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‘O Aprendiz’: Sebastian Stan como Donald Trump no trailer LEGENDADO da cinebiografia; Confira!

A Diamond Films divulgou o trailer legendado da cinebiografia ‘O Aprendiz‘, que traz Sebastian Stan (‘Vingadores: Ultimato’) interpretando o político e empresário Donald Trump.

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O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 17 de outubro.

Dirigido por Ali Abbasi (‘The Last of Us’), o filme explora a época em que o ex-presidente dos Estados Unidos comandou o programa de TV chamado O Aprendiz.

Jeremy Strong (‘Succession’) e Maria Bakalova (‘Morte Morte Morte’) fazem parte do elenco. A dupla viverá o advogado Roy Cohn e a primeira esposa de Donald, Ivana Trump, respectivamente.

O filme – cujo título é uma referência ao reality competitivo apresentado por Trump –, é descrito como “uma exploração de poder e ambição, ambientado em um universo de corrupção e mentiras”.

A trama foca no negócio imobiliário de Trump, em Nova Iorque, durante os anos 70 e 80, e a sua relação com Cohn, ao mesmo tempo que contará “uma história de mentor-protegido que traça as origens de uma importante dinastia americana”.

O roteiro foi assinado por Gabriel Sherman, da minissérie ‘A Voz Mais Forte – O Escândalo de Roger Ailes‘.

Vale destacar que, atualmente, Trump enfrenta múltiplas acusações criminais enquanto se prepara para concorrer à presidência nas eleições de 2024.

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Glen Powell encontra o DISFARCE perfeito no teaser de ‘Chad Powers’, nova série de comédia do Hulu

O Hulu divulgou o primeiro teaser de ‘Chad Powers‘, série de comédia estrelada por Glen Powell (‘Todos Menos Você’).

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A produção está programada para estrear no dia 30 de setembro.

Inspirada em uma paródia do ESPN+ com o quarterback Eli Manning, a trama segue Chad Powers, que, após acabar com sua carreira esportiva na primeira divisão por causa de mau comportamento, se disfarça e entra para um time de futebol em dificuldades em busca de uma segunda chance.

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Além de estrelar e produzir, Powell também assina o roteiro ao lado de Michael Waldron (‘Loki’).

“Nós dois somos fãs de futebol. Quando vimos o Eli caracterizado como o Chad Powers, sabíamos que esse poderia ser apenas o começo de uma história maior sobre este universo. Estamos ansiosos para fazer parte desta equipe, e mal podemos esperar começar,” declarou a dupla em comunicado oficial.

O Mago do Kremlin

(The Wizard of Kremlin)

 

Elenco:

Jude Law
Paul Dano
Alicia Vikander

 

Direção: Olivier Assayas

Gênero: Suspense

Duração: 152 min.

Distribuidora: Imagem Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 9 de Abril de 2026

Sinopse: 

Em O MAGO DE KREMLIN, após a queda da URSS, um artista genial se torna a mente sombria por trás do poder de Vladimir Putin. Vadim Baranov era produtor de TV, mestre em manipular percepções, até ser recrutado para o maior show do mundo: fabricar um líder. Por anos operou nas sombras, moldando a imagem do homem mais temido do planeta. Um dia, o silêncio terminou e a verdade por trás do poder mais perigoso do mundo veio à tona.

Crítica: 

Crítica | ‘O Mago do Kremlin’ é um thriller político que não sabe qual caminho seguir

Curiosidades: 

Jude Law dá vida ao Vladimir Putin no trailer DUBLADO do thriller político ‘O Mago do Kremlin’; Confira!

» Inspirado em uma história real, o longa é baseado no romance homônimo do autor franco-italiano Giuliano da Empoli;

» “Muito cedo, conheci Giuliano da Empoli e construímos uma amizade,” conta o diretor Oliver Assayas ao revelar que a adaptação da obra por suas mãos, em parceria com o roteirista Emmanuel Carrère, foi um pedido do próprio Empoli e completa contando um pouco sobre o processo: “Precisávamos tomar liberdades: dar uma dimensão visual a cenas frequentemente estáticas e carregadas de diálogos; transmitir cinematograficamente a amplitude histórica que sustenta o romance; capturar a energia da época, os eventos decisivos, a grandiosidade dos cenários”;

» Ambientada na Rússia, no início dos anos 90, durante a queda da União Soviética, ‘O Mago de Kremlin‘ mergulha no Kremlin, sede do governo russo e símbolo máximo do a força política do país, acompanhando os passos do jovem Vadim Baranov após se tornar o novo estrategista de comunicação do país em meio à ascensão de Vladimir Putin;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Começa a produção de filme que mistura ‘Jurassic World’ e ‘Jogos Vorazes’

Não, isso não é uma piada de mau gosto, tão pouco algum vestígio de primeiro de abril. Um filme que faz um crossover entre ‘Jurassic World’ e ‘Jogos Vorazes’ está realmente em produção e com o título mais óbvio possível: ‘The Jurassic Games’.

Dirigido e roteirizado por Ryan Bellgart (‘Gremlin’), ‘The Jurassic Games’ vai trazer os elementos principais de ambos os filmes, em um thriller que será estrelado por Ryan Merriman (‘Premonição 3’) e Perrey Reeves (‘Entourage’).

A trama imagina um mundo no futuro próximo onde 10 prisioneiros sentenciados à morte são escolhidos para competir nos Jogos Jurássicos, um jogo de realidade virtual que coloca seus competidores contra dinossauros e, claro, contra si mesmos. Aqui, se você morre dentro do universo virtual, morre também na vida real. E para Anthony Tucker (Adam Hampton), sobrevivência é sua única chance de reencontrar com seus filhos após ser erroneamente preso pelo assassinato de sua esposa.

Seguindo a mesma premissa original de ‘Jogos Vorazes’, os participantes também enfrentarão desafios que serão acrescentados pelo The Host, o apresentador do programa. E tal como no sucesso de bilheteria, só pode haver um vencedor, que conquistará sua liberdade ao ganhar os Jogos Jurássicos.

Segundo Galen Christy, chefe da produtora High Octane Pictures, ‘The Jurassic Games’ possui um conceito muito interessante:

High Octane Pictures está muito empolgada para trabalhar novamente com Ryan Bellgardt, indiscutivelmente um dos novos cineastas mais talentosos no ramo. ‘The Jurassic Games’ é um conceito muito interessante, é em partes ‘Jogos Vorazes’ e parte ‘Jurassic Park’…além de ser extremamente divertido. Com Bellgardt atrás das câmeras e o elenco fantástico que alinhamos para o filme, é definitivamente uma obra para cinéfilos. Será ‘dino-mite’”.

Produzido pela High Octane Pictures em parceria com a Oklahoma Film + Music Office, ‘The Jurassic Games’ ainda não possui data de estreia.
Bryce Dallas Howard revela detalhes sobre sua personagem em ‘Jurassic World 2’ 

Jurassic World 2‘ tem estreia marcada para 22 de Junho de 2018.

Confira as várias semelhanças entre ‘Jurassic World’ e ‘Jurassic Park’ 

Jurassic World‘ arrecadou US$ 1,66 bilhão, a quarta maior na história do cinema mundial – saiba mais!

Confira 10 curiosidades sobre ‘Jurassic World’

 

Diretor de ‘La La Land’ criará “inovadora” série para a Apple

O cineasta vencedor do Oscar, Damien Chazelle, vai dirigir e roteirizar uma nova série para a Apple. A informação foi revelada pelo site The Hollywood Reporter.

O diretor de ‘La La Land: Cantando Estações’ ainda vai contar com Jordon Horowitz e Fred Berger como produtores. A dupla trabalhou com Chazelle no premiado musical vencedor do Oscar.

Ainda sem nome, nenhum detalhe a respeito da trama foi revelado. A única descrição que se sabe é que a série será “inovadora”.

 

‘Creed II’: Adonis Creed pronto para o combate em novas imagens; Confira!

Creed II‘, a continuação de ‘Creed: Nascido para Lutar (2015), ganhou duas novas imagens, que trazem o lutador Adonis Creed com um uniforme monocromático todo repaginado, pronto para o combate.

Confira:



“A vida se tornou um ato de equilíbrio para Adonis Creed. Entre as obrigações pessoais e os treinos para sua próxima luta, ele está contra o grande desafio da sua vida. Enfrentar um oponente que tem ligações com o passado da sua família intensifica a batalha iminente no ringue. Rocky Balboa está ao lado durante tudo isso e, juntos, Rocky e Adonis confrontarão seu legado compartilhado, questionaram pelo que vale a pena lutar e descobrirão que nada é mais importante do que a família. Creed II é sobre voltar ao princípio para redescobrir o que o tornou um campeão em primeiro lugar e lembrar que, não importa aonde você vá, você não pode escapar do que você é”

Creed – Nascido para Lutar‘ já arrecadou mais de US$ 100 milhões somente nos EUA.

Com direção de Steven Caple Jr. (‘Class’), o longa tem estreia marcada para 21 de novembro de 2018.

‘Era uma Vez em Hollywood’: Leonardo DiCaprio solta o vozerão em cena deletada; Assista!

Uma nova cena deletada de ‘Era Uma Vez… Em Hollywood‘ foi divulgada pela Sony Pictures e ela traz o astro Leonardo DiCaprio tentando soltar o seu vozerão em um programa de variedades chamado Hullabaloo.

A divertida cena destaca a falta de habilidades vocais de seu personagem, que desafina a cada nota, sem se preocupar.

Confira a cena:


O filme será lançado nas plataformas digitais no dia 27 de novembro e em DVD e Blu-ray em 11 de dezembro.

Sucesso nos cinemas, o longa arrecadou ótimos US$ 368.9 milhões mundialmente.

