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‘Fuga de Pretória’: Filme com Daniel Radcliffe será exibido na TNT nessa semana; Veja o horário!

A TNT apresenta no próximo dia 23 de outubro, às 22h30, o filme ‘Fuga de Pretória‘, o mais novo longa com o selo Particular Crowd, sob a marca TNT Original.

O drama baseado na história real de Tim Jenkin e Stephen Lee, interpretados por Daniel Radcliffe e Daniel Webber, respectivamente, conta a saga de dois prisioneiros condenados por ações contra o movimento apartheid no final da década de 1970.

Dirigido por Francis Annan e inspirado na autobiografia de Jenkin, o filme retrata a tentativa de fuga da prisão de segurança máxima de Pretória, na África do Sul. O elenco traz ainda Ian Hart e Mark Leonard Winter.

A estreia de ‘Fuga de Pretória‘ marca o retorno dos filmes originais da TNT todas as sextas, às 22h30.

Crítica | Fuga de Pretória – Daniel Radcliffe se despede de ‘Harry Potter’ e surpreende em novo filme

Assista ao trailer:

Sinopse: A extraordinária história real de dois homens sul-africanos rotulados de terroristas e presos em 1978 por sua participação em operações secretas contra o apartheid, que decidiram escapar da prisão de segurança máxima de Pretória.

Valor da assinatura do Disney+ vai aumentar

A Disney está preparando uma série de novos conteúdos originais para os cinéfilos e após anunciar diversos projetos para o universo de ‘Star Wars‘, Disney Animation, MCU, dentre outros, a empresa revelou ao mundo que sua mensalidade da plataforma Disney+ sofrerá um aumento em 2021.

O aumento, que será bem pequeno para o assinante, é também uma forma da Disney arrecadar os investimentos necessários para impulsionar a produção de todos os novos conteúdos originais recém anunciados.

O acréscimo na mensalidade será de apenas US$ 1, elevando os valores de US$ 6,99 para US$ 7,99. A taxa anual do Disney+ passará de US$ 69,99 para US$ 79,99.

Ainda não se sabe de que forma o aumento refletirá na versão brasileira do serviço de streaming, mas a expectativa é de que os assinantes locais também sejam futuramente contemplados com uma nova cobrança.

De acordo com o Comic Book, a Disney+ ultrapassou oficialmente a marca de 100 milhões de assinantes pelo mundo em tempo recorde.

Lançado em novembro de 2019, o serviço de streaming alcançou um rápido sucesso com aclamadas produções originais, como ‘O Mandaloriano’, o musical ‘Hamilton‘ e a recente ‘WandaVision’.

Além de disponibilizar títulos que seriam lançados originalmente nos cinemas, como a versão live action de ‘Mulan‘ e as animações ‘Soul’ e ‘Raya e o Último Dragão’.

Com um catálogo recheado de produções da Marvel, Lucasfilm, Pixar, National Geographic e vários outros estúdios, a Disney+ é um dos serviços de streaming mais populares da atualidade, ao lado da Netflix e da Amazon Prime.

‘Deep Water’: Suspense erótico com Ana de Armas e Ben Affleck será lançado no Brasil direto no Amazon Prime

Depois de ter seu lançamento cancelado pela 20th Century Studios, o suspense erótico ‘Deep Water’, estrelado por Ana de ArmasBen Affleck encontrou um novo lar.

Segundo o Deadline, o longa-metragem foi adquirido pela plataforma de streaming Hulu, que cuidará da exibição doméstica da produção.

Amazon Prime Video ficará responsável pelo lançamento internacional, incluindo a estreia do filme no streaming do Brasil.

Entretanto, uma nova data não foi anunciada.

Na trama, Vic e Melinda Van Allen são um jovem casal atraente, cujos jogos mentais sofrem uma reviravolta quando as pessoas ao seu redor começam a aparecer mortas. O casal evita o divórcio em um casamento sem amor, permitindo que cada um tenha seus próprios amantes, mas tudo fica conturbado quando a fachada da vida suburbana americana é exposta.

O longa é baseado no livro homônimo escrito por Patricia Highsmith e será o primeiro filme do diretor Adrian Lyne em quase duas décadas. Uma das suas produções mais famosas é ‘Atração Fatal‘.

O elenco ainda conta com Tracy LettsRachel BlanchardDash MihokJacob ElordiKristen Connolly, Jade Fernandez e Lil Rel Howety. 

‘One Piece Film: Red’ ULTRAPASSA ‘Dragon Ball Super: Super Hero’ como maior bilheteria de anime no Brasil em 2022

One Piece Film: Red‘ se tornou a maior bilheteria para um filme de anime lançado no Brasil em 2022.

Segundo o FilmeB, o filme fez 347 mil em público e arrecadou R$ 6 milhões em sua terceira semana em cartaz. Com o valor, a produção lançada pela Diamond Films ultrapassou ‘Dragon Ball Super: Super Hero‘, que vendeu 331 mil ingressos e arrecadou R$ 5,7 milhões.

O sucesso de ‘One Piece Film: Red‘ nos cinemas comprova a aposta da Diamond Films em trazer conteúdos inovadores para os cinemas brasileiros.

“Construímos uma campanha criativa e assertiva com o objetivo de diferenciar o filme de outros conteúdos da marca, que estão disponíveis em diversas plataformas, e levar um público amplo e diverso para as salas de cinema. O resultado alcançado mostra que, não apenas conseguimos isso, mas reforça que o cinema-experiência é uma grande alternativa para a instabilidade que vivemos hoje como mercado. One Piece Film Red é mais um exemplo de sucesso da nossa estratégia e traz um resultado muito relevante para o ano da distribuidora.”, conta Gabriel Gurman, diretor geral da Diamond Films Brasil e CEO da Galeria Distribuidora.

O filme continua em exibição nos cinemas nacionais.

Assista ao trailer:

A trama mostra os Chapéus de Palha conferindo o show de uma grande cantora chamada Uta. Porém, o grupo é pego de surpresa com a descoberta de que a musicista tem ligação com uma figura próxima a Luffy.

 

Cinemas são NOTIFICADOS após exibirem ‘Assassinos da Lua das Flores’ com intervalo

O diretor Martin Scorsese não incluiu um intervalo em ‘Assassinos da Lua das Flores‘. Com 3 horas e 26 minutos de duração, esse é o filme mais longo da carreira do diretor.

Mas isso não impediu que vários cinemas ao redor do mundo inserissem um, com intervalos que variam entre seis e 15 minutos.

A UCI Cinemas que todos os seus quase 80 cinemas na Alemanha, Itália e Portugal, incluíram um “intervalo de seis minutos no meio do filme.”

No entanto, eles acabaram com o intervalo depois de terem problemas com a Paramount, distribuidora do filme, e a Apple Original Films. As empresas têm contactado cinemas e pedindo para eles não colocarem intervalo no meio do filme.

Thelma Schoonmaker, editora do filme e colaboradora de longa data de Scorsese, disse ao The Standard: “Entendo que alguém esteja executando o filme com um intervalo que não está certo. Isso é uma violação, então tenho que descobrir.”

Relembre o trailer e as avaliações:

“Com quase 3 horas e meia de duração, ‘Assassinos da Lua das Flores’ está em uma alta classificação no cânone de Scorsese do século 21, mas pede aos espectadores paciência substancial” – Irish Times.

“[O filme] é um soco no estômago rápido, feroz e sem remorso” – Slashfilm.

“Parece uma ferida aberta até o fim” – New York Magazine/Vulture.

“Esse é um filme de decadência e violência desapaixonada, uma extensa rede de complacência e podridão com um elenco rotativo de personagens coadjuvantes e algumas participações especiais surpreendentes ao longo do caminho” – iNews.co.uk.

“Talvez um filme muito bom e desigual, em vez de um inequivocamente ótimo” – Little White Lies.

Escrito por Eric Roth (‘Duna’), o filme será lançado em circuito limitado nos EUA no dia 6 de outubro, com sua estreia principal marcada para o dia 20 do mesmo mês. Após uma janela de aproximadamente 30 dias, o longa será lançado na Apple TV+. No Brasil, não há data de estreia confirmada.

O grandioso elenco ainda conta com Brendan Fraser, John Lithgow, Jesse PlemonsJason IsbellSturgill SimpsonLouis CancelmiWilliam Belleau, Tatanka MeansMichael Abbott Jr.Pat Healy e Scott Shepherd.

Lupita Nyong’o pode viver Tiana no live-action de ‘A Princesa e o Sapo’, apontam rumores

Segundo o famoso insider Daniel RPK, a vencedora do Oscar Lupita Nyong’o está sendo cotada para interpretar Tiana no remake em live-action de ‘A Princesa e o Sapo’ (via Disney Plus Informer).

Nyong’o é conhecida por seu aclamado trabalho em obras como ’12 Anos de Escravidão’‘Nós’‘Pantera Negra’.

Vale lembrar que as informações não foram oficialmente confirmadas pela Walt Disney Studios (tanto da escalação da atriz quanto do desenvolvimento do live-action), então, considere-as apenas como rumores.

O longa-metragem original foi lançado em 2009 e trouxe John MuskersRon Clements como diretores.

Trabalhadora e ambiciosa, Tiana sonha um dia abrir o seu próprio restaurante em Nova Orleans. Seus planos tomam um rumo diferente quando ela conhece o príncipe Naveen, que foi transformado em sapo pelo maldoso Dr. Facilier. Porém, o príncipe sapo tem esperanças de se tornar um humano novamente se Tiana beijá-lo.

Anika Noni RoseBruno CamposMichael-Leon WooleyJim CummingsJennifer CodyJohn GoodmanJenifer Lewis e outros fizeram parte do elenco de dublagem.

A produção foi aclamada pela crítica especializada, conquistando 85% de aprovação no Rotten Tomatoes e três indicações ao Oscar (incluindo Melhor Animação). Além disso, fez um estrondo de bilheteria ao arrecadar US$271 milhões ao redor do mundo.

Denzel Washington NÃO ASSISTE seus próprios filmes e revela o motivo inusitado…

Em entrevista ao The Times, Denzel Washington revelou que nunca assiste aos seus próprios filmes, uma postura compartilhada por outros atores.

Ao explicar o motivo, o astro de Hollywood afirmou que evita assistir aos seus longas porque tende a focar apenas no que fez de errado nas cenas.

Tudo o que você vê é o que você fez de errado. Além disso, por que você faria isso de qualquer maneira?”, declarou Denzel Washington.

Vale lembrar que o trabalho mais recente de Denzel Washington foi ‘Gladiador II’, sequência do épico estrelado por Russell Crowe.

O ator foi considerado esnobado pelo Oscar por não ter sido indicado ao Oscar pelo trabalho.

O filme está em exibição nos cinemas nacionais.

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Crítica | Game of Thrones 08×05 – The Bells

PEGA FOGO CABARÉ!

 

Para muitas pessoas, o quinto e penúltimo episódio de Game of Thrones – GoT não desceu bem. Mas, desta vez, por um acerto dos roteiristas. Conforme falei na live de domingo, foi um episódio muito bom, apesar dos quatro episódios anteriores. Vamos começar pela parte técnica, que é a mais bem executada.

O massacre de Porto Real foi dirigido por Miguel Sapochnik, o mesmo da Batalha dos Bastardos e da (incompreensível) Batalha de Winterfell. Neste último domingo, a direção acertou a mão. Tudo que lhe coube foi, pelo menos, satisfatório. A computação gráfica do exército invadindo Porto Real ficou evidente, mas foi funcional; o voo do Drogon e a destruição da cidade ficaram plausíveis e a opção por dar um tom de lava para o fogo afastou os riscos do fogo digital.

A organização dos eventos e a alternância dos pontos de vista durante a batalha deram bom ritmo ao episódio. O começo com os preparativos tanto dos exércitos quanto de personagens como Jaime (Nikolaj Coster-Waldau), Arya (Maisie Williams) e Sandor (Rory McCann) gerou uma tensão crescente.  A chegada de Daenerys (Emilia Clarke) com seu poder Dracarys foi a apoteose para os fãs da série: a estratégia de Cersei (Lena Headey) começando a ruir e os bonzinhos virando o jogo. A cena da derrubada dos protões e destruição da Companhia Dourada – quebrando a expectativa do público – entra para os grandes momentos da série.

