A animação ‘O Que Será de Nozes 2‘, dirigida por Cal Brunker (‘A Fuga do Planeta Terra’), apresenta a continuação da história de Surly Squirrel e seus amigos. Quando o malvado prefeito de Oakton decide demolir o Liberty Park e construir um perigoso parque de diversões no local, a turma precisa se reunir para salvar sua casa, derrotar o prefeito e retomar o parque.
Em entrevista ao Screen Rant, o ator Daniel Brühl revelou que gostaria que o Barão Zemo retornasse para o MCU após seu desfecho em ‘Capitão América: Guerra Civil‘.
“Eu gostaria de retornar. Se eles não me mataram no final, é um bom sinal. Mas como você sabe, é tudo muito secreto. Mesmo se eu soubesse algo, eu provavelmente não poderia dizer. No final ele acaba na prisão. E eu tenho quase certeza que ele sairá daquela prisão de alguma maneira”, afirmou.
O filme é dirigido por Vivianne Jundi, que também assina a direção da série.
Assista, com nossa visita ao set:
‘Detetives do Prédio Azul 2 – O Mistério Italiano‘ começa quando o trio decide gravar um videoclipe para participar de um concurso musical, mas acaba boicotado por Berenice (Nicole Orsini). Chateada por não poder fazer parte do grupo, ela tira os detetives da competição e acaba se metendo numa grande enrascada. Percebendo que Berenice está em perigo, os detetives vestem as capas e iniciam mais uma investigação para resgatar a aprendiz de feiticeira. Seguindo algumas pistas, eles vão, literalmente, voar até o sul da Itália, onde acontece a Expo-Bruxo, o maior evento de bruxaria do mundo. Chegando lá, quem recepciona o trio é o avô italiano de Pippo. Nonno Giuseppe, interpretado por Antonio Pedro, garante fortes emoções a bordo de sua caminhoneta pelos vilarejos de Puglia, região conhecida pelas casinhas de pedra construídas em formato de cone – os Trulli -, que contribuem para o tom lúdico da trama.
A estreia nos cinemas acontece dia 20 de Dezembro de 2018.
O tempo passou para Rambo, que agora vive recluso em um rancho na fronteira entre os Estados Unidos e o México. Sua vida marcada por lutas violentas ficou para trás, mas deixou marcas irreparáveis. No entanto, quando uma jovem amiga da família é sequestrada, Rambo precisará confrontar seu passado e reviver suas habilidades de combate para enfrentar um dos mais perigosos cartéis mexicanos. A busca logo se transforma em uma violenta caçada por justiça, onde nenhum criminoso será perdoado.
Uma publicação no Twitter da Film Updates indicou que Lady Gaga pode fazer parte de ‘Guardiões da Galáxia Vol 3′ como Lylla, o interesse amoroso de Rocket.
Apesar de não haver confirmação até o momento, a Film Updates tem um longo histórico de acertos quando se trata de filmes da Marvel.
Para quem não conhece, Lylla foi criada em 1982 como uma lontra senciente e herdeira de uma fábrica de brinquedos. Ela conhece Rocket no meio da grande ‘Guerra dos Brinquedos‘, sim, é exatamente o que parece.
É claro que sua origem pode ser alterada no MCU, caso seja confirmada sua introdução, mas já sabemos que James Gunn não é do tipo que se esquiva de elementos fantásticos em suas adaptações.
Especula-se que o filme chegará aos cinemas em 2023.
As filmagens de ‘Pânico 5‘ continuam à todo vapor em Wilmington, na Carolina do Norte, e a atriz Neve Campbell finalmente apareceu pela primeira vez em uma imagem dos bastidores.
Os fãs de terror slasher têm ansiado pelo retorno da clássica e horripilante franquia de ‘Pânico‘ e a estrela da produção, Neve Campbell, promete que a nova sequência honrará a longa espera, proporcionando uma experiência bem sangrenta.
Durante sua participação no programa The Talk, a intérprete de Sidney Prescott falou sobre o assunto, revelando seu entusiasmo por poder retornar à franquia que impulsionou sua carreira ao estrelato:
“Ah pessoal, eu estou com 47 anos e estarei coberta de sangue. Estou empolgada por poder voltar, por rever Courtney (Cox) e David (Arquette). Estou animada para ver esse novo e jovem elenco e por poder trabalhar com esses novos diretores. Eu estava um pouco apreensiva, porque o nosso incrível diretor Wes Craven faleceu e eu não tinha certeza se faria um filme sem ele. Mas os novos diretores vieram até mim com essa belíssima carta, dizendo que se tornaram diretores e que amam o cinema por conta desses filme e do Wes. E eles realmente querem ser verdadeiros à história e jornada dele com essa franquia. Então, eu fiquei muito feliz de saber isso”.
O longa é dirigido por Matthew Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett (Ready or Not).
Campbell vai reviver a mocinha perseguida eternamente por “Ghostface” nove anos após ‘Pânico 4‘ (2011), e se juntar a outros dois queridinhos da franquia, Courteney Cox eDavid Arquette, que dão vida à jornalista Gale Weathers e ao delegado Dewey Riley, respectivamente.
O filme é distribuído pela Paramount Pictures e produzido pela Radio Silence.
O primeiro filme da franquia estreou em 1996 e tornou-se um clássico instantâneo e revolucionário que misturou elementos do terror slasher com a metalinguagem cinematográfica. Dirigido por Wes Craven e roteirizado por Kevin Williamson, a trama focava em um serial killer mascarado conhecido pelo nome de Ghostface, que utilizava bordões e um assustador conhecimento sobre produções do gênero para perseguir suas vítimas.
Juntas, as quatro iterações arrecadaram mais de 608 milhões de dólares nas bilheterias mundiais.
A Paramount Pictures lança ‘Pânico‘ no Brasil no dia 13 de janeiro de 2022, um dia antes da estreia norte-americana.
A aguardada versão live-action da vilã ‘Cruella‘ já está em exibição nos cinemas e o diretor Craig Gillespie revelou ao Collider que já pensa em uma sequência.
“Eu sinto que só acabamos de conhecer a Cruella. Eu adoraria ver a vilã com a sua maldade totalmente desenvolvida e carregada. Ela conseguiu mostrar suas origens e agora tem condições de expandir sua maldade. Gostaria de ver aonde isso poderia levá-la”, afirmou.
Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, os atores Joel Fry e Paul Walter Hauser comentaram sobre a oportunidade de fazer parte da nova versão da vilã, que já fora vivida nos cinemas pela atriz Glenn Close e compartilharam a insana ideia que possuem para a possível sequência da produção.
Assista:
‘Cruella’, novo filme live-action apresenta a história da lendária e mais icônica – e notoriamente fashion – vilã da Disney, Cruella de Vil. Ambientado na Londres dos anos 70 em meio à revolução do punk rock, o filme mostra uma jovem vigarista chamada Estella (Emma Stone), uma garota inteligente e criativa determinada a fazer um nome para si através de seus designs. Ela faz amizade com uma dupla de jovens ladrões e, juntos, constroem uma vida para si nas ruas de Londres. Um dia, o talento de Estella para a moda chama a atenção da Baronesa Von Hellman (Emma Thompson), uma lenda fashion que é devastadoramente chique e assustadora. Mas o relacionamento delas desencadeia um curso de eventos e revelações que farão com que Estella abrace seu lado rebelde e se torne a Cruella má, elegante e voltada para a vingança.
Desde que as heroínas da Marvel apareceram juntas numa cena espetacular em ‘Vingadores: Ultimato‘, muitos fãs pedem por um filme protagonizado por elas.
E não são apenas os fãs, já que Letitia Wright, intérprete de Shuri, manifestou seu interesse em atuar no possível spin-off.
Durante uma entrevista para o Yahoo! Entertainment, a estrela disse que está confiante de que a Marvel Studios pode apostar na ideia futuramente.
