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Jason Momoa quer estrelar filme SOLO do Lobo, mas com uma CONDIÇÃO

Em entrevista ao Collider, Jason Momoa (‘Aquaman’) revelou que adoraria estrelar um filme solo do Lobo, que será introduzido no aguardado live-action da ‘Supergirl‘.

O ator, no entanto, deixou claro que só tem interesse em um projeto com alta classificação etária.

“Eu quero muito [estrelar um filme solo do Lobo]. E eu prometo – preciso apenas deixar isso bem claro – que não tenho interesse em fazer um filme do Lobo com baixa classificação etária. Então, o Lobo vai fazer parte de outros filmes? Se me quiserem, estarei lá. Mas se quiserem fazer um filme solo dele, não farei a menos que seja para maiores (R).”

Anteriormente, o diretor Craig Gillespie (‘Cruella’) aclamou o desempenho do ator no papel do Último Czarniano: “Fiquei muito animado por tê-lo no elenco. Não consigo imaginar outra pessoa no papel, mas existe uma pressão enorme. Fizemos milhões de perguntas para garantir que prestaríamos homenagem à versão original do personagem.”

Vale lembrar que ‘Supergirl‘ chegará aos cinemas nacionais no dia 25 de junho.

Estrelando Milly Alcock no papel da “Mulher do Amanhã”, o filme promete uma abordagem distinta e ambiciosa para uma das personagens mais poderosas da editora, servindo como uma peça fundamental para a expansão da cronologia liderada por James Gunn.

Rio de Janeiro receberá Milly Alcock para a turnê global de ‘Supergirl’

A direção ficará por conta de Craig Gillespie, conhecido por seu trabalho em ‘Cruella’ e ‘Eu, Tonya’. O roteiro é assinado por Ana Nogueira.

O elenco também conta com Eve Ridley (‘Ruthye’), Matthias Schoenaerts (‘Krem’), David Krumholtz (‘Zor-El’) e Emily Beecham (‘Alura In-Ze’).

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‘O Agente Noturno’: Luciane Buchanan tem RETORNO confirmado na última temporada

De acordo com o Deadline, Luciane Buchanan (‘A Morte do Demônio: Em Chamas’) retornará na 4ª (e última) temporada de ‘O Agente Noturno‘ (The Night Agent).

A atriz reprisará seu papel como Rose Larkin, das duas primeiras temporadas.

“Quando conversei com ela sobre sua saída após a segunda temporada, fui muito claro: ‘Olha, isso não significa necessariamente o seu fim na série. E pode muito bem chegar o momento em que eu ligue e implore para você voltar, seja para uma temporada inteira, seja para um ou dois episódios, o que for’,” havia declarado anteriormente o showrunner Shawn Ryan.

As filmagens do ciclo final estão acontecendo atualmente, em Los Angeles.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Criada por Shawn Ryan, a série é baseada no livro homônimo de Matthew Quirk.

Na trama, ao atender uma ligação de emergência, um agente do FBI se vê no centro de uma conspiração letal, envolvendo espionagem na Casa Branca.

O elenco conta com Gabriel Basso, Luciane Buchanan, Fola Evans-Akingbola, Eve Harlow, Enrique Murciano, Phoenix Raei, D.B. Woodside e Hong Chau.

‘Michael’ desbanca ‘Bohemian Rhapsody’ e se torna a MAIOR cinebiografia musical da HISTÓRIA

Sucesso! De acordo com o Deadline, ‘MICHAEL‘ já arrecadou US$ 911.9 milhões nas bilheterias mundiais.

O longa conseguiu quebrar o recorde de maior arrecadação da história para uma cinebiografia musical, desbancando ‘Bohemian Rhapsody‘ (US$911M).

Além de representar a segunda maior arrecadação do ano – atrás apenas de ‘Super Mario Galaxy‘ (US$1B) –, o filme também se tornou a maior arrecadação global da história da Lionsgate, superando sucessos como ‘Crepúsculo‘ e ‘Jogos Vorazes‘.

Nos EUA, o longa soma US$ 358.6 milhões. Internacionalmente, foram US$ 553.3 milhões através de 83 territórios.

O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com a Reino Unido (US$68.1M), França (US$54.5M), Alemanha (US$34.3M), Brasil (US$32.2M) e México (US$30.7M).

‘Michael’: Filme originalmente abordaria acusações de abuso e investigações policiais

Apesar de ter dividido a opinião dos críticos – com 39% de aprovação no Rotten Tomatoes –, a cinebiografia conquistou os espectadores, recebendo uma nota A- no CinemaScore e alcançando impressionantes 97% de aprovação do público no RT.

‘Michael’: Rei do Pop quase ganhou cinebiografia inusitada sob o olhar de Bubbles, o famoso chimpanzé do astro

Dirigido por Fuqua e realizado em colaboração com o espólio do cantor e compositor, o filme foca na trajetória de Jackson desde a infância no Jackson 5 até o fenômeno global da turnê Bad, em 1988.

‘Michael’: Cinebiografia sobre o rei do pop é MASSACRADA pela crítica internacional; Confira!

Crítica 1 | ‘Michael’ – Antoine Fuqua constrói uma singela carta de amor a Michael Jackson com a cinebiografia

Crítica 2 | ‘Michael’ é uma embalagem bonita para uma caixa VAZIA. Para alguns, isso basta…

Dirigido por Antoine Fuqua (‘Dia de Treinamento’, ‘O Protetor’), o filme propõe um retrato cinematográfico profundo sobre a vida e o legado de Michael Jackson. A trama vai além dos palcos, acompanhando a jornada do artista desde a descoberta de seu talento precoce como líder dos Jackson Five até sua transformação em um visionário global, impulsionado pela busca incessante de se tornar o maior artista do mundo.

O roteiro, assinado pelo três vezes indicado ao Oscar John Logan (‘Gladiador’, ‘O Aviador’), oferece ao público um lugar na primeira fila para observar a vida de Michael fora dos holofotes, alternando com as performances mais emblemáticas do início de sua fase solo.

A cinebiografia marca a estreia de Jaafar Jackson no cinema, assumindo o desafiador papel de seu tio. O elenco principal conta ainda com nomes de peso da indústria: Colman Domingo, Nia LongMiles TellerLaura Harrier e Juliano Krue Valdi.

A produção executiva está sob o comando do vencedor do Oscar Graham King (‘Bohemian Rhapsody’), em parceria com John Branca e John McClain, figuras ligadas diretamente ao espólio de Michael Jackson e responsáveis por projetos como This Is It’.

‘A Bruxa de Blair’: Atriz do longa original explica por que RECUSOU participar do reboot

Após a Lionsgate e a Blumhouse anunciarem o desenvolvimento de um novo filme da franquia ‘A Bruxa de Blair‘, muitos fãs ficaram empolgados com o retorno dos atores originais Michael C. Williams e Joshua Leonard – que estarão envolvidos como produtores executivos do novo capítulo.

No entanto, a ausência da atriz Heather Donahue não passou batida.

Agora, a artista quebrou o silêncio e explicou o por que não participará do reboot ao lado dos ex-colegas de elenco: “Parece haver alguma confusão proposital sobre meu envolvimento no reboot. Quero esclarecer que não estou participando [do projeto]. Recebi uma proposta que, para mim, levantou questões complicadas a longo prazo sobre direitos, uso futuro da identidade e da voz por meio de tecnologias, a capacidade de me expressar livremente e a compensação. No fim das contas, não me senti confortável em assinar o acordo. Desejo sinceramente tudo de bom a todos os envolvidos. Mas preservar minha autonomia era mais importante para mim.”

