Site Página 1836

‘Thunderbolts’ ganha novo trailer cheio de AÇÃO e cenas INÉDITAS; Confira!

A Marvel divulgou o novo trailer de ‘Thunderbolts, que mostrará a mais nova equipe do MCU – formada por personagens desajustados que terão que trabalhar em conjunto.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 2 de maio de 2025.

Além de Sebastian Stan, o longa terá um elenco composto por Florence Pugh (Yelena Belova/Viúva Negra), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma) e Wyatt Russell (Agente Americano).

thunderbolts 3
thunderbolts 3

O roteiro é escrito por Eric Pearson.

thunderbolts

Godzilla

Custe o que custar, proteja sua família. Se chegam para você e perguntam qual o filme que tem um show de bombas letais, explosões a todo instante e muitos clichês, o que você responde? Transformers! Mas dessa vez, o “coitadinho” do Michael Bay ganhou um forte concorrente na hora de encher lingüiça nas emoções bombásticas em um roteiro de longa-metragem, Godzilla (2014). O novo filme do horroroso monstrengo oriental deixa o espectador refém de um novo “Alien vs Predador” e definitivamente prova que a história criada não é, nem de longe, do tamanho do bichinho.

maxresdefault

Nessa nova roupagem de Godzilla, somos enviados para a costa do Japão ano atrás paa conhecermos Joe Brody (Bryan Cranston), um engenheiro que vê sua família desmoronar por conta de uma tragédia inexplicável com os reatores nucleares dos quais é o responsável. Anos se passam e o amargurado engenheiro continua sua busca por explicações para a tragédia, dessa vez acompanhado de seu filho Ford Brody (Aaron Taylor-Johnson). O que ele não esperava era ser surpreendido com a aparição de um enorme monstro e uma outra raça jamais vista na Terra.

Após o bom início o clima de descontrole do roteiro aliado ao desespero cênico dos atores em seus respectivos personagens, deixam a paciência de qualquer pessoa pelo limite. O filme decola em seu início mas, de repente, cai em um limbo e não sai mais de lá. A história dos protagonistas é muito mal costurada após a passagem de tempo. Aaron Taylor-Johnson e Elizabeth Olsen, dois bons atores da nova geração, não encontram entrosamento entre seus personagens.

Godzilla-frente

Os pontos positivos (sim! Há alguns!) são os ótimos efeitos especiais e a boa trilha sonora do craque Alexandre Desplat. Mesmo com esses pontos sendo destacados, é muito pouco para uma história que sempre teve grande potencial. Resumindo, em meio a essas palavras, a única coisa que temos certeza é a de que Godzilla vai ser taxado como um super-herói sem partido político e se ele não quiser…não teremos Copa! Cuidado Dilma!

10 FILMAÇOS EUROPEUS disponíveis pelos streamings!

Uma das vantagens de termos acesso a dezenas de streamings é a de que transforma-se em certeza a possibilidade de chegarmos até filmes que antigamente demorariam – ou nunca – aterrissariam a nosso alcance. A Europa, pulsante quando o assunto é cinema, empilha uma porção de filmes interessantes lançados a cada mês e vem cada vez mais preenchendo as prateleiras virtuais das mais variadas plataformas. Pensando nisso, resolvemos criar uma lista com 10 filmaços europeus espalhados pelos streamings:

 

Labirinto de Mentiras (Filmelier+)

Na trama, ambientada no final da década de 50, conhecemos o determinado advogado Johann Radmann (Alexander Fehling, em uma excelente atuação) um jovem procurador que fica responsável em investigar crimes terríveis cometidos por nazistas durante a Segunda Guerra Mundial. Conforme vai encaixando as peças nesse aterrorizante quebra-cabeça, Radmann vai encontrando dificuldades para concluir seu trabalho, muito pela pressão incansável que sofre de parte do alto escalão alemão.

 

Trópico Fantasma (Filmicca)

Na trama, conhecemos uma esforçada trabalhadora, já com certa idade, chamada Khadija (Saadia Bentaïeb) que após sair do serviço tarde da noite acaba dormindo na condução de volta para casa e vai parar no ponto final da estação, a dezenas de quilômetros de casa. Sem ter como sacar dinheiro e sem condução por causa do horário, resolve ir a pé pra casa e assim conhece e aprende mais sobre a vida através de outros personagens e situações que cruzam seu caminho. Um homem morando escondido em uma casa que a protagonista já trabalhou, um morador de rua desacordado e um cachorro perto do dono, uma atendente separada com uma filha pequena que trabalha em uma loja de conveniência, são alguns dos que passam pelos olhos da personagem principal.

 

Caminhos Cruzados (MUBI)

Momentos que fazem sentido no viver. Colocando na mesma balança o acaso e o destino, o longa-metragem europeu Caminhos Cruzados apresenta através de uma forte protagonista um novo olhar para o mundo e as renovações de felicidade que a vida pode nos trazer quando menos esperamos.

 

O Destino de Haffman (Netflix)

Na trama conhecemos o experiente joalheiro judeu Joseph Haffmann (Daniel Auteuil) que vive uma vida repleta de amor e muito trabalho com sua família em Paris. Ele tem um funcionário no qual conhece faz pouco tempo, François (Gilles Lellouche) que sonha em conseguir com seu talento dar uma boa vida para sua esposa Blanche (Sara Giraudeau). Ambos sonham em ter filhos. Durante essa época, no início da década de 40, acontece a ocupação alemã e judeus são perseguidos por todos os lados. Buscando encontrar uma saída para a situação, Haffman propõe a François que ele assuma os negócios da joalheira e sua casa, para após a guerra ele volte para o verdadeiro dono. Só que Haffman não consegue fugir a tempo e precisará passar meses ao lado de François e Blanche só que numa posição invertida, fato que passará a criar conflitos profundos na vida dos três personagens.

 

A Garota da Agulha (MUBI)

A vida não é fácil para Karoline (Vic Carmen Sonne), uma jovem que após o desaparecimento do marido se vê em um mar de desilusões quando se envolve com o seu chefe, fica grávida mas logo é rejeitada. Sem saber o que fazer quando a criança nascer, acaba conhecendo Dogmar (Trine Dyrholm), uma mulher que comanda uma agência de adoção clandestina. Esse encontro trará desenrolares impactante quando verdades começam a aparecer.

 

O Rei Perdido (Prime Video)

Na trama conhecemos Filipa (Sally Hawkins), uma mulher infeliz no trabalho, num recente término de relacionamento com o ex-marido John (Steve Coogan) que certo dia embarca em uma busca inusitada pelos restos mortais do Rei Ricardo III. Indo atrás desse enorme desafio vai descobrindo a solidariedade e novos conflitos que surgem quando pingos de sucesso começam a aparecer nessa jornada.

 

A Viagem de Fanny (Looke)

A amizade é um amor que nunca morre. Falando sobre os horrores da maior guerra que esse mundo já viu na visão de um grupo de crianças, A Viagem de Fanny é mais um recorte sobre a caçada nazista aos judeus em uma época onde confiar era muito difícil tamanho o medo que a população das cidades ocupadas pelas tropas alemães tinham. Baseado na obra Le Voyage de Fanny – L’Histoire Vraie d’une Jeune Fille au Destin Hors du Commun, um livro de memórias da protagonista dessa saga pela sobrevivência, a cineasta francesa Lola Doillon percorre o caminho das emoções de maneira doce sem deixar de mostrar as realidades dessa jornada.

 

Amour (Reserva Imovision)

Na trama conhecemos um casal chamado Anne e Georges, professores de música aposentados que tem uma filha (também musicista) que mora no exterior. Certo dia, Anne tem um AVC e fica com grandes sequelas, assim, todo amor dessa relação é testado de maneira nua e crua.

 

Chocolate (Mercado Play)

Na trama, protagonizada pelo ótimo ator Omar Sy, conhecemos a trajetória de Rafael Padilha, ex-escravo que nasceu em Cuba no ano de 1868 e foi vendido quando ainda era criança. Tentando sobreviver mesmo sem ter a documentação para viver na França, resolve embarcar no universo mágico do circo. Após encontrar-se com George Footit, um palhaço em franca decadência, resolvem juntos montar um espetáculo em dupla que é um tremendo sucesso, num dos principais teatros de uma Paris que respirava grandes espetáculos.

 

O Filho de Jean (Cindie)

Na trama, conhecemos o tímido e inteligente Mathieu (Pierre Deladonchamps), um homem que vive uma vida pacata na capital francesa. Divorciado, possui uma relação excelente com a ex-mulher e juntos cuidam do filho Valentin. Certo dia, uma coisa inusitada acontece, Mathieu recebe uma ligação dizendo que seu pai que nunca conhecera faleceu. Assim, parte em busca de conhecer mais sobre sua história indo até o local onde morou seu pai, no Canadá. Chegando lá, seu contato é Pierre (Gabriel Arcand), grande amigo de seu pai que o ajuda bastante nessa jornada reveladora e surpreendente.

 

Os Piores Filmes de Terror de 2020

Talvez nem todos saibam, mas o CinePOP nasceu do amor pelos filmes de terror e da vontade de estar em contato com seus fãs. Sendo assim, nada mais natural que demos muita ênfase a este gênero tão amado por uma grande parcela dos cinéfilos em geral. O ano de 2020 não foi fácil para ninguém. Fechou os cinemas, nos fazendo apoiar somente nas plataformas de streaming para conferir nossos filmes de cada dia. No meio de tudo, não faltaram filmes de terror. Algumas preciosidades e outras tantas tranqueiras.

Caótico, assustador e fatídico como um bom filme de terror deve ser, 2020 não foi capaz de nos derrotar e ainda assim conseguimos reunir dez grandes produções cinematográficas do gênero terror para apontar numa lista. Sem mais delongas, vamos conhecer os piores filmes de terror de 2020. Ah sim, não esquecendo que esta não é exclusivamente a opinião do CinePOP, mas sim uma mescla da média das avaliações da imprensa especializada geral e, é claro, do grande público. Confira abaixo.

10 | Você Deveria Ter Partido

Começamos a lista “do lixo” com um filme que chegou direto em vídeo no Brasil. Bem, isso é quase uma redundância em se tratando de 2020. Apesar deste entrave, a obra tem sim bastante pedigree. No elenco protagonizando temos Kevin Bacon e Amanda Seyfried (que pode ser nomeada ao próximo Oscar por seu trabalho em Mank). E na direção, David Koepp, roteirista de sucessos colossais de bilheteria vide Jurassic Park (1993), Missão: Impossível (1996) e Homem-Aranha (2002), em seu primeiro filme na direção em cinco anos, desde que entregou o horrendo Mortecai, com Johnny Depp. Aqui, em sua segunda colaboração com Bacon (depois de Ecos do Além), o cineasta volta a investir numa história de casa assombrada. Para os críticos, apesar dos ingredientes certos, o filme nunca atinge seu potencial, ficando apenas na promessa.

09 | Jovens Bruxas – Nova Irmandade

Quando o trailer para este filme foi lançado, ele confundiu bastante os fãs, que ficaram sem entender se seria um remake, uma continuação ou um reboot. No fim, acabou sendo um pouco de tudo. O filme recicla as mesmas cenas e até diálogos do original, assim como a estrutura de sua história (sendo uma refilmagem), mas ao mesmo tempo cita personagens do original (querendo ser uma continuação). No fim, é apenas uma desculpa para a Blumhouse capitalizar em cima de uma marca conhecida (um reboot). Para os críticos, apesar da boa intenção, o filme só serve mesmo para os aficionados pelo filme original.

08 | Os Novos Mutantes

Alguns filmes entram para a história, não por sua qualidade atemporal, mas sim pela grande problemática envolvendo seus bastidores. Os Novos Mutantes é um dos que mais chama atenção negativamente em anos recentes. Tudo porque sua data de estreia foi mudada tantas vezes, que os fãs ficavam se perguntando se algum dia veriam este filme realizado. Primeiro veio a compra da Fox pela Disney, e depois a pandemia. No meio disso tudo, o longa se tornava quase uma lenda urbana. Anunciado como primeira investida dos filmes de super-heróis pelo terreno do terror, Os Novos Mutantes se mostrou uma obra sofrida, chutada de um lado para o outro. E quando finalmente foi exibido ao público, metade execrou e a outra metade deu de ombros. Mas para os críticos, o filme torna inerte seus ingredientes potencialmente explosivos.