“Na época [que as heroínas apareceram juntas], parecia que havia uma pressão do público para que fizessem um filme delas. Mas eu não acho que temos que lutar por isso, porque é apenas uma questão de tempo até que a Marvel aposte na ideia. [A produtora] Victoria Alonso tem muita autoridade e pode lidar com isso no futuro. Ela e Kevin [Feige] têm muitas ideias inovadoras.”
Ainda que a ideia possa demorar alguns anos, vale lembrar que o estúdio está investindo com força nas heroínas do MCU.
Wright se envolveu em uma grande polêmica por sua posição antivacina atrasar as filmagens de ‘Pantera Negra: Wakanda Forever’, deixando os fãs furiosos.
Na rede social, os internautas fizeram um apelo à Marvel Studios, pedindo a reescalação do herói T’Challa, alegando que a decisão facilitaria a condução da sequência.
Confira algumas das reações dos internautas:
“Chadwick Boseman não é Tchalla. Tchalla não é Chadwick Boseman. Tchalla é a Pantera Negra. Chadwick sabia disso. A história de Tchalla está apenas começando. Não posso matá-lo depois de um filme.”
Chadwick Boseman Is Not Tchalla. Tchalla Is Not Chadwick Boseman. Tchalla is Black Panther. Chadwick knew that. Tchalla’s story is just beginning. Can’t kill him off after one movie. #RecastTchalla
“Eu vejo a hashtag #recastTchalla circulando por aí e na minha opinião, eu acho que eles deveriam reescalar T’Challa. eu acredito que o Chadwick ia querer que o personagem vivesse. Então eu acho que seria melhor reescalá-lo de alguma forma que respeitasse o legado do Chadwick”.
I see the #RecastTchalla hashtag going around and to give my opinion on this, I think they should recast T’Challa, I believe Chadwick would want the character to live on. So I do think it would be the best to recast the character in a way that will respect Chadwick’s legacy.
“Eu acho o Chadwick para sempre, mas eu acho que els deveriam #recastTchalla. Acho que a Shuri ainda precisa do T’Challa ao seu lado se ela for a atenção principal no futuro e claro, ele merece uma despedida apropriada”.
I love Chadwick all the way, but I guess I’ll have to go with #RecastTchalla.
I think Shuri still needs Tchalla on her side if she is going to be the main attention in the future and of course, he deserves a proper send off. pic.twitter.com/rWRyAndpf3
“Eu sei que essa é uma percepção mais dura, mas muito desses rumores de drama em Pantera Negra 2 teriam sido evitáveis se eles reescalassem T’Challa. Eu sei que as pessoas amavam o Chadwick Boseman e eu também, mas o personagem possui mais histórias para contar”.
I know this is a bit of a hot take but a lot of this rumored on set drama of Black Panther 2 might’ve been prevented if they just recast T’Challa. I know people loved Chadwick Boseman, I did too, but that character had more stories to tell. pic.twitter.com/obSvF3Wjrr
“O irmão do Chadwick literalmente deu às pessoas sua benção para reescalar T’Challa. A Marvel está fazendo toda essa bobagem por medo de perder dinheiro. Eles já vão perder dinheiro de qualquer jeito! Pantera Negra não tem futuro sempre o Pantera Negra”.
Chadwick’s brother literally gave people his blessing to recast T’Challa. Marvel doing all this tomfoolery because they’re afraid they might lose money. They’re gonna lose money anyway! Black Panther has no way forward without the Black Panther.
“Sim. Eu sei que não era uma opinião popular naquela época e isso tudo ainda é um assunto muito sensível emocionalmente para todos – família, fãs, elenco e equipe técnica. Mas eu ainda acho que em algum momento nós veremos outro ator assumindo o papel de T’Challa”.
Yup. I knew it wasn’t the popular opinion at the time and this is all very much still an emotionally sensitive issue for everyone; family, fans and cast/crew alike, but at some point I do think we’ll see another actor step in as T’Challa. https://t.co/bbouMPMNPw
Em apenas dois dias, ‘Avatar: O Caminho da Água‘ conseguiu a proeza de subir quatro lugares na lista dos filmes mais assistidos da história.
Ontem, o filme ultrapassou ‘Top Gun: Maverick‘ (US$ 1.5B), ‘Frozen 2‘ (US$ 1.45B) e ‘Vingadores: Era de Ultron‘ (US$ 1.4B) e se tornou a 11ª maior bilheteria da história do cinema.
Hoje, a continuação de ‘Avatar‘ (2009) chegou à marca de US$ 1.516 bilhão arrecadados mundialmente. Com o valor, o filme ultrapassou ‘Velozes e Furiosos 7‘ (US$ 1.516 bilhão) e conquistou o posto de 10ª maior bilheteria da história do cinema.
Amanhã, o filme deve ultrapassar a bilheteria de ‘Os Vingadores‘ (US$ 1.518 bilhão).
No Brasil, o filme já foi visto por mais de 6,4 milhões de espectadores.
Assista nossa entrevista comZoe Saldana e Jon Landau:
Ambientado mais de uma década após os eventos do primeiro filme, ‘Avatar: O Caminho da Água‘começa a contar a história da família Sully (Jake, Neytiri e seus filhos), os problemas que os acompanham, os esforços que fazem para se manterem seguros, as batalhas que lutam pela sobrevivência e as tragédias que suportam.
Há alguns meses, Kevin Feige, diretor criativo da Marvel Studios, revelou que o roteiro preliminar de ‘Homem-Aranha 4‘ já está pronto.
Obviamente, o cineasta não quis dar detalhes sobre a trama, mas o insiderDaniel Richtman revelou diversos detalhes intrigantes da sequência no Patreon, plataforma de compartilhamento de documentos.
Segundo ele, ‘Homem-Aranha 4‘ deve finalmente abrir o caminho para uma potencial fusão do Aranhaverso da Sony com o MCU.
O que não sabemos é se isso significa que Peter está indo para o mesmo mundo que ‘Venom‘, ‘Morbius‘ e ‘Madame Teia‘ ou se esses personagens estão sendo puxados para a Terra-616 a tempo de ‘Vingadores: Guerras Secretas‘.
Com isso em mente, é provável que tenhamos o ‘Homem-Aranha 4‘, uma aparição de Holland, Tobey Maguire e Andrew Garfield nos próximos filmes dos ‘Vingadores‘, e então ele volta para a Sony enquantoKevin Feige muda o foco para o X-Men e Quarteto Fantástico.
De acordo com suas fontes, a trama do quarto filme deve começar mais ‘pé no chão’, com Peter Parker (Tom Holland) atuando como o amigão da vizinhança, até descobrir que a origem da criminalidade que enfrenta vem do Rei do Crime, vivido por Vincent D’Onofrio.
Não foi mencionado se D’Onofrio terá um papel de destaque na sequência ou se fará apenas uma participação especial.
Também foi dito que as gravações devem ser iniciadas no fim de 2024.
Além de Holland no papel principal, Zendaya deve reprisar seu papel como MJ, e a direção fica por conta deJon Watts, responsável pela trilogia do herói no MCU.
Apesar de não haver como confirmar as informações, Richtman construiu uma enorme credibilidade ao revelar furos de bastidores da Marvel que se provaram verdadeiros ao longo dos últimos anos.
A estreia deve acontecer em 2025.
Se a data se confirmar, o filme fará parte da Fase 5 do MCU – que terá filmes como ‘Capitão América: Nova Ordem Mundial‘ e ‘Deadpool 3‘.
Sucesso de crítica e público, ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘, filme mais recente do teioso, arrecadou US$ 1,916 bilhão nas bilheterias e está disponível no HBO Max.
Em entrevista exclusiva ao CinePOP para promover ‘Uncharted – Fora do Mapa‘, Holland revelou que vai filmar uma série de TV roteirizada pelo Akiva Goldsman para a Apple – intitulada ‘Crowded Room‘ – e depois vai “dar um tempo na carreira” antes de voltar para ‘Homem-Aranha 4‘.
