O aclamado suspense ‘Bela Vingança’ continua em sua onda de honrarias e, na noite de hoje (25), o longa-metragem abriu a 93ª edição do Oscar com o pé direito.
Emerald Fennell levou para casa a estatueta de Melhor Roteiro Original, vencendo em cima de obras como ‘Os 7 de Chicago’ e ‘Minari’. Ela também concorre na categoria de Melhor Direção e Melhor Filme.
Todos diziam que Cassie (Mulligan) era uma jovem mulher muito promissora… Até que misteriosos eventos abruptamente destruíram seu futuro. Mas nada na vida de Cassie é o que parece ser: ela é extremamente inteligente, tentadoramente astuciosa e vive com uma vida dupla secreta. Agora, um inesperado encontro pode dar a chance que Cassie esperava de se reencontrar e reparar os erros do passado.
A Netflix divulgou uma nova imagem promocional da 2ª temporada da série ‘Locke & Key‘, estampando Kinsey (Emilia Jones) e Gabe (Griffin Gluck).
O próximo ciclo será lançado no dia 22 de outubro.
Confira:
Vale lembrar que a série já foi renovada para a 3ª temporada!
Criada por Meredith Averill, Aron Eli Coleite e Carlton Cuse, a série é baseada nos quadrinhos homônimos criados por Joe Hille Gabriel Rodríguez.
A trama conta a história dos irmãos Locke: Tyler, Kinsey e Bode, que se mudam com a mãe, Nina, para a antiga mansão da família na Nova Inglaterra depois do violento assassinato do pai. Na casa, eles começam a encontrar chaves que abrem portas capazes de transformar as pessoas, mudando a idade, a raça e o sexo.
‘And Just Like That8230; O Documentário’, especial que leva os fãs aos bastidores do revival de ‘Sex and the City’, finalmente chegou à HBO Max.
A produção foi lançada no último dia 03 de fevereiro na plataforma de streaming.
Relembre o trailer abaixo:
Lembrando que a temporada completa do revival também está disponível na plataforma.
A série acompanha Carrie, Miranda e Charlotte conforme navegam pela complicada jornada da vida e da sua amizade de quando estavam no auge dos seus 30 anos, agora para uma fase ainda mais complicada no auge dos seus 50 anos.
Sara Ramirez (‘Grey’s Anatomy’) faz sua introdução como Che Diaz, comediante e pessoa não-binária que apresenta um podcast e que traz Carrie como uma das convidadas regulares.
Criada por Darren Star(hoje à frente de ‘Emily em Paris‘), a série original contou com seis temporadas, exibidas entre os anos de 1998 e 2004 na HBO.
ACW divulgou a promo oficial de “…And The Misbegotten Mustang”, sexto episódio de ‘Tom Swift‘, série derivada de ‘Nancy Drew‘.
Na trama, “Tom se vê entre uma rocha e um problema. Enquanto isso, Zenzi fica atordoada quando um preocupado Isaac a surpreende enquanto ela está no carro, passando batom e checando sua maquiagem impecável depois de uma visita à academia. Por fim, Rowan faz um aviso importante para Isaac”.
O capítulo vai ao ar no dia 05 de julho.
Confira:
Tian Richards reprisará seu papel como o personagem titular.
A produção seguirá Tom enquanto ele é lançado em um mundo de conspiração de ficção científica e fenômenos inexplicáveis, após o chocante desaparecimento de seu pai. Ele parte em uma viagem a fim de desvendar a verdade, deixando para trás o conforto de seu estilo de vida cheio de dinheiro.
‘Rainha Charlotte’, spin-off de ‘Bridgerton’ focado na icônica monarca titular, já chegou à Netflix e, agora, foi divulgado um vídeo especial compilando os nove primeiros minutos da produção.
A trama acompanha a rainha Charlotte, interpretada novamente por Golda Rosheuvel na fase adulta e India Armateifio na juventude, enquanto ela ascende à monarquia britânica. A série também explora o começo de seu romance com o Rei George (Corey Mylchreest) e sua relação com Lady Danbury (Adjoa Andoh na fase adulta e Arsema Thomas quando mais jovem).
Relembre o trailer:
Michelle Fairley, Sam Clemmett, Freddie Dennis, Richard Cunningham, Tunji Kasim, Rob Malone, Cyril Nri e Hugh Sachs completam o elenco.
Shonda Rhimesretorna como produtora executiva ao lado de Betsy Beers e Tom Verica, e fica responsável pelo roteiro.
O material, divulgado pelo Screen Rant, apresenta o personagem dublado por Jay Pharoah, Bulletproof.
Para aqueles que não o conhecem, Bulletproof é imune a danos e pode voar. Nos quadrinhos originais, ele tem uma trágica história de origem – mas não se sabe se o enredo será adaptado para a animação ou se sofrerá alterações.
Em entrevista ao EW, Kirman revelou o que podemos esperar dos novos episódios.
“Acredito que a primeira temporada de ‘Invencível’ é uma ótima representação do que os espectadores podem esperar desta série. No entanto, a segunda temporada será ainda maior.”
Ele completa: “a narrativa geral da série, que continuará em cada temporada, é sobre o crescimento e mudança do Mark enquanto ele passa de adolescente a adulto… e, possivelmente, até mais velho. No segundo ciclo, veremos o personagem amadurecendo e crescendo um pouco.”
A segunda temporada estreará oficialmente no dia 3 de novembro.
Confira o teaser:
Na trama, acompanhamos a história de Mark Grayson, um adolescente comum que trabalha numa lanchonete após a aula, que curte quadrinhos e que possui alguns amigos. A grande diferença dele para os demais jovens é o fato de ser o filho do maior super-herói do planeta, o Omni-Man. Não demora muito e Mark começa a desenvolver os mesmos poderes de seu pai, tais como voo, super força e super velocidade. Essa novidade vai transformar sua vida de formas inimagináveis.
Lembrando que o astro Jeffrey Dean Morgan (‘The Walking Dead’, ‘The Boys’) fará parte do novo ciclo. Detalhes sobre seu personagem não foram revelados.
A aclamada atriz vencedora do Emmy Julia Garner (‘Ozark’) foi escalada para a vindoura adaptação de ‘Quarteto Fantástico’, que fará parte do Universo Cinemático Marvel – e os fãs já estão reagindo à mais nova adição ao elenco.
Nas redes sociais, os internautas disseram estar animados para ver Garner interpretando Shalla-Bal, uma dos arautos de Galactus que assume o manto de Surfista Prateado, uma das figuras mais poderosas e icônicas da Marvel, conhecido por sua forte conexão com os membros do Quarteto Fantástico.
Algumas reações, inclusive, alfinetam comentários preconceituosos e conservadores, dizendo que Shalla-Bal é uma das variações do Surfista Prateado e que ela, inclusive, faz parte do cânone dos quadrinhos.
— Portal Blade Brasil ♂️ (@PortalBladeBR) April 4, 2024
A Surfista Prateada tá chegando no MCU, será que finalmente teremos uma história decente do QUARTETO FANTÁSTICO nos cinemas? Torcendo aqui pra dar tudo certo. https://t.co/mUvzli1CZ6
os nerdolas vão fazer uns 50 vídeos falando da aparecia da julia garner e outros 50 vídeos sobre a lacraçao nos filmes de heróis só pq o surfista prateado vai ser uma mulher nesse quarteto fantástico
— I have so many questions? (@english_shamar) April 3, 2024
“Eu vi performances ótimas o suficiente de Julia Garner para saber que ela fará algo especial com esse papel”.
A última aparição do Surfista Prateado nas telonas foi em 2007, no filme ‘Quarteto Fantástico e o Surfista Prateado’, no qual sua versão clássica foi interpretada por Doug Jones.
Anteriormente, segundo o DCULeaks, a dupla Scott Neustadter e Michael Weber, conhecida por seu trabalho conjunto em ‘(500) Dias com Ela’, estaria encarregada de finalizar o roteiro do filme de heróis.
A dupla encontra-se atualmente em destaque devido ao seu trabalho em ‘Daisy Jones & The Six’, que recebeu três indicações ao Emmy em 2023.
Entre os trabalhos mais notáveis da dupla estão: ‘(500) Dias com Ela’ (2009), ‘A Culpa é das Estrelas’ (2014) e ‘Cidades de Papel’ (2015). Vale destacar que também foram responsáveis por aprimorar o roteiro de ‘Os Novos Mutantes’ (2020), embora não sejam creditados.
A produção tem estreia agendada para o dia 06 de outubro na plataforma de streaming.
Confira:
Na trama…
Uma equipe presa no inferno disfuncional da franquia de filmes de super-heróis – e, no final do dia a questão que eles enfrentam é: este é o novo amanhecer de Hollywood ou a última resistência do cinema?
Breathe in Napoli. Paolo Sorrentino’s sweeping love letter to his homeland, PARTHENOPE is now playing NY & LA with additional cities to follow. pic.twitter.com/9x7hL2jY97
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 20 de março.
A trama acompanha a trajetória de vida da personagem-título, desde seu nascimento na década de 1950 até os dias atuais. Parthenope, a protagonista, carrega o mesmo nome da sereia da mitologia grega, cultuada como divindade pelos napolitanos da Antiguidade, e acompanha várias décadas da vida dessa mulher de inúmeros admiradores.
Segundo o Deadline, a Netflix escalou sete novos membros ao elenco recorrente do thriller político ‘Trinity’.
