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Remake de ‘O Grito’ ganha novidades; Vem ver!

O Grito‘ (2014), refilmagem norte-americana do japonês ‘Ju-On: The Grudge‘ (2002), vai ganhar um novo remake nos EUA.

Segundo o Deadline, Nicolas Pesce (‘The Eyes of My Mother’) foi contratado para dirigir o terror e a atriz Andrea Riseborough (‘Black Mirror’) deve viver o papel de detetive e jovem mãe solteira. O roteiro está sendo escrito pelo escocês Jeff Buhler (‘O Último Trem’)

Sam Raimi (‘A Morte do Demônio’) vai produzir através da Ghost House.

O Grito‘ traz a arrepiante história de Karen (Sarah Michelle Gellar), uma assistente social que, depois de visitar uma estranha casa amaldiçoada após assassinatos ocorridos em um momento de terror, vê sua viva virar de cabeça para baixo. Ela tenta resolver o mistério por trás da maldição, que cresce e se altera de acordo com suas vítimas. É uma cadeia de horror que não perdoa ninguém.

A versão americana de ‘O Grito‘rendeu duas continuações. Ainda não há data de estreia para o filme.

Hotel Artemis

(Hotel Artemis)

 

Elenco:

Jodie Foster

Sofia Boutella

Dave Bautista

Jeff Goldblum

Sterling K. Brown

Zachary Quinto

Charlie Day

Jenny Slate

Direção: Drew Pearce

Gênero: Ação

Duração: 94 min.

Distribuidora: Diamond Films

Orçamento: US$ 40 milhões

Estreia: 13 de Setembro de 2018

Sinopse:

A trama apresenta o hotel do título, um lugar secreto que funciona como hospital de criminosos. E é justamente para onde os protagonistas vão após realizaram um roubo. A face do local é “a enfermeira” (papel da veterana Jodie Foster), há mais de vinte anos responsável por cuidar dos membros que lá chegam. Dessa vez, no entanto, o lugar enfrentará o maior problema de sua existência.

Crítica | Hotel Artemis – Jodie Foster volta depois de 5 anos à frente de grande elenco (Nota: 5.0)

Curiosidades:

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Trailer:

Cartazes:

Fotos:

 

Ranking | Do pior ao MELHOR ‘Indiana Jones’ – incluindo ‘A Relíquia do Destino’

O ano de 2023 é muito especial para os fãs de Indiana Jones. Isso porque a saga do arqueólogo mais famoso do mundo chega ao fim com seu novo filme, que já está nos cinemas.

Divulgação/ Lucasfilm Ltd. & TM ©2023. All Rights Reserved.

Porém, ao contrário das expectativas da Lucasfilm – e dos fãs em geral, Indiana Jones e a Relíquia do Destino não se tornou unanimidade entre crítica e público. Feito para dar um fim digno ao maior personagem dos cinemas, o longa queria apagar da mente dos apaixonados pelas aventuras de Indy o sabor agridoce deixado por Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal, lá em 2008. Mas não conseguiu exatamente. Por isso, ranqueamos os filmes da saga do PIOR para o MELHOR. Confira!

5. Indiana Jones e a Relíquia do Destino

Feito com a missão de limpar a barra da franquia com um capítulo final digno, Indiana Jones e a Relíquia do Destino tinha potencial, mas esbarrou na falta de personalidade ao recontar uma história de encerramento que não soube lidar com as próprias propostas. Dessa vez, nosso querido Indiana Jones está se aposentando da vida de professor universitário e vive com a frustração de ser uma peça descartável em uma sociedade que só pensa no futuro e até onde as revoluções científicas vão levar a humanidade. Nesse contexto, sua afilhada, Helena Shaw (Phoebe Waller-Bridge) ressurge em busca da Anticítera, uma relíquia do matemático Arquimedes que supostamente permitia viagens no tempo, e que foi obsessão de seu pai em vida. Quando ela toma posse, nazistas infiltrados no governo americano começam a persegui-la e ao seu padrinho, que deixa a aposentadoria rumo a uma aventura final.

Por ser ambientado em 1969, um ano tão emblemático para a história dos EUA, talvez fique a sensação de que esses eventos históricos poderiam ser melhor explorados. Mas a verdade é que o grande problema desse filme é ter dois protagonistas que não se complementam. Pois é, Helena reúne todas as características de uma personagem que foi introduzida para dar continuação à franquia. Porém, como é um filme do Indiana Jones e a proposta é ser uma grande despedida para Harrison Ford e o lendário arqueólogo, ele precisa solucionar tudo para não perder o brilho. Ou seja, Helena é relegada do protagonismo verdadeiro, mas também é importante demais para ser uma mera coadjuvante. Ao mesmo tempo, Indy é retratado como uma personagem descartável, mas que se força a ser protagonista. É uma contradição bastante complicada e que muitos considerarão como desrespeitosa ao grande herói das aventuras oitentistas. Além disso, todo o arco de conclusão do Indiana Jones é muito similar àquele já apresentado em O Reino da Caveira de Cristal, mas conduzido de forma mais triste e sombria, como um remake não assumido do final de 2008.

4. Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal

Considerado o pior filme da saga por 15 anos, o filme lançado em 2008 perdeu o posto em 2023, mas não é absurdo dizer que mesmo sem ter tanto prestígio, ele tem seu valor. Lançado em uma época em que os super-heróis “realistas” começavam a ditar os rumos do entretenimento popular, chegando a afetar ícones dos anos 80, como a franquia Duro de Matar, é louvável que Steven Spielberg tenha se mantido fiel ao mais puro e simples compromisso com a aventura alucinante que o levou ao sucesso irredutível que ele mantém até hoje. A trama acompanha um Indiana Jones mais velho e cansado, que ainda assim segue com sua rotina de alternar as aulas na universidade com suas aventuras mortais ao redor do mundo. Dessa vez, os nazistas dão espaço aos soviéticos, que estão atrás de uma misteriosa caveira de cristal, cujas habilidades permitiriam que seu portador atingisse o conhecimento máximo, chegando até a ler mentes. No meio dessa trama paranormal, Indy sofre uma traição e acaba sendo jogado no caminho dos soviéticos para ajudá-los a recuperar a tal caveira, levando essa turminha do barulho em uma aventura sem precedentes pela América do Sul.

Talvez o grande problema desse filme – fora a estética que flerta com os filmes dos anos 60, mas traz a saturação típica dos longas do final da década de 2000 – seja a insistência incômoda da direção em mostrar que o herói da infância de grande parte do público está velho e acabado. Todo mundo sabia da idade avançada de Harrison, mas ele é metido em situações aqui que beiram o desrespeito com o personagem e o ator. Além disso, o Mutt Williams (Shia LaBeouf), que acompanha o Indy em grande parte do filme, é um coadjuvante ainda mais chato que a Willie. De qualquer forma, se você não sentir incômodo com essa proposta de ver um Indy cansado, é bem provável que você se divirta muito com as famosas aventuras exageradas do arqueólogo.

3. Indiana Jones e o Templo da Perdição

Esse filme traz uma curiosidade muito interessante. Ele foi o segundo da saga a ser lançado nos cinemas. Porém, cronologicamente falando, ele se passa antes do primeiro filme da franquia, não que isso afete em alguma coisa a ordem de assistir a saga. E mesmo estando em terceiro no nosso ranking, O Templo da Perdição passa muito longe de ser um mau filme. Ambientada em grande parte na Índia, essa aventura asiática do Dr. Jones começa em Xangai, onde ele negocia a troca de uma urna histórica por um diamante, mas acaba sofrendo um golpe e se vê na urgência de fugir com seu parceiro mirim, Short Round (Ke Huy Quan), e a atriz/ cantora/ rainha dos gritos, Willie Scott (Kate Capshaw). Na fuga, eles passam por outra trairagem e acabam na Índia, onde uma aldeia nativa se vê afundada na crise após uma seita sobrenatural roubar sua pedra sagrada e todas as crianças do vilarejo. Assim, Indy e seus amigos vão tentar ajudá-los enquanto procuram uma forma de voltar para a cidade. O problema é que a tal seita é bem mais poderosa do que eles imaginam.

Esse capítulo causou bastante polêmica dentre os fãs, justamente por trazer um tom mais sombrio e adulto para a saga. Enquanto parte do fandom é apaixonada por essa pegada mística de rituais e cenas mais pesadas, há quem não curta por achar que destoa muito do resto da franquia. A ideia de Spielberg e George Lucas, inclusive, era mesmo fazer algo mais voltado para o terror. Ainda há algumas polêmicas culturais, como a exaltação ao exército britânico ante o massacre promovido na Índia. Mas, no final das contas, há tantos momentos memoráveis nesse filme, que é quase impossível não se divertir com ele. Como não gostar de uma aventura que promove uma sequência de tirar o fôlego em um carrinho de ferro em uma mina abandonada? Não dá!

2. Indiana Jones e os Caçadores da Arca Perdida

Ok, ok, sei que essa aqui é polêmica, já que Caçadores da Arca Perdida revolucionou o gênero da aventura nos cinemas e se tornou o exemplo perfeito de como se fazer um filme do gênero. No entanto, o primeiro lugar do ranking tem um ponto que faz toda a diferença. A trama deste longa começa na América do Sul, com o arqueólogo tentando extrair um ídolo de ouro de uma caverna repleta de armadilhas. Essa sequência se tornou uma das mais famosas da história do cinema, além de marcar a estreia do fantástico Alfred Molina (o Doutor Octopus de Homem-Aranha 2) nas telonas. Com um resultado frustrante, Indy retorna para a universidade, onde é intimado pelo serviço secreto dos EUA, que pede sua ajuda para encontrar a lendária Arca da Aliança, que está sendo procurada pelos nazistas, que querem usar os supostos poderes divinos do artefato para varrer os EUA e ganhar a Segunda Guerra Mundial. Assim, o arqueólogo vai parar no Cairo, onde suas pesquisas indicam que está escondida a arca.

