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‘Deadpool 3’: Shawn Levy revela QUANDO as gravações serão iniciadas e dá novos detalhes sobre a sequência

Deadpool 3‘ está programado para chegar aos cinemas em novembro de 2024 e, embora isso pareça muito distante, a produção do filme vai começar em breve.

Há algumas semanas, o protagonista Ryan Reynolds havia mencionado que as câmeras iriam rodar antes do próximo verão norte-americano, que acontece entre junho e agosto.

E, durante uma entrevista para o Collider, o diretor Shawn Levy foi questionado sobre o assunto e revelou que as gravações devem ser iniciadas a partir de maio, caso o cronograma saia como o esperado.

“Sim. Em meados de maio, por aí. A verdade é que quanto mais digitalmente carregado for um filme, mais tempo você precisa na pós-produção. Mas, obviamente, é o primeiro filme do Deadpool no MCU. Não faltarão efeitos visuais. Mas também é uma prioridade para Ryan e para mim que o filme seja cru, corajoso e fundamentado da maneira que esses filmes [do MCU] foram, algo todos nós amamos.”

Levy acrescentou que está desenvolvendo ativamente o filme com Reynolds e os roteiristas Paul Wernick e Rhett Reese.

“Estamos escrevendo, reescrevendo, desenvolvendo e aperfeiçoando nossas visões todos os dias. É uma explosão de risos todos os dias, a violência está num nível hardcore, e é um verdadeiro filme do Deadpool, ms também temos o Wolverine. Será muito divertido. Particularmente, eu estou me divertindo muito e ainda nem cheguei ao estúdio para filmar. Devo dizer que desenvolver um filme do ‘Deadpool’ é uma das experiências criativas mais divertidas da minha vida.”

Vale lembrar que o longa vai contar com o retorno de Hugh Jackman como Wolverine, papel que desempenhou pela última vez em ‘Logan’, dirigido por James Mangold em 2017.

Em entrevista ao Collider, Reynolds disse que foi o próprio Jackman que entrou em contato para falar do seu desejo de reviver o personagem.

“Meu primeiro encontro com Kevin Feige foi quando a Disney comprou a Fox, e era sobre fazer um filme com nós dois, Deadpool e Wolverine, mas isso não era possível na época. Então, Hugh simplesmente ligou no momento perfeito para dizer que estava interessado em voltar como Logan”, revelou.

“Ele demonstrou interesse em voltar, então o meu trabalho foi apenas levar isso para o Kevin Feige, contou.

Veja a entrevista na íntegra em inglês:

Deadpool 3‘ terá direção de Shawn Levy (‘Stranger Things’) e roteiro de Rhett Reese e Paul Wernick, que escreveram as duas primeiras aventuras do anti-herói.

O longa vai marcar mais uma colaboração entre Reynolds e Levy após ‘Free Guy: Assumindo o Controle‘ e ‘O Projeto Adam‘.

‘Goosebumps’: Imagens inéditas apresentam os personagens da série live-action da Disney+; Confira!

Disney+ divulgou novas imagens pra promover a série live-action de ‘Goosebumps‘, baseada na icônica saga literária de R.L. Stine.

A produção chega à plataforma de streaming no dia 13 de outubro.

Confira, junto ao trailer:

“A trama acompanha um grupo de cinco estudantes do Ensino Médio que desencadeiam forças sobrenaturais sobre sua cidade e devem trabalhar juntos – graças a e apesar de suas amizades, rivalidades e passados uns com os outros – para salvá-la, descobrindo segredos sobre o passado de seus pais no processo”.

 

O elenco conta com Justin Long, Rachael Harris, Ana Yi Puig, Miles McKenna, Will Price, Zack Morris e Isa Briones.

Focada basicamente no público infanto-juvenil, a coletânea de 62 livros de ‘Goosebumps‘ reúne diversos contos de terror contendo criaturas aterrorizantes. Em 1995, o título ganhou sua primeira adaptação para a TV, tendo sido exibida até 1998 pela Fox Kids.

A série do Disney+ será comandada por Neal H. Moritz, que já trabalhou nos dois filmes da franquia para os cinemas. Nick Stoller e Rob Letterman serão os roteiristas e produtores executivos.

Em 2015, as histórias ganharam uma versão para os cinemas intitulada Goosebumps: Monstros e Arrepios’, com Jack Black interpretando Stine. O sucesso do longa gerou uma sequência chamada Goosebumps: Halloween Assombrado’, lançada em 2018, que não teve o mesmo sucesso que o original.

Co-criador de ‘Stranger Things’ compartilha imagens da equipe completa nos bastidores da 5ª temporada; Confira!

As gravações da 5ª temporada de ‘Stranger Things‘ continuam a todo vapor, e o co-criador da série, Ross Duffer, comemorou a 24ª semana de trabalho com novas imagens dos bastidores.

Em uma delas, vemos a equipe completa reunida em um set interno, enquanto outra dá destaque a Finn Wolfhard, que interpreta Mike Wheeler.

Confira:

“Semana 24. Feliz meio caminho para o melhor elenco e equipe de todos os tempos.”

E parece que os episódio finais serão tão longos quanto filmes longa-metragem.

A informação foi revelada por Maya Hawke durante uma entrevista para o podcast Podcrushed.

Ao longo da conversa, a intérprete de Robin disse o seguinte:

“Basicamente, estamos fazendo oito filmes. Os episódios da temporada final são muito longos e as gravações vão levar praticamente um ano.”

Apesar de não dar detalhes sobre a trama, ela ainda adiantou que:

“A 4ª e a 5ª temporada estão muito conectadas. A 4ª temporada teve uma parte I e uma parte II… Já faz muito tempo desde a última temporada, mas, digamos que a 5ª é a parte III de tudo o que vimos no ano anterior.”

Lembrando que o insider Jeff Sneider compartilhou os supostos títulos dos episódios finais.

Além dos títulos, ele revelou que os episódios serão dirigido pelos próprios Duffer, junto com Shawn Levy (‘Deadpool e Wolverine’) e Frank Darabont (‘À Espera de um Milagre’).

Apesar da novidade, Sneider alerta que os títulos ainda não foram oficializados.

Confira:

A expectativa é que o ciclo final seja lançado apenas em 2025.

Crítica | 4ª temporada de ‘Stranger Things’ mergulha na nostalgia do terror clássico e psicológico

A série foi criada por Matt DufferRoss Duffer.

O elenco também conta com Winona Ryder, David Harbour, Finn Wolfhard, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Cara Buono, Joe Keery, Noah Schnapp, Sadie Sink e Dacre Montgomery.

 

Jennifer Lawrence relembra seu teste para ‘Crepúsculo’: “Me recusaram imediatamente”

A atriz Jennifer Lawrence relembrou em uma recente entrevista seu teste para fazer parte do elenco de ‘Crepúsculo‘.

Durante uma participação no podcast The Rewatchables, Lawrence revelou que teve a oportunidade de fazer um teste para interpretar a protagonista Bella Swan, mas acabou perdendo para Kristen Stewart.

A atriz admitiu que seu desempenho não atendeu às expectativas e, como resultado, foi rejeitada imediatamente.

“Eu fiz o teste para ‘Crepúsculo’ e eles me recusaram imediatamente. Eu nem recebi uma ligação [risos]”, relembrou.

Apesar da rejeição, ela reconheceu que essa oportunidade perdida acabou levando-a a um destino diferente. “Mas minha vida teria sido totalmente diferente. Eu consegui o papel em ‘Jogos Vorazes’ um ano depois, se não me engano”, revelou a atriz.

Lembrando que a saga ‘Crepúsculo‘ será adaptada para a televisão em uma nova série. A Lionsgate Television está desenvolvendo o projeto e ainda não definiu uma plataforma ou roteirista.

A Lionsgate liderará o desenvolvimento antes de oferecer a série a possíveis compradores. A autora Stephenie Meyer está prevista para estar envolvida na adaptação.

Não há previsão de lançamento da série ou detalhes adicionais no momento.

Os cinco filmes da franquia se tornaram um fenômeno da cultura pop e arrecadaram mais de US$ 3,4 bilhões em todo o mundo e tornaram Kristen Stewart, Robert Pattinson e Taylor Lautner estrelas internacionais.

Publicado originalmente em 2005, ‘Crepúsculo‘ transformou-se em best-seller mundial e deu origem uma franquia de filmes que bateu recordes de bilheteria, tornando-se um fenômeno cultural entre todas as idades.

O último filme da franquia, ‘A Saga Crepúsculo: Amanhecer – O Final‘, foi lançado em 2012 e arrecadou US$ 829,7 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 120 milhões.

Superman e Lois Lane caem em domínio PÚBLICO em 10 anos

Após a entrada em domínio público do Mickey Mouse, a próxima grande transição envolve o super-herói mais icônico do mundo, Superman, e seus colegas da DC Comics. No entanto, isso ainda está a uma década de distância, pois o Homem de Aço torna-se de domínio público em 1º de janeiro de 2034, juntamente com sua companheira, a jornalista Lois Lane.

Depois de anos de exclusividade, a DC Comics perderá o controle sobre sua trindade sagrada. Superman, seu principal herói, e Lois Lane entrarão em domínio público em 2034, seguidos por Batman em 2035, Coringa em 2036 e Mulher-Maravilha em 2037.

Chris Sims, autor de quadrinhos e especialista em Batman, antecipa uma inundação de quadrinhos não autorizados do herói assim que os direitos autorais expirarem.

“Haverá 100 deles prontos para serem lançados”, afirma Sims à Variety. No entanto, ele destaca que apenas as versões originais dos personagens entrarão em domínio público, deixando características modernas protegidas. “Você obtém o Batman, mas não o Robin”, destacou. “Você obtém o Superman, mas não a kryptonita.”

Vale notar que a versão inicial do Superman só podia saltar, não voar. No entanto, “Essas características entrarão em domínio público uma a uma”, explica Amanda Schreyer, advogada de mídia e entretenimento.

Jay Kogan, vice-conselheiro geral da DC, compartilhou uma estratégia em um artigo de 2001 para proteger personagens que entram em domínio público. Como apenas as versões mais antigas perdem a proteção, ele recomendou: “Mantenha-se atualizado e em evolução”.

“Ao modificar gradualmente as características literárias e visuais de um personagem ao longo do tempo, o detentor do personagem pode manter a imagem atual do personagem como padrão de fato na consciência pública”, escreveu.

Superman e Lois Lane entram em domínio público no dia 01 de janeiro de 2034.

Lembrando que o próximo filme do Homem de Aço, ‘Superman – O Legado‘, estreia em julho de 2025.

Além de David Corenswet no papel principal, o novo filme do Homem de Aço incluirá outros heróis do universo DC, como Nathan Fillion interpretando o Lanterna Verde Guy Gardner, Isabela Merced como a Mulher-Gavião, Anthony Carrigan como Metamorfo e Edi Gathegi como Sr. Fantástico.

Nicholas Hoult (‘X-Men – Primeira Classe’) viverá o vilão Lex Luthor, enquanto Rachel Brosnahan será Lois Lane, repórter do Planeta Diário a par romântico do Superman.

María Gabriela de Faría (‘Isa TKM’, ‘Deadly Class’) também compõe o elenco como a vilã Angela Spica/A Engenheira.

‘John Wick’: Halle Berry revela possibilidade de derivado focado em Sofia Al-Azwar

A estrela Halle Berry, vencedora do Oscar de Melhor Atriz por ‘A Última Ceia’, comentou recentemente sobre a possibilidade de protagonizar um derivado de John Wick, centrado em sua personagem, Sofia Al-Azwar.

Em uma entrevista ao The Hollywood Reporter, questionada sobre o destino de sua personagem, após ajudar John Wick, a atriz revelou conversas sobre um possível derivado focado em sua personagem.

“Sim, eu adoraria que isso acontecesse, mas esse não foi o caminho escolhido. Acredito que seria uma história interessante. Já discutimos isso e deixamos algumas pistas em ‘John Wick: Capítulo 3’. Houve conversas com a Lionsgate sobre um spinoff que poderia se concretizar. Precisamos fazer isso mais cedo do que tarde, mas é uma possibilidade. Eu amo esse universo, amo ‘John Wick’ e adorei interpretar essa personagem. Então, você nunca sabe. Vamos ver”, afirmou.

Sobre a possibilidade de retornar à franquia, Halle Berry declarou: “Num piscar de olhos. Eu amei aquela personagem e sou fã do Chad”.

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Confira nossa entrevista com o astro Keanu Reeves e siga o CinePOP no YouTube:

John Wick 4: Baba Yaga‘ arrecadou US$ 432 milhões mundialmente, a maior bilheteria da franquia.

Vale lembrar que o novo filme conquistou 95% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, tornando-se o capítulo mais bem avaliado da franquia no site. Os filmes anteriores conquistaram 86%89% e 89% de aprovação, respectivamente.

