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Tudo leva ao início no trailer DUBLADO de ‘Através da Minha Janela: Olhos nos Olhos’, 3ª parte da franquia

A Netflix divulgou o trailer completo da sequência ‘Através da Minha Janela: Olhos nos Olhos‘.

Confira:

A produção será lançada na plataforma no dia 23 de fevereiro.

Na trama, depois do último verão, Ares e Raquel não conseguem mais se relacionar e resolvem se separar. Mas, no inverno de Barcelona, eles se veem e percebem que não dá para negar o amor e a atração que sentem um pelo outro. Será que uma reconciliação vem aí?

Clara Galle e Julio Peña estrelam a produção. Hugo ArbuesEric MassipNatalia AzaharaGuillermo LasherasEmilia Lazo e outros completam o elenco.

Dirigido por Marçal Flores, o longa é baseado no livro homônimo de Ariana Godoy.

Todas as Estradas de Terra Têm Gosto de Sal

(All Dirt Roads Taste of Salt)

 

Elenco:

Kaylee Nicole Johnson
Chris Chalk
Jayah Henry

 

Direção: Raven Jackson

Gênero: Drama

Duração: 92 min.

Distribuidora: Pandora Filmes

Orçamento: US$ 2 milhões

Estreia: 21 de Novembro de 2024

Sinopse: 

A trama de TODAS AS ESTRADAS DE TERRA TÊM GOSTO DE SAL segue uma exploração lírica que abrange décadas na vida de uma mulher no Mississippi, o longa-metragem de estreia da premiada poeta, fotógrafa e cineasta Raven Jackson é um retrato envolvente e ricamente detalhado, e uma bela ode às gerações de pessoas e lugares que nos moldam.

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Raven Jackson também assina o roteiro do longa;

Trailer:

Cartazes: 

Cartaz do filme com mãos entrelaçadas.

Fotos: 

Pessoa segurando criança em jardim arborizado.

Pessoas sentadas em galhos de árvore grandes

Casa pegando fogo, pessoas observam de longe

Pessoa olhando no espelho em cômodo iluminado

Sunday Is Coming…

…WINTER IS COMING…

…Em resumo, está chegando a quarta temporada de Game Of Thrones – GoT para os íntimos – uma das séries de maior sucesso da TV. GoT tem qualidades suficientes para ombrear com séries como Breaking Bad ou The Sopranos… Olha, a ideia inicial deste texto era falar de todas essas qualidades: a ótima direção, a engenhosidade de George R. R. Martin em criar uma fantasia para adultos, de como a narrativa pode ser lido como um estudo sobre política, ou o quanto a força gravitacional do Poder molda o caráter das pessoas. Depois, falaria sobre meus personagens prediletos, como Daeneryz Targaryen (Emilia Clarke), Stannis Baratheon (Stephen Dilane) e os insuperáveis Tyrion Lannister (Peter Dinklage) e Arya Stark (Maisie Williams). Mas, essas coisas não interessam. Quero mesmo é falar da única unanimidade de Westeros: Joffrey Baratheon (Jack Gleeson) é um filho da PUTA!

Sim, podemos discordar sobre os méritos da série, sobre as soluções de roteiro, sobre os homicídios cometidos por R. R. Martin, sobre qual personagem no agrada mais ou sobre quem ficará com o trono de ferro. Não importa! No final, concordaremos, apenas, que todo espectador de GoT já teve a vontade de descer o braço em Joffrey. Ele é um verdadeiro MOTHERFUCKER!

Ele acredita ser o único alfajor do pacote. Mimado, pateta, imbecil, covarde, tão arrogância que é incapaz de perceber seus defeitos. Sádico, idiota, como se dizia antigamente, um moleque pimpão. Ou, sendo mais atual, ele é um coxinha. Um coxinha mimado! “Uê, Uê! Fui contrariado!! Uê, Uê!! Mamãe!!! Uê, Uê, Me dá minha coroa! Snif, snif…” Ora, droga, dá vontade de dar umas boas chineladas e mandar ele calar a boca.

Muitas das qualidades que R. R. Martin imprimiu em GoT podem ser percebidas a partir desse FDP!

Primeiro, R. R. Martin é um grande criador de personagens. Mesmo nos mais coadjuvantes a complexidade é percebida, todos muito verossímeis. Isto não é fácil. Mais difícil ainda, é criar vilões. Mesmo não deixando muito claro a fronteira de bem e mal, GoT tem figuras bem malvadas. Mas, a maioria de seus vilões tem carisma; em algum momento, eles revelam sua face humana. Em toda a arte narrativa, com facilidade encontramos vilões carismáticos. De Shakespeare à novela da Globo, os vilões exercem algum fascínio no público – e construir figuras assim é complicado. Contudo, bem mais difícil, é bolar um vilão complexo e que seja odiado por todo público. A frase a seguir é estranha: ser odiado por todos é a qualidade de Joffrey!

Essa repulsa coletiva é conseguida pela combinação entre maldade em estado bruto e um grande poder colocados no interior de uma personagem extremamente burra, que se considera tão autossuficiente que é incapaz de notar suas limitações. Joffrey é tão mimado que não percebe seus erros. E esse lado mimado é o ponto decisivo para impedir uma identificação do público. Um vilão grandioso, em algum grau, tem noção de seus limites e possui algum traço que o ligará com o público. Joffrey é sádico (gerando consequências nocivas), burro (por não perceber seus erros), mimado (mesmo errando, ele continua se achando o melhor!) e tem o poder. Podemos aturar um colega de trabalho sádico, burro e mimado, mas é mortal um chefe sádico, burro e mimado.

E se GoT é uma narrativa sobre o Poder, Joffrey é a representação de como o poder colocado nas mãos de um maníaco gera consequências desastrosas.

Por fim, o terceiro traço da série que encontramos ao redor de Joffrey é o prazer sádico de R. R. Martin em maltratar seu público. Ele vem matando alguns personagens muito queridos, mas, dar ao público o prazer de ver Joffrey sofrer, não, isso não! Um desses raros instantes foi o tapa na cara de Joffrey dado por Tyrion Lannister, grande momento catártico de GoT.

E enquanto a quarta temporada não começa, vamos rir um pouco mais de Joffrey!

Joffrey 1

Tem medo de AVIÃO? Cuidado ao assistir a esses filmes!

Um dos medos mais comuns que existe é o de avião. Mesmo esse transporte sendo repetidamente comprovado como um dos mais seguros do mundo quando o avião está nas alturas algumas pessoas podem ficar um pouco mais ansiosas para a viagem acabar o mais rápido possível. Abaixo, fizemos uma lista com alguns filmes onde o avião é um elemento importante dentro do desenvolvimento das tramas:

 

A Sociedade da Neve

Na trama, voltamos ao início da década de 70 onde um grupo de pessoas, integrantes ou amigos e parentes de um time de rúgbi uruguaio que ia até o Chile para uma partida precisam sobreviver após o avião em que estavam se chocar com as montanhas numa região praticamente inacessível da temida Cordilheira dos Andes. Ao longo de muitos dias, a esperança e o luto andaram lado a lado. A fé, o acreditar, se tornam figuras presentes nos pensamentos de cada um deles.

 

O Sequestro do Voo 375

Na trama, ambientada no final da década de 80 conhecemos um homem chamado Nonato (Jorge Paz), uma pessoa completamente descontrolada e insatisfeita com os rumos de sua vida que resolve planejar o sequestro de um voo comercial buscando mudar a rota do mesmo para a capital do Brasil e atingir o palácio do planalto. Cabe ao piloto Murilo (Danilo Grangheia), responsável máximo pelo voo, conseguir encontrar alguma saída para essa situação extrema.

 

Sully: O Herói do Rio Hudson

Na trama, conhecemos a história do incrível do pouso heroico no Rio Hudson de um avião nos Estados Unidos, com lotação, e todos escapam ilesos. Analisando todo o contexto do acidente, e os problemas sucessivos logo após a decolagem, o longa metragem faz um completo raio-x também do comandante do avião, o piloto Chesley ‘Sully’ Sullenberger (Tom Hanks) e toda a burocracia que ele e o co-piloto Jeff Skiles (Aaron Eckhart) para provar que a melhor decisão foi a tomada.

 

O Voo

Na trama, acompanhamos a trajetória conflituosa de Whip Whitaker (Denzel Washington) um piloto de aviões comerciais, alcoólatra, usuário de drogas, que se torna o grande queridinho da mídia colocado, como um herói norte-americano, quando consegue pousar uma aeronave em inúmeras condições adversas, após uma pane no sistema. Quando passam alguns dias, a ficha cai para outras versões dos fatos: ele estava sobre a influência de drogas e álcool no momento do acidente e agora precisa lutar contra si mesmo por não aceitar seu novo status de grande salvador da pátria.

 

7500

Lançado em 2019 na Prime Video, 7500, protagonizado por Joseph Gordon-Levitt, nos mostra uma ação terrorista em um voo em uma parte da Europa e as escolhas que um co-piloto precisa tomar.

 

Momento Crítico

Dirigido pelo cineasta Stuart Baird, esse ótimo filme de ação apresenta boas surpresas ao longo das suas intensas duas horas de projeção. Na trama, quando um grupo de criminosos sequestra um avião, um agente especial e um coronel precisam entrar em sintonia para resolver a situação.

 

Passageiro 57

Com um orçamento de 15 milhões de dólares, o longa-metragem dirigido por Kevin Hooks, lançado em 1992 nos cinemas de todo o planeta, nos mostra a ação de um terrorista em uma avião e somente um ex-policial que está no voo poderá detê-lo.

 

Pouso de Emergência

Lançado ano passado, o longa-metragem Pouso de Emergência nos leva até a história de um avião comercial que perde os dois motores e precisa se preparar para um pouso de emergência.

 

Alerta de Emergência

Exibido no Festival de Cannes anos atrás, o longa-metragem sul-coreano Alerta de Emergência conta a história de um homem que dentro de um avião faz enormes ameaças.

 

Desespero Profundo

Na trama conhecemos a história de um grupo de pessoas que está em voo que cai no oceano pacífico e precisam lutar pela sobrevivência.

 

20 Comédias Nacionais para Você Morrer de Rir no Telecine

Rir é sempre o melhor remédio. Nosso cotidiano nem sempre é fácil, e o cinema serve como válvula de escape para abstrairmos da dureza e fugirmos para um mundo mágico. Diversos contadores de história renomados começaram assim suas trajetórias, através de sua paixão pelo que viam em tela. Afinal, filmes podem ser inspiradores e nos fazer refletir. Mas também podem ser entretenimento, diversão e distração – o que não exclui conteúdo.

No Brasil, a grande preferência quando falamos em tela grande são as comédias – filmes que consigam fazer o público ponderar sobre certos assuntos de uma forma mais descompromissada e irreverente, e se ainda de quebra nos fizer rir (muitas vezes de nós mesmos), soma ainda mais. Pensando nisso, o CinePOP dá continuidade à sua série de dicas de produções recentes do Telecine, para você conferir no conforto de sua casa. Desta vez, vamos gargalhar com as comédias nacionais no acervo da rede. Vem conhecer.

De Pernas pro Ar 3

Começamos a lista com o filme protagonizado por nossa querida parceira Ingrid Guimarães. Uma das franquias de maior sucesso do cinema nacional, a terceira parte das aventuras de Alice Segretto traz a protagonista flertando com a aposentadoria. Sete anos se passaram desde o segundo filme, e desta vez a personagem de Guimarães vê surgir bem debaixo de seu nariz uma prodígio em seu ramo – papel da talentosa e carismática Samya Pascotto. Completando os atrativos, essa é a primeira vez de uma mulher na direção da franquia, e a escolha não poderia ter sido melhor com Julia Rezende, de Ponte Aérea (2015), no comando.

Minha Vida em Marte

Por falar em comédia de sucesso, temos outra franquia super girlpower chegando na lista. Baseado na comédia da própria protagonista Mônica Martelli (peças e séries de TV), Os Homens São de Marte… E é pra Lá que Eu Vou (2014) narrava as desventuras de uma mulher atrás de um homem para chamar de seu. Agora, depois de ter encontrado e se casado, o relacionamento passa por águas turbulentas nesta nova fase de sua vida. Aproveitando o auge de popularidade em que se encontra o humorista Paulo Gustavo, seu personagem ganha mais destaque dentro da trama nesta continuação.

Vai que Cola 2: O Começo

O mais recente lançamento no Telecine, esta é a continuação da comédia de 2015, que por sua vez é a adaptação de um seriado do canal Multishow para as telonas. E se Minha Vida em Marte acrescenta mais Paulo Gustavo em sua trama, Vai que Cola 2 segue o caminho inverso sem seu personagem na sequência. A opção foi por uma inusitada, mas criativa, história de origem, mostrando como a trupe se conheceu e como surgiu a pensão da Dona Jô (Catarina Abdalla).

Turma da Mônica: Laços

A tão esperada adaptação para o cinema, com atores de carne e osso, das queridas histórias em quadrinho criadas por Maurício de Sousa finalmente saíram do papel. Gerações sonharam com este momento, e finalmente puderam conferir na telona as aventuras de Mônica, Cebolinha, Cascão, Magali e toda a turminha do bairro do Limoeiro. Na trama, Floquinho é sequestrado e a turma parte para encontrá-lo. Temos inclusive Rodrigo Santoro na pele do Louco (perfeito). Uma continuação já está sendo produzida.

Os Farofeiros

Uma das comédias nacionais mais engraçadas e despretensiosas dos últimos anos, Os Farofeiros mostrou que o humorista Maurício Manfrini, mais conhecido por seu pseudônimo Paulinho Gogó, funciona bem como protagonista no cinema. Oriundo do programa A Praça é Nossa, aqui ele interpreta um sujeito que leva a família e amigos para uma casa de praia durante um feriado. O local se mostra uma grande roubada. Outra surpresa do longa é o bom timing cômico da musa fitness Aline Riscado.

Cine Holliúdy 2: A Chibata Sideral

Fazer filme no Brasil é difícil, e por mais que uma obra tenha feito sucesso, mesmo com grande apelo popular, diversos são os fatores que não deixam uma continuação ocorrer logo em seguida. Até mesmo as agendas apertadas de seus protagonistas podem ser uma barreira. Seja como for, seis anos depois do sucesso de Cine Holliúdy, uma comédia cult nacional, finalmente ganhamos esta segunda parte das desventuras de Francisgleydisson (o simpaticíssimo Edmilson Filho), o cabra mais cinéfilo do sertão. E se o primeiro filme era homenagem à Cinema Paradiso (1988), este funciona como sua própria versão de Ed Wood (1994).

