É inegável que a entrada triunfal da ‘Mulher-Maravilha‘ em ‘Batman Vs Superman‘ foi a sensacional cereja do bolo. Com isso, a Warner liberou online a cena completa de sua entrada no Universo DC de Cinema.
Assista:
A versão Ultimate de ‘Batman Vs Superman: A Origem da Justiça‘ teve seu tempo de duração revelado: 181 minutos (3 horas e 1 minuto).
Serão 30 minutos de cenas inéditas e censura Rated-R (para maiores de 17 anos), com lançamento em Home Video nos EUA marcado para o dia 16 de Julho. O Blu-ray está à venda por US$ 35,99.
A versão PG-13 lançada nos cinemas, com 2h31m de duração, arrecadou US$ 852 milhões mundialmente.
Em entrevista ao Hollywood Reporter, o diretor Zack Snyder falou sobre o corte Ultimate:
“A versão em Home Video tem meia hora a mais, e terá cenas que nós tiramos por causa da censura. Tudo que eu não pude manter na versão cinematográfica, eu coloquei na versão do diretor. Quando a MPAA avaliou essa versão, deram a censura alta. Não tem nudez, só um pouco de violência”.
A Netflix divulgou as primeiras imagens da segunda temporada de ‘Narcos‘. Todos os 10 episódios de Narcos estreiam mundialmente no dia 2 de Setembro exclusivamente na Netflix.
‘Narcos‘ conta a fascinante história real dos infames chefões do tráfico de drogas no final dos anos 80 e a colaboração das forças policiais para enfrentá-los de frente em um brutal e sanguinolento confronto. Sua brusca narrativa detalha as diversas, e muitas vezes conflitantes forças – legislativa, politica, policial, militar e civil – que se enfrentam no esforço para controlar a cocaína, um dos mais valiosos commodities do mundo.
A série reúne novamente o criador e produtor-executivo José Padilha (Tropa de Elite, RoboCop) e o aclamado ator brasileiro, Wagner Moura (Tropa de Elite, Elysium), interpretando Pablo Escobar junto com Boyd Holbrook (Garota Exemplar) e Pedro Pascal (Game of Thrones), que interpretam os agentes reais da DEA, Stephen Murphy e Javier Peña. A história da próxima temporada será centrada no Cartel de Cali e no grupo de traficantes Los Pepes, perseguidos por Pablo Escobar (Wagner Moura).
Adam Fierro serve como showrunner e produtor-executivo da nova temporada, além de José Padilha e Eric Newman, que também atuam como produtores-executivos. A série é produzida pela Gaumont International para a Netflix.
Após o sucesso do documentário ‘Making a Murderer‘, Steven Avery ganhou toda a atenção da mídia nos EUA.
O condenado vai participar de dois episódios do programa do Dr. Phil, que tornou-se conhecido do grande público ao participar nos programas de Oprah Winfrey como consultor de comportamento e relações humanas.
Como Avery está na cadeira, sua participação será por telefone. Sua nova esposa, Lynn Hartman, vai participar do programa também.
Recentemente, o documentário ‘Making a Murderer‘ teve sua segunda temporada confirmada pela Netflix.
Os produtores executivos Laura Ricciardi e Moira Demos já estão em produção dos novos episódios, que vai “levar os fãs da aclamada série de documentário de volta para dentro da história do assassino condenado Steven Avery, e seu co-réu, Brendan Dassey, como as suas respectivas equipes de investigação desafiando suas convicções e as lutas do Estado em condená-los ao corredor da morte”.
Os episódios vão oferecer acesso exclusivo à nova advogada de Avery, Kathleen Zellner, e a equipe jurídica da Dassey, liderada por Laura Nirider e Steve Drizin, bem como o acesso íntimo às famílias e personagens próximas ao caso.
As diretoras Laura Ricciardi e Moira Demos passaram a última década documentando um suspense cuja história se desenrola há mais de 30 anos. Steven Avery foi acusado e depois inocentado por um estupro, mas a história fica ainda mais surreal quando, em meio a tudo isso, ele é o principal acusado de um outro crime. Após dezoito anos preso por um crime que não cometeu, a última coisa que ele quer é colocar os pés na cadeia novamente.
“Nós não temos nenhuma ideia de quando a corte norte-americana vai definir a pena de Brendan. Nós sabemos que dois resultados possíveis são que o juiz pode ordenar a libertação de Brendan, ou ele poderia ordenar um novo julgamento. Estamos aguardando”, continua.
Além da segunda temporada, Hollywood planeja um filme baseado na história real. Billy Bob Thornton (‘Fargo’) é o principal cotado a interpretar o acusado Steven Avery.
Vale lembrar que Avery segue preso até os dias de hoje.
Glenn Geller, o presidente do canal CBS, confirmou durante o Television Critic’s Association que as negociações com os protagonistas de ‘The Big Bang Theory‘ foram iniciadas mais cedo este ano, antes mesmo da finalização da 10º temporada.
No segundo semestre de 2014, Jim Parsons, Johnny Galecki e Kaley Cuoco só aceitaram voltar a gravar uma nova temporada depois que os salários fossem ajustados para US$ 1 milhão por episódio.
A Variety cita que só de 2011 a 2016, ‘The Big Bang Theory‘ gerou nada menos que US$ 1 bilhão em retorno para o canal, fazendo com que Jim, Johnny e Kaley tenham mais argumentos para um novo acordo e devem pedir um aumento.
O acordo firmado em 2014, o de US$ 1 milhão por episódio, se expira com a 10ª temporada.
“Atualmente estamos em negociações, mas isso é normal no mundo corporativo. Nosso objetivo é trazer todo mundo de volta, e estou otimista que vamos conseguir”, afirmou Geller.
Em outubro de 2016, o Deadline confirmou que o canal CBS está desenvolvendo uma série derivada de ‘The Big Bang Theory‘, que será focada na infância de Sheldon (Jim Parsons).
Intitulada ‘Sheldon‘, a série mostrará o personagem com 12 anos de idade e seu relacionamento com seus irmãos e pais em Galveston, no Texas, além de sua avózinha tão amada.
A série seguirá a mesma linha de ‘Malcom in the Middle‘.
Um jovem ator será escalado para viver Sheldon ainda criança, e a estreia acontece em 2017.
‘The Big Bang Theory’ é exibida no Brasil pelo canal pago Warner e também pelo SBT.
‘Em Ritmo de Fuga‘, novo filme de Edgar Wright (‘Scott Pilgrim Contra o Mundo‘) ganhou seu novo trailer legendado.
Confira:
Vale lembrar que estão no elenco: Ansel Elgort , Jon Bernthal, Lily James, Jon Hamm, Eiza Gonzalez, Jamie Foxx e Kevin Spacey.
A trama acompanha o protagonista Bebê (Ansel Elgort, de ‘A Culpa é das Estrelas’), chamado assim por conta de sua jovem aparência, que trabalha como motorista para diferentes ladrões de banco em fuga. Certo dia, ele se mete em apuros quando um assalto à banco dá errado.
O roteiro foi escrito por Wright. Eric Fellner e Tim Bevan, produtores da trilogia Cornetto, de Wright, voltam a trabalhar com o cineasta no filme de ação.