As informações indicam que James Remar (‘Dexter: Ressurreição’), Robert Wisdom (‘Barry’), Bruce Greenwood (‘A Queda da Casa de Usher’), Kirk Acevedo (‘Operação Lioness’), Ben Cotton (‘O Agente Noturno’), Jason Ralph (‘The Magicians’) e Mark O’Brien (‘Casamento Sangrento’) farão parte da série.
Detalhes sobre seus personagens não foram revelados.
Mbatha-Raw interpreta a Comandante Katherine Decker, segunda em comando do submarino nuclear USS Kansas — uma das armas mais letais da Terra. Sua vida muda drasticamente quando se envolve com o carismático e inovador Secretário de Defesa Webb Preston, vivido por Madden. Conforme o relacionamento se aprofunda, Decker descobre que Preston pode estar no centro de uma conspiração perigosa que ameaça a segurança nacional.
A série marca o reencontro entre Mercurio e Madden após o sucesso de ‘Segurança em Jogo‘, que rendeu ao ator um Globo de Ouro e uma indicação ao Emmy. Agora, a dupla se junta a Gugu Mbatha-Raw, estrela de ‘Surface‘, ‘Loki‘ e ‘San Junipero‘ (Black Mirror), conhecida por performances intensas e multifacetadas.
‘Trinity‘ terá oito episódios, com os dois primeiros dirigidos por Michael Cuesta (‘Dexter’, ‘Homeland’). A produção é da 20th Television, com Mercurio atuando como showrunner e produtor executivo ao lado de Jimmy Mulville (‘HTM’) e Wendy Mericle (‘Arrow’).
Com um cenário militar, romance proibido e intrigas no coração do governo, ‘Trinity‘ chega com ambição de repetir o sucesso de ‘Segurança em Jogo‘ e ‘Linha do Dever‘. A união de talentos consagrados e uma trama repleta de tensão promete conquistar fãs de thrillers políticos e dramas militares de alto impacto.
A série ainda não tem data oficial de estreia, mas já é um dos lançamentos mais aguardados do catálogo da Netflix.
‘Frankenstein‘, dirigido por Guillermo del Toro (‘A Forma da Água’), chegou há algumas semanas ao catálogo da Netflix – e continua a marcar presença na próxima temporada de premiações.
O longa concorre em cinco categorias do Globo de Ouro 2026, incluindo Melhor Filme de Drama, Melhor Ator em Filme de Drama para Oscar Isaac, Melhor Ator Coadjuvante para Jacob Elordi, e Melhor Direção para Del Toro.
Os vencedores serão revelados no dia 11 de janeiro.
Oscar Isaac interpreta Victor Frankenstein, enquanto Elordi dá vida ao seu monstro. O elenco ainda conta com Mia Goth e Christoph Waltz como Elizabeth e Dr. Pretorius, respectivamente.
Na trama, o brilhante e egoísta cientista Victor Frankenstein dá vida a uma criatura em um experimento monstruoso que, no fim das contas, leva à ruína tanto do criador quanto de sua trágica criação.
O filme teve um orçamento estimado em US$ 120 milhões.
“Este filme tem estado na minha mente desde que eu era criança. Tenho tentado dirigi-lo por mais de 20 anos. Algumas pessoas acham que eu sou um pouco obcecado com ‘Frankenstein’, e eles provavelmente estão certos. Com o passar das décadas, o personagem se fundiu com a minha mente que sua história é basicamente uma autobigrafia. Não há nada mais pessoal do que isso,” declarou o diretor.
Na remota vila de Hope Harbor, perto da fortemente fortificada Zona Desmilitarizada (DMZ), a comunidade mergulha no caos quando se suspeita do aparecimento de um tigre e o chefe de polícia local, Bum-seok, é alertado. Mas o que começa como uma emergência local logo se transforma em um mistério mais profundo e aterrorizante, que força os moradores da cidade a confrontar o desconhecido.
Durante uma entrevista com a IGN após o painel da Marvel na San Diego Comic Con, Rachel Weisz revelou que sua personagem é uma Viúva Negra, assim como Floence Pugh e várias outras antes delas.
“Há um bom número [de assassinas da KGB]”, disse Weisz. “Eu sou uma Viúva Negra, assim como Scarlett e Florence. Você vai ver que há um monte de outras personagens que são Viúvas Negras.”
Confira a entrevista:
Lembrando que a história será explorada em uma escala internacional e acompanhará Natasha Romanoff, a espiã e assassina treinada pelo KGB, que decide abandonar a Russia e se tornar uma agente da SHIELD e dos Vingadores.
De acordo com o Comic Book, a Paramount Pictures adiou a estreia de ‘The Tomorrow War‘ para 23 de julho de 2021 por conta das paralisações causadas pelo Coronavírus.
Para quem não ouviu falar, o longa é uma ficção científica estrelada e produzida por Chris Pratt, que será um soldado recrutado para lutar contra alienígenas que tentam escravizar humanos num futuro distópico.
Anteriormente, o longa estava previsto para dezembro de 2020, e a nova data foi escolhida pela ausência de concorrentes, já que nenhum outro filme foi marcado para a mesma semana.
Há alguns meses, Pratt publicou vídeo de bastidores detalhando as artes conceituais do longa.
A história é ambientada num futuro distópico em que a humanidade está perdendo uma guerra contra os alienígenas. Para mudar o trágico prospecto, cientistas recrutam soldados do passado como forma de ajudá-los na batalha. Pratt será um homem que terá que confrontar seu passado para salvar o mundo, enquanto Simmons deve interpretar seu pai. A personagem de Gilpin ainda não foi revelada.
Há 20 anos, Jake Gyllenhall entrava para o círculo do cinema cult ao protagonizar o suspense ‘Donnie Darko‘, dirigido por Richard Kelly em 2001.
Na trama, um garoto problemático escapa da morte em um acidente bizarro e começa a ter visões de um homem numa fantasia de coelho que o faz cometer vários crimes. Além disso, ele se aventura numa trama que desafia as leis da física e sua própria sanidade.
Para comemorar o 20º aniversário do lançamento, diversos fãs prestaram homenagem ao filme nas redes sociais.
Confira:
Em 2021 Donnie Darko completa 20 anos desse clássico irrefutável e que hoje em dia nem é cult mais né, mas ainda é bom até hoje. Passa muito na regra dos 15 anos e tem uma PUTA trilha sonora e elenco. Mesmo se vc não entender o final tá ok pq o filme é ótimo. Vejam Donnie Darko. pic.twitter.com/SiWTWa15CU
Joel McHale fez sua estreia no CWVerse em alguns episódios de ‘Stargirl’, dando vida ao Starman, um dos membros da Sociedade da Justiça.
E o astro confirmou durante uma entrevista para o The Ellen DeGeneres Show que foi promovido ao elenco regular da 3ª temporada.
“Eu só estava fazendo algumas aparições em ‘Stargirl’, mas estarei no elenco regular da 3ª temporada. No primeiro episódio da primeira temporada, meu personagem morre. Mas agora estou de volta! Então, segurem seus chapéus”
Ele continuou:
“Eu sou o Starman, mas Stargirl é interpretada por Brec Bassinger, que é uma estrela em ascensão. cara, ela só tem 22 anos… Nessa idade, eu não tinha nenhuma roupa nova para usar. Ela é ótima no que faz, junto com Luke WilsoneAmy Smart. Estou muito feliz por fazer parte dessa série, então agradeço a Geoff Johns [produtor e roteirista] pelo convite.”
Confira a entrevista:
Lembrando que a The CW divulgou a sinopse oficial do 11º episódio da 2ª temporada, que vai ao ar em 19 de outubro.
Intitulado “Summer School: Chapter 11”, o episódio acontece “depois de um derradeiro encontro deixar a vida de Courtney por um fio, o time se une para determianr quais serão os próximos passos”.
Lembrando que a 3ª temporada já foi confirmada!
Criada por Geoff Johns e Greg Berlanti, a série acompanha a história de Courtney Whitmore (Brec Bassinger), uma garota do ensino médio que se junta a um grupo de adolescentes para combater o crime em Los Angeles.
Amy Smart interpreta a mãe da heroína, Barbara. Na trama, ela faz o máximo para ser a melhor provedora para a filha, seu novo marido (Luke Wilson) e seu enteado (Trae Romano).
Nos eventos de ‘Star Wars: A Vingança dos Sith‘, os Jedi que sobreviveram ao ataque dos Clonetroopers foram obrigados a se esconder para evitar chamar a atenção do Império.
E a série dedicada ao ‘Obi-Wan Kenobi‘ mostra que os Inquisidores estavam em missão ao redor do universo em busca de suas presas.
E, assim como Kenobi (Ewan McGregor) se escondia em Tatooine enquanto vigiava Luke Skywalker, Yoda se escondia em Dagobah para evitar ser encontrado.
Muitos fãs esperavam que o pequeno alien verde tivesse alguma participação na série, mesmo que fosse em flashback, o que não aconteceu.
Durante uma entrevista para a Rádio Sirius XM, McGregor foi questionado por que Yoda não apareceu na série, e sua resposta foi bem contextualizada.
“Após ‘A Vingança dos Sith‘, tudo o que resta para Obi-Wan é cuidar de Luke Skywalker. Isso é tudo o que lhe resta, enquanto ele tenta se comunicar de forma espiritual com seu antigo mestre, Qui-Gon. Ele não poderia contatar nenhum de seus antigos mentores que ainda estavam vivos ou poderia colocá-los em uma posição de risco. Por isso ele não podia contatar Yoda ou qualquer um dos Jedi sobreviventes por medo de se entregar ou entregá-los.”
