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‘Riverdale’: Marisol Nichols e Skeet Ulrich podem retornar para a série

O anúncio da saída dos atores Skeet Ulrich e Marisol Nichols da série ‘Riverdale‘ não apenas surpreendeu os fãs, como trouxe algumas dúvidas a respeito dos seus respectivos arcos na produção.

E embora o desfecho dos personagens não tenha sido revelado ainda, o showrunner Robert Aguire-Sacasa afirmou que a prefeita Hermione e F.P. ainda poderão retornar no futuro da série.

Durante uma recente entrevista à revista EW, Aguire-Sacasa comentou o seu desejo de dar continuidade nos arcos dos personagens:

“Eu conversei com todos os atores e chamei Marisol e Skeet e disse: ‘Sabe pessoal, obviamente nós ainda queremos terminar as histórias que começamos nessa temporada’. E ambos concordaram, dizendo: ‘Claro, vamos fazer isso’. E isso não é um spoiler, mas nem a Hermione e nem o F.P. morrerão. Minha esperança é que os dois sejam parte de Riverdale por quanto tempo quiserem”.

Nichols interpretou Hermione Lodge, a ex-prefeita da cidade e a mãe de Veronica Lodge (Camila Mendes) desde o episódio piloto. Ulrich, por sua vez, é um membro regular desde a 2ª temporada, interpretando F.P. Jones, pai de Jughead (Cole Sprouse).

Lembrando que a série está em sua 4ª temporada e está em exibição na CW. No Brasil, a série é transmitida pela Warner.

Assista ao trailer:

Criada por Roberto Aguirre-Sacasa, a série é baseada nos quadrinhos do Archie Comics.

A pequena e tranquila cidade de Riverdale fica de cabeça para baixo quando é atingida pela misteriosa morte de Jason Blossom, um garoto popular do ensino médio e membro da família mais poderosa da cidade. Archie Andrews, Betty Cooper, Veronica Lodge, Jughead Jones, Cheryl Blossom, Josie McCoy e seus amigos exploram os problemas da vida cotidiana na pequena cidade, enquanto investigam o caso de Jason Blossom. Mas, para resolver este mistério, o grupo de amigos deve descobrir os segredos que estão enterrados profundamente na superfície da cidade, pois Riverdale pode não ser tão inocente como parece.

O elenco inclui KJ ApaLili ReinhartCamila MendesCole SprouseMadelaine Petsch, Madchen Amick, Luke Perry, Ashleigh Murray, Skeet Ulrich, Casey Cott, Charles Melton, Mark Consuelos e Vanessa Morgan.

‘Dark Army’: Terror do Dark Universe pode ser o próximo filme do diretor Paul Feig

O Dark Universe da Universal Pictures parece estar recuperando o seu fôlego, após o fracasso de bilheterias do reboot de A Múmia(2017) e o grandioso sucesso de público e crítica, ‘O Homem Invisível‘ (2020). 

E o cineasta Paul Feig expressou o seu entusiasmo de poder finalmente iniciar a produção de ‘Dark Army‘, seu projeto do cânone de terror do estúdio.

Em uma recente entrevista ao portal Collider, ele revelou que está fazendo algumas alterações no roteiro – para se adequar aos critérios do estúdio – e espera que o aguardado longa seja o seu próximo projeto:

“Estou desesperado para fazer isso. A Universal fez uma pausa, porque acho que o filme parecia um pouco caro demais no escopo em que eu desenvolvi, então vou reescrever o roteiro para me encaixar. Quer dizer, o escopo ainda vai ser grande, mas na verdade acho que eles estavam certos, acho que eu estava tentando dar um passo maior do que provavelmente deveria, para o que eu espero que seja o primeiro capítulo de algo que eu quero continuar. Então estou reescrevendo isso agora e por sorte esse pode ser o meu próximo projeto. Esse é um gênero que eu sempre quis fazer, apenas um clássico filme de monstros. Não um filme de terror, mas um clássico de monstros, seguindo a tradição dos filmes de James Whale e Tod Browning. E sim, espero que seja o meu próximo projeto”.

Sobre o Dark Universe

Felizmente, a Universal resolveu repaginar o que tinha em mente e reconectar tudo em uma esfera cinematográfica diferente do que iríamos ver – novas histórias e personagens que fariam parte do cânone monstro. O primeiro deles, O Homem Invisível (protagonizado por Elizabeth Moss), se tornou um sucesso de público e crítica. Mesmo com a crise do Coronavírus afetando os cinemas, ‘Homem Invisível conseguiu arrecadar US$ 134 milhões pelo mundo, com um orçamento de apenas US$ 7 milhões.

‘A Múmia’: Presidente da Universal Pictures admite falha na criação do Dark Universe

Por essa razão, o CinePOP resolveu criar uma singela matéria explorando o futuro do Dark Universe nas telonas, desde o projeto mais tangível até o mais utópico.

O HOMEM INVISÍVEL

Saindo das mãos do diretor, roteirista e produtor Alex Kurtzman, e caindo no colo do ‘Midas’ do terror atual, Jason Blum (Corra! Nós), O Homem Invisível acerta numa proposta moderna, discutindo temas sérios e supernaturais, e ao mesmo tempo respeitando o material fonte do icônico H.G. Wells. De fato, a recente produção é tão satisfatória que deve abrir caminho para os outros monstros da casa serem adaptados desta forma, com um víeis atual inserido no coração da clássica trama. Afinal, os filmes são principalmente produtos de seu meio e de seu contexto político e social. Por mais que não consigamos notar, tal realidade é inegável.

Comparando A Múmia (2017) com O Homem Invisível (2020), por exemplo, notamos o quão cansado e datado é o roteiro do primeiro – parecendo estar parado no tempo e simplesmente reprisando o que já havia sido feito no passado. O segundo por outro lado, está inserido diretamente em nossos dias, interagindo e discutindo temas significativos para o hoje. O que o longa produzido por Blum faz principalmente é criar bons personagens, imaginando qual seria o maior medo entranhado numa relação a dois.

 

DRÁCULA

Após o sucesso de ‘O Homem Invisível‘, a Universal Pictures voltou a se empolgar com seu Dark Universe e contratou a Blumhouse e vai realizar um reboot de ‘Drácula‘.

O novo projeto será dirigido por Karyn Kusama, cuja filmografia inclui ‘Garota Infernal‘ e ‘Aeon Flux.

Assim como ‘O Homem Invisível‘, a história se passará nos dias de hoje e será uma releitura do clássico de Bram Stoker.

Matt Manfredi e Phil Hay, que já haviam trabalhado com Kusama em filmes como ‘O Peso do Passado‘, roteirizam.

Se o filme se concretizar, seria parte da nova abordagem do estúdio aos Monstros da Universal, após a infeliz introdução do “Universo Sombrio” em 2017 com ‘A Múmia‘.

 

FRANKENSTEIN

Universal Pictures anunciou um novo projeto com James Wan: será um filme de monstro com elementos de ‘Frankenstein‘.

Com roteiro de Robbie Thompson, produtor executivo de ‘Supernatural‘, o longa mostrará um grupo de adolescentes que descobre que o vizinho está construindo um monstro com pedaços de cadáver. Quando o monstro foge, o terror corre solto.

Segundo o THR, a trama utilizará elementos clássicos do Universo de Monstros mas trará uma abordagem moderna.

James Wan não vai dirigir, mas vai produzir através da sua empresa Atomic Monster.

Baseada no romance homônimo de Mary Shelley, a história já foi adaptada inúmeras vezes para as telonas: em 1930, Boris Karloff deu vida à infame criatura e, em 2012, o monstro ganhou uma repaginação amigável com a animação Hotel TransilvâniaJavier Bardem havia sido considerado para viver o personagem-titular no primeiro reboot planejado pela UniversalA Noiva de Frankenstein, mas o projeto não seguiu em frente.

 

LOBISOMEM

A Universal Pictures deu sinal verde para um novo filme do ‘Lobisomem‘ (Wolfman), que será estrelado por Ryan Gosling.

Os executivos da Universal se reuniram com diretores no mês passado, e o preferido para assumir a direção é Cory Finle , que recentemente recebeu ótimas críticas por dirigir o drama da HBO ‘Má Educação“, com Hugh Jackman e Allison Janney.

A ideia é que a trama se passe nos dias de hoje e tenha a pegada do thriller ‘O Abutre‘, com Jake Gyllenhaal, com uma óbvia reviravolta sobrenatural.

Lauren Schuker Blum e Rebecca Angelo, de ‘Orange is the New Black‘, escreveram o roteiro baseado em uma ideia original de Gosling.

 

DARK ARMY

Outro interessante sinal de que o Dark Universe está mudado é o fato do diretor e roteirista Paul Feig ter sido cotado para criar um projeto por conta própria. O cineasta, conhecido por seu trabalho em ‘Missão Madrinha de Casamento’, vai comandar o longa intitulado Dark Army, que promete introduzir personagens novos à saga, além de mergulhar fundo na mitologia arrepiante introduzida no século XIX.

RENFIELD

Quando falamos do universo sombrio de monstros, automaticamente pensamos na ilustra presença de Drácula, um dos personagens mais famosos da cultura pop (que nos últimos meses ganhou uma nova versão para a Netflix). Porém, ao que tudo indica, teremos outro nome vampiresco trilhando seu caminho para as telonas: o assecla Renfield.

Dexter Fletcher está atado para dirigir o filme sobre o braço-direito do Conde e, ainda que pouco tenha sido revelado, sabe-se que Robert Kirkman apresentou a primeira versão de um roteiro, o qual pretende misturar comédia e terror num mesmo lugar.

 

A MULHER INVISÍVEL

Elizabeth Banks parece estar investindo em sua carreira como diretora e, recentemente, apresentou sua parte do Dark Universe com A Mulher Invisível – um dos projetos mais interessantes dessa nova leva de produções de terror.

Segundo a premissa, a trama será uma união não ortodoxa entre Thelma & Louise e Psicopata Americano – e, caso o filme predecessor faça um sucesso considerável nas bilheterias e entre o público e a crítica, não será surpresa se um cross-over acontecer com O Homem Invisível. Mais do que isso, pode ser até que o longa de Whanell já dê alguma pista do que podemos esperar no futuro.

 

‘Larissa: O Outro Lado de Anitta’: Documentário da Netflix ganha outdoor em Los Angeles; Confira!

O novo documentário da “girl from Rio”, ‘Larissa: O Outro Lado de Anitta‘, já está disponível na Netflix. E para comemorar o lançamento, a produção ganhou um outdoor em Los Angeles.

O material promocional traz os dizeres “Seu nome é Larissa, mas você pode chamá-la de patroa Anitta.

Confira:

Larissa: O Outro Lado de Anitta‘ desvenda a intimidade e a vulnerabilidade de Anitta por trás da imagem poderosa da cantora de sucesso mundial.

Todo mundo conhece a Anitta, mas a Larissa de Macedo Machado, seu nome de registro, ainda é um segredo bem guardado. Enquanto a Anitta brilha no topo, é a Larissa quem enfrenta a pressão dos desafios do sucesso. Sua jornada de autoconhecimento é capturada pelo olhar íntimo de um antigo ‘crush’ da juventude, que agora tem a missão de ajudar a revelar ao mundo quem é a verdadeira Larissa.

O documentário também traz momentos icônicos da carreira da ‘girl from Rio’, incluindo cenas de bastidores do Carnaval no Rio de Janeiro, conquistas inéditas em premiações internacionais, o topo das paradas globais com o hit Envolver, além de sua apresentação no festival Coachella.

Assista ao trailer:

Crítica | ‘Dia D’ – Spielberg esvazia mistério extraterrestre em trama de perseguição ANÊMICA

No ringue, um lutador apanha sem piedade; na arquibancada, porém, a verdadeira ação do filme se desenvolve quando Daniel Keller (Josh O’Connor) é interpelado, de forma sutil, por agentes ao seu redor na plateia. A primeira cena é a metáfora perfeita para descrever Dia D (Disclosure Day), a nova incursão de Steven Spielberg ao universo dos seres de outras galáxias. Enquanto a ação coreografada acontece diante de nossos olhos, a essência da história é diluída a conta-gotas e sua relevância é sacrificada paulatinamente.

Mesmo cercado por enigmas, Dia D remete à dinâmica de A Casa de Dinamite (2025), de Kathryn Bigelow, no qual o roteiro ricocheteia a mesma ideia na visão de diferentes personagens em busca de sustentar o interesse do público em torno da promessa de um grande evento apocalíptico, sem jamais oferecer uma revelação à altura do prometido.

