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‘Godzilla Minus One’ concorre como Melhor Filme no “Oscar do Japão”; Confira!

Além de receber 100% de aprovação do Rotten Tomatoes, ‘Godzilla Minus One‘ também foi um sucesso absoluto no Japão, conquistando críticas extremamente positivas.

E, de acordo com o Comic Book, o longa dirigido por Takashi Yamazaki é um forte candidato à vitória nas principações categorias da 48ª edição do Hochi Film Awards, conceituado prêmio japonês.

Entre as indicações, Godzilla Minus One’ concorre como Melhor Filme, Melhor Direção, Melhor Ator (Ryunosuke Kamiki) e Melhor Atriz Coadjuvante (Minami Hamambe).

Por enquanto, ainda não há uma data específica para a realização do evento de premiação.

Enquanto isso, vale lembrar que ‘Godzilla Minus One‘ estreia no dia 1º de dezembro em cinemas selecionados no Brasil. Já o lançamento oficial acontece em 14 de dezembro ao redor do mundo.

Confira algumas críticas do longa:

“Um blockbuster empolgante e cheio de espetáculos, ‘Godzilla: Minus One‘ leva o rei dos monstros de volta às suas raízes no Japão pós-Segunda Guerra Mundial. A história é baseada nos personagens, e as cenas de monstros são emocionantes e eficazes.” – IGN Movies

“‘Godzilla Minus One‘ retorna a fera titular às suas raízes como uma metáfora para a ansiedade e a dor do Japão no pós-guerra, proporcionando no processo um espetáculo emocionante que também contém uma tendência emocional palpável.” – Screen International

“‘Godzilla Minus One‘ é exatamente o filme que precisamos para os tempos complicados e, às vezes, desesperadores em que vivemos. O filme lembra ao público que sempre há esperança, desde que você esteja disposto a lutar por um amanhã melhor.” – The Mary Sue

“O resultado é o melhor filme de Godzilla desde o filme original de 1954, graças à história convincente, Godzilla fazendo o que Godzilla faz de melhor, além de ter um elenco maravilhoso e uma ftografia impressionante.” – Nerd Reactor

“Tendo que acompanhar o excelente Shin Godzilla de 2016, ‘Godzilla Minus One‘ está agora na posição de ter que manter a boa fé do investimento do estúdio original com este monstro gigante do cinema. Felizmente, este filme é uma explosão e muito mais.” – We Live Entertainment

“‘Godzilla Minus One‘ é um lembrete ao público porque nos apaixonamos por este kaiju, mas também pelo universo em que ele reside.” – But Why Tho

“Visualmente, ‘Godzilla Minus One‘ evoca o filme original mais do que qualquer outro filme de Godzilla desde os anos 50. Mas, ao situar-se no passado, evita abordar questões contemporâneas, contentando-se mais em ser um passeio divertido.” – Japan Times

Confira o trailer:

A sinopse oficial revela que ‘Godzilla Minus One‘ se passa no Japão do pós-guerra, retratando um Godzilla como uma força monstruosa. O país, que já havia sido devastado pelos horrores da guerra, enfrenta uma nova ameaça com a presença do monstro, levando à destruição ainda maior do território japonês.

É importante ressaltar que este projeto não está relacionado a ‘Godzilla x Kong: The New Empire‘, a próxima produção americana da Legendary Pictures envolvendo os icônicos monstros, e que chega aos cinemas em abril de 2024.

Godzilla x Kong: The New Empire‘ é o eletrizante quinto filme da série Monsterverse, no qual os lendários Titãs, Godzilla e Kong, vão ter que firmar uma inesperada parceria para enfrentar uma ameaça de fim de mundo tão aterrorizante que nenhum dos dois, sozinhos, poderiam sobreviver a ela.

O filme vai levar o público às inexploradas profundezas de um admirável mundo novo de inéditos monstros gigantescos, aventureiros heroicos e cenários inspiradores em uma escala nunca vista antes no Monsterverse, um verdadeiro espetáculo cinematográfico que merece ser visto nas maiores telas dos cinemas.

A Evolução da Narrativa – Da Escrita ao Cinema e os Videogames

Historicamente obras populares estão intimamente ligadas a tendências populares e vice versa

Sempre é interessante refletir sobre como grandes obras foram e são criadas de acordo com o tempo em que vivem. Hoje em dia essa linha de pensamento se traduz no conceito do mercado consumidor. Do que é trend e do que o público quer consumir manifestado pelas redes sociais. Apesar da novidade do conceito, a ideia de que os meios influenciam na produção de obras não é nem um pouco nova e está atrelada historicamente ao processo criativo.

Pinturas rupestres por exemplo foram uma forma de comunicação nascida da necessidade que determinada tribo tinha de registrar sua passagem pela região. O conceito de mitologias surgiu da necessidade do homem explicar o mundo e os acontecimentos naturais a seu redor da forma como lhe era acessível até então.

O tempo passou, Gutenberg criou a prensa e a habilidade de ler e escrever se popularizou. Com isso novos pontos de vista começaram a influenciar sobre o que se entendia tradicionalmente como o que era “literatura respeitável”, um exemplo sendo Dom Quixote de Miguel de Cervantes

Jonathan Pryce como Dom Quixote

Uma história que, ainda em 1605, brincou abertamente com o imaginário popular do que era um cavaleiro e até da ideia de cavalaria no geral trazendo um protagonista que se via ainda como membro desse mundo irreal mas capaz de dialogar com o leitor mais diretamente do que qualquer outro personagem mais “digno” poderia.

Mais avanço dos tempos trouxe mais diversificação nas ofertas literárias, como as Penny Dreadfuls em fins do século XIX que mesmo sendo consideradas entretenimento barato e de baixo nível foram capazes de criar uma relação com o leitor ao ambientarem histórias mais próximas dos cenários sujos que a vasta maioria da população inglesa vivia do que a maior parte dos romances tidos como “mais civilizados”.

Um exemplar de penny dreadful

Logo depois viria a revolução narrativa iniciada pela criação do cinema, consolidada com o início do cinema falado e ampliada com as primeiras cores em cenas ainda no século XX. A diferença é que pela primeira vez a imagem e som estavam mais em sincronia do que nunca. Por alguns centavos o sujeito comum poderia assistir a uma narrativa que juntaria, por exemplo, cenários fantasiosos que ele vira em sua literatura popular junto a sons que antes estavam confinados em grandes teatros frequentados pela elite.

Novamente, todas as obras que vieram para consumo de massa no decorrer dos séculos estavam inseridas em um contexto social ou econômico maior. Foram frutos de uma demanda do mercado consumidor. As Penny Dreadful mencionadas anteriormente se popularizaram nos anos da revolução industrial para atender a demanda da classe trabalhadora inglesa por uma diversão e porque seu custo de produção era bastante baixo, o que incentiva o surgimento de diversas editoras para esse segmento.

No cinema, muitas das principais fases que tomaram Hollywood eram para suprir a vontade do público consumidor que respondia muito bem, em termos de bilheteria, a certos estilos de filme. O gênero de Western (faroeste) começou, ainda que não oficialmente, com o filme O Grande Roubo do Trem (1903) no qual o diretor Edwin Porter teve como inspiração tanto um espetáculo da Broadway quanto um caso real de roubo de trem em 1900.

Icônica cena final de O Grande Roubo do Trem

A demanda por mais produtos do gênero foi tão alta nas décadas que se seguiram que no livro Tudo Sobre Cinema, Philip Kemp estabelece que somente na década de 1950, Hollywood fez mais de 800 filmes do gênero Westerns. Alguns anos depois, Hollywood entraria em uma fase de renovação com filmes mais violentos e tramas mais urbanas que refletiam o momento pelo qual a sociedade passava com relação a drogas, violência, guerra e crises.

A partir de 2008, mais especificamente após o início do MCU (Universo Cinematográfico Marvel) com Homem de Ferro, o mercado consumidor passou a requerer mais adaptações de quadrinhos mas não iguais as então recentes trilogia do Homem Aranha ou dos X-Men; o desejo era por produtos individuais que estivessem inseridos em um universo maior. Isso se traduz principalmente na receita gerada por ele; ao todo o MCU arrecadou US$ 22 bilhões segundo uma matéria da CNBC de 2019.

Universo Cinematográfico Marvel continua a fazer dinheiro

É um modelo de produção que ainda é bastante lucrativo e basicamente todo estúdio passou a cobiçar seu próprio universo compartilhado: a Warner com o Universo da DC Comics e de Invocação do Mal, a Universal com seu Dark Universe, a Sony com o “Aranhaverso” e por aí vai. Mesmo sendo uma tendência forte entre os consumidores isso não significa sucesso automático.

Até a indústria de videogames passou a se adaptar ao desejo do consumidor mesmo que um pouco mais devagar devido a espera de evoluções tecnológicas no setor. Quando Castle Wolfenstein estourou em 1981 os jogos de stealth foram bem recebidos o suficiente para Kojima produzir Metal Gear em 1987, o sucesso em 1992 de Wolfenstein 3D incentivou no ano seguinte o nascimento de Doom no gênero FPS (tiro em primeira pessoa) e por aí segue.

Capa do mais recente lançamento da série Doom

De 2001 para frente se iniciou a era dos jogos de mundo aberto, motivados pela revolução proposta por GTA III. Esse modelo foi o primeiro contato de muitos jogadores com qualquer tipo de jogo eletrônico e a resposta deles foram por mais produtos do tipo. Daí nasceram títulos como Drive, GTA: San Andreas, Saints Row, True Crime e etc.

A partir de 2010, com Heavy Rain, histórias imersivas junto a gameplays relativamente simples se provaram bem aceitos por público e crítica. Focando nisso, três anos depois veio o sucesso de The Last of Us com uma narrativa mais intimista entre dois personagens e que serviu de base para outros jogos de sucesso como God of War 2018 e The Last of Us Part II .

Ellie, a protagonista de The Last of Us Part II

Agora, mais do que nunca, o consumidor tem sua própria voz ampliada por redes sociais e as empresas entenderam que eles não podem mais ser completamente ignorados. Por vezes essas vozes externas trazem bons resultados, como a modificação na estética do Sonic para a adaptação aos cinemas, e em outras apenas expõem as piores faces das pessoas como nos ataques à atriz Kelly Marie Tran que fez a Rose Tico em Os Últimos Jedi.

Independente disso tudo a tendência é que o mercado consumidor se torne ainda mais mesclado com a indústria do entretenimento, influenciando diretamente via posts decisões criativas dentro de produções, assim como a indústria do entretenimento se torne mais ativa entre os próprios consumidores, como foi durante o fenômeno do Pantera Negra e é com Star Wars desde 1977.  

 

‘The Changeling’: Série de TERROR com LaKeith Stanfield ganha trailer PERTURBADOR; Confira!