McGregor acrescentou que: “Se um Jedi usar a Força neste período, os Inquisidores poderão sentir e saberão onde encontrá-lo. É como usar seu telefone ou algo assim, eu acho.”
Resumindo, McGregor quis dizer que talvez Yoda não estivesse vivo se Kenobi o importunasse.
Confira a entrevista:
Lembrando que todos os episódios de ‘Obi-Wan Kenobi’ já estão disponíveis na Disney+.
A trama é ambientada 10 anos após os dramáticos eventos de ‘A Vingança dos Sith‘, quando Kenobi se isolou em Tatooine após seu duelo contra Anakin para manter Luke e Leia escondidos de seu pai e do Imperador Palpatine (Ian McDiarmid).
Confira o trailer:
Além de McGregor e Christensen, Joel Edgerton e Bonnie Piesse retornam como Owen e Beru Lars, os tios de Luke Skywalker.
O elenco também conta com O’Shea Jackson Jr (‘Straight Outta Compton’), Rupert Friend (‘Homeland’), Sung Kang (‘Velozes e Furiosos’) Kumail Nanjiani (‘Eternos’), Indira Varma (‘Game of Thrones’), Simone Kessell (‘Reckoning’) e Benny Safdie (‘Joias Brutas’).
De acordo com o Poptime, duas jovens não identificadas morreram carbonizadas depois de ficarem presas em uma uma sala de cinema que pegou fogo no shopping Rio Anil, no bairro Turu, em São Luís, no Maranhão.
O acidente aconteceu na última terça-feira (07) quando um dos projetores entrou em curto circuito, dando início as chamas, que se espalharam rapidamente.
Um dos corpos foi encontrado na sala 2 do cinema por volta das 22h30, enquanto o segundo só foi localizado às 1h30, mas não foi dito em qual local.
Além das duas mortes, várias pessoas ficaram feridas.
Através de um comunicado, o coronel Célio Roberto, comandante-geral do Corpo de Bombeiros da região, disse que:
“O incêndio se iniciou na sala 3. Nessa sala, deu para ver pelas imagens de câmeras, que 26 pessoas saíram, outras foram socorridas. Pela eclosão do incêndio, houve o colapso do teto, que é forrado de gesso, isso foi mais um ponto de dificuldade para as nossas equipes realizarem o combate às chamas.”
Flávio Dino, ministro da Justiça e Segurança Pública e ex-governador do Maranhão, lamentou o ocorrido em publicação nas redes sociais.
“Lamento muito o incêndio ocorrido no Shopping Rio Anil, em São Luís. Minha solidariedade às vítimas e às suas famílias. Meu apoio aos nossos Bombeiros que seguem o trabalho no local”, escreveu ele.
Também foi dito que os representantes do shopping foram procurados pela equipe do Folha, que aguarda o retorno.
Em uma publicação no Instagram, a página do shopping compartilhou uma nota de pesar, afirmando que a rede está disposta a amparar as vítimas e seus familiares.
Clientes entraram em pânico durante um incêndio na tarde desta terça-feira, 7, no Rio Anil Shopping, em São Luís (MA). O fogo iniciou no terceiro pavimento do shopping, em um projetor de uma das salas de cinema. Em poucos minutos as chamas se espalharam. pic.twitter.com/X9rq9Le4Cb
A Sony Pictures divulgou um cartaz inédito de ‘Ghostbusters: Apocalipse de Gelo‘, que chega aos cinemas nacionais no dia 28 de março de 2024.
A imagem traz um clima aterrorizante aos mostrar os Caça-Fantasmas em meio a um cenário congelado enquanto se deparam com fantasmas prestes a atacá-los.
Ao fundo, vemos a Manhattan Bridge quase encoberta pela nevasca.
Confira:
Em entrevista ao Empire Online, o diretor Gil Kenan (‘A Casa Monstro’) revelou que o novo filme da franquia ‘Ghostbusters‘ apresentará uma nova mitologia e um novo vilão.
Ao invés de trazer de volta antagonistas já conhecidos pelos espectadores, o próximo capitulo da saga – intitulado ‘Ghostbusters: Apocalipse de Gelo‘ – irá investir em originalidade.
“Pelo fato da história de ‘Ghostbusters: Mais Além’ ter focado na família Spengler, faria sentido trazer o retorno da Gozer para fechar o ciclo [com os filmes antigos], mas já deixamos essa era para trás. Isso significa que nós nos aprofundamos na narrativa e criamos uma mitologia completamente nova.”
Ele completa, “Como roteirista, isso é muito animador. ‘Apocalipse de Gelo’ trará novos riscos, desafios e novas referências visuais.”
A família Spengler retorna para onde tudo começou – a icônica estação de bombeiros em Nova York – para se unirem com os caça-fantasmas originais, que desenvolveram um laboratório ultra secreto de pesquisa para levar a caça aos fantasmas a outro nível. Mas quando a descoberta de um artefato antigo libera uma força do mal, os Ghostbusters originais e os novos precisam unir forças para proteger suas casas e salvar o mundo de uma segunda Era do Gelo.
Conversão de moralidade nos quadrinhos é perceptível
A Netflix cancelou O Legado de Júpiter, aquela que era uma de suas maiores apostas no terreno de batalha entre empresas na adaptação de histórias em quadrinhos. O serviço já havia alcançado sucessos na área previamente com a produção do aclamado Demolidor e da muito adorada primeira temporada de Jessica Jones, mas também obtido uma série de críticas com o desastroso Punho de Ferro, o inconstante Luke Cage e o sem graça Os Defensores.
Tendo esse cenário de extremos em mente, o sucesso de Legado de Júpiter era necessário para somar com outro êxito atual da empresa que é Umbrella Academy e assim recolocar a Netflix do mapa de competição em produções de quadrinho junto a Disney Plus e agora a Amazon com seu Invencível. Só que a empreitada com os personagens criados por Mark Millar não deu certo e o motivo varia entre desinteresse total da maior parte da audiência até o baixo nível visual da produção (mesmo tendo um orçamento acima de cem milhões de dólares).
São argumentos válidos e que inclusive surgem como erros de outros shows, como os da CW. Mas existe algo proposto por Legado de Júpiter que é interessante e, sob um ponto de vista, vem sendo reinterpretado nos quadrinhos e adaptações em live action com bastante frequência, mesmo sendo uma pedra angular dessa indústria; o tão lembrando código. Este é um conceito presente no universo da série para simbolizar as regras que os super heróis criaram e a ela devem seguir para permanecerem como uma força em prol da humanidade e não tirânica.
Em meio a seus erros, “Legado de Júpiter” levanta um ponto interessante
Em resumo seu conceito reside em ideais como “não governar” e principalmente “não matar”, limitações mais do que tradicionais originadas nos quadrinhos a essa altura desde sempre (ainda que essa não seja inteiramente a verdade). Como já é de conhecimento relativamente geral, dependendo de pessoa para pessoa, o casamento entre a ideia de jamais tirar uma vida e o ideal de super-herói nem sempre existiu; constantemente as primeiras aventuras do Batman são utilizadas como exemplo que até os personagens que levam esse ideal ao limite já ultrapassaram a linha em algum momento no passado.
Porém, a ideia de um código de moralidade já é parte integral desse estilo de narrativa há tempo suficiente para se tornar indissociável dela, não à toa obras como Watchmen; V de Vingança e Retorno do Cavaleiro das Trevas foram respectivos marcos por justamente colocar esse ideal em cheque. Dessa geração dos anos 80 gerou-se um novo movimento por toda a década seguinte dedicado a criar novos personagens que remetessem a esses sucessos.
Foi a era do Spawn, Cable, Deadpool, da equipe Bloodstriker, Bloodwulf e tantos outros idealizados pela dupla Rob Liefeld e Todd McFarlane com grande inclinação natural a reproduzir o tipo de narrativa mais violenta e crua com o qual eles cresceram e, dessa maneira, deixando de lado o “código”. Ainda assim, esses são personagens ligados a esse novo movimento mas o que resta aos tradicionais?
Alguns se beneficiaram de uma ideia mais descompromissada das velhas regras, como a Mulher-Maravilha na fase Brian Azzarello. Porém, quando se trata de personagens mais intimamente ligados ao código como Homem-Aranha e Superman a dinâmica muda um bocado. Isso porque a essência do conceito de cada um remete justamente a esse ideal de maneira indissociável.
A noção de um super herói com poderes incríveis que escolhe, por livre e espontânea vontade, não se tornar um assassino ou um ditador é um eco que ressoa nas profundezas do universo dos quadrinhos e o que tornou esse tipo de histórias como uma forma de comunicação que sobreviveu ao longo de décadas. A questão não é você ter poder mas é compreender que você não tem o direito de usá-los para limitar as escolhas de terceiros, mesmo que eles pratiquem esse tipo de ação.
Dessa maneira volta-se para o início em que a força motora da primeira geração de Legado de Júpiter é justamente a noção de que poder não implica em mais direitos; o código, portanto, é um exercício constante de autocontrole que evita a violação das liberdades individuais alheias. Consequentemente se torna interessante como esse conceito, ou a ausência dele, quebra as barreiras da ficção e encontra abrigo em um mundo assombrado por violações de direitos fundamentais praticados por indivíduos com algum grau de autoridade.
