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‘A Voz Suprema do Blues’: Denzel Washington e George C. Wolfe falam sobre a adaptação em novo vídeo

O drama ‘A Voz Suprema do Blues’, original da Netflix, já é considerado um dos melhores filmes de 2020, sendo ovacionado pela crítica especializada e pelo público.

Agora, a plataforma de streaming divulgou um novo vídeo promocional em que o produtor Denzel Washington, o diretor George C. Wolfe e o restante da equipe criativa e performática falam sobre como foi o processo de levar o lendário dramaturgo August Wilson de volta para o audiovisual.

Confira:

Dirigido por George C. Wolfe, ‘A Voz Suprema do Blues’ (Ma Rainey’s Black Bottom)é baseado na peça vencedora do Prêmio Pulitzer, escrita por August Wilson em 1982.

Chicago, 1927. Em uma sessão de gravação, surgem tensões entre Ma Rainey (Viola Davis), seu trompetista ambicioso (Chadwick Boseman) e os empresários brancos determinados a controlar a lendária Mãe do Blues. Baseado na peça do vencedor do prêmio Pulitzer August Wilson.

Glynn Turman, Taylour Paige, Dusan Brown, Colman Domingo Michael Potts também estrelam.

‘Panic’: Depois do trailer, confira imagens promocionais da nova série da Amazon!

Depois do trailer, a Amazon Prime divulgou novas imagens promocionais da série ‘Panic‘, que traz um jogo perigoso no melhor estilo ‘Jogos Vorazes‘.

Confira:

PNCC
PNCC
PANIC
PANIC
PNCC
PNCC

A série será lançada na plataforma no dia 28 de maio.

Criada por Lauren Oliver, a série é baseada em seu best-seller homônimo.

A história se passa em uma pequena cidade do estado do Texas, nos Estados Unidos, onde todo verão os estudantes do último ano do Ensino Médio participam de uma série de desafios e o vencedor ganha um prêmio – algo que acreditam ser a única chance para conseguirem ter uma vida melhor e escapar das circunstâncias de onde moram.

Mas esse ano as regras mudaram: a quantidade de dinheiro do prêmio é maior e o jogo se tornou ainda mais perigoso. Os jogadores irão enfrentar cara a cara seus maiores e mais sombrios medos, e serão forçados a decidir até que ponto estão dispostos a correr riscos para ganhar.

O elenco conta Olivia Welch, Mike Faist, Jessica Sula, Camron Jones, Ray Nicholson e Enrique Murciano.

‘O Senhor dos Anéis’: Elijah Wood revela que um dos Orcs foi projetado para parecer Harvey Weinstein

Em entrevista ao Armchair ExpertElijah Wood, que interpretou Frodo Bolseiro na aclamada trilogia ‘O Senhor dos Anéis’, disse que um dos Orcs dos filmes originais foi modelado para se parecer com o ex-produtor Harvey Weinstein, que foi acusado por inúmeros casos de abuso sexual nos últimos anos.

“É engraçado”, ele comentou. “Isso foi recentemente discutido, porque Dominic [Monaghan]Bill [Boyd, que interpretaram os hobbits Merry e Pippin] estavam conversando com Sean Astin [Samwise] sobre a primeira memória na Nova Zelândia [onde a franquia foi rodada]. Ele tinha visto essas máscaras de Orcs. E uma delas – eu me lembro disso vivamente – foi modelada para se parecer com Harvey Weinstein, como se fosse uma mensagem de ‘vai se fo***'”.

Wood continua: “acho que está tudo bem falar sobre isso. O cara está preso. Que ele se fo**”.

O produtor Harvey Weinstein foi condenado a 23 anos de prisão após ser acusado de assédio, estupro e violência sexual.

Lembrando que ‘O Senhor dos Anéis’ retorna com uma ambiciosa série derivada, da Amazon Studios, com estreia agendada para 02 de setembro de 2022.

Confira a primeira foto e a sinopse:

O novo drama épico traz às telas pela primeira vez a lendária história da Segunda Era da Terra-média de J.R.R. Tolkien. Começando em uma época de relativa paz, milhares de anos antes dos eventos dos livros O Hobbit’ e O Senhor dos Anéis’ de Tolkien, a série segue um elenco de personagens, tanto familiares quanto novos, enquanto eles enfrentam o temido ressurgimento do mal na Terra-média.

O elenco principal é composto por Cynthia Addai-Robinson, Robert Aramayo, Owain Arthur, Maxim Baldry, Nazanin Boniadi, Morfydd Clark, Ismael Cruz Córdova, Charles Edwards, Trystan Gravelle, Sir Lenny Henry, Ema Horvath, Markella Kavenagh, Joseph Mawle, Tyroe Muhafidin , Sophia Nomvete, Lloyd Owen, Megan Richards, Dylan Smith, Charlie Vickers, Leon Wadham, Benjamin Walker, Daniel Weyman e Sara Zwangobani

“A jornada começa em 2 de setembro de 2022 com a estreia de nossa série original sobre O Senhor dos Anéis no Prime Video,” disse Jennifer Salke, Head do Amazon Studios. “Não consigo expressar como todos nós estamos animados para levar nosso público global em uma jornada nova e épica pela Terra-média! Nossos talentosos produtores, elenco, e equipes criativa e de produção trabalharam incansavelmente na Nova Zelândia para dar vida a essa visão inédita e inspiradora”.

J.A. Bayona (‘Jurassic World: Reino Ameaçado’) será o produtor executivo ao lado de Belén Atienza. Charlotte Brändström Wayne Che Yip fazem parte do time de diretores junto a Bayona.

O roteiro fica por conta de JD Payne e Patrick McKayHoward Shore, compositor da trilogia original, está em negociações para encabeçar a trilha sonora da série.

Vale lembrar que a produção já foi renovada para a 2ª temporada.

A trilogia de romances de Tolkien foi adaptada originalmente para os cinemas entre 2001 e 2003, ganhando 17 estatuetas do Oscar, entre elas o prêmio de Melhor Diretor para Peter Jackson e Melhor Filme em 2004 para ‘O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei’. Mais tarde, a franquia ganhou também um trilogia prequela intitulada ‘O Hobbit’.

‘O Homem que Caiu na Terra’: Série com Chiwetel Ejiofor ganha trailer LEGENDADO; Confira!

A vindoura série ‘O Homem que Caiu na Terra‘, remake do clássico filme homônimo estrelado por David Bowie, ganhou seu trailer oficial legendado

Estrelada por Chiwetel EjioforNaomie Harris, a produção será lançada no Brasil em abril, pela Paramount+.

Assista e siga o CinePOP no YouTube:

Ejiofor (‘The Old Guard’) dará vida ao papel titular, um alienígena humanoide que cai no nosso planeta em busca de água para levar à terra natal.

Já Harris (‘Rampage: Destruição Total’), interpretará Justin Falls, uma cientista e engenheira brilhante que deve vencer seus próprios demônios em uma corrida para salvar dois mundos.

O elenco também conta com Jimmi Simpson (‘Westworld’), que será Spencer Clay, um agente da CIA cuja obsessão com a verdadeira identidade dos alienígenas o levam a beira de loucura.

Kate Mulgew (‘Orange Is the New Black’ e ‘Star Trek Voyager’) será Drew Finch, personagem descrita como uma “operativa que faz parte das encostas mais perigosas da CIA e que coleciona segredos. Emocionalmente destemida, Drew é mestre em encontrar e explorar os elos mais fracos, lutando para manter o próprio passado escondido”.

A nova história irá expandir a mitologia apresentada no longa de 1976.

Alex Kurtzman, showrunner de ‘Star Trek: Discovery’, e Jenny Lumet ficam responsáveis pelo roteiro e pela produção executiva. Kurtzman também entra como diretor de diversos episódios.

Rola BauerTim HalkinSarah TimbermanCarl BeverlyHeather Kadin serão produtores.

‘Central Park’: 3ª temporada da animação ganha data de estreia OFICIAL!

A Apple TV+ anunciou recentemente que a 3ª temporada da elogiada animação ‘Central Park’ já tem data de estreia definida.

Os novos episódios chegarão à plataforma de streaming no dia 09 de setembro de 2022.

Além disso, foi revelado que Kristen Bell irá retornar ao próximo ciclo, mas, diferente de voltar como Molly (jovem que interpretou nas iterações anteriores), dará vida a uma personagem nova chamada Abby, filha mais nova de Paige (Kathryn Hahn).

Lembrando que as duas primeiras temporadas já estão disponíveis na Apple TV+.

 

Loren BouchardJosh Gad criaram o projeto.

Na segunda temporada de ‘Central Park’, a família Tillerman continua a navegar e a viver pelo parque mais famoso do mundo. Molly experimenta os processos e as tribulações da adolescência, Cole é desafiado por um momento realmente vergonhoso na escola, Paige continua em busca da história de corrupção do prefeito e Owen tenta equilibrar a administração do parque e de sua equipe à sua família, tudo com um sorriso no rosto. Enquanto isso, Bitsy fica cada vez mais perto de reclamar Central Park para si, com Helen ao seu lado. A cada passo, nós somos guiados por nosso amigável e incrível narrador, Birdie.

Gad, Leslie Odom Jr.Kathryn Hahn, Emmy Raver-LampmanTituss BurgessDaveed DiggsStanley Tucci fazem parte do elenco.

Katya e Trixie Mattel reagem à 1ª temporada de ‘Heartstopper’; Confira!

A adorada série ‘Heartstopper’ se tornou um dos grandes sucessos da Netflix e, agora, a plataforma de streaming se reuniu com as icônicas drag queens KatyaTrixie Mattel para reagirem à temporada de estreia.

Confira:

Lembrando que as gravações do próximo ciclo já foram finalizadas e que os novos episódios chegam em 2023 ao catálogo da plataforma.

A vindoura iteração apresentará quatro personagens: David Nelson (Jack Barton), irmão mais velho do Nick (Kit Connor); Sahar Zahid (Leila Khan), uma estudante da Escola Higgs; James McEwan (Bradley Riches), um estudante da Escola Truham; e Mr. Farouk (Nima Taleghani), um professor da Truham.

Vale lembrar que a série já foi renovada para a 3ª temporada.

Baseada na graphic novel LGBTQ+ da autora Alice Oseman, que também atua como roteirista, a produção alcançou o TOP 10 da plataforma de streaming em mais de 50 países.

Na trama, o meigo Charlie e o fã de rúgbi Nick se conhecem no colégio. Mas logo essa amizade improvável começa a se transformar em romance. Agora, Charlie, Nick e seu círculo de amigos precisam encarar essa jornada de autodescoberta e aceitação, apoiando uns aos outros e aprendendo a ser eles mesmos.

Heartstopper‘ é sobre amor, amizade, lealdade e saúde mental. O enredo abrange todas as pequenas histórias das vidas de Nick e Charlie que, juntos, formam algo maior.

Joe LockeConnor, William Gao, Yasmin Finney, Corinna BrownKizzy Edgell também fazem parte do elenco.

‘O Príncipe Dragão’: 5ª temporada da animação ganha imagens OFICIAIS e previsão de estreia; Confira!

A Netflix divulgou imagens oficiais da 5ª temporada da aclamada animação ‘O Príncipe Dragão’.

Além disso, foi revelado que o novo ciclo chega em julho à plataforma de streaming, ainda sem dia confirmado.

Confira:

Lembrando que a série já foi renovada até a 7ª temporada.

‘O Príncipe Dragão’ foi criado por Aaron Ehasz‎ e Justin Richmond, roteiristas de ‘Avatar: A Lenda de Aang’.

Xadia e o reino dos humanos estão em pé de guerra. Será que Callum, Ezran e Rayla conseguirão vencer a magia negra e restaurar a paz no mundo? 

Novo live-action de ‘Godzilla’ ganha mais um trailer ATERRORIZANTE; Confira!

O novo filme ‘Godzilla Minus One‘, da franquia japonesa, teve mais um trailer inédito divulgado hoje (03).

A produção está prevista para estrear no Japão em 1º de novembro, seguida pelo lançamento nos Estados Unidos em 1º de dezembro.

Confira:

A sinopse oficial revela que ‘Godzilla Minus One‘ se passa no Japão do pós-guerra, retratando um Godzilla como uma força monstruosa. O país, que já havia sido devastado pelos horrores da guerra, enfrenta uma nova ameaça com a presença do monstro, levando à destruição ainda maior do território japonês.

É importante ressaltar que este projeto não está relacionado a ‘Godzilla x Kong: The New Empire‘, a próxima produção americana da Legendary Pictures envolvendo os icônicos monstros, e que chega aos cinemas em abril de 2024.

Godzilla x Kong: The New Empire‘ é o eletrizante quinto filme da série Monsterverse, no qual os lendários Titãs, Godzilla e Kong, vão ter que firmar uma inesperada parceria para enfrentar uma ameaça de fim de mundo tão aterrorizante que nenhum dos dois, sozinhos, poderiam sobreviver a ela.

O filme vai levar o público às inexploradas profundezas de um admirável mundo novo de inéditos monstros gigantescos, aventureiros heroicos e cenários inspiradores em uma escala nunca vista antes no Monsterverse, um verdadeiro espetáculo cinematográfico que merece ser visto nas maiores telas dos cinemas.

‘Superman & Lois’: Terminam as filmagens do ÚLTIMO episódio da série!

Segundo o ComicBook.com, as gravações do episódio de encerramento da 4ª e última temporada de ‘Superman & Lois’ chegaram ao fim.

Ainda sem data confirmada de estreia, sabe-se que a temporada final foi rodada no Canadá e será a mais curta da atração – contando com apenas dez capítulos.

Recentemente, o ator Douglas Smith (‘Amor Intenso’) foi escalado como Jimmy Olsen no ciclo de encerramento.

