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10 álbuns internacionais pouco conhecidos – mas que você deveria conhecer

O mundo da música é recheado de produções incríveis e que, boa parte das vezes, conseguem alcançar o status mainstream – ainda que sejam consideradas sleeper hits quando lançadas.

Assim como canções únicas, temos também álbuns que passam longe das playlists ao redor do planeta e que nem ao menos têm a chance de encantar os ouvintes com produções impecáveis e incursões líricas magníficas.

Pensando nisso, preparamos uma breve lista com dez álbuns internacionais pouco conhecidos, mas que você deveria conhecer.

Veja abaixo as nossas escolhas:

MULTITUDE, Stromae

Multitude

Oito anos depois de seu último álbum, o cantor e compositor belga Stromae retornou com o incrível Multitude – que, apesar de lançado em 2022, causou um impacto gigantesco em sua própria carreira e no cenário musical europeu. O álbum foi aclamado pelos críticos e mergulhou de cabeça na mistura estilística de vários gêneros, como visto em “Santé” e “L’enfer”. Em entrevista ao TF1, Stromae disse que a narrativa do álbum foi inspirada pelas frequentes viagens que ele fazia com a mãe.

A SEAT AT THE TABLE, Solange

A Seat At The Table

O terceiro álbum de estúdio de Solange refletiu sua importância e sua incrível habilidade como artista musical. Lançado em 2016, a produção trouxe diversas colaborações para o compilado, incluindo Kelly RowlandLil Wayne e The-Dream, além de ter feito sucesso considerável de vendas. Aclamado pelos críticos, a produção foi elogiada pelo potente liricismo, pela exaltação do neo-funk, do disco e do R&B, e foi consagrada como um dos Melhores Álbuns de Todos os Tempos pela revista Rolling Stone.

TITANIC RISING, Weyes Blood

Titanic Rising

Weyes Blood vinha trabalhando em Titanic Rising’ desde 2017, logo após ter assinado contrato com a gravadora Sub Pop e se reunir com o produtor Jonathan Rado. Não demorou muito para que ela abrisse espaço para homenagear um dos filmes que mais impactaram em sua vida, ‘Titanic’, dirigido por James Cameron em 1997 – ora, não é à toa que o título seja homenagem ao gigantesco transatlântico e premedite e tragédia que acometeu o navio em pleno oceano Atlântico. É a partir dessas concepções que a obra se consagra como uma perifrástica aventura, invadindo as ideias memorialísticas e saudosistas de um tempo que não mais irá voltar – como também nos abraça numa narcótica necessidade de compreender a misteriosa atmosfera setentista da qual ela se vale.

THE ARCHANDROID, Janelle Monáe

The Archandroid

O álbum de estreia de Janelle Monáe é, sem sombra de dúvida, um dos melhores do século e foi aclamadíssimo desde o momento em que chegou aos ouvidos dos fãs e da crítica. Misturando letras profundas e ritmos dançantes – além de fazer uma declaração de amor para o clássico filme ‘Metrópolis’ -, a fusão de neo-soul e psychedelic pop é irretocável do começo ao fim e foi apenas o pontapé inicial para uma carreira meteórica.

RAVEN, Kelela

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Kelela encontrou sucesso significativo com o lançamento de Raven, seu segundo álbum de estúdio. Contando com uma gama considerável de produtores e guiado pela escrita pungente e deliciosamente acurada da artista, o disco é marcado por incrementações do step, do breakbeat, do dance e do house em um vibrante compilado autorreflexivo; a ideia por trás da obra é colocar Kelela refletindo sobre si própria, reagindo ao sentimento de solidão dentro da indústria musical.

COOL IT DOWN, Yeah Yeah Yeahs

Cool It Down

A banda Yeah Yeah Yeahs é conhecida principalmente pela clássica canção “Heads Will Roll”, que se tornou um dos emblemas do Dia das Bruxas. Qual foi nossa surpresa quando, quase uma década mais tarde, o grupo fez um grandioso retorno com o álbum ‘Cool It Down’ – trazendo todos os elementos que imortalizaram sua imagem, incluindo os aspectos mais gritantes do rock alternativo. Conquistando uma indicação ao Grammy 2023, o compilado também nos presenteia com uma colaboração de Perfume Genius.

POMPEII, Cate Le Bon

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Cate Le Bon é provavelmente um nome que você não conhece – e confesso que, até seu mais recente compilado de originais aparecer nas dicas do Spotify, também nunca tinha ouvido sequer uma música dela. A cantora e produtora escocesa lançou seu sexto álbum de estúdio em fevereiro de 2022 e gerou uma vertiginosa aventura pelo art pop, revelando suas predileções pelo city pop japonês e incrementando cada composição com um pungente synth-pop. Com apenas nove faixas e menos de 45 minutos, Le Bon surpreendeu a todos com um produto absolutamente fantástico e que merece ser apreciado em sua completude.

HEAUX TALES, Jazmine Sullivan

Heaux Tales

O primeiro álbum completo de Jazmine Sullivan serviu como uma ótima sequência de suas iterações predecessoras. Descrito pela própria artista como a entrada mais obscura de sua carreira, Heaux Tales traz o melhor do R&B sem perder a mão do que ela realmente pretende: investir esforços em uma espécie de construção conceitual que parte do significado do hip hop. Como se não bastasse, o EP conta com inúmeras colaborações que incluem Ari Lennox e H.E.R.

JUBILEE, Japanese Breakfast

Japanese Breakfast

Se você sentiu falta, por enquanto, de um álbum que resgatasse a revolução arquitetada por Fiona Apple no ano passado, não tema: a banda independente Japanese Breakfast veio para saciar nossa sede. Comandado pelos vocais inesperados da lead singer Michelle Zauner, que inclusive mergulhou de cabeça no próprio livro de memórias ‘Crying in H Mart’, a mistura explosiva de art pop e lo-fi é o que transforma Jubilee em uma obra como nenhuma outra.

SET MY HEART ON FIRE IMMEDIATELY, Perfume Genius

Perfume Genius

O álbum conceitual ‘Set My Heart on Fire Immediately’ é a produção mais ousada do ano – e um bastante prático quando se trata da exuberante carreira de Perfume Genius. Sua quinta incursão fonográfica não abre portas para um ou outro gênero musical, mas sim para dezenas de esferas que variam do art rock até o art pop, passando até mesmo pelo R&B e pelo pop acústico nesse meio tempo. Ao longo de 13 faixas, ele critica a si mesmo e ao feitio da arte, rebelando-se contra aquilo que o colocou no topo do mundo.

RUMOR: John Travolta deve retornar como Sean Archer em ‘A Outra Face 2’

Segundo uma nova reportagem do famoso insider Daniel Richtman, a sequência de A Outra Face não apenas trará Nicolas Cage de volta como Castor Troy, mas também John Travolta reprisando seu papel como Sean Archer (via CBR).

Como não houve qualquer confirmação por parte do estúdio ou por parte do diretor Adam Wingard, que ficará responsável pelo novo filme, considere as informações como boatos.

Anteriormente, em entrevista ao Gizmodo, Wingard comentou sobre a sequência e contou que é bem provável que leve um tempo considerável até a continuação, de fato, ganhar vida.

“Quase no meio da produção [de Godzilla e Kong: O Novo Império’], estávamos terminando o rascunho do roteiro e, como estávamos muito ocupados trabalhando em outras coisas, havia um plano para reescrever. Escolhemos um roteirista para trabalhar nisso”, ele explicou. “E então a greve dos roteiristas aconteceu, o que atrasou as coisas. No momento isso ainda está inativo, então acho que o plano com esse será: o roteirista continuará trabalhando e, assim que o rascunho estiver pronto, Simon [Barrett] e eu o recuperaremos e vamos tentar novamente.”

Anteriormente, Cage disse ao site Collider que, caso a sequência realmente seja realizada, ele estará no elenco como o icônico vilão Castor Troy. Cage inclusive adiantou parte da trama.

“Acho que essa sequência de A Outra Face pode trazer muitas reviravoltas e um sentimento de imprevisibilidade. É quase como se você considerasse a ideia de filhos… Com Castor e Sean tendo filhos, e essas crianças crescessem, então se torna uma espécie de xadrez tridimensional”, disse o ator.

“Então, não são apenas nós dois, John Travolta e eu, somos quatro de nós, e indo em diferentes níveis, deixando tudo ainda mais complexo. Há muito terreno fértil. Eu tive uma reunião em um escritório, mas não ouvi nada desde então, então não sei”, conclui.

Wingard deve dirigir a aguardada sequência e também assinará o roteiro ao lado de Barrett.

Neal Moritz (franquia Velozes e Furiosos) produz. David Permut será o produtor executivo.

O longa-metragem original foi lançado em 1997.