No papel do vilão Noah Scanlon, Colin Firth torna-se a ameaça imediata de Daniel e sua namorada Jane (Eve Hewson), eles precisam escapar por ter roubado dados confidenciais de sua empresa. Para contrapor a tensão da perseguição, o casal Jackson (Wyatt Russell) e Margaret (Emily Blunt) surge, a princípio, como um alívio cômico. Tudo muda quando Margaret vê um pássaro vermelho entrar pela janela de sua casa e, de repente, sua percepção da realidade passa a operar sob novas regras.

Sem compreender a própria situação, Margaret passa a falar várias línguas e a ler a mente de seus interlocutores apenas pelo olhar. O que inicialmente rende uma situação cômica para se livrar de uma multa de trânsito logo ganha contornos sérios: um dom sobrenatural de sentir a dor, os conflitos e as emoções alheias. Como apresentadora da previsão do tempo em um telejornal regional, Margaret encarna a própria ideia de transmissão. Ela perde a autonomia de suas palavras e passa a servir de intermediária para uma força maior.

Enquanto uma conexão misteriosa, quase telepática, aproxima Margaret e Daniel, o vilão Scanlon utiliza Jane como instrumento para rastrear os dois e recuperar as evidências que não devem chegar ao público. Spielberg demora a introduzir o extraordinário, mas entrega cedo demais o núcleo de sua narrativa. Em um diálogo expositivo entre Daniel e Jane, um dos principais mistérios praticamente desaparece. Embora Emily Blunt encontre algum frescor no tom cômico e disjuntivo de Margaret, nem ela, nem Josh O’Connor ou Colman Domingo conseguem elevar o enredo morno. 

Para fermentar a narrativa, o longa se converte em uma perseguição genérica que emula franquias como Missão: Impossível e James Bond — uma escolha inconsistente com a premissa dramática e filosófica do roteiro. Daniel e Margaret pulam em um trem em movimento como se isso fosse corriqueiro na vida de um matemático e de uma jornalista.
 
Se a promessa do título era o famoso “Dia D” da revelação alienígena e suas consequências, o roteiro minimiza as evidências da descoberta e se recusa a explorar a repercussão que ela inevitavelmente teria sobre a sociedade. Quando Margaret passa a controlar a percepção de quem a cerca, qualquer sensação de risco é eliminada. O conflito deixa de depender das escolhas dos personagens e passa a obedecer às exigências da trama. 

Distante do encantamento de E.T.: O Extraterrestre (1982) ou da sensibilidade de seu recente autobiográfico Os Fabelmans (2022), Spielberg, ao lado do roteirista David Koepp (veterano de Indiana Jones e Jurassic Park), erra a mão. Eles tentam construir uma ficção científica de forte dimensão político-social, mas a sufocam em disputas braçais e correrias. Dia D evoca o pior de Guerra dos Mundos (2005) pelo final anticlímax, que exige do espectador uma dose excessiva de ingenuidade diante de uma realidade marcada pela manipulação de imagens, pela desinformação e pela crescente desconfiança nas instituições. Ao fim, o cineasta desperdiça a oportunidade de dialogar com a memória afetiva construída por seus clássicos. 

Comparado aos sci-fi atuais Não! Não Olhe! (2022) e Não Olhe para Cima (2021), Dia D se assume mais como um suspense de ação do que como uma reflexão sobre laços entre espécies. Ao trocar o fascínio pelo desconhecido por uma sucessão de perseguições genéricas, Spielberg abandona justamente aquilo que tornou sua ficção científica memorável: a capacidade de transformar o encontro com o extraordinário em uma experiência humana. Dia D mira a grandiosidade de um evento histórico, mas termina reduzido a uma corrida sem destino. 

Henry Cavill tira o bigode e faz vídeo tirando sarro de ‘Liga da Justiça’: “Não é CGI”

Henry Cavill postou um vídeo hilário em seu Instagram, após ter removido seu bigode, que havia sido retirado digitalmente para as refilmagens de Liga da Justiça. No vídeo, o ator diz que está de cara limpa e ainda tira sarro com o filme dos heróis: “Isso não é CGI… vou lembrar desse bigode para sempre”:

Vale lembrar que o ator não pôde remover seu bigode para as refilmagens deLiga da Justiça, recorrendo ao uso de computação gráfica, devido ao contrato com ‘Missão: Impossível – Efeito Fallout’. Desde então, esse bigode em CGI tem causado grande polêmica.

‘Batgirl’: Warner quer uma diretora no lugar de Joss Whedon

‘Suspiria’: Novo cartaz do terror destaca personagem de Dakota Johnson

A conta oficial do Twitter para Suspiria, de Luca Guadagnino, compartilhou um novo pôster do terror, anunciando que o novo trailer chega ainda essa semana. Confira:

 

A duração do corte final do remake de Suspiria, com direção de Luca Guadagnino (Me Chame Pelo Seu Nome‘), foi revelada: 152 minutos, ou seja 2 horas e 32 minutos.

No filme, “Uma jovem americana dançarina de ballet viaja até uma prestigiada escola de dança na Europa, apenas para descobrir que existe algo mais sinistro e sobrenatural. Ela se torna cada vez mais assustada conforme uma série de assassinatos terríveis acontece, e segredos sombrios da escola vêm a tona.”

Dakota Johnson interpreta Susie Bannion no remake.

O elenco ainda inclui Chloe Grace-Moretz, Tilda SwintonMia GothSylvie TestudAngela WinklerMałgosia BelaLutz Ebersdorf e Jessica Harper.

A estreia está programada para 02 de Novembro de 2018.

Enquanto isso, os fãs do clássico terror de Dario Argento estão criando diversas artes para o remake que chega aos cinemas esse ano. As artes incríveis prestam homenagem aos clássicos do anos 70. Confira:

Recentemente, foi revelado que o cineasta Quentin Tarantino se emocionou com o final do filme. A informação é do Indiewire.

Em uma nova entrevista ao site, Guadagnino contou:

“Eu mostrei o filme para Quentin. Nos tornamos amigos desde que participamos do júri do Festival de Veneza. Estava nervoso, mas ansioso para ouvir o que ele tinha para me dizer sobre. Vimos o filme em sua casa e sua reação me deixou muito feliz. Ele adorou o filme, e no fim estava chorando e me abraçou. Porque este é um filme de terror mas também é um melodrama, meu objetivo era fazer com que você visse o terror sem ser capaz de desviar o olhar porque você se identifica com os personagens”

Recentemente, o remake recebeu uma alta classificação indicativa, para maiores de 18 anos, por conter “Conteúdo perturbador envolvendo violência ritualística, imagens sangrentas e nudez gráfica, e também por causa da linguagem, que inclui referências sexuais.”

A expectativa para o remake do terror, dirigido por Luca Guadagnino, deMe Chame Pelo Seu Nome, está cada vez mais alta.

 

Nos 30 anos de falecimento, relembre a importância de Ayrton Senna na Cultura Pop

Há 30 anos, o piloto Ayrton Senna sofria o acidente fatal no GP de San Marino, em Ímola, na Itália. Há uma crença no Brasil de que todo mundo se lembra o que estava fazendo quando foi dado o anúncio da morte de Senna naquele 1º de maio de 1994. Só isso já demonstra o tamanho que esta lenda do esporte teve no país. Em uma época em que a moral do brasileiro estava em baixa, dados os problemas socioeconômicos do país, Ayrton começou a encantar o público com seu estilo de direção ousado e a sede por vitória. Com o tempo, o icônico capacete que ostentava as cores da bandeira nacional foi virando símbolo para o povo, e ver o piloto subir ao pódio e realizar as voltas da vitória sempre com a bandeira do Brasil em mãos trouxe um pouco de conforto em meio ao sofrimento de uma nação à beira da miséria. Senna era mais que um atleta, era um sinal da esperança em dias melhores.

“Seja você quem for, seja qual for a posição social que você tenha na vida, a mais alta ou a mais baixa, tenha sempre como meta muita força, muita determinação e sempre faça tudo com muito amor e com muita fé em Deus, que um dia você chega lá. De alguma maneira você chega lá” – Ayrton Senna.

Mas não era só no Brasil que o povo acordava de madrugada para acompanhar as curvas no limite e a determinação super-humana de Senna. O piloto foi parte fundamental do processo de consolidação da Honda no mundo da Fórmula 1 e do sucesso do esporte no país. Praticamente como um embaixador da marca, o brasileiro foi elevado ao status de entidade no país nipônico e logo se tornou um marco na Cultura Pop Japonesa.

Fan-art recria o pôster de Akira com a imagem de Ayrton Senna

O ano era 1985. A montadora japonesa Honda fornecia os motores para os carros da Williams e para a escuderia Lotus. Adquirindo os direitos de transmissão da Fórmula 1 para a TV aberta japonesa, a Honda precisava de um “herói” para consolidar o esporte no imaginário do povo japonês. Com a derrota por conta de más decisões da gestão da Williams na temporada de 1986, a McLaren tomou conhecimento da insatisfação da Honda com a escuderia azul.

Em 1987, a Lotus tinha o surpreendente Ayrton Senna. Mesmo com um carro mecanicamente limitado, o brasileiro conseguiu vitórias em Mônaco e nos Estados Unidos, além de conseguir o impressionante segundo lugar no GP de Suzuka, no Japão. Desde então, Senna fazia sugestões de como melhorar a aerodinâmica dos carros e dava detalhes do que precisava para um motor mais potente. Sua obsessão por vencer e ser o piloto mais rápido da Fórmula 1, sem perder a humildade, fascinou os engenheiros japoneses da Honda, que passaram a tê-lo como exemplo.

A necessidade de um “herói” para fazer o esporte crescer era simples. A maioria das provas da Fórmula 1 eram disputadas no período da manhã, que, por conta do fuso-horário, eram transmitidas nas madrugadas nipônicas. Para fazer o povo acordar tão cedo, somente com um ícone nas pistas.

Alguns dos mangás de Senna na revista semanal “Shonen Jump”

Com o interesse da McLaren em contar com os motores Honda, que eram considerados os melhores da competição, chegando a dar 1 segundo de vantagem nas voltas, a empresa japonesa impôs uma condição: contratar Ayrton Senna. A parceria foi histórica e deu mais do que certo. Logo no primeiro ano pela McLaren, Senna foi campeão mundial, conquistando esse título justamente no GP de Suzuka, no Japão, assim como seus outros dois títulos mundiais. Com esse projeto vitorioso de um novo esporte na terra do sol nascente, a revista japonesa Shonen Jump fechou um acordo de patrocínio com a McLaren para estampar o logo no bico dos carros. Acontece que as aventuras de Goku em Dragon Ball eram publicadas na revista semanal, desenhadas pelos marcantes traços do agora saudoso Akira Toriyama. Dragon Ball fez tanto sucesso que virou um dos animes mais populares do país em 1989, ano da estreia nas TVs. Tendo sua imagem atrelada a dois dos maiores ícones do Japão, a Shonen Jump não foi boba e começou a publicar histórias e reportagens sobre Fórmula 1 ilustradas pelos grandes mestres do mangá. Foi dessa parceria que surgiram os mangás GP Boy e F. no Senkou: Ayrton Senna no Chousencomo, que foram sucessos instantâneos. E foi com a reportagem ilustrada BattleMan F-1 GP, em que um personagem disputava provas contra os principais nomes da F-1, que Toriyama conheceu seu ídolo, Ayrton Senna.

A foto viralizou em tempos de internet como um dos encontros mais legais entre o mundo dos esportes e o mundo da Cultura Pop. Além da determinação e das vitórias, que renderam os apelidos de Samurai e Príncipe Supersônico, Senna conquistou os fãs japoneses com seu carisma.  Ele era um homem muito mais bonito e simpático que seu companheiro de equipe e principal rival, o francês Alain Prost. O brasileiro conquistou o público com sua humildade e simpatia ao atender todos os fãs que paravam apenas para observá-lo caminhar em solo japonês.

O pequeno Gohan se diverte na lendária McLaren #27 de Ayrton Senna, em arte de Akira Toriyama

A identificação entre Senna e o Japão também tinha relação com um sentimento de exclusão. Historicamente, a Fórmula 1 é um esporte europeu. Então, quando um latino surge representando os ideais de perseverança tão disseminados no Oriente, surge o casamento perfeito dentre aqueles que tinham o sentimento de não pertencerem àquele esporte.

