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Nostalgia Máxima! 10 Clássicos Policiais ESQUECIDOS dos anos 80! Você Lembrava de Todos?

Aqui no CinePOP adoramos a nostalgia dos anos 80. Acontece que a tão querida década está de volta com força total, aguçando a curiosidade dos mais novos sobre o que de fato foi a época. Mas não apenas isso, como também serve como uma volta no tempo para os fãs mais velhos que de fato viveram a época, e jamais foram capazes de esquecê-la. E por que a década de 80 é tão especial hoje, mais que outros anos do passado? É simples. O motivo é que os anos 80 foram responsáveis pela criação dos chamados blockbusters, filmes de entretenimento que ajudaram a moldar o que temos hoje em matéria de superproduções. Com alguns filmes jamais saindo do imaginário da cultura pop, vide ‘De Volta para o Futuro’, ‘Star Wars’, ‘Indiana Jones’ e ‘Karatê Kid’, por exemplo.

Porém, um gênero que igualmente fez enorme sucesso nos anos 80 foi o dos filmes de ação policial. Neste tipo de produção, em geral tínhamos um policial heroico desmantelando organizações criminosas com muito tiro, porrada e bomba. Quem cresceu na época guarda com carinho esses filmes considerados hoje politicamente incorretos. E aqui, nesta nova matéria iremos apresentar 10 Filmes policiais que marcaram época, mas que ao longo dos anos foram ficando esquecidos, sem que sejam tão falados assim, se tornando desconhecidos para a geração mais nova. O objetivo é justamente relembrá-los. Confira.

Inferno Vermelho (1988)

O grandalhão Arnold Schwarzenegger foi o rei da ação nos anos 80, mas olhando para a sua filmografia, ele não tem tantos filmes policiais em seu currículo. O que mais se destaque é esse ‘Inferno Vermelho’, longa em que continuou a trajetória de “tiro, porrada e bomba” de ‘Comando para Matar’ e ‘O Predador’. Aqui, ele vive o policial russo Ivan Danko (quase Ivan Drago, será que foi proposital?) – que sai de seu país para ir até os EUA perseguir um traficante. No caminho termina se unindo a um policial bonachão de Chicago, papel de James Belushi, nesse buddy cop onde os parceiros precisam deixar a guerra fria de lado e trabalhar juntos.

Chuva Negra (1989)

“Nunca mais eu vou dormir. Nunca mais eu vou dormir. Ih, que isso: Michael Douglas!”. A infame música do DJ João Brasil cabe para a introdução deste segundo item. Sim, você acertou, se trata de um filme de ação policial protagonizado pelo próprio homenageado pela música. Dirigido por ninguém menos que Ridley Scott, esse filme da Paramount traz Douglas como Nick Conklin, então recém-saído do mega sucesso ‘Atração Fatal’. Aqui, ao invés da Rússia nos EUA como no item acima, os americanos exportam seus problemas para o Japão, quando um criminoso da Yakuza, a máfia japonesa, é preso por dois policiais de Nova York (Douglas e Andy Garcia) e deve ser escoltado. Porém, ele é extraditado para seu país e os tiras americanos o seguem.

Nico – Acima da Lei (1988)

Talvez os mais novos não saibam e quem sabe muitos possam não lembrar, mas o astro marcial Steven Seagal já fez sucesso um dia, e deu trabalho para lendas como Sylvester Stallone e Arnold Schwarzenegger nas bilheterias. Aqui, o lutador e dublê de ator estreava como protagonista no cinema interpretando o descendente de italiano Nico Toscani. Ele é um ex-veterano da Guerra do Vietnã, que trabalhou nas forças especiais, e hoje opera como policial nas duras ruas de Chicago. Sharon Stone interpreta a esposa do sujeito, e o filme conta ainda com Pam Grier. O ator também assina o roteiro, ao lado do diretor Andrew Davis – o mesmo do sucesso ‘O Fugitivo’.

Tocaia (1987)

Clássico das reprises da Sessão da Tarde e exibições dos canais abertos, ‘Tocaia’ é um dos únicos dois filmes da lista que renderam continuação – lançada em 1993. Mistura de comédia e ação, aqui temos uma produção da Disney, através da subsidiária Touchstone Pictures. Na trama o policial veterano Chris Lecce (Richard Dreyfuss) e o novato Bill Reimers (Emilio Estevez) são os parceiros da vez em mais um “buddy cop movie”. A missão da dupla, no entanto, é o diferencial do filme. Ao invés de correrem por aí explodindo tudo, como em ‘Máquina Mortífera’, eles só precisam ficar de tocaia na casa vizinha, onde mora a ex-namorada de um criminoso – papel de Madeleine Stowe.

F/X – Assassinato Sem Morte (1986)

Como dito, apenas dois filmes da lista tiveram continuação, com o primeiro sendo o item acima, e o segundo este ‘F/X’. A trama policial criativa gira em torno de um técnico em efeitos especiais de cinema, papel de Bryan Brown, sendo convocado para ajudar agentes a forjar a morte de um delator da máfia que irá aderir ao programa de proteção a testemunhas. Mas os criminosos descobrem o golpe e colocam o profissional dos efeitos em risco o transformando em alvo. Assim, ele precisa recorrer à ajuda do policial vivido pelo xará Brian Dennehy. Esse é outro clássico da Sessão da Tarde da época.

Remo – Desarmado e Perigoso (1985)

Quem cresceu nos anos 1980, certamente lembra de Remo, o policial herói vivido por Fred Ward, no clássico dirigido por Guy Hamilton, o mesmo de diversos filmes de 007 – como ‘Goldfinger’. Todos os garotos e adolescentes da época vibraram com o ex-policial que dependia unicamente de seus ensinamentos marciais para eliminar os criminosos, e certamente nunca conseguiram entender por que o filme nunca teve uma continuação. A verdade é que uma sequência era sim planejada, tanto que o subtítulo desse original era ‘The Adventure Begins’, ou seja, “A Aventura Continua”. Na trama, um ex-policial é dado como morto, e depois treinado para se tornar um guerreiro moderno a serviço dos EUA.

Jogo Bruto (1986)

Olha o grandalhão austríaco Arnold Schwarzenegger aí de novo. E se a maioria dos filmes apresentados na lista até o momento eram serventia da Globo, quem cresceu nos anos 80 certamente lembra deste veículo de Arnold ao fim de todo programa Silvio Santos nos domingos, quando entrava no ar a Sessão das 10. ‘Jogo Bruto’ era um filme fácil de figurar no programa noturno. E um dos poucos longas do austríaco no acervo do SBT. Na trama, Arnold vive um xerife de uma pequena cidade americana, que decide ajudar o FBI em uma investigação com a máfia, e para isso ele precisa se infiltrar em uma organização criminosa.

O Vingador (1986)

Recentemente, escrevi uma matéria sobre a extinta Cannon Films, um baluarte dos anos 80. E aqui temos um de seus representantes, protagonizado pelo “menino de ouro” do estúdio Charles Bronson. Famoso por seus filmes de ação na franquia ‘Desejo de Matar’, em tais filmes o ator não vive um policial, mas sim um justiceiro, um homem comum que decide ir atrás da bandidagem. Aqui neste ‘Murphy’s Law’ a coisa muda de figura, com o protagonista exibindo um distintivo. Ele vive Jack Murphy, um policial incriminado injustamente em mais um “buddy cop” diferenciado. Aqui, ele precisa se unir a ex-mulher de um criminoso que também estava presa, para provar sua inocência e limpar seu nome.

Leia também: Cannon Films | Relembre o estúdio mais “picareta” de Hollywood – que foi um ícone dos anos 80

Sem Perdão (1986)

Aqui temos um thriller policial que exala sensualidade e faz a tela incendiar. Também pudera, coprotagonizando temos uma das mulheres mais belas que já passaram por Hollywood, a modelo transformada em atriz Kim Basinger, três anos antes do divisor de águas ‘Batman’, mas no mesmo ano do erótico ‘9 e ½ Semanas de Amor’. Ela vive uma testemunha de assassinato, que está metida com gente muito perigosa. Em sua cola está o policial durão de Chicago (sempre essa cidade nos 80’s) Eddie Jillette, papel de Richard Gere. Ele vai até Nova Orleans para descobrir o que ela sabe, e os dois terminam se apaixonando, enquanto fogem e tentam se salvar de bandidos. Disponível na HBO Max.

Action Jackson (1988)

Fechando a lista, temos um campeão de “tiro, porrada e bomba”, que é também um dos filmes mais subestimados da década de 80. A intenção aqui era transformar o coadjuvante Carl Weathers (‘Rocky’ e ‘O Predador’) em um protagonista – afinal, carisma o ator tem de sobra. Mas a investida não deu muito certo na época, e ‘Action Jackson’ falhou em se tornar uma franquia, mesmo tendo ressurgido como cult. No filme, ele vive um policial tão letal, que assim como ‘Remo’ dispensa o uso de armas. Ou melhor, nem seus próprios parceiros na força deixam que ele saia armado – para evitar o pior. Uma curiosidade é que no elenco tínhamos ainda a musa Sharon Stone (ela de novo), no auge de sua beleza (a atriz talvez nunca tenha estado tão bela quanto neste filme), e outra beldade da época, a saudosa morena Vanity.

‘Deadpool 2’: Saiba quais personagens sobreviveram ao estalar de dedos de Thanos

Em entrevista ao The Huffington Post, o elenco de ‘Deadpool 2‘ revelou de forma bem humorada se algum deles sobreviveu ao estalar de dedos de Thanos em ‘Guerra Infinita‘.