Como os fãs já sabem, Olsen é um dos melhores amigos de Clark Kent (Tyler Hoechlin) e é o fotógrafo do Planeta Diário.

Nesta versão, ele é descrito como um jovem extrovertido de 20 e poucos anos que é a alegria do escritório, mas apesar de ser colega de trabalho de Clark, ele não consegue cativá-lo a ponto de fazê-lo se sentir confortável consigo mesmo.

Sem saber do super segredo de Clark, Jimmy ainda está determinado a se tornar seu amigo.

Quanto a Smith, ele ganhou bastante destaque em ‘Percy Jackson e o Mar de Monstros‘ (2013), dando vida ao ciclope Tyson, meio-irmão do protagonoista vivido por Logan Lerman.

Na TV, ele é mais conhecido por seu papel como Ben Henrickson em ‘Amor Intenso‘, da HBO, bem como por seu papel como Corey Brockfield em ‘Big Little Lies‘.

Estrelada por Tyler Hoechlin (‘Teen Wolf’) e Elizabeth Tulloch (‘Grimm’), a atração tem suas três primeiras temporadas disponíveis na HBO Max.

Criada por Greg BerlantiTodd Helbing, a série marca o fim do Arrowverse.

Anos após enfrentarem vilões megalomaníacos, monstros caóticos em Metrópolis e invasores alienígenas que desejavam varrer a raça humana da face da Terra, o super-herói mais famoso do mundo, o Homem de Aço (também conhecido como Clark Kent), e a jornalista mais famosa dos quadrinhos, Lois Lane, enfrentam um dos maiores desafios de todos os tempos: lidar com o estresse, as pressões e as complexidades que surgem em ser pai nos dias de hoje.

Além desse complicado trabalho de criar dois meninos, Clark e Lois também se preocupam com o fato dos filhos Jonathan e Jordan poderem herdar os superpoderes kriptonianos do pai à medida que crescem. Retornando a Smallville para resolver algumas situações, o casal também se reencontra com Lana Lang, antiga namorada de Clark, e seu marido Kyle Cushing. Os adultos não são os únicos a cruzarem com antigas amizades, visto que os jovens membros da família Kent se reencontram com a filha rebelde de Lana e Kyle, Sarah.

Claro, nunca há um momento de paz na vida de um super-herói, especialmente com o pai de Lois, o General Samuel Lane, procurando por Superman para banir um vilão ou salvar o dia a qualqer momento. Enquanto isso, o retorno do casal para a idílica Smallville é acompanhado da aparição tanto de um estranho misterioso quanto de um magnata apaixonado chamado Morgan Edge.

O elenco ainda conta com Michael Bishop, Emmanuelle ChriquiInde NavarretteErik ValdezAlexander GarfinDylan Walsh.

‘Batman’ pode ganhar filme DERIVADO do Senhor Frio? James Gunn responde!

Nos últimos dias, rumores despontaram nas redes sociais afirmando que o universo de ‘Batman’ se expandiria ainda mais com um longa-metragem sobre o icônico antagonista Senhor Frio.

Inclusive, de acordo com uma listagem do Production Weekly, a obra seria ambientada no mesmo universo do filme mencionado acima e da série spin-off ‘Pinguim’.

Agora, através da plataforma Threads, o co-CEO da DC StudiosJames Gunn, foi questionado acerca dos boatos em questão – e ofereceu uma resposta um tanto quanto vaga.

“Não fiquei sabendo disso, mas há muitos rumores por aí esta semana”, ele começou. “Alguns deles são verdadeiros, alguns são parcialmente verdadeiros e alguns não são verdadeiros. Se for divertido para vocês seguirem as incógnitas, sigam-nas, mas não confiem em nada completamente até ouvir isso de mim ou de Peter [Safran] ( que não está online apesar de eu tê-lo visto marcado em alguma coisa)”.

Lembrando que o spin-off ‘Pinguim’ continua em exibição na Max.

A produção traz Colin Farrell de volta como o personagem titular.

Matt Reeves retorna à cadeira de direção, enquanto Lauren LeFranc entra como showrunner.

ÓTIMAS adaptações de Stephen King para conferir nos streamings!

Muito em breve, uma nova e arrepiante história assinada por Stephen King chegará aos cinemas nacionais: ‘O Macaco’.

Dirigido por Osgood Perkins, o longa-metragem acompanha os irmãos gêmeos Hal e Bill, que descobrem o antigo brinquedo de macaco de seu pai no sótão. Pouco depois, uma série de mortes horríveis começa a ocorrer ao seu redor. Os irmãos decidem se livrar do macaco e seguir com suas vidas, se afastando ao longo dos anos. No entanto, quando as misteriosas mortes começam novamente, os irmãos precisam se reunir para encontrar uma maneira de destruir o macaco de uma vez por todas antes que ele tire a vida de todos os que estão próximos a eles.

Com lançamento marcado para amanhã, 06 de março, a iminente estreia do longa nos reacende o desejo de conferir outras ótimas adaptações dos romances de King, o mestre da literatura de terror, que estão disponíveis nas plataformas.

Pensando nisso, preparamos uma breve lista elencando cinco releituras do autor que podem ser conferidas nos principais streamings.

Veja abaixo as nossas escolhas:

LOUCA OBSESSÃO (1990)

louca obsessão

Onde assistir: Prime Video (Aluguel)

É um fato dizer que várias tentativas de levar os escritos de King às telonas falharam – porém, felizmente, ‘Louca Obsessão’ não faz parte desse grupo e posa como uma das melhores adaptações: rendendo a Kathy Bates o Oscar de Melhor Atriz por sua memorável performance, a trama gira em torno de uma enfermeira fanática que prende um escritor após ele sofrer um acidente de carro. A enfermeira, Annie Wilkes, é uma fã da personagem Misery Chastain e revela ser a fã número um do escritor – levando-o em uma jornada de angústia e terror.

Dirigido por Rob Reiner e escrito por William Goldman, ambos também conquistando aclame por parte dos fãs inveterados de King e da crítica especializada, o thriller psicológico trouxe todos os elementos pelos quais o público se apaixonou no romance original, mergulhando de cabeça em um conto de terror sobre a fragilidade da psique humana – e suas derradeiras consequências.

O NEVOEIRO (2007)

Onde assistir: Prime Video

Apesar de não ser muito conhecida, a adaptação de ‘O Nevoeiro’ permanece como uma das melhores releituras do panteão de King aos cinemas – apostando fichas em uma enorme crítica social revestida com pulsões do suspense sci-fi. Trazendo nomes como Thomas JaneLaurie HoldenMarcia Gay Harden em uma potente narrativa sobre a inalienável natureza bárbara do ser humano quando colocado frente perigos indestrutíveis, o projeto foi comandado com paixão ferrenha por Frank Darabont.

A produção, lançada em 2007, acompanha David Drayton (Jane) e seu filho de oito anos, Billy (Nathan Gamble), que, depois de uma violenta tempestade devastar a cidade em que vivem, correm rumo ao supermercado, temendo que os suprimentos se esgotem. Porém um estranho nevoeiro toma conta da cidade, o que faz com que David, Billy e outras pessoas fiquem presas no supermercado. Logo, David descobre que há algo de sobrenatural envolvido e que, caso deixem o local, isto pode ser fatal.

JOGO PERIGOSO (2017)

Onde assistir: Netflix

A premissa de ‘Jogo Perigoso’ pode parecer um tanto quanto boba: um casal, formado por Jessie (Carla Gugino) e Gerald Burlingame (Bruce Greenwood), resolve tirar um período de descanso das atarefadas vidas para resgatar a centelha de seu casamento. Para tanto, viajam para a casa do lago da infância de Jessie como forma de apimentar um pouco mais a relação com um jogo de dominação proposto pelo marido – o qual envolve algemas e lingeries. Mas ninguém – repito, ninguém – poderia prever que as coisas tomariam um rumo aterrorizante após Gerald ter um ataque cardíaco fulminante logo após ter acorrentado sua mulher aos espaldares da cama. E é exatamente aí que a história realmente começa.

Contando com atuações impecáveis de um formidável e restrito elenco, com destaque a Gugino em uma das melhores performances de sua carreira, o longa nos chama a atenção por alcançar o inimaginável – sagrar-se uma sólida adaptação de um “livro infilmável”. É claro que o final pode dividir os fãs pelo teor controverso e apressado, mas a jornada que nos leva até a conclusão é diabolicamente satisfatória.

IT: A COISA (2017)

Onde assistir: Max

No final da década de 2010, tomou-se o costume de inúmeros rebootsremakesrevivals que se popularizam no cenário do entretenimento – e a épica obra ‘IT: A Coisa’ foi uma das escolhidas para receber um tratamento mais atualizado e contemporâneo. Ainda que a segunda parte tenha falhado em vários elementos, o capítulo inicial dessa duologia é espetacular do começo ao fim – e aborda a ideia do amadurecimento e do bullying de maneira sobrenatural e extremamente arrepiante.

O extenso livro foi adaptado pela primeira vez no formato de minissérie, trazendo Tim Curry como o medonho palhaço Pennywise. Mas não foi até 2017, pelas talentosas mãos de Andy Muschietti, que a narrativa se sagraria o filme de terror mais bem-sucedido de todos os tempos e um dos mais bem recebidos do ano – acompanhando um grupo de crianças se une para investigar o misterioso desaparecimento de vários jovens em sua cidade. Eles descobrem que o culpado é Pennywise, um palhaço cruel que se alimenta de seus medos e cuja violência teve origem há vários séculos.

DOUTOR SONO (2019)

Onde assistir: Prime Video (Aluguel)

A inesperada sequência literária de ‘O Iluminado’ ganhou uma versão para os cinemas em 2019, emergindo no sólido suspense ‘Doutor Sono’. Ambientada décadas depois dos eventos originais envolvendo o Hotel Overlook, a trama traz de volta Danny que, após sobreviver a uma tentativa de homicídio por parte do próprio pai, agora é um adulto traumatizado e alcoólatra. Sem residência fixa, ele se estabelece em uma pequena cidade, onde consegue um emprego no hospício local e cria um vínculo telepático com uma paciente da instituição.

Prestando homenagens ao clássico de Stanley Kubrick à medida que expande essa mitologia, o competente projeto foi comandado por ninguém menos que Mike Flanagan (o gênio por trás de ‘A Maldição da Residência Hill’‘A Queda da Casa de Usher’), que misturou suspense e sobrenatural em uma explosiva atmosfera – guiada por performances incríveis de nomes como Ewan McGregorRebecca Ferguson.

Parceria de Judy e Nick será colocada À PROVA em ‘Zootopia 2’; Confira a sinopse!

Walt Disney Studios divulgou hoje (30) o trailer oficial de ‘Zootopia 2’, aguardada sequência da aclamada animação vencedora do Oscar.

Pouco depois, o longa-metragem ganhou sua sinopse oficial.

Confira:

Após desvendarem o maior caso da história de Zootopia, os policiais novatos Judy Hopps (Ginnifer Goodwin) e Nick Wilde (Jason Bateman) descobrem que sua parceria não é tão sólida quanto imaginavam quando o Chefe Bogo (Idris Elba) os ordena a se juntarem ao programa de aconselhamento Parceiros em Crise. Mas não demora muito para que a parceria seja posta à prova quando eles se veem na trilha sinuosa de um mistério ligado à chegada de uma cobra venenosa à metrópole animal.

Vale lembrar que o filme chega aos cinemas nacionais em 27 de novembro e ainda conta com Ke Huy Quan (Gary De’Snake), Fortune Feimster (Nibbles) e Quinta Brunson (Dra. Fuzzby) no elenco de voz.

O filme chega aos cinemas nacionais no dia 27 de novembro de 2025.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Jared Bush entra como diretor e roteirista da sequência.

Critics Choice Awards 2026 | Ludwig Göransson leva a estatueta de Melhor Trilha Sonora Original por ‘Pecadores’

O sucesso de bilheterias ‘Pecadores‘, dirigido por Ryan Coogler e estrelado por Michael B. Jordan, continua a marcar presença na temporada de premiações.

Durante o anúncio de vencedores do Critics Choice Awards 2026Ludwig Göransson levou para casa o prêmio de Melhor Trilha Sonora Original. Além disso, Ryan Coogler conquistou a estatueta de Melhor Roteiro Original, Francine Maisler foi condecorada com o prêmio de Melhor Direção de Elenco, e Miles Caton levou para casa a estatueta de Melhor Jovem Ator por sua incrível performance.

Lembrando que o filme está disponível na HBO Max.

Na trama, os irmãos gêmeos vividos por Jordan retornam à sua cidade natal tentando fugir de vidas marcadas por violência e arrependimento. Mas o refúgio rapidamente se transforma em pesadelo quando eles descobrem uma ameaça ainda maior — e sobrenatural — à espreita.

Com elementos de terror psicológico, drama familiar e vampirismo, ‘Pecadores‘ foi aclamado pela crítica e pelo público desde sua estreia nos cinemas, sendo elogiado por sua abordagem visceral e socialmente carregada, marca registrada do diretor de ‘Pantera Negra‘ e ‘Creed‘.

O elenco do longa ainda conta com Hailee Steinfeld no papel de Mary, bem como Jayme Lawson, Delroy Lindo, Wunmi Mosaku, Omar Miller, Li Jun Li, Jack O’Connell, Miles Caton e Christian Robinson,

Dia D | Rankeamos os outros filmes sobre ALIENÍGENAS dirigidos por Steven Spielberg

Desde sua estreia no cenário cinematográfico com ‘Tubarão’, em 1975, Steven Spielberg tem tido uma ilustre carreira que o transformou em um emblema da sétima arte e um dos pináculos das produções de ficção científica, aventura e até mesmo drama. Navegando pela desmedida ambição humana com o clássico ‘Jurassic Park’, por suas potentes análises sobre a II Guerra Mundial com ‘Império do Sol’ e ‘A Lista de Schindler’ e até mesmo pelas complexas engrenagens políticas que regem o mundo com ‘The Post – A Guerra Secreta’ e ‘Ponte de Espiões’, Spielberg sem sombra de dúvida marcou e continua marcando época.