Relembre a sinopse:

Obcecado em trazer o terrorista Castor Troy (Nicolas Cage) à justiça, o agente do FBI Sean Archer (John Travolta) o rastreia e descobre que ele embarcou em um avião para Los Angeles. Depois de uma trágica queda, Troy fica gravemente ferido e Archer passa por uma cirurgia para remover seu rosto e substituí-lo pelo do criminoso. Quando Archer tenta usar seu disfarce para obter informações do irmão de Troy sobre uma bomba, o criminoso acorda de seu coma e obriga o médico que realizou a cirurgia a dar-lhe o rosto do agente.
Joan AllenDominique SwainGina GershonNick Cassavetes também fizeram parte do elenco.
O filme não apenas se tornou um sucesso de crítica (alcançando 92% de aprovação no Rotten Tomatoes), como também fez um barulho considerável na bilheteria mundial ao arrecadar mais de 245 milhões de dólares,

ESSE FILME ME DEIXOU PERTURBADO! O suspense mais SUFOCANTE dos últimos anos estreia na Netflix…

Estreou na Netflix o elogiado suspense que venceu o Fantastic Fest – evento anual que se concentra em títulos de suspense, terror, ficção científica, fantasia, ação e produções cult. E o filme é imperdível.

O editor-chefe Renato Marafon traz a crítica em vídeo.

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Dirigido por Daniel Bandeira, ‘Propriedade narra a tensão vivida por uma designer reclusa se tranca em seu carro blindado para se proteger de uma revolta dos trabalhadores da fazenda de sua família. À medida que o tempo passa, a tensão aumenta. Separados por uma camada impenetrável de vidro, dois universos estão prestes a colidir.

Elaborado durante 10 anos e recheado de temas políticos e sociais, o roteiro de Propriedade é o elemento mais forte do longa-metragem. Após o sacode inicial, a narrativa baixa a tensão em um momento mãe e filha. O diálogo entre elas é capenga e deseja esconder bastante os motivos da desconfiança da mãe Teresa (Malu Galli). 

Por outro lado, o enredo destaca o segundo protagonista, o carro novo do marido Roberto (Tavinho Teixeira). Saído da oficina após uma blindagem, o veículo torna-se a prova de qualquer bala, já que o casal parte para o um terreno hostil e a precaução é importante . A partir dessas evidências, o suspense é construído ao redor desses personagens.

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Embora não estejamos em uma adaptação de Stephen King, seja Christine – O Carro Assassino (1983), seja Cujo (1983), o automóvel é o elemento chave de erupção de uma disputa pela propriedade do título. Esta analogia aparece em diversos aspectos do longa por meio dos questionamentos entre o direito de possuir algo e o dever de servir a alguém. 

Ao chegar na fazenda, o casal se depara com uma inabitual desordem. Onde estão todos os empregados? Por que a televisão da sala está ligada? Um grito, um objeto quebrado e a narrativa parte em outra direção. Até aqui, Propriedade tem um tratamento instigante, muito mais pelo conteúdo do que pela forma. 

‘Velma’: 2ª temporada da polêmica animação estreia ESTA SEMANA na Max!

A 2ª temporada de Velma, animação adulta derivada de ‘Scooby-Doo’ que acompanha as desventuras da detetive mais perspicaz da Mistério S.A., estreia esta semana no catálogo da Max.

Os novos episódios serão lançados nesta próxima quinta-feira, 25 de abril, na plataforma de streaming.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

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Segundo o ComicBookMovie, Suzanna Makkos, vice-presidente executiva de comédia original e animação adulta para Max e Adult Swim, afirmou anteriormente: “As séries que criamos no Max são baseadas em arte e voz, com personagens e comédia antes de qualquer outra coisa.”

“Estar sempre em busca de comédias ousadas com coração e originalidade, programas diversos e inclusivos com ressonância temática subjacente, e design de personagens que evidenciem a mão do artista. Estou muito animada para compartilhar essas séries incríveis com o mundo e continuar mostrando por que o Max é um ótimo lar para animações adultas”, concluiu. 

Apesar de ter estreado com baixas avaliações (39% de aprovação entre os críticos e 7% de audiência no Rotten Tomatoes), o programa inexplicavelmente quebrou vários recordes de streaming para o Max, tornando-se a estreia mais vista de uma série animada original para o Max.

Em entrevista para a Emmy Magazine, o criador, showrunner e produtor executivo Charlie Grandy rebateu as críticas ao dizer:

“Os programas originais de Hanna-Barbera ainda estão disponíveis para assistir. Não estamos apagando os originais. Só queremos ter nossa própria identidade no vasto Scooby-verso!”

Ele continuou, abordando a questão da etnia dos personagens:

“[A produtora executiva] Mindy Kaling veio até mim e disse que adoraria trabalhar em uma história com Velma… Seria engraçado tê-la no centro de um show. A partir disso, pensamos nela como uma descendente do sul da Ásia e nos perguntamos: ‘Por que parar por aí?’ Nenhum desses personagens está enraizado em etnias caucasianas. Levamos a ideia à Warner Bros. e nos disseram: ‘Façam. Façam o que quiserem. Está na hora de mudanças! Apenas certifiquem-se de que seja engraçado e bom!’ Não vemos problems nenhum nisso, o mundo está mudando.”

A série foi criada por Charlie Grandy.

A produção conta com as vozes de Mindy Kaling (Velma), Glenn Howerton (Fred), Sam Richardson (Salsicha) e Constance Wu (Daphne).

A produção conta a história de origem da Velma Dinkley, o cérebro desconhecido e pouco apreciado da turma conhecida como Mistério Sociedade Anônima.

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‘Them’: 2ª temporada da série antológica estreia ESTA SEMANA no Prime Video!

A 2ª temporada da série antológica de terror ‘Them‘, intitulada ‘Them: The Scare‘, chega esta semana ao catálogo do Prime Video.

Os novos episódios serão lançados na plataforma de streaming no próximo dia 25 de abril.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

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Ambientada em Los Angeles, a história gira em torno de Dawn Reeve, uma detetive que recebe um novo caso: o assassinato bizarro de sua mãe adotiva que deixou até os profissionais mais experientes em choque. Lidando com o caos da cidade, Dawn está determinada a prender o assassino. No entanto, enquanto ela se aproxima da verdade, algo sinistro e malevolente espreita sua família…

A série foi criada por Little Marvin, que também serve como showrunner e produtor.

Deborah Ayorinde retornará como uma nova personagem ao lado de Luke James e Pam Grier. O elenco ainda contará com Joshua J. WilliamsJeremy BobbWayne Knight, Carlito OliveroCharles Brice e Iman Shumpert.

Cailee Spaeny fala sobre Guerra Civil, 3ª Guerra Mundial, ‘Alien: Romulus’ e elogia Wagner Moura [EXCLUSIVO]

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, a atriz Cailee Spaeny falou sobre o impactante ‘Guerra Civil‘ (Civil War), e elogiou o brasileiro Wagner Moura – que divide a tela com ela.

Cailee falou sobre política, uma possível Terceira Guerra Mundial e seu próximo filme, o terror ‘Alien: Romulus‘.

Assista e siga o CinePOP no Youtube:

Em cartaz nos cinemas de todo o Brasil desde ontem (quinta-feira, 18 de abril), o filme conquistou um público de mais de 38 mil pessoas e mais de R$ 800 mil de renda em apenas um dia.

Com isso, ‘Guerra Civil‘ torna-se a maior abertura de um filme da A24 no Brasil em renda e a segunda maior abertura da história da Diamond Films no Brasil, também em renda. O sucesso de crítica e público, não apenas no Brasil como também nos Estados Unidos – onde o filme também liderou as bilheterias – reafirma o longa como uma excelente opção de entretenimento para o final de semana.

Crítica | ‘Guerra Civil’ explora o terror das ‘distopias diárias’ em thriller de tirar o fôlego

Dirigido por Alex Garland, conhecido também por ‘Ex_Machina’, o filme se passa em um futuro próximo nos Estados Unidos, onde a corrida à Casa Branca coloca em risco o futuro de todos.

O elenco ainda conta com Cailee Spaeny, Stephen McKinley Henderson e Nick Offerman.

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‘Round 6’: 2ª temporada ganha previsão de estreia na Netflix!

Para a alegria dos fãs, a aguardada 2ª temporada de ‘Round 6‘ (Squid Game) ganhou previsão de lançamento.

Netflix revelou que a próxima iteração da elogiada série chegará a seu catálogo no fim de 2024, provavelmente entre os meses de setembro e dezembro (via ComicBook.com).

Todavia, um dia mais específico não foi confirmado.

