastroianni e Roschdy Zem, a cada nova revelação do processo judicial. A advogada de acusação (Anaïs Demoustier) destaca-se por sua veemência no caso, no qual o moralismo dos espectadores é posto à prova para condenar ou defender a jovem.

7. Slalom (2020, SC – 6.7)

Selecionado oficial do Festival de Cannes 2020, Slalom é o longa-metragem de estreia da cineasta Charlène Favier. Em época do movimento #MeToo, a diretora coloca o cinema em pauta para discutir abuso sexual no esporte com base em sua própria trágica experiência. Na ficção, é Lyz (Noée Abita), uma jovem de 15 anos, que dá voz ao tema. Determinada ao sucesso, a adolescente entra para uma prestigiosa equipe de esqui, no entanto, o ex-campeão Fred (Jérémie Renier) assume o papel de seu treinador e, infelizmente, dominador da sua vida. 

6. Minhas Férias com Patrick (2020, SC – 6.8)

Também selecionado para o Festival de Cannes 2020, Antoinette dans les Cévennes levou mais 500 mil franceses aos cinemas neste ano. Protagonizado pela comediante Laure Calamy, conhecida pela série francesa Dix per cent (2015-2020), o filme retrata as férias não planejadas de Antoinette. Após ser deixada de lado pelo amante, que parte a Cévennes com esposa e a filha, a jovem decide segui-lo até lá. No entanto, ela encontra apenas Patrick, um asno que a seguirá durante a sua jornada nas montanhas. Há quem diga que a cineasta Caroline Vignal encontrou inspiração nas obras de Éric Rohmer para esta aventura. 

5. A Famosa Invasão dos Ursos na Sicília (2019, 6.9)

 

Esta é uma bela fábula de animação com uma forte mensagem por trás. Tudo começa na Sicília, quando Tonio, filho do rei dos ursos Léonce, é sequestrado por caçadores. Acometido por um rigoroso inverno e falta de provisões, o rei Léonce e o seu povo decidem procurar Tonio e invadir a planície onde vivem os homens. Com a ajuda de seu exército e de um mágico, ele finalmente encontra Tonio e assume o controle do país. A partir de perspectivas diferentes, o longa de Lorenzo Mattotti apresenta os dilemas entre os povos dos ursos e dos homens nesse embate sobre poder e equilíbrio. 

4. Belle Epoque (2019, SC – 7.1)

Em seu segundo longa, Nicolas Bedos evoca a nostalgia para embalar o seu roteiro. Nesta bela trama, o sexagenário Victor (Daniel Auteuil) sente sua vida sacudir após conhecer Antoine (Guillaume Canet), um empresário que oferece a seus clientes a chance de mergulhar de volta em qualquer época de sua escolha. Você, com certeza, já ouviu esse enredo antes, não é? Contudo, Bedos pode te surpreender. O protagonista escolhe reviver a semana mais memorável de sua vida, 40 anos antes, quando conheceu o amor. A questão do filme é: recriar lembranças nos faz senti-las novamente?

3. Mais Que Especiais (2019, SC – 7.3)

Dos diretores dos filmes Intocáveis (2011) e Samba (2014), Eric Toledano e Olivier Nakache, Hors Normes é um filme humanista e tocante. Os personagens Bruno (Vincent Cassel) e Malik (Reda Kateb) vivem em um mundo à parte há 20 anos, aquele formado pelas crianças e adolescentes com autismo. Eles se dedicam à formação de jovens vindos de bairros problemáticos e buscam lidar com os casos considerados mais complexos pela sociedade. Sem recorrer ao melodrama, os diretores misturam humor e emoção para apresentar o delicado tema, tal como em suas obras anteriores. 

2. Acossado  (1960, SC – 7.3)

Clássico do cinema mundial, À Bout de Souffle é o grande representante da nova onda (nouvelle vague) de cinema verdade proposta por François Truffaut, Jean-Luc Godard, Éric Rohmer, Claude Chabrol, Jacques Rivette, Alain Resnais, Louis Malle, Agnès Varda e Jacques Demy, entre o fim dos anos 1950 e início dos 1970. Em resumo, o roteiro de Truffaut segue um contraventor (Jean-Paul Belmondo) pela cidade de Paris e, pelas lentes de Godard, observamos o romance do meliante com uma estudante de jornalismo norte-americana (Jean Seberg), a qual ele tenta convencer a fugir com ele para Itália. O resto é uma ótima surpresa. 

Leia mais sobre Acossado na matéria 10 Filmes Para Conhecer Paris sem Clichês. 

1. Gagarine (2020, SC – 7.4)

Presente na seleção do Festival de Cannes deste ano, o filme de estreia da dupla Fanny Liatard e Jérémy Trouilh segue Youri (Alseni Bathily), de 16 anos, que cresceu em Gagarine, um enorme conjunto habitacional em Ivry-sur-Seine, periferia de Paris. O jovem sonha em tornar-se cosmonauta e ao saber da ameaça de demolição de sua moradia, ele e outros moradores se unem para salvar o local. Com um toque de surrealismo, o ambiente de luta transforma-se em uma batalha galáctica. Vale dizer que o filme é derivado de um curta dos próprios criadores, de 2015. Esta é uma das cinco obras na corrida para representar a França na cerimônia do Oscar 2021.

‘Jaspion’: Clássico dos anos 80 ganhará remake brasileiro nos cinemas

É isso mesmo que você leu, a Sato Company anunciou um remake brasileiro do clássicoJaspion, em comemoração aos 30 anos da exibição do seriado japonês no Brasil.

Além disso, o elenco será totalmente brasileiro, e os atores devem ser anunciados em agosto, exatamente no aniversário de 110 anos da imigração japonesa no Brasil.

Os fãs podem ficar tranquilos, a produção tem aval da Toei Company, empresa japonesa criadora e detentora dos direitos do personagem.

A versão moderna de Jaspion chegará aos cinemas em 2019.

‘Star Trek’: Filme de Quentin Tarantino deverá acontecer após o 4º filme e será 18+

Um filme da franquia Star Trek com direção de Quentin Tarantino é um dos quatro projetos em desenvolvimento pela Paramount e o ator Zachary Quinto, o Spock dos cinemas, tem uma ideia do que está por vir.

Em uma nova entrevista ao USA Today, Quinto revelou que o projeto deve acontecer após o quarto filme, que será para maiores de 18 anos e trabalhar com o diretor seria uma “experiência completa”.

“Sou honrado por carregar o manto deste personagem, então enquanto estivermos nos divertindo e as histórias parecerem interessantes, estou aberto a isso. Vamos fazer um quarto e depois um filme com Quentin. Será uma experiência incrivelmente completa para mim.

Estamos aguardando detalhes ainda do que vai ser. Estou muito feliz por termos a oportunidade de trabalhar com ele e ver o que fará conosco nesse universo fantástico. Vai ser uma versão com censura “R” de Star Trek, a primeira vez que isso acontece na franquia, e isso é muito emocionante”

Além disso, Quinto confirma que ele e o restante do elenco do reboot cinematográfico da franquia deverão integrar o elenco do longa de Tarantino.

“Pelo que sei, será feito conosco [o elenco do reboot]. É assim que nos foi apresentado. Até que as negociações sejam concluídas, os contratos sejam assinados e os cronogramas estejam claros, nada está certo, então tudo pode acontecer. Meu entendimento é que Quentin teve esta ideia e estava moldando-a, mas está pronto para realizar outro filme agora. Depois disto, talvez façamos o filme com ele, o que seria muito empolgante”

Ou seja, é provável que Chris PineSimon PeggZoë Saldaña também retornem.

Genial! Site revela trama do novo filme de Quentin Tarantino; Confira!

Enquanto isso, Tarantino está na produção de seu novo longa, cuja trama acompanha um ator que fez uma série de sucesso e tenta fazer a transição da TV para o cinema, assim como seu amigo, um dublê profissional. Os assassinatos encomendados por Charles Manson funcionariam apenas como pano de fundo para esta história principal. O lançamento está previsto para agosto de 2019.

‘Star Trek: Sem Fronteiras’ é um fantástico ‘Mad Max: Estrada da Fúria’ espacial!

Star Trek: Sem Fronteiras’ chegou aos cinemas em julho de 2016 e arrecadou US$ 343 milhões de bilheteria mundial. O novo filme da franquia recebeu sinal verde, porém, ainda não há maiores informações.

‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania’ | Momentos para prestar atenção no trailer

Lançado de surpresa, o primeiro trailer de Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania chegou nesta tarde e já coleciona uma série de elogios na internet. Com uma série de acontecimentos grandiosos, o filme se passa no Reino Quântico e terá como seu grande antagonista Kang, O Conquistador.

O trailer é todo conduzido ao som de Goodbye Yellow Brick Road, de Elton John. Essa música foi inspirada em O Mágico de Oz, que traz a jovem Dorothy sendo levada por um tornado para o perigoso e mágico mundo de Oz, precisando encontrar a estrada de tijolos amarelos para voltar para casa. Mais ou menos um resumo do que será a trama do novo filme do Homem-Formiga. Ao mesmo tempo, ela fala sobre o descontentamento do compositor Bernie Taupin com o momento da carreira dele com Elton, que havia tomado rumos astronômicos e afetava diretamente a vida deles. A letra fala sobre sentir falta dos velhos tempos, em que havia um otimismo quanto ao futuro da dupla. O que também parece dialogar diretamente com a trama do novo filme. Pensando nisso, o CinePOP separou os principais pontos para prestar atenção no trailer. Confira!

O trailer começa com Scott Lang (Paul Rudd) refletindo sobre seu sucesso atual, após ter começado sua “carreira” como super-herói praticamente como um anônimo, cuja maior emoção da vida era uma prisão por conta de um golpe numa empresa bilionária que havia dado prejuízo aos clientes. Esse ponto da fama do Scott depois dele ter sido fundamental para reverter os atos de Thanos (Josh Brolin), lá em Vingadores: Ultimato (2019), trazendo os apagados de volta, já fora abordado anteriormente em séries como Ms. Marvel (2022) e Mulher-Hulk: Defensora de Heróis (2022). Mas até então, esse hype sobre o Homem-Formiga foi algo mostrado de forma bem superficial. E agora, com ele participando de grandes eventos, tendo linha de produtos licenciados e sendo tratado como uma celebridade, o filme deve explorar mais a fundo essa mudança na vida do herói.

Ou quase. Isso porque o trailer também mostra o herói recebendo algumas homenagens bem meia-boca, como ser homenageado na Baskin-Robbins da qual ele foi demitido no primeiro filme, em uma das melhores piadas do longa original. Ele também é visto sendo confundido com o Homem-Aranha (Tom Holland), o que mostra que mesmo estando em alta, o Scott ainda segue como aquele mesmo cara de sempre. Essa piada já foi feita antes no MCU, no primeiro Guardiões da Galáxia (2014), que parece exercer certa influência nesta sequência.

O trailer segue e mostra Cassie Lang, agora interpretada por Kathryn Newton, em sua versão jovem. Sua última aparição havia acontecido em Ultimato, mas sem explorar muito o que houve com ela nos anos em que Scott desapareceu. O filme agora mostra que ela parece ter trabalhado com a tecnologia Pym, seguindo os passos do pai na ciência. Inclusive, é um dispositivo dela que vai mandá-los para o Reino Quântico. A ideia é mandar um sinal para ele, o que deixa Janet Van Dyne (Michelle Pfeiffer) em pânico, já que ela ficou décadas presa lá e deve ter visto muitas coisas.

E ao que indica o trailer, após o quinteto fantástico ser sugado para o Reino Quântico, com Scott e Cassie caindo juntos, enquanto Jan, Hank e Hope caindo para outro lado, a Janet servirá como um tipo de guia e provavelmente terá seus segredos revelados, o que é ótimo, porque ela é uma personagem que foi pouquíssimo explorada até aqui. E como deu para ver pela ambientação dessa “universo secreto sob o nosso”, o Reino Quântico segue bastante da representação visual da franquia Guardiões. E como mostrado em Ultimato, o Reino Quântico tem essa passagem de tempo diferente, servindo realmente como um portal para outras linhas do tempo.

