John Woo (‘A Outra Face’) é responsável pela direção. O longa marca o retorno do cineasta a Hollywood após 20 anos, desde que dirigiu ‘O Pagamento‘, suspense estrelado por Ben Affleck e Aaron Eckhart em 2003.
Escrito por Robert Archer Lynn, ‘O Silêncio da Vingança‘ acompanha a corajosa busca de vingança de um pai atormentado (Kinnaman) que testemunha a morte de seu filho quando é pego no fogo cruzado de uma gangue na véspera de Natal.
Enquanto se recupera de um ferimento que lhe custou a voz, o personagem de Kinnaman faz da vingança a missão de sua vida e embarca em um regime de treinamento punitivo para vingar a morte de seu filho.
Com 75% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o consenso geral dos críticos afirma que, além da direção competente de John Woo e das cenas violentas, o longa brilha por causa da performance brutal e complexa de Kinnaman.
Separamos os trechos das principais críticas:
“Não há nenhuma cena que chegue perto da sequência no hospital de ‘Fervura Máxima’, de 1992, mas quando ‘O Silêncio da Vingança’ finalmente mostra ao que veio, o diretor John Woo faz valer a espera.” (San Francisco Chronicle)
“‘O Silêncio da Vingança’ leve sua premissa muito a sério. E nem mesmo o banho de sangue apresentado pelo John Woo consegue combater o tédio dos clichês da história.” (Mashable)
“Por causa do trabalho impressionante do diretor John Woo e do roteirista Robert Lynn, além da intensidade física da performance de Joel Kinnaman, a falta de diálogo se torna um ponto a favor do filme ao invés de apenas um truque.” (Mashable)
“Apesar da premissa não ser inovadora, as cenas de ação são triunfantes.” (JoBlo)
“Apesar de ser bobo, ‘O Silêncio da Vingança’ é um filme natalino extremamente sangrento que tem a chance de se tornar uma tradição de final do ano ao lado de ‘Duro de Matar’.” (Variety)
“Além da direção excelente de John Woo, a performance de Joel Kinnaman é o grande destaque deste thriller. Sua habilidade em canalizar a dor e a vulnerabilidade adiciona profundidade à sua performance, enquanto sua fisicalidade energiza as cenas de ação.” (Keith and the Movies)
Sangrento, pulsante, imprevisível. Vamos falar agora sobre o novo filme protagonizado por Liam Neeson que entrou recentemente na Prime Video, Na Terra de Santos e Pecadores. Exibido no Festival de Veneza ano passado, nesse projeto somos apresentados a um choque entre a frieza e as desilusões pelo olhar de um protagonista, um clássico anti-herói, em total crise existencial que se vê envolvido em um último conflito ligando seu passado à vida que quer abandonar.
O longa-metragem é dirigido pelo norte-americano Robert Lorenz, em seu terceiro projeto atrás das câmeras após uma carreira de sucesso como produtor de alguns filmes de Clint Eastwood, como: Sobre Meninos e Lobos e Menina de Ouro.
Na trama, ambientada em meados da década de 70, conhecemos o assassino de aluguel Finbar (Liam Neeson), um homem já amargurado pelo seu passado que após a morte da esposa vem aos poucos começando a repensar suas escolhas e os rumos para o futuro. Morando numa vila de poucos habitantes, longe dos agitados dias de tensão política na outra parte da Irlanda, ele enfim resolve se aposentar. Mas a chegada ao local de um grupo associado ao IRA, liderado por Doireann (Kerry Condon) faz Finbar repensar algumas questões.
O ar fúnebre se mistura as reflexões sobre ideologia, dentro do contexto de uma guerra política que causou caos a terceira maior ilha da Europa. A narrativa é empolgante, com o ritmo dosado, explicando de forma trivial paralelos interesses, como um contorno do discurso que bate de frente com o clássico Crime e Castigo de Dostoiévski. Numa linda paisagem, o contraste com o violência é uma marca e assim vamos aos poucos entendendo as crises existenciais que se amontoam, toda essa parte é muito bem conduzida pelo olhar detalhista de Lorenz que consegue extrair não só os dilemas mas preenche as lacunas de muitos porquês.
Esse é um filme onde os personagens se mostram muito presentes em cada espaço. E nesse campo aberto rumo ao imprevisível, já inserido na iminência de uma guerra civil, de um lado um assassino experiente em crise existencial, já não sabendo mais lidar com o ganha pão que escolheu, do outro um grupo de jovens imersos nos limites emocionais de sua incursão à revolução que escolheram, um modo de vida instável sempre à espera das consequências dos atos que se seguem. Heróis e vilões ganham interpretações diversas. Ajudam a contar essa história três excelentes artistas irlandeses indicados ao Oscar: Liam Neeson,Kerry Condone Ciarán Hinds.
Algo que o cinema faz como muitas artes, não deixar cair no esquecimento, se junta à força de um discurso. Esse projeto, mesmo sendo uma total ficção, é mais um capítulo na vasta história que liga o famoso grupo paramilitar IRA, que passou por diversas modificações ideológicas desde seu início lá em 1919, à conflitos por toda a Irlanda.
A diretora Jennifer Lee revelou novos detalhes sobre a vindoura sequência ‘Frozen 3‘, que teve sua estreia confirmada para 2026.
A cineasta indicou que a narrativa do próximo capítulo pode ser dividida em duas partes – o que faz sentido, considerando que o estúdio já confirmou a quarta iteração.
“Nossa equipe está trabalhando pesado [em ‘Frozen 3’], e estamos muito animados com a história que estamos desenvolvendo. A narrativa é tão épica que pode até não caber apenas em um filme.”
Anteriormente, Lee declarou que adoraria retornar à direção dos próximos filmes: “Eu definitivamente quero retornar à direção de projetos. Estou mais velha, mas ainda não me aposentei. Eu só tive a oportunidade de dirigir os dois filmes da franquia ‘Frozen’, mas não tive a chance de participar de todo o processo de desenvolvimento. ‘Wish: O Poder dos Desejos’ é o que mais se aproxima disso. Por enquanto, estou me divertindo muito como produtora. Eu tenho a chance de fazer parte de cada filme.”
Ela completa, “A única coisa que eu posso revelar é que o Bob Iger já confirmou que ‘Frozen 3’ irá acontecer. E eu estou muito animada com o que estamos criando.”
“Olha, nós só criamos sequência se acreditamos que há uma boa história para ser contada. Eles estão trabalhando nos próximos capítulos [da franquia ‘Frozen’] enquanto eu estou focado em ‘Wish: O Poder dos Desejos’. Estou muito animado com o que eles estão fazendo. Sinto que [‘Frozen 3 e 4’] serão incríveis.”