Mulheres Alteradas

Não é só a Turma da Mônica que é uma adaptação de famosos quadrinhos para nosso cinema nacional. Mulheres Alteradas tem como origem a HQ da cartunista argentina Maitena. Em tela, um verdadeiro timaço de estrelas narra as histórias de quatro mulheres bem diferentes, surtando com seus dilemas e buscando emancipação. Este é o filme que se propõe a discutir de forma cômica as questões femininas atuais. No elenco, Deborah Secco, Alessandra Negrini, Monica Iozzi e Maria Casadevall.

O Homem Perfeito

Por falar em questões de insatisfação feminina, este longa estrelado pela musa Luana Piovani aborda justamente o tema. Escrito pela dupla de roteiristas Tati Bernardi e Patricia Corso, O Homem Perfeito conta a história de uma mulher bem sucedida (Piovani) profissionalmente, presa em um relacionamento fadado ao fracasso devido a falta de ambição de seu companheiro – papel de Marco Luque. Para piorar, ela descobre a traição do sujeito com uma mulher bem mais jovem (Juliana Paiva).

Como é Cruel Viver Assim

Por falar em Julia Rezende, a cineasta retorna à lista na direção de outro filme. Julia é uma das mais talentosas diretoras da nova geração de artistas brasileiros, mesclando como poucos um conteúdo significativo com grande valor de entretenimento em seus filmes – criando assim uma filmografia rica, diversificada e única no cinema nacional. Aqui, ela entrega sua obra mais dramática, misturada a um humor negro, comparada aos filmes dos irmãos Coen na sinopse do site IMDB. Quer elogio maior?

Uma Quase Dupla

Por falar em gênero diversificado, aqui a investida é em uma sátira dos típicos filmes policiais, protagonizados por uma dupla de detetives de personalidades distintas. Para a empreitada, a genial combinação da humorista metralhadora Tatá Werneck – no papel de uma agente da cidade grande – com o talento do multifuncional Cauã Reymond – interpretando um ingênuo policial de uma pequena cidade do interior. A dupla precisa desvendar os assassinatos cometidos por um serial killer.

Tudo por um Pop Star

Comédias adolescentes também encontram espaço na lista, já que aqui temos filmes para todos os gostos e todos os públicos. Quem comanda o show é o trio mais que talentoso de meninas prodígio: Maisa Silva, Klara Castanho e Mel Maia. As três amigas são fãs incondicionais de uma boy band, e quando descobrem que seus artistas preferidos virão ao Brasil para um show, elas farão de tudo para ficar perto dos ídolos. Completando o elenco principal, Giovanna Lancellotti no papel da jovem tia hipponga de uma das meninas.

Os Saltimbancos Trapalhões: Rumo a Hollywood

Ícones do cinema nacional, Os Trapalhões marcaram época e gerações. Seus filmes arrastavam mais pessoas aos cinemas do que as produções hollywoodianas durante a década de 1980 no Brasil. E que felicidade podermos anunciar mais uma de suas produções para as telonas. E não apenas qualquer uma, mas a volta a uma de suas obras mais cultuadas. Espécie de refilmagem/continuação do clássico Os Saltimbancos Trapalhões (1981), o novo filme resgata o espírito do original, com Didi (Renato Aragão) e Dedé (Dedé Santana) passando o bastão para uma nova trupe circense.

Malasartes e o Duelo com a Morte

Pedro Malasartes é uma figura folclórica da cultura popular ibérica e brasileira. Traduzido como o típico caipira malandro, o personagem já havia ganhado forma ao ser interpretado pelo lendário Mazzaropi ainda na década de 1960, no filme As Aventuras de Pedro Malasartes (1960). Agora, chega a primeira roupagem moderna do personagem nas formas de Jesuíta Barbosa. A trama coloca o esperto e mulherengo matuto numa aventura sobrenatural onde desafia a morte. Isis Valverde e Leandro Hassum estão no elenco.

Chocante

Para os que acham que não existe criatividade nas comédias nacionais, Chocante é a prova do contrário. A grande sacada aqui é brincar com o fenômeno brega que foram/são as boy bands, ainda mais quando falamos das “farofeiras” décadas de 1980/1990. Na trama, um grupo que fez muito sucesso no passado, hoje bem mais velhos, encontram suas vidas em crise. Todos os ex-membros possuem outros trabalhos agora, mas uma tardia reunião pode ser a resposta para seus problemas. Além do lado cômico, o filme aposta na nostalgia, na melancolia, e na reflexão sobre fama, sucesso e saudosismo. Ah sim, como os membros da banda Chocante, Bruno Mazzeo, Bruno Garcia, Lúcio Mauro Filho e Marcus Majella.

Fala Sério, Mãe!

Baseado no livro juvenil da autora Thalita Rebouças – uma especialista no gênero – este filme une em tela as estrelas de duas gerações distintas: a jovem Larissa Manoela e a veterana Ingrid Guimarães. A proposta aqui é discutir o difícil relacionamento e a criação que a dinâmica de uma mãe com uma filha adolescente pode ter.

TOC: Transtornada Obsessiva Compulsiva

Numa espécie de Birdman tupiniquim (ou seria Birdwoman?), Tatá Werneck, humorista brasileira sensação, interpreta uma versão de si mesma no papel de uma comediante de sucesso absoluto, precisando lidar com a fama e todas as atribulações de ser uma estrela. Uma verdadeira obra metalinguística, TOC traz ainda Ingrid Guimarães (aparecendo pela terceira vez na lista), interpretando a si mesma.

Divórcio

Nesta versão de A Guerra dos Roses (1989) brasileiro, Murilo Benício e Camila Morgado, mais acostumados a papeis dramáticos, protagonizam como um casal que chegou ao esgotamento máximo de seu relacionamento, e depois de muitos anos de convivência, só o que restou foi o desejo de eliminar – literalmente – o outro de sua vida.

A Comédia Divina

Baseado no conto de Machado de Assis, o talentoso Murilo Rosa se diverte ao interpretar um dos papeis mais desafiadores na carreira de qualquer ator: o diabo em pessoa. No filme, o coisa ruim vem à Terra para inaugurar sua própria igreja, e incrivelmente consegue arrebanhar seus seguidores. Monica Iozzi protagoniza como uma repórter que a tem a chance de sua carreira ao cobrir de perto o evento sobrenatural.

Um Tio Quase Perfeito

Aqui temos elementos de Uma Babá Quase Perfeita (1993) e mais especificamente Quem Vê Cara Não Vê Coração (Uncle Buck, 1989), no qual o saudoso John Candy vivia um tio completamente despreparado e irresponsável, assumindo a família de seu irmão momentaneamente. Nesta espécie de versão brasileira, a fórmula se repete com o hilário Marcus Majella à frente da criação de uma garotada, precisando no percurso igualmente amadurecer, ao virar babá dos filhos da irmã.

La Vingança

Já falamos muitas vezes aqui no CinePOP sobre este road movie cômico, que usa como cenário a ligação do Brasil com a Argentina. Mas como adoramos o filme, não cansamos de comentá-lo e recomendá-lo. Na trama, o engraçadíssimo Daniel Furlan vive Vadão, o melhor amigo amalucado de Caco (Felipe Rocha), sujeito que acaba de ser corneado pela namorada com um argentino. E qual a solução que seu parceiro bola para tira-lo da fossa? Uma viagem por terras hermanas, regada a muita bebida e muitas mulheres. A musa de nosso cinema, Leandra Leal, completa o elenco protagonista.

Bônus: Três Vezes Hassum

Falamos de Ingrid Guimarães, falamos de Mônica Martelli, de Paulo Gustavo, e outros ícones atuais de nossas comédias no cinema. Mas vocês devem ter percebido que não falamos de um grande nome associado ao humor nas telonas. Sim, Leandro Hassum é este nome, e jamais seria esquecido. Aqui, resolvemos deixa-lo para o final, já que o ator tem nada menos do que três filmes recentes lançados nas plataformas da rede Telecine. Assim, iremos comentá-los neste bônus.

O primeiro é este Não se Aceitam Devoluções, versão brasileira do mexicano Não Aceitamos Devoluções (2013), que já foi adaptado na França (Uma Família de Dois) e na Turquia (Sen Benim HerSeyimsin). No filme, Hassum vive um mulherengo irresponsável, forçado a agir como pai quando sua ex-namorada deixa em sua porta a filha que o casal teve, sem que ele soubesse.

Seguimos para a continuação de um sucesso do humorista de 2014, O Candidato Honesto 2. Se no filme original, a inspiração era O Mentiroso (1997), com Jim Carrey, onde o político vivido por Hassum era amaldiçoado sem poder mentir, aqui o roteiro opta por uma tiração de sarro com o cenário político brasileiro, transformando memes, como Dilma e o “vampiro” Temer, em piadas do filme.

Para finalizar, O Amor dá Trabalho coloca Hassum servindo de cupido para Flávia Alessandra e Bruno Garcia, no papel de um sujeito egoísta, que evitava trabalho e quando termina morrendo fica preso num limbo. Para garantir seu lugar no céu, ele precisa aceitar a tarefa de cupido e juntar duas pessoas donas de personalidades muito diferentes.

‘Jurassic Park: O Parque dos Dinossauros’ (1993) – Revisitando um dos melhores filmes da história do cinema

Jurassic World: Recomeço’, o sétimo filme de uma das maiores franquias do cinema, estreia mundialmente no primeiro fim de semana de julho, aquecendo os motores para o que promete ser o mês mais movimentado do ano para as grandes produções. Estrelado pela indicada ao Oscar Scarlett Johansson e pelo duas vezes vencedor do Oscar Mahershala Ali, o longa promete ser o reinício de uma nova saga jurássica nas telonas – e oferece para toda uma nova audiência a maravilha de ter dinossauros realistas nas telonas.

E quando falamos em dinossauros realistas precisamos voltar ao filme onde tudo começou: o ‘Jurassic Park’ original, de 1993. Nada jamais poderá ser comparado ao que foi ter pela primeira vez os dinossauros “vivos” de novo no cinema. Um verdadeiro divisor de águas, que só quem estava vivo na época pôde experienciar. Para irmos aquecendo os motores para o novo ‘Jurassic World’, começaremos uma série de matérias revisitando todos os filmes da saga. Confira abaixo o primeiro.

A ideia para ‘Jurassic Park (1993) surgiu da combinação do romance de Michael Crichton com o desejo de Steven Spielberg em criar uma aventura que unisse ciência, suspense e ação. Crichton escreveu a obra original inspirando-se em avanços reais da engenharia genética, imaginando um parque temático onde dinossauros seriam trazidos de volta à vida. Crichton escreveu o livro Jurassic Park em 1990. A obra foi publicada oficialmente no mesmo ano nos Estados Unidos, e rapidamente se tornou um sucesso de vendas, o que chamou a atenção de Hollywood para a adaptação cinematográfica. O livro capturou o interesse do público com sua mistura de suspense, ciência e aventura. Spielberg viu ali o potencial para um blockbuster inovador, que explorasse tanto a maravilha da ciência quanto os perigos do controle humano sobre a natureza. A ideia central era mostrar o confronto entre a ambição tecnológica e as forças imprevisíveis da vida. O filme pretendia fascinar o público com dinossauros realistas, criando uma experiência visual inédita.

Para realizar essa visão, Spielberg contou com uma combinação revolucionária de efeitos especiais digitais e animatrônicos, trazendo os dinossauros à vida com impressionante realismo. A trama explorava temas como a ética científica, o caos e a imprevisibilidade da natureza, com personagens que enfrentavam consequências inesperadas. A ideia do parque temático virou uma metáfora para os limites da arrogância humana diante da biotecnologia. O filme buscava misturar entretenimento e reflexão, mantendo um ritmo intenso e cenas memoráveis. Essa combinação transformou ‘Jurassic Park em um marco do cinema e da cultura pop.

A trama conta a história do bilionário John Hammond, que cria um parque temático na ilha Nublar (cenário fictício descrito como uma ilha localizada no Oceano Pacífico, próxima à costa da Costa Rica, na América Central), onde dinossauros são trazidos de volta à vida por meio da engenharia genética. Para garantir a segurança e a viabilidade do projeto, ele convida um grupo de especialistas — o paleontólogo Dr. Alan Grant, a paleobotânica Drª Ellie Sattler e o matemático Dr. Ian Malcolm — para avaliar o parque antes da abertura ao público. Durante a visita, eles testemunham as incríveis criaturas, mas também começam a perceber falhas graves no sistema de segurança do parque. A tensão cresce quando um sabotador interno desativa as proteções eletrônicas. Isso desencadeia o caos, liberando os dinossauros e colocando todos em perigo.

À medida que os visitantes lutam para sobreviver, enfrentam predadores perigosos, como o feroz Tiranossauro Rex e os inteligentes Velociraptores. A luta pela sobrevivência se intensifica enquanto eles tentam encontrar uma saída da ilha, que agora está completamente fora de controle. O filme mistura ação, suspense e momentos de admiração científica, explorando temas sobre os limites éticos da ciência e a imprevisibilidade da natureza. No fim, o grupo consegue escapar, deixando claro que a tentativa de controlar a vida pré-histórica é uma tarefa perigosa e cheia de consequências inesperadas.

Steven Spielberg enfrentou o enorme desafio de criar dinossauros realistas e convincentes para ‘Jurassic Park, algo nunca antes visto no cinema. Para isso, ele combinou efeitos especiais digitais inovadores com animatrônicos mecânicos desenvolvidos pela equipe de Stan Winston. Essa mistura permitiu movimentos naturais e texturas detalhadas, surpreendendo o público com a aparência e comportamento dos dinossauros. O trabalho demandou muita pesquisa científica para garantir que os dinossauros parecessem autênticos, além de um cuidadoso equilíbrio entre tecnologia e atuação. Spielberg queria que o público sentisse que estava realmente diante dessas criaturas pré-históricas.

A revolução causada pelos efeitos visuais de ‘Jurassic Park redefiniu o cinema, abrindo caminho para o uso extensivo de CGI em blockbusters e elevando o padrão para filmes de aventura e ficção científica. O sucesso dos dinossauros digitalizados influenciou toda a indústria e mostrou o potencial da tecnologia para contar histórias épicas. Para estrelar o filme, os dinossauros escolhidos foram o imponente Tiranossauro Rex, o inteligente Velociraptor, o pacífico Tricerátopo e o enorme Braquiossauro, entre outros. Cada espécie ganhou destaque em cenas memoráveis, tornando-se ícones culturais instantâneos e ajudando a criar uma experiência cinematográfica inesquecível – como a cena do Dilophosaurus, retratado no filme com uma “gola” colorida que se abre e a habilidade fictícia de cuspir veneno, características criadas especialmente para o suspense da cena, embora não tenham base científica comprovada.