Ao mesmo tempo, o trailer faz questão de lembrar que o Reino Quântico também inclui criaturas e substâncias do nosso universo, já que seu conceito básico introduzido no primeiro filme era ser um mundo microscópico. E quem se lembra das artes conceituais do segundo longa, provavelmente conseguiu enxergar algumas referências descartadas nele que foram aproveitadas aqui, como os tardígrados sendo usados como “cavalos” e coisas do tipo.

Ao longo do trailer, Jan diz que tem segredos que nunca contou. Logo em seguida, é possível ver uma esfera de energia sendo manipulada por uma versão não tão ameaçadora de Kang (Jonathan Majors) e uma cidade tecnológica com naves e um exército que parecem ser comandadas por um único tipo de energia. Inicialmente, a tecnologia tem uma aparência muito similar à de Wakanda. No entanto, vale lembrar que, nos quadrinhos, Kang é o líder de uma cidade altamente tecnológica formada com os avanços tecnológicos que ele trouxe de tempos distantes. Seu nome é Chronopolis e a cidade é alimentada por uma fonte de energia chamada de Coração do Eterno. Pode ser que esse reino tecnológico além do tempo mostrado no trailer seja Chronopolis.

Outro ponto interessante é quando Janet, com disfarces, abre uma porta com algumas inscrições luminosas. O trailer dá a entender que é a porta de um bar interdimensional, mas as “letras” iluminadas lembram bastante aquelas usadas pelos Eternos em Eternos (2021). E como suas habilidades divinas são fruto de tecnologia celestial, pode ser que tenha alguma coisa a ver.

Bill Murray então faz sua primeira aparição no MCU. Seu personagem ainda não foi revelado, mas o próprio Bill já disse se tratar de um vilão. Rumores dizem que ele pode ser Krylar, um vilão do Hulk que nunca teve destaque, que resumidamente é um cientista que almeja a guerra em seu micro-planeta. Por se tratar de um personagem sem tanta relevância no universo, caso seja ele mesmo, é bem possível que a Marvel o reinvente e dê mais liberdade para que Bill trabalhe mais uma versão própria.

Já ao final do trailer, vemos o novo traje da Vespa/ Hope Van Dyne (Evangeline Lilly), com as cores dos quadrinhos. Ao lado dela, Scott aparece logo depois de levar uma grande surra. Na descrição do teaser exibido na D23, diziam que o Scott apanharia bastante de Kang, que diria já ter matado alguns Vingadores ao longo dos tempos, mas que não se lembrava exatamente de um Homem-Formiga.

E então vemos o primeiro lance do Kang com seu visual dos quadrinhos. Ele novamente aparece com a esfera de energia vista no exército mostrado anteriormente. Então, o vilão confronta o Homem-Formiga, num momento que parece muito com o descrito no trailer da D23. Nesta ocasião, ele oferece, num tom ameaçador, ajuda ao herói para retirar seus parentes desse reino distante. Mas Scott entende o tom e não cai muito na dele. Provavelmente, o resulto disso será uma briga enorme.

Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania estreia em 16 de fevereiro de 2023.

Crítica | Paixão Sufocante – Suspense da Netflix Baseado em História REAL de Relacionamento Tóxico

Nós, pessoas comuns, gostamos de viver a ilusão de que a vida das celebridades é sempre maravilhosa, perfeita, sem problema nenhum. Atores, esportistas, pensadores, influenciadores: pessoas que estão sempre sob os holofotes da mídia e frequentando as colunas sociais aparecem brilhando, sorrindo, satisfeitos, mas, quando as luzes se apagam, a verdade dentro de quatro paredes pode ser muito mais cruel do que os comentários dos haters na internet. É isso que o espectador pode encontrar ao assistir ‘Paixão Sufocante’, thriller da Netflix que anda fazendo sucesso entre os assinantes desde sua estreia.

Roxana (Camille Rowe) é uma jovem desestimulada na vida. Estudante universitária, ela tem uma relação conturbada com a mãe, por conta de eventos no passado das duas que fizeram com que as duas se distanciassem. Certo dia, Roxana vê um anúncio de um curso de mergulho em uma praia no litoral da França e decide ir para lá, visando se afastar um pouco do universo acadêmico. Com pouco dinheiro e sem nenhum planejamento, ela dorme na praia aguardando o início das aulas, e é assim que conhece Tom (César Domboy, de ‘Outlander’), assistente de mergulho, e imediatamente rola um interesse mútuo entre os dois. Porém, quando as aulas começam, é por Pascal (Sofiane Zermani) por quem Roxana realmente se apaixona, e os dois começam um relacionamento intenso ao mesmo tempo em que praticam prender a respiração em mergulhos que chegam a 140 metros de profundidade. Aos poucos, vai ficando claro que Pascal não está exatamente satisfeito em ver o progresso de Roxana no esporte em que ele deseja ser a única estrela brilhante.

O roteiro de David M. Rosenthal para o filme que ele mesmo dirigiu foca mais na Roxana que se descobre atleta do que a vida anterior dela. Assim, o espectador tem certa dificuldade em aceitar que a protagonista simplesmente larga toda a sua vida para acompanhar o namorado que acabou de conhecer e que, de repente, também começa a se dedicar ao esporte. Se por um lado é difícil acreditar na motivação de Roxana, ainda que o filme se diga inspirado em história verdadeira, fica bastante evidente que Pascal desde o início é um narcisista sem nenhuma disposição para dividir o lugar mais alto do pódio, e, nesse sentido, o roteiro desenvolve bem a evolução do clima de suspense em mistura com o isolamento e a vulnerabilidade dos mergulhos profundos.

Para o espectador brasileiro, o grande chamariz em ‘Paixão Sufocante’ é o fato de o filme jogar luz sobre um esporte pouquíssimo conhecido por aqui: o mergulho em profundidade – mais especificamente, os treinamentos para realizar mergulhos na direção do fundo do oceano e a competição mundial que existe por detrás disso. É meio surreal, ao vermos o filme, pensar que no grau de organização das pessoas em se dedicarem a quebrar recordes constantemente para disputar quem consegue mergulhar mais para dentro do oceano, e para que este esportista alcance seu objetivo, toda uma equipe tem que acompanhar o nível de ousadia dessa pessoa. Aos que curtem esportes incomuns e radicais, fica a dica de um filme sufocante.

Pretty Little Liars | O que estão fazendo as atrizes e atores da série

Lançada em 2010, Pretty Little Liars contou com sete temporadas de muito suspense, drama e romance. A série marcou época na TV americana e ficou conhecida pelo elenco jovem e carismático. Agora, três anos após o final da produção, é hora de descobrir o que estão fazendo as atrizes e os atores da série.

O CinePOP decidiu matar saudade dessa clássica série adolescente dos anos 10. Como poderão ver a seguir, alguns nomes seguiram numa trajetória de sucesso após o trabalho na produção, enquanto que outros acabaram não tendo tantas oportunidades. Vem ver!

 

Lucy Hale (Aria Montgomery)

Nossa Aria Montgomery foi dos nomes que mais se destacou após o fim de PLL. Ela atuou nos suspenses Verdade ou Desafio e A Ilha da Fantasia (ainda inédito no Brasil), e é protagonista de uma nova série de destaque: Katy Keene. Trata-se de um spin-off do hit Riverdale, em que Lucy interpreta a personagem-título, uma jovem que trabalha como consultora de moda em uma loja de departamentos e que sonha em criar sua própria linha de roupas. A atriz possui alguns projetos em andamento no cinema, com destaque para The Hating Game, A Nice Girl Like You, Big Gold Brick e Son of the South

 

Troian Bellisario (Spencer Hastings)

Filha de importantes produtores de Hollywood, Troian Bellisario atua desde os três anos de idade. Seu papel mais famoso, é claro, é o de Spencer Hastings. Após a série, a atriz viu a carreira dar uma esfriada, mas isso foi algo opcional. Ela se casou com o também ator Patrick J. Adams (Suits) em 2016, e os dois tiveram uma filha em 2018. Com isso, Troian acabou dedicando boa parte de seu tempo pós-PLL à família. No ano passado, a atriz ensaiou uma retomada na carreira com Cadê Você, Bernadette?, contracenando ao lado de Cate Blanchett. Ela também fez participação na série Stumptown, estrelada por Cobie Smulders e Jake Johnson. No momento, está escalada para atuar ao lado de Patrick Dempsey no drama Ways & Means.

 

Shay Mitchell (Emily Fields)

Destaque como Emily Fields em PLL, Shay Mitchell praticamente saiu da série para outra produção de sucesso. A atriz interpretou Peach Salinger, melhor amiga de Guinevere Beck, na primeira temporada de Você. Ainda em 2018, ela protagonizou o filme de terror Cadáver. No ano seguinte, embarcou em uma nova série, Dollface, em que atua ao lado de Kat Dennings e Brenda Song, e que já foi renovada para uma segunda temporada. Mitchell também está envolvida com uma outra série, The Heiresses, ainda sem previsão. A trama acompanha uma família conhecida no ramo dos diamantes, mas que luta para superar uma sequência de tragédias. 

 

Ashley Benson (Hanna Marin)

Apesar de ter aproveitado muito do hype de PLL durante o andamento da série, fazendo inúmeros projetos importantes do cinema, Ashley Benson acabou diminuindo um pouco o ritmo após o fim da produção. Desde então, nossa Hanna Marin participou de apenas um filme: Her Smell, drama estrelado por Elisabeth Moss, Cara Delevingne e Dan Stevens, e que foi destaque do Festival de Toronto em 2018. No momento, a atriz possui dois filmes em pós-produção. The Birthday Cake, thriller estrelado por Ewan McGregor, Val Kilmer e Penn Badgley, e Lapham Rising, comédia com Bobby Cannavale.

 

Sasha Pieterse (Alison DiLaurentis)

De PLL para PLL. Isso mesmo, Sasha Pieterse foi o nome do elenco principal que seguiu ligada na série, afinal voltou a interpretar Alison DiLaurentis no spin-off Pretty Little Liars: The Perfectionists. O projeto, no entanto, não deu muito certo e acabou cancelado após uma temporada. Recentemente, a atriz também atuou no drama A Lista de Honra, que foi lançado diretamente no streaming no Brasil (está disponível no Prime Video). No momento, Sasha está envolvida com a série interativa Epic Night.

 

Janel Parrish (Mona Vanderwaal)

Mais um nome que embarcou no spin-off Pretty Little Liars: The Perfectionists, no qual reprisou o papel de Mona Vanderwaal. Mas Janel Parrish não perdeu tempo após PLL e realizou vários outros projetos. Ela está no trilogia Para Todos os Garotos que Já Amei, Para Todos os Garotos: P.S. Ainda Amo Você e Para Todos os Garotos: Agora e para Sempre, Lara Jean, no papel de Margot Covey, irmã mais velha de Lara Jean. A atriz também fez uma participação na nova versão de Magnum P.I., isso sem falar dos filmes I’ll Be Watching, Hell Is Where the Home Is e Tiger

 

Ian Harding (Ezra Fitz)

Após sete anos na pele do professor que se envolve com uma aluna, Ian Harding fez algumas pequenas participações nos cinemas em filmes que nem entraram em cartaz no Brasil, como Office Uprising e No Apologies. Seu filme mais badalado foi o indicado ao Oscar Ford vs Ferrari, mas sua participação se resumia a uma ponta como um executivo da Ford. O ator viu a carreira dar uma nova esquentada quando decidiu voltar às telinhas. No momento, Harding está no elenco de série médica Chicago Med, na qual interpreta Phillip Davis.