Stefan Kapičić, o Colossus, foi o primeiro a declarar que ele “definitivamente sobreviveu”, mas Ryan Reynolds fez todos rirem ao dizer que Colossus não só foi o primeiro a morrer, como também morreu sem honra. O ator acrescentou que ninguém teria sobrevivido ao estalar de dedos.

Zazie Beetz, a Domino, no entanto, estava confiante que sua personagem teria conseguido sobreviver por causa de seus poderes que lhe dão “sorte”.

A fusão da Fox com a Disney tem gerado algumas dúvidas em relação à produção de algumas sagas, como é o caso de ‘X-Men‘ e até mesmo ‘Deadpool‘. E embora as expectativas para uma grande bilheteria sejam altas, o astro Ryan Reynolds recentemente revelou que não sabe se o mercenário bocudo terá uma terceira chance nos cinemas.

Apesar da Fox e Reynolds não confirmarem o filme, parece que ele está acontecendo!

Segundo o Production Weekly, a 20th Century Fox anunciou a abertura de vagas para contratar profissionais de cinema para trabalhar em ‘Deadpool 3‘.

O comunicado ainda afirma que as filmagens vão acontecer em Atlanta, nos Estados Unidos, e não no Canadá – como os dois primeiros filmes.

Deadpool 2‘ arrecadou US$ 732 milhões mundialmente até o momento, menos que o primeiro filme (US$ 783 milhões).

‘X-Force’: Roteirista diz que filme derivado será mais violento que ‘Deadpool 2’

Matt Damon apareceu em ‘Deadpool 2’ e você nem viu; Saiba qual cena!

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‘Game of Thrones’: Cartaz da última temporada forma um trono de cadáveres; Confira!

A 8ª (e última) temporada de ‘Game of Thrones‘ ganhou um novo cartaz sensacional, com os corpos dos personagens dando o formato do trono de ferro.

Confira:

A última temporada irá estrear no dia 14 de abril.

David Benioff e D. B. Weiss continuam como os showrunners da série, cujo último ano terá apenas seis episódios e vários deles terão mais do que 60 minutos.

Ao contrário das temporadas anteriores, o novo ciclo consistirá, em sua grande maioria, em conteúdo original ainda não apresentado na saga literária de George R. R. Martin.

O elenco conta com Peter Dinklage, Nikolaj Coster-Waldau, Lena Headey, Emilia Clarke, Kit Harington, Liam Cunningham, Sophie Turner, Maisie Williams, Alfie Allen, Nathalie Emmanuel, Gwendoline Christie, John Bradley e Isaac Hempstead Wright.

Tragédia épica da humanidade no trailer DUBLADO do drama religioso ‘Barrabás’

O drama religioso ‘Barrabás‘ ganhou trailer dublado.

Confira:

Barrabás‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 12 de dezembro.

O longa é dirigido por Evgeniy Emelin.

A visão única sobre a conhecida história da morte e ressurreição de Cristo, que vemos com os olhos do bandido Barrabás, que escapou da morte na cruz.

Regina Khakimova, Pavel Kraynov e Zalim Mirzoev estrelam a produção.

Angela Bettis passa noite infernal no novo trailer do terror ’12 Hour Shift’; Assista!

O terror ‘12 Hour Shift‘ ganhou um novo trailer.

Confira:

O longa foi escrito e dirigido por Brea Grant.

A enfermeira Mandy está tentando sobreviver ao seu turno duplo, mas seu vício em drogas, colegas de trabalho irritantes, parentes chatos e um primo sinistro tornam sua vida muito difícil, sem contar criminosos que roubam órgãos e um condenado ferido.

Angela Bettis (‘Carrie, A Estranha’) estrela. O elenco ainda conta com David Arquette, Mick Foley, Chloe Farnworth, Kit Williamson, Tara Perry e Nikea Gamby-Turner.

O terror será lançado direto em VOD no dia 2 de outubro.

‘Funhouse’: Trailer do terror traz versão MORTAL do Big Brother; Assista!

O terror ‘Funhouse‘, que traz um tipo de Big Brother mortal, ganhou o primeiro trailer.

Confira:

Jason William Lee (‘O Mal Entre Nós’) é responsável pela direção.

O cantor de backup Kasper é convidado para competir no Funhouse, um reality show online no estilo “Big Brother”. Para reformular sua reputação manchada, Kasper aceita relutantemente a oferta. Ao lado de outras 7 subcelebridades de todo o mundo, ele vai competir pelo prêmio de 5 milhões de dólares. No início, o Funhouse é exatamente como o nome sugere, cheio de diversão, amizades, conexões amorosas e rivalidades. No entanto, a diversão rapidamente se transforma em um pesadelo quando o primeiro desafio deixa um dos competidores brutalmente assassinado.

Valter Skarsgard, Christopher Gerard e Gigi Saul Guerrero estrelam a produção.

O terror será lançado em VOD no dia 28 de maio.

‘Resident Alien’: Raça humana está em perigo no trailer da 2ª temporada; Assista!

O SyFy divulgou o trailer completo da 2ª temporada da série ‘Resident Alien‘, estrelada pelo Alan Tudyk.

Confira:

O próximo ciclo irá estrear no dia 26 de janeiro.

Criada por Chris Sheridan, a série é baseada nos quadrinhos da Dark Horse.

Harry é um extraterrestre que pousa no planeta Terra e tenta se passar como um médico humano. Com a missão secreta de matar todos os humanos, Harry começa a viver uma vida simples – mas as coisas ficam difíceis quando ele é encarregado de ajudar a resolver um assassinato local e ele percebe que precisa entender esse novo mundo.

Tudyk (‘Firefly’) estrela a produção. O elenco ainda conta com Sara Tomko, Corey Reynolds, Alice Wetterlund e Levi Fiehler.

‘Ghosts’: Fantasmas retornam no divertido trailer 2ª temporada; Confira!

A CBS divulgou o trailer completo da 2ª temporada da comédia sobrenatural ‘Ghosts‘, série estrelada pela Rose McIver (‘iZombie’).

Confira:

O próximo ciclo irá estrear oficialmente no dia 29 de setembro.

Criada por Joe Port e Joe Wiseman, a série é baseada na comédia homônima lançada originalmente no Reino Unido.

A trama segue um casal, Samantha (McIver) e Ryan, cujos sonhos se tornam reais quando eles herdam uma linda casa no campo, apenas para descobrirem que o lugar está caindo aos pedaços e é habitado pelos vários residentes que morreram anteriormente.

O elenco ainda conta com Brandon Scott Jones (‘The Good Place’), Richie Moriarty (‘What We Do in the Shadows’), Asher Grodman (‘Chicago Med’), Rebecca Wisocky (‘Devious Maids’), Sheila Carrasco (‘Jane the Virgin’), Danielle Pinnock (‘Young Sheldon’) e Román Zaragoza (‘Austin & Ally’).

‘A Vida Sexual das Universitárias’: Reneé Rapp DEIXA o elenco da série após 3 temporadas

De acordo com o Deadline, Reneé Rapp vai deixar o elenco da comédia ‘A Vida Sexual das Universitárias‘ (The Sex Lives of College Girls) depois de apenas três temporadas.

A atriz, que interpreta Leighton Murray, retornará para o terceiro ciclo apenas para encerrar a narrativa de sua personagem. Rapp recentemente assinou com a gravadora Interscope Records, e passará a se dedicar à sua carreira musical.

Ela estreou na Broadway na adaptação de ‘Meninas Malvadas‘, dando vida à icônica Regina George, e recentemente lançou o seu primeiro EP, intitulado Everything to Everyone.

No final da segunda temporada, Leighton deixou a sororidade Kappa Beta Rho, terminando com seu interesse amoroso, Tatum, e voltando para sua ex-namorada Alicia.

E aí? Vocês irão sentir falta da personagem?

Criado pela roteirista e produtora indicada ao Emmy®, Mindy Kaling, e Justin Noble, a trama segue quatro colegas de faculdade no prestigioso Essex College, na Nova Inglaterra. A segunda temporada retoma a história enquanto os estudantes retornam das férias de outono, enfrentam os desafios que encararam no final da primeira temporada e um novo semestre cheio de novos rostos, festas e dificuldades.

Mindy Kaling e Justin Noble continuam a capturar brilhantemente a experiência universitária da maneira mais divertida. Esta série é o equilíbrio perfeito entre comédia, sexo, curiosidade e caos, e mal podemos esperar para ver o que a próxima temporada traz”, disse Suzanna Makkos, vice-presidente executiva de Comédia Original e Animação para Adultos

O elenco é formado por Paulina ChalametAmrit KaurRenée RappAlyah Chanelle ScottMidori Francis, Gavin Leatherwood e outros.

Justin Noble também assina a criação da série, ao lado de Kaling.

Channing Tatum é um bilionário SINISTRO no trailer do suspense ‘Pisque Duas Vezes’; Confira!

A Warner Bros. divulgou o primeiro trailer do suspense ‘Pisque Duas Vezes‘ (Blink Twice), estrelado pelo Channing Tatum (‘Cidade Perdida’).

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 22 de agosto.

Dirigido por Zoë Kravitz (‘Batman’), a produção originalmente era intitulada Pussy Island.

Quando o bilionário de tecnologia Slater King (Tatum) conhece a garçonete Frida (Naomi Ackie) em sua gala de arrecadação de fundos, faíscas voam. Ele a convida para se juntar a ele e seus amigos nas férias dos sonhos em sua ilha particular. É o paraíso. Noites selvagens se misturam com dias ensolarados e todos estão se divertindo. Ninguém quer que esta viagem acabe, mas à medida que coisas estranhas começam a acontecer, Frida começa a questionar a sua realidade. Há algo errado com este lugar. Ela terá que descobrir a verdade se quiser sair viva desta festa.