E, como bem sabemos, um dos gêneros de maior apreço pelo cineasta vencedor do Oscar é o sci-fi, principalmente quando o assunto engloba uma das maiores teorias de todos os tempos: a existência de vida fora da Terra.

Se pararmos para pensar, Spielberg explorou diversas perspectivas no tocante a narrativas envolvendo seres extraterrestes. Tivemos, por exemplo, a mágica aventura infantil ‘E.T.: O Extraterrestre’, que atravessou gerações e continua como uma das produções mais aclamadas do diretor; ou o melancólico e obscuro ‘Guerra dos Mundos’, que trouxe Tom Cruise e Dakota Fanning em uma subestimada adaptação do clássico romance de H.G. Wells. Agora, ele está de volta com o ambicioso drama sci-fi ‘Dia D’, que chega aos cinemas nacionais com sessões antecipadas a partir de 10 de junho – e que já está recebendo ótimas notas da crítica.

O filme novamente coloca o cineasta em contato com a vastidão do espaço e a possibilidade da existência de alienígenas, trazendo Emily Blunt e Josh O’Connor ao centro de uma conspiração governamental que conquistou 89% de aprovação dos especialistas internacionais no Rotten Tomatoes.

Pensando nisso, resolvemos convidá-lo a uma viagem pelo túnel do tempo explorando outros títulos que Spielberg comandou com a mesma temática sci-fi, como diretor e/ou produtor.

Confira o ranking:

4. INDIANA JONES E O REINO DA CAVEIRA DE CRISTAL (2008)

Você não esperava ver ‘Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal’ em uma lista sobre filmes de alienígenas – mas o controverso quarto capítulo da icônica franquia de aventura estrelada por Harrison Ford trouxe uma inesperada reviravolta ao levar o heroico personagem titular em uma jornada perigosa que o coloca em rota de colisão com agentes soviéticos, artefatos místicos… E extraterrestres há muito tempo escondidos na América do Sul.

Na trama, ambientada durante a Guerra Fria, Indiana Jones e o jovem Mutt (Shia LaBeouf) buscam a Caveira de Cristal, um objeto místico de grande valor, mas logo percebem que não estão sozinhos. Soviéticos liderados pela cruel Irina Spalko (Cate Blanchett) também querem o objeto para tentar dominar o mundo através dele.

3. GUERRA DOS MUNDOS (2005)

No subestimado ‘Guerra dos Mundos’, adaptação do estupendo romance homônimo de H.G. WellsTom Cruise vive Ray Ferrier, um estivador divorciado, afastado de seus filhos. Quando sua ex-esposa deixa as crianças para ele cuidar durante alguns dias, o planeta é atacado por alienígenas que surgem do chão conduzindo trípodes e destruindo tudo que encontram pelo caminho. Ray tenta proteger os seus filhos e fugir para Boston para se juntar a sua ex-esposa.

O longa-metragem integra a “trilogia alienígena” de Spielberg: se ‘Contatos Imediatos’ mergulhou num suspense conspiratório e ‘E.T.’ nos apresentou a uma aventuresca e inspiradora ambientação mágica, ‘Guerra dos Mundos’ se apropriou dos escritos de Wells e da infame radionovela que causou fervor nos Estados Unidos para oferecer uma perspectiva sombria e derradeira da pequenez do ser humano frente a forças desconhecidas – motivo pelo qual merecia mais reconhecimento do que tem.

3. GUERRA DOS MUNDOS (2005)

No subestimado ‘Guerra dos Mundos’, adaptação do estupendo romance homônimo de H.G. WellsTom Cruise vive Ray Ferrier, um estivador divorciado, afastado de seus filhos. Quando sua ex-esposa deixa as crianças para ele cuidar durante alguns dias, o planeta é atacado por alienígenas que surgem do chão conduzindo trípodes e destruindo tudo que encontram pelo caminho. Ray tenta proteger os seus filhos e fugir para Boston para se juntar a sua ex-esposa.

O longa-metragem integra a “trilogia alienígena” de Spielberg: se ‘Contatos Imediatos’ mergulhou num suspense conspiratório e ‘E.T.’ nos apresentou a uma aventuresca e inspiradora ambientação mágica, ‘Guerra dos Mundos’ se apropriou dos escritos de Wells e da infame radionovela que causou fervor nos Estados Unidos para oferecer uma perspectiva sombria e derradeira da pequenez do ser humano frente a forças desconhecidas – motivo pelo qual merecia mais reconhecimento do que tem.

2. CONTATOS IMEDIATOS DO TERCEIRO GRAU (1977)

Pouco depois de ter feito história com o clássico ‘Tubarão’, Spielberg embarcou em um projeto pessoal de longa data que ganhou o nome de ‘Contatos Imediatos do Terceiro Grau’. Lançado em 1977 e trazendo Richard Dreyfuss, Melinda Dillon, François Truffaut e outros no elenco, o longa-metragem foi rodado com um orçamento de apenas 19,4 milhões de dólares e eventualmente cruzou a marca de 300 milhões, tornando-se um dos mais rentáveis do ano – além de ter sido estabelecido como um dos melhores do gênero pela crítica especializada.

Com impressionantes 91% de aprovação no Rotten Tomatoes, o filme retrata as histórias interligadas de Roy Neary (Dreyfuss), um operário comum de Indiana cuja vida muda após um encontro com um objeto voador não identificado; Jillian Guiler (Dillon), uma mãe solteira cujo filho de três anos, Barry, é abduzido durante a mesma manifestação de OVNI; e Claude Lacombe (Truffaut), um cientista francês que busca uma ligação entre fenômenos científicos inexplicáveis ​​recentes em todo o mundo.

1. E.T. – O EXTRATERRESTRE (1982)

Um dos filmes mais conhecidos e adorados de todos os tempos é, sem sombra de dúvida, a clássica aventura sci-fi ‘E.T. – O Extraterrestre’. A produção, lançada em 1982 por Spielberg e escrita por Melissa Mathison, gira em torno de Elliott, um garoto que faz amizade com um ser de outro planeta, que ficou sozinho na Terra, protegendo-o de todas as formas para evitar que ele seja capturado e transformado em cobaia. Gradativamente, surge entre os dois uma forte amizade.

O longa se tornou um sucesso imediato de crítica e de público e encontrou longevidade pela inesperada perspectiva que o cineasta ofereceu em relação às histórias envolvendo alienígenas – transformando os tropos voltados para o terror e para o suspense, como visto em ‘Alien, o 8º Passageiro’ (1979), em uma memorável, apaixonante e tocante aventura mágica com efeitos práticos de ponta e que trouxe nomes como Drew Barrymore e Henry Thomas no elenco infantil.

 

‘Hobbs & Shaw’ supera ‘Vingadores: Ultimato’ em novo recorde de bilheteria

Em seu perfil do Instagram, Dwayne Johnson anunciou que ‘Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw’ se manteve no topo das bilheterias mundiais durante quatro semanas seguidas, superando até mesmo ‘Vingadores: Ultimato‘.

Confira:

“‘Hobbs & Shaw‘ estabeleceu um novo recorde de bilheteria em 2019, atingindo o topo das bilheterias mundiais por quatro semanas consecutivas. […] Recordes são feitos para serem quebrados, estou ansioso para ver qual filme irá tomar nosso posto.”, escreveu Johnson.

Outros filmes da Marvel, como ‘Capitã Marvel’ e ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘, conseguiram permanecer no topo somente por três semanas.

Ao total, o derivado já arrecadou US$ 758,6 milhões mundialmente.

Em comparação à franquia principal, o longa já é a quarta maior bilheteria – superando a arrecadação dos cinco primeiros filmes.

Dirigido por David Leitch (‘Atômica‘ e ‘Deadpool 2‘), o roteiro foi escrito por Chris Morgan, que é responsável por todos os roteiros da franquia desde ‘Desafio em Tóquio‘.

Antes em caminhos opostos, o agente federal Luke Hobbs (Johnson) e o mercenário britânico Deckard Shaw (Statham) precisam juntar forças para parar uma nova ameaça internacional: um terrorista cibernético conhecido como Brixton (Elba).

Dwayne Johnson e Jason Statham estrelam. Vanessa KirbyIdris Elba, Eiza GonzálezEddie Marsan completam o elenco.

‘Patrulha do Destino’: Heróis vão enfrentar perigoso dilema no episódio 02×07; Assista ao teaser!

A DC Universe divulgou oteaser do episódio 07 da 2ª temporada de ‘Patrulha do Destino‘, que vai ao ar em 23 de julho.

Intitulado ‘Dumb Patrol‘, o episódio vai mostrar que os heróis recebem uma estranha caixa de presente. No entanto, eles enfrentam um dilema ao serem avisados para não devem abri-la, ou irão enfrentar as terríveis consequências.

Enquanto isso, o Chefe (Timothy Dalton) vai ficar cara a cara com o grande vilão da temporada, o Candlemaker (Lex Lang), que tem causado todos os pesadelos de Dorothy Spinner (Abigail Shapiro).

Assista ao teaser:

Os membros da Patrulha do Destino sofreram acidentes horríveis que lhes deram habilidades sobre-humanas, mas também os deixaram marcados e desfigurados. Traumatizados e oprimidos, a equipe encontrou um propósito através do Chefe, que os reuniu para investigar os fenômenos mais estranhos existentes e proteger a Terra do que eles encontram.

Parte grupo de apoio, parte equipe de super-heróis, a Patrulha do Destino é um bando de malucos super-poderosos que lutam por um mundo que não quer nada com eles. Continuando após os eventos de ‘Titãs’, a série encontrará esses heróis relutantes em um lugar que eles nunca esperavam estar, chamados para a ação por ninguém menos que Cyborg, que chega a eles com uma missão difícil de recusar, mas com um aviso que também é difícil de ignorar: suas vidas nunca mais serão as mesmas.

O elenco conta com Matt Bomer (Homem-Negativo), Joivan Wade (Cyborg), April Bowlby (Mulher-Elástica), Timothy Dalton (Chefe), Diane Guerrero (Crazy Jane), Brendan Fraser (Robotman), Alan Tudyk (Sr. Ninguém) e Matthew Zuk (Negative Man).

‘Falcão e o Soldado Invernal’ enfrentam seu pior inimigo no novo trailer da série; Assista!

Através do Twitter, a página oficial de ‘Falcão e o Soldado Invernal‘ divulgou um novo trailer para preparar o público para os dois últimos episódios.

Além de recapitular os melhores momentos da série até agora, o vídeo provoca o iminente confronto de Sam Wilson (Anthony Mackie) e Bucky Barnes (Sebastian Stan) contra John Walker (Wyatt Russell).

Em um rápido trecho, Walker faz questão de deixar claro que não vai abandonar o escudo de Steve Rogers ao afirmar:

“Eu sou o Capitão América.”

Assista:

Lembrando que o 5º episódio será lançado em 16 de abril, na Disney+.

Confira o trailer e a sinopse da série:

Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato’, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência – em ‘Falcão e Soldado Invernal’.

Além de Anthony Mackie e Sebastian Stan, o elenco também conta com Daniel Bruh, Emily VanCamp e Noah Mills.

Kari Skogland, veterana da televisão norte-americana, será responsável pela direção de todos os seis episódios da nova série.

Ela é conhecida por seu trabalho em ‘The Walking Dead’‘Fear the Walking Dead’ e pela aclamada série ‘The Handmaid’s Tale’.

 

‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’ se torna o filme MAIS BEM AVALIADO pelo público no RT; Confira!

Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’ é oficialmente o filme mais bem avaliado do herói pelo público e também o título com a maior pontuação no Rotten Tomatoes. 

Em cartaz há pouco mais de uma semana, a sequência conquistou 99% de aprovação dos fãs, seguida por ‘Homem-Aranha: Longe de Casa e ‘Homem-Aranha no Aranhaverso‘, com 95% e 93%, respectivamente.

Logo atrás vem ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’ e ‘Homem-Aranha 2‘, com 87% e 82%, respectivamente.

Confira o anúncio:

“Com uma pontuação de 99% do público, ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ é atualmente nosso filme com a melhor pontuação, com um mínimo de 20 mil classificações de público verificadas.”

Já na opinião dos críticos, o primeiro lugar fica com ‘Homem-Aranha no Aranhaverso(97%), seguido por ‘Sem Volta Para Casa’ (95%) e ‘Homem-Aranha 2(93%).

Lembrando que o novo filme do Cabeça de Teia já pode ser considerado um fenômeno comercial e de críticas, e continua quebrando recordes nas bilheterias mundiais.

O filme já soma incríveis US$ 779 milhões no mundo e deve chegar à marca do US$ 1 bilhão até a próxima segunda, transformando-se no maior sucesso cinematográfico dos últimos dois anos.

Assista nossa crítica e siga o CinePOP no YouTube:

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

 

‘Desencantada’: Fãs estão completamente EMPOLGADOS com o trailer da sequência; Confira as reações!

15 anos depois de ter chegado aos cinemas, ‘Encantada’ vai ganhar uma sequência intitulada ‘Desencantada’ e com o retorno do elenco original, incluindo Amy Adams como Giselle, Patrick Dempsey como Robert e James Marsden como Príncipe Edward.

Depois que o trailer foi divulgado, os fãs estão comemorando o lançamento da prévia e relembrando toda a nostalgia do primeiro.

Entre os comentários, alguns afirmaram que o trailer até os fez voltar no tempo por conta das boas lembranças que têm com o filme.

