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Nova animação do Homem-Aranha ganha título OFICIAL no Brasil; Confira!

Durante o painel da D23 Brasil, a Marvel Studios revelou o título oficial em português da nova série animada do Homem-Aranha.

Intitulada originalmente ‘Your Friendly Neighbourhood Spider-Man’, a produção será lançada no Brasil como ‘Seu Amigão da Vizinhança Homem-Aranha.

A série, ambientada em uma versão alternativa do MCU, explorará o início da jornada de Peter Parker como o Amigo da Vizinhança.

Nesta produção, o Cabeça de Teia será dublado por Hudson Thames, que já participou de ‘What If…?’, famosa série animada do UCM.

‘Seu Amigão da Vizinhança Homem-Aranha chega ao Disney+ em 29 de janeiro de 2025.

Jornalista diz que ‘God of War: Ragnarok’ será adiado para 2023

Nas últimas semanas surgiu um forte rumor de que o aguardado ‘God of War: Ragnarök‘ será adiado, em breve, com o anúncio colocando o lançamento para 2023, onde o título sairia esse ano.

A notícia partiu de um jornalista espanhol do site Game Reactor, afirmando que várias fontes confirmam que o novo ‘God of War‘ só verá a luz do dia em 2023.

Isso vem também depois de a data do game ter sido alterada dentro dos servidores da PlayStation. Esta informação, reportada pelo PlayStation Game Size, site especializado em buscar entradas e alterações nos serviços da PlayStation Network.

A data de 30 de setembro de 2022 nunca foi oficial, mas como ela constava nos servidores da PlayStation, acreditava-se que o game estava sendo desenvolvido com esta data de lançamento em mente.

Segundo o site, a Sony alterou a data de ‘God of War: Ragnarök‘ de 30 de setembro para 31 de dezembro de 2022.

007 – Operação Skyfall

 

Somos o que somos. Com uma abertura magnífica cheia de imagens psicodélicas que parecem respirar metáforas existenciais do famoso personagem título, “007 – Operação Skyfall” gera altas expectativas antes mesmo do filme começar.

É adrenalina do começo ao fim, perseguições automobilísticas, cenas espetaculares, resumindo: um prato cheio para quem gosta de filmes de espionagem! Com a missão de tornar esse novo filme um dos melhores da franquia, Sam Mendes foi escalado para comandar a festa, fato que acontece, com louvor!

Na trama, acompanhamos logo no início uma missão que não dá certo e onde ‘M’ precisa tomar uma decisão que influencia sua lealdade perante à Bond. Mas quando um passado escondido da chefe da agência vem à tona, o agente 007 precisa se entender com ‘M’ e combater um vilão excêntrico, especialista em computação. Com várias cenas marcantes, tobogãs em escada rolante e uma trilha muito boa assinada pelo craque Thomas Newman, “007 – Operação Skyfall” tem um dos desfechos mais marcantes da história do agente secreto inglês.

Panela velha é quem faz comida boa? A reciclagem na sua profissão dá um olá ao admirável novo mundo. James Bond é um homem que gosta de fazer as coisas pelo modo antigo, mas será que seu tempo não passou? O Highlander britânico, quando forçado a resgatar suas memórias, percebe que precisa se atualizar – mas sempre com charme e elegância, seduzindo lindas mulheres, portando as mais específicas armas e com seu velho rádio de transmissão. Bond volta mais forte, pronto para enfrentar um sarcástico vilão que também esconde um passado.

Não há muitas novidades nas bases que sustentam a trama. A maneira eletrizante e marcante que se apresentam os fatos é que faz a diferença. O filme empolga, é uma volta às origens com muita elegância e inteligência. O clima de suspense insiste em não fugir da telona, o Dom Juan do mundo da espionagem usa e abusa dos seus truques, agora ajudado por um novo e inteligente ‘Q’. Voltar ao passado faz bem, até mesmo para um certo Highlander da terra da rainha.

Em uma Londres chuvosa, com desfiles nostálgicos de modelos de carros clássicos, esse novo filme 007, como sempre (ao longo da franquia que completa 50 anos), conta com um elenco repleto de atores britânicos. Mais uma vez na pele do protagonista, criado por Ian Fleming, Daniel Craig a cada filme que passa fica mais confortável na pele de James Bond, mais uma boa atuação do bom ator. O peixe grande Albert Finney se encaixa muito bem na história, sendo um elo com o passado escondido de Bond. Ralph Fiennes, não entrando em muitos detalhes que podem gerar spoilers, é uma grande aquisição para a franquia. Judi Dench, sempre fantástica, faz a famosa ‘M.’ e tem papel importante nesse novo filme do agente secreto mais famoso do cinema. Mas quem rouba a cena não é um inglês. Sempre com uma entrada dramática, às vezes sarcástico, às vezes misterioso, Javier Bardem faz mais um vilão de maneira espetacular. Bravo! Um dos grandes atores de sua geração, sem dúvidas!

007 – Operação Skyfall” estreia dia 26 de outubro em muitas salas por todo o Brasil. Você merece conferir esse filmaço! Bem perto da nota 10!

 

 


Crítica por:
Raphael Camacho (Blog)

 

 

‘Interestelar’ retorna às salas IMAX com cenas inéditas

Interestelar’, ficção científica dirigida por Christopher Nolan, voltará aos cinemas da rede IMAX nos EUA por um único dia.

O filme retorna em 21 de fevereiro às salas do AMC Theatres, com 12 minutos adicionais incluindo cenas inéditas de bastidores.

Por enquanto, não há informações se o drama espacial também será reexibido em outros cantos do mundo.

Estrelada por Matthew McConaughey, Anne Hathaway e grande elenco, a trama narra as aventuras de um grupo de exploradores que faz uso de um buraco negro recém-descoberto para superar as limitações de uma viagem espacial humana e conquistar as grandes distâncias relacionadas a uma viagem interestelar.

Indicado à 5 Oscars, ‘Interestelar’ tem 167 minutos (2 horas e 47 minutos) e é o mais longo da carreira de Nolan. O filme arrecadou quase US$ 672 milhões pelo mundo.

‘Rei Arthur’, dirigido por Guy Ritchie, é adiado para 2017

Knights Of The Roundtable: King Arthur‘, nova versão do conto do Rei Arthur dirigida por Guy Ritchie (franquia ‘Sherlock Holmes’), teve sua estreia adiada.

Inicialmente previsto para 22 de julho de 2016, o lançamento agora acontece apenas em 17 de fevereiro de 2017.

Na nova data, o filme irá concorrer com ‘Maze Runner – A Cura Mortal‘ e ‘Bad Boys 3‘.

Charlie Hunnam e Guy Ritchie na primeira foto de bastidores do filme

A nova história introduz um jovem Arthur, que comanda os becos de Londonium com sua gangue. Após a morte dos pais, sua única esperança é estar ao lado de sua fiel espada Excalibur. Desafiado pelo poder da espada, Arthur terá de fazer algumas escolhas difíceis. Lutando a favor da Resistência e guinado pela jovem e bela Guinevere, Arthur deverá aprender a dominar a espada, enfrentar seus demônios e unir o povo contra Vortigern, tirano que matou seus pais e roubou sua coroa de rei.

Charlie Hunnam (Rei Arthur), Djimon Hounsou (mentor de Arthur), Astrid Berges-Frisbey (Guinevere), Jude Law (o vilão principal) Eric Bana (Uther Pendragon, pai de Arthur) e Mikael Persbrand formam o elenco.

Joby Harold (‘Awake – A Vida Por Um Fio’) escreveu o roteiro do épico e também vai produzí-lo ao lado de Akiva Goldsman, Tory Tunnell e Lionel Wigram.

Seis clipes assustadores de ‘Invocação do Mal 2’

Invocação do Mal 2‘ teve seis clipes divulgados.

Assista:

O filme foi exibido para a imprensa norte-americana e as primeiras críticas começaram a pipocar na internet, e são bastante assustadoras… no bom sentido da palavra!

Até o momento em que publicamos essa matéria, o filme tinha 14 críticas publicadas e 86% de aprovação no Rotten Tomatoes.

O CinePOP traduziu os principais trechos das críticas – leia aqui!

‘Invocação do Mal’ e ‘Annabelle’ retornam para as telonas brasileiras 

O terror acompanha uma ocorrência paranormal que se passou nos anos 1970 em Enfield, Inglaterra, centrado em duas irmãs supostamente possuídas. A investigadora paranormal Lorraine afirmou que viu as jovens levitarem e até testemunhou quando uma delas se desmaterializou.

A garota foi encontrada 20 minutos depois em uma grande caixa de fusíveis, com seu corpo retorcido de tal forma que não era possível reproduzir a posição.

Invocação do Mal foi um dos maiores sucessos do verão americano de 2013, com um orçamento de U$ 20 milhões e uma bilheteria de U$ 318 milhões mundialmente.

A sequência estreia em 10 de junho de 2016.

James Wan lançou sua carreira com ‘Jogos Mortais‘ e dirigiu os dois ‘Sobrenatural‘, além do primeiro ‘Invocação do Mal‘. Com o adiamento, Wan encaixou o projeto em sua agenda e retornará para a direção.

Os proprietários da casa em que Invocação do Mal‘ foi rodado, em 2012, abriram um processo contra a Warner Bros., o diretor James Wan e vários produtores do longa alegando que a moradia está sofrendo constantes ataques de vândalos – saiba mais!

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‘O Lar das Crianças Peculiares’: Faça um tour pela mansão em novo vídeo da adaptação

A Fox Film divulgou um novo vídeo de ‘O Lar das Crianças Peculiares‘ (Miss Peregrines Home for Peculiar Children). Nele, você vai realizar um percurso pela gigante mansão dos paculiares.

O filme será lançado no Brasil dia 29 de Setembro.

‘O Lar das Crianças Peculiares’ ganha GIFs com novas cenas 

Assista, com o último trailer divulgado:

 

Quando seu querido avô deixa para Jake pistas sobre um mistério que se estende por diferentes mundos e tempos, ele encontra um lugar mágico conhecido como ‘O Lar das Crianças Peculiares‘. Mas o mistério e o perigo se aprofundam quando ele começa a conhecer os moradores e aprende sobre seus poderes especiais… e seus poderosos inimigos.

Tim Burton se acidenta em set de filmagem 

Eva Green, Asa Butterfield, Ella Purnell, Allison Janney, Terence Stamp, Rupert Everett, Judi Dench e Samuel L. Jackson estrelam.

O roteiro foi adaptado por Jane Goldman, colaboradora do cineasta Matthew Vaughn nos filmes ‘Kick-Ass’ e ‘Kingsman: Serviço Secreto’.

 

‘Fome de Poder’: Filme sobre McDonald’s ganha novo cartaz

Confira o mais novo cartaz de ‘Fome de Poder‘, longa que adapta para as telonas a controversa criação da maior rede de lanchonetes do mundo.

Michael Keaton interpreta Ray Kroc, o criador da franquia global de hambúrgueres.

Confira, com o trailer:

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O drama escrito por Robert Siegel (‘O Lutador, ‘Turbo’) segue a linha de ‘A Rede Social’, mostrando como Ray Kroc, um vendedor de Illinois, conheceu Mac e Dick McDonald, que comandavam uma rede de hambúrgueres no sul da Califórnia, na década de 1950.

Michael Keaton viverá o protagonista, Ray Kroc, que ficou impressionado com o veloz sistema de produção de comida da dupla e enxergou ali o potencial para uma franquia. Ele acabou tomando o controle da companhia dos irmãos e criou um império bilionário.

Laura Dern (‘Livre’) viverá Ethel, a negligenciada primeira esposa de Kroc, de quem se divorciou em 1961. Ele se casou mais duas vezes antes de sua morte em 1984.

Linda Cardellini (que viveu a esposa do Gavião Arqueiro em ‘Vingadores: Era de Ultron’) completa o elenco.

A direção será de John Lee Hancock, que já dirigiu antes um filme sobre Walt Disney e a criadora de Mary Poppins, ‘Walt nos Bastidores de Mary Poppins’.

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CONFIRMADO: ‘Logan’ terá cena pós-créditos

Assim como fez com ‘Deadpool‘, a Fox resolveu deixar o gostinho de quero mais com relação a ‘Logan‘.

Exibido para a imprensa na última semana, o estúdio preferiu não mostrar a cena pós-créditos para os jornalistas, deixando a surpresa apenas para quando o filme estrear no circuito comercial.

Com isso, o Collider confirma com todas as letras que sim, haverá uma cena pós-créditos em ‘Logan‘.

O material foi deixado de fora da versão apresentada no Festival de Berlim e de todas as cabines realizadas para a imprensa ao redor do mundo, inclusive, no Brasil.

A cena terá 3 minutos de duração.

Abaixo, você confere a coletiva de imprensa com Hugh Jackman, na qual o CinePOP participou e também as nossas críticas, em texto e vídeo.

Wolverine usa o uniforme clássico amarelo do personagem em ‘Logan’? [SPOILERS] 

Para ler nossa crítica completa, clique aqui!

Em um futuro próximo, um cansado Logan cuida de um Professor X em dificuldade, escondido na fronteira mexicana. Mas as tentativas de Logan de se esconder do mundo e de seu legado acabam quando um jovem mutante chega, sendo perseguida por forças obscuras.

O elenco conta com Hugh Jackman, Patrick Stewart, Elise Neal (‘Pânico 2’), Boyd Holbrook (‘Narcos’) e Elizabeth Rodriguez (‘Fear The Walking Dead’).

Confira o que vem por aí na prévia do episódio 5×08 de ‘Prison Break’

A seguir, você confere o que vem por aí no episódio da próxima semana de ‘Prison Break

Assista:

No novo capítulo deste intenso drama, vamos acompanhar os acontecimentos que seguem a aparente morte de Michael Scofield (Wentworth Miller). Sara (Sarah Wayne Callies) segue sua vida e cria o filho com seu novo marido (Mark Feuerstein). Após ela descobrir que Michael talvez esteja vivo, Sara unirá forças com Lincoln (Dominic Purcell) para arquitetar uma nova escapada ao lado dos mais notórios fugitivos da penitenciária Fox River, T-Bag (Robert Knepper), C-Note (Rockmund Dunbar) e Sucre (Amaury Nolasco).

Wentworth Miller e Dominc Purcell vão estrelar como Michael Scofield e Lincoln Burrows. Sarah Wayne Callies (‘The Walking Dead’) reprisa o papel da Dra. Sara Tancredi.

Robert Knepper volta como T-Bag; Rockmond Dunbar como C-Note; e Amaury Nolasco retorna ao papel de Fernando Sucre.

A nova temporada terá 12 episódios e seguirá os eventos de ‘The Final Break‘, telefilme lançado diretamente em DVD.

Dana Walden, co-presidente da Fox, revelou que a reinicialização será “uma sequência” e mostrará os personagens vários anos após os acontecimentos da última temporada.

Originalmente exibida entre 2005 e 2009, ‘Prison Break’ teve quatro temporadas produzidas e foi uma das séries mais populares da história da TV americana.

Fotos de ‘Once Upon a Time’ revelam os visuais dos novos personagens

Com o primeiro trailer liberado na San Diego Comic-Con, agora é hora da ABC começar a liberar mais novidades dessa sétima temporada que funciona praticamente como um completo reboot de ‘Once Upon a Time‘.

Assim, a Entertainment Weekly liberou várias novas imagens da produção.

Confira, com o preview e com o trailer:

Até agora, estão confirmadas no elenco: Gabrielle Anwar (Burn Notice), Adelaide Kane (Reign), Dania Ramirez (Devious Maids), Mekia Cox (Chicago Med) e Rose Reynolds (Poldark).

Vale lembrar que a série retirou boa parte do elenco original (Jennifer Morrison, Ginnifer Goodwin, Josh Dallas, Rebecca Mader, Emilie de Ravin), sobretudo, para que o TV Show não fosse cancelado e que, assim, os produtores tivessem ao menos uma oportunidade de fazer o programa crescer em audiência.

 

Vídeo reúne várias cenas deletadas de ‘Liga da Justiça’

Foi divulgado um vídeo que reúne quase quatro minutos de cenas deletadas de ‘Liga da Justiça‘, que aparecem nos trailers mas não estão no filme.

Confira:

Crítica | Liga da Justiça – Filme de Super-heróis é bem humorado e recheado de ação

Liga da Justiça‘ bateu todos os recordes de bilheteria possíveis em sua estreia no Brasil. O longa chegou aos cinemas na última quarta-feira (15) e arrecadou mais de R$ 13,1 milhões em seu primeiro dia em cartaz no país, números que colocam ‘Liga da Justiça‘ como o maior dia de abertura de cinema de todos os tempos no Brasil, batendo o antigo líder ‘Saga Crepúsculo: Amanhecer – Parte 2‘.

Consequentemente, a arrecadação da estreia também coloca ‘Liga da Justiça‘ como o maior dia de abertura de um filme de super-heróis de todos os tempos, ultrapassando ‘Capitão América: Guerra Civil‘; maior dia de abertura histórica da Warner Bros. Pictures, que antes era liderada por ‘Batman vs Superman: A Origem da Justiça‘; maior dia de abertura geral de 2017, na frente de ‘Velozes e Furiosos 8‘ e maior dia de abertura de um filme de super-heróis em 2017, batendo ‘Homem Aranha: De Volta ao Lar‘.

Para concluir, Liga da Justiça é o maior dia de abertura da Warner Bros. no ano, na frente de ‘It – A Coisa’, com R$ 5,5 milhões e a maior abertura de um filme de super-herói do ano, passando tambémHomem-Aranha: De Volta ao Lar’, que arrecadou R$ 6,9 milhões em seu dia de estreia.

Segundo o Deadline, ‘Liga da Justiça deve somar entre US$ 325 e US$355 milhões no seu fim de semana de estreia pelo mundo, incluindo mercados como Brasil e China. O site indica que o filme deve fazer entre US$ 110 e US$ 120 milhões nos EUA, enquanto a soma internacional deve ficar entre US$ 215 e US$ 235 milhões.

A marca supera a da estreia mundial deEsquadrão Suicida (US$ 267 milhões), Deadpool (US$ 264 milhões) eMulher-Maravilha (US$ 228 milhões), ficando abaixo de Homem de Ferro 3 (US$ 372,5 milhões) e Batman Vs Superman (US$ 422 milhões).

O filme já está em cartaz no Brasil.

Bella Thorne pega um Uber Pool e se dá mal no trailer do terror ‘Ride’

A atriz Bella Thorne estrela o primeiro trailer do terror ‘Ride‘.

Assista:

“A trama gira em torno de uma única noite em Los Angeles, e acompanha uma jovem que pega um Uber sem saber que estará dividindo o carro com um sociopata.”

Jeremy Ungar escreveu e dirige o filme.

Will Brill e Jessie T. Usher também estrelam.

A estreia acontece ainda em 2018.

Lando Calrrisian retorna em ‘Star Wars: Episódio 9’; Veja foto!

Os fãs da saga ‘Star Wars‘ vão reencontrar um de seus personagens mais carismáticos em ‘Star Wars: Episódio 9‘.

O ator Billy Dee Williams, 81, retorna como o icônico Lando Calrrisian.

É a primeira vez que Williams retorna como Lando desde ‘O Retorno do Jedi‘. Porém, o jovem Lando foi visto em ‘Han Solo: A Star Wars Story‘. Na história de origem de Han Solo, o personagem foi interpretado por Donald Glover, dando uma performance que trouxe de volta todas as melhores partes da interpretação de Williams sobre o personagem.

Confira a primeira foto do personagem:

Star Wars: Episódio 9’ estreia dia 20 de dezembro de 2019.

‘Morbius’: Fãs da DC dizem que o filme é crossover entre Batman e Coringa; Confira!

Quando um ator interpreta um papel marcante, é difícil se afastar de sua imagem, e é exatamente isso que está com acontecendo com Michael Keaton e Jared Leto.

Keaton foi o primeiro intérprete de Bruce Wayne no cinema, e Leto deu vida a uma versão bastante polêmica do Coringa em ‘Esquadrão Suicida‘.

E agora que os dois irão atuar juntos em ‘Morbius‘, os fãs da DC não podiam perder a piada, fazendo referência aos personagens, que são arqui-inimigos nos quadrinhos.

Confira:

“Aquele momento em que você percebe que o Batman e o Coringa estão juntos no trailer de ‘Morbius‘.”

Assista ao trailer:

Para quem não conhece, o personagem surgiu pela primeira vez na edição #101 de ‘O Espetacular Homem-Aranha’, lançada em 1971.

Na trama, o Dr. Michael Morbius sofre um acidente enquanto testava a possível cura para uma doença sanguínea e acaba se transformando em um vampiro, criado artificialmente e diferente das criaturas mitológicas.

Inicialmente, Morbius era um vilão do Homem-Aranha, mas passa a atuar como anti-herói e já dividiu algumas HQ’s com o Blade.

Programado para 30 de julho de 2020, ‘Morbius‘ também conta com Tyrese Gibson, Jared Harris, e Matt Smith.

Selena Gomez e David Henrie indicam revival de ‘Feiticeiros de Waverly Place’; Veja o vídeo!

Os astros Selena Gomez e David Henrie divulgaram um vídeo indicando que ‘Os Feiticeiros de Waverly Place‘ pode ganhar um revival.

A dupla divulgou um vídeo juntos sem revelar muitos detalhes, dizendo apenas “hummm”.

Veja:

 

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Hmm @selenagomez

Uma publicação compartilhada por David Henrie (@davidhenrie) em

Selena Gomez já havia confirmado interesse em retornar:

“Eu não sei, mas me diverti muito na época. Não achava que a série se tornaria algo tão grande, quando eu e David Henrie – meu irmão mais velho na produção – conversamos sobre o assunto. Me orgulho muito da série, foi muito divertido e engraçado fazer parte dela. Uma vez nós dois estávamos jantando e começamos a pensar hipoteticamente onde estaríamos no futuro.”. 

Em uma recente postagem em seu Instagram oficial, o ator David DeLuise, que interpretou o patriarca da família Russo em ‘Os Feiticeiro de Waverly Place’, revelou que está aberto a fazer um revival da série.

Confira:

 

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You guys want a #reboot #wizardsofwaverlyplace #disney @selenagomez @davidhenrie @jaketaustin @jenniferstone @greggsulkin @maria_cb Let’s do this !!

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“Vocês querem fazer um reboot?”, diz a legenda. “Vamos fazê-lo!”.

A série foi originalmente transmitida pelo Disney Channel e tornou-se uma das favoritas do canal, estreando em outubro de 2007 e estendendo-se até janeiro de 2012 por quatro temporadas. O sucesso da produção também deu origem a um filme homônimo que foi lançado em 2009 e uma versão malasiana que estreou neste ano.

Além de DeLuise, o elenco principal era formado por Selena Gomez (que em 2017 falou sobre a possibilidade de um revival do show), David HenrieJake T. AustinJennifer StoneMaria Canals Barrera.

Relembre a sequência de abertura:

‘A Sentinela’: Suspense com Olga Kurylenko se torna o filme nº 1 da Netflix; Assista ao trailer!

A Sentinela, suspense estrelado por Olga Kurylenko (‘007 – Quantum of Solace’), surpreendeu em sua estreia na Netflix.

O longa foi lançado na plataforma de streaming fazendo sucesso e se transformou na produção mais assistida da semana, passando ‘Ginny e Georgia‘ e conquistando a 1ª posição.

Assista ao trailer:

O filme é dirigido por Julian Leclercq.

Transferida para casa depois de uma traumatizante missão de combate, uma soldada francesa altamente treinada utiliza suas habilidades letais para caçar o homem que machucou sua irmã e vingá-la.

Marilyn LimaMichael NabokoffMartin SwabeyCarole WeyersAndrey GorlenkoAntonia MalinovaGabriel Almaer e outros completam o elenco.

Reboot de ‘O Exorcista’ será “inovador e diferente, mas conectado ao original”, revela Jason Blum [EXCLUSIVO]

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP para promover ‘Welcome to Blumhouse‘, o produtor Jason Blum falou sobre o reboot de ‘O Exorcista‘, que será dirigido por David Gordon Green (‘Halloween’).

“Eu espero fazer com O Exorcista a mesma coisa que fizemos com Halloween. Na franquia Halloween o primeiro filme foi ótimo, o segundo foi ok, mas os outros não foram bons. Então, nós revitalizamos a franquia e os espectadores gostaram. Espero poder fazer o mesmo com O Exorcista. Todos pensam que vão fracassar, mas temos o mesmo diretor e roteirista de Halloween”, ele afirma.

Segundo ele, os fãs vão se empolgar com a nova versão.

“Nós reinventamos a franquia para que pareça nova e diferente, mas terá ligação com o primeiro filme.”, concluiu.

O longa vai estrear no dia 13 de outubro de 2023.

Os próximos filmes serão uma sequência direta da obra de 1973, e, segundo o New York Times, a Universal Pictures pagou em torno de US$ 400 milhões para garantir os direitos para realizar uma nova trilogia – valor que inclui o lançamento nos cinemas e no streaming Peacock.

Ellen Burstyn (‘Interestelar’) reprisará seu papel como Chris MacNeil, mãe de Regan (Linda Blair), a menina possuída pelo demônio Pazuzu no longa original.

Além de Burstyn, Leslie Odem Jr. (‘Uma Noite em Miami’) também foi listado no filme, e dará vida ao pai de uma jovem supostamente possuída.

Na trama, ele irá recorrer à ajuda de Chris para tentar lidar contra a presença demoníaca, assim como aconteceu com ela no passado.

Dirigido por William Friedkin e estrelado pela Linda Blair, o primeiro longa segue uma garotinha de doze anos que está tendo um comportamento completamente assustador. Deste modo, sua mãe pede ajuda a um padre, que é também um psiquiatra, e este chega a conclusão de que a garota está possuída pelo demônio. Ele solicita então a ajuda de um segundo sacerdote, especialista em exorcismo, para tentar livrar a menina desta terrível possessão.

A franquia original rendeu quatro filmes, além de uma prequel “alternativa”, intitulada ‘Domínio‘. Recentemente, a FOX lançou uma série que se passava no mesmo universo que o filme original, que durou por 2 temporadas.

‘Não! Não Olhe!’: Novo terror de Jordan Peele arrecada US$ 6,4 milhões em pré-estreias

Não! Não Olhe!‘ é o mais novo terror do aclamado realizador Jordan Peele (‘Nós’) – e estreou nos EUA fazendo sucesso.

O terceiro longa do diretor arrecadou US$ 6,4 milhões nas pré-estreias de quinta-feira em 3.250 cinemas nos EUA.

Esse é um bom começo para um filme de Peele, arrecadando apenas 14% a menos que os US$ 7,4 milhões de ‘Nós‘, que estreou em março de 2019.

O valor está bem à frente dos US$ 1,8 milhão das pré-estreias de ‘Corra!‘, primeiro filme do diretor.

Segundo previsões, ‘Não! Não Olhe!‘ deve arrecadar US$ 50 milhões em seu primeiro fim de semana.

No Rotten Tomatoes, a produção conquistou 82% de aprovação, com nota 7.60/10 baseada em 114 reviews até o momento. Segundo o consenso geral, o filme é “admirável por sua originalidade e ambição, mesmo quando dá um passo maior do que consegue”, além de “acrescentar um espetáculo a la Spileberg ao arsenal de Peele”.

Confira os principais comentários abaixo:

“Esse espetáculo sci-fi […] traz o cineasta vencedor do Oscar de volta à forma” – The Daily Beast.

“O novo filme de Jordan Peele é um filme que ama filmes” – The Movie Minute.

“De vez em quando, uma pessoa muito talentosa faz um filme ruim – e é isso o que temos aqui” – San Francisco Chronicle.

“O novo filme de Jordan Pelee pode não ter a profundidade cultural do roteiro vencedor do Oscar de Corra!’ ou de Nós, mas é um filme inteligente, assustador, com uma narrativa forte, ótimas performances e detalhes sagazes” – Movie Mom.

‘Não! Não Olhe!’ é um dos filmes mais eficazes e divertidos dos últimos anos” – IGN Movies.

Vale lembrar que o longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 25 de agosto.

Na trama, os residentes de uma ravina solitária do interior da Califórnia testemunham uma descoberta estranha e assustadora.

O elenco conta com Daniel Kaluuya (‘Corra!’), Steven Yeun (‘The Walking Dead’), Keke Palmer (‘Scream Queens’), Michael Wincott e Brandon Perea.

Hoyte van Hoytema (‘TENET’ e ‘Dunkirk’) entra como diretor de fotografia.

Além de dirigir, Peele é o responsável pelo roteiro da produção.

‘Berlim’: Série DERIVADA de ‘La Casa de Papel’ ganha teaser trailer

Netflix divulgou o novo teaser trailer oficial de ‘Berlim’, série spin-off de ‘La Casa de Papel’ focada no personagem titular (Pedro Alonso).

Além disso, foi revelado que a produção chega em dezembro ao catálogo da plataforma de streaming, ainda sem dia confirmado.

O plano: roubar 44 milhões de euros… em uma tarde.

Confira:

O criador Alex Pina já havia adiantado que não há possibilidade de uma nova temporada da produção original, mas não descartou séries derivadas focadas em outros personagens.

“Foi uma gravação muito complicada, é um gênero de guerra extrema e estamos editando agora a temporada final. Depois que terminarmos assistir e descobrir se realmente existem portas abertas para um spin-off, ou se queremos contar algo mais sobre algum dos personagens. Por enquanto, não decidimos ainda”, afirmou. 

Após críticas, Disney DESATIVA comentários do trailer de ‘Mufasa: O Rei Leão’ no YouTube

A Walt Disney Studios tomou a decisão de desativar os comentários do primeiro trailer de ‘Mufasa’, aguardada pré-sequência em live-action de O Rei Leão‘.

O primeiro trailer foi recebido com uma onda de críticas negativas e reações pouco entusiásticas. Até agora, o trailer acumulou 124 mil likes, mas também um impressionante número de 294 mil dislikes, traduzindo uma recepção maioritariamente negativa por parte do público.

Para além disso, os comentários ao trailer estavam repletos de críticas e piadas, muitas das quais gozavam tanto com o trailer como com o próprio filme. Estas reações negativas levaram a Walt Disney Studios a tomar a decisão de desativar os comentários, impedindo que mais críticas e comentários negativos fossem expressos publicamente.

Assista ao trailer:

https://youtu.be/6rukt5d9Hf4?si=OYTgIx3o9DhZYIGt

O longa-metragem, anteriormente programado para o dia 05 de julho de 2024, chegará agora aos cinemas apenas em 20 de dezembro de 2024.

“‘Mufasa: O Rei Leão convoca Rafiki para transmitir a lenda de Mufasa ao jovem filhote de leão Kiara, filha de Simba e Nala, com Timão e Pumba emprestando sua assinatura. Contada em flashbacks, a história apresenta Mufasa como um filhote órfão, perdido e sozinho até conhecer um simpático leão chamado Taka – o herdeiro de uma linhagem real. seu destino – seus laços serão testados enquanto eles trabalham juntos para escapar de um inimigo ameaçador e mortal.”

O projeto é dirigido pelo aclamado cineasta independente Barry Jenkins, vencedor do Oscar por ‘Moonlight: Sob a Luz do Luar‘.

Hans Zimmer, Pharrell Williams e Nicholas Britell cuidarão das novas músicas da pré-sequência.

Além disso, o projeto terá canções INÉDITAS cantadas por leões animados que parecem leões reais.

O roteiro foi escrito por Jeff Nathanson, que também foi o responsável pelo script do original.

Aaron Pierre (‘Tempo’) fará a voz de Mufasa. Já Kelvin Harrison Jr., conhecido por ‘Luce‘, fará a voz do personagem Taka.

Para quem não conhece. Taka é o nome verdadeiro de Scar, o irmão de Mufasa que no final das contas o trai e mata na tentativa de assumir o controle do rei da Pedra do Orgulho.

Confira a lista completa de dubladores:

Além de trazer novamente Beyoncé interpretando Nala, o filme contará com a voz de sua filha Blue Ivy Carter como a voz de Kiara, a filha de Simba.

Confira a lista de dubladores, a sinopse e as reações dos fãs no Twitter:

Aaron Pierre: Mufasa

Kelvin Harrison Jr.: Taka

Donald Glover: Simba

Beyoncé: Nala

Tiffany Boone: Sarabi

Mads Mikkelsen: Kiros

Thandiwe Newton: Eshe, mãe do Taka

Lennie James: Obasi, pai do Taka

Anika Noni Rose: Afia, mãe do Mufasa

Keith David: Masego, pai do Mufasa

Kasigo Lediga: Jovem Rafiki

Preston Nyman: Zazu

Billy Eichner: Timão

Seth Rogen: Pumbaa

Blue Ivy Carter: Kiara

‘O Homem Invisível’ e ‘Lobisomem’ se passam no mesmo UNIVERSO? Leigh Whannell responde! [EXCLUSIVO]

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, o diretor Leigh Whannell (‘O Homem Invisível’) falou sobre o terror ‘Lobisomem‘, que já está em exibição nos cinemas.

No vídeo, o editor-chefe Renato Marafon pergunta se ‘Lobisomem‘ se passa no mesmo universo de ‘O Homem Invisível‘, outro filme de monstro que ele dirigiu.

“Talvez. Eu quero dizer, certamente o mesmo universo no sentido que eu sou o cineasta e então eles são muito primos espirituais, ambos começam em São Francisco, não sei. Para mim, sinto que não é tanto um Universo cinematográfico onde um filme vai levar ao outro. É um Universo conectado espiritualmente em termos da minha produção cinematográfica e a linguagem no mundo que estou tentando criar”, ele afirmou.

Assista a entrevista e siga o CinePOP no Youtube:

LOBISOMEM apresenta a história de Blake, marido e pai residente de San Francisco, que herda sua casa de infância na remota zona rural do Oregon, após seu pai desaparecer e ser dado como morto. Ciente do atual desgaste de seu casamento com a enérgica Charlotte, Blake convence a esposa a dar um tempo da cidade, fazer uma viagem relaxante e aproveitar para visitar a propriedade com a pequena filha do casal, Ginger. Mas quando a família se aproxima da casa da fazenda ao cair da noite, eles são atacados por um animal invisível e, em uma fuga desesperada, acabam se trancando dentro da casa, numa espécie de barricada de proteção, já que a criatura continua lá fora, rondando a área.

Além de Christopher Abbott, o elenco conta com a presença de Julia Garner (‘Ozark’). A trama, que parece seguir a linha de mãe e filha contra pai, promete uma história de terror familiar com elementos sobrenaturais.

O novo filme de terror ‘Lobisomem’ é dirigido por Leigh Whannel (‘Jogos Mortais’).

‘Gladys’: Pré-sequência de ‘A Hora do Mal’ é CONFIRMADA

O Deadline confirmou hoje que Zach Cregger e Zach Shields escreverão o roteiro da pré-sequência do aclamado filme de terror ‘A Hora do Mal‘. O título provisório do projeto da New Line e da Warner Bros. é ‘Gladys‘.

Cregger e Roy Lee e Miri Yoon, da Vertigo Entertainment, retornam para produzir o filme. Cregger é representado pela CAA, Artists First e por Karl Austen e Michael Auerbach.

A Hora do Mal‘ arrecadou mais de US$ 270 milhões em todo o mundo. Amy Madigan, que interpretou a principal antagonista, Tia Gladys, ganhou o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante. Madigan também ganhou um prêmio do SAG (Screen Actors Guild) por seu papel como a misteriosa parente de Alex (Cary Christopher).

“Essa é uma mulher que sabe o que tem que fazer e faz. É verdade que alguns dos métodos dela podem ser um pouco incomuns. Mas ela tem isso, e eu acho que todas as mulheres na nossa área deveriam ter mais dessa confiança, inclusive eu. Então, se eu puder tirar isso de positivo, direi que é uma vitória para a Tia Gladys e para mim.” 

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Crítica | ‘A Hora do Mal’ finca os dentes em uma poderosa e arrepiante narrativa

Originalmente, o roteiro de A Hora do Mal contava com um capítulo dedicado ao passado de Gladys, mas o trecho acabou cortado por questões de ritmo. Agora, com o longa dominando as bilheterias, a ideia é transformar esse material em um filme completo.

Cregger está em pré-produção de seu ambicioso reboot de Resident Evil para a Sony, previsto para setembro de 2026.

O Impacto de 2020 no Cinema

A pandemia fez de 2020 um ano profundamente difícil, seja pelas perdas humanas, seja pelas restrições e mudanças que impôs a todos. Projetar os impactos desse ano é um exercício árduo, ainda mais quando nos lembramos que, no começo da pandemia, muitos falaram que as pessoas se tornariam mais solidárias. Bem, nem precisou acabar o primeiro semestre para vermos o quanto é difícil as pessoas mudarem.

No campo cultural, o vírus liquidou as atividades culturais coletivas e todos buscaram se reinventar – o teatro on-line é o exemplo mais explícito. E na sétima arte? O que mudou e, principalmente, o que mudará nos próximos anos? Lá vou eu querer praticar a perigosa futurologia!

Estou com os que acreditam que o fechamento forçado das salas de cinema precipitou fenômenos que iriam acontecer ao longo dos próximos anos. 2020 foi (assim como 2021 continuará a ser) um grande laboratório para a indústria do cinema testar até que ponto a distribuição de filmes via internet é viável, seja por serviços de assinatura, como a NETFLIX, seja pelo aluguel on-line, o conhecido VOD – video on demand.

No começo da pandemia, a primeira reação foi adiar os lançamentos. Quando os estúdios tomaram dimensão do problema, os testes começaram.

Trolls 2, da Universal, e Scooby! O Filme, da Warner, foram os primeiros filmes de grandes estúdios a serem lançados diretamente no streaming. Momento chave foi a alteração das regras do Oscar 2021. A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas autorizou que filmes lançados apenas em streaming concorram ao Oscar 2021. Esta mudança teve especial impacto nas produtoras independentes, que passaram a distribuir seus filmes online, seja para aluguel, seja vendendo os direitos para incluir seus títulos nos catálogos de grandes streamings. A partir daí vimos um crescimento nos lançamentos de filmes via internet. Os outros dois movimentos chaves foram protagonizados pela Disney e pela Warner.

A Disney manteve o calendário de lançamento do seu streaming. Até o final do ano, a Disney+ beirou os 90 milhões de assinantes. Para além dessa demonstração de força, a casa do Mickey colocou a superprodução live action Mulan no Disney+ na modalidade “Premier Access”: além da assinatura, era necessário pagar mais US$ 29,99 para assistir ao filme. Apesar das polêmicas, a empresa anunciou que irá repetir a jogada com Raya e o Último Dragão. Já no final do ano passado, Soul, nova obra-prima da Pixar, pulou os cinemas e foi direto para o catálogo do Disney+.

Mesmo com tais movimentos, a Disney confirmou lançamentos importantes para os cinemas em 2021, respeitando a janela e exibição. Já a Warner prometeu lançar todos os seus filmes no ano de 2021 simultaneamente nos cinemas e no seu streaming HBO Max. Os filmes ficarão 1 mês no serviço, sem custos adicionais. A decisão gerou revoltar entre exibidores e diretores, como Christopher Nolan e Denis Villeneuve.

O movimento da Warner foi mais agressivo porque desconsiderou a janela de exibição – período no qual um filme é exclusivo de determinada mídia; a primeira janela é aquela dedicada às salas de cinema. Ao possibilitar que seus filmes estejam disponíveis simultaneamente no streaming e nas salas de exibição, o futuro destas é colocado em dúvida.

Acho improvável que as salas de exibição deixem de existir, ao menos no médio prazo. Os anos de 2020 e 2021 vão forçar a reimaginação do papel dos exibidores. E o aumento da concorrência irá forçar, também, a revisão do modelo de negócios dos serviços de streaming.

No pós-pandemia, quando se aglomerar já não for perigoso, as salas de exibição voltarão a ter público. As que sobreviverem à crise voltarão a ver um público tão grande quanto antes da pandemia. Contudo, logo vamos notar diferenças.

A tendência será a janela de exibição ser flexível, especialmente se instituições como o Oscar mantiverem a regra do streaming: a janela de exibição se tornará uma regra pontual, celebrada entre redes de cinema e produtoras quando conveniente. Aposto que a janela de exibição permanecerá apenas para grandes filmes, como forma dos estúdios ganharem em cima da bilheteria. As produções menores e o cinema independente (os filmes do chamado circuito alternativo) provavelmente entrarão simultaneamente em salas de cinema e na internet – ou apenas neste último.

A sala de exibição deve continuar a existir para dois extremos: para as superproduções, cuja grandiosidade das imagens se valoriza na tela grande, e para os “filmes de arte”, que hoje já está no circuito alternativo e são consumidos por um público que enxerga o cinema como expressão artística e não apenas entretenimento.

As produtoras voltadas ao chamado circuito alternativo ou independente, certamente, farão lançamentos simultâneos em salas de exibição e em serviços de streaming ou lançamentos diretos no on demand. O lançamento simultâneo desses filmes só traz benefícios: para o público, que terá acesso mais cedo a essas produções, e às produtoras e realizadores que poderão aproveitar o hype do lançamento e alcançar um público maior, tendo maior retorno. E quem acha que a extinção da janela de exibição nesses casos prejudica a obra, basta lembrar que as sessões de O Irlandês, de Martin Scorsese, tiveram seus ingressos esgotados, mesmo com o filme disponível na NETFLIX.

O tipo de filme que sofrerá a maior crise de identidade será aquele que nem tem pretensões de ser grande cinema, nem tem como ser blockbuster. São os filmes de médio porte, que podem até ser grandes obras-primas, mas não são assim percebidos, seja por ser de um diretor estreante, seja porque é uma obra menos pretensiosa. Falo de filmes bons e ruins. Eles vão perder o pouco espaço que ainda tinham nas salas de exibição. Seu destino é o streaming. As comédias românticas já seguem esse caminho: hoje, esse gênero praticamente sumiu das salas de exibição, mas reinam no streaming.

Quanto aos blockbusters, seu destino está ligado ao futuro dos serviços de streaming, que devem passar por mudanças profundas nos próximos anos. O crescimento de oferta dos serviços, até o momento, ainda está sendo absorvido pelo público. Mas, chegará um ponto no qual nem todos terão tempo nem dinheiro para assinar tantos serviços. Hoje, vemos uma infinidade de modelos de negócio. No futuro, alguns irão se estabelecer.

Com o crescimento exponencial desses serviços, um modelo híbrido no qual o espectador opte por assinar o pacote ou alugar um filme ou série deve ser mais comum do que a simples assinatura. Também deverá crescer a venda de espaço publicitário. Embora hoje seja tabu, a receita de propaganda será inevitável até para viabilizar as produções.

Atualmente, vivemos uma era de ouro do streaming, com os serviços investindo milhões em produção. Mas, chegará um momento em que só assinatura não irá bancar os custos. E mesmo com a entrada do dinheiro da propaganda, o ritmo de produção deve diminuir (em comparação com o atual). Tais serviços devem seguir o modelo atual dos grandes estúdios, investindo em algumas poucas produções próprias e comprando uma penca de filmes produzidos por produtores independentes que colocaram uma grana no projeto.

Os serviços de streaming serão os grandes estúdios do futuro – assim como os grandes estúdios de hoje se tornarão os grandes serviços de streaming do futuro. A produção independente continuará bancando suas produções e vendendo seus filmes – mas um mercado consumidor maior. Aqueles filmes medianos tendem a ficar limitados aos streamings. Já os blockbusters…

Os blockbusters como conhecemos hoje só terão condições de sobreviver se ainda existir a janela de exibição. Tais filmes ganham muito nas salas de cinema. Os grandes estúdios até que tentaram na pandemia vender o aluguel premium, mas sentiram resistência. O ponto: serviços de streaming que vivam só de assinatura e propaganda não terão condições de produzir a quantidade de blockbusters que vemos hoje – mesmo que surjam a assinatura premium para fugir da propaganda. Pensem na quantidade de superproduções feitas exclusivamente para televisão por assinatura? A lógica é a mesma: se depender apenas de assinatura e propaganda, as superproduções irão se tornar mais raros. Por isto, é pouco provável que uma estratégia como a da Warner se mantenha.

Mega produções só se manterão de três formas: se ainda existir a janela de exibição, fazendo o público ir ao cinema, se convencerem as pessoas a alugarem pelo on demand, ou se tornando um artigo de luxo, que os serviços de streaming lançam de vez em quando – basta fazer um levantamento do orçamento dos filmes lançados pela NETFLIX para entender o modelo.

O ano de 2021 continuará a ser de testes para a indústria. Como disse no começo, coisas que levariam anos foram precipitadas. Tudo que falei aqui poder ser completamente diferente, a depender a resposta financeira. Mesmo assim, aposto que o futuro do mundo do cinema será de afrouxamento da janela de exibição, de modelos híbridos no streaming e venda de espaço publicitário e de unificação da produção de conteúdo e da sua distribuição via internet.