Sempre despojado e carinhoso, Keanu refletiu sobre a carreira que construiu:

“Eu tentei construir uma carreira, mas isso só possível se as pessoas gostassem do meu trabalho, seja o público ou os artistas com quem trabalhei, como os diretores. Você só pode fazer o seu melhor, o que você espera de uma história, e trabalhar duro. Você espera que as pessoas gostem do que você está fazendo. Ser relevante é complicado. Não sei. Você precisa de diretores e roteiristas visionários. Eu sou apenas uma ferramenta para dar voz à visão de outra pessoa.”, ele afirmou. 

Em JOHN WICK 4: BABA YAGA, John Wick (Keanu Reeves) descobre um caminho para derrotar a Alta Cúpula. Mas antes que ele possa ganhar sua liberdade, Sr. Wick deve enfrentar um novo inimigo com poderosas alianças em todo o mundo e forças que transformam velhos amigos em inimigos.

‘Demolidor: Renascido’: Charlie Cox revela episódio que detestou na série

O astro Charlie Cox, protagonista de Demolidor: Renascido’, surpreendeu os fãs ao revelar recentemente sua insatisfação com um episódio específico da nova série do Homem Sem Medo.

Conforme reportado pela Variety, o episódio em questão é o quinto, intitulado “Com Juros”. A trama acompanha Matt Murdock em meio a um assalto a banco, enquanto tentava obter um empréstimo para seu escritório de advocacia.

“Não sei se isso é interessante, mas vou dizer: em meio a todas as mudanças, houve um episódio que permaneceu intacto”, explicou Cox. “É o episódio do banco, que fazia parte da filmagem original. Gravamos antes da greve. Era parte do rascunho inicial e, sendo bastante honesto, eu não gostei”.

Vale lembrar que a série passou por uma significativa reformulação antes de seu lançamento, e rumores indicavam que um primeiro esboço da trama apresentava as mortes de Foggy Nelson (Elden Henson) e Karen Page (Deborah Ann Woll) ocorrendo fora das telas.

“Aquilo parecia um artifício dos anos 1970”, opinou Cox. “Hoje em dia, existe tecnologia demais para algo assim funcionar. Além disso, achei que o dispositivo usado no roubo não era suficientemente sofisticado”.

Ele prosseguiu: “Eu realmente insisti contra esse episódio e, mesmo assim, ouço de muitas pessoas que o adoraram. Isso só demonstra como tudo é subjetivo. Cada pessoa tem um gosto diferente. E ouvi dizer que esse episódio está entre os mais bem avaliados. Internamente, quando fazem suas métricas, é um dos episódios com melhor desempenho entre as séries da Disney+”.

Demolidor: Renascido’ está disponível no Disney+.

‘Star Wars’: Steven Soderbergh revela que precisou mentir sobre a existência de filme focado em Ben Solo

O cineasta Steven Soderbergh falou recentemente a existência de um filme deStar Wars descartado, intitulado Star Wars: The Hunt for Ben Solo’ (A Caçada por Ben Solo), que seria estrelado por Adam Driver (repetindo seu papel como Ben Solo/Kylo Ren) e se passaria após os eventos de ‘A Ascensão Skywalker’.

Segundo o Deadline, a declaração de Soderbergh ocorreu após Adam Driver revelar o projeto em entrevista à Associated Press. O diretor usou a plataforma Bluesky para dar mais detalhes:

“Para deixar registrado, eu não gostei de ter que mentir sobre a existência de The Hunt for Ben Solo, mas realmente precisava permanecer em segredo… até agora!”, escreveu Soderbergh.

Ele também revelou um fato inédito sobre o processo de aprovação na franquia: “Além disso, após a situação com HFBS (The Hunt for Ben Solo), perguntei a [Presidente da Lucasfilm] Kathy Kennedy se a Lucasfilm já havia entregado um roteiro de filme finalizado à Disney para aprovação e ele tinha sido rejeitado. Ela disse que não, que essa foi a primeira vez”,

Segundo relatos, o roteiro, escrito por Scott Z. Burns, foi bem recebido pela Lucasfilm, mas vetado pelos executivos da Disney, Bob Iger e Alan Bergman, que não viam como Ben Solo poderia estar vivo após os eventos do Episódio IX.

Anteriormente, Soderbergh havia lamentado o cancelamento, dizendo à Associated Press: “Eu realmente gostei de fazer o filme na minha cabeça. Só lamento que os fãs não poderão vê-lo”.

‘Star Wars’: Laurence Fishburne, astro de ‘Matrix’, fala sobre possibilidade de integrar épica saga

Adam Driver, que interpretou Kylo Ren na trilogia sequela, confirmou que o projeto não irá mais adiante e detalhou o que aconteceu.

“Eu sempre tive interesse em fazer mais um Star Wars, disse o ator, conforme o Deadline. “Desde 2021, eu vinha conversando sobre isso. A Kathleen [Kennedy, presidente da Lucasfilm] entrou em contato. Sempre disse: com um ótimo diretor e uma boa história, eu toparia na hora. Eu amava aquele personagem e adorava interpretá-lo”.

Driver revelou que o conceito do filme foi transformado em um roteiro escrito pelo aclamado diretor Steven Soderbergh, que ele descreveu como: “Um dos roteiros mais incríveis que já li em toda a minha carreira”.

O roteiro foi apresentado à Lucasfilm, que “adorou a ideia e entendeu o ‘motivo e a abordagem’ proposta para trazer Ben Solo de volta”. No entanto, a proposta não passou pelo crivo dos executivos da Disney.

“Quando a proposta foi levada aos executivos da Disney, Bob Iger (CEO) e Alan Bergman disseram ‘não’. Eles não conseguiam ver como Ben Solo poderia estar vivo. E foi isso. Acabou por ali”, destacou Driver.

O filme se chamaria provisoriamente ‘The Hunt for Ben Solo’. “Mas esse projeto não existe mais, então finalmente posso falar sobre ele”, lamentou o ator.

Steven Soderbergh reagiu ao cancelamento com bom humor: “Gostei muito de fazer o filme… na minha cabeça. Só lamento que os fãs não poderão vê-lo”.

‘Star Wars’: Mark Hamill volta a comentar possibilidade de reprisar papel como Luke Skywalker

Lembrando que a segunda e última temporada de Andor, a mais recente adição ao universoStar Wars, já está disponível para streaming no catálogo do Disney+.

Relembre o trailer:

Além de Diego Luna, o elenco conta com Genevieve O’Reilly, Adria Arjona (‘Esquadrão 6’), Denise Gough (‘Guerrilla’), Stellan Skarsgård (‘Chernobyl’), e Kyle Soller (‘The Titan’). Ewan McGregor também pode reprisar seu papel como Obi-Wan Kenobi, enquanto Andy Serkis volta como Snoke.

O’Reilly reprisa seu papel como a membro-chefe da Aliança Rebelde, Mon Mothma, personagem que representou pela primeira vez em Star Wars: A Vingança dos Sith’ (2005) e depois emRogue One‘ (2016).

Nicholas Britell é responsável pela trilha sonora. Ele é conhecido por inúmeros projetos de grande aclame no cinema e na televisão. Ele recebeu duas indicações ao Oscar por seu trabalho em ‘Moonlight: Sob a Luz do Luar’ e em ‘Se a Rua Beale Falasse’. Além disso, conquistou um Emmy Award por sua magnífica trilha para o ovacionado drama ‘Succession’, onde trabalhou na primeira e na segunda temporadas. Seus outros créditos incluem ‘A Grande Aposta’‘Vice’, ‘Cruella’‘Não Olhe para Cima’.

Letícia Rodrigues confirma saída de ‘Tremembé’: “Desejo de todo sucesso à equipe”

Letícia Rodrigues, que se destacou na primeira temporada de ‘Tremembé’ no papel de Sandrão, confirmou recentemente que não retornará para a sequência da série. A decisão, segundo a atriz, foi motivada pelos novos rumos criativos da produção e pelo fato de a personagem ter se afastado do núcleo central da trama.

Em entrevista ao UOL Splash, Letícia detalhou o processo de sua saída: “No fim de fevereiro, recebi um convite para uma participação especial. Fiquei feliz, até porque os criadores, Vera e Ulisses, já haviam dito publicamente que o arco da personagem tinha se encerrado. Porém, após refletir sobre os novos caminhos do projeto, decidi não seguir com essa participação”.

Além das questões narrativas, a representatividade de gênero foi um fator decisivo. Como Sandrão recentemente se identificou como um homem trans, Letícia questionou a adequação de continuar no papel, priorizando o respeito à identidade de gênero da pessoa retratada.

“Levei principalmente em consideração o fato de que a pessoa real que inspirou a personagem se manifestou publicamente como um homem trans. Diante disso, como atriz e mulher cis, senti que talvez não fosse o momento mais adequado para continuar retratando essa história”, destacou Letícia.

Por fim, a atriz concluiu: “Desejo de todo sucesso à equipe na continuidade da série. Sempre lembrando que essa personagem foi e sempre será muito importante na minha trajetória”.

‘Tremembé’: Justiça NEGA pedido de Sandrão para exclusão da série

As gravações da nova temporada, baseada nas obras do escritor Ullisses Campbell, devem começar em maio, com estreia prevista para o último trimestre deste ano. Uma primeira cena envolvendo o personagem já foi divulgada pela plataforma.

O segundo ano de ‘Tremembé’ promete ampliar o escopo da narrativa ao abordar a vida dos detentos fora do ambiente prisional. A trama continuará acompanhando figuras como Marina Ruy Barbosa, no papel de Suzane von Richthofen, e Carol Dias, como Elize Matsunaga, agora sob a perspectiva da reintegração social e das consequências de seus crimes.

A nova temporada também dará maior destaque à ala masculina da penitenciária, com a introdução de personagens inspirados em casos de grande repercussão, como o empresário Thiago Brennand e o próprio Robinho.

Segundo os roteiristas, a inclusão dessas figuras busca traçar um paralelo sobre desigualdade de tratamento, manutenção de poder e privilégios de indivíduos de alta classe social dentro do sistema carcerário brasileiro.

Inspirada nos livros de Ullisses Campbell, como “Suzane: Assassina e Manipuladora” eElize Matsunaga: A Mulher que Esquartejou o Marido”, a série mantém seu caráter investigativo. O roteiro é assinado pelo autor em parceria com Vera Egito, Juliana Rosenthal, Thays Berbe e Maria Isabel Iorio.

A direção-geral segue sob comando de Vera Egito, enquanto o elenco de apoio inclui nomes como Bianca Comparato, Felipe Simas, Kelner Macêdo e Anselmo Vasconcelos.

‘Tremembé’: Após sucesso da série, penitenciária passa por reformulação e deixa de ser a “cadeia dos famosos”

‘Tremembé’ está disponível no Prime Video.

‘Coração de Ferro’ ganha nova sinopse com DETALHES da trama; Confira!

Com lançamento marcado para 2025, ‘Coração de Ferro acaba de receber uma nova sinopse oficial, que revela um pouco mais sobre o enredo.

A produção da Marvel Studios acompanhará a personagem Riri Williams, uma jovem genial que deseja deixar sua marca no mundo.

Confira a sinopse:

“A série coloca a tecnologia contra a magia quando Riri Williams, uma jovem e genial inventora determinada a deixar sua marca no mundo, retorna à sua cidade natal, Chicago. Sua abordagem única na criação de trajes de ferro é brilhante, mas, na busca por seus objetivos, ela acaba se envolvendo com o misterioso e encantador Parker Robbins, também conhecido como O Capuz.”

Vale lembrar que, recentemente, a Marvel Studios revelou um teaser que mostra Riri Williams construindo uma nova armadura, que será utilizada na série do Disney+.

A produção promete entregar uma armadura realista, feita com o uso de efeitos práticos em vez de CGI.

Confira o teaser:

Coração de Ferro será lançada na plataforma de streaming em junho de 2025.

Anunciada pelo presidente do estúdio, Kevin Feige, como parte da fase 5 do MCU, a série também conta com Anthony Ramos como o vilão Capuz, além de Lyric Ross, Shea Couleé, Zoe Terakes, Manny Montana, Shakira Barrera, Jim Rash, Cree Summer e Harper Anthony, todos escalados em papéis atualmente desconhecidos.

Chinaka Hodge (‘Snowpiercer’) servirá como showrunner da série.

Para quem não a conhece, Riri apareceu pela primeira vez em 2016, na série de quadrinhos escrita por Eve Ewing. Assim que Tony Stark foi deixado em coma após a Segunda Guerra Civil, o mundo precisava de um novo Homem de Ferro, e a prodígio de 15 anos de idade criou sua própria armadura, o que impressionou Stark ao ponto dele criar uma inteligência artificial de si mesmo para ajudá-la.

Astro de ‘The Boys’ e ‘Supernatural’ estará em novo projeto do Batman; Veja mais!

Jensen Ackles, a estrela da terceira temporada de ‘The Boys‘ e da série ‘Supernatural‘, deu aos fãs uma confirmação sobre o seu próximo projeto animado do Batman.

No programa Late Night with Seth Meyers, Ackles discutiu sua longa carreira dando voz para várias adaptações animadas da DC. Quando Meyers trouxe à tona o trabalho anterior do astro como voz do Capuz Vermelho, o ator comentou a respeito.

