A ABC revelou que a adorada série de drama criminal ‘Will Trent’, estrelada por Ramón Rodríguez, foi oficialmente renovada para uma 3ª temporada.
As boas novas vêm antes mesmo da conclusão do segundo ciclo, que continua em exibição pela emissora.
Detalhes sobre os novos episódios não foram revelados. No Brasil, a produção é exibida pelo Star+.
A produção é baseada na saga literária best-seller assinada por Karin Slaughter.
Quando criança, Will Trent foi abandonado e forçado a suportar uma dura maioridade no sobrecarregado sistema de assistência social de Atlanta. Agora que está em posição de fazer a diferença, Trent está determinado a usar seu ponto de vista único para garantir que ninguém seja abandonado como ele foi. Sua motivação pessoal e experiência contribuem para que Will Trent tenha a maior taxa de aprovação no GBI.
O longa será lançado nos cinemas nacionais em 8 de agosto.
Lilith (Cate Blanchett), uma infame caçadora de recompensas com um passado misterioso, retorna para o lugar onde cresceu, Pandora, o planeta mais caótico da galáxia. Sua missão é encontrar a filha desaparecida de homem mais poderoso do universo, Atlas (Edgar Ramírez).
Lilith forma uma aliança inesperada com uma equipe de desajustados – Roland (Kevin Hart), um mercenário experiente em uma missão; Tiny Tina (Greenblatt), uma feroz pré-adolescente; Krieg (Munteanu), o protetor musculoso de Tina; Tannis (Curtis), o cientista excêntrico que já viu de tudo; e Claptrap (voz de Jack Black), um robô esperto. Juntos, esses heróis improváveis devem combater uma ameaça alienígena e bandidos perigosos para descobrir um dos segredos mais explosivos de Pandora. O destino do universo está nas mãos deles. O filme é baseado em uma das franquias de videogame mais vendidas de todos os tempos.
Tim Miller, conhecido por seu trabalho em ‘Deadpool‘ e ‘O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio‘, assumiu a direção das refilmagens.
Eli Roth, o diretor principal, supostamente estava ocupado durante as refilmagens.
A saga de games foi lançada em 2009 e teve três sequências: ‘Borderlands 2’ (2012), ‘Borderlands: The Pre-Sequel’ (2014) e ‘Borderlands 3’ (2019). A narrativa original é ambientada num futuro distante, num tempo em que várias mega-corporações procuram controlar o máximo de planetas que conseguirem, para colonizá-los e explorar sua abundância em recursos naturais e minérios.
Segundo a Searchlight Pictures, o vindouro terror cômico ‘Nightbitch’, estrelado pela indicada ao Oscar Amy Adams, não será mais lançado na plataforma do Hulu.
Em vez disso, a produção será exibida nas telonas, com data de estreia agendada para o dia 06 de dezembro no circuito norte-americano.
Com classificação indicativa para maiores de idade (R-rated), o filme é escrito e dirigido por Marielle Heller (‘Um Lindo Dia na Vizinhança’) e baseado no romance homônimo de Rachel Yoder.
Yoder também fica responsável pelo roteiro e entra na produção executiva.
Scoot McNairy (‘Era uma Vez em… Hollywood’) e Mary Holland (‘De Volta ao Baile’, ‘Alguém Avisa?’) fazem parte do elenco.
A trama segue uma mulher que é forçada a uma rotina caseira criando seu filho recém-nascido nos subúrbios, que lentamente abraça o lado selvagem da maternidade enquanto se torna cada vez mais consciente dos sinais bizarros e inegáveis de que ela possa estar se transformando em um cachorro.
Adams entra como produtora ao lado de Megan Ellison e Stacy O’Neil.
A aclamada atriz vencedora do Emmy Julia Garner (‘Ozark’) foi escalada para a vindoura adaptação de ‘Quarteto Fantástico’, que fará parte do Universo Cinemático Marvel. E, enquanto boa parte dos fãs celebraram a contratação de Garner para o projeto, um aclamado ator foi pego de surpresa pela notícia.
Segundo o Screen Rant (via CBR), LaKeith Stanfield, indicado ao Oscar por seu trabalho em ‘Judas e o Messias Negro’, revelou que ficou embasbacado com a confirmação de Garner no projeto através de uma recente postagem no Instagram.
Em seu perfil oficial, Stanfield compartilhou um screenshot da notícia com a seguinte legenda: “achei que seria eu”. Todavia, o ator apagou a postagem e, até o momento, não se sabe se ele, de fato, havia feito audição ou se era uma das principais escolhas para o papel.
Garner dará vida a Shalla-Bal, uma das arautas de Galactus que assume o manto de Surfista Prateado, uma das figuras mais poderosas e icônicas da Marvel e conhecido por sua forte conexão com os membros do Quarteto Fantástico.
Nas redes sociais, os internautas celebraram a escalação da atriz.
— Portal Blade Brasil ♂️ (@PortalBladeBR) April 4, 2024
A Surfista Prateada tá chegando no MCU, será que finalmente teremos uma história decente do QUARTETO FANTÁSTICO nos cinemas? Torcendo aqui pra dar tudo certo. https://t.co/mUvzli1CZ6
os nerdolas vão fazer uns 50 vídeos falando da aparecia da julia garner e outros 50 vídeos sobre a lacraçao nos filmes de heróis só pq o surfista prateado vai ser uma mulher nesse quarteto fantástico
— I have so many questions? (@english_shamar) April 3, 2024
“Eu vi performances ótimas o suficiente de Julia Garner para saber que ela fará algo especial com esse papel”.
A última aparição do Surfista Prateado nas telonas foi em 2007, no filme ‘Quarteto Fantástico e o Surfista Prateado’, no qual sua versão clássica foi interpretada por Doug Jones.
Anteriormente, segundo o DCULeaks, a dupla Scott Neustadter e Michael Weber, conhecida por seu trabalho conjunto em ‘(500) Dias com Ela’, estaria encarregada de finalizar o roteiro do filme de heróis.
A dupla encontra-se atualmente em destaque devido ao seu trabalho em ‘Daisy Jones & The Six’, que recebeu três indicações ao Emmy em 2023.