A sequência manteve o ritmo intercalando entre a batalha aérea e o solo, entre a ação e a introspecção de Tyrion e a negação de Cersei. Quando a guarda Lannister larga as armas e os sinos dobram, a montagem segura a ação por tempo suficiente para fazer o público acreditar que tudo tinha terminado. Para, em seguira, assistirmos o Dracarys mais dolorosa da série. Enfim, toda a sequência teve um bom acabamento visual e um excelente ritmo.

Foi o segundo ataque do dragão que deixou muita gente com gosto ruim na boca. A direção fez questão de focalizar os inocentes – especialmente crianças. Até hoje, as explosões de cólera de Daenerys eram vistos de longe ou contra aqueles que chamávamos de vilões. Foi apenas na temporada passada, especialmente no quarto episódio, que vimos a dor que o fogo de dragão provoca. Em temporadas anteriores, eram muito mais destacados os dragões do que as suas vítimas. Lembram da derrubada de Astapor? Como uma campanha política, vimos a apoteose, enquanto a devastação ficava fora do quadro. Ao optar por mostrar tantas famílias sofrendo pelo poder Dracarys, a série queria deixar claro que a Mãe dos Dragões havia sucumbido à loucura Targaryen. E aqui, vamos entrar no roteiro…

Ao contrário da direção, o roteiro do episódio teve altos e baixos, e os grandes momentos não são devido ao que foi feito nesta oitava temporada. Embora a temporada tenha destacado muito a loucura Targaryen, a reação de Daenerys só é plausível porque conseguimos mapear a loucura familiar nas temporadas passadas. Seja por diálogos ou ações, a insanidade da personagem vinha sendo construída. Embora muito mais aprofundado nos livros, a loucura Targaryen esteve presente ao longo da série. O que se fez foi esconder a possível insanidade de Dany por de baixo de boas ações e cortinas de apoteose. Quando ela entrou na fogueira junto com o corpo de Khal Drogo (Jason Momoa), não tinha como ter certeza de que os ovos de dragões chorariam. Muitos dos seus antepassados morreram tentado fazer isso. Só não encarávamos isso como um gesto de loucura porque os dragões nasceram e a fantasia se sobrepôs.

Muito da insanidade da personagem foi mesclada com suas ações mais violentas contra os seus inimigos. Impiedosa, ela sempre se guiou pela ideia de que seus inimigos deveriam ser subjugados. Acontece que, até a sétima temporada, os inimigos eram caracterizados como figuras vis e ela ainda ajudava os desfavorecidos – e nada entorpece mais nossa leitura da realidade do que ver alguém (especialmente um político) dando pão e circo aos humilhados e ofendidos.

Não bastasse isso, tivemos as visões da Daenerys na segunda temporada e as de Bran em temporadas mais recentes, todas indicando um final trágico para Porto Real. E dentre as poucas coisas bem construídas nas últimas duas temporadas, temos a desconfiança da Mãe dos Dragões em relação aos conselhos de Tyrion (Peter Dinklage). Ele fracassou sempre em suas tentativas de orquestrar um desfecho diplomático. Por que ela deveria acreditar que, desta vez, seus conselhos trariam sucesso?

Outro elemento para justificar a sua ira: Porto Real simboliza a destruição da sua família. Quando ela estava observando a cidade do lombo do dragão, consegui sentir a dor da personagem. Toda a tragédia da sua família passou pela sua cabeça. Por que ela perdoaria uma cidade que tanto mal lhe fez? Daenerys tratou seus inimigos como sempre tratou, com fogo e violência. Acontece que desta vez, a câmera focalizou nos inocentes.

Além de todo o arco da personagem, a série sempre se esmerou em mostrar o caráter nocivo do Trono de Ferro. O pensador britânico Lord Acton dizia que “o poder tende a corromper, e o poder absoluto corrompe absolutamente”. A maioria dos que perseguiam o poder acabavam se corrompendo. E aqueles que perseguiam o Trono de Ferro eram destroçados. Como uma doença, a sede pelo Trono de Ferro devastou os Baratheon, os Targaryen, os Lannister e parte dos Stark – justamente aqueles que mais se envolveram com o jogo dos tronos. Por que apenas Daenerys, que demonstrou suas fragilidades, sairia ilesa?! Por essas e outras que torço para o Trono de Ferro seja destruído ao final da série, junto com todo o sistema político de Westeros.

Mesmo com todos esses elementos, entendo quem critique a mudança da personagem por falta de base do roteiro. Isto porque, nas sétima e oitava temporadas, as mudanças da personagem foram muito rápidas, desrespeitando o tempo que GoT sempre dedicou para construção de personagem. Mas, ser subdesenvolvido não é sinônimo de falta fundamentos. Certamente se a série tivesse tido os 10 episódios nas duas últimas temporadas, esse arco da loucura seria mais convincente.

Problemático mesmo foi como o roteiro trabalhou Tyrion nestes dois últimos episódios. No quarto episódio, quando ele contou para Varys (Conleth Hill) a origem de Jon Snow (Kit Harington), tudo indicava que eles iriam trabalhar para uma solução diplomática, ainda que discordassem – algo bem coerente com o universo da série. Porém, neste quinto episódio, o roteiro decidiu emburrecer Tyrion (alguns diriam, mais ainda) e fazer ele entregar Varys, algo incoerente com a sua personalidade.

Bem mais coerente foram os arcos da Arya e dos irmãos Clegane. Finalmente vimos Sandor, o Cão, enfrentando seu irmão Gregor, o Montanha (Hafþór Júlíus Björnsson). E vimos com clareza como ficou o Montanha depois da intervenção de Qyburn (Anton Lesser). A luta entre eles foi épica e digna da série e da trajetória dos personagens. Em paralelo, acompanhamos Arya tentando sobreviver em meio a ira de fogo lançada por Daenerys. A montagem fez questão de expor a proximidade entre o Cão e a Arya. Porém, se ele encerrava sua jornada, enfrentando seus medos, a guerreira Stark aliviou-se do peso da vingança e parece ter ganhado mais um objetivo para perseguir: após testemunhar as loucuras da Mãe dos Dragões, ela terá participação decisiva no capítulo final.

O desfecho mais controvertido foi o de Cersei: soterrada ao lado de Jaime. Talvez tivesse sido mais catártico se ela tivesse sido engolida pelo Drogon. Porém, a sua postura até o fim foi coerente com o arco da personagem, sempre se negando a vergar, mas desabando depois que perder tudo. Também, sua morte foi coerente com a ironia que a série traz: fazer a gente sofrer com a morte de quem amamos, sem nem sempre nos recompensar com uma morte sofrida para aqueles que odiamos.

Enfim, entramos na semana final de GoT. Infelizmente, até aqui, tivemos uma temporada fraca e viciada em facilitações de roteiro. O final para mim é imprevisível, não porque a série construiu a dúvida em nós, mas porque os produtores foram extremamente competentes em jogar fora qualquer coerência em nome de algum desfecho impactante. Com roteiristas assim, qualquer coisa pode acontecer, até o Bran (Isaac Hempstead Wright) virar o Rei da Noite e assumir o Trono de Ferro… enfim, Dracarys no Cabaré!

E aí, o que achou deste episódio? Os rumos da série são coerentes? Está torcendo para acharem a Cersei viva para ela ser torturada no episódio final? Também achou cafona o cavalo branco no final? Também achou patética a luta entre Jaime e Euron?

Durante toda a temporada, ao final de cada episódio, eu, Bruno Fai e Rafa Gomes estaremos conversando ao vivo sobre o a série. O bate papo do quinto episódio vocês podem conferir aqui. E não deixem de comentar, compartilhar a resenha e curtir as nossas redes sociais:

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BUG DO MILÊNIO! ‘Matrix’, ‘Gladiador’, ‘O Auto da Compadecida’ e os filmes que marcaram a virada do século…

Com a ameaça do ‘bug do milênio’ nos pensamentos de muitas pessoas, a virada de 1999 para 2000 se tornou um período de dúvidas sobre os caminhos dali pra frente. 1999 também foi o ano em que Renato Marafon fundou o CinePOP, por causa de ‘Pânico 3‘ – que acabou sendo adiado para 2000.

No mundo do cinema, ótimos lançamentos fizeram parte dessa época. Para relembrar alguns desses, segue abaixo uma lista com um montão de filmes queridos por muitos de nós:

‘Matrix 5′, Todo Mundo em Pânico 6’, ‘O Diabo Veste Prada 2’ e as Sequências Esperadas que Estreiam em Breve

Matrix

Chegaria em maio de 1999 nos cinemas brasileiros um filme que se tornaria um dos mais impactantes longas-metragens de ficção científica daquela década. Na trama, acompanhamos um brilhante programador de computadores que começa a desconfiar da própria realidade e logo após acaba conhecendo alguns personagens que o mostram um universo completamente novo com direito a um temido sistema de inteligência artificial.

 

O Auto da Compadecida

O malandragem de uma boa história. Divertido, empolgante, com personagens inesquecíveis que aborda a cultura popular, a tradição religiosa, a amizade, o amor no mais puro sentido desse sentimento, O Auto da Compadecida foi lançado nos cinemas brasileiros em setembro do ano 2000 dirigido por Guel Arraes. Baseado em um clássico homônimo da cultura nordestina brasileira escrito por Ariano Suassuna, além de outros dois contos do famoso escritor, O Santo e a Porca e Torturas de um Coração, todos de meados da década de 50, o filme foi um grande sucesso de público e crítica levando mais de 2 milhões de pessoas às salas de cinema de todo o Brasil.

 

Gladiador

Um pouco mais de duas décadas atrás chegava aos cinemas pelas mãos do sempre competente Ridley Scott um filme que marcaria gerações de amantes da sétima arte nos trazendo o contexto de sangue e dor de um general romano que traça uma jornada cheia de obstáculos motivado por um espírito de vingança em meio ao caos da ambição na figura de um rei assassino e não declarado. Com uma visão bastante próxima de uma Roma Antiga, todo o circo do entretenimento da época associada à uma luta de vida e morte numa enorme arena, as intrigas políticas, alguns personagens que realmente existiram mas com novas interpretações, Gladiador venceu cinco Oscars e até hoje é lembrado como um dos mais grandiosos e elogiados blockbusters.

 

Círculo de Fogo

Na trama, ambientada em tempos da mais terrível das guerras, conhecemos a saga do atirador de elite russo Vassili Zaitsev (Jude Law) que é transformado em herói, fato esse que o faz ser perseguido por um major dos alemães durante a Batalha de Stalingrado.

 

O Náufrago

As invertidas que a vida nos traz. Mostrando todas as facetas de uma luta pela sobrevivência em um ambiente não preparado para mentes fracas, no exato ano de 2000 chegava aos cinemas de todo o mundo o longa-metragem dirigido por Robert Zemeckis, O Náufrago. Na trama, conhecemos um simpático, querido e dedicado funcionário da Fedex que se vê em uma grande enrascada quando o avião em que ele estava, indo para a Malásia, acaba caindo sobre o Oceano Pacífico durante uma tempestade. Ele acaba sendo o único sobrevivente e consegue chegar até uma ilha deserta onde precisará ter muita força e criatividade para vencer os medos frequentes.

 

O Colecionador de Ossos

No final da década de 90, chegaria aos cinemas de todo o mundo um filme de suspense, repleto de reviravoltas e protagonizado por Denzel Washington e Angelina Jolie, O Colecionador de Ossos. Na trama, acompanhamos a saga de uma jovem policial e um especialista em criminologista forense que perseguem através de pistas enigmáticas um cruel Serial Killer.

 

O Talentoso Ripley

Filmaço lançado no final da década de 90, O Talentoso Ripley nos mostra um jovem invejoso chamado Tom Ripley (Matt Damon) que tem o estranho hábito de imitar e se fazer passar por outras pessoas. Ele recebe uma missão de ir buscar o filho de uma pessoa na Itália. Baseado na obra homônima da escritora texana Patricia Highsmith.

 

Beleza Americana

Dirigido pelo ótimo Sam Mendes, Beleza Americana, um dos filmes mais marcantes na carreira de Annette Bening, nos mostra a trajetória de um homem em total crise no seu presente fato que altera o cotidiano de sua família de classe média americana.