‘Fronteiras do Universo’: Uma guerra está chegando nos próximos episódios da 2ª temporada; Assista ao trailer!

Uma guerra está a caminha nos próximos episódios da 2ª temporada de ‘Fronteiras do Universo‘ (‘His Dark Materials’), conforme revela o novo trailer da produção.

O vídeo promocional, divulgado pela HBO, anuncia o que os fãs podem esperar pelas próximas semanas no novo ciclo da série.

Confira:

A nova temporada irá estrear no dia 16 de novembro.

A nova temporada acompanhará os planos de Lord Asriel (James McAvoy) depois que ele abriu uma ponte para um novo mundo, enquanto Lyra (Dafne Keen) segue seus passos rumo ao desconhecido e tenta lidar com a morte do melhor amigo.

Criada por Jack Thorne, a série foi desenvolvida em parceria entre a HBO e a BBC One, e é baseada na saga literária escrita por Philip Pullman.

Lyra Belacqua é uma órfã, ela vive em um mundo na qual as pessoas estão ligadas diretamente com um daemon, que pode ser qualquer tipo de animal. Criada pelos catedráticos na Universidade Jordan, ela presencia uma revelação que pode mudar tudo. Contudo a sua vida é catapultada quando conhece a bela e misteriosa Sra Coulter.

O elenco inclui Dafne Keen, Ruth Wilson, James McAvoy, Clarke Peters e Lin-Manuel Miranda.

O primeiro livro foi adaptado aos cinemas em 2006, com o filme ‘A Bússola de Ouro‘. Com orçamento de US$ 180 milhões, o filme arrecadou apenas US$ 372 milhões mundialmente, o que encerrou a continuidade da franquia.

Crítica Netflix | tick, tick…BOOM!: Andrew Garfield brilha em enérgico musical de Lin-Manuel Miranda

Riffs de guitarra marcantes e uma sonoridade permeada por ritmos diversos fizeram de Jonathan Larson uma figura única que até hoje ecoa nos mais recentes musicais, sejam eles da Broadway ou de Hollywood. De sucesso tão meteórico que sua própria vida não conseguiu acompanhar (tendo morrido um dia antes da estreia do seu maior sucesso, Rent), ele ainda segue como um marco artístico, inspirando gente como Lin-Manuel Miranda, que faz de tick, tick…BOOM! sua própria carta de amor ao artista que ajudou a moldar o seu talento.

Adaptando o musical autobiográfico de um homem só de Larson, Miranda estreia na direção sem muito alarde, em um longa com uma bela – porém – simples estética diretorial. Sem a obrigatoriedade de inovar dentro do gênero, o aclamado e talentoso compositor e ator vai para trás das câmeras apenas com o objetivo de fazer o canto intimista de Jonathan Larson ser ouvido, dando vida, cor e performance para o espetáculo de baixíssimo orçamento que nunca chegou aos palcos da Broadway, na época de seu lançamento.

E ao pintar o amor e sonho utópico de Larson pelo teatro, Lin-Manuel Miranda faz de tick, tick…BOOM! uma experiência cinematográfica deliciosa, enérgica – como o criativo compositor no qual se inspira – e divertida. Com números musicais bem distintos e que fogem dos moldes do formato padrão seguido pela Broadway até a chegada do transformador Rent, a produção é colorida, conta com um design de produção que vez outra peca por pesar nos efeitos visuais, mas brilha nas canções mais performáticas. Apresentando sets dinâmicos e quase plásticos – de tão bem desenhados -, o filme tenta ilustrar a escassez e preciosidade do tempo, quando a vida adulta bate à porta, nos levando a abrir mão dos sonhos mais insanos que temos.

E nessa eclosão simbólica projetada em tela, Andrew Garfield adquire uma nova persona, provando uma vez mais sua versatilidade em cena. Migrando de The Eyes of Tammy Faye, onde interpretou um pastor corrupto, para a efervescência da Broadway neste musical, o indicado ao Oscar transforma sua expressividade como quem troca de roupa e entrega o seu próprio show para a audiência. Com uma caracterização mais dramática e toda gesticular, Garfield entende o seu protagonismo e faz de sua versão de Jonathan Larson atraente, cativante e apaixonante.

Com o filme entregue nas mãos do ator, é difícil tick, tick…BOOM! errar. E ainda que nem todos os números musicais funcionem em sua essência, a produção roteirizada por Steven Levenson não deixa os fãs do gênero na mão. Trazendo uma ótima dinâmica de Garfield, com Vanessa Hudgens e principalmente Alexandra Shipp, o musical é uma jornada nostálgica imperfeita, mas que honra Larson e seu talento, à medida em que o apresenta para uma nova audiência que talvez não saiba a dimensão do seu valor para a arte contemporânea como a conhecemos.

Crítica | Rumo – A genialidade das reflexivas declamações musicais

O que é a palavra dentro da canção? No início da década de 80, a ditadura emergia e as produções musicais em SP, origem do grupo que vamos conhecer ou redescobrir nesse documentário, se encontravam nos porões do teatro Lira Paulistana. Com Músicas declamadas, Poesias sociais, reflexivas, sobre a vida e momentos de muitas estradas, o grupo Rumo começava a surgir. Por meio de depoimentos dos integrantes, as histórias, as ideias, o início, vamos conhecendo melhor esses sonhadores, quase teóricos, da música brasileira. Interessante documentário dirigido pela dupla de cineastas Flavio Frederico e Mariana Pamplona.

O projeto tem vários méritos, navega por assuntos importantes dentro de um cenário musical concorrido em uma época que tocar nas rádios era uma vantagem, inclusive com uma análise bem profunda sobre essa questão. Havia uma falta de espaço nessas mesmas rádios, dominadas pelas táticas comerciais das gravadoras e para um grupo tão inovador em sua proposta como o Rumo, o início da produção independente acabara sendo um caminho preponderante em sua jornada mesmo que isso não significasse viver 100% da música para sobreviver. Um grupo sem fins lucrativos? Eles buscavam viver de uma maneira livre mas ou menos um paralelo com suas músicas, sem tom fixo, buscando quase o elemento na canção que caracterizava a linguagem. Talvez por não terem o lucro como o foco principal, o agradar, tinham uma liberdade artística caminhando em cima da teoria e evolução da música brasileira.

O início do grupo é bem explicado, com divertidos depoimentos de seus integrantes, quase todos vivos até hoje. De peculiar, um exemplo são os debates sobre as canções, após inesquecíveis shows na FAU (Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo), no início da carreira. De vez em quando buscavam simetrias em canções de outros, como em uma música de Noel Rosa inclusive. Esse documentário é quase um grande aulão sobre o cenário da música brasileira em décadas passadas e mais profundamente de maneira simples e explicativa navegamos pelos fundamentos da linguagem da música popular, até da arte teatral, aliada a um humor que fazia um elo com os sambas dos anos 30. Muito prazer Rumo, gostei de conhecer você. O documentário tem lançamento nacional em 01 de julho.

10 Séries na HBO MAX que vão roubar sua noite!

Para você que tem um vício incontrolável por séries, a HBO MAX é quase um parque de diversão! Com um catálogo de qualidade, com ótimos seriados – atuais e do passado -, esse streaming oferece ao público poderosas histórias, capazes de nos fazer maratonar episódios durante dias. Para você que está procurando sua próxima série nesse streaming, dê uma olhada nas sugestões abaixo:

 

C.B. Strike

Tendo como protagonista um ex-veterano de guerra com um enorme trauma, imerso numa bolha de melancolia tendo à sua disposição apenas o seu modo de pensar limitado aos aspectos negativos de cada situação que aparecem em seu caminho, C. B. Strike – baseado nas obras assinadas por Robert Galbraith, pseudônimo da criadora do universo de Harry Potter, a escritora britânica JK Rowling – é um seriado que vai se construindo aos poucos, sempre nos complementares contrapontos de seus personagens intrigantes.

 

The Pitt

Logo no primeiro dia de um grupo de novos residentes em um hospital escola de Pittsburgh – conhecido como The Pitt – uma série de complicadas situações se mostram à disposição de novas e experientes pessoas que escolheram a medicina como ofício. Ao longo de 15 horas, acompanharemos as batalhas morais e escolhas difíceis de homens e mulheres que podem ser a última barreira entre a vida e a morte.

 

Entourage

Ao longo de oito temporadas, conhecemos Vince, um jovem ator que se torna um badalado artista em Hollywood. Vivendo fases de altos e baixos na carreira, está sempre cercado dos amigos de infância e do indecifrável Ari Gold (seu agente).

 

Efeitos Colaterais

Marshall dedica sua vida a suas pesquisas. Um dia, pelas florestas peruanas, encontra um cogumelo azul que logo se mostra como um poderoso remédio contra qualquer coisa. Observado de perto por agentes enviados por pessoas que não querem que esse cogumelo vire de conhecimento público, Marshall precisará encontrar soluções para sobreviver tendo a ajuda apenas de uma ex-amiga dos tempos de colégio.

 

Task

Um ex-padre, que se tornou agente do FBI, precisa liderar uma força tarefa designada para investigar uma série de roubos e acontecimentos violentos. Por diversas perspectivas, vamos acompanhando essa história rumo a um final de temporada de tirar o fôlego.

 

Barry

Na trama, acompanhamos um assassino profissional depressivo chamado Barry (Bill Hader), que mora no meio-oeste norte-americano. Quando é chamado para um serviço em Los Angeles, acaba parando em uma aula de teatro, fato que o faz repensar muito sobre seu momento e sua vida como um todo. Agora, buscando o equilíbrio entre sua profissão arriscada e o novo mundo que aparece em sua frente, Barry passará por enormes conflitos emocionais em busca de dias melhores.