Confira as reações:

Durante uma recente aparição ao The Tonight Show Starring Jimmy Fallon, Adams falou um pouco sobre o aguardado filme e disse que a experiência do novo longa-metragem foi bem mais intensa que o primeiro, inclinando-se mais para as configurações de um musical em vez de uma paródia.

“Há muito mais canto e muito mais dança, o que foi incrível. A última vez que realmente dancei como aqui, foi nos meus 20 e poucos, e agora não estou mais lá. É uma sensação diferente quando você tem quarenta. No meu coração, eu me sinto nos meus vinte anos quando danço, e então eu assisto às gravações e penso: ‘uau, não é a mesma coisa'”, ela comentou. 

Dirigido por Adam Shankman, o novo filme tem estreia marcada para 24 de novembro deste ano.

A trama se passa 15 anos depois dos eventos de ‘Encantada‘ e nos leva de volta ao mundo de Giselle (Adams) e de seu pragmático esposo, o advogada Robert (Dempsey). Com Morgan agora adolescente, Giselle e sua família se realocarão para o subúrbio de Monroeville, onde ela terá que enfrentar os desafios de uma nova casa, à medida que tenta redescobrir o verdadeiro significado do “Felizes para Sempre”.

O elenco também conta Gabby Baldacchino, que dará vida à Morgan na adolescência, além de Idina Menzel (Nancy Tremaine) Maya RudolphYvette Nicole BrownJayma Mays.

‘Ahsoka’: Intérprete de Thrawn comenta sobre a evolução do personagem desde ‘Star Wars: Rebels’

Além de dublar o Grande Almirante Thrawn em ‘Star Wars: Rebels’, Lars Mikkelsen dará vida à versão live-action do vilão na série dedicada à Ahsoka Tano.

Da última vez que o público o viu, ele acabou desaparecendo junto com Ezra Bridger quando sua nave foi ‘capturada’ por um grupo de baleias espaciais capazes de viajar pelo hiperespaço.

Por conta disso, o público está curioso sobre seu retorno e sua evolução narrativa.

Em entrevista para a Entertainment Weekly, Mikkelsen garantiu que os fãs verão o mesmo personagem que esperam háanos, desta vez em carne e osso.

“De muitas maneiras, é o mesmo personagem. Ele é baseado no mesmo material. Mas precisávamos pensar: ‘faça isso direito’. É meio que uma releitura menos caricata, mas fiel à essência do personagem.”

Mikkelsen também compartilhou suas perspectivas sobre a natureza complexa de Thrawn e suas motivações como um estrategista de elite.

“Thrawn é um estrategista do mais alto nível. Ele está sempre sete passos à frente de qualquer outro. E implacável, claro. Mas só quando for necessário, na verdade.”

Ao abordar a criatividade de Thrawn e como ele a utiliza para alcançar seus objetivos, o astro enfatizou que o personagem não manipula as pessoas de forma negativa, mas sim aproveita sua criatividade para atingir seus próprios fins.

“Acho que ele prospera também com a criatividade do ambiente. Quer dizer, ele não está usando as pessoas de uma maneira ruim. Ele está usando a criatividade delas para alcançar seus objetivos”, explicou o ator.

Estrelada por Rosario Dawson,Ahsoka‘ estreia em 31 de agosto, na Disney+.

O trailer divulgado é marcado por diversos momentos de ação, com duelos de sabre de luz, batalhas espaciais e aparições especiais dos personagens da animação ‘Rebels‘, como Hera Syndulla (Mary Elizabeth Winstead) e Sabine Wren (Natasha Liu Bordizzo).

O elenco também conta com Ivanna Sakhno (‘The Reunion’) e Ray Stevenson (‘Black Sails’).

Confira, junto com o pôster:

Recentemente, Filoni conversou com o The Hollywood Reporter e foi questionado sobre suas expectativas pela estreia.

Em resposta, ele pareceu bastante animado com a sensação de ver sua criação ganhando sua própria série de TV.

No entanto, ele confessou que mantém uma dose de cautela em seu otimismo e prefere deixar os falarem por ele.

“Estou gostando muito dessa sensação. É algo que nunca pensei que faria, por mais que tenha feito todas essas coisas diferentes ao longo dos anos com a saga ‘Star Wars’. Escrever, dirigir e colaborar nesse tipo de coisa com tantas pessoas é apenas o topo da montanha para mim neste momento. Há muito trabalho a ser feito, mas tenho uma equipe incrivelmente talentosa ao meu redor para me apoiar. Portanto, estou cautelosamente otimista. Prefiro deixar os fãs falarem por mim, como sempre fazem.”

E aí, você está curioso para assistir ‘Ahsoka‘?

Lembrando que Hayden Christensen deve reprisar seu papel como Anakin Skywalker após seu recente retorno em ‘Obi-Wan Kenobi‘.

Confira a primeira imagem dos bastidores:

Pânico | Conheça Curiosidades Sobre um dos Filmes de Terror mais Adorados do Cinema

Pânico (1996), de Wes Craven, se tornou um dos maiores sucessos do terror adolescente no cinema, e um dos filmes mais influentes e revolucionários do gênero. O longa revitalizou o subgênero slasher no fim dos anos 1990, que se encontrava sem fôlego no início da mesma década. O uso de humor, metalinguagem e diálogos espertos – que demonstravam como os jovens realmente interagiam entre si – foram alguns dos segredos do sucesso do filme.

Aqui no CinePOP, adoramos o longa protagonizado por Neve Campbell, Courteney Cox e David Arquette, e sabemos que vocês também adoram. A obra serviu de entrada para muitos fãs no gênero, despertando a paixão de uma geração inteira pelo terror. Este ano, Pânico 3 (2000), o terceiro e mais problemático filme da franquia, completou 20 anos em fevereiro e nós já criamos uma matéria em comemoração ao aniversário do longa – que você pode conferir no link abaixo.

Pânico 3 | O Problemático Filme da Franquia completa 20 anos

Pânico faz em dezembro 24 anos de lançamento, sim o tempo passa. E dando continuidade às homenagens desta querida franquia, entregamos agora uma matéria especial sobre curiosidades do filme que deu origem a tudo. Vem conhecer e não esqueça de comentar. Ps. Lembrando, como já anunciamos aqui no site, que o quinto filme da franquia já está em pré-produção, para o lançamento no ano que vem.

Ideia para o Filme e Roteiro

O roteiro de Pânico foi escrito por Kevin Williamson, que se tornou um dos nomes mais quentes da indústria na época, após o sucesso do filme. O roteirista se baseou em partes em um caso verídico para criar a história. O tal caso ocorreu em 1990, em Gainesville, na Flórida, quando o psicopata Danny Harold Rolling, conhecido como o “estripador de Gainesville”, assassinou cinco adolescentes de forma cruel. Ele foi capturado, confessou o crime e foi condenado à morte, depois sendo executado.

O roteiro de Kevin Williamson foi alvo de uma verdadeira guerra de ofertas, como um leilão entre grandes estúdios. Querendo adquirir o texto do escritor estavam a Paramount, a Universal e a produtora Morgan Creek. Os lances finais ficaram entre o diretor Oliver Stone, na época à frente da produtora Cinergi Pictures, e os irmãos Weinstein, da Miramax.

Williamson, inclusive, já havia escrito um tratamento de cinco páginas, que serviu como o esqueleto para Pânico 2, ao final do roteiro original. Após o sucesso do filme, a continuação recebeu sinal verde, e Williamson desenvolveu sua ideia para um roteiro completo. O título original, como muitos podem saber, era Scary Movie – ou “filme assustador”. Quando foi mudado para Scream, ou Grito, o título planejado originalmente foi usado pela paródia Todo Mundo em Pânico (2000).

Para o papel protagonista, o autor do texto escreveu Sidney pensando na ruivinha Molly Ringwald, a rainha dos filmes adolescentes da década de 1980 (vide Gatinhas e Gatões e Clube dos Cinco), e uma das atrizes favoritas do roteirista. Ringwald, por outro lado, apesar de lisonjeada, optou por não interpretar uma colegial no auge de seus 27 anos. Neve Campbell, que viria a interpretar o papel, tinha 23 anos na época.

Diretor e Produção

Como todos sabem, Pânico se tornou uma franquia de sucesso devido a uma harmoniosa colaboração. Além do roteiro criativo de Kevin Williamson, um dos grandes responsáveis por esta obra icônica foi o diretor Wes Craven, grande nome do gênero. Mas o saudoso cineasta não foi a primeira opção do estúdio, e o longa foi oferecido a outros diretores. Entres eles, George A. Romero (A Noite dos Mortos Vivos), Sam Raimi (A Morte do Demônio), Danny Boyle (Trainspotting) e Robert Rodriguez (Um Drink no Inferno). O roteirista Williamson, no entanto, afirmou que nenhum deles havia entendido a ideia, pois todos acreditavam que se tratava mais de uma comédia do que um terror. Coincidentemente, dois anos depois de Pânico, Rodriguez viria a colaborar com Williamson em Prova Final (1998).

Fora isso, o diretor Wes Craven inicialmente recusou a proposta de dirigir o filme, por considerá-lo muito violento. Ele voltou atrás, pensando em dirigir um novo filme de terror que agradasse aos fãs. Na época, o cineasta estava desenvolvendo um remake de Desafio do Além (1963), que nunca se concretizou. O filme eventualmente seria refilmado em 1999, produzido por Steven Spielberg com o título A Casa Amaldiçoada. O texto também deu origem à elogiadíssima série A Maldição da Residência Hill, da Netflix.

Pânico é a única franquia de terror na qual o mesmo diretor assinou o comando de todos os filmes, com Wes Craven à frente dos quatro longas. Infelizmente, isso mudará com o possível lançamento do quinto filme, já que o saudoso cineasta nos deixou em 2015, antes de realizar seu desejo de Pânico 5.

O produtor Bob Weinstein, irmão de Harvey Weinstein, responsáveis pelo estúdio dono de Pânico, não gostou dos copiões que viu e achou a máscara do assassino, em suas palavras: “idiota”. O mega empresário sugeriu que fossem gravadas cenas com diversas outras máscaras, para depois decidirem pela que seria a definitiva. A equipe protestou e ameaçou parar a produção, pedindo para Weinstein assistir à cena completa do ataque no início do filme. Após atender ao pedido, Bob gostou do que viu e não reclamou mais.

O clímax do filme, a cena da festa, dura 40 minutos. As gravações ocorreram por 21 dias, sempre do momento em que o sol se punha ao nascer dele – durante toda a madrugada. Ao término desta maratona, a equipe mandou fazer camisas com os dizeres: “Eu Sobrevivi à cena 118”. O elenco apelidou a cena como “a noite mais longa na história do terror”.

Pânico foi o primeiro trabalho do compositor Marco Beltrami em uma produção cinematográfica de grande escala. Beltrami depois foi indicado duas vezes ao Oscar, por suas composições em Os Indomáveis (2007) e Guerra ao Terror (2009). Entre suas composições mais recentes estão as dos filmes Ford Vs Ferrari e a franquia Um Lugar Silencioso.

Assassino Mascarado

A máscara do vilão Ghostface, o assassino da franquia, surgiu por acaso. Enquanto procurava locações para o filme, o diretor Wes Craven estava visitando uma das casas que havia gostado e dentro de um dos quartos ele encontrou a máscara. Assim que bateu os olhos, a enviou para o estúdio, onde os executivos pediram para que uma máscara similar fosse produzida, porém, modificando alguns detalhes – já que não possuíam os direitos autorais da máscara original.

O visual da máscara é baseado em algumas obras pré-existentes. Primeiro, no clássico quadro “Scream”, O Grito, de Edvard Munch. Segundo, no personagem na capa do álbum The Wall, do Pink Floyd. E por último, no personagem fantasmagórico do desenho Betty Boop, de 1930. Segundo a designer da máscara, a artista Brigitte Sleiertin, a imagem que lembra ao mesmo tempo um grito e um choro, retrata diferentes emoções: uma face de horror, uma face de pesar e uma face de frenesi.

Inicialmente, o famoso traje do assassino Ghostface seria branco, para ficar mais semelhante a um fantasma. Porém, a ideia foi descartada devido ao medo dos produtores de que a fantasia ficasse muito semelhante às vestimentas usadas pelo grupo racista Ku Klux Klan.

Personagens e Atores

Originalmente, Drew Barrymore havia sido escalada para o papel da protagonista Sidney. Porém, Barrymore sugeriu que ficasse com o papel de Casey – apesar de ser o nome mais conhecido do elenco. Sua teoria era a de que ao viver Casey, o público imaginaria que tudo poderia acontecer no filme, já que a atriz mais famosa morreria logo de início. Drew Barrymore filmou suas cenas em 5 dias. Para manter a atriz assustada e chorando durante a cena de abertura, o diretor Wes Craven contava histórias de crueldade contra animais para ela, uma amante e defensora das causas dos bichinhos.

Com a saída de Barrymore do papel principal, ele foi oferecido a Reese Witherspoon, que o recusou. No mesmo ano, a atriz vencedora do Oscar estrelaria o suspense Medo. Outras que fizeram teste para o papel foram a saudosa Brittany Murphy (As Patricinhas de Beverly Hills) e Melissa Joan Hart (Sabrina – A Aprendiz de Feiticeira). O papel eventualmente ficaria com Neve Campbell, atriz imortalizada pela personagem Sidney. Wes Craven a escolheu devido ao seriado O Quinteto (Party of Five). O diretor achou que Campbell era a mistura perfeita de inocência e força física para se cuidar das ameaças. Porém, a atriz estava relutante em aceitar o papel de início por não querer participar de outro filme de terror seguido, após Jovens Bruxas – lançado no mesmo ano.

