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Séries com reviravoltas de cair o queixo

O bom e velho ‘plot twist’ nunca esteve tão em alta.

Os ‘plot twists’ são nada mais do que aquelas reviravoltas inesperadas no roteiro de um filme ou de uma série, que mudam completamente tudo (ou quase tudo) o que você havia entendido a respeito daquela história até então. E é justamente por isso que eles são tão prazerosos: eles acabam exigindo uma atenção maior do espectador, seja por querer descobrir qual é a surpresa antes da hora ou por estar ansioso para ser logo surpreendido.

Por isso, o CinePOP te ajuda com uma lista de dez séries que trazem ótimos plot twists para você mergulhar durante a quarentena. Mas fique calmo! Não vamos revelar nenhum spoiler!

‘Forever’

Essa é daquelas séries que você consegue maratonar completa em um dia! Trata-se de uma comédia protagonizada por Maya Rudolph e Fred Armisen, criada por Alan Yang (‘Master of None’) e Matt Hubbard (‘30 Rock’). A trama acompanha um casal, June e Oscar, que leva uma vida confortável e previsível no subúrbio dos Estados Unidos. Mas algo acontece e faz com que eles precisem mudar completamente tudo o que entendem um sobre o outro, sobre a vida e sobre o amor.

O plot twist? Bem, é claro que não vamos contar qual é para não estragar a surpresa, mas a graça da série está justamente nas revelações que vai fazendo ao longo dos capítulos até que a audiência enfim entenda de verdade o que está acontecendo. 

Onde assistir: Prime Video

‘The Good Place’

Caso você tenha passado os últimos anos hibernando sob alguma pedra e ainda não conhece ‘The Good Place’, chegou a hora! A comédia de Mike Schur (‘The Office’, ‘Parks & Recreation’) acompanha Eleanor Shellstrop (Kristen Bell), uma jovem inconsequente que morre e vai para o céu, ou Bom Lugar, levar uma pós-vida tranquila e de acordo com seus sonhos. Até aí tudo bem, não é? Bem, não exatamente. Eleanor na verdade foi confundida e não deveria ter ido para o céu, e vai precisar convencer a todos de que é uma mulher perfeita para não ser enviada ao inferno. Será que rola?

O plot twist, se você ainda não conhece, é um dos mais divertidos que passaram pela TV nos últimos anos, e muda completamente o que entendemos da história. Dizem até que é um prenúncio do que tem acontecido na vida real…

Onde assistir: Netflix.

‘Mr. Robot’

Críticas sociais, comentários políticos a respeito do consumismo, traumas de infância e um narrador pouco confiável. Com esta fórmula, ‘Mr. Robot’ acompanha o hacker Elliot (Rami Malek), basicamente tentando criar um mundo melhor ao destruir uma grande corporação. Legal, não é?

Para isso, Elliot conta com algumas ajudas, mas nem todas são exatamente confiáveis… e é aí que mora a reviravolta. Quer dizer, a primeira delas.

Onde assistir: Prime Video

‘Twin Peaks’

Ah, o desafio de entender a mente complicada de David Lynch, que provavelmente foi feita para não ser entendida mesmo. Mãe dos grandes mistérios da televisão, ‘Twin Peaks’ investiga o intrigante assassinato da jovem Laura Palmer, e aproveita este gancho para debater temas filosóficos e subjetivos. O resultado é um tanto quanto metafísico, mas é claro que também guarda aquelas surpresas que deixam o público sem saber nem como reagir. Ah, a vontade de rever…

‘Fringe’

 

Mistérios, romances e casos inexplicáveis. Em cinco temporada, ‘Fringe’ fez quase de tudo ao contar a história de Olivia (Anna Torv), Peter (Joshua Jackson) e Walter (John Noble), investigando casos estranhos em uma divisão especial do FBI. O que começa aparentando ser apenas mais uma cópia descarada de Arquivo X logo toma forma quando a série, no final de sua primeira temporada, revela o  plot twist que te deixa morrendo de vontade de assistir ao próximo episódio logo.

Vamos relembrar?

‘A Maldição da Residência Hill’

A gente já ama uma história de terror, e quando tem reviravolta, então, é melhor ainda. A história é baseada no livro de Shirley Jackson, e acompanha uma família que foi morar em uma mansão assombrada, e o que isso causou a todos eles ao longo dos anos. Nesta trama, fantasmas representam traumas da melhor forma possível.

O plot twist está justamente nas consequências para os protagonistas, mas só assistindo para saber qual. E você ainda já fica pronto para a segunda temporada, que estreia este ano!

Onde assistir: Netflix

‘Westworld’

Como falar em plot twists sem falar em ‘Westworld’? A série de Jonathan Nolan e Lisa Joy criada para a HBO é perita no assunto, e fez de sua primeira temporada basicamente um jogo de adivinhação com reviravoltas escondidas para que o público as encontrasse.

Atualmente, a produção já está em sua terceira temporada, e se você gosta de investigar os segredos escondidos em uma história, essa é para você!

Onde assistir: HBO.

‘Sharp Objects’

A minissérie protagonizada por Amy Adams se inspira no livro ‘Objetos Cortantes’, da autora Gillian Flynn (‘Garota Exemplar’) e acompanha a jornalista Camille Preaker, que volta para a sua cidade natal a fim de cobrir as investigações do assassinato de uma jovem local. Ela inevitavelmente reencontra a família e é obrigada a lidar com as próprias feridas abertas. 

Muita tensão envolve esta trama investigativa, que faz a mais básica das perguntas: ‘Quem matou?’ O plot twist está em algum lugar do meio para o final da série, de oito episódios, e promete te surpreender.

Onde assistir: HBO.

‘The Act’

Esta série conta uma história tão surpreendente e absurda que é até difícil acreditar que trata-se de um caso real. Protagonizada por Patricia Arquette e Joey King, acompanha Dee Dee Blanchard e Gypsy Rose, mãe e filha em uma relação muito amorosa. A filha é portadora de várias doenças e a história das duas emociona amigos, vizinhos, médicos e imprensa. Mas… nem tudo é como parece.

Ficou curioso? Se você ainda não conhece o caso real, ou mesmo conhecendo, corra para assistir!

Onde assistir: Starz Play.

‘Lost’

A gente até tentou fazer uma lista de séries com grandes plot twists sem citar Lost, mas não deu. A histórias dos sobreviventes do vôo Oceanic 815 tentando sair de uma ilha misteriosa é praticamente a rainha das reviravoltas inesperadas, além de ter se tornado um marco na história da televisão a respeito de construção de mistérios. E aqui os plot twists estão por todos os lugares! Como não amar?

Onde assistir: Clarovideo

 

‘Enola Holmes 2’ é CONFIRMADO e terá retorno de Henry Cavill como Sherlock Holmes

A Netflix acaba de confirmar que o fenômeno ‘Enola Holmes‘ vai ganhar sequência.

Millie Bobby Brown e Henry Cavill tiveram seus retornos confirmados como Enola e Sherlock Holmes. Harry Bradbeer volta à direção e Jack Thorne, que escreveu o primeiro, vai roteirizar a sequência.

“Mal posso esperar para voltar a colaborar com a minha família Enola Holmes! Enola ocupa um lugar especial em meu coração – ela é forte, destemida, inteligente e corajosa. Estou ansioso para que os fãs vejam como a jornada dela continua!”, afirmou.

O filme é baseado na série de livros de Nancy Springer, ‘The Enola Holmes Mysteries‘, que é composta por seis livros. O primeiro e o quinto livros da série foram indicados ao Edgar Awards em 2007 e 2010, respectivamente.

Estima-se que o primeiro filme foi assistido por 76 milhões de espectadores nos primeiros 28 dias.

Aclamado entre os críticos, ‘Enola Holmes‘ conquistou 92% de aprovação no Rotten Tomatoes e já se tornou uma das produções mais assistidas da semana na Netflix.

Crítica | ‘Enola Holmes’, com Millie Bobby Brown, é uma divertida adição ao universo de Sherlock Holmes

Harry Bradbeer (Fleabag) é responsável pela direção.

“Baseado na amada série de livros indicada ao prêmio Edgar Alan Poe, ‘Enola Holmes‘ conta a história da irmã adolescente rebelde de Sherlock e Mycroft Holmes, uma super-detetive talentosa e que muitas vezes supera seus brilhantes irmãos. Quando sua mãe desaparece misteriosamente no seu aniversário de 16 anos, Enola procura a ajuda de seus irmãos mais velhos. Mas ao perceber que eles estão mais interessados em fazê-la terminar os seus estudos, do que de fato resolver o caso, Enola faz a única coisa que uma jovem inteligente, engenhosa e destemida da década de 1880 pode fazer… ela foge de casa para Londres, a fim de encontrá-la. Conhecendo uma série de pessoas bem interessantes ao longo do seu caminho, Enola se vê envolvida em uma conspiração que pode alterar o curso da história política. Enola Holmes traz uma dinâmica reviravolta na brilhante família do maior detetive do mundo”.

O elenco ainda conta com Henry Cavill como Sherlock Holmes e Helena Bonham Carter como a mãe de Enola. Sam Claflin (‘Jogos Vorazes‘ e ‘Simplesmente Acontece‘) completa o elenco.

‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’ arrecada R$ 34 milhões no Brasil e se torna a MAIOR ABERTURA da história

Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa estreou quebrando recordes nos cinemas do Brasil.

O filme levou mais de 1,7 milhão de espectadores e arrecadou R$ 34 milhões nas sessões de pré-estreia (15) e em seu primeiro dia na quinta-feira (16).

Trata-se do maior dia de abertura da história do cinema nacional. O recorde anterior pertencia a Vingadores: Ultimato‘, que levou 1,5 milhão de pessoas no primeiro dia em exibição em uma quinta-feira, e conseguiu arrecadar R$ 24 milhões.

“A experiência do cinema é singular e é o grande diferencial para esses números espetaculares. Estamos muito felizes com o resultado, não só pela Sony, mas para o que significa para a indústria neste momento”, afirma Camila Pacheco, diretora executiva de marketing da Sony Pictures América Latina.

Nos Estados Unidos, o filme registrou US$ 50 milhões durante a pré-estreia de ontem.

O valor representa a terceira maior arrecadação de pré-estreia de todos os tempos, triplicando a de ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar‘ (2017), que até então era a maior arrecadação de pré-estreia entre os filmes do Cabeça de Teia, com US$ 15,4 milhões.

Antes disso, a marca pertencia à primeira adaptação do herói, estrelada por Tobey Maguire, que fez US$ 10,9 milhões em 2002.

No plano geral, o primeiro lugar continua com ‘Vingadores: Ultimato‘, que fez US$ 60 milhões em sua pré-estreia no país, em 2019.

A segunda posição fica com ‘Star Wars: O Despertar da Força’, com seus US$ 57 milhões na pré-estreia de 2015.