Confira as primeiras imagens dos novos capítulos:

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“Apesar da greve ter causado o adiamento de alguns títulos, nós temos uma grande programação para 2024. O público poderá ver o retorno de séries de sucesso como ‘A Diplomata‘ (2ª Temporada), ‘Bridgerton‘ (3ª Temporada), ‘Round 6‘ (2ª Temporada) e ‘A Imperatriz‘ (2ª Temporada); além dos programas ‘Tour de France‘ (2ª Temporada), ‘Casamento às Cegas‘ (6ª Temporada), ‘F1: Dirigir Para Viver‘ (6ª Temporada) e ‘Dias de Golpe‘ (2ª Temporada).”

“Nosso streaming também contará com lançamentos originais como ‘O Problema dos 3 Corpos‘ (minissérie baseada no romance homônimo e dos showrunners de ‘Game of Thrones‘), ‘Griselda‘ (série estrelada pela Sofia Vegara), ‘Magnatas do Crime‘ (novo filme do Guy Ritchie), ‘Avatar: O Último Mestre do Ar’, ‘Cem Anos de Solidão‘ (série baseada no romance de Gabriel García Márquez) e a biografia brasileira ‘Senna‘.”

 

Lembrando que a segunda temporada já escalou oito novos atores ao elenco: Park Gyu-young (‘Sweet Home’), Jo Yu-ri, Kang Ae-sim, Lee David (‘The Fortress’), Lee Jin-uk (‘Sweet Home’), Choi Seung-hyun, Roh Jae-won e Won Ji-an (‘D.P.’).

Os próximos episódios ainda contaram com o retorno de Lee Jung-jae, Lee Byung-Hun, Wi Ha-jun e Gong Yoo, além dos novatos Yim Si-Wan, Kang Ha-Neul, Park Sung-Hoon e Yang Dong-Geun, que haviam sido previamente anunciados.

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A série conquistou catorze nomeações no Emmy Awards, levando para casa os prêmios de Melhor Ator em Série de Drama para Lee Jung-jaeMelhor Atriz Coadjuvante em Série de Drama para Jung Ho-yeonMelhor Direção para Dong-hyuk.

Mas isso não foi tudo: Round 6 também foi relembrada na categoria de Melhor Série de Drama e se tornou a primeira produção televisiva de língua não-inglesa a conquistar tal feito.

“Eu me sinto muito feliz e honrado”, o criador Hwang Dong-huyk comentou em uma declaração oficial. “Espero que as indicações de Round 6 ao Emmy abram ainda mais oportunidades para o mundo inteiro se divertir e apreciar os conteúdos de outros países, para além das barreiras da cultura e da linguagem”.

Conquistando o pódio como a a série mais assistida da Netflix, ‘Round 6 foi exibida em mais de 142 milhões de lares em pouco mais de um mês.

Para quem ainda não assistiu, a trama mostra um grupo de pessoas com dívidas milionárias em busca de um prêmio que mudará suas vidas se toparem participar de um misterioso jogo divido em seis fases.

Ao longo das tarefas, 456 participantes de todas as esferas da vida são trancados em um local secreto onde jogam para ganhar 45,6 bilhões de won.

Cada jogo é uma tradicional brincadeira infantil coreana, mas a consequência de perder é a morte. Quem será o vencedor e qual é o propósito deste jogo?

POLÊMICA! Elenco de ‘A Bruxa de Blair’ exige residuais retroativos da Lionsgate após anúncio do reboot

Em 1999, o mundo do cinema passava por mais uma profunda transformação com o lançamento do aclamado e revolucionário A Bruxa de Blair, que popularizou o gênero found-footage no cenário mainstream e causou um grande impacto à época de sua estreia – continuando a inspirar diversos cineastas até os dias de hoje.

A trama girou em torno de um grupo de estudantes que acampam em uma das florestas de Milwaukee e acaba descobrindo que o lugar esconde seres malignos.

Recentemente, a Lionsgate e a Blumhouse anunciaram que estão desenvolvendo um reboot completo do longa-metragem como forma de “reintroduzir esse clássico do terror a uma nova geração”.

Não levou muito tempo até que o trio de protagonistas do filme original, Heather DonahueJoshua LeonardMichael Williams, divulgasse um declaração pública à própria Lionsgate. Neste último sábado (20), os atores publicaram uma carta aberta à companhia pedindo por uma compensação robusta por seu trabalho no blockbuster, afirmando que é necessário que eles sejamprovidos com “o equivalente à soma que seria atribuída através do SAG-AFTRA, caso tivéssemos uma união ou uma representação legal quando o filme foi feito” (via Variety).

Além disso, o trio pediu uma “consultoria definitiva” em quaisquer projetos futuros da franquia A Bruxa de Blair que utilizem seus nomes ou façam menções a seus personagens em “reboots, sequências, pré-sequências, brinquedos, games, atrações, escape rooms, entre outros, em que assumir-se-ia razoavelmente que os nomes de Heather, Michael e Josh seriam associados a fins promocionais na esfera pública”.

Vale lembrar que a equipe técnica por trás do filme dos anos 1990 não tinha conhecimento de que a Lionsgate estava preparando um reboot.

“É um sentimento agridoce, honestamente”, disse Ben Rock, designer de produção do título original, ao The Hollywood Reporter. Ele observa que ninguém de seu filme, incluindo os codiretores Daniel Myrick e Eduardo Sánchez, esteve envolvido de forma significativa na sequência de 2000, ‘Livro das Sombras: Bruxa de Blair 2‘, ou na sequência de 2016.

Rock espera que isso mude para o projeto atual que está em andamento na Lionsgate e Blumhouse, mas até agora, ninguém do filme de 1999 foi contatado ou teve a chance de apresentar a proposta, diz ele.

“Eu realmente acho que o que aconteceu duas vezes foi que os criadores originais foram esquecidos e outras pessoas foram trazidas, todas boas”, diz Rock, referindo-se à sequência de Joe Berlinger em 2000 e à continuação de Adam Wingard em 2016.

“Mas nenhuma das sequências conectou-se com o público da maneira que eles queriam. E então talvez valha a pena conversar com alguns dos criadores originais.”

Rock estava entre os membros da equipe do filme original para compartilhar as reações nas redes sociais às notícias sobre o último projeto. Entre os participantes estava Mike Monello, co-produtor do primeiro filme que ajudou a conceber o site, alegando que os horrores do filme eram reais e que as pessoas que nele apareciam haviam desaparecido.

“Ideia radical: você poderia tentar colocar este projeto nas mãos da equipe original que fez o primeiro”, postou Monello , marcando Jason Blum junto com Lionsgate e Blumhouse. “Você sabe, a equipe que realmente tem uma franquia inteira planeja reinventar o que um filme da Bruxa de Blair poderia ser?”

Vale lembrar que o novo filme faz parte de um acordo exclusivo entre as produtoras, que dará a oportunidade da Blumhouse reimaginar franquias clássicas do catálogo da Lionsgate.

Jason Blum irá trabalhar ao lado do produtor Roy Lee, que também havia assumido o cargo no capítulo mais recente da saga, ‘Bruxa de Blair‘ (2016).

“Tive a oportunidade incrível de colaborar com o Jason Blum diversas vezes no decorrer dos anos. Nós forjamos um relacionamento sólido com ‘Uma Noite de Crime’ enquanto eu trabalha na Universal Pictures. Não há produtora melhor para colaborar neste gênero do que a Blumhouse,” declarou Adam Fogelson, presidente da Lionsgate Motion Picture Group. “Estamos animados em anunciar essa parceria em um novo filme da franquia ‘A Bruxa de Blair’, que será reintroduzida a uma nova geração.” 

‘Garotos Detetives Mortos’: Série derivada de ‘Sandman’ estreia ESTA SEMANA na Netflix!

Garotos Detetives Mortos‘ (Dead Boy Detectives), série baseada na HQ homônima assinada pelo lendário Neil Gaiman, estreia esta semana na Netflix.

A produção tem estreia marcada para o próximo dia 25 de abril.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

https://youtu.be/U1wrfTyd2mU?si=N5D34YZaYyngqA46

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Inicialmente desenvolvida para a HBO Max, a adaptação dos quadrinhos homônimos de Gaiman (‘Sandman’) encontrou um novo lar na Netflix – e será lançada como um derivado de ‘Sandman‘.

Tem um fantasma insistente que não sai do seu pé? Um demônio roubou suas memórias? Chame os Garotos Detetives Mortos! Nesta série sobrenatural ambientada no universo de Sandman, dois adolescentes se conhecem na morte e fazem de tudo para continuar juntos, incluindo escapar de bruxas más e do Inferno e da Morte em pessoa. Com a ajuda da clarividente Crystal (Kassius Nelson), eles trabalharão juntos para resolver os casos paranormais mais misteriosos do reino mortal.

O novo capítulo da DC, intitulado Gods and Monsters, trará uma conexão entre os filmes nos cinemas e as séries que eventualmente serão lançadas pela HBO Max – como já foi feito com ‘O Esquadrão Suicida‘ e a série do ‘Pacificador‘.

Jayden Revri (‘O Chalé’), Kassius Nelson (‘Noite Passada em Soho’) e o novato George Rexstrew serão os protagonistas.