 

Estado de Fúria

Trazendo uma série de situações conflituosas vividas por algumas mulheres em seus cotidianos – que acabam se entrelaçando -, o seriado Estado de Fúria é daquelas obras que você ri e fica chocado na mesma medida.

 

A Sete Palmos

Indicada a mais de 50 emmys, Six Feet Under – no título original – conta as histórias de uma família que administra uma funerária. É o primeiro trabalho de destaque do ator Michael C. Hall, que anos mais tarde seria o protagonista do aclamado seriado Dexter.

 

Os Sopranos

Um dos seriados de maior sucesso da história, nos mostra a trajetória de um poderoso mafioso que, entre seu cotidiano cheio de decisões nos negócios e os problemas na parte familiar, resolve procurar ajuda de uma psicóloga.

 

O Cavaleiro dos Sete Reinos

Ambientada 100 anos antes de tudo que acontece em Game of Thrones, este novo seriado da HBO MAX apresenta a história de Duncan, o Alto, um cavaleiro que, acaba conhecendo por acaso um futuro grande amigo — e também seu escudeiro: Egg.

Por que ‘Esquadrão Suicida’, de David Ayer, é tão odiado?

O Esquadrão Suicida estreou no streaming no Brasil e já é considerado um dos melhores filmes de entretenimento do ano. Dono de 93% de aprovação dos críticos, a superprodução da DC (Warner) tem comando de James Gunn (Guardiões da Galáxia), um dos grandes nomes do gênero na atualidade. Os não escolados no universo de heróis de quadrinhos podem até lembrar que já ouviram este título antes no cinema, e não estão errados. É claro que todo o resto do mundo sabe muito bem o que foi Esquadrão Suicida (sem o uso do artigo “o”).

A badalação criada pelo novo filme de James Gunn já havia sido experimentada sobre o mesmo tema há exatos cinco anos no passado – ou seja, tempo insuficiente para criar uma nova geração. Lançado no início de agosto de 2016 (dia 4 no Brasil e 5 nos EUA em grande circuito), Esquadrão Suicida era a promessa de um verdadeiro fenômeno cultural pop. E em partes o foi. Mas não da maneira esperada. É seguro dizer que ninguém, nem os fãs, tampouco os envolvidos com o projeto esperavam o backlash (o famoso tiro pela culatra) que a produção sofreria após seu lançamento – primordialmente devido à incisivas críticas ruins dos maiores e mais prestigiados veículos especializados, que destroçaram o longa, por falta de palavra melhor.

Veja que disparidade: enquanto o novo O Esquadrão Suicida (de James Gunn) angariou os exemplares 96% de aprovação, seu predecessor, fazendo uso do mesmo material em mãos, amargou irrisórios 26% de aprovações com a mesma imprensa cinco anos antes. O que podemos perceber com isso não é a superioridade ou gênio de um cineasta sobre outro, mas sim o aprendizado de um grande estúdio como a Warner no que diz respeito à interferência na visão de um artista para sua obra. Cinco anos se passaram e a mesma Warner cedeu à pressão dos fãs por um Snydercut, a versão planejada por Zack Snyder para sua Liga da Justiça. E a empresa igualmente parece ter dado total liberdade ao diretor James Gunn, que também assina o roteiro, para que entregasse o filme que planejava.

É preciso ter em mente que há cinco anos, a Warner se via desesperada para engatar um universo cinematográfico nos moldes do que a Marvel vinha fazendo. Assim, todos os filmes da DC no período ficariam estigmatizados como produções esquizofrênicas mais preocupadas em tecer ligações entre seus filmes do que criar uma obra coerente com começo, meio e fim. A pressão embutida nos cineastas era tamanha que muitas vezes eles tinham seus filmes “sequestrados” pelos executivos, com profissionais chamados às pressas – e não envolvidos com a produção do filme – para dar seu pitaco e reeditar tais obras. Foi o caso com Esquadrão Suicida (2016), que teve sua versão final editada pela empresa Trailer Park, Inc., responsável pela edição do trailer do filme – aquele com a música do Queen que fez muito sucesso e despertou em todos o interesse imediato pelo produto.

O mundo é um lugar injusto, e no mundo do cinema a competição é visceral. Promessas e sonhos podem ser dilacerados instantaneamente. A carreira de um artista, hoje com o advento da mídia na ponta do dedo de cada espectador, pode ir pelo ralo com apenas um deslize. É devastador pensar no tempo e a dedicação que profissionais aplicam a uma determinada obra e quando o resultado surge, se não agradar é necessário encontrar alguém para culpar. David Ayer foi o diretor de Esquadrão Suicida (2016), então um cineasta estabelecido, tendo trabalhos badalados tanto como roteirista (Velozes e Furiosos / Dia de Treinamento) quanto na direção (Marcados para Morrer / Corações de Ferro).

O novo O Esquadrão Suicida (2021) se beneficiou em partes pelo hype comedido em relação ao longa, que nem de longe se compara ao que foi alcançado com o filme de Ayer em 2016. Há cinco anos, nada no estilo havia sido feito antes, com o filme então sendo o primeiro a se concentrar em vilões como protagonistas ao invés dos heróis. O tal trailer contendo a canção do Queen gerou mais visualizações, por exemplo, do que ambos do que era o maior filme da casa para aquele ano: Batman vs Superman, lançado em março de 2016. De fato, uma das promessas sobre Esquadrão Suicida é que iria fazer pelos personagens secundários da DC o que Guardiões da Galáxia havia feito pelos da Marvel dois anos antes. Ou seja, transformá-los em ícones pop. E aí está uma coincidente ligação com James Gunn.

É preciso levar em conta também que Esquadrão Suicida seguia a recepção mais do que morna que o citado Batman vs. Superman havia recebido da mídia especializada (com 28% de aprovação). Mesmo assim, bastava uma olhada no trailer do filme de Ayer para todos ganharem muita confiança em relação ao longa. Não existe uma pessoa sequer que não tenha sido “enganada” pela prévia mais legal dos últimos anos. O problema foi que depois de termos assistido ao filme, percebíamos que o trailer era mais interessante e melhor. O hype, no entanto, havia sido gerado bem antes, com a revelação do elenco, com a divulgação das imagens dos atores caracterizados como seus personagens. Esquadrão Suicida contou com um dos melhores grupos de atores dos últimos anos, daquele tipo que não acreditamos que tenham conseguido reunir tanta gente boa num único projeto.

Em especial quatro nomes chamavam muita atenção na frente das câmeras. Will Smith, um dos maiores astros de Hollywood, adentrava pela primeira vez nos chamados “filmes de super-heróis”, aceitando um papel que estava muito longe de personagens como Batman, Superman ou qualquer outra figura encapuzada famosa. No filme ele era o bandido Pistoleiro, vilão B da galeria da editora. Sua participação demonstrava a confiança do ator no projeto e numa dinâmica ensamble (termo usado para quando não temos apenas um protagonista dentro da história). Na cola de Smith chegava Margot Robbie, jovem atriz australiana que havia sido revelada como furacão em O Lobo de Wall Street (2013) e aqui repetia a dobradinha com Smith de Golpe Duplo (2015). Robbie ganhava o papel de sua carreira na pele da Arlequina.

Viola Davis já nesta época vinha sendo considerada uma grande intérprete de pura representatividade. Ela havia sido indicada ao Oscar por Histórias Cruzadas (2011), na TV era celebrada na série How to Get Away With Murder (2014-2020) e no mesmo ano ganharia o Oscar por Um Limite Entre Nós. Davis era a escolha perfeita para a fria e calculista Amanda Waller, chefe de uma agência secreta do governo. Fechando o quarteto principal, o excêntrico Jared Leto havia dado um tempo de sua carreira como ator até retornar para sua vitória no Oscar em Clube de Compras Dallas (2013). Sua performance e sua vitória no filme citado o levaram ao papel do psicopata Coringa, um dos maiores vilões da cultura pop. Do filme citado até Esquadrão Suicida foram mais três anos para o ator.

Algumas caracterizações acertaram o alvo, como a de Robbie e Davis, outras se tornaram escolhas duvidosas e controversas, como a de Leto. Seja como for, houve um incrível empenho de todos os atores envolvidos. Todos se entregaram aos papeis, aprendendo lutas, se exercitando, se desafiando, aprendendo a usar armas, técnicas de combate. Robbie aprendeu a andar no trapézio e técnicas de circo. Smith se dedicou com fuzileiros reais. Foram meses de estudos nos mais variados âmbitos da parte de todos os atores. Cara Delevingne, por exemplo, contratada para o papel da feiticeira Magia sem que existisse um roteiro ainda, foi recomendada pelo diretor que andasse nua à luz da lua e sentisse a lama em seus pés descalços – como forma de se preparar para a personagem. Coisa que a modelo e atriz levou à risca.

Margot Robbie aprendeu a arte da tatuagem, já que sua personagem tem o corpo coberto pelos desenhos na pele. O elenco se tornou tão unido que uma forte amizade surgiu entre eles, as fotos divulgadas e tudo que cercava a produção fazia questão de enfatizar este clima de camaradagem, como há muito não se via numa produção deste porte. Era a forma de todos atestarem um envolvimento genuíno além de seu contracheque ao fim do trabalho. A conexão foi tão forte, com o elenco acreditando tanto no projeto, que todos fizeram tatuagens (a maioria feita por Robbie) em seus corpos com os dizeres “SKWAD”, uma gíria na forma de escrever a palavra Esquadrão em inglês. É claro que os relatos mais polêmicos vieram do ator do método Leto que, entre outras coisas, incorporou a persona do Coringa, só queria ser chamado pelo personagem e enviou presentes para lá de bizarros (como ratos) para seus colegas de cena.

