OPrêmio CinePOPestá de volta para mais uma edição especial onde celebramos, junto aos nossos queridos leitores, os melhores e mais populares filmes do ano passado.
Para montarmos a nossa lista, analisamos as produções que foram oficialmente lançadas no ano passado nos cinemas mundiais, incluindo em plataformas de streaming e/ou salas de cinema, ou exibidos em festivais nacionais e internacionais.
Seguindo os passos dos outros anos, os indicados estão divididos em duas categorias diferentes: as de votação popular, em que os nossos leitores poderão votar em seus longas-metragens e atuações preferidos; e as categorias de votação do júri, em que a própria equipe do CinePOP irá analisar aspectos técnicos dos títulos escolhidos, como Roteiro, Direção, Montagem, Fotografia, Música e Figurino.
A votação se estende até o dia 21 de fevereiro. Os vencedores serão revelados no dia 22 de fevereiro.
CATEGORIAS DE VOTAÇÃO POPULAR
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CATEGORIAS DE VOTAÇÃO DO JÚRI
MELHOR ROTEIRO (ORIGINAL OU ADAPTADO)
Christopher Nolan, Oppenheimer
Greta Gerwig & Noah Baumbach, Barbie
Tony McNamara, Pobres Criaturas
Celine Song, Vidas Passadas
Justine Triet & Arthur Harari, Anatomia de uma Queda
MELHOR DIREÇÃO
Alexander Payne, Os Rejeitados
Christopher Nolan, Oppenheimer
Martin Scorsese, Assassinos da Lua das Flores
Greta Gerwig, Barbie
Yorgos Lanthimos, Pobres Criaturas
MELHOR TRILHA SONORA ORIGINAL
Ludwig Göransson, Oppenheimer
Jerskin Fendrix, Pobres Criaturas
Mark Orton, Os Rejeitados
Mica Levi, A Zona de Interesse
Mark Ronson & Andrew Wyatt, Barbie
MELHOR CANÇÃO ORIGINAL
“What Was I Made For?”, Billie Eilish & Finneas O’Connell (compositores), Barbie
“Dance the Night”, Dua Lipa, Caroline Ailin, Andrew Wyatt & Mark Ronson (compositores), Barbie
“Hold On Tight”, Aaron Hibell, Boy Matthews, Dave LaBrel, Georgia Ku & Ivan Larionov (compositores), Tetris
“I’m Just Ken”, Andrew Wyatt & Mark Ronson (compositores), Barbie
“Can’t Catch Me Now”, Olivia Rodrigo & Dan Nigro (compositores), Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes
MELHOR FIGURINO Napoleão Barbie Assassinos da Lua das Flores A Zona de Interesse Pobres Criaturas
MELHOR FOTOGRAFIA Oppenheimer Pobres Criaturas Barbie Assassinos da Lua das Flores A Zona de Interesse
MELHOR MONTAGEM Pobres Criaturas Oppenheimer Assassinos da Lua das Flores Anatomia de uma Queda Os Rejeitados
MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO Barbie Pobres Criaturas Oppenheimer Os Rejeitados Assassinos da Lua das Flores
MELHOR MAQUIAGEM & CABELO Oppenheimer Os Rejeitados Pobres Criaturas Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes Barbie
MELHORES EFEITOS VISUAIS Guardiões da Galáxia Vol. 3 Missão Impossível: Acerto de Contas – Parte 1 Resistência John Wick 4: Baba Yaga Godzilla Minus One
‘Kung Fu Panda 4’ já tem data de estreia nos cinemas brasileiros.
Com lançamento agendado para 08 de março nos cinemas norte-americanos, a animação chega aqui duas semanas depois, em 21 de Março.
Confira a sinopse completa e o trailer dublado:
Nesta primavera, pela primeira vez em quase uma década, o astro da comédiaJack Black retorna ao papel de Po, o mestre de kung fu mais improvável do mundo, com um novo capítulo hilário da amada franquia de comédia de ação da DreamWorks Animation, ‘Kung Fu Panda 4‘.
Depois de três aventuras arriscando a vida para derrotar os mais poderosos vilões com sua coragem incomparável e incríveis habilidades em artes marciais, Po, o Dragão Guerreiro (Jack Black, indicado ao Globo de Ouro) é chamado pelo destino para… Ah, dá um tempo! Bem, para ser mais exato, Po foi escolhido para se tornar o Líder Espiritual do Vale da Paz.
A escolha é problemática por várias razões… óbvias. Primeiro, Po sabe tanto sobre liderança espiritual quanto sobre a dieta paleo(lítica). Além disso, ele precisa encontrar e treinar o mais rápido possível um novo Dragão Guerreiro antes de assumir sua nova imponente posição.
Pior ainda, recentemente, foi vista no Vale da Paz uma feiticeira perversa e poderosa, a Camaleoa* (Viola Davis, vencedora do Oscar), um pequeno lagarto-fêmea que pode se transformar em qualquer criatura, grande ou pequena. Camaleoa está de olho – com seus olhinhos brilhantes e gananciosos – no Cajado da Sabedoria de Po, que lhe daria o poder de trazer todos os vilões-mestres já derrotados por Po de volta ao reino espiritual.
Então, é claro, Po vai precisar de ajuda. Ele a encontra (mais ou menos?) na rápida e astuta ladra Zhen (Awkwafina, vencedora do Globo de Ouro), uma raposa-das-estepes que tira Po do sério, mas cujas habilidades serão inestimáveis. Em sua cruzada para proteger o Vale da Paz das garras reptilianas da Camaleoa, os dois vão formar uma inusitada dupla e aprender a trabalhar em parceria. Com isso, Po vai acabar descobrindo que os heróis podem surgir dos lugares e nos momentos mais inesperados.
‘Kungu Fu Panda 4‘ conta com o talento de voz de Dustin Hoffman, vencedor do Oscar como o mestre de Kung Fu, Shifu; James Hong (Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo) como o pai adotivo de Po, Sr. Ping; Bryan Cranston, indicado ao Oscar, como o pai biológico de Po, Li; e Ian McShane, indicado ao Emmy, como Tai Lung, ex-aluno e arqui-inimigo do Mestre Shifu. O ator vencedor do Oscar, Ke Huy Quan (Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo) integra o elenco no papel de Han, o líder do Covil de Ladrões, novo personagem da franquia.
‘Kung Fu Panda 4‘ tem direção de Mike Mitchell (Trolls, Shrek Para Sempre) e codireção de Stephanie Ma Stine (série She-Ra e as Princesas do Poder). Rebecca Huntley (Os Caras Malvados) assina a produção. Em 2008, ‘Kung Fu Panda‘, o capítulo inaugural indicado ao Oscar, tornou-se o filme de animação original de maior bilheteria da DreamWorks Animation e lançou uma franquia que arrecadou mais de US$ 1,8 bilhão nas bilheterias em todo o mundo.