Entre os trabalhos mais notáveis da dupla estão: ‘(500) Dias com Ela’ (2009), ‘A Culpa é das Estrelas’ (2014) e ‘Cidades de Papel’ (2015). Vale destacar que também foram responsáveis por aprimorar o roteiro de ‘Os Novos Mutantes’ (2020), embora não sejam creditados.
— The Hollywood Handle (@HollywoodHandle) April 5, 2024
A direção é de Ben Brewer, enquanto o roteiro é assinado por Michael Nilon.
‘Arcadian’ se passa em um mundo pós-apocalíptico e escassamente povoado, onde Paul (Cage) e seus filhos gêmeos adolescentes, Joseph (Jaeden Martell) e Thomas (Maxwell Jenkins), conseguiram uma existência, mas vivem em constante medo. Uma vez confrontados com o perigo iminente, eles devem executar um plano desesperado para sobreviver.
Durante uma entrevista no The Tonight Show Starring Jimmy Fallon, Roberts explicou como foi filmar o icônico momento mostrado no trailer da série: “Assistindo, parecia tão intenso. Mas na verdade, estávamos rindo porque nos beijamos e tivemos que cortar. Kim olhou para mim e começou a rir, e eu estava com o gloss dela espalhado por todo o meu rosto. Tivemos que fazer uma grande limpeza a cada tomada em que nos beijamos”.
Vale lembrar que os novos episódios da segunda metade da 12ª temporada estreiam às sextas no Star Plus.
Na trama, a atriz Anna Victoria Alcott está desesperada para ter uma família. Mas enquanto ela tenta equilibrar sua vida cada vez mais pública com uma cansativa jornada de fertilização in vitro, ela começa a suspeitar que está sendo seguida.
“Anna começa a suspeitar que alguma coisa está tentando impedi-la de ter um bebê. Poderia ser o usuário anônimo no Tumblr com seus comentários maldosos? Poderia ser a mulher estranha que tirou uma foto dela quando entrou no consultório médico? Poderia ser o estranho que invadiu sua casa e deitou na cama ao seu lado enquanto dormia? Ela não tem certeza de nada hoje em dia.”
“Anna encontra apoio em sua amiga Siobhan, uma outra atriz muito mais conhecida do que ela, mas seu próprio marido não acredita nela. Então, seu pior pesadelo se torna realidade: seu médico a informa que ela sofreu um aborto… Mas ela ainda consegue sentir o bebê dentro dela. Ela ainda consegue sentir os efeitos físicos em seu corpo. Enquanto os sintomas da gravidez se tornam cada vez mais severos e aterrorizantes, Anna sente que está sendo perseguida, e ninguém a leva a sério quando ela insiste que há algo terrivelmente errado.”
Nell Tiger Free, a estrela do filme de terror ‘A Primeira Profecia’, revelou que seus pais tiveram reações extremas ao assistir ao filme pela primeira vez.
Em entrevista à People, Free contou que sua mãe, que não gosta de filmes de terror, ficou tão nervosa durante a estreia que a agarrou com força o tempo todo.
“Minha mãe não gosta de filmes de terror – ela é muito, muito sensível – então ela teve que sentar ao meu lado na estreia. E eu juro por Deus, acho que tenho marcas de unhas em mim. Ela estava segurando em mim tão apertado o tempo todo”.
Seu pai, que tem diabete, quase desmaiou durante a cena do parto, e também teve uma reação forte ao filme.
“Quanto ao meu pai, ele ‘desmaiou’ durante o nascimento dela (‘Ele é diabético. Precisava sentar e comer uma barra de chocolate. Minha mãe disse: ‘Sério? Agora, enquanto estou dando à luz?'”). Vendo ‘A Primeira Profecia’, ele ‘quase’ desmaiou também, brinca Free.”
Free também mencionou que sua mãe não consegue suportar ver nada de ruim acontecer com ela na tela, o que tornou a experiência ainda mais difícil para ela.
“Tive que passar por muitas coisas ruins na tela. Já levei um tiro na cabeça, já fui queimada viva, muitas coisas”, diz ela.“Então, com este filme, especialmente nas cenas finais, ela estava realmente lutando com isso”.
Apesar da experiência assustadora, a família de Free a apoiou e se mostrou “tão solidária e adorável e maravilhosa, como sempre são”
Free também revelou que o terror é seu gênero favorito, apesar das reações de sua família: “É meu gênero favorito, para ser honesta, o horror é. Estou sempre tentando fazer meus colegas de apartamento assistir filmes de terror comigo, e eles não são fãs de terror”, diz Free. “Eles realmente vieram à estreia e disseram: ‘Estamos fazendo isso por amor a você’, mas eles realmente gostaram, o que é uma boa notícia”.
O aclamado anime ‘Suzume‘, do diretor Makoto Shinkai (‘Your name’), já está disponível no catálogo brasileiro da Netflix.
Na trama, uma garota de 17 anos chamada Suzume descobre uma porta misteriosa nas montanhas, e logo outras começam a aparecer por todo o Japão. Quando abertas, elas trazem desastre e destruição, e apenas Suzume pode fechá-las novamente.
Com 96% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa arrecadou US$ 132.1 milhões mundialmente.
A trama acompanha Suzume, de 17 anos, que começa sua jornada em uma pacata cidade quando ela encontra um jovem que lhe diz: “Estou procurando uma porta”. O que Suzume encontra é uma única porta desgastada em pé no meio de ruínas, como se estivesse protegida de qualquer catástrofe. Aparentemente hipnotizada por seu poder, Suzume alcança a maçaneta… As portas começam a se abrir uma após a outra em todo o Japão, desencadeando destruição sobre qualquer um que esteja por perto. Suzume deve fechar esses portais para evitar mais desastres.
Tanto a direção quanto o roteiro são de Shinkai (que ficou conhecido pelo mega hit ‘Your Name‘) com desenho de personagens de Masayoshi Tanaka (‘O Tempo com Você’, também de Shinkai), Takumi Tanji na direção de arte e Kenichi Tsuchiya na direção de animação. O estúdio é novamente o CWF, e a distribuição é da TOHO.
Na trama, parasitas não identificados dominam os corpos humanos de forma violenta e ganham cada vez mais poder. Agora, a humanidade precisa combater essa crescente ameaça.