A pressão em relação ao projeto já acontecia antes de seu lançamento, com Margot Robbie admitindo ter recebido ameaças de morte por ter aceitado o papel, vindas da parte de “fãs” alucinados e ter percebido a partir daí a dimensão do projeto em que se envolvia. Com o lançamento do filme, a pressão foi outra, mais real e substancial. David Ayer escreveu algumas vezes de forma aberta em suas redes e para a mídia sobre a decepção de ter se dedicado tanto e sua obra não ter agradado. Ayer disse também que faria muitas coisas diferente se pudesse ter uma nova chance – grande parte do seu filme foi retalhada e a construção dos personagens (um número significativo em tela) terminou comprometida pelos cortes, com muitas cenas gravadas não utilizadas no produto final. Sendo o Coringa de Leto um dos que mais sofreram na versão que foi aos cinemas.

Esquadrão Suicida (2016) custou aos cofres da Warner US$175 milhões e recuperou quase tudo em seu fim de semana de estreia na América do Norte, com US$133 milhões em caixa. Foram US$325 milhões em bilheteria no seu território e US$746 milhões ao total no mundo – o que garantiu ao filme um sucesso financeiro. Junte a isso uma vitória no Oscar (na categoria de maquiagem), tornando o longa o quarto filme do subgênero a possuir tal honraria. Não deixa de ser um fato muito curioso Esquadrão Suicida ser o filme “odiado” mais bem sucedido dos últimos anos. O “fracasso”, porém, não passou despercebido pelos mesmos executivos que trataram de afastar Ayer do projeto Sereias de Gotham, seu próximo passo dentro deste universo.

Além de Ayer, um dos que mais sentiram o golpe foi o astro Will Smith, que tratou de se manter longe da continuação de Gunn (e deve estar arrependido agora). Entre mortos e feridos, Margot Robbie foi a que mais lucrou na história (isto é, desconsiderando as ameaças de morte). Arlequina a transformou uma estrela internacional aos 25 anos. A personagem (e Robbie) ganhou filme solo ano passado (Aves de Rapina) e novamente é chamariz em O Esquadrão Suicida (2021), além de ter se tornado, ela, o fenômeno pop que Esquadrão Suicida (2016) planejava ser. Todas as atenções no filme foram para a personagem e a atriz, garantindo extrema popularidade nas mais variadas mídias. Hoje, até quem não assistiu ao filme sabe da Arlequina.

David Ayer, cinco anos passados e com a poeira tendo baixado, começa a falar em sua versão do filme, querendo seguir pelo caminho do Snydercut. Agora com a propriedade nas mãos de outro cineasta, pode ser que o estúdio considere que esse “barco já partiu”. Isso é, a não ser que os fãs comessem a se mexer nesta direção.

‘On My Block’ é renovada para 2ª temporada pela Netflix

Quatro semanas após da estreia da primeira temporada, ‘On My Block‘ está oficialmente renovada para o segundo ano.

A série é centrada em quatro amigos adolescentes, que encaram a agitada vida em Los Angeles e os desafios no colégio em que estudam. Com pouco dinheiro no bolso e muito companheirismo, estão prontos para enfrentarem todos os desafios da vida com muito bom humor.

A série foi criada por Lauren Iungerich, Eddie Gonzalez e Jeremy Haft.

A dramédia romântica da Netflix é estrelada por Sierra Capri, Jason Genao, Brett Gray, Diego Tinoco, Jessica Marie Garcia e Ronni Hawk.

A 2ª temporada deve estrear em 2019.

‘Alita: Anjo de Combate’ ganha novo cartaz belíssimo; Confira!

Alita: Anjo de Combate‘ ganhou um novo cartaz belíssimo.

Confira:

Dirigido por Robert Rodriguez (‘Sin City‘), com roteiro e produção de James Cameron (‘Avatar‘), o longa é baseado no mangá Battle Angel Alita.

Quando Alita (Rosa Salazar) desperta sem memória de quem ela é em um mundo futuro que ela não reconhece, é levada por Ido (Christoph Waltz), um médico compassivo que percebe que em algum lugar nesta casca de ciborgue abandonada está o coração e alma de uma jovem mulher com um passado extraordinário. Enquanto Alita aprende a navegar sua nova vida e as ruas traiçoeiras da Cidade de Ferro, Ido tenta protegê-la de sua misteriosa história, enquanto seu novo amigo de rua Hugo (Keean Johnson) oferece ajuda para recuperar suas memórias. Mas é somente quando as forças mortais e corruptas que controlam a cidade vêm atrás de Alita que ela descobre uma pista de seu passado – ela tem habilidades únicas de combate que os que estão no poder não conseguem controlar. Se ela puder ficar fora de seu alcance, pode ser a chave para salvar seus amigos, sua família e o mundo que ela está amando.

Rosa Salazar estrela como a personagem título. O elenco ainda inclui Jennifer Connelly, Eiza González, Christoph Waltz, Mahershala Ali, Michelle Rodriguez Jackie Earle Haley.

O filme chega aos cinemas nacionais em 14 de fevereiro de 2019.

‘Batwoman’: Vilã é destaque em novo teaser; Assista!

A CW divulgou um novo teaser de ‘Batwoman‘, estrelada pela Ruby Rose, destacando a vilã da série, interpretada pela Rachel Skarsten.

Confira, com o trailer completo:

A série faz parte do Arrowverse, e sua personagem principal foi apresentada durante o crossover Elseworlds.

Kate Kane (Rose) nunca planejou ser a nova vigilante de Gotham. Três anos depois de Batman ter desaparecido misteriosamente, Gotham é uma cidade em desespero. Sem o Cavaleiro das Trevas, o Departamento de Polícia de Gotham City foi invadido e desarmado por gangues criminosas. Para ajudar sua família e sua cidade, ela terá que se tornar a única coisa que seu pai detesta – uma vigilante como Batman. Com a ajuda de sua meia-irmã, Mary (Kang), e do astuto Luke Fox (Johnson), filho do guru da Wayius Enterprises, Kate Kane continua o legado de seu primo desaparecido, Bruce Wayne, como Batwoman. Ainda apaixonada por sua ex-namorada, Sophie, Kate usa tudo em seu poder para combater as maquinações sombrias da psicótica Alice (Skarsten). Mas não a chame de heroína ainda. Em uma cidade desesperada por um salvador, ela deve primeiro superar seus próprios demônios antes de abraçar o chamado para ser o símbolo de esperança de Gotham.

O elenco ainda conta com Meagan Tandy, Dougray Scott, Elizabeth Anweis, Nicole Kang, Camrus Johnson, Rachel Skarsten e Nicole Kang.

A série irá estrear no dia 6 de outubro, na CW.

 

Jovens se apaixonam no trailer de ‘Três Metros Acima do Céu’, nova série da Netflix

A Netflix divulgou o trailer da sua nova série italiana, intitulada ‘Três Metros Acima do Céu‘, que já está disponível no catálogo do serviço de streaming.

Confira o trailer:

Dois jovens de mundos bem diferentes se apaixonam durante o verão italiano à beira do mar Adriático. Eles são jovens, bonitos e cheios de sonhos, em busca da sua identidade, do amor e de quem realmente são.

A produção é baseada nos romances de Federico Moccia.

‘Invocação do Mal 3’: Patrick Wilson e Vera Farmiga na primeira cena oficial da sequência; Confira!

A Warner Bros. divulgou um vídeo com a prévia dos seus próximos lançamentos, que traz a primeira cena da sequência ‘Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio‘.

Na marca dos 16 segundos, Patrick Wilson e Vera Farmiga aparecem aceitando um novo caso. “Como podemos ajudar?”, o personagem Ed Warren pergunta.

Confira:

O longa chegará aos cinemas dos EUA e à HBO Max no dia 4 de junho. No Brasil, permanece agendado para o dia 3 de junho.

Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio‘ será baseado mais uma vez em um dos casos reais solucionados por Ed e Lorraine Warren.

Dessa vez, não veremos uma casa mal-assombrada como nos dois primeiros filmes, e sim um dos casos mais assustadores e POLÊMICOS da história: a possessão demoníaca do jovem Arne Cheyenne Johnson, no caso conhecido como O Julgamento do Demônio Assassino/O Diabo Me Fez Fazer. 

Confira a descrição do trailer:

O vídeo começa falando sobre o caso de um homem que esfaqueou vinte e uma vezes um colega em um canil e foi inocentado alegando uma possessão demoníaca. Os juízes chamaram dois peritos para estudarem o caso: Ed e Lorraine Warren. Vemos os dois recebendo uma ligação e viajando para uma cidade, aonde entram em um necrotério com um corpo carbonizado. A cena é aterrorizante. Quando Lorraine toca no defunto, as luzes se apagam e uma entidade assustadora surge em uma cena extremamente aterrorizante! O clima parece ser tão assustador quanto os primeiros filmes.

James Wan não retornará para a direção; Michael Chaves (‘A Maldição da Chorona‘) assume em seu lugar.

‘Hit & Run’ é CANCELADA pela Netflix após uma temporada

De acordo com o Deadline, a Netflix cancelou oficialmente a série de suspense ‘Hit & Run‘ depois de apenas uma temporada.

Infelizmente, a primeira temporada terminou com um desfecho aberto e incompleto.

Na trama, o amor incondicional de um homem o leva a embarcar numa jornada sombria em busca da verdade sobre o assassinato de sua esposa.

O elenco conta com Lior Raz, Gregg Henry, Igal Naor, David Anthony Buglione e David Shumbris.

‘Horizon Zero Dawn’: Netflix está desenvolvendo série baseada no jogo

De acordo com o Deadline, a Netflix está desenvolvendo uma série baseada em ‘Horizon Zero Dawn‘, popular jogo pós-apocalíptico do PlayStation.

