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Versão TERROR do Mickey Mouse é confirmada para 2025; Confira o teaser e cartaz!

O icônico Mickey Mouse, do curta ‘O Vapor Willie‘ de 1928, entrou em domínio público em 1º de janeiro de 2024, e já há anúncios de algumas versões de terror envolvendo o icônico personagem da Disney.

O que antes era um alegre desenho animado em preto e branco dirigido por Walt Disney, se transformou em um filme de terror sangrento e nervoso sobre um rato vingativo em um barco.

A produtora Iconic Events Releasing confirmou que a versão terror será lançada nos cinemas em 2025, e as filmagens estão programadas para o segundo semestre de 2024.

Em comunicado oficial, foi anunciado que Christian Beckman (‘Drácula: A Última Viagem de Demeter’) cuidará dos efeitos visuais da produção, que também contará com o artista Christian Cordella (‘Avatar: O Caminho da Água’) no design do antagonista.

O terror irá investir em efeitos práticos, com uma mistura de maquiagem e prostéticos.

Na trama…

Um rato assassino persegue um grupo de nova-iorquinos em um passeio noturno de balsa, desencadeando uma luta pela sobrevivência e transformando seu passeio em um pesadelo. Será que a tripulação de viajantes do navio conseguirá encontrar uma maneira de deter a criatura assassina que desenvolveu um gosto por turistas?

Confira o teaser e o cartaz:

O desenho animado original segue o pequeno Mickey pilotando um barco a vapor por um rio desconhecido até que ele encontra Pete, o capitão mal-humorado, e o caos cômico se instala. Mais tarde, ele conhece Minnie Mouse e começa a fazer música com objetos inanimados ao seu redor.

Por enquanto, não há informações sobre diretor e membros do elenco e nem previsão de estreia, mas as filmagens serão iniciadas na na primavera norte-americana, que acontece entre março e junho deste ano.

Lembrando que este é o 2º filme de terror inspirado no personagem.

Intitulado A Ratoeira do Mickey‘, o outro é dirigido por Jamie Bailey, mesclando comédia e terror, apresentando um assassino vestido como uma versão macabra do ratinho que, até então, era conhecido como uma divertida e inofensiva animação.

Confira o trailer:

“É o aniversário de 21 anos de Alex, mas ela está presa no fliperama em um turno atrasado. Seus amigos decidem surpreendê-la, porém um assassino mascarado, vestido como Mickey Mouse, decide jogar um jogo próprio com eles, e agora ela precisa lutar pela própria sobrevivência.”

Bailey comentou: “Nós apenas queríamos nos divertir com tudo isso. Quer dizer, é o Mickey Mouse de O Vapor Willie assassino. É ridículo. Nos divertimos muito fazendo este filme e acho que isso se reflete nele.”

Estrelando Sophie McIntosh, Callum Sywyk, Allegra Nocita, Ben Harris, Damir Kovic, Mackenzie Mills, Nick Biskupek e Simon Phillips, o filme ainda não tem data de lançamento definida.

Novo assassino toca o TERROR no trailer da 2ª temporada de ‘Pretty Little Liars’; Confira!

A Max divulgou o trailer completo da 2ª temporada do reboot de ‘Pretty Little Liars‘, que será intitulado ‘Pretty Little Liars: Curso de Verão‘.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

A próxima temporada estreará oficialmente no dia 9 de maio.

Após os eventos da primeira temporada, nossas protagonistas enfrentam um destino pior do que a morte – curso de verão. No entanto, a escola não é a única coisa entre seus sonhos, empregos e relacionamentos divertidos. Uma nova vilã, que pode ter uma conexão com A, chegou à cidade e promete fazer todos passarem por um teste mortal.

Vinte anos atrás, uma série de eventos trágicos quase destruíram a cidade de Millwood. Agora, nos dias atuais, a trama segue um grupo de adolescentes – as novas mentirosas – que se encontram atormentadas por uma pessoa misteriosa que quer fazê-las pagar pelos pecados que os seus pais cometeram duas décadas atrás… assim como os seus próprios pecados.

Roberto Aguirre-Sacasa, criador de ‘Riverdale‘, serve como showrunner.

O novo grupo de protagonistas é formado por Noah (Maia Reficco), Minnie (Malia Pyles), Tabby (Chandler Kinney), Faran (Zaria) e Imogen (Bailee Madison).

O elenco também conta com Mallory Bechtel (Karen) e Carson Rowland (Chip).

‘Um Tira da Pesada’ – Relembre a Franquia Policial Estrelada por Eddie Murphy, que Completa 40 Anos em 2024!

Os anos 80 foram o berço do cinema entretenimento como conhecemos hoje. Foi nessa década que uma verdadeira enxurrada de produções icônicas saía do forno como em uma verdadeira fábrica de sucessos. E ‘Um Tira da Pesada’ é parte integral desse movimento de transformação dos chamados blockbusters. O filme que mudou para sempre a carreira de Eddie Murphy, o tornando um astro internacional, completa 40 anos de sua estreia em 2024. E como forma de celebrar finalmente o tão esperado quarto filme da franquia será lançado.

Um Tira da Pesada 4’ chega este ano, como um lançamento diretamente na plataforma da Netflix, e a expectativa não poderia estar mais alta para o retorno do zoador Axel Foley, novamente na pele de Murphy. Mas não só ele, pois grande parte dos rostos conhecidos do passado, assim como adições muito bem-vindas, também farão parte do elenco. Em homenagem aos 40 anos do original, dos 30 anos do terceiro filme, e da estreia do quarto longa, daremos uma revisitada nessa franquia de comédia policial muito querida do grande público. Confira.

Um Tira da Pesada (1984)

Tudo começou aqui. Mas você sabia que ‘Um Tira da Pesada’ era inicialmente um projeto para ter Sylvester Stallone como protagonista? Pois bem, o filme foi desenvolvido para ter um policial durão de uma cidade barra-pesada como Detroit se deparando com um lugar luxuoso e “repleto de frescura” como Beverly Hills, Los Angeles, na Califórnia. É claro que foi só na substituição de Stallone por Eddie Murphy que o projeto adicionou muito humor e pôde fazer uso da personalidade carismática e hilária de Murphy, então um grande sucesso no programa Saturday Night Live.