A empresa responsável pela criação dos efeitos de CGI (imagens geradas por computador) em ‘Jurassic Park foi a Industrial Light & Magic (ILM), fundada por George Lucas. A ILM foi pioneira no desenvolvimento de efeitos visuais digitais e, para ‘Jurassic Park, criou os dinossauros em computação gráfica com um nível de realismo revolucionário para a época. Esse trabalho marcou um avanço tecnológico enorme no cinema, estabelecendo um novo padrão para efeitos especiais. A colaboração entre a ILM e a equipe de animatrônicos de Stan Winston foi fundamental para o sucesso visual do filme.

O protagonista do filme é o Dr. Alan Grant, paleontólogo especialista em dinossauros, representando o cientista prático, cético e apaixonado pela vida pré-histórica. Ele é responsável por explicar ao público os detalhes sobre os dinossauros e serve como uma figura paternal para as crianças no filme. Sam Neill foi o ator escolhido para interpretar Grant, trazendo uma combinação de autoridade e empatia ao papel. Antes da decisão final, atores como Harrison Ford e Mel Gibson foram cogitados para o papel, mas acabaram não participando por questões de agenda ou por não se encaixarem no perfil que Spielberg desejava. A escolha de Neill ajudou a dar ao personagem um equilíbrio entre seriedade científica e acessibilidade emocional.

A protagonista feminina é A Dra. Ellie Sattler, paleobotânica corajosa e inteligente, ela é uma personagem fundamental em ‘Jurassic Park, trazendo conhecimento científico e uma perspectiva feminina forte à equipe. Ela é essencial para entender o ecossistema do parque e enfrenta perigos com determinação e coragem ao longo da trama. Laura Dern foi escolhida para interpretar Ellie, oferecendo uma performance que combinou simpatia, inteligência e coragem, tornando-a uma das figuras mais memoráveis do filme. Antes da escolha de Dern, atrizes como Michelle Pfeiffer e Julia Roberts foram consideradas para o papel, mas acabaram não assumindo por diferentes motivos. A presença de Dern deu equilíbrio e profundidade à dinâmica do grupo, reforçando a importância da ciência e do instinto na narrativa.

Além de Sam Neill e Laura Dern, ‘Jurassic Park contou com Jeff Goldblum como o Dr. Ian Malcolm, um matemático carismático e sarcástico que adverte sobre os perigos da arrogância humana diante da natureza. Goldblum foi uma escolha marcante, trazendo charme e humor, embora atores como Bill Murray tenham sido considerados para o papel. Richard Attenborough interpretou John Hammond, o bilionário idealista e visionário por trás do parque, seu perfil de patriarca gentil e sonhador foi perfeito para o personagem, que poderia ter sido interpretado por outros atores veteranos, mas Attenborough se destacou pela autoridade natural.

Wayne Knight viveu Dennis Nedry, o programador sabotador, cuja atuação cômica e inesquecível tornou a personagem memorável; outras opções para o papel incluíam atores menos conhecidos na época. Finalmente, Joseph Mazzello e Ariana Richards interpretaram os netos de Hammond, Tim e Lex, respectivamente, trazendo inocência e coragem às suas personagens jovens. Esse conjunto diversificado de atores ajudou a dar vida à história com profundidade e emoção. ‘Jurassic Park foi amplamente elogiado pela crítica em seu lançamento, recebendo destaque especialmente pelos seus efeitos visuais revolucionários e pela direção de Steven Spielberg. Muitos críticos consideraram o filme um marco no cinema de aventura e ficção científica, admirando a combinação entre ação intensa, suspense e inovação tecnológica.

A performance do elenco também foi bem recebida, com Jeff Goldblum ganhando elogios por seu carisma único. Alguns comentários apontaram que a trama poderia ser simples, mas a experiência visual e o ritmo acelerado compensavam essa simplicidade. No geral, o filme foi visto como um triunfo técnico e narrativo, consolidando-se rapidamente como um clássico moderno. ‘Jurassic Park estreou nos cinemas dos Estados Unidos em 11 de junho de 1993, e logo no fim de semana de estreia conquistou a liderança da bilheteria nacional, desbancando o thriller de ação ‘Risco Total‘, estrelado por Sylvester Stallone (o campeão por duas semanas) e arrecadando cerca de 47 milhões de dólares — um recorde para a época.

Jurassic Park‘ se manteve na liderança do ranking das bilheterias por três semanas, não dando chance para a concorrência, em especial a de ‘O Último Grande Herói‘, estrelado pelo maior astro da época, Arnold Schwarzenegger. Depois de ‘O Exterminador do Futuro 2‘, ‘O Último Grande Herói‘ seria o novo blockbuster de Arnold a reinar… mas em seu caminho tinha os dinossauros colossais de Spielberg, que terminaram pisoteando o astro. Ao final de sua exibição nos cinemas, arrecadou cerca de US$404 milhões só nos EUA, tornando-se o filme de maior bilheteria da história até então, além de arrecadar mais de US$600 milhões mundialmente. Essa performance garantiu seu status de fenômeno cultural e financeiro.

O legado de ‘Jurassic Park é imenso e multifacetado, consolidando-se como um marco revolucionário no cinema. O filme redefiniu o uso dos efeitos visuais digitais, elevando o padrão para produções futuras e abrindo caminho para a era do CGI em Hollywood. Além disso, popularizou o gênero de aventura científica, mesclando suspense e ação com uma abordagem mais realista e envolvente sobre a ciência. Culturalmente, ‘Jurassic Park se tornou um ícone, inspirando uma franquia multimídia que inclui sequências, séries, jogos e parques temáticos, mantendo viva a fascinação por dinossauros.

Além do impacto técnico e cultural, o filme também provocou reflexões sobre os limites éticos da ciência e o respeito à natureza, temas que continuam relevantes hoje. A combinação de entretenimento de alta qualidade com mensagens sobre a responsabilidade humana diante da tecnologia marcou gerações. Seu sucesso comercial e artístico influenciou cineastas, cientistas e o público em geral, estabelecendo ‘Jurassic Park como um clássico atemporal e um ponto de referência obrigatório na história do cinema.

‘The White Room’: Amblin está desenvolvendo novo terror estilo ‘Hereditário’; Saiba mais!

A Amblin está desenvolvendo um novo filme de terror, intitulado ‘The White Room‘, que está sendo descrito como uma misture entre ‘O Homem nas Trevas‘ e ‘Hereditário‘, com uma forte atriz experiente como protagonista.

Dirigido por Rod Blackhurst, o filme terá roteiro de Bryce McGuire.

A trama irá girar em torno de uma mulher e se passará no decorrer de apenas uma noite nas remotas montanhas de Adirondack. A história se desenrola quando uma jovem desaparece e cabe à viúva local descobrir a verdade por trás de seu desaparecimento, que pode ter sido causado por algo não humano.

Novas informações devem sair em breve.

‘3 From Hell’: Sid Haig retorna em novo clipe do terror; Assista!

O terror ‘3 From Hell‘ ganhou um novo clipe, destacando Sid Haig como o infame Captain Spaulding.

Confira:

Escrito e dirigido por Rob Zombie, o longa é uma sequência de ‘Rejeitados pelo Diabo‘ e ‘A Casa dos 1000 Corpos‘.

Após um encontro brutal com a polícia, Otis, Baby e Spaulding conseguem sobreviver à rajada de balas. Sua recuperação “satânica” os leva para a cadeia, mas uma fuga inevitável libera o trio de volta ao mundo.

Sid Haig, Bill Moseley e Sheri Moon Zombie retornam. O elenco ainda conta com Daniel RoebuckDavid UryBill Oberst Jr., Sean WhalenKevin Jackson, Pancho MolerClint HowardKevin JacksonAustin StokerDee WallaceJeff Daniel PhillipsRichard RiehleDot-Marie Jones e Tom Papa.

O longa será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 16 de setembro. No Brasil, segue sem previsão.

Detetive caça serial killer no trailer do suspense ‘Perseguindo o Assassino’; Assista!

O suspense ‘Perseguindo o Assassino‘ (Winter Ridge) ganhou trailer legendado.

Confira:

O longa é dirigido por Dom Lenoir.

Um detetive promissor, Ryan Barnes, chega em casa em seu aniversário de casamento e descobre que sua esposa sofreu um acidente de carro terrível. Sete meses depois, ela ainda está em coma e Barnes, incapaz de aceitar sua condição, se lança em uma caçada humana por um serial killer que tem como alvo os idosos da cidade. Enquanto ele procura desesperadamente pelo assassino, as dúvidas de Barnes aumentam – ele está no caminho certo?

Matt Hookings, Olwen Catherine Kelly e Hannah Waddingham estrelam a produção.

No Brasil, o suspense será lançado direto em VOD pela A2 Filmes.

‘Liga da Justiça’: Revelado o novo e SOMBRIO visual do Coringa de Jared Leto no Snyder Cut

O site Vanity Fair divulgou duas novas imagens do Coringa (Jared Leto) na nova versão de ‘Liga da Justiça‘, o aguardado Snyder Cut, revelando um visual muito diferente para o vilão do que vimos em ‘Esquadrão Suicida‘.

Você gostou do visual mais sombrio?

Confira:

De acordo com o site, “O Coringa irá aparecer no novo filme durante uma sequência ambientada em uma Terra em ruínas depois que o tirano alienígena Darkseid invade e dizima o planeta. É uma sequência de sonho, uma visão psíquica, vivida por Bruce Wayne, que revela o que acontecerá se os super-heróis não conseguirem impedir o ataque. O Coringa é uma espécie de fantasma do Natal que ainda está por vir, fornecendo motivação por meio do terror.”

Lembrando que o filme será adicionado no catálogo da HBO MAX no dia 18 de Março, e terá 4 horas de duração.

“Na ‘Liga da Justiça‘ de Zack Snyder, determinado a garantir que o sacrifício final do Superman (Henry Cavill) não fosse em vão, Bruce Wayne (Ben Affleck) alinha forças com Diana Prince (Gal Gadot) com planos de recrutar uma equipe de metahumanos para proteger o mundo de uma ameaça iminente de proporções catastróficas. A tarefa é mais difícil do que Bruce imaginou, já que cada um dos recrutas deve enfrentar os demônios de seus próprios passados para transcender o que os impediu, permitindo que se unissem e, por fim, formassem uma liga de heróis sem precedentes. Agora unidos, Batman (Affleck), Mulher Maravilha (Gadot), Aquaman (Jason Momoa), Cyborg (Ray Fisher) e The Flash (Ezra Miller) podem ser tarde demais para salvar o planeta de Steppenwolf, DeSaad e Darkseid e suas terríveis intenções . ”.

Confira o trailer e os cartazes:

‘The Bear’: Ator de ‘Shameless’ estrelará nova série de comédia do FX

De acordo com o TVLine, Jeremy Allen White (‘Shameless’) estrelará ‘The Bear‘, nova série de comédia que está sendo desenvolvida pelo canal FX.

O ator interpretará um jovem chef que retornará para Chicago para comandar o restaurante da família.

O elenco ainda contará com Ebon Moss-Bachrach (‘NOS4A2’), Ayo Edebiri (‘Dickinson’), Lionel Boyce (‘Hap & Leonard’), Abby Elliott (‘SNL’) e Liza Colón-Zayas (‘In Treatment’); Edwin Gibson e o chef Matty Matheson terão papéis recorrentes.

O episódio piloto foi escrito e dirigido por Christopher Storer (‘Dickinson’), que também servirá como produtor executivo da comédia, ao lado de Hiro Murai (‘Atlanta’) e Nate Matteson (‘Station Eleven’).

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Riverdale’: Final da 6ª temporada será CHOCANTE, garante o criador da série

Em entrevista ao TVLine, o criador Roberto Aguirre-Sacasa revelou detalhes sobre o desfecho da 6ª temporada de ‘Riverdale‘, prometendo um gancho chocante para o ciclo final da produção.

“[O cancelamento] foi uma decisão entre o estúdio e a CW. Mas, apesar disso, quando descobrimos que a sétima temporada seria a última, sentimos que estava mesmo na hora de finalizarmos a história. Quando o [presidente da emissora] Mark Pedowitz conversou comigo sobre isso… foi agridoce, mas estamos orgulhosos do que fizemos nas últimas seis temporadas.”

Ele completa, “Estávamos debatendo sobre como terminaríamos a temporada; se teríamos um grande gancho para a próxima ou faríamos algo mais contido. E a renovação para a última temporada certamente nos encorajou a terminar a sexta temporada de forma chocante. É muito emocionante.”

Intitulado Biblical, o próximo capítulo vai ao ar no dia 27 de junho.

Confira o trailer:

Criada por Roberto Aguirre-Sacasa, a série é baseada nos quadrinhos do Archie Comics.

A pequena e tranquila cidade de Riverdale fica de cabeça para baixo quando é atingida pela misteriosa morte de Jason Blossom, um garoto popular do ensino médio e membro da família mais poderosa da cidade. Archie Andrews, Betty Cooper, Veronica Lodge, Jughead Jones, Cheryl Blossom, Josie McCoy e seus amigos exploram os problemas da vida cotidiana na pequena cidade, enquanto investigam o caso de Jason Blossom. Mas, para resolver este mistério, o grupo de amigos deve descobrir os segredos que estão enterrados profundamente na superfície da cidade, pois Riverdale pode não ser tão inocente como parece.

O elenco inclui KJ ApaLili ReinhartCamila MendesCole SprouseMadelaine Petsch, Madchen Amick, Luke Perry, Ashleigh Murray, Skeet Ulrich, Casey Cott, Charles Melton, Mark Consuelos e Vanessa Morgan.

Apesar da saída de Ellen Pompeo, ‘Grey’s Anatomy’ é RENOVADA para a 20ª temporada

A ABC renovou oficialmente o drama médico ‘Grey’s Anatomy‘ para a 20ª temporada.

A produtora executiva Meg Marinis assumirá como a showrunner do próximo ciclo, substituindo a Krista Vernoff – que já estava no cargo há mais de uma década.

Marinis também tem uma longa história nos bastidores da série. Ela começou como assistente de produção na terceira temporada, eventualmente se tornando roteirista e produtora executiva.

Além disso, ela já escreveu um total de 35 episódios de ‘Grey’s Anatomy‘.

Vale lembrar que o 19º ciclo marcou a saída da atrizes Ellen Pompeo (Meredith Grey) e Kelly McCreary (Maggie Pierce) do elenco fixo da produção.