Rexstrew dará vida a Edwin Paine, enquanto Revri e Nelson serão Charles Rowland e Crystal Palace, respectivamente.

Dead Boy Detectives

Além do trio, a série também vai contar com Lukas Gage (‘Euphoria’) como Thomas, Rei dos Felinos; Briana Cuoco (‘The Flight Attendant’) como Jenny, amiga e confidente de Crystal Palace; Jenn Lyon (‘Justified’) como Esther, uma bruxa obcecada pela juventude eterna; Yuyu Kitamura (‘Mother Tongue’) como Niko, uma estudante que deseja se juntar aos detetives-fantasma; e Ruth Connell (‘Supernatural”), como Night Nurse, uma entidade demoníaca que guia o fluxo de almas no plano pós-vida.

O roteiro da adaptação é escrito por Steve Yockey (‘The Flight Attendant’), que também será um dos produtores executivos, junto com Greg Berlanti (‘Supergirl’) e Jeremy Carver (‘Patrulha do Destino’).

Beth Schwartz também divide a função de showrunner com Yockey.

‘Entrevista com o Vampiro’: 2ª temporada ganha teaser INÉDITO; Confira!

A AMC divulgou um teaser inédito da 2ª temporada de ‘Entrevista com o Vampiro‘, série baseada na clássica saga literária de Anne Rice.

Confira, junto ao trailer, e siga o CinePOP no Youtube:

O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 12 de maio.

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Na nova temporada, após os eventos sangrentos em Nova Orleans, em 1940, quando Louis de Pointe du Lac (Jacob Anderson) e a adolescente Claudia (Delainey Hayles) conspiraram para matar o vampiro Lestat de Lioncourt (Sam Reid), Louis passa a contar suas aventuras na Europa, em sua busca pelos Vampiros do Mundo Antigo e o Teatro dos Vampiros. Em Paris, ele conhece o vampiro Armand (Assad Zaman). O relacionamento dos dois terá consequências devastadoras no passado e no futuro, e o jornalista Daniel Molloy (Eric Bogosian) irá arriscar tudo para descobrir as verdades enterradas nestas memórias.

Vale lembrar que a atriz Delainey Hayles dará vida à personagem Claudia no novo ciclo, substituindo Bailey Bass, que interpretou a vampira na primeira temporada.

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O elenco conta com Sam Reid (‘The Newsreader’), que interpreta o vampiro Lestat; Jacob Anderson (‘Game of Thrones’), que dá vida a Louis de Pointe du Lac; Eric Bogosian (‘Billions’), que vive Daniel Molloy; e Assad Zaman, que interpreta Rashid.

A trama do primeiro livro gira em torno do vampiro Louis de Pointe du Lac enquanto ele relata a história de sua vida a um repórter, especialmente sobre como ele foi transformado em um vampiro e, em seguida, orientado por Lestat de Lioncourt.

Rolin Jones entra como showrunner, além de ser responsável pelo roteiro da produção.

‘Knuckles’: Série derivada de ‘Sonic’ ganha divertido CLIPE inédito; Confira!

A aguardada série ‘Knuckles‘, derivada de ‘Sonic 2: O Filme‘, estreia este mês na Paramount+ – e, agora, foi divulgado um clipe inédito para promover a atração.

Lembrando que a obra estreia no dia 26 de abril na plataforma de streaming.

Confira, junto ao trailer, e siga o CinePOP no Youtube:

A série é estrelada por Idris Elba (‘Luther: O Cair da Noite’), e conta com Adam Pally, que retorna como Wade Whipple. A trama é situada entre ‘Sonic 2‘ e ‘Sonic 3‘, programado para chegar aos cinemas em 20 de dezembro de 2024.

Na série, Knuckles “concorda em treinar Wade como seu protegido e lhe ensinar os caminhos do guerreiro Echidna”.

Edi Patterson (‘The Righteous Gemstones’), Julian Barratt (‘Mindhorn’), Scott Mescudi (‘Não Olhe para Cima’) e Ellie Taylor (‘Ted Lasso’), Christopher Lloyd (‘De Volta para o Futuro’), Cary Elwes (‘Esquema de Risco: Operação Fortune’), Stockard Channing (‘Maryland’), Paul Scheer (‘The League’) e Rob Huebel (‘Childrens Hospital’) também estrelam.

Além disso, Rory McCann (‘Game of Thrones’) faz parte do elenco convidado, ao lado de Tika Sumpter, que retorna como Maddie.

A versão final do roteiro é assinada por John Whittington, auxiliado por Brian Schacter e James Madejski. Jeff Fowler, responsável pelos dois filmes de ‘Sonic‘, cuida da direção do episódio piloto.

A equipe de diretores inclui Ged Wright, Brandon Trost, Jorma Taccone e Carol Banker. Neal H. Moritz e Toby Ascher, da Original Film, e Toru Nakahara – todos membros da equipe criativa dos filmes – são produtores executivos da série.

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‘Todos Nós Desconhecidos’: Romance gay com Paul Mescal e Andrew Scott estreia ESTA SEMANA no Star+!

Todos Nós Desconhecidos‘, romance gay estrelado por Paul Mescal (‘Aftersun’) e Andrew Scott (‘Fleabag’), chega esta semana ao catálogo do Star+.

O aclamado longa, que conquistou impressionantes 96% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, estreará no serviço de streaming nesta próxima quarta-feira, 24 de abril.

Na trama, acompanhamos Adam (interpretado por Scott), um autor solitário de 40 anos que se apaixona por seu vizinho Harry (interpretado por Mescal) em Londres. À medida que o relacionamento deles se desenvolve, Adam é misteriosamente atraído de volta à casa onde cresceu, abandonada por sua família há muito tempo. Lá, ele se depara com seus pais, embora eles tenham morrido tragicamente em sua infância.

Relembre o trailer legendado e siga o CinePOP no Youtube:

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Andrew Haigh (’45 anos’) é responsável pela direção.

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Além de Mescal e Scott, o elenco do filme inclui Claire Foy (‘The Crown’) e Jamie Bell (‘Iluminadas’). Haigh também assina o roteiro do filme, que é baseado nos livros de Taichi Yamada, intitulados “Strangers”.

Opinião | Com ‘The Tortured Poets Department’, Taylor Swift mostra que precisa dar um passo para trás

Desde sua estreia oficial no cenário da música com seu álbum homônimo, Taylor Swift mostrou que veio para ficar.

A cantora e compositora, detentora de nada menos que catorze estatuetas do Grammy e uma estatueta do Emmy, sempre teve uma inegável habilidade de construir histórias através de uma lírica certeira e de metáforas muito bem construídas. Fosse explorando as vertentes do country e abrindo portas para uma nova geração de artistas femininas em um gênero dominado pela perspectiva masculina, ou então reinventando-se com o pop para expandir seu império e angariar ainda mais fãs ao redor do planeta. Não é surpresa que, através desses complexos enredos (ao menos em sua maioria), Swift tenha se consagrado como uma zeitgeist de sua geração, causando grande impacto através de seus álbuns e de suas turnês.

Um dos elementos de maior apreço por parte dos fãs é a sua capacidade de repaginação. Seus três primeiros álbuns, Taylor Swift, ‘Fearless’ e ‘Speak Now’ mergulharam nas construções do country e serviram de base para histórias de romance e de coração partido que condiziam com sua imagem – o último citado, inclusive, foi uma das primeiras respostas às falsas alegações de que Swift não compunha suas músicas, ficando totalmente responsável pela escrita das canções. Em 2012, com ‘Red’, a performer começou a denotar uma mistura entre o country e o pop, explorando território um tanto quanto desconhecido que viria a se firmar com seus três projetos subsequentes – ‘1989’, ‘Reputation’ e ‘Lover’.

Em 2020, prestes a completar trinta anos, Taylor apostaria fichas em um dos pontos mais determinantes de sua carreira com o inesperado anúncio de ‘folklore’. Aqui, ela abandonou a estética do pop e se enclausurou em belíssimas arquiteturas intimistas e angustiantes, dando origem a um universo bastante idiossincrático e diferente de tudo o que já nos havia entregado – apostando fichas em literárias rendições como “august”, “seven” e “cardigan” em uma celebração do folk e do appalachian folk. Algo similar aconteceria com o álbum-irmão ‘evermore’, em que a mística do compilado anterior é remodelada em uma poesia pautada na vulnerabilidade e na potência das declamações espontâneas.

A brevidade entre as datas de estreia desses dois últimos discos, porém, seria apenas o início de uma prosperidade quase mercenária de produções originais e relançamentos de títulos anteriores após Swift reconquistar os direitos das próprias masters. Em questão de quatro anos, Taylor presenteou seus fãs com nada menos que oito álbuns (quatro regravações e quatro obras inéditas).