O CEO Bob Iger revelou quando o filme será lançado:
“E já estamos ansiosos para 2026 em que teremos o lançamento de Frozen 3, o primeiro filme de Toy Story desde 2019, e uma nova estrela que ainda não vamos contar. E também teremos o novo Filme de Star Wars que traz o Mandaloriano e Grogu para a tela grande pela primeira vez.”
‘Toy Story 5‘ terá o retorno de Tim Allen (Buzz Lightyear) e Tom Hanks (Woody) está garantido. A informação foi revelada pelo próprio Allen durante o programa The Tonight Show with Jimmy Fallon.
Em sua declaração, o astro disse que:
“Bob Iger nos disse o que estava acontecendo. Na verdade, ele disse que isso [o novo filme] iria acontecer. Eles entraram em contato com Tom Hanks e eu para voltarmos a dublar. Mas eles nem estão falando muito sobre isso.”
Ele continuou:
“Sabe? Você se pergunta se quatro [filmes] eram demais. Então, cinco vai ser demais? Boatos dizem que o roteirista que está nesta missão escreveu um dos melhores roteiros do estúdio, ele disse: ‘Se eu não acertasse, eu não o faria’.”
‘Frozen 2‘ quebrou o recorde do original e se tornou a animação com a maior bilheteria de todos os tempos, acumulando US$ 1,446 bilhão pelo mundo.
Pela sinopse você já imagina o que está por vir: Um avião cai no Oceano e os sobreviventes vão ter que enfrentar tubarões sedentos.
Essa é a trama do terror de sobrevivência ‘Desespero Profundo‘ (No Way Up), que chegou no catálogo do Prime Video e conquistou a primeira posição entre os títulos mais assistidos.
O filme não agradou os críticos e recebeu apenas 35% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Segundo o consenso geral dos críticos, o filme “pega uma premissa promissora e a leva direto para o mar, mas não se diverte o suficiente com seu conceito de destruir os nervos.”
Em ‘Desespero Profundo‘, Ana (Sophie Mcintosh) embarca em uma viagem de férias com seus amigos, quando o avião em que ela está cai no Oceano Pacífico. À beira de um precipício submarino e presos em uma bolsa de ar dentro do avião, Ava e os outros sobreviventes precisam correr contra o tempo enquanto enfrentam tubarões sedentos por sangue em uma luta desesperada pela sobrevivência.
Com direção de Claudio Fäh, o elenco de ‘Desespero Profundo‘ conta ainda com nomes como Phyllis Logan, Colm Meaney, Will Attenborough e Jeremias Amoore.
Além disso, foi divulgada uma nova foto do filme que traz Denzel Washington como um ex-comerciante de escravos que se tornou rico e que guarda rancor dos imperadores.
De acordo com o Deadline, um produtor de Hollywood afirmou que já assistiu ao filme de Ridley Scott e descreveu o longa como “algo fantástico”, e acredita que “é um forte concorrente ao Oscar 2025”.
O produtor também rendeu elogios às performances dePaul MescaleDenzel Washington, que dão vida ao protagonista e ao vilão do novo filme, respectivamente.
Foi dito que “Mescal está ótimo no papel”, enquanto Washington “faz um trabalho extraordinário”.
Por fim, ele mencionou que ‘Gladiador 2′ e ‘Here‘, novo filme de Robert Zemeckis com Tom Hanks e Robin Wright, podem ser dois candidatos acirrados na disputa pelo Oscar de 2025.
Inicialmente prevista para 21 de Novembro, a aguardada sequência ‘Gladiador 2‘ teve sua estreia antecipada por aqui dia 14 de Novembro.
A sequência do épico histórico conta com Pedro Pascal (‘The Mandalorian’), Denzel Washington (‘O Livro de Eli’), Connie Nielsen (‘Advogado do Diabo’), Djimon Hounsou (‘Diamante de Sangue’), Joseph Quinn (‘Stranger Things‘) e May Calamawy (‘Cavaleiro da Lua‘)
O roteiro fica a cargo de David Scarpa (‘Napoleão).
Lançado em 2000, ‘Gladiador‘ foi um dos filmes de maior bilheteria no ano em que estreou, ganhando o Oscar de melhor filme, bem como o prêmio de melhor ator para Russell Crowe.
O filme original está disponível na Netflix, Prime Video, Star+ e Telecine.
Quem cresceu nos anos 80 e 90 irá para sempre lembrar das exibições dos filmes que marcaram sua juventude na TV aberta. Acontece que essa geração não tinha a internet como hoje, e a facilidade de encontrar um filme no toque de um dedo. Naquela época raiz tudo era mais difícil, e o contato que tínhamos com os filmes era quando eles passavam nas famosas redes de TV nacionais – em especial a Globo e o SBT. E dentro destes canais, a Tela Quente e a Sessão das Dez foram dois dos programas mais emblemáticos de filmes de seus respectivos canais.
Aqui falaremos mais uma vez da “então recém-inaugurada” sessão de filmes inéditos da rede Globo nas noites de segunda-feira. A Tela Quente se mantém até hoje como ícone do horário, mesmo enfrentando atualmente a concorrência pesada das plataformas de streaming em um mundo que mudou muito com a internet. Nos anos 80 as coisas eram muito diferentes, e sessões como a Tela Quente serviram de porta de entrada de toda uma geração no mundo mágico dos filmes. Em mais uma matéria nostálgica iremos revisitar alguns dos maiores sucessos clássicos dos anos 80 em suas primeiras exibições na TV. Confira abaixo.
Nos anos 80, um dos maiores atores de Hollywood era Jack Nicholson. Na verdade, nos anos 90 e 2000 também. Aliás, que falta o ator nos faz. Nicholson está aposentado do cinema desde 2010. E quando pensamos em filmes de máfia, os atores que vêm logo à mente são Robert De Niro e Al Pacino. Mas Nicholson também molhou seu pé no gênero, e isso antes de ‘Os Infiltrados’. Aqui ele vive o braço direito de um “poderoso chefão”, que foi marcado para morrer pelo próprio chefe. Acontece que o sujeito se apaixona pela assassina (papel de Kathleen Turner) e os dois começam uma relação. O filme foi exibido logo no primeiro ano da estreia da Tela Quente, no dia 20 de junho de 1988.
Por falar em filmes inesquecíveis dos anos 80 graças às suas inúmeras reprises na TV aberta, ‘O Feitiço de Áquila’ é um dos mais memoráveis das tardes dos anos 90. Na trama de fantasia e aventura digna de conto de fadas, um casal apaixonado é vítima de um invejoso clérigo e por ele amaldiçoados. O feroz guerreiro Navarro se transforma em um lobo ao anoitecer, e a bela Isabeau vira uma águia ao amanhecer. Com Michelle Pfeiffer, o saudoso Rutger Hauer e Matthew Broderick, o longa estreou na Tela Quente no dia 27 de junho de 1988.