Lembrando que ambos foram lançados quando a indústria cinematográfica permanecia a todo vapor, antes da era da pandemia.

Assista nossa crítica e siga o CinePOP no YouTube:

 

‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’ abre com aprovação MÁXIMA no RT; Confira as críticas!

Pela primeira vez na história cinematográfica do Homem-Aranha, nosso herói amigo da vizinhança é desmascarado e não consegue mais separar sua vida normal dos grandes riscos de ser um super-herói. Quando ele pede ajuda ao Doutor Estranho, os riscos se tornam ainda mais perigosos, e o forçam a descobrir o que realmente significa ser o Homem-Aranha.

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

Jigsaw está de volta! ‘Jogos Mortais 10’ ganha DATA DE ESTREIA no Brasil e primeira imagem

As filmagens de ‘Jogos Mortais 10‘ foram iniciadas, e a Paris Filmes revelou ao CinePOP que o novo filme já tem data de estreia por aqui: dia 26 de Outubro de 2023.

Além disso, a primeira imagem dos bastidores do terror foi divulgada – destacando o retorno de Tobin Bell (‘Enterrado Vivo’) como o sádico Jigsaw/John Kramer.

Ausente em ‘Espiral – O Legado de Jogos Mortais‘ (2021), o ator retorna à franquia cinco anos após ‘Jogos Mortais: Jigsaw‘ (2017).

Confira a imagem:

Kevin Greutert, de ‘Jogos Mortais 6‘ e ‘Jogos Mortais: O Final‘, retorna à direção.

O roteiro foi assinado por Josh Stolberg e Peter Goldfinger, que também foram responsáveis pelo enredo dos dois últimos filmes da franquia.

A Lionsgate e a Twisted Pictures vão produzir o novo filme.

 

‘Demolidor’: Roteirista de ‘O Justiceiro’ será o novo showrunner na série da Marvel

Em uma decisão completamente chocante, a Marvel decidiu fazer a série ‘Demolidor: Renascido‘ passar por uma significativa “reformulação criativa”.

Segundo o THR, o roteirista Dario Scardapane, de ‘O Justiceiro‘, será o novo responsável pelo reboot da Disney.

Justin Benson e Aaron Moorhead, que comandaram alguns episódios da segunda temporada de ‘Loki‘, vão dirigir os episódios restantes da primeira temporada.

O site The Hollywood Reporter revelou que, apesar da produção já ter finalizado a gravação de metade dos episódios, o estúdio não gostou do resultado, optando por trocar os responsáveis – o que gerou a demissão dos roteiristas Chris Ord e Matt Corman, juntamente com diversos diretores.

Agora, através do seu Twitter, Steven DeKnight, showrunner da série original do herói na Netflix, quebrou o silêncio sobre o chocante “cancelamento” e aproveitou para dar uma alfinetada na Marvel.

“Não estou feliz que a série terá que ser completamente refeita, e tenho afirmado consistentemente o contrário. No entanto, estou muito feliz que [a Marvel] finalmente tenha percebido que precisa de um showrunner de verdade, que seja um escritor, para fazer uma série funcionar,” declarou DeKnight.

A série inicialmente concebida por Corman e Ord focava intensamente na batalha de Matt Murdock como advogado em Nova York, um contraste notável com a versão anterior da Netflix, conhecida por sua ação e violência.

Os executivos da Marvel ficaram insatisfeitos com a ausência do uniforme do herói até o quarto episódio, levando à revisão fundamental do conceito da série.

Apesar do reboot, há planos de reutilizar parte do material já produzido. Alguns episódios podem ser “salvos” integralmente, enquanto certos elementos específicos da narrativa serão descartados no novo desenvolvimento da série.

Considerado o MELHOR terror da última década, filme de Robert Eggers retorna à Netflix

Se pararmos para pensar, é quase impossível contar o número de narrativas sobrenaturais que conhecemos; desde quando crianças, somos bombardeados com epopeia mitológicas e fantasiosas que trazem como centro da trama uma força antagônica e etérea materializada em formas grotescas ou sedutoras, representando na maior parte das vezes a perigosa sedução da qual devemos nos afastar para não correr riscos. Seja em contos de fada, filmes, séries ou até mesmos histórias passadas de boca a boca, é muito comum encontrarmos a figura da bruxa mergulhada numa vilanesca e caricata personificação, com os membros esqueléticos, nariz adunco, verrugas espalhadas pela pele já seca, e uma risada maquiavélica que nos arrepia instantaneamente.

Ao longo dos séculos – e principalmente com a evolução da indústria do entretenimento -, tal personagem sofreu várias alterações, tornando-se mais humana, mais complexa, dotada de um passado conturbado que reverbera em sua personalidade atual e afável às trevas. É claro que cair em alguns convencionalismos históricos é normal, mas é a partir de todas essas premissas que Robert Eggers, mergulhando em seu primeiro trabalho cinematográfico de grande reconhecimento, respalda sua mais nova obra com contos centenários que remontam à época da colonização dos Estados Unidos, das controvérsias do julgamento de Salem e todo o misticismo das terras do litoral leste. É muito fácil encontrar inúmeras referências de produções anteriores e até mesmo entender a sua importância para o terror e o suspense psicológico: afinal, A Bruxa é nada mais que uma pura experiência sinestésica que desconstrói e reconstrói tais gêneros.

O filme, que é considerado o melhor terror da última década pelos críticos, está de volta ao catálogo da Netflix.

O pano de fundo nos transporta para as campesinas terras da Nova Inglaterra, em uma comunidade regida pelo fervor protestante-católico dos colonos europeus. Toda a narrativa gira em torno de uma família exilada por não corroborar com as duras leis de sua vila, partindo então para o interior das florestas e construindo um novo lar: desde o princípio, sabemos que essa jornada não acabará bem – as previsões estão intrinsecamente ligadas à incrível e angustiante trilha sonora composta por Mark Koven, cujas sensações imediatas prologam-se por cada um dos atos. Koven arquiteta um escopo musical que mistura elementos tonais e dilacerantes a uma espécie de cantos pagãos distorcidos, evocando perigo a todos os momentos. E é muito interessante notar como a música também entra em contraposição às construções cênicas: em diversos momentos, a família está simplesmente sentada ao redor da fogueira, enquanto a trilha escala um crescendo esmagador.

A situação aparentemente controlada no núcleo protagonista muda totalmente quando o filho mais novo desaparece sob circunstância misteriosas e sem aviso prévio. A primogênita, Thomasin (Anya Taylor-Joy revelando em um potencial indescritível), estava cuidando de seu irmão acalentado nas cobertas, e ao desviar a atenção por dois segundos, ele foi arrastado sem deixar traços para a floresta – e é aqui que as coisas ficam ainda mais assustadoras: ao invés de se privar em mostrar o que realmente aconteceu, Eggers coreografa uma dança fluida para acompanhar o outro lado da história que não recebe toda a atenção que poderia receber. Logo depois do sumiço do caçula, vemos uma figura encapuzada (a famigerada bruxa) que o leva para um casebre escondido por entre as árvores e o sacrifica num ritual obsceno e arrepiante.

Cair em interpretações maniqueístas é um erro que não devemos cometer ao assistir a esse longa-metragem: a história é baseada em contos de época que tentavam explicar o inexplicável, e a suposta antagonista é nada mais que um mero bode expiatório para encontrar sentido e lógica – ainda que sobrenaturais – a uma cultura movida pelo medo. Ora, se bem podemos nos lembrar, os protestantes viviam em guerra com os anglicanos, sendo perseguidos constantemente; nada mais natural que moverem-se através desse medo para conseguirem reconstituir as vidas que perderam no além-mar. As inúmeras referências são constantes, e inclusive apoiam outros temas que são trazidos pelo roteiro também assinado pelo cineasta.

Eventualmente, a atmosfera já tensa da família dá um lugar a uma insegurança extrema: após tentativas fracassadas de seguirem em frente, Caleb, o segundo mais velho, aventura-se na floresta junto a Thomasin para impedi-la de ser mandada embora para a cidade grande – afinal, eles precisam de algum sustento, visto que as plantações não crescem, a comida é escassa e eles não têm como se manter por conta própria. A partir daqui, o ator-mirim Harvey Scrimshaw mostra-se merecedor de tantas ovações quanto seus colegas mais velhos ao mergulhar em seu personagem com tanta contundência que chega a ser mórbido: ele acaba retornando para a casa dias depois, tomado por uma febre inexplicável e com o corpo todo arranhado, dançando entre a lucidez e a loucura. É só então que, através de um monólogo quase teatral, ele se rende ao último suspiro de salvação em uma sequência perscrutada pelo puro silêncio.

Ainda que a chegada do terceiro ato represente uma quebra de ritmo perceptível, Eggers tenta fazer a experiência sensorial valer a pena e consegue na maior parte de sua obra. A histeria religiosa que acomete a família é um dos principais pontos tratados na obra, bem como o paganismo e a fé compulsória que logo mais corrompe cada um deles: o patriarca William (Ralph Ineson) é um dos exemplos mais claros de transgressão de arco e de personalidade, e sua presença é um elemento essencial para a composição da fotografia. Ao lado de Jarin Blaschke, o diretor toma cuidados especiais que tangenciam até mesmo pinturas religiosas, optando pelos planos frontais e pelo jogo de luz e sombra para compor a estética visual – suas inclinações para o barroco são simplesmente espetaculares.

Entretanto, a mudança brusca do tratamento da luz é também um elemento muito bem-vindo conforme cada personagem encontra seu trágico fim: alguns morrem, outros são raptado novamente pela bruxa, e Thomasin é a única que, desolada por mentiras e pela desconfiança de seus semelhantes, junta-se às forças do mal para encontrar a paz. E mesmo que a cena final só seja bem construída pelo último frame – que evoca memórias de gravuras pagãs históricas -, essa oscilação proposital é brilhante. Todo o exterior da casa é estranhamente repulsivo, marcado por uma paleta de cores cinza-azulada, quase morta: a luz interior é um dos únicos momentos convidativos, como se o filme prezasse pela segurança excessiva e condenasse os perigos que existem do lado de fora.

A Bruxa não é como a maioria das obras de terror e suspense – não passa nem perto disso. Então, é normal que grande parte do público não se identifique, visto que espera pelos jump scares e pelas construções exacerbadas que não irão existir. Aqui, o mal assume formas sutis e desliza sutilmente por todo o desenrolar da história, e esse talvez seja o ponto de maior sucesso do longa-metragem.

Confira o que rolou no painel de ‘Pânico 7’ na CinemaCon em vídeo com Renato Marafon

A Paramount Pictures divulgou novidades da aguardada sequência ‘Pânico 7‘ na CinemaCon 2025.

Apesar de não ter exibido nenhuma cena do próximo filme da franquia, o estúdio revelou o logo oficial do terror.