Henry Zaga, Maisie Williams e vários atores confirmados em ‘X-Men: Os Novos Mutantes’ estão compartilhando fotos da equipe antes do início das filmagens, que começam nessa semana.
Nas fotos, podemos ver Anya Taylor-Joy (Magia) e Charlie Heaton (Míssil), Maisie Williams (Lupina) e Blu Hunt (Miragem).
Anya Taylor-Joy (‘A Bruxa’) será a Magia; Maisie Williams (‘Game of Thrones’) viverá Lupina; Charlie Heaton será Míssil e o brasileiro Henry Zaga viverá o Mancha Solar.
Blu Hunt, que participou de alguns episódios de ‘The Originals’, será Miragem – uma nativa americana que é capaz de criar ilusões a partir dos sonhos das outras pessoas. Ela, inclusive, é tida como uma das personagens principais da narrativa.
Segundo o produtor Simon Kinberg, o longa não será tão livre, leve e solto como ‘Deadpool‘, mas também não ficará restrito a sextologia ‘X-Men‘.
‘X-Men: Os Novos Mutantes‘ será inspirado no arco Urso Místico das HQs – umas das primeiras histórias da equipe, que está entre a mais aclamada pelos fãs dos mutantes.
Simon Kinberg e Lauren Shuler Donner, produtores dos filmes de ‘X-Men’, também cuidarão dos ‘Novos Mutantes‘. Especula-se que o derivado chegará aos cinemas em julho de 2018.
Segundo o Marvel Newz, o primeiro trailer de ‘Vingadores: Guerra Infinita’ já tem data para ser lançado: 29 de setembro. Esse também é o mesmo dia em que a série ‘Inumanos‘ estreia na ABC nos EUA.
A Marvel sempre estreou os trailers de seus filmes grandes durante suas séries da ABC, então isso parece um movimento lógico e o timing certamente parece fazer sentido. Então marque em seu calendário.
‘Vingadores: Guerra Infinita’ já está se consolidando como a maior reunião se personagens dos quadrinhos do cinema.
A adaptação, dirigida pelos Irmãos Russo, até o momento já conta com 28 personagens principais já confirmados.
Confira a lista completa dos heróis e vilões que estarão presentes:
‘Guerra Infinita‘ será lançado nos cinemas dia 4 de maio de 2018, com ‘Vingadores 4‘ chegando aos cinemas um ano depois, em 3 de Maio de 2019. A direção será de Joe e Anthony Russo.
‘Jurassic World: Reino Ameaçado‘ ganhou três comerciais com cenas inéditas.
Confira:
O longa recebeu classificação indicativa e aparentemente será mesmo mais sombrio que o filme anterior, dirigido por Colin Trevorrow.
‘Jurassic World 2‘ foi classificado como PG-13 (para maiores de 13 anos) por “sequências intensas de violência e perigo de ficção científica”.
“Passaram-se quatro anos desde que o parque temático e resort de luxo Jurassic World foi destruído por dinossauros que escaparam do cativeiro. Isla Nublar agora se encontra abandonada por humanos enquanto os dinossauros restantes sobrevivem sozinhos na selva.
Quando o vulcão inativo da ilha começa a dar sinais de que vai entrar em erupção, Owen (Chris Pratt) e Claire (Bryce Dallas Howard) fazem uma campanha para resgatar os dinossauros desse evento que pode levá-los novamente à extinção. Owen está determinado a encontrar Blue, a líder das velociraptors que ainda está perdida na selva, e Claire passou a respeitar essas criaturas que agora são a sua missão de vida.
Ao chegarem na instável ilha quando a lava começa a jorrar, a expedição deles descobre uma conspiração que pode levar todo o nosso planeta a um estado perigoso que não é visto desde tempos pré-históricos. Todas as maravilhas, aventuras e emoções que são sinônimo de uma das mais populares e bem sucedidas franquias da história do cinema, essa novo longa marca o retorno de personagens queridos e dinossauros – junto com novas raças ainda mais impressionantes e aterrorizantes que antes. Bem-vindos a Jurassic World: Reino Ameaçado.”
Harrison Ford · Indiana Jones
Phoebe Waller-Bridge · Helena
Antonio Banderas · Renaldo
Karen Allen · Marion
John Rhys-Davies
Direção: Steven Spielberg
Gênero: Ação
Duração: 154 min.
Distribuidora: Walt Disney Pictures
Orçamento: US$ 120 milhões
Estreia: 29 de Junho de 2023
Sinopse:
Em 1969, o arqueólogo e aventureiro americano Indiana Jones vive no cenário da Corrida Espacial. Jones está preocupado com o fato de o governo dos Estados Unidos ter recrutado ex-nazistas para ajudar a vencer a União Soviética na competição para chegar ao espaço. Sua afilhada, Helena, o acompanha em sua jornada. Enquanto isso, Jürgen Voller, um membro da NASA e ex-nazista envolvido com o programa de pouso na lua, deseja tornar o mundo um lugar melhor como ele achar melhor.
» A Lucasfilm confirmou que Phoebe Waller-Bridge (‘Fleabag’) se juntou ao elenco de ‘Indiana Jones 5‘ em um papel não revelado.
Além dela, foi confirmado que John Williams vai retornar para a trilha sonora, tendo atuado como compositor em todos os filmes anteriores.
» O filme será dirigido por James Mangold (‘Logan’).
» Lembrando que foi Spielberg quem decidiu passar o manto para um cineasta mais jovem, a fim de trazer uma perspectiva renovada ao personagem.
» Em evento do SAG, Harrison Ford foi questionado sobre a possibilidade de vermos Chris Pratt herdando o manto do icônico personagem Indiana Jones, protagonista da franquia homônima. Com bom-humor, respondeu: “Acho que ou sou eu ou ele.”.
» Mais do que uma piada, isso pode ser um indicativo forte que Chris Pratt estará envolvido de algum modo na produção do quinto filme da saga.
A trama se passa após os eventos de ‘O Ano da Eleição’ e gira em torno de Adela e Juan, que encontram abrigo em um rancho no Texas, após fugirem de um cartel no México. As coisas dão errado quando um grupo de forasteiros decide continuar purgando além do tempo concedido, quando as pessoas podem violar todas e quaisquer leis.
Na cartela de abertura de ‘The Great’, um asterisco chama a atenção para um detalhe, que vem logo abaixo: “uma história ocasionalmente verdadeira”. A série não está tentando se rodear de fatos comprovados sobre Catherine e Peter, e quer que o público saiba disso desde o início.
As razões por trás da ênfase neste detalhe vão ficando mais claras ao longo dos episódios. Criada por Tony McNamara, o corroteirista indicado ao Oscar por ‘A Favorita’, a série narra os seis meses do momento em que Catherine chegou até a côrte da Rússia, inocente no alto de seus 19 anos, até quando enfim concretiza o golpe para tomar o poder. É de se esperar que adaptações de fatos históricos ou de qualquer acontecimento verídico eventualmente tomem lá suas liberdades criativas para que a roda gire de acordo com o que uma ficção necessita; ao destacar que a história é apenas “ocasionalmente” verídica, ‘The Great’ ganha uma carta branca não apenas para ser divertida, mas para cruzar a linha entre um drama de época e uma comédia espertinha quantas vezes quiser, na velocidade que quiser.
Não se engane, o ar pomposo de uma realeza está ali, e mais de uma vez alguns elementos da cinematografia e da dinâmica entre os personagens vai lembrar o ritmo de ‘A Favorita’. Mulheres de vestidos bufantes passeiam em duplas por longos corredores imensamente decorados com quadros e esculturas, enquanto homens portando quatro camadas de roupas dominam os ambientes, as conversas e os jantares. As comidas são belas e delicadas, e os planos são longos e abertos para que o exagero do espaço fique claro e cause impacto no espectador. Tudo é bonito, dourado, rico.
Ao mesmo tempo, há brutalidade escancarada e relações atrozes e desmedidas. No meio de um refinado banquete, cabeças decepadas, sujas e ensaguentadas de inimigos são expostas com orgulho bem ao lado das pequenas taças da sobremesa de limão. Sangue, excrementos, facadas nas costas (às vezes, literais), sexo e nudez dividem o ambiente com vestidos de seda e decorações luxuosas, e tudo isso também vaza no diálogo, rápido e extremamente sádico em um contraponto sagaz aos planos expositivos da direção.
Enquanto no filme de Yorgos Lanthimos, a pompa era mais uma forma de escancarar a sujeira e o distanciamento daquela sociedade, em ‘The Great’ o objetivo é outro. Estamos falando de um contraponto entre o horror e a delicadeza e, mais do que isso, a naturalidade com a qual estes dois lados da moeda se cruzam.
Felizmente, tudo isso funciona muito bem graças à ótima dinâmica entre os protagonistas e todo o elenco de apoio, mas sobretudo à forma como os atores principais preenchem os personagens com cada detalhe no olhar, levantar de sobrancelhas ou entonações diferentes para o recorrente “Huzzah!” Elle Fanning mostra uma Catherine que precisou crescer muito, e muito rápido, no momento em que deixou a Alemanha e colocou os pés na Rússia. Seus erros e acertos são atenuados pelo ar de uma jovem ainda em evolução, e a atriz tem sensibilidade o suficiente para causar empatia, mas não exagerada a ponto de transformar o sentimento em cinismo. Catherine se torna cada vez mais confiante no lugar que ocupa como Imperatriz, e Fanning cada vez mais tranquila nos sapatos dessa personagem tão multifacetada. Ao longo dos episódios, ela vai ganhando traquejo e entendendo os caminhos que precisa percorrer para empregar a sua ideologia, de uma forma que não incomode os aristocratas a ponto de sua cabeça se tornar mais uma das que decoram pratos ou que aparecem penduradas ocasionalmente pelos corredores do palácio.
O que Catherine quer é simplesmente transformar a Rússia com um pensamento mais progressista e, honestamente, um que veja mulheres como seres humanos que podem aprender a ler e estudar, um dos pontos nos quais bate de frente com o marido. Neste papel, aliás, Nicholas Hoult está tão confortável que chega a ser charmoso ainda que estejamos falando de um maníaco autoritário. Ao mesmo tempo em que ele é um Peter impulsivo e cruel, pode ser infantil e absorto, e a junção de tudo isso entrega de vez a aptidão de Hoult para papéis cômicos.
Eventualmente, a coisa se transforma em uma briga de tradicionalismo contra modernidade, um tema que tem sido de cada vez mais interesse para obras que revisitam o passado. O diferencial de ‘The Great’ é que ela não tenta consertar o que já foi feito, e se rodear de sadismo e quebra de expectativas casa muito bem com a completa ausência de seriedade na condução dos episódios. Ela aborda temas contemporâneos sem precisar forçá-los garganta abaixo dos personagens (como algumas vezes peca a série ‘Dickinson’, da Apple TV+), e a franqueza dos diálogos faz os episódios passarem bem rápido, às vezes até demais.
*The Great estreia no Brasil em 18 de junho, no Starzplay.
Não é segredo que os alívios cômicos nas adaptações da Marvel Studios incomodam alguns fãs, mas parece que alguns cineastas também estão reclamando disso.
Durante uma entrevista para o Games Radar, o comediante Seth Rogen criticou o estúdio por “produzir filmes de comédia milionários”, o que prejudica outras produções do gênero.
“Eu estava comentando com [o diretor] Evan [Golberg] como os filmes da Marvel fugiram do própria tema e se tornaram filmes de comédia. ‘Thor: Ragnarok‘ é uma comédia. ‘Homem-Formiga‘ é uma comédia, e isso vai acabar virando moda. O problema é que são filmes de comédia orçados em US$ 200 milhões… Se isso virar um padrão, o público só vai querer assistir comédias milionárias, e nem todos os cineastas conseguem lidar com isso.”
Ele continuou:
“Muitas pessoas amam comédia, mas se a exigência obrigar os estúdios a investirem tanto dinheiro nesses filmes, a situação pode ficar cada vez mais difícil. Os cineasta precisam se reinventar e oferecer algo no nível de exigência do público… Estamos sempre pensando: ‘O que eu tenho de novo para oferecer?’. Isso é triste porque as comédias baratas, mas com um bom roteiro, estão perdendo espaço.”
E aí, você concorda com a opinião dele?
Lembrando que o astro estrela ‘An American Pickle‘, nova comédia original da HBO Max.
Na trama, um trabalhador imigrante em uma fábrica de picles é acidentalmente conservado por 100 anos e acorda no mundo moderno, em Brooklyn, aonde precisa ajudar seu neto a se tornar alguém na vida.
Confira o trailer:
Dirigido por Brandon Trost, o longa é baseado no livro de Simon Rich.
O elenco ainda conta com Sarah Snook, Sean Whalen, Jorma Taccone, Joanna Adler e Jeff Daniel Phillips.
Desde que o livro ‘Cinquenta Tons de Cinza’ (e suas adaptações cinematográficas subsequentes) foi lançado, a indústria do entretenimento voltou seus olhos para a urgência de suprir um setor altamente lucrativo, ainda que polêmico, dessa mesma indústria: as histórias hot, voltadas para o público adulto, centradas no tema “sexo”. Desde então, produções desse tipo têm se tornado mais frequentes, em diferentes formatos, sendo a mais recente a série caliente da Netflix ‘Sex/Life’.
Billie (Sarah Shahi) é uma jovem mãe de dois e fica em tempo integral em casa, amamentando sua bebê e cuidando atentamente de seu filho mais velho, que está em processo de ir para a escola pela primeira vez. Casada com o amoroso e bem-sucedido Cooper (Mike Vogel), Billie começa a sentir insatisfação pela sua vida atual, pois antes de se tornar essa esposa modelo ela era uma inteligente e promissora professora de psicologia durante o dia e, à noite, curtia todas os shows de Nova York com sua melhor amiga, Sasha (Margaret Odette) e com seu namorado na época, o produtor musical gostosão Brad (Adam Demos). No meio da aflição entre os desejos nostálgicos de sua antiga vida e o conforto da vida atual, Billie começa a escrever um diário, e, assim, passado e presente começam a se misturar na sua rotina.