Para o papel da repórter Gale Weathers, a icônica Brooke Shields por pouco não foi escalada, após a atriz Janeane Garofalo recusar o personagem. Mostrando como Hollywood pode ser cruel, Elizabeth Berkley fez o teste para o mesmo papel, porém, foi imediatamente recusada após o fracasso de sua atuação e do filme Showgirls (1995). Courteney Cox, que ficaria definitivamente com o trabalho no filme, correu atrás dele com unhas e dentes, e insistiu apesar das recusas dos produtores. Ela estava decidida a mudar a imagem de boazinha, conquistada pelo seriado Friends, e procurava interpretar uma “megera”.

O policial trapalhão Dewey, vivido por David Arquette, morreria no desfecho original do filme. No entanto, em exibições teste, o público gostou tanto do personagem que Craven decidiu gravar uma cena em que ele sai de ambulância caso mudasse de ideia sobre deixá-lo viver. Outra curiosidade é que inicialmente Dewey seria uma espécie de galã do filme, e Arquette só aceitou interpretá-lo quando o roteiro foi reescrito para que o personagem ganhasse suas características cômicas.

Skeet Ulrich, que ficou com o papel de Billy Loomis, o namorado da protagonista, foi escolhido por sua semelhança física com Johnny Depp. A cena em que o personagem entra pela janela da namorada, é inclusive uma homenagem para A Hora do Pesadelo (1984) – com o próprio Depp realizando a façanha. No entanto, a primeira opção dos produtores para Billy era o então jovem ator Joaquin Phoenix, que recusou a proposta. Já pensaram?

Freddie Prinze Jr. fez o teste para o papel de Stu – que ironicamente ficou com Matthew Lillard, após este ter sido visto, no corredor do prédio onde estavam sendo realizadas as audições, por uma das produtoras de elenco. Lillard estava somente acompanhando sua então namorada para outro teste no mesmo prédio. Prinze viria a participar de outro terror adolescente de sucesso, Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado, lançado no ano seguinte de Pânico.

Referências e Homenagens

Pânico é lotado de referências, e algumas delas são ao clássico absoluto de John Carpenter, Halloween – A Noite do Terror (1978), que inclusive aparece numa cena  assistido pelos jovens na festa do final. Na cena de abertura em que o pai de Casey manda a mãe pedir ajuda na casa dos vizinhos, os Mackenzie, é o mesmo diálogo proferido por Laurie (Jamie Lee Curtis) para as crianças no desfecho de Halloween.

Outro clássico de horror que é mencionado no longa é O Exorcista (1973), quando Billy escala a janela do quarto de Sidney. Além desta citação, a própria protagonista Linda Blair, que interpretou a menina Reagan, faz uma ponta em Pânico, no papel de uma repórter.

Além de inúmeros filmes serem citados ao longo da projeção de Pânico, um dos momentos mais curiosos é quando o próprio diretor Wes Craven aparece com as vestimentas de sua outra grande criação, Freddy Krueger, no papel do faxineiro… bem, Freddy.

Recepção do Filme

Pânico é um ótimo exemplo do que a propaganda boca a boca pode fazer para o sucesso de um filme. A ideia dos produtores em lançar o longa em dezembro, época de filmes voltados para o Natal e a família, com o propósito de dar aos fãs de terror algo para assistirem no período, se mostrou um equívoco. Pânico estreou em quarto lugar, com US$6.4 milhões arrecadados. A qualidade do filme, no entanto, evitou o fracasso da decisão dos executivos. Desesperados, os produtores viram o boca a boca positivo elevar a cada semana a arrecadação do filme. Isso é algo que raramente ocorre após a estreia. No final de sua estadia nas telonas, o terror somava mais de US$100 milhões em bilheteria, fazendo dele um blockbuster.

Pânico é o 20º filme de terror mais lucrativo de todos os tempos, e o primeiro no ranking do subgênero slasher.

Em matéria de “esta capa foi feita por um estagiário”, um dos cartazes do filme mostra o ator Skeet Ulrich portando bigode e cavanhaque, imagem tirada de sua participação em Melhor é Impossível (1997). Em Pânico, Ulrich está barbeado.

Pânico, infelizmente, ficou marcado por ser o marco zero do movimento Me Too. Foi nesta produção que a atriz Rose McGowan, que vive Tatum, a melhor amiga da protagonista Sidney, conheceu o produtor Harvey Weinstein, responsável por este longa. McGowan foi a primeira mulher a vir a público com denúncias contra o mega executivo do cinema, fazendo acusações de assédio. Ela incentivou outras a seguirem o mesmo caminho, e marcarem nas redes sociais a hashtag (#) Me Too. Assim nasceu o movimento e a queda do poderoso abusivo e tóxico.

‘Superman: O Filme’ (1978) – Revisitando o PRIMEIRO super-herói do cinema e (para muitos) ainda o melhor!

Superman, o maior super-herói de todos os tempos, ganhará um novo filme nas telonas este ano. É claro que você já deve estar cansado de saber. O filme, aliás, estreia agora em julho, no segundo fim de semana do mês – dia 10 no Brasil. Esse, no entanto, não é apenas mais um filme do Homem de Aço, e sim o reinício de todo um universo nos cinemas – o universo dos personagens da DC na Warner, agora debaixo do selo de qualidade do diretor e produtor James Gunn (o homem que entregou a emocionante trilogia dos ‘Guardiões da Galáxia’).

Como forma de irmos aquecendo os motores para este que é o filme mais aguardado do ano para muitos, resolvemos revisitar o primeiro longa para o cinema do Super-Homem, a obra mais importante para o gênero (que domina atualmente) na história da sétima arte.

A ideia para o filme ‘Superman (1978) surgiu do desejo de criar uma produção que trouxesse à tela grande o icônico herói da DC Comics de forma grandiosa e respeitosa. O personagem, é claro, foi criado ainda na década de 1930 por Jerry Siegel e Joe Shuster, e recebeu diversas encarnações em seriados exibidos nos cinemas, filmes nos primórdios da sétima arte e animações. Mas nada que pudesse ser considerado uma superprodução.

Nos anos 1970, os estúdios começaram a perceber o potencial dos quadrinhos como fonte para filmes de grande apelo popular. A Warner Bros., detentora dos direitos do personagem, queria aproveitar esse momento para lançar um filme que combinasse ação, aventura e uma forte carga emocional, além de um tom leve e acessível ao público familiar. A escolha de Richard Donner como diretor veio da sua reputação por trabalhar com gêneros diferentes e conseguir equilibrar efeitos especiais com narrativa sólida. O projeto ganhou força com o roteiro de Mario Puzo (‘O Poderoso Chefão‘), mostrando que deixava de ser “coisa de criança” para ser “coisa de adulto”. Fora isso, existia a ambição de trazer efeitos visuais inovadores para a época.

O sucesso de filmes de super-heróis animados e especiais para TV durante os anos 60 e 70 mostraram que o Superman tinha um apelo que transcendia gerações. Os produtores também queriam evitar que o personagem fosse visto apenas como uma figura de quadrinhos e, para isso, investiram em um roteiro que explorasse a origem, os dilemas e a humanidade do herói. A contratação de Christopher Reeve, um ator carismático e pouco conhecido, foi crucial para dar vida a Clark Kent e Superman de forma convincente. O desenvolvimento do filme foi marcado por desafios técnicos e criativos, mas a visão pioneira de Donner e sua equipe tornou o longa um marco, abrindo caminho para toda a era dos blockbusters de super-heróis.

Superman: O Filme (1978) conta a origem do icônico herói, desde seu nascimento no planeta Krypton até sua chegada à Terra, onde é criado como Clark Kent. Ao descobrir seus poderes extraordinários, ele decide usar suas habilidades para proteger a humanidade. Enfrentando o vilão Lex Luthor, que planeja destruir Los Angeles, Superman luta para impedir uma catástrofe e provar que é um símbolo de esperança. O filme mistura ação, romance e drama, explorando a dualidade entre Clark Kent e Superman. Essa história clássica estabeleceu as bases para as adaptações futuras do personagem no cinema.

Antes de ser definido o roteiro final de ‘Superman: O Filme (1978), várias versões alternativas da história foram consideradas e desenvolvidas, mas não chegaram à produção. Uma delas explorava um tom muito mais sombrio e adulto, com uma abordagem mais pesada sobre a origem de Superman, focando na destruição de Krypton e na solidão do herói de forma mais trágica e melancólica, algo que foi deixado de lado para manter o filme mais leve e acessível ao grande público. Outra versão inicial incluía um roteiro em que Lex Luthor tinha um plano mais grandioso envolvendo a manipulação da política mundial e biotecnologia, tornando o vilão mais complexo, mas essa ideia foi simplificada para um esquema de destruição de Los Angeles, mais visual e direto.

Também foram estudadas narrativas que dariam maior destaque à personagem de Lois Lane como protagonista ativa, mas a versão final optou por equilibrar seu papel com o de Clark Kent/Superman para manter o foco na jornada do herói. Por fim, existiam propostas que incluíam sequências mais longas no planeta Krypton, com uma mitologia mais detalhada, que foram cortadas para não alongar demais o filme e preservar seu ritmo.

A escolha de Richard Donner para dirigir ‘Superman: O Filme (1978) aconteceu por sua reputação em lidar bem com filmes de ação e aventura, além de sua capacidade de equilibrar efeitos especiais com narrativa emocional. Donner já havia trabalhado com sucesso em diversas produções para a TV, em episódios de séries como ‘O Fugitivo‘, ‘O Agente da UNCLE‘, ‘Agente 86‘ e ‘Além da Imaginação‘ e mostrava sensibilidade para guiar personagens cativantes, o que agradou os produtores.

Ele também demonstrou entusiasmo pelo projeto e vontade de elevar o gênero de super-herói a um novo patamar. Antes da confirmação de Donner, outros diretores foram cogitados, incluindo Guy Hamilton, conhecido por filmes de James Bond, e John Guillermin, que dirigiu ‘King Kong (1976). Também houve interesse em nomes como Steven Spielberg, que estava muito ocupado com seus próprios projetos, e Sam Peckinpah, que acabou não se encaixando no tom desejado. No fim, a combinação do talento de Donner com a visão do produtor Ilya Salkind foi decisiva para o sucesso do filme.

A escolha de Christopher Reeve para interpretar Superman/Clark Kent foi resultado de um criterioso processo de seleção, no qual o ator se destacou por seu charme, carisma e aparência clássica que remetia ao herói dos quadrinhos. Apesar de ser relativamente desconhecido na época, Reeve convenceu os produtores e Richard Donner com sua combinação de ingenuidade e presença marcante, essenciais para mostrar tanto o lado humano quanto o superpoderoso do personagem. Outros atores famosos foram considerados para o papel, incluindo John Travolta, que chegou a fazer testes, e Jeff Bridges, que estava entre os favoritos por sua versatilidade. Além deles, nomes como Burt Reynolds e Robert Redford foram mencionados em fases iniciais da produção, mas por diferentes razões – como agenda ou interesse – não seguiram adiante. A aposta em Reeve, um ator jovem e com menos experiência, acabou sendo decisiva para dar ao Superman uma identidade fresca e cativante.

O veterano vencedor do Oscar Marlon Brando teve um papel crucial em ‘Superman: O Filme (1978), interpretando Jor-El, o pai biológico de Superman. Seu envolvimento trouxe prestígio e gravidade ao projeto, já que Brando era uma das maiores estrelas de Hollywood na época. Ele foi contratado não apenas por seu talento, mas também para ajudar a legitimar o filme como uma produção séria, elevando o status da obra de super-herói. Brando teve liberdade para colaborar no roteiro de suas falas, o que adicionou uma profundidade maior ao personagem. Além dele, outros atores foram cogitados para o papel de Jor-El, incluindo Laurence Olivier e Trevor Howard, mas nenhum possuía a mesma combinação de prestígio e presença que Brando oferecia. A participação do ator foi curta, mas marcante, e sua imagem como um mentor sábio ficou icônica para o universo do Superman no cinema.

A escolha de Gene Hackman para viver Lex Luthor em ‘Superman (1978) foi bastante estratégica, já que ele trazia um carisma único que combinava com o tom irônico e cômico que o personagem teria no filme. Hackman já era um ator consagrado e sua presença ajudaria a equilibrar a seriedade do Superman com um vilão que tinha uma veia de humor e inteligência, evitando que o antagonista fosse apenas um vilão sombrio. Durante a pré-produção, outros atores foram considerados para o papel, como Jack Nicholson, que poderia ter dado um tom mais excêntrico e ameaçador, e Christopher Walken, conhecido por seus personagens intensos e imprevisíveis. Michael Caine também foi cogitado, e caso tivesse sido contratado traria um estilo mais sofisticado ao vilão. No entanto, a combinação do prestígio de Hackman com seu talento para personagens multifacetados acabou convencendo os produtores e Richard Donner a fecharem com ele, o que resultou em um Lex Luthor memorável e carismático.

Para o papel principal feminino, o da repórter Lois Lane, foi contratada a atriz Margot Kidder. Sua escolha foi resultado de um processo seletivo focado em encontrar uma atriz que conseguisse equilibrar inteligência, charme e uma presença marcante, características essenciais para a repórter destemida e independente. Kidder trouxe uma energia vibrante e um humor sutil que conquistaram os produtores e Richard Donner, ajudando a criar uma dinâmica forte entre Lois e Clark Kent/Superman.

Outras atrizes foram cogitadas para o papel, incluindo Sissy Spacek, que tinha um perfil mais suave, e Diane Keaton, que ofereceria uma abordagem diferente, mais sofisticada e menos convencional. Também houve interesse em nomes como Susan Sarandon e Kathleen Turner, mas questões de agenda ou visão criativa fizeram com que não avançassem na disputa. No fim, Margot Kidder se destacou por seu carisma natural e pela química que desenvolveu com Christopher Reeve, consolidando-se como uma das Lois Lane mais lembradas do cinema.