Um dos cult mais emblemáticos dos anos 80 pela geração que cresceu na época, ‘A Lenda de Billie Jean’ resiste ao teste do tempo por ser um libelo feminista à frente de sua época, que continua relevante até hoje. Na trama, a adolescente Billie Jean (Helen Slater) é abusada sexualmente pelo dono de uma loja, e decide começar uma luta por justiça por conta própria, se tornando uma mártir e o ícone para uma geração. O longa inesquecível estreou na Tela Quente no dia 11 de julho de 1988.
Por falar em mulheres fortes e emblemáticas dos anos 80, os que cresceram na época jamais esquecerão da heroína Sheena – A Rainha das Selvas. Uma espécie de resposta feminina para Tarzan, a personagem é oriunda dos quadrinhos, criada por Jerry Iger e Will Eisner. Quem deu vida para a loira de trajes mínimos que se dava bem com todo tipo de animal e lutava para defender sua floresta foi a saudosa Tanya Roberts. O filme estreou na Tela Quente no dia 26 de setembro de 1988.
Outro que marcou a época, ‘Dublê de Corpo’ é um dos thrillers mais adorados dos anos 80. Inesquecível com sua trama que homenageia ‘Janela Indiscreta’ – já que Brian De Palma também foi considerado um grande mestre do suspense e pupilo de Alfred Hitchcock. Na trama, um ator vai tomar conta da casa nas colinas de Hollywood de um colega, e termina presenciando um crime, e pior, se envolvendo em uma trama conspiratória repleta de reviravoltas. O filme teve sua primeira exibição da TV aberta na Tela Quente do dia 7 de novembro de 1988.
Você lembra deste filme estrelado por Richard Gere? Pois é, a maioria certamente não irá lembrar. Até mesmo os que cresceram na época e não desgrudavam os olhos da telinha (afinal era a tela do celular da geração passada). Acontece que após sua exibição original na TV aberta o filme parece ter desaparecido dos radares. ‘A Força de um Amor’ é na verdade a versão americana de ‘Acossado’ (1960), clássico da nova onda do cinema francês. O filme fez parte do primeiro ano da Tela Quente, estreando no dia 31 de outubro de 1988.
Todo fim de ano a Globo costumava dar de presente para seu público uma programação especial. E quando falamos de cinema, o mesmo ocorria – com a emissora reservando algumas produções que tinham a ver com a data comemorativa, a cada ano. No primeiro ano da então “recém-inaugurada nova sessão” de filmes da casa o filme separado para uma exibição especial foi ‘O Enigma da Pirâmide’, produzido por Steven Spielberg sobre a primeira aventura do jovem Sherlock Holmes. Um filme que revolucionou com seus efeitos especiais. O clássico estreou no dia 26 de dezembro de 1988.
Repo Man – A Onda Punk
Um dos nomes mais promissores de Hollywood nos anos 80 era o de Emilio Estevez. O ator teve certo sucesso na década citada, mas não podemos dizer que seu estrelato se concretizou como o de, digamos, Tom Cruise. Seja como for, um de seus filmes cult do período é o “estranho” ‘Repo Man’, no qual vive um desajustado em uma aventura que mistura de tudo um pouco – até mesmo ficção científica, com um conteúdo de outro mundo no porta-malas de um carro. A estreia do longa na TV aberta foi no dia 9 de março de 1989 na Tela Quente.
Na lista até o momento já tivemos muitas produções adoradas por todos aqueles que cresceram nos anos 80. Mas talvez nenhum seja tão querido por aquela geração quanto ‘O Último Guerreiro das Estrelas’ – um filme que pegava clara e descarada carona no sucesso de Star Wars, porém, misturando tudo com uma aventura adolescente. Ou seja, assim atingindo a fórmula perfeita para capturar todos os meninos da época – que entre outras coisas, adoravam videogames. Já imaginou “zerar” um fliperama e descobrir que foi recrutado para uma guerra intergaláctica bem real. A inesquecível aventura foi ao ar pela primeira vez na TV brasileira no dia 10 de abril de 1989 na Tela Quente.
O que seria de uma lista de clássicos dos anos 80 sem um filme com Tom Hanks. O ator fez de tudo um pouco na época: realizou uma despedida de solteiro alucinada, fez parceria policial com um cachorro babão, descobriu que seus vizinhos eram literalmente um terror, ajudou Dan Aykroyd a derrubar uma seita de fanáticos e teve seu desejo de se tornar adulto realizado por uma máquina em um parque de diversões. Aqui, no entanto, nessa comédia cult, ele era confundido com um espião graças ao seu sapato vermelho. A estreia do longa na TV brasileira foi na Tela Quente do dia 29 de maio de 1988.
Jon Landau, o produtor de cinema vencedor do Oscar que colaborou comJames Cameron em vários projetos, incluindo ‘Titanic‘ a franquia ‘Avatar‘, morreu após uma batalha contra o câncer, de acordo com uma fonte próxima à família. Ele tinha 63 anos.
“Não estamos trabalhando nisso. As pessoas pensam nos óculos como algo negativo, mas, quando você vai à praia, os óculos fazem parte da experiência. Quando eu coloco esses óculos nos cinemas, isso transforma minha experiência. E eu terei uma experiência melhor por causa disso.”, afirmou Landau.
A gestão de Landau na Twentieth Century Fox também incluiu a supervisão de “Duro de Matar 2”, “True Lies”, “Power Rangers” e “O Último dos Moicanos”.
Nos últimos anos, Landau atuou como administrador para expandir a franquia ‘Avatar‘, incluindo a colaboração com Cameron e a Walt Disney Company na terra e atração “Avatar” no parque temático Animal Kingdom no Walt Disney World e pastoreando as sequências. Ele também foi o COO da produtora de Cameron, Lightstorm Entertainment, e produziu “Alita: Battle Angel” de 2019.
‘F1‘, filme de Joseph Kosinski(‘Top Gun: Maverick’) que traz Brad Pittcomo um ex-piloto de Fórmula 1 que retorna ao mundo do automobilismo, ganhou seu primeiro e animado trailer.
Confira:
Finally, official.
Brad Pitt stars in F1, coming to cinemas Summer 2025.
‘F1‘ é estrelado por Brad Pitt no papel de um ex-piloto que retorna à Fórmula 1, ao lado de Damson Idris, como seu companheiro na fictícia equipe APXGP do grid da competição. O filme está sendo rodado durante os finais de semana das rodadas do Grande Prêmio da Fórmula 1, com a equipe de produção em competição com os titãs do esporte.
O elenco estelar inclui ainda Kerry Condon, indicada ao Oscar; Javier Bardem, vencedor do Oscar; Tobias Menzies, vencedor do Emmy e indicado ao Globo de Ouro; Emmy Sarah Niles, indicada ao Emmy; Kim Bodnia; e Samson Kayo.
Segundo o Deadline, a Apple Original Films fechou um acordo com a Warner Bros. Pictures para o lançamento nos cinemas, marcado para 27 de junho de 2025. .