Confira o vídeo em que o Renato Marafon conta tudo o que rolou:

 

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Além disso, também foi divulgada uma foto com todo o elenco reunido. O novo filme contará com o retorno dos veteranos Neve Campbell, Courteney Cox, Mason Gooding e Jasmin Savoy Brown. Após viverem Ghostfaces, Matthew Lillard e Scott Foley também retornam.

Isabel May, Celeste O’Connor, Asa Germann, Mckenna Grace, Sam Rechner, Mark Consuelos, Anna Camp e Joel McHale completam o elenco.

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Chelsea Simmons (Sidney Prescott) deixou seu passado para trás e está se concentrando em ser uma mãe feliz e casada e administrar uma pequena cafeteria na cidade. No entanto, ela nunca parou de olhar para trás e, com certeza, mais uma vez, seu passado volta para assombrá-la.

Lembrando que ‘Pânico 7‘ está programado para estrear no dia 27 de Fevereiro de 2026.

Confira as nossas reações ao anúncio do filme:

As várias maneiras de reaprender a ver o mundo! 5 Filmes com questões Filosóficas

Pensando na necessidade da humanidade em refletir sobre os acontecimentos atuais, fomentando-se o pensamento crítico, criativo e independente, no dia 18 de novembro é intitulado o Dia Internacional da Filosofia, esse pensar profundo sobre a arte de viver juntos dentro de questões gerais e fundamentais sobre a existência, conhecimento, valores, razão e pensamentos.

Alguns dizem que a verdadeira filosofia é reaprender a ver o mundo, e assim, nessa ótica, podemos fazer um paralelo com o mundo mágico do cinema onde o que vemos na telona nos fazem refletir constantemente com a nossa realidade.

Pensando sobre isso, resolvemos criar uma lista de algumas produções que de alguma forma nos fazem refletir sobre alguns conceitos dentro da filosofia.

 

 

Vulcão

Como reconstruir quando você só destrói? Falando sobre a busca da felicidade de um homem, o jovem cineasta islandês Rúnar Rúnarsson – em seu primeiro longa-metragem –  transforma um conflito pessoal em uma obra de arte sobre o refletir. Vulcão é o tipo de filme que você nunca ouviu falar mas que certamente vai querer debater sobre ele.

Na trama, conhecemos Hannes (Theodór Júlíusson) um rabugento, fumante, de idade avançada, que leva a vida de maneira triste e sem novos grandes objetivos. Faz questão de ser a pessoa mais inconveniente dos lugares onde passa, sendo assim, visto por todos como um infeliz que não gosta de ninguém. Certo dia, após retornar de uma falha tentativa de suicídio, uma certa conversa que escuta desperta nele um sentimento de mudanças.

 

Hannah Arendt

Dirigido pela cineasta alemã Margarethe von Trotta, Hannah Arendt é um drama sobre uma mulher importante para o mundo da filosofia política que possuía um leve ar inconsequente. O roteiro é deveras interessante, se auxiliando de flashbacks e pensamentos, só deixando a desejar em relação a maiores explicações para os leigos em filosofia. Quem já conhece Hannah Arendt vai entender muito melhor as explicações dadas neste filme do que quem nunca ouvir falar sobre ela.

Em uma época que pensadores originais não precisavam de diploma para lecionar, conhecemos a filósofa política alemã de origem judaica, Hannah Arendt que trabalhou como jornalista e professora universitária além de publicar obras importantes sobre filosofia política. Sempre rodeada por livros e textos que contribuíram para com a sua obra, somos apresentados aos amigos (alguns deles famosos pensadores) e a toda uma problemática pessoal provocada pelo seu pensamento que culminou na transformação de um julgamento em uma questão filosófica.

 

Alice e o Prefeito

Os devaneios do caminhante solitário. Um político cansado, que não consegue mais pensar. Uma jovem que volta à França depois de alguns anos e vai trabalhar nos bastidores da política mesmo não tendo nenhuma experiência dessas antes. Escrito e dirigido pelo cineasta parisiense Nicolas Pariser, Alice e o Prefeito, transforma os maçantes e embaralhados temas da política em crônicas sociais com paralelos utópicos e o entendimento das razões práticas surgindo muitas vezes através de grandes pensamentos desse e de outros séculos.

Na trama, conhecemos Alice (Anaïs Demoustier), uma jovem formada em letras que consegue um emprego na prefeitura de Lyon. Recrutada para uma vaga inexistente e logo em seguida recrutada para outra, acaba sendo uma das pessoas mais próximas do prefeito Paul Théraneau (Fabrice Luchini) sendo responsável em pouco tempo por pautas importantes como discursos dele. Assim, somos testemunhas de debates com argumentações didáticas sobre esquerda, direita, progressistas, socialistas, dentro dos bastidores tumultuados e sempre exigentes da prefeitura dessa grande cidade francesa.

 

Eu Estava em Casa…Mas

A busca da própria verdade pessoal. Ganhador do Urso de Prata de Melhor Direção (Angela Schanelec) em Berlim no ano de 2019, Eu Estava em Casa, Mas… é um curioso longa-metragem alemão de planos quase estáticos, muito atento aos detalhes. Mas a questão é essa: que detalhes seriam esses? Alguns vão achar que é um filme sobre o nada, outros uma mera e caótica tentativa de trazer para debate conflitos que podemos enxergar na realidade, na vida real, ligados à família, pais e filhos, dentro de um panorama europeu. Em certo momento, possui uma certa desponderação sobre a arte rebatendo a pergunta: O quão raso e vazio pode ser o atuar perante os olhos de quem não consegue conscientizar?

Gira em torno de uma mulher chamada Astrid (Maren Eggert), mãe de duas crianças, viúva faz dois anos de um ex-diretor de teatro, consumida por problemas pessoais e dificuldades de interagir, seja em casa na educação de seus filhos, seja na rua com terceiros. Seu filho mais velho some por um tempo e reaparece todo sujo, gerando debates sobre o ocorrido na escola. Os dias passam e Astrid busca compreender a vida sob várias óticas.

 

Violette

Viver é a coisa mais rara do mundo. A maioria das pessoas apenas existe. Em seu quinto longa-metragem, o cineasta francês Martin Provost resolve contar uma história real, forte e cheia de detalhes que impactaram o modo de pensar francês durante todo o século passado. Com um grande desfile de astros da literatura e filosofia, um roteiro primoroso e a dupla Emmanuelle Devos e Sandrine Kiberlain inspiradas, Violette se transforma ao longo dos 139 minutos de fita um retrato contundente sobre uma figura ímpar em uma sociedade careta que recebe um tapa em cada linha de seus polêmicos textos.

Na história, roteirizada pelo próprio diretor, conhecemos mais profundamente a vida da escritora Violette Leduc, uma mulher guerreira que encontrou a salvação através da escrita. Sua amizade e sua paixão por Simone de Beauvoir também é meticulosamente bem mostrada. Se sentindo em um deserto que monologa, desafiando o convencional da época, quebrando tabus, sendo admirada por ilustres escritores do século XX, a protagonista é muito poderosa. Emmanuelle Devos embute uma energia vigorosa que é fundamental para que tenhamos empatia por Violette. Uma grande atuação dessa excelente atriz, talvez, pouco conhecida aqui no Brasil. Tem na Globoplay.

 

O Último Amor de Mr. Morgan

O quão triste é perder alguém? Escrito e dirigido pela cineasta alemã Sandra Nettelbeck, do excelente filme Helen (2009), O Último Amor de Mr. Morgan é um filme, vale dizer, sensível. Quem possui qualquer tipo de relação conturbada com seu pai terá suas estruturas abaladas. O vulnerável protagonista, interpretado brilhantemente pelo britânico Michael Caine, guia o espectador pela força que as imaginárias lembranças de sua falecida esposa tem sobre ele. Assim, somos jogados em um mar dramática cheio de emoções a todo instante.

Na trama conhecemos Matthew Morgan (Caine) um solitário vovô que vai se sentindo cada dia mais sozinho após a perda de sua adorável esposa. O ex-professor de filosofia da prestigiada Universidade de Princeton mora em Paris e parece fazer questão de não aprender o idioma local. Sua vida muda, passando a ter algum sentido, quando conhece a professora de dança Pauline (Clémence Poésy). Pauline tem as emoções a flor da pele – o que vira intimidação no primeiro momento para Mr. Morgan – mas ele acaba aceitando a relação de pai e filho que se estabelece, até a chegada dramática de seus dois filhos levando a um desfecho para lá de emocionante.

Crítica | ‘Emergência Radioativa’ – Minissérie inquietante na Netflix revela o impacto de uma tragédia com um inimigo invisível

Você sabia que o Brasil já foi o cenário de um dos mais graves acidentes radiológicos da história? Sobre esse episódio, chegou à Netflix uma minissérie que, de maneira profunda e dilacerante, busca montar o quebra-cabeça dos acontecimentos, revelando fatos concretos sobre o que aconteceu na cidade de Goiânia quase 40 anos atrás.

Emergência Radioativa, ao longo de cinco partes, e sob a direção geral do competente Fernando Coimbra (Os Enforcados e O Lobo atrás da Porta), revela a dor de famílias atingidas por um material altamente radioativo, os embates políticos em torno do caso, a luta de físicos, químicos e médicos na luta pela vida. O projeto coloca em evidência também o preconceito enfrentado pelas vítimas e as lições que essa tragédia deixou – com marcas até hoje.

Cena da minissérie: 'Emergência Radioativa'
Cena da minissérie: ‘Emergência Radioativa

Dois humildes catadores encontram, em uma clínica desativada na capital de Goiás, um objeto estranho abandonado. Eles retiram uma peça e vendem a um ferro-velho da região. Quando se abre a peça, um fino pó azul é encontrado e causa curiosidade. As pessoas não sabiam, mas aquilo era um isótopo radioativo artificial – conhecido como césio-137 – que logo começaria a se propagar pela cidade.

Cena da minissérie: 'Emergência Radioativa'
Cena da minissérie: ‘Emergência Radioativa

Misturando a ficção com o ‘baseado em eventos reais’ – talvez um dos grandes desafios do projeto – a narrativa busca mastigar um contexto complexo e emaranhado, reunindo uma série de personagens e nos conduzindo para suas perspectivas, o que ajuda a compreender todo o caos que se instaurou na cidade do centro-oeste brasileiro em setembro de 1987. Decisão acertada, pois a narrativa ganha ritmo, construindo uma trama envolvente.

Crítica | ‘Naquela Noite’ – Minissérie da NETFLIX aposta no debate do moralmente controverso

 

Cena da minissérie: 'Emergência Radioativa'
Cena da minissérie: ‘Emergência Radioativa

Assim, conhecemos um jovem físico nuclear, Márcio (Johnny Massaro), que se torna um dos rostos heroicos por parte da ciência, ao lado dos companheiros de profissão Dr. Orenstein (brilhantemente interpretado por Paulo Gorgulho) e da Dra.Paula (Clarissa Kiste), entre outros personagens dessa corrente. Já o arco das famílias atingida em cheio pela substância radioativa – o mais tenso de toda a produção -, reúne um elenco fabuloso, que transmite a dor, o medo e a inquietação, com destaque para os ótimos Bukassa Kabengele, Ana Costa e Alan Rocha.

Cena da minissérie: 'Emergência Radioativa'
Cena da minissérie: ‘Emergência Radioativa

Toda a obra é atravessada por um estado de nervosismo e tensão, que também se reflete no lado político, se mostrando presente entre estado e Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN). O governador na época, interpretado por Tuca Andrada, surge como a personificação do poder político e as cordas bambas dos dilemas. Embates detalhados e reflexões sobre consequências futuras são sugeridos a todo instante, colocando em evidência de forma inteligente o confuso jogo político por trás de qualquer decisão.

Entre heróis anônimos, lições e vítimas, Emergência Radioativa alcança um brilhantismo narrativo, do primeiro ao último episódio, ao destrinchar o ‘fisiquês’ e o ‘politiquês’ e construir uma trama magnética. Com forte protagonismo de profissionais representando a ciência, a série não deixa de revelar, de forma angustiante, as dores de uma tragédia que atingiu nosso país.

10 Filmes SENSACIONAIS de Terror Cult que Completam 10 Anos em 2021

Nem só de filmes de grandes estúdios é feito o cinema. E no gênero do terror, o mesmo ocorre. De fato, muitos cinéfilos inclusive afirmam de pés juntos que existe muito mais originalidade vinda do cinema independente. O que podemos dizer é que a qualidade autoral dos realizadores pode correr mais solta sem as amarras de um estúdio investindo centenas de milhões de dólares e exigindo de volta o dinheiro. Afinal, quando estamos “famintos” a vontade é maior. E em muitos casos, os primeiros filmes de diretores renomados são os preferidos dos fãs. É claro também que nem sempre mais dinheiro significa falta de qualidade, isto é, no roteiro pelo menos – o chamado “muitos cozinheiros na cozinha”.

Em 2021, muitos filmes de terror completam aniversário de dez anos de seu lançamento, como Pânico 4, Premonição 5, O Segredo da Cabana e os remakes de A Hora do Espanto e A Coisa. Porém, existem aqueles que costumam passar abaixo do radar, muitas vezes caindo no anonimato e se tornando desconhecidos para grande parte do público. Pensando em jogar uma luz nestes filmes menos populares, embora igualmente valiosos, sendo alguns verdadeiras preciosidades, resolvemos trazer esta nova lista com os filmes de terror cult que completam 10 anos e você precisa conhecer.

Ataque ao Prédio

Exibido no Festival do Rio 2011, onde tive a oportunidade inesquecível de conferir o longa nas telonas (depois disso o filme foi lançado direto em vídeo por aqui), Attack the Block no título original é uma produção britânica que foi descrita como “Cidade de Deus encontra Independence Day”. Deu para sentir que cult é a palavra de ordem aqui. Escrito e dirigido por Joe Cornish (roteirista de Homem-Formiga da Marvel) e produzido pelo “padrinho” Edgar Wright, este filme muito original serviu para, entre outras coisas, revelar os talentos de John Boyega e Jodie Whittaker (a nova Doutora de Doctor Who). Na trama uma invasão alienígena realizada na surdina por criaturas muito estranhas (uma mistura de lobo, urso e macaco) sacode a rotina de um conjunto habitacional barra-pesada repleto de bandidinhos nos subúrbios ingleses. E justamente os jovens marginais serão nossos heróis contra esta invasão nesta aventura.

Seita Mortal

O diretor Kevin Smith ficou conhecido como uma das vozes mais inovadoras do cinema independente norte-americano graças a filmes como O Balconista (1994) e Procura-se Amy (1997). Mas quando parecia não ter mais o que dizer neste universo, após a recepção, digamos, fria de alguns de seus projetos, resolveu se voltar para obras de terror. Diretor autoral, Smith seguiu escrevendo e dirigindo suas próprias histórias e o primeiro longa que marcou esta transição do cineasta foi este Seita Mortal (Red State). Igualmente exibido no Festival do Rio 2011, onde igualmente pude conferir nas telonas (igualmente sendo lançado em vídeo após o evento), Seita Mortal é uma crítica ácida e muito sangrenta sobre o fanatismo religioso e até onde as pessoas estão dispostas a irem em nome de sua fé cega. A favor do longa, o elogio de Quentin Tarantino dizendo tê-lo amado.

Hotel da Morte

Pérola escondida do terror independente, este longa desconhecido do grande público recebeu elogios da imprensa especializada na época, que foi o que o fez ser descoberto por seus fãs (como este que vos fala). Capaz e arrepiar até o último pelo da espinha, Hotel da Morte esteve por muito tempo no acervo da Netflix e agora se bandeou para os lados da Amazon como parte de sua biblioteca. A trama acompanha dois funcionários de hotel vividos por Sara Paxton e Pat Healy, que teimam em ser investigadores paranormais amadores nas horas vagas. Fãs de terror, eles consomem todo tipo de informação vinda da internet sobre lendas urbanas e assombrações. Acontece que existe uma mística em torno do próprio estabelecimento onde trabalham e a dupla está decidida a provar que o local não está “puro”.

Absentia

Um dos grandes nomes do terror na atualidade, o diretor Mike Flanagan tem no currículo filmes como O Espelho, Hush: A Morte Ouve, O Sono da Morte, Ouija: Origem do Mal, Jogo Perigoso, Doutor Sono e as séries A Maldição da Residência Hill e A Maldição da Mansão Bly. Tudo isso nos últimos anos. O cara não cansa de trabalhar. Antes de tudo isso, no entanto, em seu quarto longa-metragem, Flanagan já chamava atenção dos especialistas e aficionados com este Absentia. Na trama, duas irmãs começam a investigar um misterioso túnel e começam a suspeitar da ligação do local com uma série de desaparecimentos, incluindo o do marido de uma delas.

Hobo With a Shotgun

Embora muitos não tenham visto ou não compreendam, mas este filme nasceu como um dos curtas que simulavam trailers falsos dentro da “brincadeira” de Quentin Tarantino e Robert Rodriguez conhecida como Grindhouse (À Prova de Morte/Planeta Terror). Acontece que este aqui era parte de um concurso para a divulgação de Grindhouse no Canadá. O trailer falso ganhou o concurso e foi exibido apenas nos cinemas de lá. Quatro anos depois, se tornava um longa-metragem estrelado pelo saudoso Rutger Hauer na pele de um mendigo sem-teto justiceiro que com sua calibre 12 sai eliminando policiais corruptos, pedófilos e todo tipo de escória na cidade.

O Despertar

A estrela Rebecca Hall é quem protagoniza este terror gótico britânico. Passado em 1921 no pós-Primeira Guerra Mundial, Hall interpreta Florence Cathcart, especialista em desvendar casos tidos como sobrenaturais e desmascará-los como farsa. Sua mais nova missão é num internato onde visões de uma criança fantasma estão ocorrendo. No local ela irá se deparar com seu maior desafio para provar que a “entidade” presente não é exatamente o que todos pensam. Ou será?

A Casa Silenciosa

Remake de uma produção Uruguaia de 2010, que por aqui ficou conhecida como A Casa (La Casa Muda), a versão norte-americana era lançada logo no ano seguinte, tendo como protagonista a “cancelada” Elizabeth Olsen – a Wanda da Marvel. A trama apresenta uma jovem que termina presa dentro de uma casa por forças além de sua compreensão, sem conseguir contato com o mundo externo. Um dos chamarizes aqui é o plano-sequência que dá a impressão de que o filme foi todo gravado de uma tomada só, sem cortes. Uma curiosidade é que já se encontra em fase de pré-produção uma nova roupagem da história, desta vez na forma de uma produção indiana.

Virgínia

O imortal Francis Ford Coppola é um dos nomes mais lembrados e admirados de Hollywood por ter no currículo obras-primas como a trilogia O Poderoso Chefão, por exemplo, ainda enaltecidos por muitos como os melhores filmes de todos os tempos (ao menos os dois primeiros). Desde o fim da década de 90, o cineasta tem mostrando descontentamento com a indústria atual – assim como Brian De Palma e John Carpenter, outros dois grandes mestres – escolhendo por se ausentar do mercado e canalizar seus esforços em outras direções. Vez ou outra no entanto, Coppola lança um pequeno projeto aqui, outro acolá, sempre fazendo valer sua visão e sem qualquer amarra de grandes estúdios. Aqui, ele conta a história sobre um escritor de livros de terror, uma cidadezinha e o assassinato de uma jovem. Virgínia (Twixt) possui forte teor alucinógeno e conta com as presenças de Elle Fanning e Val Kilmer no elenco.

Relação Mortal

Aqui temos outro nome de prestígio na direção. A cineasta canadense Mary Harron dirigiu ao menos uma obra-prima em sua carreira, a sátira ácida, sombria e sangrenta Psicopata Americano (2000), que revelou ao mundo o talento de Christian Bale. Aqui, igualmente baseado num livro, Harron conta a história de um internato de meninas e como a chegada da novata Ernessa (Lily Cole) muda a rotina da protagonista Rebecca (Sarah Bolger). A amizade das duas logo se desenvolve para uma espiral de obsessão, revelando sua verdadeira natureza sobrenatural e sedenta de sangue.

Chillerama

Homenagem bem divertida de quatro jovens cineastas aos filmes B de terror, que funciona como um Grindhouse “de segunda” e sem nomes conhecidos no elenco ou na produção. Dividido em quatro segmentos, a história acompanha o último dia de funcionamento de um drive-in nos EUA, com a exibição de quatro curtas de terror raríssimos nunca anteriormente exibidos. Nos tais curtas, terror e comédia se misturam, donos de muito teor para maiores de idade. O primeiro é Wadzilla, que brinca com filmes de monstros gigantes como Godzilla. O segundo, I Was a Teenage Werebear é uma sátira aos filmes de lobisomem misturado à descoberta da homossexualidade de um jovem. No terceiro The Diary of Anne Frankenstein, o clássico de Mary Shelley vira alvo de uma trama envolvendo Hitler na Segunda Guerra Mundial. E o último, Zom-B-Movie parodia os filmes de zumbi dos anos 70 e 80.

‘Suspiria’: Remake tem primeira cena PERTURBADORA exibida no CinemaCon; Confira a descrição!

A primeira cena do remake de ‘Suspiria‘ foi exibida no CinemaCon, e tem sido descrita na internet como “extremamente nojenta” e “difícil de assistir”.

Confira as primeiras impressões abaixo:

“Hmmm, eu estou traumatizada depois de ver uma cena de ‘Suspiria’ em que a Dakota Johnson controla o corpo de outra mulher enquanto ela dança. O corpo da mulher literalmente parte ao meio. Ela é, tipo, destruída. Babando, irinando, sangrando. É… pesado.”

“Primeiro clipe de ‘Suspiria’ mostra uma dançarina sendo jogada telecineticamente como uma boneca de pano em uma sala espelhada, ossos quebrando, tornando-se uma bagunça contorcida. Muito horrível e difícil de assistir. Este filme fará a maioria das pessoas se sentirem desconfortáveis.”

Luca Guadagnino apresentou uma cena do seu remake ‘Suspiria’; há um tom sépia dos anos 70… e uma das cenas mais perturbadoras envolvendo o corpo humano. Eles foram com tudo e deixaram a audiência do CinemaCon sem fôlego. Simplesmente brutal com uma melodia gentil. Caramba… Me chame pelo seu corpo retorcido.”

No filme, “Uma jovem americana dançarina de ballet viaja até uma prestigiada escola de dança na Europa, apenas para descobrir que existe algo mais sinistro e sobrenatural. Ela se torna cada vez mais assustada conforme uma série de assassinatos terríveis acontece, e segredos sombrios da escola vêm a tona.”

O remake foi dirigido por Luca Guadagnino , que recentemente foi nomeado ao Oscar pelo seu trabalho em ‘Me Chame Pelo seu Nome‘.

Dakota Johnson irá interpretar Susie Bannion no remake.

O elenco ainda inclui Chloe Grace-Moretz, Tilda SwintonMia GothSylvie TestudAngela WinklerMałgosia BelaLutz Ebersdorf e Jessica Harper.

 

‘Close’: Novo filme de ação da Netflix com Noomi Rapace ganha trailer; Assista!

A Netflix divulgou o trailer de ‘Close‘, novo filme de ação estrelado por Noomi Rapace.

Confira:

O filme é dirigido por Vicky Jewson, que co-escreveu o roteiro ao lado de Rupert Whitaker.

Para proteger uma herdeira contra sequestradores altamente treinados, a especialista em segurança Sam (Rapace) precisa solucionar uma trama sinistra enquanto luta pela própria sobrevivência.

O longa será lançado na plataforma no dia 18 de janeiro.

 

‘(Des)Encanto’: 2ª temporada ganha teaser; Trailer será lançado semana que vem!

A Netflix divulgou o primeiro teaser da 2ª temporada da animação adulta ‘(Des)Encanto‘ (Disenchantment).

O trailer completo será lançado na próxima semana!

Confira o vídeo:

O próximo ciclo será lançado na plataforma no dia 20 de setembro.

Criada por Matt Groening (‘Os Simpsons‘), a série já está renovada para mais duas temporadas, garantindo sua continuidade até, pelo menos, 2021.

A trama é ambientada no reino medieval de Dreamland, onde acompanhamos as desventuras da jovem princesa Bean, seu companheiro Elfo e seu demônio Luci. Ao longo do caminho, o trio excêntrico encontrará ogros, sprites, harpias, trolls, morsas e muitos tolos humanos.

A produção tem as vozes de Abbi Jacobson, Eric André, Nat Faxon, John DiMaggio e Tress MacNeille.

‘O Mandaloriano’: Timothy Olyphant entra para o elenco da 2ª temporada

De acordo com o THR, Timothy Olyphant (‘Santa Clarita Diet‘) entrou para o elenco da 2ª temporada de ‘O Mandaloriano‘.

Detalhes sobre o seu papel não foram revelados.

Vale lembrar que as gravações da segunda temporada foram completadas antes da pandemia de coronavírus e deve estrear ainda em 2020. Além disso, a série já está renovada para a 3ª temporada.

Criada por Jon Favreau (do live-action ‘O Rei Leão‘), a série se passará no mesmo universo da franquia ‘Star Wars‘.

A trama se passa depois da queda do Império e antes da insurgência da Primeira Ordem. A narrativa segue a jornada de um artilheiro solitário nos confins da galáxia, longe da autoridade da Nova República.

O elenco conta com Pedro PascalGina CaranoGiancarlo EspositoEmily SwallowCarl WeathersOmid Abtahi, Nick Nolte e Werner Herzog.

‘The Black Phone’: Ethan Hawke entra para o elenco do novo terror do diretor de ‘Doutor Estranho’

De acordo com o THR, Ethan Hawke (‘Uma Noite de Crime‘) entrou para o elenco de ‘The Black Phone‘, novo terror dirigido por Scott Derrickson (‘Doutor Estranho‘).

Hawke interpretará o sequestrador da trama.

O longa marcará a reunião entre o ator e o diretor, que já trabalharam juntos no terror ‘A Entidade‘.

O elenco ainda conta com Jeremy Davies, Mason ThamesMadeleine McGraw.

O roteiro, baseado em um conto de Joe Hill, foi escrito por Robert Cargill.

A história gira em torno de um menino sequestrado que recebe uma ligação fantasmagórica de um celular quebrado.

Blumhouse supervisionará o projeto.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Roteirista de ‘Pânico na Floresta’ comandará novo terror da Blumhouse

De acordo com o Bloody Disgusting, Alan McElroy, roteirista do slasher ‘Pânico na Floresta‘ (e do seu reboot, intitulado ‘A Fundação‘), irá comandar ‘Help‘, novo terror da Blumhouse.

Além de dirigir, McElroy também será responsável pelo roteiro da produção.

Infelizmente, detalhes sobre a trama não foram divulgados.

Tyler Perry e Jason Blum servirão como produtores através do Tyler Perry Studios e Blumhouse Productions, respectivamente.

As filmagens estão programadas para começarem em 2022, em Atlanta.

O terror ainda contará com Tim Palen como produtor do projeto.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘A Lista Terminal’: Série de suspense com Chris Pratt ganha novo trailer EXPLOSIVO; Confira!

O Prime Video divulgou o novo trailer explosivo da vindoura série de suspense ‘A Lista Terminal‘, estrelada por Chris Pratt (‘A Guerra do Amanhã’).

Confira:

A produção irá estrear oficialmente no dia 1º de julho.

Baseado no romance homônimo de Jack Carr, ‘A Lista Terminal‘ acompanha James Reece (Chris Pratt) depois que todo o seu pelotão das Forças de Operações Especiais da Marinha dos Estados Unidos (Navy SEALs) é emboscado durante uma missão secreta de alto risco. Reece volta para casa, para sua família com memórias conflitantes do evento e perguntas sobre sua culpa no acontecimento.

No entanto, à medida que novas evidências vêm à tona, Reece descobre que forças obscuras estão trabalhando contra ele, colocando em risco não apenas sua vida, mas também a vida daqueles que ele ama.

Além de Pratt, a série é estrelada por Constance Wu, Taylor Kitsch, Jeanne Tripplehorn, Riley Keough, Arlo Mertz, Jai Courtney, JD Pardo, Patrick Schwarzenegger, LaMonica Garrett, Stephen Bishop, Sean Gunn, Tyner Rushing, Jared Shaw, Christina Vidal, Nick Chinlund, Matthew Rauch, Warren Kole e Alexis Louder, entre outros.

Oscar Isaac vai investigar serial killer na nova série de suspense da Amazon

De acordo com o Deadline, Oscar Isaac (‘Cavaleiro da Lua’) vai estrelar a série de suspense ‘Helltown‘, que está sendo desenvolvida pela Amazon Studios.

A produção será baseada no livro homônimo de Casey Sherman.

Na trama…

“Antes de ser um autor renomado, Kurt Vonnegut (Isaac) era um romancista fracassado e vendedor de carros que vivia com sua esposa e cinco filhos em Cape Cod. Em 1969, quando duas mulheres desaparecem e, posteriormente, são encontradas assassinadas nas dunas de areia nos arredores de Provincetown, Kurt se torna obcecado pelo caso e começa a investigar o serial killer, formando uma perigosa ligação com o principal suspeito.”

Ed Berger (‘Nada de Novo no Front’) será responsável pela direção e também servirá como produtor executivo.

Além de estrelar, Isaac também servirá com produtor executivo ao lado de Robert Downey Jr. e Susan Downey.

Com 8 episódios encomendados, a produção contará com Mohamad El Masri (‘Ruptura’) como showrunner.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Primeiras reações de ‘Eco’, nova série da Marvel, são EXTREMAMENTE POSITIVAS: “Violenta e brutal”

Com estreia programada para amanhã (10), a nova série da Marvel, intitulada ‘Eco‘, já teve suas primeiras impressões divulgadas – e as reações são extremamente positivas.

Os críticos não pouparam elogios à produção, destacando as cenas de ação, o inteligente uso de libras e o tom diferente das outras séries da Marvel. Além disso, as performances dos atores Alaqua Cox e Vincent D’Onofrio foram universalmente aclamadas.

Confira as reações dos críticos:

“‘Eco’ é fenomenal! Cheia de cenas de ação, cultura e uma nova direção para o MCU. Essa produção é uma jornada divertida que me fez ficar animado com as futuras séries da Marvel. Alaqua Cox é uma estrela.”

“‘Eco’ é brutal, inesquecível e implacável. Alaqua Cox e Vincent D’Onofrio trazem um grau de profundidade ao MCU que não vemos desde a série do ‘Demolidor’. A narrativa é complexa e cativante, enquanto as cenas de ação são ricas e violentas.”

“‘Eco’ é uma série focada, com uma narrativa interessante misturada com ação brutal, ótimos personagens e uma retratação poderosa da comunidade indígena. Alaqua Cox impressiona e brilha nesta nova direção do MCU. O retorno de Vincent D’Onofrio como o Rei do Crime é legendário.”

“‘Eco’ é uma série cheia de cenas de ação! Alaqua Cox é uma ótima protagonista e a incorporação da família, libras e as tribos nativo-americanas são excelentes! O Rei do Crime está de volta! No entanto, a história parece um pouco apressada, o que prejudica seu charme e personagens.”

“Tive a sorte de conferir os três primeiros episódios de ‘Eco’ na última semana. Alaqua Cox consegue transmitir sem esforço a dor, a raiva e a ambição da Maya Lopez através de uma comunicação não verbal. O uso de libras na série é fantástico! Estou ansioso para saber como a narrativa irá terminar.”

“‘Eco’ é brutal e violenta. Sua história é enraízada na herança indígena e é carregada pelas performances de Alaqua Cox e Vincent D’Onofrio. A trama leva um pouco de tempo para começar, mas uma vez que a ação começa… é incrível.”

Além de Alaqua Cox, a série também conta com Charlie Cox, reprisando seu papel de Demolidor, e Vincent D’Onofrio de volta como Rei do Crime.

Toda casa tem seus segredos no teaser de ‘Quem Vê Casa’, nova série da Netflix com Lisa Kudrow

A Netflix divulgou o primeiro teaser de ‘Quem Vê Casa…‘ (No Good Deed), nova série de comédia sombria estrelada por Lisa Kudrow (‘Friends’).

Confira:

A produção será lançada na plataforma no dia 12 de dezembro.

Liz Feldman (‘Disque Amiga para Matar’) é responsável pela série. Ela também servirá como showrunner e produtora executiva ao lado de Will Ferrell e Jessica Elbaum.

“Três famílias muito diferentes competem para comprar a mesma vila de estilo espanhol da década de 1920, que eles acham que resolverá todos os seus problemas. Mas, como os vendedores já descobriram, às vezes a casa dos seus sonhos pode ser um pesadelo total.”

O elenco ainda conta com Linda Cardellini, O-T Fagbenle, Abbi Jacobson, Denis Leary, Poppy Liu, Teyonah Parris, Ray Romano e Luke Wilson.

Oito episódios foram encomendados para a primeira temporada.

Adaptação de ‘Torre do Terror’ ainda irá acontecer? Scarlett Johansson responde!

Em entrevista ao Entertainment Weekly, Scarlett Johansson (‘Jurassic World: Recomeço’) revelou que a adaptação de ‘Torre do Terror‘, baseada na popular atração do parque temático da Disney, ainda está em desenvolvimento.

A atriz afirmou que tem sido difícil construir uma narrativa, mas que o projeto está lentamente ganhando forma.

“É algo difícil de se adaptar. É mais difícil do que as pessoas imaginam, porque há pouca narrativa envolvendo a atração. Não quero dizer que é uma mitologia rasa, mas meio que é.”

Ela completa, “O mistério é parte da atração. E esse é o projeto divertido de se fazer parte, pois tem um potencial ilimitado, mas se provou muito difícil de adaptar. No entanto, nós vamos descobrir um jeito. A adaptação está tomando forma.”

Taika Waititi (‘Thor Ragnarok’) será responsável pela direção.

Waititi e Johansson já haviam trabalho juntos no aclamado ‘Jojo Rabbit‘, que rendeu uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante para Johansson, e a vitória por Melhor Roteiro Adaptado para Waititi.

“Milagrosamente, qualquer rivalidade entre a Disney e Johansson foi dissipada. A atriz permanece envolvida com o Disney e estrelará ‘Torre do Terror’, baseada na popular atração temática, que contará com a direção do Taika Waititi. A atriz revelou que ainda visita o parque da Disney ao menos 10 vezes por ano, e adora discutir sobre os filmes do estúdio,” reportou o site.

Josh Cooley, conhecido por seu ovacionado trabalho nas animações ‘Divertidamente‘ e ‘Toy Story 4‘, assinará o roteiro.

‘Torre do Terror’ será baseado na popular atração temática dos parques do complexo Disney, que foi construída como um elevador de queda livre. Vale lembrar que ela já ganhou uma adaptação em filme para televisão em 1997, estrelando Steve GuttenbergKirsten Dunst.

A atração não seria a primeira a ganhar uma releitura em live-action, considerando que a Casa Mouse já lançou a franquia Piratas do Caribe, o terror Mansão Mal-Assombrada e está prestes a divulgar o aguardado Jungle Cruise.

Johansson já foi indicada duas vezes ao Oscar pelos filmes Jojo Rabbit‘História de um Casamento’. Ela também reprisará seu papel como Natasha Romanoff em Viúva Negra, que chega em 09 de julho ao Disney+, e participará do remake de A Pequena Loja dos Horrores e da sequência ‘Sing – Quem Canta Seus Males Espanta 2’.

Maika Monroe confirma ‘Corrente do Mal 2’ como seu PRÓXIMO projeto: “Será muito sombrio”

Em entrevista ao podcast Happy Sad Confused, Maika Monroe (‘A Mão que Balança o Berço’) declarou que a aguardada sequência ‘Corrente do Mal 2‘ (They Follow) finalmente sairá do papel.

A atriz confirmou que a continuação será seu próximo projeto, e as filmagens devem começar muito em breve.

“Vamos filmá-la! [A sequência ‘Corrente do Mal 2’] será meu próximo trabalho. Será muito sombria. Nós realmente vamos ultrapassar os limites com este novo filme. Até mesmo lendo o roteiro, você tem uma sensação de nostalgia, com os movimentos lentos da câmera e tudo mais.”

Anteriormente, a artista havia revelado detalhes sobre a trama: “[O roteiro] está incrível. [A sequência] será muito diferente do longa original. Acho que o primeiro filme é um pouco mais intenso e dramático, e sinto que esta sequência é mais realista. A trama acompanha a história de duas mulheres que estão lidando com muita coisa mentalmente. Achei uma abordagem bem interessante.”

Crítica | Corrente do Mal – Uma carta de amor aos anos 70

Vale lembrar que o estúdio NEON, responsável por supervisionar o projeto, já divulgou o primeiro cartaz da sequência:

Sucesso nos cinemas, ‘Corrente do Mal‘ arrecadou US$ 21.5 milhões, com um orçamento de apenas US$ 2 milhões. Além disso, a produção se tornou extremamente popular no mercado de vídeo, tornando-se um enorme sucesso em VOD.

Algo apavorante está rondando os adolescentes de um subúrbio de Detroit. A bela Jay, de 19 anos, não parece perceber: ela aproveita o outono ao lado de sua irmã Kelly, de seus amigos de escola e de seu novo namorado, Hugh, com quem faz sexo pela primeira vez. Após o ato, porém, ela não consegue evitar a sensação de que alguém – ou algo – está seguindo todos os seus passos. À medida que a ameaça torna-se mais real, Jay e seus amigos descobrem que ela se tornou o principal alvo de uma força macabra e inexplicável.

‘All The Money In The World’: Charlie Plummer entra para drama de Ridley Scott

O próximo projeto de Ridley Scott, ‘All The Money in The World’, está com seu elenco principal completo, com o acréscimo de Charlie Plummer à trama. O ator interpretará o jovem J. Paul Getty III, que foi sequestrado e perdeu uma de suas orelhas.

O drama baseado em fatos reais já conta com Mark Wahlberg, Kevin Spacey e Michelle Williams.

Williams interpretará Gail Harris e Spacey viverá o magnata J. Paul Getty.

All The Money In The World’ se centra nos anos 70 e conta um caso de sequestro envolvendo Paul Getty, neto do magnata J. Paul Getty.

Sequestrado durante a noite, o jovem foi mantido acorrentado em uma caverna por seis meses e um resgate equivalente a US$ 17 milhões foi solicitado da família

Na história real, o avô não acreditou no sequestro no princípio e supôs que o jovem Paul tivesse inventado e planejado tudo, o que fez com que ele se negasse a pagar o resgate. Nem o próprio clamor da mãe do rapaz, Gail Harris, que já estava divorciada do filho do milionário e havia recusado seu dinheiro para criar seus filhos sozinha, foi suficiente para convencê-lo.

Até que então uma das orelhas do Paul foi cortada e enviada para a família e eventualmente US$ 2,9 milhões foram pagos. O ocorrido afetou a vida inteira do jovem, que morreu com apenas 54 anos. Nove dos sequestradores foram presos.

O caso quase foi adaptado para os cinemas em 2007, com Peter Berg associado ao projeto. A nova produção será feita a partir do roteiro de David Scarpa e as filmagens serão feitas na Itália, no mês de maio.

‘Scarface’: David Ayer deixa o remake e Antoine Fuqua negocia assumir

As coisas não estão caminhando tão rapidamente para a realização do remake de ‘Scarface’.

Após a saída de David Ayer do comando da produção, o filme teve mais duas baixas. A primeira é a perda da data de lançamento. Sem um diretor para conduzir o roteiro, o remake não mais chegará aos cinemas no dia 10 de agosto deste ano.

Além disso, o Deadline relata que o mexicano Diego Luna já não é mais certo para protagonizar o filme. O portal pontuou que devido à falta de um prazo para início, término e lançamento de ‘Scarface’, ele provavelmente estará inapto a trabalhar na produção e conciliar com seus demais projetos.

Em contrapartida, uma boa notícia pode colocar o filme em movimento com um pouco mais de agilidade. O cineasta Antoine Fuqua voltou a conversar com a Universal sobre a possibilidade de dirigir a obra.

Joel e Etan Coen (‘Fargo: Uma Comédia de Erros‘) roteirizam o remake.

O projeto fará uma atualização do personagem para os dias de hoje. A história será centrada em um imigrante mexicano, que “através de uma campanha ambiciosa e implacável, corre atrás do ‘sonho americano’ – seja isto o que for nesta década.”.

O personagem deve se envolver com o cartel de drogas em Los Angeles.

O primeiro filme protagonizado pelo gângster com a cicatriz no rosto foi ‘Scarface – A Vergonha de uma Nação‘, dirigido por Howard Hawks e Richard Rosson em 1932. A inspiração para o roteiro foi o mafioso real Al Capone, que tinha o apelido de “Scarface”.

O cineasta Brian De Palma usou o longa como inspiração para seu ‘Scarface‘, que teve Al Pacino no papel do protagonista. Escrito por Oliver Stone, o remake de 1983 é mais conhecido que o original e notório por sua violência. Nessa versão, o italiano Tony Camonte se tornou Tony Montana, um refugiado cubano.

‘Os Mandalorianos’: Pedro Pascal divulga nova arte conceitual de série de’Star Wars’

A produção da nova série do universo ‘Star Wars’, intitulada ‘Os Mandalorianos‘, continua caminhando em ritmo acelerado e o astro Pedro Pascal compartilhou uma nova imagem, que traz a arte conceitual do personagem título.

Confira:

 

Ao divulgar o nome oficial da produção, Jon Favreau também revelou novos detalhes da trama:

“Depois das histórias de Jango e Boba Fett, outro guerreiro emerge no universo de ‘Star Wars’. ‘Os Mandalorianos’ se passa depois da queda do Império e da emersão da Primeira Ordem. Seguimos a labuta de um pistoleiro solitário nos confins da galáxia, longe da autoridade da Nova República…”

Confira:

 

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#starwars #TheMandalorian

Uma publicação compartilhada por Jon Favreau (@jonfavreau) em

O diretor já esteve envolvido com Star Wars antes, emClone Wars (a série animada), e fez uma participação em Han Solo: Uma História Star Wars.

A série deve ser lançada no final de 2019.

‘Star Wars’: Criadores da série de ‘Game of Thrones’ produzirão os novos filmes

 

Crítica Sundance | Miss Americana: Documentário da Taylor Swift é efêmero e superficial

Filme assistido durante o Festival de Sundance 2020

Existe uma inegável expectativa quando se trata da estreia de um documentário sobre um artista de grande prestígio em festivais de cinema. Aqui, os rumos e o ritmo do cinema arte conceitual são traçados e é natural que haja essa inerente cobrança da qualidade fílmica quando um longa chega a lugares como o Sundance. E Miss Americana entrou no lineup como aquela suposta mistura eficiente entre o POP e o cult, que atrai os olhos do mundo para o festival independente. Pelo menos, era essa a premissa da cineasta Lana Wilson. No entanto, a produção acaba se transformando em uma pseudo propaganda da artista, que ao invés de finalmente ser genuinamente franca diante do público, prefere escolher o que compartilhar e como compartilhar.

Inicialmente, Miss Americana tenta se apresentar como aquele tipo de documentário sem censura que as audiências americanas tanto adoram. Trazendo a artista entre tomadas de shows arquitetônicos e vídeos caseiros de sua infância, o longa se abre com a própria Taylor aparentemente disposta a ser realista quanto aos seus complexos de inferioridade e suas consequências em sua vida pessoal e profissional. Mas optando por ser seletiva naquilo que pretende revelar, a artista devaneia sobre coisas que pouco importam, na expectativa de que aquilo produza o nível de identificação que ela perdera com o público mais distante, após uma sucessão caótica de desencontros, contratempos com artistas e tretas protagonizadas por ela mesma.

Tentando se desmistificar diante da audiência, TS parece fazer uma mea culpa pelo período em que suas atitudes eram o reflexo de uma busca por aprovação alheia, comportamento que lhe rendeu o título de queridinha da América. A fim de explicar a prisão emocional que sua insegurança lhe submetera, ela relata fatos publicamente muito bem conhecidos por sua própria ótica, mas esquece do aspecto mais fundamental que deveria calcar sua percepção: a franqueza de ir além do óbvio e do raso. Procurando contar apenas aquilo que lhe é mais conveniente, ela descarta a possibilidade de ser realista sobre os impactos de suas melhores e piores escolhas, se mantendo sempre evasiva em suas reflexões. E a documentarista Lana Wilson falha em não cruzar tal limite, fazendo com que Miss Americana por fim se torne um especial dedicado aos fãs da artista que dominam pouco (ou nada) a arte de uma narrativa documental eficiente.

Indo na contramão de Gaga: Five Foot Two, também produzido pela Netflix, e de Jane Fonda em Cinco Atos, da HBO – ambos lançados em festivais, Miss Americana não consegue ser genuinamente cru e vulnerável, não despe a cantora de maneira honesta e torna a experiência cinematográfica incompleta e pouco envolvente. Ao abreviar sua própria história diante das câmeras, o documentário ainda faz um desserviço às vítimas de distúrbios alimentares, quando Taylor Swift – famosa por verbalizar a plenos pulmões suas opiniões – se esquiva da oportunidade de mergulhar na anorexia que sofreu em virtude dos comentários maldosos que já recebeu. Perdendo a chance de tratar a temática de maneira mais imersiva, ela acaba ignorando a valiosa chance que tem de ajudar sua gigantesca fanbase e o público em geral que terá acesso ao título pela Netflix.

Com um rico material caseiro que ajuda a segurar a falta de substância da narrativa, Miss Americana é uma deslocada promessa não cumprida. Vago em sua argumentação, a produção traz uma direção simples, peca em alguns cortes e na montagem de alguns takes caseiros e nos deixa à deriva, diante de uma Taylor Swift que, embora sustente um sucesso musical astronômico, brilha de forma efêmera e passageira diante das telonas. 

‘A Primeira Noite De Crime’ já está disponível na Netflix

O terror ‘A Primeira Noite de Crime’, quarto filme da franquia The Purge, já está disponível na plataforma de streaming da Netflix. A produção teve a sua estreia na grade de programação nesta quarta-feira (23).

A Primeira Noite de Crime’ conta a história de origem do Expurgo – sobre a primeira vez que o “evento” aconteceu.

Para empurrar a taxa de criminalidade abaixo de um por cento para o resto do ano, os novos pais fundadores da América tentam um experimento sociológico radical que permite aos cidadãos desabafar sua agressão por uma noite em uma comunidade isolada. A ideia logo explode em toda a nação quando a violência dos opressores atinge a raiva dos marginalizados.

O filme é dirigido por Gerard McMurray e estrelado por Y’lan Noel, Lex Scott Davis, Joivan Wade e Marisa Tomei.

Assista ao trailer legendado:

Confira TODAS as estreias da Netflix na ÚLTIMA semana de 2021

O ano está acabando, mas a Netflix preparou uma leva final de lançamentos, que chegam à grade de programação ao longo da última semana de 2021.

E desta vez, os fãs de ‘Cobra Kai‘ podem comemorar, pois a aguardada quarta temporada estreia no dia 31 de dezembro. Além disso, a amada novela ‘Café com Aroma de Mulher‘ e o aclamado drama ‘A Filha Perdida‘ também chegam na mesma data, para coroar o fim do ano.

E para você não perder nada, separamos a agenda completa de lançamentos, confira!

26/12

Lulli
Larissa Manoela é uma estudante de medicina que, após tomar um choque em uma máquina de ressonância magnética, começa a ouvir os pensamentos das pessoas.

27/12

Neruda
Quando um policial chileno se compromete a encontrar e capturar o poeta esquerdista Pablo Neruda, começa uma caçada frenética que coloca seus instintos à prova.

29/12

Café com Aroma de Mulher
Este remake da novela clássica de 1994 conta a história de amor entre a apanhadora de café Gaviota e Sebastián, herdeiro da aristocracia cafeeira.

Gente Ansiosa
Um assaltante de banco fracassado se tranca em um apartamento com um corretor de imóveis, dois viciados em decoração, uma grávida, um milionário suicida e um coelho.

Cena do Crime – O Assassino da Times Square
Uma nova parte da série documental sobre crimes contemporâneos que têm relações arrepiantes com locais historicamente assombrados.

30/12

Kitz
Buscando vingança contra a garota que considera responsável pela morte do irmão, uma garçonete se infiltra no reluzente mundo das adolescentes ricas.

31/10

Cobra Kai: Temporada 4
Décadas depois da competição que mudou suas vidas, a rivalidade entre Johnny e Daniel está de volta nesta continuação da trilogia Karatê Kid.

Queer Eye: Temporada 6
O reality vencedor do Emmy volta para a sexta temporada.

Fique Comigo
Um novo mistério de Harlan Coben, que mistura muitas intrigas, dramas novelescos e segredos de arrepiar.

A Filha Perdida
As férias pacatas de uma mulher à beira-mar mudam de rumo depois que sua obsessão por uma jovem mãe hospedada nas proximidades traz à tona antigas lembranças. Com Olivia Colman.

‘Anônimo 2’| Connie Nielsen abre o jogo sobre o futuro e provoca fãs com pistas de possível 3ª sequência

A jornada do homem comum em busca de um novo propósito levou Bob Odenkirk para rumos inesperados no cinema, fazendo de Anônimo a descarga de adrenalina perfeita para os fãs de ação. Em meio aos frangalhos da pandemia, o longa de Derek Kolstad – mesmo responsável por John Wick – simbolizou um alívio para tempos sombrios, a redenção visceral e enérgica de uma audiência inquieta e enclausurada.

Três anos depois e um novo alvorecer já estabelecido, a dupla retorna ao lado do diretor Timo Tjahjanto e do corroteirista Aaron Rabin, dessa vez para uma jornada solar em meio ao quente verão norte-americano. Deixando para trás os sujos e escuros galpões tomados por sangue, o herói comum Hutch Mansell faz as malas com sua família e acidentalmente a leva consigo em uma inevitável e sangrenta jornada marcada por um prazeroso humor galhofa.

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E sob esse novo direcionamento, Connie Nielsen e sua personagem Becca se expandem nas telonas, nos apresentando uma perspectiva bem diferente que o longa de 2021 entregou. Readaptando a franquia para o formato de comédia de ação, Anônimo 2 traz a atriz mais envolvida do que nunca na complexa vida dupla de Hutch.

E sobre isso, ela conversou com o CinePOP, revelando detalhes do mais novo lançamento e compartilhando de que forma cada um dos elementos introduzidos em sua personagem preparam a audiência para uma possível terceira sequência. Se no primeiro filme Becca era o porto seguro emocional de Hutch, na sequência ela entra de vez no campo de batalha — literalmente.

“Já no primeiro filme, os produtores me disseram que queriam desenvolver mais a personagem. Em Anônimo 2, conseguimos manter a verdade emocional do casal, mas começamos a abrir a ‘caixa de segredos’ deles”, contou. Para Nielsen, a dinâmica familiar permanece central, mas o público começa a entender melhor o passado e as habilidades ocultas do casal. “Esses dois são profissionais em guardar segredos e aos poucos o público vai descobrindo quem eles realmente são”.

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E desa vez, um dos maiores desafios para a atriz foi encarar cenas subaquáticas. “Eu tive que aprender a nadar de forma convincente. Eu sei que parece engraçado, mas, mesmo sendo da Dinamarca, nadar nunca foi meu ponto forte. Treinei bastante para uma cena de mergulho e para fazer um stunt subaquático que era absolutamente lindo, mas desafiador. Eu estava insegura no início, e foi uma curva de aprendizado enorme. E é isso que eu amo no meu trabalho: transformar inseguranças em conquistas”, comentou com um sorriso no rosto.

Nielsen, que já interpretou diversas personagens fortes no cinema, ainda comentou sobre a abordagem feminina nas telonas e como a indústria está explorando olhares mais sensíveis para esse nicho. “O cinema está cada vez mais disposto a mostrar as mulheres como elas realmente são. Antropologia e história já provaram que sempre houve mulheres guerreiras, desde a pré-história. E quando uma mulher vê isso na tela, ela se sente validada. E eu acho maravilhoso que filmes como Anônimo explorem essa realidade sem cair no estereótipo”.

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A chegada do diretor Timo Tjahjanto também trouxe uma nova energia para o universo de Anônimo, conforme ponderado pela veterana. Segundo a atriz, a expertise do cineasta indonésio impactou diretamente no resultado final do longa, unindo elemento aparentemente díspares em uma harmônica narrativa.

“Timo tem um coração enorme. Ele é sensível, gentil e ao mesmo tempo um diretor de ação absolutamente brilhante. Essa combinação é rara. O filme ficou extremamente equilibrado, com espaço para todos os personagens brilharem. E claro, temos vilões excelentes. É como se ele conseguisse misturar a alegria de uma criança com uma técnica impecável”.

E agora que a abordagem narrativa da franquia ganhou novos desdobramentos a partir do desenvolvimento de seus personagens principais, as expectativas em relação ao futuro da família Mansell ganham novas cores. Com a sequência absorvendo a comédia para dentro desse submundo de um assassino de aluguel, paira no ar algumas dúvidas sobre os próximos rumos de Anônimo. Segundo Nielsen, as possibilidades existem e são latentes, mas tudo depende da recepção nas bilheterias.

“Obviamente, tudo isso é algo que adoraríamos continuar explorando. Se todos forem assistir a este filme no cinema, teremos a chance de mostrar muito mais sobre Hutch e Becca. E acreditem: ainda há muitos segredos que vocês não conhecem. Mal posso esperar para revelar mais!”

O longa já está em exibição nos cinemas.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Timo Tjahjanto retorna à direção.

Quatro anos após ter enfrentado acidentalmente a máfia russa, Hutch ainda deve 30 milhões de dólares à organização criminosa e está pagando a dívida com uma sequência interminável de assassinatos de criminosos internacionais. Por mais que goste da ação explosiva do seu “trabalho”, Hutch e sua esposa Becca se veem sobrecarregados e se distanciando um do outro. Por isso, decidem levar os filhos para uma pequena viagem ao Wild Bill’s Majestic Midway and Waterpark — o único lugar onde Hutch e seu irmão Harry passaram férias quando eram crianças.

Com o pai de Hutch a reboque, a família chega à pequena cidade turística de Plummerville, ansiosa por um pouco de diversão ao sol. Mas quando um encontro trivial com alguns valentões locais coloca a família na mira de um operador corrupto de parque temático e de seu xerife duvidoso, Hutch se torna o alvo principal da chefe do crime mais insana e sanguinária que ele (ou qualquer um) já enfrentou.

O elenco ainda conta com Connie Nielsen, John Ortiz, RZA, Colin Hanks, Christopher Lloyd e Sharon Stone.

Kristen Stewart e Robert Pattinson podem trabalhar juntos novamente

Parece que um reencontro entre os astros Kristen Stewart Robert Pattinson nos cinemas está bem próximo. De acordo com rumores, os dois estariam em negociação para estrelarem um filme juntos, o primeiro que os reuniria desde o fim de A Saga Crepúsculo.

Uma fonte da revista OK! Magazine revelou:

“Kristen está mais hesitante do que Rob, mas ambos concordaram em discutir isso com mais calma. Separadamente, cada um deles diria sim na hora certa, mas trabalhar juntos não seria nada fácil para eles dada a histeria dos fãs que marcou o início de suas carreiras no cinema”

Vale lembrar que a dupla trabalhou juntos por cinco filmes da franquia ‘Crepúsculo’, além de namorarem por um tempo. O relacionamento dos dois acabou de forma conturbada, quando Stewart foi flagrada traindo Pattinson com o seu atual diretor, Rupert Sanders, em que trabalhou em Branca de Neve e o Caçador’.

A dupla tem buscado papeis menores desde o fim da Saga, o que tem rendido indicações para prêmios e elogios da crítica, comoPersonal Shopper (Kristen) e Bom Comportamento (Pattinson).

E vocês, gostariam de ver o ex-casal juntos novamente nos cinemas?

 

‘Morbius’: Jared Leto vai estrelar derivado sobre vilão do Homem-Aranha

Já alguns meses em desenvolvimento pela Sony, o filme solo de Morbius, o Vampiro Vivo’, derivado de Homem-Aranha focado no vilão, teve seus primeiros detalhes revelados.

Segundo a Variety, Jared Leto será o protagonista e Daniel Espinosa (‘Crimes Ocultos’) deve comandar o projeto, que deve começar a produção ainda este ano.

O site também afirma que o longa não irá afetar a participação de Leto em filmes da DC como o Coringa.

Uma sinopse preliminar foi divulgada, revelando que o filme será uma mistura de “horror com ação”. Confira:

“História de horror e ação de um cientista que, na tentativa de encontrar a cura para uma rara doença sanguínea, acidentalmente se transforma em um vampiro. Com nojo de si mesmo, ele decide caçar e punir aqueles que julga não serem merecedores da vida”

Recentemente, Burk Sharpless e Matt Sazama, mais conhecidos pelo recente reinício de Power Rangers da Lionsgate, enviaram um roteiro para a Sony.

Criado por Roy Thomas e Gil Kane, Michael Morbius era um bioquímico vencedor do Prêmio Nobel, que tentava descobrir a cura para um doença sanguínea, quando se transformou em um vampiro executando um experimento. Sua primeira aparição aconteceu na edição 101 de ‘The Amazing Spider-Man’, em 1971.

Morbius, porém, não é um vampiro convencional. Ele se alimenta de sangue e tem aversão à luz, mas suas vítimas não necessariamente viram vampiros. Entre suas habilidades, vale notar que ele é capaz de voar, tem força e velocidade sobre-humanas e capacidade de se curar.

O próximo filme da Sony sobre o universo do Aranha é ‘Venom’, com estreia marcada nos cinemas em 5 de Outubro de 2018.

Orlando Drummond, lendário dublador do Scooby-Doo, tem alta do hospital

Internado há cerca de dois meses por conta de uma infecção urinária, o ator e dublador Orlando Drummond, de 101 anos, teve alta do hospital Quinta D’Or, na Zona Norte do Rio de Janeiro.

A família não queria interná-lo por conta do momento da pandemia de Covid-19. Porém, como o ator já havia recebido as duas doses da vacina e a infecção voltou de forma grave, eles optaram por interná-lo.

Orlando ficou famoso no Brasil por interpretar o personagem Seu Peru, na Escolinha do Professor Raimundo. Ao longo de sua extensa carreira, ele também eternizou diversos personagens, dentre eles o Scooby-Doo. Por conta deste personagem, inclusive, que foi dublado por Drummond por mais de 35 anos, o lendário ator entrou para o Livro dos Records como dublador há mais tempo dando voz a um personagem.

Desejamos muita saúde a esse herói da arte nacional!

Incêndio na Cinemateca Brasileira: Entenda como essa tragédia foi anunciada!

No início da noite dessa quinta-feira, 29 de julho, por volta das 17hs, os brasileiros foram surpreendidos com a terrível notícia de um incêndio na Cinemateca Brasileira, em São Paulo. Cerca de três horas depois, o fogo foi confinado (o que significa que o prédio seguia queimando, mas o fogo não estava mais se espalhando para os lados). Neste momento, ainda não é possível saber a extensão do que se perdeu nesse enorme incêndio, mas uma coisa é fato: esta tragédia vinha sendo anunciada há tempos. Entenda:

A história

A Cinemateca Brasileira foi fundada em 1940 com o intuito de ser um lugar para estudar o cinema como arte independente, através de cursos, debates, projeções, etc. Na época, chamou-se Clube de Cinema de São Paulo. No ano seguinte, foi fechada pelos órgãos de repressão da ditadura militar do Estado Novo. Em 1946, foi aberto o segundo clube, e, três anos depois, se tornou a Filmoteca do MASP. Em 1956 desligou-se do MASP e se tornou a Cinemateca Brasileira, uma sociedade civil sem fins lucrativos.

Incêndios

No ano de 1957 – um ano após tornar-se uma fundação – a Cinemateca sofreu seu primeiro incêndio, por causa da autocombustão sofrida pelos filmes em suporte de nitrato de celulose, que destruiu as instalações. Em 1969 ocorreu o segundo incêndio, já nas instalações do Parque Ibirapuera. Em 1982 houve o terceiro incêndio sofrido pela Cinemateca, o que agravou as dificuldades financeiras da instituição. Depois de ser incorporada em 2003 à Secretaria do Audiovisual, do Ministério da Cultura, passou por um período de grande difusão do audiovisual brasileiro, entre 2008 e 2013. No início de 2016, porém, houve o quarto incêndio no local, o maior até então, que resultou na perda de mais de mil rolos de filmes em nitrato de celulose. Na noite de 29 de julho de 2021, porém, a Cinemateca sofreu o seu pior e mais devastador incêndio de sua história.

Acervo

O acervo da Cinemateca é enorme e inclui cartazes de filmes, acervo não fílmico (documentações, coleções, catalogações, arquivos e bibliotecas relacionadas), além de rolos de filmes originais de ficção e documentário. Há material fílmico do exército brasileiro, da Fundação Roquette Pinto, roteiro de longa-metragens, teses, dissertações e cerca de 245 mil rolos de filmes, referentes a mais de 30 mil títulos.

Dificuldades financeiras

Em junho de 2020, os amigos da Cinemateca, funcionários e cineastas fizeram um grande protesto na porta da fundação, denunciando a falta de pagamento de salários aos trabalhadores, que estavam há três meses sem receber. Além disso, o protesto também denunciou o estrangulamento financeiro que a Cinemateca vinha sofrendo nos últimos três anos, com corte de verbas e congelamento de contratos, além dos já mencionados atrasos nos pagamentos de salários e materiais básicos para o funcionamento do prédio.

Demissão em massa

Em 7 de agosto, a Fundação Roquette Pinto, que estava administrando a Cinemateca, entregou as chaves do prédio, impossibilitada de continuar seu trabalho sem o repasse da verba federal. Menos de uma semana depois, o governo federal assumiu a administração da Cinemateca, e, como sua primeira medida, simplesmente demitiu todos os 52 funcionários do prédio. A partir daí, todas as atividades do prédio foram interrompidas (o prédio estava até então fechado para público por conta da pandemia), incluindo as pesquisas e conservações que ocorriam internamente. Nenhum novo funcionário foi contratado, apenas seguranças e bombeiros terceirizados.

Regina Duarte

Após rápida passagem no comando Secretaria Especial da Cultura do governo federal, a atriz Regina Duarte recebeu a promessa do presidente Jair Bolsonaro de se tornar a nova diretora da Cinemateca Brasileira. Entretanto, mais de um ano depois do anúncio, feito em maio de 2020, a ex-secretária de cultura ainda não tinha sido nomeada oficialmente para o cargo. Ou seja, a Cinemateca Brasileira passou um ano inteiro sem ter ninguém na gerência de suas atividades.

Mário Frias

O atual secretário de Cultura do governo federal, o ator Mário Frias, que solicitou a entrega das chaves da Roquette Pinto, não priorizou a Cinemateca Brasileira em sua gestão. Além de pedir as chaves, fechar as portas, congelar verbas e demitir todo mundo, não empossou a Regina Duarte (nem nenhuma outra pessoa) no comando da instituição. Hoje, após o incêndio, o secretário – que está em Roma neste momento – declarou que cogita a possibilidade de o incêndio ter sido criminoso e diz ter solicitado perícia à PF.

Manifesto dos trabalhadores

Em abril de 2021, os trabalhadores da Cinemateca se manifestaram publicamente nas redes sociais em defesa da memória cultural do local e alertando para os inúmeros perigos de incêndio que o acervo sofria, especialmente por falta de profissionais técnicos para lidar com os filmes.

 

O incêndio de 29 de julho de 2021

No fim da tarde dessa quinta-feira – sessenta anos após ser fechada pela ditadura militar – o prédio da Cinemateca Brasileira sofreu um novo incêndio, de maior proporção que os anteriores. Até o momento não é possível saber o que foi perdido de material intelectual e histórico da cultura brasileira, porém, nenhuma vida foi perdida. Sabe-se também que um governo que prioriza a cultura, a memória e a história de seu povo não permite que seu patrimônio seja queimado.