O elenco conta com Alia Shawkat, Simon Rex, Adria Arjona, Haley Joel Osment, Christian Slater, Kyle MacLachlan e Geena Davis.

Kravitz também assina o roteiro e a produção do filme, ao lado de ET Feigenbaum (‘Alta Fidelidade’).

A Mulher no Jardim

(The Woman In The Yard)

 

Elenco:

Danielle Deadwyler
Okwui Okpokwasili
Russell Hornsby

 

Direção: Jaume Collet-Serra

Gênero: Terror

Duração: 85 min.

Distribuidora: Universal Pictures

Orçamento: US$ 5 milhões

Estreia: 8 de Maio de 2025

Sinopse: 

Em A MULHER NO JARDIM, Ramona é uma mulher afetada pela dor após sobreviver a um acidente de carro que levou seu marido. Gravemente ferida, Ramona agora deve cuidar de seu filho de 14 anos e sua filha de 6 anos, sozinha em sua casa rural. Então, um dia, uma mulher aparece em seu quintal.

Ramona assume que a mulher está perdida ou louca, mas conforme a mulher se aproxima cada vez mais da casa, fica claro que ela não é uma figura comum e suas intenções não são pacíficas. Agora, Ramona deve resistir para proteger a si mesma e seus filhos das garras da mulher que simplesmente não os deixa em paz.

Curiosidades: 

» O terror é produzido pela Blumhouse;

» Do mesmo diretor de ‘A Casa de Cera‘, ‘A Órfã‘ e ‘Águas Rasas‘;

» O roteiro foi assinado por Sam Stefanak;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

20th Century Studios está desenvolvendo novo TERROR de cobra assassina

De acordo com o Deadline, a 20th Century Studios venceu uma acirrada disputa pelos direitos de ‘Crush‘, novo thriller de sobrevivência de cobra assassina estilo ‘Anaconda‘.

Na trama…

“Fazendo trilha sozinha nos Everglades, uma mulher acorda e se encontra presa nas espirais esmagadoras de uma enorme píton, lutando para permanecer viva enquanto cada respiração a deixa mais perto da morte.”

Alegadamente, a história é baseada em eventos reais e deve ser contada em apenas um plano-sequência.

O site ainda afirma que o estúdio está dando prioridade para o projeto, na expectativa de acelerar o processo das filmagens.

John Fischer assina o roteiro.

“Foi uma surpresa quando o John disse que havia escrito um roteiro enquanto estava na Espanha trabalhando [como produtor] em um de nossos filmes. Nosso receio quando ele nos pediu para ler se tornou euforia quando percebemos que estávamos diante de um filme eletrizante que queríamos produzir. Mal podemos esperar para incomodá-lo com páginas e páginas de notas enquanto seguimos em frente com a produção,” declararam seus amigos produtores Marty Bowen e Wyck Godfrey.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘O Fim da Rua’: Thriller com Anne Hathaway terá BAIXA classificação etária por “conteúdo violento”

O thriller de sobrevivência ‘O Fim da Rua‘ (The End of Oak Street), estrelado por Anne Hathaway e Ewan McGregor, recebeu uma baixa classificação etária (PG-13) nos EUA, e poderá ser assistido por menores de idade.

Com lançamento programado para o dia 13 de agosto nos cinemas nacionais, o longa foi classificado pelo MPAA por “conteúdo violento, imagens sangrentas, linguagem e material sugestivo”.

Ambientada nos anos 1980, a trama acompanha o casal Denise (Hathaway) e Greg (Ewan), que enfrenta uma crise no relacionamento enquanto gerencia a rotina familiar com os dois filhos adolescentes. Entretanto, tudo muda quando abruptamente uma tempestade transporta toda a vizinhança para a era dos dinossauros. Isolados, os quatro serão forçados a cooperar para sobreviver e voltar para 1980, em uma jornada com muita ação e emoção.

SAIBA MAIS » O Fim da Rua

O elenco ainda conta com Maisy Stella e Christian Convery. O filme é escrito e dirigido por David Robert Mitchell e produzido por J.J. Abrams, Hannah Minghella, Jon Cohen, David Robert Mitchell, Matt Jackson e Tommy Harper.

Pam Abdy e Michael De Luca, chefes da Warner Bros., também descrevem o filme como um “episódio de ‘Além da Imaginação’.

A equipe de Mitchell atrás das câmeras inclui o diretor de fotografia Michael Gioulakis; a designer de produção Maya Shimoguchi; o editor John Axelrad; a figurinista Erin Benach; e o compositor Michael Giacchino.

‘Han Solo’: Paul Bettany, o Visão de ‘Vingadores’, entra para o elenco

As filmagens de ‘Han Solo‘ continuam a todo vapor e o mais novo acréscimo à narrativa foi o astro Paul Bettany, o Visão de ‘Vingadores‘.

O anúncio da contratação foi feito pelo próprio diretor Ron Howard, em uma publicação feita em sua conta do Twitter.

Confira:

O derivado de Star Wars sobre o jovem Han Solo (ainda sem título oficial) tem no elenco Alden Ehrenreich como o personagem título, Donald Glover como o jovem Lando Carlrissian, Woody Harrelson, Emilia Clarke (de Game of Thrones), Michael Kenneth Williams e Thandie Newton.

A estreia é programada para o dia 24 de maio de 2018 no Brasil

‘A Ultima Coisa Que Ele Queria’: Anne Hathaway e Ben Affleck vão estrelar filme da Netflix

Os vencedores do Oscar, Anne Hathaway e Ben Affleck, vão se unir à Netflix para o seu próximo filme.

A dupla, que também já estrelou a saga de ‘Batman’ em períodos distintos, vai protagonizar a adaptação do livro homônimo, ‘A Última Coisa Que Ele Queria’, de Joan Didion, lançado em 1996.

Na trama, acompanhamos a jornalista do caderno policial do Washington Post, Elena McMahon, que possui uma vida tranquila e meticulosamente controlada, sendo casada com um figurão de Hollywood, que a permite levar uma vida regada a muito poder, luxo e riqueza. No entanto, sua aparente rotina perfeita é interrompida por um telefonema inesperado de seu pai. E repentinamente, a jornalista se vê em uma reviravolta, voando para uma misteriosa jornada na América Central. Lá, ela se encontrará no meio de um assassinato, ações clandestinas, tráfico de armas e ligação com a Guerra dos Contra da Nicarágua.

A Última Coisa Que Ele Queria’ será dirigido por Dee Rees, a mesma cineasta indicada ao Oscar por ‘Mudbound – Lágrimas Sobre o Mississipi’, produção da Netflix.

O roteiro é assinado por Marco Villalobos.

O elenco ainda conta com Willem Dafoe (‘Projeto Flórida‘), Toby Jones (‘O Espião que Sabia Demais‘), Rosie Perez (‘Rise‘), Edi Gathegi (‘The Blacklist‘) e Mel Rodriguez (‘Philip K. Dick’s Electric Dreams‘)

Além de dirigir, Rees produz o filme ao lado de Cassian Elwes, com Jamin O’Brien, Wayne Godfrey, Robert Jones, Mark Lane e James Harris como os produtores executivos.

A produção está sendo filmada em Porto Rico e a previsão de estreia é para 2019.

‘Sorry For Your Loss’: Elizabeth Olsen comemora início das filmagens da 2ª temporada

A série do streaming Facebook Watch, intitulada ‘Sorry For Your Loss‘, iniciou a produção de sua segunda temporada.

E para comemorar o retorno aos trabalhos, a atriz Elizabeth Olsen fez um vídeo direto dos bastidores da produção, no camarim.

Confira:

 

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@sorryforyourloss Day 1 of Season 2 here we go!!!!!!!!!

Uma publicação compartilhada por Elizabeth Olsen (@elizabetholsenofficial) em


A trama acompanha Leigh, uma colunista que dá conselhos e cuja vida sofre uma reviravolta, em virtude da repentina morte de seu marido Matt, que fora assinado. A narrativa acompanha sua jornada à medida que ela inicia seu processo de luto, com a ajuda de sua irmã Jules, que também está lutando com seus próprios problemas internos e tenta se livrar de seu vício de drogas. Essa caminhada ainda conta com a ajuda de sua mãe Amy e do irmão de Matt, Danny. E conforme Leigh começa a limpar sua casa, mediante os trágicos acontecimentos, ela também vai descobrir que seu marido guardava uma série de segredos.

Kelly Marie TranMamoudou Athie, Marie Tran, Janet McTeer Jovan Adepo completam o elenco.

Confira as estreias da Netflix nesta semana

Os usuários da Netflix serão contemplados como novos conteúdos ao longo dessa semana e entre as principais estreias, estão o aguardado documentário ‘Atleta A‘, que narra o histórico de abusos sexuais cometidos com ginastas da seleção norte-americana, além da comédia musical ‘Festival Eurovision da Canção: A Saga de Sigrit e Lars’.

E para você não perder nada, separamos a agenda completa desta semana. Confira e prepare suas maratonas!

23/06

Eric Andre: Legalize Everything
Um especial de stand-up do comediante norte-americano Eric Andre.

24/06

Crazy Delicious
Com ingredientes de uma floresta mágica comestível, esses chefs amadores precisam preparar delícias inovadoras para impressionar os jurados.