07 | Antebellum

Os trailers servem como uma prévia, para nos preparar para o que assistiremos no filme todo. Servem como um resumo para sabermos se determinada obra nos interessa ou não. Para nos mostrar o que estreará em breve. Ao ponto de muitos acharem que são os trailers a melhor parte da experiência de ir ao cinema. Bem, atualmente eles também possuem a função de nos enganar – quando o filme é picareta, é claro. Em anos recentes caímos feito patinhos com trailers como o de Esquadrão Suicida, por exemplo. Antebellum é um dos exemplos mais recentes. Sua prévia enigmática prometia uma panela de pressão racial no nível de Corra! (2017). Mas o que recebemos… bem, foi algo muito mais simplório, para dizer no mínimo. Para os críticos, o filme estrelado pela musa Janelle Monaè “falha em conectar suas imagens com qualquer sentido, resultando numa experiência desagradável que carece de substância e sustos”.

06 | Inheritance / Herança

2020 foi o ano em que a jovem atriz Lily Collins fez bastante sucesso à frente da série da Netflix Emily em Paris. Apesar de criticada por muitos, em especial os franceses, por seu retrato estereotipado dos cidadãos do país, o programa deu o que falar, foi assistido por muita gente, caiu nas graças de outras tantas, e se tornou uma das produções de maior audiência na plataforma. Mas nem só de glamour e passeios pela cidade das luzes foi feito o ano na magérrima atriz. Collins também estrelou este terror, no papel de uma advogada que recebe, após o falecimento de seu pai, uma herança traumática e assustadora. Na mansão deixada para ela, um quarto está escondido no subsolo – e no local, um homem aprisionado. Os críticos chamaram o filme de “pretenso suspense que espera muito tempo para abraçar sua premissa bizarra”. Para eles, “esta herança dever ser prontamente recusada”.

05 | O Grito

O jovem diretor Nicolas Pesce vinha dos elogios de seu trabalho anterior, Piercing (2018), quando aceitou ficar à frente do reboot de O Grito para a Sony, inclusive escrevendo seu roteiro. Em alguns vespeiros não devemos mexer. Pesce fez o melhor que pôde, injetando certa originalidade nessa premissa, mas parece que a ideia para este reboot que ninguém havia pedido já nasceu morta. A favor do longa, um elenco muito renomado, que conta ainda com dois indicados ao Oscar (Jacki Weaver e Demián Bichir). Na área da criatividade, Pesce investe em três linhas narrativas que se entrelaçam, e ainda confecciona um clima mais puxado para o chamado “terror de arte”, com uma narrativa deliberadamente lenta, focado na construção de uma atmosfera. Nada adiantou. O filme foi chamado de “monótono e genérico” pelos especialistas, que ainda enfatizaram o desperdício de elenco e diretor. Mais sorte da próxima vez.

04 | A Ilha da Fantasia

Por falar em ideias recicladas, aqui temos na lista outra produção da Blumhouse – que parece acertar e errar em medidas iguais. A premissa era boa, transformar o querido seriado da década de 1970, focado no drama e aventura, em um genuíno filme de terror. Os fãs podem até ter torcido o nariz, mas se o resultado fosse bom de verdade, todos acabariam embarcando no novo gênero. Acontece que na direção temos o mesmo sujeito que “cometeu”  Verdade ou Desafio (2018) dois anos antes para a mesma produtora (Jeff Wadlow), filme que se viu presente na maioria das listas dos piores de seu respectivo ano. O novo trabalho do cineasta percorre a mesma estrada de falta de prestígio. Para os críticos, o filme só conseguiu “mostrar os perigos de exumar uma franquia há muito tempo morta”.

03 | Brahms: Boneco do Mal II

Digam o que quiserem do primeiro Boneco do Mal (2016), mas ao menos o filme conseguia manter certo suspense e nosso interesse sobre o que de fato se passava na história sobre uma babá contratada por um casal de idosos para cuidar de seu filho: um boneco! A insanidade era tanta que acompanhamos a trama só para saber como iria terminar aquela loucura. E bem, precisava terminar de alguma forma. O desfecho, mais puxado para Sexta-Feira 13 do que para algo mais psicológico ou sobrenatural pode ter afastado alguns, mas fazia sentido dentro de seu próprio universo. E não deixava de ser surpreendente. Agora para a continuação – que nem deveria existir – pode esquecer tudo isso. Este é um filme totalmente diferente, que utiliza elementos que passavam muito longe do original – soando bem mais como Annabelle, por exemplo. Para os críticos, o filme “mais induz a sonolência do que acelera o pulso, da forma que elimina a eficiência de seu predecessor acima da média”.

02 | Os Órfãos

Uma das grandes promessas para 2020, este terror logo viu cair por terra qualquer empolgação a seu respeito. Sábio foi o produtor Steven Spielberg que rapidamente cortou relações com a obra, retirando seu nome do projeto. Baseado no livro clássico “A Volta do Parafuso”, de Henry James, a história já foi levada ao cinema no passado, na forma do clássico do gênero Os Inocentes (1961). Este ano, serviu de matéria-prima para outra produção de prestígio, a segunda temporada da antologia A Maldição da Mansão Bly. Eles tiveram sorte, mas Os Órfãos não. A pobre Mackenzie Davis faz o que pode como a protagonista, mas sua personagem é simplesmente muito apática. E sim, você acertou, esta é mais uma trama de casa mal assombrada, com pitadas de “crianças assustadoras”. Uma jovem babá é contratada para cuidar de dois irmãos ricos, mas começa a ser atormentada pelo que encontra na mansão. Para os críticos, esta é “uma adaptação equivocada, estilosa, porém confusa”.

01 | A Possessão de Mary

Que rufem os tambores. Chegamos agora ao ápice da lista. Ou seria ao seu fundo. Esta é a pior produção de terror do ano de 2020. Apesar de ter estreado em 2019 em alguns países, esta preciosidade chegou ao Brasil no início do ano. Para começar, devemos dizer que este foi um filme que Nicolas Cage recusou! Sim, isso mesmo. O ator que faz de tudo e mais um pouco – a maioria de qualidade bem duvidosa. Quem pegou o protagonismo foi o vencedor do Oscar Gary Oldman – fazendo um “favorzaço” para o colega. Na trama, o ator vive um pai de família, começando um negócio de turismo ao lado dos entes. Para a empreitada, ele compra um barco. Para o azar de todos, a embarcação se mostra amaldiçoada. Para os críticos, o filme é “mal orientado, um desperdício do elenco, fazendo de sua história de terror sobrenatural uma bagunça encharcada”.

Menções Desonrosas:

Ameaça Profunda

Kristen Stewart conseguiu se reinventar como atriz séria em produções dramáticas e independentes. Mas quando foi a hora de voltar às produções comerciais, andou tropeçando. Primeiro com o reboot de As Panteras, e depois com este terror/ficção científica. Aqui ela vive uma cientista numa estação subaquática, se deparando com estranhos eventos. Para os críticos, “o elenco forte e o visual estiloso não são capazes de evitar o sentimento de deja vu provocado por uma história claustrofóbica genérica”.

Invasão Zumbi 2: Península

Continuações são perigosas. Mas poucos filmes em anos recentes escorregaram tão rápido e intensamente quanto a sequência do elogiadíssimo Invasão Zumbi (2016). A produção sul coreana que conquistou o mundo, fez tanto sucesso que é claro que geraria uma continuação. Os fãs só não esperavam que fosse assim. Os críticos chamaram o filme de “decepcionante”, e afirmaram que apenas os fãs mais ávidos do original poderão tirar algum proveito desta sequência.

Rogue

Sumida há algum tempo dos holofotes, a musa Megan Fox retorna às telas para… caçar leões. Bem, talvez a atriz devesse ser mais politicamente correta. Seja como for, aqui a estrela – cuja maior característica nunca foi o reconhecimento dramático de suas atuações – vive a líder de uma equipe de mercenários numa missão, em uma zona de guerra, se deparando com leões famintos. Aqui, uma curiosidade ocorre. Enquanto os críticos até enaltecem a obra como sendo acima da média, apesar de enfatizarem sua qualidade de “filme B”, o público não teve qualquer apreço pelo longa, tascando nele uma das notas mais baixas em 2020.

A Babá: Rainha da Morte

Dirigido por McG, o primeiro A Babá (2017) marcou um gol para a Netflix, caindo nas graças dos críticos e do público. Misturando terror e comédia à uma premissa insana, o longa se mostrou uma grande diversão para os adeptos deste tipo de filme. O sucesso fez a Netflix tirar da cartola uma continuação, que chegou três anos depois. Dessa vez, porém, o apreço dos fãs diminuiu, e o dos críticos, digamos, caiu por terra totalmente. Ainda dirigido por McG, para os críticos o filme “como a maioria das continuações, fica maior e mais sangrenta, e também muito mais idiota”. Alguns vão ainda mais longe, dizendo que o espectador pode simplesmente desligar o filme e ir dormir. Isso que é recepção negativa.

Schwarzenegger revela quando começam as filmagens de ‘Exterminador do Futuro 6’

Depois de ter suas filmagens adiadas, parece que o produtor James Cameron e o diretor Tim Miller (Deadpool) finalmente irão começar a produção do novo filme da franquia. Em uma entrevista para o site TheArnoldFans, o ator Arnold Schwarzenegger revelou que o filme começará a ser gravado no verão norte-americano. Segundo ele:

“Vamos começar a filmar o Exterminador do Futuro 6 em junho, e irá até a metade de outubro. E eu estou nele. Estou ansioso para retornar como o T-800. Vai ser incrível ter Tim Miller como o diretor e James Cameron supervisionando a coisa toda.”

O diretor James Cameron  retorna como produtor na nova trilogia e afirmou que dará sequência aos eventos dos filmes de 1984 e 1991, ignorando os demais. Além de afirmar que o dinheiro será o fator determinante para as sequências.

“Será o primeiro de três filmes, a história é traçada em um arco de três filmes, mas se não ganharmos dinheiro, não haverá segundo e terceiro, obviamente. Tecnicamente, pensamos neles como sequência três, quatro e cinco. Como se O Exterminador do Futuro, e O Exterminador do Futuro 2 existem, e os demais fazem parte de uma espécie de linha temporal alternativa que já não é mais relevante.”

Paramount anunciou a data de estreia para 26 de julho de 2019. 

Linda Hamilton, atriz que imortalizou a personagem Sarah Connor nos dois primeiros filmes da franquia, também retorna.

Tim Miller, de ‘Deadpool, assume a direção.

Poucos pessoas sabem, mas Cameron perdeu os direitos da franquia ‘O Exterminador do Futuro’ em seu acordo de divórcio com a atriz Linda Hamilton, protagonista dos dois primeiros filmes. A atriz foi casada com o diretor de 1997 a 1999, com quem teve uma filha, Josephine Archer Cameron, nascida em 1993.

Quando se separaram, ela prontamente vendeu os direitos da franquia para a Carolco Pictures, e os direitos passaram de empresa a empresa até acabar nas mãos da Skydance Productions e Annapurna Pictures, produtoras da nova trilogia.

Os direitos voltam para sua propriedade, em 2019, vinte anos após sua venda.

‘O Exterminador do Futuro’: Relembre os 4 filmes da franquia em 10 minutos 

Schwarzenegger conta que passou dificuldades antes de ‘O Exterminador do Futuro’ 

A franquia ‘O Exterminador do Futuro‘ foi lançada em 1984 com Schwarzenegger interpretando o personagem principal e teve três filmes na sequência, que arrecadaram mais de US$ 1 bilhão em bilheterias de todo o mundo.

‘Dumbo’ ganha novo trailer SENSACIONAL; Assista!

O novo live-action da Disney,Dumbo‘, ganhou um novo trailer.