‘Relatos Selvagens‘ (Relatos Salvajes) será relançado nos cinemas nacionais em comemoração aos 10 anos do filme.
O filme voltará aos cinemas em 28 de Novembro.
Escrito e dirigido por Damián Szifrón, ‘Relatos Selvagens‘ é um espetáculo visual que conta uma sombria e cômica história de tragédia, amor, decepção, passado e a violência que espreita a superfície do cotidiano.
Encontrando-se vulneráveis às mudanças voláteis e imprevisíveis da realidade, os personagens de Relatos Selvagens são empurrados para o abismo e para o prazer inegável de perder o controle, atravessando a linha fina que divide a civilização da brutalidade.
O elenco conta com Ricardo Darín, Darío Grandinetti, Diego Gentile, Diego Velázquez, Erica Rivas, Julieta Zylberberg, Leonardo Sbaraglia, Liliana Ackerman e María Marull.
A produção foi lançada no dia 5 de junho na plataforma da Max.
Confira QUANDO serão lançados os próximos episódios e siga o CinePOP no Youtube:
Episódio 02 – 12 de junho de 2025
Episódio 03 – 19 de junho de 2025
Episódio 04 – 26 de junho de 2025
Episódio 05 – 3 de julho de 2025
Episódio 06 – 10 de julho de 2025
Episódio 07 – 17 de julho de 2025
Episódio 08 – 24 de julho de 2025
Uma jornada pela ascensão à fama do Roberto Gómez Bolaños, mais conhecido como Chespirito, o artista que criou os personagens icônicos ‘Chaves‘, ‘Chapolin‘ e muitas outras histórias e bordões que conquistaram o coração de milhões.
Produzida em colaboração com Roberto Gómez Fernández, filho de Bolaños, ‘Sem Querer Querendo’ é resultado de uma parceria entre a Warner Bros. Discovery e o THR3 Media Group.
Selecionado para alguns festivais pelo mundo e absurdamente sem a mínima chance de ser exibido pelo circuito exibidor brasileiro (talvez pela falta de faro de muitas distribuidoras), exceto em um festival ou outro, o novo e impactante trabalho do excelente cineasta francês Bertrand Bonello (L’Apollonide – Os Amores da Casa de Tolerância), Nocturama, é uma trama cheia de reviravoltas que expõe um confronto de ideias e a falta de limite que pessoas comuns podem ter. O filme é uma grande crítica e expõe argumentos fortes que fala de maneira bem efetiva sobre muitos dos conflitos que assombram países de todo o planeta.
Na trama, conhecemos jovens de diversas etnias que se espalham por uma grande cidade francesa tramando alguma coisa que é revelada aos poucos. Um pouco do cotidiano desses jovens, já no dia da ação, mostram que são pessoas comuns que não geram nem tipo de alerta da polícia. Com a chegada da noite, se reúnem em uma loja de roupas de vários andares, onde é exposto um plano aterrorizante de diversos atentados em lugares previamente estudados. Ao longo dessa noite, muitas questões serão abordadas e o roteiro volta em algo parecido com flashbacks para explicar um pouco de como eles chegaram até esse dia.
Fica claro, por diversos diálogos ao longo das sequências, que os jovens não aguentam viver na sociedade onde vivem, cada um com seu motivo. Isso gera um conflito interno muito grande, um jovem segurança de um edifício com andares desativados, um casal de namorados que tinham a vida toda pela frente, jovens com estruturas emocionais fortes outros nem tanto. Cada um a sua maneira vai deixando de tentar viver a vida como ela é e embarcam em um plano inconsequente. A ficha parece que só cai quando estão confinados em uma loja no fim da noite, discussões e ações, além do conflito de ideias, tomam conta dos diálogos e as incertezas e o medo apontam para todos eles. Presos em seus próprios pensamentos, o não saber o que fazer dali para frente é uma verdade que eles não conseguem esconder.
Bonello, que dirige e assina o roteiro, mais uma vez volta às telonas com uma trama intrigante e corajosa que expõe uma parte da sociedade em crise de consciência e totalmente inconsequente que muitas vezes encontra refúgio no seu gritar em atitudes que impactam negativamente ao todo levando o medo para outras pessoas. Nocturama é um filme para ser visto, discutido e analisado. Uma aula de cinema desse cineasta francês que possui trabalhos interessantes em sua vasta filmografia.
Já dizia alguém: é nos pequenos frascos que estão os melhores perfumes! Com uma composição visual deslumbrante, criando significados a partir do desbravar da linguagem, quase um chamado para a imersão de sentimentos que pulsam na tela, o curta-metragemAlice, dirigido por Gabriel Novis é um retrato comovente e profundo de uma mulher trans nascida em Maceió. Embarcando em uma reinvenção de sua própria trajetória, Alice Barbosa apresenta ao público a sua história, que teve estreia nacional no Festival do Rio 2025.
É impressionante como, em apenas 17 minutos, nossos pensamentos se veem mergulhados em reflexões constantes de um retrato muito bem construído e sensível. Tocante e contornando o terror do preconceito, a narrativa nos projeta para conhecer uma história que fala muito sobre família, despertar para suas verdades, o luto, os prazeres através do esporte e também as mudanças com as despedidas. Com uma narração da própria personagem-título, somos conquistados do primeiro ao último minuto.
Contextualizando de forma certeira a violência, o preconceito, a misoginia e a transfobia – traços de uma sociedade em constante medo, e, muitas vezes, incapaz de enxergar a realidade do próximo – Alice apresenta sua protagonista: uma jovem artista trans que desperta para algumas questões de sua vida após a perda, muito sentida, do pai. Esse luto, é uma variável que se torna constante, ganha simbolismo em tela, um elemento que cruza a trajetória que acompanhamos – das memórias da infância ao presente – de maneira acachapante.
Esse é um filme para ser sentido, debatido, e embarcar na criatividade com que se modela a linguagem. Tudo o que aparece em tela parece dialogar com o discurso e com os pontos que se ligam à emoção. Esse curta-metragem alagoano foi o vencedor de um dos maiores festivais de documentários do planeta, o Hot Docs, no Canadá – feito que o posiciona como uma obra qualificável para a disputa do próximo Oscar. Tomara! Que filmaço!
Lançado em circuito pelos EUA no dia 14 de fevereiro de 1991, tendo antes realizado sessões de pré-estreia em Nova York (30 de janeiro) e na Califórnia (1º de fevereiro), e chegando ao Brasil no dia 17 de maio do mesmo ano,O Silêncio dos Inocentes completa 30 anos em 2021. Parte do acervo daquele ano no celebrado Festival de Berlim, o filme, é claro, viveria para se tornar um dos mais queridos de todos os tempos na opinião dos fãs, cinéfilos, críticos e especialistas de forma geral. Além de seu invejável e muito comentado recorde ainda mantido nos prêmios da Academia, vulgo Oscar.
Não é todo dia que um filme de suspense com fortes tintas para o terror se torna fenômeno de popularidade conseguindo inclusive transcender seu próprio gênero. O Silêncio dos Inocentes é daquele tipo que mesmo os não adeptos de filmes mais intensos e explícitos terminam por apreciar. Em voga novamente devido ao recém-lançado programa televisivo Clarice (da rede CBS), O Silêncio dos Inocentes é um longa imperdível, que você pode conferir ou revisitar através da rede Telecine, ou no streaming Telecine Play neste exato momento.