O filme é praticamente perfeito. Apesar de alguns malas-sem-alça cismarem em dizer que a participação do Indiana Jones não afeta o destino da guerra, o filme usa justamente dos erros e afobações de seu protagonista para contar uma história de como ele quase complica tudo, mas consegue salvar o dia no final. É uma aventura que só mesmo tendo muita amargura no coração para tentar colocar defeito. O filme é tão bom e envelheceu tão bem, que até hoje é capaz de entreter, divertir e assustar as novas gerações. É arte purinha.

1. Indiana Jones e a Última Cruzada

E no topo do ranking, temos a consolidação do sonho de Steven Spielberg com uma aventura tão fantástica quanto a original, que explora o passado e flerta com o futuro do nosso herói, enquanto ele se mete em outra confusão com os nazistas, mas agora acompanhado por seu carismático pai. Spielberg nunca escondeu de ninguém que seu grande sonho cinematográfico era dirigir um filme do James Bond. Inclusive, foi desse sonho que surgiu a ideia de fazer a saga de um aventureiro que fosse tão másculo e implacável quanto o agente secreto. Então, quando ele decide fazer a – até então – última aventura de seu personagem mais icônico, revelando ao público uma complicada relação entre pai e filho, ele foi certeiro ao escalar o lendário ex-007, Sean Connery, para interpretar o Dr. Jones Pai. Sua personalidade excêntrica misturada às trapalhadas típicas de ter um senhor de idade envolvido numa busca mortal contra os nazistas consegue fazer um contraponto muito divertido à virilidade das ações do Indy, ao mesmo tempo que ele exercer tanta influência sobre o aventureiro acaba sendo um complemento perfeito para a personalidade do herói. Para melhorar tudo, eles retornam aos desertos africanos, onde reencontramos velhos conhecidos e damos gargalhadas com a confusões que o pobre Dr. Marcus Brody (Denholm Elliott) arruma. Ainda há um mistério acerca da belíssima acompanhante de Indy na jornada e um vilão nojento que anseia por encontrar o lendário Graal, o cálice usado por Jesus Cristo na Última Ceia.

O longa consegue contar mais do passado do Indiana de forma divertida, e que hoje não seria bem-vista por alguns. No entanto, é feita com tanta paixão e combina tanto com o tom do filme, que é impossível não se entreter com as origens do jovem Indiana Jones. Além disso, ele promove um resgate ao espírito de aventura descompromissada do primeiro filme, deixando de lado esse tom mais sóbrio e abraçando a ideia de um trama para toda a família. É aquilo, por mais perfeito que Caçadores da Arca Perdida seja, é muito difícil de competir com um filme que traz um 007 e um Indiana Jones para serem pai e filho, desenvolvendo sua relação ao longo da história e criando uma das maiores aventuras de todos os tempos, senão a maior.

E aí, concorda com nosso ranking? Monte o seu nos comentários!

A saga Indiana Jones já está disponível no Disney+;
Indiana Jones e a Relíquia do Destino está em cartaz nos cinemas.

‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania’ estreou nos cinemas! Veja 10 Curiosidades do novo filme da Marvel…

Apesar de ter dividido a opinião dos críticos – com 48% de aprovação no Rotten Tomatoes –, a sequência ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania‘ registrou a maior estreia global da franquia, com US$ 225.3 milhões arrecadados mundialmente.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 104 milhões – quase o dobro da estreia do longa original (US$ 57.2M), em 2015. No mercado internacional, foram US$ 121.3 milhões.

Para celebrar o sucesso com vocês, o CinePOP separou aqui 10 curiosidades sobre o terceiro filme da saga de Scott Lang.

10 – Troca de elenco

Em ‘Vingadores: Ultimato’ (2019) Cassie Lang foi interpretada por Emma Fuhrmann. Entretanto, durante o Investor Day que a Disney apresentou em dezembro de 2020 a atriz ficou sabendo que seria substituída por Kathryn Newton na franquia. Apesar da surpresa, Emma declarou no Twitter ser muito grata por ter participado do MCU.

9 – Loki

Sem dar spoilers, é importante dizer que ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania’ tem uma cena pós-crédito, e que o que acontece nessa cena está diretamente ligado à segunda temporada da série do ‘Loki’.

8 – Sem Paul Rudd

Talvez você não tenha percebido, mas este é o primeiro ‘Homem-Formiga’ que não foi co-escrito pelo Paul Rudd.

7 – Uniforme modificado

O uniforme de Scott Lang foi modificado para este filme, para que fosse possível incluir o peitoral clássico original dos quadrinhos.

6 – Mesmo diretor

Homem-Formiga’ é apenas a segunda trilogia do MCU a ter o mesmo diretor no comando dos três filmes da franquia em sequência. A primeira franquia é ‘Homem-Aranha’, dirigido por Jon Watts.

5 – Teste de figurino

Evangeline Lilly fez sua prova de figurino para a vestimenta da Vespa cerca de três semanas antes de ela sequer ler o roteiro! 

4 – Ao mesmo tempo

Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania’ foi filmado simultaneamente com ‘Thor: Amor e Trovão’ (2022) e ‘As Marvels’ (2023). Enquanto o primeiro usou as locações da Georgia, Turquia e Londres, o segundo foi gravado em Sidney, na Austrália, e o último foi gravado em Nova Jersey, Los Angeles e na Inglaterra. 

3 – Bill Murray

O veterano ator Bill Murray estava muito interessado em entrar para o MCU, a ponto de até telefonar para Kathryn Newton para ver se ela estava de boa com ele entrar para o elenco. Esse é o terceiro papel oriundo dos quadrinhos do ator. Ele já foi o Tocha Humana numa adaptação para o rádio de ‘O Quarteto Fantástico’ e também já emprestou sua voz para o gato Garfield nos filmes de 2004 e 2006. Numa esquete do Saturday Night Live, Murray interpretou Margot Kidder/The Chieftains (1979), e nesta brincadeira também houve a participação de Garrett Morris como o Homem-Formiga – que posteriormente acabou fazendo uma participação especial como motorista de táxi no filme de 2015. 

2 – Quadrinhos (SPOILER) 

Em determinado ponto do filme Kang esmaga o capacete do Homem-Formiga com um chute circular. Esta cena remete a um painel sobre os quadrinhos da franquia, em que Kang realiza um movimento similar, porém contra o Homem-Aranha.

1 – Fase 5

Kevin Feige, presidente da Marvel Studios, falou que ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania’ faz conexão direta com a Fase 5 da Marvel e estará diretamente ligado a ‘Os Vingadores: A Dinastia  Kang’ (2025). Já o diretor Peyton Reed falou que este filme tem impacto profundo no MCU… O que será que vem por aí?

‘Penny Dreadful: City of Angels’: Diretor retorna para o spin-off da série

Showtime deu sinal verde para um spin-off da aclamada série de terror histórico Penny Dreadful, e parece que as produções trarão um rosto bem familiar.

Paco Cabezas, que dirigiu diversos episódios da franquia original, irá continuar seu trabalho e encabeçará os novos capítulos de Penny Dreadful: City of Angels’, incluindo o piloto.

Segundo o site Deadline, Cabezas já assinou contrato, juntamente ao criador, roteirista e produtor executivo John Logan, que também ficou responsável pelo show original. As gravações devem começar ainda neste ano.

“Ficamos bastante animados quando John veio a nós com uma nova entrada na mitologia de Penny Dreadful, que explora tanto o mundo humano quando o espiritual na Califórnia”. Gary Levine, presidente da emissora, disse em declaração oficial. “A nova série promete ser uma extraordinária saga de amor familiar contra os tenebrosos monstros que vivem ao nosso redor e dentro de nós”.

Penny Dreadful durou apenas três temporadas e tornou-se um sucesso de crítica e de público. Ambientada em Londres da Era Vitoriana, a série trouxe em seu elenco Eva Green, que inclusive foi indicada ao Emmy Awards por sua performance, Rory Kinnear, Billie Piper, Timothy Dalton, Josh Hartnett, Reeve Carney, Harry Treadaway e outros.

‘City of Angels’, por sua vez, se passará em Los Angeles em 1938. Nenhum elenco oficial foi confirmado.

‘Helstrom’: Hulu está ‘muito feliz’ com o andamento da série

Horas depois da Hulu desistir de seguir em frente com Motoqueiro Fantasma, o site ComicBook.com revelou que a plataforma de streaming está “muito feliz” com o andamento de outra aguardada produção, Helstrom, e que planeja continuar desenvolvendo a série.

O projeto deve ser rodado em breve, com o título de produção: ‘Omens’.

Além disso, foi confirmado que as filmagens da primeira temporada começam no dia 07 de outubro, em Vancouver, Canadá.

Sabe-se também que o designer de produção Todd Fjelsted entrou há alguns meses para a equipe criativa. Fjelsted tem um currículo impressionante na televisão e seu trabalho mais recente foi na segunda temporada de GLOW, da Netflix.

Ele compartilhou as boas-novas em seu Instagram oficial:

“Eu serei responsável pelo design da nova série da MarvelHelstrom, trazendo Daimon e sua irmã Satana, personagens que nunca foram adaptados dos quadrinhos até agora. Helstrom irá se juntar a Motoqueiro Fantasma em suas respectivas séries para emplacar um universo mais obscuro da Marvel que será transmitido pela Hulu em 2020″, diz a postagem. 

Nenhuma outra informação sobre a série foi divulgada.

‘Big Time Adolescence’: Griffin Gluck aparece em nova imagem de bastidores; Veja!

Hulu divulgou uma nova imagem de bastidores da comédia Big Time Adolescence, que traz o astro Griffin Gluck ao lado do produtor Thomas Barbusca.

Confira:

O filme é dirigido é escrito por Jason Orley.

Um adolescente cresce em sua pacata cidade suburbana, seguindo a influência destrutiva de seu melhor amigo, um carismático jovem que abandonou a faculdade.

Pete DavidsonGriffin Gluck estrelam. Colson BakerJon CryerSydney SweeneyEmily Arlook completam o elenco.

Big Time Adolescence estreou no último dia 03 de março.

‘Mulher-Maravilha 1984’: Boneca da Mulher-Leopardo viraliza por semelhança com Rita Cadillac

Nos últimos dias, a primeira leva de merchandising de Mulher-Maravilha 1984’ começou a ser lançada ao redor do mundo e parece que um dos produtos colecionáveis chamou a atenção dos internautas brasileiros.