 

À Espera de um Milagre

Na trama, conhecemos Paul Edgecomb (Tom Hanks) que mora em um asilo e resolve contar segredos do seu passado para uma amiga. Assim, conhecemos sua vida anos atrás, quando era carcereiro da equipe que cuidava do chamado ‘corredor da morte’ de uma prisão norte-americana durante a grande depressão da década de 30. Entre idas e vindas de prisioneiros e suas histórias, uma em especial ele jamais esqueceu: a de John Coffey (Michael Clarke Duncan), um gigante gentil que tem um dom inexplicável de cura. Conforme vai chegando o dia da execução de John, Paul busca soluções para ajudar de alguma forma o novo amigo.

As Virgens Suicidas

Em 1999, Sofia Coppola lançaria seu primeiro e impactante projeto na direção, As Virgens Suicidas. O filme nos mostra a história de algumas irmãs que moram em um subúrbio dos Estados na década de 70. O elenco é excelente, nomes como: James Woods, Kathleen Turner, Kirsten Dunst, Josh Hartnett e Danny DeVito.

 

As 10 Melhores Séries de Comédia da Atualidade

Comédia é um gênero menosprezado. Não levado a sério (com o perdão da obviedade e do trocadilho) por muitos críticos e grande parte do público. E não estamos apenas nos referindo ao cinema. No entanto, o que muitos não imaginam é a dificuldade de se fazer humor. E o humor bem feito deve ser enaltecido. Muitos não dão crédito por não conseguirem rir de algumas obras – a culpa nestes casos não é da comédia, mas da falta de talento dos envolvidos para extrair humor de tais situações.

Pensando nisso e como forma de homenagear este gênero tão importante e pouco valorizado, resolvemos criar nossa nova lista. O foco aqui é a telinha, séries de TV – a febre do momento, rivalizando inclusive com o cinema. Como sempre, nossa lista tenta ser a mais eclética possível, pegando a opinião, não dos críticos ou nossa própria, mas do grande público. Afinal, a voz do povo é a voz de Deus.

Com a ajuda de nossos colegas do IMDB, selecionamos os programas humorísticos de ficção (não contamos documentários, talk shows ou qualquer outro formato) ainda em exibição (não contamos seriados que já acabaram também) mais bem avaliados por você.

Então se preparem para conhecer, pois aqui vão as melhores séries de comédia da atualidade.

Ps, todos os programas apresentados na lista se enquadram na definição comédia – mesmo os que não pareçam. Não esqueça de comentar, dizendo seus preferidos.

10 | Brooklyn Nine-Nine

Conhecido no Brasil como Lei & Desordem, a comédia policial foi criada por Michael Schur (oriundo do Saturday Night Live) em parceria com Dan Groor. Schur também foi o responsável pela criação de outras famosas séries cômicas, vide Parks and Recreation (2009-2013) e a recente The Good Place (2016-presente).

No ar desde 2013, a história apresenta Jake Peralta, papel de Andy Samberg (igualmente cria do SNL), um imaturo, porém, muito eficiente detetive de polícia de Nova York, da 99ª DP do Brooklyn. Ao ser transferido para o local, ele começa a bater de frente com seu novo chefe, o sério e pomposo Capitão Ray Holt (Andre Braugher). O divertido e eterno “pai do Chris”, Terry Crews, também faz parte do elenco.

Uma curiosidade é que embora adorado, o programa foi cancelado pela FOX em maio deste ano. No entanto, a série foi logo fisgada pela rede NBC para mais uma temporada (a sexta) de 13 episódios. A série é vencedora de dois Globos de Ouro (2014), melhor ator de comédia para Samberg e melhor série de comédia.

09 | Inside nº 9

Tá certo, esta aqui pouquíssimos no Brasil irão conhecer. No entanto, gente suficiente a conhece a ponto de elegê-la como a nona melhor comédia da atualidade. Trata-se de uma produção britânica da BBC, o que por si só já se torna certa barreira para os brasileiros – já que os programas do canal nem sempre chegam por aqui.

No ar desde 2014, o programa exibiu sua quarta temporada em janeiro deste ano, sempre num total de seis episódios por temporada, e já tem seu quinto ano prometido para 2019. Criado pelos humoristas Reece Shearsmith e Steve Pemberton, que também protagonizam, a ideia da série é bem criativa. Uma comédia de antologia, dona de humor tipicamente britânico, os episódios se fecham neles mesmos, nunca repetindo história ou personagens.

O gancho aqui é a brincadeira com outros gêneros, como o crime, o suspense, o terror e o drama. A única ligação é que todos os episódios se passam num único ambiente, seja uma casa, um camarim, um apartamento ou uma mansão, e sempre de número 9 (daí o título do seriado). Inside nº 9 é basicamente uma peça curta filmada.

08 | Modern Family

Voltando para os holofotes de uma série famosa, o programa da rede ABC, criado por Steven Levitan e Christopher Lloyd (que não é o ator de De Volta para o Futuro), já está no ar desde 2009 e exibe sua décima temporada a partir do dia 26 de setembro deste ano. Mas não pense que é muito, já que os fãs querem mais e o programa se encontra renovado para a décima primeira temporada no ano que vem.

Conhecida com o título literal Família Moderna no Brasil e protagonizada pela colombiana Sofía Vergara e pelo eterno Al Bundy, Ed O´Neill, a série fala sobre três famílias muito diferentes, porém, relacionadas, enfrentam julgamentos e atribulações de sua própria e cômica maneira. A série foi indicada cinco vezes ao Globo de Ouro e levou em 2012. Vergara teve quatro indicações e ainda não conseguiu sair vitoriosa. O mesmo vale para o ator Eric Stonestreet, que vive Cameron nas telas, com três indicações sem vitória.

07 | Silicon Valley

O vale do Silício, como é conhecida a área na Califórrnia que abriga as maiores empresas de informática do país, é o objetivo de todo jovem gênio que sonha em se tornar milionário, ou quem sabe bilionário, inspirados por Bill Gates, Steve Jobs e Mark Zuckerberg. E é onde temos como foco esta nova criação de Mike Judge, o sujeito por trás de Beavis e Butt-Head (1993-2011). Em parceira com John Altschuler e Dave Krinsky, Judge apresenta o universo de Richard Hendricks (Thomas Middleditch), um engenheiro tentando desenvolver sua própria companhia.

No ar desde 2014, a série exibiu sua quinta temporada entre março e maio deste ano e já tem engatilhado o sexto ano. A produção da HBO foi indicada dois anos ao Globo de Ouro (2015 e 2016), mas não levou o prêmio.

06 | Atlanta

This is Atlanta, don´t catch you slippin´up, don´t catch you slippin´up”. Antes de parar o mundo com a música This is America, de seu alter ego Childish Gambino, Donald Clover criava Atlanta e lançava o programa em 2016. Com um intervalo de quase dois anos entre sua primeira e segunda temporada, o programa exibido pelo canal FX já prepara um terceiro ano para 2019.

Esta não é uma comédia convencional, no entanto, seguindo mais a linha de dramédia e humor ácido. O tema aqui é a representatividade racial, com o cenário de Atlanta, capital e cidade mais populosa do Estado da Geórgia, como pano de fundo. Na trama, Glover vive Earn, que ao lado do primo Alfred (Brian Tyree Henry), deseja trabalhar com a indústria da música rap.

Um dos destaques do programa é a presença da carismática e bela Zazie Beetz, que aos poucos começa a explodir Hollywood – tendo marcado presença este ano no sucesso Deadpool 2 (como Domino) -, na pele de Van, namorada do protagonista. Atlanta levou os Globos de Ouro de melhor comédia e melhor ator de comédia para Glover. E pode ter certeza que novas indicações e novos prêmios estão a caminho.

05 | Shameless

Um dos temas mais abordados por séries em geral é a família. Esta, no entanto, possui uma curiosa reviravolta. Shameless (na tradução livre “Sem Vergonha”), criada por John Wells e Paul Abbott –  exibida pelo canal Showtime – fala justamente sobre uma família disfuncional, onde o patriarca é um alcoólatra que vive entorpecido – papel de William H. Macy.

Neste clã irlandês, é Fiona, a filha mais velha de seis irmãos, quem precisa assumir a função da figura responsável e tomar conta de todos. A bela Emmy Rossum (O Fantasma da Ópera, 2004) é quem interpreta a personagem, numa atuação ousada – na qual precisa se despir constantemente para personificar as aventuras sexuais de Fiona.

A série exibiu a segunda metade de sua oitava temporada no início deste ano e já aquece os motores para a nona, que estreia agora no início de setembro. Shameless, no entanto, só foi indicada para dois prêmios no Globo de Ouro, em 2015 e 2018, para William H. Macy como ator de comédia.

04 | The Marvelous Mrs. Maisel

A série mais recente da lista, esta nova criação de Amy Sherman-Palladino (Gilmore Girls) chegou chutando a porta e se mostrando um enorme sucesso. Mrs. Maisel estreou em 2017 no canal de streaming Amazon Prime Video e apresenta a história da personagem título, uma dona de casa da década de 1950 que decide se tornar comediante, fazendo shows de stand-up.

Quem comanda na frente das câmeras é Rachel Brosnahan, em sua grande chance nas telas. Tudo isso apenas com uma temporada lançada. Isso que é prestígio.

A segunda não irá demorar e já tem estreia prometida para este ano. E uma terceira está engatilhada para 2019. A quarta série de comédia atual mais bem avaliada pelos fãs, já tem dois prêmios Globo de Ouro na estante: melhor seriado de comédia e melhor atriz de comédia para Brosnahan.

Crítica | The Marvelous Mrs. Maisel – Inteligente, feminista e afiada

03 | Curb Your Enthusiasm

Mais conhecido pelo título Segura a Onda por aqui, esta é a série mais antiga da lista, com uma primeira temporada datando de 2000. Trata-se de uma criação de Larry David, a mente por trás da melhor série cômica de todos os tempos – na humilde opinião deste que vos fala (e de muitos outros) -, Seinfeld (1989-1998).

Além de um dos criadores da série antiga citada, David também foi a persona de Woody Allen (muito similar à sua própria) no filme Tudo pode dar Certo (2009). Aqui, o criador interpreta a si mesmo e o programa narra as suas desventuras, ao lado de amigos e desconhecidos. Em alguns episódios, inclusive, os atores de Seinfeld fazem participação.

Por se tratar de uma série da HBO, o programa costuma intercalar sua exibição entre alguns anos. Por exemplo, apesar de ter estreado em 2000, o programa irá exibir este ano apenas a sua décima temporada. Segura a Onda venceu o Globo de Ouro de comédia em 2003, e David foi indicado três vezes.

02 | It´s Always Sunny in Philadelphia

Segura a Onda pode ser a série mais antiga da lista, mas este programa de título longo é o dono de mais temporadas. A série criada por Glenn Howerton e Rob McElhenney, já está no ar desde 2005 no canal FX e acumula doze temporadas, indo para a décima terceira no início de setembro.

Fora isso, a décima quarta está prometida para 2019. Além dos criadores do programa, que também protagonizam na frente das telas, temos os nomes de Charlie DayDanny DeVito (os mais conhecidos do elenco) e Kaitlin Olson como cinco amigos de grande ego e atitudes arrogantes, que são donos de um pub irlandês na Filadélfia.

It´s Always Sunny… é a segunda comédia atualmente no ar mais bem avaliada na opinião do público. O programa, apesar de ter sido indicado para três prêmios no Emmy, nunca foi indicado ao Globo de Ouro.

01 | Arrested Development

E o primeiro lugar da lista fica com a série criada por Mitchell Hurwitz. Extramente cultuada, Arrested Development, conhecida no Brasil como Caindo na Real, estreou em 2003 e segue no ar após um grande hiato. Contando com grandes nomes no elenco, a série foi o divisor de águas na carreira de gente como Jason Bateman, por exemplo, que vive o protagonista Michael Bluth.