Antes, os filmes da Apple eram lançados nos cinemas pela Sony.
Orçado em cerca de US$ 300 milhões, o longa é considerado a maior aposta da Apple Studios, até o momento.
Stefano Domenicali, presidente da Fórmula 1, comentou sobre a produção:
“As filmagens vão acontecer em Silverstone, e esse será a primeira produção de Hollywood a realizar gravações internas durante um evento real”.
A nostalgia é forte hoje como nunca anteriormente, e esse movimento saudosista chegou até o cinema e o audiovisual. Conforme vamos ficando mais velhos, apelamos ao sentimento seguro do passado, a nossa zona de conforto. É justamente por isso que quando falamos de cinema e séries, Hollywood tem investido nessa volta ao passado, resgatando produções e personagens que achamos que nunca mais veríamos. Ou melhor, apenas nos filmes antigos que amamos.
Para os atores e atrizes esse apelo funciona de forma igual, e esse movimento fez com que diversos astros do passado tirassem do armário um figurino muito familiar, de seus grandes personagens clássicos. Investindo em mais uma matéria nostálgica, aqui iremos dar uma olhada em algumas atrizes que faziam muito sucesso lá nos anos 80 e 90, e que voltaram recentemente a seus papeis mais marcantes. Vem conhecer essa lista memorável.
A certa altura de sua carreira, nos anos 90, Winona Ryder foi considerada a melhor atriz de sua geração, tendo os principais diretores da época, como Francis Ford Coppola e Martin Scorsese, a disputando para estrelar seus filmes. Ryder redescobriu a fama ao estrelar a série número 1 da Netflix, ‘Stranger Things’. Esse ano retornará pela primeira vez a um de seus personagens icônicos, dando vida novamente à Lydia na continuação ‘Os Fantasmas Ainda se Divertem’, o segundo filme de Beetlejuice.
Sumida de produções mais significativas desde o fim dos anos 90, a atriz Linda Hamilton viu seu auge nas telas ao estrelar ‘O Exterminador do Futuro 2’ e chamar atenção por seu físico extremamente sarado ainda em 1991. É claro que a atriz já havia estrelado também o filme original, mas sua personagem Sarah Connor passava de vítima para uma mulher forte e guerreira, capaz de lutar e sobreviver por conta própria. Justamente por isso, Sarah foi ausência sentida em todas as demais continuações da franquia. Mas isso mudaria em ‘Destino Sombrio’, de 2019, que marcou a volta da icônica personagem e de uma Linda Hamilton mais velha e ainda durona.
‘Halloween – A Noite do Terror’, de 1978, foi o primeiro filme de destaque deJamie Lee Curtis, então com 20 aninhos de idade. Curtis retornou para um filme da franquia de terror vinte anos depois do original em ‘Halloween H20’, ainda um dos mais queridos da série. Mas repetiria o feito quarenta anos depois também, em 2018, com o lançamento de uma nova trilogia de ‘Halloween’, que dividiu bastante os fãs.
Por falar em “rainhas do grito” e musas do terror, agora temos na lista uma icônica atriz do gênero que marcou presença ainda no fim dos anos 90. E se Jamie Lee Curtis é uma das primeiras e mais famosas rainhas do grito, Neve Campbell assumiu o posto na geração seguinte, ao estrelar a franquia ‘Pânico’, uma das favoritas dos fãs. Campbell protagonizaria os três filmes originais, assim como o quarto longa de 2011. Porém, no quinto filme, de 2022, surgiu como coadjuvante para uma nova geração de personagens. Quando a atriz pediu um salário mais justo para participar da continuação ‘Pânico VI’, o estúdio recusou e a tirou do filme. Mas o mundo dá voltas, e Campbell retornará no sétimo filme, esperamos que com um salário justo para reprisar o papel da querida Sidney Prescott.
Existem artistas que ficam conhecidos por um único papel. Esse é o caso com a bela Carrie-Anne Moss, que deu vida à durona Trinity, uma das personagens femininas mais bad-ass e impactantes do fim dos anos 90 – é claro no mega sucesso ‘Matrix’. Moss voltaria ao papel nas continuações de 2003. Mas quando todos achavam que a franquia estava morta e enterrada, eis que surge o quarto exemplar com ‘Matrix Resurrections’, que é claro precisava contar com a volta de Trinity, novamente nas formas de Moss. Mas não apenas isso, pois além do filme de 2021, um quinto longa já está ganhando forma, com a promessa de lançamento para muito em breve.
Por falar em artistas de um só personagem, a saudosa Carrie Fisher teve uma carreira vasta, de inúmeras participações – e ficou conhecida também como roteirista e escritora. Mas o que todos os fãs a associam mesmo é com o papel da icônica Princesa Leia da saga ‘Star Wars’. Seu penteado de coques laterais marcou para sempre, se tornando uma das figuras mais emblemáticas da cultura pop de todos os tempos. Leia até então havia aparecido apenas em três filmes, a trilogia original da saga. Mas a Disney, após a compra da franquia, tratou de tirar a personagem da aposentadoria, ainda nas formas de Fisher, para novas aventuras, já na terceira idade. Nem mesmo a morte da atriz em 2016 impediu a aparição de Leia em ‘Os Últimos Jedi’ no ano seguinte.
Elisabeth Shue foi uma das atrizes mais interessantes dos anos 80, participando de sucessos e filmes cult como ‘Uma Noite de Aventuras’ (1987), Cocktail(1988) e ‘De Volta para o Futuro 2’ (1989). Esse sucesso continuou para os anos 1990, quando foi indicada ao Oscar por ‘Despedida em Las Vegas’ (1995). Em nova fase de sua carreira, participou de séries atuais badaladas como ‘The Boys’. Mas é impossível falar da atriz sem lembrar de sua participação como Ali Mills em ‘Karatê Kid’, um dos clássicos mais adorados dos anos 80. E foi essa personagem que Shue viria a reprisar em 2021, em sua participação na série de sucesso ‘Cobra Kai’. Esperamos que a apreça novamente na última temporada.
Aqui na lista temos atrizes icônicas dos anos 80 e 90, que muitos fãs de cinema de hoje em dia podem sequer conhecer ou ter ouvido falar. Mas Joanne Whalley foi uma figura marcante da época, tendo sido a esposa na vida real do astro Val Kilmer. A bela morena teve como seu filme mais marcante e conhecido, justamente um trabalho ao lado do companheiro, onde se conheceram nos bastidores. Falamos da aventura de fantasia produzida por George Lucas, ‘Willow – Na Terra da Magia’ (1988), que se tornou cult. Quando a Disney comprou a LucasFilm, tratou de criar uma série de ‘Willow’, que serviu de continuação para o filme clássico, e trouxe Whalley novamente no papel de Sorsha, dessa vez assumindo o trono como rainha.