Ícones da velocidade

Alain Prost, Damon Hill e Sonic posam para foto promocional da parceria Williams/ SEGA.

Em 1993, a empresa de videogames SEGA era uma das maiores patrocinadoras da Fórmula 1. Era um patrocínio que fazia muito sentido, já que a mascote da empresa japonesa era o simpático ouriço Sonic, famoso por sua velocidade absurda. Além do torneio, a SEGA era um dos patrocinadores máster da escuderia Williams, que mandava seus pilotos para as pistas trajados com um macacão azul, calçados vermelhos e luvas brancas, tal qual o Sonic.  Além disso, a carinha do ouriço era estampada no aerofólio dos carros e os pezinhos dele eram desenhados na lataria dos veículos, de modo que parecia ser o próprio ouriço pilotando durante as provas.

A imagem Senna erguendo o troféu do Sonic entrou para a história do esporte

Foi uma estratégia de marketing intensa e que deveria ter seu ápice com a vitória de Alain Prost, principal piloto da escuderia na época, ou Damon Hill no XXXVIII Sega European Grand Prix – ou, como ficou conhecido no Brasil, o GP da Europa de 93. Com a vitória da equipe, a marca da SEGA ficaria exposta de maneira total em todos os grandes veículos de imprensa esportiva do mundo.

O que a empresa japonesa não esperava era que Ayrton Senna, ainda pela McLaren, não apenas ganharia a prova com seu carro, que era considerado inferior às máquinas inteligentes da Williams, mas também realizaria a “melhor primeira volta da história” do esporte.

Resultado: o plano de um pódio todo azul foi frustrado por um brasileiro de vermelho, que acabou faturando um dos troféus mais icônicos da história da Fórmula 1. A nível publicitário, a invasão vermelha acabou sendo benéfica para a SEGA, que tem a foto compartilhada anualmente pelos fãs das corridas por reunir o ícone da velocidade virtual com o ícone da velocidade do mundo real.

Em 2019, o artista Kaell Silva prestou uma homenagem invertendo os papéis.  Crédito: twitter.com/kaell_sillva/

Senninha, o herói da molecada

Se 2024 traz o luto dos 30 anos do falecimento do piloto, marca também os 30 anos da criação do simpático Senninha, a versão animada que ajudou a manter o legado eterno do piloto vivo dentre o público infantil. É impressionante como há pelo menos duas gerações que sequer viram Ayrton impressionar o mundo com suas atuações espetaculares, mas sabem quem ele foi por influência do Senninha.

‘Nascido’ em 28 de janeiro de 1994, o Senninha surgiu de um desejo de Ayrton Senna de passar seus valores e aprendizados para as crianças. Afinal, Senna era o grande ídolo da época e queria ser uma boa influência para a molecada. Então, foi decidido que a forma mais lúdica para falar com os pequenos era por meio das histórias em quadrinhos, já que assim também incentivaria a leitura.

Para criar o personagem, o publicitário Rogério Martins pensou no conceito, enquanto o desenhista da Mauricio de Sousa Produções, Ridault Dias Jr., foi o responsável por criar seu visual. Com a aparência inspirada no próprio piloto, ficou definido que o Senninha seria um menino de seis anos, alegre e confiante, que é apaixonado por corridas e enfrenta um vilão que gosta de trapacear nas pistas. Seu maior sonho, inclusive, é virar piloto de Fórmula 1.

O conceito foi aprovado e apresentado pelo próprio Ayrton Senna, que passou a ser o principal garoto-propaganda de seu personagem, usando as camisas e produtos oficiais inspirados nele pelo mundo. Mas o ponto mais interessante desse processo de criação é que a dona Neyde, mãe de Ayrton, se apaixonou pelo personagem e compartilhou histórias e curiosidades sobre a vida do piloto. Esses relatos foram usados para criar roteiros e encorpar a personalidade do Senninha, que passou a ser não apenas um personagem inspirado em Senna, mas uma versão do próprio.

Para compor o Senninha e os outros personagens que integram sua turminha dos quadrinhos, o projeto contou com o auxílio do Dr. Jacob Goldberg – psicoterapeuta, ensaísta, pesquisador, assistente social, advogado e expert no estudo de desenvolvimento humano – para definir aspectos de personalidade e comportamento que fossem influências positivas para a molecada. Com isso, ficou definido que o Senninha deveria ter resiliência, empatia, amizade, honestidade,  saber trabalhar em equipe, respeitar o próximo e cuidar do meio ambiente.

O projeto foi um sucesso e as histórias em quadrinhos do Senninha foram lançadas em 28 de janeiro de 1994. Inicialmente, as HQs foram distribuídas de forma gratuita nos colégios brasileiros e nas agências do Banco Nacional, principal patrocinador de Ayrton Senna na época.

A recepção foi muito positiva, fazendo com que as edições de Senninha e Sua Turma chegassem às bancas com edições lançadas quinzenalmente.

Infelizmente, em maio daquele ano, Ayrton sofreria o acidente fatal em Ímola, na Itália, criando uma enorme comoção nacional. Ainda assim, o Senninha seguiu fazendo sucesso com a molecada e com os jovens, estrelando tiras de jornal, materiais de informação de trânsito e vinhetas para TV. Com a chegada dos anos 2000, ele ganhou uma série animada – premiada no Anima Mundi de 2004 – e uma linha de produtos que marcou época. Afinal, quem nunca ouviu falar da famosa Papete do Senninha, presença certa nos pezinhos das crianças encapetadas dos anos 2000? E parte dos lucros envolvendo o personagem são revertidos para o Instituto Ayrton Senna, responsável pela educação de milhões de jovens no país, até os dias de hoje.

Com o passar dos tempos, o Senninha foi explorando novas frentes na Cultura Pop brasileira, ganhando série animada no Gloob, prova anual de corrida, videogames e uma animação muito fofa no YouTube. Agora, para comemorar os 30 anos, o canal do Senninha lançou um curta-metragem especial em que o Senninha atual atinge uma velocidade tão alta que volta no tempo e se encontra com sua versão original.

Nesses 30 anos, o Senninha desempenhou papel importante na educação das crianças, entreteve gerações e ajudou a espalhar um pouco do legado do maior brasileiro que já correu nas pistas da Fórmula 1, fazendo dele não apenas um símbolo do Brasil nos esportes, mas também um ícone da Cultura Pop nacional. Para os fãs do piloto, fica sempre a recomendação do filme Senna: O Brasileiro, O Herói, O Campeão, que é um dos documentários esportivos mais bem avaliados de todos os tempos, e acompanha a trajetória do jovem Ayrton desde os tempos do Kart até a mobilização popular insana no dia do funeral em São Paulo. Ele pode ser assistido no Telecine.

Que esse 1º de maio de 2024 seja muito mais que um dia de lamentar pelos 30 anos da morte do ídolo, mas que seja um dia de reflexão e valorização de um legado social importantíssimo e reconhecimento de seu esforço em mostrar ao povo que o Brasil valia a pena, seja no esporte, na cultura ou na sociedade. Senna é um ídolo eterno.

Tim Burton revela por que NUNCA dirigiria um filme da Marvel

Em entrevista ao Deadline, o aclamado diretor Tim Burton afirmou que nunca dirigiria um filme da Marvel. Apesar de ser familiar com o gênero, tendo dirigido ‘Batman‘ (1989) e ‘Batman: O Retorno‘ (1992), o cineasta revelou que não tem interesse em retornar ao universo de super-heróis.

“Eu só consigo focar em um universo de cada vez, não conseguiria lidar com um multiverso.”

Além disso, o cineasta revelou que o live-action ‘Dumbo‘ deve marcar a última parceira com a Disney de sua carreira: “[A Disney] se tornou muito consolidada e homogênea. Há pouco espaço para projetos diferentes. Eu comecei nesse estúdio e fui contratado para diversos projetos lá no decorrer da minha carreira. ‘Dumbo’ me fez perceber que essa relação [com o estúdio] chegou ao fim. Eu me senti como o próprio Dumbo, trabalhando em um circo grande e horrível, e eu precisava escapar disso. Aquele filme é bastante autobiográfico em um certo nível.”

Vale lembrar que o próximo projeto de Burton será a série live-action ‘Wandinha‘, um derivado baseado na popular franquia ‘A Família Addams‘.

A produção será lançada na Netflix no dia 23 de novembro.

Confira o trailer:

A série é um mistério investigativo e sobrenatural que traça os anos de Wandinha como estudante na Escola Nunca Mais, enquanto ela tenta dominar sua habilidade psíquica emergente, frustrar uma monstruosa matança que aterrorizou a cidade local e resolver o mistério sobrenatural que envolveu seus pais há 25 anos – tudo isso ao mesmo tempo em que mergulha em complicados relacionamentos sociais.

O elenco também traz Catherine Zeta-Jones como Mortícia, Luiz Gusman como Gomez, Issac Ordonez como Pugsley e Fred Armisen como Tio Chico.

O roteiro é escrito por Alfred Gough e Miles Millar, mais conhecidos por criar e produzir a série de sucesso ‘Smallville‘.

Para quem não sabe, ‘A Família Addams foi criada pelo cartunista Charles Addams, em 1938, como tiras para a revista The New Yorker. Os personagens geraram séries live-action e animadas, livros, vídeo games e até mesmo um musical, que foi exibido no Brasil em 2012, com Daniel Boaventura e Marisa Orth como o casal Gomez e Morticia Addams.

No cinema, a criação gerou A Família Addams, grande sucesso de bilheteria de 1991, e, 2 anos depois, A Família Addams II’, ambos dirigidos por Barry Sonnenfeld. Anjelica Huston e Raul Julia interpretaram o casal Addams. Christopher Lloyd foi o Tio Fester e Christina Ricci viveu Wednesday Addams (Wandinha).

O terceiro filme, ‘O Retorno da Família Addams’, foi lançado diretamente em vídeo em 1998.

Produtores comentam sobre o LEGADO de ‘Ahsoka’ no universo de ‘Star Wars’

O Disney+ divulgou um novo vídeo legendado dos bastidores da série ‘Ahsoka‘.

Além de trazer novas cenas da produção, o vídeo também reflete sobre o legado da personagem titular no popular universo da saga ‘Star Wars‘.

Confira:

A produção será lançada na plataforma no dia 23 de agosto.

Ambientada após a queda do Império, ‘Ahsoka‘ acompanha a Jedi renegada (vivida por Rosario Dawson) enquanto ela investiga uma ameaça emergente em um momento de vulnerabilidade da galáxia. Em meio à sua busca, ela terá de lidar com negócios inacabados pelos traumas de suas experiência de mestre e aprendiz ao lado da Mandaloriana Sabine Wren (Natasha Liu Bordizzo) e da lendária piloto rebelde Hera Syndulla (Mary Elizabeth Wintead).

Lars MikkelsenRay StevensonIvanna SakhnoDiana Lee InosantoDavid Tennant e outros também fazem parte do elenco.

Crítica 2 | Coringa: Delírio a Dois – Um Filme Que Faz Jus ao Seu Título

Em 2019, foi unanimidade: o filme do “Coringa” era excelente. Desde suas primeiras exibições, nos festivais internacionais, até sua estreia, o burburinho comprovava a maestria do longa – tanto que foi indicado ao Oscar, e ganhou dois, de melhor trilha sonora e melhor ator. Mas, como tudo que faz sucesso no mundo capitalista, houve uma demanda (e até certa pressão) para derivações desse primeiro longa, e assim começaram as conversas para o que hoje se tornou “Coringa: Delírio a Dois”, a grande estreia nos cinemas mundiais nessa semana.

Após matar cinco pessoas em Gotham City, Arthur Fleck (Joaquim Phoenix) foi encarcerado na prisão de Arkham, um asilo para presos com distúrbios psicológicos. Medicado, Arthur passa os dias sem nenhuma diferença, recebendo visitas da sua advogada (Catherine Keener). Porém, um dia Arthur é levado a uma outra ala, onde casualmente conhece Lee (Lady Gaga), que chama sua atenção. À medida que os dois frequentam aulas de canto juntos na ala A, a paixão entre eles aumenta, mas a proximidade do julgamento final de Arthur desperta gatilhos que poderão acordar o Coringa adormecido dentro dele.

