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Amazon Prime anuncia valor do pacote do streaming com a Disney+

A Disney+ está investindo pesado em sua estreia no Brasil! Além de sua parceria com a GloboPlay, o streaming também oferecerá um combo especial com a Amazon Prime.

O pacote inédito irá oferecer os dois serviços de streaming através de apenas uma assinatura por R$ 27,25 por mês.

Já a assinatura do combo entre a Disney+ e a GloboPlay sairá um preço mensal de R$ 43,90 ou anual de 12x de R$ 37,90.

Através do www.globoplay.com/disneyplus, já é possível fazer o pré-cadastro para receber um alerta sobre o combo, que estará disponível a partir do dia 17 de novembro.

Individualmente, a Disney+ sairá pelo valor R$ 237,90 (equivalente a R$ 19,82 por mês).

A oferta estará disponível somente até o dia 16 novembro, um dia antes do lançamento da plataforma por aqui. Depois disso, o valor anual terá 15,5% de acréscimo e será alterado para 279,90 (ou R$ 23,32 por mês).

Lembrando que a Disney+ também inclui um período de teste gratuito por sete dias.

  • Os fãs já podem se inscrever em www.disneyplus.com e serem os primeiros a começar a curtir, no dia 17 de novembro, as histórias das icônicas marcas de entretenimento da The Walt Disney Company, incluindo Disney, Pixar, Marvel, Star Wars, National Geographic e muito mais.

Os assinantes poderão assistir Disney+ em diversos dispositivos móveis e TVs conectadas à Internet, incluindo: consoles de videogames, reprodutores de mídia de streaming e TVs inteligentes. Os assinantes poderão aproveitar o conteúdo de alta qualidade sem interrupções comerciais em até 4 dispositivos simultâneamente, downloads ilimitados em até 10 dispositivos, recomendações personalizadas e a capacidade de configurar 7 perfis diferentes, incluindo a opção para os pais criarem perfis para seus filhos e filhas com uma interface fácil de usar, projetada especificamente para meninos e meninas acessarem conteúdo apropriado para suas idades.

A partir do seu lançamento na região em 17 de novembro, Disney+ será o destino exclusivo e permanente da mais completa e melhor seleção de filmes e séries da Disney, Pixar, Marvel, Star Wars e National Geographic, bem como produções originais exclusivas, tornando-se assim a única plataforma de streaming onde todos os filmes disponíveis da Disney, Pixar, Marvel e Star Wars estarão acessíveis. Todos os títulos originais produzidos pelo e para o Disney+, bem como as coleções completas de todo o conteúdo disponível dessas cinco marcas icônicas em todos os formatos (filmes, séries, curtas, shows e documentários) estarão exclusivamente na plataforma.

O preço padrão do www.disneyplus.com a partir do lançamento em 17 de novembro, está confirmado com os seguintes valores, com uma avaliação gratuita de sete dias nos seguintes países:

  • Brasil: BRL$ 27,90/mês ou BRL$ 279,90/ano (igual a R$23,32 por mês).
  • Argentina: ARS$ 385,00/mês ou ARS$ 3.850,00/ano.
  • Chile: CLP$ 6.500,00/mês ou CLP$ 64.900,00/ano.
  • Colombia: COP$ 23.900,00/mês ou COP$ 239.900/ano.
  • Perú: PEN$ 25,90/mês ou PEN$ 259,90/ano.
  • México: MXN$ 159,00/mês ou MXN$ 1.599,00/ano.
  • Costa Rica, Equador e Panamá: USD$ 5,99/mês ou USD$ 59,99/ano.
  • Uruguai: USD$ 7.49/mês ou USD$ 74.99/ano.

O preço e a moeda podem variar nas plataformas de terceiros na região.

‘Brinquedo Assassino’: Chucky está de volta em novas imagens da série; Confira!

A série ‘Chucky‘, baseada na clássica franquia ‘Brinquedo Assassino‘, ganhou novas imagens oficiais.

Confira:

A produção irá estrear no dia 12 de outubro, nos canais SyFy e USA.

A série foi criada por Don Mancini, e conta com a produção executiva de Nick Antosca (‘Channel Zero’).

Depois de um clássico boneco Chucky aparece em uma venda de usados num bairro suburbano, uma idílica cidade dos Estados Unidos é jogada no caos após uma série de assassinatos terríveis exporem as hipocrisias e os segredos de seus habitantes. Enquanto isso, a chegada de inimigos – e de aliados – do passado de Chucky ameaça expor a verdade por trás das mortes, bem como as origens do boneco demoníaco.

A série contará com o retorno de Brad Dourif (Chucky), Jennifer Tilly (Tiffany), Fiona Dourif (Nica), Alex Vincent (Andy Barclay) e Christine Elise (Kyle), além de introduzir os novatos Devon Sawa, Zackary Arthur, Barbara Alyn Woods, Lexa Doig, Teo Briones, Bjorgvin Arnarson e Alyvia Alyn Lind.

‘Bridgerton’: Após Rege-Jean Page, atriz DEIXA o elenco da 2ª temporada da série

Rege-Jean Page não será a única baixa no elenco da 2ª temporada de ‘Bridgerton‘. De acordo com o TVLine, Ruby Stokes, que interpreta a Francesca (filha mais velha da Lady Violet), teve que deixar o elenco da produção.

Após filmar três episódios do novo ciclo, a atriz teve que se afastar da série por causa de conflitos em sua agenda com as gravações de ‘Lockwood & Co‘, outra produção original da Netflix.

Sobre o infeliz acontecimento, o showrunner Chris Van Dusen declarou: “Eu amo a Francesca, mas nós a perdemos no meio da segunda temporada. Após revisarmos todas as nossas opções, ela infelizmente teve que deixar a produção por razões além do nosso controle. Talvez ela retorne na terceira temporada.”

A personagem só ganha destaque em When He Was Wicked, sexto livro da saga de Julia Quinn.

Vale lembrar que a 2ª temporada será lançada no dia 25 de março.

No Rotten Tomatoes, a nova iteração abriu com sólidos 82% de aprovação, com nota 7.10/10 baseada em 28 reviews.

Confira os principais comentários abaixo:

“Por mais frustrante que seja a história de amor principal, os atores a interpretam de forma muito, muito boa” – Variety.

“Exuberante e adoravelmente romântico” – San Francisco Chronicle.

“Uma nova temporada que faz a anterior fugir da memória” – Mashable.

“A 2ª temporada traz novos dramas, novos interesses românticos e uma nova temporada de relacionamentos, mas não chega aos pés do entretenimento da iteração anterior” – Mama’s Geeky.

“A nova temporada deixa de lado o apreço refrescante e o ritmo envolvente da primeira iteração” – TheWrap.

Lembrando que os novos episódios vão acompanhar a história de Anthony Bridgerton (Jonathan Bailey) em busca de um grande amor.

Os novos capítulos trarão cinco novos nomes ao elenco: Simone Ashley (‘Sex Education’), Charithra Chandran (‘Alex Rider’), Shelley Conn (‘Liar’), Calam Lynch (‘Beleza Negra’), Rupert Young (‘Dear Evan Hanson’).

Ashley será Kate Sharma, interesse romântico de Anthony; Chandran será Edwina Sharma, irmã mais nova de Kate; Conn será Mary Sharma, mãe de Kate; Lynch será Theo Sharpe; e Young dará vida a um personagem chamado Jack.

Baseada nos romances da autora Julia Quinn, de série foi criada por Chris Van Dusen.

Adjoa AndohLorraine AshbourneJonathan BaileyRuby BarkerSabrina BartlettHarriet Cains e outros estrelam.

‘Stargirl’: Criador revela seus planos ORIGINAIS para o desfecho da série

Em entrevista ao CBR, o criador Geoff Johns revelou qual seria o desfecho original que ele havia planejado para a série ‘Stargirl‘, antes de ter sido cancelada pela CW.

Apesar da última cena sempre ter feito parte de seus planos, Johns afirmou que só pensava concluir a trama após os personagens terem se formado no colégio.

“[A cena final] foi muito importante. Eu sempre soube como eu gostaria de concluir a série. É a cena com a passagem do tempo e nós vemos a Sociedade da Justiça Americana completamente formado. Eu nunca quis continuar a série após eles se formarem na escola. A série iria terminar assim que eles se formassem porque não é uma produção sobre a universidade ou uma história sobre heróis adultos.”

Ele completa, “A participação do Jay Garrick [no final] foi muito importante porque ele nos mostra que ainda não acabou. Ainda há aventuras pela frente, e nós descobrimos que o Shade agora faz parte da equipe.”

Criada por Geoff JohnsGreg Berlanti, a série acompanha a história de Courtney Whitmore (Bassinger), uma garota do ensino médio que se junta a um grupo de adolescentes para combater o crime em Los Angeles.

Amy Smart interpreta a mãe da heroína, Barbara. Na trama, ela faz o máximo para ser a melhor provedora para a filha, seu novo marido (Luke Wilson) e seu enteado (Trae Romano).

O elenco também conta com Yvette Monreal, Anjelika Washington, Meg DeLacy, Neil Jackson, Christopher James Baker e Hunter Sansone.

Seth Green fará parte do novo ciclo como Thunderbolt, substituindo Jim Gaffigan.

‘Entrevista com o Vampiro’: Novo clipe da 2ª temporada apresenta o Teatro dos Vampiros; Confira!

A AMC divulgou um novo clipe da 2ª temporada de ‘Entrevista com o Vampiro‘, série baseada na clássica saga literária de Anne Rice.

Confira:

O próximo ciclo está programado para estrear apenas em 2024.