Criada por Shonda Rhimes, a série atualmente é comandada pela showrunner Meg Marinis.

A trama segue a vida pessoal e profissional de cirurgiões e internos no Hospital Memorial Grey Sloan.

O elenco conta com Ellen Pompeo, Chandra Wilson, James Pickens Jr., Kevin McKidd, Caterina Scorsone, Camilla Luddington, Kelly McCreary, Kim Raver, Jake Borelli, Chris Carmack, Anthony Hill, Alexis Floyd, Harry Shum Jr., Adelaide Kane, Midori Francis e Niko Terho.

Destruição em massa no trailer DUBLADO de ‘Sobreviventes – Depois do Terremoto’; Confira!

Para promover o lançamento de ‘Sobreviventes – Depois do Terremoto‘ – que já se encontra em exibição nos cinemas nacionais –, a Paris Filmes divulgou o novo trailer dublado da produção.

Confira, dublado e legendado:

Anna Zaytseva é responsável pela direção.

Embora ninguém saiba ao certo até onde se estendem as ruínas, ou qual pode ser a causa do terremoto, no coração de Seul resta apenas um prédio de apartamentos de pé. Chama-se Apartamentos Hwang Gung. Com o passar do tempo, pessoas de fora começam a chegar aos apartamentos Hwang Gung tentando escapar do frio extremo. E não demora muito para os moradores dos apartamentos não conseguem lidar com o número crescente. Sentindo-se ameaçados à sua própria sobrevivência, os moradores estabelecem uma medida especial.

O elenco conta com Lee Byung-hun, Park Seo-joon, Park Bo-young, Kim Sun-young, Park Ji-hu e Kim Do-yoon.

‘Os Fantasmas Ainda se Divertem’ ultrapassa US$ 420 milhões nas bilheterias mundiais

Sucesso! A sequência ‘Os Fantasmas Ainda se Divertem: Beetlejuice Beetlejuice‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 420 milhões nas bilheterias mundiais.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 275.6 milhões. No mercado internacional, foram US$ 144.7 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 420.3 milhões.

O valor representa o melhor desempenho de uma produção comandada pelo Tim Burton em mais de uma década. O último grande sucesso do diretor, a adaptação ‘Alice no País das Maravilhas‘, arrecadou mais de US$ 1 bilhão, em 2010.

Além disso, o filme também superou a arrecadação total de ‘Star Trek‘ (US$386.8M) e ‘Pânico VI‘ (US$169M), tornando-se o maior sucesso das carreiras de Winona Ryder e Jenna Ortega, respectivamente.

O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com o Reino Unido (US$30M), México (US$18.4M), França (US$13.1M), Austrália (US$9M) e Espanha (US$8.4M).

Vale lembrar que ‘Os Fantasmas Ainda se Divertem‘ estreou nos EUA com US$ 111 milhões, tornando-se a terceira maior abertura do ano no país – atrás apenas de ‘Deadpool & Wolverine‘ (US$211.4M) e ‘Divertida Mente 2‘ (US$154.2M).

Orçada em US$ 100 milhões e com 77% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, a sequência já pode ser considerada um dos maiores sucessos do ano – o que aumenta a possibilidade da saga retornar com um terceiro filme.

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Game Of Thrones – Temp. 04 – Ep. 08

CHOQUE

 

Falar que uma obra é chocante eleva as expectativas do leitor, que pode concluir que o “crítico estava exagerando”. Mas, realmente, chocante é o melhor termo para definir este oitavo ep. de Game of Thrones – GoT. Ou, pelo menos, sua parte final.

O ep. 08 já começou todo trabalhado no vermelho sangue! Os selvagens atacaram Vila Toupeira. Nos episódios iniciais da temporada, Sam (John Bradley) levou Gilly (Hannah Murray) e o bebê para um prostíbulo local; queria protegê-los dos seus companheiros de Patrulha. Coitado! Não fosse por Ygritte (Rose Leslie), Gilly e a criança estariam mortas. Apesar da tristeza, Sam não perdeu as esperanças de que Gilly esteja bem. O massacre na Vila Toupeira foi um prelúdio do que o final nos guardava.

Outro momento de choque – mais emocional do que plástico – ocorreu em Meereen. Daenerys (Emilia Clarke) descobriu que, por certo tempo, Jorah Mormont (Iain Glen) vazou informações suas para o Trono de Ferro. Khaleesi foi dura, e lhe deu a opção de ser decapitado ou de ir embora. O único sinal de que Daenerys estava com algum tipo de dor era sua face virada para o alto.

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Mas, veio de Meereen um dos poucos momentos “fofos” deste oitavo ep. A declaração de amor do imaculado Verme Cinzento (Jacob Anderson) para Missandei (Nathalie Emmanuel). Foi uma declaração de amor bem adequado ao espírito da série.

Quem alcançou a glória foi Ramsay Snow, digo, Ramsay Bolton (Iwan Rheon). Lord Bolton (Michael McElhatton) reconheceu Ramsey como filho. Sua vitória particular veio por causa de sua vitória militar. Tudo indica que o Casa Bolton ganhará mais e mais poder ao longo da série. Confesso não saber o que pensar sobre Theon Greyjoy (Alfie Allen). Sua degradação física, moral e mental parece sem volta. R. R. Martin sente um estranho prazer em triturar suas personagens, que ultrapassam seus limites até acabarem trituradas.

No Vale, Sansa (Sophie Turner) finalmente começa a se mostrar uma jogadora. Como se dizia antigamente, foi seu desbunde!  Com apenas um depoimento, ela salvou o pescoço de Lord Baelish (Aidan Gillen) e ganhou a confiança dos anciões do Vale. E, ao que tudo indica, fará uma maquiavélica aliança com Baelish para assumir o poder no Ninho da Águia. Essa mudança foi inclusive visual: enquanto Baelish doutrinava com Robin (Lino Facioli), Sansa surge de uma contraluz em um vestido negro. Uma imagem entre o erótico e o mau agouro.

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Antológica já é a risada de Arya Stark (Maisie Williams)! Sério, um momento rápido que se tornará lendário nas crônicas de Westeros. Ao chegarem ao Ninho da Águia, Sandor Clegane (Rory McCann), que busca uma recompensa por ter salvo Arya, ficou paralisado ao saber da morte de  Lyse Arryn (Kate Dickie). Arya gargalhou! Foi um dos momentos mais simples e geniais de GoT!

Mas, falemos do grande choque da noite! Nada, absolutamente nada, nem mesmo o casamento vermelho, havia nos preparado para o desfecho da luta entre Oberyn Martell (Pedro Pascal) e Gregor Clegane (Hafþór Júlíus Björnsson). Repito, NADA! Quando pensamos que R. R. Martin esgotou seu saco de maldade, ele nos surpreende.

O diálogo entre Tyrion (Peter Dinklage) e Jaime (Nikolaj Coster-Waldau) não foi um prelúdio, mas um respiro para o que nos aguardava.

Quem não leu o livro nem recebeu spoiler foi pego de surpresa. Embora com um estilo todo performático de lutar, Oberyn estava vencendo. Ele colocava para fora todo o ódio pela morte da irmã. Mas, sua vingança o cegou. Quando poderia ter matado Gregor, este o derrubou no chão e, gritando o nome Elia Martell, afundou os olhos de Oberyn, até esmagar sua cabeça. Foi uma cena plasticamente chocante, mas principalmente foi um choque sentimental. Oberyn apareceu na série de forma marcante, e logo tornou-se personagem importante. Profundo e complexo, em qualquer outro tipo de obra narrativa, teria longa vida. Ao optar por matar grandes personagens, R. R. Martin não cria apenas um real sensação de perigo, também provoca no espectador instantes de profunda tristeza.

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TOTALMENTE PREMIADA! 5 ÓTIMOS filmes com Fernanda Torres

Atriz, roteirista e escritora Fernanda Torres é – faz muito tempo – um dos maiores nomes da nossa cultura. Filha de Fernanda Montenegro e Fernando Torres, brilhou no teatro, na televisão e também no cinema, com interpretações maravilhosas.

Ela estreou nos cinemas mais de 40 anos atrás, no início dos anos 1980, no longa-metragem Inocência, dirigido por Walter Lima Jr. Já no segundo filme da carreira, A Marvada Carne, venceu o prêmio de Melhor Atriz no Festival de Gramado. Ainda nessa década, chegou ao reconhecimento mundial com Eu Sei que Vou Te Amar, de Arnaldo Jabor, onde ganhou o prêmio de Melhor Atriz no Festival de Cannes.

Em 2024/2025, com o sucesso de Ainda Estou Aqui, a artista voltou a ter o nome mencionado por todos – de forma merecida. Com chances de ser indicada ao Oscar, Fernanda tem outros filmes maravilhosos no currículo que vamos indicar a vocês abaixo:

 

Ainda Estou Aqui

Um dos mais aclamados filmes brasileiros dos últimos anos, Ainda Estou Aqui nos leva até o início da década de 1970 onde uma família tem seus destinos completamente mudados quando o pai, Rubens (Selton Mello) é levado por militares e nunca mais aparece. Ao longo do tempo, a esposa Eunice (Fernanda Torres) precisa encarar os enormes desafios na criação dos filhos e as incertezas do que aconteceu com o marido.

 

O Que é Isso, Companheiro? (Prime Video)

Dirigido por Bruno Barreto e lançado nos cinemas no ano de 1997, em O Que é Isso, Companheiro? conhecemos a história do sequestro de um embaixador dos Estados Unidos no Brasil no final da década de 60, por um grupo de guerrilheiros de esquerda que lutam contra a ditadura militar. O roteiro é baseado parcialmente no livro homônimo de Fernando Gabeira.

 

Saneamento Básico (Globoplay)

Um dos filmes mais engraçados e pouco comentados da filmografia brasileira, Saneamento Básico, disponível no catálogo da Globoplay, escrito e dirigido por Jorge Furtado, nos conta a história de um grupo de moradores de uma região no interior do país que resolvem fazer um filme para denunciar um problema que atinge toda a cidade.

 

Terra Estrangeira (Netflix)

Dirigido por Walter Salles e Daniela Thomas, o filme nos mostra um homem em dificuldades no Brasil que vai para Portugal junto a um pacote misterioso. Lá conhece uma brasileira e acaba sendo perseguido por bandidos interessados na encomenda.

 

Jogo de Cena (Netflix)

Num dos filmes mais elogiados da extensa carreira do ótimo cineasta Eduardo Coutinho, em Jogo de Cena acompanhamos as interpretações de várias atrizes para histórias de pessoas que foram selecionadas a partir de um anúncio de jornal.

 

 

 

12 Séries de Ação para Assistir na Globoplay

A Globoplay, plataforma de streaming da Globo, está crescendo e investindo cada vez mais em um conteúdo diversificado, de produções premiadas, de prestígio mundial, além de, claro, obras brasileiras. Neste período que passamos em casa, o canal é uma grande pedida para o entretenimento.

Para ajudar os fãs de ação e adrenalina, o CinePOP separou uma lista com alguns dos programas mais famosos do gênero, disponíveis no acervo da Globoplay, assim como sucessos, séries de prestígio, e como não poderia deixar de ser, produções cem por cento nacionais – todas celebradas mundo afora. Vem com a gente e aperte o cinto, pois a viagem será truculenta.

L.A.’s Finest: Unidas Contra o Crime

Muitos podem não saber, mas esta série de ação totalmente girlpower é um derivado da franquia cinematográfica Os Bad Boys, estrelada por Will Smith e Martin Lawrence, cujo terceiro exemplar foi lançado este ano nos cinemas, antes da pandemia mundial.

A personagem Sydney Burnett, papel de Gabrielle Union, apareceu no segundo filme (2003) da franquia, ajudando a dupla a desmantelar um cartel de drogas. Agora, Syd ganha um programa para chamar de seu, e volta para Los Angeles, onde recebe uma parceira igualmente durona: Nancy McKenna, papel de Jessica Alba.

A série estreou em maio do ano passado e a segunda temporada é prometida ainda para este ano.

Máquina Mortífera

Por falar em séries derivadas de filmes, Máquina Mortífera nasceu no cinema, protagonizado por Mel Gibson e Danny Glover nos papeis dos tiras muito diferentes Martin Riggs e Roger Murtaugh. Depois de quatro filmes, a história migrou para a TV, com Riggs interpretado por Clayne Crawford, e Murtaugh vivido por Damon Wayans.

Máquina Mortífera estreou em 2016. Em sua terceira e última temporada, Riggs saiu de cena, quando Crawford foi substituído por Seann William Scott no papel de Wesley Cole.

24 Horas

Vencedora de dois Globos de Ouro (melhor série dramática e ator para o protagonista Kieffer Sutherland), 24 Horas é um verdadeiro marco da TV americana. Mais do que isso, a série pode ser considerada a responsável pela nova era dos programas televisivos, mais dinâmicos e cinematográficos. Ao desfecho de cada episódio, ficávamos obcecados em querer assistir logo o próximo. Tudo se conectava como uma história só, e a ideia é que cada episódio seja uma hora das 24 que formam o dia.

Jack Bauer (Sutherland) se tornou um dos personagens mais comentados da cultura pop mundial, um especialista em segurança trabalhando para uma agência governamental de primeira, repetidamente (a cada temporada) vivendo o pior dia de sua vida. A série durou oito temporadas, de 2001 a 2010, e viu Bauer enfrentar todo tipo de ameaça, muitas das quais punham em risco sua família. Esta é uma ótima oportunidade de reviver ou conhecer as aventuras do herói.

Homeland

Igualmente prestigiada, e com um apelo dramático ainda maior, Homeland foi mais longe e levou para casa cinco Globos de Ouro ao longo de sua trajetória na TV, que chegou ao fim este ano em fevereiro, após oito temporadas. Entre os prêmios da imprensa internacional estão duas estatuetas como melhor série dramática e outras duas pelo desempenho da protagonista Claire Danes.

A atriz vive Carrie Mathison, agente da CIA diagnosticada com bipolaridade. Ela está convencida de que um agente americano feito de prisioneiro sofreu lavagem cerebral do inimigo e agora planeja um ataque terrorista nos EUA ao voltar para casa. Tal agente é interpretado por Damian Lewis, também premiado pelo programa. E agora, ela está certa? Ou é apenas sua condição falando mais alto?

24 Horas: Viva um Novo Dia

Depois de oito temporadas, Jack Bauer retornou à telinha para uma breve retomada de seus afazeres em 2014. Viva um Novo Dia é uma espécie de minissérie em 12 episódios, funcionando por fora da saga tradicional de 24 Horas. Aqui, a ação é levada para Londres, e traz Sutherland de volta na pele do personagem que imortalizou, para uma nova história de intriga, espionagem e, claro, muita ação. O resultado? Quatro indicações ao Emmy.