É impossível lembrar das comédias clássicas dos anos 80 e não lembrar de ‘Férias Frustradas’. Assim como é impossível lembrar do filme de 1983 e suas continuações e não lembrar de Beverly D’Angelo no papel da matriarca Ellen Griswold, a bússola moral dos filmes da franquia. A atriz formava uma dupla perfeita com o atrapalhado Clark (Chevy Chase), um bonachão de boas intenções que sempre metia a família nos piores problemas. Então, imagine a alegria que foi ver D’Angelo e Chase reprisando seus personagens clássicos no reboot de ‘Férias Frustradas’, de 2015, mesmo que tenha sido apenas uma participação rápida em uma única cena. Os nostálgicos agradeceram muito.
Finalizando a lista temos outra atriz que marcou os anos 80. Ao contrário de algumas acima, Karen Allen não foi uma atriz de um filme só. Ela já havia sido revelada em ‘Clube dos Cafajestes’ em 1978, e depois seguiu para estrelar filmes como ‘Parceiros da Noite’ (1980), ‘O Homem das Estrelas’ (1984) e ‘Os Fantasmas Contra-Atacam’ (1988). Mas é claro que quando falamos da atriz, precisamos automaticamente lembrar de seu papel como Marion Ravenwood em ‘Indiana Jones e os Caçadores da Arca Perdida’ (1981). A intenção original na franquia era ser como 007, em que a cada episódio o herói tivesse uma nova companheira. Assim vieram a Willie Scott (Kate Capshaw) de ‘O Templo da Perdição’ (1984) e Elsa (Alison Doody) de ‘A Última Cruzada’ (1989). Mas não teve jeito, e Marion foi considerada o grande amor do arqueólogo, retornando já na terceira idade nas partes quatro e cinco da franquia.
A natureza e todos os seus aspectos. Baseado na obra Butcher’s Crossing, escrito pelo professor e autor norte-americano John Williams, Jornada para o Infernonos apresenta a caminhada de um jovem e sua necessidade de encontrar conexões entre o homem e a natureza, esbarrando de forma abrupta no medo que se mistura ao desbravar. Através de uma narrativa imersiva ao contexto do velho oeste americano e os modos de sobrevivência daqueles tempos, o longa-metragem propõe reflexões profundas e filosóficas. Dirigido pelo cineasta Gabe Polsky, e tendo como um dos seus protagonistas o vencedor do Oscar Nicolas Cage, o projeto estreou no prestigiado Festival Internacional de Cinema de Toronto em 2022.
Na trama, conhecemos Will (Fred Hechinger), um jovem estudante que larga a prestigiada Universidade de Harvard para descobrir o mundo longe da bolha que vivia. Chegando na cidade de Kansas, em meados de 1870, logo conhece um experiente caçador de búfalos chamado Miller (Nicolas Cage). Ambos embarcam em uma perigosa caça, em uma região ao norte, numa imensidão de terras não habitadas, um lugar temido por muitos. Ao longo de dias intensos, ao lado de Miller e outros dois personagens, o protagonista vai de encontro a descobertas que o farão entender melhor sobre a vida e a natureza.
A nevasca, a insanidade, a fé, as crenças, a necessidade do ganhar dinheiro para se sustentar, se somam a uma aterrorizante sensação de estarem perdidos, algo que se torna uma constante. Os desdobramentos de interpretações da moral logo mostra suas facetas em meio a uma natureza selvagem de paisagens belas e perigos iminentes. O conflito se abre como uma oportunidade para se refletir. É muito simplista definir esse como apenas um filme sobre sobrevivência, há mais olhares. A filosofia e as questões da existência logo ganham paralelos com os valores sociais principalmente as definições sobre liberdade.
O que é preciso ver para se entender a vida? Essa é uma pergunta que podemos nos fazer ao ampliar o olhar crítico para tudo que nos é mostrado. Através dos olhares de seus protagonistas, a condução de Gabe Polskyvira ferramenta fundamental para o enorme alcance de definições que muitas interações entre os personagens nos dizem. Há espaço para alcançarmos contextos amplos daquele país naquele momento e as novas maneiras de viverem e pensarem os avanços da sociedade até ali. O desfecho diz muito pelas entrelinhas. Junta-se a isso, a enormidade de interpretações para as ações do homem no encontro com a natureza.
Rodado em menos de três semanas em algumas locações no Estado de Montana, numa região conhecida como Montanhas Rochosas,Jornada para o Infernojoga a definição de faroeste a outros patamares, amplia seus horizontes de reflexões sobre um período marcante no século XIX norte-americano.
Muitos crimes acontecem através de mentes perturbadas que usando do enganar a vítima cometem suas atrocidades. Pensando sobre esse recorte que infelizmente existe por aí na nossa sociedade, resolvemos criar uma lista com 10 filmes sobre criminosos ardilosos:
Os horrores de um médico que nunca deveria exercer a medicina. Um verdadeiro filme de terror. Assim podemos definir o documentário Pai Nosso?, dirigido pela cineasta Lucie Jourdan. Com uma história que gira em torno de um renomado médico de especializado em fertilização que rompe completamente as barreiras da ética, conhecemos a macabra história de um raio de cidades de Indiana onde uma surpreendente revelação chega com um enorme impacto para inúmeras famílias.
Na trama, conhecemos Lee Na Mi (Woo-hee Chun) uma jovem super alegre que conseguiu uma oportunidade numa empresa de geleias e ainda ajuda seu pai no bem frequentado café da família. Certo dia, após uma noitada daquelas, ela deixa seu celular cair no ônibus. Uma misteriosa pessoa encontra o aparelho e a partir daí um jogo maquiavélico é imposto por um obsessivo criminoso. Ela precisara lutar com todas as forças quando seu mundo desaba completamente.
O total egoísmo inescrupuloso. Desde que o crescimento do universo dos aplicativos de paquera se tornaram febre em todo o planeta, pessoas de todos os lugares se jogaram na poderosa atração de conseguir encontrar o príncipe (ou a princesa) encantado em questão de um clique. Tem gente que usa de forma honesta e até consegue encontrar alguém legal mas em alguns casos nada é conforme o divulgado. A nova produção da Netflix, O Golpista do Tinder mostra o caso real de diversas mulheres que foram atraídas e caíram no golpe de homem que só queria o dinheiro delas, bem parecido com o conhecido Esquema Ponzi. As dores das vítimas, o abalo emocional, tudo isso é exposto nesse ótimo documentário.
O maior truque que o diabo já usou foi convencer o mundo de que ele não existia. Vencedor de dois Oscars, o filme que abriu as portas de Hollywood para o até então desconhecido cineasta Bryan Singer, é um drama policial que se mistura num intenso e surpreendente suspense com uma narrativa que busca seu potencial na importância dos detalhes. Uma sala de suspeitos, um caminhão roubado, a receita federal junto à Polícia querendo respostas, um grupo de pessoas que são induzidos à uma ação perigosa, esses elementos e alguns outros se reúnem num quase enigma a ser montado, peça por peça através de um interrogatório, flashbacks e um imprevisível narrador. Os Suspeitos é hipnotizante e a última cena se consolidou como uma das maiores reviravoltas da história do cinema.