O elogiado ‘Pobres Criaturas‘, dirigido por Yorgos Lanthimos e estrelado por Emma Stone, ultrapassou os US$ 100 milhões nas bilheterias mundialmente.
O filme já fez US$ 32 milhões nos EUA e US$ 67 milhões no mercado internacional.
‘Pobres Criaturas‘ recebeu onze indicações ao Oscar, incluindo Melhor Filme, Melhor Atriz e Melhor Direção.
Emma Stonedá vida à Bella Baxter, uma jovem trazida de volta à vida por Dr. Godwin Baxter (Willem Dafoe), um cientista excêntrico, mas brilhante.
O editor-chefe Renato Marafon conseguiu assistir a produção e traz a crítica em vídeo. E sim, a Emma Stone está simplesmente espetacular no filme como uma Bruna SurfistinhaFrankenstein…
Uma das criações mais brilhantes de Alasdair Gray, ‘Poor Things’ é uma revisão pós-moderna de ‘Frankenstein’ que traz, no lugar do monstro tradicional, Bella Baxter, uma linda jovem erotomaníaca trazida de volta à vida com o cérebro de um infante. A ambição de Godwin Baxter em criar a companheira perfeita se concretiza quando ele encontra o corpo afogado de Bella – mas seu sonho é ameaçado pelo amor ciumento do Dr. Archibald McCandless pela criação.”
Lembrando que Stone já trabalhou com o cineasta na aclamada e bizarra cinebiografia ‘A Favorita’, que lhe rendeu uma terceira indicação ao Oscar, dessa vez na categoria de Melhor Atriz Coadjuvante.
‘Avatar: A Lenda de Aang’ é considerada uma das produções animadas mais aclamadas do século – e não é por menos: exibida pela Nickelodeon e criada por Michael Dante DiMartino e Bryan Konietzko, a série quebrou todas as expectativas ao trazer temas de suma importância para discussão na sociedade, como perda, luto, regimes totalitários, ambição e guerra, através de um escopo voltado ao público infantil, ajudando a borrar os limites entre a programação mais jovem e mais adulta de forma duradoura. Não é surpresa, pois, que o título foi responsável por influenciar gerações subsequentes de investidas do gênero e se tornasse um estandarte de sucesso artístico.
Em 2010, M. Night Shyamalan resolveu trazer esse incrível universo ao cenário live-action com uma adaptação que errou em praticamente todos os aspectos, desde o embranquecimento dos personagens (um crime imperdoável, considerando a forte influência das culturas asiática e ártica na trama original), passando pela drástica escalação do elenco e culminando em uma condução pífia que o eternizou como um dos piores filmes da história do cinema. Tal qual foi nossa surpresa quando a Netflix resolveu investir esforços em sua própria releitura em live-action com uma antecipadíssima série – que, obviamente, deixaria os fãs inveterados da animação com um pé atrás. Todavia, considerando que a gigante do streaming criara um evento aplaudível com ‘One Piece’, era muito possível que o resultado fosse bem positivo.
Dito e feito, ‘Avatar: O Último Mestre do Ar’, ao longo de seus oito episódios, é uma das melhores entradas da plataforma e um sopro de frescor em meio a tantas adaptações malfeitas das últimas décadas, pegando a essência da animação dos anos 2000 e expandindo-a em um vibrante universo que será adorado por todos. Mais do que isso, é notável como o showrunner e criador Albert Kim faz questão de garantir que a obra seja destinada tanto àqueles que se aventuraram com Aang e seus amigos no passado, quanto aos que irão descobrir essa épica e gloriosa aventura fantástica. E nada disso poderia ter dado certo sem um elenco de peso e um comprometimento com a história que é simplesmente apaixonante de ver.
A trama é ambientada em mundo em que certas pessoas têm a capacidade de dobrar os quatro elementos naturais: água, fogo, terra e ar. Aang (Gordon Cormier), após ficar cem anos congelado, é acordado de seu sono profundo e relembra ser o Avatar, uma entidade mística com a capacidade de controlar todos os elementos, sendo responsável por manter a paz e a ordem. Entretanto, ele descobre que é o último dobrador do ar vivo e que todas as outras nações se submeteram às incursões imperialistas e totalitárias da Nação do Fogo, que deseja o controle máximo sobre todos. Aliando-se a Katara (Kiawentiio Tarbell) e a Sokka (Ian Ousley), irmãos pertencentes à Tribo da Água, ele parte em uma missão para dominar os elementos e garantir que o reino de caos que vem dominando o planeta chegue ao fim – enquanto é caçado pelo destemido e ambicioso Zuko (Dallas Liu), príncipe herdeiro da Nação do Fogo que foi exilado e que quer capturar o Avatar a fim de reconquistar sua glória e o respeito do pai, o perigoso Senhor do Fogo Ozai (Daniel Dae Kim).
Como é possível ver, o enredo baseia-se na clássica jornada do herói – que, até hoje, influencia diversas narrativas fantásticas. Apenas nos últimos anos, tivemos incursões desse gênero, como a recente ‘Percy Jackson e os Olimpianos’, do Disney+, e que fizeram um bom trabalho em condensar os arquétipos defendidos por Joseph Campbell. Aqui, tais explorações emergem em uma nostalgia tão atemporal que é impossível não se deliciar: cada elemento é tratado com a máxima cautela possível, desde a direção de arte, cujas cores contrastantes são amalgamadas com um profundo drama coming-of-age dos protagonistas, aos efeitos especiais, acompanhados de um saudosismo irrefreável, e às coreografias de combate, que permitem que o elenco se envolva em uma dança complexa em busca da vitória.
Cormier é o nosso destaque e, além de se aproveitar dos trejeitos do Aang original, fornece mais camadas ao personagem-título e o eterniza de forma impecável. Mas ele não está sozinho nessa empreitada e divide os holofotes com Tarbell, cuja interpretação como Katara é deliciosamente deslumbrante do começo ao fim; Liu é outra adição ao elenco que nos instiga desde o momento em que aparece nas telinhas, trazendo as mágoas e os traumas de Zuko à tona conforme ele se demonstra sedento por uma provação que, de fato, não faz mais sentido. Temos também a presença de Elizabeth Yu em caráter um pouco menos regular como a psicótica irmã de Zuko, Azula, cujo único objetivo é afofar o ego do pai e ascender ao trono às custas do irmão – e compelida a destruir todos à sua volta em um tour-de-force faminto por vingança. Ousley, por sua vez, fica um pouco apagado em meio a tantas atuações impecáveis – mas isso não quer dizer que esteja ruim, muito pelo contrário.