O objeto em questão é uma boneca de Mulher-Leopardo, vilã que será introduzida na sequência e que é vivida por Kristen Wiig. O brinquedo possui semelhanças chocantes com Rita Cadillac, famosa dançarina e atriz conhecida por seu trabalho no programa do apresentador Chacrinha.

Veja:

Não demorou muito para que os fãs notassem a semelhança e levassem as comparações para o Twitter.

Confira as reações:

Durante uma entrevista para a SYFY Wire, a diretora Patty Jenkins deu alguns detalhes sobre a personagem, revelando suas motivações contra Diana Prince:

“A Dra. Minerva sofre uma mutação por causa de artefatos místicos, mas isso não faz dela uma vilã, apenas uma azarada. Ela se torna vilã por conta da inveja que tem da Mulher-Maravilha. O que faz ela se transformar em Mulher-Leopardo é sentir que nunca foi tão boa quanto alguém como Diana. Ela me lembra pessoas que têm baixa auto-estima, que estão sempre se colocando para baixo, sabe? Então, quando ela abraça a mudança, surge esse ressentimento acumulado ao longo de todos esses anos.” 

Veja fotos:

Lembrando que o filme chega no Brasil no dia 1º de Outubro, um dia antes da estreia norte-americana.

Patty Jenkins retorna à direção da sequência, que se passará no período da Guerra Fria.

Gal Gadot estrela como a heroína. O elenco também conta com o retorno de Chris Pine, Robin Wright, Saïd Taghmaoui e Ewen Bremner, e a introdução de Kristen Wiig como a Mulher-Leopardo.

Confira trechos da nossa entrevista com a Gal:

‘A Festa de Formatura’: Jo Ellen Pellman e Ariana DeBose nas novas imagens de bastidores do musical

A Festa de Formatura, adaptação musical da clássica peça da Broadway e realizada por  Ryan Murphy, é a mais nova sensação da Netflix – e, agora, a plataforma de streaming divulgou novas imagens de bastidores trazendo as estrelas Jo Ellen PellmanAriana DeBose.

Confira:

A história gira em torno de quatro atores de teatro que viajam para Indiana, onde ajudam uma adolescente cujo baile de formatura foi cancelado após tentar levar sua namorada como acompanhante.

Meryl Streep dá vida a Dee Dee Allen, atriz vencedora de dois prêmios Tony que agora se vê no fundo do poço após receber críticas negativas por sua aparição no fracassado musical sobre Eleanor Roosevelt. Nicole Kidman, por sua vez, faz parte do quarteto protagonista como Angie Dickinson.

James CordenAndrew Rannels também fazem parte do grupo principal, dando vida a Barry Glickman e Trent Oliver, respectivamente. Keegan-Michael Key, Kerry Washington, Andrew Rannells, Ariana DeBose e outros completam o elenco.

Crítica | Aly & AJ fundem synth-rock e Hi-NRG no espetacular ‘A Touch of the Beat’

No ano passado, a dupla Aly & AJ, formada pelas irmãs Alyson e Amanda Michalka, foi uma das principais integrantes de um dos melhores momentos da indústria fonográfica – unindo-se a powerhouses como Lady Gaga, Taylor Swift e Ariana Grande para uma celebração da própria arte musical. Mencionadas na nossa lista de Melhores Canções de 2020, as cantoras e compositoras, que normalmente passam longe do radar mainstream, exaltaram os principais aspectos da década de 1990 com a incrível rendição de “Joan of Arc on the Dancefloor”, aludindo até mesmo às estéticas expressionistas do começo do século passado. Pouco depois de lançarem um ótimo e subestimado EP, as duas retornaram aos holofotes com a estreia do vindouro quarto álbum de estúdio.

Composto por doze faixas, o monstruoso e poético título, A Touch of the Beat Gets You Up on Your Feet Gets You Out and Then Into the Sun’, representa uma forte mudança no estilo apresentado aos fãs desde sua estreia nos anos 2000. Carregando apreço pelo costumeiro e mercadológico pop-rock ou pelo classicismo do nu-house, Aly e AJ resolveram apostar fichas em um nicho que começou a ser explorado ainda nas protuberâncias sessentistas do cenário europeu – o rock eletrônico ou synth-rock. É a partir daí que insurge a arquitetura principal da produção, alastrando-se ao longo de quase cinquenta minutos de forma a não cair na repetição e apresentar uma nostálgica e, ao mesmo tempo, original identidade sonora.

O duo teve uma proeminência considerável com a aclamada “Potential Breakup Song” que, lançada originalmente em 2007, as centrou num caminho semelhantemente trilhado por Avril Lavigne e Selena Gomez, cujas incursões de estreia mergulharam nas infusões do punk e do soft-rock como forma de criar um som que não era muito visto no escopo do entretenimento. Mais tarde, Aly e AJ chegaram a um ponto de amadurecimento que não fazia tanta questão de remodelar imagéticas sóbrias e seguir o que estava “na moda”, mas sim encontrar um jeito de expressar o que se escondia no âmago de seus sentimentos – como é o caso de “Pretty Places”, que abre a mais nova narrativa com concisão e emoção invejáveis, trazendo referências que variam desde Bob Dylan até Shania Twain – seja pela melodia convidativa do violão, seja pelos ecos da guitarra em segundo plano.

Em diversas entrevistas para promover o álbum, as performers comentaram sobre qual linha desejavam seguir – algo um tanto quanto evasivo, considerando que trariam o cenário do rock experimental de volta à tona. Essencialmente, é notável que as escolhas para as faixas não foram aleatórias, e sim calcadas em uma minúcia detalhista e simples que transforma cada track em uma ode a um gênero cujas raízes datam de um tempo considerável: “Lucky to Get Him”, assim como outras iterações, resgatam de modo mimético a estética optada por Edgar Froese e sua banda, Tangerine Dream; “Symptom of Your Touch”, uma das melhores faixas de 2021, pode até ter um panorama mais comercial, é claro, reiterado pelo uso impactante dos sintetizadores – mas é tão bem produzida que nos faz encará-la como uma personificação jovial da explosão de “Dancing on My Own”, incluindo a trama sobre um relacionamento complicado.

Quando pensamos nos múltiplos gêneros que uma obra musical pode conter, normalmente ficamos com um pé atrás, aguardando por uma confusão circinal sem pé, nem cabeça. É claro que inúmeros artistas conseguem criar mágica através do caos, como foi o caso, por exemplo, de Fiona Apple com a majestosa irreverência de ‘Fetch the Bolt Cutters’, ou com o hyperpop premeditado por Charli XCX, Gaga e SOPHIE. Aly e AJ não ficam de fora dessa lista e, apesar de não tentarem desconstruir o engessamento da música em si, mostram que têm domínio sobre as mais diversas inflexões; nesse âmbito, o Hi-NRG setentista de Patrick Hernandez e, mais recentemente, de Jessie Ware, é a força-motriz da elétrica e robótica “Listen!!!” e da sensualidade elegante de “Lost Cause”.

A dupla não tem como objetivo revolucionar a música – muito pelo contrário: tem, isso sim, um desejo de mostrar que estão no auge de suas capacidades mentais para não se deixarem levar por comentários de terceiros e por trabalharem em uma carreira estonteante que merecia mais reconhecimento. Mais do que isso, deixam claro que compreendem que a sutileza é a chave para a grandiosidade, motivo pelo qual assinam todas as faixas e entregam-se em intimidade para as hábeis mãos do produtor Yves Rothman, que deixa a obscura atmosfera de ‘Os Outros’ para trás em prol da celebração da vida. Mesmo as certas repetições vistas em “Stomach” e “Don’t Need Nothing” não são o suficiente para apagar a beleza dos talentosos artistas que unem forças para uma envolvente joia instrumental.

Aly e AJ retornaram da forma mais triunfal e inesperada possível – com o primeiro álbum completo e quase uma década e meia, talvez tendo esperado o tempo certo para decidirem o que bem entendiam fazer. A Touch of the Beat é uma elegia, uma história de romance, um conto de fadas fabulesco em que os maniqueísmos do amor e da decepção se aglutinam em um só, em prol de transformar si mesmo em uma das produções mais sinceras do ano.

Nota por faixa:

1. Pretty Places – 5/5
2. Lost Cause – 5/5
3. Break Yourself – 4,5/5
4. Slow Dancing – 3,5/5
5. Paradise – 4,5/5
6. Sympton of the Touch – 5/5
7. Lucky to Get Him – 4/5
8. Listen!!! – 5/5
9. Don’t Need Nothing – 4/5
10. Stomach – 3,5/5
11. Personal Cathedrals – 5/5
12. Hold Out – 4/5

Crítica | Segunda parte de ‘American Horror Story: Double Feature’ começa do jeito mais bizarro possível

Na semana passada, Ryan Murphy e Brad Falchuk se despediram da primeira parte de American Horror Story: Double Feature’ com um episódio um tanto quanto desconjuntado e perdido nas próprias ambições que despertou nos capítulos anteriores. Afinal, ‘Red Tide’, como ficou intitulada a metade inicial da décima temporada, começou de forma surpreendentemente coesa e aumentou as nossas expectativas para uma conclusão digna e satisfatória; no final das contas, apressar a condução da trama foi um tiro que saiu pela culatra, rendendo-se aos mesmos problemas de ciclos predecessores – como ‘Freak Show’, ‘Hotel’ e ‘Roanoke’.

De qualquer forma, mudar o que aconteceu é impossível – então, o que podemos fazer é esperar para que a segunda metade, subtitulada ‘Death Valley’, trilhe um caminho mais sólido e cumpra com o prometido. O episódio de “reestreia”, “Take Me to Your Leader”, remodelou a equipe criativa e introduziu Max Winkler como diretor. Conhecido por seu trabalho em produções como ‘Crazy Ex-Girlfriend’ e ‘Cruel Summer’, Winkler já apresentara suas habilidades em uma carreira relativamente prolífica e funcionaria como uma perfeita adição a esse insano universo antológico. O resultado é o que esperaríamos de uma série no estilo de ‘AHS’ e, apesar de tropeçar em certos aspectos técnicos, mostra-se promissora para as semanas que seguirão.