Kristen Wiig é um dos principais nomes da comédia no cenário contemporâneo do entretenimento – e conquistou inúmeros fãs com performances espetaculares no programa de esquetes ‘Saturday Night Live’, além de ter angariado uma indicação ao Oscar de Melhor Roteiro Original por seu aclamado trabalho em ‘Missão Madrinha de Casamento’ (considerado um dos melhores filmes do gênero deste século). Em 2024, Wiig voltou ao centro dos holofotes ao se reunir com a Apple TV+ para a série satírica ‘Palm Royale’, que chegou recentemente ao catálogo da plataforma de streaming e já se consagra como uma das incursões mais divertidas e honestas do ano.
Na trama, Maxine Dellacorte-Simmons (Wiig) é uma mulher que tenta, a todo custo, entrar para o glamour da alta-sociedade de Palm Beach, fazendo o possível e o impossível para se tornar membro do exclusivo clube Palm Royale – regado a bebidas, fofocas e a bailes extravagantes que representam a nata da burguesia norte-americana dos anos 1960. Sendo uma ex-participante de concursos de beleza e tendo se casado com o último herdeiro da família Dellacorte – um dos clãs mais respeitados desse restritivo mundo -, ela navega pelas atribulações do que significa ser uma mulher da high society, não importa quantas falsas amizades tenha de criar e quanto dinheiro (que ela não tem) tenha que desembolsar para alcançar seu sonho. E é nessa inesperada premissa que somos convidados para uma hilária jornada pautada essencialmente no humor ácido e na ironia social.
A minissérie, composta por dez episódios, foi criada por Abe Sylvia e entrega aquilo que promete. Temos uma ambientação idílica que serve de fachada para as mentiras e as falcatruas que se escondem em meio a piscinas exuberantes, drinques deliciosos e vestimentas caríssimas – uma temática que já vimos diversas vezes no cinema e na televisão, mas que, aqui, por mais que não traga tanta originalidade, é adornada com um carisma que não poderia ser mais bem encarnado por um elenco estelar e um comprometimento aplaudível com os personagens. Mais do que isso, Sylvia une esforços com um habilidoso time criativo para adaptar o romance ‘Mr. & Mrs. American Pie’, de Juliet McDaniel, em uma comédia de costumes de primeira mão em que cada persona emerge como um tipo social para servir de reflexo a uma comunidade hipócrita, impiedosa e egocêntrica.
Não se enganem: Maxine não é a “mocinha” da história; pelo contrário, ela é pintada com um ar sulista que a coloca sob o microscópio dos outros membros da elite local por não estar nos mesmos padrões. Todavia, sua personalidade única é apenas uma máscara que esconde suas verdadeiras intenções. Ela mal pode esperar para que a tia de seu marido, Norma (interpretada pela lendária Carol Burnett), finalmente faleça para que a herança deixada caia em suas mãos e ela desfrute dos privilégios que lhe foram negados a vida inteira – sendo obrigada a residir em um hotel e a surrupiar as joias da matriarca para fingir que tem o mínimo de dinheiro até ter acesso a uma fortuna imensurável. E, enquanto isso não acontece, Maxine descobre segredos sórdidos dos outros membros do clube para usá-los a seu favor.
Wiig está simplesmente fabulosa ao encarnar a protagonista e, de fato, entrega-se de corpo e alma a um dos melhores papéis de sua carreira, misturando drama e comédia em um mesmo lugar sem se valer de convencionalismos ou de exageros cansativos. A atriz divide os holofotes com nomes como Allison Janney, que reitera seu status como uma das maiores performers da atualidade ao viver Evelyn Rollins; Leslie Bibb voltando ao circuito televisivo dois anos depois de ter estrelado ‘God’s Favorite Idiot’ e trazendo Dinah Donohue às telinhas; e Ricky Martin em uma sensualidade apaixonante e divertida ao interpretar Robert Diaz, um ex-veterano de guerra que agora trabalha no Palm Royale e que, de fato, não suporta a presença de Maxine.
Considerando as costumeiras incursões de uma produção como essa, é óbvio que as investidas artísticas e técnicas trariam construções bem familiares aos espectadores, fosse na fotografia ou até mesmo na montagem. A série tem uma clara delineação entre a ostentação excessiva da alta-sociedade, com tons vibrantes de amarelo, azul e verde que antecipam toda a fanfarrice dos mais ricos e que pincelam o arco das personagens; em contraposição, há um movimento de emancipação das mulheres que entra em conflito com a elite e que tem como emblema Linda Shaw (vivida pela vencedora do Oscar Laura Dern), que, como podemos imaginar, cruza caminho com Maxine e percebe que ela está desiludida com uma utopia individualista inalcançável – e esse outro espectro é marcado por uma paleta mais pastel e mais palpável, afastando-se do onirismo do clube.
As engrenagens falham pontualmente, como na extensão de algumas cenas que poderiam ser mais bem arquitetadas ou pelo fato de, em certas ocasiões, o roteiro “jogar no seguro” e não abusar de um potencial magnífico. Porém, ‘Palm Royale’ sagra-se como uma burlesca e irresistível obra que nos fisga desde os primeiro segundos e que nos fazem querer devorar os episódios de uma só vez – aumentando o categórico nível das produções supervisionadas pela Apple TV+.
De acordo com novos documentos legais obtidos pelo site TMZ, a atriz vencedora do Oscar Angelina Jolie alegou que seu ex-marido Brad Pitt a agrediu antes do controverso incidente do avião.
As informações indicam que os advogados de Jolie fizeram uma forte acusação contra Pitt, afirmando que ele a agrediu antes dos eventos de setembro de 2016. Apesar do ator ter negado as alegações, Jolie insiste que isso aconteceu.
“Enquanto o histórico de abuso físico de Pitt contra Jolie começou antes mesmo da viagem da família da França a Los Angeles em setembro de 2016, o voo marcou a primeira vez que ele agrediu fisicamente uma das crianças também. Jolie, então, imediatamente o deixou”, aponta o documento.
Jolie e seu time de advogados não detalharam exatamente o que aconteceu antes de 2016, mas indicaram que há muito mais sobre a história que o público desconhece.
As informações vêm à tona pouco depois dos advogados de Angelina terem entrado com uma moção no caso em andamento envolvendo a vinícola do casal – em que Pitt está processando Jolie por tentar vender suas ações da propriedade, Château Miraval, para terceiros.