Eddie Murphy já havia participado de filmes de sucesso como ’48 Horas’ e ‘Trocando as Bolas’, mas sempre como coadjuvante para atores como Nick Nolte e Dan Aykroyd. Foi em ‘Um Tira da Pesada’ que Murphy pôde protagonizar seu próprio filme e carregar uma grande produção nas costas, mostrando que era um astro muito viável e lucrativo. Para isso, foi preciso Murphy dizer “não” para sua participação em ‘Os Caça-Fantasmas’ no papel de Winston – em um aspecto profissional foi a melhor decisão que ele poderia tomar. Já Stallone, saiu para estrelar a comédia ‘Rhinestone’, com Dolly Parton, que se tornou um fracasso. Dois anos depois, reaproveitaria muitas das ideias originais para ‘Um Tira da Pesada’ em ‘Stallone Cobra’. ‘Um Tira da Pesada’ se tornaria um dos maiores sucessos da década e três anos depois já tiraria do papel sua primeira continuação.

Um Tira da Pesada II (1987)

Com o enorme sucesso do primeiro filme, a ideia da Paramount era levar Axel para estrelar sua própria série de TV, mas o astro Eddie Murphy tinha aspirações maiores e não queria voltar para a TV – e estava certo. Assim, um segundo filme foi produzido. Aliás, o longa marcou a primeira vez em que Murphy trabalhou no roteiro de um de seus filmes, o que para muitos soou como uma “ego trip” do astro. Já os produtores consideraram o resultado do segundo como uma mistura entre o primeiro ‘Um Tira da Pesada’ e ’48 Horas’, mais focado na ação e com um clima mais tenso.

Para apimentar as coisas, os produtores levaram a sério o conceito de que uma continuação precisa ser maior em todos os sentidos de seu original. Assim, contratavam Tony Scott para assumir a cadeira de diretor, substituindo Martin Brest do primeiro. É claro que isso se deu porque Scott havia acabado de entregar um presentão para a Paramount chamado ‘Top Gun’ no ano anterior, um dos maiores blockbusters dos anos 80 para o estúdio e que fez de Tom Cruise um astro. Os realizadores queriam levar esse escopo e energia para ‘Um Tira da Pesada’. E conseguiram, pois a sequência é muito mais centrada na ação. No entanto, as críticas foram justamente nesse sentido, já que o segundo esquecia os elementos que fizeram o primeiro tão divertido.

Um Tira da Pesada III (1994)

Em comemoração aos 10 anos de lançamento do filme original, os produtores da franquia resolveram dar de presenta ao público a estreia do terceiro filme da saga do policial Axel Foley. Para a direção, saía o especialista em ação Tony Scott, e entrava John Landis, com quem Eddie Murphy havia trabalhado em duas comédias de sucesso: ‘Trocando as Bolas’ (1983) e, principalmente, ‘Um Príncipe em Nova York’ (1988). Assim, ouvindo as reclamações dos fãs em relação ao segundo episódio, que focou mais na ação do que na comédia, o terceiro longa tentava voltar às raízes. No entanto, o resultado ficou muito mais para a comédia, com o filme mais leve da trilogia.

No entanto, na fase inicial do conceito para o terceiro filme diversas ideias foram tentadas: uma em que Axel lidava com sua fama de celebridade, outra na qual iria para Londres e ainda uma envolvendo uma parceria com a Scotland Yard, na forma de um agente que seria interpretado por Sean Connery. Aliás, a ideia mais alucinada para o terceiro filme era um crossover com ‘Crocodilo Dundee’, que teria Paul Hogan reprisando seu papel mais famoso. Essa ideia foi rejeitada por Eddie Murphy. Como sabemos, o roteiro final leva Axel atrás dos criminosos que mataram seu chefe, chegando até um parque de diversões na Califórnia, que é sátira da Disneylândia.

Piloto da Série de TV (2013)

Talvez pouquíssimos saibam disso, até mesmo os fãs mais entusiastas da franquia ‘Um Tira da Pesada’ e de tudo dos anos 80, mas a saga de Axel Foley quase foi parar na TV. Tudo bem, como dito acima, a ideia de levar o policial de Beverly Hills para as telinhas era antiga e já poderia ter acontecido em 1987 ao invés da continuação no cinema. Mas o fato é que em 2013 esta ideia chegou muito perto de acontecer. Não apenas isso, como o episódio piloto foi gravado, sem nunca ter ido ao ar, se tornando assim uma das grandes “lendas urbanas” de Hollywood, como a série da ‘Mulher-Maravilha’ de 2011 e o recente filme engavetado depois de pronto da ‘Batgirl’.

Eddie Murphy decidiu por uma série após não ter gostado de nenhum dos roteiros para ‘Um Tira da Pesada 4’, assim o próprio astro deu a ideia para o piloto, que traria Axel atuando ao lado do filho, Aaron Foley. Murphy interpretaria Axel novamente, além de servir como produtor do programa. Jerry Bruckheimer também retornaria como produtor, após ter ficado de fora do terceiro filme, e o episódio piloto teve direção de ninguém menos que Barry Sonnenfeld, de ‘A Família Addams’ e ‘Homens de Preto’.

A ideia de um policial atuando ao lado de seu filho já foi muito utilizada em Hollywood e a esta altura se tornou um clichê, como por exemplo em ‘Vovó…Zona 3’ (2011), ‘Duro de Matar – Um Bom Dia para Morrer’ (2013) e ‘Shaft’ (2019). Aliás, o mesmo Brandon T. Jackson, que foi o filho em ‘Vovó…Zona 3’ foi o escolhido para dar vida a Aaron Foley, o filho de Eddie Murphy na série. Porém, apesar de ter um time de peso na frente e atrás das câmeras, o piloto não foi adquirido por nenhum canal de TV para se tornar uma série, assim caindo rapidamente no limbo de Hollywood.

Um Tira da Pesada 4 (2024)

Marcando o aniversário de 40 anos de lançamento do primeiro ‘Um Tira da Pesada’, e os 30 anos de sua última aparição em ‘Um Tira da Pesada 3’, Eddie Murphy está de volta ao papel de Axel Foley para o quarto filme aos 61 anos de idade. A ideia foi fazê-lo ainda um policial nas ruas, e não um oficial graduado como era a ideia para a série. O quarto filme será um lançamento da Paramount direto na plataforma da Netflix, marcando assim uma parceria inédita entre os estúdios. Ainda não foi divulgado se o longa receberá antes alguma espécie de estreia restrita nos cinemas. O lançamento na plataforma será no dia 3 de julho.