O site afirma que o projeto ainda está nos estágios iniciais.

Desenvolvido pela Guerilla Games, o jogo é ambientado em um universo pós-apocalíptico habitado por criaturas robóticas, conhecidas como Máquinas, de vários tamanhos e ameaças. A trama gira em torno de uma caçadora ambiciosa chamada Aloy, que busca descobrir o que aconteceu no passado.

Lançado em 2017, o primeiro jogo recebeu diversas indicações em premiações, incluindo Jogo do Ano, Melhor Narrativa e Melhor Direção no The Game Awards.

A sequência, ‘Horizon Forbidden West‘, foi lançada no começo deste ano, para PlayStation 4 e PlayStation 5.

Novas informações sobre a adaptação devem ser divulgadas em breve.

‘DOM’ é renovada para a 3ª e ÚLTIMA temporada

De acordo com o Variety, a série brasileira ‘DOM‘ será finalizada na 3ª temporada.

Com as filmagens já iniciadas, o ciclo final será dirigido por Adrian Teijido (‘Narcos’) e Vellas. Em entrevista ao site, o cineasta Vellas comentou sobre o que podemos esperar da última temporada:

“O ciclo final será ainda mais grandioso. Todos os episódios terão um grande impacto, além de todo drama, história e tudo mais. Nós tentamos desenvolver algo com muita energia e cenas de ação enquanto contamos nossa história. Acredito que todos ficarão impressionados com o final da série.”

Vale lembrar que a 2ª temporada estreará no dia 17 de março.

Após os eventos finais do primeiro ciclo, Pedro Dom (Gabriel Leone) vai parar na cadeia, Jasmin (Raquel Villar) está grávida e Victor (Flávio Tolezani) acredita que, dessa vez, pode nunca mais reencontrar seu filho.

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

A trama gira em torno de Victor, um policial que dedicou sua vida à guerra contra as drogas, e de seu filho, Pedro, um dependente químico que se tornou um dos maiores criminosos do Rio de Janeiro.

O elenco conta com Gabriel Leone, Flavio Tolezani, Filipe Bragança, Raquel Villar, Isabella Santoni, Ramon Francisco, Digão Ribeiro, Fabio Lago, Julia Konrad e André Mattos.

‘Wonka’ ultrapassa US$ 250 milhões nas bilheterias mundiais

Wonka‘ continua cativando o público neste final de ano! A pré-sequência ‘A Fantástica Fábrica de Chocolate‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 250 milhões nas bilheterias mundiais.

Em menos de três semanas, o longa entrou para o TOP 20 das maiores arrecadações do ano, desbancando blockbusters como ‘Dungeons & Dragons: Honra Entre Rebeldes‘ (US$208.1M) e ‘As Marvels‘ (US$205M).

Nos EUA, a produção já arrecadou US$ 83.5 milhões. No mercado internacional, foram US$ 171.3 milhões – totalizando US$ 254.8 milhões mundialmente.

Vale lembrar que o filme estrelado por Timothée Chalamet (‘Duna’) arrecadou sólidos US$ 39 milhões em sua estreia nas bilheterias norte-americanas. Para termos de comparação, musicais clássicos como ‘Mamma Mia!‘ e ‘Hairspray‘ estrearam com US$ 27.7 milhões e US$ 27.8 milhões no país, respectivamente.

Após uma sucessão de fracassos do gênero – ‘Em um Bairro de Nova York‘ ($11.5M), ‘Amor, Sublime Amor‘ ($10.5M) e ‘Querido Evan Hansen‘ ($7.4M) –, ‘Wonka‘ está se tornando o retorno triunfante dos musicais nas telonas.

Confira nossa crítica:

Além de Chalamet, o elenco conta com Hugh GrantKeegan Michael-KeyTom DavisSimon FarnabyKobna Holdbrook-SmithMathew BayntonJim CarterRich FulcherOlivia ColmanSally Hawkins e Rowan Atkinson.

 

Influencers são ASSASSINADOS no trailer do terror ‘Reality de Horror’; Confira!

A PlayArte divulgou o trailer nacional do terror ‘Reality de Horror: Influencers em Pânico‘.

Confira, dublado e legendado:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 7 de novembro.

Reality de Horror é a versão assustadora de um Reality com famosos influenciadores que ficam juntos confinados em uma mansão em Los Angeles. O programa mostra o dia a dia dos jovens ricos e famosos. Inesperadamente o líder da casa, Mario, morre misteriosamente. Um ano depois, uma nova influenciadora, Amanda, é convidada a entrar na casa, e um novo fato passa a assombrar a todos. No aniversário da morte de Mario, o grupo perde o controle da casa e os influenciadores começam a morrer um a um.

O elenco conta com Kara Royster, Pedro Correa, Ciera Angelia, Chris O’Neal, Cassandra Scerbo, Nathan Ansermet, Rafael Cebrián, Dalton Ell, Isabella Genovese, Dallas Hart, Jessy Holen, Kyle Matthew, Motoki Maxted e Maya Mohaupt.

Dame Pierre e Mike Ware são responsáveis pela direção.

‘Stream 2’: Sequência do TERROR está em desenvolvimento

De acordo com o Bloody Disgusting, uma sequência para o terror ‘Stream‘ está oficialmente em desenvolvimento.

David Howard Thornton, que dá vida ao psicótico palhaço Art na franquia ‘Terrifier‘, reprisará seu papel do primeiro filme.

Michael Leavy retornará à direção.

A continuação irá “explorar os temas apresentados no primeiro filme e se aprofundar no esquema do jogo doentio de vida e morte”.

Confira o primeiro cartaz e siga o CinePOP no Youtube:

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“‘Stream’ sempre foi criado para ser uma carta de amor à comunidade do terror. Desde o seu lançamento nos cinemas, a reação dos fãs foi incrivelmente positiva e a recepção ganhou ainda mais força com 95% de aprovação no Rotten Tomatoes. É por isso que precisávamos dar ao público o que eles querem… mais sangue,” declarou o cineasta.

No longa original, em busca de reaproximar a família, Roy e Elaine Keenan decidem recrear antigas férias em um hotel tranquilo. O que deveria ser um fim de semana relaxante se torna um pesadelo quando quatro assassinos transformam sua estadia em um jogo mortal.

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Kevin Williamson NÃO irá dirigir ‘Pânico 8’

Em entrevista ao Hello Sidney, Kevin Williamson confirmou que não planeja retornar à direção da sequência ‘Pânico 8‘.

O cineasta, que só havia comandado um único longa-metragem antes de dirigir o sétimo capítulo da franquia que ele ajudou a criar, revelou que só assumiu a posição após um pedido pessoal da Neve Campbell (‘Jovens Bruxas’). “Ela pediu e eu vim correndo,” declarou.

“É ótimo fazer parte da família ‘Pânico’, mas isso não significa que eu tenha que estar sempre em evidência. Nem sempre preciso escrever ou dirigir. Outras pessoas podem assumir o comando.”

Sucesso nos cinemas, ‘Pânico 7‘ já arrecadou quase US$ 150 milhões mundialmente.

Em menos de duas semanas, o novo filme já superou a bilheteria total de ‘Pânico 4‘ e ‘Pânico‘ (2022), tornando-se a quinta maior arrecadação da franquia.

Diretor original de ‘Pânico 7’ revela o VERDADEIRO motivo que o fez abandonar o filme

Além disso, o sétimo filme recebeu uma nota B- do público no CinemaScore. Apesar de ser a menor média de aprovação da franquia (ao lado de ‘Pânico 4‘), a nota não está muito longe da maior (B+), alcançada pelo longa original, sua primeira sequência e os dois capítulos estrelados pela Melissa Barrera e Jenna Ortega.

Os críticos, por outro lado, não parecem ter gostado muito da sequência – que permanece como a pior média de aprovação da saga no Rotten Tomatoes, com apenas 34%.

Astros ELOGIAM a direção de Kevin Williamson em ‘Pânico 7’: “Ele trouxe vários elementos do original”

Pânico 7‘ segue em exibição nos cinemas nacionais!

“INCRÍVEL!”: Internautas rasgam elogios ao primeiro trailer de ‘Pânico 7’

Na trama, quando um novo Ghostface surge na pacata cidade onde Sidney Prescott (Neve Campbell) reconstruiu sua vida, seus medos mais sombrios se tornam reais enquanto sua filha (Isabel May) se torna o próximo alvo do assassino. Determinada a proteger sua família, Sidney terá que enfrentar os horrores do seu passado para acabar com o massacre de uma vez por todas.

Além de Neve Campbell como Sidney, Courteney Cox também retorna como a jornalista Gale Weathers. Isabel May, Jasmin Savoy Brown, Mason Gooding, Anna Camp, Joel McHale, Mckenna Grace, Michelle Randolph, Jimmy Tatro, Asa Germann, Celeste O’Connor, Sam Rechner, Ethan Embry, Tim Simons e Mark Consuelos completam o elenco.

Kevin Williamson, criador dos personagens da franquia, é diretor e roteirista da produção. Guy Busick assina o roteiro em conjunto com Williamson e a história ao lado de James Vanderbilt. Vanderbilt ainda atua como produtor ao lado de William Sherak e Paul Neinstein.

‘The True American’: Pablo Larraín vai dirigir produção estrelada por Tom Hardy

Pablo Larraín, o diretor por trás de ‘Jackie’, vai assumir a direção do filme ‘The True American’, que anteriormente contava com Kathryn Bigelow no comando.