Existe um ditado que diz “um bom roteiro nas mãos de um diretor ruim se torna um bom filme, mas um roteiro ruim nas mãos de um diretor competente de torna um filme ruim”. E é verdade isso, porque cinquenta por cento de qualquer filme (qualquer filme!) tem a ver com a história. O resto é técnica, entrosamento, dedicação – tudo isso pode estar lindamente em sincronia, mas, com uma história que não agrada, o filme não vai pra frente. E (parte-me o coração dizer isso) esse é o caso de “Coringa: Delírio a Dois”.

O roteiro de Scott Silver, Todd Phillips e Bob Kane pouco traz da atmosfera de Gotham City ao mundo do atual Arthur Fleck. O Batman, por exemplo, é sequer mencionado. A sensação é a de estarmos vendo um filme de drama processual cujo réu é um palhaço assassino. E se fosse isso estava tudo bem, mas tratava-se do Coringa, da DC… e tudo isso ficou em terceiro plano.

Terceiro, porque numa escala de prioridades, Lady Gaga veio antes nas preocupações da produção. Claro, ela é uma excelente cantora, mas, como Harley Quinn… ela simplesmente não entrou no personagem. Sua atuação fica algo entre o que já vimos em “Nasce uma Estrela” (logo quando ela surge no filme) e “Casa Gucci”, que é o que toma conta. As interações Fleck/Lee ocupam quase duas horas do roteiro, em sequências de repetições de ideias, de músicas, de falas que não levam a lugar algum na trama. Uma vez que a produção se demora muito mais nesse segundo ato (que é o tal delírio a dois), o filme acaba perdendo o espectador, que, confuso, torce inconscientemente para que o enredo volte aos eixos.

coringa delírio a dois

Novamente, é a técnica de “Coringa: Delírio a Dois” que se destaca, trazendo uma vez mais sua canção tema que, toda vez que toca, é um prenúncio de tragédia. A direção de fotografia, cenografia e a direção do próprio Todd Phillips são de tirar o fôlego, com incontáveis cenas belíssimas- muitas das quais nas sequências musicais, que remetem a clássicos do gênero dos anos 50.

Coringa: Delírio a Dois” é um filme tecnicamente perfeito, mas com uma história delirante. Mesmo que no fim tudo se resuma ao Coringa ser um estado de espírito e não uma pessoa (e linkar com o Coringa de Heath Ledger), a sensação é a de termos visto um filme cuja piada todo mundo desejou rir, mas ninguém entendeu. Ainda assim, é possível que o longa seja indicado em quesitos técnicos do Oscar.

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‘Os Simpsons’: Showrunner dá as boas-vindas à Disney com desenho HILÁRIA; Veja!

Depois desta semana, a Disney terá finalmente adquirido a Fox, trazendo uma série de propriedades intelectuais para a tutela da gigantesca companhia – e parece que essa fusão está deixando muitas pessoas bastante animada.

Al Jean, showrunner da famosa série Os Simpsons, compartilhou em seu Twitter uma imagem hilária de boas-vindas à Casa Mouse em que Homer Simpson está estrangulando Mickey – uma cena clássica dentro do show animado. A imagem foi originalmente desenhada pelo criador da série, Matt Groening

Confira:

O acordo entre FoxDisney talvez seja um dos mais importantes da história da indústria do entretenimento. Fechado em mais de 71 bilhões de dólares, a fusão entre duas das maiores companhias cinematográficas do panorama contemporâneo, além de abrir mais portas para revivals, reboots e franquias multimilionárias, também marca finalmente o retorno de icônicos personagens para as mãos da Casa Mouse.

Afinal, com a conclusão do acordo, os direitos intelectuais de séries como X-MenQuarteto Fantástico voltarão às mãos da Marvel, um dos subsídios empresariais do conglomerado Disney.

Isso significa que os super-heróis provavelmente farão parte do famoso Universo Cinemático Marvel a partir da quarta fase, que se iniciou recentemente com a estreia de Capitã Marvel nos cinemas. É possível que filmes-solos focados nos famosos mutantes também cheguem às telonas em um novo reboot – visto que o último projeto sob tutela da FoxX-Men: Fênix Negra’, estreia em 07 de junho de 2019.

Mas isso não é tudo: franquias como Os Simpsons e Avatar também farão parte da família Mouse, o que significa que a distribuição e o futuro de ambos os universos, incluindo o criado por James Cameron em 2009, serão responsabilidade da Disney.

A Fox anunciou o fechamento do acordo ontem, 19, em seu Twitter oficial. Confira:

‘Coringa’ passa ‘Deadpool’ e se torna a maior bilheteria para maiores DA HISTÓRIA!

Desde seu lançamento, Coringa teve imenso sucesso por parte do público e, mesmo depois de algumas semanas em cartaz, continua quebrando recordes de arrecadação.

Hoje, o diretor Todd Phillips postou em seu Instagram uma incrível foto celebrando mais um sucesso: o longa-metragem passou o adorado Deadpool e tornou-se a maior bilheteria de um filme para maiores (R-rated, na classificação indicativa oficial). E, como se isso não bastasse, seu modesto orçamento de 70 milhões de dólares deixou essa nova conquista ainda mais impressionante.

Confira a publicação oficial:

Até agora, o filme já arrecadou mais de US$ 747 milhões mundialmente, segundo a Box Office Mojo.

Coringacontinua em exibição nos cinemas nacionais

OPINIÃO: Reações a ‘Coringa’ provam que estamos vivendo na caótica sociedade do filme

Confira a nossa crítica:

A trama de Coringa vai explorar a cultura noturna da cidade de Nova York, dando destaque inclusive a clubes de strip-tease.

Coringa‘, do diretor Todd Phillips, centra-se no icônico arqui-inimigo e é uma história fictícia original e inédita, nunca vista na tela grande. A história de Arthur Fleck, interpretado majestosamente por Joaquin Phoenix, é de um homem que luta para encontrar seu caminho na sociedade fragmentada de Gotham. Ele é um palhaço de festas durante o dia, ele aspira a ser um comediante stand-up a noite… mas ele acha que a piada sempre parece estar sobre ele. Preso em uma existência cíclica entre a apatia e a crueldade, Arthur toma uma decisão ruim que provoca uma reação em cadeia de eventos crescentes neste estudo de caráter arenoso.

‘Coringa’: Joaquin Phoenix diz que não se importa com opinião dos fãs sobre sua interpretação

Filme de origem do Coringa será ‘assustador’, afirma Joaquin Phoenix

Além de Phoenix, Robert DeNiroZazie BeetzMarc MaronFrances ConroyShea WhighamBill Camp e outros completam o elenco.

‘In the Dark’: Murphy está em uma enrascada no novo teaser da 2ª temporada; Confira!

A The CW divulgou um novo e tenso teaser da 2ª temporada de ‘In the Dark‘.

Confira:

A 2ª temporada estreou no último dia 16 de abril.

A trama segue uma deficiente visual que é a única “testemunha” do assassinato de sua amiga traficante. Depois que a polícia descarta sua história, ela sai com seu cachorro, Pretzel, para encontrar o assassino, enquanto também gerencia sua vida amorosa e o trabalho que ela odeia na escola de cães-guia de propriedade de seus pais superprotetores.

O elenco inclui Perry Mattfeld, Brooke Markh, Keston John e Casey Deidrick.

‘Mansão Mal-Assombrada’ vai ganhar novo filme com roteirista de ‘Caça-Fantasmas’

Segundo o THR, a Disney está desenvolvendo um novo filme baseado na popular atração Mansão Mal-AssombradaKatie Dippold (Caça-Fantasmas) assina o roteiro da adaptação.

Dan Lin entra como produtor ao lado de Jonathan Eirich. Os dois já trabalharam juntos para a Casa Mouse no remake em live-action de Aladdin, que faturou mais de US$1 bilhão nas bilheterias mundiais.

Mansão Mal-Assombrada estreou dentro dos parques da Disney em 1969, tornando-se uma atração bastante popular. Em 2003, ganhou uma versão para os cinemas estrelada por Eddie MurphyTerence StampMarsha Thomason, mas falhou em cumprir as expectativas dos estúdios.

Relembre a sinopse:

O agente imobiliário Jim Evers vive trabalhando, e sua esposa Sara reclama que ele não está dando atenção aos filhos. Jim decide tirar uma férias com a família e no caminho, eles param para visitar uma mansão e descobrem que a casa é assombrada pelo Mestre Gracey, seu mordomo, Ramsley, e dois criados que precisam de ajuda para acabar com uma maldição.
O longa arrecadou apenas US$182 milhões nas bilheterias, a partir de um orçamento de US$90 milhões, além de ter sido um fracasso de crítica (amargando 14% de aprovação no Rotten Tomatoes).

Vale lembrar que Guillermo del Toro ficaria responsável por sua própria versão cinematográfica, estrelada por Ryan Gosling, mas o projeto foi descartado pela Disney após se mostrar muito aterrorizante para o público infantil.

‘The Crown’: Olivia Colman, Emma Corrin e Gillian Anderson são indicadas ao Critics’ Choice Awards 2021

A 4ª temporada do drama de época The Crown já é considerada por muitos como a melhor entrada da série – e o sucesso crítico e comercial do novo ciclo já começa a colher frutos.

Durante a apresentação dos indicados televisivos ao Critics’ Choice Awards 2021, a produção original da Netflix conquistou nada menos que cinco nomeaçõesOlivia Colman e Emma Corrin disputam o prêmio de Melhor Atriz em Série de Drama, enquanto Tobias MenziesGillian Anderson foram relembrados nas categorias coadjuvantes. Josh O’Connor compete pela estatueta de Melhor Ator em Série de Drama.

A série também disputa pelo prêmio de Melhor Série de Drama ao lado de ‘Lovecraft Country’‘O Mandaloriano’‘This Is Us’ e outras.

A premiação ocorre no dia 07 de março, com Taye Diggs retornando como anfitrião pela terceira vez.

O ciclo leva o público para os anos 80 e traz Elizabeth (Olivia Colman) batendo de frente com a primeira-ministra Margaret Thatcher (Gillian Anderson), enquanto o príncipe Charles (Josh O’Connor) entra em um tumultuado casamento com Lady Diana Spencer (Emma Corrin).

Olivia Colman (Rainha Elizabeth II), Tobias Menzies (Príncipe Philip) e Helena Bonham Carter (Princesa Margaret) retornam.

Baseada na premiada peça de teatro ‘The Audience‘, a produção conta a história dos bastidores do início do reinado da Rainha Elizabeth II, revelando as intrigas pessoais, romances e rivalidades políticas por trás dos grandes eventos que moldaram a segunda metade do século 20.

Comitê médico tem uma difícil decisão a tomar no trailer de ‘The God Committee’; Confira!

Vertical Entertainment divulgou hoje (04) o trailer oficial do drama The God Committee.

Na trama, “um comitê médico de transplante de órgãos tem uma hora para decidir qual dos três pacientes merece ser salvo com um coração. Sete anos mais tarde, os membros do grupo lidam com as consequências de uma difícil decisão”.

Confira:

O filme foi dirigido por Austin Stark.

Kelsey Grammer, Julia Stiles, Janeane Garofalo, Dan Hedaya e Colman Domingo estrelam.

The God Committee chega aos cinemas dos Estados Unidos em 02 de julho de 2021, ainda sem previsão de lançamento no Brasil.

Locke & Key | As reviravoltas da 2ª temporada – e um novo vilão vindo aí

Cuidado: muitos spoilers à frente.

Locke & Key retornou nos últimos dias com uma temporada mais madura e recheada de reviravoltas fantásticas – e, ainda que carregasse alguns problemas estruturais da temporada de estreia, serviu como uma ótima entrada para uma das séries mais ambiciosas da Netflix.

Apesar de responder a algumas perguntas, o novo ciclo também abriu inúmeras questões que devem ser respondidas na já confirmada 3ª temporada – introduzindo um vilão que promete ser até mesmo pior que Dodge (Laysla de Oliveira, Griffin Gluck).

Para aqueles que ficaram com dúvidas sobre os múltiplos eventos que ocorreram nos recentes episódios, preparamos uma breve matéria explicando pontos importantes e o chocante season finale – e o que tudo isso significa para um futuro não muito distante.