A recepção da crítica ao filme ‘Superman (1978) foi amplamente positiva na época de seu lançamento, com elogios especialmente direcionados à ambição do projeto e à qualidade técnica inédita para filmes de super-herói. Críticos destacaram a direção de Richard Donner, que conseguiu equilibrar ação, drama e humor, além da performance carismática de Christopher Reeve, que trouxe humanidade ao personagem. Os efeitos visuais, revolucionários para a época, também foram muito elogiados, ajudando a criar a sensação de que um herói realmente voava na tela. Alguns críticos apontaram que o roteiro poderia ser simplista em certos momentos, mas isso não diminuiu o impacto geral do filme. No geral, ‘Superman foi visto como um marco do cinema de aventura e um grande avanço para adaptações de quadrinhos no cinema.

Superman (1978) teve uma estreia de grande sucesso nas bilheterias, rapidamente se tornando um dos filmes mais lucrativos daquele ano. Durante seu fim de semana de estreia nos Estados Unidos, o filme liderou as bilheterias, superando concorrentes e atraindo um público amplo, desde fãs dos quadrinhos até famílias e amantes do cinema de aventura. Ao longo de sua exibição nos cinemas, o filme arrecadou aproximadamente US$300 milhões mundialmente, um valor impressionante para a época e que consolidou ‘Superman como um dos maiores sucessos comerciais dos anos 70. Esse desempenho ajudou a abrir caminho para futuras produções de super-heróis, mostrando o potencial financeiro desse tipo de filme. Além disso, o sucesso garantiu rapidamente a produção das sequências que viriam a seguir.

Sim, ‘Superman (1978) foi indicado ao Oscar em três categorias técnicas importantes: Melhor Trilha Sonora Original, pelo compositor John Williams (o hoje icônico tema do herói); Melhores Efeitos Visuais; e Melhor Edição de Som. Embora não tenha vencido em nenhuma dessas categorias, as indicações reforçaram o reconhecimento da indústria pelo pioneirismo técnico e artístico do filme, especialmente nos efeitos especiais e na música, que até hoje são celebrados como marcos na história do cinema. Essas indicações ajudaram a legitimar ‘Superman como uma produção de alto nível, além do simples entretenimento de super-herói.

Superman: O Filme (1978) deixou um legado profundo ao estabelecer um novo padrão para adaptações de quadrinhos no cinema, provando que filmes de super-heróis podiam ser produzidos com qualidade, respeito à história original e apelo para todas as idades. A combinação de efeitos visuais inovadores, narrativa emocional e personagens bem desenvolvidos abriu caminho para o gênero, que até então era visto como pouco sério. O sucesso comercial e crítico do filme incentivou estúdios a investir em produções similares, impulsionando a popularização dos heróis nas telas grandes. Além disso, o carisma de Christopher Reeve como Superman se tornou um símbolo atemporal, influenciando futuras interpretações do personagem.

No âmbito técnico, ‘Superman também foi pioneiro no uso de efeitos especiais para representar superpoderes de forma convincente, inspirando avanços em tecnologia cinematográfica. A trilha sonora de John Williams tornou-se icônica, ajudando a criar a identidade sonora dos filmes de super-herói. O filme também consolidou a fórmula de combinar ação, romance e humor, que se tornou padrão no gênero. Seu sucesso gerou uma série de continuações e influenciou diretores e roteiristas a tratar os personagens de quadrinhos com maior profundidade e complexidade, marcando o início da era moderna dos blockbusters de super-heróis.

Crítica | Tulsa King – Sylvester Stallone BRILHA na pele de um carismático gângster

Imaginem um gângster daqueles das antigas mesmo, com seu terno arrumado, falando com sotaque, jogado em nossa atualidade após algumas décadas preso, onde ao alcance de um clique uma comunicação mundial acontece. Esse é o início do caminho da nova série da Paramount Plus, Tulsa King, que brinca de forma inteligente com o novo e o antigo de forma equilibrada, sem perder a profundidade dos conflitos dos ótimos personagens, trazendo para o público um protagonista carismático, um clássico anti-herói, violento, exigente, mas com um coração enorme, que precisa entender de forma rápida o mundo de hoje. O projeto marca a primeira aparição do astro Sylvester Stallone como protagonista em uma série de televisão.

Criada pelo texano Taylor Sheridan (de sucessos como Yellowstone, O Dono de Kingstown e outros sucessos), na trama, conhecemos Dwight ‘The General’ Manfredi (Sylvester Stallone) que após quase três décadas preso sem falar uma palavra sobre a família da máfia nova-iorquina da qual pertence acaba indo parar na cidade de Tulsa no estado de Oklahoma, situado no centro-oeste dos EUA, com um único objetivo de levantar um domínio criminoso na região. Aos poucos vai conhecendo outros personagens que se juntam a ele nessa jornada que também navega pelo campo pessoal, principalmente no relacionamento conturbado com a única filha.

Uma bomba pronta pra explodir? Um romântico das antigas? Quais as vantagens e desvantagens de não conhecer o mundo de hoje, repleto de tecnologias, criptomoedas? Empreendendo pelas vias da violência pois é a única forma que enxerga o sucesso, Dwight, um orgulhoso nova-iorquino, durante toda a vida antes da prisão pensando de uma forma, vai se tornando um peixe fora d’ água em uma região completamente diferente de tudo que viveu. Os coadjuvantes que cruzam seu caminho o fazem entender melhor aquele momento que vive onde vai percebendo aos poucos que precisa se descontruir sem perder sua essência. Mas como fazer isso? Várias antíteses o perseguem, violento e doce por exemplo, cabem na mesma frase desse que é um dos melhores personagens da vitoriosa carreira do ator norte-americano de 76 anos.

Ao longo dos nove episódios da primeira temporada (já renovada para uma segunda jornada), o ótimo roteiro abre espaço para uma jornada familiar repleta de conflitos e aqui por dois caminhos há reflexões. O sentido de irmandade da máfia, que se tratam como irmãos, e as quebras dos protocolos e seus sangrentos e obsessivos conflitos. Em paralelo, Dwight tem uma difícil missão de se reaproximar com a filha que tem uma visão muito negativa sobre ele. Essa última parte é algo que deve ser mais explorado nas próximas temporadas.

Tulsa King não é um retorno mas sim a estreia de Stallone no universo em expansão das séries via streamings. E que estreia! Seu personagem domina nossos olhares exalando carisma do primeiro ao último episódio. Parece seguir rumo ao sentido de um conceito contido na frase de um revolucionário da realidade: ‘É preciso ser duro, mas sem perder a ternura, jamais’.

Livrai-nos do Mal

O Diabo adora The Doors

Recentemente, um crítico de cinema norte-americano revelou que não assistiria mais a filmes de terror. Segundo o profissional, a essa altura de sua vida e carreira tais obras simplesmente não possuem nada a lhe oferecer, e a avaliação das mesmas seria apenas um exercício redundante. A verdade é que a maioria das pessoas adultas ao buscarem um filme optam pela edificação, certo valor cultural e entretenimento. Qualidades geralmente ausentes em uma produção de terror, um gênero predominantemente jovem.

Não sei se tal jornalista está certo ou errado. O que posso afirmar é que continuam sendo produzidos bons filmes dentro do gênero. E que Livrai-nos do Mal não é um deles. Extremamente rotineiro, o novo filme do diretor Scott Derrickson (que já viu dias muito melhores dentro do próprio tema, vide O Exorcismo de Emily Rose) é supostamente baseado em fatos reais – sempre me pergunto o quão real são esses eventos.

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Acompanhamos o policial Sarchie, papel de Eric Bana (o primeiro Hulk do cinema), que obviamente perdeu a fé em qualquer religiosidade. Ele investiga casos estranhos de assassinato, envolvendo situações inconcebíveis. Algumas pessoas ligadas aos crimes são consideradas insanas e trancafiadas em manicômios. Mas o padre Mendoza (Édgar Ramírez), que chega para ajudar a esclarecer, acredita que algo mais inexplicável esteja em jogo, e que entidades demoníacas são as responsáveis.

O roteiro do próprio Derrickson, baseado em um livro, aposta numa história reciclada, personagens esquecíveis e situações pra lá de grotescas. As cenas são muito escuras em sua maioria. O medo vem do clichê mais desavergonhado de filmes assim, o som alto enquanto gatos e outros objetos pulam na nossa frente. É sério! Esse é o mais baixo denominador para produções do tipo. Soa como pouca confiança nos elementos formadores da trama, necessitando apelar para truques vazios e risíveis.

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Em casa, o protagonista sofre os efeitos do trabalho, se distanciando da esposa (Olivia Munn – tão boa na série The Newsroom) e da filha (Lulu Wilson). O serviço segue o sujeito até em casa, com aparições assombrando a menininha no quarto. O que nos leva a outro item da cartilha de obras de terror básicas: a criança colocada em perigo como valor de entretenimento. Tudo é repetido sem que ganhemos qualquer lampejo de criatividade.

Esse é o tipo de filme que seria útil durante um jogo entre amigos envolvendo bebidas e a contagem dos clichês que se amontoam a cada cena. Ah, sim. Existe um traço de originalidade. O demônio aqui é fã da banda The Doors, ao contrário dos Rolling Stones, do filme Possuídos (Fallen, 1998), com Denzel Washington. Sequer apostando no mínimo alívio cômico para quebrar a aura pesada, Livrai-nos do Mal é um filme desagradável e indigesto. Voltando ao tópico inicial, a obra reforça o ponto de vista do crítico mencionado e nos faz repensar a carreira.

Festival Varilux de Cinema Francês 2019 – Cinema Francofônico invadindo o BR

Encerrou na última quarta, 19/06, a 10a edição do Festival Varilux de Cinema Francês, o festival de cinema com os áudios originais mais agradáveis aos ouvidos dos apaixonados pela francofonia, que contou com um catálogo de filmes para agradar a todos os gostos.

O festival, que veio ao longo desta década crescendo em alcance territorial e de público, é um importante difusor da produção cinematográfica francesa, e também é responsável pela criação de um público para essas produções. Além de atrair para as salas cinéfilos e amantes da língua, também consegue alcançar o espectador que ainda desconhece os encantos dos cinema francês, e assim, possibilita o enriquecimento cultural sobre a sétima arte e a quebra de preconceitos com a produção fora da bolha estadunidense.

O Varilux de 2019 apresentou em quase todo o país 17 longa-metragens, dentre os quais dramas, comédias, animações e filmes com abordagem histórica. Nas telonas, grandes nomes do cinema francês que já realizaram diversos trabalhos em Hollywood, como Gérard Depardieu (‘O homem da máscara de ferro‘, ‘Asterix e Obelix contra César‘) e  Juliette Binoche (‘Chocolate‘, ‘A vigilante do amanhã‘); e também estrelas mais conhecidos pela própria cinematografia francesa, como Louis Garrel (‘O Formidável‘, ‘A bela Junie‘), Gaspar Ulliel (‘Saint Laurent‘, ‘Paris, eu te amo‘), entre outros. Neste ano o circuito contemplou 22 estados e o Distrito Federal, dos quais SP e RJ foram os estados com mais cidades exibindo (16 e 12 cidades, respectivamente). Somente os estados de Roraima, Acre, Rondônia e Amapá (todos na região Norte do país) não tiveram a oportunidade de participar do circuito. O festival foi realizado concomitantemente em 79 cidades entre os dias 06 e 19 de junho.

E para deixar a coisa ainda mais interessante, o festival também recebeu como convidados para debates alguns dos atores e diretores dos longa-metragens exibidos. Entre eles, os atores Joséphine Japy e François Civil (‘Amor à segunda vista‘), Swann Arlaud (‘Graças a Deus‘) e Thaïs Alessandrin (‘Meu Bebê‘) e os diretores Éric Métayer e Andréa Bescond (‘Inocência roubada‘), Alexis Michalik (‘Cyrano Mon Amour‘), Lisa Azuelos (‘Meu bebê‘) e Pierre Scholler (‘A revolução em Paris‘). Assim, após assistir aos filmes, o público teve a oportunidade de trocar sobre as experiências no processo de construção dos roteiros, curiosidades sobre as gravações e aprofundar em questões sensíveis das produções.

O CinePOP teve a oportunidade de participar da conversa com o diretor Pierre Scholler, que veio ao Rio de Janeiro apresentar sua produção milionária ‘A revolução em Paris‘ (‘Un Peuple et son roi‘). O premiado diretor falou sobre suas intenções principais ao fazer a reconstrução da primeira fase da revolução francesa, tendo como ponto de observação a cidade de Paris.

O filme icônico teve uma de suas cenas escolhidas para o material de divulgação do festival – provavelmente não só devido ao seu excelente elenco, figurino impecável ou direção de arte magnífica, mas por tratar de um evento histórico tão relevante sob a ótica do povo, especialmente das mulheres. Durante a conversa, quando questionado sobre a abordagem, Pierre explicou que historiadores dizem que as mulheres tiveram um papel significativo na evolução do processo revolucionário. A Marcha das Mulheres, a presença delas lutando nas ruas e suas articulações foram, para ele, determinantes para o êxito popular. A forma como as mulheres vivenciavam à época os efeitos do período econômico conturbado sofrido pela França, fosse no preço do pão, fosse ao enterrar seus filhos mortos pela fome, fez das mulheres figuras tão importantes na Revolução Francesa. O diretor também conta que, de acordo com suas pesquisas, verificou que alguns estudiosos atribuem a este momento o surgimento do feminismo. Portanto, mesmo se tratando de um novo filme abordando uma temática recorrente, o longa-metragem aguça o olhar do espectador para questões que devem ser ainda muito trabalhadas. Outro aspecto interessante apresentado é que ele tentou mostrar, em sua narrativa, que de dentro do processo histórico nenhum dos atores envolvidos compreendia os desdobramentos de suas escolhas, fazendo com que cada passo precisasse ser dado com cautela. Por isso sua opção por destacar os diálogos em todos os núcleos. Por fim, ao ser questionado sobre o  motivo pelo qual não apresentou, ainda que minimamente, os desdobramentos do acontecimento principal do final do filme, compreendendo o risco de interpretações errôneas dos fatos históricos, o diretor contou que seu interesse é rodar um segundo filme dando continuidade à obra apresentada no festival – ao que a plateia respondeu com olhares entusiasmados. Vamos seguir esperando a continuação dessa bela obra sobre uma história de uma revolução por igualdade de direitos. Pelo povo, para o povo.