Na trama, conhecemos a agente da divisão de roubos de arte da Interpol Alin (Esra Bilgiç), uma profissional competente que está no presente atrás de um habilidoso ladrão que percorre o mundo roubando obras de arte e nunca é pego. Certo dia, acaba percebendo que o criminoso na verdade é Güney (Birkan Sokullu), um empresário influente e seu ex-namorado que sumiu anos atrás. Bolando um plano ao lado do parceiro Ozan (Ushan Çakir), resolve se reaproximar do antigo amor para tentar um flagrante.
Na trama, conhecemos uma família rica que fica completamente abalada com o sequestro da filha mais nova. Quando os sequestradores entram em contato, eles são surpreendidos pois os criminosos não querem dinheiro, mas se encontrar com eles, pois, alguém naquela casa, esconde um segredo sobre um ato terrível. Assim, ao longo de uma madrugada, verdades começam a aparecer.
Na trama, conhecemos um grupo de velhinhos que planejam roubar joias de um conhecido lugar no centro de Londres. O líder do grupo, Brian Reader (Michael Caine), é procurado por um jovem que mexe com eletrônica, o único com menos de 50 anos no grupo, aqui chamado de Basil (Charlie Cox) para realizar esse roubo que consiste em acessar o poço de um elevador e conseguir pegar dezenas de milhões de libras.
Na trama, conhecemos Gisela Werler (Nadeshda Brennicke), uma batalhadora que trabalha em uma fábrica de impressão e vive, além de sustentar, os pais já bem idosos. Sem propósitos na vida, vivendo uma solidão evidente desencontrada com seus sonhos de ser popular, ou mesmo, ter a mesma vida das modelos de revistas que sempre observa, a protagonista conhece Hermann (Charly Hübner), um ladrão de bancos que após algumas situações resolve desafiar Gisela para um assalto a banco. A partir desse ponto, a vida de Gisela muda e ela se torna impulsiva e imprevisível. Dentro de um universo machista, acaba sendo elemento surpresa durante um bom tempo.
As explicações entre o simples e o mirabolantes de um dos mais famosos roubos de todo o mundo. Disponível no catálogo da Netflix, o documentário A Verdadeira História do Roubo do Século nos leva de volta à Argentina no ano de 2006 onde um grupo de pessoas conseguiu roubar uma enorme quantia (até hoje não se sabe ao certo quanto) de dinheiro do Banco Río em Acassuso (situada na brande Buenos Aires). Aqui, com depoimentos dos próprios criminosos e pessoas que estiveram como coadjuvantes no dia do roubo, vamos sabendo surpreendentes detalhes desde o plano até o intenso pós assalto.
Na trama, conhecemos Arezoo Rahimi (Zar Amir Ebrahimi) uma jornalista que já passou por maus bocados na profissão e resolve partir para uma complexa investigação de um possível serial killer de prostitutas que promove o terror na cidade de Mexede, segunda maior em população e situada no nordeste do Irã. Na sua caçada por provas de quem seria esse assassino e contando com a ajuda de um jornalista local, enfrenta todo tipo de desconfiança além de inúmeras situações políticas ligadas ao caso que ganha os olhos da opinião pública.
‘Os Rejeitados’ (‘The Holdovers’), comédia dramática estrelada por Paul Giamatti (‘Billions’), se tornou um dos filmes mais aclamados da última temporada de premiações – e, agora, ganhou data de estreia no Prime Video.
O longa-metragem, dirigido por Alexander Payne, chega à plataforma de streaming no próximo dia 11 de julho.
Na trama, um odiado professor da Academia Deerfield, Paul Hunham, é encarregado de supervisionar os alunos que não podem voltar para casa no Natal por não terem família. No entanto, ele é forçado a lidar com um aluno particularmente rebelde, Angus.
A série é estrelada por Aldis Hodge como um detetive e psicólogo forense que é conhecido por sua habilidade de entrar na psique de criminosos e suas vítimas.
Em entrevista à Empire, o time criativo de ‘O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder’ comentou sobre o que os fãs podem esperar da 2ª temporada – e aproveitaram para deixar claro que os próximos episódios trarão cenas de batalha “obscuras” e “violentas”.
“Nós amamos uma boa batalha”, revelou o co-showrunnerPatrick McKay. “O plano com a 2ª temporada seria algo muito maior, em uma escala muito maior que não apenas aconteceria à noite, mas durante vários dias, semanas, meses e episódios”.
Charlotte Brändström, que foi promovida à diretora de produção do próximo ciclo, acrescentou que a batalha será “dez vezes maior” que a da primeira temporada.
“É realmente a batalha entre a escuridão e a luz… Com momento muito obscuros e bastante violentos”, ela afirmou.
“As coisas tomaram um rumo bem intenso desde que Sauron voltou e moveu as peças de xadrez no tabuleiro”, acrescentou a produtora executiva Lindsey Weber. “Então, temos um tipo diferente de ação e veremos a Terra-média em seus momentos de maior terror”.
Lembrando que os novos episódios chegam à Prime Video no dia 29 de agosto.
A adaptação inspirada nos escritos do icônico romancista J.R.R. Tolkien, causou um grande barulho quando estreou no Prime Video em 2022 – deixando os fãs animados para o futuro da narrativa.
Agora, segundo os criadores J.D. Payne e Patrick McKay, a nova temporada da obra fantástica está mais perto do que poderíamos imaginar (via ComicBook.com).
As informações indicam que o próximo ciclo chegará ao catálogo da plataforma de streaming no final de 2024, ainda sem dia confirmado.
Anteriormente, conversando com o MovieZine, a diretora Charlotte Brändström, que ficou responsável por um dos episódios da temporada de estreia e por quatro da nova iteração, disse que os vindouros capítulos serão ainda mais ousados e sombrios.
“O que eu posso dizer é que [a 2ª temporada] será mais sombria, mais ousada e mais focada nos personagens”, ela comentou.
“Ainda acho que temos temos episódios muito interessantes vindo aí. Assisti a todos eles durante o Natal, apenas os cortes. Acho que vai ser uma temporada muito boa. Tentamos fazê-los mais ousados, um pouco mais ‘sujos’, pr assim dizer. E não em relação à imagem, mas em relação a fazê-los os mais autênticos possíveis. Temos várias reviravoltas surpreendentes, também”.
Embora não tenham sido divulgados detalhes exatos sobre os novos episódios, espera-se que a história traga uma maior participação de Sauron, que foi formalmente apresentado nos momentos finais da primeira temporada.
