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‘Godzilla e Kong: O Novo Império’ | O que assistir antes do novo filme do ‘MonsterVerse’?

Godzilla e Kong: O Novo Império já está em exibição nos cinemas para celebrar não apenas os 70 anos da criação do Godzilla, mas também os dez anos do MonsterVerse, que teve início com Godzilla de Gareth Edwards. O longa é o auge dessa década dos monstros gigantes da Legendary, cujo espaço foi sendo conquistado ao poucos, de forma quase tímida em meio ao fenômeno dos filmes com super-heróis, até se tornar um dos universos cinematográficos mais sólidos da atualidade.

Diferentemente de outros universos compartilhados que foram cancelados no meio ou estão passando por crises de identidade, o MonsterVerse conseguiu estabelecer uma relação interessante com seu público, que aceitou a transição da ficção científica para a fantasia com muita empolgação, comprando a ideia da ‘galhofa’, o que só aumentou a popularidade da saga.

Agora, com o lançamento de Godzilla e Kong: O Novo Império, é natural que os fãs queiram assistir novamente as produções desse universo para chegar ao novo filme com tudo fresquinho na memória. Também há o caso das pessoas que não são fãs, mas se interessaram pelos trailers e materiais promocionais do novo filme e não querem chegar desatualizados à sessão.

Como sabemos que o tempo hoje em dia é cada vez mais precioso, fica complicado para todos assistirem quatro filmes e uma série antes de irem ao cinema. Então, como já assistimos o novo longa, já podemos adiantar que dá para entender a história sem assistir os projetos anteriores. Porém, caso queira assistir o mínimo possível para ampliar a experiência, o CinePOP indica esses dois filmes.

Kong: A Ilha da Caveira

Protagonizado por Brie Larson e Tom Hiddleston, Kong: A Ilha da Caveira conta a história de origem do gorila que protagoniza O Novo Império e sua relação de parceria com a Ilha da Caveira, lar de criaturas mortais e do povo Iwi. Ele é importante para o novo filme porque a mitologia do Kong é expandida conforme o público acompanha sua jornada pela Terra Oca. Na trama, um grupo composto por cientistas e mercenários viaja até uma misteriosa ilha protegida por tempestades para realizar o resgate de um militar e estudar a exótica fauna local. No entanto, eles acabam sendo surpreendidos por criaturas mortais que vão fazer de tudo para impedir que o grupo deixe a ilha. Ao mesmo tempo, o guardião dos Iwi, Kong, um gorila de 40 metros de altura, vai mudar os conceitos da ciência sobre a existência ou não de monstros gigantes.

Onde assistir: Max

Godzilla vs Kong

Por mais que integre uma franquia multimilionária, O Novo Império é uma continuação direta de Godzilla vs Kong (2021). Ou seja, se só tiver tempo de assistir um filme antes do novo, veja este. É nele que o conceito de “Terra Oca” é oficialmente introduzido na saga, além de alimentar a rivalidade e parceria entre o Godzilla e o Kong. Também é nele que os protagonistas humanos da sequência, Jia (Kaylee Hottle), Dra. Ilene Andrews (Rebecca Hall) e Bernie (Brian Tyree Henry), são apresentados ao público. Neste filme, o Kong passou os últimos anos sendo estudado na Ilha da Caveira. No entanto, quando o Godzilla começa a fazer ataques diferentes do padrão, os cientistas acreditam que podem usar o gorila como um tipo de guia para um misterioso mundo no centro da Terra, que teoricamente poderia servir como lar para isolar esses monstros da humanidade. No entanto, toda vez que sente a presença do Kong, o Godzilla aparece pronto para o combate. E aí, quem sairá vencedor desse duelo para saber quem é o verdadeiro Rei dos Monstros?

Onde assistir: Amazon Prime Video e Max

Assistindo esses dois filmes, você conseguirá chegar ao cinema já entendendo todos os conceitos de Godzilla e Kong: O Novo Império. Ainda assim, caso queira maratonar todas as produções do MonsterVerse, o CinePOP listou todas elas em ordem cronológica na matéria ‘Godzilla e Kong: O Novo Império’ | Saiba como maratonar as produções do ‘MonsterVerse’. Para acessá-la, basta clicar no link.

Godzilla e Kong: O Novo Império está em cartaz nos cinemas.

Confira o divertido trailer da comédia nacional ‘Tô De Graça’, com Rodrigo Sant’Anna

A Paris Filmes divulgou o primeiro trailer da comédia nacional ‘Tô De Graça‘.

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O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 20 de junho.

César Rodrigues (‘Minha Mãe É uma Peça 2’) é responsável pela direção.

O casal Graça e Moacir mora na favela com alguns de seus muitos filhos. Ao ganhar uma indenização inesperada, ela decide torrar o dinheiro levando toda a família, com exceção do marido, para um feriadão em Araruama. Enquanto se mete em confusões, lembra dos tempos de solteirice e reencontra uma antiga paixão, Graça vai ter que lidar com o descaso da filha mais velha e testar seu amor por Moacir. No fim, a família mostra que, apesar de tudo, está mais unida do que nunca.

O elenco conta com Rodrigo Sant’Anna, Andy Gercker, Evelyn Castro, Isabelle Marques, Roberta Rodrigues, Estevam Nabote e Eliezer Motta.

Produzido pela Globo Filmes e Telecine, o longa é baseado na série homônima do Multishow.

Assinantes da Netflix estão ODIANDO drama que entrou para o TOP 10 da semana; Confira as reações!

Configurando a última posição do TOP 10 dos filmes mais assistidos da semana na Netflix, o drama argentino ‘Descanse em Paz‘ traz inúmeras reflexões sobre várias formas de tragédias e suas consequências.

Dirigido pelo cineasta Sebastián Borensztein (‘Um Conto Chinês’), o longa é baseado na obra ‘Descansar en paz: ¿nunca soñaste con dejar todo y empezar de nuevo?‘, escrita por Martín Baintrub.

Na trama, conhecemos Sérgio (Joaquín Furriel), um empresário de classe média, pai de dois filhos e casado com a dentista Estela (Griselda Siciliani). Em meados da década de 90, sua situação é alarmante, dívidas e mais dívidas se acumulam na sua frente, a mais complicada delas é a que fez com Brenner (Gabriel Goity), um agiota inescrupuloso que começa a ameaçá-lo.

Buscando alguma luz no fim do túnel, certo dia acaba passando na hora e lugar de um atentando à associação Israelita (AMIA). Aproveitando a oportunidade em meio ao caos instaurado, resolve fugir e acaba se afastando de tudo e todos durante anos.

No entanto, quando a vontade de reencontrar seus parentes bate à sua porta, uma série de consequências acontecem.

Apesar de parecer uma trama cheia de mistérios e reviravoltas, nada disso faz com que o filme seja atraente para o público.

Nas redes sociais, os assinantes da plataforma estão compartilhando diversos comentários negativos sobre o enredo, principalmente sobre o final.

Inclusive, alguns alegaram que ‘Descanse em Paz‘ é uma completa perda de tempo.

Confira:

‘Tulsa King’: Começam as filmagens da 2ª temporada da série estrelada por Sylvester Stallone!

Paramount+ anunciou nesta última segunda-feira (01) o início das filmagens da 2ª temporada de Tulsa King, série estrelada por ninguém menos que Sylvester Stallone (via ComicBook.com).

Com poucas informações reveladas, sabe-se que o próximo ciclo trará Stallone de volta como o mafioso Dwight “The General” Manfredi.

Terence Winter retorna como roteirista e produtor executivo, enquanto Craig Zisk comanda os episódios. As gravações estão ocorrendo em Tulsa e em Atlanta.

Lembrando que a temporada de estreia já está disponível na plataforma de streaming.

A série foi criada por Taylor Sheridan, da aclamada ‘Yellowstone‘.

Após 25 anos na prisão, o mafioso Dwight “The General” Manfredi (Stallone) é libertado e exilado por seu chefe para a cidade de Tulsa. Percebendo que sua família mafiosa pode não ter seus melhores interesses em mente, Dwight lentamente cria uma “equipe” com um grupo de pessoas improváveis, para ajudá-lo a estabelecer um novo império do crime.

O elenco ainda conta com Max Casella, Domenick Lombardozzi, Vincent Piazza, Jay Will, A.C. Peterson, Andrea Savage, Martin Starr, Garrett Hedlund, Dana Delany e Annabella Sciorra.

‘Heartstopper’: Joe Locke afirma que 3ª temporada é mais “sombria”

O talentoso Joe Locke, reconhecido por seu papel emHeartstopper, recentemente compartilhou detalhes empolgantes sobre a próxima temporada da série, revelando que o novo ano irá aprofundar os desafios pessoais enfrentados por seu personagem, Charlie Spring.

“Nesta temporada ainda não lançada, exploramos mais profundamente o distúrbio alimentar de Charlie. É, sem dúvida, o foco principal da temporada. E nossa escritora Alice é… nunca conheci alguém que consiga abordar temas tão sérios com tanto coração e dedicação. De alguma forma, ela consegue transmitir ao público a ideia de que há uma luz no fim do túnel em todos os momentos, o que é incrível. Na verdade, não sei como ela consegue fazer isso, pois quase permite que o público não se sobrecarregue, ao mesmo tempo em que aprende sobre o assunto”, declarou o ator segundo à Collider.

Considerando a seriedade do tema e a evolução dos personagens, é natural que a série se torne mais profunda. Sobre isso, o ator explicou que, apesar de abordar assuntos pesados, o romance ainda mantém sua essência.

“Definitivamente, esta temporada é mais sombria do que as anteriores de Heartstopper, mas ainda assim mantém aquela sensação característica da série. Diria que a primeira metade da temporada é mais sombria, enquanto a segunda metade é mais emocionante. Sim, é assim que nós no set… é assim que nós delineamos. Foi uma temporada divertida de filmar”, acrescentou Locke.

Quanto à possibilidade de uma quarta temporada de Heartstopper, Locke respondeu com um sincero: “Eu não sei”.

A Netflix divulgou o primeiro teaser promocional da 3ª temporada da elogiada série do romance adolescente Heartstopper.

O vídeo revela que o novo ciclo tem previsão de estreia para outubro de 2024, ainda sem dia confirmado.

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Através do X, o Film Updates anunciou que Jonathan Bailey estará no próximo ciclo.

Bailey é mais conhecido por seu papel como Lord Anthony Bridgerton na série de época ‘Bridgerton‘, também da Netflix.

Na publicação, Bailey aparece em imagens dos bastidores dos novos episódios de Heartstopper‘, confirmando que dará vida ao personagem Jack Maddox.

Bailey se junta ao recém-chegado Darragh Hand (‘Silent Witness’), que interpretará Michael Holden, protagonista do livro ‘Solitaire‘, também escrito pela Alice Oseman, que existe no mesmo universo da série.

Baseada na graphic novel LGBTQ+ da autora Alice Oseman, que também atua como roteirista, a produção alcançou o TOP 10 da plataforma de streaming em mais de 50 países.

Na trama, o meigo Charlie e o fã de rúgbi Nick se conhecem no colégio. Mas logo essa amizade improvável começa a se transformar em romance. Agora, Charlie, Nick e seu círculo de amigos precisam encarar essa jornada de autodescoberta e aceitação, apoiando uns aos outros e aprendendo a ser eles mesmos.

Heartstopper‘ é sobre amor, amizade, lealdade e saúde mental. O enredo abrange todas as pequenas histórias das vidas de Nick e Charlie que, juntos, formam algo maior.

William Gao, Yasmin Finney, Corinna BrownKizzy Edgell também fazem parte do elenco.

‘Jeanne Du Barry’: Cinebiografia com Johnny Depp ganha trailer INÉDITO; Confira!

Collider divulgou um trailer inédito de Jeanne Du Barry, cinebiografia estrelada por Johnny Depp (‘Piratas do Caribe’) e que teve sua primeira exibição foi oficial no Festival de Cannes 2023.

O longa chega aos cinemas dos EUA e do Canadá em 02 de maio, ainda sem confirmação de estreia no Brasil.

Confira, junto ao trailer, siga o CinePOP no Youtube:

Jeanne Du Barry‘ conta a história de Jeanne Bécu, uma mulher que nasceu na pobreza, mas que ascendeu posições sociais na corte do rei Luís XV, e se tornou a amante do monarca.

A atriz e cineasta Maïwenn vive Jeanne e também entra como a diretora do longa, enquanto Depp estará na pele do rei Luís XV, também conhecido como “Luís, O Bem Amado”.

Benjamin LavernhePierre RichardMelvil PoupaudIndia HairSuzanne de BaecqueCapucine ValmaryPauline PollmannMicha LescotLaura Le Velly também compõe o elenco.

Filme do diretor de ‘A Bruxa’ estreia no Prime Video com 90% de aprovação no RT; Confira as críticas!

O último filme do aclamado diretor Robert Eggers (‘A Bruxa’) estreou no Prime Video fazendo o maior sucesso e figura em 3º lugar entre os títulos mais vistos do catálogo.

O Homem do Norte‘ foi considerado pelos críticos como “uma obra-prima visual de tirar o fôlego e um épico de vingança sangrento”, que permite que Eggers expanda “seu escopo cinematográfico sem sacrificar seu conhecido estilo”. 

A trama segue um príncipe viking que não vai parar por nada para vingar seu pai assassinado.

No Rotten Tomatoes, o longa-metragem recebeu 90% de aprovação, com sólida nota 8/10 baseada em 384 reviews até o momento. No Metacritic, outro agregador de críticas, a produção conquistou uma pontuação de 83/100, indicando “aclamação universal”.

Confira algumas das reações abaixo:

“Sou uma grande fã de Robert Eggers há anos, mas ‘O Homem do Norte’ é a sua verdadeira obra-prima. Brutal, destemido e audacioso, parece o tipo de épico cinematográfico que não vemos mais ultimamente.”

O Homem do Norte é o melhor filme do Robert Eggers até o momento. A cinematografia impressionante prepara o cenário para a fusão perfeita da mitologia nórdica com a realidade brutal da história viking.”

“É um filme assustadoramente visceral e tenso. Você não conseguirá desviar os olhos desse conto de vingança sangrento. Alexander Skarsgård está uma fera. Nicole Kidman tem algumas cenas que me surpreenderam. É um filme ousado e diabólico.”

O Homem do Norte é cruel e imperdoavelmente bom. É uma conquista impressionante. Alexander Skarsgård traz uma performance insana. O homem se transforma em animal. Robert Eggers entrega um filme violento, tenso e imersivo. É muito bem feito.”

O Homem do Norte é brutal. É muito primitivo, selvagem e visceral, com uma cinematografia impressionante e uma trilha sonora que parece um grito de guerra. Robert Eggers continua a surpreender.”

“Uau. O Homem do Norte é incrível. Robert Eggers em seu melhor trabalho. Os rumores sobre interferências do estúdio foram altamente exagerados; este é puramente um filme de Eggers. É realmente um milagre que este filme exista.”

O elenco conta com Alexander SkarsgårdNicole KidmanAnya Taylor-Joy, Ethan Hawke, Claes Bang, Kate Dickie, BjorkWillem Dafoe.

Eggers também fica a encargo do roteiro ao lado do poeta e novelista Sjón.

Crítica | ‘Alma de Caçador’ – Top 1 da Netflix é um filme sul-africano americanizado

Quando o passado adormecido encontra o alarmante presente. Baseado na obra ‘Heart of the Hunter’ de Deon Meyer, Alma de Caçador apresenta em sua ação desenfreada uma complexa conspiração política, um jogo de interesses, onde temos um protagonista com sede de vingança. Pena que o roteiro acaba se perdendo pelo caminho com entrelinhas que não dizem muita coisa, personagens mal construídos e subtramas espaçadas que demoram a fazer sentido. Dirigido por Mandla Dube, Alma de Caçador tem como mérito as ótimas cenas de ação que seguem fórmulas criativas (mas repetitivas) já vistas em outras produções.

Na trama, conhecemos Zuko (Bonko Khoza), um homem que encontrou a felicidade ao lado de sua família após anos de intensa ação e sofrimento. Filho de pais adotivos, teve os pais seriamente feridos em uma blitz da polícia de segurança do Apartheid. Quando o passado bate à sua porta, ele, que pertence a um grupo que tem como objetivo atual expor os absurdos cometido por Mtima (Sisanda Henna), um forte candidato para as próximas eleições na África do Sul, munido de sua adaga precisará reunir todas suas habilidades, contatos, em busca de completar mais uma missão.

A jornada do herói aqui é vista de maneira convencional: começo, meio e fim, estruturado em uma narrativa que busca seus pontos de empolgação nas cenas de total ação (muito bem dirigidas). Como drama, não avança da superfície, com conflitos de seu protagonista jogados em um emaranhado confuso onde traumas existem mas dentro de uma construção confusa. Há uma tentativa de trazer aos holofotes a subtrama de um jornalista prejudicado no passado por agentes políticos mas que é jogado para escanteio sendo uma peça nula dentro de um todo.

No roteiro, há uma busca por um contexto mais amplo, chegando até mesmo a menções sobre o famoso regime de segregação racial que durou de meados da década de 40 até 1994 (apartheid), envolvendo assim as lutas políticas e uma curiosa agência de segurança particular que parece refém de um jogo de interesses. Mas como narrativa nada disso traduz a força que poderia ter no seu discurso, algo na linha da reflexão, se perdendo dentro dos conflitos do personagem principal.

Chegando rapidamente ao topo do ranking do mais famoso dos streamings disponíveis no Brasil, a Netflix, essa fita sul-africana pode ser definida como um filme sul-africano americanizado. Não entendam isso como uma crítica, o cinema norte-americano é e sempre será uma referência, é apenas uma constatação. Traições, quebras de confiança, dilemas dentro da linha do previsível que serão resolvidos, são parte dos elementos que envolvem esse projeto que poderia empolgar muito mais.

Polêmica! Relembre os Filmes que Resultaram em Traição e Separação de seus Astros

Desde os primórdios do cinema, o público é presenteado com grandes histórias de amor. Essas histórias são marcadas por protagonistas de grande química, com os quais nos identificamos e jamais esquecemos. Casais emblemáticos como Humphrey Bogart e Ingrid Bergman em ‘Casablanca’ ou Clark Gable e Vivien Leigh em ‘E o Vento Levou’ apaixonaram audiências pelo mundo e continuam a encantar. Nos últimos 30 e poucos anos, podemos citar Julia Roberts e Richard Gere em ‘Uma Linda Mulher’, que voltaram a se encontrar em ‘Noiva em Fuga’.

Alguns casais do cinema, inclusive, funcionam tanto que reprisam suas parcerias ao longo de outros filmes. É o caso recente com Ryan Gosling e Emma Stone, e Jennifer Lawrence e Bradley Cooper – o primeiro casal com três filmes e o segundo com quatro. Porém, em um exercício de a vida imita a arte, a proximidade durante as gravações pode unir esses casais também na vida real. Mas o que acontece quando eles já são casados ou estão em um relacionamento? É isso que veremos nessa matéria, com alguns filmes que se tornaram polêmicos por acabar com o casamento de seus astros. Confira abaixo.

Sr. e Sra. Smith

Sr. e Sra. Smith’ virou série na Amazon Prime Video e está fazendo muito sucesso. Só esperamos que a série não resulte na mesma polêmica de bastidores que o filme que deu origem a ela. Como todos devem saber muito bem, antes da série, ‘Sr. e Sra. Smith’ foi um blockbuster muito popular em 2005. E esse filme, sobre um casal de espiões de agências rivais, se tornou o caso mais notório de traição nos bastidores. O que acontece é que o protagonista Brad Pitt era casado com Jennifer Aniston desde 2000. Mas quando conheceu sua coprotagonista Angelina Jolie nos bastidores, a paixão foi tanta que os dois terminaram as filmagens juntos – numa relação que duraria 14 anos e 6 filhos.

Alto Controle

Não foi apenas em ‘Sr. e Sra. Smith’ que Angelina Jolie seria pivô de uma separação de atores com quem trabalhou. Com Brad Pitt o caso ficou mais conhecido por se tratar de um dos galãs mais conhecidos de Hollywood. No entanto, seis anos antes a femme fatale já havia “roubado” o homem de outra. Afinal, se não for para ter relação com homens comprometidos, Angelina Jolie nem sai de casa.

Estamos falando de Billy Bob Thornton, com quem Jolie trabalhou em ‘Alto Controle’, comédia sobre a rivalidade entre dois controladores de tráfego aéreo, também estrelada por John Cusack e Cate Blanchett. Quando começaram as filmagens, Thorton morava junto com a namorada Laura Dern – que disse ter saído para trabalhar e ter “recebido a notícia” ao descobrir que seu então namorado havia se casado com outra mulher, sem nem sequer comunica-la de nada.

Frankenstein de Mary Shelley

Essa reimaginação do clássico livro de terror, com apelo maior no drama e certo romance, capitaneado por Kenneth Branagh, também ficaria marcado em seus bastidores por um caso de traição notória em Hollywood. Acontece que o diretor começou o projeto casado com a também inglesa Emma Thompson, vencedora de dois Oscar, formando na época um dos casais mais quentes da indústria – duas mentes criativas aguçadas.

A união da dupla ocorreu em 1989, mas eis que surgiu em cena uma então jovem Helena Bonham Carter, com quem Thompson havia trabalhado em ‘Retorno a Howards End’ (1992). Carter foi escalada para viver Elizabeth, a noiva do Dr. Frankenstein, no filme de Branagh. E o diretor, que também protagoniza, não resistiu aos beijos “técnicos” da atriz, terminando a experiência juntos, para a tristeza de Thompson.

Stop-Loss – A Lei da Guerra

Stop-Loss’ é um drama de 2008 que não ficou muito conhecido, apesar de contar com nomes como Channing Tatum, Joseph Gordon-Levitt e Ryan Phillippe no elenco, e a direção de Kimberly Peirce (então saída do vencedor ao Oscar ‘Meninos Não Choram’). Com produção da Paramount e MTV Films, o drama anti-guerra ficaria marcado como sendo o filme que resultou no polêmico fim do casamento de dois jovens astros queridinhos da época: Reese Witherspoon e Ryan Phillippe.

Os dois se conheceram nos bastidores do cult ‘Segundas Intenções’, drama romântico de 1999, se casaram e tiveram dois filhos. Mas aí veio ‘Stop-Loss’ e a atriz Abbie Cornish, com quem Phillippe teve um caso nos bastidores, resultando na “humilhação pública’ de Witherspoon, nas palavras da mesma. Phillippe e Cornish permaneceram juntos um tempo, assumindo a relação, que depois também viria a terminar. Justiça poética ou não, hoje a carreira de Witherspoon está em outro patamar em relação a dos “traidores”.

Branca de Neve e o Caçador

Outro caso que ficou bem conhecido na mídia, graças ao advento das redes sociais, foi o dos bastidores do blockbuster ‘Branca de Neve o Caçador’. De domínio público, a história do conto de fadas de Branca de Neve foi transformado em um épico medieval de fantasia, com aspirações de ‘O Senhor dos Anéis’, pela Universal. O filme contava com Kristen Stewart como a personagem título (então ainda curtindo a onda de popularidade da franquia ‘Crepúsculo’), Charlize Theron como a bruxa má e Chris Hemsworth como o caçador (e não o príncipe).

A traição aqui não envolveu Hemstorth, e sim o diretor do longa, o estreante Rupert Sanders. O sujeito foi flagrado aos beijos com Kristen Stewart durante os intervalos de filmagens. Detalhe: o sujeito era casado e Stewart na época estava envolvida em um relacionamento com seu companheiro de ‘Crepúsculo’, Robert Pattinson. Para a continuação de ‘Branca de Neve‘, por via das dúvidas, a Universal tirou de cena ambos Sanders e Stewart. Hoje, a atriz se assumiu lésbica e tem relacionamentos com mulheres.

Não se Preocupe, Querida

Em um dos casos mais recentes de traição pública nos bastidores de um filme, o promissor ‘Não se Preocupe, Querida’, um thriller feminista, ficou marcado por suas filmagens caóticas. No comando, a atriz Olivia Wilde escrevia seu nome como uma das jovens diretoras mais talentosas da época, tendo feito uma estreia elogiadíssima em ‘Fora de Série’ (2019). Porém, tudo sairia dos trilhos quando Wilde se apaixonou loucamente pela estrela da música e “dublê” de ator Harry Styles, causando desconforto de todos ao redor quando sumia do set por horas para “namorar” o crush.

O fato causou um atrito monstro com a jovem estrela Florence Pugh, que declarou ter que dirigir muitas das suas cenas sem a diretora no set. O que mais chama atenção, porém, é que na época Wilde ainda estava casada com Jason “Ted Lasso” Sudeikis, que retribuiu a humilhação pública ao enviar os papeis de divórcio por um oficial de justiça enquanto a mulher estava no meio de uma apresentação discursando na Comic Con. “Ouch”.

Palmer

Você já ouviu falar do filme ‘Palmer’? Tudo bem, quase ninguém ouviu. Trata-se de um drama de 2021 estrelado por Justin Timberlake. Na trama, ele vive Palmer, um ex-presidiário que faz amizade com um menino, vindo de um lar tempestuoso. Mais famoso que o filme foram os bastidores, que flagram Timberlake em momentos de muita intimidade com sua colega de cena Alisha Wainwright (da série ‘Criando Dion’).

Tabloides flagram os dois de mãos dadas em jantares e em situações de muita proximidade. A questão é: Timberlake continua casado com a atriz Jessica Biel, que parece ser a mulher mais tolerante do mundo – já que em 2013 quando o cantor veio ao Brasil, surgiram muitos boatos de que teria tido uma relação com uma atriz e modelo brasileira durante sua apresentação no Rock in Rio daquele ano.

Prova de Vida

Outro filme que ficou mais conhecido por sua polêmica traição de bastidores do que por seu conteúdo em si. ‘Prova de Vida’ foi o filme que o ator australiano Russell Crowe emendou após sua revelação com os dois pés na porta em ‘Gladiador’. Thriller de ação, o longa traz Crowe como um negociador profissional, que é também um homem altamente treinado. Ele é contratado por Alice para libertar seu marido, um arquiteto sequestrado por forças insurgentes na América do Sul.

Alice é interpretada pela namoradinha dos EUA nos anos 90, Meg Ryan. Na trama, a mulher termina se envolvendo amorosamente com o negociador, para complicar mais ainda as coisas. E na vida real, Ryan também não resistiu aos encantos do então galã truculento Crowe, e “pulou a cerca”. Na época, Ryan era casada com Dennis Quaid – eles se conheceram nas filmagens da aventura ‘Viagem Insólita’ e se casaram em 1991. O divórcio sairia um ano depois da traição. Ryan e Quaid são os pais do jovem Jack Quaid, o Hughie do sucesso ‘The Boys‘, da Amazon.

Saiba quando começam as filmagens de ‘Blade’

O remake de Blade da Marvel finalmente teve uma atualização animadora. Após uma série de adiamentos, a produção aparentemente vai começar a ser filmada.

Segundo a CBR, uma listagem no Production Weekly aponta para um cronograma de filmagem no outono dos EUA (setembro a novembro) de 2024 para o próximo filme da Marvel. Isso está supostamente alinhado com a data de lançamento tentativa atual de Blade em 7 de novembro de 2025, embora relatórios ainda tenha observado que há uma chance de o filme ser adiado para 2026.

O novo longa do caçador de vampiros está em desenvolvimento desde pelo menos 2013. Em 2019, o aclamado ator Mahershala Ali (‘Moonlight: Sob a Luz do Luar’) foi anunciado como o intérprete do herói. No entanto, desde então, o longa tem enfrentado uma série de contratempos, incluindo as greves de Hollywood em 2023.

Segundo o Variety, a Marvel Studios planeja gastar menos que US$ 100 milhões no orçamento do filme. O valor é bem baixo em comparação com as outras produções do estúdio. ‘As Marvels‘, por exemplo, custou altos US$ 250 milhões.

Como os filmes de super-heróis não estão arrecadando tanto quanto antigamente, o estúdio planeja diminuir os orçamento astronômicos para voltar a lucrar.

Recentemente, Michael Green foi contratado para reescrever todo o roteiro. O reboot já passou pelas mãos de pelo menos cinco roteiristas e dois diretores diferentes.

Diante das dificuldades enfrentadas no desenvolvimento, a Marvel Studios optou por reiniciar o projeto do zero, buscando uma nova direção criativa para o filme.

O elenco ainda contará com Mia Goth, Delroy Lindo, Aaron Pierre e Milan Ray.

Yann Demange (‘Lovecraft Country’) será responsável pela direção.

“Como meio-humano/meio vampiro, Eric Brooks (Ali) aprimorou suas habilidades para caçar os mortos-vivos que há muito aterrorizaram a humanidade. Um híbrido humano-vampiro desde seu trágico nascimento, Blade passou sua longa tentando livrar o mundo de vampiros como aquele que matou sua mãe. Ao longo dos anos, ele dominou seu próprio estilo para lutar contra monstros de todos os tipos.”

reboot é intitulado Blade: O Caçador de Vampiros’ e faz referência direta aos primeiros quadrinhos do anti-herói, criado em 1973 pelo roteirista Marv Wolfman e pelo ilustrador Gene Colan.

Atualmente, o longa está programado para 7 de novembro de 2025.

Jared Padalecki revela se VOLTARIA para revival de ‘Sobrenatural’

Jared Padalecki, astro de Sobrenatural, falou recentemente sobre a possibilidade de reprisar seu papel como Sam Winchester em um possível revival da bem-sucedida série da CW.

Sobrenatural foi uma das séries mais populares da CW, narrando as aventuras de Sam (Jared Padalecki) e Dean (Jensen Ackles). Após 15 temporadas, a série chegou ao seu fim em 2020.

Durante uma entrevista ao Collider, declarou: “Não é que eu não tenha considerado seriamente fazer isso, minha resposta única é sim. É uma questão de timing, é disponibilidade. Jensen e eu nos sentimos tão fortemente em relação ao nosso programa que tivemos por 15 anos juntos que não queremos fazer isso apenas por fazer. Não queremos dizer, ‘Ei, tenho duas semanas de folga em junho. Vamos filmar 10 páginas por dia só para ter mais conteúdo'”.

O ator prosseguiu dizendo que, “Se e quando ‘Sobrenatural’ voltar, será por amor ao trabalho, e vamos dedicar todas as horas para garantir que seja o mais fiel possível ao cânone, aos fãs, à história e aos personagens. Então, minha resposta curta é que não é uma consideração, a resposta é sim. Só não sei quando estarei disponível. Não sei quando ele estará disponível. Mas, novamente, minha resposta é sim”.

Ele também abordou se continuaria como um programa, série limitada ou filme: “Honestamente, não penso no meio em que seria exibido. Penso na história que me importa. Se Jensen e eu falarmos sobre onde gostaríamos de ver Sam e Dean aparecerem nas telas novamente, e pensarmos, ‘Legal, gostamos disso, gostamos dessa trama, gostamos dessa conclusão’, então vamos fazer. Se transformarem em um filme, ótimo. Se transformarem em uma série limitada, ótimo. Se transformarem em um livro ilustrado disponível na Amazon, ótimo. Mas neste momento, sinto-me tão protetor de ‘Sobrenatural’ que, se a história estiver boa, então não me importo como ela chega ao mundo”.

Vale ressaltar que Sobrenatural teve um spin-off intitulado ‘Os Winchesters’, que se concentrava nos pais dos protagonistas, John Winchester (Drake Rodger) e Mary Campbell (Meg Donnelly). No entanto, a série foi cancelada após sua primeira temporada.

Todas as temporadas de Sobrenatural estão disponíveis no Max.

John Bradley, de ‘Game of Thrones’, fala sobre a possibilidade de voltar em derivado da série

O ator John Bradley, conhecido por interpretar o sábio dos livros Samwell Tarly em Game of Thrones, abordou recentemente a possibilidade de reprisar seu papel no derivado da série focado em Jon Snow (Kit Harington).

“David e Dan [Weiss] em ‘O Problema dos 3 Corpos’ me deram um tipo totalmente novo de personagem para interpretar. E isso descarta parte da persona de Samwell Tarly, e algumas das coisas que você associava a esse personagem. Acho que se eu voltasse agora, pareceria um retrocesso. Não tenho certeza se poderia entrar em contato com aquele personagem tão facilmente quanto antes”, disse Bradley segundo a Collider.

Embora o ator não tenha descartado completamente um retorno a Westeros, ele não demonstrou um forte interesse em reprisar o papel de Sam. Vale lembrar que o spin-off está previsto para se passar após os eventos do polêmico final de Game of Thrones, acompanhando Jon Snow e o próximo capítulo de sua vida.

No entanto, até o momento, o único spin-off de Game of Thrones em desenvolvimento é a 2ª temporada de ‘A Casa do Dragão‘ que estreará em junho.

Relembre os trailers:

 

  

 

Lembrando que a 2ª temporada de ‘A Casa do Dragão‘ será mais curta que a anterior, como oito episódios em vez de 10, o que deixou os fãs bem chateados.

No final da primeira temporada, Rhaenyra Targaryen (Emma D’Arcy) deveria se tornar a governante legítima dos Sete Reinos, tendo sido nomeada por seu falecido pai, o Rei Viserys (Paddy Constantine). Infelizmente, as coisas dão errado quando a Rainha Alicent (Olivia Cooke) coroa seu filho, Aegon (Tom Glynn-Carney) como o novo rei. A temporada termina com um dos filhos de Alicent matando um dos filhos de Rhaenyra, essencialmente iniciando uma guerra que deverá florescer nos próximos episódios.

Confira o teaser da 2ª temporada:

 

 

A história é ambientada 200 anos antes dos eventos de ‘Game of Thrones‘ e acompanha os ancestrais da Daenerys enquanto a Casa Targaryen entra em colapso. O enredo é baseado no romance Fogo & Sangue, de George R.R. Martin, que também entra como criador ao lado de Ryan J. Condal.

O elenco conta com Olivia Cooke, que interpretará Alicent Hightower, a bela filha da Mão do Rei; Emma D’Arcy será Princesa Rhaenyra Targaryen, a filha mais velha de Viserys; Matt Smith será o Príncipe Daemon Targaryen, irmão mais novo do Rei; Paddy Considine será o Rei Viserys; Fabien Frankel será Ser Criston Cole, membro da guarda do Rei Viserys I Targaryen; Rhys Ifans será Otto Hightower, a Mão do Rei; Steve Toussaint será Lorde Corlys Velaryon, a Serpente do Mar; Eve Best será a princesa Rhaenys Velaryon; Sonoya Mizuno será Mysaria, uma das aliadas mais confiáveis (e mais improváveis) do Príncipe Daemon Targaryen, herdeiro ao trono; e Graham McTavish num papel não revelado; e Milly AlcockEmily Carey serão as jovens Rhaenyra Targaryen e Alicent Hightower, respectivamente.

Os 10 Melhores Álbuns Internacionais dos anos 1990

Os anos 1990 foram marcados por uma profunda revolução musical que não apenas comportava a exaltação de um gênero, mas de vários estilos fonográficos que dominaram o cenário mainstream e caíram no gosto popular – marcando, para sempre, a cultura pop.

Apenas a encargo de exemplificação, podemos citar clássicas produções como Nevermind, da banda Nirvana; Ray of Light, da rainha Madonna; ‘The Miseducation of Lauryn Hill, o icônico e único álbum de Lauryn Hill; e vários outros.

Pensando nisso, preparamos uma lista com os dez melhores álbuns internacionais da década de 1990, focando no impacto que trouxeram para o escopo do entretenimento e na recepção que tiveram.

Confira abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual o seu favorito:

10. CRAZYSEXYCOOL, TLC (1994)

Os anos 1990 foram marcados pela ascensão de diversos grupos musicais masculinos e femininos – e é claro que as mulheres dominavam as paradas ao redor do mundo, principalmente no gênero pop e R&B. Em 1994, o trio conhecido como TLC causava impacto gigantesco com o lançamento de ‘CrazySexyCool’, segundo álbum de estúdio que contou com nada menos que quatro singles, incluindo a icônica faixa “Waterfalls”. Aqui, o grupo ajudou a popularizar ainda mais o R&B e o hip hop através de narrativas de amadurecimento e explorações sobre sexualidade, romantismo e a experiência do novo.

9. WHEN THE PAWN…, Fiona Apple (1999)

Fiona Apple é, até hoje, um dos nomes mais originais da indústria fonográfica – e, por essa razão, tem poucos discos ao longo de sua carreira. E, antes de lançar o memorável ‘Fetch the Bolt Cutters’ em 2020, ela havia finalizado a década de 1990 com ‘When the Pawn…’ (versão encurtada de um longo título que, na verdade, é um poema assinado pela cantora e compositora). Trazendo uma mistura explosiva de art rock, rock alternativo, art pop e jazz fusion, o compilado contou com três singles e foi ovacionado pela crítica mundial por sua extravagante arquitetura.

8. ONE IN A MILLION, Aaliyah (1996)

Assim como alguns dos maiores nomes da música, Aaliyah nos deixou muito cedo – mas não antes de imortalizar um legado que a alcunhou de Princesa do R&B e de Rainha do Pop Urbano. Em 1996, a artista entregaria o atemporal ‘One In a Million’, seu segundo álbum de estúdio e, de fato, o melhor de sua carreira, que trouxe nada menos que seis singles promocionais e influenciou gerações de artistas, como, mais recentemente, Frank Ocean, SZA, Jhené Aiko e Drake (que ajudaram a eternizar ainda mais o estilo único de Aaliyah).

7. OK COMPUTER, Radiohead (1997)

É notável que, a partir dos anos 2000, o rock começou a perder força no cenário mainstream, dando lugar ao pop, ao R&B e ao EDM, para citar alguns gêneros. Mas, nos anos 1990, é notável como o estilo dominava as paradas e as playlists ao redor do mundo – auxiliado por bandas como Radiohead. Em 1997, o grupo lançou o ovacionado ‘OK Computer’, uma sorumbática epopeia que narra um mundo distópico fragmentado pelo consumismo desenfreado, pelo capitalismo predatório e pela alienação social, apostando no art rock e no rock progressivo para dar vida a esse épico e crítico enredo.

6. AQUEMINI, OutKast (1998)

‘Aquemini’ é um dos discos mais inesperados dos anos 1990. Encabeçado pelo duo conhecido como OutKast, o título faz alusão aos signos de seus membros: Aquário (de Big Boi) e Gêmeos (André 3000) – e a decisão de construir um portmanteau serviria como base para a influência do hip hop, do funk, do soul, do country e do gospel presente no álbum. Conhecendo a já solidificada carreira da dupla, a obra discorre sobre temas como individualidade, relações interpessoais e conflitos internos, sendo elogiado pela crítica em unanimidade surpreendente.

5. HOMOGENIC, Björk (1997)

Björk carrega consigo uma identidade única e peculiaridades que não podem ser encontradas em nenhum outro artista – desde seus inesperados vocais até suas produções conceituais e complexas que exploram os âmagos e os anseios da alma humana. E isso não seria diferente com ‘Homogenic’: considerado a obra-prima da artista islandesa, o álbum amalgama com perfeição a música eletrônica, o trip hop, o art pop e as pulsões experimentais que renderam cinco singles que prestaram tributo à sua terra natal.

4. RAY OF LIGHT, Madonna (1998)

Considerado por muitos como um dos melhores álbuns da rainha do pop, Ray of Light foi lançado em 1998 e representa um dos ápices do fin-du-siècle. O sucesso do álbum foi tamanho que Madonna foi indicada a nada menos que seis categorias do Grammy Awards, levando para casa quatro estatuetas (as primeiras nas categorias musicais da artista); mais do que isso, em um momento em que as boybands e os girlgroups ganhavam força, e com a insurgência de nomes como Christina Aguilera e Britney Spears no cenário adolescente, Madonna precisava manter-se ativa e, depois de seu sétimo lançamento de estúdio, credita-se a ela a globalização da música eletrônica, que, até então, restringia-se às inventivas inflexões europeias.

3. NEVERMIND, Nirvana (1991)

São poucas as pessoas que nunca ouviram falar da banda de rock Nirvana – e, principalmente, o álbum que é considerado como o melhor do grupo e um dos definidores dos anos 1990: Nevermind ajudou a popularizar o gênero conhecido como grunge e é um dos grandes representantes da “era dos álbuns” do cenário fonográfico, sendo um dos mais vendidos ao redor do mundo. E isso não é tudo: guiado pelo impecável lead single “Smells Like Teen Spirit”, o compilado é uma montanha-russa dilacerante de emoções, oscilando entre o obscuro e o humor de forma fluida, além de promover um discurso anti-establishment que é próprio do gênero em questão.

2. LOVELESS, My Bloody Valentine (1991)

Se você nunca ouviu falar da banda de rock My Bloody Valentine, não tem ideia do que está perdendo – e, em 1991, lançariam um surpreendente álbum de estúdio intitulado Loveless. O compilado posta-se como um apogeu emblemático da criação artística, promovendo uma mixórdia retumbante de gêneros não muito conhecidos dentro do escopo musical, como o shoegaze, o dream pop, o noise pop e o noise rock. Um dos aspectos mais interessantes do disco é o fato dele ter sido acompanhado por apenas um single promocional e contar com uma produção extremamente meticulosa e, ao mesmo tempo, dissonante.

1. THE MISEDUCATION OF LAURYN HILL, Lauryn Hill (1998)

Imagine lançar apenas um álbum de estúdio, levar o prêmio máximo do Grammy para casa e depois se aposentar da carreira musical?

Pois foi isso que Lauryn Hill fez em 1998: após o lançamento de ‘The Miseducation of Lauryn Hill, a rapper fez história ao quebrar inúmeros recordes de vendas e de premiações, consagrando-se como a detentora do álbum de neo-soul mais comercializado de todos os tempos e de um legado infindável que, através de uma repaginação do cenário mainstream, influenciou nomes como Beyoncé, Nicki Minaj, Lucinda Williams, Adele, Ariana Grande e outros. Não é por qualquer motivo, pois, que Hill ocupe merecidamente o primeiro lugar de nossa lista – merecendo ser redescoberta ano após ano pelo impacto que causou com apenas um compilado de originais.

Crítica | ‘Cinema é uma Droga Pesada’ – Ótimo filme francês que expõe o processo criativo e joga uma luz nas produções audiovisuais

Divertido e com profundos dizeres sobre uma produção cinematográfica. Exibido no Festival Varilux de Cinema Francês do passado, o longa-metragem Cinema é uma Droga Pesada expõe o processo criativo e joga uma luz nas produções audiovisuais com uma metalinguagem que se amplifica dentro de uma narrativa inteligente apresentando vários olhares dentro de uma mesma situação que se torna ampla, seguindo na lógica convincente de um filme dentro de outro. Dirigido pelo experiente cineasta francês Cédric Kahn, o projeto, que possui um título certeiro, traz reflexões encantadoras e gera boas risadas.

Na trama, somos apresentados a uma nova produção do cinema francês, um filme que aborda uma relação conflituosa entre a classe operária e seus patrões. Assim, atrás das câmeras vemos os bastidores com a visão de Simon (Denis Podalydès), um cineasta que chegou aos limites em muitos pontos de sua vida, inclusive com problemas no relacionamento familiar consumido por sua dedicação intensa ao seu ofício, que percebe aos poucos perder o controle sobre seu novo trabalho. Outras histórias vistas nesses bastidores acabam se juntando aos poucos.

As variáveis humanas dentro de um indústria que preza pelo capital. Triturando as camadas do audiovisual, e toda a concepção de uma série de dias de filmagens, Cinema é uma Droga caminha, através de ótimos personagens, pelo processo criativo de transformar em imagens e movimento as linhas de um roteiro. Mas isso seria muito trivial se estacionasse na superfície, o que não é o caso. Os cortes no orçamento, as variáveis incontroláveis, as relações interpessoais, os longos embates sobre os rumos do processo final, a visão macro da direção e artistas são destrinchadas em ótimos diálogos.

Há um interessante elo, talvez visto por alguns como uma crítica social, sobre o tema do filme que estão gravando e a situação que passa a produção. A classe operária e embates com os patrões e os tais vários olhares dentro de uma mesma situação, antes de mais nada, reflete da ficção à realidade. Dessa forma construtiva, a metalinguagem escancarada se torna um alicerce de conclusões diversas, um ponto importante para fazer sentido tudo que quer ser transmitido.

Outro elemento importante e muito bem conduzido pela ótima direção de Kahn, são as subtramas se encaixando de forma atinada, virando um trunfo de um roteiro que consegue se moldar tendo como ponto em comum o alvo do discurso. O elenco é fantástico, encabeçado pelos ótimos Denis Podalydès e Emmanuelle Bercot ajudam a traduzir os conflitos que passam seus personagens, transformando o caos emocional em carismáticos retratos de almas em eternos embates existenciais.

Cinema é uma Droga Pesada foi um dos destaques da ótima seleção do Festival Varilux de Cinema Francês 2023. Um filme cheio de verdades que os estudantes de cinema precisam olhar com atenção.

 

‘Grey’s Anatomy’ é RENOVADA para a 21ª temporada

A ABC renovou oficialmente o popular drama médico ‘Grey’s Anatomy‘ para a 21ª temporada.

De acordo com o Deadline, o próximo ciclo contará com 18 episódios.

“A lealdade e o amor dos fãs da série nos levaram a essa história décima primeira temporada. Eu não poderia estar mais grata,” declarou a criadora e produtora Shonda Rhimes. Meg Marinis como nossa showrunner é responsável por manter essa narrativa vibrante, interessante e viva. Mal posso esperar para saber o que a próxima temporada nos reserva.”

Apesar de não fazer mais parte do elenco fixo da produção, Ellen Pompeo deve continuar fazendo participações especiais como Meredith Grey, além de narrar todos os capítulos da série.

Criada por Shonda Rhimes, a série atualmente é comandada pela showrunner Meg Marinis.

A trama segue a vida pessoal e profissional de cirurgiões e internos no Hospital Memorial Grey Sloan.

‘Young Sheldon’: Foto dos bastidores mostra o último jantar da familia Cooper

Young Sheldon, o spin-off de The Big Bang Theory, está em seu sétimo e último ano, e em clima de despedida, a atriz Raegan Revord, que interpreta Missy Cooper, compartilhou uma imagem dos bastidores da série.

Na imagem, vemos os membros da família Cooper de mãos dadas, em seu último jantar em família.

“A última cena do jantar em família foi emocionante de filmar. Iniciamos o programa com essa cena, onde conhecemos pela primeira vez a família Cooper, que rapidamente se tornou um elemento essencial no show. Sempre adorei filmar essas cenas porque nos uniam como elenco, como uma verdadeira família. Sentar à mesa, compartilhar uma refeição e colocar a conversa em dia uns com os outros me fez sentir em casa, ao lado das pessoas que amo”, escreveu Revord.

Lembrando que o último episódio da série será lançado no dia 16 de maio e contará com a participação de Jim Parsons e Mayim Bialik, reprisando seus papéis como Sheldon Cooper e Amy Farrah Fowler.

Vale lembrar que a CBS deu sinal verde para um spin-off focado nos personagens Georgie (Montana Jordan) e Mandy (Emily Osment). A produção acompanhará o casal enquanto eles cuidam de sua jovem família no Texas e precisam lidar com os desafios da vida adulta.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A produção foi criada por Chuck LorreSteven Molaro.

Nessa história, conhecemos a infância do jovem cientista Sheldon Cooper. O projeto mostra tudo aquilo que é referenciado na série original, como a avó do personagem e seu relacionamento com seus irmãos e pais.

O elenco conta com Iain Armitage, Zoe Perry, Lance Barber, Montana Jordan, Raegan Revord, Annie Potts, Matt Hobby, Wyatt McClure e Emily Osment.

Jim Parsons, o Sheldon Cooper da série original, serve como narrador dos episódios.

No Brasil, a série é exibida pelo serviço de streaming da Globo Play.

Dafne Keen é destaque nas imagens INÉDITAS de ‘Star Wars: O Acólito’; Confira!

EW divulgou com exclusividade novas imagens oficiais de ‘O Acólito’, aguardada série derivada de ‘Star Wars‘, que estreia em 04 de junho no Disney+.

As fotos dão destaque a Jecki Lon, jovem padawan interpretada por Dafne Keen (‘Fronteiras do Universo’).

Confira, junto ao trailer, e siga o CinePOP no YouTube:

Criada por Leslye Headland“‘Star Wars: The Acolyte é um thriller de mistério que levará os espectadores a uma galáxia de segredos sombrios e poderes emergentes do lado sombrio nos dias finais da era da Alta República. Na trama, uma ex-Padawan se reúne com seu Mestre Jedi para investigar uma série de crimes, mas as forças que eles enfrentam são mais sinistras do que imaginavam”.

Anteriormente, o Sindicato dos Roteiristas anunciou os nomes que estarão por trás dos 8 episódios da aguardada série.

A distribuição dos episódios ficou assim:

Episódio 1: Leslye Headland (‘Boneca Russa’)
Episódio 2: Jason Micallef (‘Heathers’) e Charmaine DeGrate (‘A Casa do Dragão’)
Episódio 3: Jasmyne Flournoy (‘Falcão e o Soldado Invernal’) e Eileen Shim (‘A Casa do Dragão’)
Episódio 4: Claire Kiechel (‘Watchmen’) e Kor Adana (‘Mr. Robot’)
Episódio 5: Kor Adana e Cameron Squires (‘WandaVision’)
Episódio 6: Jason Micallef e Jocelyn Bioh (‘Boneca Russa’)
Episódio 7: Charmaine DeGrate, Jen Richards (‘Blindspotting’) e Jasmyne Flournoy
Episódio 8: Jason Micallef

Em outra entrevista, também para o Collider, a atriz Jodie Turner-Smith contou alguns detalhes sobre sua personagem, que também não foi revelada oficialmente. Ela adiantou que não está interpretando uma Jedi.

“Eu não consegui usar um sabre de luz”, diz ela. “Porque eu não sou uma Jedi!”

Ela também revelou que não contracenou diretamente com a atriz protagonista da série, Amandla Stenberg. Turner-Smith também contou como se sentiu quando esteve no set de filmagens pela primeira vez.

“Em primeiro lugar, quando que você entra em um desses sets, você pensa: ‘ok, eles têm dinheiro. É uma produção milionária’ […] É uma experiência muito legal e surreal. Esse foi definitivamente um dos melhores momentos que pude realizar da minha lista de desejos.”

O elenco ainda conta com Lee Jung-jae, Dafne Keen e Dean-Charles Chapman.

 

‘Coringa: Delírio a Dois’ ganha cartaz nacional; Saiba quando sai o trailer!

Através das redes sociais, foi divulgado um cartaz inédito de Coringa: Delírio a Dois, a sequência do aclamado filme de 2019.

O primeiro trailer será lançado no dia 9 de abril, durante a CinemaCon 2024 – evento que terá cobertura In Loco do CinePOP

Confira:

O longa será um musical maníaco com Joaquin Phoenix reprisando o papel do Coringa e Lady Gaga interpretando Arlequina. A decisão de transformá-lo em um musical dividiu os fãs, mas o filme está sendo descrito como um “jukebox”.

Para quem não está familiarizado, musicais jukebox são aqueles que usam canções populares interpretadas pelos próprios atores, como vimos em ‘Mamma Mia!’ e ‘Moulin Rouge!’.

Segundo a Variety, o filme apresentará pelo menos 15 reinterpretações de músicas “muito conhecidas”, além de algumas canções originais. Uma das músicas em destaque será “That’s Entertainment”, do musical ‘The Band Wagon’ (1953).

O orçamento do filme está estimado em cerca de US$ 200 milhões, sendo um dos lançamentos mais aguardados da Warner.

Lembrando que Coringa: Folie à Deux estreia em 04 de outubro de 2024.

Confira as fotos, com a nova logo:

Vale destacar que Folie à Deux é um termo que significa “psicose compartilhada”, o que pode ser referência ao fato de que Gaga irá interpretar Arlequina.

Lançado em 2019, ‘Coringa‘ ultrapassou a impressionante marca de US$ 1 bilhão nas bilheterias mundiais, a partir de um orçamento de apenas US$ 70 milhões.

‘O Véu’: Série de SUSPENSE com Elisabeth Moss estreia este mês no Star+!

O Véu‘ (The Veil), nova série de suspense estrelada por Elisabeth Moss (‘O Homem Invisível’), estreia este mês no catálogo do Star+.

A produção chega à plataforma de streaming no próximo dia 30 de abril, com a exibição dos dois primeiros episódios.

Descrita como um “thriller sufocante”, a trama vai girar em torno da perigosa relação entre duas mulheres que jogam um jogo mortal de verdade e mentiras no caminho de Istanbul para Paris e Londres. Uma das mulheres tem um segredo, e a missão da outra é revelá-lo antes que milhares de vidas sejam perdidas.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Steven Knight, da aclamada ‘Peaky Blinders‘, é responsável pelo projeto, além de servir como produtor executivo ao lado de Moss.

O elenco ainda conta com Josh Charles, Dali Benssalah, Yumna Marwan e Haluk Bilginer.

“Estou animado em poder contar essa história, que é internacional e muito contemporânea,” declarou Knight em comunicado oficial. “Nós reunimos alguns dos maiores talentos da indústria. Trabalhar com a Denise Di Novi é sempre um prazer e eu sempre quis trabalhar com a Elizabeth Moss. E, claro, eu e a FX somos velhos amigos. Acredito que esse será um evento histórico na televisão.”

‘Jane’: 2ª temporada da série educativa ganha trailer e data de estreia; Confira!

Apple TV+ divulgou o trailer oficial da 2ª temporada de Jane, série live-action e animada de aventura educativa que gira em torno de uma menina que quer salvar os animais.

Além disso, foi revelado que o novo ciclo chega à plataforma de streaming no dia 19 de abril.

Uma jovem ambientalista, que idolatra a antropóloga Jane Goodall e se inspira fortemente em seu trabalho, parte em uma aventura com sua melhor amiga e um chimpanzé para proteger os animais selvagens do mundo.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

A série foi criada por  J. J. Johnson.

O elenco conta com Ava Louise MurchisonMason BlombergTamara AlmeidaDan AbramoviciJazz AllenSam Marra e outros.