Vale lembrar que a atriz Delainey Hayles dará vida à personagem Claudia no novo ciclo, substituindo Bailey Bass, que interpretou a vampira na primeira temporada.

O elenco conta com Sam Reid (‘The Newsreader’), que interpreta o vampiro Lestat; Jacob Anderson (‘Game of Thrones’), que dá vida a Louis de Pointe du Lac; Eric Bogosian (‘Billions’), que vive Daniel Molloy; e Assad Zaman, que interpreta Rashid.

A trama do primeiro livro gira em torno do vampiro Louis de Pointe du Lac enquanto ele relata a história de sua vida a um repórter, especialmente sobre como ele foi transformado em um vampiro e, em seguida, orientado por Lestat de Lioncourt.

Rolin Jones entra como showrunner, além de ser responsável pelo roteiro da produção.

A Substância

(The Substance)

 

Elenco:

Demi Moore
Margaret Qualley
Dennis Quaid

 

Direção: Coralie Fargeat

Gênero: Terror

Duração: 140 min.

Distribuidora: Imagem Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 19 de Setembro de 2024

Sinopse: 

Em A SUBSTÂNCIA, uma celebridade em decadência decide usar uma droga clandestina, uma substância que replica células e cria temporariamente uma versão mais jovem e melhor de si mesma.

Crítica em Vídeo: 

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Coralie Fargeat também assina o roteiro do longa;

» Aclamada em sua estreia no Festival de Cannes 2024, a produção conquistou nada menos que 11 minutos de aplausos e 92% de aprovação no Rotten Tomatoes após sua exibição;

Trailer:

Cartazes: 

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Fotos: 

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Soldados enfrentam dinossauros no trailer LEGENDADO do terror ‘Primitive War’; Confira!

O terror ‘Primitive War‘, que trará um grupo de soldados lutando contra dinossauros assassinos, ganhou trailer legendado.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Luke Sparke (‘A Invasão’) será responsável pela direção e roteiro.

Vietnã, 1968. Uma equipe de busca e resgate é enviada a um vale isolado na selva para descobrir o destino de um pelotão de Boinas Verdes desaparecido. Enquanto caçam nas profundezas primordiais do vale, eles descobrem horrores antigos que não apenas ameaçam desvendar suas mentes, mas também acabar com suas vidas. Eles se encontram presas de dinossauros vorazes! Enquanto as baixas aumentam, eles terão que abandonar sua natureza humana e ceder aos seus instintos selvagens para sobreviver… à Guerra Primitiva.

O longa é baseado no romance homônimo de Ethan Pettus.

O elenco conta com Ryan Kwanten, Jeremy Piven, Tricia Helfer, Nick WechslerAnthony IngruberAaron GlenaneCarlos Sanson Jr.Ana Thu NguyenAdolphus WayleeRichard BrancatisanoMarcus JohnsonJake Ryan.

Sem data de estreia, o terror está programado para estrear em 2025.

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Crítica | Amor Platônico – Rose Byrne e Seth Rogen em EXCELENTE comédia sobre amizades da Apple TV+

A amizade no centro do tabuleiro conturbado da meia idade. Chegou de mansinho, quase desapercebida uma brilhante comédia que gira em torno da crise de meia idade impulsionada pelo realinhamento de uma antiga amizade. Mostrando que é possível fazer rir e refletir de forma madura, trazendo paralelos interessantíssimos com a realidade, Amor Platônico é mais um achado da Apple TV Plus que vem se consolidando como uma mina de ouro para quem gosta de séries com alta qualidade e altamente envolventes.

Criada por Francesca Delbanco e Nicholas Stoller, que também dividem a direção dos episódios, na trama, conhecemos Sylvia (Rose Byrne) uma dona de casa, formada em direito, que abdicou da carreira para cuidar dos três filhos e vive um casamento feliz com seu marido, o advogado Charlie (Luke Macfarlane). Após aparecer em seu feed, de uma rede social, que o seu ex-melhor amigo, o mestre cervejeiro Will (Seth Rogen) acabara de terminar o casamento, ela resolve entrar em contato com ele. Assim, esses dois amigos, antes com 20, agora perto dos 40 anos se envolvem em várias situações onde um ajuda o outro a enfrentar os problemas nessa fase da vida cheia de variáveis e escolhas difíceis.

Nada como um roteiro inteligente para fazer a gente pensar sobre a vida. De forma leve e descontraída, a narrativa envolve o espectador atingindo o epicentro entre a maturidade e a melhor idade. Assuntos como: problemas no trabalho, desconfianças nos relacionamentos, o próximo passo dentro de um casamento, as idas e vindas conflituosas por problemas que surgem aos montes, a amizade, as diferentes formas de amar, o ciúmes são plano de fundo de situações hilárias que a dupla de protagonistas se metem ao longo de dez excelentes episódios na sua primeira temporada.

A química entre Byrne e Rogen é fantástica, os artistas já haviam trabalhado juntos 10 anos atrás na comédia Vizinhos e mais uma vez mostram toda a harmonia em cena. Você, em um mesmo episódio, consegue rir muito e também se emocionar trazendo inclusive paralelos com a realidade. Passando por cima da pergunta: ‘É possível uma amizade entre um homem e uma mulher?’ o platônico do título é quase desnecessário, irreal. Esse projeto é um brinde à  amizade e todos seus altos e baixos.

Crítica | Sete Homens e um Destino

Magnífica Refilmagem

Sete Homens e um Destino chega para quebrar um pouco a máxima de negatividade em relação aos infames remakes. A enxurrada de refilmagens que assola Hollywood há anos não é vista com bons olhos por cinéfilos e críticos, no entanto, alguns raros casos conseguem transcender esse estigma. Funcionou para Bravura Indômita (2010) dos irmãos Coen – que refizeram a obra retentora do único Oscar na carreira da lenda John Wayne, datando de 1969 – e funciona, muito bem, aqui.

No entanto, as refilmagens de Bravura Indômita e Sete Homens e um Destino não são pares. O primeiro funciona mais no sentido tradicional do gênero western, ou faroeste, enquanto o segundo, na realidade, é um blockbuster, um filme de entretenimento, um ótimo exemplar de cinemão pipoca. Historicamente o gênero faroeste não casa bem com cinemão entretenimento, isto é, quando o cerne do gênero não é respeitado. Daí, ao longo de anos recentes, fomos brindados com produções duvidosas, do nível de As Loucas Aventuras de James West (1999), Jonah Hex (2010), Cowboys & Aliens (2011), O Cavaleiro Solitário (2013) e Um Milhão de Maneiras de Pegar na Pistola (2014).

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Quando a coisa funciona, ela vem na forma de cinema de arte, vide O Atalho (2010), Dívida de Honra (2014) e Slow West (2015) – este último ainda inédito no Brasil – ou estilizada por cineastas como Quentin Tarantino (Django Livre e Os Oito Odiados) e Alejandro G. Inarritu (O Regresso). Sete Homens e um Destino chega para mudar isso, e para mostrar que o faroeste pode sim casar com cinema entretenimento de forma bem satisfatória. Este é um grande mérito desta produção de quase US$ 100 milhões, baseada no filme homônimo de 1960, dirigido por John Sturges, que por sua vez é baseado no clássico japonês Os Sete Samurais (1954), do mestre Akira Kurosawa. A versão original gerou três sequências, A Volta dos Sete Homens (1966), A Revolta dos Sete Homens (1969) e A Fúria dos Sete Homens (1972), além de uma série de TV (1998 – 2000).

No novo filme, apenas a ideia central foi mantida, tendo personagens, motivações e cenas sido repaginados. Na trama, um homem poderoso e sem escrúpulos (papel de Peter Sarsgaard, o vilão du jour, quando Christoph Waltz está de folga) passa por cima da moral e das vidas de uma pequena cidade. Uma das vítimas mais prejudicadas é a donzela vivida por Haley Bennett (em seu segundo trabalho ao lado de Denzel Washington e do diretor Antoine Fuqua depois de O Protetor). Pronta pra ser uma estrela (eu já sabia disso desde que a vi no obscuro Kaboom, de Gregg Akari), a jovem Bennett tem um dos personagens de destaque aqui e consegue segurar bem o nível ao lado de um elenco tão renomado. É sua personagem quem faz a trama girar, se comportando como as prostitutas do agora clássico de Clint Eastwood, Os Imperdoáveis (1992) – meu faroeste preferido.

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Emma Cullen (Bennett) é quem contrata os serviços do caçador de recompensas Chisolm, papel do sempre maravilhoso Denzel Washington, e ele, por sua vez, reúne mais seis filhos da mãe malvados para despejar um pouco de sua própria justiça nos malfeitores. Esqueça aquela bobagem recente, este é o verdadeiro Esquadrão Suicida, e funciona muito melhor em todos os quesitos almejados pela superprodução da Warner, seja na ação, na introdução de personagens, motivações, montagem e humor. De um em um, Chisolm recruta seu time de loucos desalmados, que faz uso do beberrão inconsequente Faraday (Chris Pratt), do urso eremita Jack Horne (Vincent D´Onofrio), do bandido mexicano (Manuel Garcia-Rulfo, num papel que seria do nosso Wagner Moura), do índio Red Harvest (Martin Sensmeier) e da dupla de golpistas Goodnight Robicheaux (Ethan Hawke) e Billy Rocks (Byung-hun Lee). Está montada a festa.