O quarto filme verá a volta de inúmeros rostos conhecidos, em especial de Judge Reinhold como Billy Rosewood, ao lado de Murphy o único ator que participou de todos os filmes da franquia. John Taggart também estará de volta vivido novamente por John Ashton, depois da ausência no terceiro filme por motivo de agenda, sendo substituído por Hector Elizondo. Paul Reiser e Bronson Pinchot também retornam como Jeffrey Friedman e Serge (o primeiro dos dois primeiros filmes, e o segundo do primeiro e terceiro). As adições ficam por conta de Kevin Bacon, Joseph Gordon-Levitt e Taylour Paige.

Abigail

(Abigail)

Elenco:

Melissa Barrera
Dan Stevens
Kathryn Newton
Angus Cloud

 

Direção: Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett

Gênero: Terror, Ação

Duração: 110 min.

Distribuidora: Universal Pictures

Orçamento: R$ 60 milhões

Estreia: 18 de Abril de 2024

Sinopse: 

Depois que um grupo de criminosos sequestra uma bailarina de 12 anos, filha de uma figura poderosa do submundo, tudo o que eles precisam fazer para receber um resgate de US$ 50 milhões é vigiar a garota durante a noite.

Numa mansão isolada, os sequestradores começam a diminuir, um por um, e descobrem, para seu crescente horror, que estão trancados lá dentro, sem nenhuma garotinha normal.

Curiosidades: 

» ‘Abigail‘ traz a atriz Melissa Barrera trabalhando novamente com os diretores Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett após ‘Pânico 5 e 6‘.

» Da Radio Silence – a equipe de direção de Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett por trás dos terríveis sucessos de terror moderno ‘Casamento Sangrento‘ e ‘Pânico‘  – vem uma nova visão ousada e sedenta de sangue do filme de vampiros, escrita por Stephen Shields (‘The Hole in the Ground’) e Guy Busick (‘Pânico’).

» A Universal afirma que o projeto se encaixa no mesmo estilo de filmes como ‘O Homem Invisível‘, de Leigh Whannell, e ‘Renfield – Dando Sangue Pelo Chefe‘, filmes que oferecem “uma abordagem única para a lenda dos monstros lendários e representam uma direção nova e fresca para celebrar esses personagens clássicos”.

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Guerra Civil

(Civil War)

 

Elenco:

Kirsten Dunst
Wagner Moura
Cailee Spaeny

 

Direção: Alex Garland

Gênero: Ação

Duração: 109 min.

Distribuidora: Diamond Films

Orçamento: US$ 20 milhões

Estreia: 18 de Abril de 2024

Sinopse: 

Com roteiro e direção de Alex Garland (‘Extermínio’, ‘Ex-Machina”’), o longa acompanha um grupo de jornalistas que percorre os Estados Unidos em um futuro distópico no qual o país enfrenta um conflito sem precedentes. O elenco de GUERRA CIVIL conta ainda com nomes como Jesse Plemmons e Jefferson White.

Crítica em Vídeo: 

Curiosidades: 

‘Guerra Civil’ abre com 88% de aprovação dos críticos no RT; Confira as reações!

‘Guerra Civil’: Filme com Wagner Moura deve se tornar a MAIOR estreia da história da A24

» Além de dirigir, Alex Garland também assina o roteiro;

» Do mesmo diretor dos aclamados ‘Ex Machina – Instinto Artificial‘, ‘Aniquilação‘ e ‘Men: Faces do Medo‘;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Ursinho Pooh: Sangue e Mel 2

(Winnie-the-Pooh: Blood and Honey 2)

 

Elenco:

Scott Chambers
Ryan Oliva
Tallulah Evans

 

Direção: Rhys Frake-Waterfield

Gênero: Terror

Duração: 100 min.

Distribuidora: Imagem Filmes

Orçamento: US$ 3 milhões

Estreia: 18 de Abril de 2024

Sinopse: 

Em URSINHO POOH: SANGUE E MEL 2, após os acontecimentos do primeiro filme, uma raiva destrutiva cresce à medida que o Ursinho Pooh, Leitão, Tigrão, Coelho e o Corujão encontram sua casa e suas vidas em perigo depois que Christopher Robin revela suas existências. Não querendo mais viver nas sombras, eles decidem embarcar em uma onda de assassinatos pela cidade de Ashdown e se vingar de Christopher de uma vez por todas.

Curiosidades: 

» Ausente no longa original, o Tigrão será um dos antagonistas da sequência. Ele será interpretado por Lewis Santer;

» Orçado em menos de US$ 100 mil, o primeiro filme se tornou um sucesso absoluto nas bilheterias, arrecadando US$ 4.9 milhões mundialmente;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Jorge da Capadócia

 

Elenco:

Alexandre Machafer
Cyria Coentro
Roberto Bomtempo

 

Direção: Alexandre Machafer

Gênero: Épico

Duração: 119 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: R$ 7 milhões

Estreia: 18 de Abril de 2024

Sinopse: 

Em JORGE DA CAPADÓCIA, em 303 D. C., após ter vencido mais uma grande batalha, Jorge é condecorado como novo capitão do exército, quando o Imperador Diocleciano inicia sua última grande perseguição aos cristãos no império romano. Diante das cruéis ordenações impostas ao povo e a pressão para que se rendam aos deuses cultuados no império, Jorge, um homem acima de tudo, agora se vê diante de seu maior desafio ser fiel à sua fé e as suas convicções ou sucumbir aos incomensuráveis desmandos do imperador.

Crítica: 

Crítica | Jorge da Capadócia – Superprodução Conta a História do Santo Guerreiro Mais Amado do Brasil

Curiosidades: 

» O longa é baseado na figura do São Jorge, um dos santos mais venerados no Catolicismo, na Igreja Ortodoxa, bem como na Comunhão Anglicana;

» Matheus Souza, de ‘Tá Escrito‘ e ‘Ana e Vitória‘, assina o roteiro;

» O elenco ainda conta com Ricardo Soares, Miriam Freeland, Augusto Garcia e Antônio Gonzalez;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Crítica | Jorge da Capadócia – Superprodução Conta a História do Santo Guerreiro Mais Amado do Brasil

O Brasil é um dos maiores países em extensão geográfica do mundo. É também um dos países mais católicos não só das Américas, mas também em comparação aos outros continentes. É, ainda, um território no qual o sincretismo religioso foi uma das estratégias às quais centenas de pessoas escravizadas que para cá vieram trazidas recorreram, nos primeiros séculos das invasões europeias, para poder cultuar seus deuses, suas religiões e suas crenças. E uma dessas figuras mais amadas do país é Jorge, soldado que mais tarde foi santificado e, mais recentemente, sua data de culto se tornou feriado em muitas cidades brasileiras. O amor por este santo e agora retratado numa leitura cinematográfica e biográfica com o filme ‘Jorge da Capadócia’, produção nacional que chega a partir do dia 18 no circuito com o intuito de celebrar o dia de São Jorge, comemorado em 23 de abril.