O tópico que vem sempre à mente quando falamos em O Silêncio dos Inocentes é seu recorde no Oscar. O longa não se destaca somente por ser um dos poucos thrillers que flertam com o terror a serem indicados na categoria de melhor filme no Oscar – o que por si só já seria um grande feito. Mas O Silêncio dos Inocentes levou de fato tal prêmio, além de outros quatro, dos sete aos quais estava indicado. Estes, no entanto, não foram quaisquer cinco Oscar, e sim os principais prêmios da noite, conhecidos como o Big Five (melhor filme, diretor, ator, atriz e roteiro). Tão raro é este feito que na história do Oscar apenas outros dois longas foram capazes de realiza-lo: Aconteceu Naquela Noite(1934) e Um Estranho no Ninho (1975). Sendo que O Silêncio dos Inocentes ainda mantém o recorde como o último filme a levar o Big Five.
O Silêncio dos Inocentes é baseado no romance homônimo do escritor Thomas Harris – responsável por uma série de livros protagonizados pelo personagem Hannibal Lecter. A história apresenta uma recruta novata do FBI em treinamento, a agente Clarice Starling, se deparando com a maior oportunidade de sua curta carreira e também seu desafio mais assustador: manter laços profissionais com um psicopata encarcerado, o Dr. Hannibal ‘O Canibal’ Lecter, a fim de obter insights na caçada a outro maníaco, o travesti Buffalo Bill – que anda sequestrando e assassinando jovens mulheres.
O pôster alternativo do filme, estampado por Hannibal e não Clarice.
A jornada de Clarice é uma verdadeira descida ao inferno, que seria influente para produções como Seven (1995), de David Fincher, por exemplo. Clarice é uma personagem tão rica que além de ter sido votada a sexta na lista dos maiores heróis do cinema no AFI (American Film Institute), sendo a personagem feminina mais bem posicionada, ainda inspirou a criação de outra que se tornaria igualmente icônica: a agente Dana Scully (Gillian Anderson) do seriado Arquivo X (1993-2018), segundo o próprio dono da ideia Chris Carter.
Para esta história, uma das inspirações para a relação entre a agente Clarice Starling e o psicopata Hannibal Lecter foi o relacionamento da vida real entre Robert Keppel, professor de criminologia e pesquisador da Universidade de Washington e serial killer Ted Bundy – que investigaram juntos o caso dos assassinatos de Green River, em Washington, levando à eventual prisão de Gary Ridgway, assassino confesso de quarenta e oito vítimas. Fora isso, assim como Psicose (1960) e O Massacre da Serra Elétrica (1974) antes dele, O Silêncio dos Inocentes também faz uso do modus operandi de outro psicopata da vida real: Ed Gein, notório por seus crimes de necrofilia e utilização de pele humana na confecção de objetos, mobília e máscaras em sua casa.
‘A Bela e a Fera’ – a relação de Hannibal e Claire foi inspirada na vida real.
O Silêncio dos Inocentes, embora poucos saibam, é um dos raros casos em que uma continuação se torna mais famosa e bem sucedida que seu predecessor. Explico. Acontece que o primeiro livro de Harris dentro do ‘Hannibalverse’ a ser adaptado ao cinema foi Caçador de Homens (Manhunter, 1986), de Michael Mann, um fiasco que terminou no ostracismo – hoje ressurgindo como cult. Neste filme, Hannibal é interpretado por Brian Cox. Ou seja, para O Silêncio dos Inocentes uma verdadeira reformulação de equipe, diretor e elenco precisou ocorrer a fim de se desassociar da produção anterior. E não poderia ter dado mais certo. Azar do produtor Dino De Laurentiis, que terminou passando a oportunidade de envolvimento com este filme, justamente pelo fato de que Caçador de Homens, produzido por ele, havia flopado. De Laurentiis seguiu para produzir Hannibal (2001) e Dragão Vermelho (2002) – sequência e pré-sequência de O Silêncio dos Inocentes, sendo este último a refilmagem de Caçador de Homens.
Todos os envolvidos na produção do filme tem o mérito pelo trabalho bem feito, mas como de costume, três se destacam. Estes sendo o diretor Jonatham Demme e os protagonistas Jodie Foster e Anthony Hopkins. Porém, o trio poderia ter ficado de fora da obra. Antes de Demme ser contratado existiu o fator Gene Hackman. O lendário ator eternizado como o primeiro Lex Luthor do cinema, comprou os direitos para a adaptação cinematográfica de O Silêncio dos Inocentesassim que terminou de ler o livro, batendo a atriz Jodie Foster na empreitada, que igualmente havia ficado fascinada com a trama. Hackman planejava fazer do longa sua estreia na direção, depois visando um papel no filme (Hackman cogitou ser Hannibal) e por fim cedendo os direitos para a Orion Pictures por US$500 mil. Gene Hackman nunca viria a dirigir um filme.
Com a entrada de Jonathan Demme, a protagonista Clarice quase teve as formas de uma atriz bem famosa, mas não Jodie Foster. Acontece que Demme havia dirigido Michelle Pfeiffer na comédia De Caso com a Máfia (1988) e desenvolvido com ela uma amizade, além de ter sido impressionado pelo talento da estrela. Pfeiffer, então com 33 anos, era uma jovem atriz em ascensão e nome quente da época, somando no currículo duas recentes e consecutivas indicações ao Oscar (coadjuvante por Ligações Perigosas e protagonista por Susie e os Baker Boys) em 1989 e 1990, os anos que precederam O Silêncio dos Inocentes. Justamente devido ao crescente prestígio, Pfeiffer exigia US$2 milhões para viver a agente Starling no cinema. Pré-requisito este não atendido pela produtora Orion Pictures, fazendo Pfeiffer e Starling seguirem caminhos diferentes.
Em cena entrava Jodie Foster, que na época igualmente colecionava duas indicações ao Oscar no currículo, mas com uma grande diferença: havia saído vitoriosa da segunda (por Acusados em 1989) – a primeira foi por Taxi Driver (em 1977). Foster, então com 29 anos, fazia forte lobby pelo papel e era a primeira opção do roteirista Ted Tally, responsável pela adaptação do livro para as telas. Com a saída de Pfeiffer de cena, Demme finalmente ficaria à vontade com a ideia de ter Jodie Foster no papel, a enaltecendo por sua força e determinação para ganhar a personagem. Demme a contratou após apenas um encontro.
Apesar do grande interesse de Jodie Foster pelo papel, a atriz sabia muito bem de seu status na indústria. Assim, mesmo após ter conseguido o trabalho que perseguia com unhas e dentes, a estrela tratou de orquestrar um acordo com a Orion Pictures a garantindo a direção de uma obra para a casa. O escolhido para a venda casada foi Mentes que Brilham, drama lançado no mesmo ano de O Silêncio dos Inocentes que marcou a estreia de Foster na direção e que a traz também como atriz no papel da mãe solteira de um menino gênio.
Mesmo após o acordo com Foster, a Orion Pictures precisava escolher um postulante ao Oscar em seu acervo de lançamentos da época, dentre três com mais potencial: O Silêncio dos Inocentes, Mentes que Brilhame Céu Azul. A escolha foi por evidenciar o primeiro, enquanto o terceiro era engavetado para um lançamento apenas três anos depois, em 1994. Céu Azul terminou levando o Oscar de protagonista para Jessica Lange. Já Foster não teve do que reclamar, já que embora Mentes que Brilham tenha passado longe do Oscar, O Silêncio dos Inocentes terminou garantindo para a atriz a estatueta de protagonista. Aos 29 anos, Jodie Foster se tornava a segunda atriz a ganhar dois Oscar antes dos 30 anos. A primeira havia sido a alemã Luise Rainer, aos 28 anos, por Ziegfeld – O Criador de Estrelas (1936) e Terra dos Deuses (1937). Em uma entrevista em 2010, Jodie Foster voltou a afirmar que O Silêncio dos Inocentes é um de seus favoritos em sua filmografia.