Atleta A
Acompanhe os repórteres que revelaram a história sobre os abusos do médico Larry Nassar e veja o depoimento de ginastas como Maggie Nichols.

26/06

Festival Eurovision da Canção: A Saga de Sigrit e Lars
Eles têm um sonho: participar da maior competição de música do mundo, o Eurovision. Desistir não faz parte dos planos. Com Will Ferrell e Rachel McAdams.

Esportes do Mundo
Da luta livre vodu no Congo ao roller derby no Texas, conheça algumas das práticas esportivas mais esquisitas e emocionantes do mundo.

 

 

 

 

 

 

Primeiras Impressões | A Misteriosa Sociedade Benedict: Tony Hale brilha em peculiar série de comédia do Disney+

Em mundo cercado por fakes news e abusos de poder que se infiltram pelas ondas do rádio e pelos canais de TV, se posicionar como alguém com identidade própria e pensamento livre tem se tornado um desafio e tanto. E em meio às questões éticas e morais, viver em sociedade é quase como habitar em um campo minado de cancelamentos, opiniões infundadas e expectativas inatingíveis. E a saga literária de Trenton Lee Stewart, A Misteriosa Sociedade Benedict, entendeu o nosso tempo antes de nós mesmos. Com seu primeiro volume lançado em 2007, o autor desafiou o pensamento infantojuvenil, com uma trama que fala de fake news bem antes de elas ganharem vida própria. E pelas mãos da Disney, os amados best-sellers nascidos nos anos 2000 ganham novas cores e abrem um debate fundamental com aqueles que já são o futuro das gerações: Os pequenos.

Criada por Todd Slavkin e Darren Swimmer, A Misteriosa Sociedade Benedict inicia sua jornada falando sobre ética. Se enquadrando na linguagem e contexto juvenis, a produção imprime a essência dos livros de Stewart para um formato interessante. Brincando com sua estética e disposta a entregar uma série que já encante os olhos por seu visual, a Casa do Mickey faz da nova produção o seu próprio Wes Anderson. Simetria, tons pastéis, estampas cheias de presença e enquadramentos lindos formam o design da produção, que traz um ar de Desventuras em Série, com uma pureza muito mais categórica.

Com Tony Hale mais uma vez mostrando a sua versatilidade em cena, a produção acompanha um grupo de crianças órfãs, que se infiltram em uma prestigioso e elitista internato, para tentar desvendar uma complexa trama que envolve controle mental – à la MK Ultra -, manipulação midiática, pulverização de fake news e uma tentativa de extinção do pensamento democrático por meio dos meios de comunicação. Com sua trama embasada na tenra e purista década de 50, A Misteriosa Sociedade Benedict explora – didática e divertidamente – como a luta pela liberdade de pensamento e de identidade só pode ser vencida pelos puros de coração em essência: As nossas crianças.

Prometendo uma trama cada vez mais envolvente, a série inicia a passos lentos, com um ritmo pautado que pode desmotivar alguns. Mas ainda assim, seus assuntos tão profundos e sua abordagem tão conceitual são um brilho diante dos nossos olhos e nos deixam curiosos e intrigados para a próxima página dessa aventura. Se comunicando facilmente com os pequenos, a produção possui um potencial de conquista enorme e traz uma bela composição, incrementada por uma trilha sonora adaptada repleta de hits icônicos, que passam a ser introduzidos a uma nova geração de crianças.

Completamente contemporânea e em sinergia com o momento em que vivemos, a produção original Disney+ ainda explora o que é ser herói por uma ótica mais realista. Ao tratar os valores morais e as virtudes como atributos heróicos, A Misteriosa Sociedade Benedict passa o recado certo para a sua jovem audiência, à medida em que a estimula a questionar os conceitos falhos tantas vezes pregados como corretos pela sociedade moderna. Com um elenco mirim cativante e fazendo uma pequena mistura entre drama e humor, a nova e peculiar série de comédia ainda pode melhorar em seu ritmo e agilidade narrativa, mas nada lhe impede de ser a próxima favorita entre as famílias.

 

‘Jumanji 3’: Jack Black É CONFIRMADO em sequência

A produção de ‘Jumanji 3‘ finalmente ganhou novidades e o retorno do astro Jack Black foi confirmado.

O anúncio foi feito por ele mesmo, durante suas entrevistas para a divulgação do vindouro ‘Um Filme Minecraft‘. Na ocasião, ele chegou a brincar, dizendo que estaria de fora da continuação, mas voltou atrás – afirmando ser apenas uma brincadeira de 1º de abril.

De acordo com o Deadline, o restante do elenco principal, formado por Dwayne Johnson, Kevin Hart e Karen Gillan, também deve retornar para a se sequência.

Jake Kasdan deve assumir a direção novamente.

No quarto filme, o videogame será levado para o mundo real, e os personagens do jogo poderão ser eles mesmos, interagindo com o elenco mais jovem – ao invés de serem controlados.  

Relembre o trailer do filme anterior:

‘Game of Thrones’: 8ª temporada só em 2019; Série ganhará spin-offs

Agora temos a confirmação: a 8ª temporada de Game of Thrones só será lançada em 2019, segundo o porta voz da HBO América Latina, Gustavo Grossmann, em um encontro com jornalistas realizado nesta quarta-feira para promover a nova programação do canal.

A notícia boa é que Grossmann também anunciou que estão desenvolvendo spin-offs de Game of Thrones, e garantiu que cinco projetos estão sendo analisados cuidadosamente. Um deles, seria um possível ”prequel” (pré-sequência)

Com filmagens programadas para serem iniciadas em outubro, as gravações do último ano de ‘Game of Thrones‘ deverão seguir até junho de 2018.

Isso porque apesar da quantidade de episódios ter diminuído, os criadores da série já confirmaram que cada episódio poderá ter média 1 hora e 20 minutos.

 

‘Indiana Jones’: Franquia pode ter uma mulher como protagonista, sugere Steven Spielberg

Apesar de Harrison Ford estar confirmado para o quinto filme da franquia Indiana Jones, previsto para chegar aos cinemas em 2020, o futuro após isso ainda está nebuloso.

Porém, o diretor Steven Spielberg sugeriu, em entrevista ao The Sun, que uma mulher pode assumir o posto deixado pelo herói após ‘Indiana Jones 5’.

“Nós teríamos apenas que mudar o nome de Jones para Joan. E não há nada de errado com isso”

Garantiu o diretor, comentando que a franquia deve continuar mesmo após a saída de Ford.

“Este será o último filme de Indiana Jones de Harrison Ford, tenho certeza disso, mas a franquia certamente continuará depois desse”

Enquanto isso, o elenco de ‘Indiana Jones 5’ continua ganhando forma, principalmente com o retorno de um velho conhecido da franquia, o personagem Short Round.

E na nova sequência, o astro Ken Jeong dará vida à versão adulta do garotinho, que conhecemos em ‘Indiana Jones e o Templo da Perdição’.

O anúncio da contratação foi feito pela própria Lucasfilm:

Ken Jeong (‘Se Beber Não Case’), foi escalado para o quinto filme de ‘Indiana Jones’, no papel de Short Round. Jeong atuará ao lado de Harrison Ford, que reprisa seu icônico papel como Indiana Jones. Mais informações relacionadas ao elenco do filme serão reveladas em breve”.

Sobre a nova adição, Steven Spielberg se posicionou com entusiasmo, lembrando sua admiração pelo famoso sidekick:

“Eu sempre achei o Short Round um ótimo personagem, então estou bem empolgado por finalmente ter a oportunidade de trazê-lo de volta, como um adulto. Quanto ao Ken, eu creio que ele compacta perfeitamente todas as melhores qualidades de Short Round e trará muito coração e humor para o papel. Eu não poderia estar mais feliz e acho que ele e Harrison farão um grande time”.

A Disney divulgou 26 novas datas de lançamentos até 2023 e, entre elas, está a data oficial de lançamento de Indiana Jones 5’, que chegará aos cinemas em 10 de julho de 2020. A informação é do Slash Film.

Harrison Ford está empolgado com ‘Indiana Jones 5’

Os quatro filmes renderam quase US$ 2 bilhões nas bilheterias mundiais.

‘Coringa’ ganha trailer SENSACIONAL feito por fã com cenas de filmes do Martin Scorsese

Um fã criativo resolver criar um trailer especial para o novo filme solo do vilão ‘Coringa’, com Joaquin Phoenix como protagonista. No vídeo, o fã utilizou uma cena de ‘O Rei da Comédia’, filme de Martin Scorsese que foi citado pelos produtores como uma das inspirações. Confira:

Parece que a Warner Bros. está realmente mantendo sigilo total sobre a produção ‘Coringa‘, com Joaquin Phoenix no papel do vilão, já que, de acordo com o jornalista Umberto Gonzalez, do The Wrap, as filmagens começam daqui a uma semana, em Nova York.

Além disso, alguns fotógrafos já conseguiram avistar Phoenix, com cabelos grandes e a aparência bem mais magra, pelas ruas da cidade. Confira:

O site Geeks WorldWide revelou que a trama deve explorar a cultura noturna da cidade de Nova York, dando destaque inclusive a clubes de strip-tease. Ou seja, é muito provável que o filme seja para maiores de idade.

Robert DeNiro também está no elenco.

‘Coringa’: Joaquin Phoenix diz que não se importa com opinião dos fãs sobre sua interpretação

O filme de origem do vilão, com direção de Todd Phillips, foi oficializado pela Warner Bros. e chegará aos cinemas em 4 de outubro de 2019.