Apple TV+ divulgou o primeiro trailer de ‘The Changeling‘, série de terror estrelada por LaKeith Stanfield (‘Corra!’).

A produção será lançada no streaming no dia 8 de setembro.

Confira:

Kelly Marcel (‘Venom’) servirá como showrunner.

Melina Matsoukas foi responsável pela direção do episódio piloto.

A série é baseada no romance homônimo de Victor LaValle.

Quando o pai de Apollo Kagwa desaparece, tudo o que ele deixou para o filho foram estranhos sonhos recorrentes e uma caixa de livros carimbada com a palavra IMPROBABILIA. Agora, o próprio Apollo tem uma criança, e enquanto ele e sua esposa, Emma, estão se adaptando às suas novas vidas como pais, a exaustão e a ansiedade começam a cobrar seu preço. Os velhos sonhos de Apollo retornam e Emma começa a agir de forma estranha. Irritável e desconectada de seu novo bebê, a princípio Emma parece estar exibindo sinais de depressão pós-parto, mas logo fica claro que seus problemas são ainda mais profundos.”

“Antes que Apollo pudesse fazer qualquer coisa para ajudar, 

 

Emma comete um ato horrível – além da compreensão de qualquer pai – e desaparece sem deixar rastros. Assim começa a odisseia de Apolo através de um mundo que ele apenas pensava que entendia, para encontrar uma esposa e um filho que não eram nada do que ele havia imaginado. Sua busca, que começa quando ele conhece um estranho misterioso que afirma ter informações sobre o paradeiro de Emma, o leva a uma ilha esquecida, a um cemitério cheio de segredos, a uma floresta onde ainda vivem lendas de imigrantes e, finalmente, de volta a um lugar que ele pensava tinha perdido para sempre.”

O elenco ainda conta com Clark BackoAdina PorterSamuel T. HerringAlexis Louder Jared Abrahamson.

‘007’: Aaron Taylor-Johnson recebe APROVAÇÃO de antigo James Bond; Você aprova?

Em meio aos rumores sobre a possível escalação de Aaron Taylor-Johnson (‘Vingadores: Era de Ultron’) como o novo agente James Bond de007, o renomado astro George Lazenby, que interpretou o agente em 007 – A Serviço Secreto de Sua Majestade’ de 1969, expressou seu apoio à escolha do jovem ator.

Durante uma entrevista ao TMZ, George Lazenby deu seu aval a Taylor-Johnson, afirmando que o talentoso ator de 33 anos tem habilidade para enfrentar as acrobacias e conquistar todas as mulheres que apreciam um homem de smoking.

Lembrando que, até o momento, Taylor-Johnson não foi oficialmente confirmado para o papel.

Os rumores começaram após a saída de Daniel Craig da franquia007, deixando o papel vago, e se tornaram mais fortes após o jornal britânico The Sun (via People) afirmar que Taylor-Johnson foi convidado para o papel.

Vale lembrar que ‘007 – Sem Tempo para Morrer‘ é o filme mais recente da franquia, marcando a despedida de Craig como o icônico espião.

Apesar de ter sido lançado em um momento complicado durante a pandemia de COVID, o longa conseguiu arrecadar US$ 774.1 milhões mundialmente, além de ter sido aclamado pelos críticos com 83% de aprovação no Rotten Tomatoes.

‘O Lobo de Wall Street’: Margot Robbie relembra cena de nudez

Margot Robbie recentemente relembrou seu trabalho em O Lobo de Wall Street, de Martin Scorsese, e revelou que foi uma decisão sua aparecer completamente nua no longa.

No filme, Robbie interpreta Naomi Lapaglia, a esposa deslumbrante e sem frescuras do criminoso Jordan Belfort, vivido por Leonardo DiCaprio, e tem uma cena de nudez frontal.

Segundo à Variety, a atriz contou que, na época, não se preocupava com o fato de “todo mundo ver isso”.

“[Scorsese] disse: ‘Talvez você possa usar um roupão se não se sentir confortável.’ Mas não era isso que ela faria naquela cena”, disse Robbie. “O ponto todo é que ela vai sair completamente nua—essa é a carta que ela está jogando naquele momento”.

Robbie assumiu o controle durante grande parte das filmagens de O Lobo de Wall Street, que marcou seu papel de estreia. Por exemplo, nas cenas de sua audição com DiCaprio, o roteiro original pedia um beijo entre os personagens, mas ela optou por dar-lhe um tapa no lugar.

“Pensei, ‘Eu poderia beijar Leonardo DiCaprio agora, e isso seria incrível. Não vejo a hora de contar para todos os meus amigos.’ E então pensei, não. E simplesmente o acertei na cara”, contou Robbie. “Ficou em total silêncio, o que parecia uma eternidade, mas provavelmente foram três segundos”.

“Eles simplesmente começaram a rir. Leo e Marty riam tanto. Eles disseram: ‘Isso foi ótimo'”, lembra Robbie. “Eu estava pensando, ‘Vou ser presa, tenho certeza de que isso é agressão ou bateria. Não só você nunca mais vai trabalhar, como vai para a cadeia por causa disso, idiota’. E também, por que você teve que bater tão forte? Deveria ter feito mais leve”.

O Lobo de Wall Street foi o primeiro grande papel de Robbie no cinema e estreou em 2013.

O Lobo de Wall Street’ está disponível no Max.

A sinopse do filme é: “Jordan Belfort é um ambicioso corretor da bolsa de valores que cria um verdadeiro império, enriquecendo de forma rápida, porém ilegal. Ele e seus amigos mergulham em um mundo de excessos, mas seus métodos ilícitos despertam a atenção da polícia.”

‘The Batman: Parte 2’: James Gunn sai em defesa de Matt Reeves; “Ele não te deve nada”

‘The Batman: Parte II’, a tão aguardada sequência do aclamado filme de Matt Reeves, está demorando mais do que os fãs esperavam, com três anos já passados desde seu anúncio. Agora, James Gunn, CEO do DCU, saiu em defesa do cineasta.

Recentemente, Gunn desmentiu rumores de que o primeiro rascunho do roteiro seria entregue até o Memorial Day (feriado norte-americano) e revelou à Entertainment Weekly que deve receber o roteiro ainda este mês:

“Espero que isso aconteça. Estamos muito animados. O Matt está animado”, disse Gunn. “Falo com ele o tempo todo. Estamos ansiosos para ler, mas ainda não lemos nada”.

Gunn também defendeu o ritmo de trabalho de Reeves:

“As pessoas deviam parar de encher o saco do Matt. Deixem o cara escrever no tempo que ele precisa. É simples assim. Ele não te deve nada só porque você gostou do filme anterior. Você gostou do filme por causa dele. Então deixe ele trabalhar do jeito dele”, afirmou.

Vale ressaltar que, segundo o ComicBook, Gunn explicou que o único motivo dos atrasos é a ausência de um roteiro finalizado:

“O único motivo do atraso é que ainda não há um roteiro completo (quem me segue aqui provavelmente já sabe disso)”, afirmou Gunn. Ele acrescentou que Reeves “está comprometido em fazer o melhor filme possível, e ninguém pode prever exatamente quanto tempo levará para escrever um bom roteiro. Depois que ele estiver pronto, grandes produções levam cerca de dois anos entre pré-produção, filmagens e pós”.

Inicialmente, a Warner Bros. marcou a estreia de ‘The Batman 2’ para 3 de outubro de 2025, três anos e meio após o primeiro longa. Porém, o filme foi adiado em um ano para 2 de outubro de 2026 e, em dezembro passado, sofreu novo adiamento para 1º de outubro de 2027.

Lembrando que o primeiro filme está disponível na Max.

Ariana Grande revela como foi gravar ‘Wicked’ e ‘Wicked: Parte II’ ao mesmo tempo

A atriz e cantora Ariana Grande, que interpreta Glinda no aguardado musical cinematográfico Wicked: Parte 2’, falou recentemente sobre a experiência de trabalhar com o diretor Jon M. Chu no épico derivado deO Mágico de Oz’.

Durante uma entrevista ao The Hollywood Reporter, Grande relembrou como foi a intensa gravação simultânea dos dois filmes da franquia:

“Muita gente me pergunta como é possível que tenhamos filmado os dois ao mesmo tempo, e posso pensar em tantos dias em que a primeira metade era com a Glinda jovem e a Elphaba jovem no sótão de ‘Defying Gravity’, cantando o primeiro minuto e meio da música, e depois do almoço eu voltava para filmar uma cena do final do segundo filme, com meu vestido rosa, segurando o Grimório, subindo as escadas para cantar o final”, explicou.

‘Wicked: Parte 2’: Ariana Grande e Cynthia Erivo se despedem de Glinda e Elphaba

A atriz destacou o desafio de alternar entre momentos cruciais de ambas as partes no mesmo dia:

“O final da parte dois e a primeira parte de ‘Defying Gravity’ foram filmados no mesmo dia. Foram desafios deliciosos, alternar entre a luz e a escuridão dela [Glinda], sua dor, sua comédia, tudo o que a torna quem ela é. Foi o trabalho mais desafiador e delicioso, e eu amei. Faria tudo de novo”, destacou.

Ela também recordou a complexidade técnica de uma cena chave da sequência, que envolve sua colega de elenco Cynthia Erivo (Elphaba), a da porta:

“Aquela cena foi filmada no fim do dia. E a minha parte, meu ponto de vista vendo ela derreter, foi gravada semanas depois. Tivemos que nos adaptar ao cronograma para garantir que tudo se conectasse. Foi muito legal”, recordou.

Ariana Grande, estrela de ‘Wicked: Parte II’, celebra segunda indicação ao Globo de Ouro

Após sua épica jornada no mundo de Oz, a atriz revelou seus planos futuros, demonstrando interesse em retornar às suas raízes:

“Tenho algumas ideias rondando minha cabeça, mas adoraria fazer teatro também, e isso me empolga”, disse Grande. “Como alguém que começou na Broadway, eu adoraria voltar ao palco dessa forma, exercitar músculos diferentes e continuar contando histórias de maneiras diferentes. Sou muito sortuda por estar aqui e adoro atuar. É muito divertido”

Wicked: Parte 2’ está em cartaz nos cinemas nacionais.

Crítica | ‘Wicked: Parte II’ é uma épica conclusão para o maior evento musical do século

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A continuação chega aos cinemas também na versão dublada, com as vozes das atrizes Myra Ruiz (Elphaba) e Fabi Bang (Glinda).

O longa é dirigido pelo premiado cineasta Jon M. Chu e conta ainda com a participação da vencedora do Oscar Michelle Yeoh, Jonathan Bailey e Jeff Goldblum, entre outros no elenco.