 

Tyler Blackburn (Caleb Rivers)

Interesse amoroso de Hanna (e brevemente de Spencer), Caleb foi um dos principais personagens masculinos na série, só aparecendo menos que Ezra. Após o trabalho em Pretty Little Liars, o ator Tyler Blackburn participou de dois filmes: Hello Again, adaptação do musical da Broadway escrito por Michael John LaChiusa; e Capsized: Blood in the Water, sobre um grupos de jovens que fica perdido em alto mar após uma tempestade e acaba cercado por tubarões. No momento, Tyler é um dos nomes principais do elenco da série Roswell, New Mexico.

 

Keegan Allen (Toby Cavanaugh)

Toby sempre foi um dos personagens mais misteriosos de PLL. Ele surge como o cara esquisito que não queria papo com ninguém até se tornar par romântico de Spencer. No meio disso tudo, ele ainda consegue ser um dos aliados de A e até policial. O ator Keegan Allen não fez nada de muito destaque após o término da série. Ele fez participações eventuais nas séries Crimes Graves, Dilema e Rick e Morty, e assumiu papel secundário na comédia dramática Zeroville, estrelada e dirigida por James Franco. No momento, o ator está envolvido com o terror Follow Me e está gravando o piloto de uma nova série, Walker, com Jared Padalecki.

 

Tammin Sursok (Jenna Marshall)

Típica garota malvada – que ao mesmo tempo era vítima do quinteto principal – Jenna Marshall foi importante personagem na trama de Pretty Little Liars. O papel foi interpretado pela sul-africana Tammin Sursok. Logo após o fim de PLL, a atriz assumiu o papel de protagonista de outra série, Aussie Girl. A produção, no entanto, acabou durando apenas uma temporada, com sete episódios. Depois disso, a atriz participou do thriller Killer in a Red Dress e da comédia Braking for Whales, com Tom Felton

Crítica de Álbum | ‘Charli’ é uma obra evocativa e puramente vanguardista

Se você tem em mente que o gênero pop já nos ofereceu tudo o que tinha para oferecer, então definitivamente não vem acompanhando o trabalho da cantora britânica Charli XCX. Ganhando notoriedade após participar da música “Fancy”, de Iggy Azalea, e de ter escrito a música-tema do drama A Culpa é das Estrelas, ela apostou em um suis-generis diferente de tudo o que os grandes nomes já haviam apresentado e seguindo os passos vanguardistas de divas como Lady Gaga, Madonna e Kylie Minogue. E foi em meio a lançamento de EPs e mixtapes que Charli encontrou uma poderosa voz e uma habilidade incrível de fugir do esperado – coisa que talvez apareça muito mais em seu terceiro álbum de estúdio homônimo que em qualquer outra obra que tenha lançado.

É um fato dizer que a lead singer iniciou sua carreira ainda nova e, desde então, vem trilhando um caminho de pura glória. E mesmo que alcance esse patamar sem prometer e sem se valer de convencionalismos mercadológicos, Charli consegue encontrar mensagens metafóricas muito bem articuladas que se provam à frente de seu tempo sem abandonar aspectos nostálgicos, emulando aqueles que sempre lhe inspiraram. Não é surpresa que essa nova jornada abra com “Next Level Charli, cuja construção insurge com a impactante e pesada preferência da artista pelos brutos sintetizadores oitentistas, remasterizados com uma verborrágica versificação coming-of-age.

Talvez algo que possa assustar os ouvintes seja a quantidade imensurável de participações especiais. É claro que ela maneja com habilidade ímpar o equilíbrio entre sua voz e seus convidados, criando, em grande parte, tracks inovadoras, extremamente originais e que drenam de cada uma das vozes secundárias suas características únicas. É nesse fértil e convidativo território que temos a presença da icônica Lizzo em “Blame It On Your Love” que, ainda não tenha o mesmo respiro renovador que as outras faixas por se respaldar em uma progressão conhecida – a ballad, em tempo mais enérgico do que o precedido, mergulha nos estilos eletrônicos que oscilam desde o beat-drop até o refrão puramente instrumental. Troye Sivan, que trabalhou no final do ano passado com a cantora em “1999”, marca presença não apenas nessa canção, como volta um século mais tarde para futurista e quase distópica “2099”.

Seu avant-pop não se restringe apenas ao que poderíamos esperar, mas expande-se para uma deliciosa batida mais dark, minimalista e retumbante em iterações como “Gone”, uma das poucas em que reflete sua envolvente performance-solo. Essa ambiência mais obscura também aparece na track seguinte, “Cross You Out”, cujas dissonâncias entram em proposital conflito com as variações vocais – em especial o incrível falsetto que ela nos apresenta. Como se não bastasse, Sky Ferreira divide os holofotes com Charli em uma congruência melódica apaixonante.

O álbum aproveita seu hibridismo para voltar-se para a década passada em “White Mercedes” – que se configura, sem sombra de dúvida, como uma das melhores faixas. A delineação pop, travestida com certos elementos sintéticos que a tornam bastante diferente do normal. Aliás, se há algo do qual a lead singer foge é a normatização, e essa é a provável razão pela qual opta por não se importar com o que a indústria lhe exija: ela, em uma independência autoproclamada, arquiteta epopeias guiadas pela força descomunal do baixo, da guitarra e de alguns toques que vagamente nos trazem de volta para a atualidade (respaldando com sutileza quase indecifrável no trap) – e ganha uma complexidade interessante ao entregar versos como “como uma Mercedes branca, sempre correndo muito rápido” dentro de uma atmosfera mais recuada.

Em suas revoluções estéticas, Charli brinca com uma inebriante sinestesia – sem deixar que os chocantes esforços caiam numa monotonia soporífera. Na verdade, ela mostra seu apreço pelo gênero eletrônico, aumentando nossas expectativas em um arco musical que quebra quaisquer expectativas pré-determinadas, permitindo que encontremos uma contraditória fluidez entre as estrofes de “Silver Cross” ou a paradoxal unidimensionalidade de “Official”. Em outras tentativas, entretanto, a artista busca por algo que nunca consegue achar, como é o caso de “I Don’t Wanna Know” e suas declamações românticas e fragmentárias.

Pabllo Vittar também retorna em mais uma parceria com XCX em “Shake It” – e isso não é tudo: se “Flash Pose” funcionou como uma cópia de qualquer outra música ballroom da comunidade drag queen norte-americana, a track em questão é diferente de tudo que já ouvimos antes: o riff-off mistura o pop experimental com a transgressora explosão do synth-electro ao mesmo tempo que se rende a um engrandecedor rap que nos conquista do começo ao fim.

Charli é um álbum totalmente experimental que, diferente de outras produções que morrem na praia e insurgem com esquecíveis boas intenções, alcança sucesso em praticamente tudo a que se propõe. A sonoridade avant-garde faz uso quase redundante de sua significação redundante e reafirma a importância de Charli XCX para um gênero que já sofreu muito por suas saturações e excessos – e, no caso, até mesmo as demasias são compreensíveis nas vigorosas quinze faixas.

Nota por faixa:

  • Next Level Charli – 4,5/5
  • Gone – 5/5
  • Cross You Out (feat. Sky Ferreira) – 5/5
  • 1999 (with Troye Sivan) – 4/5
  • Click (feat. Kim Petras and Tommy Cash) – 4,5/5
  • Warm (feat. HAIM) – 5/5
  • Thoughts – 4/5
  • Blame It on Your Love (feat. Lizzo) – 4,5/5
  • White Mercedes – 5/5
  • Silver Cross – 4,5/5
  • I Don’t Wanna Know – 2,5/5
  • Official – 4,5/5
  • Shake It (feat. Big Freedia, cupcakKe, Brooke Candy and Pabllo Vittar) – 5/5
  • February 2017 (feat. Clairo and Yaeji) – 3/5
  • 2099 (feat. Troye Sivan) – 4/5

Algo fantástico está chegando no novo teaser de ‘Amazing Stories’; Confira!

Apple TV+ divulgou hoje (17) um novo teaser oficial de Amazing Stories, reboot da série homônima lançada por Steven Spielberg em 1985.

Confira, junto ao trailer completo:

A nova versão está sendo descrita como uma “reimaginação” da icônica produção e irá transportar o público para “mundos de maravilhas”.

Edward KitsisAdam Horowitz (Once Upon a Time) serão os showrunners e produtores executivos.

Mark MylodChris LongMichael DinnerSylvain WhiteSusanna Fogel dirigem os episódios.

Amazing Stories’ estreia no dia 06 de março.

‘Duna’: 1º trailer do remake deve ser lançado no mês que vem

Segundo o Palads Teatret na Dinamarca, o aguardado remake do clássico Duna deve ganhar seu primeiro trailer oficial no mês que vem.

O vídeo, sem detalhes sobre a duração divulgados, será transmitido antes da reexibição de A Origem, filme de Christopher Nolan que completa dez anos em 2020. Além disso, Mulher-Maravilha 1984‘Tenet’ devem ganhar novos teasers promocionais.

Em entrevista ao podcast Team Deakins, o aclamado diretor Denis Villeneuve revelou que foi inspirado pelo lendário diretor de fotografia vencedor do Oscar, Roger Deakins, para dar vida à arte imagética do remakei.

Os dois trabalharam juntos em Blade Runner 2049, obra que rendeu a Deakins a estatueta da Academia.

“Quando estou trabalhando com você, estarei em uma posição onde vou aprender coisas todos os dias sobre a realização cinematográfica. Estou em um processo de aprendizagem trabalhando com você. É muito enriquecedor e animador. Agora, estou fazendo o trabalho de efeitos visuais de Duna e me vi pensando coisas do tipo: ‘eu sei que é Roger’. Sei posso fazer coisas [por causa de Roger]”.

A Warner Bros. permanece com planos de lançar o filme em 18 de dezembro de 2020.

Dirigido por Denis Villeneuve (‘Blade Runner 2049‘), o longa deve adaptar apenas a primeira metade do livro.

Uma jornada de herói mítica e emocionante, ‘Duna’ conta a história de Paul Atreides, um jovem brilhante e talentoso nascido com um grande destino além de seu entendimento, que deve viajar para o planeta mais perigoso do universo para garantir o futuro de sua vida, família e seu povo. À medida que as forças malévolas explodem em conflito sobre o recurso mais precioso existente no planeta – uma mercadoria capaz de desbloquear o maior potencial da humanidade –, somente aqueles que podem dominar seu medo sobreviverão.

Timothee Chalamet (‘Me Chame pelo Seu Nome‘) será o protagonista. Oscar Isaac, Rebecca FergusonJason MomoaDave Bautista, Javier BardemCharlotte Rampling e Josh Brolin completam o elenco.

‘Star Trek: Discovery’: Michael e Georgiou se enfrentam na promo do episódio 03×09; Confira!

CBS All Access divulgou a promo oficial de “Terra Firma Part I”, nono episódio da 3ª temporada de Star Trek: Discovery’.

No capítulo, que vai ao ar no dia 10 de dezembro“a tripulação do U.S.S. Discovery viaja para um misterioso planeta para encontrar uma cura para a condição deteriorante de Philippa Georgiou (Michelle Yeoh)”.

Confira:

Ambientada dez anos antes dos acontecimentos da série original, ‘Star Trek: Discovery‘ mostra pela primeira vez o início da história da Federação. Com uma ameaça de guerra no horizonte, o primeiro oficial Michael Burnham encontra novos mundos, espaçonaves e vilões em sua jornada pelo universo.

Sonequa Martin-Green, Doug Jones, Shazad Latif, Anthony Rapp, Mary Wiseman, Jason Isaacs, Emily Coutts e David Ajala estrelam.

Lana Del Rey anuncia título e data de lançamento de seu 8º álbum de estúdio

A indicada ao Grammy Lana Del Rey anunciou nas redes sociais que seu 8º álbum de estúdio ganhou um novo título e uma nova data de lançamento.