Estrelado por Tom Hardy, a produção é fruto de uma adaptação do livro de não ficção de Anand Giridharadas, intitulado ‘Murder And Mercy In Texas’. A trama traz a história de Raisuddin Bhuiyan, um oficial da Força Aérea de Bangladesh, que deseja viver nos Estados Unidos e trabalhar no setor tecnológico. Ele conseguiu entrar no país, encontrando um emprego temporário em uma conveniência, onde um destino cruel interveio. Alguns dias após o 11 de Setembro de 2001, um autointitulado “terrorista americano”, chamado Mark Stroman, entrou na loja e atirou nele.

Mas a história não termina aqui. Enquanto Stroman recebe a sentença de morte por seus crimes e Bhuiygan luta para se recuperar dos ferimentos que quase o mataram, ele decide ir atrás de seu agressor e lhe confere perdão, à medida que também inicia uma campanha contra a pena de morte em seu Estado. Stroman acaba se tornando um homem melhor na prisão.

Kathryn Bigelow ainda está envolvida com o projeto como produtora e além de dirigir Pablo Larraín assume também o roteiro.

‘Famous in Love’: Série da criadora de ‘Pretty Little Lies’ ganha novo vídeo; Confira!

A segunda temporada da série ‘Famous in Love‘, desenvolvida pela mesma criadora de ‘Pretty Little Liars‘, Marlene King, ganhou um novo vídeo.

Confira:

Estrelada por Bella Thorne, a produção conta a história de Paige Townsen, após um teste de elenco que muda sua vida.

Sobre o novo ciclo, a chefe da série conversou com a revista EW e pontuou o que vem por aí no segundo ano:

“Essa temporada de ‘Famous in Love’ vai explorar como é de fato o sucesso em Hollywood em vários níveis, desde Cassie conquistando um comercial de TV nacional, à Paige conquistando sua primeira capa de revista”.

Famous in Love’ é exibida pela emissora da Disney, Freeform.

‘Stranger Things 3’: Millie Bobby Brown receberá aumento generoso

A 3ª temporada de ‘Stranger Things‘ é uma das mais aguardadas para 2019 e, certamente, uma das personagens mais importantes e impactantes da trama é a Eleven.

E devido à  sua grande relevância e alcance popular entre os fãs, a intérprete da peculiar figura, Millie Bobby Brown, receberá um aumento generoso em seu salário, se igualando ao mesmo recebido pelos veteranos astros Winona Ryder e David Harbour.

Com o aumento, a jovem atriz vai passar a receber o montante equivalente a US$350,000 por episódio.

 

Recentemente, foram divulgadas imagens de Millie Bobby Brown filmando na praia.

Confira:

 

‘Quarteto Fantástico’: Josh Trank faz duras avaliações de seu filme quatro anos depois

Já fazem quatro anos desde a estreia da última versão de Quarteto Fantástico e, assim como basicamente todas as outras investidas para o núcleo super-heroico, o filme tornou-se um fracasso crítico e comercial.

E após tantos anos, o diretor da produção, Josh Trank, decidiu reavaliar seu próprio filme, por meio de uma breve análise feita na plataforma de filmes Letterboxd.

Em uma publicação, ele ponderou – com dureza – as falhas do longa, afirmando que até gostaria que nem o filme aparecesse no campo de busca da rede social. Indo mais além, Trank revelou que na época de seu lançamento ele estava em um estado mental bem traumático e que re-analisando o filme hoje, o pondera como sendo mediano.

Confira alguns trechos:

“Ótimo elenco. Todos no filme são bons atores e no geral existe um filme ali, em algum lugar. E aquele elenco merece estar naquele filme. Todos que trabalharam em Quarteto Fantástico claramente queriam estar fazendo aquele filme. Mas… ao final de tudo, esse não foi aquele filme. Eu fiz o filme que eles mereciam ter participado? Sinceramente? Não sei dizer. O que posso dizer é que existem dois filmes diferentes em um filme, que estão competindo para ser aquele filme. Existe uma versão de Trank? Não importa. Eu não sou Zack Snyder. Ele é um cineasta lendário, icônico e célebre, que tem mandado ver desde que eu estava no Ensino Médio. Eu? Naquela época? Estava com 29 anos de idade, fazendo meu segundo filme, em uma situação mais complicada que tudo que um cineasta em seu segundo filme poderia estar enfrentando. Dito isso, eu não me arrependo de nada disso. É parte de mim. E eu só espero que Peyton Reed faça o próximo Quarteto Fantástico e arrase nele. E que eu possa ter minha participação especial nele”.

Quarteto Fantástico‘ foi lançado em 2015 e contou com US$ 120 milhões em seu orçamento. Sua bilheteria rendeu grandes prejuízos à 20th Century Fox, com uma arrecadação efêmera de US$ 168 milhões.
 

 

‘Um Maluco no Pedaço’: Divertido vídeo apresenta as duas versões da Tia Viv; Assista!

O especial da HBO Max com o elenco original de ‘Um Maluco no Pedaço‘ teve sua estreia na noite da última quarta-feira (18).

E para celebrar esse reencontro e a reconciliação entre a atriz Janet Hubert-Whitten e o restante do elenco, um novo e divertido vídeo foi compartilhado pelo astro Will Smith, que apresenta as duas versões da personagem Tia Viv.

O rápido vídeo, que foi compartilhado pela conta oficial de Smith no Instagram, brinca com a troca de atrizes e celebra ambas como rainhas:

Assista ao trailer:

Confira as imagens:

A reunião celebra o aniversário de 30 anos desde o lançamento da série, com o elenco conversando sobre a produção e o impacto cultural desde sua estreia.

O especial conta com o retorno de Will Smith (Will), Tatyana Ali (Ashley), Karyn Parsons (Hilary), Joseph Marcell (Geoffrey), Daphne Maxwell Reid (Tia Viv 2), DJ Jazzy Jeff (Jazz) e Alfonso Ribeiro (Carlton). Infelizmente, James Avery — que interpretou o patriarca Philip Banks — morreu em 2013.

Marcus Raboyis será responsável pela direção do especial.

Vale lembrar que um reboot de ‘Um Maluco no Pedaço‘ está em desenvolvimento.

O novo show terá uma veia mais dramática e trará Morgan Cooper e Smith supervisionando a produção. Cooper entra como roteirista, diretor e co-produtor executivo.

O projeto esteve nos papéis por mais de um ano. Agora, a Peacock, a HBO Max e a Netflix estão disputando pelos direitos de transmissão do reboot.

A série original foi exibida pela NBC entre 1990 e 1996, com nada menos que 148 episódios. O sucesso ajudou a alavancar a carreira de Smith e também trouxe no elenco Alfonso Ribeiro, Tatyana Ali, Karyn Parsons, Daphne Maxwell Reid, Joseph Marcell, DJ Jazzy Jeff e James Avery (este último tendo falecido em 2013).

No Brasil, a série foi exibida pelo SBT.

Relembre a abertura:

‘This is Us’: 6ª e ÚLTIMA temporada ganha primeiras imagens oficiais; Confira!

A 6ª e última temporada de ‘This is Us‘ ganhou suas primeiras imagens oficiais, divulgadas com exclusividade pela revista EW.

Lembrando que o vindouro ciclo estreia em menos de dois meses, com seu primeiro episódio sendo exibido no dia 04 de janeiro de 2022. O ciclo de encerramento contará com 18 capítulos no total.

Confira as imagens:

THIS IS US — “The Challenger” Episode 601 — Pictured: (l-r) — (Photo by: Ron Batzdorff/NBC)
THIS IS US — “The Challenger” Episode 601 — Pictured: (l-r) — (Photo by: Ron Batzdorff/NBC)
THIS IS US — “The Challenger” Episode 601 — Pictured: (l-r) — (Photo by: Ron Batzdorff/NBC)
THIS IS US — “The Challenger” Episode 601 — Pictured: (l-r) — (Photo by: Ron Batzdorff/NBC)
THIS IS US — “The Challenger” Episode 601 — Pictured: (l-r) — (Photo by: Ron Batzdorff/NBC)
THIS IS US — “The Challenger” Episode 601 — Pictured: (l-r) — (Photo by: Ron Batzdorff/NBC)

Desde sua estreia, ‘This is Us‘ tem sido um dos maiores fenômenos de audiência da televisão americana. A quinta temporada tem registrado 1.0 na demo, com um total de 5.6 milhões de espectadores – o que representa a maior audiência da emissora atualmente.

Vale lembrar que todas as cinco temporadas da produção já estão disponíveis na Star+.

No passado recente, a série ganhou um emocionante vídeo dos bastidores, em que o elenco se despede da série e do público.

Confira:

A série é criada por Dan Fogelman.

A trama é uma crônica da relação de um grupo de pessoas que nasceram no mesmo dia e estão completando 36 anos, incluindo Rebecca (Moore) e Jack (Ventimiglia), um casal esperando trigêmeos; Kevin (Hartley), um ator que está cansado do que faz; Kate (Metz), uma mulher tentando perder peso e Randall (Brown) um homem rico à procura de seu pai biológico. Acompanhamos esse grupo de pessoas especiais cujos caminhos se cruzam através do tempo e suas histórias de vida nos envolvem de uma maneira única.

O elenco conta com Milo Ventimiglia, Mandy Moore, Sterling K. Brown, Chrissy Metz, Justin Hartley, Susan Kelechi Watson, Chris Sullivan, Jon Huertas, Melanie Liburd, Eris Baker, Faithe Herman e Lyric Ross.