A trama do novo seguirá uma família em uma viagem de acampamento que desaparece após ouvir barulhos estranhos na floresta.

O próximo capítulo da franquia promete “explorar a mitologia e o legado da saga para uma nova geração”.

O projeto já está em desenvolvimento ativo e contará com o comando de Dylan Clark, conhecido por seu trabalho na franquia ‘Planeta dos Macacos‘. O roteiro fica por conta de Chris Devlin (O Massacre da Serra Elétrica), que também está passando por revisões do próprio diretor — um indicativo de que o estúdio busca uma abordagem mais refinada e alinhada com o terror contemporâneo.

Lançado em 1999, A Bruxa de Blair se tornou um marco absoluto do terror independente, popularizando o estilo found footage e arrecadando quase US$ 250 milhões mundialmente com um orçamento minúsculo. Desde então, a franquia ganhou continuações e tentativas de reboot, mas nenhuma conseguiu repetir o impacto cultural do original — algo que a Lionsgate claramente pretende mudar com essa nova abordagem mais “respeitosa” e conectada às suas origens.

Jason Blum irá trabalhar ao lado do produtor Roy Lee, que também havia assumido o cargo no capítulo mais recente da saga, ‘Bruxa de Blair‘ (2016).

“Tive a oportunidade incrível de colaborar com o Jason Blum diversas vezes no decorrer dos anos. Nós forjamos um relacionamento sólido com ‘Uma Noite de Crime’ enquanto eu trabalha na Universal Pictures. Não há produtora melhor para colaborar neste gênero do que a Blumhouse,” declarou Adam Fogelson, presidente da Lionsgate Motion Picture Group. “Estamos animados em anunciar essa parceria em um novo filme da franquia ‘A Bruxa de Blair’, que será reintroduzida a uma nova geração.” 

Em 2016, ‘Bruxa de Blair‘ foi lançado como uma sequência direta do filme original. Apesar de não ter sido um fracasso, o terror não foi o sucesso esperado pelo estúdio. O longa arrecadou moderados US$ 45.1 milhões, a partir de um orçamento de apenas US$ 5 milhões.

Em contrapartida, a produção amargou apenas 37% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Jesse Eisenberg RECUSOU retornar na sequência de ‘A Rede Social’, revela diretor

Em entrevista ao Vanity Fair, o diretor e roteirista Aaron Sorkin (‘Os 7 de Chicago’) revelou que Jesse Eisenberg recusou reprisar seu papel como Mark Zuckerberg na sequência de ‘A Rede Social‘, intitulada ‘The Social Reckoning‘ (O Acerto de Contas Social, em tradução livre).

Ele declarou que o ator não queria mais ser associado ao CEO do Facebook.

“Senti que o papel pertencia a ele, que certamente já tinha experencia, mas ele simplesmente não queria mais ser associado ao Mark Zuckerberg. Ele tem seus problema com aquele cara. Ele não gosta quando as pessoas chegam nele em aeroportos com cartão de negócios para ele assinar.”

Sobre o Jeremy Strong (‘Succession’) ter assumido o papel, o cineasta declarou: “Ele apareceu no primeiro dia de gravação e, quando disse ‘bom dia’ para mim, ele já estava falando como o Mark.”

Vale lembrar que o novo filme será lançado nos cinemas nacionais no dia 8 de outubro.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Jeremy Strong estrelará oficialmente como Mark Zuckerberg, substituindo Jesse Eisenberg.

O elenco ainda contará com Mikey MadisonJeremy Allen WhiteBill Burr, Wunmi MosakuAidan LapreteKelley PereiraNelson Franklin.

‘A Rede Social’: Brenda Song revela que enfrentou a Disney por papel no filme: “Mudou minha vida”

Enquanto o drama aclamado de 2010 explorava a criação do Facebook (agora Meta), esta nova produção, desenvolvida com base na série de artigos “The Facebook Files” de Jeff Horwitz no The Wall Street Journal, focará nos efeitos negativos da rede social.

O filme abordará como os relatórios internos da Meta apontavam os malefícios que a plataforma causava em adolescentes e crianças, seu conhecimento sobre a disseminação de desinformação que gerava violência, e sua contribuição para a insurreição violenta de 6 de janeiro de 2021 no Capitólio dos EUA.

O roteirista Aaron Sorkin, que também irá dirigir a continuação, buscou por anos o “ângulo certo” para dar prosseguimento à história, encontrando nova inspiração após os eventos de 6 de janeiro. Fontes indicam que o projeto é mais um acompanhamento do que uma continuação direta do original.

‘A Rede Social’: Mark Zuckerberg compra camiseta original usada por Jesse Eisenberg no filme

As filmagens estão previstas para começar ainda este ano, em Vancouver.

O novo projeto está em desenvolvimento com produção de Todd Black, Peter Rice, Sorkin e Stuart Besser.

‘A Rede Social’: Dakota Johnson relembra experiência de contracenar com Justin Timberlake

Ator de ‘Adultos’ recusa papel na 2ª temporada de ‘Heated Rivalry’: “Não deu certo”

Em entrevista ao CBS Mornings, Jack Innanen (‘Adultos’) revelou ter recebido um convite para integrar o elenco da 2ª temporada de ‘Heated Rivalry‘.

Infelizmente, o ator teve que recusar a proposta por causa de “conflitos na agenda”.

“Acho essa série incrível, mas não [minha participação na segunda temporada] não deu certo. Eu amo o Jacob Tierney e todos os envolvidos. Estou muito animado para ver o que eles irão fazer no próximo ciclo.”

Anteriormente, o artista havia até feito campanha para interpretar o personagem Troy Barrett: “Sou perfeito para essa série porque estou disposto a fazer qualquer coisa – e eu jogo hockey.”

‘Heated Rivalry’: Segunda temporada ganha previsão de estreia para 2027

Heated Rivalry – Rivalidade Ardente’ está disponível no catálogo do HBO Max.

“Shane Hollander e Ilya Rozanov são estrelas rivais do hóquei no gelo que mantêm um romance secreto há anos. Entre a competição feroz no gelo e a busca pela glória, os dois lutam para equilibrar a carreira profissional com os sentimentos profundos que os conectam”, diz a sinopse.

O elenco principal, liderado por Hudson Williams e Connor Storrie, conta também com François Arnaud, Robbie G.K., Christina Chang, Dylan Walsh, Nadine Bhabha, Sophie Nélisse e Ksenia Daniela Kharlamova.

‘Lilo e Stitch 2’: Diretor da animação original assumirá o comando da SEQUÊNCIA live-action

De acordo com o The Hollywood Reporter, Chris Sanders (‘Robô Selvagem’) assumirá o comando da sequência live-action de ‘Lilo & Stitch‘.

O cineasta codirigiu e corroteirizou a animação original de 2002.

Ele também é responsável pela dublagem do Stitch, tanto na animação quanto no live-action.

As filmagens estão programadas para o segundo semestre deste ano.

Vale lembrar que o novo longa já tem data marcada para chegar aos cinemas: 26 de maio de 2028.

A renovação da franquia já era aguardada pela indústria, dado o desempenho comercial que colocou o primeiro filme entre as maiores arrecadações de 2025. Embora os detalhes da trama ainda sejam mantidos em sigilo, o estúdio não confirmou se o roteiro será uma adaptação direta da animação de 2005, Lilo & Stitch 2: Stitch Deu Defeito’, ou se seguirá por um caminho completamente original.