Anteriormente chamado ‘Rock Candy Sweet’ e previsto para estrear em 01 de junho, a produção agora recebeu o nome de Blue Banisters e chegará a todas as plataformas de streaming em 04 de julho.

Confira:

Enquanto isso, o aclamado Chemtrails Over the Country Club está disponível na íntegra no Spotify, contando com 11 faixas e produção de Jack Antonoff:

1. White Dress
2. Chemtrails Over the Country Club
3. Tulsa Jesus Freak
4. Let Me Love You Like a Woman
5. Wild at Heart
6. Dark But Just a Game
7. Not All Who Wander Are Lost
8. Yosemite
9. Breaking Up Slowly
10. Dance Till We Die
11. For Free

A era é precedida pelo ovacionado Norman Fucking Rockwell!’, álbum lançado em 2019 e que foi indicado a duas categorias do Grammy Awards – incluindo Álbum do Ano.

Del Rey é conhecida por suas melódicas e melancólicas letras e por seu onirismo instrumental. Tendo trabalhado ao lado de nomes como AntonoffMax Martin, ganhou aclame e popularidade com Born To Die, álbum lançado em 2012.

‘Rugrats: Os Anjinhos’: Série animada é renovada para a 2ª temporada!

A Paramount+ anunciou hoje (21) que a adorada série animada Rugrats: Os Anjinhos’ foi oficialmente renovada para a 2ª temporada.

Os novos episódios ainda não tem data de lançamento confirmada, mas acredita-se que devem estrear apenas em 2022.

David Bowers (‘Diário de um Banana’) fica responsável pela direção dos episódios. Os criadores da série original, Arlene Klasky, Gábor Csupó e Paul Germain, retornam como produtores executivos.

Tommy, Angelica, Chuckie e o restante dos Anjinhos estão de volta para uma nova série animada na Paramount+! Ajuste a altura das cadeiras para o show, que continua o conto dos bebês do clássico sucesso dos anos 1990. Então, prepare-se para a reunião do icônico grupo de crianças – dublados pelos membros do elenco original – à medida que embarcam em novas aventuras épicas.

E.G. DailyNancy CartwrightCheryl ChaseCree SummerKath Soucie fazem parte do elenco. Ashley Rae SpillersTony HaleNatalie MoralesAnna ChlumskyTimothy SimonsNicole ByerOmar MillerMichael McKean entram como novos personagens.

Rugrats: Os Anjinhos‘ foi uma das séries animadas de maior sucesso da Nickelodeon, sendo exibida entre 1991 e 2004 – com um hiato entre 1995 e 1997. Na trama, um grupo de crianças aparentemente normais vivem diversas aventuras, possuem habilidades cognitivas avançadas e chegam a se comunicar como adultos, de maneira articulada e interativa.

A série chegou a ter um spin-off, intitulado ‘Rugrats Crescidos‘, que trazia os personagens na fase da adolescência, além de ter ganhado um longa de animação.

‘Naomi’: Tensões aumentam na sinopse oficial do episódio 01×06; Confira!

A CW divulgou a sinopse oficial de “Homecoming”, 6º episódio da temporada de estreia de ‘Naomi’, série criada por Ava DuVernay (‘Olhos que Condenam’).

Na trama, “é dia de ‘homecoming’ em Port Oswego e Naomi e seus colegas estudantes estão muito animados para o evento – mas a tensão entre Nathan e Anthony escala quando Anthony sente que a tradição de seu lar está sendo desrespeitada por uma criança militar. Enquanto isso, Naomi descobre uma nova fonte de informações em potencial, mas ela pode saber mais do que ela esperava. Uma revelação de seu encontro com caçadores de recompensas leva Dee a procurar por respostas sobre alguém do passado, enquanto Zumbado tem uma corrida com Greg e Jennifer”.

O episódio vai ao ar no dia 01 de março.

Da indicada ao Oscar e vencedora do Emmy Ava DuVernay e de Jill Blankenship, o drama gira em torno de uma adolescente divertida, confiante e amante de histórias em quadrinhos à medida que mergulha numa jornada para encontrar seu destino escondido. Quando um evento sobrenatural abala a pequena cidade de Port Oswego, Naomi resolve descobrir suas origens, com a ajuda da melhor amiga, Annabelle. Ela também tem o apoio de seus pais adotivos, o veterano militar Greg e a linguista Jennifer.

Depois de um encontro com Zumbado, misterioso dono de um antigo estacionamento, a deixar impactada, Naomi busca ajuda de Dee, dono de um estúdio de tatuagem, que se torna seu mentor. Enquanto desenrola os mistérios sobre si mesma, Naomi também navega através das amizades na escola, incluindo o ex-namorado e atleta Nathan; o namorado de Annabelle, Jacob; um cidadão orgulhoso chamado Anthony; e a entusiasta de HQs Lourdes. Conforme Naomi viaja para os confins do Multiverso em busca de respostas, o que ela descobre vai mudar tudo o que acreditamos sobre super-heróis.

Amanda Marsalis, conhecida por seu trabalho em obras como Queen SugarOzark, comanda o episódio piloto.

DuVernay fica responsável pela produção ao lado de Blankenship, que também assina o roteiro.

Camila MorenoAlexander Wraith, Cranston JohnsonBarry WatsonMary-Charles JonesAidan GemmeMouzam MakkarWill Meyes e Daniel Puig completam o elenco.

Para quem não conhece, a HQ original foi escrita por Brian Michael Bendis, David F. Walker e Jamal Campbell e acompanha uma jovem forasteira que vem ao nosso mundo para protegê-lo de um genocida que destruiu seu mundo natal.

‘Entrevista com o Vampiro’: Adaptação da AMC ganha novas artes OFICIAIS; Confira!

A AMC divulgou três novas artes promocionais de ‘Entrevista com o Vampiro‘ (Interview with the Vampire), nova adaptação da clássica saga literária de Anne Rice.

Os cartazes trazem falas que aparecerão na série, incluindo diálogos de Eric Bogosian como Daniel Molloy, Bailey Bass como Claudia e Jacob Anderson como Louis de Pointe du Lac.

A produção será lançada no outono estadunidense, isto é, entre setembro e novembro de 2022.

Confira:

O elenco conta com Jacob Anderson (‘Game of Thrones’), que será o vampiro Louis de Pointe du Lac; Sam Reid (‘The Newsreader’), que dará vida ao vampiro Lestat; Eric Bogosian (‘Billions’), que viverá o Daniel Molloy; Assad Zaman, que dará vida a Rashid; e Bailey Bass (‘Avatar 2’), que irá interpretar Claudia, jovem que é transformada em vampira por Louis e Lestat.

Assista às primeiras cenas da produção abaixo:

A trama do primeiro livro gira em torno do vampiro Louis de Pointe du Lac enquanto ele relata a história de sua vida a um repórter, especialmente sobre como ele foi transformado em um vampiro e, em seguida, orientado por Lestat de Lioncourt.

Alan Taylor (‘Game of Thrones’) será responsável pela direção dos dois primeiros episódios.

Oito episódios foram encomendados para a primeira temporada, que está prevista para estrear apenas em 2022.

Rolin Jones (‘Friday Night Lights’) servirá como showrunner, além de ser responsável pelo roteiro da produção.

As 50 Melhores Músicas de 2022

2022 se provou um ótimo ano para a música, com o retorno de aguardados atos do cenário fonográfico, bem como a estreia de vários outros.

Depois de separarmos os 22 melhores álbuns do ano, montamos uma segunda matéria celebrando as 50 melhores músicas, focando essencialmente na composição lírica, na produção e na rendição dos artistas.

Desde a reimaginação rap de “Vegas”, performada pela vencedora do Grammy Doja Cat, até a belíssima e antêmica arena-rock de “Hold My Hand”, música-tema do elogiado ‘Top Gun: Maverick’ assinada pela lendária Lady Gaga, montar nosso ranking não foi um trabalho fácil – e com certeza devemos ter deixado alguma pérola de fora.

Confira nossas escolhas abaixo e conte para nós qual é sua canção favorita:

50. “SNAKES IN THE GRASS”, Dolly Parton

Retornando com força descomunal para o mundo do entretenimento, a icônica Dolly Parton se aventurou na literatura, na música e, futuramente, no cinema com ‘Run, Rose Run’ – e, apesar de nem todas as faixas funcionarem como deveriam, “Snakes In the Grass” emerge como a clássica Dolly que todos aprendemos a amar, mergulhando no cativante country-rock e em uma narrativa atemporal sobre os perigos de confiar em qualquer um.

49. “CANNONBALL”, Avril Lavigne

Desde “Cannoball”, faixa de abertura do novo álbum de Avril Lavigne, somos engolfados em uma vibrante e frenética progressão que fica no ápice praticamente o tempo inteiro; a performer tem plena consciência do que está fazendo e não se importa se você está tendo um dia ruim, entregando tudo de si para mensagens de empoderamento e de libertação que nos arremessam de volta para os anos 2000.

48. “VERSIONS OF ME”, Anitta

Depois da problemática identitária de ‘Kisses’Anitta, que vem se consagrando como uma das maiores performers mundiais da atualidade, retornou com força descomunal com ‘Versions of Me’, uma ode a todas as camadas que passou durante sua carreira. E a faixa-titular, infundida em uma produção irretocável e bastante nostálgica, tem um dos refrãos mais envolventes do ano, incrementado pelo baixo, pelos sintetizadores e pela mixórdia exuberante do synth-pop dos anos 1980 e de sua consecutiva revitalização na passagem dos anos 2000 para os anos 2010.

47. “IT’S ONLY LOVE, NOBODY DIES”, Sofia Carson

As melhores faixas do álbum de estreia de Sofia Carson se concentram na primeira metade, logo de cara com a abertura “It’s Only Love, Nobody Dies”, uma narrativa romântica que fala sobre um relacionamento que pode superar quaisquer obstáculos – e que se finca com fervor nas tendências da década passada, alimentando um apreço significativo pelo balada electro-pop e oscilando entre o minimalismo pré-refrão e a aguardada explosão central, pincelada pelos toques retumbantes e acompanhada por rimas interessantes e que fogem da obviedade lírica.

46. “DON’T GO YET”, Camila Cabello

Com ‘Familia’Camila Cabello parece muito mais confortável dentro de seu escopo artístico,  deixando transparecer uma diversão apaixonante que nos guia por essa jornada incrível e que merece ser apreciada até mesmo por aqueles que não são tão fãs de música latina. E, dentro desse respiro, somos agraciados com a espetacular “Don’t Go Yet”, em que Cabello encarna uma versão modernizada de Gloria Estefan e, dessa maneira, gesta uma das melhores canções de sua carreira.

45. “IMMACULATE”, Years & Years

Em “Immaculate”, uma das canções do álbum ‘Night Call’Olly Alexander (ou, como conhecemos seu ato musical, Years & Years) dá as boas-vindas a um arab-pop que rege um conto de paixão ardente e diabolicamente blasfema, cujas mensagens principais se escondem sob versos como “quando você era meu anjo caído, quase divino” e “só quero sentir aquela batida em meu coração de novo”, arrancando uma rendição impecável de Alexander e emulando os anos 1990 e 2000 com concisão inigualável.

44. “USED TO KNOW ME”, Charli XCX

No mais novo álbum da icônica Charli XCX, ‘CRASH’, somos presenteados com um resumão do que a indústria fonográfica foi capaz de fazer, desde a intensa faixa-titular, que abre de forma irrefreável, até a ode ao electro-house e ao power-pop dos anos 2000 com “Used To Know Me”, pegando elementos emprestados de Steve Angello e Laidback Luke com a memorável “Show Me Love”.