Filme de origem do Coringa será ‘assustador’, afirma Joaquin Phoenix

O plano é lançar um novo selo chamado de DC Dark ou DC Black, parte de uma mudança de estratégia da Warner após o péssimo resultado de Liga da Justiça nas bilheterias.

O longa contará com o orçamento de US$ 55 milhões, valor relativamente baixo.

A produção que trará a origem do personagem realmente terá o envolvimento do cineasta Martin Scorsese.

“20 anos antes do Batman salvar a cidade na trilogia de ‘Cavaleiro das Trevas’, Gotham era um lugar perigoso. Nos cantos onde o crime se escondia, um homem tenta escapar do seu terreno desafortunado, através de uma paixão pela teatralidade e pela comédia stand-up. No entanto, um dia ruim é tudo o que basta nesta cidade, e logo, este homem de boas intenções se tornou o criminoso mais perigoso de todos: o Coringa. Dirigido pelo indicado ao Oscar, Todd Phillips (‘Cães de Guerra’) e produzido pelo vencedor do Oscar, Martin Scorsese (‘Os Bons Companheiros’), esta prequel do indicado ao Oscar, Christopher Nolan, ‘Cavaleiro das Trevas’, vai explorar como o Palhaço Príncipe do Crime veio a se tornar o que é”.

Vale ressaltar que a história deve se passar em uma Gotham City dos anos 80, além de estar separado do atual Universo Estendido DC, fazendo parte de um novo selo para filmes independentes com os personagens DC Comics.

Crítica | ‘Skeleton Crew’ é a produção revigorante que ‘Star Wars’ precisava

Pensado originalmente como um filme, Skeleton Crew chegou a sofrer com rumores de que seria cancelado, mas foi confirmado como série em 2022. Desde então, diversos atrasos no calendário de lançamento ocorreram, até dezembro de 2024, quando a produção enfim viu a luz do dia. E ainda bem que isso aconteceu, porque a série é espetacular!

Com episódios lançados semanalmente, a trama das crianças de condomínio perdidas na galáxia em meio a piratas e vilões desconhecidos foi se desenvolvendo de forma cativante e muito competente. Ao longo desses oito episódios, novos ícones do universo Star Wars foram criados e houve um resgate de forma orgânica do deslumbramento infantil da saga e do conceito de esperança.

A trama conta a história de um grupo disfuncional de crianças do planeta At Attin, um local lendário que é descrito pela galáxia como um “Planeta do Tesouro”. E se tratando da miséria que permeia o universo de Star Wars, viver em uma sociedade funcional, em que todos têm sua casa, as crianças vão para a escola em segurança e a maior ameaça é o seu carro ficar sem combustível, levar uma vida confortável e pacata é um verdadeiro tesouro.

Pois bem, a molecada está prestes a fazer o seu “vestibular”, quando descobrem uma misteriosa nave espacial afundada num penhasco onde elas brincam. Após matarem aula, acabam religando e embarcando na espaçonave, saindo do planeta acidentalmente. Viajando rumo ao desconhecido, eles fazem amizade com o droid auxiliar da antiga tripulação e rumam para um porto de piratas sem saber que carregam um cobiçado tesouro de créditos da República consigo. Assim, eles conhecem um suposto Jedi desertor que promete ajudá-los a voltar para casa.

Se você ainda não assistiu a série, o texto contará com alguns spoilers a partir daqui. Então siga por sua conta e risco.

Parte do brilho da série é não se ancorar na nostalgia para se sustentar, um defeito que vem assolando a maré de chorume que marcou as piores produções do Star Wars da Disney, seja nos cinemas ou nas séries do streaming. Skeleton Crew não se preocupa em fazer conexões com produções prévias nem em trazer personagens do passado para tentar resgatar uma sensação nostálgica. Pelo contrário! Na verdade, a série promove um resgate quase nostálgico, por assim dizer, por prezar pela originalidade, pelo lúdico e pelo encantamento, assim como fizeram os primeiros filmes da saga lá nas décadas de 1970 e 1980.

Hollywood vive uma crise de criatividade tão grande e incômoda, principalmente no que tange franquias, que ser original já pode ser tratado quase como nostalgia, por remeter a um tempo em que as tramas ousavam criar e não apenas repetir o passado. Nesse âmbito, Skeleton Crew é revigorante. É encantador.

E vale destacar como a série é bem escrita. Ao longo dos oito episódios, a produção te faz acreditar que o Jod ainda tem jeito. Por mais que ele se mostre um péssimo indivíduo, arriscando a vida das crianças e destruindo tudo que possa ser positivo para elas, há momentos simples em que ele mostra que há alguma bondade nele, seja aconselhando a Fern ou incentivando o Wim a acreditar em si.

É um personagem que foge daquele preto no branco que costuma marcar os vilões dessas séries. Ele não é mau por fé num credo ou por querer vingança, ele só quer sobreviver e recuperar o prestígio de outrora. E por mais que ele seja realmente mau e inescrupuloso, é tão bem escrito que te faz torcer para que ele se redima a qualquer momento, o que não acontece. No fim das contas, o público assume o papel da molecada de se ver numa situação em que não há outra saída além de confiar nele. E isso se deve também à grande atuação de Jude Law, que prende sua atenção sempre que entra em cena.

Mas o destaque mesmo é a molecada. Que personagens incríveis! Jon Watts conseguiu reunir em tela quatro arquétipos clássicos – e contraditórios – da infância, interagindo e aprendendo a conviver em uma jornada que mudará suas vidas para sempre. Eles viajam por diferentes cantos da galáxia, sempre deslumbrados com o que veem. Não apenas por serem “moleques de condomínio”, mas principalmente porque são crianças. Tudo é mais encantador nessa idade, por mais caótica e perigosa que seja a situação em que estão inseridos.

E essa ótica infantil acerca da contravenção na galáxia é sensacional. Seja explorando um covil escondido de um antigo pirata, a oficina de uma coruja mecânica, um quarto de luxo de hotel ou um planeta em guerra protegido por guerreiros mirins, as personalidades da tripulação infantil afloram e conquistam todos ao redor. Nada é mais emblemático do que o episódio em que o Neel ensina à futura líder de um planeta o poder do otimismo e da educação. Ele não força isso, ele só é assim. Um querido.

Mais do que isso, após duas trilogias atribuindo o heroísmo a praticamente uma única linhagem familiar, Skeleton Crew vem para mostrar que você não precisa ser filho de uma lenda ou conter partículas no seu sangue para fazer a diferença. A molecada é cria de apertadores de botões, contadores e afins. A cena final do episódio, em que o Wim – que passa a série inteira sendo ridicularizado sobre o que sonha para seu futuro – olha para o céu e enxerga a esperança, uma prova de que seu sonho é possível, é lindíssima.

E a escolha por terminar a produção com os créditos personalizados como as histórias de Jedi que o menino lia e sonhava, inserindo o capítulo estrelado por eles em meio às sagas dos Sith e Jedi é a coisa mais ‘Star Wars em essência’ que a Disney já fez.

É preciso comentar também sobre o primor técnico que constrói essa série. Os efeitos visuais são infinitamente melhores que os de muitos blockbusters que tomam as telonas a cada mês. Seja com as naves espaciais, os planetas diversos, as armas e ameaças… Tudo é visualmente crível, criativo e bem executado.

Mais do que isso, a série deixa um pouco de lado o CGI exacerbado e aposta mais em personagens construídos por meio de próteses e efeitos práticos. Até monstro de Stop Motion foi trazido para o show. Não sei quanto a vocês, mas efeitos práticos desse nível me passam uma sensação de esmero, de carinho gigantesco da produção. É como se a direção me abraçasse, quase como se os diretores olhassem no meu olho e falassem: “cara, a gente gosta muito de você”. Porque não é uma escolha barata ou rápida. Esse processo mais analógico de criar personagens e cenários demanda tempo e dinheiro, palavras que estão sempre em falta para os executivos de Hollywood. Mas aqui, como disse John Hammond em Jurassic Park, eles não pouparam despesas. É realmente de encher os olhos.

Por fim, ainda falando sobre essa ideia de não terem economizado, a série traz um time de direção estelar. Além de Jon Watts (trilogia Homem-Aranha do MCU), nomes como Lee Isaac Chung (Minari), os Daniels (Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo) e David Lowery (A Lenda do Cavaleiro Verde) comandaram episódios com um feito raríssimo, que é trazer coesão a episódios dirigidos por pessoas diferentes. Tudo dialoga certinho entre si e ainda assim os diretores conseguem imprimir suas personalidades a cada capítulo.

E o melhor de tudo é que os episódios não deixam “a peteca cair”. O nível dos capítulos é altíssimo e constante. Para se ter uma ideia, o episódio mais “fraquinho” é o dirigido pela Bryce Dallas Howard, que é notoriamente reconhecida como a diretora de alguns dos melhores episódios de diferentes séries do universo Star Wars. E esse “fraquinho” é entre muitas aspas, porque o episódio é espetacular e traz uma das cenas mais impactantes, visualmente falando, de toda a série. É que o nível é realmente muito alto.

Com todos esses fatores, Skeleton Crew se consolida como uma das melhores produções do Star Wars da Disney e um dos capítulos mais fantásticos da franquia em geral. É a série perfeita para introduzir a saga para quem nunca viu ou para resgatar o amor de um fã que andava descrente dada a enxurrada de decepções a que foi submetido nos últimos anos. Infelizmente, por conta dessas decepções, é bem provável que muitos não tenham dado bola de acompanhar a série, mas ela definitivamente vale a pena ser assistida. É daquele tipo de produção que quase te obriga a assistir o próximo episódio de tão encantadora e deslumbrante que é. Agora é torcer para que possamos ver essa molecadinha do barulho de novo em breve.

star wars skeleton crew

Skeleton Crew está disponível no Disney+.