“Sim. Na verdade, passei cerca de três horas e meia no estúdio ontem fazendo, uh, fazendo o Batman. Isso foi um grande negócio. Eu não quero deixar cair essa bola”, falou Ackles, que é uma das principais atrações da série da Amazon.

Todos os episódios de ‘The Boys‘ estão disponíveis para assinantes do Amazon Prime Vídeo.

Crítica 2 – Amizade Colorida

Você acredita que amigos podem ser parceiros sexuais sem afetar sua amizade?

Essa é a base de Amizade Colorida (Friends with Benefits), onde Dylan (Justin Timberlake) e Jamie (Mila Kunis) apostam que isso pode dar certo.

Ele é um blogueiro de Los Angeles que foi sondado por uma caça-talentos para trabalhar em uma empresa em Nova York. Por insistência de Jamie, acaba aceitando a proposta e se muda para a Big Apple. Juntos, farão uma grande amizade, sendo que ambos acabam de levar um fora de seus namorados.

Por estarem sozinhos e sentindo falta de sexo, propõe uma noitada onde só o que vale é o prazer. Nada de namoro, de cobranças, somente amizade e prazer no final do dia. E assim começa um envolvimento que a gente sabe muito bem onde vai dar…

Se você puxar pela memória, lembrará que em abril deste mesmo ano vimos algo parecido. “Sexo sem Compromisso” (No Strings Attached), com Ashton Kutcher e Natalie Portman, também teve o mesmo enredo, mas a história é um pouco diferente.

Aqui em Amizade Colorida, parece que o casal convence mais, e a história é bem mais realista. Tanto que o filme faz uma comparação com outra película que eles assistem sobre comédia romântica, que aborda beijos inusitados num shopping e final feliz a bordo de uma carruagem. Com eles, a coisa é mais verdadeira.

Lógico que algumas cenas saem do contexto normal, mas ainda assim são válidas. O casal conseguiu uma boa química e deixou o filme bem agradável, sem ser piegas demais.

Se você é chegado numa comédia romântica, acho que vai gostar de Amizade Colorida. Para mim, surpreendeu.

Crítica por: Silvia Freitas (Blog)

 

 

Alice Braga faz sexo e é sequestrada no trailer de ‘Kill Me Three Times’

Foi divulgado um trailer para maiores de idade de ‘Kill Me Three Times‘, comédia de humor negro que tem a brasileira Alice Braga e Simon Pegg no elenco.

Assista:

Na trama, desenrolada na Austrália, Braga vive uma cantora envolvida em situações de assassinato, chantagem e vingança.

Sullivan Stapleton, Teresa Palmer, Bryan Brown, Callan Mulvey e Luke Hemsworth, irmão de Chris Hemsworth (o Thor da Marvel), também estão no filme.

Dirigido por Kriv Stenders (responsável pelos filmes de terror ‘Wolf Creek – Viagem ao Inferno’ e ‘Morte Súbita’), ‘Kill Me Three Times’ será exibido no Festival de Toronto, em setembro.

Kill Me Three Times‘ estreia nos EUA dia 10 de Abril.

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‘Visions’: Novo terror do diretor de ‘Jessabelle’ ganha trailer

Visions‘, terror dirigido por Kevin Greutert (de ‘Jessabelle’ e ‘Jogos Mortais 6’), ganhou seu primeiro trailer.

O vídeo chama a atenção por seu grandioso elenco: Jim Parsons (‘The Big Bang Theory’), Isla Fisher (‘Truque De Mestre’), Eva Longoria (‘Desperate Housewives’), Anson Mount (‘Hell On Wheels’), Gillian Jacobs (‘Girls’) e Joanna Cassidy (‘Blade Runner’).

Assista:

Após deixar a vida agitada da cidade para trás, a jovem grávida Julia e seu marido David se mudam para uma linda casa em um vinhedo, e começa a ser atormentada por estranhos ruídos e visões de uma sinistra figura encapuzada. Ninguém mais ouve ou vê essas alucinações, nem mesmo David, que fica cada vez mais preocupado com o bem-estar de sua esposa. Desesperada para provar a sua sanidade, ela procura um médium, que a ajuda a descobrir a história assombrada de sua nova casa.

A estreia nos EUA acontece dia 17 de Setembro. Sem previsão no Brasil.

 

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‘Caça-Fantasmas’ ganha seu melhor trailer

A Sony Pictures divulgou o terceiro trailer de ‘Caça-Fantasmas‘, filme que chega aos cinemas em julho, dirigido por Paul Feig e, a exemplo do clássico de 84, conta com um time de grandes nomes da comédia atual.

Assista, com o trailer legendado:

Elenco novo e antigo de ‘Caça-Fantasmas’ se reunirá em evento épico

Diretor pede que público de uma chance ao reboot de ‘Caça-Fantasmas’

Totalmente revitalizado, o filme conta com o astro Chris Hemsworth, dirigido pelo mestre da comédia, Paul Feig, e produzido por Ivan Reitman, que dirigiu Os Caça-Fantasmas‘, e Dan Aykroyd , além de contar com outras participações muito especiais de parte do elenco original.

Recentemente, a comediante Melissa McCarthy concordou que o primeiro trailer foi muito confuso – leia mais!

O reboot feminino está programado para estrear no Brasil uma semana antes de chegar nos cinemas norte-americanos, em 14 de Julho de 2016.

Respeitada professora da Universidade de Columbia, Erin Gilbert (Kristen Wiig) escreveu um livro sobre a existência de fantasmas em parceria com a colega Abby Yates (Melissa McCarthy). A obra, que nunca foi levada a sério, é descoberta por seus pares acadêmicos e Erin perde o emprego. Quando Patty Tolan (Leslie Jones), funcionária do metrô de Nova York, presencia estranhos eventos no subterrâneo, Erin, Abby e Jillian Holtzmann (Kate McKinnon) se unem e partem para a ação pela salvação da cidade e do mundo.

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Tom Cruise e Cobie Smulders em nova imagem de ‘Jack Reacher: Sem Retorno’

Tom Cruise e Cobie Smulders aparecem juntos na mais nova imagem de ‘Jack Reacher: Sem Retorno‘ (Jack Reacher: Never Go Back), sequência de ‘Jack Reacher: O Último Tiro‘ (2012).

Na sequência, com estreia prevista para o dia 20 de outubro, o combatente retorna à base militar que serviu na Virgínia, onde pretende encontrar uma comandante local (Cobie). Mas, ao chegar, descobre que ela corre sério perigo. Não demora muito para que ele assuma a responsabilidade de salvá-la.

Confira, com o primeiro trailer e cartaz nacional:

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Edward Zwick (Diamante de Sangue, Lendas da Paixão) dirigiu, após trabalhar com  Cruise em ‘O Último Samurai’.

Além de Cruise, o elenco ainda conta com Cobie Smulders (‘Os Vingadores’), Patrick Heusinger (‘Gossip Girl’) Aldis Hodge (‘Straight Outta Compton’) e Holt McCallany (‘Clube da Luta’).

A sequência de Jack Reacher: O Último Tiro’  é baseada em Never Go Back, o 18ª romance protagonizado pelo ex-militar Jack Reacher. O personagem foi criado por Lee Child, pseudônimo do escritor britânico Jim Grant.

A trama do livro acompanha Jack Reacher (Cruise) em uma viagem de volta à sua antiga base militar, na Virgínia. Ele encontrará a nova comandante oficial da instalação para um jantar, mas, ao chegar, descobre que ela foi presa. Além disso, o protagonista é acusado de agredir um homem e de ter um filho com uma mulher. Como ele não se recorda de nenhum dos atos, Jack se vê obrigado a usar sua inteligência e sua força bruta para se salvar.

A Paramount inicialmente ficou relutante em confirmar a sequência, mas o filme foi bem no mercado internacional. A adaptação teve um orçamento de US$ 60 milhões e rendeu US$ 218,3 milhões no mundo. Havia rumores de que a bilheteria deveria alcançar US$ 250 milhões para que uma continuação fosse aprovada, mas o filme também teve bons resultados fora dos cinemas (ótimos US$ 23 milhões em vendas de home vídeo).

Marshall Herskovitz assinou o roteiro do segundo filme, baseado no script original de Richard Wenk (O Protetor).

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‘Logan’: ‘Wolverine 3’ ganha nova e misteriosa imagem

Apenas com a legenda – Arma – o perfil da Arma X no Instagram esta nova imagem de Logan‘.

Confira:

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A 20th Century Fox lançará o filme por aqui no dia 2 de março de 2017, um dia antes dos EUA.

Situado em 2024, Logan e o Professor Charles Xavier devem lidar com a perda dos X-Men, quando uma corporação comandada por Nathaniel Essex está destruindo o mundo. Com as habilidades de cura de Logan lentamente desaparecendo, e com um Xavier sofrendo de Alzheimer – e esquecendo de praticamente todo seu passado – Logan travará uma batalha mortal para derrotar Nathaniel Essex com a ajuda de uma jovem chamada Laura Kinney, clone feminina de Wolverine.
Em entrevista à revista Empire, o diretor James Mangold falou sobre o trailer, que chocou os fãs ao mostrar um clima obscuro ao som de Hurt, de Johnny Cash.

“Aos poucos, estamos tentando mudar o tom desses filmes. Os filmes precisam falar com o público atual, que mudou de estilo. Quantas vezes as pessoas vão assistir a mesma coisa sem se cansar? É como se nosso filme não fosse de super-heróis. Para ser sincero, não é nem mesmo um filme de super-heróis”, afirmou.

O diretor também explicou em qual linha do tempo da franquia o filme se encaixa – Confira!

Patrick Strewart planeja abandonar a franquia ‘X-Men’ após ‘Wolverine 3’ 

O elenco conta com Hugh Jackman, Patrick Stewart, Elise Neal (‘Pânico 2’), Boyd Holbrook (‘Narcos’) e Elizabeth Rodriguez (‘Fear The Walking Dead’).

Gambit pode substituir Wolverine como líder mutante da Fox 

Michael Green, roteirista de ‘Lanterna Verde‘ (2011) e das sequências de ‘Blade Runner‘ e ‘Prometheus‘, escreve a nova aventura do mutante. James Mangold (‘Wolverine – Imortal’) retoma o cargo de diretor.

Cliff Martinez, o compositor cinematográfico preferido de Steven Soderbergh, está confirmado na trilha sonora de ‘Wolverine 3‘.

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3ª Temporada de ‘Fargo’ ganha data de estreia

A 3ª Temporada de ‘Fargo‘ ganhou data de estreia.

Segundo o Hollywood Reporter, o primeiro episódio será exibido no dia 19 de abril nos EUA.

Inspirado no filme dos irmãos Coen, vencedor de dois Oscars, a temporada contará com dez novos episódios.

Estão confirmados no elenco de ‘Fargo:  Ewan McGregor, que interpreta os gêmeos Emmit e Ray Stussy, Michael Stuhlbarg (‘Um Homem Sério’), Scoot McNairy (da série ‘Halt and Catch Fire’), Shea Whigham (de ‘Marvel’s Agent Carter’), Karan Soni (‘Deadpool’), Fred Melamed (‘Um Homem Sério’) e Thomas Mann (‘Projeto X – Uma Festa Fora de Controle’).

Stuhlbarg será Sy Feltz, mão direita de Emmit (Ewan McGregor). McNairy é definido como Maurice LeFay, um homem com passado criminoso. Whigham viverá Moe Dammick, chefe da polícia do condado de Meeker. Soni assumirá o cientista Dr. Homer Gilruth. Melamed interpreta Howard Zimmerman e Mann completa o elenco como Thaddeus Mobley, um autor premiado de ficção científica.

A temporada também terá Mary Elizabeth Winstead (‘Rua Cloverfield, 10’) como uma das protagonistas.

Ela viverá a sedutora e inteligente Nikki Swango, que está em liberdade condicional após cometer um crime.

A história se passará em 2010 e tratará da evolução da comunicação humana perante a ascensão dos meios tecnológicos.

‘Vingadores – Guerra Infinita’ ganha nova sinopse reveladora!

Durante a feira de produtos licenciados que está acontecendo nos Estados Unidos, a Disney distribuiu um folder com os próximos lançamentos do estúdio.

Nele, o estúdio divulgou a primeira sinopse oficial de ‘Vingadores – Guerra Infinita‘:

“À medida que Os Vingadores e seus aliados continuaram a proteger o mundo de ameaças extremas para qualquer herói, um nov perigo emergiu das sombras cósmicas: Thanos. Um déspota da infâmia intergaláctica, seu objetivo é reunir todas as seis Joias do Infinito, artefatos de poder inimaginável para usá-los para influenciar sua vontade em toda a realidade. Tudo o que os Vingadores lutaram levou até este momento – o destino da Terra e da própria existência nunca foi mais incerto.”