43. “MATILDA”, Harry Styles

Em “Matilda”Harry Styles promove uma desmistificação profunda do conceito de família e de lanços sanguíneos, narrando uma personagem que não foi amada por aqueles que deveriam amá-la e encontrou independência e felicidade ao se afastar deles: “você não deve pedir desculpas por ir embora e crescer” resume com consciência assustadora o que significa se libertar das amarras impostas pela sociedade e perceber que o mais difícil é, por vezes, o caminho a ser seguido.

42. “VIGILANTE SHIT”, Taylor Swift

“Vigilant Shit”, sem sombra de dúvida a faixa mais original de ‘Midnights’ (décimo álbum de Taylor Swift), puxa aspectos de ‘Reputation’ para um electro-synth comedido e uma história de vingança arrepiante (“eu não me visto para mulheres, não me visto para homens; ultimamente, me visto para vingança”), arrancando semelhanças de “Look What You Made Me Do” e pincelando com pulsões à la Charli XCX.

41. “HOT IN IT”, Tiësto feat. Charli XCX

Além de ter lançado o impecável ‘CRASH’ e ter participado da trilha sonora de ‘Morte Morte Morte’Charli XCX se uniu ao icônico DJ Tiësto para uma celebração do dance-pop com a incrível e sensual “Hot In It”. A faixa é destinada essencialmente às pistas de dança e funciona como uma incursão incrível da música eletrônica com um refrão impregnante e uma forte batida que nos impede de ficar parados por muito tempo.

40. “NO ONE DIES FROM LOVE”, Tove Lo

O segundo single de ‘Dirt Femme’, quinto álbum da incrível Tove Lo, não poderia ficar de fora da nossa lista. A produção irretocável da faixa traz o melhor do electropop à tona, seja com a multiplicidade de camadas vocais, seja com o uso pungente dos sintetizadores – escolhas que refletem a habilidade do produtor A Strut e que fala sobre um relacionamento que chegou ao fim da pior forma possível e que, mesmo assim, deixará memórias.

39. “29”, Demi Lovato

Demi Lovato retornou para o mundo da música com o aguardado ‘Holy Fvck’ este ano, abandonando o estilo mais conceitual que vinha apresentando e apostando nas raízes do pop-rock. “29”, facilmente uma das melhores faixas do álbum, choca pela produção comedida e pelos potentes vocais da artista, infundida em uma história de disparidade etária, daddy issues e a tênue linha entre o consentimento e a manipulação.

38. “MY MIND & ME”, Selena Gomez

Selena Gomez se tornou uma das porta-vozes sobre saúde mental e, com o lançamento do documentário ‘Minha Mente & Eu’, aproveitou a oportunidade para retornar ao mundo da música com uma ótima balada pop. Intitulada “My Mind & Me”, a potente canção fala sobre a fragilidade mental da cantora e compositora, caminhando para uma história de superação e fraternidade consigo mesma (eternizada pelo verso “nós não nos damos vem às vezes, e fica difícil respirar”).

37. “MISUNDERSTOOD”, BANKS

A breve faixa “Misunderstood”, da artista BANKS, é uma sinestésica obra-prima que aposta fichas numa produção conceitual, retumbante e guiada pela confluência de estilos que reflete o apreço da cantora e compositora por misturar gêneros conflitantes entre sim – e, ao longo de efêmeros 1:42, ela emplaca uma das melhores música do ano com a fusão entre R&Bpop alternativo.

36. “KOMBI VERSACE”, ROSALÍA

ROSALÍA causou um grande impacto ao retornar ao cenário fonográfico com o aclamado ‘MOTOMAMI’, facilmente um dos melhores álbuns do ano e da década. E, em meio a tantas faixas impecáveis, tivemos a presença da minimalista “Kombi Versace”, que mistura o experimentalismo dos sintetizadores com vocais em falsetto e uma presença demarcada do reggaeton.

35. “HEUTE NACHT”, Maddix

Maddix é provavelmente um nome do qual você nunca ouviu falar – mas que mereceu seu lugar na nossa lista com a desconhecida faixa “Heute Nacht”. O DJ alemão superou todas as expectativas ao entregar um techno conceitual que tem todos os elementos do gênero, incluindo o crescendo que premedita o refrão e uma celebração da vida noturna (“esta noite será incrível”, diz uma robótica voz).

34. “BAD HABIT”, Steve Lacy

Com “Bad Habit”Steve Lacy alcançou o topo da Hot 100 da Billboard e serviu como uma divisora de águas na carreira do cantor e compositor. A faixa foi assinada por Lacy em colaboração a Diana GordonJohn KirbyFoushéeMatthew Castellanos, e trouxe inúmeros elementos a uma construção memorável em R&Blo-fifunk-pop.

33. “PLAN B”, Megan Thee Stallion

Megan Thee Stallion vem quebrando inúmeras barreiras de gênero dentro da configuração do rap e do hip-hop e, depois do aclamado ‘Good News’, retornou com o ótimo ‘Traumazine’. Dentro da produção, temos o single “Plan B”, uma antêmica incursão de empoderamento que fala sobre um problemático relacionamento que a rapper teve no passado.

32. “GOD TURN ME INTO A FLOWER”, Weyes Blood

“God Turn Me Into a Flower” traz uma celebração melancólica do enfrentamento dos problemas, em que a cantora clama por Deus para que ele a transforme em uma flor, um símbolo de força que é associado erroneamente à fragilidade – pois, quando ela cai, ela não se estilhaça como um copo de vidro. Cada nota proferida pelos sintetizadores ou pela multiplicidade de vozes é pensada com exímia cautela, adotando elementos teatrais que nos relembram de Fiona Apple e que se desvencilham de um melodrama desnecessário.

31. “NOBODY LIKE U”, 4*TOWN

Em 2022, a Pixar lançou a animação ‘Red – Crescer é uma Fera’, cuja história acompanha uma jovem garota apaixonada por uma boyband e com o poder de se transformar em panda quando passa por experiências estressantes. É claro que o filme contaria com uma trilha sonora memorável, incluindo a canção “Nobody Like U”, estruturada pelos múltiplos vencedores do Grammy Billie EilishFinneas O’Connell (e uma das cotadas para a próxima edição do Oscar). A faixa pega elementos do pop dos anos 1990 e faz referências nostálgicas a grupos como N*SYNCBackstreet Boys.

30. “LOVE ME MORE”, Mitski

A artista Mitski vem ganhando espaço no cenário fonográfico ano após ano e, em 2022, lançou o elogiadíssimo ‘Laurel Hell’, seu sexto álbum de estúdio. O compilado de originais é uma celebração do synth-pop, do electro-pop e do nu-disco – e a faixa que melhor o representa é a instigante “Love Me More”, lançada como quarto single e que, em uma produção impecável e muito bem pensada, fala sobre a necessidade de ser amada.

29. “TITÍ ME PREGUNTÓ”, Bad Bunny

Bad Bunny fez um estrondo gigantesco ao lançar o álbum ‘Un Verano Sin Ti’ em 2022, trazendo a música latina com mais força para o cenário mainstream americano. “Tití Me Preguntó”, afastando-se das costumeiras incursões do reggaeton, apresentou um novo lado do cantor ao misturar dembowpsychedelia, puxando elementos do dancehall centro-americano e arquitetando uma atmosfera sensual e dançante.

28. “SUMMER RENAISSANCE”, Beyoncé

No aclamado ‘Renaissance – Act I’, nada poderia nos preparar para a estonteante conclusão intitulada “Summer Renaissance”, cujas conhecidas peculiaridades de Beyoncé são interpoladas pela clássica “I Feel Love”, honrando a parceria entre Summer e o imortal pai do disco Giorgio Moroder, em uma expressividade hi-NRG de tirar o fôlego.

27. “HONDA”, FKA Twigs feat. Pa Salieu

“honda” nos chama a atenção por manter-se fiel à identidade da performer e por fornecer um lado mais costumeiro, por assim dizer, permitindo que ela brinque com aspectos como o atabaque, o kissange e o corpo gospel. Além disso, a parceria com o rapper Pa Salieu carrega uma química categórica, reafirmada pelo fraseamento divertido e bastante rítmico de cada verso, que foge das obviedades e nos engolfa em uma aventura aprazível e completa.

26. “BROOKLYN BRIDGE”, Anaïs Mitchell

Em seu álbum de estúdio homônimo, Anaïs Mitchell nos presenteia com a singela e atmosférica “Brooklyn Bridge”, reafirmando-se como uma das storytellers mais potentes da atualidade – e cada palavra suspirada e tecla apertada demonstra uma confiança íntegra e uma sutileza poética que já foram emuladas diversas vezes nos últimos tempos

25. “MAROON”, Taylor Swift

Logo na primeira metade de ‘Midnights’, Taylor Swift entrega inflexões poéticas aplaudíveis e que se configuram como algumas das melhores da carreira da performer“Maroon”, em contraposição à faixa anterior, mergulha na repetição tonal de modo evocativo, nos levando de volta para ‘1989’ e ‘Lover’ (em especial a faixa “The Archer”, que grita synth-dream com todas as forças) e guiada por uma espécie de teoria de cores que dialoga com sensações e com a realidade percebida pela cantora

24. “DAFFODIL”, Florence + the Machine

‘Dance Fever’ marcou o glorioso retorno de Florence + the Machine ao mundo da música – e uma das principais entradas do disco é “Daffodil”, uma mítica peregrinação de autorreflexão, lidando com uma expressividade que se transpõe ao literário e borra a separação entre os tipos de arte (considerando que o alcance sensorial da obra é múltiplo e avança até mesmo para o industrial psicodélico).

23. “YOU KEEP ME CRAWLING”, AURORA

‘The Gods We Can Touch’ é, facilmente, a obra-prima de AURORA, recheada de diversas faixas de tirar o fôlego. Uma das melhores é, sem dúvida, “You Keep Me Crawling”: nesta track, temos o início de uma tendência teatral que viria ser explorada em outras incursões. A progressão é pincelada pela densidade dramática do piano, do violino e da bateria, abrindo espaço para uma rendição espetacular e tocante que discorre sobre um relacionamento tóxico de que o eu-lírico não consegue escapar (Por que eu continuo implorando como o animal? Talvez seja porque eu precise servir alguém).

22. “VEGAS”, Doja Cat

Com “Vegas”, música original da cinebiografia ‘Elvis’Doja Cat nos leva para um clube à la Nova Orleans dos anos 1950, misturando passado e presente em uma divertida releitura da carreira de Elvis Presley, o rei do rock. Doja já mostrou que é uma das grandes vozes da atualidade e, continuando a nos encantar com seus versos pungentes, se diverte como nunca.

21. “FAST TIMES”, Sabrina Carpenter

Em ‘emails i can’t send’, quinto álbum de Sabrina Carpenter, são várias as tracks que nos chamam a atenção – e, sem dúvida, “Fast Times” é uma das que despontam como uma das mais bem arquitetadas, seja pelas inclinações ao post-disco ou pelos elementos do funk setentista que pincelam as estrofes (e isso sem comentar o ótimo videoclipe inspirado em ‘Kill Bill’ e ‘As Panteras’ que Carpenter protagoniza)

20. “FREE YOURSELF”, Jessie Ware

Apesar de não termos sido agraciados com mais um álbum, Jessie Ware não deixou de fazer sua participação em 2022 e lançou o incrível hino de autoaceitação e empoderamento “Free Yourself”. A faixa permitiu que Ware continuasse a explorar sua paixão por incursões dos anos 1980 e 1990 em uma narrativa sobre libertar a si mesmo, guiada pelas notas conhecidas do italo disco, do house e do dance-pop.

19. “THIS HELL”, Rina Sawayama

Rina Sawayama já havia feito um estrondoso barulho quando lançou ‘SAWAYAMA’ em 2020 e, dois anos mais tarde, está pronta para retornar com um aguardado álbum de originais. O primeiro vislumbre de seu novo disco veio sob a forme de “This Hell”, um divertido e ácido rock-pop que usa tiradas geniais e comentários sarcásticos sobre a retrocesso da comunidade para com as minorias – aproveitando para fazer alusões a ícones como Lady DiBritney SpearsParis HiltonWhitney Houston.