Quantico

A belíssima indiana Priyanka Chopra é quem protagoniza esta série de ação, suspense e espionagem de enorme sucesso. A série durou três temporadas, de 2015 a 2018.

A trama aborda o treinamento de novos recrutas do FBI na base de Quantico – daí o título do programa -, conhecido por seu alto nível de dificuldade. Recrutas de diferentes backgrounds são os protagonistas, alguns vindos de famílias de agentes, outros, vítimas de terrorismo. Chopra, atriz que migrou para o cinema, vive a caloura Alex Parrish. Além de tentarem sobreviver ao treinamento, a trama fica ainda mais complexa quando surgem suspeitas de que um dos recrutas pode estar arquitetando um grande ataque terrorista nos EUA, do nível do 11 de setembro. Mas quem e por que?

24 Horas: O Legado

Sim, 24 Horas é um enorme sucesso e uma das pratas da casa. Tanto que gerou este derivado alguns anos depois. Pela primeira vez sem Bauer, a nova história é focada no jovem agente Eric Carter (Corey Hawkins), um herói de guerra que volta aos EUA com muitos problemas. Sua única saída é pedir ajuda na famosa agência anti-terrorismo, assim agindo na prevenção um novo ataque. O Legado conta ainda com Miranda Otto no elenco, veterana da trilogia O Senhor dos Anéis. O novo 24 Horas ficou no ar por uma temporada apenas, entre 2016 e 2017.

Operação Berlim

Um grande elenco protagoniza este thriller dramático, que aborda as operações clandestinas de agentes da CIA em Berlim. Richard Armitage protagoniza como Daniel Miller, oficial recém-chegado no posto estrangeiro da agência. Sua missão secreta é descobrir a fonte de um vazamento que fornecia informações para um famoso delator. Algo como o ocorrido no caso real de Julian Assange ou Edward Snowden. O protagonista é apadrinhado pelo veterano Hector DeJean, papel de Rhys Ifans. O elenco conta ainda com nomes como Ashley Judd, Keke Palmer e o indicado ao Oscar Richard Jenkins.

Séries Brasileiras

1 Contra Todos

O multifuncional Júlio Andrade protagoniza esta série renomada internacionalmente. Baseada em um caso real, Andrade vive um sujeito confundido com um grande traficante e terminando atrás das grades injustamente. Uma vez encarcerado, ele precisa se passar pelo criminoso a fim de impor respeito e sobreviver à sua nova condição. A série adentrou sua quarta temporada no fim de março, que igualmente se encontra disponível no canal. Completando o elenco principal, nomes como Stepan Nercessian, Rita Guedes, Silvio Guindane, Julia Ianina e Julia Konrad.

A Divisão

Por falar em Silvio Guindane, o ator também marca presença nesta outra série de ação criminal da Globoplay. O programa aborda a onda de sequestros que aterrorizou o país durante a década de 1990, e a criação da divisão especial para desarticular tais atividades criminosas. Completando o elenco, o veterano Marcos Palmeira e Natália Lage. A série estreou em 2019 e tem cinco episódios. Este ano, uma versão para o cinema foi lançada em janeiro. Conversamos sobre o filme com Palmeira e o bate-papo você pode conferir no link abaixo.

A Divisão | Entrevista com o ator Marcos Palmeira

Impuros

Lançada em 2018, esta série criminal chega este ano à sua terceira temporada (que ainda não estreou). A trama apresenta dois lados de uma moeda, com Evandro (Raphael Logam), um sujeito que sempre sonhou em se tornar um empresário honesto, vendo sua vida escoar para o mundo do crime, onde faz fama e fortuna. Em sua cola está o policial incorreto Morello (Rui Ricardo Diaz), dando início a uma caçada implacável. Fernanda Machado, de Tropa de Elite, também está no elenco. A série se passa nos anos 1990.

Arcanjo Renegado

Finalizando, temos uma das produções mais recentes da Globoplay, cujos cartazes estavam espalhados pelas cidades antes da pandemia. Lançado em fevereiro deste ano, o programa conta com dez episódios, e fala sobre um sargento do BOPE caído em desgraça (papel de Marcello Melo Jr.), após uma operação terminar em massacre no Rio de Janeiro. Ele então é transferido para uma unidade no interior do estado. Reforçando o elenco, um timaço feminino encabeçado por Erika Januza, Rita Guedes e a sumida Danni Suzuki.

‘O Mundo Perdido: Jurassic Park’ (1997) – Revisitando a continuação mais desnecessária do cinema, mas que rendeu uma das maiores franquias

Jurassic World: Recomeço’, o sétimo filme de uma das maiores franquias do cinema, estreia mundialmente neste primeiro fim de semana de julho (no Brasil hoje), aquecendo os motores para o que promete ser o mês mais movimentado do ano para as grandes produções. Estrelado pela duas vezes indicada ao Oscar Scarlett Johansson e pelo duas vezes vencedor do Oscar Mahershala Ali, o longa promete ser o reinício de uma nova saga jurássica nas telonas – e oferece para toda uma nova audiência a maravilha de ter dinossauros realistas nas telonas.

E quando falamos em dinossauros realistas precisamos voltar ao filme onde tudo começou: o ‘Jurassic Park’ original, de 1993. Nada jamais poderá ser comparado ao que foi ter pela primeira vez os dinossauros “vivos” de novo no cinema. Um verdadeiro divisor de águas, que só quem estava vivo na época pôde experienciar. Para irmos aquecendo os motores para o novo ‘Jurassic World’, continuaremos com nossa série de matérias revisitando todos os filmes da saga. Confira agora a primeira sequência de ‘Jurassic Park‘, que chegou quarto anos depois, com ‘O Mundo Perdido: Jurassic Park‘ (1997).

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A ideia para O Mundo Perdido: Jurassic Park (1997) surgiu logo após o enorme sucesso do primeiro filme, dirigido por Steven Spielberg e baseado no livro de Michael Crichton. Spielberg e os produtores queriam continuar explorando o fascinante universo dos dinossauros ressuscitados, aproveitando o impacto revolucionário dos efeitos visuais e animatrônicos que haviam encantado o público.

Michael Crichton, autor do romance original, já havia escrito uma sequência para seu livro — The Lost World (1995) — que serviu de base para o roteiro do segundo filme. O enredo foi expandido para mostrar um segundo parque, em uma ilha diferente, onde os dinossauros vivem soltos, criando uma atmosfera mais selvagem e perigosa. Spielberg buscava um tom mais intenso e aventureiro, explorando temas como o risco da intervenção humana na natureza e as consequências imprevisíveis da ciência.

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Além disso, o sucesso comercial do primeiro filme e o avanço tecnológico em efeitos especiais e CGI permitiram aos criadores imaginar cenas ainda mais grandiosas e emocionantes, justificando a continuação da franquia. Assim, O Mundo Perdido: Jurassic Park nasceu da combinação entre a vontade de dar continuidade à história, o material literário da sequência original e a ambição de elevar o espetáculo visual para novos patamares.

O Mundo Perdido: Jurassic Park‘ (1997) é a sequência direta de ‘Jurassic Park‘ e se passa quatro anos após os eventos do primeiro filme. A trama revela que a InGen, empresa responsável pelos experimentos genéticos, criou os dinossauros em uma segunda ilha, a Isla Sorna, onde os animais vivem soltos, sem cercas ou supervisão humana. John Hammond, agora afastado do controle da InGen, convoca o matemático Ian Malcolm para liderar uma expedição de pesquisa com o objetivo de documentar os dinossauros e proteger o ecossistema da exploração comercial.

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Malcolm, inicialmente relutante, aceita a missão ao descobrir que sua namorada, Sarah Harding, já está na ilha como parte da equipe de campo. A situação se agrava com a chegada de um segundo grupo, liderado por caçadores mercenários contratados pelo novo chefe da InGen, Peter Ludlow, que planeja capturar dinossauros para exibição em um parque temático em San Diego. O conflito entre os cientistas e os caçadores gera uma série de confrontos emocionantes com várias espécies de dinossauros, incluindo os temidos Velociraptores e um casal de Tiranossauros Rex, que protagonizam algumas das cenas mais memoráveis do filme.

O ápice do filme, no terceiro ato, mostra um dos Tiranossauros, que é levado para os Estados Unidos, causando caos ao escapar no centro de San Diego durante a noite, em uma sequência inspirada nos clássicos filmes de monstros. Ian e Sarah precisam correr contra o tempo para capturar o animal e devolvê-lo à ilha antes que a situação saia totalmente do controle. ‘O Mundo Perdido termina com Hammond fazendo um apelo público pela preservação da Isla Sorna, destacando que a natureza deve seguir seu curso sem mais intervenções humanas.

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Uma das primeiras propostas de roteiro envolvia os personagens voltando à Isla Nublar (ilha do primeiro filme), para explorar os destroços do antigo parque, com dinossauros agora soltos e mais selvagens. A trama envolveria equipes diferentes explorando os laboratórios abandonados e tentando resgatar material genético antes que os dinossauros destruíssem tudo.

Outra ideia descartada previa que, logo no início da trama, alguns dinossauros já estariam soltos em território continental (na Costa Oeste dos EUA), com a história mostrando uma caçada urbana desde o começo, não apenas no final. Spielberg gostou desse conceito, mas optou por usá-lo apenas no terceiro ato (com o T-Rex em San Diego).

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Havia também um esboço centrado em crianças presas na ilha, sobrevivendo sozinhas aos ataques dos dinossauros. Spielberg considerou a ideia porque queria manter um apelo para o público mais jovem, mas acabou preferindo incluir a personagem Kelly, filha de Malcolm, como a representante juvenil do elenco – e utilizando parte dessa narrativa para o terceiro filme apenas.

Outra versão inicial explorava uma guerra de bastidores entre corporações rivais tentando roubar o segredo da clonagem genética da InGen. Esse conceito mais conspiratório acabou sendo deixado de lado, mas alguns elementos desse tipo só foram reaproveitados em filmes posteriores da franquia.

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Spielberg também queria ampliar a escala dos dinossauros e chegou a considerar uma sequência focada em uma caçada prolongada com múltiplos Tiranossauros Rex, incluindo perseguições de longo alcance, o que inspirou as cenas do casal de T-Rex no filme final.

No fim, Spielberg optou por uma combinação de elementos do livro de Crichton com algumas dessas ideias iniciais, focando na exploração de uma nova ilha (Isla Sorna), com mais dinossauros, caçadores humanos e o grande clímax urbano com o T-Rex em San Diego.

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Em ‘O Mundo Perdido: Jurassic Park(1997), vários dinossauros fizeram sua estreia nas telas da franquia, aparecendo pela primeira vez, já que haviam ficado de fora do filme original de 1993. Entre os principais estão o Estegossauro, uma das adições mais marcantes, ele aparece em uma das primeiras cenas, quando Sarah Harding observa um grupo com filhotes. Foi um dos dinossauros mais pedidos pelos fãs após o primeiro filme.

O Pachycephalosaurus é conhecido por sua cabeça em formato de cúpula óssea, esse dinossauro protagoniza uma cena de ataque contra os caçadores da InGen, usando sua força para derrubar veículos. O Compsognathus, ou Compy, são pequenos e aparentemente inofensivos, esses dinossauros aparecem em grupo e atacam de forma coordenada. Têm destaque em cenas de suspense, inclusive na abertura do filme. O Mamenchisaurus é um dinossauro de pescoço extremamente longo, que aparece brevemente em uma cena de observação na ilha, impressionando os personagens por seu tamanho. E o Parasaurolophus, que embora tivesse sido apenas mencionado visualmente no primeiro filme em uma cena distante, só em ‘O Mundo Perdido ele tem participação mais evidente, sendo capturado pelos caçadores. Esses dinossauros ajudaram a ampliar a diversidade de espécies no universo da franquia, oferecendo novas possibilidades de ação e suspense para a sequência.

A principal diferença entre ‘Jurassic Park e ‘O Mundo Perdido: Jurassic Park está no tom e na ambientação. Enquanto o primeiro filme tem uma estrutura mais contida, com suspense e clima de descoberta dentro de um parque controlado, o segundo é mais focado na ação, com um cenário de floresta selvagem na Isla Sorna, onde os dinossauros vivem livres. O primeiro destaca o terror da tecnologia descontrolada, enquanto o segundo aborda a exploração e caça predatória dos animais. Além disso, o primeiro tem um elenco mais científico e familiar, enquanto o segundo inclui caçadores e mercenários. Por fim, o segundo filme tem um terceiro ato urbano, com o T-Rex invadindo San Diego, algo ausente no original.

A mudança de elenco em ‘O Mundo Perdido: Jurassic Park refletiu a nova direção que Steven Spielberg quis dar à sequência. Dos personagens principais do primeiro filme, apenas Ian Malcolm (Jeff Goldblum) retornou com papel de destaque, enquanto os protagonistas anteriores, como Alan Grant (Sam Neill) e Ellie Sattler (Laura Dern), ficaram de fora. Spielberg queria focar mais em Malcolm e explorar o personagem além de seu papel cômico anterior. Para contracenar com ele, foi criada a personagem Sarah Harding, uma paleontóloga comportamental.

Para o papel de Sarah, várias atrizes foram consideradas. Entre os nomes cogitados estiveram Juliette Binoche, que recusou para fazer ‘O Paciente Inglês, e Helen Hunt, que estava em alta após o sucesso de ‘Twister‘ (1996). Spielberg também chegou a considerar atrizes como Jodie Foster e Gillian Anderson, mas acabou escolhendo Julianne Moore, que vinha se destacando em filmes independentes. Moore trouxe à personagem uma combinação de força, inteligência e vulnerabilidade, ajudando a criar uma figura feminina mais ativa e aventureira em meio ao caos dos dinossauros.

Na época de seu lançamento em maio de 1997, ‘O Mundo Perdido: Jurassic Park recebeu uma recepção crítica mista, com opiniões divididas. Muitos elogiaram os efeitos visuais avançados, a ação intensa e as sequências grandiosas com os dinossauros, destacando principalmente o realismo das criaturas e a tensão das cenas na floresta. No entanto, a maioria dos críticos considerou que o filme não tinha o mesmo frescor, magia e senso de descoberta do original de 1993.

O tom mais sombrio e violento, aliado a um roteiro considerado menos coeso e com personagens menos carismáticos, gerou críticas sobre o desenvolvimento da história e o excesso de ação em detrimento da narrativa. O terceiro ato, com o T-Rex solto em San Diego, também foi alvo de opiniões divergentes: alguns o viram como um divertido tributo aos filmes de monstros clássicos, enquanto outros o acharam deslocado e exagerado. No geral, a crítica reconheceu o apuro técnico, mas apontou o filme como uma continuação inferior ao clássico original.

O Mundo Perdido: Jurassic Park estreou nos Estados Unidos em 23 de maio de 1997, com uma abertura histórica de US$ 72,1 milhões, quebrando o recorde de maior estreia da época. O filme liderou com ampla vantagem o ranking de bilheteria, superando produções ainda em cartaz como ‘O Quinto Elemento e ‘Volcano: A Fúria, e ofuscando a estreia de ‘A Lente do Amor, comédia romântica com Meg Ryan. No total, o filme arrecadou cerca de US$ 618 milhões mundialmente, consolidando-se como uma das maiores bilheterias de 1997, atrás apenas de fenômenos como ‘Titanic.

O Mundo Perdido: Jurassic Park ficou marcado por sua importância como uma das primeiras grandes sequências de um blockbuster da era moderna dos efeitos visuais digitais. Embora não tenha alcançado o mesmo prestígio crítico do original, o filme consolidou a franquia ‘Jurassic Park como uma marca de sucesso global, abrindo caminho para novas continuações e produtos licenciados. A sequência trouxe inovações técnicas em CGI e animatrônicos, com destaque para as cenas de ação mais ousadas e para a emblemática sequência do T-Rex em San Diego, que virou referência em filmes de monstros urbanos. Outra cena de destaque ocorreu com o ataque ao trailer, que fica pendurado no penhasco, e o momento que o precede com os vidros rachando.

Além disso, o filme ajudou a estabelecer Jeff Goldblum como um ícone pop, tornando Ian Malcolm um dos personagens mais lembrados da série. A produção também reforçou o debate sobre os limites da intervenção humana na natureza, um tema que continuaria sendo explorado nos filmes seguintes da franquia. Mesmo com suas críticas, ‘O Mundo Perdido mantém até hoje uma base sólida de fãs e é frequentemente reassistido por sua ação intensa e pelo aumento da escala de perigo que trouxe para o universo dos dinossauros no cinema.

‘Amigos Para Sempre’ surpreende nas bilheterias e desbanca ‘Aquaman’

O reinado de ‘Aquaman‘ no topo das bilheterias dos EUA chegou ao fim! O drama ‘Amigos Para Sempre‘ dominou o final de semana, estreando com ótimos US$ 19.5 milhões – muito acima das expectativas.

Aquaman‘ ficou em segundo, com US$ 17.2 milhões. Ao total, o longa de James Wan já acumula US$ 287 milhões no país. Além disso, o filme ultrapassou a impressionante marca de US$ 1 bilhão mundialmente.

A aventura familiar ‘A Caminho de Casa‘ estreou em terceiro lugar, com US$ 13.5 milhões — um debut morno se considerarmos o seu orçamento de US$ 18 milhões. ‘Homem-Aranha no Aranhaverso‘ e ‘Escape Room‘ completam o TOP 5, com US$ 9 e US$ 8.9 milhões, respectivamente.

O Retorno de Mary Poppins‘ e ‘Bumblebee‘ arrecadaram US$ 7.2 e US$ 6.7 milhões, respectivamente, em sua quarta semana em exibição. Ambos filmes já ultrapassaram a marca de US$ 100 milhões nos EUA.

‘As Golpistas’: Jennifer Lopez aplica golpes no novo trailer legendado; Assista!

A Diamond Films divulgou o novo trailer do longa ‘As Golpistas‘ (Hustlers).

Confira:

O longa conquistou os críticos e alcançou incríveis 95% de aprovação no Rotten Tomatoes. Com 21 críticas publicadas até o momento, um dos grandes destaques é a performance da Jennifer Lopez.

Muitos críticos, inclusive, estão apostando em possíveis indicações para a atriz nas principais premiações.

Confira os trechos das principais críticas:

“Lopez apresenta sua performance mais eletrizante nas telonas desde ‘Irresistível Paixão’, chamando atenção desde o momento em que entra no palco iluminado por neon em uma roupa de strass.” (Los Angeles Times)

“É engraçado, empoderador, sexy, emocionante e um pouco assustador, e muitas dessas qualidades vêm da performance poderosa da Jennifer Lopez, que genuinamente merece atenção das premiações.” (IndieWire)

“Sai da frente ‘O Lobo de Wall Street’, essas mulheres pode ser tão malvadas quanto os caras – definitivamente são mais charmosas – nesse filme com uma performance arrasadora da Jennifer Lopez.” (Splash Report)

“‘As Golpistas’ foca em mulheres de um clube de strip-tease, mas o fogo ruge alto o suficiente para transcender este mundo e acordar o espectador em qualquer outra situação que possa sentir uma raiva semelhante.” (Culture Whisper)

“Um filme extremamente divertido, que é deslumbrante, engraçado e surpreendentemente emocionante.” (The List)

Escrito e dirigido por Lorene Scafaria (‘Procura-se um Amigo para o Fim do Mundo‘), o longa é inspirado em um artigo feita pela jornalista Jessica Pressler para a New York Magazine, intitulado The Hustlers at Scores.

Na trama, um grupo de ex-strippers se une para roubar seus clientes milionários, mas o plano acaba indo além do esperado. O longa se passará em Nova York e terá como pano de fundo a crise financeira norte-americana, abordando “o dano que isso gerou na subsistência das dançarinas, que dependiam de sua clientela de Wall Street”, em contraste com uma temática com o foco em “identidade, lealdade, sobrevivência e controle”.

O elenco conta com Jennifer Lopez, Constance Wu, Julia Stiles, Keke Palmer, Lili Reinhart, Lizzo e Cardi B.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 5 de dezembro.

‘Medo Profundo 2’: Sequência com crocodilo assassino ganha novas imagens tensas

A sequência do terror ‘Medo Profundo‘, intitulada ‘Black Water: Abyss‘, ganhou novas imagens.

Confira:

A sequência contará com a mesma equipe responsável pelo primeiro filme, incluindo o diretor, Andrew Traucki (‘Perigo em Alto Mar‘), e a produtora Altitude.

Na trama, um casal aventureiro que convence seus amigos a explorar um remoto sistema de cavernas nas florestas do norte da Austrália. Com uma tempestade se aproximando, eles descem para a entrada da caverna, que começa a inundar, e se encontram ameaçados por um bando de crocodilos, o que os levará a uma intensa luta pela sobrevivência.

O elenco inclui Jessica McNamee, Luke Mitchell, Amali Golden, Anthony J. Sharpe e Benjamin Hoetjes.

O protudor Mike Runagall disse que a sequência irá manter o mesmo espírito que o original, evitando efeitos computadorizados e mostrando filmagens de crocodilos reais.

‘Clarice’: Série baseada em ‘O Silêncio dos Inocentes’ é MASSACRADA pelos críticos com 38% de aprovação

As primeiras críticas de ‘Clarice‘, série que focará na Clarice Starling e dará continuidade aos eventos de ‘O Silêncio dos Inocentes‘, foram divulgadas e a produção não parece ter agradado os críticos.

Com 16 críticas até o momento, o longa alcançou apenas 38% de aprovação no Rotten Tomates. O consenso geral é que, apesar da série ser sombria, falta originalidade no roteiro e a série acaba se misturando em um mar de produções do gênero criminal, decepcionando o seu elenco talentoso e o seu material de origem.

Separamos os trechos das principais críticas:

“A história da Clarice Starling já foi contada espetacularmente bem. Essa nova aventura não é ruim, mas não pode reescrever nossas memórias do material superior que vimos no passado.” (Rolling Stone)

“O que torna a série ‘Clarice’ apenas decepcionante ao invés de enfurecedora é que o [Alex] Kurtzman, [Jenny] Lumet e a atriz Rebecca Breed têm um entendimento sólido da Clarice Starling como personagem e até apresentam algumas ideias interessantes sobre como os eventos de ‘O Silêncio dos Inocentes’ impactaram ela.” (Hollywood Reporter)

A ausência do Hannibal Lector e sua dinâmica indelével com a Clarice deixa um grande vácuo que a série tem dificuldades em preencher. O resultado é um drama criminal clichê – outro clone sombrio de ‘Criminal Minds’.” (TVLine)

“A reconcepção da Clarice Starling dá à série, que seria apenas um drama criminal comum, alguma originalidade.” (Reason Online)

“‘Clarice’ não é apenas uma sequência ruim de ‘O Silêncio dos Inocentes’; também é um drama criminal ruim. Combinar esses dois aspectos apenas ajuda a destacar suas falhas.” (CBR)

“Eu queria ter coisas melhores para dizer sobre ‘Clarice’, mas, por enquanto, parece apenas outro episódio de ‘Law & Order: SVU’.” (Nightmarish Conjurings)

Confira o trailer:

A produção irá estrear no dia 11 de fevereiro, na CBS.

O projeto foi escrito por Alex Kurtzman, que também serve como produtor executivo.

A série será ambientada em 1993, um ano após os eventos do filme clássico. A trama irá se aprofundar na história pessoal da Clarice Starling enquanto persegue assassinos em série e predadores sexuais e precisa se arriscar no mundo político de Washington.

Rebecca Breeds (‘Pretty Little Liars‘) estrela como a Clarice Starling. O elenco ainda conta com Kal PennNick Sandow, Michael Cudlitz Jayne AtkinsonShawn Doyle, Tim GuineeMarnee Carpenter.

‘Dopesick’: Série sobre a crise das drogas ganha trailer LEGENDADO; Assista!

O Star+ divulgou o trailer legendado da minissérie ‘Dopesick‘, que gira em torno da crise de opioides nos Estados Unidos.

Confira:

A produção será lançada no streaming no dia 12 de novembro.

Michael KeatonPeter Sarsgaard, Kaitlyn DeverWill Poulter, John HoogenakkerRosario Dawson e Michael Stuhlbarg estrelam.

Phillipa Soo (Hamilton), Jake McDoran (Shameless), Ray McKinnon (Deadwood), Cleopatra Coleman (The Last Man on Earth), Jaime Ray Newman (General Hospital), Andrea FrankleWill Chase (Nashville), Rebecca Wisocky (Devious Maids), Meagen Fay (Two and a Half Men) e Trevor Long (Ozark) completam o elenco.

A produção é baseada no livro homônimo best-seller do New York Times, escrito por Beth Macy.

A trama acompanha a crônica crise que os Estados Unidos sofre há anos com opioides e seu uso indiscriminado no país – o que tem gerado uma sucessão de viciados em remédios controlados, além de ser responsável por um alto índice de mortes.

A produção é descrita como “um olhar ambicioso, angustiante e cativante do epicentro da luta da América contra o vício em opioides, levando o público à uma comunidade mineira da Virgínia, aos corredores do Departamento de Narcóticos e à opulência do centros farmacêuticos de Manhattan”.

O roteiro fica a encargo do vencedor do Emmy Danny Strong (‘Empire’), sob a direção de outro ganhador do mesmo prêmio, Barry Levinson (‘Bom Dia, Vietnã’).

‘Wolf Pack’: Série derivada de ‘Teen Wolf’ contrata seus protagonistas

De acordo com o TVLine, a série ‘Wolf Pack‘, spin-off de ‘Teen Wolf‘, finalmente contratou os seus protagonistas.

O projeto derivado será estrelado por Armani Jackson, Bella Shepard, Chloe Rose Robertson e Tyler Lawrence Gray.

Baseada no livro de Edo Van Belkom, a trama seguirá dois adolescentes, Everett (Jackson) e Blake (Shepard), cujas vidas mudam para sempre quando um incêndio na Califórnia desperta uma assustadora criatura sobrenatural. Feridos durante o caos do ataque, os adolescentes são inexplicavelmente atraídos um ao outro e a dois outros, Luna (Rose) e Harlan (Gray), que foram adotados há dezesseis anos por um policial florestal após outro incêndio misterioso. Quando a lua cheia se levanta, os quatro jovens se unem para descobrir o segredo que os une: a mordida e o sangue de um lobisomem.

As filmagens estão programadas para começarem na próxima semana, em Atlanta.

Vale lembrar que ‘Teen Wolf‘ também ganhará um filme baseado na série, com o retorno do elenco original, que servirá de ponte para a nova produção.

O elenco do rerival trará o retorno de Tyler Posey como Scott McCall, Holland Roden como Lydia Martin, Shelley Hennig como Malia Tate, Crystal Reed como Allison Argent, Orny Adams como Coach Bobby Finstock, Linden Ashby como Sheriff Noah Stilinski, JR Bourne como Chris Argent, Seth Gilliam como Dr. Alan Deaton, Colton Haynes como Jackson Whittemore, Ryan Kelley como Vice Jordan Parrish, Melissa Ponzio como Melissa McCall, Dylan Sprayberry como Liam Dunbar e Tyler Hoechlin como Derek Hale.

Dylan O’Brien não aceitou o convite para voltar ao filme. Além dele, Arden Cho também não retorna.

No filme ‘Teen Wolf‘, um terrível mal surgiu na cidade de Beacon Hills. Os lobos estão uivando mais uma vez, pedindo o retorno de Banshees, Werecoyotes, Hellhounds, Kitsunes e todos os outros metamorfos da noite. Mas apenas um lobisomem como Scott McCall, que agora não é mais um adolescente, e sim um Alfa, pode reunir novos aliados e reunir amigos de confiança para lutar contra o que poderia ser o inimigo mais poderoso e mortal que eles já enfrentaram.

O criador da série Jeff Davis volta para supervisionar o projeto.

Para quem não conhece, ‘Teen Wolf‘ estreou em 05 de junho de 2011 e se tornou uma febre entre o público adolescente, o que lhe rendeu seis temporadas.

Na trama, Posey interpreta Scott McCall, um estudante do ensino médio que é mordido por um lobisomem e precisa aprender a controlar seus instintos animais para proteger seus amigos e sua família.

Vale lembrar que o final da última temporada abre margem para uma continuação, com Scott e sua trupe deixando a cidade para recrutar mais lobos para se juntar ao seu bando e ajudar a lutar na guerra.

 

Não Tem Volta

 

Elenco:

Manu Gavassi
Rafael Infante
Betty Gofman
Roberto Bomtempo

 

Direção: César Rodrigues

Gênero: Comédia

Duração: 90 min.