Charlotte Brändström, que já participou do ciclo anterior e dirigiu dois dos oito capítulos, retorna como diretora; Sanaa Hamri e Louise Hooper foram recentemente contratadas para completar o time.
A trilogia de romances de Tolkien foi adaptada originalmente para os cinemas entre 2001 e 2003, ganhando 17 estatuetas do Oscar, entre elas o prêmio de Melhor Diretor para Peter Jackson e Melhor Filme em 2004 para ‘O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei’. Mais tarde, a franquia ganhou também um trilogia prequela intitulada ‘O Hobbit’.
De acordo com o Screen Ireland (via Comic Book), a 2ª temporada de ‘Wandinha‘ será a maior produção já filmada na Irlanda, com um valor que supera os gastos da Disney com ‘Star Wars: O Despertar da Força’ (2015).
Apesar de não terem sido revelados os valores dos novos episódios da derivada de ‘A Família Addams‘, a atração supera também os gastos de ‘Vikings: Valhalla’ e ‘The Wonder‘.
Para comemorar a notícia, o primeiro-ministro da Irlanda, Taoiseach Simon Harris, visitou o set de ‘Wandinha‘, onde conheceu o diretorTim Burton, os produtores Alfred Gough e Miles Millar, e vários funcionários irlandeses que trabalham na produção.
“Estou muito satisfeito por ver que a Irlanda continua a ser escolhida como local para filmar séries e filmes que apoiam a nossa economia, criam empregos, mostram os nossos talentos criativos e promovem o nosso país num cenário global”, disse Harris num comunicado.
Vale lembrar que a Irlanda e a Irlanda do Norte não são o mesmo lugar, então ‘Wandinha‘ bate esse recorde sem competir com produções como ‘Game of Thrones’ e ‘Krypton‘, que foram filmados em Belfast e tiveram orçamentos bem caros.
Anteriormente, a Netflix divulgou duas novas imagens de bastidores do próximo ciclo que dão destaque a Jenna Ortega e ao criador Tim Burton.
Lembrando que o novo ciclo contará com vários nomes inéditos, incluindo Christopher Lloyd, Steve Buscemi, Thandiwe Newton, Joanna Lumley, Haley Joel Osment, Heather Matarazzo e Billie Piper.
Confira o anúncio:
Na nova temporada, Ortega retornará como a personagem titular, ao lado de Luis Guzmán (Gomez) e Catherine Zeta-Jones (Morticia).
Anteriormente, Ortega revelou que os novos episódios expandirão o universo sobrenatural da série com a introdução de novos personagens:
“Ler os roteiros tem sido emocionante. Estamos vendo a chegada de todos os novos personagens. Estamos definitivamente expandindo o mundo sobrenatural. Nosso programa já tinha uma variedade de lobisomens e vampiros. E acho que estamos ampliando isso ainda mais.”
Ela também enfatizou que os novos episódios serão cada vez mais marcantes:
“Na primeira temporada, tivemos episódios que se destacaram visualmente, como o episódio da dança, que foi muito importante para as pessoas. Aquele cenário era muito particular e parecia um pouco com ‘A Morte Convida Para Dançar’ ou ‘Carrie’. Cada episódio [da segunda temporada] que li até agora é assim. Eles se destacam por si só com uma cena ou um cenário muito memorável, o que me entusiasma muito, porque fazer isso em oito episódios é, na minha opinião, realmente incrível e uma grande sorte.”
A série é um mistério investigativo e sobrenatural que traça os anos de Wandinha como estudante na Escola Nunca Mais, enquanto ela tenta dominar sua habilidade psíquica emergente, frustrar uma monstruosa matança que aterrorizou a cidade local e resolver o mistério sobrenatural que envolveu seus pais há 25 anos – tudo isso ao mesmo tempo em que mergulha em complicados relacionamentos sociais.
“Existem momentos em que “Vínculo Mortal” parece ser um filme que você já viu antes, porém com uma camada de mal sobreposta: Isso se revela tanto uma fraqueza quanto uma força, pois o surrealismo de horror de Perkins torna o familiar estranho e o estranho, familiar”, disse Katie Rife do IGN Movies.
“Vínculo Mortal se infiltra sob sua pele e fica lá, imergindo-o tão profundamente na natureza repulsiva e desconfortante do mal, por meio de imagens aterrorizantes e uma atmosfera palpável, que se torna inabalável”, disse Meagan Navarro da Bloody Disgusting.
“É o filme de terror mais aterrorizante de 2024, uma obra que se instala sob sua pele e possivelmente nunca mais sairá”, disse Bill Bria do Slashfilm.
“Vínculo Mortal é incontestavelmente um dos filmes mais assustadores e melhores do ano”, disse Mary Beth McAndrews da Dread Central.
“Uma obra-prima; uma mistura sagrada e aterrorizante de alta arte e ansiedade, um filme no qual cada quadro é um pesadelo, e é belo”, disse J Hurtado da ScreenAnarchy.
“É como se o festival cinematográfico bizarro de Oz Perkins tivesse sido moldado no Inferno por Satanás e trazido como um artefato para o nosso mundo como um presente sinistro”, disse Courtney Howard da Fresh Fiction.
“Finalmente, a experiência de horror pura que esperávamos. Sem dúvida, é o filme mais assustador da década”, disse EJ Moreno do Flickering Myth.
“A agente do FBI Lee Harker (Monroe) é a talentosa nova recruta designada para o caso não resolvido de um perigoso serial killer (Cage). À medida que o caso sofre reviravoltas complexas, desenterrando evidências de ocultismo, Harker descobre uma conexão pessoal com o assassino impiedoso e deve correr contra o tempo para detê-lo antes que ele reivindique a vida de outra família inocente.”
Comandado por Osgood Perkins, diretor de ‘A Enviada do Mal‘ e ‘Maria e João: O Conto das Bruxas‘, o projeto está sendo descrito como “um horror psicológico na mesma veia dos antigos clássicos de Hollywood”.
Além de dirigir, Perkins também é responsável pelo roteiro do terror.
Cage também entra como produtor ao lado de Dan Kagan (‘Significant Other’), Brian Kavanaugh-Jones (‘Sobrenatural’), Dave Caplan (‘The End We Start From’) e Chris Ferguson (‘Brinquedo Assassino’).
O futuro do ‘Punho de Ferro’ no Universo Cinematográfico Marvel (MCU) ainda é incerto, mas o ator Finn Jones, que interpretou o personagem nas séries da Netflix, não desistiu da esperança. Segundo o ComicBook, Jones expressou seu desejo de voltar ao papel e explorar o potencial do ‘Punho de Ferro’ em futuras produções.
Jones reconhece o momento incerto da indústria cinematográfica.
“Não tenho expectativas nesta indústria, especialmente agora. É realmente sem precedentes – greves, COVID. Coisas que você pensa que vão acontecer não acontecem; coisas que não deveriam acontecer acontecem. Então, ter expectativas nesta indústria em 2024 é simplesmente impossível.”
