Site Página 1589

‘Raya e o Último Dragão’ DECEPCIONA nos EUA, com estreia menor de ‘Tom e Jerry’ e ‘Os Croods 2’

De acordo com o Deadline, a nova animação da Disney, ‘Raya e o Último Dragão‘, arrecadou apenas US$ 8.6 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA.

Para termos de comparação, a produção, que foi exibida em 2.045 salas de cinema do país, teve uma estreia menor que o live-action de ‘Tom e Jerry‘ (US$ 14.1 milhões) e da sequência ‘Os Croods 2‘ (US$ 9.7 milhões).

Além do impacto da pandemia de COVID, grande parte do fraco desempenho do longa se deve ao boicote de diversas redes de cinema, que se recusaram a exibir a animação devido a recusa da Disney em alterar os termos de exibição do filme em sua plataforma de streaming.

Internacionalmente, a animação arrecadou US$ 26.2 milhões através de 23 mercados.

Vale lembrar que ‘Raya e o Último Dragão‘ já está disponível na plataforma do Disney+ no Premier Access, com o custo extra de R$ 69,90 para os assinantes, que poderão ver e rever a animação quantas vezes quiserem nos seus dispositivos preferidos.

O longa ficará à venda no Disney+ por tempo limitado, entre 5 a 19 de março.

Os assinantes Premier Access visualizarão a animação assim que clicarem na área exclusiva, sem prazos para assisti-la, sem interrupções e sem outras limitações além das já estipuladas no contrato de assinantes e enquanto mantiverem sua assinatura ativa.

Para os assinantes que não optarem pelo passe, o filme estará disponível no Disney+ a partir de 23 de abril sem custos extras.

Assista ao trailer:

Dirigido por Hall e por Carlos López Estrada, o longa é a 59º animação da Disney e sua primeira aventura de fantasia inspirada nas culturas do sudeste asiático.

Há muito tempo, no mundo de fantasia de Kumandra, humanos e dragões viviam juntos em harmonia. Mas quando uma força maligna ameaçou a terra, os dragões se sacrificaram para salvar a humanidade. Agora, 500 anos depois, o mesmo mal voltou e cabe a uma guerreira solitária, Raya, rastrear o lendário último dragão para restaurar a terra despedaçada e seu povo dividido. No entanto, ao longo de sua jornada, ela aprenderá que será necessário mais do que um dragão para salvar o mundo – também será necessário confiança e trabalho em equipe.

Kelly Marie Tran estrela a produção, dando voz à Raya. O elenco ainda conta com Awkwafina como Sisu, Gemma Chan como Namaari, Daniel Dae Kim como Benja, Sandra Oh como Virana e Benedict Wong como Tong.

‘How I Met Your Father’: Kim Cattrall viverá versão mais adulta da Hilary Duff na série

De acordo com o Deadline, Kim Cattrall (‘Sex and the City’) entrou para o elenco da comédia ‘How I Met Your Father‘, série derivada de ‘How I Met Your Mother‘.

A atriz será a narradora da produção, interpretando uma versão mais adulta de Sophie, a personagem da Hilary Duff.

A trama se passa em um futuro próximo, onde Sophie (Hilary Duff) conta ao seu filho a história de como ela conheceu seu pai. O conto nos levará de volta ao ano de 2021, onde seguiremos Sophie e seu grupo de amigos — Jesse (Chris Lowell), Valentina (Francia Raisa), Charlie (Tom Ainsley), Ellen (Tien Tran) e Sid (Suraj Sharma) —, que estão tentando descobrir quem são, o que querem da vida e como se apaixonar em uma era cheia de aplicativos de relacionamentos e opções ilimitadas.

A série foi criada por Isaac Aptaker e Elizabeth Berger (‘This Is Us’).

Carter Bays e Craig Thomas, criadores da série original, servirão como produtores executivos do spin-off.

A produção, que contará com 10 episódios, ainda não possui previsão de lançamento.

How I Met Your Mother‘ foi ao ar durante 9 temporadas, exibidas entre 2005 e 2014 e também trouxe no elenco nomes como Neil Patrick Harris, Alyson Hannigan, Jason SegelCobie Smulders.

‘Final Summer’: Terror estilo ‘Sexta-Feira 13’ ganha cartaz e imagens; Confira!

O terror ‘Final Summer‘, um slasher no mesmo estilo do clássico ‘Sexta-Feira 13‘, ganhou o primeiro cartaz e imagens oficiais.

Confira:

John Isberg é responsável pela direção.

No verão de 1991, é durante o último dia no acampamento de verão Camp Silverlake quando a tragédia acontece. Naquela noite, enquanto os conselheiros tentam fechar o acampamento, alguém está esperando na escuridão em busca de vingança. Quem é o assassino mascarado? É uma lenda urbana ou algo mais sinistro?

O terror irá estrear no festival World Premiere em agosto, mas segue sem previsão de lançamento.

‘The Good Doctor’ é RENOVADA para a 7ª temporada

A ABC renovou oficialmente a série médica ‘The Good Doctor‘ para a 7ª temporada.

O sexto ciclo tem registrado uma média de 0.6 na demo, e um total de 6.2 milhões de espectadores – o que representa uma queda de 25% no índice demográfico. Apesar disso, dentre todos os dramas da emissora, a produção está no TOP 2 em termos de audiência – atrás apenas de ‘The Rookie‘.

Vale lembrar que o último episódio da 6ª temporada irá ao ar no dia 1º de maio. Na trama, “Shaun e Lea estão a caminho da sala de parto e todos do hospital estão presentes – menos uma pessoa muito importante. Enquanto isso, um acidente trágico envolvendo os doutores Perez e Kalu pega a todos de surpresa, incluindo o Dr. Murhpy”.

Infelizmente, o spin-off ‘The Good Lawyer‘ ainda não recebeu sinal verde.

A série foi criada por David Shore (‘Dr. House’).

A trama foca no Dr. Shaun Murphy, um jovem cirurgião com autismo e síndrome de Savant que se muda de uma vida tranquila no interior para se juntar à unidade cirúrgica de um hospital de prestígio. Sozinho no mundo e incapaz de se conectar pessoalmente com aqueles que o rodeiam, Shaun usa seus dons médicos extraordinários para conquistar seus colegas e salvar as vidas dos pacientes.

O elenco conta com Freddie Highmore, Fiona Gubelmann, Will Yun Lee, Christina Chang, Paige Spara, Noah Galvin, Bria Samoné Henderson, Osvaldo Benavides, Hill Harper e Richard Schiff.

No Brasil, a série está disponível no serviço de streaming da Globo Play.

‘Happy Face’: Dennis Quaid viverá um serial killer na nova série da Paramount+

De acordo com o Variety, Dennis Quaid (‘O Intruso’) interpretará um serial killer na série ‘Happy Face‘, que está sendo desenvolvida pela Paramount+.

Seu personagem será baseado em um assassino da vida real, que ficou conhecido pelo nome que dá titulo à produção.

Annaleigh Ashford (‘American Crime Story’) também estrelará o projeto.

Na trama…

Happy Face (Quaid) é um serial killer encarcerado que também é o pai de Melissa (Ashford). Depois de décadas sem contato, ele finalmente encontra uma maneira de voltar à vida de sua filha. Numa corrida contra o relógio, Melissa deve descobrir se um homem inocente será condenado à morte por um crime cometido pelo seu pai. Durante todo o processo, ela descobre o impacto que seu pai teve nas famílias de suas vítimas e deve enfrentar a realidade sobre sua própria identidade.”

O projeto é inspirado no podcast homônimo de iHeartMedia e Melissa Moore, e no livro Shattered Silence, que é baseado em sua própria história.

Jennifer Cacicio servirá como roteirista, showrunner e produtora executiva.

Com 8 episódios encomendados, a produção está programada para 2025.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Como Ganhar Milhões Antes que a Avó Morra

(How to Make Millions Before Grandma Dies)

 

Elenco:

Putthipong Assaratanakul
Usha Seamkhum
Sanya Kunakorn

 

Direção: Pat Boonnitipat

Gênero: Drama

Duração: 125 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 19 de Dezembro de 2024

Sinopse: 

Em COMO GANHAR MILHÕES ANTES QUE A AVÓ MORRA, um homem abandona o trabalho para cuidar da avó à beira da morte, motivado pela sua fortuna. Ele planeja conquistar a preferência dela antes que ela morra.

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Pat Boonnitipat também assina o roteiro ao lado de Thodsapon Thiptinnakorn;

» O longa foi o representante oficial da Tailândia para a categoria Melhor Filme Internacional na 97ª edição do Oscar;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Jovem cuidando de idosa em uma sala.

Idosa com guarda-chuva, jovem empurrando carrinho.

Avó e neto em jardim tranquilo

Jovem apoia idosa sentada em ambiente acolhedor

Idosos sorrindo em conversa amigável.

Crônicas de Exorcismo: O Início

(Exorcism Chronicles: The Beginning)

 

Elenco:

Nam Doh-hyeong
Choi Han
Paulette Victor Lifton

 

Direção: Kim Dong-Chul

Gênero: Animação

Duração: 85 min.

Distribuidora: Cinecolor

Orçamento: US$ 5 milhões

Estreia: 2 de Outubro de 2025

Sinopse: 

Em CRÔNICAS DE EXORCISMO: O INÍCIO, Padre Park, um médico que se tornou sacerdote, foi excomungado por realizar exorcismos em uma igreja que se recusava a acreditar em seres sobrenaturais atacando inocentes. Quando seu velho amigo, um monge de um templo secreto e mágico, o chama para proteger uma criança ingênua, mas poderosa, de seu mestre corrupto, Padre Park deve enfrentar seus demônios internos para resgatar o menino ou arriscar repetir a mesma tragédia que ele pegou a cruz para evitar.

Curiosidades: 

» Com roteiro assinado por Lee Dong-ha, o longa é baseado no livro Toemarok, de Lee Woo-hyeok;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Diego Luna se junta ao elenco do live-action de ‘Enrolados’

De acordo com o Deadline, Diego Luna (‘Andor’) foi confirmado no elenco do live-action de ‘Enrolados‘, que está sendo desenvolvido pela Disney.

Infelizmente, detalhes sobre seu papel não foram divulgados – mas é possível que ele interprete o rei, pai da protagonista.

O astro se junta aos atores Teagan Croft (Rapunzel), Milo Manheim (Flynn Rider) e Kathryn Hahn (Mãe Gothel), previamente anunciados.

Jennifer Kaytin Robinson (‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado’) assina o roteiro da nova versão.

Michael Gracey, conhecido por ‘O Rei do Show‘, assume a direção da adaptação.

A produção é assinada por Kristin Burr, responsável pelo live-action de Cruella (2021). Lucy Kitada atua como produtora executiva do projeto.

Lembrando que a escolha do elenco aconteceu após uma ampla busca por protagonistas nos Estados Unidos e no Reino Unido, que incluiu testes de elenco em Londres, realizados em dezembro, antes do recesso de inverno. Como ação simbólica, a Disney chegou a lançar lanternas no céu, em referência ao clássico animado.

Lançada em 2010, a animação original de ‘Enrolados‘ foi um grande sucesso de crítica e público.

O filme, que conta a história da princesa Rapunzel e do foragido Flynn Rider, arrecadou mais de US$ 591 milhões mundialmente. O legado da produção inclui a canção indicada ao Oscar “When Will My Life Begin”, o curta-metragem ‘Enrolados Para Sempre‘ (2012) e a série animada ‘As Aventuras de Rapunzel‘ (2017).

‘Killing Eve’: Sandra Oh, de ‘Grey’s Anatomy’, vai estrelar drama da BBC America

A atriz Sandra Oh, de ‘Grey’s Anatomy’, vai estrelar a próxima série da BBC America, intitulada ‘Killing Eve’.

A primeira temporada da produção contará com 8 episódios e será lançada em 2018.

A trama acompanha Eve, uma entediada operadora que trabalha no serviço de segurança, que está frustrada com sua profissão por não corresponder aos seus anseios por espionagem. Ela acaba se envolvendo em uma constante rixa com o assassino Villanelle.

Baseada nos contos do autor Luke Jennings, a série foi criada por Phoebe Waller-Bridge.

 

 

 

‘Luke Cage’: Metade da temporada será diriga por mulheres

A segunda temporada de ‘Luke Cage‘ está reunindo um grupo de mulheres poderosas, que assumirá a direção de metade dos episódios. O anúncio foi feito pelo portal Blackfilm.

Segundo a publicação, além de Lucy Liu, outras cinco cineastas dirigirão parte dos episódios do novo ciclo. Os nomes anunciados referem-se a Neema Barnette (‘Queen Sugar‘), Millicent Shelton (‘Jessica Jones‘), Kasi Lemmons (‘Shots Fired‘), Setph Green (‘The Man in the High Castle‘) e Salli Richardson-Whitfield (Agents of S.H.I.E.L.D.).

Os novos episódios chegam à Netflix dia 22 de Junho.