Diretora de arte de ‘Obsessão’ critica Hollywood após ganhar menos de US$ 7 mil em sucesso milionário

Enquanto o terror independenteObsessão (Obsession), dirigido por Curry Barker, se aproxima da impressionante marca de US$ 175 milhões nas bilheterias mundiais, a diretora de arte Sally Choi veio a público expor os bastidores financeiros do longa. Ela lamentou ter recebido apenas US$ 300 por dia por um trabalho que descreveu como exaustivo e que acumulou funções de diversos departamentos.

De acordo com o The Wrap, Choi utilizou suas redes sociais para desabafar sobre o contraste entre o sucesso comercial da produção e a remuneração da equipe técnica:

“Pensei muito antes de falar sobre isso. Carrego esse peso há mais de dois anos, desde a produção de ‘Obsession’, então vou dizer as coisas como elas são. O filme custou US$ 750 mil e está projetado para arrecadar US$ 250 milhões. Quanto eu ganhei? US$ 300 por dia como diretora de arte. Isso resultou em US$ 6.741,36 líquidos após os impostos. Sem reembolso de quilometragem”, escreveu.

Apesar do tom crítico, a profissional reconheceu que aceitou o valor antes do início das filmagens, explicando que, na época, vivia de salário em salário.

“Essa é a realidade da maioria dos profissionais do cinema, especialmente daqueles que trabalham nos bastidores. Nós nos tornamos apenas uma linha na planilha de orçamento que precisa ser mantida o mais baixa possível”, acrescentou.

Mais adiante na publicação, a diretora de arte incentivou outros membros da produção que passaram por experiências semelhantes a quebrarem o silêncio: “Talvez possamos mudar o rumo da indústria cinematográfica”.

Choi revelou ainda que vários integrantes da equipe trabalharam praticamente como voluntários, recebendo apenas ajuda de custo para combustível e deslocamento, que sequer eram pagas no prazo correto:

“Esses valores nem sequer eram pagos em dia. Para fazer um filme que arrecadou US$ 250 milhões, algumas dessas pessoas incríveis precisaram tirar dinheiro do próprio bolso para trabalhar no set. Eu me arrependo todos os dias por não ter interrompido essa produção. Fui incentivada a não fazer isso e, ingenuamente, ouvi os conselhos”, destacou.

Um representante do diretor Curry Barker foi procurado pela imprensa, mas não respondeu imediatamente aos pedidos de comentário.

Obsessão’ está em cartaz nos cinemas nacionais. 

Confira nossa entrevista com o cineasta Curry Barker, que já foi confirmado na direção do próximo filme ‘O Massacre da Serra Elétrica’.

O longa foi classificado pelo MPAA por “violência sangrenta e extrema, imagens sinistras, conteúdo sexual, linguagem persuasiva e breve nudez gráfica”.

Na trama, depois de quebrar o misterioso Salgueiro dos Desejos para conquistar o coração de sua paixão, um romântico incurável se vê conseguindo exatamente o que queria, mas logo descobre que alguns desejos têm um preço sombrio e sinistro.

Curry Barker é responsável pela direção e roteiro.

O elenco conta com Michael Johnston, Inde Navarrette, Cooper Tomlinson, Megan Lawless e Andy Richter.

Trapaça (2)

Nem Martin seria tão Scorsese quanto David O. Russel foi em Trapaça.

Vindo do chocante O Vencedor e do delicado O Lado Bom da VidaDavid O. Russell parece mesmo ter achado seu caminho. Em seu mais novo trabalho, Trapaça, o cineasta mantém o bom nível, entregando algo que, certamente, fará muitos cinéfilos, órfãos de uma época inesquecível, sentir forte nostalgia. Digo isso porque, logo em sua abertura, identificamos, de cara, qual é sua principal intenção: homenagear, em forma e estilo, o trabalho de uma das figuras mais icônicas da história da sétima arte, o mito Martin Scorsese.

O fazer do filme é tão comparável que poderia, facilmente, se entender como um competente exercício narrativo ou uma pura imitação – nunca barata. Elementos figurativos como narração em off, personagens caminhando num leve slow-motion, em ângulos laterais, enquanto se ouve ao fundo uma antiga canção estadunidense e, principalmente, as gags e diálogos tão marcantes nos personagens de Scorsese, são fatores presentes que comprovam a óbvia finalidade do diretor.

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Devo confessar que isso não me incomodou. Aliás, senti-me realizado por conferir, novamente, características tão marcantes que me fascinaram em títulos como Os Bons Companheiros e Cassino. Pois, como é sabido, Martin Scorsese é um homem que tem fases bem definidas em sua carreira. E, felizmente, não volta ao passado, nesse sentido, está sempre se reinventando. Logo, provavelmente, jamais veríamos algo do tipo sendo realizado pelo próprio.

Mas antes que este texto, assim como o filme, torne-se mais reflexo que imagem, entremos, então, em Trapaça. Um conto que, mesmo se passando na década de setenta, e contando a história de um real trapaceiro, bebe muitíssimo da fonte mafiosa americana. E, em meio a este ar costumado, fica fácil embarcar no universo do figurão Irving Rosenfeld (Christian Bale). Um golpista que, junto a sua sensual sócia e amante, Sydney Prosser (Amy Adams), é obrigado a colaborar com o intrépido agente do FBI, Richie DiMaso (Bradley Cooper), onde acabam se envolvendo, até mesmo, com a política nacional, através do candidato Carmine Polito (Jeremy Renner). Mas com aparição e envolvimento da esposa de Irving, a histérica Rosalyn (Jennifer Lawrence), o trem acaba saindo dos trilhos e o plano tomando novos rumos.

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Trazendo, como primeiro plano, o close de um Christian Bale (Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge) irreconhecível, com 18 quilos a mais e uma barriga gigantesca – outra das várias metamorfoses físicas do ator –, somos, de pronto, fisgados pelos personagens apresentados. E é justamente aí que está toda força do longa: suas figuras dramáticas. Que, sim, são perfeitamente bem desenvolvidas, com seus defeitos e encantos, mas que, acima de tudo, imprimem uma hiper-realidade. Fazendo com que o espectador compre o que está sendo exposto em tela e se envolva, ainda mais, com a trama, que se mostra deveras interessante, no que refere às intrigas.

Até mesmo porque, o título é detentor de inúmeras atuações absolutamente competentes. Como é o caso de Amy Adams (O Homem de Aço), que com sua Sydney está mais sexy do que nunca. Ou na figura surtada criada por Jennifer Lawrence (Jogos Vorazes – Em Chamas), que teve inspiração para Rosalyn ao ver The Real Housewives of New Jersey. Bale também confere um ar desajeitado e, ao mesmo tempo, nobre à Irving. Fechando o ensejo temos Bradley Cooper (O Lugar Onde Tudo Termina), que vive um agente esquisito, e é a grande surpresa do novo cinema norte-americano.

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Como já foi dito, David O. Russell emula o estilo Scorsese para construir sua narrativa, que flui de forma orgânica, no primeiro e segundo ato, contando, com naturalidade e bom ritmo, a história explanada de formato linear. Porém, com o tempo, começamos a sentir um pouco de peso na mão do diretor. Que no intuito de explicar, detalhadamente, como será feito a estratégia do plano armado e em tomadas expositivas de romances, que nada acrescenta a trama, deixa a fita com um aspecto inchado.

O roteiro, também assinado por O. Russell, ao lado de Eric Warren Singer (Trama Internacional), possui diálogos espertos e uma estrutura elegante. Tem uma enorme gama de personagens, com falas precisas que são fundamentais para construção de perfis. Como é o caso dos papéis vividos por Louis C.K. e Robert De Niro, que desempenham perfeitamente bem suas funções. Este último, não por coincidência, é caracterizado como o próprio Scorsese – ou, pelo menos, um de seus personagens –, com óculos de enorme armação e lentes de grau forte. Porém, é evidente salientar que o roteiro não apresenta o mesmo poder contagiante dos que Martin teve em mãos. Ou mesmo a montagem do trio Alan BaumgartenJay Cassidy e Crispin Struthers não se aproximar do dinamismo de Thelma Schoonmaker – antiga montadora do Scorsese, em todos os seus títulos.

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Por outro lado, a sempre empolgante trilha dos filmes de O. Russell, assinada pelo experiente Danny Elfman (O Estranho Mundo de Jack), ganha, novamente, grande destaque na película, pois acompanha e narra, em segundo plano, todo seu andamento. E conta no cast com nomes como Elton JohnDuke EllingtonThe Bee GeesAmericaJack Jones, entre outros. A fotografia envelhecida de Linus Sandgren (Terra Prometida), repleta de grãos estourados e tons intensos, auxiliada pela excelente direção de arte de Jesse Rosenthal (Rocky Balboa), também impetra êxito por nos transportar à época referida.

Elogiado pela crítica e vencedor de inúmeros prêmios ao redor do mundo, Trapaça é o principal candidato a conquistar o Oscar de Melhor Filme, batendo de frente com o petardo contemporâneo do próprio Martin ScorseseO Lobo Wall Street. Se David O. Russell merece o prêmio? Acredito que não, pois, ainda que, de um modo geral, seja eficiente, não é uma obra completamente original, em sua essência. E, mesmo sendo ele visto sem ação comparativa, é um filme que possui problemas em seu corte final, montagem e execução, soando prolixo após os créditos finais. E, no ano de obras-primas como Gravidade e Ela, seria quase uma afronta se este os vencesse – claro, num mundo justo, onde o Oscar fosse sinônimo de qualidade artística e não campanha de marketing.

‘Deadpool 3’: Veja reação de Hugh Jackman após confirmação do seu retorno como Wolverine

Hugh Jackman, através do Twitter, reagiu ao seu retorno como Wolverine, que acontecerá em ‘Deadpool 3‘. O ator decidiu manter a brincadeira do vídeo do anúncio, onde responde Ryan Reynolds apenas com: “Sim, é claro”.

Pelo menos nesse filme específico, Jackman dará vida ao Carcaju no Universo Cinematográfico Marvel.

Lembrando que Hugh Jackman havia se despedido do papel em Logan, muito elogiado por crítica e público, mas havia um enorme desejo do público em vê-lo atuando “na nova casa”.

Veja o vídeo do anúncio feito pelo Ryan:

Brincalhão como é, Reynolds tudo poderia ser uma piada, mas o logo oficial do filme mostra o símbolo do Mercenário Tagarela sendo despedaçado pelas garras de metal do Wolverine.

Este que marcará a estreia do Mercenário Tagarela ao MCU, ‘Deadpool 3‘ terá Shawn Levy (‘Stranger Things’) e roteiro de Rhett Reese e Paul Wernick, que escreveram as duas primeiras aventuras do anti-herói.

Deadpool 3‘ chegará aos cinemas pelo mundo no dia 6 de setembro de 2024.

Vale lembrar que trata-se de uma nova colaboração entre Reynolds e o diretor Shawn Levy, após ‘Free Guy: Assumindo o Controle‘ e ‘O Projeto Adam‘. Rhett Reese e Paul Wernick vão retornar como roteiristas, após se afastarem no início do desenvolvimento, ainda sob gerência da 20th Century FOX.