Na contramão da popularidade de Jodie Foster, chegava Anthony Hopkins, então aos 54 anos. O vencedor do Oscar de melhor ator este ano por Meu Pai, estava inclusive pensando em desistir da carreira em Hollywood na época e voltar para a Inglaterra para focar no teatro. Apesar de já ter trabalhado em produções americanas, algumas inclusive de renome (como o indicado ao Oscar O Homem Elefante), sua carreira não havia decolado como imaginava. Assim, Hopkins dava sua última cartada para finalmente transcender ao time A de Hollywood com O Silêncio dos Inocentes.
Porém, a estrada para isso não foi tão suave quanto se pensa. Sean Connery era a primeira escolha do diretor Jonathan Demme para o papel de Hannibal Lecter. Já pensou? Fora isso, atores como Robert Duvall, Jack Nicholson, John Hurt, Dustin Hoffman, Robert De Niro e Louis Gossett Jr. foram considerados para o papel. Jeremy Irons foi um dos que recusaram a oferta, já que, segundo o ator, devido ao papel de Claus von Bulow em O Reverso da Fortuna (1990) – que lhe garantiu a vitória no Oscar -, visava dar um tempo de personagens sombrios. Imagina só, Irons poderia ter vencido dois Oscar consecutivos. Melhor para Hopkins que descolava sua primeira indicação ao Oscar, seguida de vitória e dava a volta por cima em sua carreira. Depois viriam mais quatro indicações para o ator até a segunda vitória recente.
Com vinte e quarto minutos e cinquenta e dois segundos em tela, a participação de Anthony Hopkins em O Silêncio dos Inocentes é a segunda mais curta da história a vencer o prêmio de ator protagonista no Oscar – ficando atrás somente de David Niven pelo drama romântico Vidas Separadas (1958), que levou o Oscar por sua participação de vinte e três minutos e trinta e nove segundos em cena. Porém, as vitórias de Foster e Hopkins não foram sem esforço.
Apesar de dividirem apenas quatro cenas juntos no filme, Hopkins estudou a fundo os serial killer, visitou prisões, pesquisou sobre assassinos condenados, chegando ao ponto de participar de audiências envolvendo crimes brutais e assassinatos em série. Já Foster passou muito tempo convivendo com a agente do FBI Mary Anne Krause, que lhe deu diversas dicas sobre o trabalho. A agência federal de investigação norte-americana, o FBI, deu completo e total apoio à produção. Entre outras coisas porque viam a oportunidade do filme servir como propaganda para o recrutamento de mais agentes mulheres na força.
O FBI apoiou a produção pensando em investir no recrutamento de novas Clarice Starling.
Com o orçamento de US$19 milhões, O Silêncio dos Inocentes recuperou o seu valor de produção apenas em seu primeiro fim de semana em cartaz. Nos EUA, o filme somou mais de US$130 milhões, e nas bilheterias internacionais rendeu mais de US$272 milhões, estabelecendo assim seu fenômeno. O filme permaneceu como número 1 nas bilheterias americanas por cinco semanas.
Sucesso absoluto. O Silêncio dos Inocentes é um dos filmes mais celebrados da história da sétima arte.
A popularidade do personagem Hannibal Lecter foi tanta que ele foi eleito pelo mesmo AFI o maior vilão do cinema de todos os tempos, o que terminou por gerar para a história uma continuação,Hannibal (2001), uma pré-sequência, Dragão Vermelho (2002), um filme de origem, Hannibal – A Origem do Mal(2007) e uma série de TV, Hannibal(2013-2015). Clarice Starling não ficou atrás, tendo aparecido em Hannibal(2001) – agora nas formas de Julianne Moore (após a recusa de Foster em reprisar o papel) – e ganha seu próprio seriado com Clarice, criado por Alex Kurtzman e Jenny Lumet (dupla de Star Trek Discovery), no qual é vivida pela atriz Rebecca Breeds. A série se passa um ano depois dos eventos de O Silêncio dos Inocentes e já exibiu sete episódios de sua primeira temporada.
Vinte anos após seu lançamento, em 2011, O Silêncio dos Inocentes foi selecionado pela biblioteca do Congresso norte-americano para a preservação no Registro Nacional de Filmes devido a seu significado histórico, cultural e estético. Uma honraria até maior do que o Oscar em si.
O filme conta a história real do polêmico pastor Carlton Pearson, uma estrela evangélica em ascensão, que após uma crise de fé no começo do século passa a pregar que não existe inferno, apenas o criado pelo homem na Terra, e a defender a tolerância e a inclusão de todos no amor de Deus, independente da religião. A mensagem afastou os fiéis mais tradicionais, colocando-o em confronto com os líderes da Igreja até ser considerado um herege. Isto não o impediu de continuar pregando o chamado “Evangelho da Inclusão” e a tese da “reconciliação universal” em outra congregação, sob nova denominação evangélica.
Em 2009, foi reportado que Rob Zombie iria dirigir o remake de ‘A Bolha Assassina‘. O projeto, no entanto, nunca saiu do papel.
Anos depois, Zombie falou sobre o motivo do engavetamento do projeto:
“O remake de ‘A Bolha Assassina’ ia acontecer. Eu já estava conversando com as pessoas sobre o filme, mas estava na dúvida sobre fazer qualquer coisa que pudesse ser considerada um remake novamente. Eu realmente não gostava dessa ideia, mas eu segui em frente com os produtores e os caras que tinham os direitos, e não me senti bem sobre o projeto e acabei me afastando. Meu instinto disse que não era uma boa posição para se estar.”
Hoje, o artista Alex Horley divulgou artes conceituais do projeto, que traria humanos sofrendo mutações pela bolha. Confira:
Zombie já havia declarado que tinha uma visão “muito diferente e sombria” para a refilmagem, e chegou a afirmar que a cor da bolha seria preta em sua versão.
Em entrevista ao ComicBook, a atriz Anya Chalotra falou sobre o tom da série ‘The Witcher‘, estrelada por Henry Cavill.
“Acredito que essa série é sombria e cheia de coração, mas há alguns personagens engraçados nela. Jaskier é muito divertido. Minha personagem Yennefer tem alguns momentos sombrios, mas ela sempre tenta não se levar muito a sério.”
Criada por Lauren Hissrich, a série é baseada em uma saga literária escrita pelo polonês Andrzej Sapkowski.
Geralt de Rivia, um solitário caçador de monstros, luta para encontrar seu lugar em um mundo onde as pessoas muitas vezes se mostram mais perversas que as bestas. Mas quando o destino o leva a uma feiticeira poderosa e a uma jovem princesa com um segredo perigoso, os três precisam aprender a navegar juntos pelo crescente e volátil Continente.
O elenco ainda conta com Millie Brady, Freya Allan, Anna Shaffer, Jodhi May, Anya Chalotra e Björn Hlynur Haraldsoon.
A ABC finalmente divulgou quando a 7ª (e última) temporada de ‘Agents of S.H.I.E.L.D‘ será lançada.
O último ano da série irá estrear no dia 27 de maio.
O chefe da Marvel, Jeph Loeb, explicou ao ComicBook o motivo do cancelamento e afirmou que foi sua decisão terminar as coisas para concluir a história em seus próprios termos.
“Então estávamos na metade da temporada e o canal nos ligou novamente e disse: ‘Você tem uma ótima ideia para a sétima temporada?’ E nós estávamos tipo… não. E neste momento nós nos reunimos e dissemos ‘Olhe se vamos fazer isso, vamos fazer desta última temporada com um estouro. Vamos sair por cima. Vamos terminar a história para que possamos fazer isso em nossos termos porque “O problema é que nunca é uma decisão do estúdio. É sempre a decisão do canal e, portanto, nós dissemos, vamos assumir o risco. Vamos voltar para eles e dizer que voltaremos apenas para encerrar a série”, afirmou.
Na trama, a S.H.I.E.L.D. reúne uma equipe secreta de elite para encontrar e lidar com ameaças em qualquer parte do mundo. O time é formado pelo focado agente Grant Ward, um especialista em combate e espionagem; a agente Melinda May, uma piloto e perita em artes marciais; o agente Leo Fitz, um cientista brilhante, porém um pouco deslocado socialmente; e a agente Jemma Simmons, uma excepcional bioquímica. Eles serão auxiliados pela nova recruta civil Skye, conhecida por sua especialidade como hacker de computadores.