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Sete Homens e um Destino mescla e transita bem entre estilos, girando o tom entre humor e drama de forma exímia. Parece fácil. Não é. O filme também nos brinda com um dos melhores elencos do ano, deixando todos bem confortáveis em seus típicos papeis. Na realidade, poucos atuam contra o tipo – quem sabe Ethan Hawke desenvolva melhor um personagem que nunca interpretou anteriormente, e não por acaso é um dos melhores em cena, dono do personagem mais interessante do filme. Pratt faz bem a rotina na qual tem ficado marcado, e Washington igualmente – embora este último exale boa atuação até mesmo de um espirro.

O grande porém se dá pela previsibilidade do roteiro, escrito por Richard Wenk (O Protetor) e Nic Pizzolatto (criador do programa True Detective), que transforma o terceiro ato num grande filme ação, onde tiros correm soltos de maneira incontrolável até que o último corpo esteja de pé. Mas este também não é um duelo de pistolas real, é um confronto esquematizado, no qual a maioria dos tiros atingem somente os inimigos, deixando os protagonistas imunes, ou a serem atingidos somente em momentos chave. Essa fórmula que se alonga um pouco e pode cansar, tira parte do brilho do que poderia ser um verdadeiro achado. Nada que arruíne o resultado final do novo produto do talentoso diretor Fuqua, nesta reunião da neo obra-prima Dia de Treinamento (2001).

‘Boogeyman’ estreia nos cinemas – Relembre os 10 Primeiros FILMES baseados nas obras de Stephen King

Toda vez que o nome Stephen King aparece em uma produção cinematográfica os cinéfilos de plantão já ficam de olho: vem aí uma nova história de terror com potencial de arrepiar os cabelinhos do braço. O que muita gente esquece é que Stephen King, além de ser conhecido como um dos maiores escritores de terror de todos os tempos, também é autor de um bocado de histórias sem pé nem cabeça, dentre ficção-científica, drama e suspense. Tendo criado dezenas de histórias, nem sempre ele acerta – que dirá as produções que se baseiam na sua imaginação. É o caso de ‘Boogeyman: Seu Medo é Real’, inspirado em um conto do mestre do terror e que estreou hoje nos cinemas.

King é provavelmente o autor mais adaptado ao audiovisual e sua carreira caminha lado a lado com o mundo do entretenimento visual. Dentre superproduções para os cinemas, filmes para o mercado de vídeo, séries televisivas, curtas-metragens e agora produções voltadas ao mercado de streaming, sejam filmes, seriados ou minisséries, Stephen King parece não sair dos holofotes, das mentes e da boca dos fãs.

É um fato impressionante o escritor continuar assustando as novas gerações, tendo feito isso muitas vezes com gerações mais antigas numa trajetória de mais de quatro décadas. Sim, vira e mexe alguma obra de King é redescoberta e ganha nova roupagem para os mais jovens, assim como livros e trabalhos recentes do escritor igualmente recebem oportunidade de brilhar. Para comemorar a estreia e esse artista que tanto adoramos, voltaremos às raízes de Stephen King, revisitando seus primeiros trabalhos adaptados para as telas, numa época em que o autor ainda não tinha o peso que possui hoje.

Dê asas à sua nostalgia e vem com a gente conhecer as 10 primeiras adaptações de Stephen King.

1) Carrie – A Estranha

Carrie marcaria com pé direito a entrada de Stephen King em Hollywood em 1976. O filme é a primeira adaptação de um texto do autor para as telas e foi também o primeiro livro publicado pelo renomado romancista. A obra literária foi lançada em 1974 e dois anos depois já era um filme de sucesso que, entre outras coisas, recebeu duas indicações ao Oscar de atrizes (Sissy Spacek e Piper Laurie). Aqui King já fazia críticas ao bullying e previa massacres em escolas – quando uma adolescente tímida sofre humilhação nas mãos das colegas de classe e resolve se vingar com seus recém-adquiridos dons telecinéticos (uma analogia à puberdade). Carrie ganhou uma continuação em 1999, uma minissérie em 2002 e uma refilmagem em 2013.

2) Os Vampiros de Salem

Esse foi o segundo livro escrito por King, cujo título original é Salem’s Lot, lançado logo no ano seguinte de Carrie, em 1975. Ao contrário de Carrie, levado aos cinemas por Brian De Palma, a adaptação da segunda obra do autor viu sua estreia no canal americano CBS, com produção da Warner Bros. Television, no formato de uma minissérie em dois episódios exibidos em 17 e 24 de novembro de 1979. Apesar do lançamento menor, na direção, um verdadeiro ícone do gênero: Tobe Hooper (O Massacre da Serra Elétrica). A trama guarda muitas semelhanças com o mais recente sucesso da Netflix, Missa da Meia Noite (2021), com o criador Mike Flanagan inclusive revelando a inspiração em King. Ou seja, fala sobre um escritor retornando para sua pequena cidade, somente para descobrir que os residentes estão se tornando vampiros. A história ganhou uma continuação na forma de um filme de 1987 e uma minissérie moderna em 2004 – um filme para os cinemas será lançado em breve.

3) O Iluminado

Nas páginas, O Iluminado foi o terceiro livro escrito por Stephen King e seu maior sucesso então. A obra literária cimentava seu nome como autor do momento, inclusive entre os jovens. Lançado em 1977, o livro seria comprado pela Warner e desenvolvido na forma de uma superprodução a ser comandada por um nome de imenso culto na época: Stanley Kubrick, talvez o maior cineasta a ter reimaginado um livro de King. O que parecia ser o negócio do século para o escritor, terminou se mostrando um pesadelo para ele, quando o excêntrico cineasta resolveu mudar muito do texto de King, e há quem diga, inclusive melhorá-lo. O escritor não poupou palavras para deserdar essa adaptação, lançada em 1980, e quase vinte anos depois, em 1997, criaria sua própria versão. Que parece ter agradado zero apenas uma pessoa. O próprio King.

4) Cujo

Até então as adaptações dos livros de Stephen King vinham mantendo certa ordem cronológica: a cada livro lançado, um filme era produzido para estrear alguns anos depois. Bem, ao menos com os três primeiros. O hiato começou com Rage, livro lançado no mesmo ano de O Iluminado (1977), sob o pseudônimo Richard Bachman (usado por King em alguns de seus primeiros trabalhos). Acontece que Rage fala sobre um adolescente armado matando professores num colégio e gerou todo um debate quando o triste fato começou a ocorrer de verdade, terminando com King banindo sua própria obra. Assim, a próxima adaptação viria apenas com o décimo livro do autor, que focava num tema mais ameno: um cachorro da raça São Bernardo que, ao adquirir raiva, passa a aterrorizar uma mãe e seu pequeno filho. Bem, digamos que um tema mais ameno para os padrões de Stephen King. O filme era lançado em 1983, dois anos após o livro chegar às lojas.

5) Na Hora da Zona Morta

O ano de 1983 seria movimentado para Stephen King. Após o sucesso de suas primeiras adaptações e do hiato até o início dos anos 80 para suas obras voltarem a emplacar com os estúdios, 83 veria o lançamento de três textos de King nas telonas. O primeiro, como citado, foi Cujo (com distribuição novamente da Warner), sendo seguido por Na Hora da Zona Morta, produção de Dino De Laurentiis, distribuição da Paramount e direção de David Cronenberg – como dito, King era propriedade quente da época e seus textos atraíam grandes e promissores cineastas. O filme é baseado no sétimo livro de King, lançado em 1979. Aqui, Christopher Walken protagoniza como um professor de vida simples que se envolve num acidente de carro, fica em coma e quando acorda, volta com o estanho dom de visões do passado e futuro de todos que toca. O filme gerou uma bem sucedida série que durou cinco anos, de 2002 a 2007.

6) Christine – O Carro Assassino

O ano de 1983 fecharia as adaptações de Stephen King no cinema com Christine, da Columbia (Sony). Essa era uma ocasião importante, já que o livro era o 13º lançado pelo autor, o que para um especialista em terror é um número significativo (associado ao azar). No cinema, por outro lado, era a sexta produção audiovisual a ganhar forma. Depois de nomes como De Palma, Cronenberg, Hooper e Kubrick, mais um mestre se juntava à lista. Ninguém menos que John Carpenter, o pai de cults adorados como Halloween, Fuga de Nova York e O Enigma de Outro Mundo. A colaboração entre os lendários artistas teve como tema um carro possuído por maus espíritos, ou melhor, como fonte de obsessão para todos que o tem como donos. No fundo, uma nova trama sobre bullying e vingança. Uma nova versão vem saindo do forno pela Blumhouse.

7) Chamas da Vingança

Esse é um dos filmes menos conhecidos do primeiro lote de dez das obras de King. Trata-se do oitavo livro escrito por King, sobre o relacionamento entre pai e filha. A dupla, fugitivos de uma agência do governo que experimentava em pesquisas científicas com novas drogas. O pai, um voluntário, usou substâncias químicas que geraram em sua filha dons da pirotecnia (criar e controlar o fogo com a mente). No cinema, o sétimo filme de King foi lançado em 1984 e marcou pela presença da menina Drew Barrymore, recém-saída do sucesso E.T. – O Extraterrestre. Um remake da Blumhouse com Zac Efron está em fase de pós-produção.

8) Colheita Maldita

No mesmo ano de 1984, estreava o oitavo filme baseado em Stephen King. A história não é baseada num livro do autor, mas sim num conto de 1977, presente na coletânea Night Shift, de 1978. O longa marca assim o primeiro conto de King levado às telas – ao invés de um romance completo ser usado como fonte – fato que viria a ser recorrente também nas transições do autor para as telas. Na trama, um culto de crianças, comandadas pelo ameaçador Isaac, mata todos os adultos de uma pequena cidade rural americana. Um casal, vivido por Peter Horton e Linda Hamilton, tem o azar de parar no local e se tornar alvo do culto fanático de pequenos homicidas.