Em vídeo, Tom Holland deixa escapar que estará em ‘Os Vingadores 4’

‘Vingadores – Guerra Infinita’ vai abordar eventos passados de ‘Guardiões da Galáxia’ 

O terceiro filme da franquia ‘Os Vingadores‘ está sendo filmado em Edimburgo, Glasgow e Highlands, e teve seu orçamento GIGANTESCO revelado. O filme custará US$ 486 milhões, e vai impulsionar a economia da Escócia em US$ 12,1 milhões.

Em torno da metade do valor total do orçamento será destinado para pagar os roteiristas, diretores, produtores e principais membros do elenco. Robert Downey Jr., aparentemente, fica “com metade do orçamento destinado a todos os atores do filme”.

Segundo a Forbes, o ator recebeu um cheque de US$ 80 milhões participar de ‘Vingadores: Era de Ultron‘ e ‘Capitão América: Guerra Civil‘. Em ‘Vingadores: Guerra Infinita‘ e ‘Os Vingadores 4‘, seu salário deve chegar na casa dos US$ 100 milhões.

Mesmo para um blockbuster deste tamanho, é um custo caríssimo. Para comparação, ‘Vingadores: Era de Ultron‘ custou US$ 250 milhões.

O filme mais caro da história do cinema até o momento foi ‘Piratas do Caribe – No Fim do Mundo‘ (2007), que custou US$332 milhõesSaiba Mais!

Confira o elenco:

Tom Holland (Homem-Aranha), Josh Brolin (Thanos), Robert Downey Jr. (Homem de Ferro), Mark Ruffalo (Hulk), Chris Hemsworth (Thor), Chris Pratt (Starlord), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Scarlett Johansson (Viúva Negra), Benedict Cumberbatch (Doutor Estranho), Brie Larson (Capitã Marvel), Zoe Saldana (Gamora), Karen Gillan (Nebula), Jeremy Renner (Gavião Arqueiro), Chris Evans (Capitão América), Elizabeth Olsen (Feiticeira Escarlate), Bradley Cooper (Rocket), Vin Diesel (Groot), Paul Rudd (Homem-Formiga), Paul Bettany (Visão), Benedict Wong (Wong), Dave Bautista (Drax), Chadwick Boseman (Pantera Negra) e Samuel L. Jackson (Nick Fury).a

Jeremy Renner odiou sua participação em ‘Os Vingadores’ 

Guerra Infinita‘ será lançado nos cinemas dia 4 de maio de 2018, com ‘Vingadores 4‘ chegando aos cinemas um ano depois, em 3 de Maio de 2019. A direção será de Joe e Anthony Russo.

‘A Passagem’: Episódio piloto da série sobre vampiros não agrada e será refilmado

The Passage‘, best-seller homônimo de Justin Cronin, será adaptado pelo Canal Fox em forma de série de TV – mas o episódio piloto não agradou.

Segundo o Deadline, a equipe voltará para Atlanta no próximo mês para realizar uma série de refilmagens. Se o episódio for aprovado, estreará em 2018.

A série será produzida por Ridley Scott, que também produziu a minissérie britânica ‘Taboo‘.

Scott tenta adaptar a trilogia de livros escritos por Cronin desde de 2007.

Em 2011, um filme sobre a história foi anunciado, mas o projeto não vingou. Na ocasião, o roteiro estava sendo escrito por John Logan (‘Penny Dreadful‘) – que também roteirizou ‘Alien: Covenant‘.

O livro ‘A Passagem‘ apresenta uma história que se desenvolve ao decorrer de mais de um século. Na trama, o governo americano conduz uma série de testes com um vírus capaz de curar diversas doenças, mas os teste fogem do controle e soltam uma praga apocalíptica. Os pacientes, em que o vírus foi aplicado, adquirem uma força incrível, aumentam a sua capacidade mental e desenvolvem uma grande sensibilidade ao sol, porém, ao mesmo tempo sentem uma enorme sede de sangue.

Liz Heldens (‘Friday Night Lights‘) escreve o roteiro do piloto.

A imprensa americana rotula a série como “uma nova ‘The Walking Dead“, mas se for fazer comparações, a trama é mais similar com o drama apocalíptico do FX, ‘The Strain‘.

Confirmado! Trailer de ‘Vingadores: Guerra Infinita’ ganha data de estreia; Saiba detalhes!

A Marvel pegou todos de surpresa e acaba de anunciar, com um emocionante vídeo, que o trailer de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘ será lançado amanhã, dia 29 de Novembro.

Assista:

Ontem, a Vanity Fair divulgou o primeiro ensaio e imagens oficiais de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, trazendo todo o elenco atual do MCU.

 

Entre as mudanças mais notórias, está o novo visual da Viúva Negra (Scarlett Johansson) – que sempre foi ruiva nos filmes e nas HQs.

Segundo a publicação, a personagem decide mudar seu visual após os eventos de ‘Capitão América – Guerra Civil‘, quando trai Tony Stark e começa a ser caçada pelo governo dos Estados Unidos.

Após Stark avisá-la que o governo vai atrás dela, ela decide pintar seus cabelos de loiro e fugir do país. O mesmo acontece com Steve Rogers, que agora está barbudo.

O presidente da Marvel Studios, Kevin Feigeexplicou à Vanity Fair, os planos para o futuro da produtora nos cinemas.

Segundo ele, ‘Vingadores 4 irá surpreender muitos fãs e será um divisor de águas para os heróis.

“Temos 22 filmes na Marvel e outros 20 guardados que são completamente diferentes de tudo que veio antes, intencionalmente. Vingadores 4 trará algo nunca visto em filmes de super-heróis: um final. Haverá dois períodos distintos. Tudo antes de Vingadores 4 e tudo depois. Sei que não será do jeito que as pessoas estão esperando.”

O CEO da DisneyBob Igerressaltou que o estúdio tem direito a cerca de 7 mil personagens e muitas histórias ainda podem ser contadas nos cinemas.

“Estamos procurando mundos que sejam completamente individuais, geograficamente ou com relação a tempo, dos mundos que já visitamos e conhecemos”

Astros estampam capas e imagens comemorativas de ‘Vingadores: Guerra Infinita’

UAU! Assista as primeiras cenas de ‘Vingadores: Guerra Infinita’

‘Vingadores 4’: Chamada de elenco pode ter confirmado filhos de heróis no filme

‘Vingadores: Guerra Infinita’: Fãs criam cartazes únicos e diferentes baseados em cada herói; Confira!

Guerra Infinita‘ será lançado nos cinemas dia 4 de maio de 2018, com ‘Vingadores 4‘ chegando aos cinemas um ano depois, em 3 de Maio de 2019. A direção será de Joe e Anthony Russo.

Chris Hemsworth e Tessa Thompson em nova imagem do reboot de ‘MIB: Homens de Preto’

O reboot de MIB: Homens de Preto‘ ganhou uma nova imagem, que traz Chris Hemsworth e Tessa Thompson como os agentes H e Em.

Confira, com fotos do set:

 

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#MIB #PIB #HIB #MWIB #legendsinblack #revengers4life @tessamaethompson

Uma publicação compartilhada por Chris Hemsworth (@chrishemsworth) em

Rebecca Ferguson (‘Missão Impossível: Efeito Fallout’) será a protagonista feminina. Detalhes sobre o personagem estão atualmente em sigilo, embora de acordo com o veículo, ela começará a trabalhar no spin-off assim que terminar o filme ‘Doutor Sono‘ (Doctor Sleep), do diretor Mike Flanagan.

Ferguson estrelará ao lado de Chris Hemsworth, Tessa Thompson, Liam Hemsworth, Kumail Nanjiani, Rafe Spall, Laurent Nicolas Bourgeois e Larry Nicolas Bourgeois.

Emma Thompson, que interpretou a Agente O em ‘Homens de Preto 3‘, retornará à franquia no reboot, o que conectará o novo filme diretamente com a franquia original.

Kumail Nanjiani (‘Doentes de Amor’), Liam Neeson e Rafe Spall completam o elenco.

O novo filme irá girar em torno de Em (Thompson), que tenta se superar ao se juntar à MIB de Londres, e será pareada com o Agente H (Hemsworth). A dupla se envolverá em um mistério de assassinato que os levará a uma jornada global.

O roteiro atualmente está sendo escrito pela dupla Matt Holloway e Art Marcum (de Homem de Ferro).

Com direção de F. Gary Gray (Velozes e Furiosos 8), a produção tem data de estreia prevista para 14 de junho de 2019.

EMOCIONANTE! Trailer de ‘Vingadores: Ultimato’ relembra os filmes da Fase 3

Pega um lencinho! ‘Vingadores: Ultimato‘ ganhou um novo trailer que recapitula os eventos dos filmes anteriores da Fase 3.

Assista:

Dirigida por Anthony Russo e Joe Russo, a produção terá 3 horas e 58 segundos de duração, sendo o filme mais longo da Marvel.

Após os eventos devastadores de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, o Universo entrou em destruição por causa do Estalar de Dedos do Thanos, o Titã Louco. Com a ajuda dos heróis sobreviventes, os Vingadores devem se reunir mais uma vez para desfazer as ações de Thanos e restaurar a ordem do universo de uma vez por todas, não importa quais serão as consequências que os aguardam.

O elenco grandioso conta com Robert Downey Jr., Chris Evans, Mark Ruffalo, Chris Hemsworth, Scarlett Johansson, Jeremy Renner, Don Cheadle, Paul Rudd, Brie Larson, Karen Gillan, Danai Gurira, Bradley Cooper e Josh Brolin, entre outros.

Vingadores: Ultimato‘ será lançado nos cinemas nacionais em 25 de abril.

Will Smith admite que finge gostar de seus próprios filmes

Com a estreia de ‘Bad Boys para Sempre‘, o astro Will Smith está rodando o mundo para a divulgação e teve uma crise de sinceridade.

Will tem refletido muito nas últimas semanas ao pensar sobre seu passado, e admitiu que fez filmes que não gostou e teve que mentir para divulgá-los.

Durante uma entrevista com Jimmy Fallon no programa The Tonight Show, o ator revelou que não ficou satisfeito com a sequência de ‘MIB – Homens de Preto‘.

O intérprete do agente J também admitiu que se sentiu forçado a elogiar o longa durante o período de divulgação, mas ficou decepcionado com o resultado do filme:

“Sinceramente, quando estamos divulgando uma produção, sempre vamos dizer: ‘Está incrível, vocês vão adorar o que fizemos nesse filme’. Mas não é verdade, nem sempre o público vai gostar. Quando eu assisto uma versão teste de um filme, eu tenho noção se vai ser bom ou ruim. Com ‘MIB 2‘, eu sabia que os fãs não iriam gostar.”

E ele não está errado… Ao contrário do primeiro filme, a sequência foi considerada uma péssima produção por grande parte dos fãs, apesar de ter se saído bem nas bilheterias mundiais com US$ 441 milhões.

A última vez que Smith atuou na franquia foi em 2012, em ‘MIB – Homens de Preto 3‘, que recuperou um pouco do sucesso e encerrou a trilogia original de forma positiva.

Orçado em US$ 215 milhões, o longa dirigido por Barry Sonnenfeld, arrecadou US$ 624 milhões pelo mundo.

Liam Neeson não tem interesse em voltar para ‘Star Wars’: “Foi muito cansativo”

Qui-Gon Jinn é um dos mestres Jedi mais adorados da saga ‘Star Wars‘ e muitos fãs ainda torcem pelo seu retorno em uma futura produção da Lucasfilm.

No entanto, Liam Neeson, intérprete de Jinn em ‘A Ameaça Fantasma‘, disse ao Comic Book que não tem nenhum interesse em reprisar o papel futuramente.

Questionado sobre uma possível participação especial na série ‘Kenobi‘, Liam respondeu:

“Conheço alguns atores que reprisaram seus papéis na saga e os admiro muito, porque fizeram isso de maneira fantástica, mas eu não estou disposto a retornar à saga. Participei de ‘Star Wars‘ há 22 anos e adorei, era tudo novo… Eu estava contracenando com bolas de tênis que seriam alienígenas, foi muito engraçado e interessante. Foi bom para a imaginação, mas também foi muito cansativo, não posso fazer isso de novo.”

Para quem não conhece, Qui-Gon Jinn era o mestre de Obi-Wan Kenobi e acabou sendo assassinado por Darth Maul (Ray Park).

Em ‘A Vingança dos Sith‘ é revelado que Jinn aprendeu a se comunicar com os vivos através da Força.

Lembrando que a voz de Neeson pode ser ouvida em uma rápida cena de ‘A Ascensão Skywalker‘, quando Rey (Daisy Ridley) ouve os Jedi do passado e Qui Gon Jinn a incentiva a derrotar o imperador.

Dirigido por J.J. Abrams, o novo filme trará o desfecho da nova trilogia.

Os sobreviventes da Resistência enfrentam a Primeira Ordem mais uma vez no capítulo final da saga Skywalker.

O grandioso elenco conta com Daisy RidleyAdam DriverJohn BoyegaOscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall GleesonKelly Marie TranJoonas Suotamo, Billie Loud, Naomi AckieRichard E. Grant, Kery Russell e os veteranos Mark Hamill e Billy Dee Williams.

Carrie Fisher também aparecerá como a General Leia Organa através do uso de imagens nunca antes divulgadas de ‘O Despertar da Força‘.