Isso não significa que a série da Netflix é automaticamente um produto de alta qualidade ou revolucionário mas que ele apenas relembra uma ideia que é o coração das histórias em quadrinhos, principalmente em uma época de desconstrução de ícones como em The Boysou Invencível, e que sempre estará ali.
A Elvis Presley Enterprises, a empresa encarregada de gerir o legado do icônico rei do rock, negou a permissão para o uso das canções de Elvis no filme. No entanto, a cineasta encontrou uma solução criativa para contornar essa limitação.
Ao entrar em contato com a Elvis Presley Enterprises, que é controlada em grande parte pela Authentic Brands Group, Coppola encontrou resistência devido à política da empresa de não apoiar projetos que não tenham sido iniciados por eles próprios.
A empresa é conhecida por ser protetora em relação às marcas que administra, incluindo legados de figuras como Muhammad Ali e Marilyn Monroe.
“Eles não gostam de apoiar projetos que eles mesmos não tenham originado. São muito protetores de suas marcas. Mas isso só significou que tivemos que ser mais criativos”, disse a cineasta.
Em vez disso, ela tomou uma abordagem inovadora e engenhosa. Sofia Coppola convidou seu marido, Thomas Mars, e sua banda, Phoenix, para gravar covers de várias músicas clássicas da mesma era de Elvis e Priscilla.
Vale lembrar que o longa chegará no Brasil pela MUBI, ainda sem data de lançamento.
Elvis deixou o prédio. Amor, fantasia e fama têm um preço em PRISCILLA, de Sofia Coppola.
O longa vai contar a história do romance entre Elvis e Priscilla pela perspectiva da mulher. A produção será distribuída pela A24 na América do Norte e pela Vision Distribution e Stage 6 Films/Sony Pictures International Releasing no resto do mundo.
‘Superman’, dirigido por James Gunn, adicionou mais um talento ao seu elenco, desta vez para o papel de Jonathan Kent, pai de Clark Kent.
Segundo o TheWrap, o ator veterano Pruitt Taylor Vince foi escalado para interpretar pai adotivo do Superman.
Jonathan Kent é o pai adotivo do Superman, encontrando o herói quando este chegou à Terra como um bebê em uma nave espacial kryptoniana, nos campos do Kansas. O papel foi anteriormente desempenhado por Kevin Costner em ‘O Homem de Aço’ de 2013 e por Glenn Ford em ‘Superman’ de 1978.
Pruitt Taylor Vince é conhecido por seus papéis em ‘Paixão Muda’, ‘Identidade’, ‘Constantine’ e ‘The Devil’s Candy’.
Muito pouco foi revelado sobre a trama do novo filme, exceto que irá acompanhar a juventude Clark Kent (David Corenswet) e que Lex Luthor (Nicholas Hoult) será um dos vilões.
Marcado para julho de 2025, ‘Superman’ (anteriormente ‘Superman – O Legado’) dará o início do novo Universo Estendido da DC (DCU), trazendo também Rachel Brosnahan(‘Maravilhosa Sra. Maisel’) como Lois Lane, repórter do Planeta Diário e par romântico do Superman.
Jon M. Chu, diretor de ‘Wicked’, está celebrando o grande sucesso de seu musical e, além disso, revelou ter recebido elogios de ninguém menos que George Lucas, o criador de ‘Star Wars’.
Em uma entrevista ao CBS News, Chu contou que recebeu uma ligação surpresa de Lucas.
“É incrível quando você vê líderes como ele, líderes criativos que realmente fazem questão de entrar em contato. Eu não sabia que isso acontecia, e ele foi tão gentil, dizendo que estamos fazendo isso juntos”, revelou o cineasta.
Chu também comemorou a maneira como os fãs se conectaram com o filme: “É assim que você se sente parte de algo. Acho que todos nós, de alguma forma, nos sentimos um pouco fora da norma, e o que a Cynthia traz nos conecta com esse sentimento, de que podemos realmente superar. Isso é muito poderoso”.
Sobre a decisão de fazer ‘Wicked’ agora, ele explicou: “Porque ele está falando com uma nova voz, de uma nova geração”.
Em relação à escalação, Chu revelou: “Eu não acreditava, como quando a Ari entrou, não podia acreditar que Ariana Grande poderia se comprometer com um papel como esse. Eu sabia que ela era engraçada. Sabia que ela tinha uma voz incrível, mas quando ela entrou, ela se tornou a Glinda. Quando essas duas entram… no momento em que você olha nos olhos delas, não há como negar, elas simplesmente assumiram esses papéis”.
Sobre a sequência, ele explicou: “Tomar decisões exige muita coragem. Permanecer nessas decisões, por que defender um lar que não quer você? Essas são as perguntas que teremos a oportunidade de explorar no segundo filme”.
Vale lembrar que a sequência ‘Wicked: For Good’ está programada para estrear no dia 21 de novembro de 2025.
Sucesso nos cinemas, ‘Wicked‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 520 milhões nas bilheterias mundiais.
O longa atualmente se encontra no TOP 8 das maiores arrecadações do ano, tendo ultrapassado ‘Venom: A Última Rodada‘ (US$475.5M), ‘Os Fantasmas Ainda se Divertem: Beetlejuice Beetlejuice‘ (US$451.1M) e ‘Bad Boys: Até o Fim‘ (US$404.5M).
Nos EUA, o filme já arrecadou US$ 359 milhões. No mercado internacional, foram US$ 165.9 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 524.9 milhões.
O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com o Reino Unido (US$47.4M), Austrália (US$17.2M), Coreia (US$10.6M), México (US$8.1M) e Espanha (US$4.5M).
Pete Docter, diretor criativo da Pixar, abordou recentemente o futuro do estúdio, revelando que a empresa ainda não descartou totalmente a ideia de um projeto live-action.
Conforme o The Direct, embora a Pixar tenha construído seu legado com clássicos animados como ‘Toy Story’ e ‘Procurando Nemo’, Docter deixou a porta aberta com uma resposta simples.
“Hmm… provavelmente não. Bem, quem sabe. Quem sabe”, disse Docter.
Após a resposta, Docter brincou que estava sentindo a pressão da entrevista de um jeito que só um animador experiente entenderia. Ele comentou: “É por isso que estou na animação”, por conta do tempo para pensar nas decisões.
“A questão é, veja, estou super nervoso de estar nessa entrevista porque tenho medo de você me fazer uma sequência rápida de perguntas e tudo desandar… O que acontece sob pressão é que eu fico mais burro e minha esposa fica mais esperta, e isso não é justo. Mas, sabe, é por isso que estou na animação, porque posso ficar sob pressão e dizer: ‘Vamos pensar nisso amanhã'”, destacou.
No passado, Docter já deixou claro que tem pouco interesse em fazer remakes live-action dos filmes da Pixar.
Em junho de 2024, ele descartou a ideia com firmeza: “Não, e talvez eu me arrependa de dizer isso, mas isso meio que me incomoda”.
Ele destacou que a força da Pixar está em criar histórias originais feitas para as possibilidades únicas da animação, observando que muitos dos visuais icônicos do estúdio não se traduziriam bem para o live-action. “Os mundos que construímos simplesmente não se traduzem facilmente.”
Se a Pixar decidir fazer um remake live-action, ‘Os Incríveis’ e ‘Valente’ parecem ser os candidatos mais viáveis.
O ator Mads Mikkelsen relembrou recentemente seu trabalho em ‘Rogue One: Uma História Star Wars’ (2016), revelando que o roteiro do prelúdio era “surpreendentemente inacabado”e passava por mudanças constantes durante as gravações.
Em entrevista à Variety, Mikkelsen explicou que o texto final parecia nunca estar totalmente fechado, o que exigia improvisação e refilmagens frequentes:
“O roteiro mudava o tempo todo. A gente imagina que algo assim já estaria resolvido, mas acho que nunca chegaram a uma versão final definitiva. Continuavam trabalhando nele, improvisando e voltando para refilmar cenas sempre que surgia uma ideia melhor”, afirmou o ator.
Embora a incerteza fosse administrável para o seu personagem, Galen Erso, o ator reconheceu o desafio para os protagonistas: “Para o meu personagem, até funcionava, pois eu sabia qual era a minha missão. Mas era obviamente complicado para os dois jovens heróis (Jyn Erso e Cassian Andor), que não sabiam exatamente o que estavam carregando naquela bagagem emocional e narrativa”.
Mikkelsen também detalhou as dificuldades técnicas de filmar em meio a tantas alterações, citando especificamente a cena em que seu personagem diz “Ele precisa ser destruído” sob uma chuva torrencial.
“Foi um dia brutal, na verdade, foram vários dias, porque havia muitas mudanças na história”, relembrou. “Íamos e voltávamos, e estava chovendo. Quando se usa chuva artificial, é quase impossível manter uma cena longa sem que a água esteja extremamente gelada. Eu estava ali deitado, morrendo de frio e tentando manter os olhos abertos enquanto tudo mudava ao redor”.
Lembrando que ‘Andor’, e o derivado mais recente da franquia ‘Star Wars’.
Lembrando que a segunda e última temporada de ‘Andor’, a mais recente adição ao universo ‘Star Wars’, já está disponível para streaming no catálogo do Disney+.
Relembre o trailer:
Além de Diego Luna, o elenco conta com Genevieve O’Reilly, Adria Arjona (‘Esquadrão 6’), Denise Gough (‘Guerrilla’), Stellan Skarsgård(‘Chernobyl’), eKyle Soller(‘The Titan’). Ewan McGregor também pode reprisar seu papel como Obi-Wan Kenobi, enquanto Andy Serkis volta como Snoke.