Crítica | Incrível História Real Com Atores Detentos Alicerça Indicações ao Oscar de ‘Sing Sing’

Essa época do ano é a grande festa dos cinéfilos. É a época em que temos a chance de nos depararmos com histórias incríveis, inacreditáveis, que inspiram de alguma forma e são transformadas em filmes – que estreiam geralmente aqui no Brasil durante o verão, época das grandes premiações no hemisfério norte. Assim nos deparamos com o longa ‘Sing Sing’, produzido em 2023 que só chegou agora nos cinemas nacionais, e tem colecionado diversas indicações nesta temporada, incluindo 3 indicações ao Oscar.

Grupo de homens de uniforme em fila, olhando sérios.

Divine G (Colman Domingos, de ‘A Cor Púrpura’) é um detendo muito dedicado aos estudos do Direito, pois tenta encontrar uma prova que possa usar para defender seu caso e conquistar a liberdade. Para escapar da realidade terrível, Divine G também é dramaturgo, e ajuda a gerenciar um grupo de teatro dentro da penitenciária ‘Sing Sing’, onde cerca de dez detentos dedicam seus tempos interpretando peças distintas para apresentar ao resto de seus colegas. Certo dia, um novo integrante chega no grupo: é Divine Eye (Clarence Maclin), um detento cheio de raiva, que entra desafiando a dinâmica do grupo ao sugerir que a próxima peça a ser ensaiada fosse uma comédia, criada por eles.

O mais incrível (no real sentido da palavra, ou seja, de ser difícil de acreditar, e aqui vai um pequeno spoiler do bem) em ‘Sing Sing’ é que tirando Colman Domingo e Paul Raci do núcleo principal, todo o resto do elenco é composto por detentos reais da penitenciária. Ao final do filme há pequenos clips do verdadeiro grupo de teatro performando as peças, e esse ponto convida o espectador a sair da ficção e encarar a beleza do que esse conjunto de pessoas conseguiu alcançar mesmo encontrando-se em estado de confinamento.

Dois homens sentados, um em primeiro plano com capuz roxo.

Escrito por John H. Richardson, Brent Buell e Clint Bentley, o roteiro faz uma escolha incomum de centrar sua história essencialmente no processo, não necessariamente no final feliz. Isso significa que tanto o roteiro quanto o diretor Greg Kwedar optaram por mostrar o talento desses atores na jornada de construção de seus personagens (na peça e no filme) do que se aprofundar no drama esperado de filmes de cárcere. Assim, os dilemas que os personagens enfrentam têm a ver com seus conflitos internos versus a apresentação cênica, e não com suas vidas primevas ou a luta jurídica. Dessa escolha, brilham os atores secundários, mas, em contrapartida, o espectador não se aprofunda nos dramas individuais, nem no drama coletivo.

E provavelmente esse tenha sido a principal motivação da produção: construir um filme que iluminasse o trabalho desse grupo teatral e os levasse para o mundo pelos seus talentos, não pelas motivações que os levaram ao confinamento carcerário. Agora que fomos apresentados a tantos talentos, vai ser difícil a indústria ignorar os trabalhos de Sean San José, Patrick Griffin, David Giraudy, Mosi Eagle, Sean Dino Johnson, Dario Peña e James Williams.

Sing Sing’ colocou as intenções acima das ambições, e é isso que faz desse filme algo tão especial. Para além de uma história real inspiradora, é um filme que nos lembra quantos talentos estão por aí no mundo, precisando de uma mão que os puxe para o holofote.

Homem com coroa olhando sério, fundo azul com pássaros.

‘Vingadores: Ultimato’: Chris Evans disse que chorou três vezes apenas na primeira hora do filme

‘Vingadores: Ultimato’ promete ser o filme mais emocionante dos últimos dez anos do extenso e epopeico Universo Cinemático Marvel – e parece que as expectativas subiram ainda mais com as recentes declarações de um dos astros do longa, Chris Evans.

Em entrevista ao site The Hollywood Reporter, o ator, que dá vida a Steve Rogers/Capitão America disse que chorou três vezes apenas na primeira hora da produção.

Evans também refletiu sobre o futuro de seu personagem, tentando se esquivar de spoilers.

Questionado sobre a possibilidade de morrer no longa, ele brincou sobre o fato:

Tá certo, é isso aí. Depois que sou morto pelas mãos de Tony, eu disse: ‘quer saber? Eu não posso mais assistir isso’. É difícil ver minha própria morte. Vai ser um filme bem longo, isso eu te garanto. O primeiro corte de edição tinha mais de três horas. Só o eu funeral tem uma hora de duração!

O astro ainda falou sobre a produção em si, quase entregando um pequeno spoiler:

Esse é dos bons. Esse filme está realmente bom e eu até já tive a oportunidade de assistir a primeira hora. […] E eu não acredito que eles conseguiram fazer um trailer de todo o material, porque basicamente, boa parte do filme é um spoiler visual. Muitos dos personagens possuem…opa, acho que não deveria ter dito isso.

E como se não bastasse, ‘Ultimato’ aparentemente fará um estrondo nas bilheterias, com previsão de arrecadar 840 milhões de dólares apenas no primeiro final de semana.

Quanto à sua duração, a expectativa é que ‘Vingadores: Ultimato’ tenha 181 minutos (3 horas e 2 minutos). 

Confira o trailer:

Dirigido por Anthony Russo e Joe Russo, a sinopse oficial do filme diz:

Após os eventos devastadores de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, o Universo entrou em destruição por causa do Estalar de Dedos do Thanos, o Titã Louco. Com a ajuda dos heróis sobreviventes, os Vingadores devem se reunir mais uma vez para desfazer as ações de Thanos e restaurar a ordem do universo de uma vez por todas, não importa quais serão as consequências que os aguardam.

O elenco grandioso conta com Karen Gillan (Nebula), Bradley Cooper (Rocket), Brie Larson (Capitã Marvel), Scarlett Johansson (Viúva Negra), Evangeline Lilly (Vespa), Jon Favreau (Happy Hogan), Robert Downey Jr. (Homem de Ferro), Chris Hemsworth (Thor), Josh Brolin (Thanos), Chris Evans (Capitão América), Michelle Pfeiffer (Janet Van Dyne), Paul Rudd (Homem-Formiga), Elizabeth Olsen (Feiticeira Escarlate), Chadwick Boseman (Pantera Negra), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Pom Klementieff (Mantis), Tilda Swinton, Jeremy Renner (Gavião Arqueiro), Katherine Langford, Dave Bautista (Drax), Mark Ruffalo (Hulk), Gwyneth Paltrow (Pepper Potts), Letitia Wright (Shuri) e Frank Grillo.

Vingadores: Ultimato‘ será lançado nos cinemas nacionais em 25 de abril de 2019.

‘Little Things’: John Harlan Kim entra para novo thriller de Denzel Washington

Segundo a Variety, o ator John Harlan Kim foi elencado no novo thriller Little Things, ao lado dos previamente anunciados Denzel WashingtonRami MalekJared Leto.

Conhecido por seus papéis nas séries The LibrariansPandora, Kim será um policial novato na produção.

As filmagens estão agendadas para começar em setembro deste ano.

John Lee Hancock, conhecido por seu filme Um Sonho Possível, está no projeto como roteirista. Ele também foi cotado como diretor, mas ainda não houve confirmação. Mark Johnson assume como produtor. Ele já trabalhou com Hancock no passado, em ‘Desafio do Destino‘ e em ‘O Alamo‘.

A história gira em torno de um xerife chamado Deke (Washington), que se junta com um detetive (Malek) para investigar um serial killer (Leto). Deke tem uma habilidade incrível em perceber os mínimos detalhes, mas lutará contra segredos de seu passado enquanto procura o assassino.

A Importância dos Filmes de Terror para as Crianças

Quando pensamos no gênero terror, logo nos recordamos de grandes produções cinematográficas como O Exorcista ou a franquia Invocação do Mal ou até mesmo suspenses clássicos como Psicose. Entretanto, mais frequentemente do que se imagina, esse estilo fílmico é bastante presente em obras infantis.

Quem nunca se assustou com a transformação das bruxas em Convenção das Bruxas, ficando com medo de ser perseguido por criaturas maléficas que apenas queriam te transformar em rato para sempre? Ou então assustou-se com as verdadeiras intenções da Outra Mãe em Coraline e o Mundo Secreto? Ou cobriu o rosto para não ver as terríveis feições do lobo Gmork tentando destruir as boas intenções do jovem Atreyu em salvar Fantasia em A História Sem Fim?

Como podemos perceber, a infusão da ficção fantástica e da animação com o horror é mais comum do que parece e tem um papel bastante importante no próprio amadurecimento das crianças e no modo de ajudar-lhes a enfrentar os obstáculos do mundo, se impor perante os perigos e saber que sempre há esperança até nos momentos mais obscuros e aterradores. Enquanto a própria psicologia discorre acerca dos processos de amadurecimento e crescimento – seja através da metapsicanálise ou dos estudos acerca de eventos traumáticos e irreversíveis -, essas obras audiovisuais carregam uma profundidade muito maior do que a mera superfície imagética.

Tomemos como exemplo Branca de Neve e os Sete Anões, filme de estreia dos estúdios Walt Disney que revolucionou o cenário pueril e as próprias técnicas de animação. De um lado, temos a exuberante presença da personagem titular, uma moça cândida tipificada como a donzela em perigo que irá passar por inúmeras provações até encontrar liberdade. De outro, a presença da Rainha Má (cujo nome real é Grimhilde), uma poderosa, invejosa e aterrorizante monarca cujo principal objetivo é destruir sua inimiga (Branca de Neve) e tornar-se a mulher mais bela de todas. Apesar da curta duração do longa-metragem e de seus óbvios problemas estruturais (ainda mais para os tempos de hoje), a personagem vilanesca é retratada de modo bastante arquetípico quando se pensa num escopo mais geral: ela é a representação das “ruindades” do mundo e, sendo obrigada a mudar sua identidade para conseguir o que quer, transgrede os conceitos de benevolência e justiça e, como já sabemos, se dá mal de uma forma dramática.

No filme, essa ambiência arrepiante é, ao mesmo tempo, convidativa e rechaçável: as crianças a princípio se sentem coagidas a desviar o olhar da tela, do momento em que o Caçador tenta matar Branca de Neve ou que a colorida natureza cede a um cenário expressionista e distorcido; mas logo percebem que o arco das personagens é traçado por um motivo específico – o de mostrar que as adversidades podem existir, mas sempre serão transpostas.

Em Coraline e o Mundo Secreto, a narrativa de Neil Gaiman nos convida para uma outra perspectiva aventuresca: os estereótipos românticos caem por terra e ganham uma camada mais complexa, que gira em torno de uma jovem infeliz com sua família e que busca por algo maior do que já tem. É aí que, movida pela curiosidade, ela descobre um mundo escondido atrás de uma portinhola, em que cada pedaço daquilo que conhece é transmutado a seu favor e como modo de fazê-la ficar por lá mesmo. Nessa animação, as concepções de perfeição e alegria regem a orquestral e magnífica atmosfera, sendo colocadas em um patamar duvidoso que serve como base para as reais intenções da Bela Dama e sua fome ávida por crianças insatisfeitas – como é-nos revelado pouco antes do terceiro ato.

Mais uma vez, todos os elementos contribuem para arrebatar o público-alvo em direção a uma mensagem específica: a própria contraposição artística entre o Mundo Real e o Outro Mundo é um elemento de subserviência inconsciente que causa maior atração ou repulsão. Os aspectos fantásticos, como banquetes infindáveis, cachorros de três olhos e shows circenses de camundongos, fazem parte da esfera impossível que se torna possível, gradativamente tomando conta do coração da jovem Coraline. Entretanto, quando as coisas não saem como o planejado, as máscaras caem – e os olhos de botões ganham uma dimensão assustadora.

Cada narrativa que faz parte desse específico e abundante suis-generis carrega consigo uma necessidade em comum: usar o terror como exploração metafórica e simbólica dos perigos que realmente existem. Enquanto confinadas à esfera familiar, as crianças mantêm contato apenas com as figuras paternas e/ou maternas e acreditam que a presença deles é o bastante para mantê-los a salvo de tudo. Mas, quando menos esperamos, a mortal inveja de uma Madrasta pode nos apunhalar pelas costas – e, mais do que isso, faz-se preciso encontrar as forças para enfrentar esse medo.

Em outras construções animadas, como O Estranho Mundo de Jack, a expressividade do perigo é deixada de lado, optando pela desconstrução de criaturas outrora consideradas medonhas e um reorganização quase psíquica de personagens cujas intenções são puras o bastante para compreendemo-los. Em A Noiva Cadáver, a tênue linha entre vida e morte é literalmente cortada quando Victor acaba ficando noivo da já falecida Emily, descobrindo que o submundo pode ser mais divertido do que se imagina. Já em Frankenweenie, o atemporal conto do Prometeu moderno transforma-se em uma bela adaptação sobre amizade e sacrifício guiada pelo amor de um menino por seu cãozinho.

A complexidade dos longas-metragens de terror também vai além disso: por vezes, o caminho trilhado pelos protagonistas serve de inspiração para ações corajosas e destemidas, como é o caso de Coraline, que resolve voltar para sua algoz e enfrentá-la de uma vez por todas de modo bastante sagaz. Atreyu e Bastian, de A História sem Fim, percebem que a esperança e a bondade é a principal arma contra as calamidades que nos bombardeiam dia após dia. Em ParaNorman, o personagem homônimo percebe que lendas podem ser reescritas e que um vilão pode ter sido, na verdade, a vítima.

A importância dos longas-metragens do gênero explanado nessa breve matéria é inegável – e, desde o surgimento e ápice do cinema, continua influenciando de modo positivo os espectadores infanto-juvenis que resolvem, bravamente, aventurarem-se em mundos arrepiantes, apenas para descobrirem um novo lado de si mesmos e estarem prontos para começar uma jornada de autodescoberta inenarrável e imprescindível.

Crítica | Hilary Swank alcança as estrelas na nova série sci-fi da Netflix, ‘Away’

Espaço: a fronteira final.

O universo sempre foi matéria de exploração do homem – fosse na ciência, fosse na ficção. Desde que o mundo é mundo, pensadores e artistas voltavam sua atenção para o céu e para os astros que cintilavam ao longe, imaginando que seres habitavam os confins do vácuo. Desde H.G. Wells com seu revolucionário ‘Guerra dos Mundos’ até Christopher Nolan com seu tour-de-force Interestelar, diversas narrativas apresentaram panoramas únicos do que os outros planetas escondiam em suas atmosferas e cenários inabitáveis, por vezes nos fazendo confrontar o desconhecido, por vezes colocando em perspectiva a pequenez egocêntrica do ser humano. E, agora, chegou a vez da Netflix nos apresentar a sua própria dramatização de uma perigosa viagem tripulada para Marte.

Intitulada Away, a série de ficção científica flerta com dramas cotidianos que ganham uma dimensão extremamente gratificante e frustrante para qualquer um que se aventure ao longo de seus dez episódios. Distendendo-se em minutos e mais minutos de uma coesa e clássica investida estética, a obra criada por Andrew Hinderaker carrega consigo uma solidez mimética que foge das atribulações circinais de construções do gênero, deixando claro qual será seu foco – e quais são as cautelas necessárias para que as tramas não se repitam entre si. Eventualmente, a produção esbarra em certos obstáculos técnicos que não conseguem dosar com exatidão as fabulosidades sci-fi com os íntimos arcos de cada protagonistas, mas isso não importa: o público permanece envolvido do começo ao fim, torcendo angustiado para que tudo dê certo no final.

AWAY (L to R) RAY PANTHAKI as RAM ARYA and HILARY SWANK as EMMA GREEN, in episode 109 of AWAY. Cr. DIYAH PERA/NETFLIX © 2020

Hilary Swank lidera um time estelar de astronautas como a Comandante Emma Green, que finalmente realizou seu sonho de ir para o planeta vermelho – apesar dos sacrifícios que teve que fazer. Ela deixa para trás seu marido e colega de profissão, Matt (Josh Charles), que não conseguiu ir na viagem em virtude de uma condição genética degenerativa, e sua filha adolescente, Alexis (Talitha Bateman), que lida com o fato de que a mãe os deixará para trás, quase incomunicável, por três longos anos. Logo de cara, percebe-se que o dilema principal da série é conciliar a vida pessoal e a profissional sem perder a sanidade no confinamento da nave Atlas e sem deixar que a pressão de seus companheiros afete o trabalho a que foi confiada.

Enquanto Swank brilha em uma das melhores atuações de sua carreira, o roteiro supervisionado por Hinderaker garante que cada membro da equipe espacial tenha seu momento de glória. A ideia aqui é afastar-se dos convencionalismos de tantos longas-metragens ambientados no extraterrestre, que fornecem mínimos esclarecimentos acerca da personalidade dos personagens em prol de colocá-los à mercê de forças cósmicas que não podem ser premeditadas e controladas. De fato, é de se esperar que certas escolhas rendam-se aos thrillers de sobrevivência – e os realizadores sabem disso e usam as fórmulas a seu favor.

Em outras palavras, não temos o básico conflito entre alienígenas demoníacos e mortais e a impotência humana: Emma, junto aos outros tripulantes, percebe e nos faz perceber, querendo ou não, que prevenções não significam muito quando estamos resistindo à vastidão do vácuo. Por mais que testes preparatórios tenham sido feitos, eles são colocados à prova quando se deparam com erros vitais para o prosseguimento da viagem, como uma pane no sistema de fornecimento de água, o racionamento de suprimentos, defeitos nos painéis de energia e, no topo de tudo isso, o prospecto agourento da morte. Afinal, ninguém nunca havia viajado tão longe – e não saber o que os aguarda é o que move a curiosidade dos espectadores e das próprias personas.

Como se não bastasse, o pano de fundo se desenrola no âmbito externo e interno em uma complexa e catártica coreografia. Na Terra, Matt defronta desilusões de sua incapacidade motora, que coloca em xeque até mesmo sua a carreira na NASA, enquanto Alexis é obrigada a amadurecer agora que sua mãe e melhor amiga está há milhões de quilômetros de distância e não pode servir como confidente. No espaço, Emma enfrenta as múltiplas divergências de sua equipe, como a teimosia protetora de Misha (Mark Ivanir) e o obsessivo autocontrole da inteligentíssima Yu (Vivian Wu), ambos tendo testemunhado uma prova de fogo (literalmente) que os faz duvidar da capacidade de liderança da comandante. Temos também o otimismo desenfreado do traumatizado Ram (Ray Panthaki) e a polidez ferrenha de Kwesi (Ato Essandoh).

A cereja do bolo vem, sem sombra de dúvida, com a categórica performance dos atores e atrizes que permeiam os capítulos. Cada lágrima colocada em cena é uma representação anafórica daquilo que foi deixado de lado para que a sociedade progredisse em sua incansável carestia pela dominação e pelo controle – como um amor perdido, um pai que se foi precocemente ou uma nação que conta com o sucesso e não aceita o fracasso. São essas minúcias reflexivas que aumentam a carga dramática da série e, por vezes, falam muito mais alto do que qualquer outra coisa. Porém, como vemos à medida que nos aproximamos do season finale, a cronologia expande-se em oito extensos meses que transformam uma aventura de tirar o fôlego em um rotineiro ciclo claustrofóbico.

Aliado a eventos pungentes que analisam a frágil psique humana – e que são refletidas em reviravoltas interessantes, ainda que limitadas às fronteiras que criam -, temos a preocupação visual do show, que tem em mente a sobreposição da urgência corriqueira e da melancolia isolatória. Por isso mesmo, vê-se a preferência pela acidez da paleta alaranjada, acompanhada pela sóbria prostração do verde, nutrindo referências de produções como Ad Astra. Em contraposição, é fantástico como os enquadramentos e as inclinações procuram ousar, transformando a nave (que é cultivada como protagonista ao lado de seus passageiros) em um labirinto sem fim e em uma prisão sem grades.

Away é uma das melhores iterações do ano e, mesmo com seus breves defeitos, não deixa de nos convida para uma viagem inesquecível e emocionante que não enxerga fronteiras e cujo limite é o infinito.

‘Fada Madrinha’: Jillian Bell e Isla Fisher nas novas imagens de bastidores da comédia; Confira!

A comédia natalina ‘Fada Madrinha’, estrelada por Jillian BellIsla Fisher, já está disponível na grade de programação da plataforma Disney+ e, agora, ganhou novas imagens de bastidores adoráveis.

Confira:

A história gira em torno de uma “jovem e inabilidosa fada-madrinha (Jillian Bell) que, numa tentativa de se provar, sai à procura de uma garota cujos desejos não foram atendidos”.

Sharon McGuire (‘O Diário de Bridget Jones’) comanda o projeto, enquanto Melissa Stack e Kari Granlund assinam o roteiro.

Santiago CabreraMary Elizabeth EllisJane CurtinJune SquibbJillian Shea SpaederWilla SkyeArtemid PebdaniUtkarsh AmbudkarStephnie Weir completam o elenco.

‘Cruel Summer’: Série de suspense teen ganha trailer DUBLADO e data de estreia na Amazon Prime Video!

A Amazon Prime Video divulgou recentemente o trailer oficial dublado da série de suspense teen Cruel Summer, anunciando também que os episódios têm estreia marcada para o dia 06 de agosto na plataforma.

Confira:

A série é produzida pela Jessica Biel, de ‘The Sinner‘.

O verão de 1993 em uma pequena cidade do Texas foi marcado pelo desaparecimento da garota mais popular do colégio, Kate Wallis (Olivia Holt). E Jeanette (Chiara Aurelia), até então uma jovem excluída, assume o posto de nova popular do Ensino Médio. Mas tudo sai do controle e a vida de Jeanette se cruza com o misterioso desaparecimento de Kate.

Cada episódio contará com o ponto de vista de um das duas garotas, fazendo com que a lealdade dos espectadores mude semanalmente, de acordo com as informações reveladas.

Olivia Holt (‘Cloak & Dagger‘) estrelará a produção. O elenco ainda conta com Chiara Aurelia, Michael Landes, Froy Gutierrez, Harley Quinn Smith, Allius Barnes, Blake Lee, Brooklyn SudanoSarah Drew.

‘Thor: Amor e Trovão’: Natalie Portman e Chris Hemsworth como Thor e Jane em novas fotos dos bastidores

A página de fãs do aguardado ‘Thor: Amor e Trovão’ divulgou através do Twitter novas imagens de bastidores do longa-metragem, trazendo os astros Natalie PortmanChris Hemsworth.

Confira:

Lembrando que o filme teve sua estreia adiada de 06 de maio de 2022 para 08 de julho de 2022.

O diretor e roteirista Taika Waititi revelou que o longa-metragem é tão insano que “não deveria ser feito”.

“Bom, entre eu e você e os leitores, eu fiz várias coisas insanas na minha vida. Eu vivi dez vidas diferentes. Mas esse é o filme mais bizarro que eu já fiz. Se você separasse todos os elementos desse filme, não deveria fazer sentido. É como se quase não deveria ser feito. Se você entrasse em um quarto e disesse: ‘eu quero isso e isso e isso’. Quem está nele? Esse tipo de pessoa. Do que vamos chamá-lo? ‘Amor e Trovão’. Digo, você nunca iria trabalhar de novo. Talvez eu não vá, depois disso”.

O elenco é formado também por Chris Hemsworth (Thor), Tessa Thompson (Valquíria), Natalie Portman (Jane Foster/Poderosa Thor), Jaime Alexander (Lady Sif), Jeff Goldblum (Grão-Mestre), Christian Bale (Gorr, o Carniceiro dos Deuses) e Russell Crowe (Zeus).

Vale lembrar que Melissa McCarthy irá interpretar a “versão falsa” de Hela na trupe teatral de Asgard, ao lado de Matt Damon, Luke Hemsworth e Sam Neill.

‘Kraven, o Caçador’: Aaron Taylor-Johnson como o rival do ‘Homem-Aranha’ em nova foto dos bastidores

As filmagens de ‘Kraven, o Caçador’, novo derivado de ‘Homem-Aranha’, seguem a todo vapor e, agora, uma página dedicada ao longa-metragem divulgou uma nova foto de bastidores do set.

Apesar de estar em baixa qualidade, a imagem em questão mostra Aaron Taylor-Johnson como o personagem-titular.

Confira:

Anteriormente, o mesmo perfil divulgou um vídeo em que o dublê de Taylor-Johnson é visto pendurado na lateral de um van enquanto tenta quebrar o vidro da porta.

Na cena, o personagem está descalço e usando roupas sociais em vez do icônico visual dos quadrinhos e animações.

Infelizmente, não há informações sobre o contexto da cena, mas parece que Kraven está atrás de alguma vítima que pode estar dentro do veículo.

Confira:

Lembrando que o longa tem estreia marcada para janeiro de 2023.

Há alguns dias, o Deadline divulgou que Christopher Abbott (‘Possessor’) entrou para o elenco e irá interpretar o vilão Estrangeiro, um dos maiores adversários do Homem-Aranha nos quadrinhos.

O longa ainda contará com Ariana DeBose (‘Hamilton’), Alessandro Nivola (‘Os Muitos Santos de Newark’), Russell Crowe (‘Gladiador’) e Fred Hechinger (‘A Mulher na Janela’).

Kraven, o Caçador é Sergei Kravinoff, um caçador obsessivo que foi apresentado como um vilão do Homem-Aranha em O Espetacular Homem-Aranha #15 (1964). Segundo o Fandom, Kravinoff começou sua carreira como um caçador típico, mas com o tempo desenvolveu uma preferência por abater animais de grande porte com as próprias mãos. Depois de conhecer um feiticeiro voodoo conhecido como Calypso, Kravinoff tomou uma poção de ervas que aumentou seus poderes físicos, dando-lhe força, velocidade e sentidos para combinar com um gato da selva. A poção também estendeu sua vida, mantendo sua saúde e vitalidade nos próximos anos.

J.C. Chandor (‘Operação Fronteira’) será responsável pela direção.

O roteiro foi escrito por Art Marcum & Matt HollowayRichard Wenk.

David Tennant, astro de ‘Jessica Jones’, diz que seria difícil retornar ao MCU

Depois de alguns anos sob a tutela da Netflix, o microcosmo formado pelos Defensores está gradativamente voltando às mãos do Universo Cinemático Marvel – ainda mais com Demolidor (Charlie Cox) e Rei do Crime (Vincent D’Onofrio) retornando para reprisar seus papéis na franquia.

Recentemente, especulações indicaram que Jessica Jones (Krysten Ritter) também entraria para o MCU, levando alguns fãs a imaginarem que até o vilanesco Kilgrave (David Tennant) poderia retornar.

Entretanto, durante um painel na FAN EXPO Boston, Tennant, que também eternizou o papel titular na adorada série ‘Doctor Who’, admitiu que seria difícil retornar à franquia, em virtude da especificidade do antagonista. Além disso, o ator disse que adoraria ver alguns dos roteiristas por trás da franquia tentar envolver o personagem em histórias futuras, de alguma forma.

Confira:

Jessica Jones foi exibida originalmente entre 2015 e 2019, estendendo-se por três temporadas.

Desde que sua curta vida como super-heroína acabou de forma trágica, Jessica Jones (Krysten Ritter) vem reconstruindo sua carreira e passou a levar a vida como detetive particular no bairro de Hell’s Kitchen, em Nova York, na sua própria agência de investigações, a Alias Investigations. Traumatizada por eventos anteriores de sua vida, ela sofre de Transtorno de Estresse Pós-Traumático, e tenta fazer com que seus super-poderes passem despercebidos pelos seus clientes. Mas, mesmo tentando fugir do passado, seus demônios particulares vão voltar a persegui-la, na figura de Zebediah Kilgrave (Tennant), um obsessivo vilão que fará de tudo para chamar a atenção de Jessica.

Erin MoriartyRachael TaylorMike ColterColby MinifieCarrie-Anne Moss e outros também fizeram parte do elenco.

A série está disponível no Disney+.