No século 3 depois de Cristo, o povo cristão começa a sofrer perseguição por conta do imperador romano Diocleciano (Roberto Bomtempo), que impõe que os súditos do Império Romano só podem cultuar e possuir objetos dos deuses romanos. Para colocar em prática suas leis, o imperador Diocleciano pede para que seus comandantes Jano (Adriano Garib) e Jorge (Alexandre Machafer) cumpram as novas imposições, invadindo as residências atrás de cristãos. Acontece que tanto Jano quanto Jorge são cristãos e se sentem divididos entre o dever militar e a sua crença particular. Quando o conselheiro do imperador, Otávio (Ricardo Soares) entra na jogada para fazer valer a vontade do imperador, e a mãe de Jorge adoece profundamente, Jorge decide resistir aos desvarios do imperador e lutar pelo seu direito religioso, e pela vida de todos os cristãos. Mas, ao se recusar a seguir as ordens, Jorge se torna um alvo e passa também a ser perseguido pelo exército do imperador Diocleciano.

Em quase duas horas de duração duas coisas surpreendem em ‘Jorge da Capadócia’. A primeira delas é o grande investimento feito principalmente na pós-produção, evidente nas cenas do voo do dragão e da luta de Jorge com ele. Com ares de épico bíblico, lembra grandes produções internacionais, como ‘Game of Thrones’. O segundo ponto é a superprodução que envolve o filme, incluindo locações cuidadosamente decoradas para reconstruir uma época a qual se tem poucos registros. E aí nesse ponto é incluído o figurino pensado em detalhes (até mesmo no rasgadinho do capuz), a produção de arte com os elementos de cena milimetricamente calculados e, lógico, a maquiagem, que poupou o uso de sangue em todas as cenas de luta para poder realçar o momento de tortura sofrida por Jorge quando de sua prisão. Para quem acompanha as novelas religiosas da rede Record, a estética é bem semelhante.

Com roteiro de Matheus Souza (que recentemente dirigiu os filmes ‘Tá Escrito’ e ‘Anavitória’), o filme é dirigido por Alexandre Machafer, que também produz e atua no papel principal. Sem contar com verbas públicas, ‘Jorge da Capadócia’ traz qualidade e dedicação de elenco e equipe para exibir em imagens a história desse que é um dos mais queridos e cultuados santos no Brasil.

Para aqueles que não conhecem a história, ‘Jorge da Capadócia’ é uma boa dica para tomar conhecimento de quem foi o soldado Jorge e como ele se tornou o santo guerreiro a quem tanta gente ama. Para aqueles que já conhecem a trajetória desse herói, o filme é a pedida para começar o fim de semana de celebrações do santo guerreiro.

Vidente Por Acidente

(Vidente Por Acidente)

Elenco:

Otaviano Costa
Katiuscia Canoro
Evelyn Castro

 

Direção: Rodrigo Van Der Put

Gênero: Comédia

Duração: 93 min.

Distribuidora: Star Distribution

Orçamento: R$ 5 milhões

Estreia: 18 de Abril de 2024

Sinopse: 

Em VIDENTE POR ACIDENTE, o arquiteto Ulisses – descrente de sua carreira e inseguro de seus talentos – visita um “coach vocacional” que promete encontrar a verdadeira vocação das pessoas. Depois de tomar um chá suspeito oferecido pelo “profissional” em seu ritual maluco, Ulisses apaga e tem os seus pertences roubados. Porém, nem tudo é tragédia: misteriosamente, Ulisses também sai de lá com um estranho poder. Ele passa a ter visões das reais vocações das pessoas só de encostar nelas. Será que Ulisses encontrou seu verdadeiro dom ou só vai trazer ainda mais confusão para sua vida?

Crítica: 

Crítica | Vidente por Acidente – Otaviano Costa é Puro Carisma em ÓTIMA Comédia com Xuxa

Curiosidades: 

» A dupla André Brandt e Gui Cintra assina o roteiro;

» O elenco ainda conta com participações de Victor Lamoglia, Totia Meireles, Jamilly Mariano, Xuxa e Flávia Alessandra;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘Knuckles’: Conheça o ELENCO da série derivada de ‘Sonic’!

A aguardada série ‘Knuckles‘, derivada de ‘Sonic 2: O Filme‘, estreia este mês na Paramount+ – e, agora, foi divulgado um vídeo inédito apresentando o elenco da atração.

Lembrando que a obra estreia no dia 26 de abril na plataforma de streaming.

Confira, junto ao trailer, e siga o CinePOP no Youtube:

A série é estrelada por Idris Elba (‘Luther: O Cair da Noite’), e conta com Adam Pally, que retorna como Wade Whipple. A trama é situada entre ‘Sonic 2‘ e ‘Sonic 3‘, programado para chegar aos cinemas em 20 de dezembro de 2024.

Na série, Knuckles “concorda em treinar Wade como seu protegido e lhe ensinar os caminhos do guerreiro Echidna”.

Edi Patterson (‘The Righteous Gemstones’), Julian Barratt (‘Mindhorn’), Scott Mescudi (‘Não Olhe para Cima’) e Ellie Taylor (‘Ted Lasso’), Christopher Lloyd (‘De Volta para o Futuro’), Cary Elwes (‘Esquema de Risco: Operação Fortune’), Stockard Channing (‘Maryland’), Paul Scheer (‘The League’) e Rob Huebel (‘Childrens Hospital’) também estrelam.

Além disso, Rory McCann (‘Game of Thrones’) faz parte do elenco convidado, ao lado de Tika Sumpter, que retorna como Maddie.

A versão final do roteiro é assinada por John Whittington, auxiliado por Brian Schacter e James Madejski. Jeff Fowler, responsável pelos dois filmes de ‘Sonic‘, cuida da direção do episódio piloto.

A equipe de diretores inclui Ged Wright, Brandon Trost, Jorma Taccone e Carol Banker. Neal H. Moritz e Toby Ascher, da Original Film, e Toru Nakahara – todos membros da equipe criativa dos filmes – são produtores executivos da série.