Na trama, o patriarca George Bluth (Jeffrey Tambor) vai preso e cabe ao equilibrado Michael assumir os negócios da família. Mais uma série de temática familiar, Arrested Development se diferencia por sua pegada de “documentário falso”, com depoimentos dos personagens para a câmera e imagem tremida. Além de Tambor e Bateman, fazem parte do clã: Michael Cera, Portia de Rossi, Will Arnet, Jessica Walter e Tony Hale. O diretor Ron Howard é quem narra o programa.

A curiosidade sobre o programa fica por conta do cancelamento da FOX, seu canal original, após as três primeiras temporadas (2003 a 2006). Depois disso, pensou-se em fazer um longa-metragem, mas adiamentos foram mostrando que o público cada vez mais esfriava e que um filme lançado com um hiato tão grande podia fracassar.

Assim, em 2013, a Netflix, também conhecida como a melhor casa para resgatar seriados do ostracismo, trouxe a série de volta – com uma quarta temporada que se tornou, ao lado de House of Cards e Hemlock Grove, uma das primeiras produções originais da empresa a ser indicada ao Emmy. A primeira metade da quinta temporada foi ao ar em maio deste ano e a segunda é prometida ainda para 2018.

BÔNUS:

Who is America?

O comediante Sacha Baron Cohen não cansa de nos chocar com seu humor ácido, incorreto e muito crítico. Ele enfia o dedo na ferida, satirizando e ridicularizando comportamentos tidos como “normais” por parte da população norte-americana.

Depois de criar personagens como Ali G, Borat e Brüno, Cohen se disfarça de novas personas como o propósito de desmascarar a insanidade por trás do patriotismo exacerbado de muitos nos EUA, entre os tópicos, a normalização do armamento para civis, por exemplo. É só dar uma olhada no trailer para sentir o tamanho da encrenca.

O programa extremamente polêmico, que promete enfurecer muita gente, foi ao ar em julho e já se tornou um dos mais comentados por grande parte do público.

The Angry Video Game Nerd

Somos a favor de diversidade e mudanças. E isso inclui a forma do entretenimento, dentro e fora das telas. Do lado de lá, de quem produz, abraçamos inegavelmente a Netflix, por exemplo, que trouxe uma forma inovadora de entregar conteúdo, batendo de frente com os canais, TVs a cabo e até mesmo o cinema.

Por outro lado, em diferente escala, temos o Youtube, o maior portal para produtores de conteúdo independente, os chamados Youtubers. Sim, hoje já temos séries e programas exclusivos para a plataforma, muitos, inclusive, mais divertidos e de melhor conteúdo do que inúmeras produções cinematográficas e televisivas grandes.

Para termos uma ideia, um dos mais bem avaliados (e mais antigos) é este canal criado por James Rolfe em 2004, que já dura 12 temporadas. No programa, o Angry Video Game Nerd – ou nerd raivoso do vídeo game (na livre tradução) -, o personagem criado por Rolfe para os vídeos, analisa e satiriza games antigos.

‘Batgirl’ e outros 11 Filmes que Estão PRONTOS, mas nunca foram lançados – e nós talvez nunca vejamos!!

Hollywood está repleta de histórias de filmes que foram escritos, produzidos, finalizados — e ainda assim, nunca chegaram às telas. São obras que envolveram astros, grandes orçamentos, diretores renomados e até exibições-teste, mas que, por motivos diversos, acabaram trancadas em cofres, engavetadas por décadas ou simplesmente abandonadas. Esses “filmes fantasmas” despertam fascínio porque carregam consigo o mistério do inacabado, do proibido e do que poderia ter sido. Muitas vezes, o público sequer sabia da existência deles até algum vazamento, menção em documentário ou lista de curiosidades no YouTube. E aí nasce a obsessão: o que exatamente deu errado?

Os motivos são variados e tão dramáticos quanto os próprios roteiros: brigas legais entre produtores, desastres na pós-produção, escândalos envolvendo atores, mudanças corporativas ou simplesmente decisões comerciais frias — como preferir um abatimento fiscal a um lançamento. Alguns filmes são considerados “impossíveis de editar”, outros foram proibidos por seus próprios criadores, envergonhados com o resultado. Há ainda os que foram vítimas de timing ruim ou de visões artísticas ambiciosas demais. Mas todos eles compartilham uma coisa em comum: o status cult de obras perdidas que aguçam a curiosidade cinéfila. Porque às vezes, o que não se vê se torna ainda mais lendário. Abaixo separamos 12 casos exatamente assim, de filmes esquecidos. Confira.

The Good Life

The Good Life pode ser definido como “publicidade criativa demais para o próprio bem”. O verdadeiro protagonista do filme era Frank Stallone — sim, o irmão de Sylvester — mas os produtores, sedentos por atenção e bilheteria, decidiram divulgar o longa como se fosse estrelado pelo próprio Rambo. Resultado? Sylvester Stallone ficou furioso com a propaganda enganosa e processou a produção por uso indevido de imagem. A treta foi tão grande que o filme, já finalizado, foi imediatamente engavetado e jogado no limbo hollywoodiano. Mesmo contando com um elenco de nomes como Dennis Hopper, por exemplo. Um filme de máfia cômico, que deveria ser a grande chance de Frank, terminou trancado após um processo de US$20 milhões. O filme deveria ter sido lançado em 1997.

All American Massacre

All American Massacre é o primo esquisito e trancado no porão da família de ‘O Massacre da Serra Elétrica. Dirigido por Tony Hooper, filho de Tobe Hooper (criador do original), o filme foi pensado como uma espécie de prequel/sequência focada em Chop Top, o maníaco tagarela de ‘O Massacre da Serra Elétrica 2, vivido novamente por Bill Moseley. A produção começou em 1998, com sangue falso, rock industrial e uma estética tão anos 90 que dava pra sentir o cheiro de CD. Mas problemas financeiros e legais empacaram tudo, e o filme nunca foi oficialmente lançado. Desde então, virou lenda urbana de convenções de horror — com fãs implorando por um corte final enquanto o rolo empoeirado espera por sua chance de brilhar (ou gritar) no escuro. O longa deveria ter sido lançado em 2000.

Batgirl

Batgirl‘ é o caso moderno mais chocante de “filme que existiu, mas ninguém pôde ver” — um verdadeiro voo cancelado da super-heroína antes mesmo de decolar. Com Leslie Grace no papel-título, Brendan Fraser como o vilão Vagalume e direção da dupla Adil & Bilall (‘Bad Boys para Sempre‘), o longa estava praticamente pronto e previsto para dezembro de 2022. Mas aí veio a fusão entre Warner Bros. e Discovery, e o estúdio decidiu que cancelar ‘Batgirl‘ e usá-la como “redução fiscal”, já que era mais lucrativo do que lançá-lo. Sim, o filme foi finalizado, testado em exibições privadas e depois simplesmente trancado num cofre, como se Gotham não tivesse espaço para mais uma justiceira. Hoje, ‘Batgirl‘ vive no imaginário nerd como o maior “e se?” do DCEU — ou melhor, do que sobrou dele.

Empires of the Deep

Empires of the Deep‘ é o ‘Titanic‘ dos filmes que afundaram antes de zarpar. Previsto para 2013, o épico submarino chinês prometia ser o primeiro blockbuster 3D de fantasia do país, com sereias guerreiras, monstros marinhos e uma trama que parecia escrita por Poseidon depois de um êxtase. Com um orçamento colossal de US$130 milhões, passou por quatro diretores, mudanças constantes de roteiro e até contou com participações hollywoodianas, como Olga Kurylenko.

Mas o que era pra ser uma aventura mágica virou um pesadelo logístico: problemas de produção, conflitos criativos e um roteiro que mudava mais que maré fizeram o filme desaparecer nas profundezas. Hoje, ‘Empires of the Deep‘ é mais lenda do que realidade — uma Atlântida cinematográfica que ninguém nunca viu. A produção foi de Xiaoyu Wang, um empresário e aspirante a magnata do entretenimento chinês. Wang era fascinado por mitologia submarina e queria criar o primeiro grande blockbuster 3D da China, misturando fantasia a la ‘Avatar’.

The Day The Clown Cried

The Day the Clown Cried‘ é, sem dúvida, o Santo Graal dos filmes nunca lançados — uma mistura de curiosidade mórbida com respeito desconfortável. Dirigido, escrito e estrelado por Jerry Lewis nos anos 70, o longa conta a história de um palhaço preso em um campo de concentração nazista, forçado a entreter crianças judias e levá-las às câmaras de gás. Sim, é tão pesado quanto parece — e com um palhaço. Lewis acreditava estar fazendo uma obra profunda, mas logo percebeu que o tom do filme era… problemático, para dizer o mínimo. Envergonhado e insatisfeito com o resultado, ele trancou o filme a sete chaves e jurou que ninguém jamais o veria. E assim, ‘The Day the Clown Cried‘ virou uma espécie de lenda proibida, onde o riso e a tragédia colidem de forma tão desconfortável que o mundo nunca esteve pronto para assistir.

Nothing Lasts Forever

Nothing Lasts Forever‘ (1984) é uma verdadeira joia perdida da MGM, e não por falta de talento envolvido. Escrito e dirigido por Tom Schiller — veterano dos curtas surreais do ‘Saturday Night Live‘ — o filme mistura ficção científica, romance, crítica social e muito absurdo em um preto e branco estilizado que parece saído de um sonho maluco de Frank Capra. A trama acompanha um jovem artista (Zach Galligan, pré-Gremlins) numa Nova York distópica controlada por burocratas, até que ele é enviado à Lua… num ônibus lotação… com idosos místicos.

O elenco é outro chamariz: Bill Murray e Dan Aykroyd aparecem em papeis coadjuvantes, emprestando ao filme ainda mais aura cult. Apesar de concluído, ‘Nothing Lasts Forever foi engavetado pela MGM antes do lançamento — oficialmente por “questões comerciais”, mas muitos acreditam que o estúdio simplesmente não soube o que fazer com aquela obra tão esquisita quanto encantadora. O filme sobreviveu graças a cópias piratas e exibições eventuais em canais como TCM, e hoje é cultuado como um clássico secreto do cinema alternativo dos anos 80.

Temptation

Temptation foi exibido no New York Music Festival em 2004, onde chamou atenção como uma reimaginação ousada do clássico conto de Faust, mas ambientado no mundo glamoroso da música. A trama acompanha uma jovem ambiciosa, vivida por Zoe Saldana, que faz um pacto sombrio para alcançar o sucesso na carreira musical — trocando sua alma pelo estrelato e as tentações que vêm com ele. Com números musicais intensos e uma vibe dramática, o filme mergulha no conflito entre fama, desejo e o preço a pagar por seus sonhos. Apesar do interesse gerado no festival, ‘Temptation sumiu depois dessa breve exibição, transformando-se numa joia perdida e um mistério cult entre fãs de musicais e da própria Zoe Saldana.

Batman vs Drácula

Batman vs. Drácula‘ de Andy Warhol é aquela ideia louca que parece ter saído direto do universo pop-art mais psicodélico dos anos 60 — uma mistura impossível entre o herói mascarado de Gotham e o príncipe das trevas do terror clássico. Existem duas versões sobre esta lenda urbana. A primeira diz que a obra nunca passou de rumor ou conceito. A simples ideia de Warhol, o mestre da provocação e do experimentalismo, dirigindo um embate entre Batman e Drácula já é um convite para imaginar um filme cheio de cores vibrantes, cenas surreais e um toque underground. O projeto teria sido uma verdadeira peça de arte cult, com a estética típica de Warhol — talvez com um Batman glam rock e vampiros em slow motion.

A segunda versão diz que foi a paixão de Warhol pelo personagem que o impulsionou a gravar o filme em Long Island, totalmente em preto e branco. Seu cancelamento óbvio ocorreu pelo fato de que o artista não possuía os direitos do famoso herói da DC. O filme por anos foi dado como desaparecido, mas emergiu em um documentário de 2006. Desta forma, a esperança de que pudesse ser lançado ressurgiu. Mas o longa ainda não apareceu ao público até o momento.