AS CHAVES

Como bem sabemos, a série é baseada nos quadrinhos homônimos assinados por Joe Hill e Gabriel Rodriguez e, originalmente, é centrada na família Locke, um núcleo protagonista marcado pela tragédia e por acontecimentos derradeiros que acompanham os personagens como fantasmas de um passado que todos gostariam de esquecer. Quando Nina (Darby Stanchfield) resolve retornar para a Key House, em Massachussetts, lar de seu falecido marido, ela é acompanhada pelos três filhos, Tyler (Connor Jessup), Kinsey (Emilia Jones) e Bode (Jackson Robert Scott). Acreditando terem se afastado dos problemas de outrora, eles não poderiam prever que suas vidas tomariam um rumo inesperado ao cruzarem caminho com místicas chaves escondidas pela casa.

Na primeira temporada, o público e os protagonistas se maravilhavam com os poderes variados que cada uma das chaves fornecia – como a Chave de Qualquer Lugar, a Chave do Eco, a Chave da Cabeça, a Chave Fósforo e tantas outras. Dessa maneira, os criadores Carlton Cuse, Meredith Averill e Aron Eli Coleite resolveram na clássica descoberta do novo e do “cruzar do limiar” da Jornada do Herói para explorar a personalidade dos irmãos Locke e colocá-los frente a frente com Dodge, uma criatura presa em um poço que consegue enganar Bode, colocar as mãos na Chave de Qualquer Lugar e escapar de sua prisão eterna. Seus objetivos são esclarecidos logo de cara, visto que Dodge deseja se apoderar de todas as chaves e dar início a um reino de terror e caos que libertaria todos os seus conterrâneos sobrenaturais.

Ao ser “impedida” na primeira temporada, Dodge teve de se refugiar como outra persona – Gabe, aproximando-se principalmente de Kinsey para arrancar segredos sobre os mágicos objetos e descobrir como eles foram forjados.

Não demora muito para que o roteiro adote uma mudança drástica da cronologia e nos leve de volta ao século XVIII, mais precisamente ao ano de 1775, no auge da Guerra de Independência dos Estados Unidos. No oitavo episódio, “Irons in the Fire”, somos apresentados ao Capitão Frederick Gideon (Kevin Durand), um psicótico militar inglês que não media esforços para matar inocentes e reclamar sua posição superior contra os inimigos. Frederick, após ser emboscado por membros da resistência norte-americana, consegue fugir da morte e se refugia na Caverna dos Afogados, encontrando um estranho portal para outro mundo. É claro que, à época, a Porta Negra e a Chave Ômega ainda não existiam e, por essa razão, Frederick se torna alvo de um dos vários projéteis vindos dessa dimensão e é automaticamente possuído por um demônio.

Após ser impedido, o jovem Benjamin (Carson MacCormac), ancestral dos Locke, resolve colocar um fim nos perigos que o portal representa. Benjamin descobre que, caso os projéteis não encontrem um hospedeiro humano, se transformam em pedaços de metal conhecidos como Ferros Sussurrantes; dotados das mesmas habilidades dos demônios, ele descobre que pode derretê-los e criar chaves com os mais diversos poderes – incluindo a Chave Ômega, com a qual fecha o portal para sempre. Pouco depois, consumido pela ambição de dominar o desconhecido, ele cria outras chaves (nem todas descobertas na série live-action) e as esconde pela cidade, jurando protegê-las de forças do mal que querem colocar a mão delas.

FREDERICK GIDEON

À medida que a história das chaves nos é revelada, a série também prepara o terreno para a próxima iteração.

Frederick é condenado à forca pelos crimes que cometeu – mas logo percebemos que ele não daria adeus tão facilmente assim. Dito e feito: após a derrota de Gabe/Dodge, Eden (Hallea Jones), conseguindo fugir de sua ruína, resolve colocar em prática um plano diabólico para ascender como a criatura mais poderosa em Matheson. Em posse da Chave do Eco, Eden entra no poço da propriedade dos Locke e traz Frederick de “volta à vida”, ou seja, invoca o eco do soldado e o tira de lá de dentro. Entretanto, as coisas não saem como o planejado e, depois de dizer que ele fará o que ela mandar, o Capitão a joga no poço e, utilizando a Chave de Qualquer Lugar, se livra das amarras místicas de sua prisão e adentra Matheson com a pior das intenções.

Obviamente, a temporada termina por aí; dessa forma, as reais intenções de Frederick permanecem na imaginação dos espectadores. Porém, considerando o pouco que demonstrou de sua total inclinação à crueldade e às trevas, lidaremos com um dos antagonistas mais temíveis da série.

DODGE

A primeira temporada terminou com um ótimo gancho para o ciclo seguinte, em que Dodge, utilizando a Chave da Identidade, conseguiu trocar de lugar com a pobre Ellie (Sherri Saum), prendendo-a atrás da Porta Negra e tomando o tempo necessário para atacar de novo. Todavia, enfrentando os Locke mais uma vez, a criatura luta contra Kinsey em uma mansão à beira de um precipício, ela é arrastada em uma queda gigantesca e é soterrada por pedras e entulho.

Mas será que Dodge realmente morreu?

Considerando que ela é um eco – e que ecos não podem morrer por forças naturais -, é possível que a vilã tenha apenas sofrido um contratempo e talvez tenha se exilado para se recompor e erguer-se de novo como uma ameaça certa. E, levando em conta que Frederick está à solta, duas coisas podem acontecer: Dodge pode se aliar a ele para derrotarem os Locke de uma vez por todas; ou ela pode encará-lo como uma ameaça que precisa ser impedida para que sua posição não seja colocada em xeque.

UMA ÚLTIMA REVIRAVOLTA

Como parte de toda a mitologia que envolve as chaves e o portal, adultos não conseguem se lembrar da magia e tudo do que desfrutaram com os objetos – visto, por exemplo, com o crescente esquecimento de Jackie (Genevieve Kang), que está prestes a completar dezoito anos.

Com exceção dos Guardiões das Chaves, que retêm as memórias para continuarem a proteger as chaves, os personagens mais velhos passam por uma espécie de lapso que apaga quaisquer eventos sobrenaturais e incríveis – mas as coisas parecem estar mudando. Além de Duncan (Aaron Ashmore), que passa por poucas e boas até recuperar uma parte de sua vida que havia sido jogada para os confins do subconsciente, Nina é presenteada pelo filho mais novo, Bode, com a Chave da Memória, momentos depois de uma tocante cena em que se lembra do marido e de um passado inocente e feliz.

Bode resolve garantir que a mãe nunca mais esqueça de momentos que fogem da credulidade humana – o que significa que, agora, Nina poderá participar dessa luta entre o bem e o mal com maior protagonismo e sem desaparecer como uma mera espectadora.

‘RuPaul’s Drag Race’: Queens se preparam para o lip-sync extravaganza na prévia do episódio 14×11; Confira!

WoW divulgou a prévia do décimo primeiro da 14ª temporada de ‘RuPaul’s Drag Race’, em que as queens se preparam para enfrentarem as consequências do Jogo das Imitações.

O episódio vai ao ar amanhã, 18 de março.

Confira:

O novo ciclo conta com as participantes: Alyssa Hunter, Angeria Paris Vanmichaels, Bosco, Daya Betty, Deja Skye, Jasmine Kennedie, Jorgeous, June Jambalaya, Kerri Colby, Kornbread ‘The Snack’ Jete, Lady Camden, Maddy Morphosis, Orion Story e Willow Pill.

Gregório Duvivier revela suas animações e comédias nacionais FAVORITAS [EXCLUSIVO]

Recentemente, o CinePOP teve o prazer de conversar com Gregório Duvivier, dublador do gatinho Bob na animação Luck, sobre sua participação no longa-metragem e sobre como a dublagem brasileira é uma das melhores do mundo.

Além disso, o ator, conhecido também por seu trabalho no canal Porta dos Fundos, deu dicas de produções para assistir, contando quais as suas animações e comédias nacionais favoritas.

Confira:

Lembrando que Luck já está disponível na Apple TV+.

O longa foi lançado hoje, 05 de agosto, na plataforma de streaming.

Luck conta a história da corajosa e azarada Sam Greenfield, que se aventura na encantada Terra da Sorte e tem de se aliar a criaturas mágicas para mudar seu destino.

Relembre o trailer:

O filme é comandado por Peggy Holmes.

Eva Noblezada, Simon Pegg, Jane Fonda, Whoopi Goldberg, Flula Borg, Lil Rel Howery, Colin O’Donoghue, John Ratzenberger e Adelynn Spoon.

Nasce Uma Estrela, O Retorno de Mary Poppins e mais | 6 filmes musicais que completam 5 anos em 2023

Ano novo, filmes novos – mas nunca é demais nos lembrarmos das grandes produções do passado.

Entre diversas produções que comemoram aniversário em 2023, podemos comentar sobre os vários longas-metragens musicais que saíram nos cinemas. Apenas em 2018, tivemos o lançamento do aclamado remake de Nasce Uma Estrela, estrelado por Lady GagaBradley Cooper, o retorno de babá mais conhecida de todos os tempos com O Retorno de Mary Poppins, protagonizado por Emily Blunt, e a adorada cinebiografia Bohemian Rhapsody, que conta a história da banda Queen.

Pensando nisso, trouxemos para vocês uma breve lista com alguns filmes musicais que completam cinco anos nos próximos meses. Vale lembrar que não focamos apenas nas produções que são estruturalmente musicais, mas que têm a música como um dos personagens principais.

Veja abaixo as nossas escolhas:

BOHEMIAN RHAPSODY

Bohemian Rhapsody é uma celebração exuberante do Queen, sua música e seu extraordinário cantor principal Freddie Mercury, que desafiou estereótipos e quebrou convenções para se tornar um dos artistas mais amados do planeta. O filme mostra o sucesso meteórico da banda através de suas canções icônicas e som revolucionário, a quase implosão quando o estilo de vida de Mercury sai do controle e o reencontro triunfal na véspera do Live Aid, onde Mercury, agora enfrentando uma doença fatal, comanda a banda em uma das maiores apresentações da história do rock. Durante esse processo, foi consolidado o legado da banda que sempre foi mais como uma família, e que continua a inspirar desajustados, sonhadores e amantes de música até os dias de hoje.

Apesar das críticas mistas, a obra fez um estrondo gigantesco de bilheteria, arrecadando mais de US$910 milhões nas bilheterias mundiais e garantindo um Oscar de Melhor AtorRami Malek, que interpretou Mercury e conquistou aclame mundial por sua icônica performance.

EU SÓ POSSO IMAGINAR

Em Eu Só Posso Imaginar, Bart Millard (J. Michael Finley) é o vocalista da banda cristã MercyMe e tem um relacionamento conturbado com seu pai, que sempre o tratou de maneira dura e nunca entendeu seu amor pela música. Conseguindo forças através de Deus, Bart resolve então eternizar sua relação em uma canção, “I Can Only Imagine”.

A produção, baseada na vida do grupo supracitado, foi comandada pelos Irmãos Erwin e trouxe, além de Finley, Dennis QuaidMadeline CarrollTrace AdkinsPriscilla ShirerCloris Leachman. Apesar da recepção comedida, o longa arrecadou US$85 milhões ao redor do mundo contra um baixíssimo orçamento de US$7 milhões.

MAMMA MIA: LÁ VAMOS NÓS DE NOVO!

Nos anos 70, a jovem Donna (Lily James) viveu muitas aventuras com seu grupo musical, Donna & The Dynamo, em parceria com suas amigas Tanya (Jessica Keenan Wynn) e Rosie (Alexa Davies). Porém, mais do que isso, Donna se apaixonou e viveu relacionamentos intensos com três homens diferentes: Harry (Hugh Skinner), Sam (Jeremy Irvine) e Bill (Josh Dylan).

Contando também com a aparição de nomes como Meryl StreepChristine BaranksyJulie WaltersCher, o filme fez um sucesso considerável de bilheteria e conquistou críticas bastante positivas – com vários especialistas caracterizando-o como melhor que o antecessor, principalmente em relação à história, às performances e aos números musicais.

NASCE UMA ESTRELA

Contrariando todas as expectativas, o terceiro remake e quarta versão de Nasce Uma Estrela, lançado em 2018, tornou-se um dos filmes mais aclamados da década passada e permitiu que a lendária Lady Gaga se consagrasse como uma atriz a ser temida – dividindo os holofotes com o icônico Bradley Cooper. Conquistando oito indicações ao Oscar, o filme levou para casa o prêmio de Melhor Canção Original pela ovacionada faixa “Shallow”.

O enredo gira em torno de Jackson Maine (Cooper), um cantor no auge da fama. Um dia, após deixar uma apresentação, ele para em um bar para beber. Lá, Jackson conhece Ally (Gaga), uma insegura cantora que ganha a vida trabalhando em um restaurante. Ele se encanta por ela e seu talento. Mais tarde, os dois acabam se casando. Ao mesmo tempo em que Ally desponta para o estrelato, Jackson vive uma crise pessoal e profissional devido aos problemas com o álcool. Os momentos opostos acabam por minar o relacionamento amoroso do casal.

O RETORNO DE MARY POPPINS

Cinquenta e quatro anos depois de Julie Andrews ter conquistado um Oscar por performance como Mary Poppins, a babá mais icônica da história, Rob Marshall resolveu mergulhar no universo Disney e reviver a clássica obra, encabeçando o projeto de uma continuação inesperada intitulada O Retorno de Mary Poppins e que tornou-se uma das grandes sensações de 2018.

A história é ambientada na época da Grande Depressão e acompanha Michael e Jane Banks, que já estão crescidos, com suas preocupações da vida adulta, e passam por um triste prospecto: com a queda das ações e um desemprego absurdamente inenarrável, eles podem perder a casa de infância e deixar para trás tudo o que viveram pelas paredes do imenso sobrado. Com Michael tendo que cuidar de três filhos, ninguém melhor que Mary Poppins (Emily Blunt) para ajudá-los a recuperar a felicidade e o gosto pela coisas simples da vida.

PÉPEQUENO

Dirigido por Karey KirkpatrickPéPequeno veio sem muito barulho aos cinemas de todo o mundo e se tornou uma das produções mais bem recebidas do ano. A animação trouxe nomes como Channing TatumJames CordenZendayaCommon e outros ao elenco de dublagem e teve uma sólida arrecadação das bilheterias.

Na trama, um iéti, criatura conhecida como o Abominável Homem das Neves, vai na contramão do que todos os seus semelhantes acreditam: ele tem a certeza que os seres humanos, para eles até então um mito, realmente existem, mesmo que todos da sua espécie neguem. Mas ele não desiste tão facilmente de provar a sua tese.

10 álbuns para você ouvir quando quiser esquecer os problemas e apenas dançar

Que a música tem um poder transformador, isso não é nenhuma novidade.

Ao longo das nossas vidas, a música é capaz de nos fazer sentir diferentes coisas – desde nos convidar a refletir sobre o sentido da existência até sentir a dor de um coração partido, permitindo que nos conectemos das mais diferentes maneiras. Mas, às vezes, a única coisa que queremos é mergulhar no mais puro hedonismo e esquecer a vida nem que seja por breves momentos.

Por esse motivo, preparamos uma breve lista elencando dez álbuns para você ouvir quando quiser deixar os problemas de lado e apenas dançar

Veja abaixo as nossas escolhas:

FEVER, Kylie Minogue (2001)

Fever, de Kylie Minogue, continua tão original quanto quando estreou: ao longo de breves doze faixas, a cantora e compositora demonstrou um apreço pelo minimalismo estético e pela coesão sonora, marcado pelas batidas envolventes e eletrônicas que refletiam sua entrada no “mundo moderno” e no novo milênio – fazendo um barulho considerável que estendeu seus ramos para inúmeros discos futuros, incluindo o elogiado Confessions on a Dance Floor, de Madonna, em 2005; o aguardado comeback de Britney Spears em 2007, ‘Blackout’; a estreia de Paris Hilton no escopo fonográfico com sua obra homônimo, em 2006; e até mesmo com a mistura explosiva do synth-pop e do electro-pop de ‘The Fame’, de Lady Gaga.

CONFESSIONS ON A DANCE FLOOR, Madonna (2005)

Em 2005, Madonna fez o que ninguém esperava: retornou à forma. Com diversos veículos falando sobre o fim da veia artística da popstar, o público começava a duvidar de que a performer conseguiria resgatar as raízes que a colocaram no topo do mundo – mas foi exatamente o que ela fez. Naquele ano, a cantora e compositora mergulhou de cabeça na nostalgia oitentista de seus primeiros anos com Confessions on a Dance Floor, seu CD mais bem produzido depois de ‘Ray of Light’. Aliando-se a Stuart Price e chamando novamente as ousadas mãos de Mirwais Ahmadzaï, as doze longas faixas se comprimem em um set dançante, vibrante, colorido e incansável que reitera o status imbatível de uma das mulheres mais poderosas de todos os tempos.

BODY TALK, Robyn (2010)

Em seu sétimo álbum de estúdio, a artista sueca Robyn continuou a ser adorada internacionalmente. Body Talk foi aclamado pela crítica internacional, apesar de ter sido esnobado nas principais premiações musicais. Através de quinze faixas originais compostas em menos de seis meses, a compositora se transformou em uma das vozes da atualidade, entregando para o mundo impecáveis tracks como “Call Your Girlfriend” e “Dancing On My Own”.

THE ARCHANDROID, Janelle Monáe (2010)

O álbum de estreia de Janelle Monáe é, sem sombra de dúvida, um dos melhores do século e foi aclamadíssimo desde o momento em que chegou aos ouvidos dos fãs e da crítica. Misturando letras profundas e ritmos dançantes – além de fazer uma declaração de amor para o clássico filme ‘Metrópolis’ -, a fusão de neo-soul e psychedelic pop é irretocável do começo ao fim e foi apenas o pontapé inicial para uma carreira meteórica.

TEENAGE DREAM, Katy Perry (2010)

Para o bem ou para o mal, Teenage Dream mostrou um lado indesculpavelmente avassalador de Katy Perry. Ela já havia chocado a sociedade conservadora alguns anos atrás e, aqui, o choque se transformaria em um apelo pelo amadurecimento e pelo enaltecimento de nossas próprias personalidades – como visto em “Firework”, até hoje um dos hinos LGBTQIA+ que não podem faltar nas playlists de orgulho. Mais do que isso, Perry condiciona a música a se transformar em um espetáculo visual e sonoro.

ARTPOP, Lady Gaga (2013)

Já se foi o tempo que falar mal de ARTPOP era moda; agora, é necessário reconhecer o grandioso impacto do terceiro álbum de Lady Gaga na cultura mundial e entender que a produção, lançada em 2013, estava muito além de seu tempo. Diferente de investidas anteriores, Gaga mergulhou de cabeça na desconstrução da imagem solidificada na década anterior, assim como Andy Warhol e Sun Ra (que servem de referência para a arquitetura estética em questão). O positivismo crítico de “Applause” e a rendição à cultura mainstream com “Donatella” e “Fashion!”, embebidos em um pastiche que faz menção a si mesma e àqueles que influenciaram sua carreira, ganham uma dimensão para além do visto em primeiro plano.

FUTURE NOSTALGIA, Dua Lipa (2020)

Ao longo de onze canções unidas em um mesmo pano de fundo e convergindo para uma homenagem aplaudível àquilo que a inspira desde sempre, Dua Lipa representa uma urgência coletiva, um pastiche cultural que é canalizado sem qualquer presunção (e era de se esperar que alguém recuperasse a união de vários segmentos, visto que há tempos não víamos isso com tanta expressividade no panorama geral). Com Future Nostalgia, a cantora e compositora abraça os anos 1980 de forma original e saudosista, ao mesmo tempo, nos convidando para as pistas de dança e deixar os pesares para trás.

FETCH THE BOLT CUTTERS, Fiona Apple (2020)

Fetch The Bolt Cutters vai muito além de uma simples resenha ou de algo que ouvimos apenas para passar o tempo: o último álbum de Fiona Apple atravessa quaisquer preceitos engessados que já carregávamos da indústria musical, destroçando-os em mil pedacinhos e reorganizando-os em um romance, um thriller, um drama, cujas páginas são pequenas e suntuosas caixinhas de surpresas. Mais do que isso, este é um dos poucos casos que entrega muito mais do que promete: iniciando com um irreverente estrondo e terminando com um estrondo ainda mais espetacular.

RENAISSANCE, Beyoncé (2022)

O primeiro capítulo de Renaissance marca mais uma transição profunda nas idiossincrasias eternizadas por Beyoncé, em que o art pop, o trip-hop e o R&B conceituais do disco anteriores são deixados de lado em prol de um mergulho no ponto de encontro entre o passado e o futuro. Logo, a amálgama de estilos ganha um escopo gigantesco e de profunda sinestesia em basicamente qualquer uma das faixas que escolhamos para ouvir – movida pela celebração do prazer em uma hedonística e orgásmica jornada sonora que não desequilibra em nenhum momento.

THAT! FEELS GOOD!, Jessie Ware (2023)

É quase impossível escolher um ponto alto de ‘That! Feels Good!’, visto que ela, em sua completude, é inenarrável e indescritível. Afinal, Jessie Ware não apenas nos convida para um convite deliciosamente anacrônico, perpassando as várias fases de um estilo de música que sofre constantes revisitações e redescobertas; ela dilui as barreiras entre som e imagem, criando uma confluência de textura que nos transporta a outro mundo – um mundo sem estresses contínuos e que a única obrigação é se divertir e aproveitar o que há de ser oferecido. Não é à toa que boa parte da temática adote uma persona sensual, livre de amarras e que é movida pelo poder empoderador da música.

‘Tokyo Vice’: 2ª temporada da série com Ansel Elgort ganha cenas INÉDITAS; Confira!

HBO Max divulgou um vídeo compilando suas estreias para fevereiro de 2024 e aproveitou para revelar cenas inéditas da 2ª temporada de ‘Tokyo Vice‘, série estrelada por Ansel ElgortKen Watanabe.

Confira, a partir de 00:36, e siga o CinePOP no Youtube:

Na nova temporada, enquanto Jake Edelstein percebe que sua vida, e a vida das pessoas que ama, está mortalmente em risco, a trama nos levará ainda mais fundo no submundo criminoso da cidade.

Criada por J.T. Rogers, a série é baseada no livro homônimo de Jake Adelstein.

A trama segue Jake Adelstein, um repórter estadunidense que, enquanto trabalhava para o jornal japonês Yomiuri Shinbun, cobriu alguns dos crimes do chefe da perigosa máfia Yakuza, Tadamasa Goto. A série é uma investigação detalhada do trabalho de Adelstein, que foi frequentemente ameaçado de morte e que teve de sacrificar socialmente a própria vida para fazer o seu trabalho.

O elenco conta com Ansel Elgort, Ken Watanabe, Rachel Keller, Hideaki Itō, Show Kasamatsu, Ella Rumpf, Rinko Kikuchi e Tomohisa Yamashita.

A guerra COMEÇA no sombrio trailer da 6ª temporada de ‘O Príncipe Dragão’; Confira!

A Netflix divulgou o sombrio trailer oficial da 6ª temporada da aclamada animação O Príncipe Dragão.

O próximo ciclo chega à plataforma de streaming no dia 26 de julho.

Confira, junto aos cartazes promocionais:

o príncipe dragão 1
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o príncipe dragão 2
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o príncipe dragão 3
o príncipe dragão 3

Lembrando que a série já foi renovada até a 7ª temporada e que as cinco primeiras iterações estão disponíveis no serviço.

 

O Príncipe Dragão foi criado por Aaron Ehasz e Justin Richmond, roteiristas de ‘Avatar: A Lenda de Aang’.

Xadia e o reino dos humanos estão em pé de guerra. Será que Callum, Ezran e Rayla conseguirão vencer a magia negra e restaurar a paz no mundo? 

‘Perfeitos Desconhecidos’: Remake NACIONAL de aclamada comédia italiana ganha trailer e cartaz; Confira!

Sony Pictures Brasil divulgou o trailer oficial de Perfeitos Desconhecidosremake do famoso filme italiano dirigido por Paolo Genovese.

O longa chega em breve aos cinemas nacionais.

Confira, junto ao cartaz:

O filme é dirigido por Julia Jordão.

A trama conta sobre Carla e Gabriel, um casal que decidem fazer um simples churrasco para receber os amigos como uma inauguração de casa nova. No entanto, o que era para ser um encontro casual e sem grandes emoções, serve como palco para mudar a vida toda do casal quando a filha deles, Alice, uma adolescente cheia de opinião e influencer das redes sociais, confronta sua mãe. O motivo do embate é causado pelo falo de Carla querer se intrometer na vida da filha e espionar o seu celular.

Revoltada com a situação e tentando provar para sua mãe que ela não faz nada de errado, Alice sugere que todos joguem um jogo onde o celular dos participantes devem ficar na mesa e todos precisam ler em voz alta cada mensagem que for chegando. Dessa forma o caos na família foi instaurado, pouco a pouco os segredos vão sendo revelados e todos ali na casa acabam se expondo mais do que gostariam.

Sheron MenezzesDanton MelloFabrício BoliveiraDébora LammGisele Itié estrelam.

‘O Esquema Fenício’: Novo filme de Wes Anderson é aplaudido por mais de SETE MINUTOS no Festival de Cannes

O Esquema Fenício (‘The Phoenician Scheme’), novo filme do aclamado realizador Wes Anderson, foi um dos filmes mais bem recebidos pelo público nesta última edição do Festival de Cannes.

O longa-metragem teve sua estreia oficial neste domingo (18) e recebeu uma ovação de nada menos que sete minutos e meio – levando Mia Threapleton, que colabora pela primeira vez com o cineasta, às lágrimas.

“A única coisa que realmente consigo pensar em dizer — penso em 12 palavras que representariam tudo neste filme”, ​​disse Anderson ao público após a exibição. Em seguida, apontou e citou os nomes dos colegas de elenco presentes, além do parceiro de longa data de roteiro e produção, Roman Coppola.

O filme chega aos cinemas nacionais no dia 29 de maio.

Anderson fica responsável pela direção e co-escreve o roteiro ao lado de seu colaborador de longa data, Roman Coppola.

O filme conta a história de uma família e de uma empresa familiar. A trama é estrelada por Benicio del Toro como Zsa-zsa Korda, um dos homens mais ricos da Europa; Mia Threapleton como a Irmã Liesl, sua filha/freira; e Michael Cera como Bjorn Lund, seu tutor.

O elenco também conta com Tom Hanks, Bryan Cranston, Riz Ahmed, Mathieu Amalric, Jeffrey Wright, Scarlett Johansson, Richard Ayoade, Rupert Friend, Hope Davis e Benedict Cumberbatch.

‘F1’: Filme estrelado por Brad Pitt ganha data de estreia na Apple TV+!

O longa ‘F1‘, estrelado pelo vencedor do Oscar Brad Pitt, acaba de ganhar data de estreia no catálogo da Apple TV+.

Como revelado pela própria plataforma de streaming, o filme chega à sua grade de programação em 12 de dezembro.

Confira:

Com 82% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa recebeu uma excelente nota A do público no CinemaScore.

Joseph Kosinski, de ‘Top Gun: Maverick‘, é responsável pela direção.

Apelidado de “o maior que nunca existiu”, Sonny Hayes (Pitt) foi o fenômeno mais promissor da FÓRMULA 1 da década de 1990, até fracassar de maneira espetacular. Trinta anos depois, vive do trabalho como piloto nômade de aluguel, até que é contatado pelo seu ex-companheiro de equipe Ruben Cervantes (Javier Bardem), dono de uma equipe de FÓRMULA 1 em dificuldade e à beira do colapso.

Ruben convence Sonny a voltar à FÓRMULA 1 para uma última chance de salvar a equipe e ser o melhor do mundo. Ele vai pilotar ao lado de Joshua Pearce (Damson Idris), o novato-revelação da equipe, com a intenção de estabelecer seu próprio ritmo acelerado ao time e à corrida. Mas quando os motores aceleram, o passado de Sonny volta à tona, e ele relembra que, na FÓRMULA 1, seu companheiro de equipe é sua competição mais feroz – e não se pode percorrer o caminho para a redenção sozinho.

O elenco ainda conta com Kerry Condon, Tobias Menzies, Emmy Sarah Niles, Kim Bodnia, Samson KayoSimone Ashley.

Tensões e PERIGOS no novo teaser explosivo da 2ª temporada de ‘Demolidor: Renascido’; Confira!

A 2ª temporada de Demolidor: Renascido chega muito em breve ao catálogo do Disney+ e, agora, foi divulgado um teaser inédito nos preparando para os novos episódios.

O material dá destaque Charlie Cox (Matt Murdock/Demolidor), Vincent D’Onofrio (Wilson Fisk) e Krysten Ritter, que reprisa seu papel como Jessica Jones pela primeira vez desde 2019.

Confira:

Recentemente, o produtor executivo Dario Scardapane revelou onde encontraremos Matt Murdock, Karen Page e o prefeito Wilson Fisk quando a história, que se passa seis meses após o final da primeira temporada, começar.

“Sem revelar muito, acho que todas as sementes do que vocês podem esperar de Nova York na segunda temporada são plantadas no final da primeira. Para simplificar ao máximo: Fisk venceu. Ele assumiu o controle da cidade”, ele conta. “Ele consolidou o poder, e Matt e os outros não têm muita certeza de como agir”.

Scardapane continua:

“O que vocês verão na segunda temporada é como isso se desenrola. Matt e Karen são praticamente inimigos públicos número 1 e número 2. Pelas regras da Nova York de Fisk, Matt é um criminoso. E ele é um fugitivo caçado, se vocês se lembram do que aconteceu em seu apartamento no final da última temporada. Eu me inspirei muito em filmes antigos como ‘O Exército das Sombras’ para a segunda temporada. Essas histórias da Resistência Francesa, onde há um refúgio romântico para escapar do poder estabelecido. Então, esta temporada é sobre o que Matt, Karen e os outros fazem para lutar contra o poder”.

A nova temporada estreia em 24 de março no Disney+.

Na trama, Matt Murdock, um advogado cego com habilidades aprimoradas, luta por justiça enquanto tenta equilibrar sua vida profissional. Ao mesmo tempo, o ex-chefe da máfia Wilson Fisk segue sua própria trajetória política em Nova York. Quando seus passados começam a vir à tona, os dois entram em uma rota de colisão inevitável.

A produção marca o retorno de Charlie Cox como o herói titular, após suas aparições emHomem-Aranha: Sem Volta para Casa e Mulher-Hulk: Defensora de Heróis’.

‘Guarding Stars’: Comédia romântica com Leighton Meester ganha data de estreia na Netflix!

Netflix divulgou a data de estreia de Guarding Stars, adaptação fílmica do popular romance A Guarda-Costas, de Katherine Center (via Deadline).

Estrelado por Leighton Meester (‘Gossip Girl’) e Jared Padalecki (‘Sobrenatural’), o longa chega à plataforma de streaming no dia 18 de novembro.

No trama, uma guarda-costas pragmática é escalada para proteger um astro de filmes de ação cheio de charme durante as festas de fim de ano; o resultado é uma relação explosiva e a revelação de segredos, tornando o Natal muito mais complicado.

Andie MacDowellWalker HayesToby SandemanNoah LaLonde e CM Punk também fazem parte do elenco.

Elizabeth Allen Rosenbaum (‘Aquamarine’) assume a cadeira de direção, enquanto Erin Cardillo Richard Keith (‘Megarrromântico’, ‘Virgin River’) assinam o roteiro da adaptação ao lado de Gina MatthewsGrant Scharbo.

Matthews e Scharbo também entram como produtores juntamente a Jared e Genevieve Padalecki.

Mais informações não foram divulgadas.

‘Kenobi’: Hayden Christensen pode retornar como Anakin Skywalker

De acordo com o We Got This Covered, Hayden Christensen pode fazer uma participação especial como Anakin Skywalker em ‘Kenobi’, vindoura série de TV que se passa entre Star Wars: A Vingança dos Sith’ e ‘Uma Nova Esperança’.

A informação veio da mesma fonte que divulgou o retorno de Ewan McGregor como Obi-Wan Kenobi e revelou o parentesco de Rey (Daisy Ridley) em ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker‘.

Ainda não se sabe de que forma o personagem irá retornar, mas tudo indica que será em uma cena de flashback, mostrando seus dias como um cavaleiro Jedi, antes de se voltar para o Lado Sombrio.

Ao que parece, a cena pode ser uma lembrança de Obi-Wan (Ewan McGregor) enquanto continua sua peregrinação pelo deserto de Tatooine.

E, após a participação de Christensen em ‘A Ascensão Skywalker‘, está claro que o astro ainda tem interesse em retornar ao papel.

No entanto, como a série ainda está em seus estágios iniciais, não há nada confirmado, então considere como rumor.

Anteriormente, McGregor revelou à Men’s Journal alguns detalhes sobre a narrativa, indicando que o personagem estará tentando superar a queda da Ordem Jedi.

“Como a história se passa entre ‘A Vingança dos Sith’ e ‘Uma Nova Esperança‘, a Ordem Jedi está desmoronada, será interessante ver como ele irá lidar com esse trauma.”, disse o astro.

Além disso, é de se esperar que a série mostre parte do treinamento do mestre Jedi para se tornar um fantasma da Força, como foi sugerido ao final do ‘Episódio 3′.

Rumores também apontam que Darth Maul deve aparecer, mas ainda não se sabe se Ray Park irá reprisar seu papel como o vilão.

Dirigida por Deborah Chow, ‘Kenobi’ terá seis episódios com 1 hora de duração.

Por enquanto, ainda não há previsão de estreia.

Enquanto isso, vale lembrar que Star Wars: A Ascensão Skywalker‘ já está em exibição nos cinemas nacionais.

Assista ao trailer:

Star Wars: Episódio IX’ traz em seu elenco principal Daisy RidleyAdam DriverJohn BoyegaOscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall GleesonKelly Marie TranJoonas SuotamoBillie LoudNaomi AckieRichard E. GrantKery Russell e os veteranos Mark Hamill Billy Dee Williams.

 

 

 

Casa de ‘Harry Potter’ na Rua dos Alfeneiros está à venda

Qual fã da saga ‘Harry Potter‘ nunca sonhou em visitar ou morar na casa onde o bruxinho viveu a infância ao lado dos tios na Rua dos Alfeneiros, Nº 04?

De acordo com a Loja Hogwarts, a casa original que serviu de cenário para os filmes está à venda, mas o sonho ainda parece bastante inacessível, pois não é qualquer um que tenha disponível US$ 616.576, aproximadamente R$ 3.360.277.

Desde que a propriedade foi usada nas gravações de ‘Harry Potter e a Pedra Filosofal‘ (2001), a região de Bracknell passou a receber bastante turistas, o que justifica o preço do imóvel.

Em 2003, a casa já havia sido comprada por Sandra Smith, no valor de US$ 324.513. Sete anos depois, ela decidiu vender para outro dono por US$ 376.435.

Localizada na rua Martins Heron, em Bracknell, na Inglaterra, a casa passou por algumas reformas na cozinha, na sala de jantar e no banheiro, mas manteve o gramado do quintal e o icônico quarto embaixo das escadas, onde Harry morava antes de ir para a Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts.

De qualquer forma, quem passar por Bracknell pode ter seu sonho realizado ao visitar a propriedade.

Confira algumas imagens:

Falando nisso, as produções da franquia estão chegando gradativamente ao catálogo da Netflix, como ‘Harry Potter e a Câmara Secreta’, que foi adicionado recentemente.

Com a adição, separamos aqui uma lista especial para saber quais são os melhores e piores filmes dessa cinessérie tão querida e que deixou vários fãs órfãos pelo mundo.

Não se esqueça de comentar e dizer qual o seu longa favorito.

8 – Harry Potter e a Ordem da Fênix (2007)

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Quinta parte da saga Harry Potter. Com o retorno de Lord Voldemort no final de “O Cálice de Fogo” as coisas tornam-se ainda mais complicadas para Potter (agora já adolescente) e Dumbledore, enquanto um autoritário burocrata tenta lentamente tomar o poder de Hogwarts.

7 – Harry Potter e a Pedra Filosofal (2001)

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Resgatado da posse de seus negligentes tios, um garoto com poderes mágicos e com um grande segredo de infância vai parar na escola para magos Hogwarts, onde enfrentará muitos perigos e viverá várias aventuras. Primeiro de uma série destinada a vender muitos ingressos nos cinemas do mundo todo.

6 – Harry Potter e a Câmara Secreta (2002)

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Harry Potter, de volta à casa de seus maldosos tios adotivos, está passando as férias antes de seu segundo ano na escola de feiticeiros. Um elfo doméstico, Dobby, chega a seu encontro para alertá-lo a não voltar, pois correrá grandes perigos caso o fizer. Logicamente, o alerta de nada serve e logo Potter está de volta a Hogwarts, agora muito mais famoso e adorado do que antes. Porém, suas inimizades com alguns alunos e professores continuam. Não demora muito, e estranhas coisas começam a acontecer quando algumas pessoas começam a aparecer petrificadas na escola.

5 – Harry Potter e o Enigma do Príncipe (2009)

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O sexto ano de Harry Potter na escola de magia de Hogwarts. O poder de Voldemort e seus seguidores está aumentando dia após dia. Ron procura por nomes familiares nas páginas do obituário do Profeta Diário. A Ordem da Fênix já sofreu algumas perdas. Os gêmeos Weasley ampliam seus negócios. Adolescentes lutam e se apaixonam. As aulas não têm sido fáceis, embora Harry receba ajuda de um misterioso príncipe.

4 – Harry Potter e o Cálice de Fogo (2005)

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Mais um ano da vida de Harry Potter dentro da escola de magia Hogwarts. Mais velho, Harry deve agora participar de uma competição entre bruxos defendendo o local, além de impedir novamente os planos maléficos de Lord Voldemort. Com a chegada da adolescência, Harry começa a descobrir também os perigos do amor.

3 – Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 1 (2010)

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Nesta primeira parte que encerra a saga do bruxinho, Harry, Rony e Hermione abandonam a Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts para buscar as Horcruxes – objetos que contêm pedaços da alma -, feitas por Voldemort, conforme indicado pelo diretor Alvo Dumbledore.

2 – Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 2 (2011)

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O fim finalmente chegou. Depois de dez anos e oito filmes, é a hora de Harry Potter e os amigos confrontarem o terrível ditador Lord Voldemort, que fará uma incrível batalha entre bruxos pelo poder de Hogwarts, ao mesmo tempo em que tenta matar Potter. Tudo termina aqui.

1 – Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban (2004)

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De volta à sua escola em Hogwarts, Potter se depara com uma ameaça junto de seus inseparáveis amigos Hermione e Rony: Sirius Black, um bruxo que traiu os pais de Potter, fugiu de Azkaban, uma prisão para bruxos que até então era infalível. Black estaria então à procura de Potter, a fim de exterminá-lo.

Zack Snyder tira sarro da DC com arte do Batman fazendo o que “heróis não fazem”

Em seu perfil do Twitter, o diretor Zack Snyder causou uma polêmica por publicar uma ilustração em que o Batman faz sexo oral na Mulher-Gato.

O cineasta compartilhou a imagem em forma de protesto depois que a DC Comics vetou a cena que deveria fazer parte da animação da Harley Quinn, exibida pela HBO Max.

A proibição foi revelada na semana passada quando o criador da atração, Justin Halpern, disse à Variety que executivos da DC o impediram de seguir com a ideia.

Halpern pareceu bastante transtornado, já que a animação é voltada para o público adulto.

“Segundo a DC, seria difícil vender um boneco do Batman quando ele está na televisão fazendo sexo oral na Mulher-Gato. Eles [os executivos da companhia] me simplesmente me disseram: ‘você não pode fazer isso, já que heróis não fazem isso'”, desabafou ele.

Em apoio ao colega, Snyder compartilhou a ilustração desenhada por Danny Bags, mostrando casal no topo de um prédio de Gotham.

Na lagenda, ele alfinetou a DC, escrevendo:

“Cânone.”

Confira:

Lembrando que o próximo encontro entre os personagens será na animação ‘Batman – O Longo Dia das Bruxas’.

Com estreia marcada para 22 de junho, a produção é baseada nos quadrinhos homônimos escrito Jeph Loeb com arte de Tim Sale. Com 13 edições, lançadas em 1996 e 97, a saga permanece sendo um dos arcos mais amados do herói.

Confira algumas imagens:

Vale lembrar que a segunda parte será lançada ainda em 2021, no segundo semestre.

Dirigido por Chris Palmer (‘Superman: O Homem do Amanhã’), o longa trará Jensen Ackles (‘Supernatural’) dando voz ao icônico Bruce Wayne/Batman.

A produção ainda contará com as vozes de Naya Rivera (Selina Kyle/Catwoman), Josh Duhamel (Harvey Dent), Billy Burke (James Gordon), Titus Welliver (Carmine Falcone), David Dastmalchian (Homem Calendário), Troy Baker (Coringa), Amy Landecker (Barbara Gordon), Julie Nathanson (Gilda Dent), Jack Quaid (Alberto), Fred Tatasciore (Solomon Grundy) e Alastair Duncan (Alfred).

Na trama…

“Natal. Dia de São Patrício. Páscoa. Conforme os dias do calendário se acumulam, o mesmo ocorre com os corpos espalhados pelas ruas da cidade de Gotham. Um assassino está à solta, matando apenas nos feriados. O único homem que pode parar esse demônio? O Cavaleiro das Trevas.”

“Trabalhando com o procurador distrital Harvey Dent e o tenente James Gordon, Batman corre contra o calendário enquanto tenta descobrir quem é o assassino antes dele reivindicar sua próxima vítima. Um mistério que faz o leitor adivinhar continuamente a identidade do assassino, esta história também está ligada aos eventos que transformam Harvey Dent no inimigo mortal do Batman, Duas Caras.”

‘Batman’ faz SUCESSO entre o público com 96% de aprovação; Confira!

‘Batman‘ já está em exibição nos cinemas e, além de conquistar 86% de aprovação da crítica especializada, o longa acumula 96% de avaliações positivas do público.

Isso faz do filme de Matt Reeves o mais bem avaliado pelos fãs entre todos os filmes do herói.

Tanto ‘Batman Begins’ quanto ‘Batman – O Cavaleiro das Trevas‘ registraram 94% de aprovação, já ‘O Cavaleiro das Trevas Ressurge‘ conta com 90%.

O ‘Batman‘ de 1989 tem 84%, enquanto a sequência ‘Batman – O Retorno‘ tem 73%.

Logo atrás vem ‘Batman vs Superman‘, com 63%.

Os últimos da lista são ‘Batman – Eternamente’ e ‘Batman & Robin‘ com 32% e 16%, respectivamente.

E aí, você já assistiu ao filme?

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Matt Reeves (‘Deixe-me Entrar’) é responsável pela direção.

“Dois anos patrulhando as ruas como o Batman (Pattinson), causando medo nos corações dos criminosos, levou Bruce Wayne para as sombras de Gotham City. Com apenas alguns aliados de confiança – Alfred Pennyworth (Serkis) e o tenente James Gordon (Wright) – entre a rede corrupta de oficiais e figuras importantes da cidade, o solitário vigilante se estabeleceu como a única personificação da vingança entre seus caros cidadãos.”

“Quando um assassino ataca a elite de Gotham com uma série de maquinações sádicas, uma trilha de pistas enigmáticas envia o Maior Detetive do Mundo em uma investigação no submundo do crime, onde ele encontra personagens como Selina Kyle/Mulher-Gato (Kravitz), Oswald Cobblepot/Pinguim (Farrell), Carmine Falcone (JTurturro) e Edward Nashton/Charada (Dano). Conforme as evidências começam a se tornarem pessoais e a escala dos planos do perpetrador se torna clara, Batman deve forjar novos relacionamentos, desmascarar o culpado e fazer justiça ao abuso de poder e à corrupção que há muito tempo assola a cidade de Gotham.”

Robert Pattinson estrela no papel principal. O elenco ainda conta com Zoë Kravitz (Mulher-Gato), Paul Dano (Charada), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Andy Serkis (Alfred Pennyworth) e Colin Farrell (Pinguim).

‘007’: Hugh Jackman RECUSOU estrelar a franquia antes de Daniel Craig

Depois Hugh Jackman começou a fazer sucesso como o Wolverine nos filmes dos ‘X-Men‘, ele se tornou um dos nomes de mais destaquem em Hollywood.

E, durante uma entrevista para a IndieWire, o astro revelou que recebeu inúmeras propostas de trabalho.

E uma delas foi para interpretar James Bond na franquia ‘007‘ depois de Pierce Brosnan, um dos papéis mais disputados na indústria cinematográfica.

No entanto, ele recusou a oferta porque não queria ficar marcado como intérprete de apenas heróis de ação.

“Eu não queria fazer as mesmas coisas. Você sabe, o astro de filmes de ação. Quero dizer, esse estereótipo é o bife com fritas de muitos filmes americanos, é um arquétipo repetitivo. Eu não queria ficar marcado como o cara heroico que supera situações difíceis. Quando a EON Productions me ligou, eu estava tipo: ‘Ahh, não. Isso parece é um problema para mim’.”

Ele continuou, argumentando que também gostaria de ter tempo para viver sua vida pessoal.

“Eu pensei sobre o assunto e cheguei à conclusão que se eu estivesse fazendo isso e Wolverine, não teria tempo para fazer mais nada. Eu claramente acho mais interessante interpretar pessoas que estão abaixo do radar.”

Lembrando que já faz um ano desde que Daniel Craig se despediu de James Bond, personagem que ele interpretou por mais de 15 anos, entre 2005 e 2021.

Agora, os fãs estão ansiosos para descobrir quem será o próximo intérprete do aclamado personagem.

Em entrevista para a Empire, a produtora Barbara Broccoli deu alguns detalhes sobre a direção em que a franquia irá seguir junto com o futuro protagonista.

“Quando você muda o ator, você precisa reimaginar a direção que o filme tomará. Quando você contrata um ator, espera passar pelo menos uma década com ele e fazer quatro, cinco ou seis filmes com ele. Então você tem que pensar: ‘Qual será a trajetória? O que esse ator vai trazer de novo? Como você vai levar a série uma direção diferente das anteriores?'”, argumentou Broccoli.

Ela continuou:

“Não se trata apenas de passar passar o bastão e dar foco a um novo rosto. Não se trata de escalar um cara alto e elegante. Vamos demorar o tempo que for preciso para termos uma noção de onde queremos ir com a franquia. E queremos fazer isso antes de escolher o novo James Bond. Começaremos o processo provavelmente com os roteiristas Rob Wade e Neil Purvis, e só então saberemos aonde estamos indo.”

Anteriormente, Broccoli disse que o próximo Bond será uma reinvenção do personagem, e parece que os responsáveis pela franquia estão de olho em atores mais jovens que os antecessores.

Durante um episódio recente de Lorraine (via IGN), o escritor de romances policiais Ross King disse que ficou sabendo de informações sobre a busca do rosto da franquia.

“O último boato que está circulando nos bastidores é que os produtores de ‘007’ estão procurando um Bond mais jovem. Provavelmente, alguém com uns 30 anos. Eles querem alguém que será James Bond em pelo menos três filmes. A longo prazo, eles querem alguém que a faça da mesma maneira que Daniel Craig fez. Outra coisa que fiquei sabendo é que o candidato tem que ter pelo menos 1,80 de altura.”

Embora sejam apenas rumores, a ideia de escolher um Bond mais jovem não é exatamente surpreendente, já que muitos nomes foram lançados nos últimos anos, mas a maioria já na casa dos 40 anos, como Tom Hiddleston (‘Loki’) e Tom Hardy (‘Venom’).

Além deles, já foram sugeridos nomes como Idris Elba (‘O Esquadrão Suicida’), James Norton (‘McMafia’), Richard Madden (‘Eternos’) e Regé-Jean Page (‘Agente Oculto’).

Vale lembrar que Craig começou a interpretar o personagem quando já tinha 37 anos, enquanto Pierce Brosnan, seu antecessor, tinha 42.

Há alguns meses, Barbara disse ao Deadline que a produção do próximo filme começa em aproximadamente dois anos.

“Não estamos com ninguém em vista para o papel ainda. Estamos decidindo para que caminho seguir a franquia. O roteiro ainda não está pronto. Vamos reinventar o James Bond.”, afirmou. 

“É uma grande decisão. Não é apenas reescalar um papel. Nós temos que pensar sobre como queremos seguir em frente. Eu estou aqui apenas para celebrar um dos maiores atores do planeta, Daniel Craig.”

Sobre um possível substituto para o ator, Broccoli apenas declarou: “Isso levará uns dois anos”.

Vale lembrar que ‘007 – Sem Tempo para Morrer‘ venceu o Oscar de Melhor Canção Original, marcando a terceira vez que a franquia venceu a categoria após ‘007Operação Skyfall‘ e ‘007 Contra SPECTRE‘.

Apesar de ter sido lançado em um momento complicado durante a pandemia de COVID, ‘No Time To Die‘ conseguiu arrecadar US$ 774.1 milhões mundialmente, além de ter sido aclamado pelos críticos com 83% de aprovação no Rotten Tomatoes.