A trama segue uma atriz, protagonista de um slasher, inconsciente de que esse pode ser o seu último papel. Um assassino está à solta, filmando sangrentos assassinatos para o seu próprio filme doentio.
O elenco conta com Emma Norville, Danielle Carrozza, Kyle Mangold, Franchesca Contreras, Joshua Cody e Jon Rust.
O terror será lançado em VOD no dia 22 de dezembro, pela Gravitas Venturas.
De acordo com o Variety, Sisi Stringer (‘Mortal Kombat’) estrelará a nova adaptação de ‘Academia de Vampiros‘, série baseada nos livros de Richelle Mead, que está em desenvolvimento pelo serviço de streaming Peacock.
A atriz interpretará Rose Hathaway, um híbrido metade-vampiro conhecido como Dhampir. Esquentada e sincera, Rose é uma verdadeiro lutadora em espírito e na prática. Ela sempre entra em ação e, na maioria das vezes, isso resulta em deméritos. Ela pode ser a lutadora mais forte de sua classe, mas seu sucesso dependerá inteiramente de sua disposição de respeitar os limites quando for preciso.
Julie Plec (‘The Vampire Diaries’) será responsável pela nova versão.
Plec e Marguerite MacIntyre servirão como showrunners da série, cuja primeira temporada contará com dez episódios.
“Ambientada em um mundo de privilégios e glamour, a trama segue a amizade de duas jovens que transcendem suas classes surpreendentemente diferentes enquanto se preparam para completar sua educação e entrar na sociedade real de vampiros.”
Em 2014, uma adaptação do primeiro livro foi lançada nos cinemas, mas o longa foi um fracasso de crítica e público, conquistando apenas 16% de aprovação no Rotten Tomatoes e arrecadando míseros US$ 15.6 milhões mundialmente.
Em entrevista ao The Wrap, o diretor Sam Raimi (‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’) revelou que uma sequência para o clássico ‘Darkman: Vingança sem Rosto‘ está em desenvolvimento pela Universal Pictures.
“Sim! A Universal está desenvolvendo uma sequência para ‘Darkman’.”
Ele completa, “[O projeto] já conta com um produtor. Eu ainda não ouvi nada sobre a história, pois estive ocupado [com ‘Doutor Estranho 2’]. Porém, acho que será legal.”
Recentemente, o ator Liam Neeson (‘A Perseguição’) revelou que adoraria retornar para uma sequência.
“Eu estaria muito interessante em ler o roteiro [de uma sequência]. Muito interessado.”
Apesar de ter estrelado o filme original de 1990, dirigido por Sam Raimi, o ator não retornou para as sequências ‘Darkman 2: O Retorno de Durant‘ (1995) e ‘Darkman 3: Enfrentando a Morte‘ (1996), que foram lançadas direto em vídeo.
Arnold Vosloo assumiu o papel nas continuações.
Anteriormente, o cineasta Josh Ruben (‘Um Lobo entre Nós’) havia expressado seu desejo em dirigir um reboot de ‘Darkman‘.
No longa original, Peyton Westlake é um cientista que descobriu recentemente uma pele sintética. Peyton é atacado por uma quadrilha e dado como morto, mas ele sobrevive e, graças ao seu invento, pode se vingar, pois pode ter qualquer rosto. Mas há um problema: a pele sintética só dura 99 minutos quando é exposta à luz.
A Netflix renovou oficialmente a série ‘That ’90s Show‘, sequência da comédia clássica ‘That ’70s Show‘, para a 2ª temporada.
O serviço de streaming encomendou 16 episódios para o próximo ciclo.
Em comunicado oficial, o cocriador e showrunner Gregg Mettler declarou: “Todos nós que trabalhamos em ‘That ’90s Show’ estamos muito animados com a recepção entusiasmada do público com a primeira temporada. Mal podemos esperar para retornar à Point Place para mais um verão de risadas e surpresas. Olá, 1996!”
A nova série começa em 1995, com Leia Forman, filha do Eric e da Donna, visitando seus avós (novamente interpretados por Kurtwood Smith e Debra Jo Rupp) em Point Place, Wisconsin, onde ela amadurece com uma nova geração de adolescentes “sob o olhar atencioso da Kitty e do Red”. Sexo, drogas e rock ’n roll nunca morrem, mas suas roupagens mudam.
O único membro do elenco principal que não retorna é Danny Masterson, que interpretou Hyde, enquanto se prepara para ser julgado por várias alegações de agressão sexual.
Bonnie Turner e Terry Turner, criadores da série original, são responsáveis pelo roteiro e também entram como produtores executivos.
A jornada de Bebel, uma brilhante garota que se muda do interior para a cidade grande. A personagem enfrenta as adversidades de um ambiente desconhecido, desafia estudantes populares do colégio e até um inimigo poderoso – um empresário da cidade que faz testes laboratoriais em animais – para defender suas causas. Mudar hábitos e comportamentos é sua meta e a sustentabilidade é seu princípio orientador.
Em entrevista ao podcast Club Random, o diretor Quentin Tarantino (‘Bastardos Inglórios’) não mediu palavras ao apontar que o ator Alec Baldwin também é responsável pela tragédia nos bastidores do filme ‘Rust‘.
Em 2021, o artista acidentalmente atirou e matou a cinematógrafa Halyna Hutchinsdurante a produção do filme, além de ferir o diretor Joel Souza, em um incidente com munições reais.
“É uma situação em que acho justo dizer que a pessoa que lida com as armas, a pessoa que entregou a arma [ao Alec Baldwin], é 90% responsável pelo o que aconteceu envolvendo aquela arma. Mas o ator é 10% responsável. É uma arma! Você compartilha dessa responsabilidade em algum grau.”
Ele completa, “Ele deveria ter verificado todos os procedimentos que deveria – como checar se o cano da arma está limpo. Eles costumam mostrar que o cano da arma está limpo, que não há nada lá. Eles realmente mostram. Então ele dizem algo como: ‘Aqui está as balas de festim e aqui está a arma’.”
Anteriormente, em uma reviravolta chocante, a juíza do Novo México responsável pelo caso arquivou as acusações contra o ator e também denunciou a promotoria por conduta imprópria, acusando-a de intencionalmente ocultar provas cruciais.
Segundo o The Hollywood Reporter, a juíza Mary Marlowe Sommer concluiu que a promotora Kari Morrissey, em vez de cumprir seu dever de divulgar todas as provas, ela “intencionalmente e deliberadamente omitiu” evidências cruciais e forneceu depoimentos contraditórios, prejudicando gravemente o processo.
A promotora teria deliberadamente escondido balas que poderiam ter exonerado Baldwin, colocando-as em um caso não relacionado.
A ocultação das provas por parte da promotoria privou a defesa de Baldwin da oportunidade de realizar uma análise forense completa das balas, prejudicando significativamente sua estratégia e colocando em dúvida a imparcialidade do processo.
A série de erros e a conduta inadequada da promotoria, tanto de Morrissey quanto de sua antecessora, Andrea Reeb, revelam um padrão de negligência e desrespeito ao devido processo legal, minando a credibilidade das instituições envolvidas.
A decisão da juíza não apenas absolve Baldwin, mas também levanta sérias questões sobre a integridade do sistema judiciário e a importância de uma investigação imparcial.
Lembrando que conforme a Reuters, o julgamento do ator foi anulado na sexta-feira, 12 de julho de 2024, pela juíza do Novo México, Mary Marlowe Sommer, devido à ocultação de provas pela promotoria. A decisão ocorreu após três dias de julgamento.