Depois de limpar seu nome, Luke Cage tornou-se uma celebridade nas ruas de Harlem com uma reputação tão à prova de balas quanto a sua pele. Mas ser tão visível aumentou sua necessidade de proteger a comunidade e encontrar os limites de quem ele pode e não pode salvar. Com o surgimento de um novo inimigo formidável, Luke é forçado a enfrentar a linha fina que separa um herói de um vilão.

 

‘Aquaman’: Versão em Blu-ray ganha data de lançamento

O sucesso bilionário de bilheterias, Aquaman’, chegará em breve nas versões Blu-ray, DVD e 4K HD. Segundo o Batman News, o material será lançado nestes formatos em 26 de março.

Já os fãs que desejam ter a cópia digital do filme não precisarão esperar tanto assim, com a versão sendo lançada em 05 de março.

Dentre os materiais extras disponíveis, o Blu-ray vai trazer conteúdos inéditos sobre a construção da produção, com atrações como “Going Deep Into The World of Aquaman” e “Creating Underseas Creatures”. Além disso, o formato home video ainda vai contar com conteúdos exclusivos do filme ‘Shazam!‘.

 

Assista nossa crítica:

 

 

‘Star Wars: A Ascensão Skywalker’: Disney antecipa lançamento digital em virtude do coronavírus

O capítulo final da Saga Skywalker, intitulado ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker‘, já está disponível para aquisição no formato digital.

A venda da versão em questão foi antecipada pela Disney para este sábado (14), em virtude do período de quarentena estipulado ao redor do mundo. Anteriormente, o formato digital estaria disponível para compra apenas a partir do dia 17 de março.

A informação foi confirmada pelo portal SWNN, que realizou um teste e conseguiu efetuar a compra do filme.

Confira a imagem de confirmação da aquisição:

A versão em Blu-ray ainda está agendada para ser lançada em 31 de março.

Assista nossa crítica:

Dirigido por J.J. Abrams, o novo filme traz o desfecho da nova trilogia.

Os sobreviventes da Resistência enfrentam a Primeira Ordem mais uma vez no capítulo final da saga Skywalker.

O grandioso elenco conta com Daisy RidleyAdam DriverJohn BoyegaOscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall GleesonKelly Marie TranJoonas Suotamo, Billie Loud, Naomi AckieRichard E. Grant, Kery Russell e os veteranos Mark Hamill e Billy Dee Williams.

Carrie Fisher também aparecerá como a General Leia Organa através do uso de imagens nunca antes divulgadas de ‘O Despertar da Força‘.

‘Pit Stop’: Nova série de comédia com Kevin James já está disponível na Netflix

A nova série de comédia ‘Pit Stop‘, estrelada por Kevin James, já está disponível na Netflix. A nova produção original da plataforma de streaming teve sua estreia nesta segunda-feira na grade de programação.

Na trama, o chefe de uma equipe da NASCAR tem dificuldade em lidar com os jovens trazidos para modernizar o time. Estrelado por Kevin James.

Confira o trailer:

Criada por Jeff Lowell, ‘Pit Stop‘ conta com Dan Ahdoot, Freddie Stroma, Sarah Stiles, Jillian Mueller no elenco.

‘Dupla Explosiva 2’: Sequência com Ryan Reynolds e Samuel L. Jackson estreia na Amazon Prime Video

A sequência ‘Dupla Explosiva 2 – E a Primeira-Dama do Crime‘ já está disponível na Amazon Prime Video. A produção teve a sua estreia recentemente na grade de programação do streaming.

Na trama, a dupla mais estranha e letal do mundo – o guarda-costas Michael Bryce (Ryan Reynolds) e o assassino de aluguel Darius Kincaid (Samuel L. Jackson) – está de volta em outra missão com risco de morte. Ainda sem licença e sob vigilância, Bryce é forçado a entrar em ação pela esposa ainda mais volátil de Darius, a infame vigarista internacional Sonia Kincaid. Enquanto Bryce é levado ao limite por seus dois protegidos mais perigosos, o trio se mete em uma trama global e logo descobre que eles são tudo o que está no caminho de um louco vingativo e poderoso. Entrando na diversão e no caos mortal está Morgan Freeman como… bem, você terá que ver.

Relembre o trailer

O elenco também conta com Salma Hayek, Antonio Banderas, Morgan Freeman, Frank Grillo, Richard E. Grant Tom Hopper.

Crítica | Boneca Russa – ‘Feitiço do Tempo’ com muito cinismo e roteiro original

Como repetir o mesmo dia todos os episódios e mesmo assim ter um dos roteiros mais originais dos últimos anos? O grande nome por trás do sucesso de Boneca Russa (Russian Doll), lançado na Netflix no início de fevereiro, é Natasha Lyonne. Não somente ela é criadora da história, como produz, protagoniza e dirige o último episódio da série. Ao seu lado neste projeto está a co-criadora Amy Poehler e a diretora/roteirista Leslye Headland (Dormindo Com Outras Pessoas).

Aos moldes de Feitiço do Tempo (1993), Nadia revive sua festa de 36 anos repetidamente em busca de descobrir o motivo da sua volta, no entanto, não é fim do dia que a traz de volta, mas as suas mortes. O seriado começa com Nadia encarando-se no espelho, enquanto lava as mãos, e as batidas da porta do banheiro chamam a sua atenção para a festa do lado de fora ao som de Gotta Get Up, de Harry Nilsson.

Em uma miscelânea de pessoas, ela recebe um baseado da sua amiga anfitriã Maxine (Greta Lee), encontra Mike (Jeremy Bobb) e acaba levando-o para casa. Ela, no entanto, busca seu gato desaparecido Oatmeal e ao atravessar a rua atrás dele, é atropelada por um carro e morre. Nos segundos seguintes, Nadia está em frente ao espelho novamente, batida na porta, a canção de Harry Nilsson e a impressão de que algo está errado.

Conforme ela vive na sensação de déjà vu e continua a morrer acidentalmente repetidas vezes, as coisas começam a tomar rumos mais estranhos. Natasha Lyonne dá vida à Nadia com maestria, tal como se fosse ela mesma. Cada capítulo tem entre 24-29 minutos, no total de quatro horas de história, e é possível assistir a todos os episódios de uma vez e sentir uma empatia natural por Nadia. Ela é a mulher desta Era, livre das amarras do lugar do sexo feminino nas narrativas modernas. Ela foge de compromissos, é desbocada, cheia de vícios, trabalha como engenheira de software e não se importa com pré-julgamentos.

Sua presença em tela já é imponente, seu cabelos vermelhos, volumosos e cacheados a apresentam de forma impactante. Os seus maneirismos são divertidos e suas frases sensacionais, sempre tem o que dizer, mas de forma ponderada e racional, tal como os personagens de Nick Hornby (Alta Fidelidade e Um Grande Garoto), mas só que feminina.

Após sucessivas voltas, Nadia começa a tentar achar os meandros para transpor os obstáculos, a sua grande reviravolta e o encontro com Alan (Charlie Barnett), que também morre todos os dias. Com o aprisionamento no tempo em comum, os dois desenvolvem uma amizade necessária.

A narrativa de Alan vai ao encontro da jornada de Nadia e eles tentam entender como pausar o ciclo de voltas pós-morte. Novos personagens coadjuvantes brotam pelos caminhos, mostrando como a vida de cada um deles é rica em redes e conexões. Conforme mais eles vasculham os motivos para esta punição, Alan faz conjecturas religiosas como um purgatório, já Nadia mais racional busca explicações mais científicas no espaço-tempo.

Como uma analogia às bonecas russas, as quais sempre há uma nova dentro da casca anterior, o seriado abre as camadas da protagonista expondo desde as suas memórias mais tristes da infância até sua dificuldade de se aproximar das pessoas. É, claro, que a resolução do looping infinito é o grande desejo de todos, mas, na verdade, é o percurso dos reviventes que faz deste um dos seriados mais fantásticos da Netflix e do ano.

Como diz a amiga e psicanalista Ruth (Elizabeth Ashley), “nós somos narradores pouco confiáveis da nossa própria vida” e, assim, a gente testemunha os dois e nos vemos no espelho para lidar com a resolução de nossos próprios dilemas. Como se Boneca Russa fosse uma corda para impulsionar o público a pensar em cada momento como uma decisão que muda todo o entorno e, principalmente, seu próprio futuro.

‘RuPaul’s Drag Race’: 10ª temporada ganha data de estreia; Veja trailer!

Novidade para os fãs de RuPaul! A 10ª temporada do reality RuPaul’s Drag Race’ finalmente ganhou data de estreia. A VH1 começa a exibir o programa em 22 de Março de 2018. Assista ao trailer do retorno, que terá um episódio especial de duas horas:

Assista também um novo e divertido trailer de ‘All Stars 3’, que traz Chad Michaels e Alaska encarando as protagonistas da aclamada série dramática, ‘The Handmaid’s Tale’:

‘All Stars’ é derivado do programa principal de Drag Race e dá uma segunda chance à participantes de temporadas passadas em uma nova competição, também apresentadas por RuPaul.

Rumores dizem que RuPaul também está trabalhando em uma versão brasileira do reality show.

‘A Freira’: Derivado de ‘Invocação do Mal’ ganha novo cartaz nacional

A Warner Bros. divulgou um novo cartaz nacional do aguardado terror A Freira, estrelado por Taissa Farmiga.

Um novo trailer deve ser divulgado durante a Comic-Con, que começa amanhã, dia 19.

Confira:

 

Em entrevista ao Bloody Disgusting, Taissa Farmiga revelou alguns detalhes do terror ‘A Freira‘.

“Muitas pessoas adoram o suspense, os sustos e a adrenalina, mas acho que o mais incrível é que o Corin [Hardy] queria fazer um filme que você podusse se conectar com os personagens. A emoção humana e a base nesses filmes são ambientadas em um tipo de mundo embelezado, ancorando-o com emoções humanas reais.”

Quando perguntada se sua irmã, Vera Farmiga, que estrelou ambos ‘Invocação do Mal‘, deu algum conselho sobre como participar de uma das franquias mais assustadores dos últimos anos, a atriz contou:

“Bem, eu sei que ela [Vera Farmiga] teve momentos difíceis [nas gravações]. Ela voltava para casa sozinha à noite, então uma das dicas que ela me deu foi deixar o trabalho no set. Deixar todo o stress, as coisas pesadas e o terror. Tentar separar essas coisas de você. Isso faz parte da meditação que tenho feito – controlando meus pensamentos –, e não é fácil. Por outro lado, ela disse: ‘não deixe isso te afetar’. Houve algumas vezes que eu mandava mensagem para ela, ‘Eu acabei de chegar em casa, tenho que desligar as luzes, te amo’, e ela respondia ‘Tudo bem, se cuida’, e me mandava o emoji de um anjinho.”

O terror é roteirizado por David Leslie Johnson, um dos responsáveis pelo script de ‘Invocação do Mal 2’. James Wan e Peter Safran são os produtores.

A Freira‘ estreia dia 7 de setembro.

“Quando uma jovem freira que vive enclausurada em um convento na Romênia comete suicídio, um padre com um passado assombrado e uma noviça prestes a fazer seus votos finais são enviados pelo Vaticano para investigar o caso. Juntos, eles desvendam o segredo profano da ordem. Arriscando não só suas vidas, mas também sua fé e suas almas, eles confrontam a força malévola que assume a forma da mesma freira que aterrorizou o público em “Invocação do Mal 2”, à medida que o convento se torna um horripilante campo de batalha entre os vivos e os amaldiçoados.”

Taissa Farmiga, Demian Bichir, Bonnie Aarons, Charlotte Hope, Jonas Bloquet e Ingrid Bisu estão no elenco.

5 CASOS REAIS de Ed e Lorraine Warren que podem inspirar ‘Invocação do Mal 3’ 

“Invocação do Mal 3 não será focado em Amityville”, afirma James Wan 

Dica do fim de semana | Produções para todos os gostos no Disney+

O catálogo do Disney+ ficou mais conhecido por conta das séries originais, que lançam episódios novos praticamente toda semana, pulando de produção em produção a cada mês. No entanto, ele tem uma boa variedade de filmes, sejam eles animados ou live action, e documentários que valem a pena ser vistos. Pensando nisso, o CinePOP separou cinco produções que você pode assistir neste final de semana. Confira!

Lilo & Stitch

Vamos começar as dicas deste fim de semana com um filme clássico que completa 20 anos na próxima terça-feira (28). Lilo & Stitch é uma animação maravilhosa sobre uma família disfuncional no Havaí, que tem suas vidas mudadas para sempre quando um alienígena fugitivo passa a fazer parte de seus dias. O problema é que os agentes espaciais não vão se dar por satisfeitos enquanto não o encontrarem. Assim, enquanto o Stitch aprende sobre a vida na Terra, os agentes começam a suspeitar de Lilo e sua família.

Tico e Teco: Defensores da Lei

Sucesso recente do Disney+, essa comédia original é uma grande sátira sobre Hollywood e a própria Disney, que não tem um tratamento muito legal com seus artistas mirins depois que o hype sobre eles passa. Na trama, vários anos depois do sucesso da série de Tico e Teco, os esquilinhos não conseguiram manter suas carreiras relevantes e acabaram seguindo rumos diferentes. Agora, com o desaparecimento de um amigo em comum, eles precisam se unir para investigar e tentar salvá-lo antes que ele seja “pirateado”. É uma mistura muito divertida de animação com live action e uma verdadeira caçada por easter eggs.