Anteriormente, em entrevista para oThe Wall Street Journal, Jolie disse que pretende se mudar de Los Angeles para sua casa no Camboja, em parte por causa da maneira inautêntica como ela acredita que a indústria evoluiu nos últimos anos.
“Eu não seria atriz hoje se eu pudesse voltar no tempo. Quando eu estava começando, não havia tanta expectativa de ser uma pessoa tão pública, de compartilhar tanto da sua vida pessoal… Como cresci em Hollywood, nunca fiquei muito impressionada com isso. Nunca achei que fosse algo importante.”
Ela continuou:
“Esse excesso midiático é parte do que aconteceu depois do meu divórcio. Perdi a capacidade de viver e viajar livremente. Vou me mudar quando puder. Cresci em um lugar bastante raso. De todos os lugares do mundo, Hollywood não é um lugar saudável. Então você busca autenticidade depois de experimentar essa vida falsa.”
O CinePOP e a Diamond Films divulgam o belíssimo cartaz nacional do aguardado ‘Fúria Primitiva’.
Na trama, Kid é um jovem anônimo que ganha a vida em um clube de luta underground onde, noite após noite, usando uma máscara de gorila, é espancado por lutadores mais populares por dinheiro. Após anos de raiva reprimida, Kid descobre uma maneira de se infiltrar no enclave da elite sinistra da cidade. À medida que o trauma de sua infância transborda, suas mãos misteriosamente marcadas desencadeiam uma campanha explosiva de vingança para acertar as contas com os homens que tiraram tudo dele.
Escrito, dirigido e estrelado por Dev Patel (‘Quem Quer Ser um Milionário’), o longa chega aos cinemas nacionais em 23 de maio.
“‘Monkey Man‘ é o tributo amoroso deDev Patel a todas os filmes de ação. É como ‘John Wick’, mas com esteroides. Um filme de vingança insanamente violento.Dev Patel dirige tudo isso e há algumas sequências seriamente insanas que fazem você pensar, como eles fizeram isso?”
Monkey Man is Dev Patel’s loving tribute to all things action. It’s like John Wick but on Steroids. An insanely violent revenge film. Dev Patel directs the hell out of this thing and there are some seriously insane sequences that make you go how did they do that? #MonkeyManpic.twitter.com/CqpMXQfhNe
“‘Monkey Man’, dirigido por Dev Patel, é um dos melhores filmes de ação do nosso tempo. É sua estreia na direção e ele a executa com maestria. Visceral e cheio de ação com um novo estilo nunca antes visto! As pessoas vão adorar isso! Talentoso pra caramba.”
Monkey Man directed by Dev Patel is one of the best action movies of our time. His directorial debut and he absolutely executes it masterfully. Visceral and action packed with a new style unseen before! People are gonna absolutely love this! Talented as hell! #SXSW#MonkeyManpic.twitter.com/TBe631rtWc
“Dev Patel não hesita em #MonkeyMan. Sua estreia na direção é sua carta de amor aos filmes de ação. Merecendo aplausos de pé por dois minutos. Vá assistir com todos os seus amigos.”
Dev Patel does not hold back in #MonkeyMan. His directorial debut and his love letter to action films. Well deserving of its 2 minute standing ovation. Go see this with all your friends. #sxswpic.twitter.com/VDa9EmFT3K
“#MonkeyMan é um incrível filme de estreia diretorial paraDev Patel. Carregado com violência de quebrar ossos que espalha sangue por toda parte, o público do #sxsw enlouqueceu muitas vezes durante a estreia mundial. Não posso acreditar que este é seu primeiro filme. Definitivamente vale a pena ver em uma sala de cinema.”
#MonkeyMan is an incredible debut film from Dev Patel. Loaded with bone breaking violence that splatters blood everywhere the #sxsw audience went crazy many times during the world premiere. Can’t believe this is his first film. Def worth seeing in a movie theater. pic.twitter.com/Vp1SMnZ0wU
“‘Monkey Man‘: Cada pedacinho deste filme é conquistador. Uma poderosa história de vingança que atravessa toda a gama de ação com força poderosa. Dev Patel arrasou com sua estreia diretorial.”
“Acho que nunca estive tão orgulhoso de uma trajetória de carreira como estou agora com Dev Patel… de ‘Skins’ a #MonkeyMan. Ele criou uma obra-prima de ação contundente, repleta de emoções pulsantes. Graças a Deus está chegando aos cinemas!”
I think I have never been as proud of a career trajectory as I am now of Dev Patel’s from Skins to #MonkeyMan. He has created a hard-hitting action masterpiece that in full of pulsating emotion throughout. Thank God it’s coming to theaters! #SXSWpic.twitter.com/zu4h7dI0I3
— The Distracted Tatiana @ SXSW (@myrcellasear) March 12, 2024
Inspirado na lenda de Hanuman, um ícone que representa força e coragem, ‘Monkey Man’ traz Patel como Kid, um jovem anônimo que ganha a vida em um clube de luta underground onde, noite após noite, usando uma máscara de gorila, é espancado por lutadores mais populares por dinheiro.
Após anos de raiva reprimida, Kid descobre uma maneira de se infiltrar no enclave da elite sinistra da cidade. À medida que o trauma de sua infância transborda, suas mãos misteriosamente marcadas desencadeiam uma campanha explosiva de vingança para acertar as contas com os homens que tiraram tudo dele.
Pois é, o astro Nicolas Cage revelou que quase participou de ‘Matrix‘ (1999) e ‘O Senhor dos Anéis‘ (2001), porém o ator recusou as propostas dos papéis que recebeu das duas franquias de sucesso, mas o motivo foi no mínimo considerável…
Em uma entrevista que concedeu à revista People, Cage falou que tinha um motivo bem importante para deixar os negócios de lado:
“Antes de tudo, não há uma versão de Nic Cage que não queira passar um tempo com os filhos. Não há uma versão de Nic Cage que não coloque a família na frente da carreira sempre”.
E continuou dizendo:
“Eu recusei fazer ‘O Senhor dos Anéis’ e ‘Matrix’ porque não queria ir para a Nova Zelândia ou para a Austrália por três anos, eu precisava estar em casa com meu filho Weston. Isso é fato!”.