A anulação do julgamento ocorreu após a defesa de Baldwin apresentar alegações de que os promotores ocultaram evidências cruciais do caso. Segundo os advogados do ator, o gabinete do xerife de Santa Fé apreendeu munições reais como parte das evidências. No entanto, a promotoria não listou no arquivo da investigação e não foram informadas aos advogados de defesa, o que poderia ter impactado significativamente o julgamento.
A juíza Sommer considerou as alegações da defesa como graves e prejudiciais ao direito de um julgamento justo para Baldwin. Em sua decisão, ela afirmou que “a omissão das provas pelo Estado foi intencional e deliberada”e que “o arquivamento com preconceito é justificado para garantir a integridade do sistema judicial e a administração eficiente da justiça”.
A promotoria do caso se manifestou, negando as acusações de má conduta e afirmando que não houve intenção de ocultar provas. “Eu não pretendia enganar o tribunal. Minha compreensão do que foi deixado no escritório do xerife está nesta tela de computador e parece absolutamente nada com os projéteis vivos do set de ‘Rust’.”
Quebrando em lágrimas, o ator abraçou sua esposa Hilaria Baldwin enquanto outros membros da família choravam na galeria pública.
Lembrando que a armeira do filme, Hannah Gutierrez Reed, já está cumprindo uma pena de 18 meses de prisão por homicídio culposo. Ela foi condenada em março por negligência e por permitir que munição real chegasse ao set.
Após a tragédia, ‘Rust’ retomou as gravações em maio do ano passado. Agora, os produtores buscam acordo para a distribuição do filme.
De acordo com o Deadline, a Lionsgate comentou sobre a possibilidade da cinebiografia de Michael Jackson, intitulada ‘Michael‘, ser dividida em duas partes.
“No final das contas, quando você olha para seu catálogo musical, quando você olha para o que o Michael Jackson foi capaz de entregar em termos de música e contribuição à arte, nos fez questionar se teria como colocar tudo dentro de apenas um filme. Vamos poder responder mais perguntas nas próximas semanas,” declarou Adam Fogelson, chefe do estúdio.
O executivo não entrou em detalhes sobre o adiamento repentino da produção. Ele só citou a duração – que está alegadamente acima de três horas – como um dos fatores, mas não discorreu sobre o assunto.
O site destaca que a produção tem enfrentado problemas legais e contratuais em relação às acusações de abuso sexual contra o astro do pop pela família de Jordan Chandler, nos anos 90. Segundo fontes, os representantes de Chandler não querem ver nada sobre ele no filme – o que teria forçado o projeto a fazer algumas refilmagens.
Em 1994, o cantor assinou um acordo de US$ 20 milhões, sem admissão de culpa.
Para quem não sabe, Jaafar é filho deJermaine Jackson, um dos integrantes da banda The Jackson 5, na qual Michael iniciou sua carreira artística.
A sinopse oficial do filme destaca que “Michael levará o público a uma representação envolvente e honesta do homem brilhante, mas complicado, que se tornou o Rei do Pop. O filme apresenta seus triunfos e tragédias em uma escala épica e cinematográfica – desde seu lado humano e lutas pessoais até seu inegável gênio criativo, exemplificado por suas performances mais icônicas. Como nunca antes, o público terá uma visão interna de um dos artistas mais influentes e inovadores que o mundo já conheceu.”
Em entrevista ao Variety, Glen Powell (‘Twisters’) comentou sobre o que podemos esperar da vindoura série baseada na clássica franquia ‘O Massacre da Serra Elétrica‘, que está sendo desenvolvida pela A24.
O ator ainda confirmou que não estrelará a produção, apenas servirá como produtor executivo.
“Acredito que ‘O Massacre da Serra Elétrica’ é um dos filmes de terror mais brilhantes da história. Ajudou a definir o gênero. Sinto que a A24 é um lugar que realmente produz coisas especiais, e eles são verdadeiros guardiões e protetores da qualidade.”
Ele completa, “Sei que vamos fazer algo realmente especial com esta franquia, então estou me sentindo muito, muito bem. Foi um longo processo para chegarmos até aqui, mas sei que temos algo muito divertido pela frente.”
JT Mollner, diretor do aclamado suspense ‘Desconhecidos‘, será responsável pelo seriado.
A série será produzida por Roy Lee, Steven Schneider, o ator Glen Powell e Kim Henkel, cocriador do longa original de 1974.
Além disso, um novo longa-metragem está em estágios iniciais de desenvolvimento, mas ainda não se sabe se o filme será lançado nos cinemas ou chegará direto ao serviço de streaming da Netflix – como havia sido reportado anteriormente.
Vale lembrar que o filme mais recente da franquia, ‘O Massacre da Serra Elétrica: O Retorno de Leatherface‘, foi lançado direto pela gigante do streaming, em 2022. Apesar da recepção negativa, o longa alcançou 29 milhões de horas assistidas em sua primeira semana no serviço de streaming.
Enquanto o mundo todo fez um fuá porque Scarlett Johanssonfoi contratada para estrelar ‘A Vigilante do Amanhã’ ao invés de uma atriz japonesa, o filme foi super bem recebido no Japão.
No Japão, o sci-fi teve uma estreia surpreendente, se comparado com o mesmo final de semana de abertura nos Estados Unidos.
Arrecadando US$ 3 milhões em seus primeiros três dias no cinema, ‘A Vigilante do Amanhã’ teve uma recepção muito positiva entre os japoneses, apesar de toda a revolta gerada pelo ‘embranquecimento’ com a escalação de ScarJo para o papel da cyborg japonesa.
De acordo com o site de cinema do Yahooo japonês, a produção contabilizou a pontuação de 3.56 entre os fãs, número maior que o da animação original. O site The Hollywood Reporter também conversou com algumas pessoas que foram aos cinemas assistir ao sci-fi e a maior parte das opiniões sobre o filme foi positiva. Dentre os aspectos mais elogiados estão os efeitos visuais, a atuação de ScarJo e de forma geral a abordagem feita do material de origem.
Um do entrevistados pelo site, uma fã identificada apenas como Yuki, pontuou que acho o sci-fi acertou ao escolher uma mulher branca como a protagonista, ao invés de optar por uma atriz japonesa, como muito questionaram.
Segundo ela:
“Eu ouvi dizer que nos Estados Unidos queriam uma atriz asiática para interpretá-la. Será que seria ok se ela fosse asiática ou asiática-americana? Honestamente, isso seria pior, alguém de outro país asiático fingindo ser japonês. É melhor deixar a personagem branca”.
‘A Vigilante do Amanhã’ sofreu duras críticas por sua abordagem em relação ao elenco, chegando a sofrer acusações de racismo. No entanto, a própria equipe envolvida com o filme e até mesmo o diretor do anime original, Mamoru Oshii, não viram problemas na escolha da atriz, tão pouco acharam que havia algum tipo de preconceito enraizado na construção da narrativa e de seus personagens.
Quando questionado há cerca de um mês atrás sobre toda a polêmica de ‘embranquecimento’, Oshii foi bem categórico, utilizando o próprio material original para fundamentar a abordagem do live-action:
“Qual o problema em escalá-la? The Major é uma cyborg e sua forma física é inteiramente presumida. O nome Motoko Kusanagi e seu corpo atual não são seu nome e corpo originais, então não há base para dizer que uma atriz asiática deve interpretá-la. Ainda que seu corpo original (supondo que ele existisse) fosse japonês, isso ainda se aplicaria”.
Com essa afirmação, muitos fãs saíram em defesa de Scarlett e do diretor Rupert Sanders, mas a situação caótica já havia atingido um patamar tão grande que acabou sendo irreversível nas bilheterias.
Kyle Davies, chefe do departamento de distribuição doméstica da Paramount Pictures, afirmou que toda a polêmica sobre o embranquecimento afetou a performance do filme nos cinemas.