Confira:

Dirigido por Tim Burton, analistas indicam que o filme deve arrecadar entre US$ 45 a 65 milhões nas bilheterias norte-americanas em seu primeiro fim de semana.

Na trama, Holt Farrier é uma ex-estrela de circo que retorna da guerra e encontra seu mundo virado de cabeça para baixo. O circo em que trabalhava está passando por grandes dificuldades, e ele fica encarregado de cuidar de um elefante recém-nascido, cujas orelhas gigantes fazem dele motivo de piada. No entanto, os filhos de Holt descobrem que o pequeno elefante é capaz de uma façanha enorme.

O elenco inclui Colin FarrellDanny DeVitoEva GreenMichael KeatonAlan Arkin e Joseph Gatt.

O longa estreia nos cinemas nacionais no dia 28 de Março.

 

‘A Odisseia dos Tontos’: Revanche dos perdedores no trailer da comédia; Assista!

A Warner Bros divulgou o trailer do filme ‘A Odisseia dos Tontos‘.

Confira:

Dirigido por Sebastián Borensztein, o longa é baseado no livro escrito por Eduardo Sacheri.

A trama situada em uma pequena vila da província de Buenos Aires, na Argentina, no fim de 2001. Um grupo de amigos e vizinhos perde o dinheiro que havia conseguido reunir para reformar uma antiga cooperativa agrícola. Em pouco tempo, descobrem que sua poupança se perdeu por uma manobra realizada por um inescrupuloso advogado e um gerente de banco que contavam com informação do que ia acontecer no país. Quando descobrem o que aconteceu, o grupo de vizinhos decide organizar-se e preparar um minucioso plano com o objetivo de recuperar o que os pertence.

O elenco conta com Ricardo Darin, Luis Brandoni, Chino Darin, Verónica Llinás, Daniel Araoz, Carlos Belloso, Rita Cortese e Andrés Parra.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 31 de outubro.

‘Greenland’: Filme de desastre com Gerard Butler ganha novo trailer INTENSO; Confira!

O filme de desastre ‘Greenland‘, estrelado por Gerard Butler, ganhou um novo trailer.

Confira:

Anteriormente previsto para junho deste ano, o longa agora será lançado em 14 de agosto.

O longa foi dirigido por Ric Roman Waugh (‘Invasão ao Serviço Secreto‘).

Na trama, uma família luta para sobreviver diante de um desastre natural cataclísmico.

O elenco ainda conta com Morena Baccarin, Andrew Bachelor, David Denman, Scott Glenn e Claire Bronson.

Mulher engravida de alienígena no trailer do terror ‘Embryo’; Assista!

O terror ‘Embryo‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

O longa é dirigido por Patricio Valladares.

Kevin e sua namorada, Evelyn, estão acampando na floresta quando ela é sequestrada e fica grávida de um embrião alienígena. Conforme a entidade dentro dela começa a crescer em um ritmo acelerado, os desejos de Evelyn só podem ser saciados com o sabor da carne humana. Quando ela ataca brutalmente um médico, eles fogem para a cidade grande, onde podem encontrar ajuda para remover o embrião que está lentamente assumindo o corpo da Evelyn.

O elenco inclui Romina Perazzo, Domingo Guzmán, Carolina Escobar, Cristian Cuentrejoa, Evelyn Belmar, Paulina Facuse, Yuri Caceres, Giordano Rossi e Serge François.

O terror será lançado direto em VOD no dia 6 de abril.

‘The Cello’: Tobin Bell é destaque na 1ª imagem do novo terror do diretor de ‘Jogos Mortais 2’

O terror ‘The Cello‘, estrelado por Tobin Bell (‘Jogos Mortais’), ganhou a primeira imagem oficial e um novo cartaz sinistro.

Confira:

Darren Lynn Bousman (‘Jogos Mortais II-IV’) será responsável pela direção.

O elenco ainda contará com Jeremy Irons, Samer IsmailElham Ali.

Na trama…

“Um aspirante a violoncelista descobre que o custo de seu novo violoncelo é muito mais insidioso do que ele pensava.”

O roteiro foi escrito por Turki Al Alshikh, que é baseado em seu próprio livro.

O longa, cujas filmagens já foram finalizadas, foi gravado na Arábia Saudita.

Novos atores se juntam ao slasher dirigido por Finn Wolfhard, o Mike de ‘Stranger Things’

De acordo com o Deadline, três novos atores de juntaram ao elenco do terror ‘Hell of a Summer‘, que será dirigido por Finn Wolfhard, astro de ‘Stranger Things‘ e ‘Ghostbusters: Mais Além‘.

D’Pharaoh Woon-A-Tai (‘Reservation Dogs’), Abby Quinn (‘Depois do Casamento’) e Pardis Saremi (‘Dança Fatal’) foram confirmados no elenco da produção.

Billy Bryk também ficará responsável pelo roteiro e direção ao lado de Wolfhard, e ambos irão integrar o elenco do projeto.

“Estou muito animado em codirigir o meu primeiro longa-metragem,” declarou Wolfhard em um comunicado oficial. “Vou ter a chance de trabalhar com um elenco e equipe incríveis, e colaborar com produtoras como 30West e Aggregate é como um sonho se tornando realidade.”

Fred Hechinger (‘Rua do Medo: 1994’) também estrelará a produção.

Apesar dos detalhes da trama não terem sido divulgados, o projeto está sendo descrito como uma “slasher cômico”.

Vale lembrar que Wolfhard já dirigiu um curta-metragem intitulado ‘Night Shifts‘.

Confira na íntegra:

Ator de ‘Shazam’ pode estrelar o live-action de ‘Como Treinar o Seu Dragão’

De acordo com o insider Daniel Richtman, Jack Dylan Grazer (‘Shazam!’) está em negociações para interpretar o Soluço no live-action de ‘Como Treinar o Seu Dragão‘.

Além dele, Auli’i Cravalho (‘Moana’) também estaria em negociações finais para interpretar a Astrid Hofferson, interesse amoroso do protagonista, enquanto Joel Edgerton (‘Obi-Wan Kenobi’) estaria cotado para viver o pai do Soluço.

Infelizmente, nenhuma dessas informações foram confirmadas, então, por enquanto, trate-as como rumores.

E para você? Qual seria o elenco perfeito para a versão live-action?

Dean DeBlois, o cineasta por trás da trilogia animada original, de volta como roteirista, diretor e produtor.

O projeto já está em desenvolvimento e a Universal agendou a estreia para 14 de março de 2025.

Este novo longa adaptará a trilogia de filmes que foram feitos pela DreamWorks Animation e lançados na década de 2010 com grande sucesso. O primeiro filme, lançado em 2010, foi indicado ao Oscar de melhor filme de animação e melhor trilha sonora. A segunda e terceira indicações ao Oscar de melhor filme de animação. A trilogia também foi um sucesso de público, arrecadando mais de US$ 1,6 bilhão nas bilheterias.

A franquia é uma das joias da coroa da DreamWorks Animation e gerou séries de televisão que foram ao ar no Cartoon Network, Netflix e Hulu.

Na ilha de Berk, os vikings dedicam a vida a combater e matar dragões. Soluço, filho do chefe Stoico, não é diferente. Ele sonha em matar um dragão e provar seu valor, apesar da descrença geral. Um dia, por acaso, ele acerta um dragão que jamais foi visto, chamado Fúria da Noite. E além de não matá-lo, acaba acaba por soltá-lo. Só que o animal perdeu parte da cauda e, com isso, não consegue mais voar. Soluço decide ajudá-lo e, aos poucos, se aproxima do dragão. Só que, paralelamente, Stoico autoriza que o filho participe do treino para dragões, cuja prova final é justamente matar um dos animais.

Ansiosos?

Atriz de ‘Joias Brutas’ se junta ao novo TERROR produzido por Jordan Peele e estrelado por Marlon Wayans

De acordo com o Deadline, Julia Fox (‘Joias Brutas’) entrou para o elenco do terror ‘Goat‘, que será produzido pelo aclamado Jordan Peele (‘Corra!’) através da Monkeypaw Productions.

O site afirma que a atriz interpretará a protagonista feminina do longa, mas nenhum outro detalhe foi divulgado.

Com sua carreira em ascensão, Fox também poderá ser vista em outro filme do gênero: o polêmico ‘Presence‘, que fez os espectadores abandonarem os cinemas durante sua estreia no Festival de Sundance.

Tyriq Withers (‘Atlanta’) interpretará um jovem atleta que recebe a oportunidade de treinar com um colega de equipe experiente que está prestes a ser aposentar.

Marlon Wayans (‘Todo Mundo em Pânico’ e ‘As Branquelas’) também estrelará.

Justin Tipping (‘Kicks’) será responsável pela direção.

A trama é baseada em uma ideia de Zack AkersSkip Bronkie.

A trama, descrita como um “terror psicológico ambientado no mundo dos esportes”, gira em torno de um atleta promissor que é convidado para treinar com uma estrela do time que está prestes a se aposentar.

Win Rosenfeld, Ian Cooper, Jamal Watson, David Kern e Kate Oh também servirão como produtores ao lado de Peele.

O terror está sendo desenvolvido pela Universal Pictures.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Tom Cruise quebra tudo no trailer de ‘Missão: Impossível – O Acerto Final’; Confira!

A Paramount Pictures divulgou o primeiro trailer da sequência ‘Missão: Impossível – O Acerto Final‘.

Confira, dublado e legendado:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 22 de maio de 2025.

Além de Tom Cruise o elenco do novo filme também contará com o retorno de Hayley Atwell, Ving Rhames, Simon Pegg, Esai Morales, Pom Klementieff, Vanessa Kirby, Mariela Garriga, Henry Czerny, Shea Whigham, Greg Tarzan Davis, Charles Parnell e Frederick Schmidt.

O orçamento do filme está na casa dos US$ 300 milhões, o mais caro da franquia.

Na trama, Ethan Hunt e sua equipe da IMF embarcam em uma missão perigosa e de vingança para recuperar uma nova arma que ameaça toda a humanidade e enfrentar o maior vilão de seu passado.

O capítulo anterior, ‘Missão Impossível: O Acerto de Contas‘, encerrou oficialmente a sua exibição nos cinemas com “apenas” US$ 566 milhões mundialmente.

Assista à nossa crítica do sétimo filme:

Riocorrente

Você já viu um filme feito para não ser entendido? Chegou aos cinemas brasileiros nesta última semana o esquisito longa-metragem de Paulo Sacramento, RioCorrente. Mostrando o cotidiano de três personagens peculiares cada qual no seu qual, o filme persegue a curiosidade do espectador a todo instante criando arcos dramáticos sem desenvolvimento no seu ponto de intercessão. O público se pergunta a toda hora o porquê de não entender absolutamente nada do que o filme quer dizer.

RIOCORRENTE-Offical-Poster-Banner-PROMO-PHOTOS-12DEZEMBRO2013-17

Na trama, uma das mais loucas dos últimos anos quando falamos de cinema nacional, conta a história de um homem desiludido e ex-ladrão de carros chamado Carlos (Lee Taylor), um jornalista de prestígio chamado Marcelo (Roberto Audio) e uma mulher chamada Renata (Simone Iliescu) que se relaciona ao mesmo tempo com esses dois personagens citados. Ao longo dos dias, o descontrole dos três vai chegando ao limite e o destino deles acaba se aproximando mais ainda.

O projeto tem a ambição de ser incompreendido. Possui traços de críticas sociais profundas mas muito mal elaboradas. A montagem e a edição deste filme parecem ter sido feita às pressas, deixando a desejar no desenvolvimento de suas personagens. Renata, por exemplo, o elo de intercessão entre todos na história, não tem sua verdade descascada para o espectador tornando o longa-metragem uma experiência chata e maçante.

Riocorrente

Cinema experimental? Uma viagem absurda ao incompreensível? RioCorrente, por sua sinopse, possuía elementos que poderiam gerar um filme bom mas tudo isso vira de ponta cabeça bem antes do meio da história. É o tipo de filme que assusta o público. Com tantos títulos brasileiros ótimos recentemente lançados no cinema (como: Gata Velha Ainda Mia e O Lobo Atrás da Porta), esse trabalho de Paulo Sacramento chega como uma ducha fria. Tentar ser David Lynch (o rei do incompreensível genial) não é o caminho.