Na animação original de 2005, a história foca em uma falha no sistema molecular de Stitch, que começa a ter comportamentos destrutivos, forçando Lilo e o Dr. Jumba a correrem contra o tempo para salvá-lo. Resta saber se o tom emocional e as questões científicas do “defeito” de Stitch serão o motor do novo filme em live-action.

Lilo & Stitch’ está disponível no Disney+.

10 séries para assistir com amigos e criar teorias mirabolantes!

Já imaginou maratonar algumas séries com seus amigos em que, a cada novo episódio, segredos são revelados e diversas teorias aparecem em suas reflexões? Algumas obras seguem por essa estrada, deixando você e sua turma com os olhos atentos a cada nova descoberta. Para você que busca uma experiência assim, dê uma olhada na lista abaixo:

 

Lost (Disney Plus)

Um dos mais impactantes seriados de todos os tempos mostrou a saga de um grupo de pessoas de diversos lugares que sofrem um acidente de avião e conseguem abrigo em uma ilha repleta de mistérios. Criada por J.J. Abrams, Jeffrey Lieber e Damon Lindelof esse projeto marcou uma geração de fãs de séries que repercutem o desfecho até hoje.

 

Paradise (Disney Plus)

Com uma forma criativa e concisa de apresentar sentimentos e dilemas em torno do fim do mundo – e também no declínio das relações sociais – chegou nesse início de 2025 na Disney Plus o surpreendente seriado Paradise. Criado pelo excelente roteirista Dan Fogelman, que já tinha deixado sua marca com a aclamada This is Us, esse seu novo projeto atrai o público com reviravoltas, mistérios e camadas que se abrem aos montes nos levando para uma jornada empolgante através de personagens enigmáticos.

 

Silo (Apple Tv)

Ficção científica lançada na Apple Tv Plus, Silo nos leva para uma reflexão sobre a sobrevivência em um futuro distópico onde pessoas vivem em um lugar controlado por regras e repleto de restrições. Baseado na obra do escritor norte-americano Hugh Howey.

 

O Eternauta (Netflix)

Sempre renovando uma amizade de quase 40 anos, quatro amigos se reúnem toda sexta-feira para jogar truco. Num desses dias, algo estranho acontece. Ao perceberem estar sob uma misteriosa e mortal nevasca, Juan Salvo (Ricardo Darín) e o restante do grupo precisarão encontrar soluções para sobreviver quando os perigos se mostram presentes. Conforme os dias passam começam a entender que uma invasão aconteceu e nada será como antes.

 

Dark (Netflix)

O tempo sendo associado ao ato de amar em tempos em que o esquecimento é o grande vilão da nossa realidade. Criado pelo cineasta suíço Baran bo Odar e pela cineasta alemã Jantje Friese, Dark chegou ao catálogo do poderoso streaming Netflix sem muito ‘oba oba’. Bastou os espectadores irem aos poucos terminando a primeira temporada para o burburinho positivo começar. Muito bem amarrada, com começo meio e fim estrategicamente bem desenvolvidos, com uma montagem de elenco espetacular, a produção alemã se tornou um fenômeno cult em pouco tempo.

 

Ruptura (Apple Tv)

Na trama, criada por Dan Erickson, conhecemos Mark (Adam Scott), um funcionário de uma misteriosa e poderosa empresa chamada Lumen. Ele acaba de ser colocado como líder de uma equipe de funcionários que aceitaram serem submetidos a uma situação onde suas memórias foram divididas entre o seu trabalho e sua vida fora dele. Basicamente: quando eles estão no trabalho não lembram de nada do mundo fora dali, e quando eles estão em suas respectivas casas, não lembram de nada do trabalho. Até que um dia, um ex-colega deles, que conseguiu sair dessa situação, acaba fazendo contato com o Mark de fora do trabalho. A partir disso, o drama vira um misterioso labirinto de descobertas convergindo nas duas realidades.

 

Cidade das Estrelas (Apple Tv)

Ambientada em uma realidade alternativa na qual a União Soviética venceu a corrida espacial, a série acompanha os dilemas, desafios e novos rumos da exploração do espaço sob a perspectiva dos soviéticos.

 

Origem (Globoplay)

Jim (Eion Bailey), um engenheiro que constrói atrações de parques de diversões, e sua esposa Tabitha (Catalina Sandino Moreno), são um casal em crise, perto de assinar o divórcio. Eles resolvem fazer uma última viagem juntos de trailer com os dois filhos após uma tragédia. Durante o caminho, são surpreendidos por uma árvore que impede de continuarem, regressando para uma outra parte da estrada onde se veem presos em uma cidade. O ótimo episódio piloto prende a atenção, sem deixar de esconder os principais mistérios e nos contextualizar de boa parte do que seria a jornada dali pra frente.

 

Pluribus (Apple Tv)

Nessa nova série do criador de Breaking Bad, acompanhamos uma escritora de relevante sucesso que, durante uma noite, começa a perceber algo estranho acontecendo pelo mundo e precisa se adaptar a esse novo cenário.

Crítica | ‘Pluribus’ – Um dos grandes acontecimentos do ano pra quem gosta de boas histórias!

 

The Boroughs (Netflix)

Sam (Alfred Molina) é um engenheiro aposentado que vive um intenso luto pela morte recente de sua esposa. Entrando em acordo com a filha Claire (Jena Malone), ele resolve se mudar para uma comunidade de aposentados em uma região desértica dos Estados Unidos, onde tudo parece perfeito. Mas, em poucos dias, Sam perceberá que esse lugar esconde segredos sobrenaturais e vai contar com a ajuda de novos amigos da vizinhança para desvendar todos esses mistérios.

Crítica | ‘The Boroughs’ – Série da Netflix explora o sobrenatural de forma madura e divertida

Dua Lipa, Olivia Rodrigo e outras artistas para ouvir neste Dia dos Namorados

O Dia dos Namorados chegou e, nesse 12 de junho, nada melhor para recuperar a chama do amor que uma playlist com hinos românticos atemporais e incríveis.

Por isso, o CinePOP separou uma lista com dez músicas de icônicas artistas femininas para ouvir no dia de hoje.

Confira abaixo nossas escolhas e nos diga qual a sua favorita:

“MAYBE”, Emma Bunton

Emma Bunton ganhou fama mundial ao integrar o icônico grupo feminino britânico ‘Spice Girls’ – e, apesar de ter atingido seu ápice de popularidade e reconhecimento com as colegas da girlband, lançou-se em uma carreira solo com músicas muito subestimadas. Esse é o caso de “Maybe”: o segundo single do álbum ‘Free Me’ é uma apaixonante aventura pelos anos 1950 e 1960, apostando fichas no clássico pop francês à medida que incorpora orquestrações magníficas de trompetes e instrumentos de corda e traços da bossa nova e do samba – em uma aventura lírica digna das melhores rom-coms.

“LOVE STORY”, Taylor Swift

O lead single de ‘Fearless’, aclamado álbum que rendeu a Swift sua primeira estatueta de Álbum do Ano no Grammy Awards, é uma das músicas mais conhecidas da princesinha do country-pop. Inspirada pela clássica peça ‘Romeu e Julieta’, de William Shakespeare, “Love Story” se torno um sucesso massivo no cenário internacional e foi a música country ano pela BMI.

“HALO”, Beyoncé

Beyoncé não é uma das maiores artistas de todos os tempos por qualquer motivo, sagrando-se o pináculo cultural que é na atualidade através de uma versatilidade e de um capricho artísticos inegáveis. No subestimado ‘I Am… Sasha Fierce’, que dividiu a crítica à época do lançamento, a icônica musicista nos entregou uma das maiores baladas de sua carreira com o single “Halo”, cuja apaixonante e antêmica história de romance é amplificada por uma sinestesia etérea que faz jus ao próprio nome.

“SPEECHLESS”, Lady Gaga

“Speechless”, faixa escrita inteiramente solo pela titânica Lady Gaga, é um dos primeiros grandes contatos da artista com o electro-rock e com a sutileza romântica da guitarra e do piano. A power ballad é inspirada pelas incursões setentistas, incluindo da banda Queen, e foi injustamente criticada por ser “uma fraude” – algo se provaria mentira pela densidade de várias de suas canções futuras que se inspirariam nesta aqui.

“MASTERPIECE”, Madonna

“Masterpiece” é uma das poucas faixas realmente bem-produzidas de ‘MDNA’ e fez parte do drama histórico ‘W.E.’, dirigido e escrito por Madonna. Transformando a costumeira orquestra das baladas românticas em um folk-pop trabalhado arduamente pela artista e por William Orbit. Eventualmente, a música levou para casa o Globo de Ouro de Melhor Canção Original.

“SWIMMING IN THE STARS”, Britney Spears

“Swimming in the Stars” se volta para o ecoante e apaixonante lirismo dos clássicos performados pela eterna princesa do pop Britney Spears em uma roupagem totalmente contemporânea, cortesia da produção de Matthew KomaDan Book, que também assinam os versos. A cândida reflexão promovida pela canção fecha com chave de ouro a jornada do álbum, seja por sua narrativa, seja pelo ótimo uso do electropop.

“LOVE AGAIN”, Dua Lipa

Em “Love Again”, a icônica Chelcee Grimes empresta sua incrível habilidade como compositora para auxiliar Dua Lipa em uma das melhores faixas do aclamado álbum ‘Future Nostalgia’, lançado em 2020. Essa obra-prima que busca inspiração em nomes como Donna Summer e Roberta Kelly, aproveitando os agudos violinos para mostrar seu respeito para os anos 1970 e abrir as portas para um onírico e narcótico night club movido a disco e ao classicismo dos embalos de sábado à noite.

“OOH LA LA”, Jessie Ware

Promovendo um encontro entre R&B, funkdisco“Ooh La La” leva Jessie Ware de volta aos anos 1980, buscando inspirações em PrinceStevie Wonder para a divertida e despretensiosa faixa “Ooh La La”. A canção, lançada como single promocional do aplaudido ‘What’s Your Pleasure’, conta com a presença bem-vinda do sempre ótimo James Ford para uma narrativa neo-noir surrealista à la David Lynch que utiliza as propositais dissonâncias para um encontro romântico e sensual entre duas pessoas que estão apenas se conhecendo.

“SOMEBODY TO LOVE”, Kylie Minogue

Ao longo de sua carreira, a vencedora do Grammy Kylie Minogue entregou várias canções voltadas para a paixão e o amor, explorando os mais diversos subtemas dentro desse escopo que é tão comum ao cenário mainstream. Em ‘Tension’, facilmente um dos melhores álbuns de sua carreira, a rainha do pop australiano nos presenteou com a cândida “Somebody to Love”, que parte de uma tocante narrativa fincada no verso “se você quer alguém para amar, este alguém sou eu”.

“DROP DEAD”, Olivia Rodrigo

Aproveitando que o Dia dos Namorados coincidiu com o lançamento do mais novo álbum de Olivia Rodrigo, não podíamos deixar de fora uma das vozes mais expressivas e importantes da geração atual da música – e “drop dead” é, sem sombra de dúvida, uma das faixas que melhor encapsula o amor explorado pela vencedora do Grammy. Aqui, a performer engendra uma arrebatadora declamação romântica que faz menções a seu relacionamento com o ator Louis Partdrige e que utiliza de uma experiência íntima para narrar algo universal.

‘Harry Potter’: Steven Spielberg revela que quase dirigiu filme do icônico menino bruxo

O cineasta Steven Spielberg, um dos maiores ícones da história do cinema e mente por trás de obras-primas como ‘Tubarão’ e ‘A Lista de Schindler’, revelou que quase assumiu o comando de uma das franquias mais lucrativas da cultura pop: Harry Potter’.

O diretor chegou a ser convidado para dirigir o primeiro filme da saga do menino bruxo, mas recusou a oportunidade por um motivo estritamente pessoal.

“Houve vários filmes que escolhi não fazer. Escolhi recusar o primeiro Harry Potter basicamente para passar aquele ano e meio seguinte com minha família, vendo meus filhos pequenos crescerem. Então, sacrifiquei uma grande franquia, algo que, olhando para trás hoje, fico muito feliz por ter feito, para estar com minha família”, afirmou.

Com a recusa de Spielberg, a Warner Bros. acabou contratando o diretor Chris Columbus para comandarHarry Potter e a Pedra Filosofal’ (2001), longa que acabou ditando o tom visual e a atmosfera mágica de toda a franquia nos cinemas.

Embora a saga original de oito filmes tenha se encerrado nos cinemas em 2011, o universo criado por J.K. Rowling está prestes a ganhar uma roupagem inédita. A franquia passará por um reboot completo e ganhará uma nova adaptação, desta vez em formato de série de TV.

Lembrando que a 1ª temporada, que adapta ‘A Pedra Filosofal’, estreia em 25 de dezembro.

A trama do ciclo de estreia, que adapta ‘A Pedra Filosofal’, seguirá a jornada de Harry Potter, um órfão que descobre sua herança mágica ao ser resgatado da casa de seus tios, os Dursleys, pelo guarda-caça Rubeus Hagrid. Em Hogwarts, ele formará o icônico trio ao lado de Rony Weasley e Hermione Granger.

Confira o elenco principal confirmado:

A produção conta com a showrunner Francesca Gardiner (‘Succession’) e a direção de Mark Mylod (‘Game of Thrones’).

‘Eu Sou a Lenda 2’ já tem diretor!

Após anos e anos de desenvolvimento, a sequência deEu Sou a Lenda‘ está finalmente acontecendo e já tem um diretor. Recentemente, Steven Caple Jr. (‘Creed II’, ‘Transformers: O Despertar das Feras’) revelou que ele vai comandar a produção que dará sequência aos eventos do primeiro filme.

Will Smith retorna e vai estrelar o filme ao lado de Michael B. Jordan (‘Pantera Negra’).

Smith esclareceu a dinâmica entre seu personagem e o de Jordan, negando a teoria inicial de que interpretariam pai e filho.

“O que íamos fazer era o prelúdio, então íamos fazer o prelúdio. O [Akiva Goldsman] disse: ‘Mas espera, e se fizermos uma nova versão a partir do final alternativo, onde seu personagem ainda está vivo e, sabe, o personagem de Michael B. Jordan atualmente é o líder de um novo assentamento?’. Ele não é meu filho. Então, há um assentamento em Connecticut”.

Mais detalhes do longa ainda não foram revelados, embora possivelmente os dois astros estarão em conflito no novo longa.

O roteirista Akiva Goldsman já havia declarado: “Isso vai começar algumas décadas depois do primeiro… Sou obcecado por ‘The Last of Us’, onde vemos o mundo logo após o apocalipse, mas também após uma pausa de 20 a 30 anos. Vamos voltar ao livro original de Matheson e ao final alternativo, em vez do final lançado no filme original”.

“Estamos sequenciando a versão alternativa”, ele afirmou. “Aquela de que falamos antes, onde Will mora e as coisas não correram tão bem para a humanidade.”

Para aqueles que não se recordam, a versão alternativa trouxe o personagem de Will Smith administrando com sucesso a cura a uma vampira na frente de um Alfa, que revelou não ter perdido sua humanidade após ser infectado. Esse final foi pautado na ideia da esperança, em comparação com o que o público viu na versão para os cinemas, que retratava os vampiros como selvagens implacáveis.

“É uma mensagem muito diferente do filme que pretendíamos fazer, mas fizemos isso de boa vontade com o comercialismo grosseiro em mente. O mundo retorna, e retorna de uma forma espetacular. É algo muito animador com o que brincar, porque não é nada do que você imagina. Não é Eu Sou a Lenda que seu pai assistiu”.  

Confira o final alternativo e siga o CinePOP no Youtube:

Eu Sou a Lenda chegou aos cinemas há 18 anos e foi dirigido por Francis Lawrence (‘Jogos Vorazes’).

Na trama, um terrível vírus incurável, criado pelo homem, dizimou a população de Nova York. Robert Neville (Smith) é um cientista brilhante que, sem saber como, tornou-se imune ao vírus. Há 3 anos ele percorre a cidade enviando mensagens de rádio, na esperança de encontrar algum sobrevivente. Robert é sempre acompanhado por vítimas mutantes do vírus, que aguardam o momento certo para atacá-lo. Paralelamente ele realiza testes com seu próprio sangue, buscando encontrar um meio de reverter os efeitos do vírus.

Alice BragaWillow SmithCharlie Tahan e outros também fizeram parte do elenco.

O longa conquistou 68% de aprovação da crítica, que elogiou especificamente a atuação de Smith, e arrecadou US$585 milhões ao redor do mundo.

‘Monopoly’: Lionsgate contrata dupla de roteiristas para filme baseado no clássico jogo de tabuleiro

O icônico jogo de tabuleiro Monopoly está mais perto de ganhar as telonas. A Lionsgate, a LuckyChap (produtora de Margot Robbie) e a Hasbro Entertainment estão unindo forças e contrataram duas duplas de roteiristas de destaque no mercado para apresentar propostas para o longa: Neil Widener & Gavin James (‘Um Filme Minecraft’) e Rebecca Angelo & Lauren Schuker Blum (‘Dinheiro Fácil’).

Segundo informações publicadas pelo Deadline, o projeto ainda está em estágios iniciais. Até o momento, as duas duplas apresentaram propostas diferentes de história, e a intenção dos estúdios é selecionar a melhor abordagem antes de avançar para a fase de roteiro completo.

Transformar o Monopoly em um filme é um desejo antigo de Hollywood que já se arrasta por quase duas décadas. Conheça a trajetória do projeto:

  • 2008: A ideia começou na Universal Pictures, que fechou um grande acordo com a Hasbro. Na época, o renomado diretor Ridley Scott chegou a ser cotado para dirigir o longa.
  • 2012 : O fracasso comercial do filme ‘Battleship: A Batalha dos Mares’ fez a Universal desistir de adaptar jogos de tabuleiro, e os direitos voltaram para a Hasbro.
  • 2015: A Lionsgate assumiu os direitos e contratou Andrew Niccol para esboçar um roteiro. Anos depois, uma nova versão foi pensada para ser uma comédia estrelada por Kevin Hart e dirigida por Tim Story, mas o projeto não saiu do papel.
  • 2023–2024: Após a Lionsgate comprar a eOne em 2023 e garantir os direitos definitivos de adaptação, o projeto ganhou força total na CinemaCon de 2024 com a entrada da LuckyChap, produtora de Margot Robbie, surfando na onda do sucesso de Barbie’.
  • 2025: Os cineastas John Francis Daley e Jonathan Goldstein foram contratados para escrever uma versão em março de 2025, mas a abordagem foi descartada, abrindo espaço para os novos roteiristas atuais.

A pressa em tirar o projeto do papel se justifica pelos números expressivos da marca. Considerado o jogo de tabuleiro mais popular do mundo,Monopoly possui 99% de reconhecimento global, já vendeu quase 500 milhões de unidades desde sua criação em 1935 e está presente em mais de 100 países. A dinâmica do jogo consiste em comprar, alugar e negociar propriedades para levar os adversários à falência.

Além do filme para os cinemas, o universo do jogo vai se expandir para o streaming. A Hasbro está desenvolvendo uma série no formato de reality show (sem roteiro) baseada emMonopoly para a Netflix. A produção está nas mãos da Studio Lambert.

‘Monopoly’: Netflix faz seleção em massa para criar reality inspirado no jogo de tabuleiro

‘E.T. O Extraterrestre’: Após mais de 40 anos, Steven Spielberg responde grande dúvida dos fãs; Confira!

Um dos maiores clássicos da história do cinema, ‘E.T. – O Extraterrestre’ marcou gerações ao apresentar a emocionante amizade entre o jovem Elliott e um adorável visitante de outro planeta. O forte vínculo desenvolvido pela dupla culminou em uma das despedidas mais marcantes da cultura pop. No entanto, mais de quatro décadas após o lançamento, uma dúvida sempre permaneceu no imaginário dos fãs: será que Elliott algum dia voltou a rever o seu amigo intergaláctico?

Conforme o ComicBook, o cineasta Steven Spielberg respondeu publicamente a essa pergunta. Durante sua participação no podcast Happy Sad Confused, o diretor foi questionado se houve algum reencontro entre os personagens após o desfecho do longa.

A resposta de Spielberg, embora melancólica, foi direta: “Não, ele nunca mais o viu. Mas ele sonhava com ele. Então havia uma ligação psíquica entre os dois. Se você reparar, E.T. toca Elliott bem aqui [apontando para a testa] e diz: ‘Eu estarei bem aqui'”.

10 curiosidades de ‘E.T. – O Extraterrestre’, um clássico imortal de Steven Spielberg

A declaração do diretor ajuda a explicar por que o filme nunca ganhou uma continuação nos cinemas. A ausência de uma sequência foi uma decisão estritamente artística do próprio Spielberg. Embora ele tenha considerado brevemente a ideia logo após o estrondoso sucesso do original, o cineasta mudou de ideia e passou anos barrando qualquer tentativa de produzirem um novo longa.

Para Spielberg, a magia da história reside justamente em seu encerramento perfeito. O máximo que o universo da obra expandiu foi na literatura, com o lançamento do livro “E.T.: The Book of the Green Planet”. No fim das contas, o público precisa aceitar que os únicos reencontros de Elliott com o alienígena aconteceram no mundo dos sonhos, mostrando que o E.T. encontrou sua própria maneira de permanecer para sempre na vida do garoto.

Drew Barrymore posta vídeo nos bastidores de ‘E.T. – O Extraterrestre’ quando tinha apenas 7 anos

Lançado originalmente em 1982, o longa-metragem se transformou em um fenômeno cultural automático. A trama acompanha Elliott, um menino que descobre um ser de outro planeta deixado para trás na Terra. Disposto a protegê-lo a qualquer custo das autoridades governamentais, que desejam capturar a criatura para transformá-la em cobaia, o garoto inicia uma jornada de proteção mútua que se transforma em uma amizade inabalável.

O conceito da produção é extremamente pessoal: Spielberg baseou a história em um amigo imaginário que ele próprio criou durante a infância, logo após o divórcio de seus pais. O resultado dessa sensibilidade foi um sucesso estrondoso de crítica e público, arrecadando mais de US$ 790 milhões mundialmente e sendo frequentemente listado como um dos melhores filmes de todos os tempos.

O projeto recebeu nove indicações ao Oscar, vencendo em quatro categorias técnicas e de trilha sonora.

O longa tem direção de Steven Spielberg e roteiro de Melissa Mathison

Além disso, o longa é estrelado por:

Para quem deseja reviver essa obra-prima ou assisti-la pela primeira vez, ‘E.T. – O Extraterrestre’ está disponível no catálogo do Prime Video.

‘007’: Steven Spielberg revela que foi rejeitado diversas vezes ao tentar dirigir um filme de James Bond

steven spielberg

O aclamado cineasta Steven Spielberg relembrou recentemente suas repetidas tentativas frustradas de assumir a direção de um filme da franquia James Bond. Hoje consagrado como um dos maiores diretores da história do cinema, Spielberg revelou que, no início da carreira, precisou lidar com a recusa insistente dos produtores da saga do agente007’.

De acordo com informações da Variety, o diretor chegou a fazer um apelo pessoal diretamente ao lendário produtor Cubby Broccoli logo após estourar em Hollywood:

“Procurei Cubby depois que Tubarão se tornou um grande sucesso. Eu sempre quis fazer um filme de James Bond desde o dia em que assisti a 007 Contra o Satânico Dr. No. Então liguei para Cubby depois de Tubarão e me ofereci para dirigir. Eu disse: ‘Se precisar de um diretor, adoraria dirigir um filme de Bond’. E ele disse não”, afirmou.

Anos mais tarde, uma nova oportunidade de negociação surgiu. Broccoli entrou em contato com Spielberg após o lançamento de ‘Contatos Imediatos do Terceiro Grau’ (1977). O produtor queria permissão para utilizar a icônica sequência musical de cinco notas do filme de ficção científica em uma cena de 007 Contra o Foguete da Morte’ (Moonraker).

Spielberg tentou usar a oportunidade como moeda de troca, mas sem sucesso:

“Eu disse: ‘Vou fazer um acordo com você. Dou permissão para usar as cinco notas se você me deixar dirigir um filme de Bond’. E ele disse não. Mas eu dei as cinco notas mesmo assim. Então eles me recusaram constantemente, pelo menos o Broccoli. Ele nunca explicou por que não me deixava entrar para a família Bond”, acrescentou.

Apesar da frustração na época, o cineasta revelou que essa sequência de portas fechadas acabou mudando os rumos de sua carreira para sempre e pavimentou o caminho para o nascimento de outro herói icônico dos cinemas.

“Quando contei essa história para George Lucas, em 1977, enquanto estávamos no Havaí nos preparando para o lançamento de Star Wars: Uma Nova Esperança, ele disse: ‘Eu tenho algo melhor que Bond. Chama-se Indiana Smith’, era esse o nome na época. Ele me contou a premissa da série Indiana Jones, e foi assim que consegui aquele trabalho. Então, se hoje me convidassem para dirigir um filme de James Bond, minha resposta seria: ‘Vocês não podem me pagar'”, concluiu.

‘007’: Sydney Sweeney comenta sobre a possibilidade de interpretar uma Bond Girl

O próximo filme de James Bond já tem sua equipe criativa em formação. O roteiro será assinado pelo aclamado roteirista britânico Steven Knight, criador da popular série Peaky Blinders, conforme anunciado pela Amazon MGM Studios.

A direção da nova produção ficará a cargo do cineasta Denis Villeneuve, nome de prestígio e indicado ao Oscar, conhecido por sucessos comoDuna e ‘A Chegada’. 

‘Mercy Good’: Astro de ‘Avatar’ vai estrelar novo terror sobrenatural ambientado em Salem

O ator Stephen Lang é o novo confirmado no elenco deMercy Good, o próximo filme de terror sobrenatural do diretor Kevin Lewis (‘Willy’s Wonderland’), produzido pela Stoic Films.

Segundo informações publicadas pelo Deadline, a trama acompanha uma família que se muda para a icônica cidade de Salem, em Massachusetts, em busca de um recomeço. No entanto, o sonho da nova vida é interrompido quando eles descobrem que a casa histórica onde estão morando guarda uma ligação sombria com uma força sobrenatural centenária que está prestes a retornar.

Conhecido por seus papéis marcantes emAvatar e O Homem nas Trevas, Lang interpretará Henry Woodward. O personagem é um respeitado historiador local que detém um profundo conhecimento sobre o passado obscuro de Salem e que se tornará a peça-chave para desvendar o mistério que ameaça os novos moradores.

As filmagens de Mercy Good estão programadas para começar em setembro deste ano, com locações no estado de Kentucky. O roteiro é assinado por Michael Caissie (‘Hangman’), que também atua como produtor do longa ao lado de Clayton Turnage.

Em comunicado, Caissie não poupou elogios à escalação de Stephen Lang para o papel do historiador: “Stephen tem uma habilidade rara de trazer inteligência, autenticidade e verdade emocional para cada papel que interpreta. Henry carrega grande parte da mitologia de Mercy Good, mas o que realmente faz o personagem funcionar é sua humanidade. Eu sabia que Stephen conseguiria transmitir ambos os aspectos”.

A bagagem da equipe de bastidores também reforça a solidez do projeto no cinema de gênero. O roteirista Michael Caissie consolida seu espaço no suspense após escrever Hangman, longa estrelado por Al Pacino e Karl Urban, e O Mal Está Lá Fora, que trouxe Thomas Jane no elenco, além de O Demônio do Alasca.

A equipe de produção executiva de Mercy Good ainda conta com Monika Simeonova, Jeffrey Goldberg e Chris Cole.

‘Home Improvement’: Tim Allen revela obstáculos para possível reboot de clássico dos anos 90

O retorno da clássica sitcom dos anos 90, Home Improvement, não deve acontecer tão cedo. O astro Tim Allen revelou recentemente que um possível reboot da produção está travado devido a “problemas de personalidade” envolvendo os atores que interpretaram seus filhos na famosa série da ABC.

De acordo com informações da Variety, Allen explicou o motivo de os planos estarem congelados nos bastidores:

“Eles continuam falando sobre como a série poderia voltar, mas a ideia acaba travando porque existem alguns problemas de personalidade com os garotos neste momento”, declarou Allen.

A trama original, exibida por oito temporadas entre 1991 e 1999, acompanhava Tim “The Tool Man” Taylor, um bem-humorado apresentador de TV especializado em reformas domésticas. Casado com Jill e pai de três rapazes, o protagonista enfrentava situações típicas da paternidade, da vida em família e a clássica batalha de convivência entre homens e mulheres.

O principal obstáculo para uma reunião do elenco envolve Zachery Ty Bryan, que interpretou o filho mais velho, Brad. O ator foi preso diversas vezes nos últimos anos. A ocorrência mais recente aconteceu em 2025, quando ele enfrentou uma acusação de violência doméstica em segundo grau. Antes disso, em 2021, Bryan já havia sido acusado de agressão grave, roubo em terceiro grau e estrangulamento contra sua então namorada no estado do Oregon.

Além dos problemas jurídicos de Bryan, a produção esbarra no desinteresse de Jonathan Taylor Thomas (o filho do meio, Randy) em voltar aos holofotes. Segundo a atriz Patricia Richardson, em entrevista concedida em 2024, Thomas abandonou a carreira artística e não atua desde uma participação especial na sitcom Last Man Standing, em 2015.

Já o caçula da ficção, Taran Noah Smith (Mark), está afastado das telas há ainda mais tempo: seu último crédito como ator foi um trabalho de voz na animação Batman Beyond, em 1999.

Diante do cenário complexo, Tim Allen lamentou o impasse, mas manteve os pés no chão sobre a viabilidade do projeto: “Eles têm suas próprias questões. Eu sempre achei que seria legal contar uma história focada neles. Mas isso é um pouco complicado neste momento, para dizer o mínimo”.

Tim Allen estrela a série, ao lado de Patricia RichardsonZachery Ty BryanJonathan Taylor ThomasTaran Noah SmithRichard KarnEarl Hindman.

Home Improvement’ está disponível no Disney+. 

Tom Hanks, astro de ‘Toy Story 5’, se posiciona sobre categoria de dublagem no Oscar

HOLLYWOOD - JUNE 13: Actors Tim Allen and Tom Hanks arrive at premiere of Walt Disney Pictures' "Toy Story 3" held at El Capitan Theatre on June 13, 2010 in Hollywood, California. (Photo by Todd Williamson/WireImage)

O debate sobre o reconhecimento de atuações vocais e de captura de movimentos na temporada de premiações ganhou um novo capítulo. Tom Hanks, a lendária voz do caubói Woody na franquiaToy Story’, revelou ser contra a criação de uma categoria exclusiva para dublagem no Oscar. Para o ator, os profissionais da voz deveriam concorrer diretamente nas categorias principais de atuação.

De acordo com informações da Variety, Hanks defende que o impacto emocional da performance deve se sobrepor à presença física do ator na tela:

“Acho que eles já têm categorias suficientes. A verdade é que um dublador pode vencer o prêmio de Melhor Ator. O julgamento é: ‘qualquer atuação que tenha emocionado você’. Já falamos, por exemplo, sobre Andy Serkis. Mesmo que ele não apareça como Andy Serkis, ele fornece todo o material bruto para a performance. Houve pessoas que chegaram perto de ser indicadas sem aparecerem em cena. Isso também poderia acontecer com um ator que trabalha apenas com a voz”, afirmou.

O astro, que já venceu o Oscar de Melhor Ator duas vezes (por ‘Filadélfia’, em 1993, e ‘Forrest Gump: O Contador de Histórias’, em 1994), reforçou seu ponto de vista:

“Se as pessoas foram emocionadas, isso significa que foram tocadas pela atuação de um ser humano. Esse é o único requisito”, acrescentou.

Apesar da forte declaração de Hanks, que chegou a ser indicado ao Annie Awards em 1995 por seu trabalho no primeiro Toy Story, a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas nunca indicou uma atuação exclusivamente vocal em nenhuma de suas quatro categorias de interpretação.

Um dos casos recentes mais emblemáticos foi o de Scarlett Johansson, que recebeu uma forte campanha de bastidores por sua aclamada atuação de voz no filme ‘Ela’ (Her). Apesar do barulho na indústria, a produção acabou levando a estatueta apenas na categoria de Melhor Roteiro Original.

Enquanto a indústria discute essas barreiras, Tom Hanks se prepara para retornar ao universo da animação. O ator está confirmado para reprisar seu papel como o xerife Woody no aguardadoToy Story 5’, que dará continuidade à bem-sucedida saga da Pixar.

A animação será lançada nos cinemas nacionais no dia 18 de junho.

Nesta nova aventura, a personagem Jessie ganhará um papel de destaque central ao lado de Woody e Buzz. A trama promete um embate atual e relevante: os amados brinquedos enfrentarão o desafio de reconquistar a atenção das crianças em meio à crescente dominância da tecnologia e dos dispositivos eletrônicos no cotidiano infantil.

‘Toy Story 5’ deve arrecadar US$ 150 milhões e se tornar a MAIOR estreia da franquia nos EUA

Maisa vai dublar Lilypad, o novo smart tablet em formato de sapo da Bonnie. Para o desespero dos brinquedos de verdade, Lilypad se torna a nova favorita da garota. Completamente despreocupada que sua presença esteja estressando Jessie e os demais brinquedos, Lilypad está sempre muitos passos à frente dos brinquedos tradicionais e tem as próprias ideias para ajudar a garota a se conectar com amigos. A altamente tecnológica Lilypad e a atemporal Jessie parecem completas opostas, mas elas têm um grande ponto em comum: elas farão qualquer coisa para ajudar sua criança. No áudio original, em inglês, a personagem é dublada pela atriz Greta Lee.

Rafael Infante dará voz ao Amigo Rolinho, um desbocado dispositivo tecnológico de treinamento de troninho com todo o glamour de um rolo de papel higiênico e uma atitude que faz jus a seu nome. Com sua criança Blaze tendo passado, há muito, seus dias de treinamento, Rolinho passou anos esquecido, em modo de descanso, na velha cabana de brinquedos dela. Mas, quando ele é inesperadamente recrutado para uma missão importante, esse sabichão consegue pilhas novinhas e uma oportunidade de mostrar do que é capaz. No áudio original, em inglês, o personagem é dublado pelo comediante Conan O’Brien.

A produção conta com as vozes de Tom Hanks (Woody), Tim Allen (Buzz Lightyear), Joan Cusack (Jessie), Greta Lee (Lilypad), Blake Clark (Slinky), Ernie Hudson (Combat Carl) e Conan O’Brien (Smarty Pants).

Andrew Stanton (‘Procurando Nemo’) e McKenna Harris são responsáveis pela direção.

Documentário sobre a cantora Elza Soares ganha data de estreia nos cinemas brasileiros

Uma das artistas mais importantes da história da música brasileira finalmente terá sua trajetória celebrada nas telonas. O documentário dedicado a Elza Soares acaba de ganhar data oficial de estreia e chegará aos cinemas de todo o Brasil em 5 de novembro de 2026.

ELZA‘ é produzido pela Aruac Filmes e pela Maria Farinha Filmes, com coprodução da Globo Filmes e Globonews. O longa é dirigido por Eryk Rocha, e traz a vida e a obra de Elza Soares narrada pela própria voz do milênio. O filme deve seguir para o circuito internacional de festivais e chegar aos cinemas ainda este ano, com co-distribuição da Maria Farinha Filmes e da Gullane+.

Reconhecida internacionalmente por sua voz inconfundível e por sua postura combativa diante das injustiças sociais, Elza Soares construiu uma carreira marcada pela inovação e pela coragem artística. Ao longo de décadas, a cantora atravessou diferentes gerações, reinventando-se constantemente e permanecendo relevante em um cenário musical em constante transformação.

O filme também deve destacar os desafios enfrentados por Elza desde a infância, marcada pela pobreza e pelo racismo estrutural, até sua consagração como um dos maiores nomes da música brasileira. Sua história é frequentemente lembrada como uma das mais impressionantes do país, reunindo episódios de sofrimento, perdas pessoais, preconceito e violência, mas também de perseverança, talento e triunfo.

Em 1999, Elza recebeu um dos reconhecimentos mais emblemáticos de sua carreira ao ser apontada como Cantora do Milênio, honraria concedida pela BBC de Londres. Na ocasião, ela dividiu o destaque com a lendária cantora norte-americana Tina Turner, consolidando definitivamente seu nome entre as maiores artistas da música mundial.

Além de celebrar sua trajetória artística, a produção pretende refletir sobre o significado de Elza Soares para a população negra no Brasil e em diversas partes do mundo. Sua obra sempre esteve profundamente conectada às pautas de igualdade racial, direitos das mulheres e combate à discriminação. Nos últimos anos de carreira, a cantora foi amplamente reverenciada por dar voz a temas sociais urgentes e por transformar sua arte em ferramenta de resistência.

A influência de Elza ultrapassou fronteiras musicais. Sua figura tornou-se referência para artistas, intelectuais e movimentos sociais, inspirando novas gerações a partir de uma mensagem de liberdade, autenticidade e luta por justiça. Canções como “A Carne”, “Mulher do Fim do Mundo” e tantas outras ajudaram a consolidar uma obra que permanece atual mesmo após sua partida.

Elza Soares faleceu em janeiro de 2022, aos 91 anos, deixando uma lacuna irreparável na cultura brasileira. Ainda assim, sua voz, suas ideias e seu impacto continuam vivos através de sua música e da influência que exerceu sobre incontáveis artistas ao redor do mundo.

O doc surge como uma oportunidade para que o público revisite a vida extraordinária de uma mulher que desafiou convenções, rompeu barreiras e transformou sua própria história em um poderoso símbolo de resistência. Para os admiradores da artista e para as novas gerações que desejam conhecer melhor sua importância, e promete ser uma das homenagens mais relevantes já realizadas a uma das figuras mais icônicas da cultura brasileira.

‘Dia D’: Novo filme de Steven Spielberg estreia em PRIMEIRO LUGAR nas bilheterias brasileiras

Two people gaze through a frosted, bluish glass, their blue eyes visible.

Steven Spielberg (‘Jurassic Park: O Parque dos Dinossauros’) está de volta ao cinema fantástico com o ótimo ‘Dia D‘, que liderou as bilheterias brasileiras e vendeu 75 mil ingressos, arrecadando R$ 2 milhões apenas no seu primeiro dia, segundo dados estimados do Filme B Box Office Brasil.

Com as sessões de pré-estreia, o longa estrelado pela sensacional Emily Blunt já foi visto por mais de 130 mil pessoas.

O fim de semana vai determinar o quanto o longa vai se destacar, mas seus números iniciais indicam a melhor abertura de uma produção do Spielberg desde ‘As Aventuras de Tintim‘, visto por 95 mil em seu primeiro dia em cartaz em 2012, quando as estreias ainda aconteciam às sextas-feiras.

Confira o TOP 10 da quinta-feira:

Assista nossa crítica em Vídeo:

O Deadline estima que o filme deve arrecadar US$ 65 milhões em seu primeiro final de semana nas bilheterias mundiais.

O longa está programado para abrir com US$ 35 milhões nos Estados Unidos – um desempenho semelhante a outros filmes do gênero comandados pelo cineasta, como ‘Minority Report – A Nova Lei‘ (US$35.6M) e ‘A.I. – Inteligência Artificial‘ (US$29.3M).

Internacionalmente, a produção deve acrescentar US$ 30 milhões através de 73 territórios.

Aclamado pelos críticos, o filme – que já se encontra em exibição nos cinemas nacionais – alcançou 83% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Na trama, a humanidade descobre que não está sozinha no universo. Quando a verdade finalmente vem à tona e passa a ser conhecida por bilhões de pessoas, o mundo inteiro entra em estado de choque diante da aproximação do misterioso “Dia D”.

Crítica | Com performance arrebatadora de Emily Blunt, ‘Dia D’ é um IRRETOCÁVEL e inspirador drama sci-fi

A produção marca a reunião entre o cineasta e o roteirista David Koepp (‘Jurassic Park: O Parque dos Dinossauros’).

O tópico de alienígenas não é desconhecido para Spielberg, que já comandou clássicos como ‘Contatos Imediatos do Terceiro Grau‘ (1977) e ‘E.T. O Extraterrestre‘ (1982). Recentemente, Spielberg produziu o documentário ‘Encontros Extraterrestres‘ para a Netflix, que explora histórias reais de contatos humanos com fenômenos de outro mundo.

Emily Blunt, Josh O’Connor, Colin Firth, Eve Hewson, Colman Domingo e Wyatt Russell estrelam.

Jennifer Lopez surpreende ao revelar que NÃO GOSTA de filme vencedor do Oscar: “Não é para mim”

A atriz e cantora Jennifer Lopez comentou recentemente sobre o cinema atual e surpreendeu ao revelar que não é fã de Nomadland, apesar de reconhecer a qualidade da produção. O drama dirigido por Chloé Zhao foi amplamente aclamado pela crítica e venceu os Oscars de Melhor Filme, Melhor Direção e Melhor Atriz em 2021.

De acordo com a Variety, a revelação aconteceu durante a participação de Lopez no podcast “Films to Be Buried With”, apresentado por Brett Goldstein. Ao ser questionada por Goldstein sobre qual seria o pior filme que ela já tinha visto, a artista fez uma ressalva antes de dar o seu veredito: “É difícil dizer ‘o pior’, porque é um filme bonito”.

Mesmo reconhecendo as qualidades técnicas, ela escolheu Nomadland. A artista explicou que o longa representa exatamente o tipo de narrativa que menos a atrai como espectadora.

“Você pode perceber pelos filmes que eu gosto o que penso sobre isso”, disse Lopez, citando clássicos como ‘Amor, Sublime Amor’ (West Side Story) e ‘Flashdance’ para ilustrar sua paixão por musicais e comédias.

Jennifer Lopez detalhou que sua resistência ao filme se deve ao tom melancólico e realista da produção, algo distante do que ela busca quando consome entretenimento:

“Não é por isso que eu vou ao cinema. Eu gosto de musicais. Gosto de comédias românticas. Gosto de thrillers, sabe? E Nomadland é uma história lenta sobre luto, sem nenhum escapismo. Eu até gosto de alguns filmes assim… mas esse eu simplesmente não gostei”, afimrou.

Baseado no livro de não ficção de Jessica Bruder, Nomadland acompanha Fern (vivida por Frances McDormand), uma viúva de 60 anos que perde tudo durante a recessão econômica nos Estados Unidos e passa a cruzar o país morando em uma van.

Apesar das críticas ao ritmo da história, Lopez fez questão de poupar a atuação da protagonista e aplaudir o reconhecimento que ela recebeu: “Ela está incrível. Não é surpresa nenhuma que tenha ganhado aqueles Oscars”.

E acrescentou: “Ela merece todos os Oscars. Mas eu simplesmente não gostei do filme. Não é para mim”.

No fim, a estrela reforçou que sua opinião não anula a importância da obra, sendo estritamente uma questão de preferência na hora de dar o seu voto ou assistir a um filme: “É uma questão de preferência. E eu sei que precisamos de filmes sobre luto! Eu entendo isso”.

De forma bem-humorada, o apresentador Brett Goldstein concluiu o raciocínio: “Você só não quer assistir a eles”.

 ‘Nomadland’ está disponível no Disney+. 

Crítica | ‘Nomadland’, de Chloé Zhao, desconstrói o “sonho americano” da maneira mais poética possível

Na trama, após o colapso econômico de uma colônia industrial na zona rural de Nevada (EUA), Fern (McDormand) reúne suas coisas em uma van e parte rumo a uma viagem exploratória, fora da sociedade dominante, como uma nômade dos tempos modernos. ‘NOMADLAND, o terceiro filme de Chloé Zhao, apresenta nômades reais como Linda May, Swankie e Bob Wells como mentores e companheiros de Fern em sua jornada de exploração pela vasta paisagem do oeste americano.

O longa levou nada menos que três estatuetas do Oscar e, além de Chloé Zhao, McDormand também fez história ao conquistar dois prêmios.

McDormand já havia ganhado o prêmio de Melhor Atriz outras duas vezes em sua carreira, por Fargo (1997) e por ‘Três Anúncios para um Crime’ (2018). Por sua interpretação como a nômade Fern, a Academia a reconheceu como digna de abarcar mais um prêmio e, com isso, tornou-se a primeira atriz desde Katharine Hepburn a ganhar 3 Óscares na categoria em questão.

Mas isso não é tudo: McDormand também entrou como produtora executiva do longa-metragem e dividiu o prêmio de Melhor Filme ao lado de Zhao, tornando-se, dessa forma, a primeira vencedora das duas categorias em questão da história.