De acordo com ele:
“Você tem um filme que é muito importante para os fanboys, baseado em um anime japonês. Então você está sempre tentando colocar a linha na agulha, ficando entre honrar o material fonte e fazer um filme para um audiência massiva. Isso é desafiador, mas claramente as críticas não ajudaram”.
‘Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell‘ é baseado na famosa série mangá homônima e inspirado na obra escrita e ilustrada por Masamure Shirow para a Kodansha Comics. Sua trama acompanha Motoko Kusanagi – conhecida como Major (Scarlet Johansson), uma híbrida de humano e ciborgue, que lidera um esquadrão de elite: a Seção 9. Dedicada a perseguir os mais perigosos criminosos e extremistas, ela precisa aniquilar um hacker, cujo objetivo é deter os avanços da tecnologia cibernética.
Michael Pitt (‘Violência Gratuita’, ‘Hannibal’) interpreta o vilão The Laughing Man, um hacker terrorista que é fascinado pelo livro ‘O Apanhador no Campo de Centeio‘, de J. D. Salinger.
Rila Fukushima, a Katana de ‘Esquadrão Suicida‘, completa o elenco.
A direção é de Rupert Sanders (‘Branca e Neve e o Caçador’).
O cineasta John Carpenter, que assina a direção do original ‘Halloween – A Noite do Terror’, afirmou que não viu todos os filmes que sucederam sua obra.
Em uma entrevista ao site Rotten Tomatoes, ele confessou que não faz muita ideia do que acontece nessas continuações, pontuando que mudou de opinião quanto ao que fora produzido no passado, admitindo que quer contribuir positivamente para a franquia e não jogar mais pedras.
Segundo ele:
“Sabe, eu já falei muito das sequências de ‘Halloween’ por muito tempo e eu nem assisti a todas elas. Eu confesso que nem sei o que realmente estava lá. Mas finalmente, eu acabei me perguntando: Porque ao invés de eu ficar atirando para todos os lados, falando sobre o assunto, porque eu não tento fazer algo que seja o melhor que eu puder? Eu poderia dar conselhos. Eu poderia falar com o diretor. Eu gosto bastante do diretor, gosto do roteiro. Então, sabe, eu decidi parar de jogar pedras estando ali no canto – do lado de fora – e decidi entrar e tentar fazer algo positivo”.
Em uma entrevista ao Stereo Gum, Carpenter disse que o novo ‘Halloween‘ vai fingir que as sete sequências nunca existiram.
“O diretor convenceu Jamie Lee Curtis a voltar. Sua parte foi escrita no roteiro e eles tiveram essa ideia – é um tipo de… Não sei como descrevê-lo. É quase uma realidade alternativa. Ele pega após o primeiro e finge que nenhum dos outros foi feito. Vai ser divertido. Há um diretor muito talentoso e um roteiro bem escrito. Estou impressionado.”
Embora seja considerado um gênio por criar o gigantesco universo de ‘Star Wars‘, o cineasta George Lucas também é lembrando pelas controversas e polêmicas prequels, os episódios I, II e II da franquia.
Carregada por efeitos especiais dos mais diversos e com uma narrativa que se perde demais, a trilogia lançada entre os anos 90 e 2000 se imortalizou como uma péssima lembrança, marcando Lucas como um diretor que parecia ter perdido a mão de sua própria criação.
Mas para o astroSimon Pegg, que também atuou em ‘Star Wars: O Despertar da Força‘, a falta de influência do cineasta é na verdade algo negativo.
Durante sua participação no podcast The Adam Buxton Podcast, ele afirmou que sente falta do papel que ele exercia na franquia, afirmando que sua perspectiva e imaginatividade faziam a diferença nas produções.
Disse:
“Eu preciso admitir, assistindo o último filme de ‘Star Wars‘, eu fique com um sentimento esmagador quando sai da sessão, pensando ‘eu sinto falta de George Lucas‘ . Independente de todas as reclamações que eu fiz sobre ele com as prequels, havia algo incrível sobre sua imaginação. E eu realmente sinto que sua voz faz falta nos novos filmes”.
A trama vai se passar depois da queda do Império e antes da insurgência da Primeira Ordem. A narrativa segue a jornada de um artilheiro solitário nos confins da galáxia, longe da autoridade da Nova República.
Ludwig Göransson, vencedor do Oscar por seu trabalho em ‘Pantera Negra’, está responsável pela música.
As filmagens da segunda temporada devem começar em 07 de outubro deste ano, em Los Angeles. Taika Waititi não deve retornar para a cadeira de direção nos novos episódios, visto que estará ocupado com o longa ‘Next Goal Wins’ antes de migrar para o aguardado ‘Thor: Amor e Trovão’.
A série biográfica original da Netflix, intitulada ‘Selena‘, é uma das produções mais aguardadas de 2020. E sua primeira temporada ganhou uma série de novas imagens, que trazem os protagonistas principais em destaque.
As fotos ainda revelam os belíssimos detalhes nos figurinos dos personagens, que foram inspirado no estilo visual da cantora e na década de 80 e 90.
Confira:
Na série, Serratos vive a emblemática cantora latina Selena Quintanilla-Pérez, que atingiu o estrelato nos Estados Unidos entre os anos 80 e 90 e que foi assassinada aos 23 anos.
Selena nasceu na pequena cidade de Corpus Christi, onde começou a cantar desde muito jovem. Lançou seu primeiro em 1984, mas não seria até oito anos mais tarde que alcançaria o topo da parada mexicana da Billboard por oito meses consecutivos com ‘Entre a Mi Mundo’. Em 1994, levou para casa o Grammy de Melhor Álbum de Música Latina e é considerada até hoje uma das artistas mais importantes da indústria musical, sendo apelidade de rainha da música latina e tendo vendido mais de 80 milhões de discos.
Em 1995, foi assassinada por Yolanda Saldívar, sua sócia e presidente do fã-clube – que também estava desviando dinheiro da família e roubando as lojas. Dois anos depois, Selena ganhou uma cinebiografia estrelada por Jennifer Lopez, que se tornou um sucesso de público e rendeu à atriz uma indicação ao Globo de Ouro.
Em uma recente entrevista ao The Guardian, o ator sueco afirmou que embora apoie os filmes da Marvel e da DC, entende o posicionamento de ambos os cineastas. Em sua reflexão, Skarsgård salientou que os grandes estúdios já não se preocupam com longas autorais de baixo e médico orçamento, o que faz com que muitos projetos cultuados percam espaço de tela nos cinemas ao redor do mundo.
“Não tenho nada contra filmes de super-heróis. Já estive em dois e eles definitivamente têm um lugar. O problema é que o sistema que permite a oito pessoas possuir metade da riqueza do mundo aumenta o poder das forças de mercado, de modo que cinemas pequenos e independentes raramente existem fora de algumas grandes cidades. Não há canais de distribuição para todos os filmes de orçamento médio que têm os melhores atores, a melhor escrita, porque eles não podem gastar US$ 3 milhões em uma campanha de marketing. Quando os cinemas os deixam entrar, eles o deixam por uma semana e se não valerem a pena em uma semana, eles são removidos.
Lembre-se de que O Poderoso Chefão estreou em 100 cinemas nos Estados Unidos – grandes filmes agora estreiam em 4.000 salas. Eles tinham pequenos anúncios no New York Times, mas cresciam e cresciam porque é um filme muito bom. A opinião do povo não tem mais chance. E isso é triste.
Acho que deveríamos ter filmes da Marvel e mais filmes de diversão. Devíamos ter outros filmes também. E isso é o que é triste: Quando as forças brutas do mercado entram em ação, os estúdios começam a ser administrados por empresas que não se importam se estão lidando com filmes ou pasta de dente, desde que obtenham seus 10% de retorno. Quando a AT&T assumiu o controle da Time Warner, disse imediatamente a HBO para se tornar mais leve e mais comercial. Eles sempre estavam ganhando dinheiro. Mas não o suficiente para um investidor”.
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