Crítica | Pedro e Inês – Longa-metragem português destaca algumas percepções sobre o amor

O fim é sempre um recomeço. Passado, presente, futuro. Será que a mesma história pode ser escrita diversas vezes? Baseado no romance A Trança de Inês de Rosa Lobato de Faria, o longa-metragem português Pedro e Inês navega na idade média, nos tempos atuais, na distopia, usa da poesia, das linhas instigantes das metáforas para de alguma forma mexer com as nossas percepções sobre o que é o amor, ou pelo menos um dos recortes desse tão concorrido mas também conflitante sentimento. Dirigido pelo cineasta Antonio Ferreira, em seu terceiro longa-metragem como diretor, o filme conta com ótimas atuações de grandes artistas portugueses, e parte do princípio da história do Infante (depois Rei) Pedro I, conhecido como Justiceiro, filho do rei Afonso IV e Beatriz de Castela que desenterrou sua amante Inês de Castro para torná-la rainha depois de morta.

Na trama, conhecemos a saga em vários tempos de Pedro (Diogo Amaral) e Inês (Joana de Verona). Duas almas que parecem conectadas além tempo, mudando histórias, trajetórias e gerando choques de pensamentos dos que os circulam em todas essas linhas temporais impostas pela história. A dor e o desespero dos sentimentos acompanham esses amantes que em todas as fases desse amor enfrenta o conflito entre a felicidade completa aos seus respectivos olhos e a tragédia, esse último quase um fio condutor de qualquer ação que eles tomem para se manterem unidos.

Enxergamos a história pela ótica de Pedro. Inconsequente, é o que menos sabe lidar com todo o sentimento que é lhe colado em sua frente, deixando de saber conviver com isso, as razões objetivas, críticas e egoístas viram quase um estado de iminência. Aos olhos dos outros, seu amor por Inês sempre fora algo não bem visto por gerar diversas barreiras em seus respectivos entendimentos, esses conflitos trazidos pelo maior dos sentimentos ganham contornos dramáticos, com imposições e outras questões.

Exibido na Mostra de São Paulo e no Festival do Rio anos atrás, o projeto busca explicações para seus porquês dentro da estrada sempre muito interpretativa do amor atemporal. Há um grande poder criativo nessa adaptação de um romance de sucesso da literatura portuguesa. A partir do que aconteceu na história, toda a dramática saga do Infante D. Pedro I é vista por inúmeras direções, trazendo pelo tempo suas descosturas o que faz refletir sobre o amor e as relações. Competente e bonito trabalho. Estreia em 8 de julho nos cinemas.

10 Filmes para quem prefere o SUSPENSE ao romance clichê

Quem não curte aquela boa reviravolta que deixa nossos olhos arregalados e prontos para entender os desenrolares da revelação? Alguns filmes provocam essa reação, nos prendendo até o desfecho, que muitas vezes deixam diferentes interpretações para cada pessoa que assiste. Se você gosta de filmes que seguem por esses caminhos, não deixe de conferir o filmes da lista abaixo:

 

Sombras do Passado (Prime Video)

Iris (Angela Schijf) é uma advogada e mãe de um filho autista que, inesperadamente, descobre a existência de um irmão (Fedja van Huêt) até então desconhecido — e, para sua surpresa, ele está preso, acusado de assassinato. Movida pela urgência de entender essa história, ela se lança em uma corrida contra o tempo, desvendando segredos profundos ligados ao crime e, sobretudo, à sua própria família.

 

Os Malditos (HBO MAX)

Explorando de forma contundente um mito ligado a espíritos morto-vivos da mitologia nórdica antiga, o longa-metragem europeu Os Malditos eleva a atmosfera de tensão através de uma série de elementos que atravessam o silêncio na iminência da loucura. Dirigido por Thordur Palsson e protagonizado pela atriz australiana Odessa Young, o projeto se apoia em crendices antigas sem evitar incômodos, imerso em uma narrativa que faz um voo rasante entre o terror e o suspense psicológico.

 

De Sombra e Silêncio (Prime Video)

A vida do veterinário Martin (Marian Mitas) passou por uma enorme transformação após um acidente de trabalho, fato esse que o deixou em uma situação estável mas bastante limitada, sem falar e com sérios problemas. Para cuidar dele, a esposa Erika (Jana Plodková) entra logo num embate com a sogra Dana (Milena Steinmasslová), com quem nunca teve boa relação. Com a chegada de uma outra mulher nessa história, segredos do passado vai sendo passados a limpo culminando em uma série de situações surpreendentes.

 

O Suspeito da Rua Arlington (Prime Video)

Lançado 25 anos atrás, o subestimado filme O Suspeito da Rua Arlington nos leva para um intenso suspense ao longo de duas horas de projeção. Na trama, conhecemos um professor universitário viúvo que começa a desconfiar que seus vizinhos escondem alguns segredos e resolve investigar.

 

Cuckoo (Prime Video)

Gretchen (Hunter Schafer) é uma jovem de quase 18 anos que, após um acontecimento, precisa ir morar com seu Luis (Marton Csokas), sua madrasta Beth (Jessica Henwick) e sua meia-irmã Alma (Mila Lieu) em um resort nos Alpes Bávaros, na Alemanha, que é o ponto de um futuro projeto de seu pai. Chegando nesse lugar, distante dos dias agitados dos Estados Unidos que está acostumada, Gretchen começa a perceber aos poucos que alguns curiosos segredos estão circulando pelo seu redor.

 

Instinto Materno (Telecine)

Chegou ao catálogo do Telecine um suspense psicológico que instaura uma intrigante Guerra Fria entre duas amigas que, após um grave acidente doméstico, vivem uma relação despedaçada e imprevisível. Primeiro trabalho na direção do experiente diretor de fotografia francês Benoît Delhomme, Instinto Materno joga seus esforços para apresentar adultos lidando com uma situação incontrolável, onde a terceirização da culpa se torna uma constante.

 

A Ordem (Prime Video)

Ao se mudar para uma nova cidade, o agente do FBI Terry Husk (Jude Law) logo se depara com surgimento – e logo ascensão – de um grupo de supremacistas brancos que levantam dinheiro através de roubo a banco e falsificação de cédulas. Seu líder é Bob Mathews (Nicholas Houht), um homem impiedoso e metódico que a cada hora se torna mais poderoso. Buscando fechar o cerco contra o grupo, Husk se une ao policial Jamie (Tye Sheridan) para uma caçada sangrenta e com algumas reviravoltas.

 

A Noite do Traidor (Mercado Play)

Na trama, conhecemos Marie (Nathalie Baye), uma mulher da alta sociedade francesa no pós guerra que resolve reunir alguns amigos que fazem parte da resistência francesa durante a ocupação nazista. Após amistosas reapresentações, o clima esquenta, com o grupo descobrindo que seu líder, morto em uma possível emboscada durante os conflitos de outrora, foi traído por um deles. Assim, uma pergunta terá que ter resposta: qual deles foi o traidor?

 

O Guardião Invisível (Netflix)

Na trama, conhecemos a Inspetora Amaia Salazar (Marta Etura), uma mulher que descobre estar grávida de seu marido. Amaia é designada a chefiar uma investigação sobre um possível serial killer que cometeu seu último assassinato em uma região que morou quando criança e onde vive sua misteriosa família. Chegando até o lugar onde foi criada, percebe que as coisas mudaram pouco desde sua saída, e, assim, além de participar de uma implacável busca pelo assassino, precisará combater fantasmas do seu passado cheio de tensão e que poucos conhecem.

 

A Geração do Mal (Prime Video)

Gintas é um delegado de uma pequena cidade na Lituânia que, ao almejar ser o prefeito do lugar, uma enxurrada de situações macabras se juntam à sua própria inconsequência.

Dossiê 007 | Um Novo Dia para Morrer (2002) – Halle Berry, muito gelo e a despedida de Pierce Brosnan em 20º Filme

007 – Sem Tempo para Morrer, o vigésimo quinto filme oficial da franquia mais duradora do cinema, tem estreia programada em nova data para o dia 30 de setembro de 2021 exclusivamente nos cinemas – após ser adiado do ano passado devido à pandemia. Como forma de irmos aquecendo os motores para esta nova superprodução que, como dito, faz parte de uma das maiores, mais tradicionais e queridas franquias cinematográficas da história da sétima arte, resolvemos criar uma nova série de matérias dissecando um pouco todos os filmes anteriores, trazendo para você inúmeras curiosidades e muita informação.

Muito pode ser dito da era Pierce Brosnan na franquia 007, mas o fato foi que nos anos 1990 os produtores da EON Pictures finalmente recuperavam a popularidade que James Bond merecia junto ao grande público – algo visto anteriormente apenas com Sean Connery no papel, nos anos 1960, considerada a era de ouro do personagem. Hoje olhando para trás, no entanto, apesar de terem atingido números impressionantes de bilheteria na época, junto aos fãs a era de Brosnan não é uma das mais bem posicionadas. Isso porque o único filme do ator que parece ter alguma ressonância é justamente sua estreia em Goldeneye. E aqui, em sua quarta investida no agente secreto foi onde as coisas realmente saíram dos trilhos. Se prepare pois será uma viagem turbulenta. Vamos conhecer os detalhes de produção do vigésimo filme da franquia: Um Novo Dia Para Morrer.

Leia também: Todas as Matérias Dossiê 007 – até o momento

Produção

Os produtores Barbara Broccoli e Michael G. Wilson, atuais chefes da EON Pictures, responsável pela franquia 007 no cinema, não poderiam estar mais felizes com seus últimos três filmes da franquia. Goldeneye, O Amanhã Nunca Morre e O Mundo Não é o Bastante foram verdadeiros fenômenos midiáticos, jogando a série novamente na cultura popular e permanecendo entre as maiores produções da época. É verdade que a concorrência na década de 1990 era grande, mas James Bond fazia frente de igual a igual. A cada novo exemplar um novo recorde era mantido, com O Mundo Não é o Bastante chegando para se tornar o mais rentável na franquia então.