No entanto, o ator deixou claro que está aberto a retornar como Danny Rand, o Punho de Ferro da Marvel: “Agora, minha intenção – eu gostaria de ver o personagem continuar; eu gostaria de continuar interpretando esse papel. Acredito que ainda há muito espaço para crescimento, e profissionalmente estou em um ponto em que gostaria de continuar crescendo com o Punho de Ferro”.
Sobre ‘Heróis de Aluguel’, uma possível parceria série ao lado de Mike Colter como ‘Luke Cage’. Jones afirmou: “Isso seria ótimo. Eu adoraria ver a química entre mim e Mike novamente. Sempre foi ótima. Acho que são personagens interessantes para reunir. Acredito que há muitas histórias excelentes que podem ser contadas com esses personagens. E se nos trouxessem de volta, a mim e ao Mike, para fazer uma série de TV ‘Heróis de Aluguel’, acho que seria o caminho certo a seguir”.
Lembrando que ‘Deadpool & Wolverine’, o próximo filme da Marvel, terá classificação para maiores de 18 anos no Brasil.
Menores de 16 anos não poderão assistir ao filme nem com autorização e nem acompanhados.
Vale lembrar que o longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 25 de julho.
A Marvel Studios apresenta seu erro mais significativo até agora – ‘Deadpool e Wolverine‘. Um apático Wade Wilson trabalha duro na vida civil. Seus dias como o mercenário moralmente flexível Deadpool ficaram para trás. Quando seu mundo natal enfrenta uma ameaça existencial, Wade deve relutantemente se equipar novamente com uma ainda mais relutante… Relutante? Mais relutante? Ele deve convencer um Wolverine relutante a – p****. As sinopses são estúpidas para c******.
Estrelado por Mia Goth, ‘MaXXXine‘ já chegou aos cinemas norte-americanos e está se provando um sucesso moderado.
Além de ter recebido 88% de aprovação dos críticos, o longa que gira em torno da ascensão da personagem-título rumo à fama como atriz recebeu nota B no CinemaScore.
Para quem não sabe, a pesquisa do CinemaScore já é tradição e acontece desde 1978.
A votação é feita diretamente nos cinemas da América do Norte, com o público preenchendo os cartões de voto logo depois de terem assistido a um filme e atribuindo notas que vão de ‘A+’ a ‘F‘.
“MaXXXine frequentemente aborda, às vezes de maneira desajeitada, mas na maioria das vezes com precisão, a questão da objetificação e humilhação das mulheres em Hollywood, tanto por parte de atores e diretores, quanto pela minimização do gênero de terror”, disse Damon Wise do Deadline.
“Maxxxine, tão divertido quanto o filme possa ser ao mergulhar na nostalgia dos anos 80 à meia-noite, apresenta uma estrutura moral que é ao mesmo tempo mais tradicional e mais frágil”, disse Owen Gleiberman da Variety.
“No final das contas, este é o espetáculo de Mia Goth e os fãs não aceitariam de outra forma. Ela é uma presença magnética que reforça seu domínio como uma nova estrela do terror, capaz de infligir punições tanto quanto recebê-las”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.
“A trilogia X de West provavelmente será lembrada na história como uma das mais prolíficas empreitadas de terror da década. Certamente, cada um terá seus favoritos distintos e, embora MaXXXine possa não ser o preferido de todos aqui, certamente terá seus fãs dedicados”, disse Jamie Jirak do ComicBook.
“Há camadas complexas que Goth precisa explorar, e ela cria um personagem multifacetado que é simultaneamente vítima e sobrevivente”, disse Tatiana Hullender do Screen Rant.
“Bacon e Debicki se deleitam em seus papéis, enquanto Goth se diverte intensamente como a personagem principal, uma mulher que sabe se impor. E se você está aqui pela carnificina, MaXXXine certamente saciará seu desejo por sangue”, disse James Mottram da Total Film.
“O resultado é um cataclismo erótico de mortes impressionantes, uma estética de tirar o fôlego, e mais uma atuação poderosa de Mia Goth”, disse BJ Colangelo do Slashfilm.
“Estiloso e divertido, mas o mais fraco da trilogia”, disse Chris Bumbray do JoBlo’s Movie.
O novo filme será ambientado durante os anos 80, e seguirá Maxine Minx, ex-estrela de filmes pornô e aspirante a atriz, que finalmente consegue sua grande chance em Hollywood. Mas quando um assassino misterioso espreita a cidade, uma trilha de sangue ameaça revelar o passado sinistro dela.
O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 11 de julho, uma semana após sua estreia nos EUA.
Mia Goth retorna como a personagem titular. O elenco ainda conta com Halsey, Elizabeth Debicki, Moses Sumney, Michelle Monaghan, Bobby Cannavale, Lily Collins, Giancarlo Esposito e Kevin Bacon.
‘Young Sheldon’, o spin-off de ‘The Big Bang Theory’, encerrou sua jornada após a sétima temporada. Agora, Iain Armitage, o talentoso intérprete do icônico Sheldon Cooper, gravou uma mensagem dedicada aos fãs brasileiros.
Nessa história, conhecemos a infância do jovem cientista Sheldon Cooper. O projeto mostra tudo aquilo que é referenciado na série original, como a avó do personagem e seu relacionamento com seus irmãos e pais.
O reboot de ‘O Corvo’, protagonizado por Bill Skarsgård (‘Contra o Mundo’), chegará em breve aos cinemas. Recentemente, um novo cartaz foi divulgado, destacando o astro no papel de Eric Draven.
Lembrando que o longa recebeu uma alta classificação etária (R), e só poderá ser assistido por maiores de idade.
A nova versão foi classificada pelo MPAA por “violência extrema e sangrenta, gore, linguagem, sexualidade/nudez e uso de drogas”.
— The Hollywood Handle (@HollywoodHandle) July 6, 2024
A trama acompanha Eric Draven (Skarsgård), um homem que encontra em Shelly Webster (FKA twigs) sua alma gêmea. Até que um dia, eles são brutalmente assassinados e Eric, preso no limbo entre os vivos e os mortos, assume a identidade de Corvo para ir atrás de vingança.
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 22 de agosto.
Rupert Sanders (Branca de Neve e o Caçador) é responsável pela direção.
Com Post Malone, Ozzy Osbourne e Travis Scott na trilha sonora, o elenco deO Corvo ainda inclui Danny Huston (“O Convento”), Jordan Bolger (“A Mulher Rei”), Laura Birn (“Caçada Mortal”), e David Bowles (As Crônicas de Nárnia: Príncipe Caspian). Na equipe artística, o filme tem trilha sonora de Volker Bertelmann (ganhador do Oscar por Nada de Novo no Front), e desenho de produção de Robin Brown.