9) Olhos de Gato

Sabe aquele ditado do “e se a moda pega…”, bem ela pegou mesmo e na época estúdios estavam providenciando longas-metragens baseados não apenas nos livros de Stephen King, como também eu seus contos mais curtos de coletâneas. Isso apenas demonstra o quão em alta estava o nome do autor. Lançado no ano seguinte de Colheita Maldita, em 1985, Olhos de Gato marcou o primeiro filme baseado em King que contava também com roteiro do próprio escritor. O longa, composto por três histórias ligadas somente pela presença de um gato, é baseado nos contos contidos no livro Night Shift novamente. Mais uma vez, Drew Barrymore estrelava (numa das histórias) e o filme é dirigido por Lewis Teague, que havia comandado Cujo dois anos antes.

10) A Hora do Lobisomem

Finalizando as dez primeiras adaptações de King, o último item traz como base um livro diferente do autor. Bem, acontece que Cycle of the Werewolf, ou o ciclo do lobisomem, de 1983, é formado por uma história com começo, meio e fim, porém, a cada capítulo desta história temos um conto envolvendo um mês do calendário. O protagonista, no entanto, é o mesmo, um menino de 10 anos, cadeirante. King também adaptou o roteiro e o filme era lançado em 1985, com o título Silver Bullet (no Brasil A Hora do Lobisomem). Na trama, um lobisomem está aterrorizando uma então pacata cidade. Cabe a um menino e seu tio descobrirem sua identidade.

‘The Magicians’: A magia está de volta no trailer da 4ª temporada; Assista!

A 4ª temporada de ‘The Magicians‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

A quarta temporada será lançada no dia 23 de janeiro de 2019.

Na nova temporada, “Mesmo com novas identidades, nosso grupo principal está longe de estar seguro, já que dentro do Castelo Blackspire, um monstro antigo, poderoso e inábil escapou do confinamento e saltou para um novo hospedeiro, Eliot. A temporada terminou com o monstro encontrando Quentin, e a 4ª temporada vai mostrar o monstro procurando os outros, e uma outra coisa… ”

Jason Ralph, Stella Maeve, Hale Appleman, Arjun Gupta, Summer Bishil e Olivia Taylor Dudley estrelam.

A 3ª temporada de ‘The Magicians‘ registrou uma média de 0.26 na demo, e um total de 704 mil espectadores, sendo a série de maior audiência do canal.

‘Arrow’: Última temporada ganha data de estreia

A CW finalmente divulgou quando a 8ª (e última) temporada de ‘Arrow‘ será lançada. O ciclo final da série irá estrear no dia 15 de outubro. Vale lembrar que a última temporada terá apenas 10 episódios.

Baseada nos quadrinhos da DC Comics, a série deu origem ao Arrowverse da CW.

A trama segue Oliver Queen, um playboy bilionário de Starling City, que passa cinco anos naufragado em uma ilha misteriosa. Após seu retorno à Starling City, ele se reencontra com sua mãe, Moira Queen, sua irmã, Thea Queen, e seu melhor amigo, Tommy Merlyn. A série centra-se em Oliver reacendendo seus relacionamentos, passando as noites caçando, e, às vezes, matando criminosos como um vigilante encapuzado. Ele descobre uma conspiração para destruir os Glades, um bairro mais pobre da cidade que se tornou sobreposta com a criminalidade. John Diggle e Felicity Smoak ajudam Oliver em sua jornada. Oliver também se reconecta com a ex-namorada, Laurel Lance, que ainda está irritada com seu envolvimento na morte presumida de sua irmã. A série também apresenta flashbacks de Oliver no período em que esteve na ilha, e mostra como ela o mudou.

O elenco conta com Stephen Amell, David Ramsey, Emily Bett Richards, Katie Cassidy, Paul Blackthorne, Willa Holland e Echo Kellym.

‘Jumanji: Próxima Fase’ já arrecadou quase US$ 800 milhões mundialmente

Garantindo a continuidade da franquia, a sequência ‘Jumanji: Próxima Fase‘ já arrecadou quase US$ 800 milhões nas bilheterias mundiais.

Nos EUA, o longa acumula US$ 313.7 milhões. No mercado internacional, são US$ 477.1 milhões.

Ao total, a produção já arrecadou US$ 790.9 milhões mundialmente.

Vale lembrar que ‘Jumanji: Próxima Fase‘ se tornou a MAIOR estreia da Sony Pictures para o mês de dezembro.

A gangue está de volta, mas dessa vez, o jogo mudou. Enquanto retornam a Jumanji para resgatar um dos seus, eles descobrem que nada é o que parece. Os jogadores precisarão desbravar partes desconhecidas e inexploradas, dos desertos áridos às montanhas cheias de neve, tudo para escapar do jogo mais perigoso do mundo.

O elenco conta com o retorno de Dwayne Johnson, Kevin Hart, Jack Black, Karen Gillan, Ser’Darius Blain, Alex Wolff, Madison Iseman, Morgan Turner, AwkafinaDanny DeVito,Danny Glover.

‘Interrogation’ é CANCELADA pela CBS All Access após uma temporada

A CBS All Access cancelou oficialmente a série de suspense ‘Interrogation‘ depois de apenas uma temporada.

A trama seguia uma história não-linear, onde cada um dos primeiros nove episódios é centrado no interrogatório de alguma das pessoas que podem estar envolvidas em um crime que ocorreu décadas atrás.

A série foi criada por John MankiewiczAnders Weidemann.

O elenco inclui Peter Sarsgaard, Kyle Gallner, Kodi Smit-McPhee, David Strathairn e Joanna Going.

‘Os Monstros’: Rob Zombie compartilha novo visual do Vovô em seu reboot

Através do seu Instagram, o diretor Rob Zombie compartilhou uma nova imagem dos bastidores do seu reboot de ‘Os Monstros‘, mostrando parte da caracterização do Vovô na nova versão da história.

Confira:

Até o momento, a única atualização positiva sobre o projeto é que o colaborador de longa data de Zombie, Jeff Daniel Phillips, foi escalado como Herman Munster.

Para quem não conhece, a série teve apenas duas temporadas, exibidas entre 1964 e 1966, totalizando 70 episódios.

A trama acompanha uma típica família trabalhadora de classe média dos subúrbios das grandes cidades, apesar da casa em que moravam se parecer com uma mansão gótica de estilo vitoriano.

O chefe da família é Herman, funcionário de uma funerária, e que possui a aparência clássica do monstro de Frankenstein, muito forte e de mentalidade um pouco lenta e infantil. Ele é casado com a vampira Lily, quem toma todas as dcisões no lar. Assim como ela, o vovô também é um vampiro e se veste como o Conde Drácula.

O filho deles se chama Eddie, um lobisomem mirim ainda na escola. E também há Marilyn, uma adolescente muito bonita que é sobrinha do casal, a única de aparência humana.

Quando ela trazia um pretendente para casa (o que acontecia com frequência), a aparência de Herman os fazia fugir. Ele e Marilyn achavam que isso acontecia por ser ela “muito feia”.

Em 1988, o programa foi renovado sob o título ‘A Família Monstro‘, devido à mudança de estúdio.

Exibida entre 1988 a 1991, a nova série teve 72 episódios e mostrava a rotina da família após ficarem adormecidos por 22 anos por causa de uma experiência mal-sucedida do vovô.

Obviamente, todo o elenco foi substituído.

‘Casamento às Cegas’: Reality show da Netflix é RENOVADO para mais DUAS temporadas

De acordo com o TVLine, a Netflix renovou oficialmente o reality show ‘Casamento às Cegas‘ (Love is Blind) para mais DUAS temporadas, garantindo sua continuidade até, pelo menos, o quinto ciclo.

A terceira temporada está programada para estrear ainda em 2022.

A ideia do programa é juntar 15 homens e 15 mulheres que se comunicam se ver uns aos outros, conversando através de espécies de cápsulas que se assemelham a salas. No final, os casais que tiveram uma real conexão se unem em matrimônio (e se veem pela primeira vez).

O reality queridinho do público, Casamento às Cegas, está de volta! Solteiros que querem ser amados pelo que realmente são, e não pela aparência, esperam conhecer a pessoa com quem poderão passar o resto da vida sem jamais tê-la visto antes. Sem as distrações do dia a dia, os solteiros conversam com possíveis pretendentes. Quando surge uma conexão verdadeira, o pedido de casamento acontece e, então, eles se veem primeira vez. Noivos e de volta ao mundo real, os casais começam a planejar o casamento e vão descobrindo se conseguem transformar a conexão emocional em física antes do dia da cerimônia.

Nick Lachey Vanessa Lachey apresentam o programa.

Criatura MUTANTE ataca no trailer do terror ‘Circle Line’; Confira!

O terror ‘Circle Line‘, que traz um híbrido assassino entre um rato e lagarto, ganhou o primeiro trailer.

Confira:

J.D. Chua é responsável pela direção.

O design da criatura foi criado por Victor Marin.

Presos em um sistema de túneis subterrâneos, uma mãe precisa proteger seu filho após uma criatura mutante ter causado um massacre. Enquanto isso, na sala de controle, engenheiros lutam desesperadamente para resgatar os sobreviventes.

O elenco conta com Jesseca Liu, Andie Chen, Peter Yu, Patrick Pei-hsu Lee, Alan Tan, Nathaniel Ng, Johnny Ng e Ashley Seow.

Siew Pek Chye, Allan Ho Andrew Chiang Meng Ngin assinam o roteiro.