Kim, unindo forças com uma equipe bastante habilidosa, tem em mãos uma missão complicada; todavia, ao dar seu máximo para o que o live-action funcione, ele permite a si próprio esquadrinhar elementos que não apareceram na animação, ampliando a personalidade dos personagens e prezando por uma construção ao mesmo tempo episódica e contínua – delineando uma carta de amor à obra de DiMartino e Konietzko de forma respeitosa. E, à medida que visa a uma identidade única, ele não abandona a estética tragicômica da animação e traz referências hilárias e comoventes aos espectadores. É claro que há certas pungências no tocante ao roteiro que, celebrando em demasia o que veio antes, mergulha em alguns diálogos redundantes e autoexplicativos.
‘Avatar: O Último Mestre do Ar’ é a releitura que todos queríamos: apostando em temáticas que permanecem imprescindíveis para a contemporaneidade e que ganham uma roupagem inédita e mais violenta, a série da Netflix é, mesmo com falhas pontuais, esplendorosa do começo ao fim – sagrando-se um dos melhores títulos do ano.
Um novo começo numa aventura repleta de possibilidades. De volta aos longas-metragens de animação após uma década, o genial cineasta Hayao Miyazaki, co-fundador do Studio Ghibli, mais uma vez transforma a realidade em fantasia com um recheio repleto de camadas que nos levam a metáforas sobre a amizade, a dor, o luto, onde portas vão se abrindo e escolhas surgindo.
Um mundo mágico, onde quase tudo também é possível repleto de enigmáticos personagens que vão gerar diversas interpretações, é o palco de O Menino e a Garça, indicado ao Oscar de Melhor Animação em 2024.
Na trama, ambientada no Japão em tempos de Segunda Guerra Mundial, conhecemos Mahito, um jovem que perde a mãe muito cedo em uma tragédia por conta dessa terrível guerra. Tempos depois ele se muda com o pai para uma enorme propriedade na zona rural japonesa onde tem o primeiro contato com a nova madrasta. Essa última de quem não consegue se aproximar por achar que ela está roubando o lugar de sua mãe. Desbravando a extensa propriedade que é seu novo lar, acaba descobrindo um lugar que logo se mostra uma espécie de portal.
Quando sua madrasta some, o protagonista embarca na sua aventura indo até esse lugar mágico junto com uma curiosa garça e lá o confronto com um universo de situações que ele jamais imaginaria encontrar se mostra à sua frente.
Primeiro filme de animação da história a ser o escolhido para a abertura no prestigiado Festival de Toronto, O Menino e Garça apresenta em seu primeiro ato um detalhismo minucioso sobre o contexto de uma época de tensão em um Japão consumido pela guerra, fato que causou uma série de consequências para seus habitantes.
Dentro desse contexto, que é bastante representativo pela proximidade do protagonista com a situação já que o pai é um projetista de peças de combate, a narrativa com um dinamismo próprio começa sua poesia quase enigmática a partir desse personagem principal nas dores do luto e com a inconsequência sendo uma constante.
Ao longo das suas duas horas de projeção, a jornada do herói é muito bem estabelecida com embates sendo refletidos nas ações o que impulsiona a narrativa para um ritmo intenso onde não conseguimos desgrudar os olhos da tela. Conflitos familiares viram molas propulsoras para um choque com a realidade, um lugar comum na trajetória de todos nós, onde erramos e acertamos mas nunca deixamos de ter elementos ao nosso redor que nos posicionam em zonas de equilíbrio.
O projeto, todo desenhado a mão, que demorou cerca de sete anos para ficar pronto, com Miyazaki trabalhando cerca de um minuto do filme por mês, possui um engenhoso roteiro que recheia a tela com personificações que traduzem o abstrato dos sentimentos. As leituras dos curiosos personagens serão diversas, é um show de criatividade, fruto da mente de um gênio, já na casa dos 80 anos, que pode ter nesse trabalho sua última assinatura.
Um dos filmes mais caros produzidos no Japão, O Menino e a Garça é um forte favorito a ganhar o Oscar de Melhor Animação, o que seria a segunda conquista de diretor (em 2003, venceu pelo inesquecível A Viagem de Chihiro). Colocando os sonhos no papel sem esquecer de fatos que marcaram a trajetória de seu país, Hayao Miyazakicontinua sendo uma indestrutível ponte com nosso sonhar.
O astro Pedro Pascal, recém-escalado para interpretar Reed Richards/Senhor Fantástico no novo ‘Quarteto Fantástico’, refletiu recentemente sobre o trabalho que marcou um ponto de virada em sua carreira. Pascal tem estrelado diversos sucessos, como ‘The Last Of Us’, ‘Mulher Maravilha 1984’, ‘Narcos’ e ‘The Mandalorian’.
Durante uma entrevista à Vanity Fair, o ator compartilhou que seu papel como Oberyn Martell em ‘Game Of Thrones’ foi fundamental para sua trajetória profissional.
“O papel que mudou minha vida foi em Game of Thrones. Sempre darei crédito aos seus criadores por apostarem em alguém que tinha apenas experiência teatral desconhecida e alguns episódios de televisão em seu currículo”, disse.
“Ainda estou impressionado com a oportunidade que David Benioff, Dan Weiss e Carolyn Strauss me deram. Sem Thrones, eu não teria tido ‘Narcos’, ‘The Mandalorian’ ou ‘The Last of Us'”, finalizou.
Vale ressaltar que Pascal ingressou no elenco da série em 2014, permanecendo por apenas uma temporada, mas deixando sua marca como um dos personagens favoritos dos fãs.
De acordo com o Collider (via Cosmic Marvel), a trilha sonora da série ‘Star Wars: O Acólito’ foi composta por Michael Abels, responsável pelas trilhas de ‘Corra!’ e ‘Nós‘, filmes de suspense dirigidos porJordan Peele.
Sua participação na série confirma que os episódios terão um tom mais sombrio, diferente dos principais filmes e séries da saga criada por George Lucas.
Confira a publicação:
“Michael Abels será responsável por compor a trilha sonora de ‘Star Wars: O Acólito‘ para aDisney+.”
Michael Abels is set to compose the score for the Disney+ ‘THE ACOLYTE’ series.
Anteriormente, o portal anunciou que ‘O Acólito’ será lançada na plataforma de streaming no verão norte-americano de 2024, isto é, entre os meses de junho e agosto.
Um dia mais específico não foi revelado.
Criada por Leslye Headland, “‘Star Wars: The Acolyte’ é um thriller de mistério que levará os espectadores a uma galáxia de segredos sombrios e poderes emergentes do lado sombrio nos dias finais da era da Alta República. Na trama, uma ex-Padawan se reúne com seu Mestre Jedi para investigar uma série de crimes, mas as forças que eles enfrentam são mais sinistras do que imaginavam”.
Anteriormente, o Sindicato dos Roteiristas anunciou os nomes que estarão por trás dos 8 episódios da aguardada série.
A distribuição dos episódios ficou assim:
Episódio 1: Leslye Headland (‘Boneca Russa’)
Episódio 2: Jason Micallef (‘Heathers’) e Charmaine DeGrate (‘A Casa do Dragão’)
Episódio 3: Jasmyne Flournoy (‘Falcão e o Soldado Invernal’) e Eileen Shim (‘A Casa do Dragão’)
Episódio 4: Claire Kiechel (‘Watchmen’) e Kor Adana (‘Mr. Robot’)
Episódio 5: Kor Adana e Cameron Squires (‘WandaVision’)
Episódio 6: Jason Micallef e Jocelyn Bioh (‘Boneca Russa’)
Episódio 7: Charmaine DeGrate, Jen Richards (‘Blindspotting’) e Jasmyne Flournoy
Episódio 8: Jason Micallef
Em outra entrevista, também para o Collider, a atriz Jodie Turner-Smith contou alguns detalhes sobre sua personagem, que também não foi revelada oficialmente. Ela adiantou que não está interpretando uma Jedi.
“Eu não consegui usar um sabre de luz”, diz ela. “Porque eu não sou uma Jedi!”
Ela também revelou que não contracenou diretamente com a atriz protagonista da série, Amandla Stenberg. Turner-Smith também contou como se sentiu quando esteve no set de filmagens pela primeira vez.
“Em primeiro lugar, quando que você entra em um desses sets, você pensa: ‘ok, eles têm dinheiro. É uma produção milionária’ […] É uma experiência muito legal e surreal. Esse foi definitivamente um dos melhores momentos que pude realizar da minha lista de desejos.”
A HBO Max divulgou o primeiro trailer da série ‘The Girls On The Bus‘, baseada no livro ‘Boys on the Bus‘, de Tim Crouse.
Confira:
A produção estreará oficialmente no dia 14 de março.
A trama segue Sadie McCarthy (Melissa Benoist), uma jornalista que deixou sua vida de lado para ter a chance de cobrir a campanha presidencial para um jornal. Eventualmente, ela faz amizade com outras três competidoras, Grace (Carla Gugino), Lola (Natasha Behnam) e Kimberlyn (Christina Elmore). Apesar de suas diferenças, as mulheres se tornam uma família com cadeiras na primeira fila do maior evento dramático da cidade: a batalha pela Casa Branca.
No programa, 100 participantes com ótimo preparo físico encaram provas extremas para tentar ganhar um prêmio em dinheiro e conquistar o almejado primeiro lugar.
Em entrevista ao Collider, Gareth Edwards (‘Rogue One: Uma História Star Wars’) revelou ter pausado todos os seus projetos pela chance de dirigir o próximo filme da franquia ‘Jurassic World‘.
Além de ser um grande fã do longa original, o cineasta afirmou que está extremamente animado em deixar sua marca nesta icônica saga.
“[Antes de ser contratado para dirigir o novo filme da franquia ‘Jurassic World’], eu estava prestes a dar uma pausa como diretor. Estava começando a escrever o roteiro do meu próximo filme, e este era o único projeto que me faria largar tudo imediatamente. Eu amo ‘Jurassic Park’. Acredito que o primeiro filme é uma obra-prima cinematográfica, então essa oportunidade é um sonho para mim.”
Ele completa, “É uma honra poder trabalhar ao lado de Frank Marshall, da Universal Pictures e do David Koepp, que está escrevendo o roteiro do longa. Todos eles são lendários. Estou muito animado.”
Anteriormente, David Leitch (‘Trem-Bala’) havia sido confirmado na direção, mas acabou abandonando o projeto por causa de conflitos criativos.
A Amblin Partners da Universal e de Steven Spielberg agendaram a estreia para 2 de julho de 2025.
O roteiro já está sendo finalizado e deve iniciar a “nova era jurássica” com uma história totalmente diferente, sem o retorno dos personagens interpretados pelas estrelas de ‘Jurassic World’, Chris Pratt e Bryce Dallas Howard.
Confira:
Ouvi dizer que pesquisadores encontraram evidências de um novo filme de Jurassic World chegando em 2025. Pronto para visitar esse parque outra vez? pic.twitter.com/7mk3hHNCDJ
Além disso, os personagens dos filmes originais de ‘Jurassic Park’, interpretados por Sam Neill, Laura Dern e Jeff Goldblum, aparentemente não estarão envolvidos.
A franquia ‘Jurassic’ é uma das mais bem-sucedidas na história do cinema. O filme da Universal, lançado em 1993, redefiniu os efeitos especiais e teve um impacto duradouro na cultura pop. Ao longo de três décadas, foram produzidos seis filmes, arrecadando mais de US$ 6 bilhões em todo o mundo.
Além de ‘Jurassic Park – O Parque dos Dinossauros’, David Koepp também é o roteirista do filme original ‘Missão: Impossível’ (1996), do primeiro filme do ‘Homem-Aranha’ (2002), ‘Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal’ (2008) e do mais recente ‘Indiana Jones e o Medalhão do Destino’ do ano passado.
O longa mais recente da franquia ‘Jurassic World: Dominio’ já está disponível no Prime Video.
A DogHowl Games desenvolvedora divulgou o novo trailer de ‘Level Zero: Extraction‘, novo jogo de terror sci-fi que segue o mesmo estilo da franquia clássica ‘Alien‘.
O vídeo destaca o intenso confronto entre os sobreviventes e criaturas monstruosas – ambos controlados por jogadores de verdade –, em um cenário sinistro com gráficos ultrarrealistas.
Confira:
Sem data de estreia, o jogo entrará em Beta Fechado na Steam no dia 15 de março.
Com formato de multiplayer assimétrico, ‘Level Zero: Extraction‘ coloca uma equipe de cientistas contra um bando implacável de alienígenas em uma competição mortal de inteligência e furtividade. Quatro jogadores assumem o papel dos humanos, lutando para reparar os sistemas de energia de suas instalações de pesquisa. A equipe científica deve coordenar e se comunicar para procurar ferramentas vitais, painéis de fusíveis em falha e fontes vitais de luz, como sinalizadores e bastões luminosos.
À espreita na escuridão estão dois alienígenas controlados pelos jogadores que reaparecem continuamente. Armados com garras afiadas, cuspe ofuscante, capacidade de colocar minas terrestres vivas, desativar sistemas elétricos com uma explosão de EMP orgânico ou desarmar suas presas com um grito primitivo, os alienígenas devem rastrear os quatro cientistas através de seus batimentos cardíacos para matá-los. Infelizmente para os alienígenas, sua única fraqueza real é a própria luz, que os transforma em cinzas em um instante.
Esta mecânica de jogo única permite que os humanos usem estrategicamente fontes de luz em todo o mapa para afastar os alienígenas.
De acordo com o Deadline, Julia Fox (‘Joias Brutas’) entrou para o elenco do terror ‘Goat‘, que será produzido pelo aclamado Jordan Peele (‘Corra!’) através da Monkeypaw Productions.
O site afirma que a atriz interpretará a protagonista feminina do longa, mas nenhum outro detalhe foi divulgado.
Tyriq Withers (‘Atlanta’) interpretará um jovem atleta que recebe a oportunidade de treinar com um colega de equipe experiente que está prestes a ser aposentar.
Marlon Wayans (‘Todo Mundo em Pânico’ e ‘As Branquelas’) também estrelará.
A trama, descrita como um “terror psicológico ambientado no mundo dos esportes”, gira em torno de um atleta promissor que é convidado para treinar com uma estrela do time que está prestes a se aposentar.
Win Rosenfeld, Ian Cooper, Jamal Watson, David Kern e Kate Oh também servirão como produtores ao lado de Peele.
Inicialmente previsto para o dia 7 de junho, o filme ‘Bailarina‘, derivado da popular franquia ‘John Wick‘, foi adiado em um ano – e, agora, será lançado apenas em 2025.
O longa teve sua estreia alterada para o dia 6 de junho de 2025.
A notícia foi compartilhada logo após o criador da franquia, Chad Stahelski, ter assinado um contrato com a Lionsgate para supervisionar o universo da saga. De acordo com o Deadline, o cineasta irá trabalhar ao lado do diretor Len Wiseman parar criar sequências adicionais de ação para o filme.
O longa vai girar em torno de da bailarina titular, Rooney (Ana de Armas), e tudo o que se sabe até o momento é que ela é movida por um crescente desejo de vingança…
Ian McShane voltará a viver o Winston Scott, o misterioso proprietário do Continental, e falou sobre o filme que se passa entre os eventos de ‘John Wick: Capítulo 3 e 4‘.
“’Bailarina’ é muito diferente”, diz ele. “Tivemos essas três cenas e adicionamos mais algumas cenas no Continental.”
Ele revela que Stahelski confia nele para ajudar a desenvolver o personagem ao longo dos anos.
“Chad confia em mim para conhecer meu personagem e ajudar a escrevê-lo, então tento sempre colocar umas reviravoltas para ele.”
Quando questionado se as cenas de ação da atriz serão semelhantes à sua participação em ‘007: Sem Tempo para Morrer’, Wiseman brincou:
“É exatamente isso que vamos fazer. Você gostou de vê-la por 15 minutos em ação [em ‘007: Sem Tempo para Morrer‘]? Bem, você vai amá-la por duas horas!”
É inegável que o Mike Flanagan se tornou um nome de peso no gênero terror durante os últimos anos. Aclamado das telinhas, ele criou séries de sucesso como ‘A Maldição da Residência Hill‘, ‘A Maldição da Mansão Bly‘, ‘Missa da Meia-Noite‘ e, mais recentemente, ‘A Queda da Casa dos Usher‘.
Nos cinemas, ele também comandou longas elogiados como ‘Doutor Sono‘, ‘O Espelho‘ e ‘Ouija: Origem do Mal‘.
Através do seu Tiktok, o cineasta compartilhou um vídeo divertido escolhendo entre suas produções favoritas do gênero. Apesar de ter resistido pelo seu amor por ‘Os Estranhos‘, um outro título popular acabou levando a melhor.
Anteriormente, Flanagan havia revelado quais eram seus planos para uma 3ª temporada de ‘A Maldição da Residência Hill‘: “Se houvesse uma terceira temporada, eu queria que essa temporada fosse ‘The Haunting of Hell House’. Na verdade, foi o primeiro título que exploramos quando Hill House acabou, mas os direitos foram garantidos pela Suntup Editions e não parecia haver um caminho a seguir.”
Ele continuou:
“Não sei se alguma vez houve uma história de casa mal-assombrada tão cinematográfica quanto Hell House. Ela foi escrita por um homem que pensava visualmente, que tinha talento para cenários cinematográficos, expectativas do público e emoções viscerais que escapou a muitos de seus antecessores literários. Essa é uma das razões pelas quais ‘Eu Sou a Lenda’ [também escrito por Richard Matheson] ressoa tão profundamente, e Stephen King está correto quando diz: ‘Sem seu ‘Eu Sou a Lenda‘, não teria havido ‘Noite dos Morto-vivos’. Sem Hell House, eu diria que não haveria ‘Poltergeist’, nem ‘Invocação do Mal‘, nem ‘Sobrenatural’.”
Vale lembrar que o livro de Matheson foi adaptado apenas uma vez, com o filme ‘A Casa de Noite Eterna‘ (1973).
Estrelado por Pamela Franklin, Roddy McDowall e Clive Revill, o longa gira em torno do excêntrico milionário Sr. Deutsch, que contrata o físico estudioso de parapsicologia, Dr. Lionel Barrett, para investigar a vida após a morte no “único lugar onde a sobrevivência ainda está para ser refutada”, a mansão conhecida como a Casa Belasco, o ‘Monte Everest das casas assombradas’. Acompanham o Dr. Barett nessa investigação sua esposa, Ann; a jovem médium Florence Tanner e o paranormal Ben Fischer, único sobrevivente de uma tentativa de investigação da casa ocorrida 20 anos antes e que resultou em um pesadelo..
A série conquistou 89% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Confira as análises:
“Mesmo que assuma uma previsibilidade semelhante a de um slasher, empurrando os personagens para mortes inventivas, um por um, ‘A Queda da Casa de Usher’ também se torna mais sombria à medida que avança e enfrenta as ofensas do mundo real espelhadas na história.” – TV Guide.
“Embora a minissérie deMike Flanagan tenha recebido muitos elogios, “O que Edgar Allen Poe teria pensado da família Sackler?” prova ser um arremesso substancial, elevado por um elenco que nunca esteve melhor.” – Consequence.
“‘A Queda da Casa de Usher’ é uma fatia ferozmente divertida do gênero televisivo que você não deve perder.” – Guy at the Movies.
‘”Um elegante redemoinho de opulência, ganância, sangue e horror com vibes góticas, ‘A Queda da Casa de Usher‘ é a melhor criação de Flanagan até agora.” – TNM.
“Uma jornada intensa e cheia de suspense pela história de uma família realmente confusa e com muitos segredos de família. Não economiza sangue e sangue coagulado, o que é uma coisa muito boa.” – Mama’s Geeky.
“Flanagan criou uma família Usher tão atraente quanto as lendas da TV ‘The Ewings’ ou ‘The Sopranos’. Alguns são tão desagradáveis que sua punição é deliciosa, mas muitos também são simpáticos.” – United Press International.
Apesar de detalhes sobre a narrativa não terem sido revelados, o conto titular foi publicado originalmente em 1893 e analisa temas como loucura, família, isolação e identidades metafísicas. A história acompanha um narrador sem nome que viaja para a Casa de Usher em um “dia sombrio, sem som e monótono”. A casa, pertencente a um amigo de infância chamado Roderick Usher, é misteriosa e arrepiante – e o narrador percebe que a casa absorveu um mal inenarrável e uma atmosfera doentia de tudo o que a cerca.
Henry Thomas, T’Nia Miller, Kyleigh Curran, Samantha Sloyan, Rahul Kohli, Sauriyan Sapkota, Zach Gilford, Michael Trucco, Paola Núñez,Katie Parker, Malcolm Goodwin, Crystal Balint, Aya Furukawa, Daniel Jun, Matt Biedel, Ruth Codd, Annabeth Gish, Robert Longstreet, Kate Siegel, Willa Fitzgerald e Bruce Greenwood completam o elenco.
Flanagan também entra como produtor executivo ao lado de Trevor Macy, Emmy Grinwis e Michael Fimognari. Ele também dirige quatro episódios da série, enquanto Fimognari fica responsável pelos outros quatro.
A Lionsgate finalmente anunciou quando o reboot de ‘O Corvo‘, estrelado por Bill Skarsgård (‘It: A Coisa’), será lançado.
A nova versão está programada para estrear no dia 7 de junho.
A cantora FKA twigsinterpretará a namorada/noiva do Eric Draven. Apesar do papel não ter muito destaque no filme original, o site The Hollywood Reporter afirma que a personagem será umas das protagonistas na nova versão.
Rupert Sanders (‘Branca de Neve e o Caçador’) será responsável pela direção.
“O Corvo é uma história linda, sombria, poética e até mesmo perturbadora,” declarou o diretor em comunicado oficial. “É uma história de amor, perda, luto e vingança. É uma grande honra revisitar os quadrinhos icônicos de James O’Barr e reimaginar o Corvo como uma voz agourenta da atualidade.”
A trama original segue Eric Dravon, que retorna dos mortos para caçar seus assassinos e vingar o assassinato de sua noiva com a ajuda de um pássaro místico.
O roteiro foi escrito por Zach Baylin, que recentemente foi indicado ao Oscar pelo seu trabalho em ‘King Richard: Criando Campeãs‘.
Com orçamento médio de US$ 50 milhões, as filmagens da nova versão estão programadas para começarem em junho, em Praga e Munique.
Edward R. Pressman e Malcolm Gray servirão como produtores.
Baseado nos quadrinhos de James O’Barr, o longa original foi estrelado por Brandon Lee, que faleceu nas filmagens do projeto depois de ser atingido por um projétil de chumbo disparado pela arma usada pelo ator Michael Massee.
Por uma falha da produção, a arma havia sido carregada com munições de verdade, e a pólvora do festim fez com que o projétil que estava preso no cano fosse acidentalmente liberado, perfurando o torso de Lee.
O acidente aconteceu apenas oito dias antes do filme ter sido concluído.
“Não sei o quanto posso revelar, mas sou a filha de Lydia Deetz (interpretada por Winona Ryder), então posso compartilhar isso”, disse ela à Vanity Fair.
“Ela é peculiar, mas de uma maneira diferente e não da forma que você imagina, eu diria. A relação entre Lydia (Ryder) e Astrid, minha personagem, é fundamental. É interessante porque envolve conectar as peças e descobrir o que aconteceu na vida de Lydia desde então, o que acho fascinante para os fãs do personagem que estão ansiosos para revê-la”, finalizou Ortega.
A sequência será lançada nos cinemas nacionais no dia 5 de setembro.
‘Os Fantasmas se Divertem‘ (Beetlejuice) foi lançado em 1988 e mostra uma dupla de fantasmas super atrapalhados que tem a casa invadida por novaiorquinos sofisticados.
O novo filme trará de volta Michael Keaton no papel principal de Beetlejuice, juntamente com Winona Ryder como Lydia Deetz e Catherine O’Hara como Delia Deetz, ao lado de novos integrantes da franquia: Willem Dafoe, Justin Theroux e Monica Bellucci.
Tim Burton retorna à direção da sequência e tem dado indícios promissores sobre o projeto.
O terror tailandês ‘A Forma do Medo‘ (The 100), que traz lacraias assassinas e gigantes, ganhou trailer dublado.
Confira:
Chalit Kraileadmongkon e Pakphum Wongjinda são responsáveis pela direção.
Fame e Phil, dois irmãos youtubers, decidem passar a quarentena obrigatória de 14 dias no Hotel Srichanphen. No entanto, não demora muito para que centenas de lacraias comecem a sair de todos os buracos do edifício, e os irmãos acabam descobrindo que o hotel é o lar de um animal monstruoso: uma centopeia gigante que tem a habilidade de assumir a forma humana… que está em busca de seu próximo hospedeiro.
O elenco conta com Mike Angelo, Chanya McClory, David Assavanond, Benjamin Joseph Varney e Kulteera Yordchang.
O longa chegará ao Brasil através da Elite Filmes no dia 29 de fevereiro – no Prime Video, Claro tv+, Vivo Play, Google Play, YouTube Filmes, Apple TV e Microsoft.
O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 28 de março.
Depois da trágica morte de seus pais, a jovem Alice sua tia idosa em um palacete de sua família, um local chamado Wonderland.
No entanto, eventos cada vez mais misteriosos e inesperados começam a se desenrolar ali, ao mesmo tempo em que Alice conhece uma porção de personagens estranhos que vivem na mansão. Em pouco tempo, a jovem percebe que o terror está apenas começando.
Richard John Taylor dirige. Rula Lenska, Steve Wraith, Lizzy Willis, Triana Terry e Leone Kessel estrelam.
Michael Mann é um dos diretores mais reconhecidos da contemporaneidade e é responsável por uma série de produções cinematográficas que, além de sólidas investidas criativas, promovem um encontro entre o mainstream e a arte. Não é por acaso que o cineasta deu vida a títulos como ‘Miami Vice’, ‘Fogo contra Fogo’ e ‘O Últimos dos Moicanos’, mostrando como a linha entre protagonismo e antagonismo, muitas vezes, é mais tênue do que aparenta. Agora, Mann está de volta ao cenário fílmico com seu primeiro projeto oficial em nada menos que oito anos: a cinebiografia ‘Ferrari’, que conta a história do famoso magnata do mundo automobilístico Enzo Ferrari.
A trama nos leva de volta para os anos 1950, quando Enzo (Adam Driver) se preparava para a Mille Miglia, uma exaustiva corrida de carros de extensão de mil milhas que pode colocar em xeque ou em glória a marca pela qual lutou tanto para levar ao sucesso. Enfrentando problemas em seu casamento já falido ao lado de Laura Ferrari (Penélope Cruz), bem como os fantasmas de um passado não muito distante que tirou seu primogênito de seus braços, ele se lança a um trabalho infindável almejando ao prestígio, escalando uma equipe muito talentosa e que pode levá-lo à vitória contra seus competidores – a fim de salvar seu império de uma falência iminente.
Como é de costume em produções do gênero, lidamos com convencionalismos estruturais que já foram explorados ad nauseam na sétima arte, desde que o cinema se consagrou como cinema – ora, tivemos até uma recontagem da vida de Cleópatra, vivida por ninguém menos que a icônica Elizabeth Taylor na Era de Ouro de Hollywood. E, pensando nisso, Mann aposta fichas nesses arquétipos para fornecer a conhecida humanidade a um homem que, outrora, era tratado como deidade e como uma força intangível, permitindo que o público seja convidado a refletir sobre sua vida pessoal e sobre os obstáculos que enfrentou em um dos momentos mais cruciais de sua carreira. Enquanto essas investidas são bem familiares e puxam elementos similares de outros títulos, os clichês em potencial são diluído frente a uma performance inabalável de Driver, que navega pela unidimensionalidade comportamental do personagem titular à medida que o mostra mais vulnerável a tantos empecilhos.
Aqui, a ideia do diretor não é eternizá-lo como um homem intocável, e sim como um ser humano dotado de uma visão criativa inenarrável e com grande potencial para cometer diversos erros. Além do casamento que mantém com Laura, ele lida com a morte prematura de seu filho primogênito conforme navega na desequilibrada e temerosa sociedade italiana pós-II Guerra Mundial, escondendo os traumas ao se transformar em um workaholic inveterado; como se não bastasse, ele mantém um relacionamento adjacente com a jovem Lina Lardi (Shailene Woodley), com quem teve um filho bastardo que não consegue reconhecer legalmente frente aos cataclísmicos escândalos que isso desencadearia – apesar de proferir que ama ambos como nunca amou ninguém.
Enquanto Driver faz um trabalho sólido e que o reitera como um dos artistas mais versáteis do escopo contemporâneo, principalmente após ter participado de outra cinebiografia recente (‘Casa Gucci’, ao lado de Lady Gaga), há outros nomes que nos chamam a atenção. Cruz volta às telonas com uma magistral rendição; Woodley se restringe aos bastidores de um magnânimo império, mas sem deixar de explodir nos momentos (por mais que seu sotaque desvaneça em certos momentos); Gabriel Leone veste a camisa de Alfonso de Portago, um dos corredores selecionados para a equipe de Enzo, em uma exibição jovem e que entra em contraste com a experiência de seu chefe; Patrick Dempsey auxilia no ritmo e na comédia ao interpretar Piero Taruffi; cada qual com seu momento de brilhar.
Mann não fica atrás ao se apossar da condução do projeto, pegando tópicos que esquadrinhara em um passado não muito distante, e promovendo uma condensação de inúmeros estilos em um único cosmos. A jogada de campo-contracampo são marcadas por takes mais íntimos, pincelados com uma dura paleta de cores que se afasta o máximo possível das cores vibrantes – exceto quando voltada para a exuberância dos carros Ferrari (a única paixão verdadeira de Enzo). Porém, é preciso comentar que algumas escolhas falham ao desestabilizar a atmosfera arquitetada, como certos close-ups que não fazem muito sentido ou panorâmicas em cross-fade que deixam a desejar no tocante ao rigor e à beleza técnica.
O roteiro de Troy Kennedy Martin é outro ponto a ser mencionado: conseguindo pegar os aspectos de maior importância do livro de não-ficção assinado por Brock Yates, é notável como a maior parte das incursões tem uma intenção significativa, fornecendo explanações acerca de uma pessoa que nunca foi pública, no sentido mais mercadológico da palavra. Entretanto, o resultado, apesar de cumprindo com o esperado, é intrincado demais para acompanharmos todas as reviravoltas e acontecimentos – com fatos sendo delineados em um frenesi inescapável. Em compensação, é preciso comentar que as mais de duas horas de tela passam em um piscar de olhos, cortesia da parceria entre Mann e sua talentosa equipe.
‘Ferrari’ tem mais acertos do que erros e, por mais que não seja livre de imperfeições, consegue apresentar uma obra aprazível e mais complexa do imaginávamos. De fato, a direção e as performances são os principais ingredientes que garantem o sucesso do longa e que nos convencem a mergulhar mais fundo no espectro de um dos maiores magnatas da história.
Eddie Murphy é um dos maiores astros de Hollywood ainda em atividade e é considerado um verdadeiro ícone representativo por ter se tornado o ator negro mais popular de todos os tempos ainda na década de 1980. Saído do programa humorístico ‘Saturday Night Live’, Murphy já protagonizava seus próprios filmes em meados dos anos 80, em especial após o mega sucesso que foi ‘Um Tira da Pesada’.
Eddie Murphy chegou ao mais alto patamar da maior indústria de cinema do mundo, recebendo cachês de US$20 milhões em alguns de seus filmes – quantia atingida por poucos, considerados a realeza de Hollywood. Em breve o ator retornará para seu papel mais marcante, interpretando pela quarta vez o policial Axel Foley em ‘Um Tira da Pesada 4’, o primeiro longa da franquia que não receberá um lançamento nos cinemas, mas sim na plataforma número 1 de streaming do mundo, a Netflix.
Eddie Murphy estrela como um talentoso cozinheiro em ‘Mr. Church’ e sua atuação despertou falatório de indicação ao Oscar.
A carreira de Eddie Murphy é repleta de sucessos, vide ‘O Professor Aloprado’, ‘Um Príncipe em Nova York’ e ‘Os Picaretas’; e mesmo quando seus filmes não atingem o sucesso esperado, ainda assim se tornam obras famosas. Porém, existe um filme verdadeiramente obscuro na filmografia de Eddie Murphy, e é sobre ele que iremos falar aqui.
‘Mr. Church’ mal chegou a ser lançado no Brasil. Não estreou nos cinemas e era difícil encontra-lo na época de transição entre as locadoras, os canais de VOD (vídeo on demand) e as plataformas de streaming, que ainda engatinhavam de forma tímida. O filme será exibido hoje, nesta quarta-feira, dia 21 de fevereiro de 2024, na Sessão da Tarde da rede Globo, para os que quiserem conferir este que é um dos filmes mais elogiados da carreira de Eddie Murphy.
Eddie Murphy estava há 4 anos sem participar de um filme, quando aceitou substituir Samuel L. Jackson em ‘Mr. Church’.
Ao contrário das comédias para toda a família, ou algumas mais apimentadas e escrachadas que Murphy já fez em seu repertório, ‘Mr. Church’ é um drama, que deu início a uma boa fase de filmes do ator, sendo seguido por ‘Meu Nome é Dolemite’ (2019), da Netflix. Ambos despertaram falatório de indicações ao Oscar para Murphy em suas respectivas épocas, ‘Dolemite’ mais, porém, ‘Mr. Church’ também chamava atenção daqueles que se disponibilizaram a assisti-lo.
‘Mr. Church’ fez sua estreia em 2016 no Festival de Tribeca, em Nova York, e depois seguiria para o Festival de Xangai dois meses depois, para finalmente receber uma estreia de forma restrita (ou seja, em circuito reduzido nos cinemas) nos EUA em setembro – época que costumam sair os filmes com chances de indicações aos prêmios do cinema. É uma estratégia utilizada pelos estúdios. Fora estes países, ‘Mr. Church’ só foi lançado nos cinemas na Holanda, e na Alemanha em janeiro de 2017 – nos demais países do mundo chegando diretamente no mercado de DVD.
O astro Eddie Murphy teve um ótimo relacionamento com a roteirista Susan McMartin, cujas experiências reais inspiraram a história do filme.
O filme passou estes últimos 7 anos como uma das obras mais obscuras do cinema contento um grande astro como protagonista. Afinal, você já tinha ouvido falar dele? A exibição na Globo, mesmo em um programa diurno, pode jogar luz no longa e torna-lo conhecido por mais pessoas.
A história do filme é baseada em acontecimentos reais. A roteirista Susan McMartin (da série ‘Mom’), desenvolveu o texto para o filme usando suas próprias experiências com o verdadeiro Mr. Church. A trama é centrada no relacionamento de amizade que surge entre uma menininha e o cozinheiro talentoso contratado por sua mãe. No filme, Marie (Natascha McElhone) cria sua pequena filha sozinha, a menina Charlie (Natalie Coughlin). Precisando criar a filha sozinha, ela contrata a ajuda de Mr. Church (Eddie Murphy), que inicialmente trabalharia para a família por seis meses. Mas a relação termina se estendendo por 15 anos.
No centro da história de ‘Mr. Church’ está o relacionamento paternal entre o protagonista Murphy e a menina Charlie, aqui já crescida nas formas de Britt Robertson.
Nesse período de mais de uma década, Marie luta contra uma doença letal que a acomete, e a pequena Charlie cresce e se torna uma jovem mulher, nas formas de Britt Robertson. Ao longo dessa trajetória também, Charlie e Mr. Church desenvolvem um laço muito forte, que vai além de uma grande amizade, com o sujeito se tornando a figura paterna conselheira para a moça. Segundo a roteirista McMartin, que desenvolveu a obra por 10 anos até chegar aos cinemas, por mais mudanças que a história real tenha sofrido para se tornar um filme de Hollywood, o núcleo da trama permanece o mesmo: o relacionamento entre sua persona e seu “pai adotivo”.
Em uma entrevista ao Hollywood Reporter na época da estreia do filme em solo norte-americano, McMartin tocou no assunto das críticas que o filme vinha sofrendo em relação ao estigma do “magical negro”. O termo, pejorativo para a comunidade negra, se refere a um artifício muito utilizado por filmes e obras do passado, em que pessoas negras eram retratadas como figuras quase místicas, cujo único propósito era ajudar, aconselhar e guiar os brancos, quase como serviçais, sem ter uma vida própria, objetivos ou desejos. Sua única motivação era aconselhar e ajudar os brancos.
O amigo Arnold Schwarzenegger foi prestigiar a estreia de ‘Mr. Church’. A certa altura Murphy iria protagonizar ‘Trigêmeos’, a continuação de ‘Irmãos Gêmeos’.
Em relação a estas críticas, McMartin disse que sentiu seu sangue ferver com tais pensamentos e acusações. Ela diz apenas ter retratado a relação mais significativa que teve na vida, e que a questão da raça nunca foi sequer mencionada entre os dois. Ela diz que o filme não é sobre isso, e que poderia ser um homem branco. Mas calhou de ser um homem negro e ela ser uma menina branca. Segundo McMartin a amizade e a relação paternal foi construída acima de questões raciais, como um elo forte entre dois seres humanos.
Coincidência ou não, para a direção do longa foi contratado Bruce Beresford, responsável pelo vencedor do Oscar ‘Conduzindo Miss Daisy’ (1989), que também fala sobre a amizade de um homem negro, servindo como motorista para uma patroa branca e idosa na década de 1950. Nos papeis principais, Morgan Freeman e Jessica Tandy.
Duas gerações de amizade. Mr. Church aconselha a pequena Izzy (Mckenna Grace), filha de Charlie.
Incialmente, ‘Mr. Church’ teria Samuel L. Jackson como protagonista. O ator havia sido contratado, mas precisou deixar o projeto, sendo substituído por Eddie Murphy. Além disso, a produção teria outra cara totalmente. Isso porque de início, Uma Thurman faria o papel que terminou com Natascha McElhone, e a personagem de Britt Robertson teria as formas de Juno Temple. Na direção, antes de Beresford, o filme seria comandado por David Anspaugh (dos filmes esportivos ‘Momentos Decisivos’ e ‘Rudy’) – que terminou se tornando produtor executivo de ‘Mr. Church’.
Antes de aceitar protagonizar este filme, Eddie Murphy mantinha um hiato de 4 anos sem participar de nenhum longa; com o último tendo sido o infantil ‘As Mil Palavras’, de 2012. Murphy vinha de uma safra de filmes para toda a família, digamos, nada memoráveis. E no período ainda precisou encarar o engavetamento de uma pretensa série de ‘Um Tira da Pesada’, que veria seu filho como protagonista, interpretado por Brandon T. Jackson (que já havia sido o filho da ‘Vovó Zona’ no terceiro filme estrelado por Martin Lawrence). Murphy faria uma participação no piloto como Axel Foley.
Dessa forma, Eddie Murphy precisava reinventar sua carreira se quisesse seguir relevante. E o hiato fez bem para a reestruturação. ‘Mr. Church’ foi o primeiro passo rumo a esta nova onda de popularidade do ator, e abriu portas para ‘Meu Nome é Dolemite’, ‘Um Príncipe em Nova York 2’, ‘Certas Pessoas’, ‘A Batalha do Natal’ e ‘Um Tira da Pesada 4’, em um acordo do ator com as duas principais plataformas de streaming da atualidade: a Netflix e a Amazon Prime Video.
‘Mr. Church’ pode ser considerado um filme independente, pois não contou com a distribuição de nenhum dos estúdios considerados major em Hollywood. Financeiramente, não foi considerado um sucesso. Pelo contrário. O longa custou US$8 milhões para os investidores, mas não arrecadou sequer US$1 milhão. Porém, precisamos levar em conta o lançamento super restrito que o filme teve nos EUA e no mundo.
Quando falamos do prestígio e elogios, a história é outra. Em especial do público, que o colocou em um pedestal. E o elogio dos fãs é o que motiva grande parte dos realizadores. No Rotten Tomatoes, embora a nota dos críticos não seja nada elogiosa, com 33 resenhas somadas, o grande público, com mais de 2.500 avaliações o enaltece com 81% de aprovação. O mesmo ocorre no IMDB, onde ‘Mr. Church’ soma 76% de aprovação com 31 mil avaliações.
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