Enquanto algumas pessoas encaram o “bizarro” como uma qualificação pejorativa, o termo é muito bem-vindo neste show. O sétimo capítulo da décima temporada se encaixa com perfeição dentro do espectro prenunciado pelo adjetivo, desde a evocativa e nostálgica cena de abertura ao chocante e nada previsível gancho. Winkler não pensa duas vezes antes de homenagear alguns clássicos do gênero de ficção científica, como ‘Eles Vivem’, ‘Sinais’ e até o segmento “Slumber Party Alien Abduction”, do terror ‘V/H/S/ 2’. A estética preto-e-branco do primeiro ato nos leva de volta para os anos 1950, em que a narrativa acompanha as primeiras incursões do então presidente Dwight Eisenhower (Neal McDonough) e o contato com raças alienígenas – que, ao que tudo indica, têm uma mensagem a dar aos humanos. Ora, mesmo a pioneira da aviação Amelia Earhart (Lily Rabe em mais uma interpretação impecável) faz uma breve aparição, seguindo os rumores de que havia sido abduzida por extraterrestres após seu misterioso desaparecimento sobre o Atlântico.

Pouco depois, somos trazidos de volta ao presente e acompanhamos o breve retiro de férias do grupo formado por Kendall (Kaia Gerber), Cal (Nico Greetham), Troy (Isaac Cole Powell) e Jamie (Rachel Hilson), que resolvem se afastar da tecnologia e da civilização por um tempo até se tornarem alvo de acontecimentos muito estranhos que envolvem a mutilação em massa de uma horda de vacas e um estranho lapso de memória em uma estrada deserta. É claro que, com as óbvias pistas que Winkler joga na iteração – e o roteiro nada sutil de Falchuk, Kristen Reidel e Manny Coto -, sabemos que essa espécie de sonho foi algo arquitetado pelos alienígenas que os abduziram – e mais: que engravidaram todos do grupo.

Em qualquer outro drama da televisão contemporânea, tal reviravolta seria encarada como uma falta de criatividade; mas, em se tratando de American Horror Story, as coisas têm a tendência de seguir um padrão que beira o lunático e que, dentro da atmosfera camp da qual se vale, tem praticidade admirável. Talvez por essa razão, os problemas enfrentados se encontrem em sua base estrutural: há a trama que se amarra com a presença de Rebecca Dayan como Mary Wycoff, bem como o alienígena que Eisenhower e o Departamento de Defesa encontram em pleno deserto; temos, também, a pontual presença de Sarah Paulson como Mamie, esposa de Dwight, que isola-se em um complicado esquecimento num nível similar às subtramas que envolvem os jovens da cronologia atual.

À medida que as escolhas visuais acertam em cheio em criar dois microcosmos dentro de um cosmos que já pertence a algo muito maior – e que pode ser amarrado nas próximas semanas -, o enredo soa familiar demais para demonstrar qualquer originalidade. Isso não seria um obstáculo caso tratado com concisa naturalidade, como vimos em ‘Red Tide’; porém, não é o que vemos aqui: as confusas mensagens parecem não se desenrolar como deveriam e não exploram todo o potencial que carregam. Temos, por exemplo, uma homenagem on point ao conhecido título ‘Contatos Imediatos de Terceiro Grau’, de Steven Spielberg, em uma delineação que inclusive remonta aos anos 1970 – e que de nada adianta se os eventos se amalgamam em um frenesi incontrolável.

A segunda parte de ‘Double Feature’ pode não ter acertado em todos os elementos que dispôs aos telespectadores, mas mostrou um lado de Murphy e de seu time que já não víamos há algum tempo. Apesar dos deslizes, ‘Death Valley’ tem chances de dar vida a uma história muito interessante e que pode recuperar nosso interesse em incursões exploradas no cenário do entretenimento desde sempre.

‘Maravilhosa Sra. Maisel’: 4ª temporada estreia no Prime Video!

A 4ª temporada da aclamada e adorada série ‘Maravilhosa Sra. Maisel‘ (The Marvelous Mrs. Maisel) finalmente estreou no Prime Video.

Os dois primeiros episódios foram disponibilizados no último dia 18 de fevereiro na plataforma de streaming.

O restante dos capítulos será lançado semanalmente.

Em declaração oficial, o produtor executivo Daniel Palladino explicou a decisão de não divulga o ciclo completo de uma vez: “Nós conversamos muito sobre isso. Há alguns anos, as pessoas acharam que o formato semanal estava ultrapassado porque os espectadores queriam assistir todos os episódios de uma só vez. Mas, então, séries como ‘Succession’ ganharam ainda mais popularidade, benificiando-se do formato semanal.”

Relembre o trailer:

A série foi criada por Amy Sherman-Palladino (‘Gilmore Girls‘).

Em 1958, Nova York, a vida de Midge está nos eixos: marido, filhos e elegantes jantares em seu apartamento no Upper West Side. Mas quando a vida dela dá uma reviravolta, ela tem que decidir rapidamente o que mais ela sabe fazer. Se tornar uma comediante é uma escolha inusitada para todos, exceto para ela.

O elenco conta com Rachel Brosnahan, Alex Borstein, Michael Zegen, Marin Hinkle e Tony Shalhoub.

Pesadelos ganham vida no trailer ARREPIANTE da 2ª temporada de ‘American Horror Stories’; Confira!

O canal FX divulgou o trailer oficial da 2ª temporada de ‘American Horror Stories‘, série derivada de ‘American Horror Story‘.

O próximo ciclo irá estrear oficialmente no dia 21 de julho.

Confira:

spin-off foi criado por Ryan Murphy e Brad Falchuk.

O seriado American Horror Stories é um spin off de American Horror Story, trazendo novas histórias de arrepiar, envolvendo tanto personagens já conhecidos do público, como seres completamente novos. A ideia é expandir esse universo tão amado… e tão assustador.

O elenco do próximo ciclo é formado por Cody FernMax GreenfieldNico GreethamDenis O’HareGabourey SidibeDominique JacksonJudith LightAlicia SilverstoneBella ThorneQuvenzhané Wallis e outros.

No Brasil, a primeira temporada já está disponível no Star+.

Crítica | Apelativa, preguiçosa e previsível, ‘American Horror Stories’ é um grande erro de Ryan Murphy

Artigo | Se você gosta de dramas poderosos, ‘História de um Casamento’ é o filme que você estava prourando

Ao longo da extensa história da esfera cinematográfica, diversos filmes encontraram espaço de sobra para se voltarem às explorações dos dramas familiares – ou seja, de narrativas que se conectassem mais com o cotidiano do público do que fantasiosas investidas ou ações inexplicavelmente majestosas. A ideia de conexão entre obra audiovisual e audiência, entretanto, ganhou palanque extremo nas últimas décadas e, assim como tantos outros gêneros, caiu nas ruínas da saturação e deu ares de um infeliz cansaço artístico que, caso não lapidado, continuaria a nos entregar a mesma coisa.

De qualquer forma, é sempre interessante analisar de que modo os cineastas e suas extensas equipes pretendem nos engolfar em verdades que não aceitamos, mas que estão presentes constantemente nas nossas vidas – seja através de um cronológico e expansivo coming-of-age (Boyhood – Da Infância à Juventude’), ou então a partir de uma perspectiva pueril que se vê no centro de uma transformação traumática (Ponte para Terabítia’, Sete Minutos Depois da Meia-Noite’), ou até mesmo embebida pela gritante contradição entre duas viscerais famílias (Deus da Carnificina’). E foi de modo chocante e emocionante que o diretor Noah Baumbach se valeu de todos esses aspectos supracitados para dar vida à História de um Casamento’ – cujo título pode nos guiar em um caminho conhecido, mas perscrutado por reviravoltas que se nutrem do âmago da frustração humana.

A trama gira em torno de Nicole (Scarlett Johansson), uma ex-atriz de cinema que agora trabalha em teatros independentes, e Charlie (Adam Driver), seu marido e diretor dramatúrgico. O filme se inicia com dois breves solilóquios em que os dois protagonistas falam sobre o que mais gostam de seus parceiros, enaltecendo suas personalidades altivas e seu senso de imperfeição que muitas vezes é ofuscada pelas exaustivas tentativas de alcançar a divina construção. Na verdade, essa mescla de qualidades e defeitos que sempre retorna aos nossos pensamentos quando nos prestamos a analisar alguém muito próximo a nós, é a estrutura principal sobre a qual irá se trilhar o caminho para o catártico finale – em sua versão mais sutil possível.

Ainda que tudo esteja às mil maravilhas, tudo não passa de aparência: afinal, Nicole e Charlie estão à beira de um divórcio, arquitetado primeiramente pela desistência da personagem de Johansson em continuar em uma mentira belamente contada. Não demora muito, inclusive, para que ela caia em si e perceba que seu casamento já não existe há muito tempo, ainda mais pelo egocêntrico egoísmo de Charlie que o impede de ver que sempre dominou o relacionamento e nunca deu abertura para que outras pessoas expressassem o que desejavam – quanto mais discordar de algo que já está decidido.

Baumbach, que também fica a encargo do roteiro, não apenas bebe de outras icônicas produções pelas quais ficou responsável (como ‘A Lula e a Baleia’ e Frances Ha’), como imprime uma sólida perspectiva do que insurge em meio a um profundo estudo antropológico. Aqui, as barreiras etárias que normalmente separam a sabedoria inerente dos mais velhos e o purismo inocente dos mais jovens deixam de existir em prol de aglutinar em uma pungente fusão cada uma das personas trazidas às telonas. Nem mesmo Nicole e Charlie, que carregam um certo “quê” de solenidade, estão livres de se renderem a certos momentos do primitivismo comportamental mais propositalmente ridículo – a sequência em que tentam resolver as coisas entre si e então trocam ataques vergonhosos que, na verdade, não têm a menor coerência.