‘Amor e Monstros’: Comédia pós-apocalíptica com Dylan O’Brien ganha data de estreia no Brasil

Estrelada por Dylan O’Brien, a aventura pós-apocalíptica ‘‘Amor e Monstros‘ (Love and Monsters) finalmente ganhou data de estreia no Brasil.

O ator anunciou em um vídeo especial que o filme chega no streaming dia 14 de Abril.

Assista, com o trailer:

O filme seria lançado nos cinemas pela Paramount Pictures, mas teve sua estreia direto em Home Video (apenas nos EUA).

A comédia pós-apocalíptica foi um sucesso entre os críticos nos Estados Unidos e recebeu uma indicação ao Oscar, na categoria de Melhores Efeitos Visuais.

A produção, que será lançada no Brasil pela Netflix, disputará a estatueta ao lado dos longas ‘O Céu da Meia-Noite‘, a versão live-action de ‘Mulan‘, ‘O Grande Ivan‘ e sci-fi ‘TENET‘.

No Rotten Tomatoes, o longa abriu com 91% de aprovação, baseada em 38 análises, até o momento.

Entre os principais comentários, os elogios vão desde a atuação energética de O’Brien, ao roteiro que mistura drama e aventuras, até os efeitos especiais convincentes.

Confira as principais críticas:

Uma excelente exibição da imaginação contagiante e da energia cômica de O’Brien.” – RogerEbert.com.

“Um filme criativo pós-apocalíptico sobre a maioridade…” – New York Times.

“Uma aventura despreocupada através de uma zona de perigo apocalíptica.” – The Hollywood Reporter.

“Há um espírito estimulante em toda a produção e os efeitos são de primeira classe.” – San Jose Mercury News.

“Uma referência levemente humorada às aventuras de ação para adolescentes dos anos 80 e 90.” – Variety.

“‘Love and Monsters’ não é especialmente assustador… No entanto, é agradável e divertido, ambas qualidades que fazem valer a pena assistir.” – Assignment X.

Dirigido por Michael Matthews, a história gira em torno de um caçador chamado Clyde (Michael Rooker), que ensina a Joel Dawson (O’Brien) como sobreviver durante um apocalipse monstro – enquanto ele cruza o país procurando sua amada.

O elenco ainda conta com Jessica Henwick (‘Punho de Ferro‘) e Ariana Greenblatt (‘O Primeiro e Único Ivan’).

A dupla Brian Duffield e Matthew Robinson é responsável pelo roteiro.

Crítica | Venom 2: Tempo de Carnificina abraça o “absurdo” e se assume como filme de comédia

O editor-chefe Renato Marafon traz a crítica em vídeo de ‘Venom: Tempo de Carnificina‘, que é bem melhor que o primeiro filme.

Dessa vez, o roteiro se assume como uma comédia e abraça o absurdo, abordando o “bromance” entre Venom e Eddie.

Assista a crítica:

Venom: Tempo de Carnificina‘ alcançou US$ 90,1 milhões em sua estreia nos EUA, estabelecendo um novo recorde na era pandêmica. Para se ter uma ideia, a Sony esperava arrecadar apenas US$ 50 milhões.

Para comparação, o primeiro filme abriu com US$ 80,2 milhões em sua estreia nos EUA em 2018, antes da pandemia.

O longa da Sony Pictures ainda superou a estreia de ‘Viúva Negra‘ (US$ 80.8 milhões), tornando-se a MAIOR estreia após a pandemia no país.

Vale lembrar que ‘Venom 2‘ será lançado nos cinemas nacionais amanhã, dia 7 de outubro.

Suspense INÉDITO com Chris Pine e Thandie Newton faz sucesso no Amazon Prime Video; Assista ao trailer!

O Amazon Prime Video lançou em seu catálogo o suspense inédito ‘Um Jantar entre Espiões‘ (All the Old Knives) e a produção se tornou um dos filmes mais assistidos da plataforma.

Estrelado por Chris Pine (‘Mulher-Maravilha 1984’) e Thandie Newton (‘Westworld’), o longa conquistou 65% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Segundo o consenso dos críticos, ‘Um Jantar entre Espiões‘ é “um thriller inteligente, atraente e simples para adultos, ancorado por duas performances incrivelmente charmosas de Chris Pine e Thandiwe Newton”.

Assista ao trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Henry (Pine) e Celia (Newton) eram agentes da CIA e amantes, juntos os dois viveram um tormento em uma missão em Viena, seis anos atrás. Na tentativa de resgatar centenas de reféns das mãos de terroristas tudo acabou dando errado, e agora Henry e Celia tentam viver com as consequências daquela noite.

Janus Metz (‘True Detective’) é responsável pela direção.

Laurence FishburneJonathan Pryce também estrelam a produção.

NÃO FOI DUBLÊ – Jennifer Lawrence fala sobre nudez FRONTAL em ‘Que Horas Eu te Pego?’!

Como uma comédia sexual classificada para maiores de idade, a nudez em ‘Que Horas Eu te Pego?‘ (No Hard Feelings) era de se esperar. Mas ninguém imaginava que Jennifer Lawrence apareceria em NUDEZ TOTAL em uma grande sequência do filme.

A atriz já apareceu pelada em ‘Operação Red Sparrow‘, mas dessa vez ela tem uma sequência inteira de ação com nudez frontal mostrando tudo.

Em entrevista entrevista à Variety, a atriz revela que não usou dublê de corpo.

“Todo mundo que conheço e minha equipe me perguntaram se eu estava fazendo a coisa certa e dizendo: ‘Você tem certeza? Tem certeza?’ Eu nem pensei duas vezes. Foi hilário para mim”, afirmou.

SPOILERS!

Na cena, Lawrence mergulha no mar totalmente nu. Inicialmente, é filmado como você esperaria que uma cena de nudez de uma grande estrela de Hollywood fosse filmada: principalmente por trás ou do pescoço para cima, vendendo a ilusão de nudez. Então, alguns punks de fraternidade adolescentes aparecem e roubam suas roupas.

Lawrence sai correndo da água e luta contra os três punks em uma cena com nudez frontal completamente para maiores de 18, mostrando TUDO. Não é uma provocação sensual, é uma mulher guerreira. Lawrence está nua, pingando de água e empurrando universitários para a areia, enquanto literalmente apanha, antes de detonar os homens totalmente pelada.

É uma cena bastante corajosa para uma estrela do naipe dela.

Com as avaliações sendo publicadas na internet, o site agregador de críticas Rotten Tomatoes deu uma aprovação inicial de 57% para o filme.

Confira:

“Muito melhor apreciado como uma história de amizade improvável do que a comédia atrevida que é anunciada, ‘Que Horas Eu te Pego?’ é estereotipado, mas divertido, alimentado pela química envolvente do par principal.” – Empire

“O roteiro cria sua própria zona de conforto, projetada para fazer pouco mais do que deixar Maddie e Percy formar uma amizade na qual eles se ajudam a crescer.” – Variety.

“Esta comédia arejada e revigorante de baixo risco fará você rir constantemente, se não necessariamente rolar no chão de tanto rir. Mas também tem uma quantidade surpreendente de coração.” – The Hollywood Reporter

“Mostra como Jennifer Lawrence ainda pode fazer comédia.” – The Guardian

“Os cenários ridículos obviamente pretendem ser engraçados, mas na maioria das vezes eles parecem planejados e chegam do nada, com pouco desenvolvimento para súbitos ultrajantes forçados.” – indieWare

Relembre o trailer:

A personagem de Lawrence vive uma garota falida que é contratada para namorar um adolescente introvertido e socialmente desajeitado, que  está se preparando para a faculdade.

Dirigido por Gene Stupnitsky (‘The Office’), o longa é para maiores de 18 anos.

Além de dirigir, Stupnitsky co-escreveu o o roteiro junto com John Phillips (‘Tirando o Atraso’), enquanto Lawrence também foi anexada como produtora.

Andrew Barth FeldmanMatthew BroderickLaura BenantiNatalie MoralesScott MacArthurEbon Moss-BachrachHasan MinhajKyle Mooney completam o elenco.

Feiticeira Escarlate MORREU em ‘Doutor Estranho 2’, confirma a Marvel

O destino enigmático da Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen), um das personagens mais adoradas da Marvel Studios, pode ter sido revelado em um novo livro oficial do universo cinematográfico do estúdio.

Segundo o livro “The Marvel Cinematic Universe: An Official Timeline”, Wanda Maximoff teria se sacrificado para eliminar o Darkhold de todos os universos.

Desaparecida desde os eventos finais de ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘, Wanda teria reconhecido o perigo representado pelo livro e tomado medidas drásticas para proteger o Multiverso.

No Monte Wundagora, ela teria enfrentado seu destino, encerrando duas grandes ameaças ao Multiverso quando o local desmoronou sobre si mesmo.

A citação do livro, divulgada pelo Culture Crave, sugere que a personagem teve um destino trágico e definitivo na sequência. No entanto, considerando a natureza complexa do Multiverso no MCU, a possibilidade de retorno para a Feiticeira Escarlate não pode ser descartada.

Kevin Feige, presidente da Marvel Studios, já indicou anteriormente que há muito mais a explorar na história da personagem no futuro.

Relembre o trailer de ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘.

Após derrotar Dormammu e enfrentar Thanos nos eventos de Vingadores: Ultimato, o Mago Supremo, Stephen Strange (Cumberbatch), e seu parceiro Wong (Benedict Wong), continuam suas pesquisas sobre a Joia do Tempo. Mas um velho amigo que virou inimigo coloca um ponto final nos seus planos e faz com que Strange desencadeie um mal indescritível, o obrigando a enfrentar uma nova e poderosa ameaça.

O longa se conecta com a série do Disney+ WandaVision’ e tem relação também com Loki’, e também pertence à fase 4 do MCU onde a realidade do universo pode entrar em colapso por causa do mesmo feitiço que trouxe os vilões do Teioso para o mundo dos Vingadores e o Mago Supremo precisará contar com a ajuda de Wanda (Olsen), que vive isolada desde os eventos de WandaVision’.

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Suspense com Denzel Washington e Ryan Reynolds volta ao catálogo do Prime Video

O thriller policial ‘Protegendo o Inimigo‘, estrelado por Denzel Washington e Ryan Reynolds, reestreou no catálogo do Prime Video.

Na trama, Tobin Frost (Washington) é um ex-agente da CIA procurado pela agência como traidor da pátria. Ele está na Cidade do Cabo, na África do Sul, onde tenta negociar um importante dispositivo eletrônico. Caçado pelas ruas da cidade, ele decide se entregar no consulado americano para escapar da perseguição. Os agentes o levam para um abrigo da CIA, onde Frost é torturado para revelar o que sabe. Entretanto, logo o local é invadido pelo grupo que deseja matar Frost. Sua única chance é Matt Weston (Reynolds), o oficial responsável pelo abrigo, que precisa proteger seu hóspede a todo custo.

Vera Farmiga, Brendan Gleeson e Sam Shepard também estrelam a produção.

Confira o trailer:

Daniel Espinosa assina a direção, a partir de um roteiro escrito por David Guggenheim.

Filme MAIS VISTO do momento no Prime Video é ACLAMADO pelos críticos e é estrelado por Chris Hemsworth, Mark Ruffalo e Halle Berry

O filme mais visto do momento no Prime Video, nesse dia 11 de Abril, é ‘Caminhos do Crime (Crime 101).

O novo longa de ação estrelado por Chris Hemsworth, Mark Ruffalo, Halle Berry e Barry Keoghan conquistou impressionantes 88% de aprovação no Rotten Tomatoes, com base em 75 avaliações da crítica especializada.

A trama acompanha uma série de roubos de joias de alto nível na Costa do Pacífico. Embora a polícia associe os crimes a cartéis colombianos, o detetive Lou Lubesnick segue outra linha de investigação e passa a perseguir um suspeito específico: um ladrão determinado a realizar seu último grande golpe.

O Amazon Prime Video desembolsou cerca de US$ 90 milhões para garantir os direitos do projeto, superando a Netflix na disputa pelo lançamento da produção.

Os críticos elogiaram o filme como um verdadeiro espetáculo de ação, destacando o elenco estrelado e a condução segura da narrativa.

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“Possivelmente o primeiro grande filme de 2026”, disse Ben Morganti do CBR.

“Há um certo prazer em ver um elenco tão estrelado em um thriller cinematográfico elegante. Mas, além disso, Crime 101 oferece pouco que permaneça na memória após os créditos finais”, disse Ben Travis do Empire Magazine.

“Este é um filme propositalmente cadenciado, que prova que é possível construir uma tensão real e genuína sem precisar explodir tudo na sua cara. Em uma era de cortes rápidos e explosões cada vez maiores, é revigorante assistir a algo tão confiante em seu próprio DNA”, disse Gregory Nussen do Screen Rant.

“Como sobras requentadas com carinho, tem seus momentos satisfatórios: um elenco carismático, locações evocativas em Los Angeles e aquele tipo de detalhes minuciosos sobre transporte de diamantes e avaliação de seguros que podem até dar ideias aos espectadores mais impressionáveis”, disse Ben Kenigsberg do New York Times.