‘Abigail’ não foi feito para ganhar sequências, revelam os diretores

Abigail’ estreia hoje (18) nos cinemas nacionais e giram em torno de uma quadrilha que sequestra a menina de apenas 12 anos na tentativa de receber uma quantia milionária pelo resgate, mas eles logo descobrem o erro e precisam lutar por suas próprias vidas quando percebem que ela é uma vampira.

Durante uma entrevista para o ComicBook, os diretores Tyler Gillett e Matt Bettinelli-Olpin (‘Casamento Sangrento’) foram questionado se já estão de olho em sequência ou uma possível franquia.

No entanto, eles revelaram que o filme não foi feito para ganhar sequências.

“Acho que voltaríamos a qualquer coisa relacionada a Abigail em um piscar de olhos. Mas não há nenhum projeto para isso”, disse Gillett. “Não fizemos esse filme com nenhum planejamento de franquia, porque nossos filmes favoritos e os filmes que amamos fazer são aqueles que tem um final realmente definitivo e satisfatório para os personagens.”

Ele continuou:

“Também gosto de histórias inacabadas. Na verdade, adoramos histórias que existem fora do enquadramento. Não é o caso de ‘Abigail‘. Mas em qualquer outro filme, vamos aparecer para fazer qualquer coisa com esses atores incríveis e trabalhar com a Universal novamente seria uma grande honra.”

Lembrando que ‘Abigail’ conquistou aclamação da crítica no Rotten Tomatoes.

A aprovação do filme subiu para 81% de aprovação baseada em 16 avaliações.

Os críticos elogiam o filme por ser divertido, violento e sangrento, com destaque para as cenas de gore.

Confira alguns trechos das avaliações:

“Abigail tem humor, ação e muito, MUITO sangue. É difícil se destacar em um mar vermelho de filmes de vampiros, mas este consegue.”, Kelly McClure – Salon.com

“Com um compromisso insano com a pulverização arterial e um conjunto entusiasmado, Abigail acaba sendo outro prazer para todos os fãs de Bettinelli-Olpin e Gillett. É uma explosão sangrenta.”, Bloody-Disgusting.

“O filme não é de todo ruim, mas Abigail, a pequena vilã pirueta, poderia usar alguns sérios… ensaios”, disse Alison Foreman do IndieWire.

“Há pontos de Abigail que parecem muito com o horror pintado por números, cheio de despejos de exposição que efetivamente me tiraram da narrativa sangrenta em sua necessidade de cortar a tensão”, disse Maggie Boccella do Collider.

“No que pode se tornar um dos maiores filmes de vampiros de todos os tempos, Abigail oferece uma visão extremamente sangrenta, divertida e bem-humorada do subgênero”, disse Jordan Williams do Screen Rant.

“‘Abigail’ define a fasquia como a mais divertida que se pode ter com um filme de terror do ano. Em outras palavras, “Abigail” é horror na ponta”, disse BJ Colangelo do Slashfilm.

“Não é mal feito, apenas desinspirado e jogado”, disse Simon Abrams do Roger Ebert.

“Um longa ensanguentado faz um bom momento. Um giro inteligente no gênero vampiro cheio de cenários selvagens e gore, alimentado ainda mais por um conjunto elétrico perfeitamente fundido”, disse Perri Nemiroff do canal Perri Nemiroff no YouTube.

“Abigail é um bom momento divertido, sinuoso e sangrento. Encontra o equilíbrio perfeito entre humor e horror. E o conjunto de personagens se equilibra bem”, disse Sean Chandler do Sean Chandler Talks About.

“Radio Silence provou ser uma das vozes mais emocionantes, e crucialmente, divertidas do gênero de terror e Abigail leva isso para o próximo nível”, disse Rosie Fletcher do Den of Geek.

“Um festival de diversão absolutamente insano, sangrento, cheio de gore. Provavelmente o melhor momento do cinema este ano inteiro. Vejo em um teatro lotado!”, disse Tessa Smith da Mama’s Geeky.

“Abigail trouxe tudo o que eu quero em um filme de vampiros: grandes personagens, grandes risadas e galões de sangue. Alisha Weir é uma explosão para assistir enquanto brinca com sua comida no melhor e mais divertido filme de Radio Silence até agora”, disse Cody Leach do canal Cody Leach no YouTube.

‘Abigail’ estreia no próximo dia 18 de abril nos cinemas nacionais.

Na trama, uma quadrilha sequestra a menina de apenas 12 anos na tentativa de receber uma quantia milionária pelo resgate, mas eles logo descobrem o erro e precisam lutar por suas próprias vidas quando percebem que ela é uma vampira.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Abigail‘ marca a reunião entre a atriz Melissa Barrera e os diretores Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, após ‘Pânico 5 e 6‘.

Da Radio Silence – a equipe de direção de Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett por trás dos terríveis sucessos de terror moderno ‘Casamento Sangrento‘ e ‘Pânico‘  – vem uma nova visão ousada e sedenta de sangue do filme de vampiros, escrita por Stephen Shields (‘The Hole in the Ground’) e Guy Busick (‘Pânico’).

A Universal afirma que o projeto se encaixa no mesmo estilo de filmes como ‘O Homem Invisível‘, de Leigh Whannell, e ‘Renfield – Dando Sangue Pelo Chefe‘, filmes que oferecem “uma abordagem única para a lenda dos monstros lendários e representam uma direção nova e fresca para celebrar esses personagens clássicos”.

Névoa Prateada

(Silver Haze)

 

Elenco:

Vicky Knight
Esmé Creed-Miles
Charlotte Knight

 

Direção: Sacha Polak

Gênero: Drama

Duração: 102 min.

Distribuidora: Bitelli Films

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 18 de Abril de 2024

Sinopse: 

Em NÉVOA PRATEADA, Franky é uma enfermeira de 23 anos que vive com a família em um bairro no leste de Londres. Obcecada por vingança e com a necessidade de encontrar culpados por um acidente traumático ocorrido há 15 anos, ela é incapaz de se envolver em um relacionamento com alguma profundidade, até que se apaixona por Florence, uma de suas pacientes.

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Sacha Polak também assina o roteiro do longa;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Zona de Exclusão

(Zielona granica)

 

Elenco:

Jalal Altawil
Maja Ostaszewska
Behi Djanati Atai

 

Direção: Agnieszka Holland

Gênero: Drama

Duração: 147 min.

Distribuidora: A2 Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 18 de Abril de 2024

Sinopse: 

Em ZONA DE EXCLUSÃO, depois de se mudar para Podlasie, na Polônia, a psicóloga Julia torna-se testemunha involuntária e participante de acontecimentos dramáticos na fronteira com Belarus. Consciente dos riscos e das consequências jurídicas, ela se junta a um grupo de ativistas que ajudam refugiados acampados nas florestas. Ao mesmo tempo, uma família síria que foge da guerra civil e o seu professor afegão, sem saberem que são instrumentos de uma fraude política, tentam chegar às fronteiras da União Europeia. Na Polônia, o destino irá uni-los a Julia e ao jovem guarda de fronteira Jan.

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Agnieszka Holland também assina o roteiro ao lado de Maciej Pisuk e Gabriela Lazarkiewicz;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Wagner Moura revela ter quebrado nariz de policial durante preparação para ‘Tropa de Elite’

Em entrevista recente ao podcast Podpah, Wagner Moura revelou detalhes inéditos sobre a preparação intensa para viver o icônico Capitão Nascimento no filme Tropa de Elite. Entre os relatos, Moura conta um episódio inusitado: quebrar o nariz de um oficial do Bope durante o treinamento.

“A preparação era sinistra”, disse Moura. “Eu quebrei o nariz de um cara do Bope. Foi louco, porque o cara ficava me provocando no treinamento, teve uma hora que ele falou uma coisa lá do meu filho e eu quebrei o nariz dele”.

Surpreendentemente, a reação do oficial foi inesperada: “Ele adorou. Falou: ‘É isso aí. Agora sim!’ Era barra pesada”, relembra Moura.

O ator ainda ressalta a importância do treinamento rigoroso para o sucesso do filme: “Os caras do Bope falaram que depois do treinamento que fizemos, estávamos mais aptos que a polícia”.

Moura também comenta a complexa construção do personagem: “Todo personagem que você faz, você tem ele dentro de você. Você não vai buscar nada que não conhece. Eu sei o que é aquela raiva, sei o que é aquela violência. Todo mundo tem tudo de ruim e tudo de extraordinário, de lindo, de belo. O ser humano é essa complexidade. O processo com o Bope foi para acordar a agressividade”.

O aclamado longa brasileiro ‘Tropa de Elite‘ já está disponível no Prime Video.

Na trama, um capitão da polícia do Rio de Janeiro (Wagner Moura) está esgotado e prestes a se aposentar, mas precisa encontrar um sucessor para liderar uma missão perigosa.

Relembre o trailer:

Lançado em 2007, o filme de ação é dirigido por José Padilha e co-roteirizado por ele, ao lado de Bráulio Mantovani e Rodrigo Pimentel.

Seu sucesso grandioso com o público fez com que ‘Tropa de Elite‘ se tornasse um símbolo da cultura POP nos anos seguintes, além de projetar a carreira de Padilha a níveis internacionais.

O filme ainda ganhou uma sequência, intitulada ‘Tropa de Elite 2: O Inimigo Agora é Outro‘.

Crítica | Cedo Demais – Comédia de Costumes com Thati Lopes e Yuri Marçal mistura Live-Action e Animação

Recomeçar é sempre bom (e importante) na vida. Toda vez que iniciamos um novo relacionamento, um novo emprego, ou viajamos para um lugar que nunca fomos antes: todas essas vezes é um recomeço, pois estaremos conhecendo pessoas novas, outros costumes, outras formas de se fazer as coisas. Às vezes esse novo olhar nos faz enxergar camadas desconhecidas de nós mesmos; às vezes, faz a gente enxergar que aquilo que estamos fazendo não é exatamente o que queríamos fazer e é preciso seguir por outro caminho. O importante é sempre se permitir dar a volta por cima, seguir novos percursos: esse é o mote de ‘Cedo Demais’, comédia jovem brasileira que recentemente estreou na Starplus após um período nos cinemas este ano.

André (Yuri Marçal) e Lucas (Vitor Thiré) são melhores amigos e têm juntos uma empresa de venda de catuaba, que não anda bem das pernas. Mas hoje eles vão celebrar o casamento do outro grande amigo deles, Narciso (Kayky Brito). Ao chegarem no local, André conhece a noiva Dora (Thati Lopes) em uma situação constrangedora: ele, passando mal, ela, com fobia de pássaros. Infelizmente, após a cerimônia, um acidente ceifa a vida de Narciso, e Dora passa a ter que lidar com o luto e as incertezas da vida. Ao mesmo tempo, André precisa entender seus sentimentos por Dora, superar a sua ex, e decidir o que quer fazer de sua vida.

Escrito por Rafael Leal, Manuela Cantuária e Livia Saraiva, o roteiro de ‘Cedo Demais’ acaba seguindo muitas vertentes que desviam o foco da história principal, terminando por confundi-la. Ao decidir por desenvolver a maioria dos personagens com um background, as tramas se misturam sem caminharem juntas pelo objetivo do protagonista, ora centrando a problemática na falta de rumo vocacional de André, ora centrando na sua confusão sentimental. Ainda que a vida real seja bem bagunçada (afinal, ninguém consegue controlar a vida), a não linearidade e a aleatoriedade das coisas desnorteiam o espectador.

Mas ‘Cedo Demais’ tem lindas tomadas aéreas da área de São Conrado, no Rio de Janeiro, e uma vibração quente e primaveril que favorece a beleza estética das cenas, mostrando o quão bonita Thati Lopes fica de noiva ou como uma paisagem relaxante da praia da Urca favorece a leveza dos temas conversados. Dirigido por José Lavigne (que comandou a direção de vários programas televisivos conhecidos do grande público), sua experiência na tv é transportada para o longa-metragem em cenas curtas e diálogos rápidos, entrecortados por piadas que fluem naturalmente – como é na vida real.

Apresentado como comédia romântica,Cedo Demais’ poderia ter carregado mais tanto na comédia quanto no romance. Ao optar por pelo aspecto indeciso e amplo das escolhas juvenis, acaba trazendo um enredo disperso demais, como se fosse um recorte de uma história maior a qual o público não conhece. Com belos cenários cariocas e a participação especial de Bella Camero, Gabriel Godoy e Roberta Rodrigues, destacam-se Thati Lopes e Yuri Marçal, tanto pela firmeza por encararem um protagonismo quanto pela competência em interagirem com cromas que mais tarde se tornaram animais (cachorros, gaivotas etc) feitos em técnica de animação como alternativa para o uso de animais reais. ‘Cedo Demais’ está disponível na Starplus.

CRUZES! Nem vibe ‘Crepúsculo’ Salva novo Romance Teen da Netflix

É difícil, na criação artística, determinar com precisão qual foi o primeiro a lançar uma determinada tendência estética. O que acaba-se decidindo como unanimidade é usar como referência aquele produto artístico que, dentre todos que se assemelham, fez maior sucesso de público. Isso ocorreu com a série fílmica ‘Crepúsculo’, que se tornou um fenômeno tão grande, mas tão grande, que se tornou referência no estilo de filme teen de romance proibido com adolescentes que têm todo tipo de liberdade. De lá para cá, dezenas de histórias semelhantes, com variações na motivação, surgiram nas últimas décadas, cativando o público fã desse tipo de história. O mais novo representante desse gênero é ‘O Fabricante de Lágrimas’, filme italiano que chegou recentemente ao catálogo da Netflix e vem se mantendo em primeiro lugar desde então.

Quando era criança, Nica (Elle Van Dorpe) viajava de carro com os pais quando sofreu um acidente e os perdeu para sempre. Órfã, fora levada para um orfanato cabuloso onde conhece o pior pesadelo, numa instituição onde ninguém tem privacidade e todas as crianças sofrem maus tratos terríveis. Apesar disso, é lá que ela faz uma boa amizade e que conhece um misterioso rapaz, Rigel (Simone Baldasseroni), a única criança a não sofres maus tratos físicos no local. Quando o casal Anna (Roberta Rovelli) e Norman Millingan (Orlando Cinque) vão ao orfanato e decidem adotar Nica (Caterina Ferioli), no meio do caminho veem Rigel tocando piano e decidem adotá-lo também. Uma vez na nova casa, os dois jovens irão resistir contra a avassaladora força do amor e do desejo que surge entre eles.

Baseado na obra homônima escrita por Erin Doom, ‘O Fabricante de Lágrimas’ tenta construir um romance juvenil que flerta com o proibido (afinal, na teoria, os dois jovens seriam irmãos, embora na prática fossem de famílias diferentes, adotados pelo mesmo casal apenas), mas, no final das contas, traz uma história que deixa a sensação ao espectador de que estamos perdendo alguma coisa – e o que nos falta no filme talvez esteja dentro do livro no qual fora baseado, mas que evidentemente o roteiro não adaptou bem. Escrito por Eleonora Fiorini e Alessandro Genovesi, o roteiro mantém as explicações no nível superficial, o que torna as motivações pessoais dos personagens todas muito rasas. Exemplo disso é a motivação de Rigel: por que ele era tão antipático com todos no orfanato? Por que tanta raiva gratuita? As explicações surgem ao final, de maneira pincelada, não contemplando o tanto de impedimento e contradição que o próprio personagem cria para si ao longo do filme, mas que provavelmente é melhor adensado no livro. Assim, enquanto adaptação, o roteiro se restringe ao mínimo.

Apesar disso, o intérprete Simone Baldasseroni conquista com sua pinta de galã estilo Manëskin, com seu mistério e sensualidade meio mequetrefe, mas que agrada especialmente nas cenas de pegação. No filme, salva-se mesmo a atuação da protagonista Caterina Ferioli, mesmo que a personagem ou o diretor Alessandro Genovesi não a ajudem.

Irregular e confuso, ‘O Fabricante de Lágrimas’ segue na vibe de sucessos recentes da Netflix como o espanhol ‘Através da Minha Janela’, mas cujos ares de ‘Crepúsculo’ com ‘O Lar das Crianças Peculiares‘ não são suficientes para manter a atenção do espectador no drama infinito de dois jovens traumatizados por um passado pouco explicado. Vale como passatempo, mas só.

Suspense ANGUSTIANTE, desesperador e sufocante estreia na Netflix

Logo nos primeiros segundos uma cena chocante de violência urbana, gravada em um celular, marca o início da narrativa de Propriedade, do pernambucano Daniel Bandeiras – que acaba de estrear na Netflix. A partir do choque inicial, o espectador fica em alerta sobre cada passo dos personagens na tela, onde tudo é inesperado. 

Elaborado durante 10 anos e recheado de temas políticos e sociais, o roteiro de Propriedade é o elemento mais forte do longa-metragem. Após o sacode inicial, a narrativa baixa a tensão em um momento mãe e filha. O diálogo entre elas é capenga e deseja esconder bastante os motivos da desconfiança da mãe Teresa (Malu Galli). 

Por outro lado, o enredo destaca o segundo protagonista, o carro novo do marido Roberto (Tavinho Teixeira). Saído da oficina após uma blindagem, o veículo torna-se a prova de qualquer bala, já que o casal parte para o um terreno hostil e a precaução é importante . A partir dessas evidências, o suspense é construído ao redor desses personagens.

Embora não estejamos em uma adaptação de Stephen King, seja Christine – O Carro Assassino (1983), seja Cujo (1983), o automóvel é o elemento chave de erupção de uma disputa pela propriedade do título. Esta analogia aparece em diversos aspectos do longa por meio dos questionamentos entre o direito de possuir algo e o dever de servir a alguém. 

Ao chegar na fazenda, o casal se depara com uma inabitual desordem. Onde estão todos os empregados? Por que a televisão da sala está ligada? Um grito, um objeto quebrado e a narrativa parte em outra direção. Até aqui, Propriedade tem um tratamento instigante, muito mais pelo conteúdo do que pela forma. 

Quando os empregados da fazenda, o filme passa de suspensão para um filme de horror. As comparações podem ser feitas com as obras de John Carpenter, ou mesmo, do conterrâneo do diretor Kleber Mendonça Filho. Ambos cineastas utilizam a violência e o escárnio como meio extremo de representação de uma cisão social. Quando o sangue começa a escorrer, as assimilações com Bacurau (2019) são inevitáveis. 

Existe uma diferença latente entre as obras de Kleber Mendonça Filho e Daniel Bandeira. O primeiro tinha à sua disposição atores consagrados e talentosos, como Sônia Braga, Karine Telles, Thomas Aquino e Bárbara Colen. Já os atores deste filme nos distancia dos acontecimentos ao ter falas sem emoção e reações caricaturas para a situação. 

Em um cenário de guerra e horror, o desespero e as motivações emocionais são elementos primordiais. Com um desfecho inesperado e ousadas propostas, Daniel Bandeira cria uma real atmosfera de tensão, medo e desespero. Um terror baseado na desigualdade social e estrutural do nosso país, no qual de forma extrema quem não tem o que comer deseja eliminar aqueles que esbanjam camarões frescos.

Remake francês que estreou em 1º LUGAR na Netflix fracassa em sua ação desenfreada!

A previsibilidade numa corrida contra o tempo. Tendo como referência uma obra homônima lançada no final da década de 40 pelo escritor e ativista francês Georges Arnaud, O Salário do Medo, basicamente, busca explorar uma releitura dos principais elementos de uma história que já rendeu uma Palma de Ouro em Cannes e um Urso de Ouro em Berlim no mesmo ano para uma outra adaptação da década de 50. Só que aqui, nessa versão de 2024, tudo parece ser muito corrido e atropelado, em uma narrativa confusa que estaciona nas emoções associando conflitos familiares à um foco total em explosões pra todo lado. Em muitos momentos, parece que estamos vendo um filme do Michael Bay.

Na trama, conhecemos Fred (Franck Gastambide), um faz tudo em relação à segurança, que no passado, após sua ganância o dominar, acabar vendo o irmão Alex (Alban Lenoir) ser preso. O tempo passa e Fred agora está em um campo de refugiados no meio de um deserto ao lado da esposa e filha do irmão. Quando um poço de petróleo, próximo ao lugar, apresenta graves problemas, a única solução é explodi-lo com uma quantidade enorme de material perigoso. Assim, colocado contra a parede pela empresa responsável pelo poço, Fred tem a chance de reencontrar seu irmão, e, junto a uma equipe duvidosa, precisarão encarar um caminho perigoso à bordo de dois caminhões por centenas de quilômetros transportando a carga.

Esse projeto francês ignora uma premissa básica de todo bom roteiro: explicar com um mínimo de profundidade os motivos para os conflitos dos personagens. Outra questão jogada para escanteio é o olhar macro para seu contexto, muito mal definido. O espectador se sente perdido a todo instante, deixando-se levar por uma correnteza de ações sem pé no freio explorando o deserto e seus riscos incalculáveis. Muitas vezes parece que estamos vendo um gameplay de um novo jogo de videgame onde o controle não funciona.

A ganância parece ser o elemento que percorre com mais eficácia o foco do roteiro. É um ponto estabilizador de onde surgem alguns conflitos. Numa região repleta de riquezas naturais, e seu contraponto com a pobreza, além de reivindicações territoriais e piratas armados pra todo lado, esse eterno conflito, visto em muitos lugares na realidade, é pouco explorado, deixando qualquer lapso de crítica bem distante do alvo.

O obra escrita por Georges Arnaud, já foi usada também em outros dois projetos cinematográficos. Um lá em 1953, também chamado O Salário do Medo, pelas mãos do cineasta Henri-Georges Clouzot. Esse filme, como mencionado no primeiro parágrafo, ganhou dois importantes prêmios da indústria cinematográfica no mesmo ano, um feito único nunca mais conseguido. No final dos anos 70, o longa-metragem O Comboio do Medo, assinado por William Friedkin, também usou como referência a obra de Arnaud.

Com a possibilidade de ser mais eficiente, esse filme lançado pela Netflix nesse primeiro semestre de 2024 e dirigido por Julien Leclercq, se esconde em uma narrativa trivial. As tentativas de validar um relacionamento abalado entre dois irmãos e um arco dramático do protagonista no seu romance em meio caos, deixam tudo fora de contexto, embaralhando muitos porquês rumo a uma corrida contra o tempo que não deixa de ser a representação de um filme convencional de ação.

Evidências do Amor

(Evidências do Amor)

Elenco:

Fábio Porchat
Sandy

 

Direção: Pedro Antônio Paes

Gênero: Comédia

Duração: 105 min.

Distribuidora: Warner Bros

Orçamento: R$ 8 milhões

Estreia: 11 de Abril de 2024

Sinopse: 

Evidências do Amor‘ narra a história de um casal, Marco Antônio e Laura, que se apaixonam após cantarem juntos a música “Evidências” em um karaokê. Porém, a dupla passa por uma reviravolta, o relacionamento chega ao fim e tudo piora quando, 1 ano após o término, Marco Antônio percebe que sempre volta às duras discussões do passado toda vez que ouve a famigerada música que os uniu. Desesperado, ele parte em uma grande aventura para se livrar dessa maldição que a canção traz para sua vida.

Crítica: 

Crítica | ‘Evidências do Amor’, com Fábio Porchat e Sandy, é uma das MELHORES comédias românticas do ano

Entrevistas: 

Curiosidades: 

» A Warner Bros. Pictures divulgou a data de estreia de ‘Evidências do Amor‘, uma história emocionante sobre os encontros e desencontros de um casal que tem como trilha sonora uma das músicas mais icônicas do cenário musical brasileiro: “Evidências”, de Chitãozinho & Xororó.

» Estrelado por Fabio Porchat e Sandy, o filme chega aos cinemas nacionais dia 22 de Fevereiro de 2024.

» O filme é dirigido pelo também autor do enredo, o cineasta Pedro Antônio Paes (Tô Ryca! (2016), Um Tio Quase Perfeito (2017) e Altas Expectativas (2017)), prometendo entregar aos espectadores uma comédia romântica autêntica, hilária e conectada à realidade de milhares de brasileiros.

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

O Sabor da Vida

(La passion de Dodin Bouffant)

 

Elenco:

Juliette Binoche
Pierre Gagnaire
Jan Hammenecker

 

Direção: Anh Hung Tran

Gênero: Drama

Duração: 135 min.

Distribuidora: Diamond Films

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 11 de Abril de 2024

Sinopse: 

A prática da gastronomia e a admiração mútua entre Eugenie e Dodin se transformam em um relacionamento com o tempo. A parceria entre eles resulta em pratos incríveis, cada um mais delicioso do que o outro, desafiando até os chefs mais renomados do mundo. No entanto, Eugenie preza por sua liberdade e nunca quis se casar com Dodin. Então, ele decide fazer algo que nunca fez antes: cozinhar para ela.

Crítica: 

Crítica – O Sabor da Vida – Indicado da França ao Oscar é um deleite gastronômico, mas falta sal na narrativa

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Anh Hung Tran também assina o roteiro ao lado de Marcel Rouff;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: