A produção da 5ª temporada de ‘Riverdale‘ já começou e embora poucos detalhes a respeito do vindouro ciclo tenham sido divulgados, um novo anúncio foi feito, confirmando que a atriz Erin Westbrook entrou para o elenco regular da série.
Segundo o portal ComicBook.com, Westbrook interpretará Tabitha Tate, uma mulher ambiciosa e empreendedora, neta de Pop Tate. Ela veio à cidade de Riverdale para assumir o comando da lanchonete Pop’s Chock’lit Shoppe, a fim de transformá-la em uma franquia.
Westbrook é mais conhecida por ter interpretado a líder de torcida Bree em sete episódios da série ‘Glee‘, que contou com Roberto Aguirre-Sacasa, showrunner de ‘Riverdale’, como o produtor. Além disso, a atriz também participou de ‘Insatiable‘.
Lembrando que o novo ciclo fará um generoso salto temporal de sete anos em sua narrativa. A informação foi confirmada no passado recente pela atriz Lili Reinhart, durante sua participação no talk show The Tonight Show Starring Jimmy Fallon.
Segundo ela, essa grande mudança trará um renovo para a narrativa:
“Na 5ª temporada eu creio que nós faremos um salto temporal de sete anos para o futuro, então não seremos mais adolescentes. Eu estou muito empolgada com isso. Eu acho que será legal interpretar um adulto. Mas além disso, eu fico muito feliz pelo fato do Roberto [Aguirre-Sacasa], nosso showrunner, ter tido essa percepção de ‘sim, vamos renovar a série’. Sabe, não vamos ficar presos no Ensino Médio por sete anos”.
No Brasil, a série é transmitida pela Warner.
Assista ao trailer:
Criada por Roberto Aguirre-Sacasa, a série é baseada nos quadrinhos do Archie Comics.
A pequena e tranquila cidade de Riverdale fica de cabeça para baixo quando é atingida pela misteriosa morte de Jason Blossom, um garoto popular do ensino médio e membro da família mais poderosa da cidade. Archie Andrews, Betty Cooper, Veronica Lodge, Jughead Jones, Cheryl Blossom, Josie McCoy e seus amigos exploram os problemas da vida cotidiana na pequena cidade, enquanto investigam o caso de Jason Blossom. Mas, para resolver este mistério, o grupo de amigos deve descobrir os segredos que estão enterrados profundamente na superfície da cidade, pois Riverdale pode não ser tão inocente como parece.
Atormentado por seu passado e cumprindo uma punição como operador de chamadas de emergência, Joe é como um vulcão em erupção. De temperamento explosivo e cercado por uma sucessão de acontecimentos caóticos e efervescentes, ele consome suas horas entre seus próprios dilemas familiares e casos repentinos que exigem um nível de autocontrole emocional surpreendente. E entre uma ocorrência emergencial e outra, o policial em detenção acabará envolto em uma espiral de redenção, ao receber uma desesperada chamada que vai levá-lo a uma poderosa e catártica jornada de traumas e cura, no avassalador O Culpado, remake do aclamado polonês, Culpa.
Antoine Fuqua sabe como elevar o nível de suas narrativas com sua direção sempre precisa e tantas vezes intimista. E ele faz de O Culpado uma experiência profundamente sinestésica e inquietante, tomando a audiência de forma abrupta e repentina para dentro de uma epifania onde traumas e dilemas éticos, morais, pessoais e psicológicos entram em um grande colapso. Aqui, o filme centra-se em Jake Gyllenhaal e em sua performance arrebatadora, que só fortalece o talento do ator, bem como a preciosidade de sua parceria profissional com Fuqua.
E com uma direção focada na linguagem corporal e expressividade de Gyllenhaal, vivemos os mesmos tremores e a angústia de seu personagem, que tenta administrar suas próprias inseguranças de um futuro profissional incerto, à medida em que tenta ser o lado mais forte de um mesmo espectro onde parece existir apenas dor, sofrimento e tensão constantes. Com sua narrativa centrada praticamente em um único ambiente, o filme sufoca a audiência e o protagonista, tornando a experiência cinematográfica uma pulsante descarga de adrenalina.
Com pouquíssimos respiros, O Culpado não nos dá tempo de relaxar e vai exigir da audiência o mesmo que o original assim o fez: Um bom coração disposto a suportar a intensidade de uma trama que não quer descansar e que vai desafiar os sentidos, com reviravoltas que desafiam o psicológico. Como um filme de ação que opera única e exclusivamente no imaginário do público e do protagonista, o longa consegue ser categórico em todos os elementos que apresenta. Visceral e conflitante, ele beira a um relato documental que desafia os nossos sentidos a cada instante.
Fortalecendo o seu nome como um cineasta preciso e cirúrgico quando se trata de filmes de ação e suspense, Fuqua faz desse remake deCulpa uma experiência válida e deliciosa e ainda consegue colocar sua própria assinatura. Dirigindo Gyllenhaal com maestria e trazendo um elenco de vozes poderosas, formado por Peter Sarsgaard, Ethan Hawke, Paul Dano e Riley Keough, o cineasta responsável pelo aclamado Dia de Treinamento explora os ângulos a seu favor, sempre posicionando o astro como um elemento pequeno diante de uma enorme engrenagem, deslocando para o centro e extremidades do quadro,
fazendo contrastes entre ele e o ambiente que o cerca. Uma catarse sobre saúde mental,O Culpado entrega um final revigorante, que honrando a audiência, honra também o seu original.
O elenco do longa ‘The Very Best People‘ acaba de ganhar reforços de peso com a entrada de Jaimie Alexander (Thor), Chloe Fineman (Saturday Night Live) e Cathy Moriarty (Touro Indomável).
Segundo o Deadline, a produção da comédia de suspense, que marca a estreia do vencedor do Tony AwardBrian Swibel na direção de longas, já está em andamento em Nova York.
Detalhes sobre os personagens e o enredo seguem sob sigilo, mas o filme é baseado na peça homônima de John Lavelle, encenada pela IAMA Theatre Company no segundo semestre de 2024. O roteiro foi adaptado por Lavelle, Swibel e Craig Cox (Blades of Glory).
Produzido pelo estúdio Triptyk, que estreia no cinema narrativo com este projeto, o filme conta ainda com produção de Brent Emery, Justin Klosky, Alex Peace-Power, Tara Smith e Bita Khorrami.
A veterana Bonnie Timmermann também assina a produção. Já as vendas internacionais estão a cargo da Upgrade, com o grupo UTA Independent Film Group representando os direitos domésticos.
Conhecida por viver a guerreira Lady Sif no universo Marvel e estrelar a série ‘Blindspot‘, Jaimie Alexander também retorna em breve à série ‘It’s Always Sunny in Philadelphia‘.
Chloe Fineman, destaque no elenco do SNL, integra diversos projetos em alta, como ‘Uma Sexta-Feira Mais Louca Ainda‘ e ‘The Dink‘.
Já Cathy Moriarty, indicada ao Oscar por ‘TouroIndomável‘, tem uma longa trajetória no cinema e televisão, com participações em clássicos como ‘Um Tira no Jardim de Infância‘ e ‘Nunca Fui Santa‘.
Com elenco estrelado e roteiro baseado em uma peça aclamada, ‘The Very Best People‘ promete ser uma combinação de suspense e humor afiado — e deve chamar atenção nos festivais e salas nos próximos meses.
O Google divulgou o levantamento de produções brasileiras para a TV mais buscadas em 2017. ’13 Reasons Why’, ‘Dragon Ball Super’ e ‘Game of Thrones’, sendo as séries estrangeiras mais buscadas no Brasil.
Já no mundo, ‘Stranger Things’ lidera disparada como a mais popular do Google. Confira as litas:
Mais buscadas no Brasil:
1. Big Brother Brasil
2. A Fazenda
3. A Força do Querer
4. 13 Reasons Why
5. A Lei do Amor
6. Rock Story
7. Dragon Ball Super
8. Galinha Pintadinha
9. Carinha de Anjo
10. Game of Thrones
O artista Robert Vargas publicou uma imagem dos bastidores do Dark Universe, indicando que novos longas-metragens estão chegando: “Coisas de monstros em desenvolvimento! Fiquem ligados”, ele diz. Confira:
Ed Solomon anunciou sua saída do projeto, alegando diferenças criativas com a produtora:
“Acho que a Universal e eu tínhamos ideias muito diferentes do que este filme seria. Comecei a pensar que nossas ideias estavam derretendo e que deveria ter ouvido de mais perto o que eles realmente queriam desde o início. Acho que está na hora da Universal parar e pensar: “O que nós estamos fazendo com o Universo de Monstros” e “Qual nossa real intenção com ele?”. Eles estão reconfigurando as coisas agora, o que é bom. Mas não estou mais trabalhando com isso”
Johnny Depp iria protagonizar a nova versão do clássico de 1933 e, com a saída de Solomon, o futuro da produção é incerto.
Apesar dessa baixa, o diretor de ‘A Noiva de Frankenstein‘, Bill Condon, estaria reunindo uma equipe para começar as filmagens em breve.
Cada um dos personagens ganharia um filme solo que farão parte do mesmo universo, podendo assim ter uma reunião no futuro, assim como a Marvel fez com seus Vingadores.
‘Homem Invisível’ já tinha virado filme em 1933, com roteiro assinado pelo próprio Wells, que acompanhou a história do Dr. Jack Griffin, cientista devotado que encontra uma maneira de ficar invisível, mas no processo se torna um assassino insano.
A DC lançou um teaser bem curtinho de ‘Aves de Rapina‘. A história do grupo feminino liderado, provavelmente, pela Harley Queen (Margot Robbie) deve chegar no comecinho do ano que vem e já começou a mostrar aos fãs a que veio! Confiram alguns destaques que fizemos do material divulgado!
PARA MAIORES?
O Gesso colorido de Cassandra Cain (Ella Jay Basco) é uma sopa de easter eggs! É possível ver a palavra MagiC, com o “C’ reproduzindo o símbolo da personagem Magia, interpretada por Cara Delevingneem Esquadrão Suicida. A arma da Arlequina também aparece, assim como uma flecha, que pode ser uma referência ao Pistoleiro (Will Smith)- que nunca erra o alvo, ou até mesmo da Caçadora (Mary Elizabeth Winstead), que está no filme. Além disso, os diversos palavrões escritos e exibidos na tala podem indicar um filme para maiores. Será?
CAÇADORA
A musa nerd Mary Elizabeth Winstead volta a protagonizar um filme baseado em quadrinhos após vários anos. Seu trabalho mais famoso é em Scott Pilgrim Contra o Mundo, onde interpretou Ramona Flowers.
Agora num papel bem mais badass, Mary será a Caçadora. Seu visual não está fiel aos quadrinhos, mas está muito melhor, e mais importante: crível.
CANÁRIO KAROKÊ
A Canário Negro também está no filme e será vivida por Jurnee Smollett-Bell. Sua aparição com um microfone pode indicar várias coisas, como também pode ser apenas um meio de exibir uma personagem cuja habilidade é o grito sônico. Nos quadrinhos, houve uma fase em que a Canário usou sua voz para tentar carreira na música, pode ser uma referência marota. Eu, sinceramente, espero que seja uma cena na qual ela surge como entretenimento e acaba com os vilões com um brado retumbante.
VICTOR ZSASZ
Zsasz já havia aparecido na trilogia do Batman de Cristopher Nolan, mas apenas como um easter egg. Em Aves de Rapina, ele deve ser o vilão secundário. Ele é um psicopata que se corta a cada vítima feita (fala, meu Killmonger). Sua característica principal são as cicatrizes horríveis pelo corpo. Nessa versão, ele será vivido por Chris Messina.
MÁSCARA NEGRA
Ewan McGregor deu as caras como um dos vilões mais sombrios do Batman, o Máscara Negra. Nos quadrinhos, ele usa uma máscara preta de Caveira para esconder sua identidade. Mais tarde, seu rosto acaba sendo desfigurado e ele adota a tal máscara para não mostrar a cara deformada. Talvez isso aconteça ainda nesse filme. Mas correria o risco de ouvir comparações com o visual doCaveira Vermelha, da Marvel.
ZATANNA?
Uma coisa bastante intrigante desse teaser são as cartas. Elas aparecem na correntinha da Arlequina e no gesso de Cassandra. A primeira personagem feminina badass que me vem em mente e que poderia aparecer de surpresa na trama é Zatanna. Seria incrível, não? Outro pingente de Harley mostra o nome Bruce. Será que a “Monstrinha do Papai” trocou o “Daddy Joker” pelo Batminho?
‘O Clube dos Canibais’ é uma experiência imersiva no cruel mundo daqueles que detêm a pequena concentração de riqueza no Brasil. Justamente por isso, faz-se necessário realizar a crítica desse filme em diálogo com o insurgente ‘Bacurau’ – portanto, fica o alerta de spoilers.
Em ‘O Clube dos Canibais’ conhecemos Gilda (Ana Luiza Rios) e Otávio (Tavinho Teixeira), um casal aristocrático da alta classe cearense, que claramente faz sua fortuna em cima da exploração da mão de obra e da instauração do medo na região. Magnatas do sertão, o casal tem uma peculiaridade: em uma espécie de jogo doentio, Gilda induz seus funcionários a terem relações sexuais intensas com ela, mas, antes do ápice, os parceiros são assassinados pelo marido dela, que posteriormente corta os cadáveres em pedaços e os assa num churrasco, do qual os dois se alimentam em uma dieta especial.
Gilda tem predileção pelos caseiros da mansão, ao ponto de fazer o processo de seleção baseada no corpo e na estética dos candidatos. Em contrapartida, esse fetiche perverso e cruel é, também, o motivo que reúne os participantes do tal ‘Clube dos Canibais’ – reuniões nas quais dez homens brancos, héteros e do bem se encontram para voyeurmente observar um homem e uma mulher – negros e previamente selecionados – terem relações sexuais diante de uma câmera (a qual eles assistem impassivelmente, ao vivo), para em seguida serem mortos e degustados.
Fazendo uso da grande alegoria do cinema de gênero, o diretor e roteirista Guto Parente traça, através do terror, um retrato da sociedade patriarcal, coronelista, racista e hipócrita que fundamenta a nossa sociedade brasileira. O tom político fica evidente não só na distância entre os dois núcleos (em determinada cena, em uma festa requintada à beira da praia, beira a cafonice ver a comitiva da alta classe toda vestida e falando como se estivesse na Europa, e não na praia de Guajiru, em oposição ao quartinho do caseiro, com uma janela minúscula e que é, na verdade, o depósito de material de limpeza), mas também na condução do roteiro, que acentua essa distância para, em seu final, dialogar diretamente com ‘Bacurau’. Para quem já viu o filme de KleberMendonça Filho e Juliano Dornelles, é como se ‘O Clube dos Canibais’ mostrasse o outro lado da trama, o lado daqueles que – salvo na possibilidade da ficção – de fato detêm as rédeas do jogo na realidade.
Para quem está indo atrás dos elementos de terror, o longa de 81 minutos traz poucas – porém impactantes – cenas, funcionando mais como um suspense dramático e político com cenas explícitas de terrorgore, com representação bem evidente de mutilação. O que se sobressai mesmo são as cenas de sexo – bem longas, bastante plásticas e críveis.
Para aqueles que acham que a crítica social em ‘O Clube dos Canibais’ é fantasiosa, que os “homens distintos e leais a valores universais continuarão dignos das posições privilegiadas de direito que possuem”, como discursa o presidente do clube, Borges (Pedro Domingues), vale ressaltar que o longa é baseado numa história real, ocorrida entre 1864 e 1865 em Porto Alegre, na qual se baseou o livro “O Maior Crime da Terra”, do escritor e historiador Décio Freitas.
Como veem, as relações de classe e de poder permanecem sendo a grande tensão social de nosso país, e ‘O Clube dos Canibais’ faz uma releitura sórdida e atualíssima de um episódio macabro da nossa história social.
‘Vingadores: Guerra Infinita‘ foi um dos grandes sucessos de 2018, fazendo com que as expectativas em relação à ‘Ultimato‘ sejam ainda maiores.
Em nova entrevista, os irmão Joe e Anthony Russo explicaram como o universo e Thanos mudaram depois dos eventos do clímax do último filme:
“Tudo está se passando imediatamente depois de ‘Guerra Infinita‘. O universo inteiro experimentou o mesmo destino e todos se uniram por conta disso. Já Thanos está aposentado. Ele cumpriu sua missão.”
Além disso, para os irmãos Russo, superar a qualidade e o sucesso de ‘Guerra Infinita‘ será um verdadeiro desafio.
Em uma entrevista recente, Joe Russo comentou sobre o trabalho investido para fazer com que todo o MCU culmine nos eventos do último capítulo dos ‘Vingadores‘.
Disse:
“Nós queremos superar o sucesso de ‘GuerraInfinita‘ com muito trabalho. E se vamos ou não conseguir fazer isso, não sei dizer. Mas tentamos contar a melhor história que poderíamos com esses personagens. Esse filme vai trazer o encerramento da primeira década de uma sucessão de histórias. Isso, por si só, já possui uma enorme carga dramática. Nós discutimos o título, discutimos a respeito do trailer. A última coisa que queremos fazer é dar qualquer pista sobre a estrutura e o tom da produção”.
AnthonyRusso também comentou sobre o desenrolar da produção, a partir dos eventos de ‘Guerra Infinita’:
“Esses personagens fazem parte de uma história que está seguindo adiante de onde ‘GuerraInfinita‘ parou. O universo inteiro passou pelo mesmo destino e foi trazido para essa experiência”.
Com a culminação de 22 filmes interconectados, o quarto filme da saga dos Vingadores fará público testemunhar o ponto crítico desta jornada épica. Nossos amados heróis perceberão o quão frágil é a realidade, e também os sacrifícios que precisam ser feitos para defendê-la.
Segundo a Variety, Elizabeth Banks (‘Brightburn – Filho das Trevas’) irá dirigir e produzir a série de drama ‘Over My Dead Body’, baseada no podcast homônimo do canal Wondery.
A história gira em torno de Dan e Wendi, dois advogados de acusação cujo casamento foi divulgado pelo jornal New Tork Times. Entretanto, o “casal perfeito” encontra diversos obstáculos que culminam em uma triste separação, um divórcio pior ainda, e um assassinato envolvendo um time de executivos de alto-escalão e conspiradores inesperadamente perigosos.
Max Handelman e Dannah Shinder entram como produtores executivos.
Banks recentemente estrelou o terror ‘Brightburn’ e está cotada para dividir os holofotes com Cate Blanchett na nova minissérie da FX, ‘Mrs. America’. A atriz e produtora também é conhecida por seus papéis em ‘Power Rangers’ e nas franquias ‘Jogos Vorazes’ e ‘A Escolha Perfeita’. Ela também fica responsável pela nova versão do filme ‘As Panteras’, reunindo-se com Naomi Scott.
O superespião Lance Sterling (Will Smith) e o cientista Walter Beckett (Tom Holland) são completamente opostos. Lance é sofisticado, elegante e atraente. E Walter… não. Mas a habilidade social que falta em Walter é compensada por sua esperteza e uma fantástica capacidade de inventar, o que o permite criar apetrechos incríveis para Lance usar em suas missões épicas. Mas quando algo inusitado acontece, Walter e Lance terão que confiar um no outro de um jeito completamente diferente. E se essa dupla estranha não conseguir trabalhar como um time, o mundo todo estará em perigo.
Em apoio ao movimento #BlackLivesMatter (#VidasNegrasImportam), o roteirista Henry Gayden, que assinou a história de ‘Shazam!’, revelou em seu Twitter oficial que irá divulgar cenas do filme que nunca foram rodadas.
Segundo a legenda, “por sete dias, eu irei postar cenas nunca rodadas de ‘Shazam!’ e pedir para que vocês doem – qualquer quantia ajuda! – para os verdadeiros heróis lá fora que estão fazendo a mudança acontecer em tempo real”. A postagem é acompanhada com o link para a página do Black Lives Matter.
Gayden já divulgou duas páginas descartadas do roteiro.
Confira (e não se esqueça de ajudar a campanha):
A Feat of Strength for a Feat of Strength.
For 7 days, I will post never-shot feats from Shazam and ask you to donate – any amount helps! – to the true heroes out there making change happen in real time. 1/7 #blacklivesmatter#featofstrength
Recentemente, vários rumores sobre a futura participação do Henry Cavill no Universo da DC tem circulado na internet. Seu personagem, o Superman, foi visto pela última vez em ‘Shazam!‘, mas o rosto do ator nunca foi mostrado.
Pensando nisso, o diretor David F. Sandbergatendeu o pedido dos fãs e acrescentou o Henry Cavill na cena em uma edição hilária.
Confira:
I know a lot of you asked for this but I’m not so sure this is an improvement. But hey, at least you can stop messaging me about it now. pic.twitter.com/Y4BdiJ2MjE
“Eu sei que muitos de vocês pediram por isso, mas não tenho certeza se a cena ficou melhor. Pelo menos agora vocês podem parar de me pedir por isso,” brincou o cineasta.
Lembrando que ‘Shazam! 2’ tem previsão de estreia somente para abril de 2022, mas o diretor David F. Sandberg admitiu que a produção também pode ser adiada por causa do surto de Coronavírus.
Durante uma entrevista para o Comic Book, Sandberg disse que as notícias não são nada animadoras, já que o início das gravações estava agendado para o mês de abril.
“Bom, já começamos a pré-produção e estávamos nos preparando para o início das filmagens em abril. Vamos ver quanto tempo teremos de esperar para zarpar. Ninguém sabe quanto tempo isso vai durar, não é? Vou continuar trabalhando no roteiro e o que puder ser feito em home office, vamos fazer. Mas não posso garantir nada em relação às filmagens, por enquanto.”
Lançado em 2019, ‘Shazam!‘ foi aclamado pelos críticos (alcançando 90% de aprovação no site Rotten Tomatoes), além de ter faturado mais de 365 milhões de dólares nas bilheterias mundiais.
Lembrando que o próximo episódio, intitulado “It’s Best You Stop Digging”, será exibido no dia 14 de março.
O capítulo vai mostrar Ryan Wilder (Leslie) buscando vingança pela morte de sua mãe adotiva, assassinada por Alice (Rachel Skarsten) e sua gangue do ‘País das Maravilhas’.
A trama vai pôr em prova se Wilder será capaz de cumprir o código de conduta do Batman ou se vai ceder à vontade de matar sua inimiga.
Confira o teaser:
No novo ano, Javicia Leslie dá vida a Ryan Wilder, uma mulher de 20 e poucos anos que está prestes a se tornar a Batwoman.
A personagem é descrita como “simpática, brincalhona e indomável. Ela não é nada como a Kate Kane, a mulher que usava o traje anteriormente. Sem alguém especial em sua vida, Ryan passou anos usando drogas, mascarando sua dor com hábitos ruins. Uma garota que roubaria leite de um gato de rua também é capaz de matar com suas próprias mãos, Ryan é o tipo mais perigoso de lutadora: altamente treinada e indisciplinada. Lésbica assumida. Atlética. E definitivamente não é o seu estereótipo de heroína”.
No Brasil, a série é exibida pela Warner Channel.
O elenco também conta com Meagan Tandy, Dougray Scott, Elizabeth Anweis, Camrus Johnson, Rachel Skarsten, Nicole Kang eGabriel Mann.
Harper, que será o protagonista, dará vida a Marcus Watkins, personagem acabou de sair de um relacionamento de longa duração e agora é “jogado novamente na busca por uma conexão romântica que ele pensou que já havia encontrado”.
Johnson, por sua vez, será a confiante e assertiva irmã de Marcus, Ida. Bibb dará vida à mãe solteira Becca Evans, que se torna a parceira romântica e estritamente sexual de Marcus. Moayed será o amigo bilionário do protagonista, Kian Parsa, enquanto Jelks irá interpretar Kirby, pai de Marcus que desenvolve um forte laço com ele durante a temporada.
A nova temporada está sendo descrita como “uma nova história de amor em Nova York”, que irá “explorar o que acontece quando você passa sua vida inteira sabendo quem é a sua alma gêmea, apenas para descobrir que ela não é a combinação perfeita.”
O Disney+ divulgou um novo teaser oficial de ‘O Livro de Boba Fett‘, convidando os fãs da saga ‘Star Wars’ a retornar para Tatooine.
Confira:
Lembrando que ‘O Livro de Boba Fett‘ tem estreia marcada para 29 de dezembro.
A primeira temporada terá oito episódios:
Episódio 1: The Champion Episódio 2: The Assassin Episódio 3: The Syndicate Episódio 4: The Battleground Episódio 5: The Homeworld Episódio 6: The Warlord Episódio 7: The Showdown Episódio 8: The Hunter
Alguns títulos dão pistas sobre a trama, como ‘The Syndicate‘, que deve acompanhar Fett como o novo rei do submundo do crime em Tatooine.
Rumores também apontaram que a trama poderia dar mais foco a Mandalore, como sugere o episódio cinco: ‘The Homeworld‘.
Outro detalhe interessante é que o primeiro episódio será contado como capítulo 17, ou seja, será uma continuação direta da 2ª temporada de ‘O Mandaloriano‘, servindo como uma espécie de temporada 2.5 da série estrelada por Pedro Pascal.
A série também vai explorar o domínio de Fett no submundo do crime depois de assassinar Bib Fortuna (Matthew Wood) e assumir o comando de Tatooine.
Fortuna era o leal servo de Jabba, o Hutt, e tomou o posto após a morte do chefe em ‘O Retorno de Jedi‘.
“‘The Book of Boba Fett‘, uma nova série original, estrelada por Temuera Morrison e Ming-Na Wen, com produção executiva de Jon Favreau, Dave Filonie Robert Rodriguez, ambientada na mesma linha do tempo de ‘O Mandaloriano‘. A estreia acontece na Disney+ em 2021.”
A história é centrada em quatro melhores amigos em sua jornada eterna por conquistar influência na Avenida Fairfax, em Los Angeles – o coração pulsante da cultura hyperbeast.
A série é inspirada nos romances escritos por Maurice LeBlanc e traz Omar Sy como o primeiro ator negro a encarnar uma versão do icônico Lupin, aqui contemporaneizado na roupagem de Assane Diop.
Na adolescência, Assane Diop enfrentou a morte do pai, que foi acusado de um crime que não cometeu. Depois de 25 anos, como forma de vingança, ele passa a agir sob a alcunha de “Arsène Lupin, o Ladrão de Casaca”.
Uma das maiores obviedades e condescendências que se pode dizer é que Steven Spielberg é um dos maiores diretores da indústria cinematográfica contemporânea. Aliás, podemos estender esse seu império firmado para antes da virada do século, considerando que o incrível cineasta mergulhou completamente nesse meio artístico em seus 20 e poucos anos, mais precisamente na década de 1970 ao dirigir o que seria consagrado como o pioneiro da gama de blockbusters de Hollywood – ‘Tubarão’ (1975). E levando também em conta toda sua filmografia e sua influência em cineastas amadores e que gradativamente firmam seu nome nesse competitivo mercado, a HBO mais uma vez ganhou destaque no meio televisivo ao produzir, em 2017, um documentário original intitulado ‘Spielberg’.
O longa-metragem fornece, assim como tantas obras do gênero, uma visão mais humanizada de um dos artistas mais prolíficos de todos os tempos. Afinal, o responsável por inúmeros sucessos de crítica e de bilheteria, e cujo alcance varia dos épicos de sci-fi até os dramas de época, normalmente é retratado como uma “máquina”. Ele até pode ser chamado assim, mas precisamos entender que essa “máquina” é composta de complexos elementos pessoais que resgatam seus traumas de infância e se traduzem em composições imagéticas emocionantes e reflexivas.
Em ‘Spielberg’, Susan Lacy procura traçar um paralelo narrativo que acompanha a gradativa profundidade adquirida pelas obras do cineasta, à medida em que dá vários saltos no tempo para resgatar momentos cruciais de sua infância que impactaram em sua visão sobre o mundo e na criação de personagens. Primeiro, assim como diversos outros pertencentes ao meio artístico, Steven Spielberg sofria bullying na escola por ser “fora dos padrões” e ser apaixonado pela possibilidade de fugir de sua realidade conturbada com história épicas. Sua solidão foi muitas vezes preenchida pela família – algo que valoriza muito em suas produções -, principalmente pela personalidade amável e nem um pouco convencional da mãe, Leah, e de suas três irmãs, as quais compensavam pelas longas horas de trabalho do pai, Arnold, e também pela realização de filmes em Super-8, que o colocaram dentro do circuito cinematográfico mais cedo que o normal.
Mas diferente do que muitos podem pensar, cada uma das narrativas arquitetadas pelo diretor tem uma profundidade muito maior do que damos crédito. O documentário também tem como um dos principais objetivos analisar os diferentes arquétipos da vida de Spielberg que foram relidos na forma de personagens, tramas e até mesmo concepções imagéticas. Por exemplo, Lacy consegue resgatar muito bem como o passado e o presente caminham de mãos dadas na figura da criança: considerando a infância um tanto quanto deturpada do diretor, seu posicionamento em set sempre foi paternal em relação às jovens crianças – e isso se reflete na própria identidade cênica, dentro da qual a câmera permanece na perspectiva pueril.
Drew Barrymore, que trabalhou com Spielberg em ‘E.T. – O Extraterrestre’, e Christian Bale, que foi protagonista de ‘Império do Sol’, falaram com grande emoção sobre a atmosfera das gravações, principalmente encarnando papéis que exigiam muito de pessoas que haviam apenas começado na indústria cinematográfica. Barrymore recorda-se que Spielberg, para as cenas em que ela tinha que chorar, contava histórias muito tristes que faziam parte do universo da narrativa em questão, e que logo depois lhe dava um caloroso abraço, dizendo que estava tudo bem. Enquanto isso, Bale, referindo-se ao longa do qual participou como uma jornada de amadurecimento que, eventualmente, culminou em um crescimento de sua própria personalidade.
Aliado à presença constante de crianças, o tema “família” também sempre é colocado em jogo. Após sofrer com o divórcio dos pais, cujo ápice foi a transgressão dos papéis de “mãe” e “pai” aos quais estava acostumado para algo que não mais reconhecia, as histórias de Spielberg têm sempre um pano de fundo de separação. Seja em épicos de aventura como ‘Jurassic Park’, em dramas históricos como ‘Amistad’ ou até mesmo em ficções científicas como ‘Guerra dos Mundos’, as complexas relações entre pais e filhos sofrem obstáculos constantes e muitas vezes são quebradas por uma separação ao melhor estilo deus ex machina ou por forças maiores e incontroláveis. Entretanto, representando um desejo de seu subconsciente de reatar os laços que tinha com o pai – do qual se afastou muito ao longo dos anos – a resolução sempre caminha para o reencontro e para o místico final feliz, ainda que sacrifícios tenham sido feitos pelo caminho.
A delineação da personalidade contraditória de Spielberg se espalha até mesmo para sua investida em filmes com uma atmosfera mais pesada. Lacy também consegue traçar uma lógica de acontecimentos que inclusive levou o cineasta a renegar suas origens judaicas, as quais foram redescobertas quando foi contratado para dirigir ‘A Lista de Schindler’, utilizando todo o escopo cinematográfico para poder encontrar o pedaço que faltava para se completar: um background religioso.
O documentário todo é perscrutado por depoimentos memoráveis de grandes nomes da indústria hollywoodiana, incluindo a tríade de cineastas que ganhou grande destaque entre 1980 e 2000: Spielberg, Francis Ford Coppola e George Lucas. Os três, além de bons amigos, sempre apoiavam os projetos um do outro e se tornaram peças valiosas para que ninguém se esquecesse de sua humanidade na hora de compor um projeto audiovisual. Martin Scorsese, Daniel Day-Lewis e Laura Dern também forneceram suas visões únicas sobre o cineasta e sobre como foi trabalhar com ele em trabalhos tão destoantes e que comprovaram inúmeras vezes sua versatilidade.
Talvez o maior deslize do filme seja sua constância narrativa. Além de um tempo de duração bem considerável – mais de duas horas -, a montagem para resgatar a infância e os primeiros anos de Spielberg não é equilibrada o suficiente entre depoimentos, fotografia e cenas de bastidores e de filmes. Quando estamos observando alguma imagem estática, acompanhada com um voz-over muito bem editado, a câmera normalmente opta pelo zoom. A sucessão do mesmo movimento chega a exaurir o espectador – que por muitas vezes tem que permanecer extremamente atento aos diálogos para não cair no marasmo.
‘Spielberg’ é uma homenagem sincera e merecida para um dos maiores diretores de todos os tempos. E a cada minuto, parecemos mais próximos dessa complexa persona que desde seu primeiro filme encanta e emociona o mundo inteiro – e que esperamos continuar fazendo isso por muitos anos.
A 2ª temporada de ‘Lakers: Hora de Vencer’ (‘Winning Time’), drama esportivo que gira em torno da ascensão do time de basquete conhecido como Lakers, já está disponível na HBO Max.
O novo ciclo foi lançado hoje,06 de agosto, na plataforma de streaming.
Uma série fast-break narrando a vida profissional e pessoal do Los Angeles Lakers dos anos 1980, uma das dinastias mais veneradas e dominantes do esporte – uma equipe que definiu uma era, dentro e fora das quadras.
Há cinco anos, chegávamos ao fim de uma saga. Mas diferente de outras jornadas às quais você pode estar acostumado, esta definitivamente não foi uma agradável de se acompanhar, visto que trouxe para o centro de todas as nossas atenções os infortúnios e os perigos que cercearam a vida de três órfãos bondosos que foram levados a realizarem alguns atos contestáveis para protegerem a si mesmos e salvarem os últimos resquícios de sua família – uma associação secreta mais complexa do que davam-lhe crédito e da qual seus falecidos pais participavam.
‘Desventuras em Série’ realmente é uma série que faz jus ao seu nome, insurgindo como uma árida – palavra que aqui significa “tortuosa”, “complicada” – produção em que, diferente do filme homônimo lançado anos atrás, buscou relativizar alguns temas profundos através de tramas teatrais, diálogos propositalmente autoexplicativos e explicações extradiegéticas narradas com bastante precisão por um mentor-personagem que delineia suas reflexões sobre a inexorabilidade do destino e de suas abruptas quedas. É claro que, enquanto a primeira temporada morria na praia ofuscada pela beleza inegável e subestimada do longa-metragem assinado por Brad Silberling, a segunda já avançava alguns poucos passos para uma conjuntura mais original, erguida com mais esmero e firmeza – e tudo se concentraria no ano final, a aguardada conclusão de um dos shows com maior expectativa da Netflix.
Talvez Barry Sonnenfeld tenha erroneamente subestimado seu público ao optar por uma sequência episódica pautada na zona de conforto – ou talvez o showrunner tenha aproveitado o início de 2019 para não se preocupar muito com o resultado final da terceira iteração. Ao contrário do que poderíamos imaginar, os últimos sete episódios, decisivos e bastante importantes para o último tour-de-force dos Baudelaire, parecem crus, entregues às pressas para fãs sedentos por uma coleção que esperavam desde 2003 e que só chegaria a seus braços em 2017. Nem mesmo a acidez e a angústia excessivas, marcas da série desde ‘Mau Começo’, ganham o protagonismo esperado, abandonando elementos aplaudíveis dos romances originais assinados por Daniel Handler como Lemony Snicket em prol de um desnecessário melodrama.
De fato, a canastrice do roteiro e das atuações, inclinando-se claramente para uma perspectiva novelesca e um tanto “enrolada”, por assim dizer, é compreensível em alguns pontos, incluindo na caracterização de Conde Olaf (Neil Patrick Harris) e de Esmé Squalor (Lucy Punch), os dois principais antagonistas que, desde as primeiras aparições, não carregam escrúpulo algum para conseguirem o que desejam – e talvez a tendência psicótica de Esmé seja ainda mais envolvente que a teatralidade de seu par romântico. Mesmo dividindo a cena, ambos delineiam entre si uma química inegável que se sustenta até o penúltimo episódio, culminando em um intragável series finale.
Diferente dos episódios anteriores, a temporada começa com ‘O Escorregador de Gelo’, em que Violet (Malina Weissman) e Klaus (Louis Hynes) se veem em uma situação de vida ou morte, trancados em uma caravana em alta velocidade, sem freios, e dirigindo-se à beira de um precipício mortal, enquanto a irmã mais nova Sunny (Presley Smith) permanece enclausurada pela vis e gananciosas mãos de Olaf e sua trupe, ambos se dirigindo para o topo do Monte Fraught para darem continuidade a um plano diabólico. Comandado por seus mentores de outrora, o Homem com Barba Mas sem Cabelo e a Mulher com Cabelo Mas sem Barba, a fortuna dos Baudelaire torna-se um pequeno grão de areia em meio à infinidade de famílias abastadas e aos inúmeros incêndios que podem causar para desmantelar o que restou da CSC, a organização da qual os nossos heróis participavam.
Já a partir daí, as coisas começam a re-convergir e a manter relações com os capítulos anteriores. Carmelita Spats (Kitana Turnbull), a insuportável e mimada garota protegida pela corrupta direção da Escola Preparatória Prufrock, retorna de modo triunfante – e irritante, é óbvio – para ajudar Olaf e Esmé a raptar um grupo de escoteiras, forçando-as a trabalhar para eles e queimando suas casas e matando seus pais para terem acesso à fortuna que cada uma delas carrega. Porém, mesmo com a interessante cena de sequestro, essa subtrama se perde com o final de ‘A Gruta Gorgônea’, em que um dos capangas de Olaf o trai mais uma vez em um arco de redenção inesperado e leva as prisioneiras para sua liberdade, nos deixando com diversas perguntas que não são respondidas e que reafirmam que certas escolhas precisavam de maior atenção para não serem esquecidas ou varridas para debaixo do tapete.
Violet e Klaus eventualmente cruzam caminho com Quigley Quagmire (Dylan Kingwell), o irmão de Isadora e Duncan que havia sido considerado morto após o criminoso incêndio de sua mansão. Entretanto, após conseguir se salvar, ele também se aventurou em jornada por respostas acerca do misterioso CSC até encontrar os irmãos Baudelaire e os três unirem forças para conseguirem o que desejam. No caso – e unicamente neste momento -, o prospecto pessimista acomete os personagens e os coloca em caminhos diferentes, separados por uma brincadeira de mau gosto do Destino apenas para nunca mais se encontrarem, exceto por um auxílio indireto que se desenrola até os minutos finais da aventura.
O conjunto formado por ‘A Gruta Gorgônea’ reside no mesmo patamar que ‘A Cidade Sinistra dos Corvos’ e ‘O Lago das Sanguessugas’. Não apenas pela falta de cautela com os risíveis efeitos especiais, mas também pela história monótona e pela introdução de personagens unidimensionais, sem qualquer complexidade que realmente nos auxilie a mergulhar mais profundamente no universo construído com tanto esmero por Handler. Aqui, Sonnenfeld e seu time criativo realizam dois episódios preguiçosos que nem mesmo fazem jus ao título em questão ou ao romance do qual partem – o local principal é mais citado do que realmente colocado no tempo cronológico presente, e os únicos momentos em que a gruta dá as caras são tão memoráveis quanto um pedaço de madeira.
Em ‘O Penúltimo Perigo’, diversos rostos familiares retornam para um último julgamento contra Olaf e seus horrendos crimes contra os Baudelaire – e um deles insurge na fofa, protetora e por vezes irritante personalidade maternal da Juíza Strauss (Joan Cusack), responsável por realizar a última reunião entre os membros da CSC antes que os incendiários alcancem um patamar indestrutível e destruam os esforços benevolentes e voluntários da associação “heroica”, por assim dizer. Porém, há pouco que também consiga se salvar em meio a tantos deslizes: com exceção da impecável direção de arte, que sem sombra de dúvida merece comparação com ‘O Elevador Ersatz’ em seu quesito fabulesco e fantástico, os acontecimentos se desenrolam de forma corrida, sem qualquer tipo de ritmo e com pontuações a priori irreverentes, mas que não fazem sentido nem mesmo para o escopo que nos é apresentado.
É em ‘O Fim’ que tudo piora exponencialmente. É claro que Warlburton faz um trabalho interessante ao lado de nomes que foram citados ao longo da série e colocados em segundo plano até as aguardadas revelações – realizadas também frouxamente e com triste decepção por parte do público. A louvada Beatrice Baudelaire (Morena Baccarin) faz uma aparição interessante e envolvente mesmo em seu pouco tempo de cena, cuja explicação reside no inegável carisma da atriz. Mesmo assim, nos encontramos em um pano de fundo finalizado às pressas, com erros técnicos bobos e que mostram o descuido por parte do time artístico – respaldado por atuações tão falsas que chegam a doer.
A terceira e última temporada de ‘Desventuras em Série’ preocupou-se mais com fanservice do que com uma produção que fizesse jus ao material original, aclamado por sua rebeldia narrativa e por não respaldar em convencionalismos do gênero. Além do potencial desperdiçado, que poderia se manter no crescendo entre as duas primeiras iterações, essa não é uma resolução satisfatória o suficiente – e o mais decepcionante é que não haverá uma outra oportunidade de levar os romances ao meio audiovisual de novo (ao menos por um longo tempo).
É quase uma obviedade dizer que os fãs dos estúdios Pixar já estão familiarizados com a teoria do universo compartilhado entre todas as animações da companhia. Criada pelo jornalista Jon Negroni e postada em seu blog pessoal em 2013, a teoria analisa as diversas conexões e easter eggs entre as obras audiovisuais, negando sua aleatoriedade e endossando a capacidade idealística de um microcosmos único e incomparável. É interessante afirmar que o próprio estúdio confirmou a existência das correlações narrativas entre seus filmes e que pretende expandi-las.
De acordo com Negroni, o ponto principal para deixar a teoria crível é sua tendência ao naturalismo. Em outras palavras, a ideia é se divertir, exercitando a imaginação ao mesmo tempo em que procura por conexões interessantes entre essas fantásticas obras-primas.
O universo tem início há mais de 66 milhões de anos, com ‘O Bom Dinossauro’. No longa-metragem lançado em 2015, a História foi recriada e permitiu que os dinossauros não fossem extintos, muito pelo contrário: permaneceram na Terra e começaram a desenvolver um relacionamento com os humanos – eventualmente perecendo por não terem as mesmas capacidades de adaptação que a nova raça.
Dessa forma, os humanos não puderam criar combustível fóssil o suficiente para evoluírem, valendo-se de uma espécie de energia humana, canalizada através de emoções, para dominarem o planeta (e o universo).
É aí que entramos em ‘Valente’ (2012). A animação, de fato, é a primeira e a última a fechar o círculo Pixar. Como é bem claro, a narrativa em si entrega uma atmosfera centrada na Escócia medieval, buscando referências nos séculos XIV e XV para a emersão de Merida, uma garota lutando pela constante liberdade e que eventualmente descobre que a “magia” pode resolver seus problemas – apesar de inadvertidamente transformar sua mãe em uma ursa. Descobrimos também que essa força inexplicável está diretamente relacionada a uma bruxa sem nome que tem a capacidade de controlar a magia de forma inenarrável – e aqui nós não apenas vamos animais se comportando com humanos, mas também objetos inanimados com características individualistas, como a vassoura da casa da feiticeira, a qual também tem a habilidade de desaparecer através de portas de madeira.
A constante evolução dessa magia culminaria, pois, no nascimento de super-heróis – pessoas com habilidade sobre-humanas, provindas de algum fator genético sem embasamento científico que ocasionou uma grandiosa mutação. Esta classe de humanos, vista com bastante profundidade em ‘Os Incríveis’ (2004) e ‘Os Incríveis 2’ (2018), mantinham a ordem no mundo até que Buddy, um pseudo-herói, criou duas coisas para sua decadência: robôs de inteligência artificial chamados de Omnidroides e a alta-tecnologia Zero Point Energy (uma energia eletromagnética existente no vácuo). Este é o acontecimento principal a partir do qual vemos as máquinas erradicarem seus inimigos e, conforme ZPE é espalhada devido às inúmeras batalhas, outros objetos inanimados começam a absorvê-la e a criar vida própria – como brinquedos.
Os primeiros sinais de vida desses brinquedos vêm em ‘Toy Story’ (1995). Tal “família” cria um código de regras e valores e descobrem que o amor dos humanos é outra fonte de energia, passando a utilizá-la para sobreviverem e não caírem em sua forma mais crua. Na continuação da franquia, percebemos que o grau de evolução atingiu níveis altíssimos, visto que esses objetos descobrem que o isolamento é um fato de risco. Brinquedos antes inanimados começam a questionar seu propósito em vida – Jesse, por exemplo, tem ressentimento de sua antiga dona, Emily, por abandoná-la, cultivando um ódio disfarçado de tristeza e arrependimento, transformando-a em um ser tão complexo quanto os humanos. E essa patologia darwiniana logo começa a se espalhar não apenas para coisas, mas também para os animais.
Em ‘Procurando Nemo’ (2003) e ‘Procurando Dory’ (2016), é possível perceber que, no oceano, as criaturas marinhas são extremamente avançadas: possuem escolas, um sistema de navegação e até mesmo de comunicação. Descobrimos também que os humanos estão poluindo o planeta e realizando experimentos em peixes e outros animais, possivelmente indicando que esta é a causa do esquecimento de Dory – e não podemos deixar de citar que os sinais de ressentimento permanecem existindo e crescendo, tornando os animais mais curiosos e carregados de características humanas. ‘Ratatouille’ (2007) entra como uma análise do mundo humano em fusão com o animalesco. Remy, o protagonista da narrativa, acha uma paixão em cozinhar e é pincelado com características antropomórficas, como andar em duas patas, lavar as mãos, ler e criar.
É nesse longa que vemos a primeira interação real entre humano e animal, mas com o propósito de subjugação daquele. Remy controla Linguini porque ele não consegue fazer absolutamente nada em termos culinários, ao mesmo tempo em que o clã de roedores não aprova um de sua espécie no mundo daqueles que os matam. Em ‘Toy Story 3′ (2010), temos a perspectiva dos brinquedos novamente, mostrando que eles já passaram por poucas e boas com os humanos. Se você já assistiu aos filmes, pode entender o quão cansados eles estão, sendo abusados física e psicologicamente por seus “donos”.
Lotso é o terceiro indicativo de que a conturbada vivência entre opressor e oprimido está com seus dias contados. Através de uma evolução incrível que inclusive impactou no amadurecimento dos personagens, o ódio contra humanos tornou-se o principal pano de fundo para o futuro do planeta. O “Urso Carinhoso” revela ser um antagonista às avessas da narrativa, ao começar a demonstrar um cuidado especial com sua raça, para protegê-los e mantê-los a salvo, ainda que tenha que transformado em um tirano megalomaníaco (mantido de forma mais tênue em ‘Toy Story 4’). Isso também nos fornece mais embasamento para a razão da gradativa conquista de máquinas e objetos sobre os humanos. Andy, então, é alertado para se desfazer de seus brinquedos, seguindo as inventivas idealizações de um casal que planeja viver em solidão durante a iminente batalha – Carl e Ellie, de ‘Up – Altas Aventuras’ (2009).
Carl é forçado a vender sua casa para uma corporação intitulada BnL (Buy-and-Large), a qual está expandindo a cidade. Isso premedita uma futura corrida tecnológica que culmina tanto na superpopulação e na poluição exacerbada dos ecossistemas. Entretanto, o foco aqui é no senhorzinho que descobre que os animais conseguem se comunicar com os humanos, compartilhando de sua amargura. Charles Muntz, o vilão do filme, consegue com bastante sucesso traduzir esses sentimentos através de coleiras eletrônicas, além de treinar um exército de cães, marco da batalha entre animais e humanos. Anos depois, a guerra acontece – e as máquinas acabaram vencendo-a para seus idealizadores, alterando o equilíbrio da Terra, ainda que acidentalmente. Para que o balanço fosse recuperado, a BnL mandou a raça humana remanescente para o espaço dentro de uma nave chamada Axiom; todo o restante da maquinaria foi mantido para repopular o mundo e controlar as coisas.
É aí que entramos na era ‘Carros’ (2006, 2011 e 2017). À essa época – que dentro da cronologia Pixar se passa entre os anos 2100 e 2200 -, percebe-se que não há pessoas em nenhuma parte do mundo, e que, desta vez, a crise mundial dá-se pelo fato do óleo ser usado como fonte única de energia para as máquinas. A corporação Allinol (‘Carros 2′) estava utilizando fontes renováveis como catalisador para um combustível alternativo. Entretanto, como bem sabemos, tal substância estava sendo utilizada para varrer os carros do mundo. Com o uso exacerbado do óleo, a poluição no planeta tornou-se inevitável e, como consequência, irremediavelmente inapto para a preservação da vida natural.
A Terra tornou-se inabitável durante vários séculos devido à BnL. Tal corporação comandava as grandes empresas multinacionais desde a década de 1950. ‘Wall-E’ (2008) emerge como o único “sobrevivente” após a escassez de recursos, e só conseguiu permanecer funcionando por ser fascinado pela cultura humana, além de ter um relacionamento nada convencional com uma barata – o qual mantém sua personalidade e realização pessoal. Além disso, toda a maquinaria existente na Axiom mostrou-se capaz de desenvolver um senso de propósito a partir da dependência dos humanos. Wall-E é a personificação de Adão, e ele e seu par romântico, apropriadamente nomeado de Eva, salvam a raça humana ao tornar o planeta um lugar benéfico para um novo começo.
Como se sabe, a única fonte de vida natural estava contida dentro de uma bota desgastada. A última planta sobrevivente do desastre ambiental é a primeira a ser cultivada pelos humanos; devido à alta radiação, ela se torna uma gigantesca árvore, lar dos adoráveis personagens vistos em ‘Vida de Inseto’ (1998). Em pleno século XXXI, seguindo ainda a cronologia futurista, as formigas desenvolveram mutações genéticas que as permitiram viver por um tempo muito mais longo e, nessa nova era, os animais remanescentes não precisam se preocupar com a presença amedrontadora de humanos e acabam se transformando na espécie dominante. Em outras palavras, a radiação não apenas afeta o senso de comunidade dessas espécies, mas permite que entrem em um ciclo evolutivo culminando em seu ápice de desenvolvimento como monstros.
Em ‘Universidade Monstros’ (2013), sabemos que essa nova raça acidentalmente varreu os humanos da face da Terra. O complexo educacional foi fundado em 1313, mas essa data se baseia num calendário monstro, não humano, nos levando a acreditar que tais eventos ocorreram quase 1400 anos depois de ‘Vida de Inseto’. Dentro das instalações, os personagens aprendem equivocadamente que os antigos habitantes do planeta eram tóxicos e de outra dimensão, levando-os a crer piamente que poderiam ser extinguidos caso se encontrassem com uma ameaça daquele nível. Entretanto, é apenas em ‘Monstros S.A.’ (2001) que a espécie dominante percebe seu erro: os humanos são responsáveis pela fonte primária de energia. Portanto, utilizando as máquinas remanescentes e a magia bruta originária da incrível árvore imortal, eles conseguem utilizar portas feitas de madeira para viajar no tempo – mais precisamente, para gerações antecessoras.
Nesse meio-tempo, cruzamos caminho com ‘Divertida Mente’. A teoria se utiliza dessa brecha das portas para explicar Bing Bong, o suposto amigo imaginário de Riley, que na verdade era um monstro que a visitou quando criança e que desenvolveu uma relação extremamente forte com a garota (explicando sua memória afetiva). A mesma coisa ocorre com ‘Viva – A Vida É uma Festa’, cujo principal tema também é a memória e a lembrança dos antepassados.
E tudo isso culmina no ponto-chave da cronologia Pixar: Boo.
A pequena Boo – a garotinha de vestido rosa que aterrorizou e encantou as vidas dos monstros no longa de 2001 – nunca superou seu guardião Sulley e tornou-se obcecada em descobrir o que aconteceu a ele. Ela se recordava de que as portas eram os símbolos materializados para encontrá-lo e, quando cresceu, descobriu como utilizar a viagem no tempo – utilizando portais de madeira – para retornar à fonte primária de toda a magia (a mesma encontrada por Merida em ‘Valente’). Boo deixa evidências na narrativa escocesa: duas esculturas em troncos de árvore: uma representado Sulley e outra um caminhão de pizza – duas das coisas que ela mais amava na vida. E apesar de ter sabedoria o suficiente para manipular essa força cósmica, não consegue determinar o período em que vai parar. Portanto, especula-se que os easter eggs presentes em cada uma das animações são ocasionados pela constante busca da garota por seu melhor amigo, acidentalmente pulando de época em época até conseguir encontrá-lo.
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Riley, de ‘Divertida Mente’, é a Alma 22, de ‘Soul’?
‘Divertida Mente 2′ já está em exibição no cinemas, e uma teoria afirma que a protagonista Riley é a Alma 22, que aparece em ‘Soul‘ (2020).
O principal argumento da teoria é que ambas as personagens amam pizza e surgiram de filmes dirigidos pelo diretor Pete Docter. Além disso, o aniversário de Riley é, supostamente, no dia 22 de janeiro, uma coincidência com o nome da personagem de Soul.
Outro ponto-chave é a Alegria, uma das emoções mais marcantes de Riley. Para quem não se lembra, a Alma 22 diz ao longo de ‘Soul‘ que demorou para retornar à Terra porque tinha medo de não ser feliz em vida.
Na trama de ambos os filmes, as protagonistas são guiadas pela sensação de alegria, embora não explicitamente no caso da Alma 22, mas é uma emoção que está sempre diante de toda decisão que a personagem toma.
Embora haja tantas semelhanças, vale lembrar que nem uma das teorias criadas pelos fã daPixar foram oficializadas pelo estúdio, que considera essas ‘evidências’ mais como referências e homenagens às produções anteriores.
E aí, qual é a sua opinião?
No vídeo abaixo, a própria Pixar confirma várias conexões:
Confira nossa entrevista com o diretor de ‘Divertida Mente 2‘ e siga o CinePOP no Youtube:
‘Dexter: Pecado Original’, a nova série derivada de Dexter, ganhou um clipe inédito para aumentar as expectativas dos fãs.
A série, que será um prelúdio, trará uma trama ambientada em 1991, mostrando o jovem Dexter em sua transformação em assassino em série.A produção estreará oficialmente no dia 13 de dezembro na plataforma de streaming.
“Ambientada em 1991 em Miami, ‘Dexter: Original Sin’ segue Dexter enquanto ele faz a transição de estudante para assassino em série vingador. Quando seus impulsos sanguinários não puderem mais ser ignorados, Dexter deverá aprender a canalizar sua escuridão interior. Com a orientação de seu pai, Harry (Slater), ele adota um Código criado para ajudá-lo a encontrar e matar pessoas que merecem ser eliminadas da sociedade sem entrar no radar das autoridades. Este é um desafio particular para o jovem Dexter quando ele inicia um estágio forense no Departamento de Polícia Metropolitana de Miami.”
Além dePatrick Gibson (‘Sombra e Ossos’) interpretando a versão mais jovem do personagem titular, a séria também terá Molly Brown (‘Evil’) dando vida a sua irmã, Debra Morgan.
Com 10 episódios, a produção se passará 15 anos antes dos eventos da série original.
O showrunner original de ‘Dexter’, Clyde Phillips, assume o comando da nova série, enquanto o experiente diretor Michael Lehmann, conhecido por seu trabalho em ‘Atração Mortal’, assume a direção e a produção executiva.
A NBC revelou hoje (12) que seu popular drama médico ‘Mentes Extraordinárias’, estrelada por Zachary Quinto (‘American Horror Story’), foi oficialmente renovado para a 2ª temporada (via Deadline).
Detalhes sobre o próximo ciclo não foram divulgados.
A trama acompanha um neurologista excêntrico e sua equipe de estagiários enquanto exploram a mente humana e seus mistérios. Eles lidam com casos raros e intrigantes, desafiando métodos tradicionais de tratamento e diagnóstico. A série explora a complexidade da mente humana, a importância da empatia e a busca por compreensão, tanto na vida profissional quanto pessoal dos protagonistas.
A série foi criada por Michael Grassi e conquistou sólidos 92% de aprovação no Rotten Tomatoes.
O conhecido insider e jornalista Daniel Richtmanrevelou através de suas plataformas sociais a sinopse oficial do vindouro reboot estrelado por Henry Cavill.
Na trama…
Séculos após sua primeira morte em um campo de batalha escocês, o guerreiro imortal Connor MacLeod vive tranquilamente no mundo moderno, assombrado pela perda e pelo ciclo interminável de violência entre sua espécie. Quando o implacável imortal Kurgan ressurge, apoiado por uma organização secreta empenhada em desvendar o segredo da vida eterna, Connor é forçado a retornar ao Jogo — uma batalha ancestral onde ‘só pode restar um’.
Guiado por seu mentor Ramírez e uma aliada mortal, a arqueóloga Kate Bennett, Connor precisa confrontar seu passado e redescobrir seu propósito. À medida que imortais se chocam através do tempo e dos continentes, a luta pelo misterioso ‘Prêmio’ se torna uma batalha pela alma da humanidade.
Vale lembrar que, recentemente, o prestigiado ator Jeremy Irons (‘O Rei Leão’, ‘Watchmen’, ‘Casa Gucci’) foi contratado para o projeto e dará vida a um antagonista secundário, descrito como “o líder de um grupo secreto conhecido como Os Observadores, que acompanham os seres imortais e os enxergam como uma ameaça à humanidade”.
Drew McIntyreserá Angus MacLeod, irmão de Connor (Cavill).
As filmagens foram adiadas para janeiro de 2026 em virtude de uma lesão sofrida pelo protagonista, que está em processo de recuperação. Apesar de não ser considerada grave, ela limitou a mobilidade de Cavill, impedindo-o de realizar as sequências de ação de alta intensidade do filme.
A produção de ‘Highlander’ descreveu as cenas de combate como semelhantes às de ‘John Wick’. Segundo relatos, o ator sofreu o acidente durante um treinamento para o longa.
O elenco conta ainda com grandes estrelas, como Russell Crowe, que viverá o mentor Ramirez, Dave Bautista no papel do vilão Kurgan e Karen Gillan como Heather, a esposa mortal de Connor MacLeod. O filme, com roteiro de Michael Finch, também terá a participação de Marisa Abela, Djimon Hounsou e Max Zhang.
Dirigido por Chad Stahelski, o novo Highlander promete atualizar a mitologia dos guerreiros imortais para uma nova geração, com lutas de espadas épicas, cenários internacionais e um elenco de tirar o fôlego. A Lionsgate pretende investir cerca de US$ 100 milhões na produção, sinalizando um projeto de grande escala.
A nova versão ainda não tem data de estreia confirmada, mas a expectativa é que chegue aos cinemas em 2026.
Os vencedores da 98ª edição do Oscar acontece hoje, 15 de março – e o Brasil voltou a integrar a lista de indicados da maior premiação do cinema.
‘O Agente Secreto’, dirigido por Kleber Mendonça Filho, concorre a nada menos que quatro categorias: Melhor Filme, Melhor Filme Internacional, Melhor Ator para Wagner Moura (o primeiro ator brasileiro a ser indicado ao prêmio) e Melhor Direção de Elenco. Além disso, o diretor de fotografia Adolpho Veloso é um dos favoritos para conquistar a estatueta de Melhor Fotografia por seu esplêndido trabalho em ‘Sonhos de Trem’.
MELHOR ANIMAÇÃO Arco Elio Guerreiras do K-Pop A Pequena Amélie Zootopia 2
MELHOR DOCUMENTÁRIO The Alabama Solution Come See Me in the Good Light Cutting Through Rocks Mr. Nobody Against Putin A Vizinha Perfeita
MELHOR DOCUMENTÁRIO EM CURTA-METRAGEM All the Empty Rooms Armed Only with a Camera: The Life and Death of Brent Renaud Children No More: “Were and Are Gone” The Devil is Busy Perfectly a Strangeness
MELHOR MÚSICA ORIGINAL
“Dear Me”, Diane Warren: Relentless
“Golden”, Guerreiras do K-Pop
“I Lied to You”, Pecadores
“Sweet Dreams of Joy”, Viva Verdí!
“Train Dreams”, Sonhos de Trem
MELHOR CURTA-METRAGEM ANIMADO Butterfly Forevergreen The Girl Who Cried Pearls Retirement Plan The Three Sisters
MELHOR CURTA-METRAGEM EM LIVE-ACTION Butcher’s Stain A Friend of Dorothy Jane Austen’s Period Drama The Singers Two People Exchanging Saliva
A série é a primeira adaptação audiovisual da obra de Márquez, que é considerado um dos maiores romances da história da literatura e conquistou o Prêmio Nobel em 1982.
Em ‘Cem Anos de Solidão’, um dos maiores clássicos da literatura, o prestigiado autor narra a incrível e triste história dos Buendía – a estirpe de solitários para a qual não será dada “uma segunda oportunidade sobre a terra” e apresenta o maravilhoso universo da fictícia Macondo, onde se passa o romance. É lá que acompanhamos diversas gerações dessa família, assim como a ascensão e a queda do vilarejo. Para além dos artifícios técnicos e das influências literárias que transbordam do livro, ainda vemos em suas páginas o que por muitos é considerado uma autêntica enciclopédia do imaginário, num estilo que consagrou o colombiano como um dos maiores autores do século XX.
De acordo com o Making Star Wars, os personagens clássicos dos filmes anteriores e das animações farão participações especiais durante o último ato de ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker‘.
Foi dito que Rey irá enfrentar uma situação decisiva enquanto luta contra o Imperador e será incentivada a continuar nos caminhos Jedi pelos espíritos de Anakin e Luke Skywalker, Ahsoka Tano, Ezra Bridger, Obi-Wan Kenobi, e Yoda.
No entanto, os personagens não serão vistos fisicamente e somente suas vozes poderão ser ouvidas quando Rey entra em contato com a Força.
Por enquanto, ainda não há nada confirmado, mas esta seria uma ótima maneira de ligar as três trilogias e amarrar o universo dos filmes com as futuras séries de TV baseadas na saga.
Mesmo assim, não há como saber a veracidade das informações, então considere como rumor.
Lembrando que ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker’ estreia em 19 de dezembro nos cinemas nacionais.
Lançado em 1985, ‘Os Goonies‘ finalmente irá ganhar uma versão digital em 4K Ultra HD no dia 1º de setembro.
E para comemorar a novidade, a equipe da Warner Bros Home Media recrutou os designers do BossLogic para desenhar um incrível pôster para o material.
A imagem apresenta o corajoso grupo de crianças formado por Josh Brolin, Sean Astin, Kerri Green, Corey Feldman, Ke Huy Quan, Martha Plimpton e Jeff Cohen no topo do crânio de Willy Caolha.
Uma publicação partilhada por Bosslogic (@bosslogic) a
Falando nisso, uma possível sequência tornou-se um dos projetos mais aguardados dos últimos anos. Entretanto, a ideia nunca ganhou vida – mas isso não impediu que detalhes sobre a próxima aventura ganhassem as redes sociais.
Recentemente, o artista e roteirista Adam F. Goldberg revelou ao SlashFilm uma imagem conceitual que seria uma das bases pictóricas da continuação.
Confira:
Durante uma reunião ao vivo que reuniu os astros do longa original, o diretor e produtorSteven Spielberg explicou porque a sequência nunca aconteceu.
O evento trouxe os astros Kerri Green, Corey Feldman, Ke Huy Quan, Martha Plimpton e Jeff Cohen.
“Tivemos muitas negociações para a sequência. A cada dois anos, surgia uma ideia. Mas nunca era boa o suficiente. Nós redefinimos esse gênero. Acho que não conseguiríamos fazer um filme melhor do que Os Goonies que fizemos na década de 80.”, afirmou.
Lançado em 1985, o filme foi produzido por Steven Spielberg e contou a história de um grupo de crianças que partem numa aventura para salvar suas casas de serem hipotecadas.
A Amblin Television está trazendo de volta a produção em forma de série.
O canal Fox encomendou o piloto de uma série que contará com um grupo de jovens aspirantes a cineastas, enquanto tentam recriar ‘Os Goonies‘ – cena por cena.
Confira a sinopse:
A série acompanha Stella Cooper, que retorna à sua cidade natal após fugir de um passado obscuro. Ela encontra inspiração, esperança e salvação quando concorda em ajudar três estudantes que estão realizando seus sonhos de fazer um remake incrivelmente ambicioso de… Os Goonies. Ao longo da temporada, sua paixão inspirará uma cidade inteira que está desesperada por esperança.
Prevista para 2021, a série será escrita por Sarah Watson (‘Parenthood‘), com Greg Motolla (‘Superbad – É Hoje‘) assinando como diretor.
‘Army of the Dead – Invasão em Las Vegas’, superprodução de zumbis dirigida por Zack Snyder já está disponível no catálogo da Netflix, e os assinantes da plataforma estão adorando a aventura.
A trama é ambientada após um surto de zumbis em Las Vegas, nos Estados Unidos, e acompanha um grupo de mercenários e sua aposta final, aventurando-se na zona de quarentena para tentar realizar o maior assalto de todos os tempos.
Nas rede sociais, os fãs do cineasta estão publicando diversos elogios à produção, desde a trama descontraída, os momentos de ação e até mesmo à química entre o elenco.
Alguns assinantes contaram que já assistiram mais de um vez, outros disseram que ‘Army of the Dead’ se tornou a melhor obra de Snyder.
Só ontem eu e mozão assistimos Army of The Dead 2x
Eu e minha casa serviremos a Zack Snyder
— Princesa Cannabis (@princesacanabs) May 22, 2021
army of the dead é muito bom e acho que virou meu filme favorito do snyder. tem zombie na trilha sonora e é o filme perfeito pra assistir com seu pai tomando um copo de coca. #ArmyOfTheDeadpic.twitter.com/r4Cqa0Otis
army of the dead é perfeito em TUDO papaicito arrasou demais nota 1000/10
agora vão pra netflix dar like e stream no filme pra fazer MUITO sucesso e o zack snyder superar a warner bros e enfim o fandom dele seguir em frente pic.twitter.com/dCofugpB4d
#ArmyOfTheDead | A Netflix liberou um documentário da produção do filme, onde Zack Snyder e a equipe falam sobre as gravações, curiosidades e o gênero zumbi.
— SnyderCut • BR | S N Y D E R V E R S O (@SnyderCutBR) May 21, 2021
Zumbis, muita violência, e uma boa dose de câmera lenta! Army Of The Dead é tudo que a gente espera de um filme do Zack Snyder. Após um boquete acidentalmente acarretar em uma infestação de mortos-vivos em Las Vegas, um grupo de mercenários planeja um perigoso assalto ao cassino. pic.twitter.com/24fU07K9vo
Acabei de assistir Army of the Dead, gostei bastante, muito melhor do que eu esperava.
E tem várias músicas incríveis no filme. Recomendo! pic.twitter.com/wWoX1ikWCy
Obrigada Snyder por fazer um filme sobre quarentena, enquanto eu estou de quarentena no meu quarto.
Assistiam Army of the Dead, muito bom, recomendo! pic.twitter.com/hJlewmLT0j
No consenso geral dos críticos, “Army of the Dead é um ambicioso e exagerado filme de assalto e zumbis, que traz Zack Snyder de volta às raízes de seu gênero com um toque adequadamente sangrento.”
Confira as principais críticas:
Asher Luberto, L.A. Weekly
Com tigres zumbis, rainhas zumbis, reis zumbis e Elvis zumbi levantando suas cabeças monstruosas o tempo todo, assistir o mais recente de Snyder é como acertar o jackpot zumbi.
Brent Hankins, The Lamplight Review
A narrativa teria sido melhor servida com um pouco mais de humanidade, e um pouco menos das cabeças estraçalhadas, mas Army of the Dead ainda é muito divertido, mostrando uma diversão que estava faltando na abordagem sombria de Snyder para filmes de super-heróis.
Nicholas Bell, IONCINEMA
Uma brincadeira enérgica sem medo de parecer horrível sem depender totalmente da comédia, que funciona como um adiamento para Snyder, ignorando o peso da expectativa por algo puramente divertido.
Danny Leigh, Financial Times
Snyder filma com um arraso de sucesso e trama como um garoto de 14 anos invadindo o armário de bebidas de seus pais.
Clarisse Loughrey – Independent
Uma tapeçaria barroca de sangue, balas e ossos – nunca faltam cenas memoráveis, mesmo que seu simbolismo seja tão óbvio que parece que foi gritado em um megafone.
Rodrigo Perez, The Playlist Zack Snyder entendeu habilmente a tarefa, e George A. Romero ficaria orgulhoso de que o visionário cineasta não tenha esquecido a vantagem política e social de seus clássicos zumbis.
Sharronda Williams, Pay or Wait
Army of the Dead é uma explosão absoluta do início ao fim. Snyder continua a elevar o gênero zumbi enquanto realiza um filme de assalto repleto de comédia e muito coração.
Brian Tallerico – RogerEbert
É divertido e despretensioso, impulsionado mais por suas cenas de ação do que por qualquer outra coisa.
Sebastian Zavala Kahn – Más Gamers
Não, não precisava ter duas horas e meia de duração, mas ainda assim é divertido e absurdamente intenso. Não é arte, mas também não está tentando ser.
Matt Donato – WhatToWatch
‘Army Of The Dead’ abre caminho através de uma narrativa maluca escrita muito frustrantemente fina para suportar uma ação explosiva que espalha cabeças de zumbis como pinturas de Jackson Pollock.
Yago García – Cinemanía
O retorno do diretor ao gênero zumbi resultou em um filme divertido e pessoal.
K. Austin Collins – Rolling Stone
É uma fórmula boa o suficiente, com os ingredientes de uma peça sólida de confecção pop – e é basicamente isso que Snyder oferece.
Kate Sánchez
Army Of The Dead é demais, e embora seja cerca de 30 minutos muito longo apenas quando você olha para o relógio para verificar a hora, o último ato o puxa de volta com uma ação final que fecha com chave de ouro.
Cynthia Vinney – CBR
Army Of The Dead apresenta mais enredos do que o típico filme de monstro, e a maioria deles é surpreendentemente bem-sucedido, apesar de manter o filme mais ocupado do que o necessário.
Bill Goodykoontz – Arizona Republic
Imagine a mais gloriosa e sangrenta orgia de zumbis. Agora imagine que isso não seja suficiente e você terá uma boa ideia do que está acontecendo em Army Of The Dead.
O longa será lançado na plataforma amanhã, dia 21 de maio, com classificação etária para maiores de 18 anos.
Dirigido por Zack Snyder (‘Madrugada dos Mortos‘), o longa, que foi rodado em Las Vegas, contou com orçamento de US$ 70 milhões.
Dave Bautista estrela a produção. O elenco ainda conta com Ella Purnell, Omari Hardwick, Ana De La Reguera, Theo Rossi, Matthias Schweighöfer, Nora Arnezeder, Hiroyuki Sanada, Garret Dillahunt, Tig Notaro, Raúl Castillo, Huma Qureshi, Samantha Win, Richard Cetrone e Michael Cassidy.
ACW divulgou a sinopse oficial de ‘Girl… You’ll be a Woman, Soon’, 5º episódio da 2ª temporada de ‘Superman & Lois‘, estrelada por Tyler Hoechlin (‘Teen Wolf’) e Elizabeth Tulloch (‘Grimm’).
Na trama, “Lana (Emmanuelle Chriqui), Kyle (Erik Valdez) e Sarah (Inde Navarette) se preparam para a quinceanera de Sarah, mas as coisas não acabam indo tão bem quanto eles esperavam. Clark (Tyler Hoechlin) se vê lutando com sentimentos de culpa sobre o que aconteceu com John Irons (Wole Parks) e Lois (Elizabeth Tulloch) teme que ela possa estar errada sobre Ally (Rya Kihlstedt). Enquanto isso, Jonathan (Jordan Elsass) descobre que o general Samuel Lane (Dylan Walsh) está planejando treinar Jordan (Alex Garfin). Por fim, Chrissy (Sofia Hasmik) sai em busca da verdade sobre Lois.”
Dirigido por Diana Valentine e escrito por Rina Mimoun e Adam Mallinger, o episódio vai ao ar em 22 de fevereiro.
Anos após enfrentarem vilões megalomaníacos, monstros caóticos em Metrópolis e invasores alienígenas que desejavam varrer a raça humana da face da Terra, o super-herói mais famoso do mundo, o Homem de Aço (também conhecido como Clark Kent), e a jornalista mais famosa dos quadrinhos, Lois Lane, enfrentam um dos maiores desafios de todos os tempos: lidar com o estresse, as pressões e as complexidades que surgem em ser pai nos dias de hoje.
Além desse complicado trabalho de criar dois meninos, Clark e Lois também se preocupam com o fato dos filhos Jonathan e Jordan poderem herdar os superpoderes kriptonianos do pai à medida que crescem. Retornando a Smallville para resolver algumas situações, o casal também se reencontra com Lana Lang, antiga namorada de Clark, e seu marido Kyle Cushing. Os adultos não são os únicos a cruzarem com antigas amizades, visto que os jovens membros da família Kent se reencontram com a filha rebelde de Lana e Kyle, Sarah.
Claro, nunca há um momento de paz na vida de um super-herói, especialmente com o pai de Lois, o General Samuel Lane, procurando por Superman para banir um vilão ou salvar o dia a qualqer momento. Enquanto isso, o retorno do casal para a idílica Smallville é acompanhado da aparição tanto de um estranho misterioso quanto de um magnata apaixonado chamado Morgan Edge.
Há algumas semanas, a página oficial da série ‘Chucky‘ compartilhou um vídeo anunciando que a lutadora do WWELiv Morgan teria uma participação especial na 2ª temporada.
Fã declarada de filmes de terror, Morgan apareceu no 4º episódio do novo ciclo, intitulado ‘Death On Denial‘.
No anúncio, Liv dizia que tem um estranho desejo de ser assassinada brutalmente por Chucky, e seu desejo foi realizado.
E agora que o episódio já foi ao ar no canal SyFy, o perfil doWWE divulgou um vídeo dos bastidores revelando como feita a encenação da morte de Liv pelas mãos do brinquedo assassino.
Confira, junto com a cena:
“Confira os bastidores da série ‘Chucky‘ com Liv Morganna cena em que ela realiza um sonho de vida, tornando-se uma das vítimas do boneco.”
Vale lembrar que a série está disponível no Brasil através da Star+.
Confira o trailer:
A segunda temporada contará com o retorno de Brad Dourif como a voz do Chucky,Jennifer Tilly como a icônica e psicótica Tiffany,Zackary Arthur como Jake Wheeler, Björgvin Arnarson como Devon Evans, Alyvia Alyn Lind como Lexy Cross, Alex Vincent como Andy Barclay, Christine Elise como Kyle, Fiona Dourif como Nica, Barbara Alyn Woods como a Prefeita Michelle Cross e Devon Sawa como um novo personagem.
Lachlan Watson (‘O Mundo Sombrio de Sabrina’) interpretará Glen/Glenda.
Anteriormente, Mancini falou sobre a possibilidade de enviar o Chucky ao espaço, levando-nos a crer que ele não descarta a ideia.
“Eu nunca senti que havia um limite sobre o que eu pudesse fazer com o Chucky. Ele é um personagem muito versátil e se encaixa em diversos tons e gêneros – seja terror, comédia ou uma mistura de ambos. Acredito que o personagem é complexo o suficiente para ir para qualquer lugar… até mesmo ao espaço. Apesar de ter dado essa ideia como uma brincadeira, acredito que ela daria um filme divertido.”
Ele completa, “Quando [as franquias de terror] enviam seus vilões para o espaço, geralmente é uma indicação que eles foram longe demais. Mas quem não gostaria de ver o Chucky em um pequeno traje de astronauta?”
Lançado em 2020, o livro ‘The Star Wars Archives: 1999 – 2005‘ fez bastante sucesso ao explorar os bastidores da trilogia prequela da saga criada por George Lucas.
E, um trecho compartilhado pelo Polygon (via CBM) diz que os executivos da Fox quase impediram o cineasta de contar a infância de Anakin Skywalker, que se torna o icônico vilão Darth Vader.
Em meados da década de 90, quando Lucas apresentou a proposta de ‘Star Wars: A Ameaça Fantasma‘, os chefões do estúdio não queriam começar uma trilogia com um protagonista de 10 anos. .
“Quando Lucas disse à 20th Century Fox que estava fazendo a história de como Anakin se tornou Darth Vader, eles ficaram tão empolgados quanto qualquer outra pessoa”, explica o site. “Então, ele disse a eles que, no primeiro filme, Anakin teria 10 anos, mas ouviu deles: ‘Você vai destruir a franquia; vocês vão destruir tudo o que criou!'”
Outro trecho diz o seguinte:
“Lucas explica que disse aos membros da Lucasfilm que estava ‘fazendo um filme que ninguém quer ver’, mas preferia fazer isso do que contar a mesma história repetidamente. E, para ser justo com George, o filme ainda rendeu mais de um bilhão de dólares.”
Mais de 20 anos após a estreia, ‘A Ameaça Fantasma‘ continua sendo um dos filmes mais divisível da franquia, algo que deixou Lucas profundamente magoado.
“Lucas reconhece que as pessoas ficaram chateadas com o início das prequelas, mas, mesmo assim, ele lembra que insistiu muito na ideia: ‘É assim que as guerras começam’. Ele dizia que A Ameaça Fantasma começa com ‘corporações corruptas’ fazendo coisas ruins em segredo e que todas as corporações se preocupam em ganhar dinheiro, enquanto todo mundo está tentando fazer a coisa certa, mas está completamente sobrecarregado. Os dois principais temas do filme são: o que é se tornar uma pessoa má e como a democracia está sendo abandonada; ‘não há golpe, não há rebelião, não há nada além da ganância. No caso de Anakin, só conseguiríamos explorar seu sofrimento a partir da ótica da escravidão na infância e como ele se viu obrigado a se se separar da mãe para que um dia pudesse salvá-la.”
Lembrando que a próxima produção ambientada na saga é a série dedicada à Ahsoka Tano, que chega ao catálogo da Disney+ em 23 de agosto.
Foi revelado ontem que ‘Demolidor: Renascido‘ chegará ao catálogo da Disney+ em março de 2025, e atração ganhou um teaser durante o evento Disney Upfronts.
De acordo com o IGN, a prévia tem início com Matt Murdock (Charlie Cox) se vestindo enquanto um narrador comenta que ele está vivendo uma situação do tipo ‘Davi vs. Golias’ quando “todo o sistema está contra você”.
Há vislumbres do Rei do Crime (Vincent D’Onofrio), bem como de Foggy Nelson (Elden Henson) e Karen Page (Deborah Ann Woll), que tiveram seus retornos confirmados no início deste ano, assim como Kingpin.
Há também uma sequência de ação perto do final do trailer, que termina com Matt sendo questionado: “Que tipo de advogado é você?”, ao que ele responde: “Um dos bons”, enquanto coloca um par de óculos quebrados.
Lembrando que a notícia mais recente dos bastidores foi a escalação de Lou Taylor Pucci (‘A Morte do Demônio’) em um papel desconhecido.
Além do elenco mencionado, John Bernthal e Wilson Bethel, também retornam como Justiceiro e Mercenário, respectivamente.
‘Demolidor: Renascido‘ faz referência ao título homônimo dos quadrinhos, em um arco narrativo em que o herói e o Rei do Crime se enfrentam em um dos confrontos mais sombrios da Marvel.
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