18. “ABOUT DAMN TIME”, Lizzo

Já faz três anos desde que Lizzo parou o mundo com o lançamento de seu último álbum de estúdio – mas, atendendo nossas preces, ela está retornando para o cenário musical. O lead single de seu próximo compilado, “About Damn Time”, estende-se para o saudosismo inebriante do final dos anos 1970 e começo dos anos 1980, com um nu-disco absorvido pelo funk-pop, marcado pelas impactantes notas do piano e por um baixo arrepiante – além de uma narrativa de empoderamento própria da identidade da cantora.

17. “4 DA MANHÃ EM SALVADOR”, Baco Exu do Blues

Baco Exu do Blues se envolveu na própria reflexão com ‘QVVJFA?’, lançado em fevereiro deste ano com uma fusão de inúmeros estilos musicais. Aqui, a faixa “4 da manhã em Salvador” fecha esse arco introspectivo e adota um teor mais biográfico, consagrando-se como a canção mais latinizada do álbum (com a presença inesperada do violão) e uma narrativa de superação que denuncia a opressão sistêmica dos não privilegiados.

16. “HOW LONG”, Tove Lo

Depois da nostálgica incursão de ‘Sunshine Kitty’, que merecia mais reconhecimento do que tem, a performer sueca Tove Lo foi escalada para compor e cantar uma das faixas originais da aclamada série adolescente ‘Euphoria’, estrelada por Zendaya. Intitulada “How Long”, o pulsante electro-dark parte da perspectiva de um eu-lírico marcado por tristezas e decepções, declamando sobre um relacionamento tóxico que, na verdade, nunca foi verdadeiro.

15. “BOYFRIEND”, Dove Cameron

Dove Cameron começou a fazer sucesso no Disney Channel e, depois de ter protagonizado a trilogia ‘Descendentes’, começou a investir em peso em sua carreira musical. “Boyfriend”, dessa maneira, representa um divisor de águas em sua discografia, tanto pela sensual rendição, quanto pelo ácido liricismo que remete às incursões iconográficas de Ariana Grande. Além disso, a envolvente produção pega múltiplos elementos e, construindo uma atmosfera dark, parece ter saído de uma trilha sonora da franquia ‘007’.

14. “CAROLINA”, Taylor Swift

Aliando-se novamente a Aaron Dessner, cujo toque especial na produção transmuta a melodia em uma mística aventura recheada de segredos a serem descobertos, Taylor Swift nos carrega a um caudaloso e narcótico rio do qual não queremos sair com ‘Carolina’, música-tema de ‘Um Lugar Bem Longe Daqui’. E, certamente, é a irretocável poética presente na composição, estampada com rimas inteligentes e uma cadência envolvente, que nos relembra do paixão que sentimos por essa artista tão espetacular que conhecemos.

13. “N95”, Kendrick Lamar

Kendrick Lamar voltou em 2022 com mais um projeto espetacular, intitulado ‘Mr. Morale & the Big Steppers’. Uma das faixas que melhor representa as ideias por trás do álbum em questão é “N95”, que continua o projeto de descontruir os engessamentos musicais em uma crítica narrativa em hip-hop que imprime jazzblues e rap, arquitetando enredos de consciência social que nos envolvem desde as primeiras batidas.

12. “ATOPOS”, Björk

Björk escolheu “Atopos” como a faixa de abertura e como lead single  da inesperada obra-prima ‘Fossora’ – e a própria nomenclatura da música já indica o que podemos esperar do álbum. Se você nunca ao menos cruzou caminho com uma canção composta por Björk, digo que nenhuma das escolhas é por acaso e que cada engrenagem pertence a uma macroestrutura que rompe com as barreiras sonoras e expande-se para teoremas filosóficos e análises sociológicas sobre o homem em si e dentro da sociedade.

11. “PURE/HONEY”, Beyoncé

‘Renaissance – Act I’ tornou-se um evento ao finalmente ser divulgado para os fãs de Beyoncé, reiterando, mais uma vez, a versatilidade invejável de uma das maiores artistas da história. E, como já é de se esperar, escolher as melhores músicas dentro deste imaculado e testamentário compilado não é um trabalho fácil; de qualquer forma, é notável como “Pure/Honey” é uma das entradas que nos roubam a atenção por sua construção ostensiva e elegante, pautada no electro-house e neo-disco (que é resumida pelo honrável verso “deve custar um bilhão para parecer tão bem”).

10. “FRANKENSTEIN”, Rina Sawayama

Para cada mínimo e quase imperceptível deslize, Rina Sawayama deu tudo de si para nos presentear com algumas das melhores músicas do ano com o ótimo ‘Hold the Girl’, seu segundo álbum de estúdio oficial. E a faixa-assinatura do compilado veio um pouco depois de seu lançamento oficial, com “Frankenstein” – um mergulho no pop-punk, contando com a assinatura certeira do vencedor do Oscar Paul Epworth e da sempre incrível Lauren Aquilina.

9. “PAPI BONES”, FKA Twigs

No ótimo ‘CAPRISONGS’FKA Twigs continua a explorar sua identidade musical com despreocupação apaixonante – e, nesse processo de contínua autodescoberta, arquiteta a irretocável “papi bones”, uma das melhores entradas do álbum e de sua carreira. Aqui, a cantora e compositora discorre sobre o fervor da paixão, à medida que busca referências nas incursões do afrobeats, do reggae e até o mambo, fomentando uma miscelânea sensual e convidativa.

8. “DREAM GIRL EVIL”, Florence + the Machine

Colaborando com Dave Bailey, vocalista da banda Glass AnimalsFlorence Welch dá vida à narcótica atmosfera de “Dream Girl Evil”, construindo um enredo sarcástico e ácido, revelando a disparidade de gênero em que, quando uma mulher se posa como independente, atrai olhares de desprezo pelos homens: puxando elementos da icônica canção “Freedom!”, de George Michael, Florence abusa de uma retórica com propósito condescendente para com seu interlocutor, perguntando a ele se “eu o desapontei? A mamãe deixou você triste? Eu te faço lembrar de todas as garotas que te deixaram louco?”.

7. “TAKE MY BREATH”, The Weeknd

lead single de ‘Dawn FM’, recente álbum de The Weeknd, veio na forma de “Take My Breath”, uma das melhores canções da carreira do artista. Mantendo um belíssimo diálogo com a clássica “Blinding Lights”, a faixa se lança a um ambicioso projeto que estende ramificações pelo pop psicodélico e pelo disco, fazendo um incrível e desmedido uso de sintetizadores que remontam a Donna Summer com “I Feel Love” e ao lendário pai do discoGiorgio Moroder. Além de uma coesa e soberba produção, somos agraciados com uma evocativa progressão e vocais poderosos que respaldam a sensual narrativa que se desenrola.

6. “HOLD MY HAND”, Lady Gaga

Lady Gaga foi escalada para escrever a música-tema do elogiado ‘Top Gun: Maverick’ e, sem muitas surpresas, a faixa emerge como uma das mais belíssimas entradas de sua gloriosa carreira. Seguindo os passos de “Take My Breath Away”, que comandou o filme original de 1986, a track se volta à estética oitentista e, ao mesmo tempo, se mantém fiel à identidade única da performer, erguendo-se em formosura envolvente e apaixonante, misturando elementos do power-pop e do power-rock em um mergulho ao passado que reafirma o lugar atemporal da artista no cenário fonográfico.

5. “OUT OF TIME”, The Weeknd

‘Dawn FM’ veio acompanhado de uma aclamação crítica aplaudível e representou uma das melhores entradas da elogiada discografia de The Weeknd. E, nesse soberbo álbum, o cantor e compositor foi impulsionado a fazer o que bem entender e inclusive a lançar tendências (como provavelmente veremos nos meses seguintes, em que outros artistas farão um movimento exploratório e metadiegético promovido pelo artista). É nesse espectro que faixas como “Out of Time”, fazendo alusão a nomes como Marvin Gaye e a Michael Jackson, insurge como um belíssimo laço entre passado, presente e futuro.

4. “CHILDREN OF THE EMPIRE”, Weyes Blood

A evocativa “Children of the Empire” é uma explosão instrumental que renega a maximização espetacular, procurando um ponto de encontro entre os arranjos que despontam e a rendição irretocável da performer. A princípio, a profusão de instrumentos pode parecer estranha, oscilando entre sintetizadores robóticos, o dedilhar de cordas e as notas ácidas de um piano (tudo pincelado com um coro gospel que surge no refrão) – mas a mixórdia de sensações é um deleite para os ouvidos, principalmente aliada a versos como “nós não temos mais tempo para ficar com medo” e “filhos do império sabem, sabem que não são livres”.

3. “SAOKO”, ROSALÍA

Com ‘MOTOMAMI’, ROSALÍA lançou seu melhor e mais experimental álbum até hoje, utilizando toda sua criatividade para refletir sobre a própria vida. E um dos singles oficiais da produção vem com “Saoko”, uma investida extremamente conceitual que desconstrói conceitos do reggaeton e do cyberpunk, unindo-os em uma alternância de estilos que não poderia ser feita por mais ninguém além dessa já memorável artista.

2. “ALIEN SUPERSTAR”, Beyoncé

Beyoncé voltou com força total em 2022 ao lançar o aguardado e antecipadíssimo ‘Renaissance – Act I’. O projeto, primeiro capítulo de uma ambiciosa trilogia sonora, já ascendeu ao patamar dos melhores do ano e da década (ao menos na opinião desta que vos fala) e honrou a cultura negra com uma celebração antêmica do house e do disco. E, dentre as várias canções, “Alien Superstar” nos chama a atenção pela produção impecável e pelo caráter explosivo de suas texturas, mergulhando no poder dos sintetizadores, do voguing e dos ballrooms do Brooklyn dos anos 70 e 80 (“olhos em você quando performa, olhos em mim quando eu coloco”)

1. “L’ENFER”, Stromae

É provável que você nunca tenha ouvido de falar de Stromae – mas certamente deveria. O cantor e compositor belga retornou em 2022 com o incrível ‘Multitude’ e, dentro dessa melancólica e expressiva jornada, rendeu-se à melhor faixa do ano até agora – a profunda “L’Enfer”. Movida pelas densas notas de um piano clássico e pela interpolação com urgentes sintetizadores, a canção fala sobre depressão e pensamentos suicidas, enquanto realiza uma compressão niilista sobre o mundo e sobre a vida.

BÔNUS: “GOOD DAYS”, SZA

Quando montamos essa lista, SZA ainda não havia lançado o irretocável álbum ‘SOS’. Para não reestruturarmos o ranking inteiro, resolvemos dedicar uma seção hors concours para a icônica cantora e compositora e colocar “Good Days” como uma das melhores incursões do ano. A faixa traz aspectos do R&B alternativo, do neo-soul e do soul psicodélico, alimentado por uma atmosfera saudosista dos anos 2000 e inclusive conquistando uma indicação ao Grammy de Melhor Música R&B.

‘Jack Ryan’: 4ª e ÚLTIMA temporada ganha cartaz oficial e data de estreia; Confira!

Prime Video divulgou o cartaz e a data de estreia oficiais da 4ª e última temporada de ‘Jack Ryan‘, série estrelada por  John Krasinski (‘Um Lugar Silencioso’).

Os novos episódios serão lançados no dia 30 de junho na plataforma de streaming.

Confira:

Composta por 8 episódios, a terceira temporada mostrará o personagem titular “em fuga e em uma corrida contra o tempo. Jack é acusado em uma grande conspiração e se torna um fugitivo. Agora, caçado por todos os lados, ele é forçado a se esconder para se manter vivo enquanto tenta prevenir um enorme conflito global”.

Vale lembrar que a série já está renovada para a 4ª (e última) temporada!