Assim, a expectativa para o próximo exemplar não poderia ser maior. De fato, a MGM, estúdio responsável por lançar todos os filmes de 007, proporia um acordo para a EON visando o aniversário de 40 anos da franquia e o vigésimo filme da série. O estúdio estava disposto a oferecer o maior orçamento até aquele momento para comemorar as duas marcas em grande estilo. Em troca, o estúdio desejava o maior filme da franquia, um épico da ação. E para isso até tentaram conseguir grandes nomes do gênero, como Tony Scott e John Woo – ambos recusaram por achar que não teriam autonomia de comando na produção.

O que acontece é que naquela época, agora no início dos anos 2000, a concorrência havia ficado mais pesada para James Bond. E não apenas de outras superproduções, mas de outros filmes do gênero espionagem e ação no cinema. Em 2000, era lançado Missão: Impossível 2, com Tom Cruise, e havia se tornado fenômeno. Em 2002, A Identidade Bourne e Triplo X injetavam sangue novo no subgênero. De fato, a aventura com Vin Diesel até tirava sarro com 007, alfinetando o espião como algo ultrapassando e abrindo espaço para novos agentes secretos mais jovens e modernos. Assim, além de tudo o novo filme de James Bond precisava ser mais descolado e dinâmico.

Para o comando, finalmente era contratado Lee Tamahori, que vinha do sucesso de No Limite (1997). A ideia do diretor era criar o filme da franquia mais grandioso e repleto de ação. Porém, à moda da época, terminou por encher as cenas com efeitos especiais gerados por computadores – um dos aspectos mais negativos da produção.

James Bond

Pierce Brosnan retornava para seu quarto filme no papel de James Bond e comemorava o vigésimo filme em grande estilo. No entanto, o resultado de Um Novo Dia Para Morrer terminou por, entre outras coisas, eliminar as chances de retorno do ator – algo que ele visava. Segundo entrevistas recentes, Brosnan afirma que estava pronto para retornar quando o estúdio e os produtores “fecharam a porta em sua cara”. Na verdade, quando Cassino Royale, que viria a ser o próximo capítulo da franquia, foi escrito, ele havia sido pensado com Brosnan no papel. Os realizadores finalmente voltaram atrás porque o centro do filme era a relação entre James Bond e Vesper Lynd, uma mulher que realmente mexeria com o espião e o faria repensar todo o seu papel na agência. E seria estranho ver Brosnan, então um cinquentão, vivendo este tipo de trama. Assim, a opção foi por um ator mais jovem, como bem sabemos. Infelizmente, Brosnan se despediria da franquia aqui, após seu quarto filme, sem que a ideia de deixar o papel tenha sido sua. De unânime mesmo em seu currículo como o personagem, apenas Goldeneye.

Missão Secreta

O vigésimo filme de 007 já começa de forma inédita, com James Bond sendo capturado na Coréia do Norte após uma missão ter saído errado. Após passar um ano e dois meses sendo torturado e aprisionado, ele finalmente consegue a liberdade e parte para se vingar. Esse é um dos filmes que mais exibem a tensão entre o agente secreto e sua chefe na agência M (ainda interpretada por Judi Dench). Suas pistas do vilão responsável por sua tortura, o Coronel coreano Tan-Sun Moon (Will Yun Lee), o levam diretamente para o magnata britânico Gustav Graves (Toby Stephens), empresário do ramo da energia limpa e playboy aventureiro de plantão. No encalço, o espião irá descortinar segredos estarrecedores, ao mesmo tempo em que, assim como em O Amanhã Nunca Morre e O Espião que me Amava, precisa colaborar com uma agente secreta de outro país, desta vez uma americana da CIA apelidada Jinx (Azarada).

Bondgirls e Aliados

Em Um Novo Dia Para Morrer temos provavelmente a atriz mais famosa e celebrada na franquia até aqui. Halle Berry era um nome muito conhecido, havia acabado de ganhar um Oscar (por A Última Ceia) e lançado a superprodução X-Men (2000) no papel de Tempestade. Berry estava em todo lugar e sua inclusão no vigésimo filme foi muito badalada. De fato, ela até dividiu diversos cartazes do filme com o protagonista, ganhando muito destaque no papel. Era a hora, afinal hoje se discute muito uma James Bond mulher. Jinx era uma agente da CIA na cola dos mesmos vilões. Era também a primeira Bondgirl principal negra da franquia, quebrando assim mais um tabu. Berry também foi a primeira atriz negra a ganhar um Oscar de atuação principal. O sucesso foi tanto que assim como Michelle Yeoh em O Amanhã Nunca Morre, sua personagem gerou muitos falatórios de um filme solo.

Ao contrário da atriz chinesa, o filme solo da personagem de Halle Berry parecia certo e chegou até a estágios de pré-produção, com um roteiro pronto e a direção de Stephen Frears vinculada. Nos finalmentes, a MGM desistiu da ideia, enfurecendo os produtores da EON. O estúdio, porém, visava investir no reboot de 007 com Daniel Craig no papel, assim não teria espaço para a personagem ter sua própria franquia derivada em outra linha narrativa, já que seria saída da era Brosnan. Pior para Berry e os fãs de Jinx.

Mas Um Novo Dia Para Morrer ainda conta com uma segunda Bondgirl. E se tem um quesito onde o filme acerta é em suas personagens femininas. Uma Rosamund Pike ainda “menina” aos 22 aninhos estreava no cinema e logo de cara abocanhava o papel de Miranda Frost. Agente do MI6 e colega de James Bond, Frost, como diz seu nome gelado, é a Bondgirl má e se revela uma traidora mancomunada com o principal antagonista do filme. Pike ficaria marcada em tais papeis e interpreta uma mulher fria e calculista como ninguém. A atriz deslanchou para a fama justamente num papel destes, como Amy Dune em Garota Exemplar (2014), pelo qual foi indicada ao Oscar. Depois disso, lançou na Netflix o igualmente ótimo Eu Me Importo. Mas tudo começou mesmo aqui, na franquia 007 com Miranda Frost.

Vilões

Como eu já havia mencionado anteriormente na matéria passada do Dossiê 007, uma característica que marcou a era Pierce Brosnan da franquia foram as reviravoltas em relação aos vilões. Em Goldeneye, o verdadeiro antagonista era 006, o ex-parceiro de James Bond dado como morto. Em O Mundo Não é o Bastante, a vítima de sequestro e herdeira do império de petróleo Elektra King era a verdadeira vilã manipulando a trama. E em Um Novo Dia Para Morrer sabemos que o vilão é o playboy Gustav Graves, mas não sabemos exatamente quem ele é.

Isto é, até termos revelada sua verdadeira identidade. Acontece que Graves passou por uma intensa cirurgia estética e reestruturação de seu DNA. Ele é na verdade o jovem Coronel Moon, que de coreano se tornou britânico, com feições ocidentais assumindo nova identidade. Bem, o fato é criativo, mas extremamente fantasioso. O que fez muitos fãs e críticos simplesmente torcerem o nariz, considerando esta reviravolta simplesmente idiota demais. E você, o que acha?

Fora isso, o vigésimo filme ainda traz um dos capangas mais estilosos da era Brosnan. Ou talvez o mais marcante, ao menos visualmente. Trata-se de Zao, personagem de Rick Yune. Soldado coreano e braço direito de Moon, ele é ferido numa batalha com James Bond e tem seu rosto totalmente cravejado de diamantes. Sua aparência esbranquiçada, de olhos claros e a pele toda marcada de diamantes é um dos visuais chamativos que a série tanto gostou de apresentar.

Relatório

Em resumo, Um Novo Dia Para Morrer foi para a era Brosnan o que O Foguete da Morte havia sido para a era Roger Moore. Um filme tão fantasioso, surreal e nonsense que fez os produtores repensarem totalmente o caminho que deveriam seguir. James Bond indo para o espaço fez sucesso na época, mas parando para pensar, era algo “muito sem noção”. A solução foi pelo filme mais “pé no chão” da era Moore em seguida, Somente Para Seus Olhos. Infelizmente, Pierce Brosnan não teve essa oportunidade e seria eliminado da série em nome de um reboot.

Os problemas de Um Novo Dia Para Morrer são muitos. O uso excessivo de efeitos especiais em cenas de ação tirou qualquer credibilidade mínima que o filme pudesse ter. A mais lembrada e criticada é a cena em que o espião, já cinquentão, usa um paraquedas para fazer kite surfe enquanto desliza numa grande onda. O filme é cheio destas “escorregadas”, como o infame carro invisível. Tudo isso faz grande parte dos fãs e críticos considerarem Um Novo Dia Para Morrer o pior filme da franquia. O “Batman & Robin” dos filmes de 007.

Um Novo Dia Para Morrer foi um sucesso estrondoso de bilheteria. Se tornou em seu lançamento o filme mais rentável da franquia. E também a prova de que um filme bem sucedido financeiramente pode ser insatisfatório e condenado por boa parte dos fãs. Na parte da trilha sonora, outro ponto emblemático, afinal os 40 anos da série não poderia sair por menos. A Rainha do Pop Madonna canta a música principal que abre o longa, com batidas eletrônicas. Mas a Material Girl fez mais, e resolveu participar numa ponta no papel de uma instrutora de esgrima, numa das cenas mais legais do longa.

Quando uma franquia cresce tanto ao ponto do ridículo, é necessário repensar. Um Novo Dia Para Morrer fez justamente isso, achando que seria descolado e se comportando como aquele “tiozão do pavê”, e chegando a um exagero que não tinha mais para onde ir. Assim, sabiamente, era necessário reiniciar. Pena por Brosnan. Mas iríamos adentrar um novo território bem realista da franquia. Isso, é claro, é tema para um próximo Dossiê.