“Visto como um thriller, ‘Crime 101’ tem seus excessos, mas, ao final, se sustenta como um curso avançado sobre do que são feitos os sonhos do submundo”, disse Owen Gleiberman da Variety.

“Um espetáculo altamente envolvente, deixando um rastro ardente de borracha no asfalto”, disse Peter Bradshaw do Guardian.

“Embora a dependência do filme em histórias criminais já consagradas mergulhe um pouco demais no território do clichê, o resultado geral é uma experiência empolgante e divertida de assistir, dos momentos mais silenciosos entre os personagens às sequências de perseguição mais intensas”, disse Aidan Kelley do Collider.
“Infelizmente, o filme demora demais para encontrar seu ritmo, resultando em uma produção que melhora ao longo do tempo, mas nunca consegue superar totalmente seu início arrastado”, disse Jonathan Sim do ComingSoon.

Confira nossa crítica:

Crítica | ‘Caminhos do Crime’ – Um retrato da violência estrelado por Chris Hemsworth e Halle Berry chega no Prime Video

A direção fica por conta de Bart Layton, conhecido por ‘Animais Americanos’, que também assina o roteiro ao lado de Peter Straughan.

15 Grandes Filmes sobre Família

Você já deve ter escutado a frase: ‘Família é a base de tudo‘. Mesmo o relacionamento sendo conturbado muitas vezes, nossos parentes são, teoricamente, os nossos alicerces em momentos de dor e incertezas. O mundo do cinema, ano após ano, projeta na telona excelentes filmes que abordam de várias óticas o relacionamento familiar, seja um contexto geral de toda a família, seja um retrato de pais e filhos, seja um casamento com ambos pontos de vista. Pensando nisso, e tentando fugir o máximo do óbvio, buscamos filmes que exemplificam todo esse contexto. Tirando um ou outro, é provável que você não conheça todos esses, mas vale muito a pena procurarem.

Other People (2016) (EUA) – de Chris Kelly

Não precisamos ser perfeitos o tempo todo para que nossas famílias nos amem. Debutante em longas metragens, o cineasta Chris Kelly, dirige e assina o roteiro deste belíssimo filme que explora com muita simpatia assuntos tabus de uma família de classe média norte americana. Other People é um grande aulão sobre os muitos lados das emoções, um filme rico em conteúdo, corajoso que faz questão de expor as polêmicas como forma de refletirmos sobre os temas abordados. O projeto conta com uma atuação espetacular da veterana atriz Molly Shannon que nos emociona do início ao fim com sua impactante personagem.

Na trama, conhecemos o roteirista, sem grande sucesso, David (Jesse Plemons), um jovem que mora em nova Iorque e precisa voltar para a cidade que nasceu, em Sacramento, por conta de uma grave doença de sua mãe Joanne (Molly Shannon). Tendo que voltar a morar na casa onde foi criado, e tendo que enfrentar suas diferenças com seu pai, David passará meses tentando se redescobrir e renovando seu amor por sua família. Ao longo dos 97 minutos de projeção somos testemunhas de uma pequena grande história sobre as formas de demonstrar o amor familiar.

Indicado em quatro categorias do Independent Spirit Awards 2017, Other People é aquela surpresa que todos nós cinéfilos gostamos de encontrar. Atualmente no ótimo catálogo da Netflix, o filme explora com muita sabedoria as principais características de seus personagens que ficam envolvidos em uma situação de muita tristeza com a doença da mãe. Como cada um deles lida com isso (com um foco gigante na visão de David), o filme nos envolve com embates via diálogos primorosos e lições de vida que levamos para nossas próprias vidas. A atuação de Molly Shannon, que faz a mãe, é deslumbrante, uma das mais impactantes.

Other People concorreu ao Grande Prêmio do Júri no importante Festival de Sundance 2016. Se você tiver a chance de assistir a esse belo trabalho, não deixe de conferir. O amor transborda em forma de perdão e esperança.

 

Muzi v nadeji (2011) – (Repúblic Tcheca) – de Jirí Vejdelek

As sutilezas do amor. Escrito e dirigido pelo cineasta tcheco Jirí Vejdelek, Muzi v nadeji (2011) é um filme despretensioso, que se camufla em comédia pastelão mas aos poucos vai cativando nossos corações. Fala muito sobre o amor a quatro paredes, de maneiras um tanto quanto inusitadas, representado por um quarteto de atores inspirados que conquistam o público a cada cena. Uma pequena obra prima européia, perdida, provavelmente nunca vista mas que merece os olhos de todos que amam cinema.

Na trama, conhecemos o ex-contador e agora garçom do restaurante da família Ondrej (Jirí Machácek), um homem de fala mansa que vive graves problemas em seu casamento com Alice (Petra Hrebícková). Certo dia, em uma das inúmeras saidinhas do seu sogro Rudolf (Bolek Polívka), das quais Ondrej sempre acaba virando cúmplice, a dupla vai parar em um snooker bar onde encontram a belíssima Sarlota (Vica Kerekes), conhecida do traidor compulsivo Rudolf. Só que dessa vez, a provável conquista acaba ficando encantada com Ondrej que começa a conhecer melhor Sarlota. Assim, posta a confusão, o quarteto enfrentará situações inusitadas em busca da tão sonhada felicidade.

Alimentado por desejos quase compulsivos as ações acontecem a partir das revelações de Rudolf, que trai a mulher faz anos e com diversas damas diferentes. Ele se sente bem com isso, e acredita que assim consegue manter a chama acesa com sua esposa até os dias de hoje. Ondrej, muito próximo do sogro, afinal são vizinhos, acaba embarcando nessa onda, só que sem a experiência de Rudolf, se mete no inusitado caso extra conjugal com Sarlota, o que de fato faz melhorar seu relacionamento com Alice mas a todo instante ele não sabe como lidar com isso. Muitas cenas hilárias dão luz a essa verdade, os diálogos entre Rudolf e Ondrej são ótimos e repletos de simpatia.

A princípio, pensamos que Muzi v nadeji é uma comédia bobinha, com recheio sexy sem muitas pretensões. Mas o que impressiona no roteiro, escrito também pelo diretor, é a forma que acontecem as viradas na história, uma melhor que a outra, e com todos os personagens envolvidos, deixando o público se abastecer de risadas deliciosas e momentos cativantes que muito mostram as verdades de diversos relacionamentos.

Tempestade (2015) (França) – de Samuel Collardey

Temos o destino que merecemos. O nosso destino está de acordo com os nossos méritos. Vencedor de dois prêmios no aclamado Festival Internacional de Cinema de Veneza em 2015, Tempête, no original, dirigido pelo francês Samuel Collardey, é uma daquelas pérolas sensíveis, raras, que explora a ausência até seu último suspiro. Dúvidas e escolhas são bastante explorados pelos personagens, repletos de indagações e sonhos, quase análogos à incerteza quando estamos passando por uma fase adolescente para a fase adulta. Um recorte maduro sobre a paternidade e a busca por melhores condições para uma família.

Na trama, conhecemos o pescador Dom (Dominique Leborne), um homem perto dos quarenta anos que trabalha em alto mar ficando pouco tempo por mês em terra. Ele recentemente se divorciou e conseguiu a guarda de seus dois filhos, Mailys (Mailys Leborne) e Matteo (Matteo Leborne) que escolheram ficar com ele por terem problemas com a mãe. Mesmo ausente, Dom sempre preenche a casa onde vive com os filhos de amor e carinho, mesmo com algumas irresponsabilidades. Quando a filha fica grávida aos dezesseis anos, Dom precisará encarar escolhas que mudarão para sempre os rumos dessa família.

A ausência é um tema importante, explorado com leveza, também acompanha toda a história, os caminhos da maturidade até a responsabilidade, grande dilema do protagonista. Há um certo descontrole quando se vê cheio de tempestades em sua vida, com a eminência da perda da guarda de seus filhos e a decisão de pensar em um trabalho remunerado que o deixe mais presente, em terra, perto deles. Movido pelo amor que tem pelos filhos, o protagonista embarca em uma transformação em sua vida pessoal e profissional, se apegando em seus sonhos para escrever um horizonte cheio de esperança e estabilidade.

Um pai ausente mas amoroso, irresponsável com detalhes da vida mas que ajuda quando está por perto. Dom, personagem marcante, é um retrato de parte da sociedade que na busca pro melhores condições para a família acaba abdicando de momentos importantes na formação dos filhos. Tempestade é um recorte que exala humanidade, duro, transformador quando estamos em um limite de nossas forças e de como todos os dias podemos aprender mais sobre nosso mundo.

A Garota Ocidental (2016) (Paquistão) – de Stephan Streker

Você é livre para fazer suas escolhas, mas, às vezes, prisioneiro das consequências. Abordando um grande conflito familiar envolvendo uma jovem maior de idade que possui um pensamento diferente de seu pai e mãe sobre com quem deve se casar, A Garota Ocidental apresenta argumentos a esse conflito imposto e um pouco da visão de todos que estão ao redor dessa família paquistanesa. A protagonista, interpretada pela ótima atriz francesa Lina El Arabi, é uma mulher de espírito livre que luta pelo que entende ser o certo em um pedaço de ocidente repleto de imigrantes com pensamentos de seus países de origem.

Na trama, conhecemos a jovem Zahira (Lina El Arabi) uma imigrante paquistanesa que mora na França e está totalmente adaptada ao seu estilo de vida nessa cidade. Quando chega aos 18 anos e seu pai e mãe impõem um casamento arranjado, onde ela deve escolher entre três pretendentes, a jovem com bastante coragem se diz contrária a decisão e acaba provocando um grande abalo na família. O subtítulo do filme no Brasil, entre o coração e a tradição é exatamente o conflito que a protagonista percorre durante intensos 98 minutos de projeção.

O conflito das aparências e costumes contra o lado da razão e emoção. Toda a trama se envolve em escolhas. A trajetória da protagonista é cheia de obstáculos provocados pelas imposições de sua família que deseja que ela se case com algum dos três pretendentes paquistaneses que pré definiram, além de passar por uma gravidez, fruto de um relacionamento com um alguém que ela achava que a amava. O irmão de Zahira, Amir (Sébastien Houbani), é peça chave nesse tabuleiro sentimental, se vê em grande conflito em como ajudar a resolver a situação. Os preenchimentos das lacunas emocionais e suas consequências são feitos de maneira cirúrgica pelas lentes do cineasta belga Stephan Streker (em seu terceiro longa metragem na carreira) que dirige e escreve o roteiro desse profundo drama exibido no Festival Internacional de Toronto, Rotterdam e Istambul deste ano.

A Garota Ocidental é um recorte sobre o mundo das tradições. Um filme que chega também como uma crítica social, seus limites emocionais a flor da pele e as saídas muitas vezes não encontradas pelos envolvidos. Com grandes atuações e um desfecho arrebatador, esse é um daqueles filmes que você não pode perder.

 

Her Love Boils Bathwater (2016) (Japão) – de Ryôta Nakano

A mãe compreende até o que os filhos não dizem. Chega do Japão um dos filmes mais sensíveis e emocionantes da temporada, uma mescla de comédia delicada com drama intenso que entra em nossos corações como uma flecha recheada de sentimentos bons. Her Love Boils Bathwater, ou no original, Yu wo wakasuhodo no atsui ai, é o indicado ao Oscar do Japão para a próxima cerimônia do Oscar e possui boas chances de conseguir uma vaguinha na lista final. Escrito e dirigido pelo cineasta Ryôta Nakano o filme apresenta a jornada de uma inesquecível personagem em busca do preenchimento de lacunas esquecidas em seu passado depois que descobre uma terrível doença. A sensibilidade que o filme preenche suas emoções é algo raro e transforma esse trabalho em um dos mais bonitos desses últimos meses.

Na trama, conhecemos a super querida Futaba (Rie Miyazawa, em uma atuação absolutamente fantástica) que mora sozinha com sua filha Azumi em uma casa humilde no delicioso Japão. Certo dia, Futaba descobre que tem uma doença terminal e quase paralelamente descobre onde seu ex-marido, que a abandonara, está morando. Vendo que precisa ter o ex-marido por perto, deixa ele voltar para a sua vida, sendo que o mesmo traz junto uma outra criança fruto de um caso que ele teve. Assim, os quatro embarcarão em uma jornada repleta de segredos para ajudar Futuba a realizar seus últimos desejos em vida.

O roteiro possui uma sensibilidade gigante. O primeiro arco, meio morno, na verdade é a construção inicial com inserções de detalhes que serão descobertos apenas com o passar do pouco mais de duas horas de projeção. Após a descoberta da terrível doença, Futaba começa a abrir seus segredos mais escondidos e o filme ganha contornos emocionantes (preparem desde já os lenços). Impressiona a qualidade dessa história que além de emocionar, tem um poder de surpreender o espectador.