O terror será lançado internacionalmente no dia 5 de janeiro. No Brasil, segue sem previsão.

Assassinato é investigado em 4 épocas diferentes no trailer de ‘Corpos’; Confira!

Netflix divulgou o trailer legendado de ‘Corpos‘, nova minissérie de thriller criminal baseada na graphic novel homônima da DC Comics.

Confira:

A produção será lançada na plataforma no dia 19 de outubro.

A série foi criada por Paul Tomalin, baseada na HQ assinada por Si Spencer.

Quatro detetives, vivendo em quatro épocas diferentes, encontram o corpo da mesma vítima de assassinato em Whitechapel, em Londres. Eles logo percebem que suas investigações os colocam no centro de uma misteriosa conspiração que se estende por mais de 150 anos.

Shira HaasStephen GrahamJacob Fortune-LloydKyle SollerAmaka Okafor estrelam.

Trailer de ‘Gladiador 2’ ultrapassa 180 milhões de visualizações mundialmente

De acordo com o Deadline, o primeiro trailer da aguardada sequência ‘Gladiador 2‘ já ultrapassou a marca dos 180 milhões de visualizações mundialmente.

Os dados foram coletados através de todas as plataformas e redes sociais, incluindo Instagram, TikTok, Facebook, YouTube e X.

No território norte-americano, a produção alcançou o TOP 1 nos trends do X, além de ter entrado para o TOP 2 nas pesquisar do Google por um período de 24h. Atualmente, o vídeo segue entre os mais populares no YouTube – dois dias após seu lançamento.

O site ainda afirma que o longa alcançou 128 milhões de visualizações durante as primeiras 24 horas, superando os números registrados pelo trailer de ‘Top Gun: Maverick‘ (75M) neste mesmo período.

Vale lembrar que o filme estrelado por Tom Cruise arrecadou sólidos US$ 126.7 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA.

Gladiador 2‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 14 de novembro.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Ridley Scott (‘Prometheus’) retorna à direção.

Depois que seu lar é invadido pelos imperadores tirânicos que agora lideram Roma, Lúcio é forçado a entrar no Coliseu e deve olhar para seu passado em busca de forças para devolver a glória de Roma ao seu povo.

Paul Mescal estrela a produção como Lucius, filho do Maximus (interpretado por Russell Crowe no longa original). O elenco ainda conta com Denzel Washington, Pedro Pascal, Connie Nielsen, Djimon Hounsou, Joseph Quinn, Fred Hechinger e May Calamawy.

O roteiro fica a cargo de David Scarpa (‘Napoleão’).

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‘A Morte Te Dá Parabéns 3’ é CONFIRMADO!

Durante uma exibição dupla dos dois primeiros filmes da franquia ‘A Morte Te Dá Parabéns‘, o diretor Christopher Landon (‘Freaky – No Corpo de um Assassino’) confirmou que o terceiro capítulo está oficialmente em desenvolvimento.

“O terceiro filme está seguindo em frente,” declarou a atriz Jessica Rothe, que também teve seu retorno confirmado.

Anteriormente, a atriz havia comentado sobre o terceiro filme: “Adoraria ter a oportunidade de completar a trilogia. Sei que o Chris já tem uma ideia em mente, então é apenas uma questão se teremos a chance de tirá-la do papel.”

Apesar de ‘A Morte Te Dá Parabéns 2‘ não ter repetido o sucesso do primeiro filme, a sequência arrecadou US$ 64.6 milhões nas bilheterias mundiais – o que representa mais de sete vezes o valor de seu orçamento, que girou em torno de US$ 9 milhões.

O segundo filme também conquistou os críticos, alcançando 72% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Crítica | Chuck – Um dos seriados mais NERDS dos anos 2000

O carisma e o entretenimento. Criada pela dupla Chris Fedak e Josh Schwartz, ainda nos primórdios da internet, sem redes sociais e nada ainda dos sofisticados aparelhos celulares, poucas séries conseguiram divertir o público com o universo nerd como essa: Chuck. Com referências que vão desde Star Trek, passando por vídeo games, até alguns filmes de comédia do grande Chevy Chase, o seriado, que conta uma mirabolante história de um jovem que tem sua vida completamente revirada, praticamente vira um espião, após receber um e-mail de um ex-amigo, é protagonizado pelo ótimo Zachary Levi, Yvonne Strahovski e Adam Baldwin.

Na trama, conhecemos Chuck (Zachary Levi), um ex-estudante da prestigiada faculdade de Stanford, da qual foi expulso injustamente após uma denúncia infundada de seu ex-melhor amigo. O tempo passa e Chuck parece que parou no tempo sem conseguir desenvolver seu futuro, conseguiu um trabalho na sessão de conserto de computadores e celulares, numa loja chamada ‘Buy More’, aquelas onde se vendem de tudo, e lá continua sem perspectiva alguma. Ao lado de seu melhor amigo Morgan (Joshua Gomez), passa os dias com a dor de ter seu futuro destruído. Mas tudo isso muda radicalmente quando esse ex-amigo que o denunciou para a expulsão em Stanford lhe envia um e-mail que é baixado para sua mente. Assim, Chuck vira um valioso recurso de defesa dos Estados Unidos e as forças responsáveis mandam para defendê-lo a agente da Cia Sarah Walker (Yvonne Strahovski) e o major das forças armadas John Casey (Adam Baldwin). Chuck enfrentará os mais diversos vilões ao longo de cinco temporadas hilárias e eletrizantes.

Entre a ação desenfreada, a espionagem, a cultura pop de uma época e o romantismo. A ação é um dos alicerces da narrativa, Chuck precisa se entender como um espião para poder sair de todas as situações que mete, fato que nos leva a risos quase sempre. Em paralelo, o seriado aborda o amor de uma maneira doce e delicada. A possibilidade de junção de dois universos completamente diferentes é o elemento principal para o clima de romance que percorre quase todos os episódios entre Chuck e Sarah.

A amizade é também uma tecla muito batida por aqui, a sensibilidade do protagonista é algo louvável, um jovem de bom coração que busca em suas ações as vezes atrapalhadas sempre enxergar o lado bom de todos que encontra pelo caminho. Zachary interpreta com muita habilidade e carisma seu divertido personagem, a alma da série. O ator, na época ainda começando na carreira teve que desistir de uma badalada montagem na Broadway na época, O Jovem Frankenstein, porque na mesma época o piloto de Chuck fora aprovado.

Não reconhecido pelas premiações de televisão ao longo das suas cinco temporadas, a série ganhou apenas dois emmys, longe das categorias principais. Por conta de audiência, em um mundo televiso concorrido naqueles tempos, a série correu riscos de ser cancelada, mais precisamente após o fim da segunda temporada, só que uma petição feita por fãs a uma das empresas patrocinadoras da série, a rede de sanduíches Subway, que no final das contas fez uma parceria com a rede de televisão que o seriado era exibido e cobriu alguns custos de produção.

Sempre vestindo seu clássico all star converse, falando klingon com os amigos, se metendo nas maiores roubadas em busca de fazer o bem, foi muito difícil dar adeus ao querido personagem que durante os anos de 2007 a 2012 fizeram a alegria de fãs que lembram de muitos episódios até hoje. Pra quem nunca conferiu, ou quer rever, todas as temporadas do seriado estão disponíveis na Prime Video. Imperdível!

Crítica | Luke Cage

Funk Soul Brother

Terceira série da parceria Marvel / Netflix, e quarta temporada do segmento (após duas do Demolidor e uma de Jessica Jones), Luke Cage segue o plano da casa de ideias, desenhando um universo nas telinhas, assim como faz no cinema. Se a estética das produções cinematográficas da empresa é leve, colorida e acrescenta bastante humor – como todos sabem bem, frisando essa divergência com as obras da rival DC – na TV, a Marvel também constrói sua estética: sombria, realística e violenta. É uma inversão de valores, nos cinemas o grande público é primordialmente constituído de crianças e adolescentes; na TV, é necessário ser um pouco mais velho para desenvolver interesse.

Os chamados personagens urbanos da Marvel, que provavelmente não iriam se sair bem protagonizando superproduções nas telonas, foram levados a uma mídia menor, na qual a ênfase é no desenvolvimento de personagens e situações. E aonde possuem muito mais tempo para uma jornada ocorrer, imagine um filme de 13 horas. Após Luke Cage, o lançamento prometido é o de Punhos de Ferro e logo depois o encontro do quarteto (Demolidor, Jessica Jones, Luke Cage e Punhos de Ferro) na série Defensores, um Vingadores dos heróis de menor escala. Existem planos inclusive de inserir os personagens das telinhas no cinema, criando assim o crossover definitivo da empresa.

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Assim como no cinema, algumas das produções inicias da Marvel existiram apenas para apresentar determinados personagens, deixar a bola rolando, e juntá-los em Os Vingadores (2012), o maior filme de seu respectivo ano. É isso que a empresa faz, visa o futuro, usando métodos nem sempre brilhantes para chegar lá. Afinal, poucos irão apontar o primeiro Thor (2011) e Capitão América: O Primeiro Vingador (2011) como filmes favoritos dentro do acervo Marvel. É o que ocorre com esta Luke Cage, série solo do herói de aluguel. Depois de um início pra lá de inspirado com a primeira temporada de Demolidor, de Jessica Jones e a segunda de Demolidor, a falta de fôlego começa a ser sentida aqui.