O próximo filme do ator é o suspense pós-apocalíptico ‘Arcadian‘, que recebeu uma alta classificação etária (R), e só poderá ser assistido por maiores de idade.
O longa foi classificado pelo MPAA por “imagens sangrentas”.
Na trama…
“Após um evento catastrófico que dizimou a população mundial, um pai e seus dois filhos precisam sobreviver um ambiente distópico enquanto são ameaçados por criaturas sinistras que só aparecem à noite.”
A produção chegará aos cinemas norte-americanos em 12 de abril.
A direção é de Ben Brewer, enquanto o roteiro é assinado por Michael Nilon.
‘Arcadian’ se passa em um mundo pós-apocalíptico e escassamente povoado, onde Paul (Cage) e seus filhos gêmeos adolescentes, Joseph (Jaeden Martell) e Thomas (Maxwell Jenkins), conseguiram uma existência, mas vivem em constante medo. Uma vez confrontados com o perigo iminente, eles devem executar um plano desesperado para sobreviver.
As décadas de 2000 e 2010 foram marcadas por várias adaptações de sagas literárias jovem-adultas – e uma das mais famosas foi a franquia ‘Maze Runner’.
Dirigido por Wes Ball em sua estreia diretorial e baseado no romance homônimo de James Dashner, o enredo acompanha Thomas (Dylan O’Brien), um adolescente que chega em uma clareira no centro de um labirinto gigante. Como os outros jovens jogados lá antes dele, ele não tem memória de sua vida anterior. Thomas rapidamente se torna parte do grupo e logo demonstra uma perspectiva única que lhe rende uma promoção ao status de Corredor – aqueles que patrulham o labirinto em constante mudança para encontrar uma rota de fuga. Junto com Teresa (Kaya Scodelario), a única menina do grupo, Thomas tenta convencer seus companheiros de que conhece uma saída.
Para celebrar que o filme estreou na Netflix e se tornou um dos mais assistidos do catálogo, preparamos uma breve lista elencando algumas curiosidades de bastidores, que você pode conferir abaixo:
A produção teve que contratar caçadores de cobras para garantir que as áreas onde estavam filmando estivessem livres delas. Antes do início das filmagens, eles encontraram encontraram 25 cobras venenosas. A maior que encontraram foi uma cascavel de 1,5m.
Para ganhar o papel de Chuck, o ator Blake Cooper fez campanha continuamente para uma audição via Twitter. Ele enviava a Ball tweet após tweet após tweet afirmando que ele foi feito para o papel. Ball finalmente cedeu e disse a Cooper para enviar sua audição para o diretor de elenco, que afirmou que Cooper era o Chuck perfeito.
O elenco passou a semana anterior à produção participando de treinamento de sobrevivência na clareira. Eles aprenderam a construir ferramentas e abrigos fora da natureza circundante.
Brodie-Sangster, que interpretou Newt, colocava uma pedra em seu sapato para se lembrar de mancar.
Do elenco em grande parte britânico, apenas Brodie-Sangster pôde manter seu sotaque.
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Ball originalmente se reuniu com a Fox Studios para dirigir uma versão em longa-metragem de seu curta ‘Ruin’. Eles, então, ofereceram a Ball a oportunidade de dirigir ‘Maze Runner’ e ele aceitou.
Brodie-Sangster fez o teste para Thomas e Newt. Poulter, por sua vez, fez o teste para Gally e Newt.
O personagem de O’Brien na série ‘Teen Wolf’ estava inconsciente durante a maior parte do episódio “Lunar Eclipse” para que ele terminasse de rodar o filme.
O’Brien realmente quebrou os ossos da bocheha durante as filmagens, na cena em que ele estava fugindo de seu primeiro griever e, quando foi pular, escorregou.
Tendo visto seu trabalho na série britânica ‘Skins – Juventude à Flor da Pele’, Ball queria que Scodelario interpretasse Teresa desde o início.
O universo viking anda em alta em Hollywood e na indústria cinematográfica nortenha. E o mais novo representante dessa categoria é o longa épico de terror ‘O Homem do Norte’, estrelado pelo bonitão Alexander Skarsgård, e dirigido pelo premiado Robert Eggers. Como sabemos que nossos leitores do CinePOP adoram esse universo de Valhala, separamos aqui 10 curiosidades sobre o filme que estreou na Netflix:
10 – O longo plano-sequência favorito
Quando você for assistir ‘O Homem do Norte’, perceba logo no início da jornada de Amleth há uma cena de plano-sequência de batalha em que a câmera acompanha a carnificina que ele e seu grupo estabelecem em uma vila. Essa cena é a favorita de Alexander Skarsgård, no filme, e o ator contou que para gravá-la o elenco teve que se preparar durante meses! Foram muitas as tentativas para chegar à cena perfeita, e, quando finalmente conseguiram acertar, o clima de celebração no set era como se tivessem ganhado o SuperBowl.
Outro ponto que nossos leitores devem perceber é a presença da cantora Björk no longa. Ela aparece em apenas uma (incrível) cena, caracterizada como uma bruxa da floresta. Björk, que é da Islândia, no longa profetiza o destino do protagonista em ir para as terras islandesas atrás de sua vingança. De todo o elenco contratado, a cantora era a pessoa que Alexander Skarsgård, mais queria conhecer.
8 – Língua nórdica antiga
Muito das línguas nórdicas antigas conseguiu ser preservado e chegar até nós. Isso possibilitou que o longa tivesse diversos diálogos realizados nesses idiomas. O ator Alexander Skarsgård explicou que chegou a aprender algumas coisas, que foram mostradas mais na parte final do longa, e também o mantra do destino de Amleth “eu vou vingá-lo pai, eu vou salvá-la mãe, eu vou matá-lo Fjölnir“, embora hoje já não se lembre de mais nada.
7 – Tempo histórico
O longa se passa em 914 AD (Anno Domini, que significa “no ano do Senhor”), época do início da formação da Islândia, também conhecido como o período das disputas de terras (“landnámsöld).