É essa vergonha não-premeditada que inclusive antecipa a calmaria: em poucos minutos em que o casal tentaria ter uma conversa civilizada, o pacífico diálogo dá lugar a uma guerra explosiva que traz o pior de cada um à tona; ambos colocam para fora todos os sapos que foram obrigados a engolir e, depois de tangenciarem um agonizante ilogismo, recobram a consciência e caminham para o que podemos encarar como um final feliz às avessas: eles permanecem separados, mas nunca deixaram de amar um ao outro; entretanto, funcionam melhor como pessoas independentes, cuja visão profissional e pessoal diverge ao ponto de criar atritos complexos.

O diretor também abre espaço para teorizar acerca de outros temas importantes para o enredo e que são traduzidas do cotidiano para o cinema com atenção máxima: depois que contratam seus respectivos advogados (interpretados com perfeição por Laura Dern e Ray Liotta), tudo não passa de formalidades e tentativas quase idióticas de racionalizar algo que vai muito além de segmentos congruentes e que deveria ser discutido apenas pelos participantes desse complicado (e caro) aspecto de suas vidas. E, como se não bastasse, essa preocupação narrativa se estende também para as realizações estéticas, pinceladas com uma crescente melancolia que eventualmente se volta para uma inebriante letargia e uma compreensão de que tudo aquilo é inevitável.

‘História de um Casamento’ é uma das grandes surpresas dos últimos anos. O grande ponto da produção é ir para além das costumeiras resoluções de melodramas familiares – ora, até mesmo as convecções cômicas são deturpadas com um fundo da mais ardente verdade. E essa preocupação em se afastar de tudo o que conhecemos sem cair em arquiteturas inverossímeis é analisada de tal forma que é impossível não derramar uma lágrima com a história.

‘Riverdale’: Veronica é sabotada na prévia oficial do episódio 07×09; Confira!

A CW divulgou a prévia oficial de “Betty & Veronica Double Digest”, nono episódio da 7ª (e última) temporada de ‘Riverdale‘.

Na trama, “depois de criarem um plano para arrecadar dinheiro para a Babylonium, Veronica fica surpresa ao descobrir que alguém a está sabotando. Enquanto isso, após começar as sessões com o Dr. Werthers, Betty começa a questionar seus motivos”.

O capítulo vai ao ar no dia 24 de maio.

Confira:

O ciclo final estreará oficialmente no dia 29 de março.

Criada por Roberto Aguirre-Sacasa, a série é baseada nos quadrinhos do Archie Comics.

Na trama da última temporada, Jughead Jones se encontra preso nos anos 50. Ele não tem ideia de como foi parar lá, nem como voltar ao presente. Seus amigos não podem ajudar, uma vez que eles estão vivendo vidas aparentemente autênticas – sem lembranças de terem vivido em outra época.

O elenco conta com KJ Apa, Lili Reinhart, Camila Mendes, Cole Sprouse, Madelaine Petsch, Casey Cott, Charles Melton, Vanessa Morgan, Drew Ray Tanner, Mädchen Amick e Erinn Westbrook.

Olivia Colman e Jessie Buckley unem forças no trailer HILÁRIO da comédia satírica ‘Wicked Little Letters’; Confira!

Studiocanal UK divulgou o trailer oficial de Wicked Little Letters, comédia satírica estrelada pelas aclamadas atrizes Olivia ColmanJessie Buckley.

O longa chega aos cinemas britânicos em 23 de fevereiro de 2024, ainda sem previsão de lançamento no Brasil.

Confira:

A trama é baseada na história verdadeira de duas vizinhas totalmente diferentes entre si que unem forças para resolver um mistério.

O filme é dirigido por Thea Sharrock (‘Como Eu Era Antes de Você’), com roteiro assinado por Jonny Sweet (‘Together’).

Após o anúncio, o projeto se tornou um dos mais requisitados a integrar o mercado do Festival de Cannes e deve começar a ser rodado entre setembro e novembro deste ano, no Reino Unido.

Buckley dará vida a Rose Gooding, uma mulher de personalidade impetuosa que tem pouco em comum com sua vizinha religiosa, Edith Swan (Colman), além de viverem na mesma parte da cidade. Ambientada na cidadezinha litorânea de Littlehampton, nos anos 1920, Edith, ao lado de outras pessoas, recebe uma série de cartas obscenas e erráticas escritas em uma linguagem chula – e as suspeitas logo recaem sobre Rose. Afinal, quem mais sentiria a necessidade de recorrer a medidas tão drásticas e infantis? Mas, conforme as cartas continuam a causar o caos na cidade e Rose vê sua liberdade e a custódia da filha sob ameaça, a oficial de polícia Gladys Moss suspeita que algo está errado. Ao lado de um time de mulheres engenhosas, Gladys quer resolver o mistério, limpar o nome de Rose e descobrir quem está escrevendo as cartas.

Graham BroadbentPeter Czernin entram como produtores.

Anjana VasanTimothy SpallGemma JonesAlisha WeirHugh SkinnerRichard GouldingJason Watkins completam o elenco.

‘Garotos Detetives Mortos’: Série derivada de ‘Sandman’ estreia ESTA SEMANA na Netflix!

Garotos Detetives Mortos‘ (Dead Boy Detectives), série baseada na HQ homônima assinada pelo lendário Neil Gaiman, estreia esta semana na Netflix.

A produção tem estreia marcada para o próximo dia 25 de abril.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

https://youtu.be/U1wrfTyd2mU?si=N5D34YZaYyngqA46

Inicialmente desenvolvida para a HBO Max, a adaptação dos quadrinhos homônimos de Gaiman (‘Sandman’) encontrou um novo lar na Netflix – e será lançada como um derivado de ‘Sandman‘.

Tem um fantasma insistente que não sai do seu pé? Um demônio roubou suas memórias? Chame os Garotos Detetives Mortos! Nesta série sobrenatural ambientada no universo de Sandman, dois adolescentes se conhecem na morte e fazem de tudo para continuar juntos, incluindo escapar de bruxas más e do Inferno e da Morte em pessoa. Com a ajuda da clarividente Crystal (Kassius Nelson), eles trabalharão juntos para resolver os casos paranormais mais misteriosos do reino mortal.

O novo capítulo da DC, intitulado Gods and Monsters, trará uma conexão entre os filmes nos cinemas e as séries que eventualmente serão lançadas pela HBO Max – como já foi feito com ‘O Esquadrão Suicida‘ e a série do ‘Pacificador‘.

Jayden Revri (‘O Chalé’), Kassius Nelson (‘Noite Passada em Soho’) e o novato George Rexstrew serão os protagonistas.

Rexstrew dará vida a Edwin Paine, enquanto Revri e Nelson serão Charles Rowland e Crystal Palace, respectivamente.

Além do trio, a série também vai contar com Lukas Gage (‘Euphoria’) como Thomas, Rei dos Felinos; Briana Cuoco (‘The Flight Attendant’) como Jenny, amiga e confidente de Crystal Palace; Jenn Lyon (‘Justified’) como Esther, uma bruxa obcecada pela juventude eterna; Yuyu Kitamura (‘Mother Tongue’) como Niko, uma estudante que deseja se juntar aos detetives-fantasma; e Ruth Connell (‘Supernatural”), como Night Nurse, uma entidade demoníaca que guia o fluxo de almas no plano pós-vida.

O roteiro da adaptação é escrito por Steve Yockey (‘The Flight Attendant’), que também será um dos produtores executivos, junto com Greg Berlanti (‘Supergirl’) e Jeremy Carver (‘Patrulha do Destino’).

Beth Schwartz também divide a função de showrunner com Yockey.

‘Kung Fu Panda 4’ chega ESTA SEMANA ao streaming; Saiba onde assistir!

A sequência ‘Kung Fu Panda 4‘  chega muito em breve ao catálogo do Prime Video Brasil.

O longa, que conquistou 71% de aprovação no Rotten Tomatoes e arrecadou mais de US$548,9 milhões ao redor do mundo, será lançado na plataforma de streaming no próximo dia 25 de setembro.

Relembre nossa crítica e siga o CinePOP no Youtube:

Nesta primavera, pela primeira vez em quase uma década, o astro da comédia Jack Black retorna ao papel de Po, o mestre de kung fu mais improvável do mundo, com um novo capítulo hilário da amada franquia de comédia de ação da DreamWorks Animation, ‘Kung Fu Panda 4‘.

Depois de três aventuras arriscando a vida para derrotar os mais poderosos vilões com sua coragem incomparável e incríveis habilidades em artes marciais, Po, o Dragão Guerreiro (Jack Black, indicado ao Globo de Ouro) é chamado pelo destino para… Ah, dá um tempo! Bem, para ser mais exato, Po foi escolhido para se tornar o Líder Espiritual do Vale da Paz.

A escolha é problemática por várias razões… óbvias. Primeiro, Po sabe tanto sobre liderança espiritual quanto sobre a dieta paleo(lítica). Além disso, ele precisa encontrar e treinar o mais rápido possível um novo Dragão Guerreiro antes de assumir sua nova imponente posição.

Pior ainda, recentemente, foi vista no Vale da Paz uma feiticeira perversa e poderosa, a Camaleoa* (Viola Davis, vencedora do Oscar), um pequeno lagarto-fêmea que pode se transformar em qualquer criatura, grande ou pequena. Camaleoa está de olho – com seus olhinhos brilhantes e gananciosos – no Cajado da Sabedoria de Po, que lhe daria o poder de trazer todos os vilões-mestres já derrotados por Po de volta ao reino espiritual.

Então, é claro, Po vai precisar de ajuda. Ele a encontra (mais ou menos?) na rápida e astuta ladra Zhen (Awkwafina, vencedora do Globo de Ouro), uma raposa-das-estepes que tira Po do sério, mas cujas habilidades serão inestimáveis. Em sua cruzada para proteger o Vale da Paz das garras reptilianas da Camaleoa, os dois vão formar uma inusitada dupla e aprender a trabalhar em parceria. Com isso, Po vai acabar descobrindo que os heróis podem surgir dos lugares e nos momentos mais inesperados.