Criada por Carlton CuseGraham Roland, a série traz o protagonista dos livros de Tom Clancy, mas não é realmente baseada em nenhuma trama escrita pelo autor.

Jack Ryan (Krasinski) é um analista promissor da CIA que segue um padrão de comunicações terroristas, levando à descoberta de uma estratégia intrincada que tem como meta a destruição global.

O elenco ainda inclui Wendell Pierce, John Hoogenakker, Abbie Cornish, Ali Suli, Dina Shih Haaz Sleiman.

‘Patrulha do Destino’: Episódios FINAIS da série já estão disponíveis na HBO Max!

Os episódios finais da 4ª e última temporada de Patrulha do Destino’ já estão disponíveis no catálogo da HBO Max.

Os capítulos de encerramento foram lançados na plataforma de streaming no último dia 12 de outubro.

Relembre o trailer:

Na primeira parte do ciclo final, os protagonistas acabaram presos em uma dimensão chamada Orqwith. Já na mansão, o refrigerador contendo uma criatura perigosa foi deixado acidentalmente aberto.

De acordo com o diretor Bosede Williams, em entrevista ao Entertainment Weekly, os novos episódios irão continuar imediatamente a partir destes ganchos na narrativa: “O criador da série [Jeremy Carver] realmente queria apresentar a dimensão Orqwith para os fãs, porque ela tem sido mencionada desde a primeira temporada.”

Ele completa, Nós sabíamos que essa dimensão devia ser sombria e desorientadora porque os personagens nunca haviam visto algo parecido. Devia ser algo sinistro para realmente tirá-los de sua zona de conforto.”

Apesar do cancelamento, os fãs podem ficar despreocupados, pois o ator Mark Sheppard (‘Supernatural’), intérprete de Willoughby Kipling, disse à Entertainment Weekly que a atração terá um desfecho apropriado em respeito ao público.

“Sinceramente, acho que estávamos preparados para esse cancelamento. O final da 4ª temporada é muito bom. É muito bom como um final para a história em si. O que posso garantir é que tivemos a oportunidade de fazer quatro temporadas de um lindo trabalho. Foi uma alegria e tanto.”

Criada por Jeremy Carver (‘The Exorcist’), ‘Patrulha do Destino‘ é baseada nos quadrinhos da DC Comics.

Os membros da Doom Patrol sofreram acidentes horríveis que lhes deram habilidades sobre-humanas, mas também os deixaram marcados e desfigurados. Traumatizados e oprimidos, a equipe encontrou um propósito através de The Chief, que os reuniu para investigar os fenômenos mais estranhos existentes e proteger a Terra do que eles encontram.

‘Them’: 2ª temporada da série antológica estreia ESTE MÊS no Prime Video!

A 2ª temporada da série antológica de terror ‘Them‘, intitulada ‘Them: The Scare‘, chega este mês ao catálogo do Prime Video.

Os novos episódios serão lançados na plataforma de streaming no dia 25 de abril.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Ambientada em Los Angeles, a história gira em torno de Dawn Reeve, uma detetive que recebe um novo caso: o assassinato bizarro de sua mãe adotiva que deixou até os profissionais mais experientes em choque. Lidando com o caos da cidade, Dawn está determinada a prender o assassino. No entanto, enquanto ela se aproxima da verdade, algo sinistro e malevolente espreita sua família…

A série foi criada por Little Marvin, que também serve como showrunner e produtor.

Deborah Ayorinde retornará como uma nova personagem ao lado de Luke James e Pam Grier. O elenco ainda contará com Joshua J. WilliamsJeremy BobbWayne Knight, Carlito OliveroCharles Brice e Iman Shumpert.

Katy Perry lança videoclipe oficial de “I’m His, He’s Mine”, colaboração com Doechii; Confira!

A icônica popstar Katy Perry lançou o videoclipe oficial de “I’m His, He’s Mine”, terceiro single de 143, seu aguardado sétimo álbum de estúdio.

A faixa é uma colaboração ao lado da artista Doechii e já está disponível nas plataformas de streaming.

Confira:

Lembrando que o compilado de originais também conta com as canções “Woman’s World”“Lifetimes”, com estreia marcada para o dia 20 de setembro.

Confira a tracklist:

1. Woman’s World
2. Gimme Gimme (feat. 21 Savage)
3. Gorgeous (feat. Kim Petras)
4. I’m His, He’s Mine (feat. Doechii)
5. Crush
6. Lifetimes
7. All the Love
8. Nirvana
9. Artificial (feat. JID)
10. Truth
11. Wonder

Lembrando que Perry se apresentará no Rock in Rio, no Palco Mundo, no mesmo dia de lançamento do álbum.

Perry é considerada uma das cantoras de maior sucesso da história com quase 20 milhões de álbuns vendidos, além de ter sido indicada 13 vezes ao Grammy Awards. Seu último compilado de originais, Smile, foi lançado em 2020.

Capitão América | Ranqueamos TODOS os filmes do herói no MCU – incluindo ‘Admirável Mundo Novo’

Capitão América é, sem sombra de dúvida, um dos personagens mais conhecidos do panteão da Marvel Comics e do Universo Cinemático Marvel.

O herói fez sua estreia oficial nos quadrinhos criados por Joe SimonJack Kirby, mais especificamente em 1940 na HQ Captain America Comics #1. Sagrando-se um dos emblemas desse universo em constante expansão, o personagem ganhou sua primeira adaptação em live-action em 1944 com uma coleção de quinze filmes seriados estrelados por Dick Purcell. Porém, não foi até 2011 que ele ganharia sua roupagem mais conhecida pelas mãos de Chris Evans – que, este ano, passou o manto para Anthony Mackie em uma nova e ambiciosa rendição.

Com a recente estreia de Capitão América: Admirável Mundo Novo’ nos cinemas mundiais, chegou a hora de relembrar essa poderosa franquia cinematográfica. Pensando nisso, preparamos uma breve lista ranqueando todos os filmes do herói no MCU.

Veja abaixo e conte para nós qual o seu favorito:

4. CAPITÃO AMÉRICA: ADMIRÁVEL MUNDO NOVO (2025)

Direção: Julius Onah

O grande problema de Capitão América: Admirável Mundo Novo’ é querer ser mais do que consegue – e não, não estou me referindo ao trabalho impecável do elenco. O quarto filme da franquia, e o primeiro que traz Anthony Mackie como o personagem titular, tem um objetivo ambicioso demais para ser levado a sério ao abrir portas para uma mixórdia sem sentido e desnecessariamente complicada entre suspense, drama de conspiração, ação, aventura e comédia, apostando fichas em algo que poderia ter dado muito certo caso o roteiro não fosse insípido e clichê demais.

Mackie faz um ótimo trabalho ao retornar como Sam Wilson e vestir, enfim, o manto do Capitão – trazendo todo o charme do personagem à tona. Harrison Ford é outro astro a ganhar destaque como Thaddeus Ross, o presidente dos Estados Unidos e o infame Hulk Vermelho, divertindo-se como nunca em um papel bem despojado. Porém, o diretor Julius Onah, conhecido por seu trabalho em ‘O Paradoxo Cloverfield’, constrói várias peças soltas que não se encaixam e que deixam inúmeras pontas soltas sem propósito algum – e manchando a grande estreia de Sam Wilson no MCU como o herói.

3. CAPITÃO AMÉRICA: GUERRA CIVIL (2016)

capitão américa guerra civil

Direção: Anthony e Joe Russo

Há quase dez anos, a saga Capitão América chegava aos cinemas com um antecipado terceiro capítulo intitulado ‘Guerra Civil’. Como o nome próprio afirma, a narrativa antecipa o aguardado embate entre o Capitão América/Steve Rogers (Chris Evans) e o Homem de Ferro/Tony Stark (Robert Downey Jr.) após os eventos de ‘Vingadores: Era de Ultron’ – que levou os políticos a criarem formas de controlas os super-heróis, ainda mais considerando as repercussões catastróficas das ações do time. Porém, em meio a ideologias bastante conflituosas, Steve e Tony entram em rota de colisão com seus respectivos aliados.

Dirigido pelos irmãos Anthony e Joe Russo (que ficariam responsável por ‘Vingadores: Guerra Infinita’‘Vingadores: Ultimato’), o filme é um grande espetáculo visual e técnico que conta com performances de tirar o fôlego e consegue navegar entre temas bastante interessantes e pertinentes à própria narrativa. Porém, apesar dos acertos falarem mais alto, o longa soa um tanto esquecível em meio a outras produções do MCU e insurge mais como filler do que como uma história, de fato, marcante.

2. CAPITÃO AMÉRICA: O PRIMEIRO VINGADOR (2011)

capitão américa

Dirigido: Joe Johnston

Em 2011, o público conhecia a icônica história de origem de um dos super-heróis mais famosos de todos os tempos: Capitão América. No longa-metragem homônimo, que trouxe Joe Johnston (‘Jumanji’, ‘O Lobisomem’) à cadeira de direção em um trabalho memorável e aplaudível, acompanhamos Steve Rogers, um jovem que participa de experiências visando a criação do supersoldado americano. Quando os oficiais militares conseguem transformá-lo em uma arma humana, eles percebem que não podem arriscar a vida do jovem nas batalhas de guerra.

O filme sagrou-se um sucesso crítico e comercial, e não foi por menos: além de introduzir oficialmente o personagem ao MCU, Johnson comandou essa incrível adaptação com “fogo nos olhos”, por assim dizer, apostando fichas em um espetáculo visual e narrativo do começo ao fim. Para além da performance irretocável de Evans, o projeto também contou com a bem-vinda presença de nomes como Hugo WeavingTommy Lee JonesHayley Atwell, todos desfrutando de uma química invejável nas telonas.

1. CAPITÃO AMÉRICA: O SOLDADO INVERNAL (2014)

capitão américa o soldado invernal

Direção: Anthony e Joe Russo

Depois do fim da Fase 1 do MCU com ‘Vingadores’, a Fase 2 do panteão super-heroico teve um início conturbado com o lançamento de ‘Homem de Ferro 3’ – o primeiro título da Marvel Studios a, de fato, dividir tanto o público quanto a crítica, ainda mais quando comparado aos dois capítulos anteriores da trilogia. Assim, Joe e Anthony Russo tiveram um trabalho árduo para reconquistar a confiança dos fãs – e dessa forma o fizeram com a estreia de Capitão América: O Soldado Invernal’.

O filme não é considerado apenas a melhor entrada da saga do Capitão América, mas um das melhores adaptações de HQs da história do cinema – estando no mesmo calibre que ‘Homem-Aranha 2’, por exemplo. Acertando todas as notas com fluidez e comprometimento impressionantes, a trama se passa após os eventos catastróficos em Nova York com os Vingadores e traz o Capitão América tentando se ajustar ao mundo moderno. Porém, quando um colega é atacado, ele se vê preso em uma rede de intrigas que ameaça colocar o mundo em risco. Em parceria com a Viúva Negra e Falcão, seu novo aliado, o Capitão América tem que enfrentar um misterioso e inesperado inimigo: o Soldado Invernal.

Emmy Awards 2025 | Kathy Bates faz HISTÓRIA ao ser indicada à premiação por ‘Matlock’

A série ‘Matlock‘, estrelada pela Kathy Bates (‘American Horror Story’), ganhou momento significativo com os inúmeros elogios à atriz – que, inclusive, fez história durante a cerimônia de indicados à 77ª edição do Emmy Awards.

Bates conquistou uma nomeação à cadeira de Melhor Atriz em Série de Drama por seu aplaudido trabalho e, com isso, tornou-se a atriz mais velha a realizar o feito, com 77 anos de idade.

Bates tem grandes chances de vencer a estatueta, considerando sua vitória no Critics Choice Awards por sua performance. Os vencedores serão revelados no dia 14 de setembro.

Criada por Jennie Snyder Urman (‘Jane the Virgin’), a série serve como um reboot do clássico homônimo de 1986.

Na trama, após alcançar sucesso em seus anos mais jovens, a brilhante septuagenária Madeline Matlock (Bates) volta a trabalhar em um prestigiado escritório de advocacia, onde usa seu comportamento despretensioso e táticas astutas para ganhar casos e expor a corrupção interna. Inspirado na clássica série de televisão de mesmo nome.

O elenco ainda contará com Skye P. Marshall, Jason Ritter, David Del Rio e Leah Lewis.

Jornada ÉPICA nas cenas inéditas de ‘O Cavaleiro dos Sete Reinos’, próximo spin-off de ‘Game of Thrones’

A HBO divulgou uma prévia com seus principais lançamentos para 2026 e aproveitou para revelar cenas inéditas de ‘O Cavaleiro dos Sete Reinos‘ (A Knight Of The Seven Kingdoms), nova série derivada de ‘Game of Thrones‘.

A produção será lançada oficialmente no dia 19 janeiro na emissora e no catálogo da HBO Max.

Confira, a partir de 00:33:

 

Na trama, um século antes dos eventos da série original, dois heróis improváveis percorreram Westeros… um jovem, ingênuo mas corajoso cavaleiro, Ser Duncan, o Alto, e seu diminuto escudeiro, Egg. Ambientado numa época em que a linhagem Targaryen ainda detém o Trono de Ferro, e a memória do último dragão ainda não passou da memória viva, grandes destinos, poderosos inimigos e perigosas aventuras aguardam esses amigos improváveis e incomparáveis.

Vale lembrar que ‘O Cavaleiro dos Sete Reinos’ já está renovada para a 2ª temporada!

Edward Ashley (Ser Steffon Fossoway), Henry Ashton (Daeron Targaryen), Youssef Kerkour (Steely Pate), Daniel Monks (Ser Manfred Dondarrion), Shaun Thomas (Raymun Fossoway), Tom Vaughan-Lawlor (Plummer) e Danny Webb (Ser Arlan de Pennytree) fazem parte da série pré-sequência.

Peter ClaffeyDexter Sol AnsellFinn BennettBertie CarvelTanzyn CrawfordDaniel IngsSam Spruell também integram o elenco.

Sarah Adina SmithOwen Harris dirigem os seis episódios da atração.

Kesha lança videoclipe oficial do single “ORIGAMI!”; Assista!

A popstar indicada ao Grammy Kesha lançou hoje (21) o videoclipe oficial de seu mais recente single, “ORIGAMI!”.

A faixa, que chegou às plataformas de streaming no começo do mês, funciona como música solta e foi produzida de maneira independente pela artista e por Kyle Buckley.

Ouça:

Lembrando que o último compilado de originais de Kesha foi o elogiado ‘.’, que conta com onze faixas, incluindo as canções“JOYRIDE”“DELUSIONAL”“YIPPEE KI YAY”.

Kesha ganhou fama em 2009 com o single “Right Round”, que alcançou o primeiro lugar da Hot 100 da Billboard. Seus álbuns Animal (2010) e Rainbow (2017) também fizeram enorme sucesso ao atingir o #1 da Billboard 200, enquanto Warrior (2012) e High Road (2020) entraram para o Top 10.

Em 2018, Kesha conquistou duas indicações ao Grammy, nas categorias de Melhor Álbum Pop Vocal por RainbowMelhor Performance Pop Solo pela canção “Praying”.

Fã deixa memorial fúnebre para o Homem-Aranha após fim do acordo entre Marvel e Sony

Após toda a polêmica envolvendo o fim do acordo entre a Sony e a Marvel Studios sobre o futuro do ‘Homem-Aranha‘, um fã deixou um memorial fúnebre para o personagem na entrada da D23, a convenção da Disney.

A imagem foi compartilhada no perfil do Twitter do jornalista Brandon Davis, do Comic Book, e mostra uma foto de Tom Holland cercada por flores e velas, com a seguinte mensagem:

“Eu pertenço à Marvel, não à Sony!”

Confira:

“Há um memorial para o Homem-Aranha do lado de fora da D23.”, escreveu Davis.

Segundo o TVO, um novo acordo entre os estúdios parece estar em andamento, prevendo 7 novos filmes do Aranha estrelados por Tom Holland.

Três desses filmes iriam compor uma nova trilogia, enquanto as outras produções seriam participações nos próximos filmes dos ‘Vingadores‘ – os quais o herói deve ter maior destaque, além de se tornar amigo do Johnny Storm (o Tocha Humana do ‘Quarteto Fantástico‘).

A segunda trilogia de sua franquia solo acompanharia Peter na faculdade, onde o herói conheceria a Firestar e o Homem de Gelo, dos X-Men – que seria parcialmente baseada na animação ‘Homem-Aranha e Seus Amigos‘.

Em termos de negócios, a Marvel teria controle criativo e seria cofinanciadora de todos os filmes do ‘Homem-Aranha‘, recebendo 30% dos lucros (foi reportadamente anteriormente que o acordo foi quebrado porque a Disney havia pedido 50%).

Além disso, a Marvel também controlaria os spin-offs do Aranhaverso, apresentando oficialmente o ‘Venom‘ ao MCU. Por sua vez, a Marvel daria permissão à Sony de desenvolver séries live-action baseadas no Aranhaverso (pois a Sony só tem os direitos dos filmes e precisa de permissão da Disney para produções para a TV).

Por fim, a Sony Pictures será responsável pela distribuição dos filmes do Aranha, mas a Disney terá direitos exclusivos para seu serviço de streaming e emissoras afiliadas.

Por enquanto, trate as informações apenas como um rumor. Novas informações devem surgir durante o painel da Marvel, na D23.

O conflito inicial se deu após a Marvel pedir 50% do lucro dos filmes do aracnídeo e controle de outros personagens, como o Venom e a Gata Negra. Antes, o estúdio recebia apenas 5% de comissão das bilheterias.

A Sony publicou uma carta afirmando estar “desapontada” pelo fato de Kevin Feige, presidente da Marvel Studios, não estar mais envolvido na produção do próximo capítulo do ‘Homem-Aranha’.

Confira:

“Muitas das notícias de hoje sobre o Homem-Aranha descaracterizaram as recentes discussões sobre o envolvimento de Kevin Feige na franquia. Nós estamos desapontados, mas respeitamos a decisão da Disney de não querer que ele continue como o produtor líder do nosso próximo live-action do Homem-Aranha. Nós esperamos que isso mude no futuro, mas entendemos que muitas das responsabilidades que a Disney o deu – incluindo todas as novas propriedades adquiridas pela Marvel – não permitem que ele tenha tempo o bastante para trabalhar em um projeto que o estúdio não detém os direitos. Kevin é incrível e somos gratos por sua ajuda e orientação e apreciamos o caminho que ele nos ajudou a traçar, no qual continuaremos”.

De qualquer forma, resta torcer para que a Sony dê continuidade as aventuras do Cabeça de Teia agora que o personagem finalmente se encontrou nas telonas.

Assista nossa crítica sobre ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘.

‘Liga da Justiça’: Zack Snyder revela imagem inédita de personagem removido do filme; Confira!

Em seu perfil do Vero, o diretor Zack Snyder divulgou uma imagem inédita ‘Liga da Justiça apresentando Orion Lee como Ryan Choi, cientista conhecido nos quadrinhos como a nova versão do Átomo.

Confira:

Infelizmente, a versão dirigida por Joss Whedon não teve a presença de Choi, já que seu nome foi apenas mostrado como um easter-egg nos laboratórios de Silas Stone (Joe Morton).

No Snyder Cut, Choi deve trabalhar com Silas para desvendar os mistérios da tecnologia alienígena que ajuda a salvar a vida de Victor Stone (Ray Fisher), transformando-o no Ciborgue.

Confira as imagens promocionais do Snyder Cut:

‘Supergirl’: Elizabeth Tulloch explica como foi escolhida para interpretar Lois Lane

Falta apenas uma semana para estreia de ‘Superman & Lois‘, e a atriz Elizabeth Tulloch contou aos fãs como foi escolhida para interpretar a icônica jornalista introduzida no CWVerse em ‘Supergirl.

Durante uma entrevista para o Den of Geek, a estrela relembrou a época em que se inscreveu para os testes de elenco e explicou como se destacou das demais candidatas ao papel.

Na audição, elas reproduziram uma cena excluída de ‘Superman 2‘ (1980), na qual Lois (Margot Kidder) atira em Clark para provar que ele é o Homem de Aço.

“Eu li o roteiro várias vezes e quis fazer algo diferente. No texto, parece uma cena bem dramática e séria… E foi assim que as outras atrizes interpretaram, mas eu fiz disso algo cômico. Acho que esse foi meu diferencial.”

Ela continuou:

“Depois que fui escolhida, elogiaram meu improviso porque foi uma surpresa e tanto. Eu meio que dei uma alegria à cena, até pulei de felicidade quando Lois descobre que Clark é o Superman.”

Falando em Superman & Lois’, parece que a atração já está fazendo um grande sucesso entre a crítica internacional.

No Rotten Tomatoes, a série abriu com nada menos que 89% de aprovação, com nota 7.58/10 baseada em 9 reviews até o momento, recebendo elogios pelo roteiro e pela dinâmica produção.

Confira as críticas abaixo:

“O tom de Superman & Lois’ é algo entre ‘Smallville’‘Homem de Aço’ de várias formas. É certamente um animal por conta própria, e é melhor por isso” – ComicBook.com.

“Saindo de Smallville Gazette, aqui estão as notícias de hoje: Superman & Lois’ funciona” – TVLine.

Superman & Lois’ tem todas as nuances difíceis no lugar certo” – The Lamplight Review.

“[A série] é bem mais divertida do que sugere seu genérico título” – IGN Movies.

“A série da DC mais recente da The CW voa mais alto que o restante, uma versão mais pé no chão e madura do Superman – mas ainda recheada de ação” – Beyond the Trailer.

Lembrando que a série estreia oficialmente no dia 23 de fevereiro.

Criada por Greg BerlantiTodd Helbing, a série faz parte do Arrowverse, que atualmente inclui ‘The Flash‘, ‘Supergirl‘, ‘Legends of Tomorrow‘, ‘Raio Negro‘ e ‘Batwoman‘.

Anos após enfrentarem vilões megalomaníacos, monstros caóticos em Metrópolis e invasores alienígenas que desejavam varrer a raça humana da face da Terra, o super-herói mais famoso do mundo, o Homem de Aço (também conhecido como Clark Kent), e a jornalista mais famosa dos quadrinhos, Lois Lane, enfrentam um dos maiores desafios de todos os tempos: lidar com o estresse, as pressões e as complexidades que surgem em ser pai nos dias de hoje.

Além desse complicado trabalho de criar dois meninos, Clark e Lois também se preocupam com o fato dos filhos Jonathan e Jordan poderem herdar os superpoderes kriptonianos do pai à medida que crescem. Retornando a Smallville para resolver algumas situações, o casal também se reencontra com Lana Lang, antiga namorada de Clark, e seu marido Kyle Cushing. Os adultos não são os únicos a cruzarem com antigas amizades, visto que os jovens membros da família Kent se reencontram com a filha rebelde de Lana e Kyle, Sarah.

Claro, nunca há um momento de paz na vida de um super-herói, especialmente com o pai de Lois, o General Samuel Lane, procurando por Superman para banir um vilão ou salvar o dia a qualqer momento. Enquanto isso, o retorno do casal para a idílica Smallville é acompanhado da aparição tanto de um estranho misterioso quanto de um magnata apaixonado chamado Morgan Edge.

Tyler Hoechlin (‘Teen Wolf’) e Elizabeth Tulloch (‘Grimm’) estrelam. O elenco ainda conta com Emmanuelle ChriquiInde NavarretteErik ValdezJordan ElsassAlexander GarfinDylan Walsh.