Deadpool 3‘ não tem data de estreia definida, mas será o primeiro filme do Universo Cinematográfico Marvel com classificação indicativa R (+18).

Sin City 2: A Dama Fatal

(Sin City: A Dame to Kill For)

 

Elenco: 

Eva Green, Bruce Willis, Mickey Rourke, Joseph Gordon-LevittJosh Brolin, Carla Gugino, Jessica Alba, Jaime King, Michael Madsen, Rosario Dawson, Lady Gaga.

Direção: Robert Rodriguez e Frank Miller

Gênero: Suspense

Duração: 102 min.

Distribuidora: Fox Film

Orçamento: US$ 50 milhões

Estreia:
25 de Setembro de 2014

Sinopse:

Sin City 2: A Dama Fatal‘ será baseado em três histórias de Frank Miller. Muitos personagens do primeiro filme voltarão para a seqüência, inclusive alguns que morreram nele. Afinal, a história não cumpre uma linearidade. Dessa forma, a presença de Dwight (Clive Owen), Manute (Michael Clarke Duncan) e Gail (Rosario Dawson), é quase garantida.

Em Blue Eyes é introduzida a assassina Delia. Juntamente com a história de A Dama Fatal, os eventos vão ligar a continuação às tramas de Cidade do Pecado A Grande Matança, apresentadas no primeiro filme.

O novo filme terá segmentos de ‘A Dama Fatal‘ e ‘Blue Eyes‘, que apresenta a assassina Delia. Outra aventura mostrará o que acontece com Nancy depois do suicídio de Hartigan.

Curiosidades:

» ‘Sin City 2‘ será rodado à partir de um roteiro original de William Monahan (‘Os Infiltrados’, ‘Rede Mentiras’) e Frank Miller, que também trabalhará na direção ao lado de Robert Rodriguez. O primeiro filme foi baseado na graphic novel ‘Sin City‘.

» O veterano Mickey Rourke retorna como o durão Marv.

Crítica:

Sin City: A Dama Fatal, por 

 

Crítica em Vídeo:

Trailer:

Cartazes:

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Fotos:

10 Franquias que Nunca Deveriam Ser Refilmadas

Em Hollywood, sempre que a falta de criatividade e a ganância tomam o lugar do bom senso, vemos verdadeiras atrocidades cometidas com refilmagens (ou “reboots”) desnecessárias. Mais recentemente, vimos um grande exemplo disso com a franquia do ‘Quarteto Fantástico‘. Mesmo com um elenco bom, o filme foi um verdadeiro fracasso desde seu conturbado período de produção e o resultado pífio nas bilheterias só refletiu isso. O pior é que parece que hoje em dia nenhuma franquia está a salvo dessa pilhagem.

Se já não bastassem as continuações “caça-níqueis” que muitas vezes jogam na lama o legado de um grande filme, a moda agora é reiniciar as franquias. Quaisquer filmes do passado que fizeram algum sucesso podem virar alvo disso. E o pior é que muitas vezes nem se passaram tantos anos assim. Foi o caso do ‘Quarteto Fantástico‘. Alguns outros filmes da minha infância (e estou apenas nos meus trinta e poucos) já foram vítimas também, como o reverenciado ‘Robocop‘, de Paul Verhoeven.

Não estou dizendo que todas as refilmagens são ruins. Como em toda regra, existem exceções. Um exemplo, em minha opinião, é ‘Star Trek‘. Os novos filmes de J.J. Abrams não só revitalizaram a franquia respeitando os fãs como também mostraram ótima qualidade. O mais recente Mad Max, apesar de poder ser considerado uma “continuação” por não recontar as origens do protagonista, também é um exemplo de refilmagem bem feita. Talvez, nestes casos, o segredo foi o fato deles terem sido feitos com a motivação correta. A questão é que, na maioria das vezes, a motivação é apenas manter direitos ou então capitalizar sobre algo bom do passado.

A questão principal é que, se um filme antigo é muito bom e, principalmente, reverenciado por fãs que cresceram o assistindo, deveria existir um respeito maior com seu legado. Uma refilmagem pode não só manchar este passado como também quebrar esse vínculo que os fãs possuem com seus amados personagens. Uma opção para evitar a refilmagem é fazer uma continuação que se utilize unicamente do universo criado pela franquia, sem reinventar suas origens ou mudar seus protagonistas, algo semelhante ao que veremos em ‘Star Wars – O Despertar da Força’ em breve.

Pensando nisso, resolvi montar uma lista com as 10 franquias que, caso me dessem o poder de veto, escolheria para nunca serem refilmadas. Por razões óbvias, excluí da lista aquelas que já sofreram esse processo de refilmagem, para o bem ou para o mal.

10. Um Tira da Pesada

Os sucessivos fracassos de Eddie Murphy no cinema impulsionaram a vontade de reviver um de seus principais personagens, mas após conversas fracassadas para uma continuação ou spin-off e até de um seriado, finalmente parecem ter deixado Axel Foley em paz. E se eles voltarem a falar disso novamente, vamos colocar uma banana no escapamento de seus carros!

 

9. Duro de Matar

O primeiro filme da franquia, uma obra prima de John McTiernan, figura em várias listas como o melhor filme de ação de todos os tempos. E grande parte disso se deve à encarnação de Bruce Willis como John McLane e seu fantástico talento para piadas ácidas e para sobrevivência a situações extremas. Talvez o fato de ainda estar marcando presença no cinema de vez em quando, com seu protagonista ainda segurando a peteca, afaste qualquer pretensão de uma refilmagem tão cedo. Que continue assim.

 

8. Máquina Mortífera

A carreira de Mel Gibson desandou há alguns anos por diversos escândalos pessoais, mas não podemos deixar de reverenciar seus feitos passados, dos dois lados da câmera. Apesar de já ter visto um de seus personagens mais icônicos, Max, ser refilmado recentemente, espero que não decidam mexer com uma das melhores trilogias de ação do cinema e um expoente do gênero “buddy cop”.

 

7. Predador

O primeiro filme dessa franquia nos presenteou com uma das criaturas mais fascinantes do cinema e foi, em minha opinião, um dos melhores filmes da carreira do ex-governator Arnold Schwarzenegger. Além de continuações e crossovers, o filme ainda rende muito dinheiro em produtos licenciados para colecionadores e isso sempre desperta a ganância dos executivos donos dos seus direitos.

 

6. Os Caça-Fantasmas

Após anos de rumores de uma continuação e vários roteiros, a morte do criador Harold Hamis sepultou também a chance de revermos estes personagens em uma nova aventura. Mas isso não impediu o estúdio de levar para frente o projeto de uma equipe feminina de Caça-Fantasmas reunindo grandes talentos da comédia atual. Vamos torcer para que esse projeto não manche o nome e a memória desta saudosa franquia.

 

5. Alien

Mais um caso onde já tivemos exploração extrema de continuações e até de “prévia” na forma de Prometheus (que inclusive terá uma continuação). Ainda assim, pelo menos por enquanto, não existe um projeto para reiniciar a franquia. Ao que parece, já foi aprovada uma nova continuação que será comandada pelo diretor de Distrito 9 e que irá desconsiderar as aberrações Alien 3 e 4 e trazer novamente Ripley e Hicks para a jogada. E que venham mais gritos no espaço, ainda que ninguém lá possa ouvi-los.

 

4. Rocky

Talvez este seja o “patinho feio” da minha lista, mas não posso deixar de expressar o quanto gosto desta franquia. Claro que existiu o tropeço lá pelo quinto capítulo, mas ainda assim é difícil negar a força do personagem Rocky e o quanto ele se misturou com a figura de Stallone, o que torna quase impossível vê-lo sendo interpretado por outro ator. Na Filadélfia existe até uma estátua real (semelhante à que aparece em Rocky 3) para celebrar os filmes e a importância do personagem para a divulgação da cidade.

 

3. O Poderoso Chefão

Considerado por muitos como os melhores filmes de todos os tempos, esta trilogia é um verdadeiro exemplo de cinema em estado da arte. Com Al Pacino em seu momento áureo e com uma interpretação inesquecível de Marlon Brando no primeiro filme, acredito que qualquer tentativa de refilmar estes clássicos seria rechaçada em grande “estilo gangster” pela crítica e pelos fãs.

 

2. Star Wars

Nem preciso dizer que esta franquia é talvez a maior e mais lucrativa de todos os tempos se considerarmos todos os produtos licenciados. Isso sem falar de uma legião de fãs tão fanáticos e apaixonados quanto exigentes em relação ao tratamento dado a seus amados personagens. Sendo assim, é quase impossível um dia vermos uma reinvenção de algo tão reverenciado e lucrativo. Após comprar os direitos de George Lucas, a Disney anunciou que iria financiar continuações e filmes derivados da franquia, escalando J.J. Abrams para o papel de comandar o tão esperado Episódio VII. Até agora, tudo parece estar caminhando bem. Que a força esteja com eles!

 

1. De Volta para o Futuro

Claro que não poderia deixar de fora da lista a minha trilogia favorita, principalmente quando já começam a surgir alguns rumores de pessoas querendo refilmá-la. Você já imaginou um Marty McFly que não seja Michael J. Fox ou um Doc. Brown que não seja Christopher Lloyd? E que tal uma máquina do tempo que não seja um DeLorean? Pois é, nem eu. Apenas mencionar isso seria considerado heresia em muitas rodas de cinéfilos. Felizmente, o diretor Robert Zemeckis disse que ele e Bob Gale possuem um acordo com o estúdio para impedir qualquer refilmagem enquanto forem vivos. Vamos torcer para que ambos continuem a desfrutar uma vida longa e próspera!

 

E você, tem sua lista de franquias que não deveriam ser refilmadas? Compartilhe nos comentários!

Amazonas em novas imagens do set de ‘Mulher-Maravilha’

Mulher-Maravilha‘ teve novas imagens do set divulgadas.

O filme traz Gal Gadot como Diana Prince; Connie Nielsen como a Rainha Hipólita; Robin Wright como General Antíope e Lisa Loven Kongsli como a tenente Menalippe.

Confira:

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Crítica 2 | Batman vs Superman: A Origem da Justiça

A produtora a esposa de Zack Snyder, Deborah Snyder,  falou mais sobre o elenco de apoio (‘The Flash‘, ‘Cyborg‘, ‘Aquaman‘) e a grande participação especial da ‘Mulher-Maravilha‘ em ‘Batman Vs Superman‘.

Nós fizemos um gráfico com os poderes de cada um, com os poderes do Superman, e com os poderes da Mulher-Maravilha, por isso, teremos uma noção de seu poder, mas não queremos mostrar muito, porque, obviamente, Patty [Jenkins] vai construir a noção e seu poder, principalmente em como ela descobre seus poderes. E com Aquaman, Flash e Cyborg, são apenas participações, então você vê um pouco de que hpa algo diferente, mas não quer revelar muito porque estamos apenas no processo, e ainda estamos desenvolvendo esses roteiros.

A estreia acontece em 2 de junho de 2017.

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Chris Pine (franquia Star Trek) será Steve Trevor, e seu contrato inclui uma cláusula para possíveis sequências. Com a confirmação, o ator não deve estrelar o reboot de ‘Lanterna Verde, conforme especulado no último mês. Um boato muito louco afirma que seu personagemSteve Trevor, pode se transformar em um membro da Tropa dos Lanternas Verdes. Será?

A direção ficará a cargo de Patty Jenkins, que dirigiu ‘Monster: Desejo Assassino’ e episódios das séries ‘The Killing’ e ‘Entourage’. Ela substitui Michele MacLaren (‘Game of Thrones’, ‘Breaking Bad’), que deixou o cargo por diferenças criativas com o estúdio.

‘Mulher-Maravilha’ terá seis uniformes diferentes em filme solo

Gal Gadot fala sobre a Mulher-Maravilha e seus poderes

A produção do filme ficará a cargo de Zack Snyder, Charles Roven e Deborah Snyder.

 

 

Comercial mostra o que os ‘Pets’ fazem quando os humanos estão longe

Eles fazem a festa, literalmente! A Universal liberou o novo comercial de ‘Pets – A Vida Secreta dos Bichos‘.

Lembrando que no Brasil, os atores Danton Mello, Luis Miranda, Tatá Werneck e Tiago Abravanel são os dubladores oficiais de Max, Bola de Neve, Gigi e Duke, respectivamente.

Assista:

Você já imaginou o que seu bichinho de estimação faz quando você não está em casa? O novo trailer da animação mostra justamente isso! Ao saber que ganhará uma nova companhia canina dentro de casa, o enciumado Max (Danton Mello) fará de tudo para que sua dona abandone Duke (Tiago Abravanel). Com ajuda do sarcástico Bola de Neve (Luis Miranda) e da valente Gigi (Tatá Werneck), os bichinhos viverão uma aventura e tanto e mostrarão para o público o que eles fazem para preencher os seus dias enquanto os donos estão fora de casa.

Com direção de Chris Renaud, de ‘Meu Malvado Favorito‘, a animação trará para os cinemas as peculiaridades de cada bichinho de estimação e as diversas maneiras que eles têm para preencher seus dias enquanto seus donos não voltam pra casa.

Pets – A Vida Secreta dos Bichos‘ tem roteiro assinado por Brian Lynch, de ‘O Gato de Botas‘, e Cinco Paul e Ken Daurio, de ‘Meu Malvado Favorito‘.

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Confira a sinopse de ‘Olhos Famintos 3’

O MovieWeb divulgou a sinopse do mega aguardado ‘Olhos Famintos 3‘.

O projeto reúne a equipe criativa original por trás dos dois primeiros filmes, incluindo o diretor e roteirista Victor Salva.

Confira:

“Uma criatura diabólica surge a cada 23 anos para atacar e se alimentar de humanos durante 23 dias. O Sargento Davis Tubbs está esperando por anos para se vingar, e montou uma força-tarefa para destruir o monstro assustador de uma vez por todas. Porém, o Creeper retorna preparado para uma batalha sangrenta, enquanto seus inimigos chegam cada vez mais perto de descobrir o segredo de suas obscuras origens.”

Uau! Finalmente entenderemos o que é a criatura e porque ela se alimenta de humanos.

A atriz Gina Philips vai retornar como Trish, a irmã que sobrevive no primeiro filme (o outro é Justin Long, que não retorna).

Jonathan Breck está confirmado para retornar como o monstro, com Brandon Smith reprisando o papel de Sargento Davis Tubbs.

A produtora Myriad Pictures vai financiar e distribuir ‘Olhos Famintos 3‘ (Jeepers Creepers 3), que teve sua primeira arte exposta na 66ª edição do Festival de Berlim. As filmagens começam em breve, para uma estreia em 2017.

Confira:

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‘Fragmentado’: Suspense de M. Night Shyamalan é adiado no Brasil

Fragmentado‘ (Split) teve sua estreia adiada nos cinemas nacionais.

Ao invés de 19 de Janeiro, o filme agora estreia dia 23 de Março de 2017.

O novo filme do diretor M. Night Shyamalan (de ‘O Sexto Sentido’ e ‘A Visita’) foi bem recebido nos EUA.

O CinePOP traduziu os principais trechos das críticas norte-americanas.

Confira:

“Um bem-vindo retorno à boa forma do diretor de ‘O Sexto Sentido’, M. Night Shyamalan, cujo novo e desconcertante filme é uma extensão digna de seus primeiros trabalhos.”

Ler a crítica completa | Peter Debruge (Variety)

Fragmentado é um exemplo sólido do tipo de Filme B bem realizado em que Shyamalan se destaca, e no qual ele felizmente parece estar recompondo suas energias.”

Ler a crítica completa | Katie Rife (AV Club)

Fragmentado é realmente um filme para todos os tipos de personalidades.”

Ler a crítica completa | Jordan Hoffman (Guardian)

Fragmentado é realmente um filme para todos os tipos de personalidades.”

Ler a crítica completa | Jordan Hoffman (Guardian)

Fragmentado é bom, e traz Shyamalan voltando à sua boa forma. Será recompensante para aqueles que ainda estão presos com o cineasta ao longo de sua carreira. Ele irá introduzir uma nova geração para a sua maneira especial de contar histórias.”

Ler a crítica completa | Peter Hall (Movies.com)

M. Night Shyamalan entrega um filme é divertido, assustador e cheio de surpresas, com uma incrível performance de James McAvoy.”

Ler a crítica completa | Alan Cerny (ComingSoon.net)

M. Night Shyamalan está de volta, baby, com seu melhor filme em décadas.”

Ler a crítica completa | Haleigh Foutch (Collider)

 

 

Em ‘Fragmentado (Split), o ator James McAvoy é Kevin, um homem que sofre por suas múltiplas personalidades que insistem em se manifestar aleatoriamente. As pessoas com transtorno dissociativo de identidade mental há muito fascinaram e iludiram a ciência, que acredita que também pode se manifestar alguns atributos físicos exclusivos para cada personalidade.

Embora Kevin (James McAvoy) evidenciou 23 personalidades para a sua psiquiatra, a Dra. Fletcher (Betty Buckley), ainda continua procurando maneiras de materializar e dominar todos os outros. Após sequestrar três adolescentes, Kevin atinge uma guerra pela sobrevivência entre todos aqueles outros contidos dentro dele.

James McAvoy (‘X-Men’), Anya Taylor Joy (‘A Bruxa’), Betty Buckley (‘Fim dos Tempos’) e as novatas Jessica Sula e Haley Lu Richardson estrelam.

James McAvoy entra no lugar de Joaquin Phoenix em suspense de M. Night Shyamalan

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James Gunn compartilha nova arte de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 2’

James Gunn liberou em seu perfil no Instagram uma arte inédita ‘Guardiões da Galáxia Vol. 2‘.

A imagem faz parte do primeiro outdoor, situado em Los Angeles, que divulga a produção.

Confira:

First billboard up in L.A.! #GotGVol2 #LosAngeles

Uma publicação compartilhada por James Gunn (@jamesgunn) em

Event Cinemas, a maior rede de cinemas da Austrália, confirmou em seu site que ‘Guardiões da Galáxia Vol. 2‘ terá 137 minutos, mais precisamente, 2 horas e 17 minutos.

Assim, a produção se torna o quarto filme mais longo da Marvel Studios, atrás de ‘Capitão América – Guerra Civil’ (146 minutos), ‘Os Vingadores‘ (143 minutos) e ‘Vingadores – Era de Ultron‘ (141 minutos).

James Gunn, de ‘Guardiões da Galáxia’, elogia ‘Logan’

[SPOILER] Saiba novos detalhes da trama de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 2’

Com direção de James Gunn, ‘Guardiões da Galáxia Vol. 2‘ tem no elenco Karen Gillan (Nebula), Zoe Saldana (Gamora), Dave Bautista (Drax), Bradley Cooper (a voz de Rocket), Vin Diesel (a voz de Baby Groot),  Kurt Russell (Ego) e Michael Rooker (Yondu).

Guardiões da Galáxia Vol. 2‘ estreia dia 27 de Abril de 2017.

Tenso clipe do season finale da 4ª temporada de ‘The Originals’; Assista!

The Originals‘, série spin-off de The Vampire Diaries‘, ganhou um novo clipe para o último episódio da quarta temporada, que será exibido nesta sexta.

Lembrando que a série já está renovada para o quinto ano.

Confira, com as promos:

Neste spin-off, Klaus (Joseph Morgan) retorna à Nova Orleans, cidade que ele ajudou a construir há séculos, e reencontra seu diabólico ex-protegido Marcel (Charles Michael Davis). Ao lado dos irmãos Elijah (Daniel Gillies) e Rebekah (Claire Holt), Klaus deve se juntar aos inimigos de Marcel para tentar evitar a extinção da linhagem Mikaelson.

No Brasil, a série é exibida pela MTV.

Filmes que chegam Nas Locadoras em SETEMBRO de 2017

SETEMBRO – 26-09-17CONTINUE LENDO 

Um Filme Minecraft

(Minecraft)

 

Elenco:

Jason Momoa
Jennifer Coolidge
Jack Black
Kate McKinnon
Emma Myers
Jemaine Clement

Direção:
Jared Hess

Gênero: Aventura / Animação

Duração: 120 min.

Distribuidora: Warner Bros. Pictures

Orçamento:  US$ 180 milhões

Estreia: 3 de Abril de 2025

Sinopse:

Um Filme Minecraft, da Warner Bros. Pictures e Legendary Pictures, estrelado por Jason Momoa e Jack Black, com direção de Jared Hess, é a primeira adaptação live-action para a telona de Minecraft, o videogame mais vendido de todos os tempos.

Bem-vindo ao mundo do Minecraft, onde a criatividade não apenas ajuda você a se divertir como construtor, mas também é essencial para a sua sobrevivência! Quatro desajustados – Garrett “The Garbage Man” Garrison (Momoa), Henry (Hansen), Natalie (Emma Myers) e Dawn (Danielle Brooks) – envolvidos com seus problemas do dia a dia, de repente são transportados, por um misterioso portal, para Overworld: um bizarro país das maravilhas cúbico onde impera a imaginação. Para voltar para casa, eles vão ter que dominar este mundo (e protegê-lo de criaturas malignas como Piglins e Zumbis) enquanto embarcam em uma missão mágica com um experiente construtor imprevisível, Steve (Black). Juntos nessa aventura, os cinco serão desafiados a ousar e se reconectar com suas qualidades únicas que tornam cada um deles extraordinariamente criativos… as mesmas habilidades das quais eles precisam para prosperar no mundo real.