Será como um retornar ao sistema de estúdio da Era de Ouro de Hollywood. Nela, os estúdios eram donos das principais redes exibidoras e vendiam pacotes de filmes para as redes independentes. Em 1947, 95% da renda dos seis principais estúdios vinha da bilheteria – o merchandising ainda não havia sido descoberto. Em 1948, a Suprema Corte dos Estados Unidos proibiu que os estúdios fossem donos das redes exibidoras e vendessem os pacotes de filmes. Ou seja, existe precedente… Não se assustem se, no futuro, depois de todos os grandes estúdios terem estabelecidos seus serviços de streaming, a Suprema Corte mande as NETFLIXs do amanhã separarem produção e distribuição de conteúdo.

10 Filmes com rituais macabros!

Com ritos que compõem alguma espécie de cerimônia, os denominados rituais são elementos volta e meia vistos em filmes aterrorizantes. Com alguns roteiros indo mais a fundo nos conflitos provocados e outros apenas ficando na superfície, uma coisa é certa: filmes com essas questões sempre assustam! Para sugerir algumas obras que contornam esse tema, segue uma lista abaixo:

 

Continente

Na trama, ambientada numa região do sul do país, conhecemos Amanda (Olivia Torres), que depois de muitos anos no exterior, volta para casa para se despedir do pai – perto da passagem – que é dono de uma enorme fazenda numa região isolada. Logo quando chega ao lugar, ao lado do namorado francês Martin (Corentin Fila), percebe que as coisas estão esquisitas e logo a tensão toma rumos inesperados quando descobrimos sobre as incertezas de um certo acordo que gera ações desesperadas entre os trabalhadores do local.

 

A Médium

Com um começo no melhor estilo documentário, vamos navegando nas águas conflituosas de uma família, seus entendimentos sobre ancestrais e a centralização de um dom de uma poderosa médium Nim (Sawanee Utoomma) que reside em uma pequena comunidade. Após uma visita a outros parentes percebe que sua sobrinha Mink (Narilya Gulmongkolpech) pode estar sendo possuída por uma entidade maligna ancestral. A Médium pode ser enxergado de diversas formas e principalmente como a luta de uma mulher contra os horrores do inexplicável.

 

Herege

Na trama conhecemos Irmã Paxton (Chloe East) e a Irmã Barnes (Sophie Thatcher) duas jovens missionárias mórmons que vão até a casa de um homem para tentar convertê-lo à religião delas. A questão é que logo elas percebem estarem de frente com Mr. Reed (Hugh Grant), um pesquisador pra lá de maluco que as envolve em uma espécie de jogo macabro.

 

O Ritual

Lançado em 2011 e com Anthony Hopkins no elenco, O Ritual nos mostra um homem enviado pelo Vaticano para estudar exorcismos que durante uma investigação de um peculiar caso acaba entrando em conflitos sobre suas próprias crenças sobre o tema.

 

Mártires

Na trama, conhecemos Lucie (Mylène Jampanoï) e Anna (Morjana Alaoui), duas jovens que se conheceram ainda criança quando a primeira delas sofria psicologicamente pelos abusos cometidos contra ela durante o período que fora sequestrada. Quando elas crescem, uma década e meia depois, resolvem ir atrás das pessoas que cometeram os abusos contra Lucie e acabam encontrando uma família que esconde um segredo ainda maior.

 

Casamento Sangrento

Na trama, conhecemos Grace (Samara Weaving), filha de pais adotivos que sempre sonhou em ter uma família e está prestes a realizar seu sonho já que encontrou seu príncipe encantado, Alex (Mark O’Brien), um apaixonado futuro marido. No dia do casamento, ela vai passar as futuras horas na mansão da família do rapaz (que fez fortuna ao longo do tempo no início com uma fábrica que criava baralhos, depois vendia jogos de tabuleiros, e mais pra frente empreendedores bem sucedidos), e lá acaba conhecendo melhor uma tradição macabra onde o destino pode ser definido ao puxar uma carta que faz parte de um jogo que vem de ancestrais passados. Assim, em uma enorme mansão, cheia de passagens secretas, câmeras por todos os lados, vemos uma surpreendida protagonista que vai precisar ser muito corajosa em uma luta pela sobrevivência.

 

Inferno Sangrento

Na trama, conhecemos Rex (Ben O’Toole), um ex-militar do exército, perturbado psicologicamente, com uma visão de si mesmo que aparece em meio a todos os conflitos que passa. Ele está em um presente complicado após ser o protagonista de uma abordagem imprudente dentro de um banco, o que para alguns foi um ato heroico mas acaba o levando para a cadeia por oito anos. Assim que sai da prisão, por conta da repercussão da história, é perseguido por paparazzis e se torna um rosto famoso na multidão. Buscando se livrar de todo esse holofote resolve comprar uma passagem apenas de ida para a Finlândia onde eu destino se cruza com uma aterrorizante família de psicopatas que inclusive pratica o canibalismo.

 

A Morte do Demônio

Na trama, acompanhamos a trajetória de cinco amigos que se reúnem em uma cabana abandonada. Acontece que neste lugar está enterrado um livro macabro que é aberto. Assim, esses amigos precisam lutar pela sobrevivência nessa noite inesquecível de suas vidas.

 

Prédio Vazio

Desde criança tendo lembranças vagas de um certo momento traumático que viveu com sua mãe, a jovem Luna (Lorena Corrêa) está em um relacionamento ainda de descobertas com o namorado (Caio Macedo). Quando ela percebe que a mãe (Rejane Arruda) possa estar em perigo durante os últimos dias de carnaval, viaja até Guarapari em sua busca, entrando num edifício arrepiante na orla capixaba. Nesse lugar, vai se deparar com um enorme pesadelo.

 

Fale Comigo

Na trama, conhecemos um grupo de amigos que resolvem se reunir para uma sessão de possessão através de um artefato macabro que chega até um deles. No início já se deparam com terríveis situações e não percebendo o perigo que podem estar correndo resolvem continuar se encontrando e realizando as sessões. Até que um deles, a protagonista Mia (Sophie Wilde) acaba sendo atingida em cheio pela obsessão à situação, abrindo assim uma conexão constante com os seres do outro lado.

Crítica | London Fields: Romance Fatal – Filme com Amber Heard e Johnny Depp chega ao Brasil

Campo dos Pesadelos

London Fields é baseado no romance do escritor britânico Martin Amis (que também assina o roteiro) e apresenta como protagonista a femme fatale Nicola Six (papel de Amber Heard), uma espécie de vidente – embora no filme nunca fique inteiramente claro. Coincidentemente, já que o filme estava pronto para ser lançado em 2015, a verdadeira premonição aqui seria do desastroso casamento da atriz com o astro Johnny Depp, um trem desgovernado que sai dos trilhos rapidamente, servindo como resumo certeiro desta obra.

Não são muitos os filmes que possuem a honraria de figurar um suculento 0% de aprovação da imprensa especializada no agregador Rotten Tomatoes, mas London Fields é um destes casos. A verdade é que produções problemáticas como esta dificilmente conseguem se reerguer, tornando-se um sucesso. Como dito, o filme estava pronto para a estreia mundial, que ocorreria durante o Festival de Toronto 2015. Em cima da hora, o longa foi retirado do evento por motivo do processo judicial que o diretor Mathew Cullen realizou contra os produtores. Segundo Cullen, o corte final da obra havia lhe sido prometido pelos executivos, coisa que não ocorreu com o produto pronto.

Entrando no bonde, os produtores resolveram processar a atriz Amber Heard por US$10 milhões, devido a uma quebra contratual, na qual ela não teria cumprido com todas as suas obrigações em relação ao filme (como a divulgação, por exemplo) anteriormente concordadas. Para piorar a situação, em janeiro de 2017 estourou o escândalo da separação de Heard e Johnny Depp, debaixo de acusações de abuso doméstico e agressões de ambas as partes. Depp havia aceitado atuar no longa em um papel coadjuvante para ajudar a impulsionar a carreira de sua então noiva.

No segundo semestre de 2018, London Fields finalmente atingiria as salas de cinema dos EUA, antes tendo sido lançado na Rússia, para se tornar uma das piores aberturas de um filme em grande circuito no país, se mostrando também um fracasso financeiro além de tudo. Agora, a obra chega ao Brasil, sem passar por nossos cinemas (obviamente), direto no mercado de vídeo, onde pudemos conferi-lo na rede Telecine. Deixando de lado tudo o que foi comentado até aqui, para simplesmente nos concentrarmos no resultado final do que vemos em tela, podemos afirmar que London Fields – que no Brasil ganhou o subtítulo Romance Fatal – é uma grande bagunça. Um filme desorganizado (para dizer no mínimo) que faz da simples tarefa de seguir um raciocínio claro do início ao fim, uma missão impossível para o espectador.

Em tela um grande elenco renomado desfila – a maioria perdido, outros tentando dar algum sentido à narrativa. Na trama, o vencedor do Oscar Billy Bob Thornton interpreta um escritor americano que troca de apartamento com um famoso autor britânico (Jason Isaacs) a fim de que ambos tenham experiências reais para seus próximos livros. Assim, Thornton vai conhecendo “as figuras locais” e pegando inspiração para sua obra, ao mesmo tempo em que interage com os registros. Como pano de fundo, uma realidade pré-apocalíptica, com áreas urbanas de grandes metrópoles reduzidas a ruínas – e assim como a clarividência da personagem de Heard, tal elemento é apenas uma nota de rodapé, sem qualquer aprofundamento ou segunda olhada. Uma pena, pois são justamente os tópicos que gostaríamos que fossem desenvolvidos – ao contrário da enfadonha narrativa escolhida para os holofotes.

Em resumo, assim como em Tudo por Ela (2006), terror que lançou a carreira de Heard, aqui todos os homens que cruzam o caminho da femme fatale, se jogam aos seus pés cometendo os atos mais insanos em nome do afeto da mulher. O filme ainda se atreve a chamar de amor, mas está bem longe disso – e soa mais como uma paixão ou uma forte atração sexual. Nicola (Heard) tem um comportamento mais sexualmente agressivo do que qualquer predador, ou predadora, com todas as cenas em que a atriz aparece precisando espelhar momentos rejeitados de um pornô.

Aliás, uma forma de fazer London Fields melhorar é assisti-lo como uma paródia, tamanho o exagero das situações e em especial das atuações. Neste quesito, a própria Amber Heard e Jim Sturgees aumentam a caricatura no nível máximo, prejudicando suas performances. Sturgees cria um criminoso de quinta, tão canastrão que parece saído de um desenho animado. E Heard envergonha qualquer atriz erótica com suas caras e bocas sensuais – em especial as do final do filme, quando contracena com o ex-marido. Depp vive um poderoso chefão e parece estar incomodado em cena. Quem se sai melhor é justamente Thornton e, por incrível que pareça, Theo James – da saga Divergente.

Mas nem tudo deve ser jogado no lixo, afinal é difícil encontrar uma produção deste porte profissional onde nada se aproveite, e como disse um crítico americano, o figurinista e sua equipe devem ter se divertido mais que o elenco criando as vestimentas estilizadas e (claro) exageradas do longa. O visual também é bacana, e o filme conta com uma boa fotografia. Fora isso, o diretor não consegue fazer suas subtramas se conectarem e não tem sucesso em contar esta história. Cada personagem parece viver em seu próprio universo, repelindo a narrativa central. É difícil de ser encarado até mesmo pelos fãs do livro. London Fields serve para mostrar que adaptar uma obra literária de sucesso, quando temos todos os elementos no lugar já é uma tarefa ingrata. Quando não temos, então…

‘As Pontes de Madison’ – Um dos filmes mais românticos da história do cinema completa 30 anos

Clint Eastwood, Meryl Streep e um dos filmes mais românticos da história do cinema. Você já ouviu falar em ‘As Pontes de Madison’? Se não conhece, deveria. Ainda mais se gosta dos atores citados, da direção de Eastwood ou filmes românticos em geral, daqueles repletos de questões que nos faz pensar “o que faríamos em determinada situação”. Caso não tenha assistido ou queira rever este verdadeiro “novo clássico” – que está completando 30 anos em 2025 – corra, pois ele está atualmente em cartaz no acervo do streaming HBO Max.

As Pontes de Madison (1995) nasceu a partir do livro homônimo escrito por Robert James Waller, publicado em 1992. O romance foi um grande sucesso de vendas, rapidamente conquistando o público com sua história simples, porém, emocionalmente intensa, sobre um breve e marcante caso de amor entre uma dona de casa e um fotógrafo itinerante.

Agora, você sabia que o longa também teve envolvimento de Steven Spielberg? Pois bem, o cineasta ao perceber o potencial cinematográfico da obra, adquiriu os direitos logo após o lançamento do livro. A intenção inicial era que Spielberg dirigisse o projeto, mas devido a outros compromissos (o principal deles sendo o intenso trabalho de pós-produção e divulgação de ‘A Lista de Schindler), ele preferiu apenas atuar como produtor executivo. A direção então ficou a cargo de Clint Eastwood, que também assumiu o papel principal ao lado de Meryl Streep.

Eastwood ficou encantado com a delicadeza e o tom intimista da história, que contrastava com os filmes de ação pelos quais era mais conhecido. Ele optou por uma abordagem minimalista, fiel à essência do livro, focando nos diálogos e nas emoções contidas dos personagens. A escolha de Meryl Streep foi essencial para dar credibilidade e profundidade emocional à personagem Francesca.

Eastwood também fez questão de filmar em locações reais em Iowa, conferindo autenticidade ao cenário bucólico das pontes cobertas que simbolizam o romance. A combinação da direção sensível, trilha sonora sutil e atuações marcantes resultou em um filme que se tornou um clássico romântico, reverenciado até hoje.

As Pontes de Madison conta a história de Francesca Johnson, uma dona de casa italiana que vive uma vida simples e rotineira numa fazenda em Iowa com o marido e os filhos. Em 1965, durante um raro momento em que sua família viaja para uma feira fora da cidade, Francesca conhece Robert Kincaid, um fotógrafo da National Geographic que está na região para fotografar as famosas pontes cobertas de Madison County.

O encontro casual entre os dois desperta uma conexão imediata e profunda. Nos poucos dias em que passam juntos, eles desenvolvem um intenso romance que mexe com as emoções e certezas de Francesca. Ela se vê dividida entre a paixão avassaladora e o compromisso com sua família.

Robert, por sua vez, também se transforma com a experiência, enxergando em Francesca algo que nunca tinha sentido em sua vida de viajante solitário. Ambos vivem um curto, mas inesquecível relacionamento que marcará para sempre suas existências. No entanto, ao final, Francesca precisa escolher entre permanecer com sua família, consciente das consequências de suas decisões e do impacto que uma mudança radical traria para todos ao seu redor; ou se aventurar na loucura da paixão e do desejo, de uma vida que sempre sonhou e precisou sufocar, ao lado do verdadeiro amor de sua vida, Robert – numa cena verdadeiramente poderosa, em um dia chuvoso no carro.

A história é contada no presente através dos filhos de Francesca, que, ao descobrirem os diários da mãe após sua morte, conhecem esse capítulo desconhecido e comovente da vida dela. O filme termina com uma reflexão sobre escolhas, sacrifícios e o poder das memórias que permanecem para sempre no coração.

Antes de Clint Eastwood assumir a direção de ‘As Pontes de Madison, vários outros diretores foram considerados para o projeto. Entre os nomes cogitados estavam Sydney Pollack, Bruce Beresford e Robert Redford, todos conhecidos por seu trabalho em dramas com forte carga emocional.

Pollack, por exemplo, tinha o sucesso de ‘Entre Dois Amores (1985) e a experiência com romances delicados. Robert Redford também chegou a ser sondado, tanto para dirigir quanto para protagonizar, mas acabou recusando. No final, a escolha de Eastwood trouxe uma abordagem mais contida e direta, alinhada ao estilo minimalista que marcou o resultado final do filme.

Antes de Clint Eastwood decidir assumir também o papel de Robert Kincaid em ‘As Pontes de Madison, outros atores foram considerados para protagonizar o filme. Nomes como Robert Redford, Harrison Ford, Paul Newman e Sam Shepard chegaram a ser discutidos nos bastidores. Redford, inclusive, esteve fortemente associado ao projeto em suas fases iniciais, tanto como ator quanto como potencial diretor.

Harrison Ford também foi visto como uma escolha interessante, por sua popularidade e apelo romântico na época. No entanto, Eastwood, já confirmado como diretor, acabou optando por ele mesmo interpretar Kincaid, acreditando que poderia dar ao personagem a discrição e a melancolia necessárias para a história.

A escolha de Meryl Streep para o papel de Francesca foi decisiva para o sucesso emocional do filme. Inicialmente, outras grandes atrizes foram consideradas, como Jessica Lange, Susan Sarandon, Anjelica Huston e Isabella Rossellini, todas com forte presença dramática. No entanto, Clint Eastwood ficou impressionado com a capacidade de Streep em transmitir vulnerabilidade e intensidade com sutileza. Sua performance trouxe camadas de emoção e autenticidade à personagem, elevando o tom intimista da história. A atuação rendeu a Streep uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz, consolidando sua escolha como uma das mais acertadas do projeto.

No lançamento em 1995, ‘As Pontes de Madison recebeu elogios da crítica, principalmente pela direção sensível de Clint Eastwood e pela atuação comovente de Meryl Streep. Muitos críticos destacaram a maneira contida e realista como o filme abordou o romance, evitando exageros melodramáticos. A química entre os protagonistas foi amplamente elogiada, com destaque para a vulnerabilidade e a entrega emocional de Streep. O filme também recebeu reconhecimento por sua fotografia e trilha sonora discretas, que complementaram o tom intimista da história. Apesar de algumas críticas pontuais ao ritmo lento, o longa se consolidou como um dos romances mais respeitados da década.

Na sua estreia nos cinemas americanos, no dia 2 de junho de 1995, ‘As Pontes de Madison abriu em segundo lugar nas bilheteiras, atrás apenas de ‘Gasparzinho‘, superprodução para toda a família da Universal Pictures, que estava em sua segunda semana em cartaz. Nas semanas que seguiram em junho precisou enfrentar pesos-pesados como ‘Congo‘, ‘Batman Eternamente‘ e ‘Pocahontas‘ da Disney. Mesmo competindo com blockbusters de verão, o filme conseguiu um desempenho sólido, atraindo principalmente o público adulto em busca de dramas mais intimistas.

Sua estreia arrecadou cerca de US$10.5 milhões no primeiro fim de semana, o que foi considerado positivo para um romance de perfil discreto. Ao longo das semanas, o filme teve boa sustentação nas bilheteiras, impulsionado pelo boca a boca e pela crítica favorável. No total, ‘As Pontes de Madison faturou aproximadamente  US$182 milhões  mundialmente, consolidando-se como um sucesso comercial.

As Pontes de Madison recebeu quatro indicações ao Oscar em 1996, mas não venceu em nenhuma categoria. As indicações foram para Melhor Atriz (Meryl Streep), Melhor Ator (Clint Eastwood), Melhor Trilha Sonora Original (composta por Lennie Niehaus) e Melhor Roteiro Adaptado (Richard LaGravenese). Embora não tenha levado nenhuma estatueta, as indicações confirmaram o reconhecimento da Academia à qualidade das atuações e da produção do filme, especialmente destacando a força dramática da dupla principal.

Trinta anos após sua estreia, ‘As Pontes de Madison permanece como um dos romances mais icônicos e emocionais do cinema moderno. O filme é lembrado por sua abordagem sensível sobre escolhas, arrependimentos e amores impossíveis, conquistando novas gerações de espectadores.

A atuação de Meryl Streep continua sendo considerada uma das melhores de sua carreira, enquanto a direção minimalista de Clint Eastwood é frequentemente elogiada em análises retrospectivas. A obra também ajudou a consolidar o gênero de dramas românticos voltados ao público adulto, num período em que Hollywood começava a priorizar produções mais comerciais. Além disso, o filme mantém um lugar especial na cultura pop, com suas locações em Iowa se tornando pontos turísticos para fãs que desejam reviver a emoção da história.

‘A Mula’: Suspense dirigido e estrelado por Clint Eastwood ganha trailer; Confira!

A Warner Bros Brasil divulgou o trailer do suspense ‘A Mula‘, filme dirigido e estrelado por Clint Eastwood.

Confira:

Com roteiro de Nick Schenk, o filme ainda não possui data de estreia no Brasil.

Na trama, “Um horticultor e veterano da Segunda Guerra Mundial de 90 anos é pego transportando uma quantidade de cocaína equivalente a $3 milhões de dólares para um quartel de drogas mexicano.”

O elenco ainda inclui Bradley Cooper, Taissa Farmiga, Michael Peña e Laurence Fishburne.

‘Veronica Mars’ investiga assassinato no trailer COMPLETO do revival; Assista!

O Hulu divulgou o trailer completo do revival de ‘Veronica Mars‘.

Confira:

Criada por Rob Thomas (‘iZombie‘), a série original durou por três temporadas, e anos mais tarde ganhou um longa-metragem continuando sua história.

As férias estão sendo de matar em Neptune, dizimando a indústria turística de toda a vida da cidade à beira-mar. Depois Mars é contratada pelos pais de uma das vítimas para encontrar o assassino de seu filho, Verônica é arrastada para um mistério épico de oito episódios que colocará as elites ricas do enclave, que preferem pôr fim ao bacanal de um mês, contra uma classe trabalhadora que depende do fluxo de caixa que vem com o período de curtição.

O revival terá o retorno de Kristen Bell, Jason Dohring, Enrico Colantoni, Francis CapraRyan Hansen e Percy Daggs III. Além disso, contará com os novatos J.K. Simmons, Clifton Collins Jr. e Izabela Vidovic.

O revival será lançado na plataforma no dia 26 de julho.

Diretor de ‘O Homem Invisível’ fala sobre sua visão para adaptação de ‘Drácula’

Em entrevista ao Bloody Disgusting, o diretor Leigh Whannell (‘O Homem Invisível‘) compartilhou sua visão sobre uma possível adaptação de ‘Drácula‘.

“Eu acho que a melhor coisa que você pode fazer pelo Drácula é simplificar e deixar de lado toda a iconografia, pois muitas coisas foram adicionadas posteriormente. Muitas coisas não fazem parte do livro do Bram Stoker, como a capa. Você precisa fingir que esse personagem nunca foi visto antes.”

Ele continua, “Eu tentaria pensar na essência que torna o Drácula assustador, que, para mim, é a sua falta de misericórdia. Ele não é romântico. Ele é um psicopata que bebe sangue. Não há capas, raios, névoa ou lobos.”

Vale lembrar que ‘O Homem Invisível‘ já está em exibição nos cinemas nacionais.

Confira o trailer:

Escrita e dirigida por Leigh Whannell (‘Upgrade‘), a nova versão teve baixo orçamento e é descrita como “assustadora”.

O que você não pode ver pode te machucar. A vencedora do Emmy Elisabeth Moss (Nós‘The Handmaid’s Tale’) estrela em um conto moderno de obsessão inspirado pelos personagens clássicos do panteão da Universal Pictures.

Presa em uma violenta e controladora relação com um cientista brilhante, Cecilia Kass (Moss) escapa na calada da noite e desaparece, escondendo-se junto com sua irmã (Harriet Dyer) e seu amigo de infância (Aldis Hodge) e filha adolescente (Storm Reid). Mas quando seu ex abusivo (Oliver Jackson-Cohen) comete suicídio e lhe deixa uma generosa parte da fortuna, Cecilia começa a suspeitar que a morte foi forjada. À medida que uma série de coincidências arrepiantes se tornam muito letais, ameaçando a vida daqueles que ela ama, a sanidade de Cecilia começa a enganá-la – e ela desesperadamente tenta provar que está sendo caçada por alguém que ninguém pode ver.

O Homem Invisível‘ já tinha virado filme em 1933, com roteiro assinado por H.G. Wells, – também o autor do livro no qual a trama é baseada –, e acompanhou a história do Dr. Jack Griffin, cientista devotado que encontra uma maneira de ficar invisível, mas no processo se torna um assassino insano.

Diretor de ‘Abismo do Medo’ afirma que seu novo terror será ‘tenso e sangrento’

Em entrevista ao ScreenDaily, o diretor Neil Marshall (‘Abismo do Medo‘ e ‘Cães de Caça‘) prometeu que o seu novo filme de terror, intitulado ‘The Lair‘, será “sangrento e tenso”.

“‘The Lair’ será o meu verdadeiro retorno ao gênero. Será sangrento, intenso e cheio de ação; no mesmo estilo que ‘Cães de Caça’, ‘Abismo do Medo’ e ‘Juízo Final’.

Ele completa, “Eu vou fazer algo super assustador, tenso e divertido. O público ficará satisfeito. Será uma jornada cheia de adrenalina; espetacular e barulhenta. O longa será inspirado por diversos filmes clássicos, como ‘Alien’, ‘O Predador’ e ‘O Enigma de Outro Mundo’, por causa dos seus usos extraordinários de efeitos práticos.”

O longa será escrito, dirigido e produzido por Marshall.

A história irá girar em torno de uma piloto da Força Aérea Real abatida que escapa de um bunker aterrorizante no Afeganistão contendo armas biológicas mutantes criadas em laboratório e, involuntariamente, leve as criaturas de volta a uma base do Exército dos EUA.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Luta pela sobrevivência no trailer TENSO do sci-fi ‘The Colony’; Assista!

A ficção científica ‘The Colony‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

Tim Fehlbaum (‘Um Inferno’) é responsável pela direção.

As condições cataclísmicas na Terra forçaram um êxodo em massa para um planeta distante. Gerações depois, uma missão tripulada volta para avaliar as condições de vida no mundo desolado e quase totalmente submerso. A única sobrevivente da expedição é atacada por um violento bando de necrófagos, eles próprios envolvidos na batalha com um inimigo muito mais sinistro. Agora, a própria sobrevivência da humanidade depende da bravura e engenhosidade da astronauta solitária.

Nora Arnezeder (‘Army of the Dead: Invasão em Las Vegas’) estrela a produção. O elenco ainda conta com Sarah-Sofie BoussninaIain GlenSebastian Roché e Joel Basman.

O longa será lançado pela Saban em VOD no dia 27 de agosto.

Betty Gilpin estrelará nova série do criador de ‘Lost’

De acordo com o Variety, Betty Gilpin (‘A Caçada’) estrelará a série de suspense ‘Mrs. Davis‘, que está sendo desenvolvida pelo Peacock.

A atriz irá interpretar uma enfermeira que precisa enfrentar uma poderosa inteligência artificial.

A produção foi criada por Damon Lindelof (‘Lost’) e Tara Hernandez (‘The Big Bang Theory’).

Detalhes sobre a trama estão sendo mantidos em segredo, mas a narrativa irá explorar fé versus tecnologia.

Owen Harris (‘Black Mirror: San Junipero’) servirá como produtor executivo, além de dirigir múltiplos episódios – incluindo o piloto.

The Warner Brothers Television está por trás da produção do projeto.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.