Luke Cage é uma produção satisfatória que, como dito, mantém a bola girando, costurando tal universo, inclusive com ligações com o cinema. No entanto, a nova série Marvel falha em entregar algo novo e realmente memorável como suas antecessoras. Cage (Mike Colter) já havia aparecido como coadjuvante na série Jessica Jones e talvez devesse ter permanecido de tal forma. Quando os holofotes são jogados nele e numa trama própria, sentimos falta de alguma coisa. O programa segue o personagem após os eventos da série na qual coadjuvou, dublando numa jornada de emprego duplo. De dia, trabalha varrendo o chão de uma barbearia e de noite, lava pratos na boate Harlem´s Paradise.

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No trabalho diurno, Pop (Frankie Faison) é o Obi Wan da vez, figura paterna que serve de mentor, e cujos ensinamentos ficarão gravados na mente do protagonista, impulsionando-o a seguir como herói e fazer a coisa certa. Lembra-se de “com grandes poderes vêm grandes responsabilidades”, pois bem, substitua por “continue a seguir sempre em frente, nunca para trás”. O emprego noturno o coloca em contato com dois jogadores de importância para a trama, posicionando o protagonista bem no meio de um fogo cruzado. De um lado, Cornell ‘Boca de Algodão’ Stokes (Mahershala Ali) é o rei da noite, mafioso dono da boate e de metade dos negócios ilícitos da cidade, contando com as costas quentes da parceria com sua prima, a senadora Mariah Dillard (Alfre Woodard). Do outro, a detetive Misty Knight (Simone Missick), que possui dons clarividentes, se infiltra no local, investigando o lado escuso do empresário, e desenvolvendo rapidamente um relacionamento íntimo com o herói.

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Na gama de personagens do programa, destacam-se ainda o detetive Rafael Scarfe (Frank Whaley, sempre ótimo em cena), parceiro de Misty Knight, que possui um dos arcos mais interessantes do programa, Hernan ‘Shades’ Alvarez (Theo Rossi), um dos muitos criminosos que habitam este Harlem fictício, Willis ‘Kid Cascavel’ Stryker (Erik LaRay Harvey), a grande ameaça anunciada, e o retorno de Claire Temple (Rosario Dawson), o elemento que liga todas as séries, transitando entre elas. Ah, sim. Os brasileiros possuem um motivo a mais de felicidade ao assistir a série, a presença da veterana Sonia Braga, muito em voga após o sucesso de Aquarius este ano, no papel da mãe de Claire. Como deu para notar, os principais malvados da série possuem nomes de cobra, respeitando assim suas contrapartes nos quadrinhos, afinal esta é a fonte. Foi respeitada inclusive a infantil tradução de Diamondback, algo como costas de diamante, para Kid Cascavel (bem tosquinho né, mas fazer o que?).

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O clima gueto pulsa em Luke Cage. O sentimento do cinema blaxploitation, produções miradas ao público negro, criado na década de 1970, é latente. Ao ponto da série soar muito como algo vindo de tal época: aqui temos números musicais com pegada soul e funk, intrigas de gangues e certos elementos de ficção científica nostálgica, com computadores e experimentos secretos. É como se a modernidade realmente não tivesse chegado a tal mundo. E tal intenção muito provavelmente foi proposital. Em tais trechos Luke Cage resplandece com voz única dentro de tal universo, respeitando o feitio, mas adicionando muito sabor à mistura. A transposição é imediata.

Se por um lado o criador da série Cheo Hodari Coker (roteirista do filme Notorius B.I.G. – sua predileção pelo cantor é notada aqui também, ao tratar de inserir no escritório do criminoso Boca de Algodão uma imagem do rapper) acerta o tempero de Luke Cage na parte técnica, os demais itens, em especial o roteiro, demonstra certa fragilidade. Um dos grandes problemas enfrentados por Luke Cage não são seus arqui-inimigos, mas sim os próprios companheiros heróis. Demolidor (em especial) e Jessica Jones se privilegiaram do pioneirismo, de apresentarem e cimentarem uma linguagem e, mais do que isso, um tema a ser abordado sob diversos ângulos: a justiça com as próprias mãos. Demolidor, Jessica Jones, Justiceiro e Elektra (os dois últimos contidos da 2ª Temporada de Demolidor) são vertentes levemente inclinadas do mesmo tipo de justiça e de ideal. Como abordar agora mais um ângulo?

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Cage tenta se manter alheio, apenas se posicionando para defender os próprios interesses. Boa saída. Porém, ainda precisa existir algo mais. Em um dos melhores episódios, a série ganha contornos de filme de prisão, narrando a origem do personagem e de seus poderes. De quebra, revelando também a origem do relacionamento com a mulher que marcaria sua vida, a psicóloga Reva Connors (papel da belíssima Parisa Fitz-Henley). Luke Cage pode ser considerada também a série com a pegada mais quadrinhos do lote. Em variadas situações podemos perceber um teor de surrealismo e grande distanciamento do mundo real, de certa forma ausente nos programas anteriores, e que pode causar estranheza. Em determinada cena, por exemplo, um grupo de pessoas fecha uma rua para assistir herói e vilão se digladiarem, enquanto torcem para o mocinho. A coisa desce melhor se pensarmos na pretensão de proximidade com o material fonte.

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A fragilidade de Luke Cage também se encontra nos vilões, os mais genéricos e verdadeiramente bidimensionais, beirando o cartunesco, da leva de séries da casa. O destaque ficaria apenas com a performance sobressalente de Ali como Boca de Algodão, mesmo que o roteiro não dê continuidade em seu aprofundamento. Ele é muito mais interessante, por exemplo, do que a prima Mariah e o grande nêmesis Diamondback (me vejo recusando a proferir Kid Cascavel sem dar risadas), que funcionam basicamente em uma nota só. No final, o traje usado pelo vilão assume de vez as tintas de uma série baseada em quadrinhos. Além disso, o elo entre as contrapartes vilão e herói não poderia estar mais cansada – é algo que os especialistas vêm reclamando constantemente das últimas produções do gênero. Por que tudo precisa estar interligado?

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Talvez Luke Cage precisasse ser uma série com menos episódios, mesmo que isso não respeitasse o formato imposto pelas empresas parceiras. É nítida a perda de gás em variados momentos e os trechos acrescentados para preencher as lacunas são alguns dos piores já confeccionados pelas produções da casa de ideias (o que é o trecho com Misty sendo interrogada por seus atos e avaliada por um psicólogo? Ah, o sofrimento). As maquinações dos criminosos muitas vezes não levam a lugar algum e a sensação de perseguir o próprio rabo é constante. Ficamos à espera do programa decolar e explodir, coisa que não ocorre.

As referências são legais e muitas (vão desde o uniforme do herói nos quadrinhos até inúmeros name drops de outros personagens da casa), e Luke Cage também encontra solução na deficiência de ter um protagonista à prova de balas, superforte e quase (ênfase no quase) sem pontos fracos.

Luke Cage é uma série a ser consumida aos poucos e talvez funcione melhor assim, se você não perder totalmente o interesse até lá. Assistir de uma tacada só, façanha realizada por este que vos fala, se mostrará um grande exercício em paciência e boa vontade. Entre erros e acertos, Luke Cage é a série de representatividade da Marvel – ainda prefiro os temas, e a forma como são lidados, de Jessica Jones – mas a que menos envolvimento desperta com o público. No lote do panteão da casa é a que chega em último, mas de forma alguma sendo dispensável. Em tempo, Luke Cage tirou a Netflix do ar em sua estreia, mais um feito para as produções da Marvel.

FRACASSOU! ‘Shazam 2’, ‘Matrix’, ‘Mulher-Maravilha’ e as Sequências que Foram um FÍASCO de público e crítica…

No passado, a continuação de um filme tinha o único propósito de seguir com uma história que os produtores, diretor ou roteirista achavam que ainda precisava ser contada. Hoje, vivemos uma era em que a palavra de ordem no cinema comercial é I.P. (termo muito usado atualmente em Hollywood), que significa a boa e velha propriedade intelectual, ou seja, uma marca registrada e um produto potencialmente rentável. Grande parte disso se deve a produções que deram certo, quase todas obrigatoriamente rendendo continuações para estabelecerem a tão sonhada franquia. Afinal, quem não quer um sucesso fenomenal, do nível de ‘Star Wars’ ou da Marvel, em mãos. É preciso ser louco para negar tanto dinheiro.

E daí partimos de dois princípios. O primeiro é: para termos uma continuação, é necessário que o filme original tenha feito sucesso suficiente, em especial de bilheteira, para que seu lucro justifique uma nova investida dos produtores. O segundo é: caso a continuação igualmente obtenha sucesso, ou quem sabe renda ainda mais que o original, sua franquia está garantida. Aqui, no entanto, iremos lidar com uma outra possibilidade, que é o tema da matéria. O assunto aqui são as continuações – pode ser a primeira, a segunda, a terceira e por aí vai, que se tornaram fracasso de bilheteria ou crítica, divergindo de seu antecessor. Todos os filmes aqui selecionados foram lançados em anos recentes. Confira abaixo.

 

Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania (2023)

Outro filme de 2023, esse produzido pela rival Marvel. Ao contrário do primeiro item da lista, o terceiro ‘Homem-Formiga’ não pode ser considerado um fracasso financeiro retumbante. Mesmo assim, vem sendo considerado pelos maiores fãs da Marvel como um dos piores (ou quem sabe “o” pior) filmes da empresa – deixando 10 entre 10 fãs decepcionados com seu resultado. Tudo bem que a sub-franquia do ‘Homem-Formiga’ dentro da Marvel sempre foi a “menor” de todas (com o perdão do trocadilho) e a menos rentável – parecendo estar ali somente para constar.

