O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 30 de maio.
Na trama, Cecilia (interpretada por Sweeney) é uma mulher de fé dedicada que recebe uma oferta para um papel especial em um conceituado convento italiano. Contudo, sua calorosa recepção logo se transforma quando segredos sombrios e arrepiantes começam a vir à tona na nova moradia.
Além de estrelar, Sweeney também assume a produção ao lado da Black Bear e da Middle Child Pictures.
O filme, dirigido por Michael Mohan e escrito por Andrew Lobel.
A série, baseada na animação ‘Avatar: A Lenda de Aang‘, será lançada na plataforma de streaming no próximo dia 22 de fevereiro.
Aang é o último dobrador de ar após os outros nômades serem exterminados pela Nação do Fogo, que promove uma guerra há décadas em busca de dominar o restante do mundo. Além de concluir sua jornada como Avatar, dominando todos os elementos, Aang tem a tarefa de lidar com esse enorme desafio, uma vez que seu dever como Avatar é trazer harmonia ao mundo.
O Prime Video anuncia hoje a segunda temporada de ‘Cangaço Novo’‘Cangaço Novo’“Cangaço Novo mostra o poder das histórias brasileiras e achamos importante contá-las. É um prazer poder fazer isso com um elenco tão talentoso e engajado. Estamos todos muito felizes com o impacto da série, não só no Brasil, mas em todo o mundo, e também com seu sucesso de crítica. Espero que os fãs estejam tão empolgados quanto nós com a nova temporada”, diz Javiera Balmaceda, Head de Local Originals, América Latina, Canadá, Austrália & Nova Zealândia da Amazon Studios.
Nas redes sociais, o público está exaltando a produção por conta das atuações do elenco, principalmente deAlice Carvalho, que entrega uma performance assustadora como a única mulher em uma violenta gangue de assaltos a banco.
Alguns chegaram a comprar ‘Cangaço Novo’ com ‘Breaking Bad‘, argumentando que ambas trazem um olhar único em relação às vidas criminosas de seus protagonistas.
Confira as reações:
Impossível não querer ver o 2° ep de #CangaçoNovo logo depois do 1°. Pessoal da produção no painel do @Imaginelandbr tinha razão! A personagem da @alicecarvalho bota medo em qualquer um, sangue nozoio! baita atuação, e o restante do elenco tb manda muito bem! pic.twitter.com/NC0XZ4a1fK
O segundo ep de #CangacoNovo só reforçou a minha impressão do primeiro EP.
O desespero é abordado aqui em várias frentes de diferentes formas de ser encaradas. a raiva contida transformada em força, o acanhamento do medo da perda, a revolta com as injustiças.
Gnt, tem a Thainá Duarte no Cangaço Novo, trabalhei com ela no 3% e assim… sério, é insano a entrega dela!! Esse elenco de Cangaço foi uma escolha que assim já virei fã
Até agora vi 4 eps de #cangacoNovo e o saldo está positivasso
Apaixonado pela Dinorah
Mas ainda não me conectei completamente com o Ubaldo
Sem dúvidas amanhã vou devorar os outros 4 eps
Bardan e Melo também entram como roteiristas ao lado de Fernando Garrido e Erez Milgrom. Fábio Mendonça e Aly Muritiba ficam responsáveis pela direção dos episódios.
Enquanto aguardamos a estreia de ‘Duna Parte 2’, a Warner tomou uma ousada decisão de relançar ‘Duna’ (2021) nos cinemas.
O longa, que foi um dos maiores sucessos do cinema daquele ano, estreou nas salas IMAX e tradicionais em todo o mundo.
E mesmo já estando disponível nas plataformas digitais, o relançamento foi um verdadeiro sucesso. Em poucos dias, ‘Duna’ arrecadou impressionantes US$ 30 milhões mundialmente, segundo a DiscussingFilm.
O resultado bastante positivo é um bom sinal para ‘Duna Parte 2’, que estreia no final do mês.
Escrito por Frank Herbert, o romance ‘Duna‘ é uma aventura tão densa que o diretor Denis Villeneuve (‘Blade Runner 2049’) decidiu dividir sua adaptação em duas partes.
A sequência vai explorar a jornada mítica de Paul Atreides, agora ao lado de Chani e dos Fremen, que pode levá-los até a uma guerra, se necessário for, para Paul se vingar dos conspiradores que destruíram sua família. Diante da difícil escolha entre o amor de sua vida e o destino do universo conhecido, ele dará tudo de si para evitar o futuro terrível que só ele pode prever.