Após ‘Fearless (Taylor’s Version)’ e ‘Red (Taylor’s Version)’, Swift anunciou o ambicioso e antecipadíssimo ‘Midnights’ – que quebrou diversos recordes de vendas ao redor do mundo e a propulsionou a embarcar na ‘The Eras Tour’ ao redor do planeta, rendendo-lhe a maior arrecadação da história, além de lhe garantir mais duas estatuetas do Grammy Awards. Todavia, o compilado deu ares de um certo cansaço criativo que começava a ser percebido por parte da crítica especializada e até mesmo dos fãs (ora, até mesmo alguns críticos e uma parte dos ouvintes discutiram acerca da decisão controversa da Academia de Artes e Ciências Fonográficas em coroá-lo com o prêmio de Álbum do Ano quando em comparação a outros títulos).

Não se enganem: ‘Midnights’ está longe de ser um projeto ruim – mas não chega aos pés do que ela fizera nos anos anteriores. Enquanto um pouco mais da metade das faixas é acima da média, com destaque a “Vigilante Shit”, “Maroon” e “The Great War”, por exemplo, notando uma proximidade interessante da performer ao conceitualismo do synth-pop. Não obstante os consideráveis ápices da obra, certas escolhas de progressão sonora e de arranjos instrumentais se mostraram repetitivas e coniventes demais para trazer a originalidade que prezávamos nas iterações predecessoras.

Enfim, chegamos a The Tortured Poets Department: contando com uma versão dupla de 31 faixas, o 11º álbum de estúdio de Swift tinha tudo para fugir dos convencionalismos que deixara transparecer em ‘Midnights’. O resultado, entretanto, foi bem aquém do esperado, ao menos na visão deste que vos fala: enquanto ‘folklore’ e ‘evermore’ beberam da magnanimidade engenhosa e estética de uma das maiores artistas vivas, o recente compilado insurge como a cópia de uma cópia – um amontoado de histórias idênticas umas às outras e que se amarram em uma cansativa linha de pensamento inescapável e infindável. Nem mesmo a conhecida e celebrada lírica de Taylor parece ornar com o espectro que adota nessa mais nova era – esvaindo-se em incontáveis metáforas vencidas e sem sentido, como explicado na nossa crítica oficial.

O que isso significa? Como é característico de qualquer carreira artística, Swift vem enfrentando alguns problemas que, ano após ano, tornam-se mais evidentes. É claro que, conhecendo o poder de marketing da cantora, o álbum se tornará um sucesso de vendas (não é à toa que alcançou números extraordinários no Spotify em apenas um dia desde o lançamento), mas isso não significa que devemos nos contentar com uma óbvia mediocridade – em que ela se apoia em investidas tão exageradas que, no final das contas, não dizem nada além de uma banalidade derradeira.

A verdade é que The Tortured Poets Department apenas veio para reafirmar o que vários pensavam: Taylor Swift precisa respirar e dar um passo para trás se quiser fugir dos problemas que vêm enfrentando. Não há como negar que a exaustão criativa, beirando um burnout de produtividade, transparece faixa a faixa em uma tristonha reciclagem. E, por mais que tente esconder a personalidade workaholic com um “ímpeto da poesia imperativa”, seria mais que necessário que ela reavaliasse as próprias criações para não continuar caindo em uma mesmice fadigosa.

Conheça os personagens de ‘Garotos Detetives Mortos’, série derivada de ‘Sandman’

Garotos Detetives Mortos‘ (Dead Boy Detectives), série baseada na HQ homônima assinada pelo lendário Neil Gaiman, estreia muito em breve na Netflix e, agora, a plataforma de streaming divulgou um vídeo apresentando os personagens principais da atração.

A produção tem estreia marcada para o próximo dia 25 de abril.

Confira, junto ao trailer, e siga o CinePOP no Youtube:

https://youtu.be/U1wrfTyd2mU?si=N5D34YZaYyngqA46

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Inicialmente desenvolvida para a HBO Max, a adaptação dos quadrinhos homônimos de Gaiman (‘Sandman’) encontrou um novo lar na Netflix – e será lançada como um derivado de ‘Sandman‘.

Tem um fantasma insistente que não sai do seu pé? Um demônio roubou suas memórias? Chame os Garotos Detetives Mortos! Nesta série sobrenatural ambientada no universo de Sandman, dois adolescentes se conhecem na morte e fazem de tudo para continuar juntos, incluindo escapar de bruxas más e do Inferno e da Morte em pessoa. Com a ajuda da clarividente Crystal (Kassius Nelson), eles trabalharão juntos para resolver os casos paranormais mais misteriosos do reino mortal.

O novo capítulo da DC, intitulado Gods and Monsters, trará uma conexão entre os filmes nos cinemas e as séries que eventualmente serão lançadas pela HBO Max – como já foi feito com ‘O Esquadrão Suicida‘ e a série do ‘Pacificador‘.

Jayden Revri (‘O Chalé’), Kassius Nelson (‘Noite Passada em Soho’) e o novato George Rexstrew serão os protagonistas.

Rexstrew dará vida a Edwin Paine, enquanto Revri e Nelson serão Charles Rowland e Crystal Palace, respectivamente.

Dead Boy Detectives

Além do trio, a série também vai contar com Lukas Gage (‘Euphoria’) como Thomas, Rei dos Felinos; Briana Cuoco (‘The Flight Attendant’) como Jenny, amiga e confidente de Crystal Palace; Jenn Lyon (‘Justified’) como Esther, uma bruxa obcecada pela juventude eterna; Yuyu Kitamura (‘Mother Tongue’) como Niko, uma estudante que deseja se juntar aos detetives-fantasma; e Ruth Connell (‘Supernatural”), como Night Nurse, uma entidade demoníaca que guia o fluxo de almas no plano pós-vida.

O roteiro da adaptação é escrito por Steve Yockey (‘The Flight Attendant’), que também será um dos produtores executivos, junto com Greg Berlanti (‘Supergirl’) e Jeremy Carver (‘Patrulha do Destino’).

Beth Schwartz também divide a função de showrunner com Yockey.

‘RuPaul’s Drag Race’: [SPOILER] é coroada a vencedora da 16ª temporada!

A 16ª temporada do reality de competição RuPaul’s Drag Race’ chegou ao fim recentemente e coroou mais uma vencedora.

Nymphia Wind foi escolhida por RuPaul como a vitoriosa após uma última batalha de lip-sync contra Sapphira Cristál.

Além disso, a edição marcou a primeira vez em que houve um empate na categoria de Miss Simpatia: o prêmio foi dado às duas participantes mais votadas pelas outras colegas da temporada, Sapphira e Xunami Muse.

Lembrando que o reality está disponível no catálogo da Paramount+ Brasil.

RuPaul retorna como a apresentadora do programa. Michelle Visage também faz parte do painel de jurados.

Jessica Lange – 75 Anos | Os MELHORES papéis da atriz vencedora do Oscar

Jessica Lange continua, até hoje, como uma das maiores atrizes de todos os tempos – e não é surpresa que ela continue servindo de referência para diversas performers da nova geração.

Ao longo de sua extensiva carreira, Lange protagonizou clássicos como Tootsie‘Céu Azul’‘King Kong’, além de ter conquistado o público mais jovem com suas memoráveis performances na série antológica American Horror Story. Como se não bastasse, Lange consagrou sua versatilidade performática ao se tornar uma das poucas pessoas com a Coroa Tripla da Atuação – tendo levado para casa duas estatuetas do Oscar, três Emmy Awards e um Tony Award.

No dia de hoje, 20 de abril, a atriz completa 75 anos e, para celebrar seu aniversário, preparamos uma breve matéria elencando seus cinco melhores papéis.

Confira abaixo as nossas escolhas:

JULIE NICHOLS, Tootsie (1982)

Jessica Lange Tootsie

Após co-estrelar o aclamado e nostálgico Tootsie, em que dividiu os holofotes ao lado de outra lenda da sétima arte, Dustin Hoffman, Lange conquistou sua segunda indicação ao Oscar e levou para casa a primeira estatueta da premiação na categoria de Melhor Atriz Coadjuvante. Na produção, Lange interpretou Julie Nichols, uma mãe solteira que tem uma relação nada saudável com o diretor da soap opera Southwest General – e que se torna interesse romântico de Michael (Hoffman).

Na trama, Michael Dorsey, um ator de Nova York, é um perfeccionista talentoso que cobra tanto de si e de outros. Depois de fracassar em um teste de novela, Michael resolve se transformar na atriz Dorothy e ganha o papel. O que era para ser um papel pequeno se transforma num contrato de longo prazo, mas quando Michael se apaixona pela companheira de elenco Julie, as complicações ameaçam arruinar tudo.

CARLY MARSHALL, Céu Azul (1994)

Jessica Lange Blue Skt

Facilmente a atuação mais visceral da carreira de Lange, ‘Céu Azul’ emergiu como um ponto de virada em sua filmografia e a definiu como uma das grandes estrelas da geração. Não é surpresa que, ao encarnar Carly Marshall, ela tenha conquistado sua segunda estatueta do Oscar, dessa vez na categoria de Melhor Atriz.

Na trama, ambientada no início dos anos 1960, Hank, um cientista nuclear que trabalha para o exército, é encarregado de medir os níveis de radioatividade em testes atômicos. Carly, sua mulher, tem uma necessidade desesperada de ser o centro das atenções e, ao tentar minimizar suas frustrações, deixa o casamento em crise. Mas quando Hank é internado para tratamento médico, para não revelar os altos índices de radioatividade que os testes demonstram, Carly decide ir contra tudo e contra todos para ter o marido de volta.

IRMÃ JUDY MARTIN, American Horror Story: Asylum (2012)

Jessica Lange Ahs Asylum

Quando todos pensavam que Lange havia se tornado uma relíquia, ela voltou com força descomunal ao mainstream ao ser escalada para a elogiada antologia de terror American Horror Story. Sendo membro do elenco protagonista durante as quatro primeiras temporadas, a atriz alcançou aclame mundial a partir da segunda temporada, ‘Asylum’, que lhe rendeu uma indicação ao Emmy de Melhor Atriz em Minissérie.

Na iteração, Lange interpretou a Irmã Jude Martin, uma promíscua cantora de casas noturnas que, após um trágico acidente de carro, se tornou uma freira sagrada pela Igreja Católica e encontrou trabalho no Manicômio Briarcliff, onde a narrativa se passa. A princípio pintada como a principal antagonista, Jude detém um dos arcos mais poderosos da antologia e acaba encontrando redenção antes de falecer.

FIONA GOODE, American Horror Story: Coven (2013)

Jessica Lange Ahs Coven

Se Lange havia causado um grande impacto nos espectadores com ‘Asylum’, ela viria a reafirmar sua potência monumental como atriz na temporada seguinte de American Horror Story, intitulada ‘Coven’. Rendendo-lhe o Emmy Award de Melhor Atriz em Minissérie, o ciclo é considerado até hoje como um dos melhores da antologia criada por Ryan MurphyBrad Falchuk.

Na iteração, Lange interpretou Fiona Goode, uma imponente bruxa que comanda um clã localizado em Nova Orleans. Supervisionando o local com mãos de ferro à medida que enfrenta um forte vício em poder e bebidas, além de entrar em constante conflito com a filha, Cordelia (Sarah Paulson), Fiona é arquitetada sobre uma estrutura vilanesca clássica que não poderia ter sido interpretada com tanto esmero por ninguém além de Lange.

JOAN CRAWFORD, Feud: Bette and Joan (2017)

Jessica Lange Feud

Em um de seus papéis mais recentes, Lange recebeu a missão de eternizar, sob uma perspectiva única e envolvente, a icônica Joan Crawford na série antológica Feud: Bette and Joan. Conhecendo o comprometimento da atriz com cada um dos projetos de que participa, não é nenhuma surpresa que ela tenha conquistado mais uma indicação ao Emmy por sua apaixonante rendição.

Também trazendo Susan Sarandon como Bette Davis, a trama narra a rivalidade bem documentada entre as duas atrizes mais conhecidas da Era Clássica de Hollywood durante e após a produção do clássico filme de terror psicológico ‘O Que Terá Acontecido a Baby Jane?’, lançado em 1962.

‘Guerra Civil’, ‘Abigail’, ‘Aumenta que é Rock n’ Roll’ e os Filmes Mais Esperados de Abril 2024 nos Cinemas!

Pois é, querido leitor. Mal piscamos e já nos encontramos em meados do mês de abril. O quarto mês do ano sinaliza a chegada do meio de 2024. Quando nos dermos conta já estaremos na metade de mais um ciclo. Para os cinéfilos, isso sempre se traduz em mais um ano repleto de filmes inesquecíveis e muita diversão nas telonas. Ainda nem recuperamos o fôlego de fenômenos recentes do cinema, como ‘Barbie’, ‘Oppenheimer’ e ‘Pobres Criaturas’, e uma nova leva de produção já chega disputando lugar em nossos corações.

2024 já nos apresentou obras que se tornaram muito queridas dos fãs e também grandes bilheterias– como por exemplo ‘Duna – Parte 2’, ‘Kung Fu Panda 4’ e ‘Godzilla e Kong – O Novo Império’. Mas é claro que a maior parte ainda está por chegar. Abaixo daremos uma olhada no que abril nos reserva, confira.

18/04

Guerra Civil

Nova produção do diretor Alex Garland (de filmes cultuados como ‘Ex-Machina’, ‘Aniquilação’ e ‘Men – Faces do Medo’) em parceria com o estúdio fora da caixinha A24, ‘Guerra Civil’ vem sendo considerado um dos melhores filmes do ano pelos críticos e especialistas. Para os brasileiros, o longa guarda um sabor especial, graças à presença do nosso Wagner Moura em um papel de bastante destaque. A trama apresenta um futuro distópico no qual os EUA se dividiram em quatro facções e entraram em guerra devido às enormes divergências políticas e sociais que já assolam o mundo.

Abigail

A dupla de diretores Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, conhecidos como Radio Silence, foram responsáveis pelo muito bem-sucedido reboot da franquia ‘Pânico’, com o quinto filme em 2022. Eles também levaram Ghostface para Nova York pela primeira vez na continuação direta ‘Pânico VI’ (2023). Mas quando foram oferecidos o sétimo filme, os diretores acharam por bem se aventurarem em outros projetos e escolheram essa obra da Universal Pictures, que é levemente baseada no clássico ‘A Filha de Drácula’, de 1936. De quebra ainda trouxeram para o elenco duas das novas scream queens da atualidade: Melissa Barrera e Kathryn Newton.

25/04

Aumenta que é Rock n’ Roll

O último fim de semana de abril traz para os cinemas uma produção cem por cento brasileira que promete fazer muito sucesso. O filme de Thomas Portella é uma carta de amor a uma época e ao gênero musical do rock. Baseado em uma história real, o filme conta sobre dois amigos que apostam tudo para criar a rádio Fluminense FM, que ficou conhecida como “a maldita”, a primeira estação inteiramente focada no gênero musical revolucionário e rebelde, ainda em 1982. A rádio foi a porta de entrada para diversas bandas de sucesso de nosso país, como Legião Urbana, Barão Vermelho, Paralamas do Sucesso, Titãs e Blitz.

Rivais

Ainda em cartaz com o blockbuster ‘Duna – Parte 2’, a menina prodígio Zendaya lança um novo filme nos cinemas, desta vez carregando apenas com seu nome uma produção de bastante prestígio, dirigida por ninguém menos que o italiano Luca Guadagnino, de ‘Me Chame Pelo Seu Nome’. ‘Rivais’ deveria ter sido lançado na segunda metade de 2023, mas foi adiada para o primeiro semestre de 2024. Na trama, Zendaya vive a tenista número 1 do mundo, que se envolve em um triângulo amoroso com dois melhores amigos, também grandes promessas do esporte. O filme é vendido como contendo grande teor erótico, em especial por uma cena de sexo a três com a jovem atriz.

Contra o Mundo

Mistura de ‘John Wick’ com esitlo de ‘Scott Pilgrim’, esse longa com produção de Sam Raimi tem tudo para agradar a geração nascida e criada com a cultura pop, videogames e desenhos animados. Exibido no Festival de Toronto em 2023, ‘Contra o Mundo’ é uma aventura estilosa e ultraviolenta, que apresenta um futuro distópico, no qual um jovem surdo e mudo jura vingança contra uma família poderosa. Quem estrela é Bill Skarsgard, o palhaço Pennywise de ‘It – A Coisa’.

Ursinho Pooh – Sangue e Mel 2

Por falar em filmes que espirram litros e litros de sangue das telas, o terror trash ‘Ursinho Pooh – Sangue e Mel’ fez tanto sucesso com sua trama absurda, aguçando a curiosidade do público. Esse sucesso não apenas garantiu uma sequência, como também em breve irá criar um universo próprio compartilhado, no estilo Marvel do terror trash, prometido para 2025, onde a criatura irá se encontrar com outros ícones da cultura pop agora transformados em assassinos de filmes slasher, como o veadinho Bambi – que esse ano também ganha filme solo intitulado ‘Bambi – O Acerto de Contas’.

Já em Cartaz nos Cinemas

Evidências do Amor

Grande sucesso do cinema nacional desse início de 2024, recebendo elogios rasgados da imprensa especializada, ‘Evidências do Amor’ mistura comédia, romance e fantasia, na história de um sujeito que literalmente viaja no tempo quando ouve o “hino” dos caraoquês ‘Evidências’, imortalizado por Chitãozinho e Xororó. Sendo assim, é claro que o filme tinha que contar com Sandy no elenco, fazendo par com o sempre hilário Fábio Porchat. O filme estreou no dia 11 de abril.