Além da exibição regular dos filmes do catálogo, o Festival Varilux de Cinema Francês 2019 também realizou uma sessão ao ar livre na Capitania dos Portos (RJ), sessões de democratização (exibições a preços populares ou gratuitas em espaços alternativos) em sete estados, sessões educativas (gratuitas em espaços educacionais e escolares) em todo o país e o laboratório franco-brasileiro de roteiros, realizado no Rio de Janeiro, e que contou com a participação de quinze selecionados. O laboratório foi coordenado por François Sauvagnargues e ministrado por Corinne Klomp, Didier Lacoste e Jean-Marie Chavent. Notadamente um festival que está indo muito além da simples exibição de filmes, e fazendo do cinema uma ferramenta sociocultural potente.

O festival se despede do país deixando, mais uma vez, o público querendo mais dias de exibição, mais filmes, mais trocas com diretores e atores. Então, que após a espera de um ano inteiro, venha a 11ª edição em 2020, com mais cidades, mais rodas de conversa e mais cinema francês para encantar os corações daqueles que adorariam ver a produção francesa entrando com força para a programação normal das salas de cinemas nacionais.

 

Produtor de ‘The Witcher’ lamenta que a série “simplifica os livros” para o público

O produtor de ‘The Witcher‘, Tomek Baginski, lamentou as simplificações que a série da Netflix precisa fazer em relação aos livros originais de Andrzej Sapkowski para se adaptar ao público estadunidense.

Em entrevista ao veículo local Wyborcza, Baginski, que é polonês como o autor dos livros, falou sobre as mudanças necessárias para atingir uma audiência global diversificada, com uma grande parcela de espectadores dos Estados Unidos.

“Algumas simplificações são necessárias quando você está contando uma história para uma massa enorme de espectadores, de diferentes partes do mundo e com experiências diferentes – e uma grande parte desses espectadores são dos EUA”, comentou Baginski. Ele também destacou que, apesar de doloroso, manter o nível de nuance e complexidade dos livros poderia limitar o alcance da série.

“Às vezes, é doloroso fazer isso. Mas, se mantivéssemos o nível de nuance e complexidade que vemos nos livros, nosso alcance seria limitado. Por isso, algumas decisões controversas dos personagens na série são menos compreensíveis que nos livros, o que é frustrante.”

Além disso, Baginski relembrou um projeto anterior em que a inclusão de detalhes históricos sobre a Revolta de Varsóvia foi abandonada devido a objeções de produtores estadunidenses.

A presença de soldados russos, húngaros e ucranianos na operação foi considerada complicada demais para alguns produtores americanos, que preferiam uma abordagem mais simplificada e maniqueísta.

“Para eles, isso parecia completamente incompreensível, complicado demais. Eles cresceram em um contexto histórico em que tudo era bem arranjado para eles: os americanos são sempre os mocinhos, e os outros são os vilões. Não existem complicações”, comentou Baginski.

Relembre o trailer:

Em uma recente entrevista à EW, a showrunner Lauren S. Hissrich falou sobre os próximos episódios, que serão adaptados do romance ‘Tempo de Desprezo’, e prometeu aos fãs que os próximos episódios serão mais fiéis à saga literária de Andrzej Sapkowski.

“O que é mais interessante é que a 3ª temporada, para mim, é a coisa mais fiel que fizemos no tocante a adaptar os livros”, ela comentou. “Obviamente, não podemos fazer cada página, mas ‘Tempo de Desprezo’ nos deu vários eventos grandes de ação, pontos narrativos, momentos definidores dos personagens e grandes revelações. Há muito que pudemos seguir à risca”.

Anteriormente, Hissrich falou sobre a saída de Cavill e garantiu que a despedida do astro será honrosa devido à sua contribuição até agora.

“Henry se entregou muito para a nossa série e, por isso, queremos honrá-lo adequadamente. E o mais interessante é que a 3ª temporada, para mim, é a coisa mais próxima que fizemos de uma adaptação individual dos livros.”

Ela continuou, destacando a saída do ator.

“A grande virada de Geralt é desistir da neutralidade e fazer tudo o que for necessário para chegar a Ciri. E, para mim, é a despedida mais heróica que poderíamos ter, mesmo que não tenha sido escrita para ser assim… Será uma boa lembrança da última aparição de Cavill como o Bruxo.”

Por fim, ela disse que a troca de atores também vai gerar uma nova abordagem para o personagem:

“Geralt terá uma nova missão em mente quando o encontrarmos na 4ª temporada. Ele será um Geralt um pouco diferente do que esperávamos. E não me refiro à aparência”, brincou ela.

Lembrando que Cavill será substituído por Liam Hemsworth na próxima iteração.

Freya AllanAnya ChalotraJoey Batey e outros completam o elenco.

‘Matador de Aluguel’: Jake Gyllenhaal fala sobre a experiência de contracenar com Conor McGregor

O talentoso ator Jake Gyllenhaal, conhecido por suas atuações marcantes em filmes como ‘O Segredo de Brokeback Mountain’ e ‘Donnie Darko’, compartilhou recentemente sua experiência ao contracenar com o campeão irlandês Conor McGregor no remake de ‘Matador de Aluguel’.

Durante uma entrevista ao ComicBook, Gyllenhaal falou sobre os desafios de superar as cenas de luta do original. “Garrett Moore e Steve Brown, responsáveis pelo design de grande parte das sequências de luta, enfrentaram um desafio considerável ao tentar superar o original. Eles contaram com uma equipe incrível, mas muitos dos aspectos que desenvolvemos envolviam proximidade física e luta agarrada. Existem muitos elementos desconhecidos envolvidos nesse tipo de trabalho”.

Então ele abordou o desafio em contracenar com o campeão. “Conor, nesse aspecto, é o maior desses elementos desconhecidos, já que está habituado a lutar de verdade, enquanto nós precisávamos simular as lutas. Portanto, ao longo de todo o processo, antes de cada cena, eu sempre precisava lembrá-lo: ‘Por favor, não me acerte de verdade no rosto’. Ele sempre respondia com um ‘Ah, claro, claro’. Esses momentos eram um desafio, mas ele foi incrível como mentor e guia. Houve ocasiões em que ultrapassamos esses limites, e acredito que esses são alguns dos momentos mais marcantes do filme”.

‘Matador de Aluguel’ remake do clássico filme de ação estrelado por Patrick Swayze em 1989 conquistou uma aprovação de 67% entre os críticos no Rotten Tomatoes.

Jake Gyllenhaal estrela como Dalton, um ex-lutador do UFC que consegue um emprego como segurança em uma taberna em Florida Keys, apenas para descobrir que este paraíso não é tudo o que parece.

A estreia no Prime Video acontece dia 21 de Março.

Confira as principais reações:

“Talvez o maior crime do filme seja a falta de luta”, Little White Lies

“Não é um filme tão ruim quanto, mas um exemplo inexplicável de uma franquia que não merece ser revisitada. Por que você iria querer refazer e modernizar um filme tão incorporado em seu tempo e estética específicos?”, Jason Bailey

“Carece de personalidade e apelo sexual, exatamente o que um remake de um clássico de Patrick Swayze não deveria fazer.”, Matthew Pejkovic

“Muito bem conduzido pelo diretor Doug Liman, com um roteiro inteligente e ostentando uma visão maravilhosamente original do arquétipo do herói de ação, este novo ‘Matador de Aluguel’ é um tumulto total… No bom sentido do termo.” – Empire

Jake Gyllenhaal oferece uma atuação divertida que vai do charmoso ao ameaçador, mas mesmo isso se perde no caos de um filme que precisava ser suado, fundamentado e urgente para funcionar, mas que se torna cada vez mais parecido com algo que você assistiria no sábado de manhã.” – RogerEbert.com

“Embora ‘Matador de Aluguel‘ provavelmente seja medido pela intensidade de suas lutas, a trama consegue moldar um retrato surpreendentemente fundamentado do cotidiano da Florida.” – The Hollywood Reporter

“O novo ‘Matador de Aluguel‘ é uma atualização adequada ao legado de seu antecessor. Não porque seja melhor, ou mesmo porque seja tão parecido, mas porque se move com a mesma estupidez inconsciente que alimentou tantos sucessos de bilheteria dos anos 80 dos quais nos lembramos com tanto carinho.” – IndieWire

“Esta versão provavelmente não terá a reputação duradoura que a versão dos anos 80 teve. É divertido o suficiente para passar o tempo, mas falta aquele brilho que tem no clássico. – Next Best Picture

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Doug Liman (‘A Identidade Bourne’) será responsável pela direção.

A dupla Anthony Bagarozzi e Charles Mondry assina o roteiro da nova versão.

O elenco ainda contará com o lutador Conor McGregor, Billy Magnussen (‘Made for Love’), Daniela Melchior (‘O Esquadrão Suicida’), Gbemisola Ikumelo (‘Sunny D’), Lukas Gage (‘The White Lotus’), Hannah Love Lanier (‘A Black Lady Sketch Show’), Travis Van Winkle (‘The Last Ship’), B.K. Cannon (‘Why Women Kill’), Arturo Castro (‘A Lista Terminal’), Dominique Columbus (‘Ray Donovan’), Beau Knapp (‘Seven Seconds’) e o podcaster Bob Menery.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Senna’: Ação de divulgação da Netflix causa CAOS e acidente no metrô de São Paulo

A série ‘Senna’, da Netflix, que conta a história do icônico piloto de Fórmula 1, já está disponível no streaming, mas sua divulgação gerou um incidente no metrô de São Paulo que deixou muitos passageiros em pânico.

Para promover a série, a plataforma optou por criar uma experiência sensorial na estação Paulista, no túnel de baldeação entre as linhas Verde e Amarela, com sons que emulavam o ambiente de um autódromo.

No entanto, o efeito desejado de promover a emoção da corrida acabou causando confusão, com muitas pessoas confundindo o barulho com um tiroteio ou um alerta de segurança.

Na quarta-feira, dia 27, a situação se agravou rapidamente. Um grito de “tiro” proferido por um passageiro gerou pânico e tumulto.

A correria no local levou ao acidente de um casal de idosos, que caiu na esteira rolante de transferência entre as estações Paulista e Consolação. O caos levou uma das pessoas a ser pisoteada e precisou de atendimento médico urgente.

Em nota, o Metrô informou

“Na manhã desta quarta-feira (27) um casal de idosos caiu na esteira de transferência que liga a Linha 4-Amarela à Linha 2-Verde. Um outro passageiro que vinha logo atrás gritou ‘tiro’ e gerou um princípio de tumulto. O casal foi atendido por funcionários da ViaQuatro. A esteira rolante funcionou normalmente atendendo normalmente aos passageiros”, disse à Contigo!

A jornalista Carolina Costa, que estava no local, compartilhou em suas redes sociais detalhes da experiência aterrorizante que viveu.

“Gritaram que era para correr lá em cima nas escadas rolantes, por conta do barulho, alguém se assustou. E você soma luzes vermelhas que já indicam atenção, alguém gritando que é para correr, está todo mundo em um túnel e o que aconteceu? Sim, todo mundo começou a correr, pessoas caindo, eu caí, me pisotearam, foi horrível, horrível”, declarou.

“É uma sensação de que você vai morrer, porque a gente vê essas coisas em filmes, você não espera que vai acontecer com você. Foi horrível, tive uma crise lá. Não estou conseguindo… Acabou de acontecer. Eu não estou conseguindo relembrar porque me dá uma ansiedade terrível, porque eu fechei os olhos, não queria mais abrir porque eu achei que eu ia morrer pisoteada ali hoje”, confessou.

Ela também detalhou o impacto do som do autódromo, que foi instalado no túnel.

“O barulho que eles colocaram com a contagem e com a iluminação vermelha, é o barulho do autódromo, é um barulho extremamente alto de corrida. Por isso que vocês sempre vêem as pessoas de fone, que trabalham lá embaixo na pista de corrida. Agora vocês pensem nesse barulho no túnel que existe aqui na linha amarela para ter acesso na linha amarela, saindo da linha verde para linha amarela do metro”, declarou.

“Eu ainda tentei me segurar, mas como é um túnel, as paredes são curvas, eu não consegui. E aí um moço caiu em cima de mim. Eu tentei pegar minha mochila para colocar no meu peito, porque imaginei que eu ia ser pisoteada nessa região e eu não queria. Eu queria proteger essa parte para não me prejudicar tanto”, acrescentou.

Carolina fez um apelo para que a experiência sensorial fosse interrompida imediatamente, principalmente no que se refere ao som e à iluminação.

“E aí a sensação de morte muito forte, com aquele grito e correria e horrível, mas assim precisam urgentemente pausar essa parte da sensorial, essa parte dessa combinação de barulho estrondoso com uma iluminação vermelha num túnel onde, gente, são milhares de pessoas que passam ali por dia, sabe? Não, não tem. Você vai botar uma pessoa para correr num labirinto, sabe, podia ser pior hoje”, afirmou.

“Teve gente que se machucou, de imediato, de sentir, pisaram na mão de uma moça, outra no joelho, outra precisando de curativa, outra pessoa chegando de cadeira de roda. Então assim, eu espero de verdade que parem com essa intervenção, principalmente a parte do som e da iluminação, porque foi horrível e eu não desejo essa sensação de ser pisoteada para ninguém”, concluiu.

@eucarocarolina Netflix, desative essa experiência sensorial horrível do metrô de São Paulo!#marketing #netflix #senna #sennasempre #metro #metrô @Netflix @Metrô de São Paulo ♬ som original – eucarocarolina

Senna‘ está disponível na Netflix.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Ao longo de seis episódios, ‘Senna‘ irá mostrar, pela primeira vez na ficção, a trajetória de superação, desencontros, alegrias e tristezas de Ayrton, desbravando sua personalidade e suas relações pessoais.

Gabriel Leone estrela como o Ayrton Senna.

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Roteirista de ‘Batman Begins’ diz que Nolan o aconselhou a não fazer reboot com Ben Affleck

David Goyer, roteirista do aclamado ‘Batman Begins’ ao lado de Christopher Nolan, revelou recentemente que o próprio cineasta o aconselhou a não reescrever o reboot do herói que seria protagonizado por Ben Affleck no antigo DCU de Zack Snyder.

Vale lembrar que, após ‘O Homem de Aço’, Goyer estava escalado para o filme solo do Batman, que provavelmente teria o Exterminador/Slade como vilão, mas o projeto acabou sendo cancelado.

“Sempre vejo nas redes sociais pessoas dizendo ‘Eles deveriam chamar o Goyer para fazer o novo Blade’”, disse o roteirista, conforme o ComicBookMovie, lembrando que ele escreveu a trilogia original do herói vampiro. “Parte de mim acha que seria divertido, mas parte de mim pensa: ‘Eu fiz, até agora, o Blade definitivo, e isso foi um erro’”.

Ele relembrou que Nolan o aconselhou a não trabalhar nos filmes pós-trilogia do Cavaleiro das Trevas, ambientados na nova continuidade que apresentou Ben Affleck como o cruzado mascarado.

“Só porque é confuso. Fizemos um, então fique com esse”, explicou.

sobre seus próximos projetos, Goyer afirmou: “Eu ainda não estou muito no mundo dos quadrinhos”.

A estreia da segunda e última temporada de ‘The Sandman’, adaptação da DC que Goyer desenvolveu para a Netflix, marcará o fim do seu tempo nesse universo — pelo menos por enquanto.

“Tenho um novo projeto que vou apresentar ao mercado no próximo mês e que não é baseado em quadrinhos”, disse Goyer, acrescentando: “Ainda é gênero, mas não baseado em quadrinhos”.

‘Batman Begins’ está disponível no Max.

Filha de Martin Scorsese comenta título de “nepo baby”: “É uma honra”

A atriz e cineasta Francesca Scorsese, filha do lendário diretor Martin Scorsese, falou abertamente em uma entrevista à Variety sobre o rótulo de “nepo-baby” (filho de celebridade que se beneficia da fama dos pais), revelando que aceita o título com tranquilidade.

Francesca reconheceu o apoio e a supervisão de seu pai em seus projetos, como o filme que dirigiu recentemente.

“Obviamente entendi isso porque meu pai supervisionava tudo como produtor executivo. Não vou negar nada. É uma honra ter uma oportunidade como essa, e vou dar o meu melhor”, afirmou.

A cineasta também compartilhou que teve “alguma hesitação” ao trabalhar em um projeto da Fox Nation devido às associações políticas da Fox, mas explicou sua decisão final:

“Mas eu sei como meu pai se sente com tudo”, disse ela. “Eu sinto praticamente o mesmo que ele em termos de política e tudo mais, e o admiro, e realmente sigo seus passos na maior parte do tempo. Mas a Fox foi a única que apoiou esse projeto e quis dar vida a ele. Acho que há algo a dizer sobre isso”.

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‘Movimento em Falso’: Diretor retira filme de circulação após pedido de atriz por cena gravada aos 13 anos

O consagrado cineasta alemão Wim Wenders anunciou oficialmente a retirada de circulação de seu filme ‘Movimento em Falso’ (The Wrong Move), lançado originalmente em 1975. A decisão histórica foi tomada para atender a um pedido de longa data da atriz Nastassja Kinski, que tinha apenas 13 anos de idade quando participou das filmagens do drama.

De acordo com a Entertainment Weekly, a atriz vinha solicitando formalmente que Wenders removesse do corte final uma cena controversa na qual ela aparece com os seios expostos.

“Embora eu não soubesse muito aos 13 anos, já conseguia perceber que aquilo não estava certo”, declarou Kinski recentemente ao jornal alemão Süddeutsche Zeitung. “Aquele foi meu primeiro filme, ele foi meu primeiro diretor, e ele não me protegeu”.

Diante do posicionamento da atriz, Wenders, hoje com 80 anos, assumiu publicamente a responsabilidade pelo ocorrido e emitiu um pedido formal de desculpas:

“Reconheço que Nastassja Kinski deveria ter sido melhor protegida naquela época. Por isso, peço desculpas a você, Nastassja, sem reservas, sem condições e sem desculpas”, afirmou o diretor em comunicado.

Como medida imediata, o cineasta confirmou que o longa foi retirado de “todas as formas atuais de distribuição e exibição”. Ele acrescentou que todos os parceiros de streaming, emissoras de televisão e distribuidores globais já foram instruídos a interromper em definitivo o acesso público à obra.

‘Movimento em Falso’ é o segundo capítulo da aclamada “trilogia de filmes de estrada” de Wim Wenders, que também engloba os clássicos ‘Alice nas Cidades’ (1974) e ‘No Decurso do Tempo’ (1976), todos ambientados no cenário da antiga Alemanha Ocidental.

Livremente baseado no romance “Os Anos de Aprendizagem de Wilhelm Meister”, de Goethe, o roteiro foi escrito pelo prestigiado autor Peter Handke. O elenco principal que conduziu a narrativa ao lado de Nastassja Kinski (que interpretou a jovem Mignon) conta com grandes nomes do cinema europeu:

Rüdiger Vogler, Hanna Schygulla, Hans Christian BlechPeter Kern, estrelam o longa.

Crítica | Star Wars – O Despertar da Força

Resgata a essência dos originais ao mesmo tempo que dá uma nova cara à franquia

Desde que George Lucas redefiniu o conceito de arte e produto no cinema com a imortal trilogia Star Wars, muito aconteceu fora das telas em relação à marca em questão – o chamado universo expandido dominou a cultura pop nos quadrinhos, livros, séries, roupas e outras mídias. Mas demorou até que fizessem um novo filme, quase vinte anos de espera, era então a oportunidade do criador original mostrar a gênese daquela história que se tornou um fenômeno nunca antes visto na indústria cinematográfica. Mas para a total surpresa do público, a recepção inicialmente acabou sendo morna e com o tempo tornou-se bastante negativa. A nova leva fez com que os fãs transformassem o próprio Lucas numa espécie de nêmesis, ainda que guardasse um carinho especial pelo homem que concebeu tudo aquilo.

E após a confirmação que teríamos novos filmes relacionados a franquia, sentimentos de dúvida e empolgação pairaram na cabeça dos admiradores. Os requisitos impostos por estes era não apostar em aspectos infantiloides, tolas explicações pseudocientíficas e principalmente que Lucas estivesse longe do projeto. E foi pensando nisso que o cineasta J.J. Abrams fez um trabalho bastante calcado na dita trilogia clássica. A equipe usou locações reais, modelos em miniaturas e poucas imagens geradas pelo computador para dar uma impressão estética bastante similar às obras originais. Até mesmo alguns dos novos personagens remetem figuras já conhecidas no imaginário popular.

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Mas engana-se quem pensa que o diretor permaneceu num lugar comum, Abrams na verdade conseguiu inovar como poucos fizeram nos demais materiais já citados, e não apenas no que se refere à trama e personagens, mas igualmente do ponto de vista temático. A força feminina está presente em todos os lugares de Star Wars – O Despertar da Força e vão da excelente e contagiante protagonista Rey (Daisy Ridley) e da durona capitã Phasma (Gwendoline Christie) ao retorno triunfante de Carrie Fisher com sua marcante Princesa Leia e algumas Stormtroopers encontradas na Nova Ordem. Em um ano que tivemos figuras emblemáticas como Furiosa e Katniss, esses tópicos surgem com ainda mais força e enriquecem a produção.

O saldo aumenta pela maneira orgânica que o realizador conduz o longa, com uma trama absolutamente sólida e que não abre margem para barrigas, o sujeito talvez tenha feito o título mais pulsante e envolvente de toda saga. Assumidamente comedido e sem abrir espaço para cenas megalomaníacas, o filme possui basicamente dois núcleos que vão aos poucos se transformando e em dado momento encontram-se. A fluidez da história é absoluta, cada evento ocorrido parece levar a outro e mudar o rumo dos personagens, o que torna o texto enxuto por sua vez, mesmo entregando inimigos interessantíssimos e construindo rapidamente um novo Império com base ideológica e política. Fica claro que estamos falando de um roteiro refinado que possui inúmeros elementos e trafega estruturalmente de maneira convencional, ainda que o terceiro ato nos traga um dos momentos mais dolorosos da cinessérie.

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O leque de heróis e vilões é diverso bem como víamos inicialmente em Star Wars Episódio IV: Uma Nova Esperança (1977); temos três ou quatro protagonistas que possuem tempo de tela bem divididos e conquistam de um modo geral. Do outro lado voltamos com a formula do místico e poderoso inimigo, Kylo Ren (Adam Driver), que detém trejeitos semelhantes à Darth Vader e variam entre a caracterização e voz emitida. Este que por sua vez possui patente abaixo de outra figura opressora. No entanto não se pode dizer que a formula utilizada aqui novamente empalideça todo comitê da Nova Ordem de comando. Pelo fato do longa exibir uma linguagem gráfica mais violenta, o temor por parte dos antagonistas cresce durante a exibição e se potencializa no final.

Metade da força motriz deve ser creditada ao elenco, que evidentemente é estrelar, mas o desempenho do grupo parece se igualar pelo nível de comprometimento de toda equipe. Daisy Ridley aparece como destaque por de fato criar uma personagem genuína, que representa a coragem e espiritualidade de uma heroína, e nada mais justo que abrir espaço para as mulheres na franquia. Assim como vemos o jovem negro John Boyega arrasar quarteirões no papel de Finn, este que deve ser um dos favoritos dessa nova saga. Adam Driver é o ponto fora da curva, parece estático em tela, talvez isso se deva pelo personagem desorientado que interpreta. Diferente de Harrison Ford que confere passagens memoráveis com o icônico Han Solo ao lado do parceiro Chewbacca.

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Se formos falar dos aspectos mais técnicos a lista de elogios tende a aumentar, pois, como já foi citado, os produtores não criaram caso ao tentar resgatar a essência de uma história épica que permanece viva nos corações de muitos. A paleta de cores de Daniel Mindel é bastante árida e cheia de tons marrons, uma fotografia nítida e focada em destacar a solidez dos cenários. A cereja do bolo fica a cargo novamente do lendário John Williams, que assim como o comandante recicla suas antigas composições feitas para a franquia e insere pequenos arranjos, o que é o bastante para deixar as mais diversas tomadas com climas característicos.

Com a soma destes e muitos outros elementos, J.J. Abrams aumenta mais ainda a chama dos fãs de Star Wars, bem como fez com Star Trek, onde dá uma nova cara a franquia sem deixar de lado a essência do material original. E como fã assumido que é da criação de George Lucas, o resultado foi ainda mais satisfatório. O Despertar da Força é um filme que faz o dever de casa, reciclando de maneira eficiente as principais características presentes no original e trazendo inovações sutis e ao mesmo tempo significativas. Especialmente no rumo que dá aos personagens mais antigos. O fato é que se estivéssemos falando de futebol, Abrams seria querido tanto na Argentina quanto no Brasil.

‘Rust’, filme marcado por tragédia envolvendo Alec Baldwin e Halyna Hutchins, será concluído em 2023

Rust‘, filme de western estrelado por Alec Baldwin, que ficou marcado pela tragédia que vitimou a diretora de fotografia Halyna Hutchins, será concluído em 2023, diz equipe.

Lembrando que a produção foi interrompida no ano passado, após um disparo acidental no set de filmagens ter tirado a vida de Hutchins e ferido gravemente o diretor Joel Souza.

De acordo com o Deadline, a produção do filme entrou em acordo legal com a família da vítima.

“Chegamos a um acordo, sujeito à aprovação do tribunal, para nosso caso de morte por negligência contra os produtores de Rust, incluindo Alec Baldwin e Rust Movie Productions, LLC. Como parte desse acordo, nosso caso será arquivado”, disse Matthew Hutchins, marido de Halyna.

Matthew Hutchins agora assumirá o papel de produtor executivo do filme.

Hutchins veio à óbito em outubro do ano passado após ser atingida pelo disparo acidental.

A informação a respeito da inocência de Baldwin foi divulgada pelo advogado do ator, em uma publicação no Instagram. Ele agradeceu ao Departamento de Saúde e Segurança Ocupacional do estado do Novo México, nos Estados Unidos. Segundo o advogado, o órgão isentou Baldwin de culpa e entendeu que o ator não sabia que a arma estava carregada.

Confira abaixo a postagem:

O relatório também reconhece que a autoridade de Baldwin no set de filmagens se restringia apenas à aprovação de mudanças no roteiro e de membros da equipe criativa. Que o ator não seria responsável pela equipe que cuida dos elementos cenográficos, como as balas de festim.

“Estamos satisfeitos que os funcionários do Novo México tenham esclarecido essas questões críticas. Estamos confiantes de que os indivíduos identificados no relatório serão responsabilizados por esta tragédia”, falou o representante do ator.

Lembrando que as autoridades do Novo México multaram a produtora responsável pelo filme, a Rust Movie Productions LLC em US$ 137 mil (cerca de R$ 630 mil) .