Mesmo assim, o filme original de 2015 rendeu meio bilhão de dólares e o segundo, de 2018, rendeu US$622 milhões – ambos igualmente tiveram avaliações acima dos 80% no Rotten (com o segundo chegando perto dos 90%). Com o terceiro a intenção era aumentar as apostas, elevando a trama a um nível dos Vingadores (era o que anunciava o diretor). Com essa expectativa esperava-se que o terceiro ‘Homem-Formiga’ quebrasse todo tipo de recorde. E realmente o quebrou, mas de forma negativa. Se tornou o filme mais mal avaliado do MCU (com 47% de aprovação) e, com o orçamento mais inflado da franquia (de US$200 milhões), rendeu “apenas” US$474 milhões, se tornando não apenas o ‘Homem-Formiga’ menos rentável, como também um dos filmes menos lucrativos do MCU. Na Disney+.

Shazam! Fúria dos Deuses (2023)

Infelizmente, 2023 já tem o primeiro grande fiasco financeiro para chamar de seu. E ele atende pelo título ‘Shazam! Fúria dos Deuses’. O filme original de 2019 é puro charme e coração, e caiu instantaneamente no gosto do grande público. Com seu clima de Sessão da Tarde dos anos 80/90, o primeiro ‘Shazam!’ também não havia sido um fenômeno de bilheteria, rendendo US$367 milhões num orçamento de US$100 milhões. Mas foi o suficiente, somado a críticas extremamente positivas dos fãs e especialistas (com 90% de aprovação no Rotten), para dar sinal verde para uma sequência.

Quem viu ‘Fúria dos Deuses’ afirma que é tão divertido ou ainda melhor que o original, mas os críticos não acharam, com uma avaliação de 49%. O que jogou uma pá de cal na pretensa franquia, no entanto, foi a bilheteria de pouco menos de US$135 milhões para um orçamento de US$125 milhões – ao que tudo indica puxando o plugue para futuras investidas do menino Billy Batson e seu alter-ego adulto. Na HBO Max.

 

Matrix Resurrections (2021)

No mesmo ano em que Star Wars voltava aos cinemas com ‘A Ameaça Fantasma’, em 1999, era lançado um filme que se tornaria revolucionário e uma obra tão querida para a sua geração quanto os filmes de George Lucas haviam sido para a geração anterior. ‘Matrix’ não foi um sucesso fenomenal de bilheteira em seu lançamento nos cinemas, mas se tornou um cult tão grande no mercado de DVD que escalava a toda na época, que rapidamente se tornou um filme extremamente popular em todos os círculos. Foi essa fama que gerou a ‘Matrix-mania’ em 2003, quando há 20 anos o mundo da cultura pop era invadido nos cinemas e nas locadoras pelo, agora sim, fenômeno. O primeiro ‘Matrix’ custou “apenas” US$63 milhões, era uma aposta arriscada, mas deu certo, recuperando US$467 milhões mundiais. A primeira continuação, ‘Reloaded’, foi um enorme sucesso de crítica e público, mas o encerramento da trilogia, ‘Revolutions’ deixou um gosto amargo na boca dos fãs, com a maneira com que os produtores e as hoje irmãs Wachowski resolveram encerrar a história.

Numa era de reboots e continuações tardias, ‘Matrix’ entrava também nessa dança quase vinte anos depois, com o lançamento de ‘Matrix Resurrections’ – uma nova investida no universo querido do passado, que poderia ter aberto portas para uma nova trilogia. No entanto, a proposta de Lana Wachowski (que assumia a obra sozinha pela primeira vez, sem a irmã Lilly) foi tão fora da caixinha e inesperada, que se tornou muito mais uma crítica metalinguística em relação aos “fãs chatos” do que um filme da franquia Matrix em si. Existe um filme por trás de tudo, mas sua mensagem nada sutil acaba entrando na frente, e terminou por impedir o sucesso do quarto Matrix. Dizer que não era o que os fãs queriam é pouco. Ninguém consegue agradar todo mundo o tempo todo, mas o que o novo Matrix conseguiu foi agradar ninguém. A bilheteria mundial abaixo do orçamento foi o que selou se vez o destino da franquia. Disponível na HBO Max.

Star Wars: A Ascensão Skywalker (2019)

Nunca os fãs de Star Wars haviam vivido uma ruptura tão significativa de amor e ódio em relação à franquia como o que foi direcionado em relação à nova trilogia. ‘Star Wars’ é uma das marcas mais rentáveis da história da sétima arte – e podemos considera-la inclusive a franquia original de todas. Isso porque ‘Guerra nas Estrelas’ (o primeirão lá de 1977) foi o segundo blockbuster da história – seguindo o rastro de ‘Tubarão’. As duas continuações ‘O Império Contra-Ataca’ (1980) e ‘O Retorno de Jedi’ (1983) serviram para cimentar o que temos hoje em matéria de cinema entretenimento e fenômeno midiático, com a trilogia de George Lucas aparecendo em todo tipo de merchandising, desde bonecos até videogames.

No fim dos anos 90, o próprio Lucas resolvia revisitar sua criação com uma nova trilogia, que logo foi tratada como filho bastardo, principalmente pelos fãs mais antigos, apesar de ter capturado toda uma nova geração de fãs mais novos. No entanto, nada prepararia a “comunidade” Star Wars para o tiro pela culatra (o famoso “backlash”) que ocorreria com o lançamento de mais uma trilogia moderna. A trilogia do meio de Lucas era uma pré-sequência (que contava a juventude de personagens como Obi-Wan Kenobi e o surgimento de Darth Vader). Já a mais recente trilogia iria mostrar pela primeira vez o que aconteceu após ‘O Retorno de Jedi’ e trazer de volta os queridos personagens, como Han Solo, Luke Skywalker e Leia.

A coisa começou de forma positiva, com ‘O Despertar da Força’ (2015), que agradou os fãs e os críticos, despertou inúmeras teorias sobre as continuações, e bateu todo tipo de recorde de bilheteria. Mas foi só a continuação (‘Os Últimos Jedi’) estrear em 2017, que todos sentiriam um desequilíbrio na “força”. O filme de Rian Johnson ousou demais e mexeu com a mitologia de uma forma que não agradou os fãs – se tornando o filme mais odiado da franquia para muitos. Rendeu menos, mas os críticos gostaram. Correndo para apagar o incêndio, os produtores alistaram novamente J.J. Abrams para “consertar” o que havia sido tentado, resultando no Star Wars mais sem personalidade de toda a franquia, com ‘A Ascensão Skywalker’, um filme que tenta tudo e não acerta nada. Os críticos torceram o nariz e o longa se tornou o menos rentável da nova trilogia. Disponível na Disney+.

Mulher-Maravilha 1984 (2020)

Terminando a matéria das continuações que todos detestaram, temos agora o segundo ‘Mulher-Maravilha’. O filme original, de 2017, foi o primeiro sucesso do chamado ‘Snyderverse’, o universo da DC nos cinemas supervisionado pelo diretor Zack Snyder. ‘Batman vs. Superman’ e ‘Esquadrão Suicida’, ambos de 2016, eram duas grandes promessas de sucesso que terminaram decepcionando bastante grande parte dos fãs e do público, se tornando fracasso de crítica e/ou bilheteria. Assim, quando ‘Mulher-Maravilha’ estreou a expectativa era grande, e o filme mostrou o que poderia ser feito com um foco mais minimalista, dando atenção em especial aos personagens e suas relações. Foi o suficiente para transformar Gal Gadot numa estrela.

A continuação para este grande sucesso, desde seus primórdios vinha gerando certas polêmicas. Tudo era mais ambicioso, e cada informação vazada trazia descrença em relação ao projeto. A pandemia não ajudou, e com o advento das plataformas de streaming e o lançamento da HBO Max, o plano era que a estreia de ‘Mulher-Maravilha 1984’ ocorresse de forma simultânea nas telonas e nas telinhas, levando em conta que a pandemia estava a toda e os cinemas estavam às moscas. Mas a diretora Patty Jenkins fez coro com Christopher Nolan e Denis Villeneuve, batendo o pé por uma estreia nos cinemas. A trama sobre uma “pedra dos desejos” e o visual da Mulher-Leopardo (de Kristen Wiig) eram elementos da narrativa que surgiam como feridas expostas, que nem o cenário divertido dos anos 80 e a presença de Pedro Pascal no filme conseguiam remediar. O segundo ‘Mulher-Maravilha’ sofreria uma queda vertiginosa em qualidade, crítica e bilheteria em relação ao original – e o pior de tudo, colocou em risco uma terceira aventura estrelada por Gal Gadot. Disponível na HBO Max.

‘The Goldbergs’: Episódio especial com Freddy Krueger ganha primeiro teaser; Confira!

O episódio especial de Halloween da série ‘The Goldbergs‘, que terá o retorno do astro Robert Englund na pele do Freddy Krueger original, ganhou o primeiro teaser.

Confira:

Com o título de ‘Nightmare on Elk Avenue’, o episódio gira em torno dos medos do protagonista adolescente da série, Adam, depois de assistir A Hora do Pesadelo.

A ABC agendou a estreia do episódio para o dia 24 de outubro.

‘The Rain’ é renovada para a 3ª e ÚLTIMA temporada

A Netflix renovou oficialmente a série dinamarquesa ‘The Rain‘ para a 3ª temporada. O próximo ciclo também será o ÚLTIMO da série.

A temporada final estreará apenas em 2020.

Crítica | The Rain – Netflix lança ótima série pós-apocalíptica na pegada ‘The Walking Dead’

Criada por Jannik Tai Mosholt, Esben Toft Jacobsen e Christian Potalivo, a série teve excelente repercussão junto ao público global, incluindo os EUA, Reino Unido, Brasil, França e Alemanha, além da sua nativa da Dinamarca.