O longa traz de volta Timothée Chalamet (‘Me Chame Pelo Seu Nome’) como Paul Atreides e apresenta Austin Butler (‘Elvis’) como seu novo adversário, o vilão Feyd-Rauth Harkonnen.
A atriz Maisie Williams, reconhecida mundialmente por seu papel como Arya Stark em ‘Game of Thrones’, compartilhou recentemente sua jornada após o término da série em 2019, revelando que se sentiu perdida.
Vale lembrar que Williams entrou para o elenco da série em 2011, aos 12 anos, e interpretou a personagem até o desfecho da série.
Durante uma entrevista ao The Sunday Times, Williams expressou: “Eu estava tão perdida por tanto tempo e eu sabia disso, e quando não conseguia definir o que sentia que era minha identidade, isso me trouxe muito desconforto. É difícil até mesmo me colocar de volta lá e falar sobre o quão difícil foi.”
Ela compartilhou que “Interpretar à personagem foi uma experiência fascinante”, mas ocorreu durante “um período crucial em minha vida”, o que tornou difícil separar sua identidade da atuação.
Agora, aos 26 anos, Williams afirmou que se sente mais confiante em sua própria pele, mas recordou as inseguranças que enfrentou após encerrar sua jornada como Arya Stark.
“Foi um período difícil quando me senti desconectada de mim mesma, sem compreender minha própria identidade. A rejeição naquela época parecia extremamente pessoal, dolorosa. Eu me comparava com outras atrizes, com a aparência das pessoas, e de todas as maneiras autodestrutivas possíveis”, compartilhou.
Após ‘Game of Thrones’, Williams interpretou Rahne Sinclair / Lupina em ‘Os Novos Mutantes’, e recentemente juntou-se ao elenco de ‘The New Look’, uma nova série da AppleTV+.
Jennifer Lopez é um dos nomes mais conhecidos do cenário do entretenimento e uma das responsáveis pela popularização do latin pop no cenário mainstream.
Recentemente, Lopez voltou ao cenário cinematográfico e musical com o lançamento de um ambicioso projeto intitulado ‘This Is Me… Now’, composto por um álbum de canções inéditas (seu nono compilado na carreira, uma década depois da última investida) e um longa-metragem que já está disponível no Prime Video. A ideia era promover uma continuação de seu clássico álbum ‘This Is Me… Then’, de 2002, e mostrando a jornada de amadurecimento pela qual passou.
Aos 55 anos, a cantora, compositora e atriz continua a reiterar seu merecido espaço na indústria do show business e, pensando nisso, preparamos uma breve lista elencando as sete melhores músicas de sua carreira.
Veja abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual a sua favorita:
7. “AIN’T IT FUNNY”
Álbum: J.Lo
Apesar de ter sido uma recepção um pouco mista à época de seu lançamento, “Ain’t It Funny” envelheceu de modo bastante positivo desde sua estreia em 2001 e consagra-se como uma das faixas mais envolventes da discografia de Lopez. Fazendo parte da trilha sonora de ‘O Casamento dos Meus Sonhos’, uma das comédias românticas mais conhecidas da performer, a faixa foi co-assinada por Cory Rooney e traz o melhor da salsa e do latin pop à tona em uma convidativa jornada pelo ato de se apaixonar.
“Greatest Love Story Never Told”, facilmente a melhor iteração de ‘This Is Me… Now’ e uma das mais interessantes da discografia da performer, é uma colaboração de hip-hop, R&B e boom bap que nutre de semelhanças com “Kill Bill”, de SZA, e até mesmo com a vibrante “Ain’t It Funny”, e permite que a cantora mostre-se disposta a se divertir de modo palpável e memorialístico (“vinte anos atrás, parece que o tempo congelou; estamos vivendo na maior história de amor que já foi contada”).
São poucas as pessoas que nunca ouviram falar de “Love Don’t Cost a Thing”: integrando seu segundo álbum de estúdio, ‘J.Lo’, a canção é uma amálgama perfeita entre pop e R&B com uma produção bastante chiclete e memorável (cortesia do trio Ric Wake, Richie Jones e Cory Rooney) que continua a onda de hits dançantes de Lopez e que auxiliam a caracterizar sua identidade sonora. A faixa explora um relacionamento romântico que causa frustração à cantora, visto que seu parceiro apenas vê o enlace entre os dois a partir de uma perspectiva materialista (“mesmo se você estivesse pobre, meu amor não custa nada”).