Ghostbusters – Apocalipse de Gelo

Outra grande estreia do dia 11 de abril foi o novo filme da franquia de sucesso ‘Os Caça-Fantasmas’, agora conhecido apenas por seu título original ‘Ghostbusters’, a fim de globalizar mais o nome. A estreia do novo exemplar em 2024 foi bem propícia, pois o original está completando nada menos que 40 anos de sua estreia, e ainda se mantém como um dos primeiros blockbusters que transformaram para sempre a cultura pop como a temos hoje. ‘Apocalipse de Gelo’ é a continuação direta de ‘Mais Além’ (2021), e traz o elenco jovem novamente atuando ao lado dos veteranos para combater uma ameaça sobrenatural que irá congelar a cidade de Nova York.

A Primeira Profecia

Ainda em cartaz nos cinemas, ‘A Primeira Profecia’ também é uma sequência-legado, mas de um clássico bem mais antigo, datando lá da década de 1970. ‘A Profecia’ é um dos filmes de terror mais celebrados da história do cinema e cria uma curiosa trilogia involuntária com ‘O Bebê de Rosemary’ e ‘O Exorcista’, filmes que usam como temática o Anti-Cristo encarnado, voltando à Terra para causar a sua destruição. O filme original é de 1976 e apresentava o pequeno Damian como antagonista – gerando duas sequências, com o personagem adulto no terceiro filme. ‘A Primeira Profecia’ irá nos apresentar quem foi sua mãe biológica, numa trama de conspiração religiosa, passada em Roma. O filme estreou no dia 4 de abril.

Uma Prova de Coragem

Outro que chegou no primeiro fim de semana do mês e ainda encontra-se em cartaz nos cinemas é o mais novo veículo do astro Mark Wahlberg. Católico devoto, Wahlberg tem se concentrado em filmes de teor politicamente correto nos últimos tempos. É o caso com este ‘Uma Prova de Coragem’, baseado em uma história real que segue um trilheiro esportista vivido por Wahlberg, que encontra um cachorro abandonado e resolve adotá-lo para que vá junto em suas aventuras. O elenco conta também com Simu Liu (conhecido por ser o herói ‘Shang-Chi’ da Marvel) e Nathalie Emmanuel (a Ramsey da franquia ‘Velozes e Furiosos’).

O Homem dos Sonhos

Adiado do mês passado para abril, finalmente estreou nos cinemas brasileiros no dia 4 o novo filme de alto conceito de Nicolas Cage. Aos poucos, o ator vem reconquistando seu lugar em Hollywood com boas escolhas de projetos, depois de anos relegado aos filmes B restritos aos lançamentos em vídeo. Aqui, nada de Freddy Krueger, quem aparece nos sonhos de toda uma cidade é o sujeito comum vivido por Nicolas Cage. Devido a um fenômeno inexplicável ele começa a se tornar uma celebridade do dia para a noite após figurar nos sonhos, ou pesadelos, de todos os cidadãos da cidade na qual vive. Uma ideia tão fora da caixinha só poderia ser da produtora A24.

Tiro, Porrada e Bomba! ‘Velocidade Máxima’, ‘True Lies’, ‘O Corvo’ e os Filmes de Ação que Completam 30 Anos em 2024!

Podemos dizer que o gênero da ação no cinema foi um dos grandes responsáveis pelo que temos hoje em matéria de blockbusters e das maiores produções de Hollywood. Se formos voltar no tempo, encontraremos os faroestes como as primeiras fontes do cinema de ação ainda na época de ouro da sétima arte. Isso porque em sua maioria os westerns consistiam em tiroteios, brigas e às vezes até explosões. Os chamados “tiro, porrada e bomba”.

Nos anos 1970, isso se traduziu para uma enxurrada de exemplares do cinema policial, desde Dirty Harry com o primeiro ‘Perseguidor Implacável’, de Clint Eastwood, até Gene Hackman como Popeye Doyle em ‘Operação França’. Nos anos 80 foi onde verdadeiramente tais filmes atingiram status de superprodução, tanto em seu orçamento quanto em suas bilheterias, em filmes como ‘Um Tira da Pesada’, ‘Máquina Mortífera’, ‘Robocop’ e ‘Duro de Matar’. E se formos olhar hoje em dia, todo blockbuster faz uso da ação.

Aqui, em mais uma viagem nostálgica pelo passado, iremos dar uma olhada nos grandes expoentes da ação que estão completando 30 anos de suas estreias nas telonas em 2024. Você lembra de todos eles? É muita nostalgia. Confira.

Velocidade Máxima

Speed Cinepop

O grande filme de ação de 30 anos atrás, ‘Velocidade Máxima’ pegou o mundo de surpresa com sua trama eletrizante, que não tira o pé do acelerador do início ao fim de sua narrativa. Uma bomba em um ônibus que irá explodir caso ele diminua a velocidade, deixando uma cidade em pânico. O filme fez de Keanu Reeves um astro da ação e apresentou uma certa Sandra Bullock, a transformando em estrela.

True Lies

True Lies (1994) | MUBI

O melhor filme de James Bond que não faz parte da franquia 007. Deixe para James Cameron revolucionar o cinema de ação novamente, e Arnold Schwarzenegger emendar um novo sucesso ao lado do cineasta após ‘O Exterminador do Futuro 2’. O filme mostra o que aconteceria se James Bond fosse casado e tivesse uma filha adolescente, mas sua família não soubesse de sua real profissão.

O Corvo

Crow Cinepop

Baseado em quadrinhos góticos, ‘O Corvo’ é um filme de ação sombrio, com elementos sobrenaturais, que ganhou status de cult após a morte de seu protagonista Brandon Lee antes do término das filmagens. Assim, ‘O Corvo’ já ganhava contornos de filme “proibido” antes de seu lançamento, o que aguçou a curiosidade do público. Na trama, um roqueiro volta dos mortos para vingar o assassinato de sua amada, em uma cidade corrupta e violentíssima.

O Especialista

Specialist Cinepop

O que seria de um ano da década de 90 sem uma produção de Arnold Schwarzenegger ou Sylvester Stallone. E há 30 anos, o primeiro ganhava na disputa com o mais bem-sucedido ‘True Lies’. Mas Stallone não ficava por menos com seu blockbuster erótico ‘O Especialista’ – sobre um ex-agente do governo trabalhando como mercenário, se envolvendo com uma bela mulher atrás de vingança – papel de uma Sharon Stone no auge. Ah sim, e não podemos deixar de falar sobre a cena do chuveiro envolvendo a dupla nua em pelo.

Street Fighter – A Última Batalha

Streetfighter Cinepop

Schwarzenegger e Stallone eram os reis da ação dos anos 80 e 90, mas outros postulantes ao trono chegavam na época. Um deles era o belga Jean-Claude Van Damme, que nos anos 80 estrelava filmes cult de luta de baixo orçamento, mas que nos anos 90 ganhava produções cada vez mais caras para encabeçar. Um de seus maiores orçamentos foi nessa adaptação de um dos games de luta mais populares de todos os tempos, transformado em um filme de guerra.

Perigo Real e Imediato

Clear Cinepop

Não podemos falar de ação sem mencionar Harrison Ford, um ator que traz muita qualidade a seus projetos, sempre donos de muito conteúdo para além da ação. É o caso com ‘Perigo Real e Imediato’, a despedida do ator do papel de Jack Ryan, o agente da CIA dos livros de Tom Clancy. Ford estreou no papel em ‘Jogos Patrióticos’, e nessa continuação enfrentava cartéis de drogas na América do Sul.

Um Tira da Pesada 3

Beverly Hills Cop III (1994)

Esse ano ‘Um Tira da Pesada’ completa 40 anos de sua estreia, e como forma de comemorar a Netflix irá lançar um novo filme, o quarto, novamente estrelado por Eddie Murphy, que promete dar o que falar. Mas outro aniversário para um filme da franquia são os 30 anos do terceiro longa, que leva Axel Foley para um parque de diversões na Califórnia, que é paródia dos parques da Disney, onde o submundo do crime tem passe livre para suas operações nefastas.

Timecop

Timecop [1994] - Rabbit Reviews

Por falar em Jean-Claude Van Damme, “os músculos de Bruxelas” estrelou não apenas um, mas dois grandes filmes de orçamentos inchados, que se tornaram algumas de suas produções mais grandiosas. Depois de ‘Street Fighter’ da Columbia, era a vez de ‘Timecop’ da Universal, um filme que tinha tudo para se tornar uma franquia, e nunca entendemos por que não rendeu uma continuação. No filme, Van Damme vive um policial do futuro, que viaja no tempo para impedir que bandidos tirem proveito da máquina do tempo para enriquecer.