Gore

Gore‘ é uma biografia que prometia ser um mergulho intenso na vida do polêmico escritor Gore Vidal, com Kevin Spacey escalado para o papel principal — uma escolha que parecia perfeita para captar o charme ácido e a inteligência afiada do autor. O filme buscava explorar a trajetória de Vidal como intelectual, roteirista e figura controversa da literatura e política americana, mostrando seus debates públicos, romances e batalhas culturais. Apesar do elenco de peso e do roteiro promissor, ‘Gore‘ enfrentou uma série de obstáculos durante a produção, especialmente após as controvérsias envolvendo Spacey, o que acabou dificultando a concretização do projeto. Como resultado, o filme foi engavetado, virando mais um daqueles títulos perdidos que despertam curiosidade e “e se?” na comunidade cinematográfica.

Black Water Transit

Black Water Transit‘ é o típico filme que virou lenda do “quase lá” em Hollywood — um thriller policial estrelado por Laurence Fishburne, Karl Urban e Brittany Snow, dirigido por Tony Kaye, conhecido pelo visual estiloso de ‘A Outra História Americana‘. O enredo gira em torno de um traficante tentando escapar da máfia e da polícia em Nova Orleans, com muita tensão, perseguições e diálogos afiados. O filme foi totalmente filmado em 2009, mas enfrentou uma montanha de problemas na pós-produção e com os direitos, o que fez com que nunca chegasse a ser lançado oficialmente. Até hoje, ‘Black Water Transit’ é um daqueles mistérios obscuros que fãs de cinema cult adorariam ver, mas que permanece preso numa espécie de limbo jurídico e criativo, longe das telas e das maratonas de streaming.

100 Years

100 Years‘ é provavelmente o filme mais paciente da história do cinema — um filme experimental produzido por Robert Rodriguez e estrelado por John Malkovich que tem uma particularidade bem única: ele só será lançado em 2115! Criado para celebrar os 100 anos da marca de tequila Patrón, o filme foi filmado em 2015, mas está guardado a sete chaves em um cofre de alta segurança, programado para ser exibido apenas daqui a um século. O projeto é uma brincadeira futurista sobre tempo, legado e a natureza efêmera da arte, com a curiosidade extra de que ninguém além dos produtores sabe exatamente o que vai rolar na tela. ‘100 Years‘ é um lembrete divertido e meio maluco de que, às vezes, a paciência é uma virtude — e que o cinema pode ser uma cápsula do tempo para as futuras gerações.

Grizzly 2 – Revenge

Grizzly 2: Revenge é o clássico exemplo de “filme que virou lenda por nunca ter visto a luz do dia”. Planejado como sequência do cult trash ‘Grizzly: A Fera Assassina (1976), o projeto ficou famoso principalmente porque foi o primeiro filme estrelado por George Clooney — sim, o astro começou sua carreira enfrentando um urso gigante! Além dele, também Laura Dern e Charlie Sheen no elenco. Filmado no final dos anos 80, o longa enfrentou uma produção caótica, cortes orçamentários e problemas técnicos que impediram seu lançamento oficial por décadas. Mas, finalmente, nos anos 2020, ‘Grizzly 2 ganhou uma estreia tardia, para delírio dos fãs de cinema perdido e trash. Mesmo com todas as imperfeições, o filme virou um tesouro cult para quem gosta de horror bizarro e histórias obscuras de Hollywood.

Leia também: Os 40 anos de ‘Grizzly 2’ – Conheça o filme de TERROR com George Clooney e Laura Dern que demorou 37 anos para estrear!

 

Jovem retorna dos mortos em busca de vingança no trailer do terror ‘Johnny Gruesome’

O terror ‘Johnny Gruesome‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

Escrito e dirigido por Gregory Lamberson, o filme já está disponível em VOD.

Na trama, “Quando o aluno rebelde do ensino médio Johnny Grissom é assassinado, ele volta do túmulo como uma vingativa de criatura sobrenatural enlouquecida. Logo, os colegas de classe de Johnny aparecem mortos, assassinados por um assaltante desconhecido. O melhor amigo de Johnny, Eric, começa a suspeitar que Johnny voltou do túmulo para causar estragos aos que o injustiçaram.”

Anthony De La Torre, Byron Brown II, Aprilann, Michael DeLorenzo e Chris Modrzynski estrelam.

‘Euphoria’: Zendaya tenta se reabilitar no trailer do próximo episódio da série; Assista!

A HBO divulgou o trailer dos próximos episódios de ‘Euphoria‘, série estrelada pela Zendaya.

Confira:

O segundo episódio será lançado no dia 23 de junho.

Criada por Sam Levinson, a série é baseada na produção israelense homônima lançada em 2012.

A trama é envolta em drogas, sexo, busca por identidade, traumas, redes sociais, amor e relacionamentos. Todas essas temáticas serão relatadas pela ótica de Rue (Zendaya), uma garota de 17 anos viciada em drogas e mentirosa.

O elenco ainda conta com Sydney Sweeney, Maude Apatow, Jacob Elordi, Algee Smith, Alexa Demie, Barbie Ferreira, Hunter Schafer e Storm Reid.

‘Bloodshot’: Elenco se reúne em novo cartaz da adaptação; Confira!

A adaptação de ‘Bloodshot’ ganhou um novo cartaz.

Confira:

O filme chega aos cinemas nacionais em 13 de março.

Uma bala atravessando a cabeça de sua esposa é tudo o que Ray Garrison (Vin Diesel) consegue ver antes de sua morte. Quando acorda, também se torna a única coisa que consegue se lembrar. Garrison não está morto, mas também não está vivo da forma tradicional. Ray acabou sendo utilizado como cobaia para o experimento do Dr. Emil, que substituiu seu sangue por uma nano tecnologia que lhe permite se recuperar de graves lesões. A partir desse momento, Ray Garrison se torna o poderoso Bloodshot, uma máquina de matar que tenta se lembrar de seu passado e buscando vingança por acontecimentos recorrentes em seus pensamentos.

O elenco ainda conta com Eiza Gonzalez, Toby Kebbell, Michael SheenTalulah Riley, Alex Hernandez e Sam Heughan.

Dirigido por Dave Wilson, o longa é baseado nos quadrinho homônimo criado por Kevin VanHook, Yvel Guichet, Don Perlin e Bob Layton.

‘Amor com Data Marcada’: Desastre no primeiro encontro em novo clipe HILÁRIO; Confira!

Para promover o lançamento da comédia romântica ‘Amor com Data Marcada‘ (Holidate), a Netflix divulgou um novo clipe hilário do longa.

Confira:

Os fãs estão simplesmente apaixonados pela história e pela atuação de Roberts como Sloane na obra.

Confira as reações:

Sloane (Emma Roberts) e Jackson (Luke Bracey) odeiam datas comemorativas. Solteiros, acabam sempre sentados na mesa das crianças ou levando a companhia errada para o evento da família. Após se conhecerem em uma festa de Natal, eles fazem um pacto: por um ano, serão o acompanhante um do outro em ocasiões especiais. Com o mesmo desdém por comemorações e sem interesse em se apaixonar, eles se tornam o par perfeito e embarcam juntos em divertidas situações. E quando o ano termina, Sloane e Jackson descobrem que compartilhar aquilo que odeiam acabou se tornando uma das coisas que mais amam na vida.  

John Whitesell é o diretor do filme, a partir de um roteiro assinado por Tiffany Paulsen.

 

‘Doutor Estranho 2’ será “muito assustador”, afirma Elizabeth Olsen

Em entrevista ao Games Radar, a atriz Elizabeth Olsen (‘WandaVision’) declarou que a sequência ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘ será “muito assustadora”.

“Será um filme muito assustador. Será como os filmes antigos de Sam Raimi. Eles estão tentando criar o filme mais assustador da Marvel.”

Vale lembrar que Sam Raimi dirigiu o clássico original ‘A Morte do Demônio‘, então a declaração da atriz sobre ‘Doutor Estranho 2‘ parecer com os trabalhos “antigos” do cineasta é muito empolgante para os fãs do gênero.

Lembrando que a sequência tem estreia marcada para 25 de março de 2022.

“Após os eventos de ‘Vingadores: Ultimato’, o Dr. Strange continua sua pesquisa sobre a Pedra do Tempo. Mas um velho(a) amigo(a) que se tornou inimigo(a) põe fim em seus planos e faz com que Strange desencadeie um mal indizível.”

Benedict Cumberbatch e Elizabeth Olsen estrelam a sequência, que também conta com o retorno de Chiwetel Ejiofor, Tom Hiddleston e Rachel McAdams.

‘All the Old Knives’: Chris Pine e Thandie Newton são ex-amantes espiões no trailer LEGENDADO do suspense

A Amazon Prime divulgou o trailer legendado do thriller ‘All the Old Knives‘, estrelado por Chris Pine (‘Mulher-Maravilha 1984’) e Thandie Newton (‘Westworld’).

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

O longa será lançado na plataforma no dia 8 de abril.

Janus Metz (‘True Detective’) é responsável pela direção.

Henry (Pine) e Celia (Newton) eram agentes da CIA e amantes, juntos os dois viveram um tormento em uma missão em Viena, seis anos atrás. Na tentativa de resgatar centenas de reféns das mãos de terroristas tudo acabou dando errado, e agora Henry e Celia tentam viver com as consequências daquela noite.

Laurence FishburneJonathan Pryce também estrelam a produção.

‘A Mulher Rei’ já arrecadou quase US$ 100 milhões mundialmente

O épico ‘A Mulher Rei‘, estrelado pela Viola Davis (‘Esquadrão Suicida’), já arrecadou quase US$ 100 milhões nas bilheterias mundiais.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 67.1 milhões. No mercado internacional, foram US$ 25.1 milhões.

Ao total, a produção já soma US$ 92.2 milhões mundialmente.

Vale lembrar que o longa conquistou 94% de aprovação da crítica especializada no Rotten Tomatoes. Além disso, o filme recebeu a rara nota A+ do público no CinemaScore, a pontuação mais alta da plataforma.

Assista ao trailer e siga o CinePOP no YouTube:

A história é inspirada em fatos reais que aconteceram no reino de Dahomey, um dos mais poderosos do continente africano, entre os séculos XVIII e XIX, e irá mostrar Nanisca (Davis), que é a general de um exército militar feminino, e sua filha, Nawi, que lutam juntas contra os franceses que escravizaram e tentaram destruir seu povoado.

‘Stream’: Novo slasher dos produtores de ‘Terrifier 2’ ganha teaser SANGRENTO; Confira!

O terror slasher ‘Stream‘, que conta com a produção de Damien Leone (diretor do ultraviolento ‘Terrifier 2‘), ganhou o primeiro teaser sangrento.

Confira:

Além de produzir, Leone também foi responsável pelos efeitos sangrentos de maquiagem do filme.

O longa foi dirigido por Michael Leavy.

“Quando Roy e Elaine Keenan percebem que sua família está se afastando, eles decidem que algo precisa ser feito. Roy deixa o seu trabalho em segundo plano, e eles aproveitam a oportunidade para recriar uma das férias de seu passado. Um tempo de descanso em um hotel calmo é tudo o que eles precisam, mas não é o que está reservado para eles.”

“Com quatro assassinos sádicos espreitando nos corredores, as chances de sobrevivência não está em favor da família Keenan. Agora, Roy precisa lutar pela sua vida e pela sua família enquanto seu final de semana se torna um pesadelo e ele percebe que suas férias estão de matar.”

O elenco conta com nomes conhecidos do gênero, incluindo Tony ToddJeffrey CombsDanielle HarrisTim ReidDee WallaceMark HoltonFelissa RoseDaniel RoebuckDave SheridanTerry Alexander, David Howard ThorntonCharles Edwin Powell, Bob Adrian Sydney MalakehWesley HollowayDamian MaffeiMichael Leavy.

Infelizmente, o terror ainda não possui previsão de lançamento.

‘Barbaric’: Sam Claflin e Patrick Stewart estrelarão adaptação da Netflix

De acordo com o Deadline, a Netflix está desenvolvendo uma adaptação dos quadrinhos ‘Barbaric‘, lançados originalmente pela Vault Comics.

Sam Claflin (‘Jogos Vorazes: Em Chamas’) e Patrick Stewart (‘X-Men: Dias de um Futuro Esquecido’) serão os protagonistas do projeto.

A produção está sendo descrita como uma mistura entre ‘Deadpool‘ e ‘Game of Thrones‘, misturando violência e humor em uma narrativa ambientada em um universo de fantasia medieval.