Distribuidora: Disney

Orçamento: R$ 7 milhões

Estreia: 23 de Novembro de 2023

Sinopse: 

Henrique não consegue superar a separação de Gabriela e, mesmo um ano depois, está tão devastado que é incapaz de se animar com mais nada, nem ninguém. Para acabar com o sofrimento, ele decide tirar a própria vida, mas como não tem coragem, contrata uma empresa de assassinos de aluguel que tem apenas uma única regra: Após a assinatura e o pagamento, a decisão não tem volta. Porém, após assinar o contrato, Henrique e Gabriela se cruzam ao acaso e ela descobre que quer reatar a relação. Desesperado para descobrir quem será o seu carrasco, Henrique envolve-se em uma trajetória repleta de situações tensas e mirabolantes para se salvar e, finalmente, ficar com a mulher que ama.

Crítica: 

Crítica | Não Tem Volta – Rafael Infante e Manu Gavassi em Comédia Dramática Cheia de Reviravoltas

Curiosidades: 

» Fernando Ceylão, de ‘É Fada!‘ (2016) e ‘Sorria, Você Está Sendo Filmado‘ (2014), assina o roteiro;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Diretora de ‘Barbie’ quebra o silêncio após ter sido ESNOBADA no Oscar 2024

Em entrevista ao Entertainment Weekly, a diretora Greta Gerwig quebrou o silêncio após ter sido esnobada pela Academia e não figurar entre os indicados na categoria de Melhor Direção pelo seu trabalho no live-action de ‘Barbie‘.

A cineasta ainda aproveitou a oportunidade para celebrar a indicação da American Ferrera, na categoria de Melhor Atriz Coadjuvante, e do Ryan Gosling em Melhor Ator Coadjuvante.

“O desempenho de ambos nestas categorias foi fenomenal e, na minha opinião, eles merecem ser reconhecidos pela história que fizeram, pelo impacto que causaram e pelo seu profundo desempenho artístico. Queria ver todos sendo celebrados por serem tão incríveis, então [a ausência de algumas indicações] foi um pouco agridoce.”

Ela completa, “Tudo isso é surreal, é como um sonho se tornando realidade para mim. Eu consigo me lembrar assistindo a premiação do Oscar quando era criança, vendo a Halle Berry ganhar, vendo a Julia Roberts ganhar, e sonhando em estar no mesmo lugar. Há muitas coisas que preciso processar, e as palavras não são suficientes expressar como me sinto.”

Ao total, a produção conquistou oito indicaçõesObviamente, os fãs ficaram revoltados por Margot Robbie e da Greta Gerwig terem sido esnobadas pela Academia.

Confira as reações:

Em entrevista ao AP Entertainment, Margot Robbie (‘O Esquadrão Suicida’) comentou sobre a possibilidade de uma sequência.

A atriz confirmou que não há ideias para uma sequência, pois o live-action não foi desenvolvido com a intenção de ganhar continuidade.

“Acredito que introduzimos tudo o que queríamos neste live-action. Não construímos o filme para ser uma trilogia ou algo do tipo. A Greta [Gerwig] realmente colocou tudo o que podia neste filme, então é difícil imaginar o que poderia acontecer em uma sequência.”

Ela completa, “Eu diria que a maior lição que podemos aprender com o sucesso de ‘Barbie’ é que filmes originais pode fazer um grande sucesso. Não é necessário fazer uma sequência ou remake. O filme pode ser totalmente original.”

Sucesso nos cinemas, o live-action de ‘Barbie‘ conseguiu ultrapassar a impressionante marca de US$ 1.4 bilhão nas bilheterias mundiais. Além disso, o longa também fez história ao superar a arrecadação total de ‘Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 2‘ (1.34B), tornando-se a maior bilheteria global da história da Warner Bros.

Com o sucesso do filme, a Mattel irá faturar mais de US$ 125 milhões. A empresa, que detém os direitos da boneca lançada no final dos anos 50, contou com uma participação significativa nos lucros da produção. O valor também engloba vendas de brinquedos e outros produtos.

Assista à nossa crítica:

No fabuloso live-action da boneca mais famosa do mundo, acompanhamos o dia a dia em Barbieland – o mundo mágico das Barbies, onde todas as versões da boneca vivem em completa harmonia e suas únicas preocupações são encontrar as melhores roupas para passear com as amigas e curtir intermináveis festas. Porém, uma das bonecas (interpretada por Margot Robbie) começa a perceber que talvez sua vida não seja tão perfeita assim, questionando-se sobre o sentido de sua existência e alarmando suas companheiras. Logo, sua vida no mundo cor-de-rosa começa a mudar e, eventualmente, tem que sair de Barbieland.

Vale lembrar que o live-action é dirigido pela aclamada cineasta Greta Gerwig (‘Lady Bird: A Hora de Voar’).

O elenco também é formado por Ryan Gosling, Kate McKinnon, Will Ferrell, America Ferrera, Issa Rae, Micheal Cera, Hari New, Ncuti Gatwa, Kingsley Ben-AdirAlexandra ShippMarisa Abela.

Greta também assina o roteiro ao lado de seu parceiro Noah Baumbach.

Showrunner revela detalhes sobre a adaptação de ‘Among Us’: “Haverá muitas mortes”

Em entrevista ao Deadline, o showrunner Owen Dennis, responsável pela criação e produção executiva da série animada ‘Among Us‘, baseada no popular jogo homônimo, revelou novos detalhes sobre a adaptação.

“O jogo pode ser um pouco assustador. Você fica andando por uma nave parcialmente vazia com o conhecimento de que ao menos uma pessoa na tripulação é um alienígena que quer te matar. É sinistro de um jeito bom. Ao mesmo tempo, é engraçado e divertido; ecoando clássicos como ‘Alien, o 8º Passageiro’, ‘Star Trek’ e ‘O Enigma de Outro Mundo’. Eu amo esse equilíbrio de humor e drama, e essa mistura está presente em muitos dos meus trabalhos anteriores, como ‘Trem Infinito’ e ‘Apenas um Show’. A série poderá ser apreciada por pessoas de todas as idades, todos os fãs dos jogos.”

Ele completa, “Nós tivemos muita liberdade para desenvolver esses personagens e descobrir o que queríamos trazer para a série – seus papéis e dinâmicas –, e nós construímos a narrativa a partir daí. Queríamos apresentar personagens que o público realmente se importe e, sempre que alguém morrer (e haverá muitas mortes), você vai se sentir triste.” 

Confira o teaser e siga o CinePOP no Youtube:

“Na trama, membros de uma tripulação foram substituídos por alienígenas metamorfos com a intenção de causar confusão, sabotagem na nave e matar todos a bordo. Encontre o “impostor” ou seja vítima de suas enganações mortais”.

A produção contará com as vozes de Randall Park (‘Homem-Formiga’), Ashley Johnson (‘The Last of Us’), Yvette Nicole Brown (‘Community’) e Elijah Wood (‘O Senhor dos Anéis’).

O projeto está sendo conduzido por Owen Dennis, criador de ‘Trem Infinito‘.

CBS Eye Animation Productions e Innersloth, estúdio por trás do jogo, são responsáveis pela série. Titmouse (‘Big Mouth’) servirá como o estúdio de animação do projeto.

Dennis, Forest Willard, Marcus Bromander, Carl Neisser, Chris Prynoski, Shannon Prynoski, Antonio Canobbio e Ben Kalina serão os produtores executivos.

Infelizmente, ainda não há nenhuma emissora ou streamer envolvido com o projeto.

O jogo se passa em um cenário de tema espacial, onde cada jogador desempenha um de dois papéis, sendo a maioria tripulantes e um número predeterminado sendo impostores. O objetivo dos tripulantes é identificar os impostores e/ou completar as tarefas ao redor do mapa, enquanto o objetivo dos impostores é eliminar os tripulantes. Os jogadores suspeitos são eliminados através de uma votação, que é iniciada quando uma reunião de emergência é chamada ou quando um cadáver é reportado. Os tripulantes vencem caso todos os Impostores sejam eliminados ou se todas as tarefas forem completadas. Já os impostores vencem caso estejam em número igualitário ao dos tripulantes, ou caso uma sabotagem crítica não seja resolvida.

Desenvolvido pela produtora InnerSloth, o jogo está disponível para PC, Nintendo Switch, PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox One e Xbox Series X/S.

Crítica | Carta A Um Pai: 38ª Mostra de Cinema de SP

DIRETOR ARGENTINO FAZ REMINISCÊNCIAS EM DOCUMENTÁRIO

 

O diretor argentino Edgardo Cozarinsky busca fazer do documentário Carta A Um Pai (Carta a un Padre) uma máquina de memórias. Partindo de objetos, seja uma fotografia ou um punhal, o diretor busca reconstruir a genealogia de sua família, iniciando por seu avó, que viveu na cidade de Entre Ríos. Partindo dos fatos que seu avô era judeu e seu pai oficial da Marinha, o diretor busca não só reconstruir sua memória como também as raízes da história da argentina.

Talvez estivesse num dia ruim, mas o documentário não conquistou este crítico. Apesar de curto – 70 minutos – não me senti laçado pela história pessoal do diretor. É um risco desse tipo de documentário, que pode ser uma experiência bela, quando se consegue conectar o particular ao universal, ou ser um verdadeiro sonífero, meu caso, que não consegui embarcar na viagem do diretor.

De qualquer forma, para os apreciadores do cinema argentino ou para os caçadores de documentários, fica a dica.

Crítica | ‘Jerry Springer: Brigas, Câmera, Ação’ – Minissérie da Netflix apresenta os bastidores do mais polêmico programa de TV da história!

Tudo – e realmente tudo – pela audiência. Chegou na Netflix nesse início de 2025, uma minissérie de dois episódios que mostra os bastidores e depoimentos da equipe de um dos mais polêmicos shows televisivos da história da televisão mundial. Tendo como foco as quase inacreditáveis pautas de The Jerry Springer Show – programa camuflado de um talk show – vamos percorrendo as ações de produtores, suas relações de trabalho e com os convidados. Antes de mais nada, esse é um projeto assustador quando pensamos em nós como sociedade.

O sensacionalismo é algo que chama a atenção de muitas pessoas, hoje, por exemplo, vemos alguns tipos de exploração migradas para as redes sociais onde a liberdade virou uma faca de dois gumes. Mesmo com as lutas e até alguns merecidos cancelamentos que ajudam a tentar equilibrar os valores morais, a humanidade sempre esteve próxima do interesse pelo chocar. Esse projeto mesmo beirando ao superficial, traz luz para essas reflexões.

Ex-ancora e comentarista de televisão, Jerry Springer também foi prefeito de Cincinatti. Então, jamais foi um nome totalmente desconhecido. Ele chega em Chicago com o objetivo de lançar um programa de tv e consegue um espaço numa famosa emissora. Junto a uma equipe que encarna o espírito do sensacionalismo e do banal, na guerra pela audiência, ao longo de 28 temporadas consegue o ibope que queria, mesmo sendo alvo de críticas por todos os lados.

Jerry Springer: Brigas, Câmera, Ação chega para decifrar os caminhos até esse sucesso que teve como força motora as maiores baixarias já vistas no universo televisivo. Teve brigas com vias de fato, um homem casado com um cavalo, embates feitos para criar o caos e até um episódio de assassinato que se tornou emblemático e marcou o ponto que iniciou a ladeira abaixo do programa.

Nos dois episódios que praticamente se definem como um ‘começo, meio e fim’, vamos acompanhando depoimentos chocantes que, entre outros pontos, encontram a relação da violência de muitos tipos com a vitória na audiência. Reflexo da sociedade? Limites na busca pela fama? Muitas perguntas giram em torno dessa minissérie mas sempre tendo poucas respostas. Até hoje, parte da sociedade, de uma maneira geral, insiste em não refletir sobre o que consome. E assim caminha a humanidade…

 

12 Dicas de Ótimos Filmes na Netlix para você Assistir

Para ajudar nesta sempre difícil missão que é selecionar o que ver, o CinePOP separou 12 filmes dos mais variados gêneros para você conferir e ter programa neste fim de semana. Não esqueça de comentar sua opinião sobre os longas abaixo. Vamos a eles.

Nossas Noites

Duas lendas vivas da sétima arte, os veteranos Jane Fonda (82 anos) e Robert Redford (83 anos) contracenam pela quarta vez nas telas – esta sendo a primeira na qual se encontram na terceira idade, 38 anos depois de sua última colaboração em O Cavaleiro Elétrico (1979), já que Nossas Noites foi lançado em 2017. As gravações do longa, em 2016, foram marcadas pelos 50 anos desde a primeira união da dupla em Caçada Humana (1966).

No drama romântico Nossas Noites, Fonda e Redford interpretam vizinhos, ambos viúvos, que nunca tiveram muito contato, até que a mulher decide colocar um basta na situação, e eles começam a se relacionar. O filme conta com outro veterano no elenco, Bruce Dern, e com as presenças de Judy Greer e Matthias Schoenaerts.

Okja

Para você que gostou do vencedor do Oscar de melhor filme deste ano, Parasita, é sempre interessante buscar outros trabalhos do diretor do longa, o sul coreano Bong Joon Ho. E o filme anterior do cineasta é uma produção exclusiva Netflix. Okja estreou no festival de Cannes e possui uma forte temática ecológica, perfeito para estes tempos de maior consciência ambiental e preservação da natureza e dos animais.

Na trama, uma grande empresa cria animais desenvolvidos em laboratórios (uma mistura de vaca e hipopótamo) para servirem de fonte de alimento mais saudável para nós, humanos. Porém, uma menina, filha de um fazendeiro, se afeiçoa a um destes animais, chamado Okja, e fará de tudo para evitar seu fatídico destino. O filme conta com um grande elenco, de nomes como Tilda Swinton, Jake Gyllenhaal, Paul Dano e Lily Collins.

Troco em Dobro

 

Esta é para os fãs de ação, comédia e filmes criminais. Baseado no livro de Ace Atkins, Troco em Dobro marca a quinta parceria entre o diretor Peter Berg e o ator Mark Wahlberg – depois dos sucessos O Grande Herói (2013), Horizonte Profundo (2016), O Dia do Atentado (2016) e 22 Milhas (2018). Esta, no entanto, é sua primeira colaboração original para a Netflix.

O roteiro foi escrito pelo vencedor do Oscar Brian Helgeland (Los Angeles – Cidade Proibida), também autor dos ótimos Sobre Meninos e Lobos (2013) e 42: A história de uma Lenda (deste, igualmente o diretor). Nesta aventura descompromissada, Wahlberg interpreta um ex-policial investigando por conta própria o assassinato de dois colegas da força – contando com a ajuda de um amigo “sem noção”, papel do ator em ascensão Winston Duke (Pantera Negra e Nós).

Coffee & Kareem

Seguindo com filmes repletos de adrenalina e risadas, Coffee & Kareem é um dos mais recentes lançamentos originais da Netflix – tendo estreado no último dia 3 de abril. A trama brinca com os filmes de duplas policiais imortalizados pelo cinema, muito em voga nas décadas de 1980 e 1990. Na história, o menino de 12 anos Kareem (papel do estreante Terrence Little Gardenhigh) contrata um criminoso para assustar o novo namorado de sua mãe, um policial. O plano sai pela culatra e logo o garoto precisa se aliar ao padrasto para enfrentarem um grande traficante local.

As estrelas do filme são Ed Helms, mais conhecido pelo papel de Stu na trilogia Se Beber, Não Case, que vive o policial Coffee, e a indicada ao Oscar Taraji P. Henson (O Curioso Caso de Benjamin Button), a mãe do menino. Completando o elenco, a talentosa Betty Gilpin, da série GLOW.

Durante a Tormenta

Produção espanhola para os fãs de mistério, este longa é protagonizado por Adriana Ugarte, uma das estrelas do filme Julieta (2016), de Pedro Almodóvar. Com ecos do subestimado Alta Frequência (2000), duas épocas se conectam através de uma tempestade e equipamentos de filmagem. Na década de 1980, o menino Nico (Julio Bohigas-Couto) presencia um crime de seu vizinho. Anos mais tarde, nos dias atuais, para a mesma casa do garoto se muda Vera (Ugarte) com sua família. Um evento fantástico os conecta em tempos distintos.

I Am Mother

Sucesso no Festival de Sundance, esta ficção científica conta com a presença da jovem atriz Hilary Swank, duas vezes vencedora do Oscar na categoria de atuação principal (por Meninos Não Choram e Menina de Ouro). Nesta realidade futurística, a humanidade foi devastada. A menina Clara Rugaard, no filme chamada somente de Filha, é criada dentro de uma instalação por máquinas a fim de em breve repopular a Terra.

Sua figura materna é um robô conhecido como Mãe, que possui a voz de Rose Byrne (atriz que vem se especializando em dublar inteligências artificiais – este ano marcando presença também em Jexi: Um Celular Sem Filtro). A dinâmica da narrativa muda quando no local chega a “Mulher”, papel de Swank, colocando em dúvida tudo o que havia sido contado para a “Filha”.

American Son

Nesta época, a reflexão é um desejo de muitos. Assim, American Son se torna uma exibição quase que obrigatória para repensar questões como o preconceito racial. Saído do festival de Toronto, o filme é baseado na peça da Broadway, escrita por Christopher Demos-Brown – que também assina o roteiro do longa. De fato, o filme se comporta justamente como a peça, com poucos ambientes e os mesmos atores protagonizando.

O nome de maior chamariz é o da talentosa Kerry Washington (Scandal), que vive uma mãe no pior dia de sua vida. Numa delegacia, ela luta para saber o destino de seu filho, um aluno exemplar, talvez vítima de racismo policial.

Olhar de Anjo

O nome da estrela Jennifer Lopez voltou à boca do público com força total. A musa latina de 50 anos, retornou aos holofotes após seu desempenho no ótimo As Golpistas – o qual muitos acreditam que deveria ter sido lembrado por uma indicação no Oscar. Logo depois, Lopez se apresentou num dos maiores eventos norte-americanos, o show de intervalo do Super Bowl, o campeonato nacional de futebol americano – que foi ao ar em fevereiro.

Estes fatos podem ter sido o motivo deste drama romântico de 2001 estar atualmente entre o Top 10 das produções mais assistidas da Netflix. No longa, Lopez interpreta uma policial de atitude, que conhece e começa a se envolver com um misterioso, mas sedutor, homem, papel de Jim Caviezel.

Um Amor, Mil Casamentos

Refilmagem do francês Plan de Table (2012), esta comédia original da Netflix chegou hoje para os assinantes na plataforma de streaming. Escrito e dirigido por Dean Craig (roteirista das duas versões de Morte no Funeral), o longa traz o jovem Sam Claflin (Como Eu era Antes de Você) como o Bill Murray da vez, protagonizando um dia que se repete em suas variadas versões. Ao contrário do dia da marmota, o protagonista se vê no casamento da irmã (Eleanor Tomlinson), o qual precisa fazer com que ocorra de forma perfeita.

O sujeito precisa encontrar a melhor forma de lidar com os mais variados convidados e situações, enquanto revive cada circunstância tentando fazer tudo encaixar. Entre as convidadas, presenças ilustres de Olivia Munn, a Sloan da série The Newsroom, e a indiana Freida Pinto, a eterna Latika de Quem Quer Ser um Milionário?.

Por Lugares Incríveis

Esta é para os jovens apaixonados. Uma das jovens estrelas mais talentosas de sua geração, Elle Fanning é a protagonista deste romance juvenil original da Netflix, que estreou no final de fevereiro. No filme, Fanning faz par com Justice Smith, de Jurassic World: Reino Ameaçado e Detetive Pikachu.

Baseado no livro de Jennifer Niven, a dupla interpreta Violet e Theodore, que se conhecem e mudam para sempre as vidas um do outro. Em sua nova caminhada, precisarão também lidar e superar os traumas físicos e emocionais do passado. Completando o elenco principal, a promissora Alexandra Shipp (de Com Amor, Simon) e Keegan-Michael Key (O Predador).

Missão Mar Vermelho

Para quem gosta de história reais edificantes, que mostram a superação do ser humano, este longa é um prato cheio. Baseada numa história real, a obra apresenta uma incrível missão de resgate de refugiados judeus no Sudão em 1979, orquestrada por agentes israelenses da Mossad.

Escrito e dirigido por Gideon Raff, da série Homeland, esta missão impossível da vida real apresenta uma aventura inacreditável, e um resgate que usou um hotel como pano de fundo para transportar os refugiados. Como membros da equipe especial, Chris Evans, Haley Bennett, Michiel Huisman e Alessandro Nivola. Os veteranos Ben Kingsley e Greg Kinnear completam o elenco.

A Sociedade Literária e a Torta de Casca de Batata

Queremos ver você dizer este título rápido três vezes. Enchendo tanto a boca quanto uma torta de batatas real, o filme apresenta a carismática Lily James (Em Ritmo de Fuga) no papel de uma jovem autora que decide escrever sobre os moradores de uma pequena Ilha britânica e suas experiências durante a Segunda Guerra Mundial. O filme é baseado no livro de Mary Anne Shaffer e Annie Barrows, e tem direção do veterano Mike Newell (Quatro Casamentos e um Funeral).

Bônus:

O Poço

O que você está fazendo que ainda não assistiu a este filme. Uma das produções mais comentadas deste início de ano, O Poço fez sua estreia no Festival de Toronto no final de 2019. Crítica social barra-pesada, o longa espanhol do diretor Galder Gaztelu-Urrutia é incômodo e possui uma forte mensagem sobre luta de classes – um tema recorrente em muitas produções cinematográficas atuais.

Os Filmes Cult de Maior SUCESSO dos Últimos Anos

O que significa um filme “cult”? Para o público geral, um filme cult é aquele que conquista um grupo apaixonado, mesmo que não seja um blockbuster ou um sucesso comercial imediato. São obras que desafiam o convencional, que têm estilo próprio, personagens marcantes e temas que ficam na cabeça – seja pelo impacto, pela estranheza ou pela originalidade.

E quais são os filmes mais cult dos últimos anos? Abaixo reunimos filmes que fizeram exatamente isso: conquistaram fãs fiéis e criaram seu próprio universo. Trazemos os filmes que mais sacudiram o cenário cult recente com estilo, ousadia e aquela pitada de loucura que só o cinema de verdade tem.

De épicos vikings a terrores sobrenaturais, de dramas familiares multiversais a pesadelos psicológicos em preto e branco, cada filme é uma experiência única, com diretores que se atrevem a experimentar, atores entregues a personagens intensos e roteiros que mexem com a cabeça. Seja na brutalidade sangrenta, na poesia sombria ou no caos delicioso, esses filmes são verdadeiros cults, obras que permanecem na memória e na paixão do público. Confira

A Substância

Mistura de body horror, sátira social e diva pop em um liquidificador. Demi Moore e Margaret Qualley dão um show de presença (e ausência de pele, às vezes), o longa virou queridinho de quem ama bizarrices elegantes. É grotesco, glamouroso e faz você repensar o conceito de juventude eterna… com náusea. Julia Ducournau não fez um filme: ela lançou um feitiço estético! Resultado? Um sucesso cult instantâneo, amado em Cannes e viral no TikTok cinéfilo.

Pobres Criaturas

Pobres Criaturas é o Frankenstein feminista que Mary Shelley teria curtido se tivesse acesso a LSD e direção de arte maximalista! Emma Stone encarna Bella Baxter com a ousadia de quem acaba de descobrir o mundo – e os prazeres carnais – com uma curiosidade científica e zero filtro social. Yorgos Lanthimos mistura crítica social, erotismo e o “vitoriano absurdo” como quem monta um teatro de marionetes demente. O resultado é uma ópera barroca sobre liberdade, reinvenção e rebeldia. Um cult instantâneo, premiado, provocador e deliciosamente esquisito.

Nosferatu

Gótico até a medula – e medula aqui não é metáfora, é jantar! Com Robert Eggers no comando, o clássico do terror ganha nova vida (ou morte) com atmosfera densa, velas tremulantes e ratos mais carismáticos que muito ator. Bill Skarsgård surge como o vampiro mais assustador desde o último vampiro assustador, enquanto Lily-Rose Depp ilumina a escuridão com angústia e beleza melancólica. É arte sombria com gosto de sangue e poesia. Um banquete visual para quem ama terror com pedigree e olhos arregalados.

Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo

É como se ‘Matrix‘, Wong Kar-Wai e um meme tivessem um filho hiperativo e existencialista. Michelle Yeoh brilha (em mil versões de si mesma) numa montanha-russa multiversal que mistura kung fu, crises familiares, dedos de salsicha e filosofia de lavanderia. Os Daniels criaram um caos controlado que faz rir, chorar e pirar – às vezes na mesma cena. É blockbuster indie, é drama absurdo, é tudo ao mesmo tempo literalmente. Um cult moderno que chutou a porta do Oscar.

O Homem do Norte

Robert Eggers de novo na lista. Afinal, não dá para ter uma lista cult sem o atual queridinho que define o título. E o cineasta entrega um épico viking suado, brutal e místico, onde Alexander Skarsgård urra, sangra e arranca cabeças com elegância ancestral. É Hamlet com machados, visões de valquírias e Björk como bruxa. Cada cena parece saída de um pesadelo nórdico pintado a óleo. Um cult musculoso que une poesia, pancadaria e paganismo em uma saga digna de Odin.

X – A Marca da Morte

Imagine se ‘Boogie Nights invadisse ‘O Massacre da Serra Elétrica com um filtro retrô e muito sangue falso. Ti West entrega um slasher com pé na lama, câmera na mão e um  cinema autoral, enquanto Mia Goth reina absoluta em dose dupla, mostrando que terror também é arte performática (e perturbadora). Sexo, vísceras e crítica à obsessão pela juventude se misturam num clima de VHS mofado e tensão crescente. É grindhouse com cérebro e muito charme macabro. Um cult instantâneo que faz gritar — de medo e aplauso.

Fale Comigo

Mistura de Ouija e Red Bull com trauma adolescente – rápido, tenso e impossível de ignorar. Os irmãos Philippou, Youtubers transformados em mestres do terror, invocaram um filme que mistura possessão, dor emocional e uma mão embalsamada mais famosa do cinema recente. Sophie Wilde segura “na mão” do filme com intensidade visceral, enquanto o roteiro martela: brincar com o além nunca acaba bem. É terror com alma (literalmente) e ritmo de clipe perturbador. Um cult moderno que faz você pensar duas vezes antes de apertar qualquer mão estranha.

O Poço

Encontro entre ‘Jogos Mortais e Bong Joon-ho numa prisão vertical onde o estômago ronca mais alto que a moral. Com metáfora social martelada a cada andar, o filme espanhol serve um banquete de tensão, desespero e canibalismo conceitual. É distopia gourmet com pitadas de Kafka e tempero de revolta. Ivan Massagué encara a fome física e existencial com olhos cada vez mais fundos. Um cult inquietante que te faz olhar torto pro elevador e repensar o sistema… e o jantar. Sucesso na Netflix do começo da pandemia.

O Farol

Desculpe a redundância, mas Robert Eggers é o diretor mais cult da atualidade. Então, que tal mais um filme dele? O diretor tranca Willem Dafoe e Robert Pattinson num farol isolado, mistura delírio, flatulência e gaivotas vingativas, e o resultado é puro cinema febril. É masculinidade tóxica destilada em querosene poético, com gritos, mitologia e insanidade subindo com a maré. Cada frame parece uma pintura enlouquecida com cheiro de peixe podre. Um cult hipnótico que ilumina (e queima) como um raio divino.

Longlegs – Vínculo Mortal

Imagine se o capeta escrevesse um episódio de ‘True Detective usando batom e sangue como tinta? Oz Perkins entrega um pesadelo elegante e sufocante, onde Nicolas Cage surge irreconhecível (e aterrorizante) como um serial killer saído direto dos recônditos do inferno. Maika Monroe é a detetive que mergulha num labirinto de símbolos, presságios e paranoia satânica. É terror investigativo com atmosfera dos anos 90 e alma do além. Um cult instantâneo que arrepia até os ossos – longos ou não.

‘Deadly Class’ ganha novos vídeos dos bastidores; Assista!

O canal Syfy divulgou novos vídeos dos bastidores de ‘Deadly Class‘, a nova série dos produtores executivos Joe e Anthony Russo (‘Vingadores: Guerra Infinita).

Confira:

A primeira temporada irá estrear no dia 16 de janeiro de 2019.

Produzida pela emissora SyFy, a trama acompanha Marcus Lopez, um jovem que vê sua vida mudar quando é recrutado para fazer parte de uma escola de assassinos. Os professores são chefes da máfia, serial killers e assassinos em massa que estão lá para ensinar aos jovens tudo que é possível sobre matanças no geral. A HQ é publicada desde 2014 nos EUA.

O piloto da série foi escrito por Remender e Miles Feldsott, em parceria com Adam Targum (Outcast). Lee Toland Krieger (Riverdale) dirige.

O elenco é composto por Benjamin Wadsworth (Marcus), Benedict Wong (Mestre Lin), Lana Condor (Saya), Maria Gabriela de Faria (Maria), Liam James (Billy), Michel Duval (Chico), Luke Tennie (Willie).