4. “LET’S GET LOUD”
Álbum: On the 6
“Let’s Get Loud” é uma das faixas que mais representa a herança latina promovida pela carreira mainstream de Jennifer Lopez. Além da construção clássica do latin pop, a artista se une a Emilio Estefan Jr. e a Kike Santander para uma celebração da salsa e do dance em uma envolvente e sensual narrativa de empoderamento (“ninguém pode te dizer o que você deve fazer”), celebrando a vida como ela é e permitindo que a artista se lance a uma de suas melhores rendições vocais. Não é surpresa que a faixa tenha conquistado uma indicação ao Grammy de Melhor Gravação Dance em 2001.
3. “JENNY FROM THE BLOCK”
Álbum: This Is Me… Then
“Jenny from the Block” é uma das canções mais conhecidas da carreira de Lopez e uma das que mais reflete as inspirações que carregava consigo duas décadas atrás. Trazendo elementos do clássico hip hop e do R&B, além de contar com a inesperada aparição de uma flauta em praticamente toda a estrutura da música, a narrativa emerge como uma resposta à sua vida de crescente fama – incluindo seu relacionamento com o ator Ben Affleck – e ao seu desejo de continuar humilde mesmo com a fortuna e com o sucesso que conquistou.
Lançada em 2011 como o lead single de ‘Love?’, um dos álbuns mais recentes de Lopez, “On The Floor” causou um grande impacto quando chegou aos ouvidos do público. Performada ao lado do rapperPitbull, a iteração é movida pelo melhor do dance-pop com pinceladas de latin pop, house, techno e uma interpolação sagaz da clássica “Llorando se Fue” para fornecer ainda mais ritmo à canção. E isso não é tudo: além de contar com a química dos dois cantores, a faixa foi produzida por RedOne (que trabalhou com ninguém menos que Lady Gaga no início de sua carreira), transformando a track em uma sônica pulsação das pistas da dança.
1. “WAITING FOR TONIGHT”
Álbum: On the 6
A princípio escrita para o grupo feminino 3rd Party – que acabou desbandando pouco depois -, Lopez resolveu regravar sua própria versão da clássica “Waiting for Tonight”, oferecendo uma originalidade única e que se afastava tanto do R&B quanto do teen pop que dominavam as rádios no final dos anos 1990. O resultado não poderia ter sido outro: sua versão tornou-se mundialmente conhecida, encantando os ouvintes e a crítica por uma produção impecável de latin house e de dance-pop que colocou a performer como um dos principais nomes do gênero, ajudando a popularizar a cultura latina no cenário norte-americano. Não é surpresa que, até hoje, a faixa mostre-se contemporânea e nostálgica em uma escapista atmosfera sonora e lírica.
Famoso por seu extenso currículo no gênero da comédia,Adam Sandler é o protagonista de ‘O Astronauta‘, vindouro drama sci-fi da Netflix dirigido porJohan Renck (‘Chernobyl’).
Em entrevista para a Variety, Renck comentou sobre como foi trabalhar com o humorista, levando em consideração sua performance em uma trama muito diferente das quais Sandler está acostumado.
“Quando você mostra essa ideia para as pessoas, a primeira coisa que elas veem é Adam Sandler, e então elas passam os primeiros 20 a 30 minutos do filme esperando que seja algo engraçado. Então concordo muito com a surpresa do público quando se trata da pergunta: o que esperar de um filme como este.”
Ele continuou:
“Como cineasta, é impagável perceber que eles [o público] lentamente percebem que não só não é engraçado, mas também que Adam Sandler não é um artista de um só palco, ele não é uma sombra do que costuma ser. Aqui, o vemos apenas como um homem severo, isolado e arrogante. Porque mesmo em seus papéis dramáticos, ele ainda é Adam Sandler.”
Agora só nos resta aguardar para saber o que quis dizer em sua declaração.
Seis meses após o início de uma missão de pesquisa solitária nos limites do sistema solar, o astronauta Jakub (Adam Sandler) percebe que o casamento que deixou para trás pode não estar esperando por ele quando retornar à Terra.
Desesperado para consertar as coisas com sua esposa, Lenka (Carey Mulligan), ele é ajudado por uma criatura misteriosa do início dos tempos que encontra escondida nas entranhas de sua nave. Hanuš (dublado por Paul Dano) trabalha com Jakub para entender o que deu errado antes que seja tarde demais.
Uma cena do trailer de ‘Deadpool e Wolverine’ tem despertado a curiosidade dos internautas, levando-os a especular sobre uma possível aparição da Terra Selvagem no filme.
Para aqueles que não estão familiarizados, na Marvel, a Terra Selvagem é uma região tropical situada em um mundo oculto dentro da Antártica, onde residem alguns mutantes. Trata-se de uma área preservada, habitada por criaturas pré-históricas e protegida pelo herói Ka-zar.
No trailer, várias sequências mostram o herói em locais subterrâneos com neve caindo. Segundo o MCU News and Updates, esses locais representam de fato a Terra Selvagem. No entanto, é importante ressaltar que nada foi confirmado até o momento.
No novo filme, depois de enfrentar alguns obstáculos profissionais ao passar por uma crise de meia-idade, Wade Wilson (Ryan Reynolds) decide se aposentar oficialmente como o mercenário Deadpool e se torna vendedor de carros usados. Mas, quando seus amigos, família e o mundo inteiro estão em perigo, ele decide tirar suas katanas da aposentadoria e recruta um Wolverine (Hugh Jackman) relutante e cauteloso não apenas para lutar por sua sobrevivência, mas, em última análise, por seu legado.
A Netflix divulgou o trailer oficial de ‘Shirley para Presidente’, longa-metragem estrelado pela vencedora do Oscar e do Emmy Regina King (‘Watchmen’, ‘Se a Rua Beale Falasse’).
Na trama, King interpreta Shirley Chisholm, a primeira mulher negra a fazer parte do Congresso dos Estados Unidos e que concorreu à presidência em 1972.
O filme estreia no dia 22 de março na plataforma de streaming.
De acordo com o Comic Book, a animação ‘X-Men ’97’, que dará sequência aos eventos do desenho clássico da equipe de mutantes, ganhou classificação indicava TV-14.
O motivo é porque “o conteúdo deste programa contém material que a maioria dos pais consideraria impróprio para crianças menores de 14 anos”.
Para quem não sabe, a animação original tinha classificação para crianças maiores de sete anos de idade, o que representa uma diferença considerável nos novos episódios.
De qualquer forma, não há com o que se preocupar, já que a classificação TV-14 é equivalente à PG-13, usada pela Marvel Studios nos filmes do MCU.
Lembrando que ‘X-Men 97‘ chega ao catálogo da Disney+ em 20 de Março.
Durante um painel especial da Marvel Studios na San Diego Comic-Con, Beau DeMayo, criador e produtor da vindoura série, revelou que a produção é uma carta de amor à animação original (via Marvel.com).
“Nós colocamos uma coisa interna para [os executivos da Marvel e da Disney], dando a eles um gostinho do que o show é”, ele revelou. “E é engraçado ver os seus heróis surtarem por algo que você está fazendo. O tamanho e o escopo de algo como esse e mandar uma carta de amor [aos criadores Eric e Julia Lewald, de ‘X-Men: The Animated Series] é gigantesco”.
Lembrando que a produção chegará ao catálogo do Disney+ ainda em 2023 e que uma 2ª temporada já está em desenvolvimento.
Vale destacar que, entre as novidades, está a nova liderança do time, onde os ‘X-Men‘ são chefiados por ninguém menos que o Magneto. Além disso, a animação contará com o mutante brasileiro Mancha Solar, Senhor Sinistro, Emma Frost, Calypso, Sebastian Shaw e Valerie Cooper.
O aguardado live-action ‘Avatar: O Último Mestre do Ar‘ chega ao catálogo da Netflix no próximo dia 22 e ganhou um teaser inédito, no qual os membros da Nação do Fogo mostram todo o seu poder na busca pelo Avatar.
A série, baseada na animação ‘Avatar: A Lenda de Aang’, será lançada na plataforma de streaming no próximo dia 22 de fevereiro.
Aang é o último dobrador de ar após os outros nômades serem exterminados pela Nação do Fogo, que promove uma guerra há décadas em busca de dominar o restante do mundo. Além de concluir sua jornada como Avatar, dominando todos os elementos, Aang tem a tarefa de lidar com esse enorme desafio, uma vez que seu dever como Avatar é trazer harmonia ao mundo.
‘Once Upon a Time’ se tornou uma das produções televisivas mais originais dos últimos anos. Mesmo encontrando certos obstáculos em seu terceiro ano, que tangenciaram um melodrama extremamente excessivo, introduzir personagens que ganharam o gosto do público foi uma investida interessante. É claro que não podemos deixar de levar em consideração o imenso marketing por trás da série, mas ainda assim o cliffhanger da iteração anterior foi de tirar o fôlego. E desse modo, entramos no mundo de ‘Frozen – Uma Aventura Congelante’ que, seguindo o mesmo padrão já conhecido de Edward Kitsis e Adam Horowitz, encontrou uma perspectiva nova e macabra que, mesmo com deslizes óbvios e um claro apelo mercadológico (considerando que a animação da Walt Disney Studios havia sido lançada um ano antes), funciona dentro das próprias restrições.
Elizabeth Lail e Georgina Haig interpretam as irmãs Anna e Elsa, respectivamente. Porém, diferente do filme da Casa Mouse, a história se passa algum tempo depois dos eventos originais, trazendo-as de volta para Arendelle e focando tanto no casamento de Anna com Kristoff (Scott Michael Foster) quanto nas descobertas que Elsa faz em relação à sua família. De qualquer forma, a série ganha uma sólida reformulação narrativa para delinear as tramas que cruzarão caminho com as que já conhecemos.
A quarta temporada mergulha na mesma estruturação que a terceira, dividindo-se em dois blocos. Neste aqui, Anna ganha bastante protagonismo na cronologia passada e mostra que vai muito além da ingênua e sonhadora personagem que conhecemos nas telonas, fazendo escolhas a priori terríveis para manter a união de sua família, mas nunca perdendo seu espírito altruísta. Já no presente, as coisas até tentam se mover com o mesmo dinamismo, mas eventualmente esbarram em certos obstáculos, incluindo a rapidez desnecessária com a qual a história se desenrola. Porém, existe um nome em especial que torna-se o centro inesperado das atenções, seja pela atuação, seja por sua envolvente backstory: Elizabeth Mitchell.
A atriz, conhecida por seu papel como Juliette em ‘Lost’, encarna a versão original do conto de Hans Christian Andersen que deu origem ao filme vencedor do Oscar. ‘A Rainha de Gelo’, na verdade, traz uma trama muito mais complexa e nem um pouco otimista para a personagem-título, aqui chamada de Ingrid. E, além disso, ela integra a própria família de Elsa e Anna, entrando como tia das duas – uma tia perdida que esconde um terrível segredo e que, insurgindo como a principal antagonista, segue um padrão conhecido de redenção e vitimização, sendo fruto de circunstâncias negativas que a moldaram no “monstro” que todos a consideram hoje.
Porém, Mitchell encontra um terreno muito fértil para mostrar sua versatilidade: ainda que sua trama em específico pareça datada, ela mantém-se em uma bolha fria e cruel que não mede esforços para conseguir o que quer – inclusive lançar uma terrível maldição para destruir todos os moradores de Storybrooke. E como se não bastasse, ela mantém uma relação materna muito forte com Emma (Jennifer Morrison), tendo sido sua mãe adotiva em um passado remoto. No final das contas, ela se entrega ao amor que nunca achou ter de suas falecidas irmãs, sacrificando-se para o bem de todos em um clássico final feliz e fabulesco que facilmente nos arranca algumas lágrimas e já coloca o tom para a próxima parte da temporada.
E é aqui que as coisas começam a desandar. Após um complicado desentendimento entre Rumplestiltskin (Robert Carlyle) e Belle (Emilie De Ravin), o Senhor das Trevas retorna ao seu compulsório arco de pura egolatria e parte em busca de antigas “aliadas” do passado: as icônicas Malévola (Kristin Bauer), Cruella De Vil (Victoria Smurfit) e Úrsula (Merrin Dungey), também conhecidas como as Rainhas da Escuridão. Porém, nenhuma delas ganha uma exploração digna do que representam em um panteão clássico: as subtramas são tratadas em sua superficialidade e lutam para ganhar destaque em um outro pano de fundo, em que os vilões merecem ganhar seus finais felizes enquanto os heróis devem se submeter a uma vida em que nada dá certo. Em outras palavras, uma drástica inversão de papéis.
Também é aqui que temos a participação do Autor, figura responsável por contar todas as histórias dos Reinos mágicos. Porém, essa nova versão, encarnada por Isaac Heller (Patrick Fischler) nunca gostou apenas de relatar, e encontrou nessa “profissão” um meio para colocar tudo o que sempre quis – e por isso mesmo resolve se aliar com Rumplestiltskin e mudar para sempre o que conhecemos. “Está na hora dos vilões terem um final feliz”, ele repete, em quase todos os episódios. Eventualmente ele consegue fazer isso nos últimos dois episódios, até que o beijo de amor verdadeiro entre mãe e filha quebra a nova maldição – um recurso que já se prova cansativo ao extremo, como de Kitsis e Horowitz não tivessem mais de onde tirar cartas para continuar a originalidade de outrora. De fato, temos pulsões inesperadas ao caminharmos para o season finale, que novamente muda o caráter de cada um dos protagonistas e coadjuvantes para o bel-prazer do Autor (que, no mundo real, se transforma em um romancista best-seller, prendendo os personagens em um cosmos inescapável e dentro do qual não se lembram de nada) e de Rumple, que não suporta mais a ideia de ser condicionado a vilão.
Mais uma vez, Lana Parrilla emerge como o melhor elemento da narrativa ao encarnar um lado inédito de Regina Mills, fingindo retornar às suas raízes vilanescas apenas para ajudar Emma (que se torna uma de suas amigas mais próximas) e proteger o filho, Henry (Jared S. Gilmore) das forças malignas que o afligem – e que antecipam sua condição como o próximo Autor. Parrilla divide os holofotes com Carlyle, que reitera sua posição como um dos atores mais versáteis da contemporaneidade, e ambos trilham um caminho parecido e complementar até um dos melhores ganchos da série. No final das contas, o time por trás de ‘Once Upon a Time’ ainda abre espaço para que fiquemos ansiosos para o ciclo seguinte – em que Regina se consagra como a heroína que todos precisávamos e Emma, agora, está fadada a se render à escuridão ao se transformar na nova portadora da Adaga do Sombrio.
Ah, e só mais uma coisa: a temporada também se vale do bem-vindo retorno de Rebecca Mader como Zelena – cujo impacto causado na temporada anterior foi tamanho, que não houve alternativa além de trazê-la de volta de maneira espetacular e de modo a ofuscar os equívocos estruturais dos episódios.
‘Berlim’, série derivada de ‘La Casa de Papel’ focada no personagem titular vivido por Pedro Alonso, fez um grande sucesso ao chegar à Netflix no ano passado, conquistando o público e a crítica.
Agora, a plataforma de streaming anunciou que o spin-off foi oficialmente renovado para a 2ª temporada.
A Netflix divulgou um vídeo inédito da 3ª e última temporada de ‘Young Royals’, nos levando aos bastidores do ciclo de encerramento e acompanhando a jornada de gravações dos próximos episódios.
Confira:
Apesar do ciclo final estar programado para estrear no dia 11 de março, o último episódio da produção será lançado apenas uma semana depois – em 18 de março.
Na última temporada, com a volta dos alunos ao Internato Hillerska e as expectativas a mil, Wilhelm e Simon se tornam o centro das atenções agora que estão juntos publicamente.
A trama acompanha o Príncipe Wilhelm (Edvin Ryding) entra no prestigioso colégio interno Hillerska e finalmente tem a chance de explorar sua verdadeira personalidade e descobrir o tipo de vida que quer levar.
Lá, ele começa a sonhar com um futuro de liberdade e amor incondicional, longe das obrigações da realeza. No entanto, ele acaba se tornando o próximo sucessor para o trono e esse dilema ganha cada vez mais peso. O que será mais importante: o amor ou o dever?
O terror slasher ‘Cuckoo‘, estrelado pela Hunter Schafer (‘Euphoria’), estreia apenas em 03 de maio nos cinemas norte-americanos – mas já pôde ser conferido por alguns jornalistas.
No Rotten Tomatoes, o longa-metragem dividiu os especialistas internacionais, amargando 56% de aprovação com base em 9 reviews(dentre as quais 5 são positivas e 4, negativas).
Confira os comentários:
“Poderíamos desejar que o absurdo da presunção fosse acompanhado por um pouco mais de irreverência no roteiro e audácia imagética” – Slant Magazine.
“É mais fácil rir [do filme]… Do que desfrutar dele” – IndieWire.
“Embora seja confuso e frequentemente desconcertante, ‘Cuckoo’ ao menos faz jus ao seu título, com um compromisso com reviravoltas alegremente malucas e uma coleção de performances coadjuvantes divertidamente perturbadas” – Screen International.
“Em Schafer e Stevens, [o filme] tem dois adversários ferozmente convincentes” – THR.
“Deveria ter sido incrível. Poderia ter sido assustador. Caso contrário, deveria ter sido hilário. Mas foi simplesmente ruim” – Critic’s Notebook.
“Relutantemente, Gretchen, de 17 anos, deixa sua casa nos Estados Unidos para morar com o pai, que acaba de se mudar para um resort nos Alpes alemães com sua nova família. Chegando em sua futura residência, eles são recebidos pelo Sr. König, chefe de seu pai, que tem um interesse inexplicável pela muda meia-irmã de Gretchen, Alma.
Algo não parece certo neste tranquilo paraíso de férias. Gretchen é atormentada por ruídos estranhos e visões sangrentas até descobrir um segredo chocante que também diz respeito à sua própria família.”
O elenco ainda conta com Dan Stevens (‘O Hóspede’), Jessica Henwick (‘Ameaça Profunda’), Marton Csókás (‘Crimes Obscuros’), Greta Fernández (’30 Monedas’) e Jan Bluthardt (‘Luz’).
Além de escrever o roteiro, Tilman Singer (‘Luz’) também fica responsável pela direção.
O cineasta repete sua parceria com o cinematográfico Paul Faltz, o compositor Simon Waskow e o designer de produção Dario Mendez Acosta, com quem já havia trabalhado no aclamado ‘Luz‘.
No último fim de semana foram divulgados vídeos e fotos dos bastidores de ‘Lilo & Stitch’, a mais nova adaptação em live-action da Walt Disney Studios.
No original, Lilo é uma garota havaiana que adora cuidar de animais menos favorecidos e tem o costume de coletar lixo reciclável nas praias para, com o dinheiro recebido, comprar comida para peixes. Até que, em um belo dia, ela encontra um cachorro e decide adotá-lo. Entretanto, este cachorro na verdade é Stitch, um ser alienígena considerado um dos criminosos mais perigosos da galáxia. Agora, Stitch esconde duas de suas seis pernas e decide se fazer passar por um cachorro comum, ficando amigo de Lilo.
Nas imagens , vemos Maia Kealohainterpretando Lilo, enquanto um boneco de Stitch é visto dentro de um carrinho de brinquedo.
E isso foi o suficiente para aquecer o coração dos fãs, que já estão ansiosos para ver a dupla em carne e osso.
Emma Stone é uma das maiores atrizes do cenário contemporâneo do entretenimento e, agora, caminha para receber sua segunda estatueta do Oscar por uma performance impecável em ‘Pobres Criaturas’, livre releitura baseada em ‘Frankenstein’, de Mary Shelley.
Para celebrar sua carreira recheada de sucesso, preparamos uma breve lista ranqueando seus cinco melhores papéis.
Confira abaixo e conte para nós qual o seu favorito:
Antes de trabalhar com Yorgos Lanthimos em ‘Pobres Criaturas’, Stone já havia se filiado à mentalidade original e perspicaz do diretor no aclamado ‘A Favorita’, que co-estrelou ao lado de Olivia Colman (vencedora do Oscar por sua interpretação no filme) e Rachel Weisz. Na elogiada dramédia satírica de época, Stone nos mostrou a mais um lado de sua identidade performática ao encarnar Abigail Hill, prima de Sarah Churchill (confidente e amante da Rainha Ana), que chega ao palácio real e faz de tudo para se tornar uma das consortes da monarca, colocando a relação da rainha e de Sarah em perigo à medida que escala a um status social muito maior do que poderia imaginar.
4. SAM THOMSON, Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância)
Em 2014, Stone já havia se estabelecido como uma grande powerhouse do cenário fílmico – e conquistaria sua primeira indicação ao Oscar ao interpretar Sam Thomson no aclamado ‘Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância)’. Aqui, o destaque de sua atuação é proveniente de uma versatilidade que não havia, ao menos até então, sido explorada como deveria. A dramática entrega da artista a permite roubar os holofotes de outros grandes nomes, como Michael Keaton (que interpreta seu pai no filme, Riggan, um ex-astro de filmes de super-heróis que agora migrou para o teatro). Sam é uma jovem rebelde que entra em constante atrito com o pai, dizendo que ele nunca terá sucesso nos palcos e que a apresentação que ele está dirigindo é prepotente e vazia.
Em 2016, Stone viria a dominar o circuito de premiações com uma atuação irretocável como Mia Dolan no aclamado musical ‘La La Land: Cantando Estações’, dirigido por Damien Chazelle. Além de demonstrar habilidades vocais maravilhosas e desfrutar de uma química aplaudível ao lado de Ryan Gosling, Stone nos conquistou por um trabalho fluido, naturalista e recheado de camadas que revelam as atribulações pelas quais artistas amadores passam em busca do estrelato, da fama e do sucesso. Não é surpresa que ela conseguiu sua primeira estatueta do Oscar de Melhor Atriz pelo papel, ganhando aclame por parte da crítica especializada e do público.
Muito antes de se ganhar o cenário das premiações, Stone havia entregue uma das melhores performances dos anos 2010 ao estrelar a comédia adolescente ‘A Mentira’. Baseado livremente em ‘A Letra Escarlate’, clássico da literatura assinado por Nathaniel Hawthorne, a trama traz a atriz como Olive Penderghast, uma jovem estudante virgem que mente para a melhor amiga que transou pela primeira vez – apenas para o comentário se espalhar como fogo pelo colégio, transformando-a em uma pária. Aqui, Stone rende-se ao melhor estilo cômico que poderia e arranca cenas icônicas que permanecem vivas no imaginário popular até hoje.
O papel mais recente de Stone nos cinemas é, facilmente, sua melhor investida performática.
Em ‘Pobres Criaturas’, a atriz interpreta Bella Baxter, uma “criação” de um excêntrico cirurgião plástico que resgatou o corpo de uma mulher e a trouxe de volta à vida ao substituir seu cérebro com a do bebê que carregava. Assim, Bella, tendo o corpo de uma mulher adulta, passa por todos os estágios do desenvolvimento de forma inesperada e bastante cômica, até perceber que o mundo lá fora é muito maior do que seu “pai” afirma. Além de apresentar com perfeição um sotaque britânico, Stone emerge como um estandarte da sexualidade e do empoderamento femininos em uma rendição crua do que significa a própria existência – e motivo pelo qual ela levará para casa sua segunda estatueta de Melhor Atriz.
O ator Taylor Lautner, conhecido por interpretar Jacob Black em ‘Crepúsculo’, compartilhou alguns conselhos para as futuras estrelas que possam interpretar o personagem em um possível reboot da saga.
Durante uma entrevista ao Collider, Lautner aconselhou o próximo Jacob Black à “aproveitar o momento”. Ele explicou: “Quero dizer, obviamente haverá muito interesse por trás disso. A base de fãs ainda está definitivamente presente e ativa, então será uma jornada intensa para quem estiver envolvido. Eu diria para aproveitar cada aspecto, os altos e baixos, porque num piscar de olhos, eu estou pensando, ‘Nossa, nosso último filme foi há 12 anos.’ É uma loucura. Sempre desejei poder voltar no tempo e reviver algumas dessas experiências e apenas viver o momento. Então, meu conselho seria realmente aproveitar o momento.”
Vale lembrar que a saga de livros ‘Crepúsculo’ vai ganhar uma adaptação televisiva, de acordo com o site The Hollywood Reporter.
A série está em desenvolvimento inicial pela Lionsgate Television e ainda não tem uma plataforma definida nem um roteirista escolhido.
Segundo fontes, a Lionsgate, que detém os direitos da franquia, planeja liderar o desenvolvimento do projeto antes de oferecê-lo a possíveis compradores. Ainda não há previsão para quando a série de ‘Crepúsculo’ será apresentada a potenciais interessados, pois a empresa primeiro busca encontrar um escritor para comandar o projeto.
Enquanto isso, relembre o trailer de ‘A Saga Crepúsculo: Amanhecer – Parte 2’, último filme da franquia.
Através do Instagram, Gabriel Basso, que interpreta Peter Sutherland na adorada série de espionagem ‘O Agente Noturno’, compartilhou imagens inéditas dos bastidores da 2ª temporada – cujas gravações começaram no começo de fevereiro.
De acordo com o Deadline , aNetflix adicionou mais cinco nomes ao elenco dos novos episódios.
Entre os novatos estão Berto Colon (‘Inside Game’), Louis Herthum (‘Westworld’) e Arienne Mandi (‘The L Word: Generation Q’), que foram escalados em papéis recorrentes no novo ciclo.
Colon, Herthum e Mandi
Já Brittany Snow (‘A Escolha Perfeita’) e Teddy Sears (‘The Flash’) estão se juntando como personagens coadjuvantes e terão mais destaque que o trio acima.
No entanto, não foram reveladas informações sobre os papéis de nem um dos cinco.
O grupo se junta à Amanda Warren (‘Dickinson’), que dará vida à Catherine Weaver, uma veterana do programa investigativo secreto Ação Noturna, que é responsável por treinar e monitorar vários agentes – incluindo o novo recruta Peter Sutherland.
A personagem é descrita como “inteligente, reservada, determinada e muito protetora”. Ela descobre que é difícil conquistar a confiança do Peter após ele ter lidado com traições em sua experiência na primeira temporada.
Vale lembrar que a série é baseada no livro homônimo de Matthew Quirk, que não tem uma sequência. Logo, as novas aventuras do agente Sutherland devem ser completamente originais.
‘Sr. e Sra. Smith’, série inspirada no filme homônimo estrelado por Brad Pitt e Angelina Jolie, já está disponível no Prime Video e, agora, foi divulgado um vídeo compilando os melhores momentos de Donald Glover como John Smith.
Confira:
“Dois estranhos solitários conseguem empregos em uma misteriosa agência de espionagem que oferece a eles uma vida gloriosa de espionagem, riqueza, viagens pelo mundo e uma bela casa em Manhattan. A pegadinha? Novas identidades em um casamento arranjado como Sr. e Sra. John e Jane Smith. Agora casados, John e Jane enfrentam uma missão de alto risco toda semana, ao mesmo tempo em que enfrentam um novo marco no relacionamento. Sua complexa história de cobertura se torna ainda mais complicada quando eles desenvolvem sentimentos reais um pelo outro. O que é mais arriscado: espionagem ou casamento?”.
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