10 FILMES DILACERANTES que nos fazem pensar sobre a vida!

Com tantas histórias repletas de obstáculos que acompanhamos na nossa realidade, quando assistimos a um filme profundo que nos mostra algumas dessas verdades o impacto é grande! Para você que curte boas reflexões sobre a existência, separamos abaixo 10 filmaços pra você conferir:

 

Manchester à Beira-Mar

Na trama, conhecemos Lee Chandler (Casey Affleck) um homem solitário que vive em um minúsculo quarto na cidade de Boston e sobrevive sendo uma espécie de faz tudo para alguns condomínios próximos a onde mora. Certo dia, seu passado bate em sua porta com a terrível notícia de que seu único irmão Joe (Kyle Chandler) acabara de falecera. Imediatamente, Lee precisa voltar a cidade onde morou durante anos, muito por conta de único sobrinho Patrick (Lucas Hedges), mas precisará enfrentar terríveis dores de seu passado.

 

Manas

Na trama conhecemos Tiele (Jamilli Correa), que vive com sua família em uma região na Ilha de Marajó, no Pará. Cheia de sonhos logo entra em um pesadelo, começando por perguntas em respostas no sumiço da irmã. Quando se vê perdida e completamente atingida pela violência que chega aos seus olhos de forma cruel, persegue o socorro por um caminho solitário até as últimas consequências.

 

Memórias de um Esclerosado

Na trama, conhecemos o cartunista Rafael Côrreas, que 14 anos atrás, recebeu o diagnóstico de esclerose múltipla. Com o avanço da doença, resolve ir atrás de um registro sobre momentos importantes de sua vida, até mesmo personificações importantes do abstrato mundo das emoções, que traçam paralelos com o mix de sentimentos que entra em ebulição de forma dilacerante em uma enorme inquietante e produtiva conversa com o espectador.

 

Aftersun

Na trama, conhecemos Sophie (Frankie Corio), uma jovem bastante esperta, curiosa, de recém completos 11 anos, que vai passar férias com o pai Calum (Paul Mescal), que é separado da mãe, na Turquia. Desde a chegada ao local, Sophie registra tudo com uma câmera, as alegrias, as discussões, as dúvidas, as descobertas, os marcantes momentos daquele curto período. Percebemos logo que são lembranças, memórias, com uma carga alta de sentimentos vindos de vários lados.

 

Carvão

Na trama, exibida nos importantes Festivais de Toronto e San Sebastian, conhecemos Irene (Maeve Jinkings), uma mulher que vive com o marido (Rômulo Braga), o filho Jean (Jean de Almeida Costa) e o pai (esse já em estado bastante debilitado) em uma cidade isolada dos grandes centros, no interior do Brasil. A família vive uma vida simples onde a falta de dinheiro é algo frequente. Certo dia, uma mulher aparece com uma proposta inusitada, que consiste na família hospedar um misterioso visitante internacional chamado Miguel (César Bordón), em troca de uma boa quantia de dinheiro. Eles topam. Assim, se seguem dias de muitos conflitos, onde vamos entendendo melhor cada um desses personagens.

 

O Reformatório Nickel

Ambientado em partes na década de 1960, acompanhamos Elwood (Ethan Herisse) um jovem, cheio de sonhos, que um dia após pegar uma carona acaba sendo enviado injustamente para um reformatório conhecido pelo tratamento abusivo. Nesse lugar, vive experiências marcantes numa época de separação racial e enorme preconceito, encontrando na amizade do colega Turner (Brandon Wilson) uma força para passar pelos obstáculos que o destino colocou em sua frente.

 

Living

Na trama, conhecemos o Sr.Williams (Bill Nighy), um homem que trabalha quase toda vida no funcionalismo público, mais precisamente no departamento de obras públicas. Esse homem de fala mansa, pacato, parece ter um cotidiano robótico, monótono, com as responsabilidades bem demarcadas e um relacionamento distante com os filhos. No dia em que recebe a notícia de que está com uma doença terminal e tem poucos meses de vida, praticamente vê o filme de sua vida passar pelas suas memórias e nos dias seguintes vai buscar novos caminhos para sua estrada, se envolvendo em novas relações interpessoais e experiências, mesmo com o pouco tempo de vida que ainda tem.

 

Você não Estava Aqui

Na trama, somos jogados para a realidade de uma família de classe média baixa britânica, onde o pai Ricky (Kris Hitchen), um torcedor entusiasmado do Manchester United, resolve investir em uma van de entregas para tentar mudar um pouco da realidade apertada financeira de sua família. A questão é que a partir desse ponto, acaba influenciando a todos em sua volta, sua esposa Abbie (Debbie Honeywood em uma atuação primorosa) é uma cuidadora que após vender seu carro para o investimento na van de Ricky vê sua agenda e rotina mudarem ocasionando em uma escassez maior ainda de uma coisa valorosa: o tempo. Assim, os dois filhos do casal também passam por transformações e a todo instante perguntamos, será que Ricky fez o certo em tentar dar um passo além do que já tinha? As certezas dessa resposta nos chegam forte quando entendemos melhor a empresa que fornece os conteúdos de entrega ao protagonista.

 

Canastra Suja

Batista (Marco Ricca) e Maria (Adriana Esteves) são casados e são pais de três filhos: Emília (Bianca Bin), Ritinha (Cacá Ottoni) e Pedro (Pedro Nercessian). Eles levam uma vida de aparências, regados de problemas do cotidiano, muito por conta do fato de Batista ser um alcoólatra. Sem confiança de ninguém de sua família, o pai desconta toda sua raiva e frustrações da vida bebendo e no relacionamento repleto de dificuldades com o filho. Alguns acontecimentos surpreendentes vão contornar essa história.

 

O Caderno de Tomy

Na trama, conhecemos uma mulher de 40 e poucos anos (interpretada pela ótima atriz argentina Valeria Bertuccelli) que é diagnosticada com um câncer terminal. Seu marido (Esteban Lamothe), sempre ao seu lado, faz de tudo para que ela fique bem nos seus últimos dias em um quarto de hospital. Certo dia, fugindo de um quadro depressivo por conta de sua situação, resolve escrever um diário endereçado a seu filho pequeno, a cada página que escreve ela conta sobre sua experiência de estar ali mas também todos seus desejos par ao futuro dele. Além do diário, resolve ir twitando sobre sua rotina e acaba ficando famosa involuntariamente saindo em jornais e aparecendo na televisão.

 

 

 

 

 

Os Filmes de Ação de Liam Neeson | Do Pior ao Melhor

O astro Liam Neeson, indicado ao Oscar por A Lista de Schindler (1993), viu sua carreira sofrer uma guinada em popularidade ao ser alçado ao posto de herói de ação aos quase 60 anos de idade no ano de 2008 com o primeiro Busca Implacável. Nesta quinta-feira, o ator lançou nos cinemas brasileiros seu mais recente trabalho no gênero: Legado Explosivo, filme que fez sucesso nos EUA em outubro passado, permanecendo por duas semanas consecutivas no topo das bilheterias por lá. No filme, Neeson interpreta um bem sucedido ladrão de bancos em busca de redenção, cruzando seu caminho com policiais corruptos.

Sim, é verdade, o ator já havia trabalhado no gênero da ação antes de Busca Implacável (2008), mas nunca na capacidade de protagonista, levando um filme inteiro somente com seu nome por chamariz. Foi Taken (no original) que inaugurou a série de filmes (num total de onze até o momento) onde vemos Liam Neeson descendo o pau a torto e a direito, onde o ator é a estrela solitária e motivador da trama. Sendo assim, como forma de homenagem ao ator e a estes trabalhos, pegando como gancho seu mais recente lançamento, resolvemos criar uma lista diferente, ranqueando do pior ao melhor todos as produções da safra “Neeson barra-pesada porradeiro” no cinema. Vem conferir.

Busca Implacável 2 (2012)

É triste ver uma franquia com grande potencial sair tão rápido assim dos trilhos, e logo em sua segunda incursão. Mais ambiciosa, esta continuação dos filmes criados pelo francês Luc Besson aposta ainda mais na ação exagerada. Mas o que deixa a coisa capenga na verdade é o roteiro pouco inspirado, que leva a possível série por um caminho sem muita inventividade, entregando mais do mesmo. Dentre tantas possibilidades para aventuras do ex-agente Bryan Mills, aqui ganhamos a família de um dos bandidos do original buscando vingança. A novidade é que agora são Neeson e sua ex-mulher (papel da holandesa Famke Janssen) os “sequestrados” no lugar da filha (Maggie Grace). Toque de “jênio”.

Busca Implacável 3 (2014)

Aqui a coisa melhora um pouquinho, mas não muito. Ao ponto de muitos ainda preferirem o segundo episódio a este. Porém, se reclamamos da falta de originalidade no roteiro do anterior, aqui ao menos nos deram algo diferente. O problema é que para isso decidiram copiar de forma descarada o roteiro do clássico moderno O Fugitivo (1993), indicado ao Oscar de melhor filme, com Harrison Ford. Sabe aquela história do “copia, mas faz diferente”? Pois é, aqui não rolou. Na trama, Neeson é incriminado por algo que não cometeu, o assassinato de sua ex-mulher. Agora o sujeito precisa fugir e provar sua inocência. Mas as semelhanças não param por aí. Temos também um agente do FBI obstinado em sua caça (papel do vencedor do Oscar Forest Whitaker) e até mesmo duplica a cena famosa com o protagonista nos esgotos. Pera lá né.

Legado Explosivo (2020)

Mal estreou nos cinemas, e o novo trabalho de Neeson encontra um lugar nada favorável em nossa lista. O fato só mostra que este “legado” não é dos que mais irão repercutir. O longa de ação até possui uma boa premissa, mas não faz muito com ela, optando por seguir por um caminho muito seguro e conhecido, sem grandes surpresas. Aqui, o forte teor genérico, daqueles filmes que já vimos muitas vezes no Super Cine, é o que mais joga contra a obra. No filme, Neeson vive um talentoso ladrão de banco decidindo se aposentar após conhecer uma mulher. Ele decide se entregar, mas termina por cair na mira de policiais corruptos. Esse nos desafia a lembrar de termos assistido logo no mês seguinte.

Leia também: Crítica | Legado Explosivo – Liam Neeson é ‘ladrão honesto’ em ação sem gás

Caçada Mortal (2014)

A partir de agora, teremos na lista os melhores trabalhos do ator no gênero. Daqui em diante, se torna mais difícil escolher entre os filmes do ator, já que todos exibem grau de qualidade elevado, e ranqueá-los é questão de detalhes e minúcia. Tanto que Caçada Mortal surge como um dos preferidos para muitos. Mas aqui, optamos por elenca-lo como o menos memorável dos bons filmes do ator no gênero. Baseado num livro detetivesco, o longa adota um ar mais realista e sério dos demais produtos do ator voltados a ação, mas termina sem se destacar do que já vimos no cinema no quesito. Na trama, Neeson vive um policial caído em desgraça devido a bebida, trabalhando como detetive particular. Em sua nova missão, ele precisa encontrar para um mafioso os responsáveis pela morte de sua esposa. Até guarda algumas surpresas, mas é um dos menos falados do pacote.

Noite Sem Fim (2015)

Os melhores filmes de ação de Liam Neeson são os dirigidos pelo espanhol Jaume Collet-Serra. E aqui inauguramos a parceria da dupla na lista com seu terceiro trabalho juntos. Voltando ao submundo dos gangsters, o ator interpreta um capanga matador de um grupo de criminosos, cuja vida vira do avesso ao decidir proteger o filho (papel do “RoboCop” Joel Kinnaman). Acontece que no meio de uma desavença, ele termina por matar o desafeto do filho antes que o mesmo desse cabo de sua cria. Para azar de todos, o sujeito que matou era ninguém menos do que o filho do chefão local, papel do quatro vezes indicado ao Oscar Ed Harris. Agora será cachorro come cachorro numa fatídica noite, quando o personagem de Harris coloca a cabeça do protagonista e seu filho à prêmio. Além do ritmo pra lá de nervoso, ainda temos a atuação inspiradíssima de Harris, interpretando como se buscasse prêmio em um filme de Scorsese.

O Passageiro (2018)

Última colaboração entre Neeson e Collet-Serra até o momento, O Passageiro traz um forte elenco de apoio, numa trama de suspense dona de inúmeras reviravoltas. O mais legal das parceiras entre o ator e o diretor é que pertencem tanto ao gênero thriller quanto ao da ação. E não é exagero dizer que as partes de suspense em tais roteiros são dignas de Hitchcock, caso optassem por investir somente nelas. Acontece que a proposta é por entretenimento escapista, repleto de barulho, explosões e ação. E o cineasta espanhol, por mais talentoso que seja, não está no nível do icônico diretor inglês. Mas quantos estão afinal? Aqui Neeson vive um homem comum que se vê no meio de uma intrincada trama de espionagem e corrupção ocorrendo na simples viagem de trem que pega diariamente para o trabalho. Além de todos os outros atrativos, o filme traz a reunião do casal Warren da franquia Invocação do Mal (Vera Farmiga e Patrick Wilson) e os primeiros papeis de destaque no cinema das jovens Letitia Wright (Pantera Negra) e Florence Pugh (Adoráveis Mulheres).

Busca Implacável (2008)

Dez anos antes de O Passageiro, era aqui que tudo começava. Foi aqui que a carreira de Liam Neeson deu uma guinada rumo a uma popularidade jovem. Foi aqui que aos 56 anos, o ator indicado ao Oscar se tornava também um herói de filmes de ação. Isso graças ao diretor e mega produtor francês Luc Besson, especialista neste tipo de filme. Besson não dirige, mas assina o roteiro e produz. Como todos devem saber, aqui Neeson vivia pela primeira vez o ex-agente secreto Bryan Mills, talvez o quinto mais famoso do cinema, atrás de James Bond, Ethan Hunt, Jason Bourne e Jack Ryan. A diferença é que Mills é um pai de família, e quando sua filha adolescente é sequestrada durante uma viagem na França, com fins de trabalho escravo sexual, o sujeito fica com sangue nos olhos e vai até o local resolver tudo por conta própria. As frases já icônicas sobre ‘a particular set of skills’ foram muito repetidas e o filme fez tanto sucesso que gerou duas continuações e uma série de TV.

Sem Escalas (2014)

Segunda parceria entre Neeson e Collet-Serra, podemos dizer que O Passageiro, filme citado acima, é uma continuação espiritual desde filme – parte de uma sequência não intencional com Liam Neeson dentro de um grande veículo de transporte público, no meio de uma intriga de muito suspense e repleta com doses de ação. Troque apenas o trem comunitário por um avião. Além disso, Sem Escalas é também parte do subgênero de filmes do tipo passados dentro de uma aeronave, na qual se encaixam produções dos anos 1990 como Passageiro 57 (1992), Turbulência (1997) e Força Aérea 1 (1997), por exemplo. É claro, todas estritamente proibidas a bordo de qualquer voo real. Aqui, o ator interpreta um air marshal (oficiais designados a proteger voos, disfarçados como um dos passageiros) no pior voo de sua vida. O suspense é bom e mantido até o final. Mas o que chama atenção é a presença da vencedora do Oscar Julianne Moore, além de Lupita Nyong’o (outra atriz Oscarizada) numa pequena participação.

Desconhecido (2011)

Primeira colaboração entre Neeson e o diretor Collet-Serra, Desconhecido é, de seus quatro trabalhos juntos, o que possui o melhor roteiro. Como dito acima, Sem Escalas mantém o suspense e as perguntas de um whodunit até o desfecho, porém, a revelação final e a conclusão podem não agradar a todos. Já em Desconhecido, a trama é tão amarrada e faz tanto sentido dentro da proposta da narrativa, que é impossível não se sentir “enganado” no melhor sentido pelos realizadores. E isso vale para os espertalhões que gostam de esbravejar a obviedade de alguns suspenses. Desconhecido poderia sim muito bem ter feito parte do acervo das obras de Hitchcock (claro, o icônico diretor o faria com bem menos pancadaria). Esse é um daqueles filmes que nos faz querer assistir de novo para encaixar suas peças como num quebra cabeças e ver se tudo de fato bate. No filme, o ator vive um homem em viagem de negócios na Alemanha. Após sofrer um acidente de táxi, ninguém parece lembrar dele, nem mesmo sua própria esposa. E agora? Estaria ele louco, ou são os outros?

Vingança a Sangue-Frio (2019)

O mais legal de Vingança a Sangue-Frio em relação aos demais filmes da lista é o uso de um humor ácido intenso, o que o difere fazendo dele o único do lote a se banhar em tal gênero igualmente. E se as citadas parcerias com o diretor Jaume Collet-Serra possuem um quê ‘Hitchcockiano’, aqui pense em algo no estilo Fargo (1996) dos irmãos Coen. Temos inclusive o cenário gelado como pano de fundo e elemento pulsante dentro da trama. A história é até rotineira, com o cidadão do ano de uma pequena cidade (Neeson) buscando vingança contra traficantes pela morte do filho. Novamente, o que chama atenção e diferença é o ar cômico que a obra assume, dona de tiradas, trocadilhos e muito sarcasmo. Na verdade, trata-se do remake do norueguês O Cidadão do Ano (2014), dirigido pelo mesmo Hans Petter Moland desta versão americana.

A Perseguição (2011)

Assumindo o primeiro lugar no pódio da lista está A Perseguição, longa que igualmente foge da caixinha onde os demais do pacote estão inseridos, conseguindo ir ainda mais longe no diferencial e se tornando ainda mais único. Seria justo inclusive não colocá-lo na mesma categoria por não fazer uso da fórmula vista em todos. Para termos uma ideia, aqui Liam Neeson não dispara um tiro, não temos perseguições de carro e ele não sai no braço com ninguém. Mas aí você pergunta, então este não é um filme de ação? É sim! Acontece que é uma produção eletrizante de sobrevivência, onde a ação se desenrola após a queda de um avião nas montanhas geladas do Alasca contendo funcionários de uma empresa petroleira. Seis trabalhadores sobrevivem, mas o líder que irá guia-los é o segurança do local, contratado para afastar os lobos – sim, você acertou, papel de Neeson, claro. O pior acontece e agora o jogo virou, com justamente as ferozes bestas em seu encalço atrás de uma bela refeição. É homem versus natureza neste thriller de tirar o fôlego literalmente. Além de um filme de ação de Liam Neeson, A Perseguição é simplesmente um dos melhores exemplares do cinema de sobrevivência de todos os tempos.

‘The Walking Dead’: Novo episódio marca a audiência mais baixa desde a 1ª temporada

Desde a temporada anterior, os números de audiência da série The Walking Dead tem declinado lentamente, e parece que as quedas ainda não terminaram. O décimo episódio da oitava temporada marcou a audiência mais baixa da série desde a sua estreia.

Apenas 6,8 milhões de pessoas assistiram ao episódio exibido no último domingo (4), com um índice demográfico de 2.9. O episódio de estreia da série, antes dela ter sido descoberta pelo grande público, marcou 2.8.

A última vez que a série registrou menos que 7 milhões de espectadores ao total foi durante a segunda temporada.

The Walking Dead é transmitida aos domingos pelo canal pago Fox, às 23h30.

‘The Walking Dead’: Produtora está desenvolvendo séries derivadas e algumas surpresas

‘The Walking Dead’: Danai Gurira pode não retornar na 10ª temporada; Saiba mais!

De acordo com o THR, Danai Gurira ainda não assinou contrato para a próxima temporada de ‘The Walking Dead‘ e as negociações ainda estão acontecendo. O site afirma que um acordo está complicado por causa do novo status da atriz, que recentemente estrelou o grande sucesso ‘Pantera Negra‘.

Em contrapartida, Norman Reedus (Daryl) e Melissa McBride (Carol) já estão garantidos por mais três anos, com aumentos consideráveis em seus salários. O novo contrato dos atores vai além de suas aparições na série, tendo a oportunidade de ambos aparecerem em filmes e derivados do universo ‘The Walking Dead‘ – que atualmente encontra-se em expansão.

A série retorna com episódios inéditos no dia 10 de fevereiro.

‘Downton Abbey’: Elenco revela como é estar de volta em novo vídeo; Assista!

A Universal Pictures divulgou um novo vídeo dos bastidores de ‘Downton Abbey‘.

Confira:

Julian Fellowes, criador da série, escreveu o roteiro do filme. Já Brian Percival, que dirigiu o piloto da série, é responsável pela direção.

Adaptação da série de televisão Downton Abbey, que conta a história da trajetória da família Crawley, proprietária de um vasto território na Inglaterra rural no início do século XX.

O elenco conta com o retorno de Maggie Smith, Hugh Bonneville, Michelle Dockery, Elizabeth McGovern, Laura Carmichael.

A produção será lançada nos cinemas nacionais no dia 24 de outubro.

‘RuPaul’s Drag Race’: 12ª temporada já está disponível na Netflix!

A 12ª temporada do reality show ‘RuPaul’s Drag Race‘ já estreou na Netflix! Todos os episódios do novo ciclo já estão disponíveis no serviço de streaming.

Vale lembrar que a Netflix também divulgou todos os episódios Untucked do décimo segundo ano.

Atualmente, a produção irá exibindo a 5ª temporada do All Stars.

Confira o trailer:

Criado em 2012, o spin-off de RuPaul’s Drag Race’ funciona como a competição original; entretanto, ele traz drag queens que já participaram do reality show para uma nova tentativa de conseguir a coroa e o prêmio de US$100 mil, além de participar do Hall da Fama da lendária apresentadora RuPaul.

Assista à entrada das novas queens:

As novas competidoras são: Shea Couleé (9ª temporada), Miz Cracker (10ª temporada), Alexis Mateo (3ª temporada e All Stars 1), Blair St. Clair (10ª temporada), Mariah Balenciaga (3ª temporada), India Ferrah (3ª temporada), Jujubee (2ª temporada, All Stars 1), Derrick Barry (8ª temporada), Mayhem Miller (10ª temporada) e Ongina (1ª temporada).

‘Mulher-Maravilha’ será REMOVIDO da Netflix daqui a duas semanas

Quem quiser conferir o primeiro filme da ‘Mulher-Maravilha‘ na Netflix terá que se apressar. O longa será removido do serviço de streaming em duas semanas, no dia 26 de março.

A remoção do conteúdo da Warner Bros. e de seus associados se tornará ainda mais agressiva nos próximos meses, em consequência do futuro lançamento do serviço de streaming da HBO Max no Brasil.

Dentre outros títulos da distribuidora a serem removidos da Netflix nas próximas semanas, inclui-se ‘No Olho do Tornado‘, ‘Miss Simpatia 2: Armada e Poderosa‘, ‘Viagem 2 – A Ilha Misteriosa‘, entre outros.

Vale lembrar que, nos EUA, a sequência ‘Mulher-Maravilha 1984‘ foi lançada simultaneamente no serviço de streaming da HBO Max e nos cinemas; uma decisão que, por causa da pandemia de COVID, será seguida por TODOS os lançamentos da Warner Bros. em 2021.

Confira nossa crítica:

Crítica | ‘Mulher-Maravilha 1984’ é ainda mais FANTÁSTICO que o primeiro filme

Como arqueóloga, Diana, que trabalha no museu Smithsonian, é uma Mulher-Maravilha que tem super poderes extraordinários, podendo ser a heroína mais forte do mundo. Em 1984, a Mulher Maravilha está em perigo mortal assustador diante de uma enorme conspiração do empresário Max, que canta alto para satisfazer os desejos das pessoas, e uma inimiga misteriosa, a Mulher-Leopardo. A Mulher-Maravilha vai conseguir parar o colapso do mundo sozinha?

O elenco também conta com Chris PineKristen WiigPedro Pascal.

 

‘Atração Fatal’: Lizzy Caplan estrelará série da Paramount+ baseada no suspense clássico

De acordo com o Deadline, Lizzy Caplan (‘Castle Rock’) estrelará a série baseada no suspense clássico ‘Atração Fatal‘, que está sendo desenvolvida pela Paramount+.

A atriz irá interpretar Alex, personagem que foi vivida pela Glenn Close no filme original. A personagem acaba se tornando obcecada pelo seu amante após um breve caso extraconjugal.

O projeto está sendo descrito como uma reimaginação do thriller psicossexual, e será contado através de um ponto de vista modernizado quando se trata de mulheres fortes, transtornos de personalidade, culpa da vítima e controle coercitivo.

O roteiro da adaptação ficará por conta de Alexandra Cunningham e Kevin Hynes (‘Dirty John’).

No filme de 1987, o caso de uma noite volta a assombrar um homem casado quando sua amante começa a perseguir ele e sua família.

Stanley Jaffe e Sherry Lansing, produtores do longa original, serão produtores executivos da série.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Resident Evil’: Ator que vive o Wesker fala sobre reviravolta CHOCANTE na série da Netflix [SPOILER]

*SPOILERS ABAIXO*

Em entrevista ao Bloody Disgusting, o ator Lance Reddick revelou como foi interpretar múltiplas versões do vilão Albert Wesker na adaptação da Netflix, ‘Resident Evil: A Série‘.

No sexto episódio da primeira temporada, descobrimos que o Albert Wesker que acompanhamos na história é apenas um dos clones criados pela versão original do personagem – que aparece brevemente para tentar eliminar as pontas soltas.

“Eu só conhecia os filmes [da franquia ‘Resident Evil’]. Eu nem conhecia os jogos. Então, eu tive a chance de ler o roteiro e fiquei impressionado com os personagens e as suas relações entre si, além das cenas de ação e terror. E, claro, ao final do sexto episódio, percebi que teria a chance de interpretar múltiplas versões do Wesker. Interpretar o Bert foi a minha parte favorita durante essa temporada.”

Ele completa, “Para tentar entender o personagem – o Albert que tem mais destaque na trama –, além de me apoiar nos roteiros, eu tive a ajuda de um amigo, que é um professor de bioquímica. Eu conversei com ele sobre como é fazer ciência e a psicologia em torno disso.”

Vale lembrar que todos os episódios já estão disponíveis na Netflix!

Em 2036, 14 anos após a dor causada por Joy, Jade Wesker luta para sobreviver em um mundo tomado por chocantes criaturas sedentas por sangue. Em meio a essa carnificina, ela é assombrada pelo passado em New Raccoon City, pela ligação do pai com a sinistra Umbrella Corporation e principalmente pelo que aconteceu à irmã, Billie.

O elenco conta com Ella Balinska, Tamara Smart, Siena Agudong, Adeline Rudolph e Paola Nunez.

O ator Lance Reddick (‘John Wick’) interpreta o vilão Albert Wesker.

Família participa de ‘Jogo Perigoso’ pela herança no trailer DUBLADO do terror; Confira!

A Paramount+ divulgou o trailer dublado do terror ‘Jogo Perigoso: Vítimas da Herança‘, que já está disponível em sua plataforma.

Confira:

Sean McNamara é responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Brian Buccellato.

Uma reunião de família em uma mansão remota se transforma em um pesadelo quando eles ficam presos lá dentro e são forçados a participar de um jogo mortal de sobrevivência, onde apenas um sairá vivo.

O elenco conta com Jonathan Rhys Meyers, Will Sasso, Jon Voight, Laura Mennell, Megan Charpentier, Kaya Coleman, Skyler Shaye, Dylan Playfair e Bradley Stryker.

‘Verdade ou Desafio 2’ seria uma sequência META homenageando Wes Craven e ‘A Hora do Pesadelo’

Em entrevista ao Variety, Jeff Wadlow (‘A Ilha da Fantasia’) revelou que o terror ‘Verdade ou Desafio‘ quase ganhou uma sequência. O novo filme, engavetado por causa da pandemia de COVID, seguiria o mesmo estilo de metalinguagem de ‘A Hora do Pesadelo 7‘.

Apesar de ter sido massacrado pelos críticos – com 15% de aprovação no Rotten Tomatoes –, o longa rendeu um enorme sucesso para a Blumhouse. Com orçamento de apenas US$ 3.5 milhões, o terror arrecadou impressionantes US$ 95 milhões mundialmente.

“Nós escrevemos o roteiro para uma sequência de ‘Verdade ou Desafio’. No primeiro filme, havia nove personagens e sete deles morrem. Eu não queria fazer uma continuação estilo ‘Premonição’ ou focar em um novo grupo de personagens. Essa ideia parecia chata para mim. [Intitulada ‘Verdade ou Desafio na Vida Real’], a sequência começaria com a Markie e a Olivia, as personagens da Lucy Hale e Violett Beane. Haveria uma cena tensa, e a Markie começaria a rir do nada. Então, você ouviria ‘Corta!’, e o diretor apareceria na câmera. Seria como ‘A Hora do Pesadelo 7’. Lucy e Violett ainda são amigas, e elas embarcariam em uma viagem com os outros atores do filme original.”

Ele completa, “Todos que estavam no primeiro filme, eles se tornaram amigos, e nós iríamos descobrir que os roteiristas daquele projeto pesquisaram sobre um demônio real. Assim como Calux pode assombrar um jogo, ele também pode assombrar um filme na vida real. A continuação seria assustadora, surreal, engraçada e traria muito subjetividade.”

Olivia, Lucas e um grupo de amigos viajam ao México como uma despedida antes da formatura. Lá, um estranho convence um dos estudantes a jogar um aparentemente inofensivo jogo de verdade ou desafio com os outros. Ao começar, o jogo desperta algo maligno – um demônio que força os amigos a compartilharem segredos sombrios e confrontarem seus medos mais profundos. A regra é simples, porém cruel: fale a verdade ou morra, faça o desafio ou morra, e se parar de jogar, também morre.

‘Cães de Caça 2’: Neil Marshall compartilha atualização DECEPCIONANTE sobre a sequência

Através do seu Instagram, Neil Marshall (‘Abismo do Medo’) compartilhou uma atualização decepcionante sobre o desenvolvimento de uma possível sequência para o clássico ‘Cães de Caça‘.

O diretor revelou ter passado os últimos seis anos em negociações para tirar o projeto do papel, mas as discussões foram interrompidas abruptamente e a continuação está efetivamente morta.

“É com o coração pesado que devo anunciar que este cartaz é provavelmente o mais perto que chegaremos de uma sequência de ‘Cães de Caça’. Já que tantos fãs continuam perguntando, senti que não podia apenas guardar as notícias decepcionantes para mim. Sua lealdade inabalável merece algo melhor. Nos últimos 6 anos, eu e o produtor Christopher Figg, temos trabalhado incansavelmente para negociar os direitos de fazer uma sequência com o produtor/detentor dos direitos David E. Allen.”

“Infelizmente, essas negociações chegaram a um fim repentino e inesperado quando, no início deste ano, deveríamos finalizar e assinar os acordos e… eles desapareceram. Desapareceram. Cortaram toda a comunicação. Recusaram-se a responder e-mails ou ligações. Eu não sei o motivo. Simplesmente não sabemos o que aconteceu ou por que, mas o resultado final é que não temos os direitos para fazer uma sequência sem esse acordo em vigor, tornando-a efetivamente morta. Sinto muito. Nós tentamos. Realmente tentamos. Queríamos fazer este filme para vocês. Para todos os inúmeros fãs que pediram. Mas, no final, talvez não fosse para ser.”

Confira a publicação original e siga o CinePOP no Youtube:

Escrito e dirigido por Neil Marshall, a trama do filme original acompanha um grupo de soldados ingleses que é mandado para treinamento na floresta e precisa lida com criaturas inusitadas, que já mataram outra equipe e continuam em busca de mais vítimas, aterrorizando e deixando um rastro de sangue por onde passam.

Vale lembrar que, em 2004, um sequência intitulada ‘Dog Soldiers: Fresh Meat‘ havia sido anunciada, mas o projeto nunca saiu do papel.

O Grande Hotel Budapeste (2)

Existe valor para uma grande amizade? Para falar sobre a trivialidade dos sentimentos do ser humano, ninguém melhor que o cineasta, queridinho dos cinéfilos, Wes Anderson (Moonrise Kingdom). Seu mais novo trabalho, O Grande Hotel Budapeste, é uma incrível aventura percorrida através do real valor de uma amizade. Com uma atuação espetacular de Ralph Fiennes (com toda a pinta que vai ser indicado ao próximo Oscar), esse filme vai agradar a grande maioria do público. É uma obra que empolga o espectador, do início ao fim.

c

Na trama, conhecemos o atual dono do famoso Grande Hotel Budapeste, um homem com um passado sofrido que por meio de flashbacks relembra toda sua história de aventuras inesquecíveis ao lado de seu grande amigo M. Gustave (Ralph Fiennes). Baseado em textos de Stefan Zweig, o roteiro adaptado assinado pelo próprio diretor é o paradoxo quebrado entre o muito bom e o muito bom ainda mais bom.

A trama, dividida em partes (a La Von trier), é recheada de elementos fascinantes. Depois de mais esse belo trabalho, não há mais dúvidas sobre a genialidade e originalidade de Wes Anderson que neste novo projeto, consegue executar com maestria todas suas brilhantes ideias em meio a planos incríveis. O mais impressionante nos trabalhos do diretor é que se você acha que seu modo de filmar é sempre igual, você se agarra aos personagens e fica tudo maravilhoso outra vez.

d

Forçando um sotaque engraçado, andando de Bobsled, passando um perfume atrás do outro, o carismático M. Gustave rouba a cena graças a interpretação iluminada do sempre ótimo Ralph Fiennes. Inseguro, pobre e depois rico, o mais famoso funcionário do Grande Hotel Budapeste se joga em diálogos deliciosos que conquistam o público rapidamente. Em meio a um grande conjunto de rostos conhecidos pelo grande público (Willem Dafoe, Adrien Brody, Edward Norton, Bill Murray, Tilda Swinton, Jude Law, entre outros), Fiennes é a grande atração.

Com personagens excêntricos, situações inusitadas, uma fantasia disfarçada de ficção e muito bom humor, O Grande Hotel Budapeste é sem dúvidas um dos grandes filmes deste ano. Corram para os cinemas! Bravo!

 

Crítica | ‘Hora do Recreio’ – MARAVILHOSO documentário brasileiro exibido no Festival de Berlim!

Estabelecendo paralelos entre o poder da educação contra a violência, o fascinante documentário Hora do Recreio constrói uma narrativa que transita entre o documental e o ficcional, sempre alinhada ao discurso proposto. A partir de depoimentos de estudantes de escolas públicas do Rio de Janeiro, a obra traça de forma impactante reflexões profundas sobre a sociedade brasileira.

Menção Especial do Júri Jovem da Mostra Generation 14 plus na última edição do Festival de Berlim e selecionado para os programas especiais da 30ª edição do Festival É Tudo Verdade, esse novo trabalho da ótima documentarista Lúcia Murat escancara ao mundo verdades. Por meio de relatos reais, temas como a violência contra a mulher, o racismo e a gravidez na adolescência tornam-se pontos de encontro para debates ricos e significativos, conduzidos sob o olhar e fala de uma juventude que conquista cada vez mais voz.

 

O teatro, a dança, também ganham espaço, ampliando o campo de argumentações. Um dos grandes momentos do projeto é a performance de uma peça baseada no livro Clara dos Anjos, escrita no final da década de 1940 pelo jornalista e escritor brasileiro Lima Barreto. A obra retrata o abuso sofrido por uma jovem negra do subúrbio, tornando-se ponto de partida para reflexões e paralelos com a realidade vivida por moradores das comunidades na atualidade.

Ao longo da projeção, somos testemunhas de uma imersão contínua a retratos dolorosos – e por vezes conflitantes – através de inúmeras formas artísticas, o que valida a cultura como ferramenta importante pra qualquer sociedade. Guiado por importantes mensagens, dividido em atos complementares, as perspectivas futuras se jogam pelas entrelinhas, com o senso crítico cada vez mais afiado de uma juventude atenta e revidando.

Essa realidade de nosso país contada pelo olhar dos jovens que vivem nessas realidades é uma fórmula que traz o choque para encararmos as reflexões que se formam necessárias. Hora do Recreio deve chegar ao circuito exibidor brasileiro ainda em 2025, uma obra cinematográfica que escancara ao mundo verdades que precisam ser debatidas.

Terror Slasher | Os 40 Anos do Auge do Subgênero no Cinema

Você que, como nós, é fã de terror conhece muito bem o subgênero slasher. Para os não familiarizados com esta vertente tipicamente oitentista, ela consiste basicamente em obras onde um assassino usa um objeto cortante para massacrar suas vítimas, em geral jovens e adolescentes. Exemplos são as franquias Sexta-Feira 13 e A Hora do Pesadelo, por exemplo, as mais bem sucedidas do lote.

Existe certa discussão sobre o ponto de origem e qual filme de fato criou o subgênero. Obras como O Massacre da Serra Elétrica (1974), Halloween (1978) e até mesmo Psicose (1960) e A Tortura do Medo (1960) são citadas como marco zero dos slashers. O fato é que, apesar de não ter sido o primeiro, o citado Halloween, de John Carpenter, popularizou este estilo de filme, o elevando a se tornar uma forte tendência no período. Como resultado, o longa sobre o maníaco Michael Myers se tornou a produção independente (leia-se não lançada por um grande estúdio e feita à toque de caixa) mais rentável do cinema e assim permaneceu até 1990 – com o lançamento de As Tartarugas Ninja (concorrência desleal, já que este produto estava consolidado na cultura pop previamente ao filme).

É claro que o sucesso assombroso de Halloween fez todo e qualquer produtor em Hollywood perceber o quão rentáveis podiam ser as obras do tipo – onde gastava-se pouco para produzir e lucrava-se muito. Assim “gregos e troianos” queriam a sua parcela desta torta e dois anos depois a enxurrada de produções do tipo começava. A própria Jamie Lee Curtis, estrela do filme de Carpenter, seria chamariz para obras do tipo logo em 1980, vide Baile de Formatura e O Trem do Terror – daí o título de Rainha do Grito. Mas nenhum marcaria o subgênero tanto quanto Sexta-Feira 13 – um filme ordinário (no melhor sentido da palavra) cujo sucesso ninguém, nem seus criadores, seria capaz de prever; inclusive, tendo um grande estúdio por trás (a Paramount, com distribuição internacional da Warner), sobressairia à fama de Halloween. O mais curioso: Sexta-Feira 13 foi criado propositalmente como cópia (barata) de Halloween, cujo único propósito era duplicar seu sucesso. E, bem, ele triplicou.

Assim, chegamos à 1981,  época que ficaria muito conhecida pelos fãs como o “ano do slasher”. Tendo Halloween e Sexta-Feira 13 para se espelhar, uma verdadeira febre de filmes do tipo tomava os cinemas há quarenta anos. Todo tipo de abordagem e roteiro dentro deste segmento era tentado. O principal, no entanto, era sempre trazer jovens em perigo, muitas mortes, sangue, uma trama que fizesse sentido minimamente e, claro, um vilão assustador e icônico para chamar de seu. Afinal, era desta forma que tais filmes conseguiriam sua longevidade, devido a aceitação do assassino por parte do público.

Com esta longa introdução, trazemos uma nova matéria nostálgica. Aqui, separamos os slasher mais interessantes que estão completando 40 anos e que tentavam pegar carona descaradamente em fenômenos como Halloween e Sexta-Feira 13 – no percurso criando um subgênero próprio, repleto de clichês e regras únicas. Confira abaixo e não esqueça de procura-los.

O Dia dos Namorados Macabro

Começamos a lista com um filme relativamente famoso, que viveu para se tornar uma produção cult. Um dos motivos de ser um dos mais conhecidos dos fãs no período é devido à sua data comemorativa do título. Um elemento que todo produtor de slasher buscava também na época para o sucesso de seu filme era uma data reconhecível para estampar no título – mais uma vez repetindo a fórmula de Halloween e Sexta-Feira 13. Fora isso, O Dia dos Namorados Macabro, apesar de não ter feito sucesso suficiente na época para gerar uma sequência, permaneceu no imaginário dos fãs e ganhou um remake em 2009 – inventivo ao ponto de não apenas recriar o original, mas igualmente adicionar tempero próprio e guinadas de roteiro inéditas.

O longa é na realidade uma produção canadense e ficaria conhecido como um “slasher operário” ou “slasher da classe trabalhadora” (blue collar). A história se passa numa pequena cidade onde a maioria dos personagens trabalha numa mina de carvão. O vilão, inclusive, usa o uniforme de um mineiro de carvão, com direito a capacete, máscara, lanterna e picareta. Assim como o Sexta-Feira 13 original, este é um whodunit, onde precisamos descobrir a verdadeira identidade do assassino.

Pague para Entrar, Reze para Sair

Tobe Hooper se tornou um dos nomes mais marcantes do terror na década de 1970 ao entregar O Massacre da Serra Elétrica (1974), produção polêmica e pra lá de explícita. Visando repetir o sucesso, o diretor lançava este slasher, seu terceiro longa para o cinema (além da minissérie Os Vampiros de Salem, baseada em Stephen King). Este é outro item da lista bem marcante para toda uma geração, especialmente devido ao seu título em português. E se você está se perguntando por que diabos ‘The Funhouse’ (no original) se tornou ‘Pague para Entrar, Reze para Sair’, é simples. Foi devido a sua “tagline”, ou sua frase de efeito, que estampava o pôster. Definitivamente esta tradução brasuca tem mais impacto que seu original.

The funhouse é como são conhecidas as atrações em parques de diversão similares ao trem fantasma que temos, ou tínhamos, por aqui. E a trama é justamente essa. Dois casais de jovens vão parar num parque de diversão e tem a “brilhante” ideia de se esconder no trem fantasma após o passeio, para passar a noite no local. Lá, eles terminam testemunhando o assassinato de uma prostituta cometido por um funcionário da atração, se tornando alvo dele logo após. A sacada é que o sujeito é um deficiente mental, extremamente deformado e com grandes tendências homicidas. Para esconder sua aparência, ele usa uma fantasia de Frankenstein. E acreditem que o disfarce o torna mais simpático. É reportado que Hooper recusou a proposta de Steven Spielberg para dirigir E.T. – O Extraterrestre (1982) em prol deste longa. No ano seguinte, a dupla colaboraria em Poltergeist (1982).

Chamas da Morte

Também conhecido por seu título original, The Burning é outro que, apesar de não ter feito o sucesso devido em sua época de lançamento, ganhou enorme status de cult ao longo dos anos, vindo inclusive a ser considerado um dos melhores exemplares dos slashers dos anos 1980. E um dos mais subestimados. Assim como Sexta-Feira 13, este é um representante dos slasher de acampamento, e dá para perceber a forte influência que o filme citado teve neste. De fato, o artista Tom Savini, responsável pelos efeitos práticos e o gore em Sexta-Feira 13 (1980), recusou participar de sua sequência para vir trabalhar em Chamas da Morte.

Na trama, aqui também temos o famoso artifício da “tragédia prévia”, onde um evento trágico do passado irá desencadear toda a trama do que vemos no presente. Em Halloween foi Michael matando a irmã na infância; em Sexta-Feira 13 o afogamento de Jason e os assassinatos que interditam o campo Cristal Lake. Aqui, uma brincadeira sai terrivelmente errado quando um bando de adolescentes tenta assustar o zelador de um acampamento, um sujeito chamado Cropsy. O pobre coitado termina queimado vivo e passa cinco anos hospitalizado. Ainda incrivelmente deformado por queimaduras, Cropsy retorna ao local para exercer sua vingança. Sua arma de escolha são enormes tesouras de jardineiro. The Burning foi influência para American Horror Story 1984, por exemplo, e é levemente baseado numa lenda americana. Fora isso, marcou a estreia de gente como Holly Hunter e Jason Alexander no cinema. Ah sim, como se não bastasse, o roteiro e a produção são de Harvey Weinstein em início de carreira – Urrrg.

Quem Matou Rosemary?

O diretor Joseph Zito impressionou tanto os produtores da franquia Sexta-Feira 13 com esta bela imitação do próprio, que viria a ser convidado a comandar a parte quatro, Capítulo Final (1984). Mas este não é o único elo que o filme possui com a famosa franquia de Jason Voorhees. Novamente cuidando dos efeitos práticos de um slasher lançado há quarenta anos, o especialista Tom Savini mostrou que trabalho não era problema para ele, e porque se tornou referência na área no cinema do gênero. De fato, o próprio Savini afirma que este é seu melhor trabalho cuidando do gore e dos efeitos práticos de um terror slasher, o que sem dúvida aumentou e muito a estima de obra cult deste The Prowler (no título original) – cuja tradução seria alguém que espreita, que ronda.

Sua semelhança mais evidente é com o citado O Dia dos Namorados Macabro, lançado no mesmo ano. Na trama, um soldado da Segunda Guerra Mundial é abandonado por sua noiva Rosemary. Então, o sujeito desequilibrado logo de cara a mata junto com seu novo companheiro. E assim, inteiramente paramentado com equipamento de guerra, botas, capacete e faca de baioneta, o psicopata insano persegue novas vítimas trinta e cinco anos depois: jovens realizando um baile. Este também é um whodunit, onde o público precisa descobrir qual dentre os personagens é o assassino.

Noite Infernal

Este slasher, particularmente um dos mais bizarros do pacote, é impulsionado pela presença da atriz Linda Blair, ainda colhendo os louros de sua participação em O Exorcista (1973), pelo qual foi indicada ao Oscar, e sua continuação O Exorcista II: O Herege (1976). Aqui, aos 22 aninhos, a atriz nomeada ao prêmio da Academia deixava o terror demoníaco de lado e adentrada no subgênero slasher. No filme, Blair vive uma caloura universitária que, ao lado de outros três colegas, passa por um trote. Após uma festa, eles precisam passar a noite numa mansão abandonada, um local tido como maldito após o massacre cometido pelo patriarca de uma família. Na verdade, a noite é apenas uma desculpa para que os organizadores do trote os assustem com seus diversos artifícios e truques escondidos no local. Porém, ninguém imagina que a lenda é realmente verdadeira, e nas masmorras e subterrâneos da mansão, os filhos deformados da família – agora adultos e praticamente “homens das cavernas” – espreitam e assombram, matando todos os intrusos.

Pouco Antes do Amanhecer

Aqui, retornamos para os slashers na mata. Muitos críticos citam a influência de longas como O Massacre da Serra Elétrica (1974) e Quadrilha de Sádicos (1977), mas o diretor Jeff Lieberman afirma que a maior inspiração para seu filme foi o drama Amargo Pesadelo (1972) – que gerou seus próprios “filhotes”, como O Confronto Final (igualmente lançado há 40 anos), se tornando um subgênero também. Nos filmes citados, temos protagonistas colocados à prova, lutando por sobrevivência ao serem confrontados pela “pouca hospitalidade” de caipiras psicóticos. Aqui, algo semelhante ocorre. Um grupo de jovens viaja a um local inóspito a fim de que um deles reconheça uma propriedade.

De fato, a mesma premissa do filme sobre a família de canibais citado no início, trocando o ar desértico do Texas pela mata e cachoeiras do Oregon. No elenco, o Oscarizado George Kennedy no papel de um guarda florestal que os avisa do perigo no local – todo slasher da época precisava de um personagem assim. E não dá outra, logo estes jovens se veem na mira de um caipira abobalhado, com neurônios a menos, mas um facão bem afiado. Apesar da premissa simples, o filme guarda algumas reviravoltas, tanto em relação ao assassino, quanto ao arco dramático da protagonista. Ao ponto de muitos especialistas o terem como um dos melhores exemplares do subgênero.