O papel da mãe é algo abordado no filme nas óticas dos coadjuvantes em relação a protagonista. Mãe de muitos, mesmo sendo de poucos, Futaba é o reflexo de todo o amor que pode ter uma família quando tem uma figura carinhosa, forte, corajosa, para combater e proteger todos ao seu redor. A relação que a personagem principal tem com todos que a preenchem com amor é algo grandioso, sublime. Transborda na tela as razões de todo seu amor e o público se sente próximo a personagem em todo momento. A inesquecível atuação de Rie Miyazawa ajuda a deixar essa personagem na prateleira do imaginário cinéfilo como sendo um dos mais belos do cinema oriental contemporâneo.

 

Capitão Fantástico (2016) (EUA) – de Matt Ross

Viver é a coisa mais rara do mundo. A maioria das pessoas apenas existe. Escrito e dirigido pelo pouco conhecido ator e também cineasta Matt Ross, Capitão Fantástico é um daqueles filmes que deixam nosso coração na boca, faz nosso raciocínio brilhar e mexe intensamente com nosso modo de ver e viver tudo que aprendemos até hoje em nossas vidas. Exibido no Festival do Rio deste ano e com uma atuação brilhante do grande ator nova iorquino Viggo Mortensen, o longa metragem de objetivos 118 minutos é, sem dúvidas, um dos melhores filmes sobre o tema dos últimos anos.

Na trama, conhecemos Ben (Viggo Mortensen) e sua família para lá de diferente. Ben e sua esposa resolveram criar os seus seis filhos em um lugar muito bonito e longe da sociedade, deixando eles distantes de qualquer contato com as novidades e besteiras do mundo e sua globalização. Quando sua esposa, que precisou ser hospitalizada por conta de uma doença terrível, falece, Ben resolve ir até o encontro dela e leva junto seus filhos. Após o choque natural da criançada com o mundo da maioria das pessoas que os cercam mais que nunca tiveram contato, o capitão fantástico desta turma terá que fazer escolhas difíceis e confrontar pessoas que consideram seu modo de vida prejudicial aos seus filhos.

A educação exige os maiores cuidados, porque influi sobre toda a vida. Pensador desse lema, o protagonista criou seus filhos com rigidez e muita disciplina. Livros complexos são passados como dever de casa para todas as crianças, não importa a idade. As verdades são uma só e vários tabus de outras casas, para Ben, são apenas verdades que precisam ser ditas da única maneira que existe. O ambiente é de total harmonia, músicas (a cena da família cantando ‘Sweet Child o’Mine’ é emocionante e arrepia), brincadeiras mas também alguns excessos como exercícios físicos que não respeitam idade e que podem machucar. O personagem principal é intenso em seus princípios, a ideia de ter uma família vivendo longe dos vícios e futilidades, além dos alimentos que só prejudicam, é vivida intensamente mas falta equilíbrio, no fundo, Ben sabe disso.

No terceiro arco em diante, a mudança começa a acontecer. Ben, personagem complicado, de bom coração, interpretado com maestria por Mortensen se vê cercado de situações que o fazem repensar alguns de seus conceitos. Seus filhos, sua única riqueza nesse mundo, percebem rapidamente e o ajudam nesse momento de transição, transformando uma linda história em uma história inesquecível. Capitão Fantástico é algo assim, único, um presente para quem gosta de se emocionar com filmes que mexem com nosso coração. A grande lição que aprendemos com essa fita é que Capitão Fantástico é qualquer um que acredita que uma boa ideia pode mudar um pouquinho nosso mundo, ou mesmo que um filme inesquecível faz com que reflitamos sobre nossa própria existência. Seja o Capitão da sua vida, viva fantasticamente.

 

Bacalaureat (2016) (Romênia) – de Cristian Mungiu

Ética é a concepção dos princípios que escolhemos, moral é a sua prática. Depois de encantar o mundo cinéfilos com filmes como 4 Meses, 3 Semanas e 2 Dias, o renomado cineasta romeno Cristian Mungiu volta ao universo cinematográfico, após um hiato de quatro anos, com o profundo longa metragem Bacalaureat, que lhe rendeu nada mais nada menos que o prêmio de melhor diretor no último e badalado Festival de Cannes. Explorando os caminhos tumultuados que um pai precisa tomar para que sua filha tenha uma vida distante dos problemas de onde vivem, Mungiu acaba fazendo uma grande exploração bastante Kantiana traçando um paralelo emblemático entre escolhas e consequências no mundo atual.

Na trama, conhecemos o médico Romeo (Adrian Titieni), um homem de idade mediana que mora com sua mulher Magda (Lia Bugnar) e sua filha Eliza (Maria-Victoria Dragus) em um bairro de classe média de uma cidade da Romênia. Romeo possui uma amante, Sandra (Malina Manovici), por quem possui um carinho enorme. Quando sua filha Eliza sofre uma violência a caminho da escola e isso a impede de completar a tempo questões de uma prova importante para o futuro dela, Romeu precisará caminhar por uma estrada onde uma linha tênue divide as posições da ética e da moral.

Um dos fatores mais interessantes do fantástico roteiro, escrito pelo próprio diretor do filme, é que as ações e consequências que vemos ao longo dos 122 minutos de projeção parecem um grande debate filosófico, pisando em linhas éticas e morais, passando pelo tráfego de influência e manipulação em um sistema de ensino rígido. Todas as peças contribuem para o debate, Romeo é apenas nossos olhos nesse tabuleiro de escolhas, um homem comum, com seus princípios, talvez nada diferente de mim ou de você.

As ações das pessoas influenciam o comportamento do indivíduo. Sem uma mancha no currículo e com uma reputação irreparável, Romeo em poucos dias ultrapassa todos os limites éticos possíveis fazendo com que sua personalidade mude e que as emoções fiquem à flor da pele. As variáveis do protagonista são muito bem exploradas pelas lentes inteligentes de Mungiu, percebemos o constrangimento e a decepção caminharem lado a lado, Romeo fica completamente esgotado. Os embates e diálogos com sua filha são as cerejas no bolo, definindo também uma necessidade de Eliza em trilhar seus próprios pensamentos, se distanciando da proximidade de seu pai e tomando as atitudes que melhor achar.

Discutir sobre a maneira de se comportar regulada pelo uso (moral) e os costumes (ética), é um prato cheio para nós cinéfilos que gostamos de traçar paralelos com nossa realidade. Esse filme tem muito de muitos lugares.

Como Nossos Pais (2017) (Brasil) – de Laís Bodanzky

Minha dor é perceber que apesar de termos feito tudo o que fizemos ainda somos os mesmos. Falando sobre a dura rotina impossibilitada do sonhar de uma mulher perto dos quarenta anos que descobre segredos de família e precisa lidar com um casamento em declínio, Como Nossos Pais, novo trabalho da excelente cineasta Laís Bodanzky (Bicho de Sete Cabeças), é um filme que emociona e gera reflexões, aliada a uma impactante atuação da atriz Maria Ribeiro que consegue prender a atenção do público do início ao fim. A Rosa de Laís Bodanzky é tão ou mais forte que a Clara de Kleber Mendonça Filho. É lindo ver dois dos grandes filmes nacionais dos últimos anos terem protagonistas femininas tão marcantes, inesquecíveis.

Na trama, conhecemos Rosa (Maria Ribeiro) uma mulher guerreira que está em crise no casamento com seu marido Dado (Paulo Vilhena), infeliz no emprego que tem e ainda é pega de surpresa com uma notícia atordoante de sua mãe Clarisse (Clarisse Abujamra) que seu pai Homero (Jorge Mautner) na verdade não é seu pai. Essa notícia mexe bastante com a protagonista que passa por uma grande transformação ao longo de todos os 102 minutos de projeção.

Uma super heroína dos nossos tempos, Rosa, precisa conciliar seu tempo com a educação de suas filhas pequenas, tentar ajustes em seu casamento recheado de desconfiança e crise financeira, e uma perturbação inquieta para tentar se encontrar com seu verdadeiro pai que possui um alto cargo do governo. Rosa é o reflexo da força feminina nos dias de hoje. Como para todo ser humano as atitudes, chegam em forma de inconsequência, como a aproximação com o pai de um dos alunos da escola de suas filhas e as explosões em diálogos emocionantes e marcantes com sua mãe. Em uma atuação irrepreensível, Maria Ribeiro dá não só vida a personagem, a torna muito real e, assim, em nossas lembranças mais curtas podemos encontrar uma Rosa em cada esquina.

Na parede da memória, a lembrança é o quadro que dói mais. Epicentro, estopim, da virada na história e quando acontece a virada da personagem, a dúvida de ir ou não atrás do pai biológico chega ao mesmo tempo que memórias com seu pai de criação, o maluco beleza Homero (Jorge Mautner) afloram em seus pensamentos mesmo que entrando em conflito com as atitudes irresponsáveis dele na vida.

Recentemente estreou Mulher-Maravilha nos cinemas. Mas a história muito mais marcante, talvez a verdadeira Mulher-Maravilha, a da vida real, que troca a luta com super poderes por tentativas diárias de conseguir esticar as 24 horas do relógio e ser feliz está nesse ótimo filme e você simplesmente não pode perder.

 

Fortunata (2017) (Itália) – de Sergio Castellitto

Exibido no último Festival de Cannes, na mostra Um Certo Olhar, o drama Fortunata é mais uma grata surpresa europeia que infelizmente ainda não tem data de estreia no cirucito exibidor brasileiro. O projeto, dirigido pelo ator e diretor italiano Sergio Castellitto, ganhador de alguns prêmios internacionais, dá luz ao papel da mãe em um mundo repleto de desafios, tendo que superar obstáculos do passado para seguir em frente, não desistir dos seus sonhos e dar o máximo de amor para sua herdeira. O elenco, grande força desse belo trabalho, é encabeçado pela apaixonante e talentosa Jasmine Trinco (nova musa de Cannes) que realmente eleva a qualidade desse pequeno bom filme.

Na trama, ambientada nos dias atuais no subúrbio de Roma, conhecemos Fortunata, uma bela cabeleireira delivery de meia idade que possui um sonho de ter seu próprio empreendimento, um salão de beleza no centro da cidade onde mora. A protagonista tem uma filha, sua maior paixão do mundo, mas com quem tem um relacionamento complicado, provocado, muito, pelo seu afastamento do ex-marido, figura que sempre a rodeia. Certo dia, Fortunata resolve levar a filha para ver um psicólogo/psiquiatra, por quem a protagonista acaba vivendo um intenso romance.

A personagem principal é uma mulher incrível, uma personagem marcante. Uma mescla de beleza e ingenuidade, camuflada de grande leoa que faz de tudo para dar para sua filha uma vida confortável e repleta de amor e carinho. Suas batalhas diárias com o ex-marido, esse que não aceita a separação de jeito nenhum, a busca do sonho em ter seu próprio salão de beleza, preenchem a tela com cenas emocionantes que dizem muito sobre a personalidade da carismática protagonista. Vale o destaque para a atriz italiana Jasmine Trinco (Um Novo Dueto, Maravilhoso Boccaccio), que cumpre com louvor um papel complexo e cheio de contextos emocionais.

A vida de Fortunata ganha novos contornos com a entrada do psicólogo/psiquiatra em sua vida. Antes, receosa quanto levar sua filha para ser consultado pelo médico, depois acaba se consultando com ele e se apaixonando, o que deixa mais tumultuado sua relação com a filha e com outros personagens que contornam o longa. A surpreendente trilha sonora ganha muito destaque, sempre nos fechamento de arcos e acompanha a poderosa protagonista em busca do seu passaporte para a felicidade nesse projeto que merece ser conferido por todos que amam cinema.

Min så kallade pappa (2014) (Suécia) – de Ulf Malmros

A força da maternidade é maior que as leis da natureza. Lançado na Suécia em setembro de 2014, o longa-metragem Min så kallade pappa (ainda sem tradução para o Brasil) é um daqueles belos filmes que infelizmente quase certo de eu nunca veremos por aqui. O projeto conta com o grande ator sueco Michael Nyqvist e é dirigido pelo experiente diretor Ulf Malmros. Utilizando bem a realidade e os pés nos chão para contar uma história que tinha tudo para ser um filminho de sessão da tarde, Min så kallade pappa é um filme que você precisa conferir.

Na trama, conhecemos a futura mamãe e professora do jardim de infância Malin (Vera Vitali), uma mulher com garra e atitude que está passando por um momento de separação com o futuro pai de seu primeiro filho. Definida a tomar atitudes corajosas sobre seu futuro, resolve ir em busca do pai que nunca conhecemos, Martin (Michael Nyqvist), um veterano ator de teatro que nunca fez questão de procurar notícias de sua única filha. Durante o inusitado encontro, Martin sofre uma espécie de derrame e perde parte da memória. Assim, é a grande oportunidade de Malin se aproximar de seu desconhecido pai.

O fato que mais chama a atenção nesta fita sueca é a forma realista que o diretor apresenta os fatos e segue as linhas dos diálogos neste forte drama. Martin e sua personalidade forte, parece lutar contra seu passado a todo instante, até quando perde a memória. Malin vive todos os atos do filme atormentada por um passado que se mistura com o presente, sentindo que o futuro filho vai sofrer da mesma forma como sofreu quando seu pai a rejeitou quando criança. A linha de raciocínio para entendermos melhor a profundidade das características de cada personagem é feita de maneira brilhante.