6 – Estrutura do filme
O longa é dividido em quatro partes, que podem ser chamadas de atos cênicos ou de arcos, e recuperam a estrutura dos cantos das aventuras épicas como ‘Odisseia’. Cada ato avança um pouco no tempo em direção ao destino do herói/protagonista, e todos eles têm um título, escrito em runas antigas, que dão a localização do herói.
5 – O mito de Odin
Em determinada cena, Amleth se encontra com um feiticeiro no meio da floresta, que está segurando uma cabeça decapitada porém extremamente preservada (Willem Dafoe) de um outro bruxo, que fala através dele. Segundo a mitologia, há uma história de que Odin era discípulo de Mimir, e quando este fora decapitado pelos deuses inimigos de Odin, o aprendiz aprendeu a reanimar a cabeça através de mágica, para que Mimir continuasse a ensiná-lo.
4 – Amleth, o herói real
Embora não oficialmente, ‘O Homem do Norte’ se inspira levemente na história de Amleth, herói que aparece na Gesta Danorum (“Saxo Grammaticus: The History of the Danes”, em outras palavras, a história dos dinamarqueses). Este livro é uma coleção de histórias orais antigas datadas do século XII. Amleth inspirou, entre outros, o personagem Hamlet, de Shakespeare.
3 – Valkiria
Há duas cenas em que aparece uma Valkiria na trama. Percebam que ela, além de usar aparelho dentário, também utiliza um capacete que simboliza um cisne. De acordo com a Mitologia Nórdica, as valkírias assumiam o formato de cisnes.
2 – Locações
O longa foi rodado em três locações: Escócia, Ucrânia e Islândia. Entretanto, o segundo ato inicialmente estava planejado para ser gravado em terras britânicas, porém, graças a intervenção de Alexander Skarsgård (que é sueco), o segundo ato foi movido para ser rodado em terras mais nórdicas.
1 – Presentinhos
Após o fim das gravações, o elenco principal recebeu presentinhos da produção. Nicole Kidman ganhou uma espada, Willem Dafoe ganhou um barco inteiro de madeira, Björk levou três cavalos e Alexander Skarsgård ganhou uma prótese de língua ensanguentada que ele teve que usar por uma semana para gravar a cena final, em que aparece em apenas um frame.
Em entrevista ao Fandome, o astro Keanu Reeves confirmou que ficaria “grato e honrado” em voltar para uma sequência de ‘Matrix‘… com uma condição.
Questionado se faria ‘Matrix 5‘, o ator respondeu:
“Se a Lana Wachowski quiser fazer outra história… Eu gostaria de ver o que aconteceu com Trinity, Neo e o mundo…”, afirmou.
Porém, o novo filme não será escrito por Lana, e sim por Drew Goddard, o roteirista de ‘Perdido em Marte‘.
Apesar de Lana não roteirizar o novo projeto, ela voltará como produtora executiva – o que pode empolgar Keanu a também retornar.
Goddard, que dirigiu o terror ‘O Segredo da Cabana‘ (2011), também vai comandar o projeto.
Com o anúncio de um quinto filme sem Lana ou Lily Wachowski como diretoras, os fãs ficaram revoltados com a possibilidade da franquia ser destruída e perder toda sua importância.
Confira as reações:
Eu adoro o Drew Goddard, mas sei lá… Tem certas obras que só é possível de ver se desenvolvendo com as pessoas que criaram. Matrix é uma obra dessas. https://t.co/jk84sUO8sK
No final de Resurrections fica claro que um futuro remake não é uma derrota para Matrix, mas para a Warner, que está presa nesse loop eterno de reciclagem. Matrix foi além dos filmes, mas como os próprios filmes mostram: alguns se sentem confortáveis nessa prisão. https://t.co/fdpS4ImFeRpic.twitter.com/TTcmleDyFd
A menos que queiram contar uma nova história com outros personagens na Matrix, aí eu acho que aproveitar o universo e criar um conteúdo novo seria interessante, mas se quiserem bater na mesma tecla vai ficar péssimo
Os detalhes do enredo não foram revelados, mas o presidente de produção da Warner Bros. Motion Pictures, Jesse Ehrman, brincou que a história avançará no mundo da fantasia sem se afastar muito do que fez da série um sucesso.
“Drew veio para a Warner Bros. com uma nova ideia que todos acreditamos que seria uma maneira incrível de continuar o mundo Matrix, honrando o que Lana e Lilly começaram há mais de 25 anos e oferecendo uma perspectiva única baseada em seu próprio amor pelo séries e personagens”, disse Ehrman em comunicado. “Toda a equipe da Warner Bros. Discovery está entusiasmada com o fato de Drew estar fazendo este novo filme ‘Matrix’, adicionando sua visão ao cânone cinematográfico que os Wachowskis passaram um quarto de século construindo aqui no estúdio.”
Goddard foi indicado ao Oscar por escrever ‘Perdido em Marte‘, a adaptação de ficção científica dirigida por Ridley Scott e estrelada por Matt Damon. Seus outros créditos em longas-metragens incluem os roteiros de “Cloverfield” e “Guerra Mundial Z”.
“Não é exagero dizer que os filmes de ‘Matrix’ mudaram tanto o cinema quanto a minha vida”, disse Goddard. “A arte requintada de Lana e Lilly me inspira diariamente, e estou muito grato pela oportunidade de contar histórias em seu mundo.”
Em entrevista ao Fandome, o astro Keanu Reeves confirmou que ficaria “grato e honrado” em voltar para uma sequência, mas se Lana voltasse.
Questionado se faria ‘Matrix 5‘, o ator respondeu:
“Se a Lana Wachowski quiser fazer outra história… Eu gostaria de ver o que aconteceu com Trinity, Neo e o mundo…”, afirmou. ‘Matrix Resurrections‘ foi considerado um fracasso de bilheterias e arrecadou apenas US$ 156, 6 milhões mundialmente.
Ao todo, a trilogia arrecadou US$ 1.6 bilhão de dólares para a Warner Bros Pictures.
Edward Furlong se tornou uma sensação no mundo do cinema quando interpretou John Connor em ‘O Exterminador do Futuro 2: O Julgamento Final‘.
Devido aos problemas com a lei e ao abuso de drogas, Furlong acabou sendo substituído por Nick Stahl em ‘O Exterminador do Futuro: A Rebelião das Máquinas‘ (2003).
Em 2019, Furlong iria reprisar o papel, mas a participação de Connor acabou sendo feita através de CGI, já que o personagem apareceu ainda adolescente e foi morto por T-800 (Arnold Schwarzenegger).
Em entrevista para o podcast Inside of You with Michael Rosenbaum, Furlong falou pela primeira vez em detalhes sobre os motivos que o fizeram perder o papel, admitindo que as drogas o tiraram de um caminho de estrelato.
“O grande problema da minha carreira… Foi quando perdi meu papel em ‘O Exterminador do Futuro 3’. Meu Deus, cara. Eu usava tantas drogas naquela época. Eles sabiam e mesmo assim me deram uma chance, e o contrato dizia que eu devia ficar longe das drogas. Para mim, era só assinar uma cláusula, foi um ótimo negócio. Eu nunca tinha feito tando dinheiro na minha vida. Foram milhões e milhões, mas eu quis comemorar e estraguei tudo. Convidei alguns amigos para um clube e torramos o dinheiro com cocaína. Eu só queria curtir o momento. “Eu estava tipo, ‘F#da-se, eu fiz muito dinheiro’.”
Depois disso, Furlong revelou que teve uma overdose e sofreu uma convulsão. Uma ambulância foi chamada ao local e quando a notícia foi levada a público, a Columbia Pictures o demitiu.
Ele acrescentou:
“A notícia se espalhou e, é claro, eles disseram: ‘Você sabe que perdeu sua chance, não é? Você perdeu o filme. Não vamos mais trabalhar com você’. E foi isso. E eu fiquei tão arrependido, mas não importava. Sabe o que é pior? Eu já estava em uma trajetória decadente, e se eu ficasse ainda mais famoso, poderia ter tido um destino pior.”
Lembrando que seu trabalho mais recente foi o terror ‘The Forest Hills‘.
O projeto escrito e dirigido porScott Goldberg narra a história de um homem atormentado por visões após um acidente nas florestas de Catskill.
Além de trazer Furlong de volta aos holofotes, o longa também marca a estreia de Goldberg na direção de um longa metragem, já que ele é mais conhecido pelos curtas de terror ‘Mr. Mullen‘ (2010) e ‘Loss of Hope‘ (2009).
Não faz nem muito tempo estávamos ainda confinados dentro de casa, com medo de sair, sem saber quando todo o pesadelo teria fim e se um dia voltaríamos à vida que tínhamos antes. O período que o mundo viveu na pandemia do coronavírus – que em alguns lugares durou mais do que em outros – marcou a todos nós, e ainda é um assunto muito delicado, especialmente aqui no Brasil, onde tivemos que enfrentar outras questões para além do vírus. Mas hoje, quase dois anos do fim desse pesadelo, conseguimos olhar para trás mais aliviados e até mesmo com certo humor, com mais generosidade sobre o nosso próprio comportamento. Esse é o ponto de partida de ‘Licença Para Enlouquecer’, nova comédia brasileira que chega aos cinemas esta semana.
Sara (Mônica Carvalho) é uma produtora de cinema prestes a deslanchar sua carreira internacional quando, de repente, é surpreendida pela imposição da quarentena em consequência da propagação do coronavírus no mundo. Trancada dentro de casa, ela se vê empurrada a acolher suas melhores amigas, Leia (Michelle Muniz, maravilhosa no filme) e Lia (Danielle Winits), em sua própria casa, pois uma acaba de se separar do marido, e a outra acaba de ser despejada do apartamento. Confinada em um espaço pequeno com suas duas melhores amigas, rapidamente a intimidade e a falta de privacidade acabam afetando a amizade entre elas, porém, quando Bia (Thaíssa Carvalho) as convida para trabalhar num job em Maragogi, e passar uma espécie de período dê férias, as três não pensarão duas vezes em mergulhar de cabeça nessa oportunidade única de refrescar um pouco a mente no meio do caos que o mundo está vivendo.
Dirigido pelo imparável cineasta Hsu Chien (‘Me Tira da Mira’), ‘Licença Para Enlouquecer’ é uma comédia que abraça sua principal locação – Maragogi, no Alagoas – como um personagem central para o desenvolvimento da história. Conjuntamente com a expertise da diretora de fotografia Silvia Gangemi, Hsu faz belíssimos planos que favorecem as belezas naturais tanto do cenário paradisíaco quanto de seu elenco estelar, que conta também com participações de Henri Castelli, Luiza Tomé, André Mattos e Nelson Freitas.
O roteiro escrito a seis mãos por Mônica Carvalho, Michelle Muniz e Marcelo Corrêa divide a história em dois momentos, e, consequentemente, em dois gêneros: primeiramente, toda a parte de drama cômico no início da pandemia (sensivelmente retratado com um humor respeitoso diante do inesperado da situação), e, em seguida na parte da comédia mais solar, passada em Maragogi, e que ocupa a maior parte das uma hora e quarenta de duração do filme.
‘Licença Para Enlouquecer’ é uma comédia leve e colorida, mas com momentos de muita delicadeza que pegam a gente de surpresa e emocionam de verdade. É um filme em dois: quem quiser, verá um respeitoso drama que retrata com honestidade os primeiros meses pandêmicos (que comprovam que Dani Winits é linda até de máscara!); aos que preferirem, encontrarão aqui uma comédia de costumes com personagens em busca de libertação das amarras sociais, num cenário que fará com que você tenha vontade de viajar para lá. Um filme para rir e refletir – e colocar Maragogi na lista de lugares a visitar.
Chegou recentemente ao catálogo da Max, a série documental ‘The Synanon Fix‘, que expõe como um programa de reabilitação química iniciado na Califórnia da década de 1950 se tornou uma perigosa seita que faturava rios de dinheiro com a desgraça alheia.
Dirigido por Rory KennedyeMark Bailey, o documentário de quatro partes reconta como um pequeno grupo de apoio para ex-viciados em drogas se tornou uma gigantesca comunidade liderada por Charles ‘Chuck’ Dederich.
Muitos dos relatos descrevem Synanon como um lugar inovador e inclusivo que ajudou centenas pessoas a ficarem limpas… Mas, no fim das contas, as coisas mudaram quando certos comportamentos foram obrigatórios e a violência foi introduzida para impedir a saída dos membros.
Como explicam vários ex-viciados em drogas e membros do Synanon, a comunidade prosperou porque muitos dos membros pensavam que nunca iriam superar seu vício… Até serem convidados por Dederich, um ex-viciado em álcool, a criarem um espaço residencial para reabilitação de alcoólatras e viciados em drogas, sem nenhum custo para eles.
O programa residencial foi amplamente considerado o primeiro sucesso desse tipo, no qual seus membros obedeciam fielmente as únicas dua regras: nada de violência e nada de drogas.
Um elemento central da casa de reabilitação foi o “jogo Synanon”, uma terapia de confronto cujos participantes poderiam gritar e xingar uns aos outros para liberarem todos os seus sentimentos e emoções ruins, levando à mudança de comportamento e atribuindo mais responsabilidade para com seus colegas.
Lena Lindsey, que foi um membro da seita por muito tempo, disse que:
“O jogo Synanon nos ensinou a olhar para nossa própria verdade sem julgamentos. Eu não estaria sentada aqui se não houvesse um jogo Synanon para me libertar.”
À medida que a Synanon começou a receber mais pessoas, a organização foi levada para um espaço maior em Santa Monica, com cerca de 60 pessoas morando lá. Mas, para isso, a organização passou a pagar US$ 500 de aluguel por mês e Dederich sabia que precisavam ganhar dinheiro de alguma forma.
A Synanon foi registrada como uma organização sem fins lucrativos, com todos os benefícios fiscais decorrentes, então os membros começaram a pedir esmolas enquanto contavam suas histórias para o público.
Não demorou muito até que os membros começaram a ser presenteados com árvores de Natal, alimentos, materiais de higiene, e até mesmo gado e um carro Cadillac.
Logo depois, a Synanon abriu postos de gasolina e prédios de apartamentos.
No entanto, além da prosperidade maquiada, Dederich escondia do público a rotina sombria que os membros viviam, dizendo a eles que morreriam ou voltariam ao vício se deixassem a Synanon… Tudo isso para manter sua vida de riqueza, influência e bajulação.
Com o passar do tempo, os internos começaram a ter filhos e criá-los sob os código de conduta da comunidade, expandido a influência de Dederich, que era visto pelo público como um bemfeitor humanitário, o que atraía cada vez mais doações.
O problema é que Dederich começou a implementar cada vez mais regras para conter qualquer ideia de rebelião, sempre impondo ameaças e a crença de que os membros voltariam para a sarjeta se tentassem desobedecê-lo.
Entre as regras, estavam inclusas extensas rotinas de xercícios, pesagens das crianças, cortes de cabelos obrigatórios. Com o tempo, as terapias tornaram-se cada vez mais extremas, evoluindo para comportamentos paranoicos e ordens semelhantes a cultos, culminando em acusações de abuso infantil, agressão e até tentativa de homicídio.
Já faz meses desde a última atualização sobre o novo filme do ‘Hellboy‘, que será estrelado por Jack Kesy (‘Sem Remorso’).
A notícia oficial mais recente havia sido divulgada em maio de 2023, quando as gravações do longa foram finalizadas.
Mas, enquanto seu promovia seu novo quadrinho, intitulado ‘Bowling with Corpses’, Mike Mignola, criador do personagem, confirmou o lançamento do novo ‘Hellboy’ para este ano nos cinemas.
Em entrevista ao The Wrap, ele disse que a estreia vai acontecer entre setembro e novembro deste ano.
Anteriormente, o produtor Les Weldon revelou entusiasmo com a escolha de Kesy para o papel principal.
Em suas próprias palavras, o produtor explicou:
“Fizemos uma longa expedição para encontrar o Hellboy certo, e sabíamos que esse filme específico seria muito sombrio e assustador”, afirmou o produtor ao Collider.
“Não tem brilho, nada disso. E Jack (Kesy), olha, eu já tinha trabalhado com ele antes, assim como outros caras da nossa empresa, e meio que chegamos à mesma conclusão de que esse tipo de personalidade que ele tem funcionaria muito bem para a história”, concluiu.
O próprio Mignola disse que esta é a adaptação mais fiel de ‘Hellboy‘ até hoje.
Em seu perfil do Instagram, ele disse que:
“Então, eles terminaram a fotografia principal do novo filme do ‘Hellboy’. Eu não estava no set para este, mas eles foram legais o suficiente para me enviar atualizações diárias e devo dizer que adorei o que tenho visto. Se os fãs estão esperando por um filme de Hellboy que seja na verdade uma adaptação de uma de minhas histórias, acho que finalmente vão conseguir um.”
O lendário quadrinista parabenizou os cineastas envolvidos na produção, incluindo o diretor Brian Taylor (‘Motoqueiro Fantasma 2’).
“Parabéns ao diretor Brian Taylor e a um elenco realmente maravilhoso – e ao co-roteirista Chris Golden, que fez muito para descobrir como dar ao estúdio o que eles queriam e ainda se manter fiel ao coração e à alma de ‘The Crooked Man‘, minha história favorita de ‘Hellboy’. Gostaria que Richard Corben ainda estivesse por perto para ver isso – eles fizeram um trabalho maravilhoso dando vida a seu personagem realmente incrível.”
Kesy também atuou em ’12 Heróis’, ‘Deadpool 2‘, ‘Desejo de Matar‘ ao lado de Bruce Willis, e nas séries ‘Claws‘ e ‘The Strain‘.
“Jack Kesy é um ator dinâmico que tem a habilidade de se transformar em seus papéis. Seu talento e estatura são perfeitos para que ele interprete um jovem Hellboy. Fiquei muito impressionado com ele enquanto trabalhamos em ‘Posto de Combate’,” declarou o co-presidente da Millennium Media, Jonathan Yunger.
Na trama…
“Em 1956, nas montanhas de West Virginia, Hellboy encontra Tom, um homem que vendeu sua alma para um demônio da floresta conhecido como O Homem Torto. Juntos, eles viajam para o coração das montanhas sombrias para confrontar o demônio e tentar salvar a alma do Tom.”
Vale lembrar que o reboot de 2019 se tornou um enorme fracasso de bilheteria, tendo arrecadado apenas US$ 55 milhões mundialmente, a partir de um orçamento de US$ 50 milhões.