Kung Fu Panda 4‘ tem direção de Mike Mitchell (Trolls, Shrek Para Sempre) e codireção de Stephanie Ma Stine (série She-Ra e as Princesas do Poder). Rebecca Huntley (Os Caras Malvados) assina a produção. Em 2008, ‘Kung Fu Panda‘, o capítulo inaugural indicado ao Oscar, tornou-se o filme de animação original de maior bilheteria da DreamWorks Animation e lançou uma franquia que arrecadou mais de US$ 1,8 bilhão nas bilheterias em todo o mundo.

Meghan Markle retorna no teaser de ‘Com Amor, Meghan’, novo programa da Netflix; Confira!

A Netflix divulgou um novo teaser oficial de ‘Com Amor, Meghan‘, série de lifesytle da Meghan Markle (‘Suits’).

Confira, junto ao trailer, e siga o CinePOP no Youtube:

 

A produção será lançada na plataforma no dia 04 de março.

Meghan, a Duquesa de Sussex, condia amigos e celebridades para uma bela propriedade na Califórnia, onde compartilha dicas de culinária, jardinagem e a arte de receber bem.

Dentre os convidados especiais, podemos esperar Mindy Kaling, Alice Walters, Roy Choi e o seu marido Príncipe Harry.

‘A Jogada da Vitória’: Novo K-drama da Netflix ganha clipe INÉDITO; Assista!

A Netflix divulgou um interessante clipe inédito de A Jogada da Vitória, novo k-drama de comédia focado em esportes.

A série chega ao catálogo da plataforma de streaming hoje, 25 de julho.

Confira, junto ao traler, e siga o CinePOP no Youtube:

Depois de ver a carreira ir por água abaixo, um astro do rúgbi desacreditado encontra seu propósito treinando o time de sua antiga escola. Como técnico, ele também iniciará uma jornada de superação e redenção”, diz a sinopse.

Criado por Chang Young-seok e Lim Gina, A Jogada da Vitória é estrelado por Yoon Kye-sang, Lee Ji-min, Kil Hae-yeon, Kim Yo-han, Park Jung-yeon, Lim Sa-mi, Bae Myeong-jin e Cho Han-gyeol.

Alexander Ludwig e AJ Michalka são escalados para a 4ª temporada de ‘The White Lotus’

Segundo o DeadlineAlexander Ludwig (‘Vikings’) e AJ Michalka (‘The Goldbergs’) foram escalados para o elenco da 4ª temporada da antologia The White Lotus.

A dupla foi oficialmente confirmada pouco depois de Helena Bonham Carter (‘The Crown’) estar em negociações para integrar o elenco da série de Mike White.

Detalhes sobre seus papéis não foram divulgados.

Como já relatado, a produção do novo ciclo deve começar na primavera, embora o local exato no país europeu ainda seja um mistério. Os resorts da rede Four Seasons já foram usados ​​em temporadas anteriores como substitutos para o fictício resort White Lotus. Porém, a HBO não possui, atualmente, um acordo de marketing com a rede Four Seasons para a 4ª temporada.

Fique ligado para mais informações!

A temporada mais recente da atração foi ambientada na Tailândia e contou com Walton Goggins, Michelle Monaghan, Carrie Coon, Sam Rockwell, Natasha Rothwell, Jason Isaacs, Parker Posey, Aimee Lou Wood, Sam Nivola e Patrick Schwarzenegger no elenco.

A série recebeu 23 indicações ao Emmy por sua terceira iteração, incluindo oito indicações para atuação. Ao longo de sua trajetória, a série foi indicada a 66 prêmios Emmy, com 16 vitórias.

Ariana Grande lança versão a cappella de “hate that i made you love me”, lead single do álbum ‘Petal’; Ouça!

popstar vencedora do Grammy Ariana Grande já está abrindo o primeiro capítulo de sua nova era musical e lançou hoje (2) uma versão a cappella de “hate that i made you love me”.

A faixa funciona como lead single do álbum Petal, que marca a oitava entrada da discografia da artista e o primeiro desde eternal sunshine, lançado em 2024.

O lançamento do disco está marcado para 31 de julho.

Ouça:

Grande se tornou mundialmente famosa ao participar de diversas produções originais da Nickelodeon. Em 2013, fez sua estreia no mundo da música com Yours Truly, ascendendo a uma carreira de enorme sucesso desde então.

Em 2020, além de positions, colaborou com a lendária Lady Gaga no dueto “Rain On Me” para o álbum Chromatica, que se tornou a primeira parceria feminina a estrear em #1 na Hot 100. A canção foi aclamada pelos críticos e levou diversos prêmios para casa.

Em 2024, Grande encarnou Glinda na adaptação cinematográfica do musical ‘Wicked’. Dividindo os holofotes com Cynthia Erivo no papel de Elphaba, Grande conquistou uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante em ambos os capítulos da duologia. No mesmo ano, lançou o aclamado álbum eternal sunshine, que lhe garantiu três indicações ao Grammy.

‘Thor: Amor e Trovão’: Taika Waititi nega rumores sobre roteiro finalizado

Após os rumores de que o roteiro de ‘Thor: Amor e Trovão‘ estava pronto, o diretor Taika Waititi negou a informação em uma publicação em seu Twitter.

Waititi compartilhou a notícia e, de forma irônica, disse:

“Que legal! Não canso de me surpreender. (A página inicial está pronta).”

No entanto, o diretor também pode estar despistando o público, já que a produção do longa deve começar no início de 2020.

Antes disso, Waititi irá comandar um projeto ainda sem título para a Fox Searchlight.

Thor: Amor e Trovão‘ (Thor: Love and Thunder) tem estreia prevista para 5 de novembro de 2021.

O elenco trará Natalie Portman como a nova Deusa do Trovão e contará com o retorno de Chris Hemsworth e Tessa Thompson.

Confira o logo:

Waititi foi o responsável por roteirizar e dirigir o filme anterior do personagem, ‘Thor: Ragnarok‘, que foi muito bem recebido pelos críticos e fãs e arrecadou mais de US$ 850 milhões mundialmente.

Além disso, o We Got This Covered sugere que Amora, a Feiticeira, será a principal vilã do filme.

Para quem não conhece, Amora é uma das maiores inimigas dos asgardianos, embora ela e Thor também tenham sido amantes nos quadrinhos.

‘Esquadrão Suicida’: Fãs iniciam campanha para o lançamento do ‘Ayer Cut’

Depois que Zack Snyder anunciou a estreia de sua versão de ‘Liga da Justiça‘ para o ano que vem, os fãs do DCEU estão promovendo uma campanha para que a Warner bros lance o ‘Ayer Cut‘ de Esquadrão Suicida’.

Como muitos já devem saber, o diretor David Ayer revelou que várias cenas essenciais do Coringa (Jared Leto) ficaram de fora das telonas, o que continua aumentando a curiosidade do público.

Através da tag #ReleaseTheAyerCut, diversos internautas estão tentando convencer o estúdio a lançar a versão sem cortes do filme.

Além disso, o próprio Ayer fez uma misteriosa publicação em seu perfil do Twitter, mostrando um gif do Coringa com a seguinte legenda:

“Eu sou diferente, f***-se sua opinião.”

Confira o post e a campanha dos fãs:

 

Lembrando que ‘O Esquadrão Suicida‘, dirigido por James Gunn,  tem estreia prevista para 06 de agosto de 2021.

Margot Robbie (Harley Quinn), Viola Davis (Amanda Waller) e Jai Courtney (Capitão Boomerang) irão reprisar seu papéis.

Nathan Fillion (Arm-Fall-Off-Boy), Pete Davidson (Blackguard), Michael Rooker (Savant), Flula Borg (Javelin), Sean Gunn (Weasal) e Mayling Ng (Mongal) são as novas adições ao elenco.

 

‘Falcão e o Soldado Invernal’ será tão intrigante quanto ‘WandaVision’, diz Emily VanCamp

Durante uma entrevista para a E! Online, Emily VanCamp comentou sobre ‘Falcão e o Soldado Invernal’ e foi questionada se a trama será tão surpreendente quanto ‘WandaVision‘.

A intérprete de Sharon Carter disse que a trama guardas tantas surpresas e reviravoltas quando a produção estrelada por Elizabeth Olsen e Paul Bettany.

“É uma trama complexa e há muitos elementos que vão deixar as pessoas de boca aberta. Mas nosso foco está na velha e boa ação, com tiroteios e pancadaria”, brincou ela.

Ela continuou, garantindo que a série mistura um pouco do gênero de ação, suspense e mistério:

“É um série de vários níveis, sabe? Além da ação e de todo esse mistério, você também pode esperar bastante suspense. É uma série de ação à moda antiga, e nós sabemos que o público gosta disso.”

Falando nisso, Sharon Carter não é vista no MCU desde os eventos de ‘Capitão América: Guerra Civil‘.

E parece que um dos focos da trama será desvendar o que aconteceu com ela após se tornar uma fugitiva do governo por ajudar Steve Rogers (Chris Evans), na época considerado um criminoso por quebrar a Lei de Sokovia.

Assim como Rogers, Carter será considerada foragida, já que a imagem de uma camiseta divulgada pelo Comic Book mostra que ela continua sendo procurada.

A estampa da camiseta mostra a agente com roupas de civil e as seguintes palavras:

“Procurada por quebrar o Acordo de Sokovia. Treinada pela SHIELD. Considerada perigosa. Quem reconhecê-la deve informar ás autoridades. Não tente abordá-la.”

Confira:

Lembrando que a série tem estreia marcada para 19 de março, na Disney+.

Confira o trailer e a sinopse:

Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato’, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência – em ‘Falcão e Soldado Invernal’.

Além de Mackie, Stan, Russell e Brühl, o elenco também conta com Emily VanCamp e Noah Mills.

Kari Skogland, veterana da televisão norte-americana, será responsável pela direção de todos os seis episódios da nova série.

Ela é conhecida por seu trabalho em ‘The Walking Dead’‘Fear the Walking Dead’ e pela aclamada série ‘The Handmaid’s Tale’.

 

‘Homem-Aranha 3’: Thomas Haden Church e Rhys Ifans são oficialmente confirmados na sequência

A atual edição da revista Empire é dedicada a ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ e confirma algumas suspeitas dos fãs.

Através do Twitter, um usuário divulgou uma página da revista confirmando o retorno de Thomas Haden Church e Rhys Ifans como Homem-Areia e Lagarto, respectivamente.

Church deu vida ao vilão de ‘Homem-Aranha 3‘ (2007), enquanto Ifans foi o antagonista de ‘O Espetacular Homem-Aranha‘ (2012).

Além de mostrar uma nova imagem do Dr. Octopus (Alfred Molina), o trecho da revista contém uma legenda, dizendo:

“Um mundo que inclui o Lagarto de Rhys Ifans e o Homem-Areia de Thomas Haden Church.”

Confira:

Lembrando que Homem-Aranha: Sem Volta para Casa terá nada menos que duas horas e meia, e chegará aos cinemas nacionais em 16 de dezembro.

Assista ao trailer:

Pela primeira vez na história cinematográfica do Homem-Aranha, nosso herói amigo da vizinhança é desmascarado e não consegue mais separar sua vida normal dos grandes riscos de ser um super-herói. Quando ele pede ajuda ao Doutor Estranho, os riscos se tornam ainda mais perigosos, e o forçam a descobrir o que realmente significa ser o Homem-Aranha.

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

‘Thor: Amor e Trovão’: Intérprete de Hércules comenta sobre seu futuro no MCU

A versão live-action do Hércules da Marvel era aguardada há muito tempo por quem acompanha o MCU, mas o personagem finalmente foi introduzido em ‘Thor: Amor e Trovão‘, vivido por Brett Goldstein (‘Ted Lasso’).

Na primeira cena pós-créditos, vemos Zeus (Russell Crowe) invocando seu filho para caçar Thor (Chris Hemsworth) depois que o Asgardiano atacou o Monte Olimpo quando Zeus se negou a ajudá-lo a derrotar Gorr, o Carniceiro dos Deuses (Christian Bale).

Se sentindo humilhado e irado, Zeus planeja se vingar de Thor na tentativa de fazer com que as pessoas da Terra voltem a temer os Deuses do Olimpo.

Em entrevista para a Variety, Goldstein foi questionado sobre seu futuro no MCU, mas fez mistério, dizendo:

“Sinceramente, eu realmente não sei de nada. Não estou mentindo ou despistando – não sei de nada. Tudo o que sei é o que fiz naquele dia e é isso. Pode haver mais. Mas, por enquanto, foram apenas três segundos divertidos como um deus.” 

Obviamente, o astro deve ter um papel de destaque daqui para frente, já que a Marvel não iria apostar na introdução de um personagem tão marcante sem ter um planejamento adequado.

Nos quadrinhos, Hércules geralmente é retratado como um herói e até já fez parte dos Vingadores, mas parece que ele começará como um inimigo do Deus do Trovão no MCU.

Ainda assim, é possível que o personagem acabe desafiando seu pai e se torne um herói, mas isso só o futuro dirá.

E aí, você já assistiu ao filme?

Assista nossas primeiras impressões e siga o CinePOP no YouTube:

O filme traz Thor (Chris Hemsworth) em uma jornada diferente de tudo que ele já enfrentou: a busca pelo autoconhecimento. Mas sua aposentadoria é interrompida por um assassino galáctico conhecido como Gorr, o Carniceiro dos Deuses (Christian Bale), que busca a extinção dos deuses. Para combater a ameaça, Thor pede a ajuda do Rei Valquíria (Tessa Thompson), Korg (Taika Waititi) e da ex-namorada Jane Foster (Natalie Portman) que, para a surpresa de Thor, inexplicavelmente empunha seu martelo mágico, Mjolnir, sendo a Poderosa Thor. Juntos, eles embarcam em uma angustiante aventura cósmica para descobrir o mistério da vingança do Carniceiro dos Deuses e detê-lo antes que seja tarde demais.

O elenco também é formado por Jaime Alexander (Lady Sif), Jeff Goldblum (Grão-Mestre), Christian Bale (Gorr, o Carniceiro dos Deuses) e Russell Crowe (Zeus).

Melissa McCarthy irá interpretar a “versão falsa” de Hela na trupe teatral de Asgard, ao lado de Matt Damon, Luke Hemsworth e Sam Neill.

Michael Giacchino (‘Batman’, ‘Ratatouille’) fica responsável pela trilha sonora.

‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’ terá abertura com música ÉPICA, diz Karen Gillan

O diretor James Gunn finalmente revelou a trilha sonora oficial de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3′, intitulada Awesome Mix Vol. 3.

E, durante uma entrevista para o Fandango, Karen Gillan, disse que a abertira do longa será marcado por uma música épica.

A intérprete da Nebulosa ainda garantiu que a faixa inicial embala um dos momentos mais impactantes de toda a franquia.

“Há uma música na abertura do filme, não vou dizer qual é, mas posso dizer que é épica. Digo sem dúvidas que é um dos momentos mais impactantes dos filmes dos guardiões.”

Na lista de reprodução que Gunn compartilhou no Twitter, uma versão acústica de ‘Creep‘ do Radiohead é listada primeiro, embora não esteja claro se essa é a mesma ordem em que as músicas realmente serão tocadas no filme.

Seja qual for o caso, Chris Pratt também disse que a trilha sonora do vol. 3 é a melhor da franquia.

“Não quero dar spoilers, mas vou lhe dizer uma coisa, acho que é a melhor trilha sonora que já tivemos em todos os filmes. É muito bom. É comovente. É de dar arrepíos. Ele conseguiu. James fez um ótimo trabalho porque ele faz a curadoria dessas listas de reprodução para resgatar sucessos adormecidos… Ele faz um ótimo trabalho com isso e todas as músicas neste volume têm o mesmo sentimento.”

Confira as faixas que irão integrar a trilha sonora:

  • Radiohead — “Creep (Acoustic)”
  • Heart — “Crazy on You”
  • Rainbow — “Since You Been Gone”
  • Spacehog — “In the Meantime”
  • Earth, Wind & Fire — “Reasons”
  • The Flaming Lips — “Do You Realize??”
  • Faith No More — “We Care a Lot”
  • EHAMIC — “Koinu no Carnival”
  • Alice Cooper — “I’m Always Chasing Rainbows”
  • The Mowgli’s — “San Francisco”
  • X — “Poor Girl”
  • The The — “This Is the Day”
  • Beastie Boys — “No Sleep Till Brooklyn”
  • Florence + The Machine — “Dog Days Are Over”
  • Bruce Springsteen — “Badlands”
  • The Replacements — “I Will Dare”
  • Redbone — “Come and Get Your Love”

Lembrando que ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ estreia em 04 de maio.

“Em ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘, da Marvel Studios, nosso amado grupo de desajustados está se estabelecendo na vida em Lugar Nenhum. Porém, não demora muito para que suas vidas sejam viradas de cabeça para baixo, pelos ecos do passado turbulento de Rocket. Peter Quill, ainda se recuperando da perda de Gamora, deve reunir sua equipe para salvar a vida de Rocket, em uma missão que, se não for concluída com sucesso, pode muito possivelmente levar ao fim dos Guardiões da Galáxia como os conhecemos.”

O novo filme contará com Chris Pratt, Zoë Saldaña, Vin Diesel, Dave Bautista, Bradley Cooper, Sylvester Stallone, Elizabeth Debicki, Daniela Melchior e Will Poulter.

‘Missão Impossível 8’ deve ganhar novo subtítulo; Confira!

De acordo com o Comic Book, ‘Missão Impossível 8′ deve receber um novo subtítulo depois que o filme anterior foi renomeado.

Originalmente, o 7º filme da franquia foi batizado como ‘Missão Imposível: O Acerto de Contas – Parte 1′, mas a Paramount Pictures removeu oficialmente o ‘Parte 1‘.

Sendo assim, acredita-se que há planos para um novo subtítulo para a sequência, que tem previsão de estreia para maio de 2025.

Até o momento, não foi revelado o motivo da mudança, mas isso não deve trazer nenhuma alteração narrativa para a sequência, já que ‘O Acerto de Contas‘ foi planejado como duas partes da mesma trama.

Vale lembrar que ‘Missão: Impossível – Acerto de Contas‘ era uma das grandes apostas do ano passado, mas não atingiu as expectativas nas bilheteiras e deve render um significativo prejuízo financeiro.

De acordo com o The Numbers, o filme encerrou oficialmente a sua exibição nos cinemas com “apenas” US$ 566 milhões mundialmente.

Embora seja uma quantia considerável, ainda não é suficiente para cobrir os custos significativos associados à produção do filme, que custou em torno de US$ 390 milhões, incluindo despesas de marketing.

A produção teria que alcançar ao menos US$ 800 milhões para ser considerado lucrativo.

De acordo com fontes da Variety, considerando todas as receitas geradas, é estimado que o filme sofrerá um prejuízo superior a US$ 100 milhões – o equivalente a R$ 500 milhões.  

Assista à nossa crítica:

‘Presumed Innocent’: Lily Rabe se junta a Jake Gyllenhaal em nova minissérie da Apple TV+

A revista Deadline reportou que Lily Rabe (‘The Undoing’) se juntou a Jake Gyllenhaal e Ruth Negga no elenco da nova minissérie do Apple TV+Presumed Innocent’.

Também foi adicionado ao elenco os atores Nana Mensah (‘Queen of Glory’)Matthew Alan (‘Dahmer: Um Canibal Americano’) e Kingston Rumi Southwick (‘9 Full Moons’).

A trama que é baseada no romance de Scott Turow traz Rusty Sabich (Gyllenhaal), um fervoroso promotor de Chicago acusado de matar seu colega. Negga será Barbara Sabich, a esposa de Rusty.

J.J Abrams, de ‘Lost‘, e David E. Kelley, de ‘Big Little Lies‘, estão adaptando o romance e vão atuar como produtores executivos, ao lado de Gyllenhaal.

Presumed Innocent‘ ainda não tem data de estreia, mas deve chegar em 2023 na Apple TV+.

Filme de romance com 57% de aprovação no RT está CONQUISTANDO os assinantes da Netflix; Confira reações!

O romance ‘Por Toda a Minha Vida‘, estrelado por Jessica Rothe (‘A Morte te Dá Parabéns‘) e Harry Shum Jr. (‘Glee‘), foi adicionado ao catálogo da Netflix, e os assinantes estão simplesmente amando a produção.

Na trama, Jennifer e Solomon acabaram de ficar noivos, mas são acometidos por uma terrível notícia: Solomon foi diagnosticado com câncer terminal e tem apenas poucas semanas de vida. Dispostos a seguir com a cerimônia, o casal começa uma corrida contra o tempo para aproveitar o seu dia especial.

Confira reações:

No site agregador de críticas Rotten Tomatoes, o longa tem uma aprovação de 57%, e uma nota média de 5.1/10.

Confira algumas avaliações:

“De alguma forma, ‘Por Toda a Minha Vida’ parece estranhamente carente de riscos, o que é tão estranho considerando a história.” – Austin Chronicle.

“O diretor Marc Meyers e o roteirista Todd Rosenberg nos manipulam sem restrições, mas Rothe e Shum são tão cativantes e seus personagens tão agradáveis ​​que você não se importa muito.” – San Jose Mercury News

“Sentimentalismo desleixado.” – The Hollywood Reporter

“Este será um filme com toda a substância filosófica de uma postagem inspiradora no Facebook.” – AV Club

“O filme não é nada senão agradável e amável, à medida que segue seu caminho para ser reconfortante.” – The Wrap

Marc Meyers assina a direção, a partir de um roteiro escrito por Todd Rosenberg.

Michael Masini e Chrissie Fit completam o elenco do filme.

 

Ariana Grande compartilha fotos dos bastidores de ‘Wicked’

Ariana Grande, estrela deWicked e cantora de sucesso, presenteou os fãs com novas fotos dos bastidores do filme em suas redes sociais. As imagens revelam momentos descontraídos da artista ao lado de Cynthia Erivo, que interpreta Elphaba na produção musical.

Wicked nos vemos em novembro. Estou tão grata, palavras não são suficientes. Eu te amo para sempre, muito Cynthia Erivo, escreveu a artista.

Lembrando que o filme é dirigido por Jon M. Chu (‘Em um Bairro de Nova York’).

Confira o trailer e siga o CinePop no Youtube::

Durante a CinemaCon 2024, a Universal Pictures aproveitou para trazer um dos melhores painéis dos últimos anos do evento com materiais inéditos da aguardada adaptação da aclamada peça Wicked.

No palco principal da convenção, o diretor Jon M. Chu conversou com o público sobre o processo de releitura do musical para os cinemas, que será dividida em duas partes – e aproveitou para dizer que, em vários momentos, Ariana Grande (Glinda) entrava como uma espécie de “consultora” do projeto, dizendo o que deveria ser mantido ou não no roteiro (via THR).

“Ariana é uma grande fã de Wicked, ele comentou, afirmando que ela constantemente afirmava que “isso é bíblico, você não pode tirar essa fala”.

No painel, foi exibido um trailer inédito da primeira parte do projeto, cuja descrição você vê abaixo:

O trailer nos leva ao interior do icônico castelo e nos apresenta ao chapéu da bruxa. Em seguida, somos transportados para a Universidade de Shiz, onde Elphaba (Cynthia Erivo) e Glinda (Ariana Grande) se tornam colegas de quarto.

Um número musical vibrante, liderado por Glinda, mostra a exuberância da escola, enquanto um professor cabra (Peter Dinklage) anuncia uma profecia que paira sobre a história.

Apesar de suas diferenças iniciais, as duas bruxas desenvolvem uma amizade profunda, marcada por momentos como o presente de Glinda: um chapéu de bruxa preto para Elphaba.

Os talentos mágicos de Elphaba impressionam seus colegas e professores, incluindo a diretora da escola, interpretada por Michelle Yeoh, que a reconhece como “aquela que o mago está esperando”.

Elphaba e Glinda se juntam em uma jornada para a Cidade Esmeralda, a bordo de um trem mágico. Ao chegarem, elas descobrem que “algo ruim está acontecendo em Oz”, e a aventura se transforma em uma luta pela sobrevivência.

Vemos então o encontro de Elphaba com o Mágico de Oz (Jeff Goldblum), onde durante a conversa ele afirma: “A melhor maneira de unir as pessoas é dando-lhes um bom inimigo”, ao qual ela responde: “Você não tem poder real”, e Oz retruca: “É por isso que preciso de você”.

Logo em seguida, as bruxas são perseguidas pela diretora, que declara Elphaba como inimiga.

O trailer termina com Elphaba desafiando o destino, voando em sua vassoura e declarando: “Eu não tenho medo, é o mago quem deveria ter!”

Confira a reação de Renato Marafon e Lucas Muller do CinePop e siga no Youtube:

Lembrando a trama será dividida em duas partes, previstas para 27 de novembro de 2024 e 27 de novembro de 2025.

Wicked segue a história de Elphaba, a Bruxa Má do Oeste (interpretada por Cynthia Erivo), uma jovem que se inscreve na Universidade Shiz para aprender a dominar seus poderes. É lá que ela conhece Glinda, a Bruxa Boa do Sul (interpretada por Ariana Grande), uma estudante popular que promete ajudar a introvertida Elphaba com seu comportamento em público. O filme se desenrola antes, durante e depois dos eventos clássicos de O Mágico de Oz.

A produção cinematográfica será dividida em duas partes e apresentará novas músicas escritas pelo compositor original do espetáculo, Stephen Schwartz.

O elenco ainda conta com Michelle Yeoh, Jeff GoldblumEthan Slater.

Com roteiro de Winnie Holzman, a composição musical é de autoria de Stephen Schwartz, enquanto Marc Platt (‘La La Land: Cantado Estações’) produz.

Justin Baldoni PROCESSA Blake Lively e Ryan Reynolds por falsas acusações de assédio sexual

O ator Justin Baldoni entrou oficialmente com um processo contra Blake Lively e Ryan Reynolds, acusando o casal de ter roubado seu filme, ‘É Assim Que Acaba’, e de tentar destruir sua carreira com falsas acusações de assédio sexual.

De acordo com a Variety, no processo de 179 páginas, apresentado no Distrito Sul de Nova York, Baldoni e seus publicitários acusam Lively e Reynolds de extorsão civil, difamação e invasão de privacidade.

A ação judicial solicita pelo menos US$ 400 milhões em danos.

“Em essência, este não é um caso de celebridades se atacando na imprensa”, afirma o processo de Baldoni. “Este é um caso sobre duas das estrelas mais poderosas do mundo utilizando seu imenso poder para roubar um filme inteiro das mãos de seu diretor e estúdio de produção… Quando os demandantes tiverem seu dia no tribunal, o júri reconhecerá que nem a celebridade mais poderosa pode manipular a verdade para seu próprio benefício”.

Anteriormente, foram reveladas mensagens de texto que supostamente mostram que Justin Baldoni e sua equipe jurídica fabricaram uma campanha difamatória contra Blake Lively durante o lançamento do filme.

“Ele quer sentir que ela pode ser derrotada”, escreveu uma publicitária que trabalha com o estúdio e o Sr. Baldoni em uma mensagem de 2 de agosto para a especialista em gerenciamento de crises, Melissa Nathan.

Melissa respondeu:

“Você sabe que podemos acabar com qualquer um”.

A publicista respondeu:

“A narrativa on-line é tão boa e os fãs ainda estão defendendo Justin e literalmente não houve captação desses dois artigos, o que é realmente chocante para mim. Mas eu vejo isso como um sucesso total, assim como Justin.”

‘É Assim que Acaba’ | Entenda TODA a treta envolvendo Blake Lively e Justin Baldoni

Justin Baldoni foi dispensado pela agência de talentos WME.

A decisão de se separar do diretor e estrela de ‘É Assim que Acaba’ veio da agência no sábado, depois que Blake Lively entrou com uma queixa de assédio sexual e retaliação contra ele na sexta-feira à noite, confirmaram fontes.

Baldoni foi informado da decisão no sábado, disseram fontes. A WME também representa Lively, e com base na seriedade das alegações na reclamação de Lively, a agência sentiu que ações precisavam ser tomadas rapidamente.

A WME não fez comentários.

Lively moveu um processo judicial contra Baldoni, seu ex-diretor e colega de elenco no filme, acusando-o de assédio sexual e de liderar uma campanha destinada a manchar sua reputação pública.

Baldoni refuta as acusações e contra-ataca, afirmando que Lively estaria utilizando a situação para tentar recuperar sua imagem, que, segundo ele, teria sido prejudicada por seu próprio comportamento no set.

Conforme documentos judiciais obtidos pelo TMZ, as tensões entre os dois teriam escalado a ponto de ser necessária uma reunião de emergência com toda a equipe de produção.

O encontro, que contou até mesmo com a presença do marido de Blake, o ator Ryan Reynolds, buscava resolver o que ela descreve como um ambiente de trabalho hostil.

No processo, Blake descreve episódios que teriam contribuído para essa atmosfera tóxica.

Ela alega que Baldoni teria exibido imagens de mulheres nuas, abordado assuntos pessoais inapropriados, incluindo supostos problemas de vício, e feito comentários desrespeitosos sobre a aparência dela e de outros membros da equipe.

A atriz também denuncia que seu falecido pai foi mencionado de maneira inadequada durante as gravações, além de relatar pressões para incluir cenas explícitas que não estavam previstas no roteiro original.

Lively acusa Baldoni de ser o principal responsável por uma estratégia de manipulação social com o objetivo de prejudicar sua carreira.

Por outro lado, Bryan Freedman, advogado de Baldoni, repudiou as alegações, classificando-as como “falsas e sensacionalistas”.

Ele ainda caracterizou Lively como uma figura problemática no set, afirmando que a atriz teria ameaçado abandonar as filmagens e boicotar a promoção do longa, ações que, segundo ele, contribuíram para o fracasso do projeto.

Vale lembrar que a adaptação de ‘É Assim que Acaba‘, que arrecadou mais de US$ 350 milhões mundialmente, está disponível no streaming do Max.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

é assim que acaba