Crítica | Um Filme Minecraft – Aventura com Jack Black e Jason Mamoa Inicia Franquia do Famoso Jogo

Curiosidades:

» O filme também é estrelado por Emma Myers (“Wandinha”), Danielle Brooks (“A Cor Púrpura”), indicada ao Oscar, Sebastian Eugene Hansen (“Luta por Justiça”, minissérie “Lisey’s Story”) e com Jennifer Coolidge (série “White Lotus”).

» Jogo de mundo aberto criado por Markus “Notch” Persson em 2009, que permite a construção de cenários por meios de blocos, ‘Minecraft‘ tem mais de 100 milhões de usuários cadastrados;

Trailer:

Cartazes:

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Fotos:

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‘Turma da Mônica’ ganha trailer completo e repleto de NOSTALGIA; Assista!

Turma da Mônica: Laços‘ teve seu trailer completo divulgado, repleto de nostalgia.

Assista:

O longa chega dia 27 de junho de 2019, com direção de Daniel Rezende (‘Bingo: O Rei das Manhãs’) e com distribuição nacional Paris Filmes.

A comediante Monica Iozzi interpretará a mãe da protagonista. No elenco estão Giulia Barreto (Mônica), Kevin Vechiatto (Cebolinha), Gabriel Moreira (Cascão) e Laura Rauseo (Magali).

O filme se passará nos anos 80 e seguirá a linha dos clássicos norte-americanos ‘Os Batutinhas‘, ‘Os Goonies‘ e ‘Conta Comigo‘.

Lançada em 2013, graphic novel ‘Laços‘ foi criada pelos irmãos Vitor e Lu Cafaggi, que levaram os clássicos personagens de Mauricio de Sousa a uma aventura repleta de emoção, lembrança e perigos.

Na história, o Floquinho desapareceu. Para encontrar seu cachorro de estimação, Cebolinha conta com os amigos Cascão, Mônica e Magali e, claro, um “plano infalível”.

‘Jack Ryan’: John Krasinski no trailer da 2ª temporada

A Amazon Prime Video divulgou o trailer da segunda temporada de ‘Jack Ryan‘, que mostrará o personagem de John Krasinski partindo para uma investigação internacional que passará pelo Reino Unido, Venezuela e Russia.

A segunda temporada estreará apenas em agosto.

Assista:

A Amazon já renovou oficialmente a série para para a 3ª temporada.

Criada por Carlton CuseGraham Roland, a série traz o protagonista dos livros de Tom Clancy, mas não é realmente baseada em nenhuma trama escrita pelo autor.

Jack Ryan (Krasinski) é um analista promissor da CIA que segue um padrão de comunicações terroristas, levando à descoberta de uma estratégia intrincada que tem como meta a destruição global.

O elenco ainda inclui Wendell Pierce, John Hoogenakker, Abbie Cornish, Ali Suli, Dina Shih Haaz Sleiman.

Coronavírus: San Diego Comic Con 2020 é oficialmente CANCELADA!

Os organizadores da San Diego Comic Con acabam de CONFIRMAR que a edição desse ano está CANCELADA.

Apesar de tentarem manter o evento, que aconteceria em julho, os esforços para combater o coronavírus não foram suficientes.

Confira a nota OFICIAL:

Pela primeira vez em seus 50 anos de história da Convenção de San Diego Comic (SDCC), os organizadores da celebração anual da cultura pop anunciaram hoje com pesar que não haverá Comic-Con em 2020. O evento retornará ao San Diego Convention Center de 22 a 25 de julho de 2021.

Reconhecendo que inúmeros participantes planejam suas convenções a cada ano, e quantos expositores e partes interessadas confiam em seus eventos para uma grande parte de seu sustento, eles esperavam adiar esta decisão, antecipando que as preocupações com o COVID-19 pudessem acabar com o verão. O monitoramento contínuo das orientações de saúde e as declarações recentes do governador da Califórnia deixaram claro que não seria seguro avançar com os planos para este ano.

Da mesma forma, a WonderCon Anaheim, que aconteceria de 10 a 12 de abril de 2020, retornará ao Anaheim Convention Center de 26 a 28 de março de 2021. 

A SDCC também anunciou que as pessoas que compraram crachás para a Comic-Con 2020 terão a opção de solicitar um reembolso ou transferir seus crachás para a Comic-Con 2021. Todos os titulares de crachás de 2020 receberão um e-mail na próxima semana com instruções sobre como solicitar um reembolso.

No começo da semana, o governador da Califórnia, Gavin Newsom, proibiu a realização de qualquer evento de grande porte pelos próximos meses, o que também se aplica ao cancelamento da SDCC.

A informação foi divulgada no Twitter de Kathleen Ronayne, repórter da Associated Press Califórnia.

Confira:

“Más notícias para shows locais, eventos esportivos, etc. [O governador] Newsom disse que: ‘A perspectiva de reuniões em massa é inadequada e insustentável até chegarmos à imunidade e obtermos uma vacina, na melhor das hipóteses. Eventos em grande escala que atraem centenas, milhares, dezenas de milhares de estranhos não poderão ser realizados.”

Caso a medida de isolamento se mantenha firme até a criação de uma vacina, a edição de 2021 da SDCC também corre o risco de ser cancelada, já que a vacina para o COVID-19 deve ficar pronta daqui a um ano e meio.

Além disso, o San Diego Convention Center está sendo usado como hospital de emergência para tratar os moradores de rua infectados pelo vírus para evitar a propagação na cidade.

Até o momento, o Coronavírus já infectou mais de 02 milhões de pessoas pelo mundo, deixando pelo menos 137.000 mortos. No Brasil, há quase 29.000 casos confirmados.

‘Carlinhos e Carlão’: Luis Lobianco sai do armário em comédia LGBT do Amazon Prime

O Amazon Prime Vídeo divulgou o trailer da comédia nacional ‘Carlinhos e Carlão‘, que estreia com exclusividade no streaming em 12 de novembro.

Luis Lobianco estrela a comédia.

Assista ao trailer:

Carlão (Luis Lobianco) trabalha em uma concessionária, acha que sabe tudo de mecânica e futebol e está sempre no bar com os amigos, em meio a conversas machistas e piadas homofóbicas. A compra de um armário, vendido por Evaristo (Luis Miranda), muda sua rotina e o transforma. A partir daí, surgem dois personagens: de dia, o machão Carlão, à noite, Carlinhos, simpático, talentoso e divertido.

Com direção de Pedro Amorim e Thiago Rodrigues, fazem parte do elenco Suzy Brasil, Marcelo Flores, Pedro Monteiro e Thati Lopes.

‘Panic’: Série de suspense estilo ‘Jogos Vorazes’ estreia no Amazon Prime

O Amazon Prime já disponibilizou em seu catálogo a série ‘Panic‘, que traz um jogo perigoso no melhor estilo ‘Jogos Vorazes‘.

Criada por Lauren Oliver, a série é baseada em seu best-seller homônimo.

A história se passa em uma pequena cidade do estado do Texas, nos Estados Unidos, onde todo verão os estudantes do último ano do Ensino Médio participam de uma série de desafios e o vencedor ganha um prêmio – algo que acreditam ser a única chance para conseguirem ter uma vida melhor e escapar das circunstâncias de onde moram.

Mas esse ano as regras mudaram: a quantidade de dinheiro do prêmio é maior e o jogo se tornou ainda mais perigoso. Os jogadores irão enfrentar cara a cara seus maiores e mais sombrios medos, e serão forçados a decidir até que ponto estão dispostos a correr riscos para ganhar.

Assista ao trailer:

O elenco conta Olivia Welch, Mike Faist, Jessica Sula, Camron Jones, Ray Nicholson e Enrique Murciano.

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Batoré, ator e comediante, morre aos 61 anos

Ivanildo Gomes Nogueira, mais conhecido como Batoré, morreu nesta segunda-feira (10) aos 61 anos. Nos últimos anos, ele travou uma batalha contra o câncer.

O ator, humorista, apresentador e político brasileiro morreu na Unidade de Pronto Atendimento de Pirituba, em São Paulo.

“As informações médicas foram repassadas à família e a Secretaria Municipal de Saúde lamenta o ocorrido”, divulgou em nota da Prefeitura.

Suas primeiras aparições na TV foram no programa Show de Calouros, do apresentador Silvio Santos no SBT, na década de 1980, mas ele só se tornou conhecido ao integrar o elenco do programa A Praça É Nossa, também do SBT, na década de 1990 com o Personagem Batoré.

Em 20 de julho de 2019, retornou a Praça é Nossa depois de 15 anos afastado.

‘Pânico 6’ será o 2º filme mais longo da franquia; Confira a duração!

Segundo o  site australiano da Paramount Pictures , ‘Pânico 6‘ terá 1 hora e 58 minutos de duração (118 minutos).

O filme será o 2º mais longo da franquia atrás de ‘Pânico 2‘ (2h 2m) e na frente de ‘Pânico 3‘ (1h 56m).

O primeiro e o 4º filme tiveram 1h 51m, enquanto a duração do quinto filme foi de 1 hora e 54 minutos.

O longa chega ao Brasil no dia 09 de março de 2023, um dia antes da estreia nos Estados Unidos.

Assista ao teaser trailer:

Pânico 6‘ vai levar o Ghostface e seu rastro de terror para Nova York, seguindo os passados de outros icônicos vilões. Para quem não se lembra Jason Voorhees também já deixou Crystal Lake para visitar a famosa cidade em ‘Sexta-Feira 13 – Parte 8: Jason Ataca em Nova York‘ (1989).

Melissa Barrera (Sam), Jenna Ortega (Tara), Hayden Panettiere (Kirby), Courteney Cox (Gale), Mason Gooding (Chad) e Jasmin Savoy Brown (Mindy) retornam.

Os novatos Samara Weaving (‘A Babá’), Tony Revolori (‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’), Dermot Mulroney, Jack ChampionLiana LiberatoDevyn NekodaJosh SegarraHenry Czerny completam o elenco.  

Os diretores do filme anterior, Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, também voltam para a próxima aventura.

Pedro Pascal deve viver o Senhor Fantástico em ‘Quarteto Fantástico’

Segundo o Deadline, Pedro Pascal está em negociações para viver o Reed Richards/Senhor Fantástico no live-action de ‘Quarteto Fantástico‘.

Novidades devem surgir em breve.

Vanessa Kirby foi mencionada como uma possível escolha para a Mulher-Invisível, enquanto Joseph Quinn e Ebon Moss-Bachrach estão sendo cogitados para os papéis de Tocha-Humana e Coisa, respectivamente.

Em entrevista ao Collider, o diretor Matt Shakman, confirmou que as gravações do reboot de ‘Quarteto Fantástico‘ serão iniciadas na primavera norte-americana de 2024 (entre março e junho).

No entanto, a greve dos atores de Hollywood interrompeu o processo de escalação para o filme, e o cineasta disse que esse foi o principal motivo para que os astros e estrelas do longa não fossem anunciados.

“É difícil dizer. Como eu disse, estamos no meio de uma greve e estou cruzando os dedos para que eles consigam um ótimo acordo em breve e possamos voltar. Então, assim que isso for resolvido, haverá um plano para adiantarmos essa escalação, mas não posso dizer muito. Haverá um anúncio em algum momento! Sei que a internet está muito animada para descobrir e estou animado para compartilhar as novidades. Só posso não posso fazer isso ainda.”

Lembrando que o roteiro fica a encargo de Jeff Kaplan e Ian Springer.

O curioso é que nenhum dos dois roteiristas têm experiência com grandes projetos do cinema, a não ser com comédias românticas como ‘Bert and Arnie’s Guide to Friendship‘ (2013) e ‘The Last of the Great Romantics‘ (2014).

Esta será a quarta tentativa de honrar o legado da equipe, logo depois do imemorável filme de Roger Corman em 1994, a mini-franquia fracassada de Tim Story iniciada em 2005, e a versão de Josh Trank em 2015, que foi massacrada pelo público e pela crítica. 

Por enquanto, ainda não há nenhuma outra informação sobre a vindoura adaptação.

O último reboot de ‘Quarteto Fantástico‘ foi um dos maiores fiascos de críticas e público na história recente, enquanto os bastidores caóticos geraram uma das histórias mais interessantes da indústria cinematográfica (especialmente quando foi revelado que um dos atores quase chegou às vias de fato com o diretor Josh Trank).

O remake de ‘Quarteto Fantástico‘ custou US$ 120 milhões e a arrecadou apenas US$ 167 milhões mundialmente.

Conheça o épico de ação da Netflix que é MELHOR que muito filme da Marvel e da DC…

Se você assistiu a ‘RRR’, você sabe do que estamos falando. Os caras são melhores do que qualquer herói da Marvel e da DC juntos! Aliás, não tem Papai Noel, Bicho Papão, Krampus, Power Ranger que consiga superar Raju e Bheem.

Justamente porque o filme levou vários prêmios e está despertando a atenção de todo o mundo, separamos aqui 10 curiosidades imperdíveis!

10 – Brasil

A história de ‘RRR’ se passa no período pré-independência da Índia enquanto colônia da Inglaterra. Entretanto, no mapa do império britânico que aparece na sala de reuniões, em vez de Belize estar marcado no mapa, como parte das colônias, foi marcado o Brasil – que nunca foi colônia da Inglaterra. Baita erro! 

9 – Fatos reais

Tanto Alluri Sita Ramaraju quanto Komaram Bheem foram homens que lutaram pela liberdade da Índia e existiram de verdade. Entretanto, eles nunca se conheceram na vida real, e no filme os dois personagens têm histórias totalmente fictícias.

 

8 – Entrada

O título do filme ‘RRR’ só aparece após 40 minutos de filme. Esse é o tamanho da introdução da história, que apresenta o plot da trama e introduz cada um dos seus protagonistas super-heróis.

7 – Significados diferentes

A abreviação ‘RRR’ tem diferentes significados em diversos países. Em algumas línguas indianas, como a telegu, significa “raiva, guerra e sangue”, enquanto em inglês e hindi significa “rise, roar, revolt”, que em tradução literal seria “se levantar, rugir e se revoltar”. Em português virou “revolta, rebelião, revolução”.

6 – Sucesso!

RRR’ se tornou o primeiro filme indiano com bilheteria superior a U$100 milhões de dólares no mundo todo após a pandemia do covid. E foi o primeiro filme indiano a ser lançado no formato Dolby Cinema. Aliás, teria sido ótimo ver esse filme no cinema aqui no Brasil, né?

5 – RRR

Inicialmente, ‘RRR’ era apenas o título provisório do filme, que juntava a primeira letra do sobrenome do diretor (S. S. Rajamouli) e dos dois atores, Ram Charan Teja e N. T. Rama Rao Jr. Depois, o diretor decidiu que esse seria o título mesmo.

4 – Dublagem

Ambos os atores principais, Ram Charan Teja e N. T. Rama Rao Jr, dublaram suas próprias vozes nas versões em telugo e hindi do filme.

3 – Naatu Naatu

Achou que não ia ter nenhuma curiosidade da música mais tocada dos últimos tempos, né? A cena da dança de ‘Naatu Naatu’ foi gravada, na verdade, na Ucrânia, na cidade de Kiev, no Palácio Presidencial Ucraniano (Marrinskyi Palace). As gravações ocorreram alguns meses antes da invasão da Rússia naquele país. E, para as gravações, Ram Charan Teja e N. T. Rama Rao Jr foram “torturados” por 65 dias para acertar, acima de tudo, a sincronia da dança, mais do que os passos serem difíceis em si.

2 – Quebrando recordes

Quebrando recordes, o filme ultrapassou a bilheteria no Japão do longa ‘Muthu’, de 1995, que manteve o recorde de filme indiano mais assistido por quase três décadas.

1 – Oscar

Sim, sabemos que ‘RRR’ está pré-indicado ao Oscar, e sim, os atores Ram Charan Teja e N. T. Rama Rao Jr foram sondados se estariam dispostos a repetir a dancinha de ‘Naatu Naatu’ na noite da premiação. A resposta? Que sim, embora achassem que pudesse ficar estranha já que não estariam de suspensórios. De todo modo, pediram para o diretor S. S. Rajamouli arranjar a coisa toda. JÁ PENSOU??

Samara Weaving aparece vestida de noiva em vídeo de ‘Casamento Sangrento 2’

Casamento Sangrento 2‘ teve o primeiro vídeo dos bastidores revelado, que mostra Samara Weaving de volta (e com o mesmo vestido do final do primeiro filme) ao lado de Kathryn Newton (Homem-Formiga e a Vespa: Quantumânia).

Confira:

O filme estreia em 10 de abril de 2026.

Intitulado ‘Ready or Not 2: Here I Come’, o novo capítulo traz de volta a dupla de diretores Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, do coletivo Radio Silence, responsáveis também por ‘Pânico V’ e ‘Pânico VI‘.

O roteiro é assinado por Guy Busick e R. Christopher Murphy, que prometem manter o tom ácido e sangrento da franquia.

Samara Weaving retorna como Grace, personagem central do primeiro filme, agora acompanhada por nomes de peso em um elenco que mistura rostos conhecidos e estreias na saga: Kathryn Newton, Sarah Michelle Gellar, Shawn Hatosy, Néstor Carbonell, Kevin Durand, Olivia Cheng, David Cronenberg e Elijah Wood.

Com produção de Tripp Vinson, James Vanderbilt, Bradley J. Fischer e William Sherak, o longa é uma das principais apostas da Searchlight no cinema de gênero.

O primeiro filme arrecadou mais de US$ 57 milhões mundialmente, tornando-se um sucesso inesperado com fãs fiéis e status de filme cult graças à sua crítica mordaz às elites e sua protagonista carismática.

Ainda sem detalhes oficiais da trama revelados, a sequência promete expandir o universo macabro e elitista do original, mantendo a sátira social envolta em muito sangue, violência estilizada e reviravoltas.

Relembre o trailer do primeiro longa:

Crítica | Os Parças – Quando tudo dá errado

Como acontece em Hollywood desde sua criação, centenas de comédias avançam cinemas a dentro em busca do riso fácil, reunindo gente famosa, da nova e velha guarda, e simplesmente deixando de lado qualidade no roteiro, direção.

Os Parças, nova comédia nacional, busca, através de personagens estereotipados, resgatar histórias de um Brasil largado na malandragem. Dirigido pelo cineasta Halder Gomes (do interessante Cine Holliúdy) e protagonizado por Tom Cavalcanti, Bruno de Luca, Tirulipa e Whindersson Nunes, atores e comediantes de diversas plataformas, o filme se transborda nos clichês a cada cena não conseguindo criar a tão sonhada fórmula do sucesso que alia qualidade dos atores a regras básicas cinematográficas.

Na trama, ambientada em uma São Paulo dos dias atuais, conhecemos dois trambiqueiros que trabalham no centro de São Paulo, um faz tudo de informática que trabalha em uma empresa fake que produz casamentos e um malandro locutor de loja que foge pelas ruas pois descobrem que ele estava de namoro com a mulher do chefe. Essas quatro almas se reúnem inusitadamente e são colocadas em uma situação incomum, terão que organizar e planejar o casamento da filha de um bandido de alto escalão da cidade. Sem nenhuma experiência no ramo mas tendo a malandragem a seu alcance, o grupo passará por diversas situações em busca de seus objetivos.

Camuflada em deboches, esquecendo atuações, o projeto navega em um assunto recorrente no Brasil de hoje (e de ontem), a vinda de pessoas de outras regiões do país para um grande centro, em busca do sonho de se estabelecer (financeiramente, principalmente) e trabalhando na clandestinidade das ruas, matando, da sua forma, um leão a cada dia. Chegar nesse conceito e realizar um filme decente parece fácil, mas não é. Em Os Parças, situações são jogadas na tela, falta tratamento no roteiro, a direção beira ao desastroso, os atores não possuem harmonia em cena, muitas piadas soltas simplesmente não funcionam. É muito mais do mesmo para um filme só.

Há um choque em relação a fazer comédia quando pensamos nas gerações de distancias entre Tom e o restante do elenco. O eterno Ribamar, de Sai de Baixo, busca nas imitações e suas fantásticas sacadas de voz (que vem das suas origens na rádio) um lugar seguro para seu personagem. Já Whindersson Nunes, jovem youtuber, sensação na internet, parece não acertar seu tempo de comédia à tela grande. No cinema, nada acontece de maneira instantânea, precisa-se de estruturação na criação de um enredo senão absolutamente nada funciona.

 

Crítica | ‘Balada de um Jogador’ – As estranhezas que confundem, guiadas por uma ótima atuação de Colin Farrell

Chegou à Netflix uma obra desafiadora, que não é uma narrativa de compreensão trivial, buscando associar a conturbada instabilidade emocional de um protagonista em processo de autodestruição a elementos que desafiam a lógica de tempo e espaço. Dirigido pelo excelente cineasta suíço Edward Berger – indicado ao Oscar e que já apresentou ao público os ótimos Conclave e Nada de Novo no Front -, Balada de um Jogador é um projeto ‘fora da caixa’, ousado e, ao mesmo tempo, criativo que desafia o público ao longo dos 100 minutos de projeção.

Se você curte filmes de fácil assimilação, essa é uma obra que você pode não gostar – mas vale o desafio. Dentro de um enredo algumas vezes desconexo caminhando ao imprevisível, com cores vibrantes acenando à sensação de delírio, segue a desorientação de um personagem central apresentando seu estado de espírito e reagindo ao que acontece ao seu redor. O projeto, que teve exibições no Festival do Rio antes de chegar à líder dos streamings, conta com uma ótima atuação de Colin Farrell.

Lord Doyle (Colin Farrell) é um apostador completamente impulsivo que está em Macau –região com impulsos econômicos ligados aos jogos de azar, também conhecida como Las Vegas da Ásia -, passando os dias jogando bacará sem parar e se afundando na própria ruína. Quando percebe que seu passado o alcançou por conta das inúmeras dívidas que possui em outros cantos do mundo, ele conhece Dao Ming (Fala Chen), uma mulher misteriosa que pode ter algumas soluções para seus problemas.

Baseado na obra The Ballad of a Small Player, do autor britânico Lawrence Osborne, esse longa-metragem se decifra de inúmeras formas tendo um ‘start’ quando se percebe uma junção de lições morais por meio de parábolas sobre uma difícil redenção. Dentro dessa questão existencial, se desenrola uma trama cheia de sugestões que se confundem entre sonho e realidade. Esse é um filme para estar aberto a possibilidades – bem longe do convencional.

Muito parecido com a premissa de filmes como Despedida em Las Vegas, que usam a autodestruição como escudo para mensagens diretas e indiretas, Balada de um Jogador é um projeto arriscado – daqueles de dividir opiniões. Instiga o público a sair de zonas de conforto, mas se confunde nas suas próprias estranhezas.

8 Filmes de terror tão ASSUSTADORES que você NÃO deve assistir sozinho

Adoramos filmes de terror. Mas a verdade é que a cada ano, o número de produções do gênero que verdadeiramente consegue nos fazer gelar a espinha é bem pequeno. E só para diferenciar, medo não é susto. Existem diversos tipos de longas de terror, dentro das mais variadas propostas. Para os aficionados e quem já está escolado em assistir a tais produções, a grande maioria serve apenas como diversão escapista. Os que realmente conseguem nos marcar são poucos. É claro também que isso depende de pessoa para pessoa.

Muitos preferem tomar sustos na sala de cinema escura, com os chamados jumpscares. Porém, pessoalmente, é sempre melhor refletir sobre o que acabamos de ver, e quanto mais realismo um filme de terror conseguir imprimir, mais significativo ele se torna. Afinal, a crueza da realidade sempre será mais assustadora do que a fantasia. Assim, os melhores e mais marcantes filmes de qualquer gênero terminam sempre sendo os que conseguem criar situações identificáveis devido a personagens bem desenvolvidos.

Pensando nisso tudo, trazemos uma nova matéria para você com um apanhadão dos filmes de horror dos últimos dez anos que mais impressionaram, deixando sua marca. Bem, ao menos neste que vos escreve. Confira e não deixe de comentar abaixo quais foram os que mais impressionaram você recentemente também. Esses são os filmes que não gostamos de ver sozinhos.

A Bruxa

A Bruxa é um destes filmes que fez bem para todos os envolvidos. Cria do festival de Sundance, que depois foi se bandear para os lados do Festival de Toronto (onde pude conferi-lo), o longa transformou seu diretor Robert Eggers numa das vozes mais proeminentes do gênero na atualidade. Seus filmes desafiadores não são de acesso fácil para os que buscam apenas sustos em shoppings, recaindo mais no termo “terror de arte”. Não por menos, os críticos e intelectuais o comeram com farinha, garantindo uma aprovação de 90% para o longa.

Além de Eggers, outra grande beneficiada com o filme foi sua protagonista, a menina Anya Taylor-Joy, que se transformou em sensação mundial da noite para o dia participando de tudo desde Fragmentado, passando por Emma e Os Novos Mutantes, até O Gambito da Rainha. A trama passada na Nova Inglaterra de 1630, traz uma família de camponeses assombrada por possíveis forças sobrenaturais, magia negra, bruxaria e possessão. Joy vive Thomasin, a filha mais velha da família. O desfecho é tão insanamente delirante que se mostra um herdeiro à altura de O Bebê de Rosemary (1968). O mais recente filme de Eggers, O Farol (2019), poderia entrar na lista caso fosse mais assustador do que é estranho (no bom sentido).

Hereditário

Três anos depois de A Bruxa, outro cineasta tomou para si o topo da colina como um dos reis do cinema de terror na atualidade. Ari Aster não tem a pretensão do chamado “cinema de arte”, conseguindo fazer filmes de terror acessíveis a todos, mas com conteúdo e pensamento que pairam acima dos chamados “filmes de entretenimento”. Em resumo, o cineasta conseguiu pegar para si em sua carreira o melhor dos dois mundos. Sendo assim, logo em seu primeiro trabalho no comando de um longa, com este Hereditário, Aster criou uma obra-prima desconcertante, que promete te deixar sem dormir ou repleto de pesadelos. Experiência própria.

Muito mais que sustos fáceis, o que ele cria no longa é um drama familiar de pessoas que parecem verdadeiramente amaldiçoadas devido às constantes tragédias que se abatem sobre elas. Algo muito identificável e que não depende de nenhum teor sobrenatural. Embora eles existam e sejam a cereja do bolo aqui. Antes de terminar o item, vale a pena citar o trabalho seguinte do cineasta, o tão falado Midsommer, obra que subverte sua produção anterior, em especial no contraste de sombras e luz. Hereditário tem 89% de aprovação dos críticos.

Corrente do Mal

Forte analogia para as doenças sexualmente transmissíveis, esta é a grande obra-prima da carreira do jovem cineasta David Robert Mitchell, que depois do longa deixou o sucesso subir à cabeça e viajou na maionese com o ambicioso O Mistério de Silver Lake (2018). Seja como for, aqui Mitchell cria um filme tenso que é pura homenagem ao cinema da década de 70, em especial Halloween (1978) – repare nas trilhas sonoras. Na trama, uma maldição é passada de pessoa para pessoa após o ato do sexo. Agora, a mais nova “contaminada”, papel da gracinha Maika Monroe, precisa descobrir um jeito de se livrar do tormento sem precisar passar adiante o mal. O longa possui nada menos que 95% de aprovação da imprensa.

Boa Noite, Mamãe

Recentemente foi noticiado que a atriz Naomi Watts irá protagonizar a versão norte-americana desta obra austríaca da dupla de diretores Severin Fiala e Veronika Franz. Sabendo que a maioria dos remakes não se igualam aos originais, nossa sugestão é que optem por esta versão. Lançada em 2014, o filme possui 85% de aprovação dos críticos.

Na trama, dois meninos irmãos gêmeos morando numa bela e reclusa mansão numa área rural da cidade começam a estranhar o comportamento de sua mãe, que retornou de uma cirurgia plástica irreconhecível, tanto fisicamente (já que as bandagens dos curativos impedem os filhos de ver o rosto da mulher) quanto seu comportamento aparentemente errático para a duplinha, ao ponto de suspeitarem se essa mulher é mesmo a sua mãe. Se você gosta de reviravoltas de arrepiar a espinha, espere para ver o que é criado aqui. Na lista poderíamos inclusive citar também o mais recente trabalho da dupla de diretores, o igualmente perturbador O Chalé (2019), que também traz crianças como protagonistas de uma trágica história envolvendo cultos religiosos e fanatismo.

Sob a Sombra

Quem assistiu ao elogiado O Que Ficou para Trás (2020), da Netflix, sabe mais ou menos o que encontrar neste longa. Ambos fazem uso de um terror social sobre conflitos de um país como verdadeiro monstro e motivo de terror. A analogia é clara e o estilo já está inclusive gerando um subgênero próprio. E se O que Ficou para Trás tira o medo da transição de dois imigrantes africanos na Inglaterra, precisando superar as tragédias em seu antigo país ao mesmo tempo em que lidam com novos fantasmas – alguns reais como o preconceito contra imigrantes; Sob a Sombra traz o terror da devastação do Teerã pós-revolução da década de 1980.

Uma jovem mãe se desdobra para criar a filha pequena enquanto o marido parte em viagem, tendo o conflito armado com direito a bombardeios bem no encalço de seu lar. Ao mesmo tempo, eventos assustadores relacionados a uma entidade que faz aparições no lar destroçado desafia a compreensão dela. A direção é do iraniano Babak Anvari, que seguiu para criar o igualmente aterrorizador Contato Visceral (2019) em Hollywood. Sob a Sombra tem a melhor avaliação dos críticos na lista, com 99%.

Hotel da Morte

Agora chega na lista um filme que completa 10 anos de sua estreia em 2021, e possui a ótima marca de 80% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes. Hotel da Morte é cria do Festival South By Southwest nos EUA e depois fez carreira em eventos especializados em terror. Infelizmente no Brasil o longa chegou direto em vídeo sem passar pelas salas de cinema. A trama gélida trouxe reconhecimento no gênero para o cineasta Ti West e resolve homenagear lendas urbanas que falam sobre hotéis tidos como assombrados. Aqui, um famoso hotel está com seus dias contados até fechar de vez, e dois recepcionistas, sem muito o que fazer e adeptos de investigações paranormais, se deparam com a mística em torno do local onde trabalham. A loirinha Sara Paxton vive a protagonista Claire. É simplesmente de arrepiar.

As Senhoras de Salem

O cineasta Rob Zombie fez carreira em cima de produções violentíssimas sobre assassinos em série sádicos, inclusive dando seu pitaco sobre como o clássico Halloween deveria ser (por duas vezes). Porém, é notório que Zombie tende a exagerar no grafismo de seu terror e gore. O ponto fora da curva em sua filmografia é este As Senhoras de Salem, onde o diretor troca a tortura velada pelo medo genuíno ao apostar numa trama sobrenatural envolvendo uma DJ cujas vizinhas num prédio macabro são um trio de bruxas satanistas. Tudo sai completamente dos trilhos quando a protagonista recebe um disco com uma gravação ancestral e desembesta a ouvi-lo. Aqui, Zombie assusta pela narrativa e imagens, e não pela sanguinolência.

Sob a Pele

Conhecido na época como “o filme em que Scarlett Johansson aparece completamente nua”, o longa se trata de uma ficção científica complexa e tão questionadora quanto o clássico 2001 – Uma Odisseia no Espaço (1968). Porém, muito mais subestimada. Além do conteúdo altamente reflexivo, a obra é um verdadeiro estudo cinematográfico, com imagens hipnotizantes, uma trilha sonora que ficará na cabeça por dias (ou quem sabe para sempre), e é todo construindo basicamente sem o uso de diálogos. É uma aventura por si só fazer sentido e tentar reunir o que entendemos da história ao final da exibição. O que podemos dizer é que Johansson é na realidade um ser alienígena caçador de homens, que deixaria O Predador no chinelo em questão de eficiência em sua missão. Perturbador é a palavra certa para definir o longa que, apesar de sua extrema qualidade, não é para todos os gostos ou públicos. Sob a Pele possui 84% de aprovação dos críticos.