Dublê de Risco

Uma categoria que acaba sendo pouco explorada no catálogo do Disney+ é a de documentários. Mesmo que nem todos sejam espetaculares, é possível encontrar alguns bem interessantes e diferentes. Dublê de Risco acompanha o dublê Eddie Braun, que trabalha nesse ramo há quase 30 anos, tendo sobrevivido a incontáveis explosões, acidentes de carro e todo tipo de loucura que a profissão pode proporcionar. Agora, pensando em se aposentar com chave de ouro, Eddie começa uma jornada para realizar um feito que apenas seu ídolo, Evel Knievel, foi capaz de fazer: saltar o Snake River Canyon dentro de um foguete.

Amor, Sublime Amor

Um dos melhores filmes de 2021 e um dos melhores trabalhos da gloriosa carreira de Steven Spielberg, o novo Amor, Sublime Amor é uma obra fantástica, que acabou sendo prejudicada pela pandemia e pelas polêmicas pessoais do protagonista. Inspirado no musical de mesmo nome da Broadway, que foi inspirado no clássico Romeu e Julieta, o filme se passa na Nova York dos anos 50, quando gangues tomavam a cidade. Nesse contexto, uma jovem chega para um casamento arranjado, mas não gosta muito do abençoado que escolheram para ela. Em uma vez, porém, ela se apaixona perdidamente por um rapaz. O problema é que faz parte de uma gangue rival da família dela. Agora, eles vão precisar lutar – e dançar – por esse romance proibido.

Doutor Estranho no Multiverso da Loucura

A grande esteia do mês, Doutor Estranho no Multiverso da Loucura dá prosseguimento à saga do ex-Mago Supremo em proteger sua realidade, enquanto lida com seus problemas pessoais. Dessa vez, no entanto, ele começa a sonhar com uma adolescente em perigo que viaja por dimensões. Então, quando ela aparece em sua realidade, o mago vai tentar protegê-las das ameaças que vagam pelo Multiverso, só que isso pode não ser tão fácil, já que uma antiga amiga perdeu o controle e vai complicar bastante esse processo: a Feiticeira Escarlate. Apesar de ter dividido a opinião dos fãs, o filme conta com uma direção maravilhosa de Sam Raimi, que trouxe seus elementos clássicos do terror para o MCU.

Crítica | Amor de Redenção – Nina Dobrev e Famke Janssen em superficial romance de época

Em tempos de romance histórico em alta na cinematografia e na literatura, a estreia de ‘Amor de Redenção’ nos cinemas realmente vem bem a calhar: enquanto nos Estados Unidos o longa foi disponibilizado direto para aluguel sob demanda, no Brasil o romance conquistou seu espaço nas telonas dos cinemas a partir dessa quinta-feira, 9 de junho, – para a alegria das fãs dos romances de época, que finalmente poderão curtir essa estreia.

Califórnia, 1850. Enquanto muitos homens migram para a costa sol dos EUA em busca de ouro, há pessoas que precisam sobreviver de outras maneiras, e que também fizeram parte dessa estrutura da corrida do ouro. É nesse contexto que conhecemos a jovem e bela Angel (Abigail Cowen), a prostituta mais disputada do bordel Pair-A-Dice, gerenciado pela Duquesa (Famke Janssen). Longe da cidade, o jovem Michael (Tom Lewis) se sente sozinho em sua fazenda e pede a Deus que encontre uma mulher para ele se casar. Quando vai à cidade entregar seus produtos no armazém, ele vê Angel passar e sente amor à primeira vista. Certo de que é com ela com quem deve se casar, Michael fará de tudo para tirá-la da vida de meretrício, sem ter a menor ideia das muitas dívidas que Angel carrega em sua vida.

Baseado no romance de sucesso de Francine Rivers (primeiramente publicado em 1991 e lançado no Brasil em 2010, ou seja, são doze anos que as fãs brasileiras estão esperando por essa adaptação!), o filme de duas horas de duração consegue acomodar bem os principais elementos do romance de quinhentas páginas, ainda que o roteiro da escritora com D. J. Caruso não se demore muito nas explicações ou cenas mais violentas, resumindo os episódios para o espectador sem se aprofundar. Se por um lado isso é uma boa escolha da dupla (por exemplo, em não evidenciar de maneira gráfica a violência contra a mulher), por outra deixa a sensação de ser tudo superficial demais, como se nenhum personagem devesse se entregar a seus sentimentos.

Curiosamente, o filme de D. J. Caruso elenca um time de nomes reconhecidos no mercado – a X-Men Famke Janssen, a mocinha dos vampiros Nina Dobrev e o galã de ‘Grey’s AnatomyEric Dane – para apenas participações especiais, o que é uma pena pois cada uma dessas franquias tem um fandom de peso. Por outro lado, a produção elege um casal protagonista em que Abigail Cowen convence como uma mocinha desiludida da vida na mesma proporção que Tom Lewis parece faltar um pouco de músculo (afinal, ele trabalha numa fazenda) e de vigor para um personagem por quem nós precisamos nos apaixonar.

Amor de Redenção’ aponta que Deus olha por todos os seus filhos, inclusive os mais necessitados e nos momentos em que menos se espera, constituindo-se como um romance cristão de época. Sem excessos de nudez nem de violência e valendo-se do herói salvador da mocinha, o filme deve agradar aos fãs do livro, ainda que a história do livro tenha sido melhor desenvolvida do que no longa.

As 10 Melhores Séries da HBO

“Não é televisão, é HBO.” Foi com esta frase promocional que a emissora Home Box Office lançou uma nova era, no final dos anos 90, focando sua atenção cada vez mais em produções originais. De lá pra cá, são mais de duas décadas de um conteúdo diferenciado e muito relevante.

Em 2019, para termos como parâmetro, o canal exibiu as últimas temporadas de duas séries clássicas (Veep e Game of Thrones), estreou produções cultuadas (Euphoria e Chernobyl) e ainda promete muito barulho com os recentes lançamentos (Watchmen e His Dark Materials).

Aproveitando a relevância e o grande momento vivido pela HBO, o CinePOP decidiu fazer um ranking com as dez melhores séries do canal até aqui. Para não dificultar ainda mais a escolha, focamos a seleção em séries que tiveram mais de uma temporada, e deixamos de lado também as minisséries.

É importante lembrar que a HBO teve mais de uma centena de séries produzidas desde 1997. E muitas vezes, obras que começaram bem não conseguiram manter o nível até o final (Alô, True Blood! Alô, True Detective!). Então, se sentiu falta de alguma, é só dizer através dos comentários!

 

10) Oz (1997-2003)

O início de tudo. Dois anos antes de The Sopranos, Oz foi a série que iniciou a era de produções da HBO, lá em 1997. Ainda que irregular e com mais temporadas do que o necessário, não dá para não reconhecer a importância da série para a emissora e, até, para a TV como um todo. Passada em uma dura penitenciária, em que os presos são pouco supervisionados e acabam comandando entre si, a obra contou com grandes atuações de Ernie Hudson, Lee Tergesen, J.K. Simmons e Harold Perrineau. A trama envolvia nudez, violência e linguagem forte, algo que viraria uma marca do canal.

Em suas seis temporadas, Oz recebeu duas indicações ao Emmy.

 

9) Deadwood (2004-2006)

O faroeste foi um dos gêneros de maior sucesso no século XX, mas aos poucos foi sumindo das telas da TV e do cinema. Deadwood é um resgate deste gênero. Mas ao mesmo tempo que soa clássico e imponente, também inova de inúmeras formas, principalmente no desenvolvimento de personagens. Sim, temos atiradores, apostadores e prostitutas, mas também temos pessoas normais, que tentam levar a vida numa cidade mineradora sem lei no pós-Guerra Civil dos Estados Unidos. O elenco tem nomes como Ian McShane, Molly Parker, Timothy Olyphant, John Hawkes, Kim Dickens e Garret Dillahunt.

Em três temporadas, a série conquistou oito Emmys e um Globo de Ouro. O sucesso foi tanto que recentemente a HBO lançou Deadwood – O Filme.

 

8) Veep (2012-2019)

Ao longo dos anos, a HBO ficou mais conhecida por seus dramas pesados e séries de época. Mas isso não significa que a emissora não sabe fazer comédia. E uma prova disso é Veep. Recém-encerrada, a série é divertidíssima, original e muito relevante, principalmente nos dias de hoje. Trata-se de uma paródia política dos Estados Unidos. Julia Louis-Dreyfus interpreta Selina Meyer, uma política sem moral ou limites que assume os cargos de vice-presidente (no início da série) e presidente dos EUA, sempre acompanhada de sua equipe insana e despreparada. Anna Chlumsky, Tony Hale, Reid Scott, Timothy Simons e Matt Walsh completam o elenco da comédia mais desbocada da TV.

Ao longo de suas sete temporadas, a série recebeu nada menos que 17 estatuetas do Emmy. E concorre a mais oito em 2019. Um detalhe: se Julia Louis-Dreyfus ganhar o Emmy este ano, ela terá vencido o prêmio pelo trabalho em todas as temporadas da série.

 

7) Curb Your Enthusiasm (2000–presente)

Única série não encerrada da nossa lista, até porque é uma produção de periodicidade incerta, dependendo sempre da vontade e da criatividade do criador Larry David. De 2000 pra cá, foram nove temporadas de Curb Your Enthusiasm, sendo que a décima estreia ainda em 2019. A série lembra um pouco Seinfeld (co-criada por David), embora mais radical. Larry usa do improviso para fazer piada de si mesmo. E é divertidíssimo.

Curb conquistou um Globo de Ouro de Melhor Série de Comédia/Musical, além de duas estatuetas do Emmy.

 

6) Game of Thrones (2011-2019)

Eu sei que muita gente vai se revoltar com a posição de Game of Thrones na parte de baixo da lista, afinal trata-se da maior série já feita pela HBO no que diz respeita à escala de produção. Mas a verdade é que, mesmo merecendo muitos aplausos, GOT foi uma série bastante irregular (a recente oitava temporada está aí para não nos deixar mentir). O final decepcionante acabou deixando um gostinho amargo, mas não podemos ignorar também todos os méritos. A produção revolucionou a forma de consumir TV. E a trama inspirada em George R.R. Martin cansou de impactar os espectadores. Também não podemos esquecer o ótimo e carismático elenco, com destaque para Peter Dinklage, Lena Headey, Emilia Clarke, Kit Harington, Sophie Turner, Maisie Williams, Nikolaj Coster-Waldau, Gwendoline Christie e muitos outros.

Ao longo de oito temporadas, GOT recebeu nada menos que 47 estatuetas do Emmy. E foram mais 31 indicações só em 2019.

 

5) Sex and the City (1998-2004)

Quem só viu os péssimos filmes de Sex and the City talvez esteja estranhando a presença da série no Top 5. Mas aqui está mais uma produção que ajudou a consolidar a HBO como uma emissora de sucesso. E não só isso. SATC foi uma verdadeira revolução em sua época. Parece pouco tempo atrás, mas no final dos anos 90 ainda era difícil imaginar uma série estrelada só por mulheres falando abertamente sobre suas vidas sexuais (ou a falta delas). Sarah Jessica Parker, Kim Cattrall, Kristin Davis e Cynthia Nixon formaram um quarteto em que muita mulher se viu representada. Parece exagero, mas Sex and the City foi tão responsável quanto The Sopranos por colocar a HBO no mapa.

As seis temporadas da série renderam oito estatuetas do Globo de Ouro e outras sete do Emmy.

 

4) Six Feet Under (2001-2005)

Vencedor do Oscar de Melhor Roteiro por Beleza Americana, Alan Ball iniciou uma parceria de muito sucesso com a HBO com Six Feet Under (A Sete Palmos, no Brasil). A série conta a história de uma família disfuncional que cuida de uma casa funerária, em Los Angeles. Embora tenhamos grandes cenas envolvendo sexo e drogas, o que vale mesmo é o desenvolvimento dos personagens. No elenco, nomes como Peter Krause, Michael C. Hall, Frances Conroy e Lauren Ambrose. Tudo isso para chegar em um dos melhores finais da história das séries.

Six Feet Under contou com cinco temporadas e recebeu três estatuetas do Globo de Ouro, além de nove Emmys.

 

3) The Leftovers (2014-2017)

Co-criador e showrunner de Lost, Damon Lindelof conseguiu mais uma vez prender a atenção dos fãs com uma trama complexa e original em The Leftovers. Embora sem o mesmo sucesso comercial de Lost, a série da HBO representou o auge narrativo do produtor. E agradou tanto o canal que acabou convocado para desenvolver a inédita Watchmen.

Estrelada por Justin Theroux, Amy Brenneman, Christopher Eccleston, Carrie Coon, Liv Tyler e Ann Dowd, The Leftovers é quase que uma série perfeita. Trata-se de uma adaptação de obra de Tom Perrotta sobre uma comunidade que tenta continuar a vida após o misterioso desaparecimento de 2% da população mundial. O mérito da produção é ser mais poética do que científica, e ser sempre fascinante. Foram apenas três temporadas e uma indicação ao Emmy. Até hoje, muitos fãs ficam revoltados com o fato de Carrie Coon ter sido ignorada por premiações por seu trabalho como Nora Durst.

 

2) The Sopranos (1999-2007)

Aqui foi uma decisão difícil, e polêmica. The Sopranos é a série mais importante e impactante da história da HBO. Seus recordes de audiência só foram superados recentemente pela última temporada de Game of Thrones, sendo que hoje vivemos em um mundo em que muito mais gente tem o canal, e com uma série que foi um verdadeiro fenômeno de cultura pop. Assim, não foi fácil deixar a série na segunda colocação, mas aí é mais por méritos da primeira, que vamos falar à frente.

Sobre Família Soprano, trata-se da série precursora nessa fase de uma TV mais madura, que muita gente insiste em falar em uma TV mais cinematográfica (embora, hoje em dia, as séries estejam tratando de temas bem mais sérios que os filmes de maior sucesso). Destaca-se ainda a lendária atuação de James Gandolfini como Tony Soprano, o primeiro “vilão” (ou homem mau) a comandar uma produção, algo que acaba influenciando obras como Breaking Bad, Mad Men e companhia.

Ao longo de seis temporadas, The Sopranos conquistou cinco prêmios no Globo de Ouro e 21 Emmys.

 

1) The Wire (2002-2008)

The Wire talvez não seja a maior (Game of Thrones), a mais importante (The Sopranos) ou a mais premiada série da HBO, mas foi sim a melhor. É a produção que realmente faz você dizer: “não é TV, é HBO.”

A série criada por David Simon, que hoje em dia produz The Deuce para o canal, aborda a cena do tráfico e consumo de drogas em Baltimore, nos Estados Unidos. Foi a primeira obra a de fato mostrar o mundo das drogas abordando todos os lados: a polícia, o político, o traficante e o consumidor. É uma série complexa, inteligente e extremamente bem construída. É um drama sobre uma tragédia urbana. Com um elenco realmente talentoso, com nomes como Dominic West, Lance Reddick, Sonja Sohn, Wendell Pierce, Seth Gilliam, Michael Kenneth Williams e Idris Elba.

Em cinco temporadas, The Wire não teve o reconhecimento merecido em premiações. Foram apenas duas indicações ao Emmy. Quem viu a série, no entanto, sabe que trata-se de um verdadeiro clássico da história da TV.

 

Bônus

Alice (2008-2010)

Como devem ter notado, nossa matéria também levou em conta a importância das séries para a construção do nome da HBO no mercado. Com isso, acaba sendo natural que o Top 10 fique apenas com produções americanas. Mas não poderíamos deixar de destacar a qualidade de séries realizadas pela HBO no Brasil. Produções como Mandrake, Filhos do Carnaval, Magnífica 70 e O Negócio são apenas algumas das ótimas séries realizadas por aqui.

Mas se fosse para escolher apenas uma série brasileira da HBO, teríamos que ficar com Alice. Com direção dos cultuados Karim Aïnouz e Sérgio Machado, a série contou com apenas uma temporada de 13 episódios, que foram ao ar entre setembro e dezembro de 2008. Dois episódios especiais continuaram a história em 2010, mas uma segunda temporada acabou descartada por causa da impossibilidade de conciliar a agenda da protagonista Andréia Horta, que fechou um contrato com a Rede Globo e engatou várias novelas na sequência.

Alice gira em torno de uma jovem de 26 anos que se muda do Tocantins para São Paulo após a morte do pai. Na nova cidade, ela lida com seus problemas familiares ao mesmo tempo em que descobre um cenário pulsante e diverso. Ela, então, passa a aproveitar seus dias ao máximo, descobrindo prazeres e mesclando momentos de sucesso e fracasso. Gabrielle Lopez, Vinicius Zinn, Juliano Cazarré, Regina Braga, Denise Weinberg, Carla Ribas, Jorge Loredo,   Eduardo Moscovis e Milhem Cortaz também integram o elenco.

‘Jojo Rabbit’: Primeiras reações dizem que o filme é ‘muito engraçado’ e que ‘todos devem vê-lo’

Jojo Rabbit, novo filme estrelado por Taika Waititi (diretor de Thor: Ragnarok) estreou no Festival de Toronto de 2019 e as primeiras reações aclamaram a produção, dizendo que ela é muito engraçada e que todos deveriam assistir.

Confira:

“Esse filme é uma maravilha”.

Jojo Rabbit é fantástico!”.

“É com coração pesado que devo admitir que atores-mirins podem ser bons… mas apenas nos filmes de Taika Waititi”. 

“Todos precisam ver [esse filme]. Todos”.

Jojo Rabbit é perfeito. É encantador e hilário e doce, mas nunca se esquiva de ser obscuro, trágico e assustador. Somos privilegiados de passar esse tempo com Taika Waititi. É exatamente do que precisamos agora”. 

A trama é uma sátira da Segunda Guerra Mundial que acompanha um garoto alemão solitário (Davis). A visão de mundo de Jojo vira de cabeça para baixo quando ele descobre que sua mãe solteira (Johansson) está escondendo uma jovem judia (McKenzie) em seu sótão. Com ajuda apenas de seu amigo imaginário idiota, Adolf Hitler (Waititi), Jojo deve confrontar seu nacionalismo cego.

O elenco ainda conta com Roman Griffin Davis, Scarlett Johansson e Thomasin McKenzie.

Jojo Rabbit‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 30 de janeiro de 2020.

10 séries imperdíveis para quem AMA mistério e suspense

Histórias de mistério sempre fizeram parte da nossa – muito mais do que podemos imaginar. Desde os clássicos contos assinados por Sir Arthur Conan Doyle e os romances impecáveis de Agatha Christie até obras cinematográficas inteligentes e bastante nostálgicas, o mundo do entretenimento teve e continua tendo um apreço inegável pelo estranho, pelo bizarro e pelo envolvente.

Com falhas pontuais e algumas produções esquecíveis, grande parte das narrativas contemporâneas da esfera audiovisual consegue enriquecer nosso intelecto e nossa imaginação com tramas intrincadas, recheadas de perigos mortais, personagens duvidosos e plot twists chocante.

Por isso, o CinePOP resolveu trazer uma lista com 10 séries imperdíveis sobre mistério.

Confira abaixo nossas escolhas e conte para nós qual a sua favorita:

  1. THE TUNNEL

Depois de fazer algumas aparições na franquia Harry Potter, Clémence Poésy migrou para as telinhas ao lado de Stephen Dillane com uma série de tirar o fôlego: ‘The Tunnel’ (uma produção que provavelmente passou fora do radar, ainda mais considerando que é um remake de um clássico cult escandinavo).

A trama gira em torno de uma investigação criminal no túnel que liga o Reino Unido à França. Os dois detetives principais (Poésy e Dillane) a princípio parecem estereotipados, mas logo revelam que passam longe de meras construções formulaicas, mergulhando em um mundo arrepiante e repleto de segredos.

  1. COLLATERAL

A produção da Netflix traz um tabuleiro cheio de ótimos elementos: Carey Mulligan em um dos melhores papéis de sua carreira, o dramaturgo David Hare assinando o roteiro, temas que perpassam desde a controversa política britânica até a crise de refugiados na Síria – e reviravoltas surpreendentes.

A minissérie é composta por quatro episódios e, apesar da brevidade, consegue cumprir tudo a que se propõe entregar ao público. Mais do que isso, as linhas narrativas cheias de nuances são adornadas com atuações impecáveis (incluindo uma surpresa bem-vinda que emerge na rendição Billie Piper).

  1. THE PALE HORSE

Os escritos de Agatha Christie são há bastante tempo adaptados para o cinema e a televisão. Depois de Hercule Poirot ganhar uma nova versão no rosto de Kenneth Branagh, as emissoras britânicas resolveram abraçar os livros da Dama do Crime de modo exponencial – e, recentemente, uma de suas novas histórias ganhou vida.

Estrelado por Rufus Sewell e Kaya Scodelario, The Pale Horse gira em torno de um excêntrico e traumatizado homem de negócios que descobre que seu sobrenome está escrito em uma estranha lista. Mas isso não é tudo: todas as outras pessoas mencionadas no pequeno pedaço de papel estão mortas – e ele pode ser o próximo caso não consiga encontrar o assassino a tempo.

  1. THE KILLING

Depois de duas temporadas medianas investigando um único assassinato, The Killing retornou para um novo ciclo com todas as forças e entregou uma obra-prima espetacular (que podemos até encarar como um muito bem-vindo revival).

Na terceira iteração da série, os detetives Linden e Holder (Mireille Enos e Joel Kinnaman, respectivamente) descobrem uma série de assassinatos que podem estar conectados ao desaparecimento de vários jovens moradores das ruas de Seattle. As nuances e o cuidado com que a produção trata estes temas podem tê-la tirado dos holofotes, mas isso não tira nem uma fatia de sua exímia qualidade.

  1. VERONICA MARS

Veronica Mars insurgiu como uma comédia dramática adolescente qualquer que trazia o agora icônico rosto de Kristen Bell no papel de uma jovem detetive. Porém, o suspense neo-noir criado por Rob Thomas (aliado ao charme de sua protagonista) transformou-se num clássico cult dos anos 2000 e elevou a personagem ao mesmo patamar que Buffy Summers e Nancy Drew.

Na primeira temporada, Veronica investiga inúmeros mistérios ao mesmo tempo que luta para formar-se no colégio: temos, de um lado, o assassinato de sua melhor amiga, Lily Kane; do outro, o lado cômico que dialoga com o roubo do mascote da escola. E, num âmbito mais pessoal, onde está sua mãe, os deixou para trás e nunca mais voltou.

  1. THE NIGHT OF

Apesar de ter caído num infeliz esquecimento, The Night Of foi uma das melhores produções de 2016, funcionando como um grande evento televisivo que caiu nas graças do público e da crítica especializada. Aqui, Riz Ahmed deu vida a um universitário preso por assassinato – crime que não se recorda de ter cometido.

Acompanhado de John Turturro, o elenco (e os telespectadores) estão no centro de um mistério cabuloso: será que o jovem é realmente culpado? Ou será que o falho sistema judiciário errou mais uma vez e prendeu a pessoa errada?

  1. BIG LITTLE LIES

A adaptação de David E. Kelley acerca do aclamado romance de Liane Moriarty prometia uma divertida e concisa história, mas acabou entregando muito mais do que esperávamos – não é surpresa que Big Little Lies tornou-se uma das produções favoritas dos fãs de mistério e levou para casa praticamente todas os prêmios a que concorria.

Fugindo do convencionalismo cronológico das clássicas obras audiovisuais, a série oscila no tempo de modo angustiante, criando um retrato em paralelo de como a vida de um grupo de mães mudou drasticamente desde que uma jovem chegou à pequena cidade de Monterey fugindo de um passado conturbado. E, caso a premissa não tenha te interessado, você pode ver apenas pelo estelar elenco formado por Reese Witherspoon, Alexander Skarsgard, Nicole Kidman, Adam Scott, Zoe Kravitz, Laura Dern e Shailene Woodley.

  1. AND THEN THERE WERE NONE

Reformulado e readaptado depois de algumas controvérsias raciais, ‘…E Não Sobrou Nenhum’, um dos romances mais famosos de Agatha Christie, ganhou uma nova versão em 2015 no formato de minissérie – e os longos três capítulos são dignos de ser assistidos do começo ao fim com o máximo de atenção.

Aqui, as breves backstories dos dez protagonistas ganham uma nova complexidade intimista e psíquica, aumentando o teor dramático e nos deixando ansiosos e angustiados para descobrir quem está tirando a vida de cada um dos convidados.

  1. TRUE DETECTIVE

Desde o primeiro episódio, a saga criminal de Nic Pizzolatto cria uma ambiência complexa e convidativa (por todos os motivos mais arrepiantes) a um mundo repleto de mentiras e traições. E, por mais que a segunda temporada de True Detective tenha deslizado consideravelmente, é inegável dizer que a série ganhou aclame universal pela crítica e pelo público.

Ambientada na Louisiana, a trama combina o melhor da ficção detetivesca com explorações metafísicas, violência grotesca e escuridão pessoal que se expande ao longo de várias décadas. Para além da impecável atuação de Matthew McConaughey e Woody Harrelson, a condução da obra tangencia a perfeição estética – e sua atmosfera ocultista é de tirar o fôlego.

  1. TWIN PEAKS

Talvez seja um consenso inegável de que Twin Peaks esteja no âmago da produção televisiva norte-americana, consolidando-se pouco depois de seu lançamento em 1991 como um clássico do mistério dramático e um marco na esfera audiovisual. Mesmo com seu precoce cancelamento na segunda temporada, a série criada por David Lynch e Mark Frost ganhou uma legião de devotos fãs e até mesmo teve uma terceira temporada exibida em 2017 (que recuperou as glórias das iterações originais).

A trama gira em torno do agente investigativo do FBI, Dale Cooper (Kyle MacLachlan) e do xerife local da cidade-titular, Harry S. Truman (Michael Ontkean), ambos desvendando o mistério por trás do assassinato de Laura Palmer (Sheryl Lee), uma jovem estudante recém-coroada rainha do baile homecoming. A estética do show mistura elementos sobrenaturais, retratos melodramáticos dos personagens e tem uma pontual inclinação para o surrealismo cinematográfico (próprio do conhecido trabalho de Lynch).

O sucesso de Twin Peaks foi tamanho que até os dias de hoje é citada por outros realizadores, servindo de inspiração para grande parte dos suis-generis de mistério e terror que temos na atualidade (como Bates Motel, Gravity Falls e Silent Hill).

Brie Larson quer viver Samus Aran em alguma adaptação de ‘Metroid’

Em uma recente aparição ao programa Animal Talking, a vencedora do Oscar Brie Larson, que já fez sua incursão no MCU ao viver Capitã Marvel, revelou que adoraria viver a personagem Samus Aran em uma possível adaptação para os cinemas da franquia de jogos Metroid.

Larson também foi questionada sobre o porquê de ela ser uma boa escolha para o papel, ao que ela respondeu:

“Eu adoraria muito. Eu fui Samus para o Halloween dois anos atrás. Foi literalmente uma fantasia de 20 dólares que comprei na Amazon, foi quase como nada. Eu estava muito animada para isso, então postei uma foto no Instagram e as pessoas ficaram bem animada. Ela sempre foi a personagem com quem jogava em Super Smash Bros. e eu simplesmente a amo”.

Para quem não conhece, a franquia de games foi lançada pela Nintendo entre 1986 e 2017, cuja história se passa num cenário de ficção científica, inspirado nos filmes ‘Alien’ e centrado na caçadora de recompensas chamada Samus Aran.

Recentemente, a atriz também contou que chegou a fazer testes de elenco para a mais recente trilogia de ‘Star Wars‘ e até mesmo para a popular franquia de ‘Jogos Vorazes.

A vencedora do Oscar ainda revelou um contratempo que enfrentou no dia em que foi fazer o teste de elenco para o reboot da saga de ‘O Exterminador do Futuro‘, para o papel que ficou com a atriz Emilia Clark:

“Eu fiz testes para ‘Star Wars também, para ‘Jogos Vorazes‘ e para o reboot de ‘O Exterminador do Futuro‘. Na verdade, eu até estava pensando no reboot desse filme hoje, porque o pneu do meu carro furou e eu lembrei: ‘Ah, na última vez que isso aconteceu, eu estava indo para o meu teste de elenco para ‘O Exterminador”. Meu pneu furou e eu não consegui o trabalho”.

Confira o vídeo:

‘Invincible’: Ezra Miller e Jon Hamm entram para a nova série animada do criador de ‘The Walking Dead’

Amazon Prime Video anunciou hoje (06) que a série animada Invincible, de Robert Kirkman (‘The Walking Dead’) ganhou novas informações.

A plataforma de streaming revelou que Ezra MillerMahershala AliClancy BrownNicole ByerJeffrey DonovanJonathan GroffJon HammDjimon Hounson entraram para o elenco principal.

Confira o primeiro teaser:

A produção é uma adaptação dos quadrinhos homônimos do Kirkman, que foram lançados pela Image Comics.

A trama gira em torno de Mark Grayson (Steven Yeun), um adolescente de 17 anos que é exatamente como qualquer outro garoto da sua idade – exceto que seu pai é o super-herói mais poderoso do planeta, Omni-Man (J.K. Simmons). Mas quando Mark descobre que tem seus próprios poderes, ele percebe que o legado do seu pai não é tão heroico quanto parece.

A série será lançada na Amazon Prime em 2021.

‘Cruella’: Filme com Emma Stone e Emma Thompson ganha novo teaser oficial; Confira!

Walt Disney Studios divulgou recentemente um novo teaser oficial de Cruella, vindouro longa de origem da icônica vilã de 101 Dálmatas, que será vivida por Emma Stone.

Confira:

Lembrando que o longa estreia em 28 de maio nos cinemas e no Premier Access da Disney+.

Cruella, novo filme live-action apresenta a história da lendária e mais icônica – e notoriamente fashion – vilã da Disney, Cruella de Vil. Ambientado na Londres dos anos 70 em meio à revolução do punk rock, o filme mostra uma jovem vigarista chamada Estella, uma garota inteligente e criativa determinada a fazer um nome para si através de seus designs. Ela faz amizade com uma dupla de jovens ladrões e, juntos, constroem uma vida para si nas ruas de Londres. Um dia, o talento de Estella para a moda chama a atenção da Baronesa Von Hellman, uma lenda fashion que é devastadoramente chique e assustadora. Mas o relacionamento delas desencadeia um curso de eventos e revelações que farão com que Estella abrace seu lado rebelde e se torne a Cruella má, elegante e voltada para a vingança.

Emma Thompson, Paul Walter Hauser, Joel FryEmily BeechamKirby Howell-Baptiste completam o elenco.

Craig Gillespie, do remake de ‘A Hora do Espanto‘, assume a direção, a partir de um roteiro assinado por Tony McNamara (‘A Favorita‘).

‘Riverdale’: Último episódio da 5ª temporada ganha sinopse oficial; Confira!

The CW divulgou a sinopse oficial de Riverdale: RIP (?)”, 19º e último capítulo da quinta temporada de Riverdale.

Na trama, “conforme a turma junta as peças de um difícil ano em Riverdale, um incidente no Pop’s os força a tomar uma complicada decisão sobre o futuro da cidade”.

O episódio vai ao ar em 06 de outubro.

Criada por Roberto Aguirre-Sacasa, a série é baseada nos quadrinhos do Archie Comics.

A pequena e tranquila cidade de Riverdale fica de cabeça para baixo quando é atingida pela misteriosa morte de Jason Blossom, um garoto popular do ensino médio e membro da família mais poderosa da cidade. Archie Andrews, Betty Cooper, Veronica Lodge, Jughead Jones, Cheryl Blossom, Josie McCoy e seus amigos exploram os problemas da vida cotidiana na pequena cidade, enquanto investigam o caso de Jason Blossom. Mas, para resolver este mistério, o grupo de amigos deve descobrir os segredos que estão enterrados profundamente na superfície da cidade, pois Riverdale pode não ser tão inocente como parece.

O elenco inclui KJ ApaLili ReinhartCamila MendesCole SprouseMadelaine Petsch, Madchen Amick, Luke Perry, Ashleigh Murray, Skeet Ulrich, Casey Cott, Charles Melton, Mark Consuelos e Vanessa Morgan.

‘MegaTubarão 2’: Sequência começa OFICIALMENTE a ser rodada

Segundo o ComicBook.com, as filmagens da sequência MegaTubarão 2’ finalmente começaram.

As informações indicam que a continuação do bem-sucedido longa-metragem lançado em 2018 estão ocorrendo na Leavesden Studios, nos arredores de Londres, onde a Warner Bros. também rodou títulos como as franquias ‘Batman’‘Harry Potter’. A iteração original, por sua vez, foi produzida em Auckland, na Nova Zelândia.

Ben Wheatley, que  comandou o suspense ‘Rebecca‘, da Netflix, fica responsável pela continuação – cujo título oficial é MegaTubarão 2: A Trincheira’ (‘Meg 2: The Trench’).

O diretor compartilhou seu entusiasmo e seus planos são para honrar o escopo do tubarão gigante pré-histórico.

“Meu objetivo é respeitar o MegaTubarão e tentar ter certeza de que será um ótimo filme. É uma oportunidade de fazer ação em uma escala tão insanamente grande, que é simplesmente inacreditável. Vai ser simplesmente inacreditável. Só de fazer os storyboards o filme eu imaginei quão grandioso ele vai ser. Eu sinto uma grande responsabilidade, para ter certeza de que vou agradar os grandes fãs de tubarões.”

O roteiro do novo filme foi escrito por Dean Georgaris e Jon & Erich Hoeber.

Além de estrelar, Jason Statham também estará “criativamente envolvido” no longa.

Sucesso nos cinemas, ‘MegaTubarão‘ surpreendeu nas bilheterias e arrecadou monstruosos US$ 530.2 milhões mundialmente.

Assista à nossa crítica em vídeo do primeiro filme:

10 recentes músicas para celebrar o Dia do Orgulho LGBTQIA+

Hoje, 28 de junho, comemora-se o Dia do Orgulho LGBTQIA+, uma das datas mais importantes do ano.

O dia em questão comemora as revoltas que ocorreram em 1969, em Stonewall, Greenwich Village, na cidade de Nova York, em que a comunidade queer lutou contra o sistema opressivo e a falta de oportunidades e de reconhecimento dentro de uma sociedade retrógrada e extremamente preconceituosa. Apesar dos resultados surtirem efeito, os LGBTQIA+ ainda sofrem com inúmeras ofensas veladas e não-veladas – o Brasil, por exemplo, é o país que mais mata homens e mulheres transexuais.

Logo, não é surpresa que o Dia do Orgulho continue com tanta força e sirva como lembrete de que a luta ainda não acabou – e que a representatividade ainda é uma questão importante para buscar a equidade social.

Para celebrá-lo, preparamos uma nova matéria especial elencando dez recentes músicas de artistas queer ou que sirvam como hinos de aceitação e de empoderamento – incluindo, por exemplo, a ode house de “Babylon”, assinada por Lady Gaga, e a antêmica semi-balada “Chosen Family”, de Rina Sawayama.

Confira abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual a sua favorita:

“ON YOUR SIDE”, The Veronicas

“Nos momentos difíceis, eu estarei do seu lado” é a frase que resume a ótima “On Your Side”, uma das faixas da dupla The Veronicas que prenunciou o retorno das irmãs ao mundo da música. A combinação entre synth-popEDM traz mensagens de apoio e de superação através de uma narrativa relacionável e que dialoga com a luta diária da comunidade LGBTQIA+, em que, às vezes, precisamos de um ombro amigo para até mesmo levantar da cama e enfrentar o mundo.

“MAKE ME FEEL”, Janelle Monáe

Janelle Monáe entregou um dos melhores álbuns da década passada com ‘Dirty Computer’ – e o hino “Make Me Feel” é apenas uma das muitas narrativas críticas das quais se dispõe. Modernizando o R&B com habilidade impecável, a música é uma declaração de sua pansexualidade com clareza dançante e envolvente, nos convidando para a pista de dança em uma memorável performance.

“YOU NEED TO CALM DOWN”, Taylor Swift

Taylor Swift demorou para se colocar como uma defensora política da comunidade LGBTQ+, por mais que seu público fosse majoritariamente parte desta. Com “You Need to Calm Down”, a artista usou e abusou de sua ácida ironia para criar um “hino” pró-queer, zombando de homofóbicos e preconceituosos através de um videoclipe bastante colorido e eufórico.

“CHOSEN FAMILY”, Rina Sawayama

Em 2020, Rina Sawayama entregou seu aclamado álbum homônimo, recheado de músicas espetaculares e celebrações da vida e da alteridade das pessoas. “Chosen Family”, dessa maneira, emerge como uma das faixas essenciais para apreciar a arte da cantora e compositora: “onde eu pertenço?” é a pergunta que inicia a canção, dando margem para uma narrativa que remete à “família por escolha” da comunidade queer, que procura o amor renegado pelos parentes de sangue em pessoas que passam pela mesma situação.

“FREE WOMAN”, Lady Gaga

Ainda que a demo de “Free Woman” tenha vazado algumas semanas antes da estreia de ‘Chromatica’, Lady Gaga remodelou a faixa e apostou todas as fichas que tinha em um dançante French-house explosivo e bem-demarcado, entregando para os ouvintes um banquete sinfônico preparado com bastante cautela e servindo como homenagem às mulheres transexuais.

“BABYLON”, Lady Gaga

“Babylon” é a faixa que encerra com memorável furor o impecável ‘Chromatica’. A exuberante conclusão nutre de similaridades progressivas com as icônicas produções dos anos 1990, ao mesmo tempo que as pincela com um divinal coro gospel que não poderia ter vindo em melhor hora. Apesar de não falar diretamente com a comunidade LGBTQIA+, a faixa traz elementos próprios da cultura queer, construindo uma dançante e empoderadora aventura.

“SOMETHING TO SAY”, Michaela Jaé

Michaela Jaé, conhecida por seu nome artístico de Mj Rodriguez e por seu papel como Blanca no aclamado drama ‘Pose’, já era conhecida no cenário fonográfico, ainda mais por ter participado de uma das rendições teatrais de ‘Rent’. Com “Something to Say”, a artista busca referências nos anos 1970 e presta homenagem ao grupo ‘Earth, Wind & Fire’ em uma dançante e explosiva faixa disco.