A trama se passa seis anos depois de um vírus mortal aniquilar quase todos os humanos na Escandinávia. Nesse cenário pós-apocalíptico, dois irmãos dinamarqueses juntam-se a um grupo de jovens sobreviventes para descobrir se um novo mundo já começou em outro lugar. Todos esperam ainda que o pai dos irmãos esteja em algum lugar com respostas.

O elenco conta com Alba August, Lynggaard Tønnesen, Mikkel Boe Følsgaard, Lukas Løkken e Jessica Dinnage.

O Caminho de Volta

(The Way Back)

 

Elenco:

Ben Affleck

Janina Gavankar

Da’Vinchi

 

Direção: Gavin O’Connor

Gênero: Drama

Duração: 108 min.

Distribuidora: Warner Bros

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: VOD 2020

Sinopse: 

Um ex-jogador de basquete profissional perde sua esposa e sua família quando enfrenta a luta contra o vício. Ele tenta retomar sua alma e salvação ao se tornar o treinador de um diversificado time escolar.

Curiosidades: 

» O título original da produção era The Has-Been;

» O cineasta Gavin O’Connor se afastou da sequência de ‘Esquadrão Suicida‘ para terminar esse filme;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘Morte no Nilo’: Adaptação do livro de Agatha Christie é ADIADA indefinidamente

Inicialmente prevista para ser lançado em dezembro, o suspense ‘Morte no Nilo‘, adaptação do livro de Agatha Christie que dará sequência ao filme ‘Assassinato no Expresso do Oriente‘, foi adiado por tempo indeterminado.

A Disney também suspendeu a estreia da comédia de ação ‘Free Guy: Assumindo o Controle‘, estrelada por Ryan Reynolds, que também estava programada para estrear em dezembro deste ano.

Uma nova data para ambas produções deve ser divulgada em breve.

Por enquanto, o único blockbuster ainda previsto para estrear em 2020 é a aguardada sequência ‘Mulher-Maravilha 1984‘, que será lançada no dia 24 de dezembro.

Kenneth Branagh retorna no papel do detetive Hercule Poirot, e Tom Bateman também volta como Bouc.

Gal Gadot e Armie Hammer estrelam. 

Durante suas férias no Egito, Hercule Poirot precisa investigar o assassinato de uma jovem herdeira, um crime que aconteceu a bordo de uma embarcação no Nilo. Um crime, muitos suspeitos. Um visual deslumbrante, luxuoso e com muito mistério que desperta a curiosidade. Você nunca viu um crime assim.

Annette BeningRussell BrandAli FazalDawn French, Rose LeslieEmma MackeySophie OkonedoJennifer SaundersLetitia Wright completam o elenco. 

Michael Green, que ficou responsável pela adaptação de ‘Expresso no Oriente’, retorna como roteirista.

Morte no Nilo’ foi publicado em 1937, apenas três anos depois de ‘Assassinato no Expresso Oriente’.  

A obra de Agatha Christie chegou a ser adaptada para os cinemas em 1978, mas fracassou nas bilheterias, faturando meros US$ 14 milhões. A adaptação, no entanto, conquistou um Oscar de Melhor Figurino.

‘Um Lugar Silencioso 2’ já arrecadou quase US$ 300 milhões mundialmente

A sequência ‘Um Lugar Silencioso 2‘ continua fazendo barulho nas bilheterias! Em pouco mais de um mês, o terror já arrecadou quase US$ 300 milhões nas bilheterias mundiais.

Nos EUA, o longa já arrecadou incríveis US$ 155 milhões. No mercado internacional, foram US$ 130.6 milhões.

Ao total, o terror já arrecadou US$ 285.6 milhões mundialmente.

Assista nossa crítica do filme:

John Krasinski dirige. A família Abbott volta a encarar o terror mundo afora na lutar para sobreviver em silêncio. Obrigados a se aventurar pelo desconhecido, eles rapidamente percebem que as criaturas que caçam pelo som não são as únicas ameaças que os observam pelo caminho de areia.

O novo filme contará com o retorno de Emily Blunt, Millicent Simmonds e Noah Jupe, além da introdução dos novatos Djimon Hounsou e Cillian Murphy.

‘Ambulância’: Muita ação, tiroteio e explosão no trailer do novo filme do Michael Bay; Confira!

A Universal Pictures divulgou o novo trailer legendado de ‘Ambulância: Um Dia de Crime‘, filme de ação estrelado por Jake Gyllenhaal (‘Homem-Aranha: Longe de Casa’).

Confira:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 24 de março.

Dirigido por Michael Bay (‘Transformers’), o longa é um remake do filme homônimo dinamarquês lançado em 2005.

O condecorado veterano Will Sharp, desesperado por dinheiro para cobrir as contas médicas de sua esposa, pede ajuda de uma pessoa que ele sabe que não deveria – seu irmão adotivo Danny. Um criminoso carismático, Danny oferece-lhe uma pontuação: o maior assalto a banco na história de Los Angeles: 32 milhões de dólares. Com a sobrevivência de sua esposa em jogo, Will não pode dizer não. Mas quando sua fuga dá espetacularmente errado, os irmãos desesperados sequestram uma ambulância com um policial ferido lutando por sua vida e a técnica de emergência médica Cam Thompson a bordo. Em uma perseguição em alta velocidade que nunca para, Will e Danny devem escapar, manter seus reféns vivos e, de alguma forma, tentar não se matar, ao mesmo tempo em que executam a fuga mais insana que Los Angeles já viu.

Jake Gyllenhaal (‘Homem-Aranha: Longe de Casa’), Eiza González (‘Em Ritmo de Fuga’) e Yahya Abdul-Mateen II (‘Aquaman’) estrelam a produção.

‘O Beijo do Destino’: Série de romance coreana já está disponível no Star+!

A série coreana de romance ‘O Beijo do Destino‘ estreou oficialmente no catálogo brasileiro do Star+.

Todos os 12 episódios já estão disponíveis no serviço de streaming.

Na trama…

Kong Yesool, a melhor executiva de contas da equipe de planejamento 1 da Zeu Ad, tem um segredo: ela consegue ver o futuro quando beija alguém. Um dia, depois que seus lábios acidentalmente tocam os lábios de seu chefe de equipe, Minhoo, ela se vê na cama com ele no futuro.

Confira o trailer:

Criada por An Changhyun, a série é baseada na webtoon homônima.

O elenco conta com Yoon Kyesang, Seo Jihye, Kim Jisuk, Lee Juyeon, Tae Inho e Kim Gaeun.

Puan

(Puan)

 

Elenco:

Leonardo Sbaraglia
Lali Espósito
Julieta Zylberberg

 

Direção: María Alché, Benjamín Naishtat

Gênero: Comédia

Duração: 107 min.

Distribuidora: Vitrine Filmes

Orçamento: US$ 2 milhões

Estreia: 7 de Dezembro de 2023

Sinopse: 

Marcelo dedicou sua vida ao ensino de filosofia na Universidade Pública de Buenos Aires. Quando seu mentor, Professor Caselli, morre inesperadamente, Marcelo espera se tornar o novo chefe do Departamento. Porém, seus planos viram de cabeça para baixo com a chegada inesperada de Rafael Sujarchuk. Carismático e sedutor, Rafael retorna do seu pedestal nas universidades europeias para reivindicar para si o cargo vago. Os esforços desajeitados de Marcelo para provar que é o candidato certo irão desencadear um duelo filosófico, enquanto a sua vida – e o país – entram numa espiral de caos.

Crítica: 

Crítica | Puan – Longa Argentino Usa a Comédia Para Falar de Filosofia e do Colapso Econômico do País

Curiosidades: 

» Além de dirigir, María Alché e Benjamín Naishtat também assinam o roteiro do longa;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Novo filme da franquia ‘Hell House LLC’ é CONFIRMADO; Confira o teaser!

De acordo com o Bloody Disgusting, o quinto filme da franquia ‘Hell House LLC‘ está oficialmente em desenvolvimento.

Intitulado ‘Hell House LLC: Lineage‘, o longa estreará em outubro de 2025, no Shudder.

Confira o teaser e siga o CinePOP no Youtube:

Stephen Cognetti retorna como diretor e roteirista.

Detalhes sobre a trama não foram divulgados, mas o novo capítulo deve “voltar a explorar diversos personagens já conhecidos da franquia, além de introduzir novas narrativas”.

Terror Films Releasing é responsável pela produção, com Joe Dain e Jim Klock servindo como produtores executivos.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Benicio del Toro lidera ‘O Esquema Fenício’ no trailer LEGENDADO do novo filme de Wes Anderson; Confira!

A Universal Pictures divulgou o trailer legendado de ‘O Esquema Fenício‘ (The Phoenician Scheme), novo filme do aclamado realizador Wes Anderson (‘O Grande Hotel Budapeste’).

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 29 de maio.

Além de dirigir, Anderson também assina o roteiro ao lado de seu colaborador de longa data, Roman Coppola.

O filme conta a história de uma família e de uma empresa familiar. A trama é estrelada por Benicio del Toro como Zsa-zsa Korda, um dos homens mais ricos da Europa; Mia Threapleton como a Irmã Liesl, sua filha/freira; e Michael Cera como Bjorn Lund, seu tutor.

O elenco grandioso ainda conta com Riz Ahmed, Tom Hanks, Bryan Cranston, Mathieu Amalric, Richard Ayoade, Jeffrey Wright, Scarlett Johansson, Benedict Cumberbatch, Rupert Friend e Hope Davis.