Min så kallade pappa é para corações fortes, se aproxima um poucos das duras realidades mostrada por Susanne Bier e um pouco da poesia melancólica dos trabalhos de Isabel Coixet. Ao longo das cerca de duas horas de projeção o público se emociona e torce pela sofrida personagem a todo instante. Min så kallade pappa é um belo filme que mescla uma realidade quase que infinita e uma linda poesia quase que melancólica.

 

Que Mal Fiz a Deus? (2014) (França) – de Philippe de Chauveron

O segredo da felicidade é escolher a comédia e largar o drama. Dirigido pelo desconhecido francês Philippe de Chauveron, chegou aos cinemas brasileiros no dia 06 de agosto de 2014 uma das mais engraçadas comédias francesas dos últimos anos, Que Mal Fiz a Deus? Contando com uma atuação para lá de inspirada do veterano ator Christian Clavier, o filme se sustenta nas irritações hilárias do personagem principal que entra em total desespero quando sabe dos pretendentes das suas quatro filhas.

Na trama, conhecemos o tradicional Claude Verneuil (Christian Clavier), um homem com uma vida boa que vive seu final de vida ao lado da esposa com quem tem quatro filhas. A pacata vida deste orgulhoso cidadão francês é completamente abalada quando é apresentado aos pretendentes de suas filhas, cada um dos noivos tem uma religião diferente e o tradicional Claude entra em total loucura quando sabe desta informação. Sua esperança era a última filha que vai casar mas surpresas o aguardam.

O roteiro é simples, nada que não tenhamos já visto em outros filmes europeus, mas a qualidade na direção e atuações fazem a diferença para tornar esta fita diferente. Faz leves críticas a assuntos muitas vezes tratados com demasiado drama, isso é a forma inteligente do filme mostrar que o bom senso existe. A mensagem é passada e todos saem satisfeitos com o resultado. É o tipo de filme que o público ama mas os críticos as vezes não gostam, principalmente quando pensamos sobre os clichês que acabam sendo cerejas nesse bolo cinematográfico francês.

Que Mal Fiz a Deus? É um dos filmes que você vai rir do início ao fim. O roteiro apresenta suas imperfeições principalmente nos arcos finais mas nada que atrapalhe tamanha simpatia dos atores em cena. É, sem dúvidas, uma das melhores comédias francesas dos últimos anos.

Os Cowboys (2016) (França) – de Thomas Bidegain

Até onde devemos ir por quem amamos mas não querem estar perto com nossa presença? Um dos filmes mais fortes do Festival Varilux de Cinema Francês 2016, sem dúvidas nenhuma, foi o espetacular drama Os Cowboys, protagonizado pelo ótimo ator François Damiens e com uma atuação digna de Oscar do ator britânico Finnegan Oldfield. Ao longo dos tensos 105 minutos de projeção, onde não conseguimos desgrudar os olhos da tela, vamos sendo apresentados a personagem movidos pela angústia e uma série de consequentes ações desesperadas em prol de único objetivo que acaba consumindo e destruindo uma família de classe média francesa. Em seu primeiro longa-metragem como diretor, o cineasta francês Thomas Bidegain brinda o público com uma trama muito bem dirigida e com atuações bem acima da média.

Na trama, conhecemos brevemente toda a família de Alain (François Damiens), um trabalhador de classe média que mora com sua mulher e os dois filhos no leste francês. Alain é um amante da cultura country e sempre vai com sua família a um famoso encontro onde confraterniza com outros amigos. Certo dia, num desses encontros, sua filha Kelly desaparece misteriosamente, levando Alain a uma desesperada busca por informações sobre a jovem. Os anos se passam e somente seu filho Kid (Finnegan Oldfield), que praticamente sacrifica sua adolescência, acredita e ajuda seu pai a tentar encontrar Kelly.

O clima é tenso desde o início. A trilha sonora composta por Moritz Reich (Fique Comigo, 2015) encaixa como uma luva e consegue deixar o público em total sinal de atenção as sequências fortes. François Damiens, na pele de Alain está possuído, embarca em um caminho sem rumo desesperado em busca de sua filha. A angústia é constante e impressionante. Isso obviamente destrói seu relacionamento com o restante de sua família. Essa estrada sem fim é acompanhada de perto por seu filho Kid que é o único que também ainda acredita que eles possam encontrá-la. Os Cowboys é um filme sobre família mas também sobre até onde o ser humano pode ir para defender suas convicções.

O longa é recheado de reviravoltas. Uma delas é que Kelly não é sequestrada. O porquê do sumiço dela (que não vou contar aqui) é um dos grandes trunfos do filme que explora muito bem a reação da família ao saber o que aconteceu com ela. Uma segunda surpresa é a surpreendente troca de protagonismo já entre o segundo e o terceiro ato, com o mesmo objetivo só que com um olhar um pouco diferente sob a situação a trama cresce demais nos últimos 30 minutos de projeção.

Apenas entre Nós (2010) (Eslovênia) – de Rajko Grlic

Falando sobre relacionamentos, família e infidelidades à flor da pele, o diretor croata Rajko Grlic, que dirigiu o ótimo Karaula (2006), apresenta ao público uma fábula moderna sobre o amor e o desejo, situada em uma europa fria mas com impulsos ardentes incansáveis. A câmera de Grlic merece destaque pois consegue encontrar os caminhos para traduzir ao público cada detalhe das ações, muitas impensadas, pelos personagens.

Para o personagem principal, interpretado brilhantemente pelo Tony Ramos da Croácia, Miki Manojlovic, só existem duas religiões: O amor e as outras. Assim, os curtos 88 minutos de projeção, vão se moldando a partir de situações e descobertas de um quarteto familiar que não encontra o ponto de equilíbrio na maturidade que regem suas vidas. Cada personagem, cada um mais interessante do que o outro, vão dando um certo ritmo à fita vencedora de alguns prêmios no leste europeu no ano de seu lançamento, 2011.

Há a questão cultural, diferente da que vemos por aqui (ou nem tanto), sobre a maturidade no amor. Uma das coisas mais interessantes neste longa-metragem é exatamente descobrir ou tentar entender melhor como são os conflitos amorosos aos olhos dos filhos da região que comportava a ex-união soviética. Mas o filme é longe de ser somente um retrato de uma comunidade, é amplo em tentar apresentar argumentos para as teorias dos relacionamentos modernos e todo o impulso, não só sexual, que envolve muitas relações.

Com certo atraso, Apenas Entre Nós finalmente chegou aos cinemas brasileiros há dois anos atrás. Esse é um filme que Nelson Rodrigues abriria um sorriso e faria rapidamente analogias certeiras com muitas de suas eternas histórias.

A Família Belier (2014) (França) – de Eric Lartigau

O que é uma família senão o mais admirável dos governos? O novo trabalho do cineasta francês Eric Lartigau (do questionado Os Infiéis) é uma comédia ao melhor estilo sessão da tarde mas com elementos tão sensíveis que elevam a qualidade da trama a cada frame. Só mesmo um cinema como o francês, que exala qualidade em muitos de seus títulos, para falar com tamanha sutileza sobre os problemas que ocorrem dentro de uma casa.

Na trama, conhecemos os fazendeiros simpáticos que fazem parte da Família Bélier. A história gira em torno da jovem Paula (interpretada pela ex-concorrente do The Voice francês Louane Emera), uma estudante que ao entrar por acaso em uma aula de canto do colégio, percebe que tem o dom de cantar. Paula vive com sua família, onde todos são surdos e mudos exceto ela, e se dedica diariamente as afazeres familiares e as inúmeras traduções que precisa fazer para ajudar os membros de sua família a terem uma vida mais tranquila. Tudo isso muda quando Paula resolve tentar a sorte em uma seleção para uma escola de canto em Paris. Essa decisão irá mudar de vez o cotidiano de todos na família.

O filme se destaca quando, em meio aos clichês do gênero, consegue ser original pela força dos seus personagens. O entrosamento entre os ótimos François Damiens e Karin Viard (que somando suas carreiras possuem mais de 100 trabalhos no cinema) é de dar água na boca, pintam e bordam fazendo todos os espectadores gostarem desse inusitado casal. A cereja no bolo é a fofíssima Louane Emera, querida artista na França por ter participado de um reality show de sucesso, que consegue desempenhar muito bem seu papel mesmo debutando no cinema neste filme.

Não percam essa deliciosa comédia que, entre outras coisas, fará você levitar de alegria com as lindas canções que ouvimos ao longo da fita, grudam que nem chiclete ou que nem aquela música da Simone em véspera de natal. Como dizia o pensador russo Tolstoi: “A verdadeira felicidade está na própria casa, entre as alegrias da família.”!

 

Wish I Was Here (2014) (EUA) – de Zach Braff

A adversidade é um trampolim para a maturidade. Em seu terceiro longa-metragem do currículo, o norte-americano Zach Braff, que você já deve ter ouvido falar por conta do seriado Scrubs, volta a falar sobre dramas familiares e personagens complexos no intrigante e cheio de metáforas Wish I Was Here. O filme é um drama comovente sobre a arte do crescer e saber a hora certa de adicionar componentes de maturidade nas suas escolhas de vida.

Na trama, conhecemos um ator desempregado chamado Aidan (Zach Braff), pai de dois filhos, que vive às custas de sua mulher Sarah (Kate Hudson) que é extremamente infeliz no casamento. Para piorar, seu pai Gabe (Mandy Patinkin) está com câncer terminal e sua vida começa a desabar ao seu redor. Assim, o protagonista embarcará em uma jornada em busca de um novo sentido para seu destino.

Wish I Was Here é uma história madura sobre as verdades do mundo lá fora. O protagonista vive em busca de seu sonho mas acaba esquecendo das coisas básicas como por exemplo sustentar sua família. O roteiro de Zach Braff brilha nesse momento. Acomodado pelo sustento de sua mulher e pela ajuda considerável que seu pai lhe dava, o personagem entra em parafuso quando precisa aprender a caminhar sozinho, mesmo que forçadamente. Esse longa-metragem é uma história totalmente possível em nossa realidade, principalmente quando pensamos naquele amigo que sempre foi mimado por sua família, talvez por isso que a história chegue com um certo impacto para cada um de nós cinéfilos.

O termômetro da trama é a esposa do protagonista, Sarah, interpretada de maneira muito competente por Kate Hudson. Há uma sutileza, uma energia enlatada que vai saindo em cada cena. Prestamos atenção atentamente a cada passo de Sarah, principalmente porque quando aparece em cena brilha e nos trás respostas a lacunas não preenchidas, resumindo, acaba sendo o ponto de intercessão de toda a trama.

Como em todo filme de Braff, uma ótima trilha sonora se mistura adequadamente às sequências. Falando no diretor, esse artista completo, é um dos poucos que conseguem dirigir e atuar com muito êxito em seus projeto. Quem não lembra do ótimo Hora de Voltar com Natalie Portman? Se continuar nessa caminhada de sucesso, a cada novo projeto que Braff assina, mais ansiedade vai gerar aos amantes do bom cinema.

*Bônus*

Coração Mudo (Dinamarca) (2014) – de Bille August

Depois de belíssimos trabalhos comandando filmes europeus de qualidade, o diretor Bille August volta às telonas, dessa vez, para dirigir um drama contundente, cheio de reviravoltas e emoção. Coração Mudo é uma espécie de Festa em Família com uma roupagem diferente mas com as mesmas surpresas e personagens intrigantemente fascinantes.

Na trama, conhecemos Esther (Ghita Nørby), uma senhora de idade avançada que em certo momento resolveu dar um fim à sua vida, antes porém, resolve passar um último final de semana com sua família (que está por completa ciente do eminente suicídio). Quando chega o fatídico dia, ações e emoções descontroladas começam a tomar conta da história, com muitos personagens mudando de opinião a todo instante sobre a situação.

Conflitos, dor e sofrimento estão contidos em cada um dos numerosos e árduos diálogos que contém a fita. Entendemos a situação inusitada do suicídio/eutanásia pela ótica de cada um dos personagens. Cada momento dramático é construído de maneira inteligente e nunca o filme se torna maçante. É fácil se envolver por essa história, o epicentro da trama é uma atitude corajosa e bastante polêmica. Coração Mudo é o clássico filme onde as atuações precisam ser muito convincentes para a fórmula do roteiro dar certo. Felizmente, isso acontece do primeiro ao último minuto.

Paprika Steen esbanja competência mais uma vez com sua recatada, descontrolada e emotiva Heidi.

Os detalhados momentos cômicos ficam à cargo do ótimo ator Pilou Asbæk que dá vida ao confuso mais carismático Dennis. Mas quem rouba a cena é a protagonista Esther, interpretada pela maravilhosa Ghita Nørby (a Diane Keaton da Dinamarca). Em simples diálogos ou em momentos de total força emotiva em cena, a experiente artista dá um verdadeiro show. Grande filme, grandes atuações! Bravo!