“MIRROR”, Sigrid

Uma das músicas mais alto-astral de 2021 é, sem sombra de dúvida, “Mirror”, de Sigrid. A artista norueguesa fez sua estreia em 2017 com o EP ‘Don’t Kill My Vibe’ e, quatro anos mais tarde, se afastou do pop mainstream para se jogar de cabeça no house e no nu-disco da faixa supracitada. A sólida e dançante atmosfera é regada por versos de empoderamento e de liberdade, como visto em “eu amo quem eu vejo olhando para mim no espelho”.

“BOYFRIEND”, Dove Cameron

Em 2021, Dove Cameron revelou publicamente que era queer e, pouco depois, começou a investir em peso em uma identidade que representasse quem ela é, de verdade. “Estou escolhendo me amar”, ela disse. Logo, não poderíamos deixar a incrível “Boyfriend” de fora da lista: a canção representa um divisor de águas em sua discografia, tanto pela sensual rendição, quanto pelo ácido liricismo. Além disso, a envolvente produção pega múltiplos elementos e, construindo uma atmosfera dark, parece ter saído de uma trilha sonora da franquia ‘007’.

“THIS HELL”, Rina Sawayama

Rina Sawayama já havia feito um estrondoso barulho quando lançou ‘SAWAYAMA’ em 2020 e, dois anos mais tarde, está pronta para retornar com um aguardado álbum de originais. O primeiro vislumbre de seu novo disco veio sob a forme de “This Hell”, um divertido e ácido rock-pop que usa tiradas geniais e comentários sarcásticos sobre a retrocesso da comunidade para com as minorias – aproveitando para fazer alusões a ícones como Lady DiBritney SpearsParis Hilton e Whitney Houston.

As 50 Melhores Músicas Internacionais Femininas do Século XXI

Depois de nos aventurarmos pelos 50 melhores álbuns internacionais do século XXI, chegou a hora de voltarmos nossa atenção para as músicas em si.

De Lady GagaBeyoncé, foram inúmeras as artistas que trouxeram canções de extrema qualidade e de impacto cultural gigantesco para o cenário mainstream, fossem por apresentar elementos novos a uma indústria já cansada, fossem por utilizarem a plataforma que tinham para falar de temas bastante importantes.

Pensando nisso, montamos uma lista com as 50 melhores músicas internacionais femininas lançadas neste século (até agora, é claro). Novamente, não estamos apenas focando em recepção crítica, mas também na importância de cada faixa para o escopo fonográfico.

Confira abaixo nossas escolhas e conte para nós qual a sua preferida:

50. “UPSIDE DOWN”, Paloma Faith

Em “Upside Down”Paloma Faith não aceita que os outros a tratem como tola, mas ela mesma prefere viver “invertida” ao que os outros consideram normal. Entretanto, o que nos rouba quase imediatamente é a deliciosa construção que nos joga de volta para os anos 1950, principalmente com a participação dos backing vocals enquanto a cantora mais uma vez diverte-se em uma narrativa. A bateria, a guitarra e o piano elétrico também contribuem para a construção de uma atmosfera extremamente dançante que não cai em fórmulas.

49. “TOO LITTLE, TOO LATE”, JoJo

Você pode até nunca ter ouvido falar de JoJo, mas definitivamente já deve ter ouvido a clássica canção “Too Little, Too Late”. Lançada em 2006 como parte do segundo álbum de estúdio da cantora, a música fez um sucesso gigantesco e é conhecida por diversas gerações – nos envolvendo desde as primeiras batidas que se aglutinam numa power ballad pop e R&B que fala sobre um relacionamento complicado que chegou ao fim e que deve ser deixado para trás.

48. “FROOT”, MARINA

“Froot”lead single do elogiado álbum homônimo, é uma das músicas mais famosas de MARINA e não poderia ficar de fora da nossa lista. A canção é impecável do começo ao fim e ganha pontos ao trazer uma produção coesa e um liricismo que dialoga diretamente com a identidade da artista. Aqui, a cantora mistura diversas referências da cultura pop para uma dançante, enérgica e narcótica amálgama de dance-popdance-halldisco e electro-pop que merece lugar na nossa lista e na playlist dos fãs.

47. “UNTOUCHED”, The Veronicas

A dupla conhecida como The Veronicas voltou recentemente aos holofotes com dois álbuns incríveis – mas o sucesso delas vem de meados dos anos 2000. Uma das músicas mais marcantes de sua carreira e também da primeira década do século foi “Untouched”, um power-pop misturado com electropop e com a presena pungente dos violinos que pode inclusive ter premeditado a insurgência do dark pop alguns anos mais tarde.

46. “THE SWEET ESCAPE”, Gwen Stefani

Gwen Stefani é uma das artistas mais conhecidas do século e, em 2006, promovia uma guinada interessante em sua carreira com o lançamento do álbum ‘The Sweet Escape’. A faixa titular, divulgada como o segundo single promocional do disco, traz elementos do pop e do doo-wop em uma encantadora e quase onírica construção que traz colaborações de AkonGiorgio Tuinfort.

45. “WORK”, Rihanna feat. Drake

Talvez como nunca, o lead single de ‘ANTI’ seja a declaração política e cultural de Rihanna de que devemos exaltar os gêneros que vieram da América Latina e da comunidade negra – visto que, muitas vezes, são incorporados por artistas brancos sem o devido crédito. Em “Work”Rihanna Drake são vida a uma celebração dancehallreggae-pop e R&B que foge do exagero e aposta no minimalismo sinestésico.

44. “MIDNIGHT SKY”, Miley Cyrus

Até mesmo Miley Cyrus se rendeu ao passado ao lançar o lead single de ‘Plastic Hearts’“Midnight Sky” é uma explosiva fusão entre discosynth-poppop rock e electropop, que arranca de Cyrus seus melhores vocais e transforma a canção em um hino de liberdade própria para as pistas de dança.

43. “BAD GUY”, Billie Eilish

Billie Eilish fez seu grande début com o single promocional “bad guy”, que alcançou o topo da Billboard e quebrou inúmeros recordes de vendas. Porém, não é apenas seu caráter mercadológico que chama a atenção, mas também a atmosfera neo-noir pulsada pelo baixo e pelas tendências do trap que se fundem com o synth e com uma epopeica prosódia que é revitalizada nas faixas seguintes de seu álbum.

42. “JOAN OF ARC ON THE DANCE FLOOR”, Aly & AJ

“Joan of Arc on the Dance Floor” provavelmente passou longe do radar mainstream de 2020, mas a incursão realizada entre a dupla Aly & AJ é uma das semibaladas mais poderosas do ano. A iteração, movida por sintetizadores e por ecos vocais arrepiantes, amalgama presente e passado ao celebrar uma das figuras mais icônicas da história, Joana D’Arc

41. “TIMEBOMB”, Kylie Minogue

Apesar de não ter feito um grande sucesso comercial, “Timebomb”, de Kylie Minogue, é considerada por diversos especialistas não apenas como uma das melhores faixas da discografia da cantora, como também uma das melhores do século. Aqui, a explosiva produção em EDMsynth-popdance-pop embala uma narrativa dançante que fala sobre a necessidade de se divertir enquanto há tempo – e antes que ele acabe.

40. “YOU SHOULD BE SAD”, Halsey

Em ‘Manic’Halsey abusa da essência do country-pop, mostrando que não pensa duas vezes antes de honrar suas principais influências: a ambientação explorada na emergência de Alanis Morissette é retraída para um dark-country-rock em “You Should Be Sad”, cujas declarações de superação são acompanhadas de uma frenética guitarra e uma ecoante superposição de vozes – o que explica o fato da canção ser o ápice do álbum e uma das melhores de sua carreira.

39. “SMILE”, Lily Allen

Lily Allen fez um grande sucesso nos anos 2000 com músicas divertidas de se ouvirem e com mensagens extremamente explícitas e que representavam sua visão única do mundo. Uma das mais famosas de sua discografia é “Smile”, cujo enredo fala sobre como ela lida com a traição do namorado à medida que desfruta de sua miséria. A parte mais interessante da canção, entretanto, é a fusão perfeita entre o reggae pop e o rocksteady – o que deixa a atmosfera da faixa ainda melhor.

38. “GOOD AS HELL”, Lizzo

Apesar de ‘Cuz I Love You’ ser considerada a obra-prima de Lizzo, a performer já demonstrava sua incrível capacidade lírica e musical alguns anos antes, principalmente com o lançamento de “Good as Hell”. O lead single de ‘Coconut Oil’ só iria cair na popularidade tempos depois de ter sido lançada oficialmente, consagrando-se como uma das melhores, senão a melhor canção da artista. Misturando soul-popR&B hip-hop, a irretocável faixa explora temas de empoderamento e amalgama mensagens bastante positivas a uma dançante e envolvente estrutura fonográfica, cortesia da composição de Lizzo e da produção de Reed.

37. “HIPS DON’T LIE”, Shakira feat. Wyclef Jean

A icônica Shakira conquistou seu primeiro #1 na Hot 100 com a clássica canção “Hips Don’t Lie”, uma das assinaturas de sua carreira. Aliando-se a Wyclef Jean, a música traz o melhor do pop latino e do reggaeton para um vibrante e efervescente convite às pistas de dança – isso sem comentar uma incrível coreografia que dominou o mundo.

36. “MARCH MARCH”, The Chicks

“March March” reflete exatamente o tipo de carreira que as The Chicks tiveram desde sua estreia bombástica no mundo da música. Criticadas por expressarem seu descontentamento com o governo dos Estados Unidos, o grupo ficou longe dos holofotes por tempo demais – mas voltaram com força com um dissonante hino de empoderamento.

35. “XS”, Rina Sawayama

Em “XS”Rina Sawayama transforma seu próprio estilo em uma experiência única que transgrede basicamente tudo que se conhece: a cantora e compositora imprime acordes do rock em colaboração à melodia das tubulares baterias e do violão, além de fundi-la a mudanças bruscas de tempo e de progressão que são um deleite para os ouvidos.

34. “WALKING ON AIR”, Katy Perry

Walking on Air” alcança um patamar extremamente alto que, mesmo com as entradas contemporâneas, nos arremessa de volta para o final dos anos 1980 e começo da década de 1990, com uma demarcação rítmica sedutora e que remete ao melhor do dance-pop – além de lançar referências para Whitney Houston e, de modo mais claro, à Madonna (principalmente quando cita “Erotica”).

33. “THE STORY”, Brandi Carlile

Se você não ouviu “The Story” pela voz de Brandi Carlile, é bem provável que tenha ouvido a ótima versão de Sara Ramirez em ‘Grey’s Anatomy’. A belíssima balada folk-rock é considerada uma das melhores do gênero e traz uma tocante mensagem sobre o poder da memória e da identidade – consagrando-se como uma das melhores incursões da artista.

32. “BODAK YELLOW”, Cardi B

“Bodak Yellow” foi o primeiro single oficial de Cardi B e o lead single de seu álbum de estreia, ‘Invasion of Privacy’. A canção não apenas fez um enorme sucesso comercial, como foi elencada como uma das que definiram os anos 2010, aglutinando hip hoptrap e cimentando a espetacular, ainda que novata carreira da rapper. Além dos ácidos versos assinados pela artista, também temos a produção irretocável de J. White Did It e de Laquan Green.

31. “EXILE”, Taylor Swift feat. Bon Iver

Taylor já realizou diversas colaborações ao longo de sua vida, mas nenhuma delas chegou aos pés de “exile”. A melancólica e saudosiste track foi performada ao lado de Bon Iver e, no final das contas, a química narcótica entre os dois cantores é um retrato pungente sobre duas pessoas que se separam por alguma razão e, agora, só têm as borradas memórias de um tempo que talvez nunca mais volte.

30. “ALL THE LOVERS”, Kylie Minogue

A artista australiana Kylie Minogue percebeu que havia se tornado um ícone LGBTQ+ no final dos anos 1980, alguns anos depois de começar a fazer sucesso mundial. Hoje, Minogue é dona de músicas indispensáveis para se ouvir quando você estiver se sentindo mal – e uma delas prova seu status como Rainha do Dance“All The Lovers”, uma synth-ballad de tirar o fôlego com um clipe espetacular que fala sobre o amor verdadeiro.

29. “TEAM”, Lorde

O terceiro single de ‘Pure Heroine’“Team”, é uma carta testamentária de Lorde ao seus amigos e a seu país natal, Nova Zelândia. A incrível rendição de alt-popelectro-hop é guiado por batidas pulsantes e por uma ótima expressão vocal de Lorde, inclusive premeditando o impecável ‘Melodrama’, que lançaria alguns anos depois.

28. “TRACK 10”, Charli XCX

mixtape ‘Pop 2’ foi a responsável por cimentar a identidade sonora e a importância de Charli XCX como uma das maiores artistas do século – movida pelo desejo de criar arte em vez apenas de emulá-la. E, dentro desse escopo absolutamente incrível, temos “Track 10”, uma de suas investidas mais conceituais e memoráveis, guiada pelo uso impactante de sintetizadores e pela impecável de vocais. Em 2019, Charli se reuniu com Lizzo para a colaboração “Blame It On Your Love”, apresentando uma nova versão da faixa.

27. “YOÜ & I”, Lady Gaga

Antes de ‘Joanne’, Lady Gaga já havia dado indícios de seu apreço pelo country com a incrível e irretocável “Yoü And I”. Afastando-se completamente do pop e apostando no country-rock, a faixa, uma das últimas promocionais de ‘Born This Way’, a canção também recebeu aplausos dos especialistas internacionais e tornou-se um destaque do álbum por sua competente produção e pela presença de ninguém menos que Brian May na guitarra.

26. “MAKE ME FEEL”, Janelle Monáe

Janelle Monáe entregou um dos melhores álbuns da década passada com ‘Dirty Computer’ – e o hino “Make Me Feel” é apenas uma das muitas narrativas críticas das quais se dispõe. Modernizando o R&B com habilidade impecável, a música é uma declaração de sua pansexualidade com clareza dançante e envolvente, nos convidando para a pista de dança em uma memorável performance.

25. “ALIEN SUPERSTAR”, Beyoncé

Beyoncé voltou com força total em 2022 ao lançar o aguardado e antecipadíssimo ‘Renaissance – Act I’. O projeto, primeiro capítulo de uma ambiciosa trilogia sonora, já ascendeu ao patamar dos melhores do ano e da década (ao menos na opinião desta que vos fala) e honrou a cultura negra com uma celebração antêmica do house e do disco. E, dentre as várias canções, “Alien Superstar” nos chama a atenção pela produção impecável e pelo caráter explosivo de suas texturas, mergulhando no poder dos sintetizadores, do voguing e dos ballrooms do Brooklyn dos anos 70 e 80 (“olhos em você quando performa, olhos em mim quando eu coloco”)

24. “HUNG UP”, Madonna

Depois de um período conturbado, Madonna resgatou o gosto pela música e pelo colorido espectro musical que havia apresentando ao mundo desde o início de sua carreira. Com “Hung Up”, suprassumo fonográfico que traz o icônico grupo sueco ABBA para a linha de frente, a artista dava início a uma de suas eras mais conhecidas e mais bem sucedidas: ‘Confessions on a Dance Floor’.

23. “BORN TO DIE”, Lana Del Rey

No subestimado ‘Born to Die’, Lana mergulha de cabeça em uma imagética sonora bastante específica, contrastando com a dominação do EDM que se alastrava pelo cenário fonográfico à época de seu lançamento. E, enquanto o álbum tem inúmeras construções memoráveis e belíssimas, a faixa-titular é que a mais condensa as explorações melancólicas e sinestésicas da performer, unindo-se a colaboradores competentes para arquitetar uma ode à música cinemática, que inclui o acompanhamento dramático das cordas e a fusão inesperada de gêneros.

22. “PHYSICAL”, Dua Lipa

power pop “Physical” foi aclamado por sua energia incomparável e por sua homenagem aos clássicos dos anos 1980. Para além da canção, o single foi acompanhado de dois vídeos impecáveis – incluindo uma versão mimética dos clipes de ginástica de Jane Fonda. A canção é uma exuberante e sensual aventura que merece ser levada para as pistas de dança quando tudo voltar ao normal, é claro.

21. “WHAT’S YOUR PLEASURE”, Jessie Ware

Jessie Ware exalou toda sua glória com o requinte sensorial de ‘What’s Your Pleasure?’ – e a faixa titular do álbum é tudo o que esperaríamos de uma obra desse calibre. Nutrindo-se de um disco mais amadurecido e mergulhando de cabeça nas recriações uptempo do EDM (sendo inspirada inclusive por Lady Gaga), a sutileza vocal e a onírica atmosfera são o bastante para nos tirar do chão.

20. “SPECTRUM”, Florence + the Machine

A banda formada e encabeçada por Florence Welch continua a nos agraciar com álbuns incríveis – mas foi em 2011 que nos encantou com o lançamento de ‘Ceremonials’. Dentre as belíssimas músicas presentes no compilado, “Spectrum” é a que mais nos chama a atenção, ainda mais por contar com a colaboração de Paul Epworth. O mais surpreendente é a presença gritante de diversos gêneros musicais, incluindo baroque popart poporchestral popdisco – todos confinados em uma antêmica e memorável rendição.

19. “ROLLING IN THE DEEP”, Adele

Apesar de Adele já ter tido um sucesso considerável com suas primeiras incursões, foi “Rolling in the Deep” que a lançou à fama mundial. O lead single de ’21’, considerado por muitos como o melhor álbum de sua carreira até agora, foi arquitetado minuciosamente ao lado de Paul Epworth (que viria a trabalhar com ela na aclamada “Skyfall”) e levou para casa três estatuetas do Grammy, incluindo Música do Ano e Gravação do Ano.

18. “TOXIC”, Britney Spears

Britney Spears parou o mundo novamente ao lançar “Toxic”lead single do revolucionário ‘In The Zone’. Garantindo à princesa do pop uma estatueta do Grammy na categoria de Melhor Gravação Dance, a faixa é considerada como um dos destaques dos anos 2000 e serviu de influência para diversas cantoras – principalmente por seu apelo comercial e bastante sedutor.

17. “CRAZY IN LOVE”, Beyoncé feat. Jay-Z

A faixa de abertura do álbum de estreia solo de Beyoncé reverbera com “Crazy In Love”lead single cantado ao lado de Jay-Z e que é exaltada em baladas e playlists inclusive nos dias de hoje. Quase duas décadas depois, o vibrante e sensual mergulho lírico serve como um hino romântico que se afasta das costumeiras baladas do gênero e é movida por um gancho tão chiclete que é quase impossível não reconhecê-lo imediatamente quando o ouvimos em… Bem, qualquer lugar.

16. “HIDDEN PLACE”, Björk

lead single de ‘Vespertine’, que inclusive apareceu na nossa lista de melhores álbuns do século, foi inteiramente escrito e produzido por Björk em uma perfeita abertura para o novo século. A canção traz elementos da música ambiente, do gospel do electro e fala, da maneira mais inesperada possível, sobre um novo amor que tem um lado mais íntimo e introspectivo – e que chama a atenção da cantora.

15. “SHALLOW”, Lady Gaga & Bradley Cooper

Oscar, BAFTA, Globo de Ouro e Grammy são algumas das dúzias de estatuetas que a respeitada e ovacionada “Shallow” levou para casa. O carro-chefe de ‘Nasce Uma Estrela’ reviveu o romantismo cinematográfico de forma imprescindível e ganhou o mundo por sua profunda composição lírica e pela singela produção country-rock.

14. “BACK TO BLACK”, Amy Winehouse

Apesar de “Rehab” ter maior reconhecimento na cultura pop“Back to Black” (ao menos na opinião deste que vos escreve), configura-se como uma construção mais madura, narcótica e saudosista – que, de fato, reiterou as incríveis habilidades artísticas de Amy Winehouse. Novamente produzida por Ronson, que também aproveitou para assinar alguns dos versos, a canção volta-se para o down-tempo e para as raízes do soul clássico, discorrendo sobre um relacionamento que acabou e que lança o eu-lírico de volta para a escuridão. Dentre as múltiplas tracks de Amy, esta é uma das que mais faz referências aos girl groups dos anos 1960, além de alusões ao Motown.

13. “CAN’T GET YOU OUT OF MY HEAD”, Kylie Minogue

Cada engrenagem dessa intrincada faixa é cuidadosamente arquitetada e incorpora elementos do techno, do pop, do disco e do dance como nenhuma outra. Com um gancho célebre e extraordinário, Kylie Minogue cria mágica ao longo de breves três minutos e cinquenta segundos que poderiam se estender por muito mais tempo sem quaisquer prejuízos. Novamente, Dennis e Davis unem forças para dar vida a uma narrativa que fala sobre obsessão amorosa e que viria se tornar seu single de maior sucesso comercial, com mais de seis milhões de cópias vendidas ao redor do mundo e ajudando a cimentar seu status como ícone global.

12. “LOS AGELESS”, St. Vincent

St. Vincent causou um grande impacto ao lançar seu quinto álbum de estúdio, ‘Masseduction’ – e é claro que a produção não poderia vir acompanhada de músicas esquecíveis. “Los Ageless”, apesar de ser o segundo single, é o carro-chefe da obra – uma reflexão dance-rocknew waveelectropop, contrariando o que o mainstream ditava à época e mergulhando de cabeça em uma sintética e crítica celebração da vida.

11. “SKYFALL”, Adele

Saindo do sucesso de ’21’Adele embarcava em uma ambiciosa jornada que a levava diretamente para as telonas e ficou encarregada de compor e performar a música-tema de ‘007 – Operação Skyfall’. A épica rendição lhe rendeu nada menos que inúmeros prêmios, incluindo o Oscar de Melhor Canção Original, e aclamação universal por parte da crítica – cujos elogios provieram da épica narrativa construída pela artista e pela irretocabilidade de seus potentes vocais.

10. “ALL TOO WELL”, Taylor Swift

Narrando uma power ballad que traz à tona corações partidos e um relacionamento descarrilado, a canção foi performada pela primeira vez na cerimônia do Grammy Awards em 2014, ganhando aclame universal por parte da crítica e um lugar especial na playlist dos fãs. Aqui, Taylor Swift se junta novamente a Liz Rose e Nathan Chapman, que trabalharam com ela em seu début homônimo e em ‘Fearless’, para uma manifestação elegíaca de emoções tumultuadas.

9. “ROYALS”, Lorde

“Royals”, de Lorde, garantiu não só sua ascensão ao estrelato (visto que permaneceu nove semanas em primeiro lugar da Hot 100), como apresentou ao mainstream elementos não vistos até então – como as progressões minimalistas e obscuras e um diálogo entre o instrumento e a voz do artista. A canção influenciou diversas artistas que ganhariam fama mais tarde, como HalseyOlivia RodrigoBillie Eilish, além de se manter como uma das clássicas assinaturas de Lorde.

8. “SHAMEIKA”, Fiona Apple

A inexplicavelmente divertida “Shameika” é o carro-chefe de ‘Fetch the Bolt Cutters’, mais novo álbum da aclamada Fiona Apple. Aqui, a performa volta suas influências para o art pop e o baroque pop que a colocou nos holofotes ainda em 1996 com ‘Tidal’, escrevendo um solilóquio de independência marcado pelo cotidiano e pelo banal.

7. “DANCING ON MY OWN”, Robyn

Considerada até hoje uma das melhores músicas de todos os tempos, a comovente e emocionante balada electro-disco regada a sintetizadores da cantora e compositora sueca Robyn foi reclamada pela comunidade queer com força descomunal. Na verdade, se pegarmos a impecável elegia romântica que ela escreve, temos uma protagonista que representa as pessoas marginalizadas e isoladas que dançam por conta própria em vez de se esconderem em casa.

6. “BREATHE ON ME”, Britney Spears

Com ‘In The Zone’, divisor de águas na carreira de Spears, a princesa do pop não teve medo de experimentar – e “Breathe on Me” é a melhor representante dessa ousadia. A quarta faixa do álbum, de longe a maior obra-prima que já lançou, é indesculpavelmente sexual, envolvente e sensorial em todos os sentidos – uma infusão espetacular de technodancehi-NRG e trip-hop que se aglutina numa coesão de tirar o fôlego, influenciando Rina SawayamaThe Weeknd e Billie Eilish (para citar alguns exemplos).

5. “PAPER PLANES”, M.I.A.

“Paper Planes” se consagrou como um dos maiores fenômenos não apenas do século, mas também da história. Encabeçada pela artista conhecida como M.I.A., ela co-assinou a faixa ao lado de Diplo e também produziu a faixa, afastando-se das incursões dance do mesmo álbum (‘Kala’) e trazendo uma combinação original e envolvente de elementos da música folk africana, bem como um apreço pelo hip hop alternativo e um impacto imortalizado no cenário fonográfico.

4. “LOVE ON THE BRAIN”, Rihanna

Essa é uma das músicas que, independente de ter feito sucesso comercial ou não, merece nossa atenção – o que não é o caso, visto que atingiu o 5º lugar da Hot 100. Nostálgica, retumbante e narcótica em todos os seus aspectos, a iteração permitiu que Rihanna entregue uma performance memorável que faz alusão aos anos 1950 e 1960, rendendo-se às baladas soul e doo-wop.

3. “FALLIN'”, Alicia Keys

single de estreia de Alicia Keys é uma de suas marcas registradas, principalmente por estampar seus belíssimos vocais, sua relação apaixonante com o piano e sua adoração ao R&B. Atingindo o topo da Billboard 100, a canção levou para casa nada menos que três estatuetas do Grammy, incluindo Música do Ano.

2. “FORMATION”, Beyoncé

“Formation”, buscando elementos de um vanguardista R&B, borbulha com referências imagéticas e sonoras que ganham vida e nos levam através de uma história apagada pelo egocentrismo branco. É aqui que a cantora abraça de vez sua herança provinda de “meu pai, [do] Alabama; minha mãe, [de] Louisiana”, além de cutucar com sarcasmos deliciosos as múltiplas teorias da conspiração que insurgiram nos últimos anos para renegar a importância que trouxe para a valorização da cultura afro-americana. Em outras palavras, a track em questão alcança níveis de perfeição que sarcasticamente grita “eu tenho orgulho de ser quem eu sou”.

1. “BAD ROMANCE”, Lady Gaga

Considerada por inúmeros especialistas como a magnum opus de Gaga, “Bad Romance” permanece viva na memória de qualquer um que já tenha ligado a rádio ao menos uma vez em 2009. Vencedora de duas estatuetas do Grammy, a canção é o carro-chefe do aclamado e revolucionário ‘The Fame Monster’ e traz elementos do house e do techno alemães ao vibrante electro-pop do final dos anos 2000. Como se não bastasse, a canção influenciou diversas artistas veteranas e estreantes na indústria e continua original mesmo 13 anos depois de seu lançamento.

‘The Flash’: Barry continua desaparecido na prévia oficial do episódio 09×11; Confira!

The CW divulgou a prévia oficial do 11º episódio da 9ª e última temporada de The Flash, intitulado “A New World, Part Two”.

Na trama, “Iris fica alarmada com o desaparecimento de Barry, mas Cecile garante a ela que tudo ficará bem – mas como ela poder saber? O Time Flash é afetado por uma substância misteriosa, enquanto Khione desenvolve uma compreensão melhor do que ela pode ou não controlar”.

Dirigido por Kayla Compton, que interpreta Allegra na produção, o capítulo vai ao ar no dia 10 de maio.

Confira:

Depois de derrotar o Flash Reverso de uma vez por todas, a nona temporada de The Flash começa uma semana depois da batalha épica, e Barry Allen (Grant Gustin) e Iris West-Allen (Candice Patton) estão se reconectando e ficando mais próximos do que nunca. Mas quando um grupo mortal de Rogues chega a Central City, liderado por uma nova e poderosa ameaça, Flash e sua equipe – Caitlin Snow (Danielle Panabaker), a meta-empata Cecile Horton (Danielle Nicolet), a meta de luz Allegra Garcia (Kayla Compton), o brilhante nerd da tecnologia Chester P. Runk (Brandon McKnight) e o ladrão de criogenia reformado Mark Blaine (Jon Cor) – devem mais uma vez desafiar probabilidades impossíveis de salvar o dia. Mas quando os Rogues são derrotados, um novo adversário mortal surge para desafiar o legado heróico de Barry Allen. E em sua maior batalha até agora, Barry e o Time Flash serão levados ao limite para salvar Central City pela última vez.

Criada por Greg Berlanti, Geoff Johns e Andrew Kreisberg, ‘The Flash‘ faz parte do Arrowverse.

O elenco conta com Grant Gustin, Candice Patton, Danielle Panabaker, Carlos Valdes, Tom Cavanagh e Jesse L. Martin.

Mês das Bruxas | 10 animações ARREPIANTES para ver nos streamings!

E o mês mais místico ano finalmente chegou!

Apesar de não ser uma celebração essencialmente nacional, o Dia das Bruxas carrega consigo uma história bastante sobrenatural e que correu o mundo de canto a canto – ainda mais pelo fato de, segundo inúmeras mitologias, representar o momento em que o véu entre o mundo terreno e o espiritual se torna mais tênue.

Não é surpresa que o Halloween inspirou e continua inspirando inúmeros artistas a criarem narrativas de arrepiar os pelos da nuca e nos fazer olhar por cima do ombro para ver se não estamos sendo seguidos. Da mesma maneira, vários realizadores também utilizam esses contos para aguçar a sinestesia e a compreensão de temas complexos pelas crianças.

Desde o clássico O Estranho Mundo de Jack até os recentes Coraline e o Mundo SecretoKubo e as Cordas Mágicas‘, filmes de terror infantis são uma ótima pedida para o dia de hoje – e, pensando nisso, separamos uma lista com 10 animações arrepiantes para conferir nos streamings.

Veja abaixo nossas escolhas e conte para nós qual a sua favorita:

O CALDEIRÃO MÁGICO (1985)

Onde assistir: Disney+

Lançado na década de 1980, O Caldeirão Mágicofoi ofuscado por títulos muito mais famosos da Walt Disney Studios, mas merece ser redescoberto. Ambientado na mítica terra de Prydain, a história segue acompanha o jovem Taran em uma missão mágica: armado com uma espada mágica, ele precisa impedir que o malvado Horned King libere os poderes sobrenaturais de um caldeirão mágico. Para isso, ele terá a ajuda da bela princesa Eilonwy, de Gurgi e de um porquinho clarividente.

O ESTRANHO MUNDO DE JACK (1993)

Onde assistir: Disney+

Décadas depois de seu lançamento, O Estranho Mundo de Jack continua vivo na memória como um dos musicais animados mais incríveis de todos os tempos – e mistura Halloween e Natal em uma exuberante narrativa. Com direção de Henry Selick e história de Tim Burton, o conto gira em torno de Jack Skellington, o Rei das Abóboras, que está cansado de seguir a mesma rotina ano após ano. De repente, ele se encontra numa estranha floresta que guarda uma porta para a Cidade do Natal, dando de cara com uma festa diferente de tudo que já viu antes – e resolve tomá-la para si e criar um Natal único (e aterrorizante).

A NOIVA CADÁVER (2005)

Onde assistir: NOW, Vivoplay

A Noiva Cadáver, lançada há dezesseis anos pela Laika Studios, conquistou o público ao trazer à vida uma fictícia vila vitoriana e focar no complexo relacionamento de Victor (Johnny Depp), um jovem estabanado que é visto com olhos tortos onde mora, e Emily, a personagem titular que volta dos mortos ao ser pedida em casamento por Victor. Trazendo também no elenco nomes como Emily Watson e Richard E. Grant, o filme foi aclamado pela crítica especializada e arrecadou quase US$120 milhões ao redor do mundo, além de ter sido indicado ao Oscar de Melhor Animação.

A CASA MONSTRO (2006)

Onde assistir: Netflix

A adorada animação A Casa Monstro é uma joia do gênero e, apesar de ser redescoberta ano após anos, ainda não tem o reconhecimento que merece – talvez nem tanto pela construção técnica, e sim pela divertida e chocante história. A trama acompanha três adolescentes que acreditam que a casa do outro lado da rua é, na verdade, uma perigosa criatura que ataca qualquer um que passe perto dela. Com o Dia das Bruxas se aproximando, eles têm que descobrir uma forma de destruí-la antes que ela faça mal a crianças inocentes.

CORALINE E O MUNDO SECRETO (2009)

Onde assistir: Google Play

A tenebrosa jornada de Coraline Jones convida o público a visitar um mundo paralelo habitado por pessoas com botões no lugar dos olhos, uma versão interessante e aparentemente convidativa da realidade que conhecemos. Entretanto, à medida que a heroína vai descobrindo os segredos daquele místico lugar, ela percebe que está sendo atraída para uma mortal armadilha.

9 – A SALVAÇÃO (2009)

Onde assistir: HBO Max

A subestimada e instigante animação ‘9 – A Salvação’ foi lançada em 2009 através das mãos do icônico produtor Tim Burton e do diretor Shane Acker. A aventura pós-apocalíptica é ambientada em um planeta devastado pelo levante das máquinas, que destruíram a raça humana e tomaram controle dos quatro cantos da Terra.Pouco depois desse genocídio, 9, um robô-boneco, acorda sem entender o que está acontecendo e descobre que seu criador o deixou com uma missão: encontrar oito outros minirrobôs para unirem forças e descobrir o mistério por trás dos caóticos acontecimentos.

PARANORMAN (2012)

Onde assistir: Apple TV+

A produtora conhecida como Laika tem uma habilidade inegável de criar grandiosas histórias –  e é claro que isso não seria diferente com a divertida animação ParaNorman. O filme traz em um mesmo cenário um grupo de criaturas fantásticas e que até hoje permeiam o imaginário popular, e sim zumbis, fantasmas e bruxas. A trama gira em torno do jovem médium Norman Babcock, que se torna o único que pode salvar a condenável cidadezinha de Blithe Hollow de perecer nas garras da temida bruxa Aggie Prenderghatst.

FRANKENWEENIE (2012)

Onde assistir: Disney+

Victor adora fazer filmes caseiros de terror, quase sempre estrelados por seu cachorro Sparky. Quando o cão morre atropelado, o garoto fica triste e inconformado. Inspirado por uma aula de ciências que teve na escola, onde um professor mostra ser possível estimular os movimentos através da eletricidade, ele constrói uma máquina que permita reviver Sparky. O experimento dá certo, mas o que Victor não esperava era que seu melhor amigo voltasse com hábitos um pouco diferentes.

KUBO E AS CORDAS MÁGICAS (2016)

Onde assistir: Google Play

Kubo tem uma normal e tranquila vida em uma pequena vila no Japão com sua mãe. Até que um espírito vingativo do passado muda completamente sua vida, ao fazer com que todos os tipos de deuses e monstros o persigam. Agora, para sobreviver, Kubo terá de encontrar uma armadura mágica que foi usada pelo seu falecido pai, um lendário guerreiro samurai.

A FAMÍLIA ADDAMS (2019)

Onde assistir: NOW

A família Addams se prepara para a visita de parentes ainda mais assustadores, mas a sombria personalidade da TV local Margaux Needler aparece para fazer uma fortuna vendendo todas as casas do bairro. Como resultado, os dias de maldade da mansão no topo da colina, que Margaux despreza, parece ter seus dias contados.

Dafne Keen é destaque nas imagens INÉDITAS de ‘Star Wars: O Acólito’; Confira!

EW divulgou com exclusividade novas imagens oficiais de ‘O Acólito’, aguardada série derivada de ‘Star Wars‘, que estreia em 04 de junho no Disney+.

As fotos dão destaque a Jecki Lon, jovem padawan interpretada por Dafne Keen (‘Fronteiras do Universo’).

Confira, junto ao trailer, e siga o CinePOP no YouTube:

Criada por Leslye Headland“‘Star Wars: The Acolyte é um thriller de mistério que levará os espectadores a uma galáxia de segredos sombrios e poderes emergentes do lado sombrio nos dias finais da era da Alta República. Na trama, uma ex-Padawan se reúne com seu Mestre Jedi para investigar uma série de crimes, mas as forças que eles enfrentam são mais sinistras do que imaginavam”.

Anteriormente, o Sindicato dos Roteiristas anunciou os nomes que estarão por trás dos 8 episódios da aguardada série.

A distribuição dos episódios ficou assim:

Episódio 1: Leslye Headland (‘Boneca Russa’)
Episódio 2: Jason Micallef (‘Heathers’) e Charmaine DeGrate (‘A Casa do Dragão’)
Episódio 3: Jasmyne Flournoy (‘Falcão e o Soldado Invernal’) e Eileen Shim (‘A Casa do Dragão’)
Episódio 4: Claire Kiechel (‘Watchmen’) e Kor Adana (‘Mr. Robot’)
Episódio 5: Kor Adana e Cameron Squires (‘WandaVision’)
Episódio 6: Jason Micallef e Jocelyn Bioh (‘Boneca Russa’)
Episódio 7: Charmaine DeGrate, Jen Richards (‘Blindspotting’) e Jasmyne Flournoy
Episódio 8: Jason Micallef

Em outra entrevista, também para o Collider, a atriz Jodie Turner-Smith contou alguns detalhes sobre sua personagem, que também não foi revelada oficialmente. Ela adiantou que não está interpretando uma Jedi.

“Eu não consegui usar um sabre de luz”, diz ela. “Porque eu não sou uma Jedi!”

Ela também revelou que não contracenou diretamente com a atriz protagonista da série, Amandla Stenberg. Turner-Smith também contou como se sentiu quando esteve no set de filmagens pela primeira vez.

“Em primeiro lugar, quando que você entra em um desses sets, você pensa: ‘ok, eles têm dinheiro. É uma produção milionária’ […] É uma experiência muito legal e surreal. Esse foi definitivamente um dos melhores momentos que pude realizar da minha lista de desejos.”

O elenco ainda conta com Lee Jung-jae, Dafne Keen e Dean-Charles Chapman.

 

‘Star Trek: Lower Decks’: 5ª e ÚLTIMA temporada ganha clipe INÉDITO; Confira!

Paramount+ divulgou um clipe inédito da 5ª e última temporada da elogiada série animada Star Trek: Lower Decks’.

O ciclo de encerramento tem estreia agendada para o dia 24 de outubro.

Confira, junto ao trailer:

Lembrando que os quatro primeiros ciclos estão disponíveis na Paramount+.

A série foi criada por Mike McMahan (‘Rick e Morty’).

A trama é ambientada no ano de 2380. A Terra, agora, é parte da Federação Unida dos Planetas, uma organização com várias espécies que comanda a galáxia. O time Starfleet, divisão de exploração e militarismo da Federação, opera uma série de naves espaciais que viajam por todo o universo estabelecendo contato com raças alienígenas. Lower Decks acompanha as aventuras da equipe de apoio que trabalha em uma das naves menos importantes da Frota Estelar.

O elenco conta com Tawny Newsome, Jack Quaid, Eugene Cordero e Noël Wells.