O’Reilly reprisa seu papel como a membro-chefe da Aliança Rebelde, Mon Mothma, personagem que representou pela primeira vez em ‘Star Wars: A Vingança dos Sith’ (2005) e depois em ‘Rogue One‘ (2016).
Nicholas Britell é responsável pela trilha sonora. Ele é conhecido por inúmeros projetos de grande aclame no cinema e na televisão. Ele recebeu duas indicações ao Oscar por seu trabalho em ‘Moonlight: Sob a Luz do Luar’ e em ‘Se a Rua Beale Falasse’. Além disso, conquistou um Emmy Award por sua magnífica trilha para o ovacionado drama ‘Succession’, onde trabalhou na primeira e na segunda temporadas. Seus outros créditos incluem ‘A Grande Aposta’, ‘Vice’, ‘Cruella’ e ‘Não Olhe para Cima’.
A atriz Milly Alcock, estrela do novo filme da ‘Supergirl’, comentou recentemente sobre Kara Zor-El, destacando que acredita que a heroína seja bissexual. A declaração foi feita em entrevista ao portal Queerly.
“O que torna este filme tão bonito é que ele não gira em torno de um homem, e nem um pouco de um romance. Ela provavelmente é bi”, destacou a atriz.
Vale ressaltar que, nos quadrinhos, a personagem não é abertamente bissexual, tendo, na maioria das vezes, relacionamentos com homens, em especial com o Brainiac 5. Apesar disso, o público LGBTQIA+ desenvolveu um forte apreço pela heroína e por suas histórias ao longo dos anos.
“O que torna este filme tão bonito é que ele não gira em torno de um homem e nem um pouco de amor. Ela provavelmente é bi.”, ela disse ao Queerly. pic.twitter.com/2UajtYqwtg
Embora as primeiras reações ao filme tenham sido amplamente positivas, com elogios ao tom da produção e à interpretação da nova versão da heroína, parte da crítica demonstrou ressalvas em relação ao roteiro e ao desenvolvimento do grande vilão da trama.
Ainda assim, a confiança do estúdio parece alta: o embargo para publicações nas redes sociais foi antecipado justamente para acelerar o “boca a boca” positivo entre os fãs.
Só que o movimento não parece ter surtido o efeito esperado.
As projeções para o fim de semana de estreia seguem em queda. Inicialmente, analistas apontavam uma abertura entre US$ 47 milhões e US$ 60 milhões nos EUA. Com o início da pré-venda, os números se estabilizaram próximos aos US$ 55 milhões, valor que ‘The Flash‘ abriu em 2023.
Agora, segundo Matthew Belloni, do Puck, as estimativas diminuíram novamente e indicam que ‘Supergirl‘ pode estrear com cerca de US$ 51 milhões nos Estados Unidos. Caso se confirme, será um resultado considerado abaixo do esperado para o primeiro filme solo da heroína desde ‘Supergirl‘ (1984).
Parte desse cenário também pode ser explicada pela concorrência. ‘Toy Story 5‘ deve continuar dominando as bilheterias em seu segundo fim de semana em cartaz, reduzindo o espaço para novos lançamentos. Ainda assim, o desempenho projetado reforça uma preocupação maior: o interesse do público pelo segundo capítulo do novo universo cinematográfico da DC pode estar abaixo do que o estúdio imaginava.
A comparação com o início dessa nova fase torna o contraste ainda mais evidente. No ano passado, ‘Superman‘ abriu com expressivos US$ 125 milhões nos EUA — embora carregasse um orçamento significativamente maior. Já ‘Supergirl‘ custou aproximadamente US$ 175 milhões para ser produzida e, segundo estimativas da indústria, precisaria arrecadar algo próximo de US$ 315 milhões mundialmente apenas para atingir o ponto de equilíbrio.
O filme estreia oficialmente no Brasil no dia 25 de junho de 2026. Algumas redes de cinema também estão realizando sessões de pré-estreia um pouco antes, a partir do dia 23 de junho
Estrelado por Alcock, o filme mostra o que acontece quando um adversário tão inesperado quanto implacável parece muito próximo de ganhar uma perigosa batalha, e a Kara Zor-El, também conhecida como Supergirl, não sem muita relutância, faz uma parceria improvável em uma épica jornada interestelar de vingança e justiça.
O filme terá 1 hora e 50 minutos de duração, já incluindo os créditos finais.
Para efeito de comparação, a produção será mais curta que ‘Superman’, responsável por abrir as portas do novo universo compartilhado da DC, com 2 horas e 9 minutos de duração.
Anthony Mackie causou POLÊMICA ao dar uma entrevista sobre ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’.
Falando sobre o filme, Mackie revelou que o Capitão América não representa exatamente a “América” dos dias de hoje.
“Para mim, o Capitão América representa muitas coisas diferentes, e não acho que o termo ‘América’ deva ser uma dessas representações. É sobre um homem que mantém sua palavra, que tem honra, dignidade e integridade”, disse Anthony Mackie.
POLÊMICA!
“Para mim, o Capitão América representa muitas coisas diferentes e não acho que o termo ‘América’ deva ser uma dessas representações.” – afirma Anthony Mackiepic.twitter.com/YHs7LwmmJf
Segundo o The Hollywood Reporter, ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’ deve atingir bons números de bilheteria, especialmente no feriado prolongado de Valentine’s Day e Dia dos Presidentes, que acontece em fevereiro de 2025.
As previsões iniciais indicam que o longa pode estrear com uma arrecadação superior a US$ 90 milhões nos Estados Unidos, posicionando-se entre os lançamentos mais fortes da história para esse período.
Essa mesma janela de estreia já foi palco de sucessos como o primeiro ‘Deadpool’ e ‘Pantera Negra‘, ambos gigantes nas bilheterias.
Para alcançar o sucesso esperado, a Marvel Studios aposta em um retorno às suas origens com ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’, entregando uma trama focada na ação política, um elemento que foi amplamente explorado em ‘Capitão América: O Soldado Invernal’, um dos maiores sucessos do estúdio.
‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’ terá uma hora e cinquenta e oito minutos de duração, o que o torna o filme mais curto do herói no UCM.
O longa chega aos cinemas no dia 14 de fevereiro e 2025.
Relembre o trailer:
Dirigido por Julius Onah (‘O Paradoxo Cloverfield’), o longa servirá como sequência direta da série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘. Além disso, será o primeiro filme solo do herói desde ‘Capitão América: Guerra Civil‘, lançado em 2016.
Algumas obras surgem e marcam para sempre as mídias em que foram lançadas, a exemplo de Star Wars que solidificou nos cinemas o que chamamos de blockbuster, retrabalhando o gênero da ficção cientifica e dando um tom mais pop e pulsante ao estilo, vide os efeitos a frente do seu tempo e personagens marcantes como Luke Skywalker e Darth Vader; ou propriamente os Beatles, a lendária banda inglesa que redefiniu a história da música fazendo diversas experimentações e explorando conceitos pouco vistos antes.
Da mesma maneira, Street Fighter II chacoalhou a indústria dos games e foi o principal fator para que a vertente dos jogos eletrônicos virasse de vez a mais lucrativa entre todas as outras quando falamos de entretenimento. Especialmente quando reparamos as infindáveis ramificações que o petardo da Capcom foi capaz de gerar, tanto de forma direta quanto indireta.
Mas até chegarmos em 1991, época que o jogo foi lançado, alguns pontos foram fundamentais para que a Capcom aprendesse o caminho das pedras. A experimentação do gênero dos jogos de luta foi se transformando até que essas características e conceitos conhecidos fossem estabelecidos pelo próprio Street Fighter II.
Muitos consideram o primeiro Street Fighter, lançado em 1987, o primeiro jogo de luta como conhecemos, mas é preciso olhar um pouquinho para trás e observar que títulos como Heavyweight Champ, lançado pela Sega em 1976 para os arcades e trazia um lutador de boxe de forma top Dawn e muito rudimentar, todo em preto e branco; ou até melhor, o caso de Karate Champ ou Karate Dō que saiu nos arcades do Japão em 1984, já era colorido e trazia a perspectiva lateral de dois lutadores se enfrentando.
Karate Champ, 1984
Já Yie-Ar Kung Fu, que a Konami lançou um ano depois, já traziam conceitos que viraram pilares no gênero: como poder enfrentar outro jogador desafiante, pular, diversificar golpes e, até mesmo, lançar projéteis. Inegavelmente, todos obtusos, pouco intuitivos e ainda tentando desvendar o que estavam fazendo. Pegando muito daquela dinâmica de combate que víamos nos jogos brigas de rua, com perspectivas de tela mais simples.
Foi aí que um sujeito chamado Takashi Nishiyama criou em 1987 um ainda tímido jogo de luta chamado Street Fighter, com a batuta da própria Capcom e a ajuda do parceiro Hiroshi Matsumoto que tinha feito com ele mesmo um ano antes Avengers, que é conhecido no Japão como Hissatsu Buraiken “Deadly Ruffian Fist“, um beat’em up clássico, porém com sua exploração e rolagem vertical.
O primeiro Street Fighter surgiu de uma ideia que Nishiyama teve ao ver as lutas dos chefes no beat em up Kong Fu Master, no qual produziu em 1984, onde além de trazer exploração para vários lados do cenário, diferentes de coisas como Renegade e Double Dragon, os verdadeiros pais dos jogos de briga de rua, Kong Fu Master trazia também duelos especiais com confrontos diretos. Além é claro do já citado Karate Champ e muitos filmes de Bruce Lee que ele via.
Street Fighter até que “refinava” mecânicas antigas e incluía diversas particularidades que se tornariam primordiais no estilo, como as barras de energia para cada personagem, personalidade nas figuras destacadas com um rápido background e golpes especiais que funcionariam através de comandos, que à primeira vista era uma ideia de combate absolutamente inovadora.
Só que cru é a palavra que melhor define o primeiroStreet Fighter. Utilizando uma linha de comando muito mais complexa que os concorrentes da época, com dois botões de chute e soco, que funcionava de acordo com a pressão exercida em cima deles, e uma alavanca que combinadas com os botões disparavam os já clássicos hadouken, shoryuken e tatsumaki senpuu kyaku.
Porém tudo isso acontecia na teoria, já que na prática a jogabilidade era de uma precariedade assustadora e exigia muito mais da persistência do jogador que propriamente conhecimento e habilidade para que um daqueles movimentos saíssem. Hoje Street Fighter já pode entrar na escala das produções injogáveis. No entanto é bom lembrar que lá estavam presentes personagens lendários como Ryu, Ken (no qual só poderia ser escolhido através do player 2) e Sagat (o chefão desse jogo). Além daquela velha máxima presente em toda história da franquia de ir ao encontro do mais forte. E obviamente toda trama se passar no torneio Street Fighter.
Apesar de ser considerado um fracasso pela própria Capcom e de terem basicamente abandonado qualquer projeto futuro de Takashi Nishiyama – atitude que fez ele e sua equipe saírem da empresa e migrar para a concorrente SNK, onde lá criariam outra obra singular dos jogos de luta chamada Fatal Fury e futuramente The King of Fighters, podendo assim pôr em prática tudo que planejava para a continuação que faria – Street Fighter trouxe alguns aspectos que interessaram a gigante japonesa, que rapidamente encomendou a sequência da franquia, só que em forma de beat em up, levando o nome de Street Fighter 89’.
Final Fight, 1989
Uma vez que naquela época o estilo era febre e não tinha como dar errado. Porém, quando o setor de marketing teve acesso a essa tal nova proposta, viram que aquilo não tina nada a ver com o jogo anterior e mudaram o nome para uma coisinha à toa aí chamada Final Fight. É, quem diria que o maior nome dos ‘briga de rua’ de todos os tempos surgiu meio que sem querer. E com o sucesso instantâneo do Final Fight e as artes marciais bombando nos games, quadrinhos e cinemas, a Capcom decidiu dar mais uma chance a Street Fighter e fazer enfim sua aguardada continuação, agora com novas mentes que iriam repensar as ideias anteriores que eram boas, mas foram mal executadas.
A produção, a trilha sonora e seus personagens
Partindo justamente da premissa de pegar os conceitos do primeiroStreet Fighter e torna-los mais agradáveis para um jogo de árcade, além do diretor Yoshiki Okamoto e a dupla designers Akira Nishitani e Akira Yasuda, a Capcom reuniu cerca de 40 pessoas para trabalhar nesse projeto, que teve como produtor o já experiente Noritaka Funamizu, que vinha do sucesso de Mega Man. Para Funamizu, o grande impacto e sucesso imediato deStreet Fighter II se deve primeiramente as animações. De fato, sem precedentes para a época.
Onde ele afirma que os desenvolvedores focavam bem mais nesse aspecto do que propriamente no balanceamento dos personagens ou no combate. Muito disso se deve a placa CPS-1, desenvolvida pela Capcom, que permitia armazenar dados com o máximo de volumes naquele momento. Onde, por exemplo, só o personagem Zangief ocuparia 12Mbits, quase o tamanho de todos os personagens juntos do jogo anterior. E ainda trazia a função de incluir diversos lutadores com volumes de dados diferentes, diminuindo e aumentando a hit box, o caso de Ryu que tinha 8Mbits. Naquele tempo se lançava vários jogos por ano, só queStreet Fighter II levou cerca de dois anos para ser entregue, era mesmo algo especial.
E aqui a gente abre um adendo sobre mais histórias que o produtor Noritaka Funamizu conta, pois há muitas lendas envolvendo a produção de Street Fighter II, uma delas é que os combos ali não foram criados intencionalmente, que tudo na verdade não passou de um bug que ocorreu sem querer e a Capcom aproveitou o ensejo. No entanto, não é exatamente isso, pois o próprio Funamizu fala que quando revisava o projeto notou que os golpes se conectavam de maneira rápida. E a equipe tentou potencializar os combos em até 6 movimentos, onde no fim das contas os jogadores conseguiram tirar até 8 movimentos. Uma mecânica que acabou virando um dos conceitos centrais nos demais jogos da franquia.
Além disso, um dos elementos mais importantes e emblemáticos de Street Figter II, que se equivale inclusive ao próprio visual, é tudo que compõe o design de som do jogo. A máquina de fliperama que a Capcom lançou, além de ser lindíssima visualmente, com aquele aspecto de painel da NASA, devido a enorme quantidade de botões, a máquina de arcade possuía um som alto e potente.
Em qualquer lugar que você estivesse havia um arcade de Street Fighter II explodindo tudo com sua trilha pulsante e os golpes sendo gritados a cada disparo. Era uma sensação indescritível, quem sentiu isso na época se arrepia quando lembra desses momentos. Não à toa, a genial compositora Yoko Shimomura, criadora de temas musicais como Kingdom Hearts, Super Mario RPG e Parasite Eve, assina a trilha sonora de Street Fighter II e o resultado sabemos hoje. Basta tocar uma canção, seja de qualquer estágio, para ser reconhecida.
E voltando para a comunicação visual do jogo, vamos então embarcar no elenco de personagens. Pode soar como presunção, pedantismo ou qualquer outro adjetivo que você queira colocar, mas, a essa altura do campeonato, podemos dizer que a Capcom atingiu a perfeição na escolha de absolutamente todos os seus 12 lutadores.
Cada um deles acabou se tornando um símbolo, principalmente pelas nações que representam. Não é só o conceito visual que é inspirado, apesar de isso ser extremamente singular, mas os golpes, os movimentos, os estilos de luta e a forma que se movem em tela torna cada uma daquelas figuras únicas. E de maneira absolutamente inédita, a Capcom criou uma lore aprofundada para todos esses lutadores. O que fazia com que as pessoas ficassem curiosas em ver a história de cada um deles após terminar ou zerar o jogo, já que o desfecho trazia mais sobre os competidores do torneio. Algo usado até hoje em diversos jogos.
E já falando desses personagens, ou melhor, desses símbolos, começamos então pelo japonês Ryu, que se por acaso fizessem uma lista dos personagens mais importantes da indústria dos games, ele entraria num Top 5 facilmente. Ryu que foi o campeão no torneio anterior, derrotando Sagat, continua aí sua busca por alguém mais forte do que ele. Ele aparece como o protagonista e possui apenas um ideal: ficar cada vez mais poderoso.
O que nos liga imediatamente a Ken, um amigo de treino que entra pro torneio justamente por Ryu sugerir sua presença. Simbolizando as forças armadas, temos o coronel americano Guile, que trabalha nas forças aéreas dos Estados Unidos e quer derrotar o sujeito que assassinou seu melhor amigo, Charlie (esse que ganha mais espaço no jogo Street Figher Alpha, um prequel que saiu anos depois). Assim como Chun-Li, uma oficial chinesa que é especialista em artes marciais que entra pro torneio a mando da Interpol para descobrir quem matou o seu pai.
Partindo então pro lado mais simbólico de culturas e estilos de luta, temos logo de cara Edmund Honda, um lutador de sumo que chega no torneio para provar que sua modalidade deve ser respeitada como qualquer outra arte marcial. Algo parecido com Zangief, um brutamontes que aparece na competição pra representar seu país de origem, a Rússia.
Já o caso do Dhalsin é diferente, pois, apesar de ser um excelente lutador e mestre de ioga na Índia, quer o dinheiro do prêmio para ajudar sua aldeia que é muito pobre. Ele que carrega caveiras de crianças que morreram de fome por lá e usa isso como uma lembrança dolorida. Já Blanka não se sabe ao certo se o monstro verde que caiu na mata amazônica brasileira quer apenas mostrar seu estilo de luta curioso ou procurar sua mãe, como vemos em seu desfecho no jogo. Sendo esses então os oito primeiros personagens jogáveis.
E o único lamento da época, foi o fato de os jogadores não poderem jogar com o quarteto de chefões que completa a lista de personagens do game, algo rapidamente corrigido em 1992 com a versão já clássica, refinada e muito conhecida Street Fighter II Champion Edition. Além da correção de bugs e outras melhorias de cores, estavam disponíveis agora o pugilista afro-americano Balrog, muito semelhante ao lutador Mike Tyson, fenômeno da época – e aqui cabe outro adendo para aquela velha história, que se você ainda não conhece, saiba que os nomes desses chefes no ocidente foram trocados temendo a produção sofrer qualquer problema de processo judicial envolvendo o próprio Tyson. Porém vale lembrar que ainda hoje o personagem no oriente é chamado de Bison.
Tivemos também o ninja/toureiro/lutador de jaula espanhol Vega (que, nesse caso, seria o nome verdadeiro do chefão Bison, que foi alterado devido o problema do Balrog); temos a volta do tailandês Sagat (dos três chefes, o único que não sofreu alteração em seu nome) que veio pra esse torneio para se vingar de Ryu, responsável pela enorme cicatriz em seu peito. Por fim, o próprio Mister Bison, que no oriente ainda é chamado de Vega. O grande vilão da trama, quer dizer, o maior vilão da saga até hoje e o homem que está por trás da organização Shadaloo e por assim dos assassinatos e os muitos crimes cometidos pela gangue.
Vemos também que, de maneira muito natural, algumas das principais características dos competidores profissionais dos jogos de luta nasceram aí, como, por exemplo, exemplo: os lançadores de projeteis, os mais defensivos, os mais lentos e com maiores danos, os personagens de agarrar, o mais veloz, entre outros tipos. É impressionante como até hoje quase tudo desse jogo é ainda utilizado.
As novidades das mecânicas, conceitos do gênero e suas versões
Nesse ensejo já podemos falar das novidades e os verdadeiros refinamentos das mecânicas. Os golpes outrora quase impossíveis de serem executados foram corrigidos seguindo uma lógica de margem de erros. Onde o jogador não precisava executar com perfeição cada movimento, mas o computador entendia automaticamente através de uma tentativa semelhante qual era o golpe que o player pretendia executar. Além de que os dois botões que definiam a execução do soco e chute fraco, médio e forte, através de pressão, foram substituídos por seis botões, onde cada um teria as finalidades em questão. É preciso destacar também a fluidez de pulos e movimentos que davam ao jogador um melhor aproveitamento de onde levar o seu bonequinho. Todas essas particularidades fizeram com que de fato os jogadores tivessem a sensação de controle total dos lutadores. De novo, algo sem precedentes naquele tempo.
E quando juntamos esses novos artifícios e possibilidades às dinâmicas dos combos já comentados aqui, temos a reunião de basicamente os principais conceitos que dignificam qualquer jogo de luta. A partir desse conjunto de fatores, a versatilidade do gênero só cresceu ao longo do tempo. Você define o que é um fighting game basicamente por ter lá as duas barras de energia, golpes especiais, combos, os botões dos movimentos e os direcionais. É quando o simples se torna acontecimento e tendência.
E se vamos falar de mecânicas, é preciso comentar a respeito das famigeradas versões de Street Fighter II. Como comentado, única crítica que tinham a respeito da primeira versão era o fato do jogador não poder escolher os chefes, algo que foi solucionado no ano seguinte com a versão Street Fighter II Champion Edition, que permitia ter acesso aos quarteto de vilões Balrog, Vega, Sagat e Bison.
O jogo era um sucesso em tudo que era lugar, assim vários donos de fliperamas e curiosos metidos a técnicos mexiam nas configurações dos cartuchos e alteravam das formas mais inusitadas possíveis. Às vezes com alterações mais simples como aumentar a velocidade e dificuldades para que as fichas fossem consumidas rapidamente, ou mesmo criando a possibilidade de soltar magias consecutivamente de uma só vez, surgindo daí os chamados Street Fighter de rodoviária. Isso acontecia não apenas aqui, mas em vários lugares do mundo. O que fez a Capcom rapidamente entrar na disputa e meses depois lançar Street Figther II Turbo, que aumentou a velocidade do jogo e permitiu que alguns golpes pudessem ser executados no ar.
Em 1993, a Capcom lançou mais uma versão chamada Super Street Fighter II, que não apenas aperfeiçoava o sistema de pontuação, dando uma camada a mais em cima dos combos, mas trazia também quatro novos personagens: o ator Fei Long, o índio Thunder Hawk, o carateca jamaicano Dee Jay e a musa Cammy, uma assassina altamente treinada da Shadaloo – e desses quatro, a que mais apareceu nos títulos posteriores. Só que essa versão, apesar de ter trazido essas adições, deixou o jogo mais lento que o da versão anterior, já que exigia mais recursos técnicos. Então, como resolver o problema? Lançando Super Street Fighter II Turbo, claro, a dita versão definitiva Street Fighter II – por sinal, essa versão foi de fato a definitiva, pois a partir dela fizeram várias outras ao longo dos anos como a Hyper, HD Mix e remakes do tipo.
Essa variante, além de dar o dinamismo de antes, trouxe os chamados Super Combos, que podiam ser executados quando a barra de poder, presente no canto inferior do personagem, estava no máximo. Essa mecânica ocorreu devido aos jogos da SNK como Fatal Fury e Art of Fight já possuírem os chamados Desperations Moves ou os Especiais – e vocês lembram do Nishiyama, o criador do primeiro Street Fighter? Pois é, ele já havia dado a volta por cima e começado o seu império, sendo depois influência para a própria Capcom.
Super Street Fighter II Turbo trouxe também a chegada do chefão secreto Akuma, um personagem que nasceu de uma piada de primeiro de abril, ganhou vida própria e não parou mais. Isso aconteceu devido a um erro de tradução entre os ideogramas “sho ryu”, de “shoryuken”, que são os mesmos usados nos kanjis de “Sheng Long” em chinês, o que acabou causando uma confusão entre o pessoal que traduziu o jogo. Eles transformaram a frase de vitória do Ryu que era “Se você não puder superar o shoryuken, você não pode vencer!” em “Você deve derrotar Sheng Long para ter alguma chance”.
Os jogadores ficaram malucos e disseram que o Sheng Long então era um personagem. E vendo o furdunço que isso virou, a revista americana EGM resolveu trollar seus leitores na edição de abril de 1992 e disse que o Sheng Long era sim real e que havia um método para enfrentá-lo no Street Fighter II. Só que era preciso usar o Ryu, chegar à luta final contra Bison sem tomar nenhum dano e deixar a batalha terminar em um empate por 10 rounds seguidos, que aí então Sheng Long, mestre de Ryu e Ken, iria aparecer e sacudir o Bison para fora da tela, começando assim um duelo contra o jogador.
Shen Long Fake
Só que as pessoas fora dali e até mesmo parte da imprensa em outros países não entenderam a piada e saíram republicando a coisa como se fosse verdade. E somente em dezembro daquele ano que os lazarentos da EGM esclareceram a situação. E apesar da brincadeira e do tal Sheng Long ter aparecido no manual do port pra Super Nintendo como mestre da dupla Ryu e Ken, a pegadinha em questão acabou gerando o tal Akuma no Super Street Fighter II Turbo. Lembrando que anos depois, o tal Sheng Long, agora chamado de Gouken, o verdadeiro mestre de Ryu e Ken, apareceu emStreet Fighter IV. Isso que é dar asas à imaginação.
A consolidação da franquia no mercado e seu legado
Levando em conta todos aspectos técnicos e artísticos, além do excelente marketing, não demorou muito para queStreet Fighter II se tornasse um fenômeno em escala mundial. Se fossemos citar aqui as vendas de todas as versões de arcade e consoles, talvez esse seria o maior vídeo da história do YouTube. Porém dois exemplos imprimem o que esse jogo simbolizou quando falamos de mercado: o primeiro ponto é que na época do seu lançamento, a revista Gameset, em 1992, lançou uma matéria falando que as vendas do jogo no Japão estavam tão sem freio que a escassez dos cartuchos das máquinas fez com que os vendedores chegassem ao ponto colocar o valor sete vezes mais caro que o original, cerca de 120,00 dólares na época. Imagina só, pagar quase mil dólares num cartucho de videogame ali no início dos anos de 1990? Só lembrando que o salário mínimo do brasileiro em 1994 quase não chegava nem a R$ 70,00.
Então, os países emergentes, principalmente os da América do Sul, e os donos de fliperamas deram um jeito de pegar qualquer versão duvidosa, ou basicamente tinham que financiar o troço como se fosse um carro. Mas acreditem, isso valia a pena, visto que num rápido recorte no Reino Unido, território que na Europa detinha 60% do mercado dos jogos operados por moedas, as máquinas de fliperama individualmente arrecadavam mais de 1000 libras por semana, chegando a cerca de 260 milhões de libras por ano, o que convertendo e corrigindo pra inflação atual chegamos a soma de quase 800 milhões de dólares.
Tem também uma nota muito interessante da revista GameFan, na edição de março de 1995, onde é visto que as vendas combinadas deStreet Fighter II e Street Fighter II: Champion Edition já excediam 2,3 bilhões de dólares em receita bruta, equivalente hoje a quase 5 bilhões de dólares, corrigindo a inflação. Assim como num artigo do site USGamer intitulado ‘Os Dez Jogos Arcade Mais Vendidos de Todos os Tempos’, as vendas combinadas das máquinas Street Fighter II e Champion Edition ficaram somente atrás de Space Invaders e Pac-Man. Dado esse que segue inabalável. Ou seja, desde seu lançamento, nenhum outro jogo chegou perto de atingir essa marca nos arcades.
E quando vamos falar de consoles, as chamadas versões caseiras do jogo, a coisa é igualmente impressionante. Até onde foi registrado na sétima geração, se tivessem juntado todas as grandes plataformas no que se refere a consoles de mesa de Nintendo, Sega, Playstation e Xbox, Street Fighter II já passaria dos 20 milhões de unidades. Sendo listado novamente entre os games mais vendidos de todos os tempos nos consoles.
Só que Street Fighter II conseguiu um feito que quase não há parâmetro de comparação com outro título dos games quando falamos de transmídia. Talvez Pokémon seja o comparativo mais próximo. Além das inúmeras versões e dezenas de continuações dentro da mídia videogames, e por assim inspirar ou influenciar outras incontáveis franquias do gênero, é realmente impossível conseguir registrar quantos quadrinhos, livros, rpg’s, animações, filmes, roupas, sapatos, brinquedos, comidas, cosméticos, produtos escolares, de cama, mesa, banho foram feitas com o selo da franquia… De verdade, não dá pra elencar aqui nem em quais áreas Street Fighter II foi parar.
Contudo, dá pra citar aqui duas obras fora dos games que chamaram mais atenção naquele período: querendo ou não, o involuntariamente cômico Street Fighter – O Filme, estrelado por Van Damme e cia – e não vamos esquecer do Honda havaiano – conseguiu arrecadar quase 100 milhões de dólares, triplicando assim o seu valor de orçamento.
Pois é, aquela tranqueira deu uma grana dessa, imagina se fosse realmente legal? Mas falando em coisa boa,Street Fighter Victory II é uma das melhores adaptações que já fizeram de um jogo pra uma produção audiovisual de anime. Primeiro porque não seguiram exatamente à risca o game sem precisar colocar os personagens vestidos com aqueles uniformes exagerados – vide a animação americana que segue essa linha. Pelo contrário, construíram uma história interessante e deram contexto a cada um dos personagens, ainda que toda essência dos jogos na série permanecesse viva.
Legado eterno
Por fim, Street Fighter II acabou gerando também em paralelo o prequel Street Fighter Alpha ou Street Fighter Zero no Japão, que se passa entre o primeiro e o segundo jogo da série principal. E aprofundava mais ainda a história de cada personagem e a trama central envolvendo Bison e a Shadaloo. Foram um total de três jogos de grande sucesso que acabou resgatando antigos personagens da Capcom do título original de Street Fighter como Adom, Gen e Birdie, além de criar outros mais novos envolvendo os personagens do segundo como Charlie, o amigo de Guile que havia sido assassinado.
Fora a introdução de Guy e Cody em Street Fighter, personagens esses do já falado aqui Final Fight. Prática que apenas se expandiu nas demais continuações numeradas e spinf offs da série. O que nos faz lembrar da tamanha importância queStreet Fighter II teve e toda sua história. É incrível perceber que vidas de milhares de pessoas mudaram direta ou indiretamente por causa deste que é mais que um jogo, é na verdade uma espécie de religião que uniu as mais variadas raças e tribos pelo mundo a fora e jamais será esquecido por nós.
Elenco: Elizabeth Banks, Kristen Bell, Anna Faris, Jimmy Bennett, Leslie Bibb, Kate Bosworth, Gerard Butler, Kieran Culkin, Josh Duhamel, Richard Gere, John Hodgman, Hugh Jackman, Johnny Knoxville, Beth Littleford, Justin Long, Aasif Mandvi, Jack McBrayer, Stephen Merchant, Christopher Mintz-Plasse, Chloë Grace Moretz, Liev Schreiber, Seann William Scott, Tony Shalhoub, Emma Stone, Jason Sudeikis, Uma Thurman, Matt Walsh, Patrick Warburton, Naomi Watts, Jeremy Allen White e Kate Winslet.
Direção:Peter Farrelly, Elizabeth Banks, Steven Brill, Steve Carr, Rusty Cundieff, James Gunn e Brett Ratner.
Gênero: Comédia
Duração: 90 min.
Distribuidora: Imagem Filmes
Orçamento: US$ — milhões
Estreia: 8 de Fevereiro de 2013
Sinopse: Inesperado, escrachado, inacreditável, detestável, totalmente bizarro, é difícil explicar em palavras o que é Para Maiores (Movie 43). As mesmas mentes extremamente deturpadas que produziram Quem Quer Ficar com Mary e Debi & Loide criaram uma experiência cinematográfica imperdoável! Com atores como Hugh Jackman (Wolverine), Gerard Butler (300), Emma Stone (O Espetacular Homem-Aranha), Kate Winslet (O Leitor), Anna Faris (Todo Mundo em Pânico), Halle Berry( A Viagem) e Seann William Scott (American Pie) Para Maiores é uma comédia de situações bizarras e divertidíssimas que você terá que ver para crer!
Assim como o autor do livro ‘O Pequeno Príncipe‘ (Le Petit Prince), Antoine de Saint-Exupéry, o diretor Mark Osborne (‘Kung Fu Panda’) também é um visionário. Sabendo que estender o curto livro em um longa-metragem poderia ficar com um ritmo demasiadamente lento, ele teve a brilhante ideia de tomar a liberdade criativa de fazer uma história paralela à do livro, mantendo a essência do texto e adicionando novos elementos que conseguem transmitir o efeito que o clássico conto tem nas pessoas – e, principalmente, nas crianças.
Não bastando a genial ideia de colocar duas tramas paralelas no filme – a do livro e a da garotinha que lê o livro pela primeira vez – Osborne teve outra brilhante ideia: usar duas técnicas diferentes de animação para contar as duas histórias – em animação 3D para o segmento inédito, e em stop-motion para a história do Pequeno Príncipe. Visualmente, o filme é um deleite em ambas as técnicas de animação, mas beira a genialidade com o visual do Príncipe feito com a técnica diferenciada.
Logo nos primeiros minutos de projeção, descobrimos que não se trata de uma adaptação direta de ‘O Pequeno Príncipe‘ – em que um aviador bate seu avião no deserto, e, em seguida, encontra um garoto misterioso que afirma viver em um planeta minúsculo. No centro de tudo está A Pequena Garota (em nenhum momento seu nome é revelado), que está sendo preparada por sua mãe para o mundo muito adulto no qual vivem – e é interrompida por seu excêntrico e amável vizinho, O Aviador.
O Aviador apresenta sua nova amiga a um mundo extraordinário, no qual tudo é possível. Um mundo ao qual ele mesmo foi apresentado há muito tempo pelo Pequeno Príncipe. É aí que começa a jornada mágica e emocionante da Pequena Garota pela sua própria imaginação – e pelo universo do Pequeno Príncipe. E é onde a Pequena Garota redescobre sua infância e aprende que o que importa são as relações humanas e o que é realmente essencial somente pode ser visto com o coração.
É incrível ver a maneira que o diretor consegue traçar essas duas tramas e uni-las, mostrando o efeito que o conto do Principe tem na garota: o mesmo que o livro tem em seus leitos. Ela é tocada pela história, que lhe mostra o que é realmente essencial… e como isso é invisível aos olhos.
Os adultos no segmento da Pequena Garota são frios, secos e só se importam em trabalhar e produzir excessivamente, esquecendo dos sentimentos e transformando o mundo que conhecemos em um lugar inóspito e triste. É um belo paralelo ao que o livro de Saint-Exupéry tenta ensinar a seus leitos.
Somente em seu terceiro ato o filme perde um pouco de ritmo, podendo ter reduzido sua duração em dez minutos,o que pode deixar as crianças entediadas por alguns minutos.
Por fim, o final consegue encerrar as duas tramas de maneira brilhante e interlaçá-las com uma bela lição de moral que deixará o espectador extremamente emotivo (grande parte da sala de cinema na pré-estreia estava aos prantos quando o filme acabou).
‘O Pequeno Príncipe‘ é uma obra-prima diferenciada, um filme de animação com toques de arte que foge do padrão hollywoodiano e traz um tema mais adulto, mas encanta por sua simplicidade e pureza. A mensagem passada pelo filme – a mesma do livro – deixará você pensativo por dias. Afinal, o que é essencial?
O ator Channing Tatum revelou em seu Twitter que se juntou ao grandioso elenco de ‘Kingsman: The Golden Circle‘, a continuação de ‘Kingsman: Serviço Secreto‘.
Vale lembrar que o astroColin Firth foi oficialmente confirmado no elenco, reprisando o papel de Harry Hart. Há meses surgiu um boato afirmando que o personagem iria aparecer na sequência.
O cantorElton John também está em negociações para se juntar ao elenco.
Baseado na HQ escrita por Mark Millar e desenhada por Dave Gibbons, ‘Kingsman‘ foi uma das melhores surpresas de 2015 e arrecadou US$ 414 milhões pelo mundo.
A 20th Century Fox agendou a data de estreia de ‘Kingsman 2‘ nos cinemas nacionais: 15 de junho de 2017, um dia antes da estreia norte-americana.
A trama do primeiro filme acompanha uma organização supersecreta que recruta um deselegante mas promissor garoto para o programa de treinamento supercompetitivo da agência justo quando um perverso gênio tecnológico ameaça o planeta. Os novatos Taron Egerton e Sophie Cookson vivem os protagonistas. Colin Firth, Michael Caine e Samuel L. Jackson também estrelam.
‘Life: Um Retrato de James Dean’, filme biográfico do astro de Hollywood James Dean, teve seu novo trailer legendado divulgado pela Paris Filmes.
Dane Dehaan (o Duende Verde em ‘O Espetacular Homem-Aranha 2’) interpreta Dean e Robert Pattinson faz o fotógrafo Dennis Stock.
Assista:
Situada nos anos 1950, a trama é focada na amizade entre James Dean e o fotojornalista Dennis Stock, da revista Life, que se conheceram logo após as filmagens de ‘Vidas Amargas’ (1955). Depois disso, eles realizaram um ensaio em Nova York e as imagens de Dean ficaram tão famosas que ajudaram a manter sua lenda viva até hoje.
O longa se interessa menos na vida do ídolo de uma geração e mais na criação do mito, bem como o papel de Stock nesta “iconização” de Dean, diz a sinopse.
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