Feliz Aniversário para Mim

Conforme as datas comemorativas principais foram acabando, sobrou até mesmo apelar para o aniversário. Ao mesmo tempo em que este filme é um dos mais comuns e menos memoráveis do subgênero, é também um que tenta sair dos moldes através de suas inúmeras reviravoltas. A estrutura é a mesma básica de sempre. Um evento traumático na infância da jovem protagonista, volta anos mais tarde na forma de um pesadelo sem fim, quando seus amigos começam a ser eliminados um a um. Os fãs e especialistas elogiam Feliz Aniversário para Mim devido às inúmeras possibilidades sobre a verdadeira identidade do assassino, chegando inclusive ao ponto de criar dúvida sobre a inocência da protagonista, vivida pela atriz Melissa Sue Anderson, em meio aos crimes estarrecedores.

Este é um daqueles filmes que quando achamos que sabemos para onde está indo, ele nos dá uma rasteira e segue por um caminho totalmente oposto. Mais uma vez, me refiro unicamente à sua revelação em torno do assassino, já que todo o resto é apenas copia e cola da cartilha do subgênero. A novidade deste slasher vem da revelação sobre quem está por trás das atrocidades, algo não muito visto ou tentado em produções do tipo.

Aniversário Sangrento

Outro que se apropria da data do aniversário é este longa que, inclusive, a certa altura da produção seria intitulado Happy Birthday. O filme precisou alterar seu nome devido à semelhança com o item acima, Happy Birthday to Me, lançado meses antes. Apesar da similaridade dos títulos e do tema da data comemorativa, os longas são bem diferentes em suas histórias. Aniversário Sangrento é na verdade um dos mais distintos, criativos, porém, muito controverso, ao apresentar declaradamente como vilões de seu slasher três crianças. A trama foca no argumento da astrologia, afirmando que devido a um raro alinhamento planetário, três crianças nascidas em tal dia, vieram ao mundo sem qualquer senso moral, sentimentos ou emoção. A frieza dita suas vidas. Então, é claro que esse trio “do capeta” irá se tornar uma turminha de psicopatas tão cruéis quanto Jason ou Michael Myers. Aqui, os pestinhas são Debbie, Curtis e Steven, que matam sem dó nem piedade até mesmo os próprios pais, sem exibir qualquer remorso. O longa deixa uma porta mais que aberta, escancarada, para uma possível continuação – que nunca ocorreria.

Hospital Massacre

Tido como um dos exemplares mais fracos quando o assunto é terror slasher dos anos 1980, muitos especialistas chegaram ao ponto de afirmar que o único motivo deste longa ter sido produzido foi para tentar impulsionar a carreira da coelhinha da Playboy Barbi Benton como atriz de cinema, além, é claro, de exibi-la como veio ao mundo no decorrer da narrativa. Além da tentativa frustrada, os mesmos críticos afirmaram também que apesar de bela, Benton pode ser tudo, menos uma atriz, já que seu talento performático é tão profundo quanto um pires.

E isso se tratando do subgênero slasher, onde atuações não costumam ser o destaque mesmo. Fora isso, é dito também que seu desempenho é o melhor do filme – para entendermos um pouco sobre níveis de ruindade. Na trama, Benton vive uma mulher realizando um check-up de rotina num hospital. No local, um desafeto do passado subitamente aparece em busca de vingança. E como de costume, um novo vilão tenta ser criado aqui, mas até mesmo essa investida foi completamente menosprezada na época. Também pudera, já que o pretenso antagonista se veste… bem, como um médico cirurgião. Simplesmente não vingou.

Sexta-Feira 13 – Parte II

Não poderíamos terminar a lista sem os maiores exemplares do slasher da época. E aqui trazemos a continuação do fenômeno Sexta-Feira 13 (1980). Quando os números de bilheteria chegaram após o lançamento do filme, nenhum dos executivos da Paramount podia acreditar. O terror havia sido um dos longas mais rentáveis do estúdio, com valores acima de diversas produções bem mais caras da casa. Melhor ainda se pensarmos que a ideia surgiu de uma imitação desavergonhada de Halloween (1978).

Apesar do enorme sucesso, esta sequência não contou com quase nenhum dos nomes envolvidos no original, isso porque o diretor Sean S. Cunningham, o roteirista Victor Miller, a atriz Betsy Palmer (que viveu a Sra. Voorhees) e o especialista em efeitos práticos Tom Savini acharam a ideia de Jason estar vivo e ter crescido para se tornar um homem, simplesmente idiota demais, além de trair o filme original. Afinal, todas as atrocidades cometidas por sua mãe foram em nome de sua morte. Seja como for, o vilão agora é Jason, com um visual ainda primitivo, inspirado pelo vilão do clássico Assassino Invisível (1976). Lançado logo no ano seguinte, a Parte II fez ainda mais sucesso, com muitos o creditando como o melhor filme da franquia. E você, o que acha?

Halloween 2 – O Pesadelo Continua

Sabe aquela história do copiado virar a cópia? Pois é, o mundo dá voltas, uma hora estamos por cima e na outra por baixo. Assim é a relação de Halloween com Sexta-Feira 13, dois dos maiores exemplares dos filmes slasher. Sexta-Feira 13 foi criado como cópia de Halloween, mas fez tanto sucesso, que logo os produtores do terror com Michael Myers colocaram o diretor John Carpenter contra a parede, balançaram uma quantia considerável em sua frente, e o criador, mesmo a contragosto, se viu de volta para mais um filme com o psicopata da máscara branca.

Afinal, quem não gosta de dinheiro? Ele faz até mesmo o mais íntegro artista aceitar o desafio de colocar à prova sua criatividade, se desafiando para continuar uma história que julgava finalizada. Agora, eram os produtores de Halloween que desejavam lucrar com o que Sexta-Feira 13 havia realizado: colocar os slasher num patamar de mina de ouro. Assim, Carpenter bebeu muito (uma caixa com seis latinhas de cerveja por dia) para conceber o roteiro de Halloween 2. O cineasta escreveu e produziu, mas não dirigiu. No entanto, interferiu no que o diretor Rick Rosenthal havia planejado originalmente: um thriller mais intimista e psicológico, no ritmo do original.

Carpenter sabia que não era isso que seus investidores queriam, e assim focou pesado no gore, aumentando a ação e matança, se tornando assim apenas uma cópia dos produtos da época, e deixando de lado toda a criatividade que fez do original uma obra-prima. Na trama, passada na mesma noite, Michael Myers vai atrás da única sobrevivente de seu massacre, no hospital para onde foi levada. Aqui é onde foi revelado que Laurie (Jamie Lee Curtis) e o psicopata que a persegue são na verdade irmãos. Decisão amada por muitos, e odiada por tantos outros. Ah sim, e Halloween 2 conseguiu superar em bilheteria seu rival Sexta-Feira 13 – Parte 2.

Student Bodies (Corpo Estudantil)

Finalizando a lista, um dos mais inusitados exemplares do filão, apesar de não ter feito nem de longe o mesmo sucesso de alguns dos itens acima e ter caído rapidamente na obscuridade. Você já tinha ouvido falar deste filme? Aqui, quem produz é a mesma Paramount. E uma maneira rápida de definir este longa slasher é como uma mistura dos dois maiores sucessos do estúdio no ano anterior: o citado Sexta-Feira 13 e a comédia nonsense Apertem os Cintos, O Piloto Sumiu. Este segundo, uma comédia escrachada que parodiava os filmes catástrofe, como Aeroporto, da década de 1970. O acerto massivo que a Paramount teve com o filme só fez o estúdio querer reprisar a mina de ouro, desta vez parodiando a onda do momento: os filmes slasher. Assim nascia Student Bodies, muito antes de Pânico (1996) ou Todo Mundo em Pânico (2000), como um dos primeiros exemplares do cinema a misturar humor e terror. Na trama, passada num colégio, estudantes são dispensados a torto e a direito por um psicopata autointitulado “O Respirador Profundo”. O filme tira sarro com todos os clichês do subgênero.

‘Uma Dobra no Tempo’: Primeiras críticas não são muito animadoras…

O novo filme da Disney, ‘Uma Dobra no Tempo‘, só estreia no final no final do mês – 28 de março –, mas as primeiras impressões dos críticos internacionais já saíram. As reações parecem mistas.

Confira:

“Banhado em cores corajosas, padrões brilhantes e crianças entusiasmadas, a adaptação da diretora Ava DuVernay desliza seu caminho através do tempo e do espaço, mesmo que não consiga acertar tudo o que se propõe.”
“‘Uma Dobra no Tempo’ é ambicioso, poderoso e imaginativo, mas também é confuso, sobrecarregado e estranhamente fora de ritmo.”
“Quase não importa que o filme seja emocionalmente prescritivo demais para ter qualquer poder real, ou muito imaginativo para deixar qualquer espaço para tornar o espectador maravilhado; DuVernay evidencia tanta fé em quem ela é, e o que ela está fazendo, que ‘Uma Dobra no Tempo’ permanece fiel a si mesmo, mesmo quando tudo na tela pareça falso.”
“Apenas alguns fracos vestígios de emoção genuína atravessam as camadas de cálculos intensos que encorpam o filme de Ava DuVernay, ‘Uma Dobra no Tempo’.”
“Apesar de experimental, o filme é muito conservador; como se estivesse com medo que uma história envolvendo crianças empoderadas ajudando o bem a lutar contra o mal pudesse dar pesadelos a alguém. A trama reduz todo o universo a auto-estima de uma garota.”

A direção é de Ava DuVernay (‘Selma’), que com essa produção se tornou a terceira mulher a dirigir um projeto cinematográfico com orçamento acima dos US$ 100 milhões (a primeira foi a diretora de ‘Frozen‘ e a segunda foi a diretora de ‘Mulher-Maravilha‘)

A história gira em torno da família Murry, mostrando o patriarca da família (Chris Pine) e suas pesquisas sobre viagens no tempo, até que ele desaparece misteriosamente. Com isso, Meg (Storm Reid) e companhia, partem em uma grande aventura para procurar seu pai.

O filme mostrará diversas criaturas sobrenaturais e uma delas será interpretada pela apresentadora Oprah Winfrey.

O elenco ainda conta com Reese Witherspoon. A estreia acontece dia 29 de março de 2018.

‘Monster Hunter’: Adaptação com Milla Jovovich ganha data de estreia

A Sony Pictures finalmente divulgou quando a adaptação de ‘Monster Hunter‘, estrelada por Milla Jovovich, irá estrear. O longa será lançado nos cinemas no dia 4 de setembro de 2020.

Dirigido por Paul W. S. Anderson (‘Resident Evil‘), o longa terá um orçamento estimado em cerca de US$ 60 milhões.

Por trás de nosso mundo, há outro: um mundo de monstros perigosos e poderosos que dominam seu território com ferocidade mortal. Quando a tenente Artemis (Jovovich) e seus leais soldados são transportados de nosso mundo para o novo mundo, a tenente inabalável recebe um choque de realidade. Em sua desesperada batalha pela sobrevivência contra enormes inimigos com poderes incríveis e ataques revoltosos e incontroláveis, Artemis se unirá a um homem misterioso que encontrou uma maneira de revidar.

O elenco ainda inclui Tony JaaT.I. Harris, Meagan GoodDiego Boneta, Josh Helman e Ron Perlman.

Desafio de um Campeão

(Il Campione)

 

Elenco:

Stefano Accorsi

Andrea Carpenzano

Massimo Popolizio

 

Direção: Leonardo D’Agostini

Gênero: Comédia

Duração: 105 min.

Distribuidora: Arteplex Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 17 de Outubro de 2019

Sinopse: 

Christian Ferro é cheio de talento, rico, mimado e indisciplinado, um astro do futebol e desleixado, o novo ídolo, fã de uma cidade inteira. Valerio Fioretti, solitário e tímido, com problemas econômicos para administrar e um sombra do passado que paira sobre o presente, é o professor que se une ao jovem goleador quando – depois de mais um golpe – o presidente do clube decide que é hora de dar alguma disciplina a Christian. Entre os dois terá faíscas, mas logo estarão próximos um do outro, gerando um vínculo que crescerá e mudará ambos.

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Leonardo D’Agostini também criou a história ao lado de Antonella Lattanzi;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: