Você que, como nós, é fã de terror conhece muito bem o subgênero slasher. Para os não familiarizados com esta vertente tipicamente oitentista, ela consiste basicamente em obras onde um assassino usa um objeto cortante para massacrar suas vítimas, em geral jovens e adolescentes. Exemplos são as franquias Sexta-Feira 13 e A Hora do Pesadelo, por exemplo, as mais bem sucedidas do lote.

Existe certa discussão sobre o ponto de origem e qual filme de fato criou o subgênero. Obras como O Massacre da Serra Elétrica (1974), Halloween (1978) e até mesmo Psicose (1960) e A Tortura do Medo (1960) são citadas como marco zero dos slashers. O fato é que, apesar de não ter sido o primeiro, o citado Halloween, de John Carpenter, popularizou este estilo de filme, o elevando a se tornar uma forte tendência no período. Como resultado, o longa sobre o maníaco Michael Myers se tornou a produção independente (leia-se não lançada por um grande estúdio e feita à toque de caixa) mais rentável do cinema e assim permaneceu até 1990 – com o lançamento de As Tartarugas Ninja (concorrência desleal, já que este produto estava consolidado na cultura pop previamente ao filme).

É claro que o sucesso assombroso de Halloween fez todo e qualquer produtor em Hollywood perceber o quão rentáveis podiam ser as obras do tipo – onde gastava-se pouco para produzir e lucrava-se muito. Assim “gregos e troianos” queriam a sua parcela desta torta e dois anos depois a enxurrada de produções do tipo começava. A própria Jamie Lee Curtis, estrela do filme de Carpenter, seria chamariz para obras do tipo logo em 1980, vide Baile de Formatura e O Trem do Terror – daí o título de Rainha do Grito. Mas nenhum marcaria o subgênero tanto quanto Sexta-Feira 13 – um filme ordinário (no melhor sentido da palavra) cujo sucesso ninguém, nem seus criadores, seria capaz de prever; inclusive, tendo um grande estúdio por trás (a Paramount, com distribuição internacional da Warner), sobressairia à fama de Halloween. O mais curioso: Sexta-Feira 13 foi criado propositalmente como cópia (barata) de Halloween, cujo único propósito era duplicar seu sucesso. E, bem, ele triplicou.

Assim, chegamos à 1981,  época que ficaria muito conhecida pelos fãs como o “ano do slasher”. Tendo Halloween e Sexta-Feira 13 para se espelhar, uma verdadeira febre de filmes do tipo tomava os cinemas há quarenta anos. Todo tipo de abordagem e roteiro dentro deste segmento era tentado. O principal, no entanto, era sempre trazer jovens em perigo, muitas mortes, sangue, uma trama que fizesse sentido minimamente e, claro, um vilão assustador e icônico para chamar de seu. Afinal, era desta forma que tais filmes conseguiriam sua longevidade, devido a aceitação do assassino por parte do público.



Com esta longa introdução, trazemos uma nova matéria nostálgica. Aqui, separamos os slasher mais interessantes que estão completando 40 anos e que tentavam pegar carona descaradamente em fenômenos como Halloween e Sexta-Feira 13 – no percurso criando um subgênero próprio, repleto de clichês e regras únicas. Confira abaixo e não esqueça de procura-los.

O Dia dos Namorados Macabro

Aproveite para assistir:

Começamos a lista com um filme relativamente famoso, que viveu para se tornar uma produção cult. Um dos motivos de ser um dos mais conhecidos dos fãs no período é devido à sua data comemorativa do título. Um elemento que todo produtor de slasher buscava também na época para o sucesso de seu filme era uma data reconhecível para estampar no título – mais uma vez repetindo a fórmula de Halloween e Sexta-Feira 13. Fora isso, O Dia dos Namorados Macabro, apesar de não ter feito sucesso suficiente na época para gerar uma sequência, permaneceu no imaginário dos fãs e ganhou um remake em 2009 – inventivo ao ponto de não apenas recriar o original, mas igualmente adicionar tempero próprio e guinadas de roteiro inéditas.

O longa é na realidade uma produção canadense e ficaria conhecido como um “slasher operário” ou “slasher da classe trabalhadora” (blue collar). A história se passa numa pequena cidade onde a maioria dos personagens trabalha numa mina de carvão. O vilão, inclusive, usa o uniforme de um mineiro de carvão, com direito a capacete, máscara, lanterna e picareta. Assim como o Sexta-Feira 13 original, este é um whodunit, onde precisamos descobrir a verdadeira identidade do assassino.



Pague para Entrar, Reze para Sair

Tobe Hooper se tornou um dos nomes mais marcantes do terror na década de 1970 ao entregar O Massacre da Serra Elétrica (1974), produção polêmica e pra lá de explícita. Visando repetir o sucesso, o diretor lançava este slasher, seu terceiro longa para o cinema (além da minissérie Os Vampiros de Salem, baseada em Stephen King). Este é outro item da lista bem marcante para toda uma geração, especialmente devido ao seu título em português. E se você está se perguntando por que diabos ‘The Funhouse’ (no original) se tornou ‘Pague para Entrar, Reze para Sair’, é simples. Foi devido a sua “tagline”, ou sua frase de efeito, que estampava o pôster. Definitivamente esta tradução brasuca tem mais impacto que seu original.

The funhouse é como são conhecidas as atrações em parques de diversão similares ao trem fantasma que temos, ou tínhamos, por aqui. E a trama é justamente essa. Dois casais de jovens vão parar num parque de diversão e tem a “brilhante” ideia de se esconder no trem fantasma após o passeio, para passar a noite no local. Lá, eles terminam testemunhando o assassinato de uma prostituta cometido por um funcionário da atração, se tornando alvo dele logo após. A sacada é que o sujeito é um deficiente mental, extremamente deformado e com grandes tendências homicidas. Para esconder sua aparência, ele usa uma fantasia de Frankenstein. E acreditem que o disfarce o torna mais simpático. É reportado que Hooper recusou a proposta de Steven Spielberg para dirigir E.T. – O Extraterrestre (1982) em prol deste longa. No ano seguinte, a dupla colaboraria em Poltergeist (1982).

Chamas da Morte

Também conhecido por seu título original, The Burning é outro que, apesar de não ter feito o sucesso devido em sua época de lançamento, ganhou enorme status de cult ao longo dos anos, vindo inclusive a ser considerado um dos melhores exemplares dos slashers dos anos 1980. E um dos mais subestimados. Assim como Sexta-Feira 13, este é um representante dos slasher de acampamento, e dá para perceber a forte influência que o filme citado teve neste. De fato, o artista Tom Savini, responsável pelos efeitos práticos e o gore em Sexta-Feira 13 (1980), recusou participar de sua sequência para vir trabalhar em Chamas da Morte.

Na trama, aqui também temos o famoso artifício da “tragédia prévia”, onde um evento trágico do passado irá desencadear toda a trama do que vemos no presente. Em Halloween foi Michael matando a irmã na infância; em Sexta-Feira 13 o afogamento de Jason e os assassinatos que interditam o campo Cristal Lake. Aqui, uma brincadeira sai terrivelmente errado quando um bando de adolescentes tenta assustar o zelador de um acampamento, um sujeito chamado Cropsy. O pobre coitado termina queimado vivo e passa cinco anos hospitalizado. Ainda incrivelmente deformado por queimaduras, Cropsy retorna ao local para exercer sua vingança. Sua arma de escolha são enormes tesouras de jardineiro. The Burning foi influência para American Horror Story 1984, por exemplo, e é levemente baseado numa lenda americana. Fora isso, marcou a estreia de gente como Holly Hunter e Jason Alexander no cinema. Ah sim, como se não bastasse, o roteiro e a produção são de Harvey Weinstein em início de carreira – Urrrg.

Quem Matou Rosemary?



O diretor Joseph Zito impressionou tanto os produtores da franquia Sexta-Feira 13 com esta bela imitação do próprio, que viria a ser convidado a comandar a parte quatro, Capítulo Final (1984). Mas este não é o único elo que o filme possui com a famosa franquia de Jason Voorhees. Novamente cuidando dos efeitos práticos de um slasher lançado há quarenta anos, o especialista Tom Savini mostrou que trabalho não era problema para ele, e porque se tornou referência na área no cinema do gênero. De fato, o próprio Savini afirma que este é seu melhor trabalho cuidando do gore e dos efeitos práticos de um terror slasher, o que sem dúvida aumentou e muito a estima de obra cult deste The Prowler (no título original) – cuja tradução seria alguém que espreita, que ronda.

Sua semelhança mais evidente é com o citado O Dia dos Namorados Macabro, lançado no mesmo ano. Na trama, um soldado da Segunda Guerra Mundial é abandonado por sua noiva Rosemary. Então, o sujeito desequilibrado logo de cara a mata junto com seu novo companheiro. E assim, inteiramente paramentado com equipamento de guerra, botas, capacete e faca de baioneta, o psicopata insano persegue novas vítimas trinta e cinco anos depois: jovens realizando um baile. Este também é um whodunit, onde o público precisa descobrir qual dentre os personagens é o assassino.

Noite Infernal

Este slasher, particularmente um dos mais bizarros do pacote, é impulsionado pela presença da atriz Linda Blair, ainda colhendo os louros de sua participação em O Exorcista (1973), pelo qual foi indicada ao Oscar, e sua continuação O Exorcista II: O Herege (1976). Aqui, aos 22 aninhos, a atriz nomeada ao prêmio da Academia deixava o terror demoníaco de lado e adentrada no subgênero slasher. No filme, Blair vive uma caloura universitária que, ao lado de outros três colegas, passa por um trote. Após uma festa, eles precisam passar a noite numa mansão abandonada, um local tido como maldito após o massacre cometido pelo patriarca de uma família. Na verdade, a noite é apenas uma desculpa para que os organizadores do trote os assustem com seus diversos artifícios e truques escondidos no local. Porém, ninguém imagina que a lenda é realmente verdadeira, e nas masmorras e subterrâneos da mansão, os filhos deformados da família – agora adultos e praticamente “homens das cavernas” – espreitam e assombram, matando todos os intrusos.

Pouco Antes do Amanhecer


Aqui, retornamos para os slashers na mata. Muitos críticos citam a influência de longas como O Massacre da Serra Elétrica (1974) e Quadrilha de Sádicos (1977), mas o diretor Jeff Lieberman afirma que a maior inspiração para seu filme foi o drama Amargo Pesadelo (1972) – que gerou seus próprios “filhotes”, como O Confronto Final (igualmente lançado há 40 anos), se tornando um subgênero também. Nos filmes citados, temos protagonistas colocados à prova, lutando por sobrevivência ao serem confrontados pela “pouca hospitalidade” de caipiras psicóticos. Aqui, algo semelhante ocorre. Um grupo de jovens viaja a um local inóspito a fim de que um deles reconheça uma propriedade.

De fato, a mesma premissa do filme sobre a família de canibais citado no início, trocando o ar desértico do Texas pela mata e cachoeiras do Oregon. No elenco, o Oscarizado George Kennedy no papel de um guarda florestal que os avisa do perigo no local – todo slasher da época precisava de um personagem assim. E não dá outra, logo estes jovens se veem na mira de um caipira abobalhado, com neurônios a menos, mas um facão bem afiado. Apesar da premissa simples, o filme guarda algumas reviravoltas, tanto em relação ao assassino, quanto ao arco dramático da protagonista. Ao ponto de muitos especialistas o terem como um dos melhores exemplares do subgênero.

Feliz Aniversário para Mim

Conforme as datas comemorativas principais foram acabando, sobrou até mesmo apelar para o aniversário. Ao mesmo tempo em que este filme é um dos mais comuns e menos memoráveis do subgênero, é também um que tenta sair dos moldes através de suas inúmeras reviravoltas. A estrutura é a mesma básica de sempre. Um evento traumático na infância da jovem protagonista, volta anos mais tarde na forma de um pesadelo sem fim, quando seus amigos começam a ser eliminados um a um. Os fãs e especialistas elogiam Feliz Aniversário para Mim devido às inúmeras possibilidades sobre a verdadeira identidade do assassino, chegando inclusive ao ponto de criar dúvida sobre a inocência da protagonista, vivida pela atriz Melissa Sue Anderson, em meio aos crimes estarrecedores.

Este é um daqueles filmes que quando achamos que sabemos para onde está indo, ele nos dá uma rasteira e segue por um caminho totalmente oposto. Mais uma vez, me refiro unicamente à sua revelação em torno do assassino, já que todo o resto é apenas copia e cola da cartilha do subgênero. A novidade deste slasher vem da revelação sobre quem está por trás das atrocidades, algo não muito visto ou tentado em produções do tipo.

Aniversário Sangrento

Outro que se apropria da data do aniversário é este longa que, inclusive, a certa altura da produção seria intitulado Happy Birthday. O filme precisou alterar seu nome devido à semelhança com o item acima, Happy Birthday to Me, lançado meses antes. Apesar da similaridade dos títulos e do tema da data comemorativa, os longas são bem diferentes em suas histórias. Aniversário Sangrento é na verdade um dos mais distintos, criativos, porém, muito controverso, ao apresentar declaradamente como vilões de seu slasher três crianças. A trama foca no argumento da astrologia, afirmando que devido a um raro alinhamento planetário, três crianças nascidas em tal dia, vieram ao mundo sem qualquer senso moral, sentimentos ou emoção. A frieza dita suas vidas. Então, é claro que esse trio “do capeta” irá se tornar uma turminha de psicopatas tão cruéis quanto Jason ou Michael Myers. Aqui, os pestinhas são Debbie, Curtis e Steven, que matam sem dó nem piedade até mesmo os próprios pais, sem exibir qualquer remorso. O longa deixa uma porta mais que aberta, escancarada, para uma possível continuação – que nunca ocorreria.

Hospital Massacre

Tido como um dos exemplares mais fracos quando o assunto é terror slasher dos anos 1980, muitos especialistas chegaram ao ponto de afirmar que o único motivo deste longa ter sido produzido foi para tentar impulsionar a carreira da coelhinha da Playboy Barbi Benton como atriz de cinema, além, é claro, de exibi-la como veio ao mundo no decorrer da narrativa. Além da tentativa frustrada, os mesmos críticos afirmaram também que apesar de bela, Benton pode ser tudo, menos uma atriz, já que seu talento performático é tão profundo quanto um pires.

E isso se tratando do subgênero slasher, onde atuações não costumam ser o destaque mesmo. Fora isso, é dito também que seu desempenho é o melhor do filme – para entendermos um pouco sobre níveis de ruindade. Na trama, Benton vive uma mulher realizando um check-up de rotina num hospital. No local, um desafeto do passado subitamente aparece em busca de vingança. E como de costume, um novo vilão tenta ser criado aqui, mas até mesmo essa investida foi completamente menosprezada na época. Também pudera, já que o pretenso antagonista se veste… bem, como um médico cirurgião. Simplesmente não vingou.

Sexta-Feira 13 – Parte II

Não poderíamos terminar a lista sem os maiores exemplares do slasher da época. E aqui trazemos a continuação do fenômeno Sexta-Feira 13 (1980). Quando os números de bilheteria chegaram após o lançamento do filme, nenhum dos executivos da Paramount podia acreditar. O terror havia sido um dos longas mais rentáveis do estúdio, com valores acima de diversas produções bem mais caras da casa. Melhor ainda se pensarmos que a ideia surgiu de uma imitação desavergonhada de Halloween (1978).

Apesar do enorme sucesso, esta sequência não contou com quase nenhum dos nomes envolvidos no original, isso porque o diretor Sean S. Cunningham, o roteirista Victor Miller, a atriz Betsy Palmer (que viveu a Sra. Voorhees) e o especialista em efeitos práticos Tom Savini acharam a ideia de Jason estar vivo e ter crescido para se tornar um homem, simplesmente idiota demais, além de trair o filme original. Afinal, todas as atrocidades cometidas por sua mãe foram em nome de sua morte. Seja como for, o vilão agora é Jason, com um visual ainda primitivo, inspirado pelo vilão do clássico Assassino Invisível (1976). Lançado logo no ano seguinte, a Parte II fez ainda mais sucesso, com muitos o creditando como o melhor filme da franquia. E você, o que acha?

Halloween 2 – O Pesadelo Continua

Sabe aquela história do copiado virar a cópia? Pois é, o mundo dá voltas, uma hora estamos por cima e na outra por baixo. Assim é a relação de Halloween com Sexta-Feira 13, dois dos maiores exemplares dos filmes slasher. Sexta-Feira 13 foi criado como cópia de Halloween, mas fez tanto sucesso, que logo os produtores do terror com Michael Myers colocaram o diretor John Carpenter contra a parede, balançaram uma quantia considerável em sua frente, e o criador, mesmo a contragosto, se viu de volta para mais um filme com o psicopata da máscara branca.

Afinal, quem não gosta de dinheiro? Ele faz até mesmo o mais íntegro artista aceitar o desafio de colocar à prova sua criatividade, se desafiando para continuar uma história que julgava finalizada. Agora, eram os produtores de Halloween que desejavam lucrar com o que Sexta-Feira 13 havia realizado: colocar os slasher num patamar de mina de ouro. Assim, Carpenter bebeu muito (uma caixa com seis latinhas de cerveja por dia) para conceber o roteiro de Halloween 2. O cineasta escreveu e produziu, mas não dirigiu. No entanto, interferiu no que o diretor Rick Rosenthal havia planejado originalmente: um thriller mais intimista e psicológico, no ritmo do original.

Carpenter sabia que não era isso que seus investidores queriam, e assim focou pesado no gore, aumentando a ação e matança, se tornando assim apenas uma cópia dos produtos da época, e deixando de lado toda a criatividade que fez do original uma obra-prima. Na trama, passada na mesma noite, Michael Myers vai atrás da única sobrevivente de seu massacre, no hospital para onde foi levada. Aqui é onde foi revelado que Laurie (Jamie Lee Curtis) e o psicopata que a persegue são na verdade irmãos. Decisão amada por muitos, e odiada por tantos outros. Ah sim, e Halloween 2 conseguiu superar em bilheteria seu rival Sexta-Feira 13 – Parte 2.

Student Bodies (Corpo Estudantil)

Finalizando a lista, um dos mais inusitados exemplares do filão, apesar de não ter feito nem de longe o mesmo sucesso de alguns dos itens acima e ter caído rapidamente na obscuridade. Você já tinha ouvido falar deste filme? Aqui, quem produz é a mesma Paramount. E uma maneira rápida de definir este longa slasher é como uma mistura dos dois maiores sucessos do estúdio no ano anterior: o citado Sexta-Feira 13 e a comédia nonsense Apertem os Cintos, O Piloto Sumiu. Este segundo, uma comédia escrachada que parodiava os filmes catástrofe, como Aeroporto, da década de 1970. O acerto massivo que a Paramount teve com o filme só fez o estúdio querer reprisar a mina de ouro, desta vez parodiando a onda do momento: os filmes slasher. Assim nascia Student Bodies, muito antes de Pânico (1996) ou Todo Mundo em Pânico (2000), como um dos primeiros exemplares do cinema a misturar humor e terror. Na trama, passada num colégio, estudantes são dispensados a torto e a direito por um psicopata autointitulado “O Respirador Profundo”. O filme tira sarro com todos os clichês do subgênero.

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