Contagem Regressiva

Blown Cinepop

Há 30 anos no cinema, tivemos uma verdadeira enxurrada de filmes de ação que usavam bombas e equipamentos explosivos como elementos de suas histórias. De ‘Velocidade Máxima’ a ‘O Especialista’, o medo das explosões parecia dominar Hollywood. No meio desta briga de gigantes, um dos projetos mais interessantes, e também um dos mais obscuros foi ‘Contagem Regressiva’, que trazia Jeff Bridges e Tommy Lee Jones como dois velhos conhecidos do IRA, atualmente em lados opostos da lei.

Em Terreno Selvagem

On Deadly Ground (1994)

Outro que corria por fora para se tornar um dos grandes nomes da ação em Hollywood era Steven Seagal. Depois de seu golaço em ‘A Força em Alerta’, Seagal dava seu passo mais ambicioso, assumindo a direção de uma obra com viés ecológico, no qual vivia um agente ambiental tentando parar uma empresa de petróleo poluidora no Alaska – um tema ainda muito sensível e em voga hoje – como visto na mais recente temporada de ‘True Detective’. O vilão do filme era ninguém menos que Michael Caine.

Zona Mortal

Drop Zone (1994)

Já tivemos Arnold Schwarzenegger, Sylvester Stallone, Jean-Claude Van Damme e Steven Seagal na lista. Estão sentindo falta de alguém? Acertou quem disse Wesley Snipes. Depois de sucessos como ‘Passageiro 57’ e ‘Sol Nascente’, Snipes entregava ‘Zona Mortal’ há 30 anos, sobre um policial precisando se infiltrar no mundo repleto de adrenalina dos paraquedistas para encontrar uma gangue de assaltantes – no melhor estilo ‘Caçadores de Emoção’.

Fuga de Absolom

Noescape Cinepop

Um ano antes de revitalizar a franquia 007 com ‘GoldenEye’, o diretor Martin Campbell lançava esse sucesso cult muito popular no mercado de vídeo há 30 anos. Quem estrela é o saudoso Ray Liotta, depois do sucesso de ‘Os Bons Companheiros’. No melhor estilo ‘Fuga de Nova York’, o futuro traz uma sociedade distópica onde criminosos são isolados e deixados com suas próprias leis. Ao invés da ilha de Manhattan, a prisão de Absolom é uma ilha no melhor estilo ‘Lost’.

A Fuga

Getaway Cinepop

O então casal da vida real Kim Basinger e Alec Baldwin também resolvia incendiar as telas em um thriller de ação erótico. Depois de ‘O Especialista’, que misturava elementos do cinema de ação, com suspense e muita sexualidade, ‘A Fuga’ seguia estes moldes, com direito a uma cena de sexo bem real (para a época) entre o casal principal. Trata-se do remake de ‘Os Implacáveis’ (1972), sobre um casal de criminosos.

Velocidade Terminal

Terminal Cinepop

Terminando a matéria dos filmes de ação que completam 30 anos em 2024, temos mais um filme sobre paraquedismo e muita adrenalina. Depois de Wesley Snipes em ‘Zona Mortal’, quem estrela o filme gêmeo ‘Velocidade Terminal’ é Charlie Sheen. Produzido pela Disney, através da Hollywood Pictures, Sheen vive um instrutor de pulos de paraquedas, que se vê no meio de uma conspiração ao ser alistado por uma agente da KGB, papel de Nastassja Kinski.

10 músicas internacionais pouco conhecidas – mas que você deveria conhecer

O mundo da música é recheado de produções incríveis e que, boa parte das vezes, conseguem alcançar o status mainstream – ainda que sejam consideradas sleeper hits quando lançadas.

Entretanto, algumas delas passam longe do radar dos ouvintes e não têm o reconhecimento que merecem. Pensando nisso, preparamos uma breve lista com dez músicas internacionais de que você provavelmente nunca ouviu falar, mas que deveria conhecer.

Veja abaixo as nossas escolhas:

“UPSIDE DOWN”, Paloma Faith

Em “Upside Down”Paloma Faith não aceita que os outros a tratem como tola, mas ela mesma prefere viver “invertida” ao que os outros consideram normal. Entretanto, o que nos rouba quase imediatamente é a deliciosa construção que nos joga de volta para os anos 1950, principalmente com a participação dos backing vocals enquanto a cantora mais uma vez diverte-se em uma narrativa. A bateria, a guitarra e o piano elétrico também contribuem para a construção de uma atmosfera extremamente dançante que não cai em fórmulas.

“UNTOUCHED”, The Veronicas

A dupla conhecida como The Veronicas voltou recentemente aos holofotes com dois álbuns incríveis – mas o sucesso delas vem de meados dos anos 2000. Uma das músicas mais marcantes de sua carreira e também da primeira década do século foi “Untouched”, um power-pop misturado com electropop e com a presena pungente dos violinos que pode inclusive ter premeditado a insurgência do dark pop alguns anos mais tarde.

“JOAN OF ARC ON THE DANCE FLOOR”, Aly & AJ

“Joan of Arc on the Dance Floor” provavelmente passou longe do radar mainstream de 2020, mas a incursão realizada entre a dupla Aly & AJ é uma das semibaladas mais poderosas do ano. A iteração, movida por sintetizadores e por ecos vocais arrepiantes, amalgama presente e passado ao celebrar uma das figuras mais icônicas da história, Joana D’Arc

“MARCH MARCH”, The Chicks

“March March” reflete exatamente o tipo de carreira que as The Chicks tiveram desde sua estreia bombástica no mundo da música. Criticadas por expressarem seu descontentamento com o governo dos Estados Unidos, o grupo ficou longe dos holofotes por tempo demais – mas voltaram com força com um dissonante hino de empoderamento.

“LOS AGELESS”, St. Vincent

St. Vincent causou um grande impacto ao lançar seu quinto álbum de estúdio, ‘Masseduction’ – e é claro que a produção não poderia vir acompanhada de músicas esquecíveis. “Los Ageless”, apesar de ser o segundo single, é o carro-chefe da obra – uma reflexão dance-rocknew wave e electropop, contrariando o que o mainstream ditava à época e mergulhando de cabeça em uma sintética e crítica celebração da vida.

“IMMACULATE”, Years & Years

Em “Immaculate”, uma das canções do álbum ‘Night Call’Olly Alexander (ou, como conhecemos seu ato musical, Years & Years) dá as boas-vindas a um arab-pop que rege um conto de paixão ardente e diabolicamente blasfema, cujas mensagens principais se escondem sob versos como “quando você era meu anjo caído, quase divino” e “só quero sentir aquela batida em meu coração de novo”, arrancando uma rendição impecável de Alexander e emulando os anos 1990 e 2000 com concisão inigualável.

“HEUTE NACHT”, Maddix

Maddix é provavelmente um nome do qual você nunca ouviu falar – mas que mereceu seu lugar na nossa lista com a desconhecida faixa “Heute Nacht”. O DJ alemão superou todas as expectativas ao entregar um techno conceitual que tem todos os elementos do gênero, incluindo o crescendo que premedita o refrão e uma celebração da vida noturna (“esta noite será incrível”, diz uma robótica voz).

“PAPI SONGS”, FKA Twigs feat. Shygirl

No ótimo ‘CAPRISONGS’FKA Twigs continua a explorar sua identidade musical com despreocupação apaixonante – e, nesse processo de contínua autodescoberta, arquiteta a irretocável “papi bones”, uma das melhores entradas do álbum e de sua carreira. Aqui, a cantora e compositora discorre sobre o fervor da paixão, à medida que busca referências nas incursões do afrobeats, do reggae e até o mambo, fomentando uma miscelânea sensual e convidativa.

“BLAME IT ON ME”, Melanie C

Brincando com as inflexões do electro-pop em um enredo que fala sobre um relacionamento tóxico que ao menos lhe fez crescer como pessoa, Melanie C não poderia deixar de aparecer na nossa lista. A ex-Spice Girl lançou seu vindouro oitavo álbum de estúdio neste ano e um de seus pontos altos é o vibrante lead single.

‘RuPaul’s Drag Race: All Stars’: 9ª temporada do spin-off ganha teaser e data de estreia; Confira!

World of Wonder divulgou o primeiro teaser oficial da 9ª temporada de RuPaul’s Drag Race: All Stars’spin-off do reality de competição homônimo.

Além disso, foi revelado que o novo ciclo tem estreia agendada para o dia 17 de maio na Paramount+ dos Estados Unidos, ainda sem data confirmada no Brasil.

Confira:

Lembrando que a temporada anterior coroou a icônica Jimbo como vencedora. Kandy Muse ficou em segundo lugar, enquanto LaLa Ri foi a vencedora dos Fame Games.

RuPaul é a apresentadora da série derivada. Michelle Visage faz parte do painel de jurados.

As queens que participarão do novo ciclo não foram reveladas.