Criada por Stacy Rukeyser, ‘Sex/Life’ é dividida em oito episódios entre quarenta e cinquenta minutos de duração. O enredo é igualmente subdividido em dois formatos: a vida atual de Billie, com sua vidinha perfeita porém sem graça, e os flashbacks que ela tem do passado, com as tórridas aventuras sexuais que tinha com Brad. Este provavelmente é um dos principais problemas da série, pois os dois núcleos têm estéticas e ritmos muito discrepantes um do outro. O presente de Billie é tão entediante, que dá vontade de acelerar o programa, pois a protagonista fica num tipinho de vida tão submissa, que nem quando ela tenta melhorar a coisa melhora mesmo – haja vista o vestido hor-ro-ro-so que o marido compra pra ela, para eles saírem, ou a forma totalmente compassiva com que ela se submete ao papel “do lar” como se fosse uma tarefa a ser cumprida, destoante de sua própria vontade. Nem parece a professora universitária inteligente do flashback.
O que salva mesmo a série é o tal passado de Billie – ou, mais especificamente, Brad. A construção desse namorado bad boy malvadão com sex appeal irresistível e um sotaque australiano carregado nos conduz imediatamente para tomar o partido dele. Não há nada no marido que o torne interessante, a não ser o fato de ser um bom cara. De resto, Brad é melhor em tudo, e até mesmo Cooper concorda com isso: há uma cena hilária no início do terceiro episódio em que rola um nu frontal de Adam Demos no qual literalmente aparece o pênis do ator, e é tão, tão grande, que parece ter meio metro de comprimento… mole! Sério, é hilário. É dessas cenas que você repete mil vezes por não acreditar no que viu.
‘Sex/Life’ é uma série dramaturgicamente ruinzinha, cafona, mas com cenas tão quentes hot pegando fogo, que a gente meio que assiste só para aquecer mesmo. São tantas, e tão variadas, que nem parece Netflix. Para quem está querendo apimentar a relação (ou se autossatisfazer), fica aí a dica.
Segundo a Variety, o astro Colin Farrell assinou contrato para estrelar e produzir uma série derivada de ‘Batman’, em que reprisará seu papel como o icônico antagonista Pinguim.
As informações indicam que o spin-off irá explorar como o vilão ascendeu ao poder e ao controle do submundo criminoso de Gotham City.
Lauren LeFranc (‘Agents of S.H.I.E.L.D.’) ficará responsável pelo roteiro. Matt Reeves e Dylan Clark também entram como produtores ao lado de Farrell.
Com poucos detalhes divulgados, sabe-se que a série será lançada exclusivamente pela HBO Max.
Vale lembrar que Farrell já está nos cinemas com ‘Batman‘.
Além de Pattinson no papel principal, o elenco conta com Andy Serkis (Alfred), Zoe Kravitz (Mulher-Gato), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Peter Skarsgaard,Jayme Lawson, Gil Perez-Abraham, e os irmãos Max e Charlie Carver.
A The Walt Disney Company comemora seu 100º aniversário em 16 de outubro de 2023, e ao longo do ano, celebrará os fãs e contadores de histórias que despertaram a alegria e a magia da Disney nos últimos cem anos.
Hoje, a Disney honra esses fãs e criadores com um comercial especial lançado durante o Super Bowl LVII que destaca os 100 anos de histórias e inovações inigualáveis.
Assista:
“Com a comemoração de nosso histórico 100º aniversário, é extraordinário olhar para o legado de Walt Disney e sua busca incansável pela excelência que continua a impulsionar a Companhia até hoje. Somos incrivelmente gratos às gerações de pessoas em todo o mundo por serem uma parte tão especial de nossa história e por acolherem nossas estórias e personagens em suas vidas ao longo do século passado”, disse Robert A. Iger, CEO da Disney. “A Disney100 representa uma celebração de todos os nossos fãs e famílias, nossos contadores de histórias e criativos visionários cujos talentos e imaginação criaram os momentos mágicos que fazem da Disney uma parte tão duradoura da cultura global”.
O “Disney100 Um Olhar Especial” apresenta cenas dos icônicos filmes, séries, produções teatrais, parques temáticos e fãs da Disney, além de palavras inspiradoras de Walt Disney, invocando as memórias e a nostalgia compartilhadas pelo público que deram à Disney um lugar especial no coração de todos no mundo inteiro.
A estreia do “Disney 100 – Um Olhar Especial” durante o grande jogo é um marco empolgante para Disney, que promete um ano repleto de oportunidades para os fãs e famílias de todas as idades reviverem suas memórias mais queridas da Disney, e se divertirem e emocionarem com as novas e comoventes histórias e experiências. Na quinta-feira, 16 de fevereiro, o mais recente filme da Marvel Studios, ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania‘, chegará aos cinemas. Logo em seguida, na sexta-feira, 18 de fevereiro, a Disney100: The Exhibition terá sua estreia mundial no The Franklin Institute na Filadélfia, convidando os visitantes a uma exposição de 1400 metros quadrados, divididos em dez galerias, que dará vida às histórias da Disney por meio de tecnologia inovadora e imersiva.
O astro alemão Christian Oliver, conhecido pelo filme ‘Speed Racer‘, morreu no Mar do Caribe na quinta-feira (4/12), após sofrer um acidente de avião privado em que viajava com suas duas filhas pequenas.
A Polícia Real de São Vicente e Granadinas recuperou quatro corpos, incluindo o corpo do ator e suas filhas.
A aeronave decolou do Aeroporto J.F. Mitchell em Paget Farm, de São Vicente e Granadinas, por volta das 12h, com destino a Santa Lúcia. Após a decolagem, a aeronave “enfrentou dificuldades e mergulhou no oceano”.
Equipes de resgate foram acionadas, mas os corpos foram encontrados sem vida.
Seu primeiro papel foi em ‘Saved by the Bell: The New Class‘.
Dick Grayson, o Boy Wonder original, e Jason Todd, o segundo Robin, estão se unindo em um filme de animação recém-anunciado intitulado ‘Dynamic Duo‘. O codiretor do DC Studios, James Gunn, anunciou o spinoff de ‘Batman‘ nas redes sociais na terça-feira, descrevendo o filme animado como “uma mistura de animação, fantoches e CGI”.
A 6th & Idaho, a produtora de Matt Reeves (‘The Batman’), está apoiando o projeto da Warner Bros. Animation e do estúdio de animação Swaybox, sediado em Nova Orleans.
“Estou muito feliz em anunciar o mais novo filme da DC Studios/Warner Bros Pictures Animation com sinal verde para os cinemas, DYNAMIC DUO, a história de Robin… ou devo dizer, Robins, como em Dick Grayson e Jason Todd”, anunciou Gunn. “O primeiro longa-metragem da visionária Swaybox, uma mistura de animação, marionetes e CGI, um roteiro do maravilhosamente talentoso Matt Aldrich, produzido com nossos parceiros da Matt Reeves’ 6th & Idaho. Isso é algo especial.”
Confira o logo:
dinamicduo
‘Dynamic Duo‘ “segue os primeiros dias de Dick Grayson e Jason Todd, também conhecidos como Robins”, segundo uma sinopse.
“Eles são ladrões órfãos, melhores amigos que compartilham sonhos de uma vida melhor, mas sua amizade será testada por visões concorrentes de um futuro do qual surgirá uma nova Dupla Dinâmica…”
Assim como a série animada ‘Batman: Caped Crusader‘, também produzida por Reeves, ‘Dynamic Duo‘ não está vinculada à “Batman Epic Crime Saga” que abrange ‘The Batman‘ de 2022, a série ‘Pinguim‘ da HBO ou o próximo ‘The Batman Part II‘. Não está claro se o filme Robin se passa no novo Universo DC, onde é Damian Wayne — o filho biológico de Bruce Wayne criado e treinado pela Liga dos Assassinos — que se vestirá como o Garoto Prodígio live-action do DCU no filme Batman e Robin intitulado ‘The Brave and the Bold‘.
Em ENTRE NÓS – UMA DOSE EXTRA DE AMOR, um jovem crê que seus sonhos estão sendo realizados quando sua crush o envolve em um ménage à trois inesperado, porém os três precisam encarar as consequências preocupantes do ato logo a seguir.
Colocando a nostalgia na ponta da chuteira, os cineastas Johnny Araújo e Gustavo Bonafé nos fazem voltar aos tempos das boy bands de décadas passadas. Dominó? N’Sync? Backstreet Boys? Não! Chocante! Abrindo as cortinas do passado, em formato de sátira ou algo parecido, o projeto explora o antes e depois de jovens com o mundo em suas mãos que de repente precisam seguir por caminhos diferentes após uma briga ao vivo no programa do Gugu (sim, isso mesmo). As pitadas cômicas, que contornam os 94 minutos de fita, se restringem a tentativas de destaques individuais, pouco explorando o conjunto. Do segundo arco em diante parece que nada funciona, além de decepcionar com um desfecho pra lá de pouco inspirado.
Na trama, acompanhamos Téo (Bruno Mazzeo), Tim (Lúcio Mauro Filho), Clay (Marcus Majella) e Tony (Bruno Garcia), amigos já na faixa dos quarenta anos, que vinte anos atrás fizeram grande sucesso como integrantes de uma banda chamada Chocante. Após o quinto integrante, Tarcisio, falecer, eles que mal se falavam faz anos, se reúnem em seu funeral e começam a relembrar os dias de glória da Boy Band que faziam parte. Assim, após as boas lembranças do momento que viveram, resolvem voltar a serem uma banda e realizar um show relembrando os velhos tempos.
A ideia era muito boa, explorar esse mundo dos grupos musicais de antigamente e os inúmeros programas de televisão que participavam. Mas nem toda boa ideia vira um bom filme. E Chocante, fica pelo caminho rapidamente. Muito por conta de muitas subtramas pouco detalhadas, personagens soltos no roteiro, além de exageros em cima de exageros. Um elo importante dentro do roteiro, talvez a figura mais emblemática dentro do filme, é o papel do fã, representado por Quézia (Débora Lamm), responsável pelas lembranças da banda, como histórias, fotos, vídeos, momentos marcantes. Mesmo a personagem aparecendo pouco, se torna um desafogo e ajuda a dar sentido no primeiro arco.
O roteiro não busca a profundidade em nenhum momento, seja na relação de amizade entre os integrantes da banda, seja na relação pai e filho de um dos ex-cantores, seja em subtramas pouco relevantes. Parece que o filme não tem clímax, é uma linha reta sem emoção. A música chiclete, choque de amor, serve apenas para grudar em nossas cabeças e se torna cada vez mais sonolenta a cada novo play. Falta carisma dos personagens, juntos decepcionam, individualmente não brilham.
Com pouco se faz muito. Acontece uma situação peculiar com esse novo filme protagonizado por Dakota Fanning – muito bem no papel, por sinal. Limitado a uma premissa que não se expande tanto e fortemente ligado a uma possível maldição, esse longa se passa, em grande parte dentro de uma casa propícia para filmes que assustam, dentro do sentido de refúgio e uma prisão. Presente Maldito consegue, por meio da imersão na tensão constante desenvolver uma trama imprevisível, que sempre progride, não caindo em redundância – mesmo diante das limitações da história.
Polly (Dakota Fanning) é uma jovem buscando se encontrar na vida e vive sozinha na casa que aluga da irmã. Em uma noite, abre a porta da casa para uma senhora que lhe entrega uma caixa misteriosa. A partir desse momento, suas próximas horas serão de total medo e tensão, precisando executar algumas tarefas ingratas.
Nesse suspense psicológico que logo invade o terror, escrito e dirigido pelo cineasta norte-americano Bryan Bertino, usa-se bem os poucos elementos em cena, prendendo a atenção do público através de dramas pessoais que se encontram com o sobrenatural – algo que poderia ter sido melhor explorado no roteiro. Espelhos, efeitos na voz, ligações aterrorizantes, a televisão que liga sozinha, mutilações – cada elemento se torna parte importante para chegarmos na sensação de estar em um labirinto, que nem a protagonista.
O que você ama? O que importa para você? Essas razões existenciais que contornam qualquer tajetória vão direto na raiz da essência humana e os dilemas que todos enfrentam pelo caminho. A questão era como transformar esses pontos de reflexões existenciais em tensão. Com tons frios e uma personagem buscando um vínculo com as emoções – sensações ampliadas no espaço em que se desenvolve a narrativa -, outro ponto interessante e bastante nítido aos nossos olhos é a fotografia, assinada por Tristan Nyby.
Da a impressão de que PresenteMaldito, disponível no catálogo da Paramount Plus, entrega tudo que pode em termos técnicos, além da ótima atuação de Fanning em um papel muito difícil – sempre em cena, cercada de variáveis e ações que se desenrolam ao seu redor. A questão que pesa nessa obra é a limitação de uma história tão simples que deixa a impressão de que, com maior desenvolvimento nas camadas que se abrem, poderia alcançar voos mais altos.
“Polícia para quem precisa, polícia para quem precisa de polícia…”, já dizia a música dos Titãs. Em tempos delicados em que se discute uma reformulação do papel da polícia em investidas com excesso de violência, seja no Brasil, nos EUA ou no mundo, o cineasta dinamarquês Nicolas Winding Refn (Drive, Apenas Deus Perdoa e Demônio de Neon) irá trazer Maniac Cop dos anos 80 para uma versão moderna como seu próximo filme.
O abuso de autoridade de forças armadas reportado pelo mundo através de uma realidade onde tudo é filmado em tempo integral, registraram recentemente cenas verdadeiramente revoltantes. Balas de borracha sendo usadas arbitrariamente em manifestantes em protestos, atingindo o cidadão transeunte por efeito colateral; combates ao crime organizado em comunidades que terminam por tirar a vida de forma aleatória, de jovens com futuros promissores. O epicentro, é claro, foi a comoção mundial pelo assassinato por asfixia de George Floyd, um homem negro nos EUA que teve o joelho de um policial colocado em seu pescoço até a morte, mesmo quando pedia desesperadamente por ar já rendido.
Nicolas Winding Refn não costuma utilizar muito subtexto político em seus filmes. Suas obras geralmente envolvem o poético lado sombrio do ser humano, embalados em uma atmosfera de surrealismo. Mas sem esquecer sua parcela de controvérsia, em especial no que diz respeito à violência. O que pode casar perfeitamente com o material que pretende levar às telonas muito em breve. Ou seja, neste caso um policial ensandecido, usando seu distintivo, uniforme e arma como símbolo não de “servir e proteger”, mas sim de morte e terror.
Voltando ao passado, 33 anos para ser mais preciso, Maniac Cop: O Exterminador era lançado nos cinemas. Contextualizando, essa foi a década de 80, a era dos filmes slasher. Seu auge ocorria logo no início do período, em 1981, e à altura do lançamento de Maniac Cop em 1988, o subgênero já havia perdido quase todo o seu gás. O sucesso deste tipo de filme muitas vezes dependia de quem era o seu vilão. Tão importante quanto bolar um roteiro criativo e inovador, uma parte técnica com mortes sanguinolentas e marcantes, era desenvolver um antagonista que emplacasse no gosto do público, o fazendo retornar para novas investidas constantemente. Michael Myers, Jason Voorhees, Freddy Krueger e o boneco Chucky foram alguns dos mais bem sucedidos, mas tantos outros como um médico cirurgião (Hospital Massacre), um mineiro de carvão (Dia dos Namorados Macabro) e um assistente em parque de diversões (Pague para Entrar, Reze para Sair), por exemplo, terminaram longe do resultado esperado.
Assim, tentando injetar alguma novidade no subgênero e descolar para si uma nova franquia, mesmo no fim da década, o roteirista e produtor Larry Cohen (A Coisa, 1985) e o diretor William Lustig resolveram que um policial uniformizado seria o novo psicopata em seu filme de terror. Surgia o Maniac Cop, ou o Policial Maníaco. Lustig já havia chamado atenção no universo underground do horror com o violento O Maníaco(1980), sobre um assassino atacando em Nova York principalmente mulheres. A polêmica em torno de tal filme era sobre o grafismo de suas cenas de mortes, que chocou as plateias. Cohen planejava outra investida neste submundo de alguma forma, e a evolução da ideia foi o “maníaco policial”.
O senso de falsa proteção é um dos conceitos mais interessantes e ambíguos do filme. E a história abre justamente brincando com esta subversão de valores. Enquanto uma jovem é perseguida pelas ruas de Nova York à noite por dois homens que tentam roubá-la, ninguém em vista parece poder ajuda-la. Tendo em mente que esta era a Nova York dos anos 80 que vemos constantemente em filmes, antes da política de tolerância zero do prefeito Rudolph Giuliani que “limpou” a cidade. Predadores espreitam a caça, e quando a mulher finalmente avista um policial na praça, correndo para seu encontro, a salvação está muito próxima, fazendo os bandidos hesitarem à distância. Porém, é o próprio policial que mata a moça quebrando seu pescoço de forma intensa. Subvertendo a expectativa do público e nos deixando sem eira nem beira.
Muitos crimes do tipo começam a ocorrer na cidade e prontamente ganham os noticiários. Obviamente, enquanto investigam o caso e não conseguem prender o culpado, os policiais de verdade não estão nada contentes com a situação, que apenas denigre sua imagem. Liderando as buscas pelo maníaco está o detetive Frank McCrae, veterano da força que usa toda sua experiência para desvendar a situação, inclusive contatos na mídia. McCrae é vivido pelo lendário Tom Atkins, favorito dos fãs de filmes do tipo da década de 80, tendo protagonizado verdadeiras pérolas cult como Fog – A Bruma Assassina (1980), Halloween 3 – A Noite das Bruxas (1982) e Noite de Arrepios (1986).
Tom Atkins força o sorriso como McCrae na cena mais engraçada de ‘Maniac Cop’.
Em paralelo temos a história de Jack Forrest, policial se comportando de forma suspeita, trazendo a desconfiança inclusive de sua própria esposa Ellen de que de fato ele seja o tal policial maníaco que vem agindo pela cidade. O início do longa propõe esta dúvida no espectador, de quem está por trás dos assassinatos, e Jack é apresentado como possível candidato. Porém, com o icônico Bruce Campbell (Evil Dead) interpretando o personagem, logo descobrimos que seu comportamento errático está relacionado a um caso extraconjugal com a colega de trabalho, a policial loira Theresa Mallory, papel da bela Laurene Landon. Os amantes irão unir forças para, ao lado de McCrae chegarem ao desfecho desta trama.
A verdadeira identidade do policial maníaco é Matt Cordell, agente da lei incorruptível que de forma certeira no melhor estilo ‘Dirty’ Harry Callahan fazia seu trabalho custasse o que fosse. Traído por seus superiores, Cordell termina preso de forma irônica justamente pelo uso excessivo da violência. Na mesma prisão de muitos dos criminosos que colocou lá, ele sofre uma emboscada e aparentemente é assassinado no local. Ressurgindo das cinzas, ele agora se vinga da cidade em si, do cidadão comum e todos que se colocam em seu caminho – como uma máquina de matar cuja motivação constantemente escorrega para o terreno do slasher, dando ênfase ao modus operandi de “monstros silenciosos” como Michael Myers e Jason, que simplesmente matam a troco de nada. Com Cordell existe um backstory, e um forte subtexto. Cordell ficou imortalizado nas formas do grandalhão Robert Z’Dar – o que torna difícil qualquer outra escalação para o papel na vindoura reimaginação.
Dura na queda. A bela Laurene Landon encara o ‘Maniac Cop’ como a policial Mallory.
Um dos momentos mais interessantes de Maniac Cop, porém, e que pode vir a ser explorado de forma mais bem trabalhada e minuciosa por um cineasta do nível de Refn, diz respeito à reação dos moradores da cidade sobre ter um policial cometendo assassinatos a esmo na metrópole aonde vivem. Em determinada cena, uma mulher é parada por um guarda em seu carro em plena luz do dia, numa rua bem vazia. Pensando que irá se tornar mais uma vítima do “maniac cop”, uma vez que está sendo noticiado em tudo quanto é canto o número cada vez mais frequentes de ataques do psicopata, a tal mulher saca sua própria arma de fogo e dispara contra o oficial que a aborda na janela do veículo sem dar tempo para que ele invista contra ela, o matando. Neste caso não era o maniac cop, e sim um policial verdadeiro qualquer. O trecho ainda abre espaço para a discussão sobre o armamento da população, realizando uma crítica muito pertinente apenas com o desenrolar da situação.
Na cena seguinte, o Comissário de polícia, papel muito bem escalado de Richard Roundtree, o primeiro e eterno Shaft, diz em um diálogo que os homens da lei agora têm mais um motivo para temer por suas vidas, como se já não tivessem suficientes. A afirmação é a forma do roteiro olhar o outro lado desta moeda, onde bons profissionais acabam sempre pagando pelos ruins. Um forte paralelo com a vida real e o que ocorre inclusive atualmente em todos os casos citados no início deste texto.
O canastrão Bruce Campbell é o policial infiel Jack Forrest, outro que se verá alvo da fúria do ‘Maniac Cop’.
Maniac Cop foi lançado em 13 de maio de 1988 e, é claro, não escapou da polêmica. Ter um psicopata em um filme de terror, tratado como o monstro da vez (e novo Jason), que na realidade é um policial uniformizado, é um tópico simplesmente inflamatório demais. Mesmo que a abordagem dos realizadores para vender a obra tenha sido meramente de um aspecto de entretenimento, Maniac Cop possui sim suas entrelinhas e cenas questionadoras de como seria se algo assim realmente acontecesse. Tanto que alguns países, como a Turquia, a palavra Cop (Policial) do título foi trocada a fim que não manchasse a reputação da instituição local.
No auge da era das videolocadoras – ou para os mais novos, a Netflix do passado -, Maniac Cop mesmo sem ter se tornado sucesso de público nos cinemas, redescobriu sua audiência ao ser lançado em VHS para ser assistido em casa. Justamente esta aura cult rendeu ao longa duas sequências, lançadas em 1990 e 1992, mas isso é assunto para um próximo texto.
O tema de Maniac Cop é fervoroso por si só, e se mostra um prato cheio para um diretor que adora incomodar, como Nicolas Winding Refn. Isso, sem esquecer o valor de entretenimento, e claro uma estética primorosa.
Agora, dez anos após ser anunciada no Festival de Cannes, o diretor Nicolas Winding Refn anunciou que se trata do seu próximo longa-metragem, e que será produzido em uma colaboração entre MUBI e Goodfellas.
Em entrevista ao Hollywood Reporter, o roteirista Zak Penn revelou que originalmente o filme ‘X-Men 2‘ adaptaria o arco da Fênix, ao invés de ‘X-Men: O Confronto Final‘.
“Eu acabei conseguindo o trabalho em X-Men 2 porque originalmente iria contar a história da Fênix.” Penn disse que convenceu o diretor Bryan Singer que não era o momento certo para o arco. “Eu disse… ‘Você construiu esse universo, e deve estabelecê-lo antes de desenvolver a Fênix.”
Penn acrescenta: “Era muito cedo para contar a história da Fênix. Eu diria que essa foi a maior contribuição que eu fiz… colocando-o em outra direção. Há várias cenas que eu escrevi que ainda estão lá.”
Recentemente, a nova adaptação do arco da Fênix, que será adaptada no filme ‘X-Men: Fênix Negra‘ foi adiada para 2019. Segundo boatos, a Fox ordenou filmagens adicionais depois do resultado dos testes de exibição.
O filme é situado em 1992, dez anos após os eventos de ‘X-Men: Apocalipse’. Agora, Mística (Jennifer Lawrence), Fera (Nicholas Hoult), Tempestade (Alexandra Shipp), Noturno (Kodi Smit-McPhee) e Mercúrio (Evans Peters) são considerados heróis nacionais. Charles Xavier (James McAvoy) consegue a capa da revista Time. Mas esse ego coloca a equipe em risco. Depois de serem despachados para uma missão no espaço, um raio solar atinge o X-Jato e esse aumento de energia desperta uma força maligna em Jean: a Fênix.
A Netflix divulgou que irá lançar os episódios da 4ª temporada de ‘RuPaul’s Drag Race All Stars‘ semanalmente na plataforma brasileira, um dia após a exibição nos EUA.
Além disso, o especial de natal do reality já está disponível!
As Queens que retornarão para a próxima temporada são: Monét X Change, Latrice Royale, Trinity Taylor, Farrah Moan, Valentina, Monique Heart, Jasmine Masters, Naomi Smalls, Gia Gunn e Manila Luzon.
Confira as belíssimas imagens promocionais:
Sobre a nova temporada, RuPaul prometeu que “vai chocar os fãs, apesar de não achar que eles ficarão tão desapontados quanto em All Stars 3. Sempre tentamos fazer algo novo e interessante, e algumas vezes não sai como você espera. Eu amo a Trixie [Mattel]. Ela é uma superstar de verdade, mas eu não esperava que as outras garotas fossem tão vingativas com a Shangela.”
‘All Stars 4‘ vai estrear no dia 14 de dezembro no canal VH1.
O último episódio de ‘Monstro do Pântano‘ (Swamp Thing) foi exibido e, embora tenha dado conclusão para alguns de seus personagens, deixou em aberto questões que seriam desenvolvidas na segunda temporada.
Uma dessas pontas soltas é destaque na cena pós-créditos, com a introdução do Homem Florônico.
Confira:
Criada por Gary Dauberman e Mark Verheiden, a série é baseada nos quadrinhos da DC Comics.
Quando a pesquisadora do Centro de Controle de Doenças, Abby Arcane, retorna à casa em que passou sua infância em Lousiana, para investigar um vírus mortal transmitido por um mistérios pântano, ela desenvolve um vínculo amoroso com o cientista Alec Holland. Mas enquanto forças poderosas descobrem o lugar, Abby descobrirá que o pântano guarda segredos místicos, horripilantes e maravilhosos.
O elenco conta com Crystal Reed, Virginia Madsen, Andy Bean, Derek Mears, Henderson Wade, Maria Sten, Jeryl Prescott, Jennifer Beals e Will Patton.
Infelizmente, a série foi cancelada depois de apenas um episódio exibido.
O longa foi dirigido por Keola Racela, com roteiro de Matt Black e Laurence Vannicelli.
Quando um grupo de jovens ingênuos trabalhando em um cinema descobrem um filme misterioso escondido no porão, eles libertam uma súcubo que está disposta a lhes dar uma aula de sexo… escrita em sangue.
O elenco conta com Evan Daves, Larry Saperstein, Jillian Mueller, Glenn Stott, Robert Tann, Bill Phillips, Katelyn Pearce e Peter Reznikoff.
O longa será lançado direto em VOD no dia 8 de maio.
De acordo com o Bloody Disgusting, o slasher polonês ‘Sem Conexão‘ (Nobody Sleeps in the Woods Tonight) ganhará sequência.
A Netflix lançará a continuação em outubro, como parte de sua programação especial de Halloween.
Bartosz M. Kowalski retorna à direção, além de também ser responsável pelo roteiro ao lado de Mirella Zaradkiewicz.
Na trama…
“Adaś é um jovem, solitário e infeliz policial em uma pequena vila em Podlasie. Ignorado por seus colegas de trabalho e pela linda Wanessa, o garoto tímido está buscando pelo seu lugar no mundo. Nessa sequência, nós também iremos descobrir mais sobre o destino de Zosia, que mostrará uma nova faceta completamente surpreendente.”
Julia Wieniawa retorna para a sequência. O elenco ainda conta com Mateusz Więcławek, Zofia Wichłacz, Andrzej Grabowski, Wojciech Mecwaldowski, Izabela Dąbrowska, Sebastian Stankiewicz e Robert Wabich star.
Vale lembrar que as duas primeiras temporadas já estão disponíveis no Star+.
Criada por David E. Kelley (‘Big Little Lies’), a série é baseada na saga de livros ‘The Highway‘, de C.J. Box.
Uma equipa de detectives privados junta-se a um ex-polícia para resolver um caso de rapto em Montana.
O elenco conta com Katheryn Winnick, Kylie Bunbury, Brian Geraghty, Dedee Pfeiffer, Omar Metwally, Anja Savcic, Janina Gavankar e Logan Marshall-Green.
A duração de ‘John Wick 4: Baba Yaga‘ finalmente foi revelada! De acordo com o Collider, o quarto longa da franquia terá 2 horas e 49 minutos (169 minutos) – tornando-se o filme mais longa da saga.
Para termos de comparação, o primeiro ‘John Wick‘ teve 1 hora e 41 minutos; ‘John Wick: Um Novo Dia para Matar‘ teve 2 horas e 2 minutos; e ‘John Wick 3: Parabellum‘ teve 2 horas e 10 minutos.
Vale lembrar que o longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 23 de março.
Relembre o trailer:
Donnie Yen as Caine in John Wick: Chapter 4. Photo Credit: Murray Close
Keanu Reeves as John Wick in John Wick 4. Photo Credit: Murray Close
O novo filme traz John Wick descobrindo um caminho para derrotar a Alta Cúpula. Mas antes que ele possa ganhar sua liberdade, Sr. Wick deve enfrentar um novo inimigo com poderosas alianças em todo o mundo e forças que transformam velhos amigos em inimigos.
Lembrando que Donnie Yen, Shamier Anderson, Bill Skarsgård, Hiroyuki Sanada, Rina Sawayama e Scott Adkins também foram adicionados ao elenco de ‘John Wick 4‘.
A sequência também trará o retorno de Laurence Fishburne como Rei dos Mendigos, Lance Reddick como Charon, o concièrge do Hotel Continental, e Ian McShane como seu empresário, Winston.
Chad Stahelski volta a dirigir e prometeu um filme à altura da franquia:
“Estamos satisfeitos com as sequências de ação e nós não queremos perder isso. Eu quero ser um diretor melhor, mas isso não quer dizer que a sequência terá menos ação,” afirmou.
O 3ª filme da franquia, ‘John Wick: Parabellum‘, se tornou um sucesso nas bilheterias, arrecadando US$ 326,7 milhões mundialmente – com um orçamento de US$ 75 milhões.
A Warner Bros. divulgar o trailer dublado de ‘Furiosa – Uma Saga Mad Max‘, pré-sequência de ‘Mad Max: Estrada da Fúria‘.
Confira:
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 23 de maio de 2024.
Estrelado por Anya Taylor-Joy e Chris Hemsworth, e dirigido pelo genial diretor vencedor do Oscar, George Miller, Furiosa: Uma Saga Mad Max é o aguardado retorno ao icônico mundo distópico criado pelo cineasta australiano há mais de 30 anos com os seminais filmes ‘Mad Max‘. Miller surpreende mais uma vez com uma nova aventura de ação original e autônoma que vai revelar as origens da poderosa personagem do sucesso global, vencedor de seis prêmios Oscar, ‘Mad Max: Estrada da Fúria‘.
Quando o mundo entra em colapso, a jovem Furiosa é sequestrada do Green Place das Muitas Mães e cai nas mãos da horda de motoqueiros liderada pelo Senhor da Guerra Dementus. Vagando pelo deserto condenado, eles encontram a Cidadela controlada por Immortan Joe. Enquanto os dois tiranos lutam por poder e controle, Furiosa terá que sobreviver a muitos desafios para encontrar e trilhar o caminho de volta para casa. Anya Taylor-Joy estrela o papel-título e, com Hemsworth, o filme também é estrelado por Alyla Browne e Tom Burke.
O filme tem direção de George Miller, que comandou o filme anterior.
A sequência ‘Sorria 2‘, estrelada pela Naomi Scott (‘Aladdin’), recebeu uma alta classificação etária (R), e só poderá ser assistida por maiores de idade.
O terror foi classificado pelo MPAA por “violência forte e sangrenta, conteúdo violento, imagens sinistras, linguagem e uso de drogas”.
O novo filme seguirá uma popstar global, Skye Riley, que começa a vivenciar eventos cada vez mais aterrorizantes e inexplicáveis. Sobrecarregada pelos horrores crescentes e pelas pressões da fama, Skye é forçada a encarar seu passado sombrio para retomar o controle de sua vida antes que ela saia do controle.
O novo filme será consideravelmente mais longo do que o terror original (1h55m), com 2 horas e 12 minutos de duração (2h1min + créditos).
Na trama…
Prestes a embarcar em uma turnê mundial, a cantora pop Skye Riley começa a viver experiências aterrorizantes e inexplicáveis. Tomada pelo horror e pela pressão da fama, Skye é forçada a confrontar seu passado para retomar o controle de sua vida antes que seja tarde demais.
O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 17 de outubro.
Parker Finn retorna à direção.
Kyle Gallner é o único que reprisa o papel do primeiro filme. O elenco ainda contará com Lukas Gage (‘The White Lotus’), Dylan Gelula (‘O Homem dos Sonhos’), Rosemarie DeWitt (‘La La Land: Cantando Estações’) e Peter Jacobson (‘Dr. House’).
O Hulu divulgou um clipe inédito do longa animado ‘Predador: Assassino de Assassinos‘ (Predator: Killer of Killers), destacando o confronto sangrento entre a criatura titular e um grupo de vikings.
A história antológica segue três dos guerreiros mais ferozes da história da humanidade: uma invasora viking guiando seu filho em uma busca sangrenta por vingança, um ninja no Japão feudal que se volta contra seu irmão samurai em uma batalha brutal pela sucessão e um piloto da Segunda Guerra Mundial que voa para para investigar uma ameaça sobrenatural à causa dos Aliados. Mas, embora todos esses guerreiros sejam assassinos, eles são apenas presas para seu novo oponente – um assassino de assassinos.
O filme animado será lançado no dia 6 de junho, no Disney+.
Dan Trachtenberg e Joshua Wassung são responsáveis pela direção.
A produção contará com as vozes de Lindsay LaVanchy, Louis Ozawa, Rick Gonzalez e Michael Biehn.
De acordo com o Deadline, Matt Dillon (‘Wayward Pines’) será o protagonista de ‘Sete Homens e Um Destino‘ (The Magnificent Seven), nova série da MGM+ baseada no filme clássico dos anos 60.
O ator interpretará Chris Adams, que se torna o líder de sete pistoleiros determinados a proteger um grupo de aldeões inocentes de um implacável latifundiário obcecado em roubar suas terras. Estoico, firme sob pressão e com um olhar inabalável que fala por si só, Chris não tem paciência para hipocrisia ou crueldade e se mantém fiel a um código moral discreto, baseado na justiça e na moderação.
O papel foi interpretado por Yul Brynner no longa original.
Tim Kring (‘Heroes’) será responsável pela adaptação.
A nova versão se passará na tumultuada fronteira americana da década de 1880.
“Tim Kring é um mestre em contar histórias,” declarou Michael Wright, chefe do MGM+. “Tim, Donald De Line, Larry Mirisch e Bruce Kaufman criaram uma série que transmite a energia de um faroeste clássico, honra o legado do filme original e reafirma seus temas atemporais sobre o poder da união contra a opressão e heróis imperfeitos que encontram a redenção ao ajudar aqueles que não podem se ajudar.”
O filme original, lançado em 1960 e baseado no clássico japonês ‘Os Sete Samurais‘ de Akira Kurosawa, contava com um elenco de peso, incluindo Charles Bronson, Steve McQueen e Eli Wallach. O sucesso do longa gerou mais três sequências e uma série de televisão exibida entre 1998 e 2000.
Um remake de ‘Sete Homens e Um Destino‘, estrelado por Denzel Washington e Chris Pratt, foi lançado em 2016, mas falhou em causar uma impressão duradoura nos críticos e no público.
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