A trama segue as aventuras de Owen – um bárbaro amaldiçoado a fazer a coisa certa – e seu machado falante (e cheio de tesão) enquanto eles se unem para derrotar uma poderosa ameaça maligna.

Sheldon Turner assinará o roteiro da adaptação.

Além de estrelar, Claflin também servirá como produtor ao lado do Michael Bay.

Os quadrinhos foram criados pelo roteirista Michael Moreci e artista Nathan Gooden, e estrearam em 2021.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

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‘Fale Comigo 2’: Diretores compartilham atualização DECEPCIONANTE sobre a sequência

Em entrevista ao Indiewire, o diretor Danny Philippou revelou a sequência ‘Fale Comigo 2‘ ainda deve demorar para sair do papel.

O cineasta afirmou que dois roteiros foram escritos para a continuação, seguindo narrativas e personagens diferentes, mas ele não ainda não decidiu qual dos dois enredos irá escolher: “A questão é que eu não consigo decidir qual é a melhor direção [para ‘Fale Comigo 2’],” declarou.

Além disso, seu irmão Michael Philippou também declarou que eles estão muito ocupados com outros projetos no momento: “Em 2025, teremos ‘Faça Ela Voltar’. Em 2026, lançarei um documentário. Em 2027, teremos um novo filme de terror e, só então, focaremos em ‘Fale Comigo 2’. Talvez, não tenho certeza.”

Vale lembrar que o próximo filme da dupla será o terror ‘Faça Ela Voltar‘ (Bring Her Back), que seguirá dois irmãos descobrindo um ritual aterrorizante na casa isolada de sua nova mãe adotiva.

O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 21 de agosto.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Sally Hawkins (‘A Forma da Água’) estrela. O elenco ainda conta com Billy Barratt (‘Invasion’), Jonah Wren Phillips (‘Sweet Tooth’), Sally-Anne Upton (‘Wentworth’), Stephen Phillips (‘The Leftovers’) e Sora Wong.

Rivais se apaixonam no trailer de ‘Amor de Oficina’, nova série da Netflix

A série mexicana ‘Amor de Oficina‘ já está disponível na Netflix.

Na trama, uma funcionária dedicada e o charmoso filho do chefe competem pelo cargo de CEO em uma empresa de lingerie. Mas o amor pode sabotar essa guerra.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A série foi criada pela Carolina Rivera.

O elenco conta com a Ana González Bello, Diego Klein, Martha Reyes Arias, Paola Fernández, Nicolás de Llaca, Marco León, Alexis Ayala, Fernando Memije e Jerry Velázquez.

Lauren Graham, de ‘Gilmore Girls’, vai estrelar série cômica da Fox

A nossa querida Lorelai de ‘Gilmore Girls’ fará seu retorno para a televisão, com uma nova série cômica criada pela Fox, intitulada ‘Linda From HR’.

Segundo o site TVLine, Lauren Graham viverá Linda, uma funcionária do setor de recursos humanos que após tomar uma péssima decisão, faz com que sua vida monótona tenha uma empolgante e perigosa reviravolta. Agora, ela tem o desafio de equilibrar seu trabalho, sua vida particular e este segredo que pode complicar tudo.

Ainda sem a confirmação de que o episódio piloto foi genuinamente encomendado, a produção será conduzida com apenas uma câmera.

Dirigido por Marc Buckland (‘Scrubs’ e ‘My Name is Earl’), o primeiro episódio da série foi escrito por Itai Grunfeld e Geoff Barbanell, que também assumem como produtores executivos ao lado de Tracy Katsky, Aaron Kaplan e Dana Honor.

 

 

‘Planeta dos Macacos: A Guerra’: Confira nossa entrevista EXCLUSIVA com Andy Serkis

Planeta dos Macacos: A Guerra’ pode ter encerrado nos cinemas a trilogia que conta a jornada de César e sua tribo, mas o confronto final pode ser vivido novamente em casa, com a produção já disponível em DVD e Blu-ray no Brasil.

Com vários materiais extras, é possível percorrer pelo fascinante universo continuado por Matt Reeves, através dos comentários do diretor tanto nas cenas excluídas, como em todo o filme.

Em ‘A Guerra’, Andy Serkis retorna no papel de César, à medida que sua jornada se cruza com a de um novo macaco, interpretado por Steve Zahn. Ao lado de Bad Ape e dos demais sobreviventes de sua raça, ele lidera um conflito mortal contra um exército de humanos.

E sobre essa nova etapa da jornada, Serkis falou com exclusividade ao CinePOP e pontuou que estamos diante de um conflito psicológico para o próprio protagonista:

“Este filme se trata muito a respeito de lutar para manter o controle sobre sua bússola moral, porque aqueles eventos que são tão pessoais e dolorosos para ele o levam para o caminho da destruição. Mas com a ajuda dos personagens que ele encontra ao longo do caminho, César consegue se afastar desse mergulho profundo, de verdade. A jornada do personagem neste filme é incrível”.

Um dos aspectos mais admirados na trilogia é certamente a captura de movimento, uma característica que já faz parte das atuações de Serkis. Mas para o colega de elenco, Zahn, a ferramenta tecnológica foi uma novidade em sua carreira, que ele comentou com o CinePOP:

“Sim, esta é a primeira vez. É mesmo fascinante. Eu entrei cego, e até você fazê-lo, você realmente não entende completamente o que está acontecendo. Eu vou trabalhar da mesma maneira que eu tenho feito e penso da mesma forma que sempre pensei com outros atores e interpretando o personagem, mas o aspecto técnico fica um pouco na periferia. Há mais pessoas no set por causa da captura do movimento, mas elas são tão brilhantes que, uma vez que você está conectado, você realmente se esquece disso, se lembrando que apenas tem uma mochila nas costas. Você recebe o capacete e então estamos nessa espécie de humanóide estranho. E uma vez que você trabalha os aspectos físicos de um macaco, você esquece isso e passa a interpretar um personagem que simplesmente é um macaco. É muito teatral”.

Completando seu raciocínio, Serkis comentou sobre o novo nível de dramaticidade que a captura de movimento exige, parabenizando o colega pelo excelente trabalho:

“Ele é perfeitamente ideal para esse papel. Quero dizer, Steve trouxe tanto para o personagem e foi ótimo trabalhar com ele. Ele é um ator de teatro e ainda tem aquele lance de realmente sentir a situação, aliado à excelente direção de Matt. […] E o que requer de você como um ator é uma grande suspensão de descrença, mas há também uma grande nuance. Acho que à medida que as pessoas ficam mais habilidosas em relação a qual performance capturar, elas percebem que não se trata apenas da pantomima. Não se trata de apenas fazer uma grande performance física”.

Esse aspecto teatral arraigado na atuação de Steve Zahn foi pontual para a construção de Bad Ape. O ator falou sobre suas raízes na dramaturgia, que vieram naturalmente para ‘A Guerra’:

“Meu batismo no ramo foi no teatro Repertório Americano, em Cambridge, Massachusetts, que é uma companhia de repertório incrível e que naquela época só tinha professores do leste europeu, como Andre Serban, que foi o meu mentor. Seu tipo de teatro era bem extravagante, com altos valores de produção, música ao vivo e era muito físico. Este personagem me lembra muito disso”.

Quanto a passar pela experiência da captura de movimento, Zahn falou sobre o nervosismo inicial que sentiu e a oportunidade de aprender a nova habilidade com Andy Serkis e Terry Notary.

Disse ele:

“Eu não tinha nenhuma expectativa! Eu estava realmente nervoso, para ser sincero. Eu estava preocupado, pois entrar nisso era algo assustador. Já é difícil entrar em uma franquia que já está estabelecida, com a qual as pessoas já estão confortáveis, principalmente para interpretar um macaco. Então poder observar Andy e Terry Notary foi uma das melhores coisas. Eu estive com Terry recentemente e ele foi um professor extraordinário, capaz de sentir você e ver onde você está fisicamente e como você trabalha em uma fração de segundo para, em seguida, extrair isso de você. Mas esses caras são como a realeza desse segmento e são grandes atores. Eu não penso neles como nada menos que grandes atores. Andy é um colega ator que é ótimo, sabe? Além de ser realmente inspirador, criativo e ter toneladas de idéias. E eu apenas me sento ao seu lado e me sinto um cara de sorte. Eu faço o trabalho bem porque eles o fazem”.

Este mesmo trabalho de captura de movimento também passou por algumas evoluções. Serkis, que já está bem habituado a lidar com a tecnologia desde ‘O Senhor dos Anéis’, salientou que em ‘Planeta dos Macacos: A Guerra’ o processo foi otimizado, ficando ainda mais eficaz.

Segundo ele:

“O processo está bem mais moderno. Nós chegávamos pela manhã e pegávamos nosso equipamento – que por sinal é bem mais tecnológico. As câmeras faciais evoluíram, mas em essência, o maior salto em relação a ‘Planeta dos Macacos: O Confronto’ foi a possibilidade de filmar nas locações. Isso foi muito significante. E desde então isso tem sido mais robusto, mas também mais fácil de movimentar as câmeras ao redor. E quando paro para pensar, ‘O Confronto’ foi um filme bem íntimo. Era uma situação que se inicia em âmbito doméstico e então passa para uma família um pouco maior, nos átrios com todos os demais macacos. E ‘A Guerra’ cresce e se constrói em cima de uma comunidade bem maior e agora estamos diante desta situação onde lidamos com o épico, além de grandes paisagens”.

Em ‘Planeta dos Macacos – A Guerra‘, o terceiro capítulo da franquia de sucesso aclamada pela crítica, César e seus macacos são forçados a um conflito mortal com um exército de seres humanos liderados pelo cruel Coronel. Após os macacos sofrerem perdas inimagináveis, César luta com seus instintos mais sombrios e começa sua própria busca mítica para vingar sua espécie. Como a viagem final finalmente os trazem cara a cara, César e o Coronel são colocados uns contra os outros em uma batalha épica que irá determinar o destino de ambas as espécies e o futuro do planeta.

 

 

 

 

 

 

EXCLUSIVO! ‘Uma Noite de 12 Anos: Álvaro Brechner fala sobre a psique humana em meio ao isolamento

Encerrando a série de reportagens do filme ‘Uma Noite de 12 Anos‘, a jornalista Rafa Gomes conversou ao telefone com o cineasta Álvaro Brechner, que compartilhou seu processo criativo para construir uma realidade imersiva de absoluto isolamento.

O diretor ainda falou sobre a essência do longa e as expectativas quanto à possibilidade de entrar novamente para a pré-lista do Oscar.

Confira:

A história de Mujica, Mauricio Rosencof e Eleuterio Fernández Huidobro é bem conhecida entre o povo uruguaio. Qual foi o aspecto central que você quis abordar para trazer uma nova perspectiva da narrativa?

Para mim, a primeira coisa que tenho que dizer é que além da história que eu queria abordar, eu tentei fazer um filme que não trouxesse a perspectiva de um turista, que apenas passa rapidamente pela história, mas sim de um viajante, que se envolve com a jornada. Meu objetivo era fazer dessa experiência uma exploração de como esses três homens continuam lutando por aquilo que os torna humanos – mesmo perdendo tudo aquilo que envolve as necessidades básicas da vida e aquilo que os diferencia dos animais. E mesmo sem a linguagem, quando ela é retirada de cena, ela insistem nesse propósito. Para mim, o aspecto fundamental era essa batalha existencial, uma espécie de ‘a hora mais sombria’, onde tudo o que você tem, tudo com o qual você contou o tempo todo, simplesmente não existe mais, você não pode mais depender dessas coisas. Nessa condição, você retorna para à raiz da subsistência. E neste contexto, quis explorar como, em solitude, você começa a explorar mecanismos para sobreviver e se reinventar.

A sequência de abertura é fascinante e foi feita em uma tomada só, sem cortes, certo?

Sim, foi um plano sequência. Para mim, aquela tomada foi algo grande, pois quando tive a oportunidade de conversar com eles, eu tentei me colocar em seus lugares, buscando compreender como fora essa experiência de solidão. Nesse processo, uma das coisas que aprendi foi que quando o ser humano não tem aquelas coisas básicas de uma narrativa, como luz natural e a distinção entre o dia e a noite, ele começa a perder seu senso de orientação, sendo incapaz de diferenciar os dias da semana e os meses, ao ponto de ficar confuso. Seu tempo passa a ser circular e ele perde a habilidade de construir uma narrativa do que está acontecendo em sua vida. Sem poder falar, sem poder se comunicar, seu cérebro não consegue ordenar mais nada.

E de certa forma, eu quis começar o filme com esse plano sequência para tentar deixar um posicionamento, uma declaração clara de que estamos começando uma história que é circular. Depois disso, a vida se tornaria apenas sobre a sobrevivência e digo isso no sentido dessa luta incessante para permanecer vivo. O único problema é que nessas circunstâncias o homem já não é mais o mesmo. Seu cérebro não está mais como antes. E nessa situação, onde há a determinação pela liberdade, tudo que indica o que está acontecendo com eles – a única coisa que não lhes podia ser tirada – é o que de fato se passa em suas mentes, em sua imaginação, além da batalha interna para continuar sentindo algo real.

E esse não seria um filme sobre prisão…

Eu acho que não. Eu entendo que algumas pessoas pensem isso, mas para mim, um filme sobre prisão é uma jornada que na maioria das vezes fala sobre uma tentativa de fuga, uma condenação que leva o personagem a esperar 10, 20 ou 30 anos para poder retornar à liberdade. E esses homens não sabiam, naquele momento, o quanto eles ficariam aprisionados. Hoje sabemos quem eles se tornaram. Um virou o presidente do Uruguai, outro virou ministro… e também sabemos que o tempo que passaram encarcerados foi de 12 anos, mas à época, ninguém sabia nada disso. E outro aspecto que esse tipo de filme tem é a socialização. Em produções dessa natureza, eles se reorganizam no ambiente prisional e formam uma micro sociedade. Já neste longa, o grande problema é que eles sofriam com o isolamento e não podiam viver isso. Porque mesmo dentro de uma prisão normal, você recria as mesmas circunstâncias que o tornam humanos. Você se adapta ao local, à situação, aos demais prisioneiros. Mas aqui, eles só tinham a si mesmos.

Quais foram os aspectos visuais que você quis abordar para criar a experiência de isolamento?

Para mim, eu sempre pensei na essência da escuridão. Eu sempre quis abordar essa jornada para a escuridão, era isso que eu tinha em mente – as profundezas da alma e como ela se revela para além dessa situação. Então, para mim – em termos de visão -, eu tentei trazer vários níveis, mas o principal era tornar tudo realista, criar momentos reais ao ponto de que nem mesmo os atores saberiam o que iríamos fazer. Havia uma cena em que mudamos a situação e muitas vezes a câmera estava de um jeito específico para filmar os acontecimentos, mas os atores nunca estavam preparados para isso, para o que estávamos querendo registrar em tela. O objetivo foi justamente capturar tudo que estava acontecendo, mas sem antecipar nada. E foi o que fizemos. E claro, tudo tinha que ser, de certa forma, bem expressionista, mas também lidando com as fantasias dos personagens. Porque para entrar em suas mentes – se você quer ir nas profundezas de suas almas em um filme -, eu não queria que fosse do jeito que eles estariam supostamente visualizando. Eu queria deixar as imagens fora de foco ou na escuridão. Posteriormente vemos que eles não conseguem se ver, mas por poderem se ouvir, eles voltam a ser capazes de formular uma imagem uns dos outros. Naquele momento era ok criar uma visualização mais nítida, porque a mente poderia recriar o que está acontecendo no dormitório do lado. Mas estou falando do instante em que a mente começa a brincar com sua própria consciência, a misturar imagens para provocar fantasias, algumas vezes mesclando com eventos passados, apresentando-os de forma desorganizada. Isso é o que ocorre em um contexto de profundo isolamento.

E eu conheci muitos psiquiatras que possuem várias teorias de como o cérebro trabalha no isolamento, e eles pontuam que todas as imagens começam a vir à tona de forma descoordenada e o cérebro passa a ordená-las em um lugar que poderia ser agradável, em narrativas dramáticas, em formatos de narrativa. Mas o cérebro está lá, só que não sistematiza as ações que vêm de vários sentidos, então tudo começa a ficar misturado e ele não está preparado para conferir sentido a esse turbilhão de informações. E no caso do Mujica, que tentou nos explicar o que acontecia com ele, ninguém soube dizer da onde tudo aquilo estava vindo, mas ele estava vivendo essa experiência e é isso que, de algum jeito, nós tentamos recriar. É uma experiência particular impossível de transmitir, mas nós tentamos abordá-la de maneira cinematográfica.

Para aqueles que não são familiarizados com as histórias reais dessas três figuras, você acha que os aspectos psicológicos e emocionais fazem de ‘Uma Noite de 12 Anos’ um filme com o qual todos podem se identificar?

Eu sempre tento abordar histórias que tratem sobre a condição humana, os dilemas humanos. É claro que eu não faço isso pensando particularmente na audiência, seja ela internacional ou não. Vamos dizer que eu só estou pensando em mim. É o que eu pedi aos atores. Falei para eles pensarem em como personagens reais agiriam, o que eles fariam nessas circunstâncias. É como a cena da filha. Imagine que você enfrentou a experiência de conhecer sua filha pela primeira vez aos seis anos de idade, estando aprisionado. Você não precisa de mais informações para entender o que tudo isso significa. E eu creio que esse tipo de experiência não tem a ver com nacionalidade. É claro que cada pessoa vem de algum lugar diferente, ela possui uma origem. Mas esse filme se trata de coisas humanas. Não importa se o Rei Lear ou Hamlet vieram da Escócia ou da Dinamarca, entende? Ou se Shakespeare nasceu na Inglaterra. Eu como uruguaio me identifico a esses dilemas que cruzam fronteiras e eu espero que eles tenham genuinamente feito isso.

Para mim, essa foi uma das experiências cinematográficas mais imersivas e eu realmente creio que você tem uma chance na categoria de Oscar de Melhor Filme Estrangeiro. Você irá inscrever ‘Uma Noite de 12 Anos’ à pré-lista? Você acha que o filme poderia ser um ótimo representante da América Latina?

É claro que seria uma grande exposição e claro que seria incrível, mas é algo difícil para eu responder. No entanto, nós saberemos em breve se ele terá a chance de ser um dos possíveis indicados, mas eu realmente não sei. Com certeza eu adoraria isso, seria espetacular, mas agora estou focado em tentar aproveitar esse milagre da vida, essa aventura sensacional que esses caras tiveram. E poder ter realizado esse filme é um milagre mesmo e eu não quero pensar muito nisso por agora.

‘Almost Family’: Tretas familiares na nova promo da série dramática; Assista!

A nova série dramática do canal FOX, intitulada ‘Almost Family‘ (inicialmente intitulada ‘Not Just Me‘), ganhou uma nova promo, que traz os dissabores de um trio de irmãs que acabam de descobrir que são parentes.

Confira:

Criada por Annie Weisman, a série é baseada em uma produção australiana, ‘Sisters‘.

A trama segue Julia Bechley, uma jovem que acreditava ser filha única, até descobrir que, ao longo de sua bem-sucedida carreira como médico de fertilidade, seu pai usou o próprio esperma para conceber centenas de crianças, incluindo duas novas irmãs.

O elenco conta com Brittany Snow, Emily Osment, Megalyn Echikunwoke, Timothy Hutton, Mustafa Elzein, Mo McRae e Victoria Cartagena.

A série irá estrear no dia 2 de outubro, na FOX.

‘Belushi’: Documentário sobre aclamado comediante John Belushi ganha emocionante trailer

Um dos maiores comediantes dos Estados Unidos, John Belushi viveu uma vida curta, porém cercada de grandiosos trabalhos na TV e nos cinemas.

Membro da formação original do programa de sketches Saturday Night Live, ele protagonizou longas de prestígio como ‘Clube dos Cafajestes‘ e ‘Os Irmãos Cara de Pau‘.

E a sua trajetória, marcada pelo intenso consumo de drogas, vai ganhar um documentário produzido pela emissora Showtime, intitulado ‘Belushi‘.

Confira o trailer:

Belushi‘ é dirigido por R.J. Cutler e estreia no dia 22 de novembro na emissora Showtime.

Atriz Emily Ratajkowski acusa Robin Thicke de assédio sexual durante as gravações do clipe “Blurred Lines”

A modelo e atriz Emily Ratajkowski acusou o cantor Robin Thicke de tê-la assediado sexualmente durante as gravações do clipe da polêmica canção “Blurred Lines“.

O incidente foi detalhado em seu vindouro livro, intitulado “My Body“, conforme revelado pelo portal The Sundaey Times, que noticiou a informação no último fim de semana.

Segundo um trecho da obra, a atriz fora inesperadamente abordada por Thicke, que chegou por trás e apalpou seus seios sem qualquer consentimento prévio.

“De repente, do nada, senti a frieza e a estranheza das mãos de um estranho envolvendo meus seios nus por trás. Eu instintivamente me afastei, olhando para trás, para Robin Thicke. Ele deu um sorriso bobo e cambaleou para trás, com os olhos escondidos atrás dos óculos de sol. Minha cabeça se voltou para a escuridão além do set. A voz [da diretora, Diane Martel] falhou quando ela gritou para mim: ‘Você está bem?'”.

Em entrevista à publicação, a diretora do vídeo comentou sobre o incidente:

“Lembro-me do momento em que ele agarrou os seios dela. Um em cada mão. Ele estava atrás dela, pois os dois estavam de perfil.”

Antes do suposto incidente, Ratajkowski relata que Thicke estava “um pouco bêbado” e “não parecia estar se divertindo da mesma maneira”.

Martel complementou o seu raciocínio, supondo que ele agiria de forma diferente, não fosse o efeito do álcool.

“Não acho que ele teria feito isso se estivesse sóbrio”.

Em seu livro, Ratajkowski supostamente escreve que ela “sentiu o calor da humilhação percorrer” seu corpo após o suposto incidente, acrescentando: “Eu não reagi – não realmente, não como deveria”.

Martel disse ao Times que confrontou o músico a respeito de seu comportamento, chegando a encerrar as gravações antes do tempo. No entanto, a atriz se ofereceu para finalizar os trabalhos.

“Eu disse: ‘O que diabos você está fazendo? Chega! As gravações estão encerradas’. Mas a Emily se ofereceu para que continuássemos e ela foi fenomenal. Ela é realmente a estrela do vídeo. Ela está zombando totalmente do olhar masculino com o seu belo corpo e energia feroz. Ela é brincalhona, não sedutora. E bastante hilária”.

No vídeo “Blurred Lines”, que foi filmado com um time totalmente feminino, Ratajkowski é uma das três modelos que dançam seminuas ao lado de Thicke, do cantor Pharrell Williams e do rapper TI.

Thicke viu o seu meteórico sucesso se transformar em pesadelo com o passar dos anos, graças à canção “Blurred Lines“. Além de ter sido processado pela família do cantor Marvin Gaye por plágio, ele e Pharrell Williams foram condenados a pagar US$ 5 milhões por infração de direitos autorias e uso indevido da canção “Got to Give It Up”.

Além disso, a canção caiu em desgraça, ao ser considerada ofensiva e por fazer alusão a uma relação abusiva, em que o homem insiste em querer ter relações com uma mulher, ainda que ela esteja recusando as suas investidas.

‘O Elo Perdido’: Clássica aventura familiar vai virar série pela Netflix

A Netflix vai revisitar mais um clássico da TV. A plataforma fechou um acordo com a Legendary Television para desenvolver um reboot de ‘O Elo Perdido‘, série de aventura e ficção científica criada por Sid e Marty Krofft em 1974, segundo apuração do Deadline.

O projeto ainda está nos estágios iniciais e a busca por um roteirista está em andamento. Sid e Marty Krofft, junto com Deanna Krofft Pope (filha de Marty e VP de desenvolvimento da Krofft Pictures), assinam a produção executiva. Representantes da Netflix e da Legendary não comentaram oficialmente o acordo.

A história original acompanha Rick, um pai que, junto com seus filhos Will e Holly, acaba entrando acidentalmente em um portal que os leva a uma dimensão paralela habitada por dinossauros (incluindo um T. rex apelidado de Grumpy), criaturas símias chamadas Pakuni — como o icônico Cha-Ka — e seres répteis humanoides conhecidos como Sleestaks.

Exibida nas manhãs de sábado da NBC entre 1974 e 1976, ‘O Elo Perdido‘ conquistou status cult apesar de sua curta duração, com reprises nos anos 1980 e um remake em 1991 na ABC. A franquia também ganhou uma adaptação para o cinema em 2009, com Will Ferrell no papel principal — ambas as versões produzidas pelos irmãos Krofft.

O novo reboot segue a tendência da Netflix de resgatar séries clássicas. A plataforma já produziu novas versões de ‘Perdidos no Espaço‘ e ‘One Day at a Time‘, e atualmente está gravando um remake de ‘Os Pioneiros’.

A Legendary Television, parceira do projeto, também está por trás de títulos como ‘Dune: A Profecia‘ (HBO), ‘Monarch: Legacy of Monsters‘ (Apple TV+), Tomb Raider (animação e live-action) e ‘Garotas e Seus Cavalos‘, com produção de Nicole Kidman, em desenvolvimento na Amazon.

Finn Wolfhard, de ‘Stranger Things’, é confirmado no terror ‘A Volta do Parafuso’

Finn Wolfhard, o astro de ‘Stranger Things’ e ‘It: A Coisa’ foi confirmado no elenco do terror ‘A Volta do Parafuso’ (The Turning). O longa, que traz também Mackenzie Davis (Blade Runner 2049), deve começar a ser filmado no primeiro semestre de 2018.

A adaptação do livro de Henry James para os cinemas, retrata os acontecimentos na vida de uma jovem babá que é contratada para cuidar de órfãos convencidos de que sua casa é mal-assombrada. Wolfhard fará o papel de um dos meninos órfãos.

Floria Sigismondi (American Gods) dirige, e Scott Bernstein e Roy Lee estarão na produção.

‘A Volta do Parafuso’ deve estrear nos cinemas em 2019.

Matt Damon apareceu em ‘Deadpool 2’ e você nem viu; Saiba qual cena!

[CUIDADO COM SPOILERS]

Mais um astro de Hollywood teve uma pequena participação em ‘Deadpool 2’ e muita gente nem percebeu. Diferente de Brad Pitt, que aparece rapidamente como o mutante invisível Vanisher, Matt Damon também apareceu no filme.

Segundo o roteirista Rhett Reese, em uma entrevista dada ao RadioTimes, Damon está debaixo de quilos de maquiagem, próteses, perucas e uma barriga falsa, para viver um dos caipiras que está conversando sobre papel higiênico quando Cable surge do futuro.

“Tenho todo um manifesto sobre papel higiênico. Eu fiz esse trecho, e mostrei para Ryan. Nós dois nos olhamos e dissemos: ‘Isso precisa estar no filme, de alguma maneira’. Então discutimos sobre qual ator de grande calibre precisaria fazer uma cena tão grandiosa quanto esta”

Além de Damon, o ator Alan Tudyk (‘Frozen’) completa a dupla de caipiras. Vocês notaram a participação?

Segundo o Deadline, ‘Deadpool 2’ bateu o recorde de filme para maiores em sua estreia nos EUA.

O novo filme do Mercenário Tagarela arrecadou US$ 18,6 milhões nas sessões da noite de quinta, ultrapassando ‘It: A Coisa’ (US$ 13,5 milhões), que possuía o atual recorde.

Projeções apontam que o filme deve arrecadar US$ 350 milhões em seu primeiro fim de semana no mundo.

Crítica | Deadpool 2 – Maior, Melhor e Muito Mais F*dão que o original

‘Deadpool 2’: Classificação indicativa baixa para 16 anos no Brasil!!!

Recentemente, a Fox divulgou o novo trailer de Deadpool 2’, que apresenta os heróis da X-Force em ação, em diversas cenas eletrizantes. O vídeo ainda traz uma série de hilárias referências de produtos da cultura POP, como Universo DCMCU e até mesmo ‘Os Goonies‘.

Confira:

Deadpool 2‘ foi escrito por Drew Goddard (‘O Segredo da Cabana’, ‘Perdido em Marte’) e  Ryan Reynolds.

Na trama da sequência, depois de sobreviver a um ataque bovino quase fatal, um chefe de cafeteria desfigurado (Wade Wilson) luta para alcançar seu sonho de se tornar o barman mais quente de Mayberry, enquanto também aprende a lidar com sua perda de paladar. Procurando reencontrar seu gosto pela vida, junto com um capacitor de fluxo, Wade precisa lutar contra ninjas, Yakuza, e uma alcateia de caninos sexualmente agressivos, enquanto faz uma jornada pelo mundo para descobrir a importância da família, amizade e sabor – encontrando um novo gosto para a aventura e ganhando o cobiçado título de Melhor Amante do Mundo em sua caneca de café.

‘X-Men: Fênix Negra’ – Os Melhores Momentos do Novo Trailer

O trailer 2 de X-Men: Fênix Negra chegou à internet e deixou muitos fãs ansiosos. Seguindo nosso costume, analisamos os principais momentos do material e separamos os mais relevantes. Como já vimos parte do filme, há um pequeno spoiler no texto, mas não se preocupem, botamos um aviso antes. Voltando ao filme, Simon Kinberg vai tentar adaptar a saga da Fênix Negra para os cinemas. Será que agora vai? Confiram nossa análise!

Vozes na Cabeça

O trailer começa com Jean Grey (Sophie Turner) lamentando ter feito algo ruim. Ela conversa com uma voz em sua cabeça e se mostra muito contrariada e arrependida em ter feito esse algo. Tudo indica que ela matou alguém que era sua amiga, uma X-Men.

Tchau, J-Law

Logo em seguida, vemos a Mística (Jennifer Lawrence) tentando acalmar Jean no meio de uma rua. Não dá certo e ela é lançada longe. Para mim, a Mística será a grande morte do filme. Não só porque a atriz já se disse cansada do papel, mas também porque ela é um personagem non-grato entre os fãs.

 

❗❗❗ ALERTA DE SPOILER ❗❗❗

 

Missão Espacial

Nós já vimos essa sequência inteira e podemos afirmar que é incrível! É um resgate feito pelos X-Men no espaço. Ocorre um acidente e eles saem de órbita para salvar os astronautas. É visualmente muito interessante e explora bem os poderes da equipe em uma situação adversa.

 

❌❌❌ FIM DE SPOILER ❌❌❌

 

Primeiro Encontro

Vemos aqui a Força Fênix entrar em contato com Jean pela primeira vez. Nota-se uma clara referência aos quadrinhos ao perceber que o fogo começa a tomar a forma de uma Fênix. É um momento tenso e muito importante para a trama.

Último Encontro

Em seguida, o trailer nos apresenta um enterro. Nele, vemos Charles Xavier (James McCavoy), Magneto (Michael Fassbender) e o Fera (Nicholas Hoult). Se formos buscar lá em X-Men: Primeira Classe (2011) percebemos que esses são três personagens centrais no desenvolvimento da Mística da nova trilogia. Mais um indício de que a azulzinha vai bater as X-Botas.

Sem Vida Fácil

Ao longo do trailer, vemos diversos X-Men passando por cenas de dor e sofrimento. Essa em especial é bem pesada, pois parece que o todo poderoso Magneto está penando nas mãos da Fênix Negra.

A Voz na Cabeça

Jessica Chastain aparece como sua personagem ainda sem nome. Ela vai guiar e manipular Jean em sua jornada rumo à vilania. Apesar de ser desconhecida, a personagem da senhorita Chastain se mostra cada vez mais parecida com a própria Força Fênix. Uma representação em forma humana da Entidade.

A Culpa É do Careca

Xavier e Fera conversam sobre como trazer Jean de volta, até que o cadeirante é acusado de ser o culpado pela situação. Xavier tenta se defender dizendo que está tentando protege-la. Essa é uma questão chave nos quadrinhos. O que o Professor Xavier chama de proteção está muito mais próximo de controle do que auxílio. A negligência dele é parte fundamental para que a Fênix chegue até ela.

Vamos matá-la!

Magneto revela seu plano para detê-la. Vai dar certo? Provavelmente não.

Coleiras Anti-Mutantes

Como visto em Deadpool 2, as Coleiras inibem os poderes mutantes. Para tanto os X-Men quanto a Irmandade estarem presos num caminhão é porque a Fênix aprontou em público. Alguma demonstração de seus poderes causou um desastre, afetando os humanos “normais”. Isso vai manchar ainda mais a reputação dos Mutantes.

A Fênix está entre nós!

O trailer termina com a Fênix estraçalhando o trem no qual seus amigos estão. Não sabemos quem está no controle do corpo mutante, se é a Fênix ou Jean. O importante é que ela destrói um trem em movimento como se fosse um tubo de papelão.

 

Ansiosos?

X-Men: Fênix Negra estreia em 6 de Junho de 2019

Crítica | Cadê Você, Bernadette? – Cate Blanchett dá SHOW como gênia da arquitetura

Uma mulher genial, supercompetente na sua área de profissão. Mas você não sabe de nada disso porque quando ‘Cadê Você, Bernadette?’ começa, esta mulher já está em outro momento de sua vida, onde, reclusa, tenta com todas as suas forças afastar o mundo de si e focar sua vida apenas na filha, Bee (Emma Nelson, bem natural como uma adolescente com bom relacionamento com a própria mãe), em constante esforço de alienação da realidade.

Acontece que essa mãe é Bernadette Fox (Cate Blanchett, em um impressionante crescente de uma mulher à beira de um ataque de nervos, mas que tenta a todo instante se controlar para conseguir se manter em sociedade), gênia da arquitetura extremamente antissocial, incapaz de construir vínculos com qualquer indivíduo de Seattle, para onde se mudou antes de sua filha nascer. Não bastasse tudo isso, seu marido, Elgie Branch (Billy Crudup, sem destaque na sua interpretação), convenientemente se acomoda com essa exclusão ambiental da esposa, afinal, ele mesmo é uma pequena promessa da computação, com um projetinho vendido para a Microsoft. Portanto, ele fecha os olhos para os evidentes problemas de sua mulher.

Não é preciso muito esforço para ver em Bernadette o retrato da mulher moderna, que trabalha, cuida dos filhos, cuida da casa e que simplesmente deixa seus sonhos e a si mesma em segundo plano. Soma-se a isso uma profunda crise emocional e estética na qual essa mulher se encontra, em evidente crescente de profunda depressão, à qual sua pequena família é incapaz de enxergar. Bernadette é uma mulher à beira de um ataque de nervos, semelhante às musas de Woody Allen, que se agarra em qualquer pequena respiração de conforto e afeto porque simplesmente não dá conta de cumprir todos os papéis que lhe são incumbidos pela sociedade de maneira a, ainda por cima, se apresentar em público de maneira sociável, arrumada, penteada e feliz.

A regência de Richard Linklater na direção do longa abre espaço para notório desenvolvimento de Cate Blanchett, e, juntos, os dois constroem um retrato acelerado e nervoso do papel da dupla expectativa feminina na engrenagem social. O resultado é um bom filme com ritmo constante e evolutivo, mesclando diversos gêneros bem marcados na transição dos atos: da comédia dramática, para o drama, para o thriller. Tudo através de um roteiro delicioso pontuado com piadas superácidas, mal humoradas, sarcásticas, que anunciam a tragédia por vir.

Destaque merecido também à carismática Kristen Wiig, no papel da empenhada vizinha Audrey, em um retrato do cotidiano suburbano norte-americano que se ocupa e se engaja da sua pequena comunidade como se sua vida dependesse disso – o que leva ao extremo de tentar controlar a vida dos outros. Hilário, porém, real e incômodo. Ah, e ainda temos Lawrence Fishburne, em participação especial de uma cena.

A adaptação em longa-metragem de ‘Cadê Você, Bernadette?’, baseada no best-seller da Maria Semple (que também já foi responsável por alguns episódios de Mad About You’ e ‘Beverly Hills, 90210’), faz competente tradução do papel social da mulher do século XXI, a quem os sonhos são relegados ao espaço de último item da lista e a quem o espaço criativo é negado por conta da construção patriarcal da sociedade, que lhe confere espaço social caseiro, não do pioneirismo e do destaque.